sábado, 18 de maio de 2013

“Ser Mãe em São Paulo” reúne famílias no centro da cidade

Evento levou uma vasta programação especialmente preparada para as mães e suas famílias.

                                                        Roda de Conversas: Mães na diversidade


A Prefeitura de São Paulo promoveu, fim de semana dos dias 10 a 12 de maio, no Vale do Anhangabaú, o evento “Ser mãe em São Paulo”. A programação foi elaborada em homenagem às mulheres e crianças. Na sexta-feira (10), diversos estandes passaram a oferecer serviços de orientação de saúde e de atividade física, assessoria jurídica e assistência social; além das apresentações do grupo de percussão feminino Ilu Oba Dinin e do quarteto musical da Fundação Bachiana.


O sábado (11), começou com uma roda de debates, entre mulheres, sobre maternidade, trabalho e direitos sexuais e reprodutivos. Participaram mãe lésbica de filho adotivo, moradora de rua, de periferia, negra, portadora do vírus HIV, indígena, imigrante peruana, empresária, cineasta, jornalista, artista, mãe com deficiência e mãe de filho com deficiência. Todas contaram suas histórias de vida, rotina de trabalho e relataram as dificuldades em ser mãe na diversidade.

A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) levou duas mães para explanarem durante o diálogo. Dona Maria Amélia Vampré Xavier, 87 anos, é fundadora da APAE de São Paulo, membro fundadora da Federação Nacional das APAE´s, publicou três livros e é mãe de Ricardo, 56 anos, com deficiência múltipla (intelectual e física). “O Ricardo necessita de apoio e orientação 24 horas; mas é um desafio bonito e nobre para mim e diante da sociedade”, salientou.

Carolina Ignarra tem deficiência física, é formada em educação física, pós graduada em dinâmica dos grupos e é consultora na área de inclusão socioeconômica de profissionais com deficiência no mercado de trabalho. Na sua explanação, abordou os desafios na maternidade de mulheres cadeirantes e o circuito da mãe cadeirante em São Paulo. Carolina afirmou que a maior dificuldade, para ela, é ser mãe; bem mais do que ter deficiência.

A primeira dama do município, Ana Estela Haddad, coordenou todo o Diálogo e em uma de suas intervenções citou a frase do escritor e artista libanês Khalil Gibran: "Vivemos só para descobrir beleza. Todo o resto é uma forma de espera".

Diversos secretários municipais acompanharam, da plateia, os depoimentos das mulheres convidadas; inclusive o secretário adjunto da SMPED Tuca Munhoz. Já a secretária municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marianne Pinotti, fez uso da palavra para saudar todas as mães e comentar os desafios enfrentados por elas. “Uma preocupação constante que as mães têm que ter é com a transmissão de valores delas para seus filhos. Só assim, a sociedade se tornará cada vez mais igualitária”, ponderou.

Durante o sábado à tarde, o público participou de oficinas e atividades lúdicas/esportivas, assistiu à apresentação de bailarinos e bailarinas com deficiência visual da Companhia de Ballet da Associação Fernanda Bianchini e teve à disposição uma grande feira gastronômica. A agenda do dia encerrou com show de Tulipa Ruiz, com participação de Tiê e Emicida.

No domingo (12), a programação contou com uma pedalada no Centro Histórico de São Paulo, promovido pela Secretaria Municipal de Esportes; da qual participaram a primeira dama Ana Estela Haddad, a secretária municipal da Assistência Social Luciana Temer, o subprefeito da Sé Marcos Barreto, a secretária da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida Marianne Pinotti acompanhados de seus filhos. 


                                         "Matéria postada em caráter informativo”

ONU discute, em Salvador, medidas inclusivas para pessoas com deficiência



                                 Foto: Carol Garcia/GOVBA
                         



Delegados de 20 países estão em Salvador, nesta sexta-feira (17) e no sábado (18), discutindo ações inclusivas para pessoas com deficiência, durante a Consulta Regional das Américas, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU). O evento, que acontece no salão de convenções do Hotel Fiesta, no bairro de Itaigara, tem como tema A Inclusão da Pessoa com Deficiência e a Agenda de Desenvolvimento Sustentável no Cenário Pós-2015 e contou, na abertura, com a presença do governador Jaques Wagner.

Segundo o secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antônio José Ferreira, a política brasileira neste segmento atende a todo o país. “Os estados têm nos acompanhado, executando ações voltadas para estas pessoas. A Bahia tem demonstrado interesse e implementado ações para melhorar a vida destas pessoas, como a desoneração fiscal e juros zero para a compra de equipamentos de tecnologia de assistência”. 



Para a presidente da Associação Baiana de Pessoas com Deficiência, Maria Luiza Câmara, o estado está bastante avançado, principalmente pela inclusão por meio de contratos de trabalho. “Várias secretarias estão formalizando contratos com a associação. Para mim, o trabalho é o nível preliminar de subsistência. Quando o indivíduo trabalha, aumenta sua autoestima e passa a ter recursos próprios para sua sustentabilidade, e isso deslancha em uma série de benefícios, inclusive emocionais”.
Iniciativas
“Por meio da ciência e da tecnologia, temos contribuído para a inclusão das pessoas com deficiência e considero que esta reunião é fundamental. Aqui na Bahia, criamos a superintendência para o segmento, foi aprovado o passe livre para pessoas com deficiência e vamos nos somar às ações nacionais, contribuindo para facilitar esta inclusão”, destacou o governador.
O secretário da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Almiro Sena, declarou que a Bahia, ao sediar este evento, ganha um reconhecimento internacional com o trabalho voltado para as pessoas com deficiência.
A representante da ONU, Daniela Bas, disse que durante o encontro será preparado um documento substancial, com recomendações a serem apresentadas em uma reunião, em setembro, para os diversos governos, que vão discutir desenvolvimento, sustentabilidade e deficiência. “Tenho certeza que o Brasil e os demais países presentes vão fazer um excelente trabalho”.
                        “Matéria postada em caráter informativo”

Os direitos das pessoas com deficiência

 Artigo de Geraldo Nogueira e Nara Saraiva. Geraldo Nogueira é presidente da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência. Nara Saraiva é conselheira da OAB/RJ.
Geraldo Nogueira e Nara Saraiva                       
                                                                                    Imagem Internet/Ilustrativa
                        


A base normativa internacional dos direitos humanos surgiu após os perversos acometimentos da Segunda Guerra Mundial, quando na noite de 10 de dezembro de 1948, adotou-se a Declaração Universal dos Direitos Humanos, como primeira manifestação internacional da recém criada Organização das Nações Unidas (ONU), objetivando estabelecer um consenso acerca de uma "ética universal", através da qual, todos os países pudessem compartilhar valores básicos do bem comum e de garantia da dignidade humana.
 
Estes procedimentos levaram a uma perspectiva que confirmou a indivisibilidade e universalidade dos direitos humanos, presentemente incorporando três dimensões fundamentais: os direitos civis e políticos, tidos como de primeira geração; os direitos econômicos, sociais e culturais, de segunda geração e os direitos ao desenvolvimento, à paz e ao meio ambiente, os de terceira geração. Desde então, estas três dimensões dos direitos humanos foram desdobradas e alguns dos temas regulamentados a partir da promulgação de documentos internacionais, como a Convenção sobre o Estatuto dos Refugiados (1951); Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (1966); Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (1966); Convenção sobre a eliminação de todas as formas de Discriminação Racial (1969); Convenção sobre a eliminação de todas as formas de Discriminação contra a Mulher (1979); Convenção sobre os Direitos Políticos das Mulheres (1979); Convenção sobre os Direitos das Crianças (1989); e mais recentemente a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2006).
 
Este último documento, em seu artigo primeiro, define de plano que seu objetivo é proteger e assegurar às pessoas com deficiência condições de igualdade para o exercício dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, além de promover o respeito por sua dignidade.
 
Artigo 1 - Propósito
 
O propósito da presente Convenção é promover, proteger e assegurar o exercício pleno e eqüitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade inerente. 
 
Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelec­tual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
 
Observa-se que o legislador internacional preocupou-se mais com a garantia de que a pessoa com deficiência possa gozar dos direitos humanos e de sua liberdade fundamental do que propriamente em criar novos direitos. Adotou-se como medidor, as condições de igualdade, tanto que ao desdobrar o artigo primeiro, num segundo parágrafo, define deficiências e reforça a idéia de que numa sociedade são diversas as barreiras que podem impedir a participação do segmento em condições de igualdade. Esta igualdade pressupõe o respeito às diferenças pessoais, não significando o nivelamento de personalidades individuais, ao contrário, pois não se alcança efetividade de igualdade sem que se tenha em conta as distintas condições das pessoas. A igualdade absoluta1 leva a despersonalização e a massificação e é injusta porque trata os seres humanos como unidades equivalentes, sem atentar para as desigualdades que os diferenciam.
 
Outro aspecto importante a ser observado é que a Convenção ao adotar em seu artigo primeiro a expressão "impedimentos de natureza mental e intelectual", quis determinar que o primeiro impedimento faz parte do quadro da saúde mental, ou seja, pessoas com deficiência psicossocial (deficiência mental), terminologia esta que vem sendo usada por estudiosos da área; enquanto que o segundo se refere tão somente ao déficit cognitivo, principal gerador da deficiência intelectual, querendo a norma internacional estender sua proteção a ambos os segmentos.
 
O reconhecimento da abrangência da norma à deficiência psicossocial permitirá desenhar políticas públicas para possibilitar a inclusão deste segmento, que há muito sofre com o preconceito por falta de uma identidade social, pois quando um indivíduo é estigmatizado pela sociedade, a sua autodeclaração de identidade constitui um processo de resgate. A afirmação "sou deficiente" (surdo, cego, autista, tenho deficiência mental, dentre outras) constitui uma autocategorização, um processo de formação da identidade pessoal. Esta afirmação permite o deslocamento do discurso dominante da dependência e da anormalidade para a celebração da diferença e do orgulho de ter uma identidade.
 
Considerando a máxima de que, direitos humanos são direitos de todos, e observadas as nuances específicas de cada grupo vulnerável, a norma internacional veio construir amplo consenso, via ONU, trazido à luz nesta primeira Convenção do milênio. O Brasil participou do pro­cesso de construção da Convenção desde 2002, contribuindo em todas as etapas de elaboração do tratado. A tal ponto foi o compromisso de nosso País com esse processo que, em 30 de março de 2007 foram assinados, sem reservas, tanto a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, quanto seu Protocolo Facultativo que garante monitoramento e cumprimento das obrigações do Estado Parte.
 
Portanto, o Brasil reconhece o desejo de seus cidadãos por mudanças, representado no compromisso brasileiro com essa vitória social de alcance mundial e, particularmente, com o desafio vencido pelos mais de 24,5 milhões de brasileiras e brasileiros com deficiência. Assim, como Estado Parte, o País está obrigado a promover a inclusão das pessoas com deficiência, inserida aqui a deficiência psicossocial, em bases de igualdade com as demais pessoas. 
 
Em uma visão geral, a importância da adoção da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência pelo Brasil, bem como sua inserção no ordenamento jurídico Nacional com força de emenda constitucional, reside no fato de criar obrigações de respeito à diversidade. E, particularmente, para as pessoas com deficiência psicossocial abriu-se a necessidade da criação de meios legais e operacionais práticos que assegurem sua inclusão na vida social e, primordialmente, no mercado de trabalho formal.
 
A criação de cotas, a aplicação da acessibilidade para cada tipo de deficiência, as ações no meio educacional, o acesso à saúde e à melhoria das condições de vida das famílias compõem parte fundamental do quadro das condicionantes de referência para que as mudanças necessárias aumentem a possibilidade de emancipação das pessoas com deficiência psicossocial. Trata-se, portanto, de um compromisso coletivo e político de protesto contra as barreiras sociais que colocam cidadãos em desvantagem, para a transformação da identidade pessoal vivenciada com orgulho pelos indivíduos com alguma diferença. Assim, a Convenção alcança mais um segmento da deficiência colocado à margem social, procurando incorporá-lo no contexto macro dos direitos das pessoas com deficiência, para depois serem tratados individualmente na legislação infraconstitucional que terá função regulamentadora da norma internacional, aliás, como acontecerá com todos os outros setores da deficiência.
 
Por fim, concluindo a analise do artigo primeiro, observamos que o propósito da Convenção é ser mais do que um texto de definição de direitos, mas antes de tudo ser instrumento legal determinante dos elementos essenciais para a construção de uma sociedade inclusiva e livre de barreiras, onde a pessoa com deficiência possa usufruir dos seus direitos em condições de igualdade com as outras pessoas. Valendo dizer que somente com a compreensão e o esforço coletivo público e privado de todos os setores da sociedade brasileira, será possível alcançar a mudança de paradigmas que persistem em “condenar”, pelo preconceito, àqueles que são simplesmente "diferentes".
 
Geraldo Nogueira é presidente da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência.
 
Nara Saraiva é conselheira da OAB/RJ.

Fonte:  http://www.oabrj.org.br/ - Imagem Internet/Ilustrativa

                                         “Matéria postada em caráter informativo”

São Paulo comemora a milésima cirurgia de implante coclear

Cirurgias são pagas pelo SUS e realizadas no Hospital das Clínicas.

            
                  Implante coclear devolve audição a pessoas surdas. Foto: Gilberto Marques/GOVSP


Na quarta-feira, 15 de maio, foi comemorada a milésima cirurgia de implante coclear realizada pelo Hospital das Clínicas de São Paulo. 


Considerada pela ANS – Agência Nacional de Saúde como a segunda cirurgia que proporciona ao paciente melhor qualidade de vida, o aparelho implantado dá audição a quem nasceu com surdez profunda bilateral e devolve a capacidade de ouvir a quem a perdeu por trauma ou alguma doença no decorrer da vida.


Estiveram presentes nesta comemoração autoridades como a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella e o Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin. 


Criado em 1989, o grupo de implante coclear do HC buscou introduzir essa terapia na Faculdade de Medicina da USP. Os aparelhos desenvolvidos tem tecnologia totalmente nacional. Anos após a criação do grupo conseguiram fazer com que a cirurgia e o tratamento fossem pagos pelo SUS. 


Alckmin destacou o investimento de R$ 14,5 milhões, totalmente financiado pelo Estado, só em implantes cocleares durante o ano de 2012, e salientou também o trabalho multifuncional pós implante realizado pelos fonoaudiólogos. "É maravilhoso o que é feito no sentido de continuidade. [A cirurgia] é importante, no caso das crianças, porque quando ela começa a ouvir, ela desenvolve também a fala", disse.


O governador sublinhou que isentou o ICMS para acessórios utilizados na produção de aparelhos auditivos e anunciou o lançamento do edital, em junho deste ano, para a construção de mais quatro hospitais, sendo "um em São José dos Campos, outro em Sorocaba, um prédio novo do Hospital da Mulher no bairro da Luz, em São Paulo, e um hospital específico de oftalmo e otorrino no Hospital das Clínicas". 


O implante coclear é uma prótese eletrônica que é colocada na estrutura coclear do ouvido (órgão responsável pela audição). Ela capta os sons de fora e os transforma em sinal elétrico que é interpretado pelo cérebro como estimulo sonoro.


                             “Matéria postada em caráter informativo”


O freak show deve continuar?

Por Lucio Carvalho *

palco vazio
Que o riso faz parte da vida humana não há quem possa negar. O tema, objeto de profundo dissenso entre teólogos e filósofos da era medieval, parece que vem acompanhando a humanidade desde priscas eras. Há quem afirme que se trata de uma necessidade biológica tipicamente humana e que o ser humano deteria sua exclusividade expressiva. A afirmação é de ninguém menos que Aristóteles, o filósofo estagirense que é um dos fundadores da civilização ocidental. Para o efeito dos argumentos aqui invocados, a citação mais adequada parece, todavia, ser a de Millôr Fernandes, para quem o homem é o único animal que ri e é rindo que ele mostra o animal que realmente é.


Poucas evidências podem se equiparar às causas do riso para demonstrar quem somos realmente, na ausência de outros discursos mais poderosos. Não fosse a habilidade que temos de nos desvencilhar de evidências comprometedoras, talvez nos preocupássemos um pouco mais em entender melhor e quem sabe até mesmo corrigir o próprio comportamento, mas isso não interessa à lógica de manada que parece reger a sociedade contemporânea. Fosse diferente, não seria possível a sobrevivência do freak show no gênero comédia, vide o trailer de “O Mato sem Cachorro“, ainda em pós-produção.

Mas, afinal, o que temos mesmo a ver com isso? Aparentemente nada, até já falamos sobre isso no parágrafo acima. Nosso grande compromisso parece ter curtíssimo alcance, como chegar ao fim do dia tendo sobrevivido e garantir alguns momentos de descontração, seja em frente à TV ou outras telas, que há infinitas e das mais diversas dimensões. O que é justíssimo, diga-se de passagem. É a dose de circo devida ao dia ou noite que se atravessa em busca do “pão”. Trata-se, a bem da verdade, de um mercado vastíssimo no qual cabem desde telenovelas, jornalismo sanguinolento, propagação da fé, esportes até a assim chamada sétima arte, o cinema e seus subgêneros. Encontrar aí a presença de atores anões com o mero objetivo de fazer rir seria lamentável, se não fosse deprimente. Pois lá estão os anões – como encantados em um gênero fabular do qual parecem não conseguir escapar. E mais para lá, do outro lado da tela, os espectadores, entre atônitos e gargalhantes, como se pode ver em um recente esquete do festejado  Porta dos Fundos.

A ideia é antiga, remonta às cortes europeias e à fundamental função de entreter a realeza, quase sempre imersa no tédio. Embora não se trate mais da realeza, o tédio parece ser o mesmo. Nada como o “grotesco” dos outros para nos fazer lembrar de quão somos “perfeitos”. O consumo do que julgamos ser a desgraça alheia é um fértil terreno para o cultivo do preconceito e para o distanciamento confortável. Os séculos passam e não damos amostra de evoluir, pelo menos nesse aspecto. Além do nanismo, as deficiências físicas de um modo geral parecem surtir esse mesmo efeito, muito embora desde a época do apogeu dos circos dos horrores sua presença circense – e no entretenimento de um modo geral – felizmente vem diminuindo ou sendo retratada por outro viés. O nanismo, entretanto, não tem a mesma sorte. O vínculo ao estereótipo é tremendo e mostra com alguma clareza que o desconforto diante do corpo diferente é ainda muito presente, mesmo que isso pareça ultrapassado ou indesejável para a sociedade da era pós-democrática. Afinal, parece que a noção de civilização da qual dispomos não tem muita relação com isso, mas com outros indicadores mais palpáveis, como a capacidade de consumo, qualidade da educação, etc.

Certo mesmo é que, enquanto houver atores anões dispostos a emprestar sua figura como elemento cômico, o show deve continuar. Que há pessoas que não se importam com isso e que há anões que não se preocupam com isso parece não haver dúvida. Mas há relatos diferentes também, de pessoas como Amanda Sobucki, que dão conta da insistência em ser ridicularizada e tratada publicamente como um ser bizarro, e isso cotidianamente. Interessante notar que ela aponta que o tratamento é especialmente “concedido” por pessoas jovens, adolescentes. Ao menos em tese, parece tratar-se justamente de uma parcela da população muito interessada na individualidade, em “ser como se é” e outros bordões que emocionam e parecem conduzir as ideias do público juvenil. Quando se trata dos outros, entretanto, a fórmula parece perder o efeito e o encanto. O que se revela, sob o contraste devido, é que todo o esforço em prol do respeito à diferença ou vem sendo menosprezado nos anos escolares ou outros valores culturais tem obtido maior trânsito entre crianças e adolescentes, como os oferecidos pelo mercado do entretenimento.

Tendo em vista que cada vez mais apenas os discursos diretos parecem surtir efeito – vide o sucesso de campanhas em vídeo -, talvez falte simplesmente esclarecer que não há graça alguma em rir de anões (mesmo que alguns possam querer exatamente isso e isso seja seu ganha-pão) ou de pessoas com deficiência física. Que esse tipo de é humor é um humor “fim de linha”, que não há nada mais bizarro que procurar fazer rir explorando-se as diferenças corporais, ou as diferenças de um modo geral. Sob o pretexto de que a indústria do entretenimento “oferece” aquilo que o público quer ver, invariavelmente o mercado é inocentado nesse processo, apesar de que seja evidente que é ele próprio quem oferece ao público o que quer que seja visto. O que isso diz a respeito da forma como vivemos está colado em nós, já é indisfarçável. Rir e dar crédito a valores morais não é uma fatalidade, é uma escolha. Não é uma roupa que se possa simplesmente trocar peça a peça. Que o show continue ainda vá lá, mas que ao menos perca a graça que lhe conferimos.

* Coordenador da Inclusive – inclusão e cidadania e autor de  Morphopolis.


                                             “Matéria postada em caráter informativo”


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Exemplo de vida: deficiente visual derruba barreiras e trabalha como costureira


Irinéia já nasceu com a deficiência visual e enfrentou preconceito até do próprio pai. Mas a força de vontade da mulher superou as dificuldades e ela aprendeu sozinha a costurar.
Hoje, Irinéia vive com o ex-marido e, juntos, eles encaram os desafios do dia a dia.

Conheça a história dessa batalhadora e veja como ajuda-la.




Fonte: R7 - http://www.fernandazago.com.br/
                                 “Matéria postada em caráter informativo”

Pessoas com deficiência ganham as passarelas da moda

Thaís Seixas


Carina Queiroz teve seu casamento registrado pela fotógrafa


Salão iluminado, telões acesos e público ansioso pelo início do desfile. Nos bastidores, Carina Queiroz se prepara para mostrar sua desenvoltura na passarela. Este poderia ser um dia de trabalho comum para uma modelo, mas é apenas o início de uma história de superação. A protagonista, de 33 anos, desde os 18 utiliza uma cadeira de rodas para se locomover. Um acidente de carro, em 1998, a deixou paraplégica, mas não interrompeu seus sonhos pessoais e profissionais.
Carina se formou em enfermagem e, atualmente, trabalha como gerente em uma instituição financeira de Salvador. Esta é a profissão que a "sustenta", mas a relação com os flashes permanece desde 2008, quando conheceu o trabalho da fotógrafa paulista Kica de Castro. A ideia inicial era fazer apenas um book mas, após uma viagem para São Paulo, Carina foi convidada para participar docasting de modelos da agência de Kica.
Algum tempo depois do início da parceria, a enfermeira-modelo realizou seu primeiro trabalho: um desfile em uma feira de reabilitação de deficientes físicos na cidade de Goiânia, em Goiás.  "Por ter sido uma coisa nova, foi o mais marcante de todos", relembra ela. A partir daí, participou de um desfile em João Pessoa, na Paraíba, e de campanhas em São Paulo, entre elas a mostra "Vidas em Cenas", que expôs em uma estação de metrô 15 imagens sobre o dia a dia de pessoas com deficiência.
Com curadoria de Antônia Yamashita, a exposição - que após o metrô esteve em cartaz no Memorial da América Latina e na XII Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade - foi organizada a partir de uma linha do tempo, da infância até a terceira idade. As fotos mostravam pessoas com deficiência realizando atividades de lazer, trabalho, namoro e esporte, entre outras. Carina estava devidamente representada em uma das imagens, que retratava a cerimônia de seu casamento.
A ideia de registrar o momento partiu da própria modelo. "Kica veio para Salvador como convidada e fotógrafa do meu casamento. O que eu gosto deste trabalho é que ela tem uma visão diferente, não são aquelas fotos básicas com pessoas com deficiência. No meu caso, a cadeira é um complemento e não chama mais atenção do que eu", explica Carina.
Foto técnica x artística - "Se uma modelo dita 'normal' fica fazendo caras e bocas em uma cadeira, então por que esta cadeira não pode ser a de rodas?". O questionamento parte da própria Kica de Castro, que é publicitária de formação mas sempre teve grande paixão pela fotografia, área em que se profissionalizou há 13 anos. Em 2002, ela aproveitou uma oportunidade de trabalho em um centro de reabilitação para deficientes físicos e passou a exercer a função de chefe do setor de fotografia.
Apesar de estar na área que escolheu como profissão, Kica ainda não se sentia realizada, já que as fotos dos pacientes eram muito técnicas. "Não era agradável para mim nem para eles, porque as imagens eram feitas em roupas íntimas e algumas em nu. Eles ficavam constrangidos e eu não me sentia fotógrafa, porque tinha de me restringir às quatro posições globais: frente, costas e os dois lados. Os pacientes se comparavam a presidiários", explica Kica.
Foi então que, após uma conversa com uma psicóloga do centro, a fotógrafa resolveu mudar a forma de atuação e tratar os pacientes de "igual para igual". No dia seguinte, foi à Rua 25 de Março - o maior centro comercial de rua do país - e comprou bijuterias, enfeites, espelhos, pentes, gel para cabelo, algumas revistas de moda e outras voltadas para o público adulto.
Com o material disponível no estúdio improvisado, Kica passou a "quebrar o gelo" com os pacientes. "Quando eles chegavam ao setor, eu dizia que era um teste para um editorial de moda e mostrava as revistas. As pessoas passaram a ser mais receptivas, me procuravam para fazer books e indicavam os conhecidos", revela.

Confira as fotos de modelos clicadas por Kica de Castro
Sem Photoshop - Com o sucesso da nova empreitada, Kica montou uma agência dentro da instituição reunindo cinco modelos, que começaram a trabalhar em recepção de eventos. O negócio cresceu e os serviços passaram a ser solicitados por pessoas de outros estados, entre eles a baiana Carina.
Um dos segredos da fotógrafa para produzir um bom trabalho e melhorar a autoestima dos modelos é aproveitar o ângulo e a maquiagem, sem manipular as imagens com o Photoshop. "Você tem que mostrar para a pessoa que ela tem que se cuidar. Quando você tem contato com a sua vaidade, isso te faz mais feliz e a foto transmite seu estado de espírito. A felicidade é a melhor maquiagem de uma fotografia", afirma.
Atualmente, já com agência própria e 80 modelos espalhadas pelo país, Kica enfatiza que o mercado brasileiro ainda é muito incipiente, comparado a outros países. De acordo com ela, existem concursos de beleza para pessoas com deficiência na Alemanha e na Hungria, e até reality show na Inglaterra.
"No Brasil, temos 46 milhões de consumidores com alguma deficiência, mas a publicidade ainda não chama estas pessoas para fazerem propaganda de shampoo ou de pasta de dente, por exemplo. Beleza e deficiência não são palavras opostas".
No mercado de desfiles e editoriais de moda, no entanto, os modelos com todos os tipos de deficiência - físicas, motoras, visuais, intelectuais e auditivas - estão ganhando espaço, inclusive em um dos eventos mais importantes do país, o São Paulo Fashion Week.
A fotógrafa ressalta que ainda não é possível ser apenas modelo, é necessário ter uma primeira profissão. A situação é ainda menos promissora na Bahia, onde ainda não há trabalhos deste tipo, de acordo com Carina. O aumento da visibilidade desta profissão possivelmente tiraria muitas enfermeiras do mercado, mas reuniria inúmeras modelos orgulhosas de se mostrarem para o público de moda. 
                                              “Matéria postada em caráter informativo”

Candidata perde vaga especial por ser considerada sem deficiência por perícia


O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou o recurso de uma candidata que queria recuperar vaga de deficiente em concurso público.

da Redação

Imagem Internet/Ilustrativa
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou o recurso de uma candidata que queria recuperar vaga de deficiente em concurso público. A autora perdeu o direito ao cargo após avaliação de junta médica da UFRGS, que teria concluído que ela não porta deficiência física. A decisão da 3ª Turma foi tomada em julgamento realizado nesta semana.

Ela concorreu e foi aprovada para o cargo de Assistente em Administração no concurso 01/2008 da universidade, inscrevendo-se como portadora de necessidades especiais. Conforme laudo particular, ela possui sequela de fratura no braço esquerdo, com limitação funcional, atrofia muscular e perda de força. Laudo do Detran também atestou que ela não pode dirigir.

Entretanto, o laudo do perito oficial, atestou que tais lesões não tornam a autora uma deficiente física a ponto de justificar que ela ocupe uma vaga reservada para as pessoas portadoras de necessidades especiais, conforme o especificado no edital do concurso público.

Após examinar o recurso, o relator do processo, desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, manteve a decisão de primeiro grau, considerando a autora capaz para concorrer em vaga normal. “Ressalte-se que os documentos apresentados pela requerente em que houve o reconhecimento de sua deficiência física por outros órgãos, como o DETRAN, se baseiam em avaliações realizadas com finalidades diversas da presente e sem menção específica à legislação adotada no edital do presente certame. Desse modo, devem prevalecer as conclusões do perito da UFRGS e do perito de confiança do juiz”.

Fonte:Justiça em foco - http://saci.org.br/ Imagem Internet/Ilustrativa

                                 “Matéria postada em caráter informativo”


Rica Manhattan mães contratar guias turísticos para que as crianças com deficiência pode cortar linhas em Disney World

Algumas mães ricas de Manhattan ter descoberto uma maneira de reduzir as longas filas na Disney World - com a contratação de pessoas com deficiência para posar como membros da família para que eles e seus filhos podem ir para a frente, The Post aprendeu.

Por TARA PALMERI

REUTERS

Moms ricos descaradamente contratar guias turísticos com deficiência para que seus filhos podem reduzir longas filas.


O "guia da Disney no mercado negro" correr 130 dólares por hora, ou $ 1040 para uma jornada de oito horas.
"Minha filha esperou um minuto para entrar no 'É um pequeno mundo" - as outras crianças tiveram que esperar 2 1/2 horas ", cantou uma mãe, que contratou um guia de deficientes através Sonho Tours Flórida.
Dr. Martin quarta-feira, antropólogo social que descobriu esquema.


"Você não pode ir para a Disney sem uma portaria turnê,'' ela fragou. "Isto é como o um por cento faz Disney."
A mulher disse que contratou um guia Tours sonho para acompanhá-la, seu marido e seu filho de 1 ano de idade e filha de 5 anos de idade, através do parque em uma scooter motorizada com um sinal de "deficientes" nele. O grupo foi enviado diretamente para uma entrada auxiliar na parte da frente de cada atração.


Disney permite que cada hóspede que precisa de uma cadeira de rodas ou scooter motorizada para trazer até seis pessoas para uma "entrada mais conveniente."
The Florida meca do entretenimento adverte que "pode ​​haver um período de espera antes do embarque." Mas o consenso entre as mães upper-crust que usaram a tática de handicap ilícito é que o truque é bem vale o custo.
Não só é o seu "guia turístico no mercado negro" mais eficiente do que VIP Tours da Disney World, é mais barato também.
Disney Tours oferece um guia VIP e passes rápidos por US $ 310 a US $ 380 por hora.
Passando em torno de número de telefone do serviço de guia desonestos recentemente tornou-se um ritual sem vergonha entre set private-escola de Manhattan durante as férias de primavera. O serviço pede que você se referiu antes mesmo de atender a sua chamada.
"É de conhecimento de informação privilegiada que poucos têm e compartilhar com cuidado", disse o antropólogo social, Dr. Martin quarta-feira, que travou o vento da rede subterrânea enquanto fazia pesquisa para seu próximo livro "Primatas da Park Avenue."
"Quem quer uma passagem de velocidade, quando você pode usar o seu guia de deficientes no mercado negro para contornar as linhas de todos juntos?", Disse ela.
"Então, quando você está fazendo isso, você está afirmando que você é um dos insiders privilegiados que tem e compartilha esta informação."
Ryan Clement corre Sonho Tours Flórida com a namorada Jacie Christiano, a quem a mãe rica Manhattan indicado foi o guia da sua família.
Um número de telefone de trabalho para Christiano não pôde ser encontrado, e Clemente se recusou a colocar o Post através dela. A mensagem deixada no Facebook não foi imediatamente retornada por Christiano.
Clement negou que seu gal pal usa sua deficiência para ignorar linhas. Ele disse que ela tem uma doença auto-imune e reconheceu que ela usa uma scooter no trabalho.
Disney não voltar repetidos pedidos de comentário.
tpalmeri@nypost.com
Fonte:http://www.nypost.com/  - Tradução Internet
                            “Matéria postada em caráter informativo”

Operário morto na Baixada salvou deficiente e crianças


Montador de andaimes leva tiro de fuzil durante tiroteio na Vila Operária, em Caxias.

RAPHAEL BITTENCOURT
Rio - O ato heroico de um operário evitou uma tragédia de maiores proporções na Vila Operária, em Duque de Caxias, terça-feira à noite — durante tiroteio entre PMs e traficantes na favela.

Segundo testemunhas, Manoel Roberto da Hora, de 51 anos, numa decisão corajosa, retirou da linha de tiro um deficiente auditivo, empurrando-o para dentro de casa, e abraçou duas crianças para protegê-las dos disparos. Aqueles que foram protegidos escaparam ilesos, mas o montador de andaimes não teve a mesma sorte: atingido por tiro de fuzil no tórax, ele morreu. 

“Ele salvou meu sobrinho, que é surdo-mudo, e as duas crianças. Os policiais subiram a Vila Operária atirando, só teve tiro da PM”, afirmou uma mulher, que disse ter visto toda a ação do 15º BPM (Caxias). Uma bala perdida fez outra vítima, sem gravidade.
 
A testemunha foi uma das cinco pessoas que estiveram ontem na 59ª DP (Duque de Caxias), que investiga o caso. Pelo menos outras cinco devem ser ouvidas nesta quinta-feira pela Polícia Civil.
 
O mototaxista Rafael Jefferson Resende foi o outro baleado. De acordo com a polícia, ele estava no ponto de mototáxi durante o tiroteio e acabou sendo atingido no ombro. Levado ao Hospital Moacyr do Carmo, em Caxias, o rapaz não corre risco de vida. 

Dois fuzis utilizados pelos policiais militares foram apreendidos pela polícia, e sete cartuchos que ficaram espalhados pelo chão, levados à delegacia por testemunhas.

A polícia fará um confronto balístico para averiguar se o tiro que matou Manoel Roberto partiu ou não do fuzil de um PM. Alguns moradores chegaram a fazer protesto na Vila Operária ontem. O corpo de Manoel foi enterrado ontem no Cemitério Tanque Anil, em Caxias.

Polícia Militar afirma que vítima fatal ‘foi atingida acidentalmente’ 
A Polícia Militar afirmou, em nota no site da corporação, que Manoel Roberto da Hora ‘foi atingido acidentalmente e socorrido ao Hospital Moacyr do Carmo, mas não resistiu aos ferimentos’. A PM lamentou a morte do homem. 

Sobre o confronto, a instituição informa que criminoso disparou contra carro da polícia e que na fuga deixou cair pistola Taurus 9mm. Ele também teria quebrado o pé ao pular de uma casa. Buscas em hospitais foram feitas para localizá-lo e prendê-lo, mas ele não foi encontrado.
 
O 15º BPM também abriu um procedimento para apurar o caso. A operação foi determinada pelo comando após constatar que carros eram roubados na cidade da Baixada e levados para a comunidade.

Foram apreendidos 156 sacolés de cocaína, 54 pedras de crack e 251 trouxinhas de maconha na operação.


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Comissão debate implantação no SUS da rede de cuidados aos deficientes

Imagem Internet/Ilustrativa 
Saúde sem Limite


A Comissão de Seguridade Social e Família discute neste momento a implantação da http://portalsaude.saude.gov.br/ no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

O evento atende requerimento dos deputados Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), Eduardo Barbosa (PSDB-MG), Carmen Zanotto (PPS-SC), Henrique Afonso (PV-AC), Geraldo Resende (PMDB-MS), Eleuses Paiva (PSD-SP), Benedita da Silva (PT-RJ) e Rogério Carvalho(PT-SE).

De acordo com os parlamentares, são muitas as unidades da federação que ainda não apresentaram sua proposta de Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, a ser financiada pelo Ministério da Saúde.

Convidados

Foram convidados para discutir o assunto:
- o secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Antônio José do Nascimento Ferreira;
- a conselheira Nacional de Saúde, Marisa Fúria da Silva;
- a coordenadora da área técnica da saúde da pessoa com deficiência do Ministério da Saúde, Vera Lúcia Ferreira Mendes; e
- vice-presidente da União das Instituições de Autogestão em Saúde, Sérgio Francisco da Silva.

A audiência ocorre no Plenário 7.


Da Redação/ND

Fonte:http://www2.camara.leg.br/ - Imagem Internet/Ilustrativa

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