sábado, 25 de maio de 2013

Após recomendação do MPF, concurso do Exército terá vagas para deficientes

Do UOL*, em São Paulo

                                          Imagem Internet/Ilustrativa
O Departamento de Educação e Cultura do Exército retificou o edital de  concurso público para o preenchimento de 101 vagas. Após recomendação do MPF (Ministério Público Federal) em Mato Grosso do Sul, a seleção regida pelo edital n° 001/DECEx passou a destinar 5% de vagas para pessoas com deficiência. A retificação foi publicada no dia 9 de maio no Diário Oficial da União.

A partir de agora, o edital disponibiliza seis vagas para deficientes em cargos da carreira do magistério do ensino básico, técnico e tecnológico nos Colégios Militares de Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG), Juiz de Fora (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE).

A recomendação foi necessária pois o edital do concurso não estabelecia reserva de vagas para candidatos com deficiência. O argumento utilizado pelo Exército foi o de que a distribuição por disciplinas de cada Colégio Militar estaria abaixo de cinco postos.

A lei estabelece que a reserva de vagas para deficientes deve ser calculada levando em conta o número total de vagas, no caso 101, e não pela quantidade de vagas destinadas para cada disciplina.

A reserva é garantida pela Constituição Federal e regulamentada pela Lei 8.112/90, que dispõe que a reserva será de até “20% das vagas oferecidas no concurso”. Já o Decreto 3.298/99 estabelece como mínimo, 5%, e a garantia de arredondamento até o primeiro número inteiro subsequente, caso sua aplicação resulte em número fracionado.

*Com informações do MPF/MS

Fonte:http://noticias.uol.com.br/ - Imagem Internet/Ilustrativa

                                  “Matéria postada em caráter informativo”

Sancionada lei sobre aposentadoria para pessoas com deficiência

Ouça o audiocast no site da rádio 'Ebc'.

da Redação

Nos casos de deficiência grave, a aposentadoria será concedida após 25 anos de contribuição para homens e 20 anos para mulheres. Na deficiência moderada, homens terão direito depois de 29 anos de contribuição e mulheres 24 anos.

Ouça o audiocast.


                                          “Matéria postada em caráter informativo”

Argentinos promovem campeonato para crianças com deficiência

Junto ao grande Festival de Pesca ao Surubim associação promove campeonato que integra crianças deficientes a não deficientes como forma de aceitação e de combate à discriminação.

Jovem deficiente pescando na cidade Goya (Foto: Apipe)
Uma competição para crianças com deficiência que unidas as que não têm conseguem disputar pelo melhor peixe. O resultado disso tudo é a integração benéfica que elimina preconceitos e gera boa aceitação. Foi assim o Concurso de Pesca de Costa que se deu em Goya (ARG), durante a 30º Festa Nacional do Surubim. Este evento é organizado pela APIPE (Associação para a Integração de Pessoas Especiais – na sigla traduzida para o português), também sediada na cidade da província de Corrientes.

Segundo os organizadores, foram mais de 3 mil pessoas envolvidas apenas com o Concurso, sendo que dentre elas houve a participação de 670 pescadores mirins. A adesão foi acima do esperado, o que facilitou a mistura de grupos de crianças deficientes e de não deficientes.
Pescando ou não todos os inscritos ganharam prêmios doados por empresas, por comerciantes e por entidades ligadas ao governo argentino. Todos os pescados capturados foram medidos e devolvidos ao rio – como forma de incentivar o pesque e solte.
“Esta competição ganhou um reconhecimento notório da comunidade de Goya. Cada ano são mais e mais pessoas com deficiência e suas famílias tomam parte desta competição como forma de auxiá-las”, explica, em nota, a APIPE.
                                 “Matéria postada em caráter informativo”

Assista ao musical infantojuvenil com trilha de Maria Gadú, primeiro no país com recursos de acessibilidade para todos

As apresentações acontecem no Teatro Itália

O musical “Um Amigo Diferente?”, com letras musicadas pela cantora Maria Gadú e primeiro espetáculo infantojuvenil no país a contar com todos os recursos de acessibilidade previstos por lei, permitindo o acesso de pessoas com e sem deficiência, tem duas únicas apresentações nos dias 24, às 16h, e 25, às 11h, no Teatro Itália. A entrada é Catraca Livre.

                                                                                                                                                                   divulgação
                         divulgação
Com letras musicadas pela cantora Maria Gadú, “Um Amigo Diferente?” é baseado no livro homônimo da escritora e jornalista Claudia Werneck

“Um Amigo Diferente?” é baseado no livro homônimo da escritora e jornalista Claudia Werneck, fundadora da ONG Escola de Gente – Comunicação em Inclusão. O musical conta a história de Lucas, um menino considerado esquisito pelos vizinhos e colegas de classe, em uma jornada de busca pela verdadeira amizade. No percurso dessa aventura, ele descobre que quanto mais diferentes são as pessoas, mais divertida é a vida – verdade que nem sempre os adultos revelam.
O espetáculo é encenado por atores do grupo “Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade”, projeto da Escola de Gente que desde 2003 trabalha com teatro inclusivo, encenando espetáculos de humor que abordam de forma leve e sutil o tema da inclusão.
As apresentação contam com intérpretes de Libras para surdos e legenda eletrônica para surdos que não entendem Libras, audiodescrição, visita guiada ao cenário e programas em braile para cegos, além da reserva de assentos para pessoas com dificuldade de locomoção e cadeirantes.
Essa turnê, com patrocínio da MRS Logística e apoio da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), integra a campanha “Teatro Acessível: Arte, Prazer e Direitos”, lançada em 2011 pela Escola de Gente e o Ministério da Cultura, com o objetivo de mobilizar governo e sociedade civil ao cumprimento das leis de acessibilidade em toda e qualquer iniciativa cultural.
                                     “Matéria postada em caráter informativo”

CPA aprova a acessibilidade no projeto de restauro da casa modernista

Em todo o projeto de restauração da Casa e do Parque, a acessibilidade foi considerada nos mínimos detalhes.

Fachada atual da Casa Modernista
A Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), órgão vinculado à Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), aprovou a acessibilidade do projeto de restauro do Parque e da Casa Modernista em São Paulo, onde funciona uma das casas do Museu da Cidade de São Paulo. A restauração foi encomendada pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) da Prefeitura de São Paulo.

O coordenador responsável Luís Antonio Cambiaghi Magnani, arquiteto da empresa Restarq, contratada para elaborar o projeto de restauração, conta que o objetivo foi consolidar os remanescentes da reforma de 1934 e, mesmo passando por mudança substancial em sua constituição, manter a arquitetura modernista da casa.
Em todo o projeto de restauração da Casa e do Parque Modernista, a acessibilidade foi pensada nos mínimos detalhes. Será instalado o piso tátil para orientação de cegos ou pessoas com visão parcial, plataformas de exercício, com equipamentos adequados para idosos e pessoas com cadeira de rodas, sanitários acessíveis, mapa e maquete tátil, destinado a deficientes visuais, com a implantação de todo o parque e seus equipamentos contendo gravações em áudio acionáveis com toque manual, para informações sobre as áreas da casa e descrições da sua história e sinalização em Braille.
A Casa Modernista foi construída pelo arquiteto Gregori Warchavchik, em 1928, é considerada a primeira obra de arquitetura moderna implantada no Brasil. Foi projetada para abrigar a família do arquiteto, recém-casado com Mina Klabin, filha de um grande industrial. A casa gerou forte impacto na opinião pública na época, em relação à nova orientação estética proposta. Em 1984, foi tombada como Patrimônio Histórico pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) e atualmente é uma das onze casas que formam o Museu da Cidade de São Paulo e oferece serviço educativo aos visitantes.
A ideia principal da restauração era priorizar a integração entre Casa e Parque, com caminhos acessíveis, buscando dar maior consistência à visão de preservação histórica dos jardins, onde aconteceu, reconhecidamente, o surgimento do primeiro jardim tropical.
No projeto foi proposto espaços, como um café, sala de eventos e um jardim sensorial, com espécies especialmente escolhidas em função de sua textura e cheiros. Estes jardins serão um atrativo, em especial, a pessoas com deficiência visual que frequentemente visitam o parque. Outro destaque da restauração é a transformação dos armários e estantes em painéis expositivos, que mostrarão materiais audiovisuais sobre as características arquitetônicas da casa, com imagens ilustrativas, divulgando a obra do primeiro marco modernista do Brasil.
                                           “Matéria postada em caráter informativo”

Kartódromo dispõe de karts adaptados para pessoas com deficiência

O kartódromo internacional de Nova Odessa, instalado a 100 km de São Paulo, às margens da rodovia Anhanguera, conta com dois karts totalmente acessíveis. Facilidades de acesso às dependências internas do kartódromo também estão sendo previstas.

Homem dentro um kart
Pessoas com deficiência também podem brincar e competir nas pistas do kartódromo internacional de Nova Odessa, instalado a 100 km de São Paulo, às margens da rodovia Anhanguera.  O local conta com dois karts totalmente acessíveis. “As funções dos pedais foram transferidas para uma alavanca de freio, acionada pela mão direita, e para uma borboleta de aceleração, acionada pela mão esquerda. Os dois recursos foram instalados próximos ao volante”, explica Moacir Vieira, o Moa, ex-piloto e um dos sócios do Kartódromo. “Estas adaptações não alteram em nada o desempenho dos karts”, afirma.


Moa conta que as facilidades de acesso às dependências internas do kartódromo, os elevadores e helipontos – estes ainda em fase de construção -  e os karts adaptados foram contemplados por ele quando começava a riscar as ideias no papel. “Um projeto dessa envergadura tem de ser obrigatoriamente inclusivo”, afirma o ex-piloto. “Um espaço moderno, agradável e bonito como o do kartódromo internacional de Nova Odessa tem de estar aberto a todas as pessoas. Inclusive as pistas de corrida, que são superseguras,” acrescenta.
O kartódromo internacional de Nova Odessa tem 2780 km de extensão e pistas com 9 metros de largura. Além disso, ele conta com uma frota de 50 karts para locação, com motores de 13 HP, e frota de 6 karts infantis com motores de 5 HPs. Além disso, o kartódromo conta com ambulatório médico e ambulância, salas de imprensa e de comissários, duas salas de cronometragem, sala de briefing, área de escape, 65 boxes, estacionamento para 1000 veículos, lanchonete e deck.
Serviço
Local: Nova Odessa, a 100 km da cidade de São Paulo
Endereço: Rod. Anhangüera, Km 116 – sentido interior
Telefones: (19) 9706-0817 / (19) 3466-5506
Tipo de Kart: 13 HP (Para-choque Emborrachado)
Duração da Bateria: 25 Minutos (5 de tomada de tempo e 20 de corrida)
Incluso: Macacão, Capacete, Luvas e Balaclava
Valor: R$ 100,00
Obs.: Guarda volumes fica disponível nos vestiários.

                               “Matéria postada em caráter informativo”

Médica americana explica seu apoio à nova 'bíblia' da psiquiatria

IARA BIDERMAN DE SÃO PAULO

A nova versão do DSM (Manual de Estáticas de Diagnósticos) da Associação de Psiquiatria Americana, lançada no último sábado (18/5), conseguiu uma proeza: ser atacado tanto pela corrente de uma psiquiatria mais baseada na biologia quanto pelos defendem uma abordagem mais "humanizada" e psicológica das doenças mentais.

Normalmente, as duas correntes discordam quanto às formas de diagnosticar e tratar distúrbios psiquiátricos.

Novo manual de psiquiatria é lançado nos EUA em meio a críticas

Os defensores da "ciência dura" criticam a classificação de doenças da quinta versão do manual por essa ser baseada nos sintomas (como era o DSM-IV), e não em marcadores biológicos, como substâncias que podem ser detectadas no sangue ou alterações anatômicas comprovadas por exames de imagem.

A crítica do outro lado, que envolve psicólogos e algumas linhas da psiquiatria, além de sociólogos, educadores e parte da opinião pública, é que o manual representa uma patologização excessiva dos comportamentos humanos.

Um exemplo disso seria a classificação de depressão para pessoas em luto recente.

Entre os novos distúrbios criados pelo manual, um dos mais controversos é a chamada "desregulagem perturbadora do humor". Os critérios, usados para diagnosticar pessoas entre seis e 18 anos, são "acessos de raiva com intensidade ou duração muito desproporcional à situação".

Outra nova doença é a compulsão alimentar, que já era reconhecida como sintoma de transtornos alimentares, mas agora é um distúrbio por si só, segundo o manual. Significa ter pelo menos 12 episódios de comilança em um período de três meses.

Para os críticos, esses critérios têm o potencial de transformar crises de birra infantil, gulodice ou tristeza humana justificada e necessária em casos médicos que podem ser resolvidos com medicamentos.

Em um artigo publicado na revista eletrônica "Slate", a psiquiatra e psicóloga americana Marla Deibler relativiza essa crítica e parte em apoio ao DSM-V.

Seu argumento é que, ao criar novas categorias de distúrbios, o manual evita que as pessoas sejam diagnosticadas com alguma doença mais grave. Por exemplo, a criança tão birrenta que faz com que os pais procurem ajuda psiquiátrica tem mais chances de ter "apenas" uma desregulagem pertubadora do humor e não ser precocemente diagnosticada como bipolar.

Outra vantagem do novo manual, ainda segundo Deibler, é ajudar os médicos a tratarem pessoas que os procuram porque alguns sintomas têm impactos negativos na sua vida. A categoria "compulsão alimentar", então, seria útil para diagnosticar aqueles que estão sendo prejudicados pelo hábito, e não para enxergar uma patologia em qualquer frequentador de rodízios de carne.

Para Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, os novos critérios não vão influenciar a prática em consultórios de psiquiatria no Brasil.

"O DSM-V não muda nada. Oficialmente, nem são os critérios seguidos aqui ", diz o psiquiatra.

O país usa a CID (Classificação Internacional de Doenças) da Organização Mundial da Saúde. A versão atual, CID 10, é muita parecida com o DSM anterior.

"A CID 11 está sendo preparada, deve sair em 2015. Mas não acredito que todos os critérios do novo manual da Associação Americana de Psiquiatria serão transpostos para essa versão", diz Silva.

Esse distanciamento que o psiquiatra prevê entre os manuais classificadores é algo que já está acontecendo nas instituições americanas relacionadas à psiquiatria. Um pouco antes do lançamento do manual, o diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA declarou que não pretende usar os critérios do DSM-V na pesquisa básica em saúde mental.

O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria afirma que, por trás de toda essa polêmica, estão os interesses de diferentes grupos.

"Para a indústria dos exames, interessa defender a versão mais biológica, porque podem vender mais ressonâncias magnéticas, tomografias etc. Para a indústria farmacêutica, interessa vender remédios e para psicólogos, tratamentos não medicamentosos. E para a Associação Americana de Psiquiatria, interessa toda essa polêmica: vão vender mais exemplares do manual ", diz.


                                           “Matéria postada em caráter informativo”

Bebê com problema respiratório recebe implante impresso em 3D

DA ASSOCIATED PRESS

Médicos americanos usaram uma impressora 3D para criar um suporte de brônquio para salvar um menino que parava de respirar quase todos os dias.

Kaiba Gionfriddo, de um ano e meio, sofria constantes colapsos de suas vias respiratórias, o que parava seus pulmões e, muitas vezes, seu coração também.

                                                                                                                                                                       Mark Stahl/Associated Press
Kaiba Gionfriddo brinca com seu cachorro, Bandit, em sua casa em Ohio, nos EUA
Kaiba Gionfriddo brinca com seu cachorro, Bandit, em sua casa em Ohio, nos EUA

Médicos da Universidade de Michigan criaram cem pequenos tubos na impressora 3D, que usa laser guiado por computador para fundir camadas de plástico e criar objetos. Com uma permissão especial da FDA (agência de vigilância sanitária dos EUA), os médicos implantaram um desses tubos em Kaiba, em um feito pioneiro.

O menino conseguiu então respirar normalmente pela primeira vez. Ele tinha três meses quando a operação foi feita, no ano passado. Agora, tem quase um ano e meio.

Em breve, o tubo de traqueostomia que o ajudava a respirar deve ser removido.

Desde a cirurgia, descrita no "New England Journal of Medicine", ele não teve mais crises respiratórias.

Kaiba tem uma malformação em um dos brônquios, tubos que se ramificam da traqueia e levam ar aos pulmões. Em casos graves, isso pode interromper a respiração e levar à morte, o que quase aconteceu com o menino quando tinha seis semanas.

"Ele ficou azul e parou de respirar", contou April Gionfriddo, mãe de Kaiba. O pai, Bryan, usou reanimação cardiorrespiratória para salvar o menino. Aos dois meses, ele passou a respirar com a ajuda de uma máquina.

A nova prótese foi colocada em volta do brônquio com defeito e evita que ele se feche. O plástico deve ser absorvido pelo corpo em três anos, enquanto um novo tecido saudável cresce para substituí-lo, segundo os médicos responsáveis pelo procedimento experimental.


                                                  “Matéria postada em caráter informativo”

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Pintor com a boca e os pés expõe arte na sede da Secretaria

Memorial da Inclusão recebe exposição de quadros de Gonçalo Borges até 03 de junho.

          
            "Vencendo com Arte", de Gonçalo Borges, fica na Secretaria até junho. Foto: Maria Isabel Silva

Na quarta-feira, 08 de maio, houve a abertura da exposição “Vencendo com Arte”, do artista plástico Gonçalo Borges, no Memorial da Inclusão, sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo. 


A deficiência física nos membros superiores o afetou desde o nascimento, mas não impediu o professor de artes, artista plástico e profissional de Marketing de se tornar um grande exemplo de superação e inclusão.

Borges pinta com a boca e os pés, e é um dos membros mais ativos, desde 1969, da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, organização que promove a inclusão social e autonomia de artistas que não tem o uso das mãos.


Na Vernissage, na noite de quarta, a Secretária de Estado, anfitriã da exposição, Dra. Linamara Rizzo Battistella, ressaltou a importância e satisfação de receber o artista. "O início da exposição coincide com outro importante evento que acolhemos em nossa Secretaria: o Congresso de Genética Forense, é o encontro da arte com a ciência e da ciência com a arte, ambos com um grande significado de celebrar a diversidade humana", destacou.


Gonçalo Borges, acompanhado da família (esposa e filhas) destacou o quanto a arte inclui e a importância da Associação ao qual é vinculado. "Foi a arte que me trouxe para o sucesso, por meio da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, que há quase 60anos, é referência na inclusão de pessoas com deficiência".


As representantes do Memorial da Inclusão, Elza ambrosio e Lia Crespo deram as boas-vindas aos presentes e agradeceram a participação.


Os quadros do artista, apresentados na exposição, mostram a habilidade na hora de criar suas obras. Por meio de sua técnica, o colorido intenso e cheio de contrastes dão vida às imagens retratadas por ele.


A exposição fica no Memorial da Inclusão até 03 de junho e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h. A entrada é gratuita.

SERVIÇO
Exposição Vencendo com Arte
Data: 08 de maio a 03 de junho – segunda a sexta-feira das 10h às 17h
Local: Memorial da Inclusão da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Endereço: Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564, portão 10, Barra Funda (próximo a estação de trem, metrô e ônibus Barra Funda), São Paulo, capital.


                         “Matéria postada em caráter informativo”

Idosos, deficientes e motociclistas passarão a pagar ESTAR em Guarapuava

ImagemA quarta reunião do COMUTRA ( Conselho Municipal de Trânsito e Sinalização) decidiu que as vagas de estacionamento para idosos, deficientes e motociclistas passarão a funcionar pelo sistema do ESTAR. De acordo com Cesar Ramão Sanchez, presidente do COMUTRA, muitas reclamações chegaram ao conselho informando que esse tipo de vaga acabava sendo dominada por somente um carro. “Por não ter que usar o ESTAR muitos veículos ficavam o dia todo nessas vagas, não deixando que outros idosos e/ou deficientes também pudessem fazer uso dessas vagas” explicou Sanchez.

Outro problema detectado pelo COMUTRA foi com as vagas de estacionamento para motos. “Muitas motocicletas mal estacionadas acabam tirando a vaga de um dois veículos, e complicando a situação do trânsito, principalmente na área central” argumentou Sanchez. Para contornar esse problema, novas vagas para motocicletas serão criadas na região central da cidade. Assim como os locais de estacionamento para deficientes,  as motocicletas também deverão pagar ESTAR para criar um estacionamento rotativo.
Além dessas decisões, o COMUTRA teve uma longa ata de reclamações e sugestões que passarão a ser analisadas por uma equipe técnica e debatida novamente em conselho. A próxima reunião está marcada para o dia 06 de junho. De acordo com Sanchez, os próximos encontros discutirão problemas referentes ao transporte público e também a ampliação dos radares fixos na cidade.
                                        “Matéria postada em caráter informativo”

Cuidadores para estudantes com deficiência

A legislação já prevê a inclusão desses estudantes, mas na opinião do deputado essas escolas devem ter também a presença de uma pessoa que acompanhe o aluno na sala de aula, que ajude na mobilidade e tarefas escolares.

da Redação

O deputado Eduardo Barbosa, médico, do PSDB de Minas Gerais, quer tornar obrigatória a presença de cuidadores nas escolas onde houver estudantes "especiais". A legislação já prevê a inclusão desses estudantes, mas na opinião do deputado essas escolas devem ter também a presença de uma pessoa que acompanhe o aluno na sala de aula, que ajude na mobilidade e tarefas escolares. Mas o aumento dessa nova obrigação não pode acabar dificultando a oferta da educação especial?

Ouça o podcast.


                                        “Matéria postada em caráter informativo”

Dirigir traz liberdade de ir e vir para pessoas com deficiência

Conheça o que é necessário para tirar uma carta de motorista. É mais fácil do que você imagina!
Daniel Limas, da Reportagem do Vida Mais Livre

Para muitas pessoas, dirigir significa liberdade. Liberdade de ir onde bem quiser e não depender de outras pessoas, de meios de transporte públicos e do clima favorável. Isso sem falar do conforto proporcionado por um carro. Agora, tentem imaginar o que representa poder dirigir para uma pessoa com deficiência?
Apesar de muita gente não saber, pessoas com deficiência podem ter habilitação. Ela pode ser conquistada por qualquer pessoa com mais de 18 anos, alfabetizada, e que passe nos exames necessários. Em geral, uma junta de médicos examina a extensão da deficiência e a desenvoltura do candidato. Em São Paulo, por exemplo, o solicitante deve procurar uma clínica credenciada autorizada a realizar o exame médico e o psicotécnico especial para deficientes (clique aqui para conferir a lista de clínicasSite externo.). Com o resultado do exame médico, ele poderá fazer a matrícula em um Centro de Formação de Condutores (CFC) credenciado e realizar o exame teórico no DETRANSite externo..
Elevações dos pedais de um carro para pessoas com baixa estatura
Outra importante diferença está nos próprios Centros de Formação de Condutores e seus instrutores. Os locais que atendem a estes públicos devem, por razões óbvias, ter sua arquitetura plenamente acessível a estas pessoas. Além disso, os instrutores também devem receber treinamentos especiais para lidar com este público. “Nossos instrutores são treinados para entender o tipo de deficiência, e assim oferecer o tipo de carro correto e quais adaptações são necessárias”, explica Marcos Ayrton, gerente Comercial do grupo Flash de AutoescolasSite externo., localizada em São Paulo.
Os carros também necessitam de adaptações. São inúmeras as possibilidades, dependendo do tipo de deficiência da pessoa. Os professores também necessitam saber Libras (Língua Brasileira de Sinais). “Apesar de muitos deficientes auditivos terem boa leitura labial, alguns se comunicam apenas por Libras. Por isso, é fundamental ser fluente nesta língua”, explica o gerente Comercial.
Além disso, um bocado de sensibilidade também é fundamental. “Além do carro adaptado e do instrutor especializado, é importante conhecer um pouco de questões emocionais. Aqui, trabalhamos com duas linhas: a de um candidato que já nasceu com deficiência ou é há bastante tempo e a daquele que ainda está em reabilitação. Nesse último caso, é mais difícil, pois temos que condicionar as pessoas a dirigir de outra maneira”, explica Daniele Barbosa Almeida, gerente Comercial da Auto Escola JavarottiSite externo., também localizada em São Paulo.
Carro adaptado da Javarotti
O tempo para conseguir a tão sonhada habilitação varia caso a caso. Depende da própria pessoa, da deficiência, do empenho pessoal – o que também ocorre com as pessoas sem deficiência. “Mas, em média, a primeira habilitação de uma pessoa com deficiência leva em torno de três meses. Caso a pessoa já seja habilitada e só precise mudar para a classe especial, a demora leva cerca de 15 dias”, explica Marcos.
Segundo os entrevistados, a maioria dos candidatos a novos motoristas procura aprender a dirigir para ter mais mobilidade e mais uma opção de locomoção. “O objetivo principal deles é fazer cumprir o direito de ir e vir sem depender de ninguém.”, aponta Daniele. “Boa parte também procura mudar de categoria por conta de limitações não visíveis, que provocaram perda de movimento ou força, ou por doenças, como artrose, artrite, câncer de mama, escleroses”, acrescenta. Ele também reforça que todas essas pessoas tem direito a uma série de benefícios com relação a impostos e obrigações, como IPI, ICMS, IPVA, isenção de rodízio.
Outra curiosidade é que a maioria das pessoas com deficiência começa a tirar a carta de motorista alguns anos mais tarde que as pessoas comuns. “As pessoas sem deficiência iniciam esse processo aos 18 contra 22 anos das com deficiência. Acredito que essa diferença de idade ocorra por conta da necessidade de acompanhamento médico”, aponta Marcos. Acredito que muitas pessoas também devam se perguntar se as limitações causadas pelas deficiências afetam a segurança. Marcos garante que não: “as pessoas com deficiência, além de ter mais cuidado, têm um pouco mais de medo de dirigir. Assim, é difìcil ver um acidente causado por esses cidadãos”, aponta.
Para tirar a carta em outros estados:
Em Minas GeraisSite externo., o candidato deverá levar à junta médica do DETRANSite externo. um laudo médico especificando o seu problema físico – as pessoas com deficiência auditiva devem levar o exame audiométrico, com laudo. Para obter a permissão para dirigir, o candidato deverá realizar o exame psicotécnico antes do exame médico. O exame médico inicial deverá ser efetuado pela junta médica da Comissão de Exames Especiais do DETRAN/MG em Belo HorizonteSite externo., que irá sugerir ou não adaptações para o veículo e observar se a categoria pretendida pode ser concedida.
A continuidade do processo de habilitação será na Delegacia da Comarca ou Delegacia Regional, da cidade de residência do candidato. Após aprovação no exame psicotécnico e médico, o candidato continuará seu processo de habilitação submetendo-se, a prova teórica e prática de direção, em veículo adaptado, se for o caso. O candidato que necessite de veículo com adaptações, poderá usar o seu próprio veículo para realizar o exame de direção.
No estado do Rio de JaneiroSite externo., o interessado deve pagar a(s) taxa(s) de serviço e agendar sua ida a um dos postos do Detran, onde ele receberá a caderneta de exames com o número do RJ (protocolo de inclusão no sistema informatizado do Detran-RJSite externo.). No verso da caderneta constam o nome da clínica e o número do telefone, para que o candidato marque os exames médico e psicológico. No primeiro exame, o médico irá identificar qual a deficiência e encaminhar o candidato à perícia médica do Detran-RJ. O candidato terá de ir à perícia médica levando o laudo da clínica (motivo do encaminhamento) e a caderneta de exames. Na sequência, ele deve matricular-se num Centro de Formação de Condutores (CFC). Clique aquiSite externo. para mais informações.
Confira outras páginas na internet para auxiliar na hora de se informar sobre como tirar carta de motorista em outros estados:

Outras fotos:
 
carro adaptado com manivela no lado direito da direção
 
direção adaptada 

Fonte:http://vidamaislivre.com.br/

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Educação Inclusiva: alunos e professores terão mais apoio em sala de aula


A Secretaria Municipal de Educação vai aumentar em 50% o número de estagiários que atuam junto aos professores que atendem alunos com deficiência e Transtorno Global do Desenvolvimento - TGD matriculados na Rede Municipal de Ensino de São Paulo. Hoje, a rede tem 1.430 estagiários e serão contratados outros 718. A medida responde aos apontamentos feitos pelos profissionais da Educação municipal da capital, durante das Jornadas Pedagógicas, para os efetivos avanços no atendimento aos estudantes com necessidades educacionais especiais matriculados na rede.


Além disso, a Secretaria também contratará mais 108 Auxiliares de Vida Escolar (AVEs), que se somarão aos 713 que já atuam na rede. O objetivo é assegurar a esses alunos a plena participação nas atividades desenvolvidas nas Unidades Educacionais em igualdade de condições com os demais colegas. A medida responde ainda ao aumento no número de crianças, jovens e adultos com deficiência atendidos nas escolas municipais. A Educação Inclusiva oferecida por SME é considerada uma referência educacional do país e atende, atualmente, 17.008 estudantes com algum tipo de deficiência.

Os estagiários devem cursar Pedagogia. Sua atuação é o de auxiliar o professor e/ou dar assistência nos atos de vida escolar, tais como atividades curriculares, recreativas, extraclasse e outras de caráter pedagógico que se fizerem necessárias para a participação ativa do aluno na rotina escolar.

AVEs – Já os Auxiliares de Vida Escolar (AVEs) serão selecionados nas comunidades nas quais estão instaladas as escolas. Seu papel é o de dar suporte aos alunos que não apresentam autonomia para higiene, alimentação e locomoção, garantindo que esses estudantes possam acompanhar as atividades desenvolvidas. Cada AVE atende a média de 4 estudantes por período escolar, dependendo do tipo de deficiência de cada um.

Os auxiliares têm formação inicial de 76 horas, dada pela Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), e passam por capacitação sistematicamente. Seu trabalho é supervisionado quinzenalmente por equipes multidisciplinares que atuam junto às 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs). Formada por 48 profissionais, têm em seu corpo técnico fonoaudiólogos,  psicólogos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas e  terapeutas ocupacionais. Em breve, psicopedagogos também devem se juntar a esses profissionais.

Eles fazem a avaliação e o acompanhamento dos alunos e apoiam as famílias e equipes escolares. Essa equipe promove também encontros com pais e profissionais da Educação para oferecer informações importantes para a qualidade de vida de cada estudante com deficiência. O grupo faz ainda a regulação com os serviços de saúde, estabelecendo a ponte entre as famílias e esses serviços, para garantir a continuidade dos atendimentos necessários ao pleno desenvolvimento dos alunos.


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Alunas apontam problemas de acessibilidade na USP

Cadeirantes que circulam no campus da capital relatam defeitos em alguns locais da Cidade Universitária e se queixam de falta de informações.

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                 Maiara Barreto, estudante da FCF, aponta dificuldades para subir a rampa na entrada de um dos blocos da faculdade. Foto: João Vitor Oliveira.
Maiara Barreto, estudante da FCF, aponta dificuldades para subir a rampa na entrada de um dos blocos da faculdade. Foto: João Vitor Oliveira.

A questão da acessibilidade para pessoas com deficiência é trabalhada na USP há mais de uma década. Desde o ano 2000, pela Lei nº 10.098, todas as vias, espaços públicos, edifícios, meios de transporte e de comunicação brasileiros devem ser acessíveis a todos os cidadãos. Nesses anos, muitas intervenções foram feitas na universidade, de pisos táteis a rampas e elevadores. No entanto, alunos cadeirantes ainda enfrentam dificuldades para se deslocar pelo campus da capital.
“Eu não consigo andar sozinha por aqui. Sempre preciso de uma amiga, alguém para me ajudar”, declara Maiara Barreto, aluna do sexto ano da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). “Já passei por muitas dificuldades nesse sentido, e acredito que outros cadeirantes também tenham passado”.

Maiara sofreu um acidente de moto que a deixou tetraplégica em 2009, quando já cursava a faculdade, e teve que trancar o curso. Quando voltou, em 2010, percebeu os problemas que enfrentaria.
Segundo ela, os principais são os buracos nas calçadas. A via precisa estar lisa para a cadeira deslizar, mas em muitos lugares não é o que acontece. “Fica muito difícil. A rodinha da frente enrosca e a gente corre o risco de cair para frente”, explica. O caminho do estacionamento exclusivo para deficientes da FCF até o edifício é cheio de irregularidades pelas quais Maiara não consegue passar sozinha.
A aluna comenta também que muitas obras feitas e iniciativas tomadas não são adequadas. Alguns banheiros, por exemplo, são de fácil acesso, mas pecam em outros quesitos. “Eu consigo entrar, mas não dá para fechar a porta da cabine ou lavar as mãos. Falta estrutura para isso, como barras de apoio”. As rampas que dão acesso aos blocos da Fármacia são outro problema. Sua inclinação não permite que Maiara suba sem ajuda.
Até o Serviço de Transporte Interno oferecido pela Prefeitura, que possibilita a deficientes locomotores a utilização de veículos especiais para transportá-los nas dependências do campus, apresenta imperfeições. “Eles não atendem aos requisitos mínimos de segurança. Há cinto para o cadeirante, mas não um que amarre a cadeira à kombi. Isso é perigoso”, diz a aluna.
Buscando melhorias
Mônica Guimarães ingressou na USP neste ano. Cursa o primeiro ano de Letras na Faculdades de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e está na cadeira de rodas desde que nasceu. Como possui dificuldades de coordenação motora, não se desloca sozinha. Sua mãe, Maria Isabel, a acompanha todo dia à faculdade.
Mãe e filha contam que enfrentaram problemas para chegar ao segundo andar do prédio da Letras no começo do ano. “O elevador não estava funcionando. Para a Mônica subir ao piso superior a gente tinha que ir pelo prédio da Filosofia e Ciências Sociais, ao lado, usar o elevador para chegar no patamar acima para só então ir para a Letras”, relata Maria Isabel. O problema só foi resolvido quando entraram em contato com a administração da faculdade e, em menos de uma semana, o conserto do elevador foi providenciado.
O direito à acessibilidade no campus deve ser assegurado pela Prefeitura e pela Superintendência do Espaço Físico (SEF), sendo que ambos respondem a notificações do Grupo de Atuação Especial de Educação do Ministério Público (Geduc) sobre o assunto. A atuação da SEF abrange a sistematização da construção de edificações, suas reformas e expansões, enquanto a Prefeitura se encarrega dos ambientes externos aos edifícios.
Porém, para Maria Isabel, falta maior proximidade entre os responsáveis pela administração na área e os que necessitam desse tipo de serviço. “Seria interessante se, no dia da matrícula, já nos falassem das possibilidades que existem para deficientes, se há um setor que cuida desse assunto para nos assessorar”, sugere. Mônica explica que teve que correr atrás para entender melhor a política da Universidade a respeito do assunto. “Fui tentando me encontrar através dos amigos e fuçando na Internet”.
Segundo Maiara Barreto, porém, a impressão que fica é de que a maioria das obras só é realizada quando quem necessita dos serviços entra em contato com as instituições responsáveis. “Eu acho que a USP precisa trabalhar melhor sua política de acessibilidade”, declara. “Eu já consegui várias pequenas mudanças, mas estou brigando por elas há quatro anos. No começo recebi muitos nãos. É algo desestimulante.”
O Jornal do Campus entrou em contato com a SEF e o Geduc e não obteve respostas. Já a Prefeitura não quis se pronunciar a respeito do assunto.

Mudança cultural
O Programa USP Legal, criado em 2001 pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (Prceu), encarrega-se de integrar as pessoas com deficiência ao ambiente universitário. Para tanto, atua na difusão de informações relativas à acessibilidade, seja ela física ou virtual, além do levantamento de dados acerca dessa temática, a partir de estudos e depoimentos da comunidade uspiana.
Para Ana Maria Barbosa, responsável pelo programa, a acessibilidade deve ser encarada como uma atitude e integrar medidas que não se direcionem somente ao ambiente físico. A abrangência da acessibilidade, segundo ela, deve chegar até ambientes virtuais, sociais e pedagógicos. “Não basta uma rampa, se não houver um piso tátil conduzindo a pessoa que não enxerga. Não basta um elevador com aviso sonoro, se o aluno chegar à sala de aula e não tiver material didático adaptado”, afirma.
“Apesar de todas as leis federais, normas de adequação arquitetônica e recursos existentes, é preciso que a acessibilidade figure no horizonte da sociedade como algo indispensável”, aponta Ana Maria. Para ela, a acessibilidade plena só se fará possível por meio de uma mudança cultural, em que a cultura da diversidade mostre os seres humanos como pessoas diferentes, mas respeitadas. “Não vamos tornar a universidade acessível da noite para o dia. As condições atuais são melhores, se comparadas com as de três anos atrás, mas não são ideais. Ainda estamos anos-luz de distância. Assim, o que se cobram são projetos a curto, médio e longo prazo”, finaliza.
                                        “Matéria postada em caráter informativo” 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Reunião do presidente da APNEN, com o Prefeito e presidente da ACE.



Ontem 22/05 estive em reunião com o Prefeito Benjamin (Bill) e o Sr. Claudio Hussein Presidente da ACE, onde protocolamos dois ofícios, a pauta da conversa, foi sobre a falta de acessibilidade na cidade, e também sobre os pilares aço/concreto instalados nas calçadas em frente a várias lojas, que podem vir a causar acidentes em pessoas com deficiência, física, visual e aos idosos.

Compreendemos que esta foi uma medida emergencial  sobre as ações de marginais a seus estabelecimentos comerciais. Segundo o Prefeito já existe uma conversa sobre o assunto, entre Prefeitura e os comerciantes.