sábado, 17 de agosto de 2013

Piloto de parapente cadeirante


Por Alessandro Fernandes

Essa semana conheci um cadeirante que vive nas alturas, o Weverson, de Alto Jequitibá, no leste de Minas. O cara pratica parapente. Pratica mesmo, não faz salto duplo não! Ele desenvolveu um "carrinho" adaptado à cadeirinha para ajudar na hora de levantar vôo e pousar. Eu já tinha visto este tipo de adaptação em vídeos e fotos de pilotos de fora do Brasil, mas não sabia que já tinha gente por aqui fazendo a mesma coisa! Abaixo um relato do Weverson sobre a vida dele, e como começou a voar.

História

"Tornei-me paraplégico em um acidente de ciclismo. Logo após o acidente, eu andei, mas não podia! Tinha quebrado a coluna, mas não tinha lesionado a medula. Não me lembro do que aconteceu, mas se eu não tivesse me levantado na hora, estava andando hoje. Fiquei oito meses internado na Santa Casa de BH depois da cirurgia, para estabilizar a coluna, peguei infecção hospitalar, quase morri de novo!

Eu conheci o parapente através de um tio de uma amiga minha que voava, no ano dois mil. Na época, aqui na cidade onde moro ainda não tinha voo livre, foi ele junto comigo que conseguimos trazer um instrutor e dar cursos para turma. Eu sempre acompanhei as aulas em um morrote com o pessoal, com isso fui aprendendo e conhecendo o parapente e como ele funcionava, vendo isso vi que meu curso não poderia ser no morrote, tinha que ser em voo, no caso decolando com um piloto e pegando os comandos em voo para aprender pilotar. O mais difícil foi achar um piloto com coragem na época para me dar o curso, entrei em contatos com os melhores do Brasil na época todos se negaram a me ensinar a voar.

Então, em 2006 conheci o instrutor Marcelo Ratis que acabava de chegar de Califórnia, USA. Ele se comprometeu a me ensinar a voar, na cidade onde ele morava, em Alfredo Chaves, ES. Fui para lá umas dez vezes e sempre decolava com ele e pilotava o parapente o tempo todo, até conseguir pousar o duplo e tudo mais, só assim um deficiente consegue aprender, com um cara fera que não tem medo de ensinar, e ele é ótimo. Demorou um ano para voar sozinho porque é longe Alfredo Chaves, mais solei!

Eu voava com uma selete com airbag, (a cadeirinha que sentamos) só que ela me jogava em cima das pernas no pouso, aí comecei a ficar com medo de quebrar a perna. Ai comecei a procurar fora do Brasil carrinhos, achei um monte deles, aí fiz o primeiro, depois fui adaptando ele até chegar no que tenho hoje!

Quando quis voar de parapente… Vixi… quanta gente falando que eu era doido kkk! Isso me deu tanta força para tentar, que hoje agradeço a elas por terem falado que eu não conseguiria.

Nossa voar… Não tem ninguém que possa descrever ou escrever o que é voar… Nunca ninguém vai conseguir isso! Só voando, sentindo, saindo da terra para poder saber o que é! E para mim que sou paraplégico… A 1º vez, juro que senti minhas pernas por 5 segundos! Meus amigos morrem de rir quando falo isso, não sei se foi verdade ou não, mais sei que foi a coisa mais louca que me aconteceu! Sair voando solto no ar vendo tudo pequeno lá embaixo… Que doideira kkk!, Senti minha perna sim!!! kkk

Depois veio o meu voo solo! Outra sensação louca na minha vida, mistura de adrenalina, endorfina a 1000 na cabeça que doideiraaaaa! Nesse dia do meu voo solo, um Italiano me disse que eu nunca ia sentir outra sensação igual a essa na minha vida! Ele estava certo! Até hoje não tive outra sensação igual na minha vida! Que orgasmo louco é solar de parapente, que misturas de sentimentos é voar sozinho, ISSO É VIVER A VIDAAAAAAAAAA!!!"

Weverson R. Bezerra. (Evinho)

                                      No carrinho adaptado para levantar vôo


No carrinho adaptado para levantar vôo

Click AQUI e veja o vídeo:

Fonte:http://www.fernandazago.com.br/   “Matéria postada em caráter informativo”

Programa de inclusão do governo estadual vai beneficiar 200 mil deficientes visuais

A Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectec) em parceria com o Gabinete de Gestão de Interlocução com os Movimentos Sociais desenvolveu o Programa Cidadania Digital Já, que permitirá que pessoas com deficiência visual possam ter acesso à informática.

Desde criar documentos no Word a acessar a Internet, o programa vai facilitar e promover a inclusão digital para 200 mil portadores de deficiência visual, 3,3% da população do Estado.

O diretor de marketing da MicroPower, empresa responsável pelo software, Daniel Mussolin, apresentou o programa Virtual Vision em coletiva nesta terça-feira (13). Ele funciona como um leitor de tela para o deficiente visual.

“O Virtual Vision está focado em pessoas com deficiência, que não conseguem enxergar de modo algum ou que têm grande dificuldade em acessar o computador. Existem diversas tecnologias que permitem que essas pessoas acessem o computador, programas como lupas eletrônicas, hardwares específicos e impressoras braile. E produtos que transformam o texto em som, como é o caso do Virtual Vision, ele faz exatamente isso. Ele funciona no ambiente Windows e com ele a pessoa com deficiência visual pode usar o Windows, navegar na internet, criar documentos no Office, comunicar-se via Skype, ler arquivos no formato PDF, entre outras funções”.

Para o presidente da Associação dos Deficientes Visuais do Estado de Goiás, Alisson Barbosa Azevedo, o Programa é um trabalho conjunto entre as entidades sociais e o Governo. “O programa Cidadania Já vem para somar conosco, vem para se integrar. Temos que elevar o acesso digital, a inclusão digital”, disse.

O software Virtual Vision não é um produto livre, no entanto o Governo não gastará com a instalação. De acordo com Daniel Mussolin, no convênio com a Sectec o Virtual Vision será licenciado sem custo para as entidades que ministram a capacitação e para o governo do Estado.

As entidades cadastradas serão beneficiadas com computadores recondicionados doados pelo Banco do Brasil e capacitados pela empresa Intel. Para aderir ao programa, a entidade precisa se cadastrar no site http://sectec.go.gov.br/

Fonte:http://www.portal730.com.br/  “Matéria postada em caráter informativo”

Carta à Sociedade

Por uma educação pública de qualidade e inclusiva.

Cleuza Rodrigues Repulho*

Neste momento em que tramitam no Congresso Nacional o Projeto de Lei 323/07, que trata da destinação dos recursos dos royalties do Petróleo e do Fundo Social, e o Plano Nacional de Educação (PLC 103/ 2012), é importante insistirmos na continuidade do debate das últimas semanas sobre os desafios da gestão municipal com financiamento adequado para uma educação pública de qualidade que considere toda a diversidade brasileira.

Em agosto de 2012, o Unicef e a Campanha Nacional pelo Direito à Educação lançaram o relatório Todas as crianças na escola em 2015 – Iniciativa global pelas crianças fora da escola. O estudo construiu o perfil das crianças e dos adolescentes fora da escola ou em risco de evasão no Brasil, considerando o determinado pela Emenda Constitucional 59/ 2009 no que se refere à educação básica gratuita e obrigatória dos 4 aos 17 anos (que deve ser cumprida pelos estados e municípios até 2016).

Segundo os cálculos estatísticos do estudo, feitos a partir da Pnad 2009 e do Censo 2010, cerca de 3,7 milhões de crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos de idade estão fora da escola em todo o país. Desse total, 1,4 milhão tem 4 e 5 anos; 375 mil, 6 a 10 anos; 355 mil, 11 a 14 anos; e mais de 1,5 milhão de adolescentes entre 15 e 17 anos. Além disso, é preciso considerar os mais de 8,8 milhões de alunos em risco de exclusão escolar. No caso da educação infantil, é necessário, também, atender a demanda em creche pública ainda não estimada nacionalmente. Todas essas questões precisam ser enfrentadas e solucionadas pelos estados e municípios por serem uma obrigação e um direito constitucional.

Entretanto, ao se analisar esses totais é primordial dar voz aos sujeitos que os representam. O relatório destaca que essas crianças e adolescentes são negras; indígenas; vivem em zonas rurais, são de famílias com baixa renda e muitas delas são deficientes. No caso das pessoas desse último grupo, fazendo um cruzamento dos dados de 2010 entre o Censo Escolar e o programa Benefício de Prestação Continuada (BPC)/ MDS o estudo apontou que ainda falta incluir na escola pública 47% dos beneficiários até 18 anos (196.312). Apesar dos avanços significativos na educação inclusiva nos últimos anos.

A escola pública para incluir esses sujeitos de direitos deve ter profissionais habilitados, recebendo Piso Salarial, com formação inicial e continuada, e carreira. Deve construir seus projetos político-pedagógicos com a comunidade escolar, para desenvolver conhecimentos, respeitando as diferenças, e ir além dos conteúdos e da reprovação. Deve ser uma escola com infraestrutura adequada e adaptada, com equipamentos e proporção professor/ aluno ideal.

Nós, dirigentes municipais de educação, permanecemos cientes de nossos desafios. Continuar a organizar a gestão municipal, em todas as suas áreas, e lutar pela ampliação do investimento na educação pública. Assim, continuaremos mobilizados no Congresso Nacional e nas Conferências Estaduais de Educação em prol de uma educação pública de qualidade e inclusiva. E o financiamento educacional deve ser capaz de incluir todos os estudantes na escola pública, com garantia de padrão de qualidade. Para isso, é imprescindível aprovar com urgência o PL 323/2007, rejeitando todos os destaques propostos, garantindo a maior vinculação possível de receitas petrolíferas à educação.

*Cleuza Rodrigues Repulho
Dirigente Municipal de Educação de São Bernardo do Campo/ SP

Fonte:http://saci.org.br/ - “Matéria postada em caráter informativo”

Entidades reagem a proposta que obriga pessoas com deficiência a estudar em escola regular

Karine Melo
Repórter da Agência Brasil
Edição: Denise Griesinger

Brasília – Entidades ligadas à defesa dos direitos de pessoas com deficiência, como as associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a Sociedade Pestalozzi estão mobilizadas contra mudanças no Plano Nacional de Educação (PNE), que apresenta as 20 metas para a educação brasileira para os próximos dez anos.

A reação começou porque o texto da meta 4, que trata da inclusão de pessoas com deficiência, aprovado na Câmara dos Deputados no ano passado, foi modificado no Senado.

A versão aprovada pelos deputados dizia que é preciso universalizar para a população entre 4 e 17 anos com deficiência, o acesso à educação, preferencialmente, na escola regular. No entanto, a redação aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado retirou a palavra "preferencialmente" do texto. Representantes de entidades não governamentais que assistem pessoas com deficiência dizem que a alteração é vista como uma ameaça.

Na avaliação da presidente da Federação Nacional das Apaes, Aracy Ledo, a ideia de matricular pessoas com deficiência em escolas regulares pode trazer grandes problemas. Segundo ela, os profissionais da rede pública não estão preparados, a educação continuada ainda não está pronta e as salas não estão adaptadas para receber esses alunos.

“O motivo da nossa vinda não é protesto, não é briga, nós queremos aumentar o diálogo. Por que nós estamos querendo incluir a palavra preferencialmente? Porque ela dá oportunidade à família de escolher para onde levar o filho”, explicou ao participar de uma audiência pública para discutir o assunto na Comissão de Direitos Humanos do Senado.

O Ministério da Educação (MEC) é a favor da inclusão de todas as crianças entre 4 e 17 anos na escola regular, independentemente do grau de deficiência intelectual e defende que só no contraturno haja acompanhamento especial diferenciado, que pode ser oferecido em salas de recursos instaladas nas próprias escolas ou em centros especiais, como as Apaes.

“A ONU [Organização das Nações Unidas] diz que toda vez que nós organizamos classes ou escolas com base na condição de deficiência, nós promovemos uma sociedade apartada. Por que o Fórum Nacional de Educação – que monitora hoje a tramitação do PNE – se posicionou contrário e o MEC acompanhou e também se posicionou contrariamente à inserção deste advérbio preferencialmente? Porque aí sim, nós vamos ter restrição de direitos, vamos dizer que algumas pessoas têm direito ao atendimento escolar e outras não. Na Constituição brasileira o direito à educação é de todos”, disse Martinha Clarete dos Santos, diretora de Políticas de Educação Especial do MEC.

“Nós não podemos nivelar, achar que todos os deficientes são iguais. Às vezes temos dois autistas estudando, um se desenvolve de uma forma e outro se desenvolve de outra. Isso não é matemático. A gente tem um lema: não vamos restringir direitos, vamos ampliar direitos: escola comum mantendo sua obrigação de atender e a escola especial atendendo aquele que não se adequa ao sistema comum. É a família deve avaliar o que é melhor para os seus filhos”, defendeu o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que também é presidente da Federação das Apaes de Minas Gerais.

Ainda segundo o deputado Eduardo Barbosa, o relatório do senador José Pimentel (PT-CE) – aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que mudou a meta 4, tem outros problemas.

“Ele [o texto] congela até 2016 as matrículas nessas escolas especiais. Outro problema, é que o texto diz que as escolas para surdos tem funcionar só dentro das escolas comuns, mas é importante lembrar que os surdos também defendem a escola especial bilíngue só deles, porque para desenvolver a Língua Brasileira de Sinais, eles precisam conviver entre eles”, acrescentou o deputado.

“O que está acontecendo hoje é que essa experiência de integração nas escolas públicas não tem sido vitoriosa, tem sido extremamente complexa. Me parece que as duas posições estão corretas, a ideia de incluir cada vez mais essas crianças numa vida social mais intensa é muito importante, mas nós não podemos permitir que a entrada despreparada nesses espaços públicos termine dificultando mais as suas vidas, levando a bullying e a uma série de constrangimentos e dificuldades no aprendizado”, disse a senadora Lídice da Mata (PSB-BA).

A proposta do Plano Nacional de Educação está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e na semana que vem deve seguir para a Comissão de Educação (CE) onde terá o mérito analisado, antes de ir para votação no plenário da Casa. Segundo o senador Cyro Miranda (PSDB-GO), presidente da CE, a intenção é que o texto da Câmara seja resgatado na comissão.

Para construir um entendimento entre governo e representantes de entidades de pessoas com deficiência, o senador Paulo Paim (PT-RS) vai tentar intermediar um encontro de representantes dessas entidades com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/ - “Matéria postada em caráter informativo”

Portador de deficiência mental é esterilizado no Reino Unido

LONDRES, 16 Ago 2013 (AFP) - Um portador de deficiência mental de 36 anos, incapaz de utilizar os meios contraceptivos, será esterilizado em seu "próprio interesse", decidiu nesta sexta-feira pela primeira vez um tribunal britânico.

O homem, apresentado como "DE", teve um filho nascido em 2010 e não deseja ter mais filhos, mas seu atraso mental o impede de tomar uma decisão sobre uma vasectomia, segundo os especialistas médicos.

Seus pais, seu médico e os serviços sociais fizeram o pedido para "DE", dotado de um coeficiente intelectual de 40, equivalente ao de um menino de entre 6 e 9 anos.

"DE", que vive com seus pais no centro da Inglaterra, é perfeitamente capaz de ter relações sexuais, mas não sabe como fazer para que "PQ", sua companheira há 10 anos, que também tem uma deficiência mental, não fique grávida, opção que ninguém deseja.

A incapacidade do casal de recorrer à contracepção levou as autoridades a tomarem medidas drásticas para impedir que "DE" fique a sós com a companheira.

Esta decisão foi tomada após o nascimento de seu filho, que teve "um impacto profundo" nas duas famílias e no casal.

Segundo a juíza, "DE" ficou muito perturbado com a chegada do filho e não entende que é consequência de suas relações sexuais.

A vasectomia é feita "para o próprio benefício de 'DE'", já que "tornará possível reiniciar sua relação com 'PQ' e devolverá a ele todas as suas aptidões e sua independência", disse a juíza Eleanor King nesta sexta-feira.

Angus Moon, que defende os interesses de "DE" ante o tribunal, insistiu antes do julgamento que é inegável que se trata de uma operação desejada.

"Este caso não tem nada a ver com a eugenia e não é a história de um homem que é alvo de uma vasectomia contra sua própria vontade", acrescentou.

"Estamos ante um caso excepcional, o primeiro nesta jurisdição (Inglaterra e Gales) e não deve ser o ponto de partida para outras vasectomias nas pessoas com deficiência mental", acrescentou.

A esterilização forçada para os deficientes menais com fins eugênicos, amplamente praticada na primeira metade do século XX, é considerada um crime contra a humanidade desde a adoção do Estatuto de Roma, em 1998.

Fonte:http://noticias.bol.uol.com.br/ -  “Matéria postada em caráter informativo”

Idosos e deficientes carentes podem ter acesso a empréstimo consignado

Os idosos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) poderão ter direito a contratar empréstimo consignado em folha de pagamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Imagem Internet/ilustrativa
Os idosos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) poderão ter direito a contratar empréstimo consignado em folha de pagamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Um projeto de lei, aprovado no Senado, está pronto para votação, com voto favorável do relator, na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), o PL 2.069/2011, antigo PLS 27/2006, altera a Lei 10.820/2003, para estender aos titulares do BPC a prerrogativa de autorizar o INSS a descontar parcelas referentes ao pagamento de empréstimos. O projeto também autoriza a instituição financeira em que os titulares recebem seus benefícios a reter, para amortização, parcelas mensais de empréstimos, financiamentos e operações de arrendamento mercantil se previsto em contrato.

O projeto determina ainda que o prazo máximo de vigência do contrato de empréstimo em consignação para os titulares do BPC deve coincidir com a data de revisão do benefício, que ocorre de dois em dois anos. Em sua justificativa, Paim argumenta que o empréstimo consignado tornou acessível aos aposentados e pensionistas da Previdência Social operações de crédito a taxas de juros mais baixas.

“Acreditamos que a extensão do empréstimo consignado aos titulares do BPC lhes proporcionará acesso a taxas de juros mais justas e, consequentemente, lhes trará uma vida mais confortável”, afirmou o senador.

O BPC é um benefício da Política de Assistência Social, que integra a Proteção Social Básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social – SUAS. Ele assegura a transferência mensal de um salário mínimo ao idoso, com 65 anos ou mais, e à pessoa com deficiência de qualquer idade. Em ambos os casos, os beneficiados devem comprovar não possuir meios de garantir o próprio sustento, nem tê-lo provido por sua família. A renda mensal familiar per capita deve ser inferior a um quarto do salário mínimo vigente.

O relator do projeto na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, deputado Mandetta (DEM-MS), explicou que são três modalidades de empréstimo para os aposentados e pensionistas do Regime Geral de Previdência Social. A primeira é a consignação feita diretamente no benefício previdenciário; a segunda, a retenção pela instituição financeira pagadora do INSS; e a terceira, por meio de cartão de crédito.

Para Mandetta, a proposta deve ser aprovada porque proporciona aos idosos e às pessoas com deficiência meios para elevar o seu bem-estar. O projeto ainda deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara.

Fonte:http://www.diariodenoticias.com.br/   - Imagem Internet/Ilustrativa - 

                                   “Matéria postada em caráter informativo”

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Artista paraplégica faz acrobacias debaixo d’água com cadeira de rodas

Sue Austin criou o grupo Freewheeling, em que tenta transformar o preconceito das pessoas para com as cadeiras de rodas, em admiração.

da Redação
 
Sue Austin não é uma pessoa comum – ela transforma problemas em grandes propulsores para melhorar sua vida e de pessoas ao redor dela. Depois de ficar paraplégica em 1996, não parou sua vida, e em 2005 fez seu primeiro mergulho de profundidade, e sentiu uma liberdade de movimentos inimaginável, e resolveu fazer o mesmo mergulho também na cadeira de rodas.
 
Quem disse que não? Com essa premissa, ela criou o grupo Freewheeling, com o objetivo de transformar o preconceito das pessoas com relação à cadeirantes em espetáculo visual e um tanto simbólico, em movimentos que mais parecem voos e acrobacias silenciosas. Como nunca havia sido feito nada parecido, ela pediu ajuda a engenheiros e acadêmicos para ajudá-la a equipar a cadeira com dois propulsores acoplados no banco e duas ‘nadadeiras’ de acrílico para conseguir manobrar. O projeto está ganhando notoriedade e tudo indica que se tornará realidade para possibilitar outros deficientes a vivenciar a mágica experiência do mergulho.
 
Assista ao vídeo das acrobacias: http://www.youtube.com/watch?v=IPh533ht5AU

A cadeirante Sue Austin fazendo manobras com a sua cadeira debaixo d'água:
 
a cadeirante está inclinada para traz, com a sua cadeira, imersa em um mar profundamente azul, com os cabelos ruivos esparramados
 
a foto mostra os cabelos da cadeirante vistos por trás e as costas de sua cadeira de rodas, tudo imerso em um mar intensamente azul
 
a cadeirante está mergulhando no mar azul com a sua cadeira, a foto foi tirada entre duas grandes pedras e há muitos peixes laranjas em volta
 
Fonte:Deficiente Alerta - “Matéria postada em caráter informativo”
 
 
 

Enquanto isso no Terceiro Mundo... 2 - Concurso Miss Polônia em cadeira de rodas.

miss polski na wózkach. Ciecocinek 2013

A competição é uma iniciativa da Fundação JedynaTaka(da Polônia) junto com o Fundo Social, com a intenção de mudar a imagem das mulheres com deficiência na sociedade e mostrar que existem belas mulheres, que mesmo usando uma cadeira de rodas, não deixam de ser mulheres ativas com diferentes papéis sociais, tal como o papel de mãe. Desta maneira, elas não serão mais vistas apenas com a imagem de uma deficiente.

Foram inscritas 72 lindas cadeirantes para a competição; mulheres cheias de paixão, força de vontade e perseverança, na busca de seus sonhos; provando que cada mulher possui sua própria beleza de diferentes maneiras.

As candidatas chegaram ao desfile em grande estilo, todas conduzidas por grandes motocicletas. Durante o evento, as participantes apresentaram três danças corografadas, onde esbanjaram sensualidade e alegria. E logo depois, foram realizadas as premiações.
                                          Veja algumas fotos do evento:

ciechocinek. miss polski na wózkach. fotogrfa płock. zdjęcia Piotr Augustyniak. Fotoreportaż..

miss polski na wózkach. Ciecocinek 2013

miss polski na wózkach. Ciecocinek 2013

miss polski na wózkach. Ciecocinek 2013

miss polski na wózkach. Ciecocinek 2013
 
         A Miss Polônia em Cadeira de Rodas, foi a candidata 
         A Vice Campeã foi á candidata Veronica Sparrow
         E o 3º lugar ficou para a candidata Monika Buczyńska
 Um belo evento que atraiu um grande público! Pessoas que foram apreciar a beleza das candidatas e outras, para conhecer um pouco sobre a questão da feminilidade da mulher cadeirante, que para muitos não existe.
São com essas iniciativas diferenciadas, que aos poucos a inclusão e a quebra de tabús, referentes aos PCD'S, estão acontecendo.
Mas assim como a comunidade recebe bem essas ideias, nós mulheres cadeirantes também devemos fazer nossa parte, não deixando de ser vaidosas e não deixando em momento algum, de nos acharmos lindas! Afinal... toda mulher é bonita de diferentes maneiras!
 
                          Porque não existe um concurso deste no Brasil?

 

Fonte:http://www.inclusaodiferente.net/ -
                                            “Matéria postada em caráter informativo”


Cadeira de rodas controlada com o pensamento é apresentada no Consegi

Heloisa Cristaldo Repórter da Agência Brasil - Edição: Fábio Massalli



 Brasília – Concentração é a palavra-chave para utilização da cadeira de rodas controlada com o pensamento. A tecnologia é capaz de captar e ler as ondas cerebrais e acionar os comandos para movimentar a cadeira. Os criadores da solução apresentam, até amanhã (15), o equipamento no Espaço de Robótica e Inovação, do Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi).
 “Com o conhecimento do uso de redes neurais, conseguimos detectar áreas do cérebro que estão atuando. A onda cerebral captada é lida pelo sensor e comparada, com um padrão previamente estabelecidos. A partir daí basta treinar, relembrar o pensamento e se concentrar para movimentar a cadeira de rodas”, explica o professor de ciência da computação do Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa), Eugênio Pessoa, supervisor da criação.
Os comandos cerebrais são enviados por uma rede de transmissão sem fio de volta para a cadeira, que, então se move. De acordo com Pessoa, a cadeira de rodas com a nova tecnologia facilitará a locomoção de paraplégicos com pouca mobilidade nos braços e também de tetraplégicos. Para usar a cadeira é necessário um treinamento dos comandos cerebrais, que dura em média 20 minutos.
O equipamento foi projetado para custar até R$ 3 mil. No mercado, o preço de cadeiras de rodas mecanizadas variam de R$ 7 mil a R$ 15 mil. Segundo um dos criadores da cadeira de rodas, Felipe Cintra, a tecnologia precisa ser aprimorada para ser comercializada. “Ainda precisamos de um sensoriamento de ambientação, que verifique os obstáculos como escadas, desnível de piso, batente alto. Também temos que melhorar aspectos como conforto, acabamento e segurança”, diz.
A ideia da cadeira de rodas automatizada partiu de um projeto de conclusão de curso e da vontade de dois alunos em aplicar a tecnologia no cotidiano dos cidadãos. “Pensamos no lado social da ciência da computação. A pessoa, com a cadeira, não dependerá de alguém para empurrar. É um tipo de controle [pela força do pensamento] que não existe em escala comercial em nenhum lugar do mundo”, diz Cintra.
No Espaço de Robótica e Inovação também estão sendo expostas tecnologias como o robô capaz de apoiar o resgate de vítimas de incêndio, o mouse controlado por movimentos faciais e as lâmpadas que acendem ou apagam por meio do celular. Todas as inovações foram construídas a partir de tecnologias baseadas em softwares e hardwares livres.
Neste ano, o tema do evento é Portabilidade, Colaboração e Integração. A proposta do Consegi é reunir governo, academia e sociedade para trocar experiências e apresentar tecnologias que facilitem o acesso a serviços públicos e a melhorar o cotidiano das pessoas.
O congresso é promovido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e vai oferecer mais de 190 palestras, debates e oficinas gratuitas. O congresso tem transmissão ao vivo pelo  site do Consegi.
 
 
 
                                          “Matéria postada em caráter informativo”
 
 
 
 

 

Projeto de Lei quer garantir a vacinação à domicílio para pessoas com deficiência e idosos


Foi apresentado mais um Projeto de Lei de autoria do Deputado Estadual Gilson Andrade (PTC), que beneficia as pessoas com deficiência e os idosos. 

Trata-se do Projeto de Lei 119/2013, que garante à pessoa idosa e aquelas portadoras de deficiência o direito à vacinação em seu domicílio durante as campanhas de vacinação realizadas no Estado.

Essa garantia é válida sempre que houver impossibilidade de deslocamento dessas pessoas até os postos destinados à vacinação. 

 

 
O Art. 2º do Projeto de Lei destaca, entretanto, que o referido atendimento fica condicionado a requerimento da própria pessoa ou do responsável encaminhado ao órgão competente.

Em sua justificativa para apresentação do Projeto de Lei, o deputado Gilson Andrade argumentou que o Art. 3º da nossa Constituição Federal estabelece, em seu Parágrafo VIII, ao idoso e ao deficiente físico a “garantia de acesso à rede de serviços de saúde e de assistência social locais”.

Para o deputado Gilson Andrade, o projeto apresentado está em perfeita consonância com os preceitos constitucionais, no intento incansável de garantir os direitos individuais assegurados pela Constituição Federal. Por isso, pela relevância social do presente Projeto de Lei, ele acredita no apoio para aprovação desse projeto pelos seus colegas deputados.

 

Fonte:  Click Sergipe   -  “Matéria postada em caráter informativo”

MUNDIAL PARALÍMPICO DE NATAÇÃO - Aos 45, 'Dara Torres brasileira' supera síndrome rara e fatura inédito ouro

Após deixar o triatlo por problemas de saúde, Susana Schnarndorf ignora idade avançada e conquista o seu primeiro título em Mundiais de Natação.

Por Flávio Dilascio Direto de Montreal, Canadá

Susana Schnarndof mundial paralímpico de natação (Foto: Marcelo Régua/CPB)
Susana Schnarndorf se inspira em Dara Torres, que disputou cinco Olimpíadas (Foto: Marcelo Régua/CPB)

Símbolo da longevidade esportiva, a nadadora americana Dara Torres ganhou notoriedade ao participar de cinco Olimpíadas, mostrando ao mundo que a idade não é um empecilho para aqueles que têm vontade de vencer. Inspirada na lendária atleta dos EUA, uma brasileira roubou a cena na noite desta terça-feira, ao conquistar o ouro nos 100m peito categoria SB6 do Mundial Paralímpico de Natação, em Montreal. Com o tempo de 1m40s51, Susana Schnarndorf - que já obtivera o bronze nos 400m livre S6, na segunda-feira - entrou para a história ao faturar o inédito título aos 45 anos de idade.
- Desde que eu li o livro da Dara Torres que eu carrego o pensamento de que tenho 15 anos de idade, tamanha a minha vontade de competir e treinar. Quero estar nas Paralimpíadas de 2016 e em 2020 vou estar lá também. Tem meninas que nadam comigo que poderiam ser minhas filhas, mas não penso isso na hora, pois tenho tanta vontade e energia quanto elas - disse Susana, emocionada, na coletiva após a conquista.
Gaúcha radicada no Rio, Susana carrega consigo uma história de sofrimento e superação. Triatelta de sucesso até a terceira década de vida, a hoje campeã olímpica descobriu, em 2005, que sofria de um tipo raro de Mal de Parkinson. Aos poucos, a leveza e a disposição para corridas e pedaladas davam lugar à dificuldade de locomação. Depressiva, a pentacampeã brasileira de triatlo chegou a temer estar fadada à incapacidade. Foi quando conheceu a natação paralímpica, esporte que a devolveu a alegria de viver.
- O início da minha doença foi muito difícil, eu corria e pedalava o dia inteiro e, de repente, não conseguia andar nem engolir a comida. Passei por todas as fases, tristeza, depressão, auto-piedade e raiva. Queria não fazer mais nada e desistir da vida. Minha filha tinha meses de idade, quando eu recebi um diagnóstico muito ruim. Por isso, dou muito valor a cada metro que eu consigo nadar - destacou.
Com o lado esquerdo do corpo praticamente paralisado, Susana usa o esporte como parte do seu tratamento. Mãe de Mayla, 8 anos, Kaipo, 11, e Kaillani, 15, ela dedica uma média diária de sete horas às atividades físicas e reabilitacionais. Além da natação e da preparação física, ela faz fisioterapia e sessões de fonoaudiologia.
Susana Schnarndof mundial paralímpico de natação (Foto: Washington Alves/CPB)Brasileira desbancou a campeã olímpica Victoria Savtsova (Foto: Washington Alves/CPB)
- A piscina é o habitat que eu mais me sinto bem. Tenho dificuldade para andar, porque o meu lado esquerdo é rígido, e a água ameniza isso um pouco. Meu médico fala que se eu não fosse atleta eu estaria muito pior - contou.
Sobre a prova que a consagrou neste Mundial, Susana Schnarndorf classificou-a como perfeita. Ao desbancar a campeã olímpica Victoria Savtsova, da Ucrânia, deixando-a com a medalha de prata, a brasileira estava mais que satisfeita com o seu desempenho.
- De manhã, na eliminatória, não fui muito bem porque a prova não fluiu, mesmo eu nadando mais tranquila. Na final, à noite, fiz o melhor que poderia ter feito, mesmo com a tensão na hora de nadar. Numa prova de 100m você não pode errar nada, porque todas as outras nadadoras são tão boas quanto você - finalizou.
Dara Torres, natação (Foto: Agência Reuters)A americana Dara Torres tem 46 anos e ainda compete na natação (Foto: Agência Reuters)
 
 



 Fonte:http://sportv.globo.com/ -  "Matéria postada em caráter informativo”

GOL deve reservar duas poltronas por aeronave para portadores de deficiência

A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) determinou que a GOL Transportes Aéreos S/A assegure aos portadores de deficiência, comprovadamente carentes, o direito ao passe livre e gratuito, mediante a reserva mínima de duas poltronas, por aeronave, em todos os voos realizados em território nacional. A companhia aérea também foi condenada ao pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 50 mil.

por Marilia Costa e Silva

GOL deve reservar duas poltronas por aeronave para portadores de deficiência

 
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública contra a União Federal e contra a empresa GOL requerendo a concessão de tutela antecipada para que seja assegurado aos portadores de deficiência, comprovadamente carentes, o direito ao passe livre e gratuito em todos os voos realizados pela companhia dentro do território nacional.

O Juízo da 1.ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Uberlândia negou o pedido do MPF sob o fundamento de ausência de regulamentação da Lei 8.899/94, no tocante ao transporte aéreo, e de que a concessão da medida postulada implicaria em desequilíbrio do contrato de concessão firmado pela União e pela empresa aérea concessionária do serviço.

O MPF, então, recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1.ª Região destacando que seu pedido “limita-se a ordenar-se a fiel observância do quanto restou estabelecido no art. 1º da Lei 8.894/94”. Sustenta, ainda, que eventual desequilíbrio financeiro do contrato de concessão em referência “haveria de ser resolvido em outras instâncias, não se podendo admitir que sirva de suporte para negar-se o exercício do direito legalmente assegurado aos portadores de deficiência”.

A União sustenta em sua defesa a inadequação da via eleita, ao argumento de que a presente ação estaria sendo utilizada “como substitutiva de ação direta de inconstitucionalidade por omissão do poder público”.

Ao analisar o caso, o relator, desembargador federal Souza Prudente, não concordou com o argumento, trazido pela União, de inadequação da via eleita. “Diferentemente do que sustenta a União Federal, por intermédio da presente ação busca-se o efetivo cumprimento de disposição legal, devidamente regulamentada, em que se assegurou aos portadores de deficiência física, comprovadamente carentes, o direito ao livre acesso gratuito aos serviços de transporte interestadual”, ponderou.

Ainda de acordo com o magistrado, o art. 1º da Lei 8.894/94 e o art. 1º do Decreto 3.691/2000 “em momento nenhum fazem qualquer ressalva quanto aos serviços de transportes interestaduais, na sua modalidade aérea, afigurando-se desinfluente a circunstância de que a Portaria Interministerial 03/2001 tenha disciplinado, apenas, a forma em que se operaria a concessão do Passe Livre às pessoas portadoras de deficiência, comprovadamente carentes, no sistema de transporte coletivo interestadual, em suas modalidades rodoviária, ferroviária e aquaviária”.

O desembargador Souza Prudente ainda destacou em seu voto que todas as demais companhias aéreas que operam no aeroporto de Uberlândia (MG) estão cumprindo as determinações da legislação mediante a concessão de passe livre às pessoas com deficiência, comprovadamente carentes, “não se podendo admitir que apenas a empresa promovida – GOL Transportes Aéreos S/A – permita-se ao seu descumprimento”.

Por fim, o relator salientou que a orientação jurisprudencial do Supremo Tribunal Federal (STF) e do próprio TRF da 1.ª Região é no sentido de que “eventual desequilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão celebrado pela empresa concessionária do serviço de transporte interestadual de passageiro deverá ser submetido ao exame da Administração, não servindo de óbice à concessão do benefício em referência, sob pena de inviabilizar-se um dos objetivos fundamentais inseridos na Constituição Federal da República Federativa do Brasil, no sentido de se construir uma sociedade livre, justa e solidária”.



Fonte:http://www.rotajuridica.com.br/  - “Matéria postada em caráter informativo”
 


Daniel Dias conquista dois ouros e soma quatro medalhas no Mundial

Do UOL, em São Paulo
                                                                                                              Richard Wolowicz/Getty Images/AFP
  • Destaque brasileiro, Daniel Dias já soma três medalhas de ouro no Mundial Paraolímpico em Montréal
    Destaque brasileiro, Daniel Dias já soma três medalhas de ouro no Mundial Paraolímpico em Montréal

    • O nadador Daniel Dias conquistou nesta quarta-feira mais duas medalhas de ouro no Mundial Paraolímpico de esportes aquáticos, disputado em Montréal (CAN). O atleta, conhecido como "Phelps brasileiro", venceu os 50 m costas na classe S5 e ajudou o país no revezamento 4x50 m, prova em que nadou com Clodoaldo Silva, Ronystony Cordeiro e Adriano Lima.
      Na prova individual, Daniel Dias completou os 50 m em 35s97, quase três segundos à frente do britânico Andrew Mullen, que fez em 39s21 e ficou com a prata. 
      "Foi um bom tempo, mas esperava um 35s50. Eu sabia que o recorde seria um pouco difícil porque está um dia frio, e a gente não entra totalmente aquecido, mas saio satisfeito da prova, dei o meu melhor", declarou o nadador brasileiro.
      No revezamento, Daniel foi o último a pular na piscina, quando a equipe brasileira já estava em primeiro lugar graças a Clodoaldo Silva, que recuperou uma desvantagem deixada por Adriano Lima e entregou com folga para Dias encerrar em primeiro lugar. 
      Em três dias de competições até aqui, o nadador já soma quatro medalhas, sendo três de ouro (na terça-feira ganhou com muita folga os 200 m livre da categoria S5) e uma de prata, nos 50 m borboleta. Ele ainda tem mais seis provas para nadar em Montréal.
    • Fonte:http://esporte.uol.com.br/  - “Matéria postada em caráter informativo”