sábado, 4 de maio de 2013

Vencer aborda empreendedorismo de pessoas com deficiência


Assista ao video, no site "Leia Já".

da Redação

O Vencer desta semana aborda um importante assunto, que é o empreendedorismo da pessoa com deficiência. O programa foi até o Senai do bairro de Areias, localizado no Recife, para conhecer a Feira do Empreendedor. Na matéria, você acompanha entrevistas com alunos da instituição que já pensam nos projetos futuros.

O programa também fala sobre a importância dos estudos na vida de quem tem alguma necessidade específica. No quadro INperfeitas, Luciana Marques e Wivian Araújo conversam sobre moda feminina. Já o Cine Vencer traz mais uma dica de filme.

Para visualizar o video, clique aqui.


“Essa matéria, é exclusivamente em caráter informativo”

Fãs deficientes sofrem com falta de informações sobre show de Paul McCartney


Ministério Público deve entrar com ação na semana que vem que proíbe eventos no Mineirão, inclusive jogos, enquanto problemas de acessibilidade não forem resolvidos.

Fernanda Machado - Portal Uai

 (Planmusic / Divulgação)

Não há dúvidas de que os milhares de fãs que compraram ingressos para o show de Paul McCartney no Mineirão, neste sábado, estão ansiosos para ver o ídolo no palco. Mas existe uma parcela do público que, além de lidar com a ansiedade natural de qualquer grande espetáculo, ainda precisa se preocupar com problemas práticos, como o fato de não ter certeza de que o estádio está preparado para recebê-lo.

O problema de acessibilidade em estádios, também observado no Independência, em Belo Horizonte, já está na pauta do Ministério Público de Minas Gerais. De acordo com a assessoria do órgão, o promotor Rodrigo Filgueiras deve entrar com uma ação que proíbe a realização de qualquer evento no Mineirão enquanto os problemas não estejam resolvidos. O promotor ainda evita revelar detalhes da ação, porque deve dar entrevista coletiva sobre o assunto na próxima semana. Saiba mais aqui.

Enquanto isso, quem vai ao show do Paul McCartney neste sábado ainda tem dúvidas em relação a acessibilidade. É o caso de Rachel Ribeiro, que entrou em contato com o Divirta-se relatando receio em relação à apresentação. O marido dela, que também vai ao espetáculo, tem mobilidade reduzida por problemas de saúde, e ela não conseguiu informações sobre locais reservados para portadores de necessidades especiais (PNE), nem de acesso preferencial na entrada do show.

Assim como Rachel, várias pessoas encaminharam reclamações sobre o mesmo assunto tanto à administradora do Mineirão, a Minas Arena, quanto à produtora do show, a Nó de Rosa.

Respostas

A Nó de Rosa, produtora que traz Paul a BH, esclarece que portadores de necessidades especiais entrarão no estádio por um único portão, de onde serão encaminhados aos demais setores. De acordo com a assessora de imprensa Luciana Mayer, funcionários da organização estarão à disposição para orientar e guiar estas pessoas até os espaços reservados. A assessoria explica ainda que setores com cadeiras já possuem áreas exclusivas para cadeiras de rodas. As pistas comum e premium, onde espectadores ficam de pé, contarão com espaços na parte da frente dos setores dedicados à parcela do público com mobilidade reduzida. O ponto indicado para a entrada dos portadores de necessidades especiais é o Portão E, no setor vermelho, que fica na Avenida C.

Site da PlanMusic: 'não haverá acesso para cadeirantes para os demais setores' (clique para ampliar imagem) (2013.paulinbrazil.com.br/Reprodução)
Site da PlanMusic: "não haverá acesso para cadeirantes para os demais setores" (clique para ampliar imagem)
Entretanto, o site oficial da turnê de Paul McCartney no Brasil, gerido pela produtora PlanMusic, aponta informações divergentes ao divulgado pela parte belo-horizontina da organização. Na página, que reúne dados sobre as três apresentações do Beatle no país, os setores do Mineirão indicados como reservados para pessoas com deficiência são apenas três. Na seção de dúvidas, há um tópico dedicado ao assunto: "Há um lugar reservado para cadeirantes/Portadores de Necessidades Especiais (PNE)?". A resposta aparece no site como segue: "Sim, haverá um local específico para cadeirantes e PNE", com a indicação dos setores "Belo Horizonte: Cadeira inferior roxa - Portões A e B; Cadeira inferior amarela - Portão C; Cadeira inferior vermelha - Portões D e E". A mesma explicação ainda determina que "Não haverá acesso para cadeirantes para os demais setores".

De acordo com a assessoria da Minas Arena, empresa que administra o Mineirão, o estádio está preparado para receber pessoas com deficiência, idosos e grávidas. Todas as normas exigidas por lei teriam sido implantadas durante a recente reforma do Mineirão, fato que vem sendo questionado pelo Ministério Público de Minas Gerais e pelo Ministério Público Federal. Porém, a garantia de acessibilidade e locais reservados seriam de inteira responsabilidade da organizadora do show.

Ainda segundo a administradora, a única área do estádio que não possui rampas de acesso e áreas especiais para cadeirantes é o anel superior, parte arquitetônica que é tombada pelo patrimônio histórico e não pode ser modificada. Em todo o resto das instalações, a arena possui "vários aparelhos visando o bem das pessoas com mobilidade reduzida", explica a assessora Sandra Barroca. Entre as características que garantem acessibilidade, ela cita "piso sinalizador de direção dentro do estádio e de piso podotátil em todo o entorno, rampas de acessibilidade internas, instalação de cadeiras para obesos, cabines preferenciais para venda de ingressos, oito elevadores destinados às pessoas portadoras de deficiência, dentre outros".

Nos estacionamentos do Mineirão há 53 vagas exclusivas para veículos que conduzam ou que sejam conduzidos por pessoas com deficiência, o que representa 2% do total. "Elas estão distribuídas nos dois níveis de estacionamento coberto e localizadas próximas aos acessos à esplanada equipados com elevador", ressalta Sandra.

Obstáculos
Rachel adquiriu ingressos para a cadeira inferior roxa, que tem local reservado para PNE, mas sentiu falta de informações claras enquanto efetuava a compra. “Não vimos nenhum informativo ou cláusula a esse respeito no ato da compra para o show do Paul. Aliás, termos conseguido o ticket, com todas as fragilidades e deficiências apresentadas pelo site www.ingresso.com, já foi uma vitória. Adquirimos cadeiras inferiores roxas porque foram nelas que ficamos no show do Elton John, e gostamos de sua localização em relação ao palco”, relata. De acordo com Luciana Mayer, assessora da Nó de Rosa, os ingressos de PNE trazem impressas as informações sobre a entrada especial pelo Portão E.

Vereador Leonardo Mattos (Jackson Romanelli/EM/D.A Press)
Vereador Leonardo Mattos
Insatisfação
Mesmo se os pagantes tivessem sido informados sobre o local específico para PNE de maneira mais clara, a produtora ainda estaria infringindo a lei. É o que afirma o vereador de Belo Horizonte Leonardo Mattos, do PV. Cadeirante e conhecido pela luta pelos direitos de pessoas com deficiência, o político explica que, apesar de não haver uma lei específica para shows, a produtora deve seguir as normas garantidas pelo Decreto-Lei 5296/2004, que abrange qualquer tipo de evento no país. Nos casos em que são disponibilizados ingressos em apenas um setor, a pessoa com deficiência é obrigada a pagar um valor determinado, enquanto outros pagantes puderam escolher, tanto em relação à condição financeira, quanto em relação ao local mais confortável para apreciar o show. “A produtora não pode definir quanto a pessoa vai pagar. Isso atinge a dignidade do cliente. Nas pistas, por exemplo, um cadeirante não enxergaria nada. Mas como ele pagou o ingresso, devem ser garantidos os direitos dele”, explica Leonardo.

O próprio vereador já passou por situação parecida, em um jogo no Estádio Independência. Segundo o parlamentar, o local tem falhas graves em relação à acessibilidade e, por se sentir lesado, Leonardo recorreu ao Procon e recebeu seu dinheiro de volta. “É claro que isso não compensa o fato de uma pessoa não conseguir ver um jogo, ou assistir a um show. Mas é importante que elas procurem seus direitos e não recuem. Qualquer um que se sentir atingido, e fizer algo a respeito, está ajudando também outras pessoas que passam pelo mesmo problema”, garante.

O QUE DIZ A LEI
Alessandra Drummond (Sávio Leite / Divulgação)
Alessandra Drummond
A advogada Alessandra Drummond, especialista em direito e entretenimento, esclarece que há leis nos âmbitos federal, estadual e municipal que garantem direitos aos PNE no caso do show do Paul McCartney em BH, além da constituição em si. A Lei Federal 10.098/2000, por exemplo, define que pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida devem ter espaços reservados em eventos como esse. “O Decreto 5.296/04, que regulamenta a referida lei, define que tais locais reservarão pelo menos 2% da lotação para pessoas em cadeira de rodas, distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e a obstrução das saídas”, afirma Alessandra.

Ainda segundo a advogada, no âmbito estadual, a Lei nº 11.666/94 exige local destinado a cadeira de rodas em auditórios, anfiteatros e salas de reunião ou de espetáculos. Já o município exige, por meio da Lei 7.556/98, instalações especiais para pessoas com deficiência física em estabelecimentos de lazer, e determina que “a casa de espetáculo, o cinema, o teatro e estabelecimento similar reservarão 2% de sua capacidade de lotação para a pessoa com deficiência física, em espaço com piso rebaixado para encaixe de cadeira de rodas, distribuído em vários pontos”.

Alessandra ainda lembra que a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABTN) possui um manual de acessibilidade que dispõe das regulamentações necessárias para o conforto e segurança de pessoas com deficiência. “É só dar uma lida rápida nesse manual que se percebe que dificilmente ele está sendo cumprido. Infelizmente estamos a anos luz de garantir essas normas”, diz a advogada.


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Responsabilidade dos pais, convivência infantil com diferenças evita preconceito

Trocar experiências, brincar e estudar com quem tem outra realidade ou vem de outras origens evita que o medo do diferente se transforme em algo nocivo.

Raquel Paulino , especial para o iG São Paulo

Edu Cesar
João Lucas e o irmão na escola onde ambos estudam. Para diretora, 'melhor maneira de tratar o assunto é esclarecendo casos do dia a dia'
Quando procurou uma escola para o filho João Lucas, hoje com 10 anos, a maior preocupação de Adriana Dutra era a acessibilidade do local. O garoto nasceu com câncer na coluna e o tumor comprimiu sua medula, impedindo-o de movimentar as pernas. Para receber um aluno cadeirante, o colégio precisava, no mínimo, ter rampas de acesso. “Demorou até eu encontrar um acessível, o Dante Alighieri (SP), que se mostrou disposto inclusive a fazer reformas para adequar o espaço”, recorda.
Com isso garantido, a mãe, que também é presidente da ONG Atitude Paradesportiva, mal teve tempo de se preocupar com a adaptação dele ao ambiente escolar. “Logo nos primeiros dias de aula algumas mães me disseram que os filhos delas adoravam ajudar o João, que eles eram melhores amigos. Eu achava até engraçado, por serem melhores amigos demais”, diz.
O comportamento dos colegas tem ligação direta com o modo como o colégio prepara as crianças para lidar com as diferenças. “Abordamos a inclusão desde os primeiros anos. A melhor maneira de tratar o assunto é esclarecendo casos do dia a dia, como por que alguns precisam usar óculos e outros não conseguem ficar em pé”, explica a diretora geral pedagógica Silvana Leporace. “Quanto mais informação a criança recebe, melhor lida com as situações. E conversamos com os pais de todos para que o discurso da escola continue em casa”.
No cotidiano de João Lucas, o resultado desse trabalho é uma infância feliz ao lado da mãe e do irmão, Luiz, de 13 anos, com quem tem “uma relação normal, sem proteção por estar numa cadeira de rodas”, nas palavras de Adriana. “O que mais gosto de fazer é jogar futebol com meus amigos, tanto na escola quanto no prédio”, conta o menino, que prefere matemática às outras disciplinas e fez uma participação especial na novela “Carrossel” (SBT), no papel de Tom.
“O medo é a mãe do preconceito”
Assistindo à mesma “Carrossel” de que João Lucas participou, Ricardo, de 7 anos, reclamou com a mãe, a funcionária pública Maria Helena de Rezende, que só tinha coleguinhas brancos como ele na escola. “Ele é fã do Cirilo (interpretado pelo ator Jean Paulo Campos) e não se conformava”, diz Maria Helena, cujos amigos negros têm filhos muito novos ou muito velhos para brincar com Ricardo. “Resolvi levá-lo ao Ibirapuera aos sábados, porque famílias de todas as cores e credos frequentam a parte infantil do parque. Ele agora tem a turminha de lá. São meninos brancos, negros, mestiços, japoneses. Essa convivência é essencial para as crianças crescerem sem preconceitos”, acredita.
Edu Cesar
João Lucas, 10, frequenta a mesma escola que o irmão Luiz: para a mãe, Adriana, relação entre os dois não tem protecionismo

O pai da performática Elke Maravilha pensava dessa maneira, mas usou métodos menos delicados para fazer a filha entender a diversidade. A atriz russa radicada no Brasil desde os 6 anos de idade conta que, assim que chegou ao país, viu negros pela primeira vez e morreu de medo: “Era medo do diferente, coisa de criança. Meu pai falou para eu parar com aquilo, que eram pessoas iguais a nós. Fomos morar em Itabira (MG) e nossos vizinhos eram uma família negra. Fiquei com medo, e ele foi perdendo a paciência”.
Ao externar medo de novo, Elke foi levada à casa dos vizinhos. “Meu pai me deixou lá e falou ‘Se vira!’. Foi a melhor coisa que poderia ter feito. Em cinco minutos eu nem lembrava de medo. Ele quase teve que me dar umas porradinhas para eu voltar para casa”, diverte-se. Retomando o tom sério, a atriz revela também ser, vez ou outra, alvo de certo medo. “Tem crianças que olham para mim e se assustam, por eu ser extravagante. Se os adultos não tomam uma atitude, isso pode se repetir quando virem um negro, um índio. Crescem uns monstrinhos. O medo é a mãe do preconceito, e os pais têm a responsabilidade enorme de se antenar para impedir que os filhos tornem-se preconceituosos”.
Entre a escola pública e o colégio privado
Das 12h45 às 13h30, de segunda a sexta, Quézia de Sá do Nascimento tem tempo para se preparar para passar as próximas horas em uma realidade social bem diferente da sua. É nesses 45 minutos, dentro de um ônibus, que a estudante de 13 anos vai da escola pública onde cursa o oitavo ano do ensino fundamental pela manhã para o colégio privado Poliedro, um dos mais renomados de São José dos Campos (SP), onde assiste a aulas de reforço do mesmo ano à tarde. Ela é bolsista do projeto Alicerce do Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos (Ismart), pelo qual poderá fazer o ensino médio na instituição particular gratuitamente, caso seja aprovada em um “vestibulinho”.
“É como se fossem dois mundos. Às vezes tenho a sensação de que de manhã estou em um lugar e, à tarde, em outro universo. Mas não vejo isso como algo ruim, acho positivo”, opina. Foi assim que ela aprendeu que, embora as preocupações sejam diferentes entre os alunos das duas escolas, as linhas de raciocínio são semelhantes. “Há uma curiosidade sobre o que acontece, principalmente dos meus amigos da escola pública em relação à particular”, diz. “Ser bolsista não muda meu convívio com ninguém. Eu me dou bem e posso dizer que tenho amigos também entre os alunos do Poliedro”.
Com a bolsa-auxílio que recebe do projeto (em torno de um salário mínimo), Quézia se alimenta entre os períodos e paga as passagens de ônibus. A volta para casa, no final da tarde, pode chegar a uma hora e 20 minutos, o que não a desanima. “Desde pequena, tinha o desejo de estudar para me tornar um ser humano melhor. Tive medo de não dar conta de um colégio tão conceituado, mas consegui. Não tem barreira quando a gente quer muito alguma coisa”.
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Defesa de mestrado com audiodescrição


Além de ser usada em aulas, palestras, seminários e congressos, a audiodescrição estreou em outro evento acadêmico – uma defesa de mestrado.

Lívia Motta
uma sala de aula, onde estão pessoas assistindo a uma banca de mestrado, em destaque um alundo com deficiência visual com fones de ouvido
Defesa do mestrado
Foi na ensolarada terça feira, dia 30 de abril, na PUC de São Paulo, campus do Ipiranga, na defesa pública da dissertação de mestrado em Teologia do Pe. Antonio Carlos Depizzoli, com o título: “Catequese no Brasil junto à Pessoa com Deficiência”.

Lá estavam amigos, familiares, pessoas com e sem deficiência e dentre elas, algumas pessoas com deficiência visual, que usaram equipamento móvel de tradução simultânea. E foi por esse aparelho que puderam receber informações sobre o imponente prédio com paredes cor de creme, em estilo neoclássico, antigo Seminário Central do Ipiranga, com grandes arcos e colunas, longos corredores, emoldurados por palmeiras altas e esguias. Puderam conhecer a sala, saber sobre a composição da banca e a organização desse tipo de evento com suas particularidades.

Alguém poderá dizer que tal cerimônia ou evento acadêmico dispensa o uso do recurso de acessibilidade. Discordo, considerando que são sempre muitas as informações visuais presentes em todos os tipos de eventos. E a audiodescrição está aí para isso mesmo. Para contextualizar, traduzir imagens em palavras, dar ao cidadão com deficiência visual o direito de acesso às mesmas informações que as pessoas que enxergam têm.

A ampla sala, onde aconteceu a defesa, tinha paredes e carteiras de fórmica brancas, janelões no lado esquerdo, dois grandes ventiladores presos à parede acima do quadro verde, uma longa mesa retangular coberta com toalha branca sobre um palco de madeira pequeno, logo abaixo do quadro, onde estavam uma bandeja com jarra d´água, copos e três cadeiras para a banca examinadora, composta pelo professor orientador e dois professores convidados. À direita, uma mesa pequena também coberta por toalha branca com bandeja, jarra d´água e copo, e uma cadeira para o mestrando. No lado esquerdo, uma mesa com água e café para os convidados.

Os convidados, muitos da Pastoral da Pessoa com Deficiência, foram chegando e tomando seus lugares. Wagner Caruso, da VER COM PALAVRAS, conduziu as pessoas com deficiência visual até as carteiras, distribuiu os fones de ouvido e aparelhos receptores, enquanto que eu, sentada bem ao fundo da sala, no canto esquerdo, ia transmitindo as informações aos presentes com seus aparelhos.

O professor orientador, Dr. Sérgio Conrado, entrou na sala com o professor Dr. Kunihahu Iwashita e, junto com a professora Dra. Heloisa Brunow Ventura, que já se encontrava no local, tomaram seus lugares à mesa, assim como o mestrando, Pe. Antonio Carlos, na mesa à direita. O professor orientador cumprimentou os presentes e passou a palavra para o Pe. Antonio Carlos para que fizesse a apresentação de seu trabalho.

O Pe. Antonio levantou-se e apresentou seu trabalho com entusiasmo, mostrando para a plateia, em alguns momentos, alguns dos livros consultados, que estavam sobre a mesa. Os professores da banca ouviam sua explanação atentamente, assim como os presentes. Além de apontar passagens bíblicas que discriminam as pessoas com deficiência, o Pe. Antonio também mencionou o Projeto Igreja Acessível – PIA – que sustenta-se em quatro pilares: acessibilidade arquitetônica, comunicacional, catequese inclusiva e emprego apoiado.

imagem dos 3 professores da banca que avaliou o mestrado 
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Professores que avaliaram a defesa do mestrado
A professora Dra. Heloísa Brunow Ventura foi a primeira a fazer seus comentários sobre o trabalho e a arguir o mestrando. A medida que ele respondia suas questões, ela balançava a cabeça afirmativamente, concordando com suas colocações. Em seguida, o professor Dr. Kunihahu destacou os aspectos que mais chamaram sua atenção na dissertação, enaltecendo o trabalho minucioso e bem feito do Pe. Antonio e dispensando as perguntas. 

Por fim, o orientador teceu seus elogios ao mestrando que muito colaborou com a área de estudos, inovando e trazendo à tona um tema ainda pouco discutido.

A banca retirou-se por alguns momentos para avaliar o trabalho. De volta, o professor orientador anunciou as notas obtidas pelo novo mestre. Foi aprovado com a nota 10 pelos dois professores da banca e pelo seu orientador.

Parabéns, Pe. Antonio Marcos Depizzoli!!!


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Família adota crianças com deficiência e prova que o amor vence tudo

A família Dennehy é constituída por crianças únicas, que têm alguma deficiência – umas mais evidentes outras não, mas todos têm em comum um grande sentimento de amor incondicional que emana deles, principalmente dos pais, que sentem-se realizados e agradecidos por terem decidido adotar essas crianças quando ninguém mais queria.


Símbolo de acessibilidade formado por várias pessoasAs famílias contemporâneas são quase sempre formadas por filhos únicos, ou no máximo mais um irmão. Mas a família Dennehy é constituída por crianças únicas, que têm alguma deficiência – umas mais evidentes outras não, mas todos têm em comum um grande sentimento de amor incondicional que emana deles, principalmente dos pais, que sentem-se realizados e agradecidos por terem decidido adotar essas crianças quando ninguém mais queria.
As dificuldades foram muitas. Alguns diziam que eles não conseguiriam cuidar de crianças com deficiência, pois não tinham experiência quando chegaram em casa com o primeiro filho não-biológico em meados de 1993, chamado George, (eles tem mais três filhos biológicos que foram estudar fora de casa em faculdades). Esse menino nasceu sem as mãos e não tinha bons cuidados no país onde nasceu, Romênia. “Mas quando vi aquela criança que precisava de cuidados tão especiais eu não resisti” contou a mãe Kate. E esse menino estava destinado a uma vida realmente especial: ele aprendeu a tocar violoncelo, guitarra, baixo e piano com os pés.

Leia também:
- Artigo: Afinal, quem precisa de atenção?
Os outros também mostram excepcionais habilidades que sobrepõem suas deficiências. No vídeoSite externo. que fala sobre a vida deles, vemos uma família unida, sorridente, brincalhona, e que não mede esforços para cruzar o oceano, enfrentar burocracia, arrumar recursos e adotar crianças especiais, aprendendo no dia a dia como é que seu cuida e enfrenta as situações cotidianas dos seus filhos, com uma fórmula simples: amor incondicional. E Jon (o pai) completa: “Eu levei décadas para entender que não há nada material que você possa comprar que te trará verdadeiramente paz e felicidade.” E vendo essa família Dennehy, nós temos mais certeza disso.
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Pilotos com deficiência disputam a 4ª Etapa do Campeonato Paulista de Marcas e Pilotos

Evento acontece neste domingo (5/05), no Autódromo de Interlagos, com a participação da primeira equipe no automobilismo formada por pessoas com deficiência.

Thiago Cenjor, Paulo Polido e Tales Lombardi posam para a foto
A 4ª etapa do Campeonato Paulista de Marcas e Pilotos Site externo.acontece nesse domingo (5/05) no Autódromo de InterlagosSite externo., com a participação da primeira equipe no automobilismo formada por pessoas com deficiência, a IGT- “Igualdade para todos”Site externo. - formada pelos pilotos Paulo Polido, Tales Lombardi e Thiago Cenjor. 


A equipe pilota o carro 433, um GOL 1.6 adaptado, e disputa a categoria Novatos. A IGT tem como proposta inserir pessoas com deficiência em competições de esportes automotor, já conquistou o patrocínio de quatro empresas (Guido Simplex, BCU, Colégio Via Sapiens e ThyssenKrupp) e reúne cerca de dois mil universitários convidados em ações de cidadania nas instituições de ensino.

SERVIÇO
4ª Etapa do Campeonato Paulista de Marcas e Pilotos

Equipe IGT Site externo.
Data: 05 de maio – domingo          
Horário: 9h
Local: Autódromo de Interlagos– Av. Senador Teotônio Vilela, 261– Portão 7 - São Paulo - SP

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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Retina Biônica



Israelenses desenvolvem uma retina biônica para deficientes visuais.

Por meio da nanotecnologia, a empresa israelense Nano Retina está desenvolvendo uma retina biônica para deficientes visuais. A empresa, que funciona há dois anos e está localizada em Herzliya, está fabricando um 
protótipo do dispositivo.


A tecnologia consiste em colocar eletrodos com neurônios vivos nos olhos do paciente. Embora essa tecnologia não seja inédita, o dispositivo da Nano Retina representa um avanço em relação às tecnologias existentes no mercado, na medida em que permite uma melhoria na visão de dez vezes, segundo o diretor-gerente da empresa, Ra'anan Gefen.

Inserida na retina por meio de um procedimento de 30 minutos, o dispositivo de implante, aproximadamente do tamanho de um grão de arroz, se transforma em uma retina artificial que mescla os neurônios no olho. Ele é ativado pelo usuário por meio de óculos especiais, transformando a luz natural em um impulso elétrico que estimula os neurônios a enviar imagens para o cérebro.

Pesquisadores da UFPR estudam novos tratamentos para pessoas com lesão na medula


A pesquisa está sendo desenvolvida no Setor de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Leandro Portella

Uma pesquisa que vem sendo realizada no Setor de Ciências Biológicas da UFPR pode trazer muitos benefícios a pessoas que sofrem lesão na medula, em geral vítimas de armas de fogo, ou de acidentes. O estudo quer saber se a administração do óleo de peixe nas 72 horas após o trauma na medula, ajuda a reduzir o processo inflamatório e, por consequência, as sequelas do trauma, como a paralisação dos membros. De acordo com o especialista em metabolismo e em doenças não transmissíveis, Luiz Claudio Fernandes, diretor do Setor de Ciências Biológicas e orientador da pesquisa, dentro de um ano será possível afirmar se esse óleo, o mesmo conhecido por reduzir níveis de colesterol e facilmente encontrado no mercado, vai diminuir a área infectada. Quanto menor o processo inflamatório, mais neurônios são preservados e menores serão os danos na medula. E assim, funções importantes poderão ser preservadas.

O estudo está sendo desenvolvido pelo educador físico e pós-doutorando do Departamento de Fisiologia, Ricardo Tanhoffer, que já pesquisou o assunto no mestrado e também no doutorado que fez na Austrália. Ricardo passou a estudar os problemas decorrentes da lesão na medula depois de um acidente de carro que o deixou tetraplégico. Fez do próprio sofrimento a motivação para descobrir caminhos que possam dar melhor qualidade de vida para pessoas com problemas semelhantes. Quem teve lesão na medula em geral perde os movimentos das pernas, muitas vezes também dos braços e ainda fica susceptível a uma série de outros problemas como incontinência urinária, descontrole das funções intestinais, diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares, sem contar o abalo psicológico. “Por mais incrível que pareça, deixar de andar é o menor dos problemas para quem teve lesão na medula” afirma o pesquisador. O sistema imunológico dessas pessoas muda muito. Os testes com o suplemento estão sendo feitos em laboratório com ratos.

Atividades físicas
Além de saber se o óleo de peixe pode diminuir o grau da lesão na medula e melhorar o tratamento após o acidente, o desafio de Ricardo é entender o quanto uma atividade física faz bem ao lesado medular e avaliar a intensidade dos exercícios que podem ser prescritos. O pesquisador está firmando parceria com o Centro Hospitalar de Reabilitação de Curitiba e centros de referência em outros países para estudar as condições de vida dos pacientes sedentários e os praticantes de exercícios. Também em laboratório, no Setor de Ciências Biológicas, são estudados animais lesados que praticam exercícios, como a hidroginástica, e outros que não fazem nenhuma atividade.
Na pesquisa de mestrado feita também na UFPR, Ricardo estudou a administração de aminoácidos em ratos tetraplégicos, para mostrar que o consumo do suplemento glutamina melhora o sistema imunológico dos lesados porque estimula a produção dos linfócitos. Já no doutorado, em Sydney, na Austrália, passou a pesquisar o gasto energético de pessoas com lesão medular, que é muito menor do que nos sadios, porque a musculatura fica menor. Esse pode ser um dos motivos pelo qual a maior parte dos lesados se torna obesa, com o passar dos anos, destaca Ricardo e acaba desenvolvendo diabetes do tipo II. O gasto energético varia a cada pessoa e melhora a condição física.

Acidentes 
Não existem estatísticas oficiais, mas a estimativa é que ocorram aproximadamente nove mil casos de lesão muscular no Brasil. Os acidentes com motocicletas e carros, além do crescimento da violência, principalmente nas grandes cidades, são as maiores causas deste tipo de problema. As finalidades dos estudos são melhorar as condições de vida destes pacientes, dar mais qualidade ao tratamento e reduzir os custos para o sistema de saúde.

Além de atuar nas pesquisas, Ricardo é preparador físico da seleção brasileira de rugbi conta com 20 atletas e também joga na equipe de Curitiba.

Contribuinte com deficiência visual é discriminado pela Receita em programa do IR 2013

INSTITUTO BRASILEIRO DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NOTÍCIAS SAÚDE

Imagem Internet/Ilustrativa
Apesar da prioridade concedida às pessoas com deficiência, amplamente divulgada pelo Governo, no processamento da Declaração do Imposto de Renda 2013, o formulário eletrônico da Receita se mantem, por mais um ano consecutivo, inacessível para os deficientes visuais. O período de envio da Declaração termina dia 30, e boa parcela dos contribuintes brasileiros continua sendo discriminada por não ter acesso facilitado ao programa virtual do IR, considerado um dos mais sofisticados do mundo, capaz de processar mais de 26 milhões de declarações estimadas para este ano.
 
“Como pode um programa dessa envergadura não ter um mecanismo para facilitar o acesso dos deficientes visuais? Faltou recurso técnico ou sobrou preconceito?”, questiona Marcio A., integrante do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE). O Brasil é reconhecido por ter um dos mercados mais avançados em tecnologia da informação (TI) , com um dos sistemas financeiros mais refinados e seguros graças às inovações dos programas brasileiros de TI. 
 
O motivo de orgulho nacional deixa muito a desejar no que diz respeito à pessoa com deficiência. Falta um simples programa de voz que permita que milhares de cegos no país possam declarar seus rendimentos para o Leão. "Tentei instalar o programa, só que ele é tão inacessível quanto o site. Pensei que este ano o acesso seria facilitado, mas precisei de ajuda novamente", reclama Luiz A., deficiente visual, funcionário da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência. 
 
“Liguei para Receita Federal e a atendente foi categórica ao afirmar que nada poderia ser feito para solucionar o problema. Como não posso me isentar da obrigação de pagar o imposto, ela me sugeriu que eu contratasse alguém para realizar a declaração por mim”, denunciou José V., contribuinte cego que entrou em contato com o IBDD no início do mês para estudar medida contra a Receita. “Se eu não declarar o imposto, sou punido. Sou obrigado então a pagar alguém que faça a declaração por mim?”, protesta. 
 
Por mais um ano, Marcio A., que é cego, também não conseguiu realizar sozinho a obrigação tributária. “O governo ignora a Convenção da ONU, e as próprias leis brasileiras que asseguram os direitos das pessoas com deficiência. E não temos alternativa: o IRPF é obrigação do contribuinte. Estamos sendo discriminados”, denuncia.

Fonte:http://www.segs.com.br/ - Imagem Internet/Ilustrativa

Em SP, 613 alunos deficientes estão sem transporte escolar, afirma ONG

Cristiane Capuchinho Do UOL, em São Paulo

                                                                                                                                                          Zé Carlos Barretta/Folhapress



Ao menos 613 estudantes da rede estadual de São Paulo com deficiência não estão sendo atendidos pelo programa de transporte escolar público, esse é o resultado de um levantamento feito pela ONG Deficiência o Amor Supera. A Secretaria de Estado de Educação contesta o número, mas confirma que 405 alunos ainda estão sem transporte adequado. 
O levantamento foi feito em 28 Diretorias Regionais de Ensino entre novembro e abril. "Temos certeza de que o número é muito maior", acredita Maria Auxiliadora, presidente da organização. Apesar das aulas terem se iniciado no dia 1° de fevereiro, muitos estudantes estão sem frequentar as aulas por falta de transporte especializado, afirma. "Não é todo pai que tem como levar o filho para a escola com carro, de ônibus ou mesmo a pé", diz.
O transporte escolar acessível é uma obrigação do Estado para garantir a inclusão de alunos que precisam de transporte especial, explica Maria Izabel do Amaral Sampaio Castro, promotora de Justiça da Infância e Juventude do Ipiranga.
Segundo a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, a rede tem hoje demanda de transporte escolar especial para 405 alunos cadastrados, que devem ser atendidos em um prazo máximo de 60 dias. "Para expandir o serviço, estão em andamento licitações nas diretorias regionais de ensino", afirma a pasta em nota.
O órgão alega que os alunos vieram de outras redes de ensino, como municipal ou particular, e por isso ainda não foram atendidos pelo serviço. A pasta afirma que 10.400 estudantes são atendidos.

Início da inclusão

Apesar de diferentes legislações garantirem o direito da pessoa com deficiência, pais e estudantes ainda sofrem com necessidades que vão da acessibilidade da escola, passando pelo material didático e pela formação dos profissionais. 
"As redes têm que trabalhar para incluir o aluno com deficiência dentro do direito universal à educação, mas com o cuidado de atender a suas necessidades especiais. É esse olhar individualizado que a escola precisa começar a ter", afirma a promotora Maria Izabel. 
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Conheça os direitos garantidos às pessoas com deficiência na educação7 fotos

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A Constituição Federal Brasileira garante o direito de todos à educação. A educação inclusiva deve estar inserida dentro desse direito universal. Da Constituição de 1988 até hoje muitas legislações e regulamentações foram criadas para assegurar que os deficientes sejam incluídos nas escolas. Confira alguns dos direitos garantidos por lei e como cobrá-los Juca Varella/Folhapress
Só no Estado de São Paulo havia 116.966 alunos matriculados em classes comuns da rede pública em 2012 --os dados são do Censo de Educação Básica. "Os problemas estão apenas começando, pois a escola é obrigada a aceitar as crianças, mas o Estado não dá condições para isso", considera Antonio Leonardo Duarte, conselheiro tutelar em São Bernardo do Campo e pai de um aluno com paralisia cerebral.
Duarte conta que no conselho tutelar chegam casos de estudantes que ficam meses sem frequentar a escola por falta de manutenção de elevadores e até mesmo por incompreensão dos professores. Cita como exemplo um aluno com bipolaridade que é suspenso com frequência da escola por conta de seu comportamento.
"[A inclusão do deficiente em escolas comuns] é uma conquista de direitos razoavelmente recente. Esbarramos em todo tipo de dificuldade, até mesmo no preconceito. Às vezes o direito não vem [do Estado] de maneira voluntária ou espontânea. A legislação está toda aí, mas se o direito ainda não é observado como deveria ser, a única forma é buscar a Justiça", indica a promotora Maria Izabel.


Jovem recebe prótese de mão que pode ser programada por iPhone


Paciente diz que aplicativo aumentou sua independência.
Polegar tem maior mobilidade e executa várias funções.


Do G1, em São Paulo


Patrick Kane programa a prótese com seu iPhone (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)
Patrick Kane programa a prótese com seu iPhone (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)Um jovem inglês recebeu uma nova prótese de mão que pode ser configurada e ativada com um aplicativo de iPhone. A tecnologia permite que ele tenha maior controle sobre os objetos que pega e facilita a execução de tarefas cotidianas.
Patrick Kane sofreu de uma forma grave de meningite quando criança. Embora tenham conseguido tratar a doença, os médicos não conseguiram evitar todos os efeitos e tiveram que amputar parte da perna direita e os dedos da mão esquerda – na mão direita, foi preciso retirar também uma parte de cada dedo.
Até os nove anos, o menino utilizou apenas a prótese para a perna. Adaptou-se à limitação de não ter dedos na mão esquerda e as próteses disponíveis na época não o interessavam. Com o lançamento de próteses mais modernas e eficazes, Patrick passou a usá-las.
A nova prótese, recebida nesta semana, se chama “i-limb ultra revolution” e é uma evolução do modelo que Patrick tinha antes, a “i-limb ultra”. Além do aplicativo de iPhone, que facilita a programação, a nova prótese tem maior mobilidade no polegar.
“Eu não tenho mais que usar minha outra mão para ajustar o polegar para diferentes posições de pegada, e o aplicativo me permite acessar tantas opções diferentes a qualquer momento porque está tudo no meu telefone. Realmente vai aumentar minha independência, o que é muito importante para mim”, afirmou Patrick ao site da Touch Bionics, empresa que produz a prótese.
Controle dado pela prótese permite pegar moedas (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)Controle dado pela prótese permite pegar moedas (Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images)Fonte:http://g1.globo.com/