sexta-feira, 12 de outubro de 2012

11/10 Dia do Deficiente Físico: Treinamento funcional devolve autonomia a cadeirantes

Um conquista por dia

CLAUDIA DIAS NOTÍCIAS SAÚDE

Em até três meses de treinamento personalizado e focado nas necessidades de cada cadeirante já é possível sentir os efeitos positivos que o treinamento funcional pode proporcionar no dia a dia dessas pessoas. “Recuperar mínimos movimentos como tomar água sem precisar apoiar o braço sobre a mesa ou pegar um cabide no guarda-roupa sozinho já são consideradas grandes conquistas”, diz Artur Hashimoto, idealizador e percussor do CORE 360º para Cadeirantes no Brasil. 

A frente do Instituto Vida em Evidência, uma academia totalmente inclusiva, localizada em São José dos Campos, interior de São Paulo, e que oferece atendimento personalizado para cadeirantes gratuitamente, Artur explica que um dos objetivos do treinamento funcional é "atacar" os fatores limitantes de movimento do cadeirante. Através de um treinamento global que prioriza o fortalecimento dos músculos da região do core (centro de produção e geração de estabilidade), com tarefas que utilizam o peso do próprio corpo, acessórios tradicionais (estações de cabo/barras/halteres/anilhas) e alternativos (faixas elásticas/medicine ball/fit ball/disco de equilíbrio), treinando no mínimo duas vezes por semana uma hora por dia, é possível desenvolver um treinamento que proporcionará aos cadeirantes mais autonomia e aos poucos eles poderão ter uma vida totalmente ativa e independente.

Artur conta que desde 2009, quando o projeto começou, dezenas de pessoas já tiveram melhoras significativas e a ideia é disseminar ainda mais. Atualmente está trabalhando na capacitação de outros professores para aplicar o Core 360º para Cadeirantes, que foi elaborado para que o professor possa atender essas pessoas de forma segura e eficiente. 

Artur está aperfeiçoando um aparelho que permite aos cadeirantes se posicionarem e se manterem em pé sem necessitar do auxílio de outra pessoa. Alguns cadeirantes já estão utilizando o aparelho durante os treinamentos. “Colocá-los nessa posição ajuda no trabalho de fortalecimento e alinhamento do tronco e ainda permite descarga de peso nos membros inferiores, o que auxilia no fortalecimento da estrutura óssea e diminui o risco de ter osteoporose”.

Segundo Artur, o treinamento funcional vale para qualquer pessoa, incluindo também as pessoas com deficiências. “Trabalhando de forma equilibrada e estimulando outras habilidades motoras, iremos proporcionar uma melhora significativa na força, mobilidade, resistência e coordenação motora”, diz. Conquistar qualidade de vida e independência não representa um sonho distante, já é uma possibilidade real. O treinamento funcional proporciona a estas pessoas ampliarem seus movimentos e driblarem, de certa forma, a falta de acessibilidade que é uma realidade brasileira.

Sobre o CORE 360º: 

Core quer dizer centro, no corpo humano "Core" é o centro de produção de força e geração de estabilidade, e manutenção do alinhamento postural; "360º" significa movimentos que transpõem todos os planos ou o estímulo de todas as capacidades físicas. Os dois termos juntos se integram, representando a proposta de um sistema de treino global, específico e não convencional, e estabelecendo o CORE 360º. O CORE 360º é um método de treinamento baseado nos princípios do Treinamento Funcional, criado a partir das experiências do Luciano D'Elia, precursor do desse conceito no Brasil.

Fonte: http://www.segs.com.br - imagem Internet

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Deficiente visual diz que foi impedido de votar com cão-guia

Felipe Luchete/Folhapress

Foto:http://www.flickr.com
O radialista Beto Pereira, deficiente visual, afirmou que demorou mais de duas horas para votar no último domingo (7) porque um fiscal o impediu de entrar na seção eleitoral com seu cão-guia, em Jundiaí (interior de São Paulo).

O fiscal, segundo Pereira, disse que a entrada de animais era proibida e que o cachorro Simon poderia assustar as pessoas que votavam na escola.

O radialista de 37 anos disse que tentou explicar que uma lei federal permite o acesso de cães-guia a locais públicos de uso coletivo. "Não adiantou, ele gerou um tumulto na entrada, e depois minha mãe falou: 'Beto, você está falando sozinho, porque ele virou as costas e foi embora'", relata.

Pereira disse que só conseguiu votar depois de registrar boletim de ocorrência em uma delegacia. Ele planeja acionar o Ministério Público e responsabilizar o Estado. "Tive meus direitos cerceados. Era obrigação do Estado capacitar seus servidores ou voluntários", disse ele.

Segundo o delegado Sidney Juarez Alonso, o fiscal responderá no Juizado Especial Criminal por suspeita de "impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio". A pena para o crime é de até seis meses de prisão, mas pode ser substituída por prestação de serviços, por exemplo.

João Baptista Nalini, chefe de cartório da zona eleitoral onde o local está vinculado, disse que a Justiça Eleitoral não pode punir o fiscal, mas que ele pode ser afastado na eleição do segundo turno.

De acordo com Nalini, apenas pessoas que desempenham cargos de direção fizeram cursos de treinamento antes das eleições. Essas pessoas eram responsáveis por repassar orientações de como atender os votantes, diz.


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IP procura voluntários para projeto sobre grupos de autismo


O Instituto de Psicologia (IP) da USP está recebendo pessoas portadoras da Síndrome de Asperger ou de Autismo de Alto Funcionamento, que fazem parte do quadro de Autismo, para participar do projeto de pós-doutorado

da Redação

O projeto de pós-doutorado Avaliação Neuropsicológica de Pacientes com Síndrome de Asperger é coordenado pela pesquisadora Elaine Zachi, do Departamento de Psicologia Experimental (PSE), ligado ao IP.

O estudo de Zachi pretende verificar se é possível diferenciar os grupos por meio de testes neuropsicológicos computadorizados para a avaliação de atenção, memória, raciocínio, planejamento, controle inibitório do comportamento e tomada de decisão. Também são utilizados testes visuais para avaliação de percepção de cores e de contrastes.

Apesar de serem do mesmo quadro, há diferenças de diagnóstico entre esses dois grupos:

Síndrome de Asperger – Não há presença de retardo mental, mas há alterações de comportamentos e modos de expressão que geram dificuldades na integração social: a singularidade do olhar, a mímica facial pobre, a utilização pouco natural da linguagem, falam mais como adultos do que como crianças, a falta de humor, o pedantismo, a invenção de palavras, a impulsividade de difícil controle, dificuldade em aprender o que os adultos ou professores ensinam; interesse compulsivo por um único assunto ou ideia.

Autismo de Alto Funcionamento – Presença do Retardo Mental Leve, atraso no aparecimento da fala, gramática e vocabulários limitados, desinteresse nas relações sociais, nenhum interesse obsessivo, apresentam pensamentos repetitivos.

Os interessados em participar da pesquisa deverão entrar em contato com a pesquisadora preferencialmente através do e-mail elaine-zachi@uol.com.br, ou pelo telefone (11) 3091-4263.
Os testes serão aplicados no Laboratório da Visão do IP.

Mais informações: (11) 3091-4263, email elaine-zachi@uol.com.br

Fonte: USP -  http://saci.org.br

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No Dia Mundial da Visão, Brasil procura prevenir cegueira

Campanhas como a do Dia Mundial da Visão são importantes para conscientizar a população sobre a necessidade de acompanhamento médico especializado, para evitar que os problemas dos olhos se agravem e acabem resultando em cegueira, que poderia ser evitada em cerca de 80% dos casos.


No Brasil, existem mais de 6,5 milhões depessoas com deficiência visual, sendo 582 mil cegas e 6 milhões com baixa visão, segundo dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)Site externo.. É com a preocupação de evitar que essa situação piore, que se comemorou ontem (11) no país o Dia Mundial da Visão, principal ação do Programa Visão 2020: O Direito à Visão, iniciativa conjunta da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira (IAPB). A data é sempre na segunda quinta-feira de outubro.
O objetivo do programa é eliminar a cegueira evitável em todo o mundo até o ano 2020. Isso porque até 80% dos casos de cegueira resultam de causas previsíveis e/ou tratáveis, mas a cada cinco segundos uma pessoa fica cega no mundo e uma criança perde a visão a cada minuto. São 285 milhões de pessoas no mundo vivendo com baixa visão ou cegueira. Desses, 39 milhões são cegas e 246 milhões têm moderada ou grave deficiência visual.
De acordo com o presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)Site externo., Marco Antônio Rey Faria, campanhas como a do Dia Mundial da Visão são importantes para conscientizar a população sobre a necessidade de acompanhamento médico especializado, para evitar que os problemas dos olhos se agravem e acabem resultando em cegueira, que poderia ser evitada em cerca de 80% dos casos.
Segundo o médico, muitas doenças relacionadas à visão não apresentam sintomas e, quando descobertas, já estão em estágio bastante avançado e de difícil regressão. “É o caso do glaucoma, a maior causa de cegueira no mundo, sendo que, no Brasil, mais de 1 milhão de pessoas são portadoras da doença”, informa Rey Faria.
O glaucoma se caracteriza pelo aumento da pressão intraocultar – explica o presidente do CBO – que leva a uma atrofia progressiva do nervo ótico, se não controlada, e compromete o campo de visão do paciente. “Na fase final, é como se ele estivesse olhando apenas por um buraco de fechadura”, explica o médico.
Apesar da gravidade, hoje o glaucoma pode ser tratado com sucesso, tanto com drogas como por meio de laser e cirurgias até de implante de válvulas na região afetada. O mesmo ocorre com outras doenças oculares, segundo o médico, pois “a medicina está muito evoluída e, com as técnicas atuais, a imensa maioria das doenças oftalmológicas é facilmente tratada quando descoberta prematuramente”.
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Veja tecnologias para facilitar a vida de pessoas com deficiência física


Não é mais ficção a possibilidade de ter aparatos tecnológicos trabalhando junto com o corpo humano na realização de determinadas funções. As tecnologias assistivas não se limitam a próteses supermodernas. Cadeiras de rodas e aparelhos de locomoção também fazem parte das inovações que facilitam a vida de muita gente.
Ontem, quinta-feira, 11 de outubro, foi celebrado o Dia do Deficiente Físico no Brasil. E, para mostrar como a tecnologia pode transformar o cotidiano das pessoas com deficiência, o TechTudo fez uma lista com alguns destes incríveis avanços.

Não é mais ficção a possibilidade de ter aparatos tecnológicos trabalhando junto com o corpo humano na realização de determinadas funções. As tecnologias assistivas (ou seja, aquelas criadas para pessoas com deficiência) não se limitam a próteses supermodernas.Cadeiras de rodas e aparelhos de locomoção também fazem parte das inovações que facilitam a vida de muita gente. Confira a lista:

Dispositivo de mobilidade robótica

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O dispositivo de mobilidade robótica TEK permite ao cadeirante ficar de pé (Foto: Reprodução)

Com o chamado dispositivo de mobilidade robótica TEK, o cadeirante consegue também ficar de pé em uma postura correta, alcançando objetos que antes, na cadeira de rodas, não seria capaz. As dimensões reduzidas do dispositivo em relação às da cadeira de rodas favorecem a acessibilidade.

Pé inteligente

A prótese Pie Proprio se aproxima muito de um pé de verdade. Possui tornozelo que se adapta aos desníveis do solo, fazendo com que a pessoa não precise levantar tanto a perna para andar. O pé apresenta diversos níveis de inclinação, sendo possível utilizar calçados com saltos de diferentes alturas.

Joelho com Bluetooth

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Prótese com Bluetooth (Foto: Reprodução)
Caminhar, subir ou descer escadas, passar por rampas e até mesmo pular fica mais fácil com a ajuda dessa tecnologia para as pernas, trata-se de uma prótese de fibra de carbono. O aparelho funciona com a transmissão das informações do usuário, como peso, altura, além de condições de sua movimentação para um computador via Bluetooth.
Esse computador “ensina” as próteses a como se comportarem em determinadas situações. Dessa forma, o mecanismo permite que a pessoa ande, corra ou faça qualquer atividade física com mais naturalidade.
Cadeira de rodas movida a sopro

Pessoas que perderam todos os movimentos dos membros podem contar com uma cadeira de rodas guiada apenas por movimentos da cabeça e pelo sopro. Virar para os lados, andar e parar são comandos realizados através de diferentes intensidades de sopro ou sucção em um canudo acoplado à cadeira motorizada. O preço de uma pode chegar a R$ 15 mil.

Exoesqueleto HAL

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Exoesqueleto HAL sustenta o peso da pessoa e ajuda na locomoção (Foto: Reprodução)

A criatividade dos japoneses e sua aptidão para robótica também estão a serviço da mobilidade. É o que vemos no exoesqueleto HAL (Hybrid Assistive Limb, ou membro de assistência híbrida), um traje robótico capaz de sustentar o peso da pessoa e ajudá-la a se locomover. Ele permite que pessoas com paralisia ou com lesões na medula espinhal possam ficar de pé, andar, subir escadas e até carregar objetos pesados.

Como vimos nesses exemplos, o avanço da tecnologia permite que pessoas com deficiência física sigam suas vidas com mais qualidade.

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Dois pesquisadores de células tronco dividem o Nobel de Medicina

Os pesquisadores foram premiados por pesquisas por pesquisas com células tronco.

O britânico John Gurdon, da Universidade de Cambridge, e o japonês Shinya Yamanaka, da Universidade de Kyoto, foram laureados nesta segunda-feira, 08, em Estocolmo (Suécia), com o Prêmio Nobel de Medicina. O anúncio foi feito às 12h locais (7h de Brasília) pelo Comitê Nobel. 

Os pesquisadores foram premiados por pesquisas complementares que “descobriram que células maduras podem ser reprogramadas para se tornarem pluripotentes”, de acordo com Goran Hansson, secretário-geral do Comitê Nobel.

Gurdon, de 79 anos, descobriu em 1962 que a especialização das células é reversível. Numa experiência clássica, ele substituiu o núcleo celular e maduro de uma célula do ovo de uma rã pelo núcleo de uma célula intestinal madura. Esta célula do ovo modificada deu origem a um girino normal. O DNA da célula madura tinha ainda toda a informação necessária para desenvolver todas as células da rã.

Mais de 40 anos depois, em 2006, o japonês Ymanaka, de 50 anos, descobriu com as células maduras intactas em ratos podiam ser reprogramadas para se transformar em células-tronco imaturas. Surpreendentemente, ao introduzir apenas alguns genes, ele conseguiu reprogramar células maduras para que estas se transformassem em células-tronco pluripotentes — ou seja, células imaturas que conseguiram se transformar em todos os tipos de células do corpo.

“Essas descobertas revolucionárias mudaram complemente a maneira como vemos o desenvolvimento e especialização celulares. Compreendemos agora que as células maduras não têm de estar confinadas para sempre ao seu estado especializado. Livros foram reescritos e novas áreas de pesquisas foram estabelecidas. Ao reprogramar as células humanas, os cientistas criaram novas oportunidades para estudar doenças e desenvolver métodos de diagnóstico e tratamento”, disse Hansson.

*Repórter viajou a convite do governo sueco

Fonte: Estadão - http://www.fernandazago.com.br

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Projeto Dança Sem Limites oferece aulas gratuitas para pessoas com deficiência

A Prefeitura de Ponta Grossa (PR) oferece aulas de dança de gratuitas voltadas para pessoas com deficiência de segunda a sexta-feira, às 13h30, no Centro Esportivo para Pessoas com Deficiência “Jamal Farjallah Bazzi”.

O projeto Dança Sem Limites tem como proposta oferecer às pessoas com deficiência a chance de fazer atividades esportivas, ter convívio social, melhorar a autoestima, além de desenvolver diversas potencialidades que cada um tem.

As aulas são voltadas para que qualquer pessoa possa aprender a dança, respeitando as limitações que cada participante tem. As coreografias desenvolvidas possibilitam o aperfeiçoamento e senso estético. As pessoas que participam das atividades se sentem mais felizes e estimuladas a continuar praticando a dança.

A secretária de Cultura e Turismo, Elizabeth Silveira Schmidt, acredita que o projeto “Dança Sem Limites”, “além de promover a inclusão social nas expressões artísticas de pessoas portadoras de deficiência, é uma forma de valorizar a apreciação, a criação, a educação e a prática da dança, estimulando novas linguagens a seus integrantes”.

Quem quiser obter outras informações pode entrar em contato pelos telefones: 3223- 8204 ou 3223- 3704.


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CENTRO NORDESTINO É CONSIDERADO REFERÊNCIA INTERNACIONAL EM REABILITAÇÃO

Delegação de médicos alemães conheceu a estrutura, o trabalho e os projetos do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), localizado no Estado do Piauí, e o considerou referência internacional na área de reabilitação.
Na última sexta-feira (5), uma delegação de médicos do Hospital de Trauma de Berlim (UKB), na Alemanha, conheceu a estrutura, o trabalho e os projetos do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), situado em Teresina, capital do Piauí. A visita aconteceu com o objetivo de firmar parceria de cooperação entre as duas instituições, por meio de intercambio entre profissionais e estudantes da área de saúde e reabilitação.
A delegação, composta de setes profissionais do UKB, em sua maioria médicos, foi acompanhada pelo presidente da Associação Reabilitar, o neurocirurgião Benjamim Pessoa Vale, que explicou todo o modelo de gestão do Ceir, apresentou as instalações do Centro e explanou sobre os planos de expansão da instituição, como o Hospital de Reabilitação do Ceir.
“O Ceir não somente atinge o padrão de referência nacional, mas internacional. Aqui está sendo desenvolvido um trabalho excelente”, comentou o Diretor Chefe do Hospital de Trauma de Berlim, Axel Ekkernkamp.
O secretário de Saúde do Estado, Ernani Maia, explicou que os dois países manterão apoio mutuo. “Através de convênio, nós iremos levar profissional e estudantes a Berlim e, também, recebê-los aqui no Estado. Será uma troca de conhecimentos entre o Piauí e a Alemanha. Esse convênio acontecerá com o apoio do Ceir e de outras instituições da área de pesquisa, saúde e reabilitação” esclarece.
A comitiva alemã foi acompanhada ainda pelo superintendente executivo do Ceir, Francisco Alencar e pelo o Superintendente Multiprofissional do Ceir, Aderson Luz.
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo

Por Renata Giraldi da Agência Brasil


Mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A organização alertou hoje (10), Dia Mundial da Saúde Mental, para a necessidade de combater o estigma em torno da doença e incentivar que os governos implementem tratamentos para combater o transtorno. Pelos dados da OMS, pelo menos 5% das pessoas que vivem em comunidade sofrem de depressão.

“Temos alguns tratamentos muito eficazes para combater a depressão. Infelizmente só metade das pessoas com depressão recebe os cuidados de que necessitam. De fato, em muitos países, o número é inferior a 10%”, disse o diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias, Shekhar Saxena. “É por isso que a OMS está trabalhando com os países na luta contra a estigmatização como ato essencial para aumentar o acesso ao tratamento

” A OMS define depressão como um transtorno mental comum, caracterizado por tristeza, perda de interesse, ausência de prazer, oscilações entre sentimentos de culpa e baixa autoestima, além de distúrbios do sono ou do apetite. Também há a sensação de cansaço e falta de concentração.

A depressão pode ser de longa duração ou recorrente. Na sua forma mais grave, pode levar ao suicídio. Casos de depressão leve podem ser tratados sem medicamentos, mas, na forma moderada ou grave, as pessoas precisam de medicação e tratamentos profissionais. A depressão é um distúrbio que pode ser diagnosticado e tratado por não especialistas, segundo a OMS. Mas o atendimento especializado é considerado fundamental. Quanto mais cedo começa o tratamento, melhores são os resultados.

Vários fatores podem levar à depressão, como questões sociais, psicológicas e biológicas. Estudos mostram, por exemplo, que uma em cada cinco mulheres que dão à luz acaba sofrendo de depressão pós-parto. Especialistas recomendam que amigos e parentes da pessoas que sofrem de depressão participem do tratamento.

Em 1992, a Federação Mundial para Saúde Mental lançou o Dia Mundial de Saúde Mental na tentativa de aumentar a conscientização sobre as questões na área e estimular a discussão sobre os transtornos mentais e a necessidade de ampliar os investimentos na prevenção, na promoção e no tratamento. Mais informações podem ser obtidas no site da OMS

Fonte: Agência Brasil

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Ensino inclusivo beneficia crianças especiais

Por Valéria Dias na Agência USP

A inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais no ensino regular pode proporcionar muitos benefícios. Entre eles, efeitos terapêuticos decorrentes diretamente da interação do aluno especial com as outras crianças. Foi isso que constatou a professora universitária Mônica Maria Farid Rahme em seu doutorado pela Faculdade de Educação (FE) na USP.

A pesquisa intitulada Laço social e educação: um estudo sobre os efeitos do encontro com o outro no contexto escolar recebeu o Prêmio Capes de Teses 2011, da área de Educação, e foi realizada sob a orientação da professora da FE, Leny Magalhaes Mrech.

Mônica realizou seu estudo em uma escola pública integral de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que tem uma proposta de trabalho diferenciada, tanto de inserção de alunos com necessidades educacionais especiais como também no que se refere ao trabalho com temas relacionados ao pertencimento étnico-racial, gênero e sexualidade.

A análise foi realizada a partir de um estudo de caso com um garoto com necessidades especiais e teve como inspiração as discussões realizadas por pesquisadores brasileiros do campo Psicanálise e Educação, como sua própria orientadora, além dos professores da USP, Cristina Kupfer (Instituto de Psicologia) e Rinaldo Voltolini (Faculdade de Educação).

O aluno especial tinha 4 anos quando começou a frequentar a escola, mas seu comportamento era de uma criança de idade ainda menor: ele não comia nem andava sozinho. “Isso acontecia porque era uma criança cujo funcionamento na época era bastante diferenciado das outras. Seu corpo era sem tônus e ele não conseguia desempenhar atividades simples, como se alimentar ou ir sozinho ao banheiro”, explica.

Durante o período de um ano letivo, a pesquisadora realizou um trabalho de campo na escola com o objetivo de estudar a interação entre as crianças, tendo todas elas entre 6 a 8 anos. Além de gravar as entrevistas com as crianças, a pesquisadora também realizou algumas filmagens das interações entre o aluno especial e elas, tanto dentro da sala de aula como nos intervalos. A professora pôde acompanhar atividades que não eram necessariamente dirigidas por adultos, como jogos nas quadras, oficinas e mesmo suas conversas. As cenas das filmagens eram mostradas a todos e o aluno com necessidades educacionais especiais, apesar de não falar muito, assistia e participava das atividades, junto aos demais.

“Por meio de todas essas observações, pudemos perceber que a interação do aluno com necessidades educacionais especiais com as outras crianças tinha efeitos terapêuticos: a forma como o convidavam a participar das brincadeiras e a interagir com os outros colegas era muito importante para a educação dele. Chamamos essa interação como uma forma de expressão do laço social”, afirma a pesquisadora.

Mônica constatou também que as crianças tinham uma grande capacidade de perceber quando o aluno especial se mostrava muito incomodado com alguma coisa, como quando tinha necessidade de ir ao banheiro, ou quando estava com sede, frio ou calor. “Essas percepções nem sempre ocorriam do mesmo modo por parte dos adultos”, aponta a pesquisadora.

*Educação inclusiva* 

A educação inclusiva apresenta uma proposta ampla de todas as crianças, com necessidades especiais ou não, estarem numa escola comum. O aluno considerado especial deve ser trabalhado individualmente, mas de modo articulado a todo o grupo da sala de aula. 

“Mas é importante que se forneça mecanismos que possibilitem a entrada dessas crianças nas salas, pensando tanto no currículo como nas atividades que serão desenvolvidas. A aprendizagem não é um exercício apenas racional. Há todo um processo que envolve a empatia pelos professores, o convívio e a socialização com as outras pessoas. Os adultos minimizam isso, mas esses fatores ficam mais evidentes na educação das crianças especiais, que têm uma aprendizagem diferenciada”, destaca.

Para a professora, as políticas públicas devem levar em conta a realidade das salas de aula. “Lidar com alunos com necessidades muito diferentes entre si exige um grande trabalho dos professores. Eles precisam negociar condições de trabalho e precisam ser ouvidos em suas demandas”, aponta.

*Exterior*

Mônica também pesquisou como a educação inclusiva está inserida em outros países. Nos Estados Unidos, a educação inclusiva já existe, mas ainda existem também serviços especializados. Na Itália, há uma integração por meio de uma rede de apoio voltada para a inserção de crianças com necessidades especiais no ensino regular, que se iniciou desde a década de 1970. Já na França, a inclusão ocorre em menor proporção, sendo que existe uma rede importante de serviços especializados.

No Brasil, há muitas escolas em que a educação inclusiva já é uma realidade. Mas isso varia muito em cada região brasileira. “O que sabemos é que, atualmente, o número de crianças consideradas especiais no ensino comum é bem maior do que na década de 1980″, finaliza a pesquisadora. 

 Fonte: Agência USP

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Pernambucanos criam tradutor em tempo real do português para Libras

Projeto foi vice-campeão das Olimpíadas mundiais de computação, em NY. 
Software foi desenvolvido para melhorar a acessibilidade dos surdos.

 Do G1 PE
Lucas Mello e João Paulo Oliveira criaram o software
que ajuda surdos a entender o português (Foto: Divulgação)


Imagine um surdo usando um telefone celular? Ou melhor: ter, no seu smartphone, um tradutor de português, em tempo real, para a Língua Brasileira de Sinais (Libras)? Interpretado por um personagem animado em 3D, o ProDeaf é uma plataforma de comunicação criada por uma empresa pernambucana com o objetivo de facilitar as dificuldades enfrentadas por quem tem necessidades auditivas especiais.
O que poucos sabem é que as línguas de sinais não são meramente intuitivas, nem partem de sinais de mímica. Elas possuem códigos com o mesmo nível de abstração dos idiomas, com sintaxe e regras gramaticais próprias. "Um surdo não entende tudo diretamente do português, mesmo se estiver lendo. É diferente a tradução de Libras para o português. Por exemplo, a frase 'eu vou para a praia' escrita em português fica 'eu praia ir'. As preposições são cortadas e o verbo só existe no infinitivo quando traduzimos para Libras", explica Lucas Mello, cientista da computação e um dos idealizadores do projeto de acessibilidade. 
A ideia dele surgiu durante a observação de um episódio envolvendo um surdo durante uma viagem. “Em 2010, eu estava passando um tempo em Vancouver, no Canadá. E vi um surdo chegando na universidade e pedindo informações a um ouvinte, que não entendeu nada. Ele saiu de lá sem conseguir se comunicar. Fiquei pensando naquilo, entrei no metrô, abri o meu caderno e fiquei imaginando em como a tecnologia poderia ajudar essa pessoas. Essa foi a primeira ideia do protótipo do sistema”.

Segundo Mello, o software que realiza traduções, em tempo real, do som falado para língua de sinais hoje tem atraído empresas de todos os portes. O projeto, atualmente, tem o foco voltado para traduzir textos do português para as Libras. "Nos sites, por exemplo, o surdo vai poder selecionar a parte não compreendida do texto numa janela. Então, um avatar vai traduzir em Libras a parte que ele não entender do texto", afirma Mello.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), em 2010, a deficiência auditiva atingia 9,7 milhões de pessoas (5,1%) da população do Brasil, sendo que a deficiência auditiva severa (pessoas com grande dificuldade ou incapazes de ouvir) foi declarada por 2,1 milhões de pessoas, das quais 344,2 mil eram surdas (0,2%).
Os idealizadores e executores do projeto foram vice-campeões das Olimpíadas mundiais de computação realizadas em 2011, em Nova Iorque, a maior competição de tecnologia do mundo promovida pela Microsoft. Além disso, o ProDeaf já foi campeão nacional do prêmio Ciab, da Federação Brasileira de Bancos (Fenabran), premiado no “Partner of the Year Awards 2012”, no Canadá, como parceira da Microsoft na área de cidadania, e campeão do prêmio da Wayra Contest, na Campus Party Recife 2012.

O sistema desenvolvido por Mello e pela empresa pernambucana Proativa – Soluções em Tecnologia também capta, de uma câmera instalada no celular ou smartphone, os movimentos produzidos por quem se comunica por meio de Libras. Do outro lado do telefone, é possível ouvir a tradução feita pelo software. Esta fase do projeto ainda não está totalmente pronta. Mas em breve e após a aprovação do financiamento de alguns clientes, deve entrar em cena, ajudando ainda mais as pessoas portadoras de deficiência auditiva. Atualmente, a empresa já conta com 12 profissionais focados nas pesquisas de acessibilidade.


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Menino de 12 anos supera deficiência e se destaca em orquestra no Recife

Ednaldo José nasceu com 2 dedos na mão esquerda, mas lutou por vaga. Assim como ele, Edmilson, Lauária e Luhan também superaram dificuldades. 

 Luna Markman
                                                          Imagem Internet
Ednaldo José, 12 anos, soube que a Orquestra Criança Cidadã, no Recife, estava selecionando novos alunos no último mês de abril. “Não custa nada tentar”, pensou. Pediu à avó para inscrevê-lo. Queria ser percussionista. No dia do teste, não estava tão confiante assim.

Cruzava os braços, colocava uma mão no bolso. O professor percebeu o que incomodava o menino e, ao fim dos tímidos batuques, surpreendeu-se. O garoto tem apenas dois dedinhos na mão esquerda, mas encontrou um jeito de segurar a baqueta e tirou a nota máxima entre os concorrentes.

Começou assim a história de Ednaldo no projeto social, antes batizado de Orquestra Cidadã Meninos do Coque, que completou, na quinta-feira (4), seis anos. Realizado no Quartel do Cabanga, atende cerca 130 jovens, com idades entre quatro e 19 anos, moradores de um dos bairros mais violentos e de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Grande Recife, a comunidade do Coque.

Além de aula de música, os alunos recebem apoio pedagógico, alimentação e atendimento médico. Um presente diário para crianças como Ednaldo, que chegou a duvidar da sua capacidade de entrar na Orquestra.

O menino explica que já nasceu com a deficiência na mão. “Mas nunca sofri preconceito não, nem deixei de fazer as coisas que gosto, mas achei que talvez não me aceitassem na Orquestra”, comentou. Depois de dois meses de teste, Ednaldo está empolgado com a bateria, que já estuda há quatro meses.

O professor Enoque Souza lembra como foi o teste. “No começou, ele ficou tentando esconder a mão, mas quis dar uma chance. O menino, ao invés de pegar na baqueta do jeito mais comum, com o polegar e o indicador como uma pinça, ele fez, sem saber, a técnica mais tradicional, que não precisa de todos os dedos para dar mais controle à mão. Hoje, está tocando muito bem, compensa a deficiência com muita dedicação”, disse.

Ednaldo é fã de Restart, queria tocar como o baterista Thomas. Mas não pensa em montar uma banda, queria ser professor de bateria. No entanto, ainda hoje, sonha ser jogador de futebol. A camisa que veste é a vermelha e preta do Sport. O corte do cabelo é inspirador em Neymar, jogador da Seleção Brasileira, onde também queria ter o nome escalado. O desejo para este Dia das Crianças? “Ganhar um [videogame] Xbox.

" Notas de felicidade

Ednaldo encontrou na Orquestra uma autoestima a mais para a vida. Edmilson Barros, de 14 anos, ainda foi mais além. É no projeto que acha a felicidade tantas vezes roubada.

O pai foi assassinado há três meses. A mãe está viciada em drogas. Tem dificuldade em memorizar informações, problema herdado do parto complicado. Ao invés das partituras, procura reproduzir os sons.

Foi selecionando em 2010, mas saiu no ano seguinte. No começo deste ano, voltou ao Quartel do Cabanga. Agora, toca percussão. Vai bem na escola, está no quinto ano. É preciso tirar boas notas para continuar na Orquestra.

É de poucas palavras e riso muito contido. Gosta de tocar maracatu. E o futuro? “Quero ser jogador de futebol”, fala e, aí sim, abre um sorriso. Não sabe se vai receber presente este ano, acha que já está velho. “Mas eu queria ganhar um [videogame] PlayStation.

” Inspiração múltipla

Luhan Lucena tinha cinco anos e estava brincando na rua quando viu dois meninos passando com violoncelo e violino. Ficou curioso e descobriu sobre a Orquestra Cidadã. Fez o teste e passou. Hoje, aos nove anos, é o mais novo violonista da banda.

Se interessa por quase todos os outros instrumentos, da flauta doce ao violão. "Se eu não estivesse aqui, estudante, estaria na rua, com uns amigos que gostam de influenciar os outros. Ficam brigando e falando palavrão. Agora, penso muito em viajar, conhecer outros lugares", comentou.

Luhan gosta das obras de Mozart e Vivaldi, mas curte mesmo o som gospel. Frequenta a Igreja Batista com a irmã, Lauária, 13 anos. Ela também está na Orquestra, tocando piano. Foi para o projeto indicada pelo Conservatório Pernambucano de Música, onde é bolsista. Ambos estudam e garantem que estão com notas boas. "O bom da música é que ela nos dá disciplina e trabalha o cérebro", disse Lauária, que queria ganhar no Dia das Crianças um piano. "Pode ser de caixa, simples mesmo", falou. "Também desejo que outras crianças encontrem um caminho bom como nosso e sejam pessoas honestas", complementou.

O projeto da Orquestra Criança Cidadã foi idealizado pelo juiz João José Rocha Targino e iniciou suas atividades em 2006, sob a coordenação musical do maestro Cussy de Almeida, falecido em 2010. Atualmente, quem assume a função é o maestro Lanfranco Marcelletti Jr.

Fonte: G1  - Imagem Internet

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PRÓTESES VINTAGE – A ORTOPEDIA TÉCNICA DE SÉCULOS PASSADOS


Modelos retrôs à base de madeira e ferro primavam pela funcionalidade como principal objetivo
Na segunda matéria da série especial Próteses vintage – a ortopedia técnica de séculos passados, novas fotos de próteses, todas do século 19. Mesmo rudimentares, natural para a época em que foram criadas, confeccionadas e/ou adaptadas, elas sinalizavam a funcionalidade como principal objetivo dos componentes protéticos, produzidos basicamente à base de madeira e ferro fundido.
1. Perna de madeira, século 19
Fonte: ebay.com
2. Perna de madeira e ferro, século 19
3. Prótese-órtese de ferro e madeira com pé articulado, século 19
4. Braço de madeira feito com cano de espingarda, século 19
Este braço artificial data de meados do século 19 e revela a existência de um projeto de engenhosidade e oportunidade. Ele foi formado a partir do barril de madeira de um rifle ou espingarda. Para ativar o mecanismo de agarrar na ponta da prótese, o usuário pressionava uma alavanca ao lado do braço contra a lateral do próprio corpo.
5. Mão articulada de madeira, século 19
Uma mulher, provavelmente usava essa mão de meados do século 19. A prótese escorregou sobre o coto de seu braço e foi atado firmemente. A abertura lateral indica que a usuária tinha seu próprio polegar. Os dedos de madeira, embora articulados e flexíveis, não tinham mecanismo de bloqueio que permitisse que a pessoa segurasse um objeto.
6. Mão articulada de madeira, século 19
Já essa mão foi moldada a partir de madeira compensada. Os dedos articulados eram ativados por um cabo interno que ligavam o dedo polegar ao dedo indicador.
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