sábado, 7 de setembro de 2013

STF derruba limite rígido a benefício para deficientes e idosos pobres

Jornal do Brasil
Luiz Orlando Carneiro
Imagem Internet/Ilustrativa
O Supremo Tribunal Federal decidiu, no dia 18/04, por maioria de seis votos, que a concessão do benefício  de um salário mínimo mensal a deficientes ou idosos que tenham provado a condição de miserabilidade, previsto na Constituição (artigo 203), deve prevalecer em face da Lei Orgânica da Previdência Social (Loas), que limitou tal prestação aos que recebem até um quarto de salário mínimo.
Mas – pelo menos até que o Congresso modifique o dispositivo legal – os juízes devem examinar caso por caso, a fim de que o “critério de miserabilidade” não fique amarrado ao percentual do salário mínimo previsto na lei vigente. Tecnicamente, o STF declarou a “inconstitucionalidade incidental” do parágrafo 3ª do artigo 20 da Loas, mas “sem pronúncia de nulidade”.
Da mesma forma, a maioria declarou a inconstitucionalidade do artigo 34 do Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003): “Aos idosos, a partir de 65 anos, que não possuam meios para prover sua subsistência, nem de tê-la provida por sua família, é assegurado o benefício mensal de um salário mínimo, nos termos da Lei Orgânica da Assistência Social (Loas)”.

No entanto, o plenário não obteve a maioria de seis votos – proposta por Gilmar Mendes – para que fosse aprovada uma “modulação temporal” no sentido de que o Congresso aprovasse, até 31/12/2005, uma revisão da Loas, a fim de que se adapte ao preceito constitucional do artigo 203.
O caso
O STF levou ao todo três sessões – desde o início do julgamento dos dois recursos e de uma reclamação sobre o mesmo assunto, em junho do ano passado – nesta discussão sobre o choque ainda existente entre o artigo 203, inciso 5, da Constituição, e o parágrafo 3º do artigo 20 da Lei Orgânica da Assistência Social.
O dispositivo da Carta de 1988 prevê “a garantia de um salário mínimo mensal à pessoa portadora de deficiência física e ao idoso”, desde que “comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei”. Já a Loas, de 1993, dispõe: “Considera-se incapaz de prover a manutenção da pessoa com deficiência ou idosa a família cuja renda mensal per capita seja inferior a um quarto do salário mínimo”.
Maioria
No julgamento encerrado nesta quinta-feira, o voto-condutor foi o de Gilmar Mendes, logo seguido pelo ministro Luiz Fux (que havia pedido vista) e pelos ministros Rosa Weber, Cármen Lúcia e Celso de Mello. O ministro Joaquim Barbosa – último a votar – aderiu ao voto de Mendes (com exceção à proposta de modulação).
Mendes destacou que o próprio legislador tem revelado a intenção de tornar mais “elásticos” os critérios fixados pela Constituição (art. 203) para a concessão de benefícios assistenciais, como as leis que instituíram os programas Bolsa Família, de Acesso à Alimentação, Bolsa Escola, Estatuto do Idoso e outros. “O STF parece caminhar no sentido de se admitir que o critério de um quarto do salário mínimo pode ser conjugado com outros fatores indicativos do estado de miserabilidade do indivíduo e de sua família para concessão do benefício assistencial”, afirmou o relator do RE 580.963.
O INSS estava empenhado na declaração de constitucionalidade do parágrafo 3º do artigo 20 da Loas, tendo em vista a possibilidade de uma decisão do STF contra os recursos provocar um “prejuízo” de cerca de R$ 20 bilhões nos cofres da Previdência Social. E questionava decisões judiciais de instâncias inferiores segundo as quais o chamado benefício assistencial de prestação continuada ao idoso ou deficiente deve ser pago, também, mesmo quando um outro membro da família receber aposentadoria ou benefício de outra ordem.
Fonte:  http://www.deficienteciente.com.br/ Imagem Internet/Ilustrativa 
                                        “Matéria postada em caráter informativo”

A história das cadeiras de rodas

CADEIRAS DE RODAS E SUA EVOLUÇÃO HISTÓRICA (*)
Introdução

Para termos uma idéia clara quanto à evolução do indispensável recurso da "tecnologia assistiva", que tem sido a cadeira de rodas, deveremos fazer cansativas pesquisas em bibliotecas de Faculdades de Medicina ou de áreas específicas, como fisioterapia, terapia ocupacional e correlatas.

Vale a pena lembrar que, espalhadas por diversos sites da Internet, poderemos encontrar muitas ilustrações que nos darão base para nossos estudos mais profundos ou para tornar mais interessantes nossos eventuais artigos ou nossas aulas, palestras e conferências, conforme o caso.

Este trabalho é uma espécie de compactação de relevantes tópicos e ilustrações sobre Cadeiras de Rodas (inclusive algumas muito sutis e perspicazes piadas).

O Surgimento de Cadeiras de Rodas

Não é difícil imaginar que a necessidade de movimentar uma pessoa acidentada ou doente com mais facilidade do que pegá-la pelas pernas, pelos braços ou colocá-la nos ombros, existiu desde os primeiros dias do homem sobre a Terra.

Embora no início levado muito naturalmente às costas de homens mais fortes pelas matas ou pradarias, o homem ferido foi aos poucos carregado sobre galhos de árvores arrastados pelo chão, ou sobre pranchas trançadas com cipós, mais facilmente arrastadas quando apoiadas em "pernas" adrede preparadas, à moda das muitas raças de índios que dominaram as planícies atualmente ocupadas pelo Canadá e Estados Unidos da América. Trenós e carrinhos de mão (que nossos habitantes da zona rural chamam de carriolas) foram também utilizados, desde a Idade Média.
Quadro - "A fonte do rejuvenescimento" de Lucas Cranach
No entanto, é impossível detectar em que momento algum inventivo ser humano notou que, colocando rodas sob um assento ou sob uma cama em que a pessoa estivesse acomodada, a tarefa seria menos cansativa, muito mais facilitada e demandaria muito menor esforço. Além disso, provocaria menor dor e desconforto para o transportado. 
Charge - Cadeira de rodas na Pré-História








"Interessante mudança na roda, Og..
Para que serve?"



Um cartoonista analisou esse momento, com seu tom de sátira. Mas, na cena reproduzida ao lado, há uma verdade inquestionável: acidentes, pancadas, quedas, fraqueza de membros, amputações, paralisias, doenças agudas ou crônicas e outros males que levam uma pessoa ao leito, podem levar também ao uso de cadeira de rodas para movimentar-se. 




Uma Primeira Ilustração de Cadeira de Rodas

Hefesto a caminho de sua
oficina de trabalho

Uma das primeiras e alegóricas gravuras de uma cadeira de rodas, que chegou até nós, está em um vaso grego do século IV AC. Nela aparece muito claramente Hefesto (Hephaistos), o deus grego da metalurgia e das artes mais finas, comodamente sentado em uma cadeira de rodas com aros (inovador) e acionada por dois cisnes (muito imaginativo). Ou seja, idéia de uma cadeira de rodas auto-propulsionada, anfíbia e que não demandava esforço algum do ocupante... Esse mitológico deus grego sempre foi considerado na cultura grega antiga como muito competente em sua profissão, tendo chegado até a criar assistentes seus, do sexo feminino, que eram lindas jovens de metal dourado, articuladas, inteligentes... e robotizadas.



Existe outra ilustração no bocal de um vaso grego, mais ou menos da mesma época e que certamente levou em consideração a primeira representação da cadeira de rodas de Hefesto, que nos mostra o controvertido deus metalúrgico como conviva, devidamente integrado entre seus demais "colegas" do Olimpo. É um verdadeiro exemplo de inclusão social entre os deuses principais da mitologia grega, muitos séculos antes de Cristo. 

Hefesto e deuses do Olimpo
Hefesto numa espécie de " happy hour" com os demais deuses, bem recebido por todos


Berço com rodas
Um Berço com Rodas

A ilustração ao lado é muito rara e mais antiga. Quase desconhecida, foi pintada em um vaso grego do século VI A.C., mostrando-nos a combinação de uma cama infantil com rodinhas. É um primeiro notável exemplo de adaptação de móveis com rodas na cultura grega de séculos Antes de Cristo. 













Charge - Gustafson
" O que é que você esperava... rampas?!"


"Ridendum Castigat Mores"

O famoso cartunista Gustafson criou algumas situações que servem para analisarmos cadeiras de rodas como um recurso muito útil na vida das pessoas com deficiência. Ele segue o velho adágio latino sobre os filósofos satíricos: Ridendum castigat mores" (Rindo atinge (castiga) os costumes).

Deixa sempre, no entanto, seu recado subliminar pontiagudo. Neste caso, por exemplo, podemos pensar em: A vida de uma pessoa em cadeira de rodas, defrontando-se sempre com barreiras arquitetônicas, pode ser um inferno!!!






Cadeira de Rodas Especial de Rei 

Poucas são as ilustrações de cadeiras de rodas antigas que chegaram até nossos dias e vale a pena divulgá-las. O Disability Museum dispõe de exemplos bastante notórios a partir do século XII. De séculos posteriores, uma das marcantes cadeiras de rodas, inserida numa obra da Dra. Sawatzky, ortopedista de Vancouver-Canadá, é aquela utilizada pelo rei Felipe II, da Espanha, em 1595.

Além do rei poder ser transportado com muita cautela, mas com certa facilidade pelos diversos ambientes do palácio, a cadeira de rodas foi fabricada de tal forma que tinha mecanismos para inclinação e repouso dos pés, podendo transformar-se em um leito provisório, para repouso e maior comodidade do monarca espanhol. 


Cadeira de Rodas Mais Leve
Cadeira de rodas mais leve
Houve, com o passar dos anos, muitas famílias ricas que encomendaram cadeiras de rodas, de acordo com suas posses, que estivessem de acordo com as necessidades de seus membros e com seu estilo de vida. Isso aconteceu por diversos séculos, durante os quais não havia a produção sistemática de cadeiras de rodas. 

Esse foi o caso dessa verdadeira poltrona móvel, com duas rodas maiores sob o assento e duas menores para garantir facilidade de movimentação. Era acabada em vime da Índia, pesando mais ou menos 25 quilos. Podia ter ou não sistema de propulsão ao lado das rodas. Normalmente era movimentada por outra pessoa.

Cadeira de Rodas Mais Sofisticada

Cadeiras de Rodas Mais Sofisticadas
Sendo inexistente a produção em série de cadeiras de rodas, algumas mais sofisticadas foram fabricadas por encomenda, numa base individual. Em muitos casos havia preocupação com o conforto da pessoa, conforme podemos notar pelas características dessa cadeira, com duas de suas rodas providas de aros e uma menor para tornar mais fácil o rumo a ser tomado. Era facilmente manobrável e isso já no século XVIII.


Cadeira de Rodas Auto-Manobrável
Stephen Farfler em sua cadeira  de rodas

Podemos, claro, encontrar inventivos utilizadores de cadeiras de rodas que criaram seus próprios modelos, como Stephen Farfler, que era um relojoeiro paraplégico, e que foi seu criador, aos 22 anos de idade, no ano de 1655. Esse confortável modelo era movimentado pelo próprio usuário. Utilizava os dois braços e não requeria qualquer ajuda em terreno plano - desde que não houvesse barreiras, como hoje em dia.

Cadeira de rodas moderna
A Modernidade Inicial das Cadeiras de Rodas

Num passo decisivo para o objetivo desenvolvimento de cadeiras de rodas mais versáteis, no ano de 1933 Herbert A. Everest, norte-americano, encomendou uma cadeira de rodas que poderia ser levada num automóvel. O engenheiro H.C. Jennings construiu para ele essa primeira cadeira de rodas dobrável. Esse modelo, devidamente patenteado como muitos outros modelos, foi utilizado por décadas, com a marca Everest/Jennings, antes que outros surgissem no mercado.


Cadeiras de Rodas para Esportes
Cadeiras de rodas especiais para a prática de esportes

Adaptações indispensáveis para tornar as cadeiras de rodas ágeis e seguras em determinados esportes - tais como as corridas e maratonas, o basquetebol e o tênis em cadeiras de rodas - foram criadas em todas as partes do mundo. Há modelos surpreendentes nesse campo, muito leves, com eixos especiais e muito menor proximidade do solo, como esse utilizado para tênis de quadra.



Cadeiras de Rodas em Regiões mais Pobres
Ilustrações - Cadeiras de  rodas e adaptações
David Werner, em seu livro Nothing About Us Without Us - Nada Sobre Nós Sem Nós, apresenta diversas ilustrações a respeito de tecnologias várias adaptadas a situações de extrema carência de recursos.

Uma delas relaciona-se a modelos alternativos de cadeiras ou assentos com rodas.
Werner, com sua vasta experiência em regiões montanhosas e pobres, defende a individualização das cadeiras, porque, segundo suas afirmativas, "uma criança com deficiência não é um saco debatatas". Além disso, há que se considerar que as necessidades de cada criança são sempre de alguma forma diferentes.


Becky (Amiga de Barbie) em Cadeira de Rodas
Boneca Becky em sua cadeira de rodas
Num artigo publicado na revista One in Ten, da Rehabilitation International, no ano de 1998, Tomas Lagerwall, então do Swedish Handicap Institute (hoje é Secretário Geral da Rehabilitation International) escreveu: "Muitas garotas e alguns meninos brincam com uma boneca chamada Barbie. Becky, a amiga de Barbie, usa uma cadeira de rodas.

A boneca tem ajudado crianças a se acostumar com o fato de que algumas pessoas têm deficiência e que os recursos que usam fazem parte de suas vidas. Há também bonecos e bonecas com deficiências, sendo produzidos em países mais pobres. Esses brinquedos, que estimulam a aceitação, podem ter uma forte influência sobre as atitudes das crianças para com as deficiências" (Thomas Lagerwall).


Cadeira de rodas motorizada
Motorizadas e mais Modernas

Com o avanço industrial e com o surgimento de matéria-prima muito mais moldável e mais leve, além de muito maior demanda, as cadeiras de rodas evoluíram de uma forma surpreendente desde as primeiras Décadas do Século XX. Seria tarefa impossível levantar todos os modelos existentes, desde as manuais, dobráveis ou não, às hospitalares, às adaptadas a situações específicas e também às motorizadas, que aos poucos vão tomando conta do mercado, como esta da gravura.
Cadeiras de Rodas Especiais

Há modelos para muitos gostos e muitas necessidades. De triciclos (scooters) existem centenas de modelos, cores e estilos em todas as partes do mundo. Há cadeiras de rodas para todos os terrenos e superação de obstáculos também. O importante é que elas não sejam confinadoras, mas libertadoras das pessoas que as utilizam.
Cadeiras de rodas especiais

Presidente Roosevelt em sua cadeira de rodas
Gente Muito Famosa em Cadeira de Rodas
Cremos que uma das figura mais famosas e importantes, que viveu no Século XX e que foi vítima da poliomielite, quando já era Presidente dos Estados Unidos, foi Franklin Delano Roosevelt.
Embora fosse notório que seus assessores (e ele mesmo) evitassem que fosse visto ou movimentado em público e fotografado utilizando uma cadeira de rodas, não a dispensava em momentos especiais. Nesta foto, ele dava seu apoio à campanha nacional contra a poliomielite e levava ao colo seu cão para reduzir o impacto de sua evidente deficiência física.

Importância das Cadeiras de Rodas nas Campanhas de Acessibilidade

Placas sinalizadoras em campanhas de acessibilidade
Campanhas múltiplas têm sido desenvolvidas em muitas partes do mundo, procurando chamar a atenção para os aspectos de acessibilidade que afetam sobremaneira as pessoas que usam cadeiras de rodas. Pequenos ícones estão espalhados pelos mais variados sites da Internet, pregando o acesso a todos os ambientes.
A Rehabilitation International aprovou seu projeto de ícone indicativo de acesso a cadeiras de rodas (aprovado pelo Sistema ISO de qualidade), que se tornou internacional.

Outros esforços têm sido desenvolvidos continuamente e precisam ser sempre apoiados.



(*) Otto Marques da Silva
Consultor em Reabilitação Profissional
Coordenador Geral do Centro de Referências FASTER
E-mail: falecomfaster@uol.com.br

(*) Ricardo José Del'Acqua
Engenheiro Mecânico
Web-Designer do site www.crfaster.com.br
Centro de Referências FASTER
E-mail: rdelacqua@bol.com.br

Fonte:http://www.crfaster.com.br - “Matéria postada em caráter informativo”

Plano é condenado a indenizar pais de criança por falta de cobertura em tratamento de autismo

Plano de saúde está sendo condenado por danos morais e materiais. A indenização pode chegar a mais de 63.000 reais.

da Redação

Imagem Internet/Ilustrativa
Por não oferecer cobertura e reembolso total dos custos referentes ao tratamento médico de uma criança de três anos com autismo, o plano SulAmerica Seguro Saúde S/A foi condenado a pagar aos pais da criança R$ 63.377,04, sendo R$ 43.377,04 por danos materiais e R$ 20 mil por danos morais. A decisão do juiz Rogério Lins e Silva, da 2ª Vara Cível do Recife, foi publicada no Diário de Justiça Eletrônico dessa terça-feira (3). O plano de saúde ainda pode recorrer da decisão.

A decisão também determina que a Sul América autorize a realização de todos os procedimentos necessários ao tratamento da criança com autismo.

Na sentença, o juiz declarou que a cláusula do contrato do plano que limita o valor de cobertura de tratamento de saúde é abusiva. Por esse motivo, foi determinada na sentença a restituição de R$ 43.377,04, valor gasto pelo casal e que não foi reembolsado pela seguradora, sob a alegação de cláusulas contratuais que só permitiam a restituição parcial.

DANOS MORAIS – Com base na jurisprudência de outros tribunais, o magistrado condenou a seguradora por danos morais. "Com base no artigo 5º, inciso X, da Constituição Federal, condeno a seguradora demandada a pagar uma indenização ao autor por lhe ocasionar danos morais, consistentes em negar o reembolso de despesas que lhe eram devidas, causando-lhe abalos psíquicos, problemas financeiros e angústia", escreveu o magistrado.

Fonte: NE10 - Imagem Internet/Ilustrativa - “Matéria postada em caráter informativo”

Escola particular cobra taxa ilegal para matricular criança com síndrome de down

Segundo instituição, valor seria empregado para a contratação de um funcionário adicional que acompanharia o garoto.

Do R7

Criança síndrome de down matrícula
"Foi um dia muito triste para mim. Não pensei que fosse me deparar com esse preconceito da sociedade tão rápido", diz Mônica, na foto, com Gabriel

Uma escola de educação infantil de São Paulo pediu à mãe de uma criança de dois anos, portadora da síndrome de down, o pagamento de um adicional na mensalidade para receber o menino. O valor seria utilizado na contratação de um profissional para acompanhar o menino durante o período em que estivesse na escola.

O caso aconteceu na escola Infantus, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital paulista, no início de agosto. Depois de consultar algumas escolas da região, a engenheira civil Mônica Burin, mãe de Gabriel, de apenas dois anos, chegou à instituição particular sem agendar visita, conforme explicou ao R7, e ao dizer que procurava uma escola para matricular o filho, que a acompanhava na visita, foi informada pela funcionária que a atendeu que, para aquele caso, a escola precisaria contratar alguém para acompanhar o menino e que isso acarretaria um acréscimo na mensalidade. O valor seria empregado nas despesas desse profissional.  A atitude é ilegal do ponto de vista da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), a partir do que define o artigo 209 da Constituição Federal de 1988.

— Eu disse [à escola] que isso não seria uma inclusão, e sim uma exclusão, porque ele vai ficar no cantinho com uma babá, e nesse caso eu contrato uma babá e o deixo em casa — avaliou Mônica, ao ser informada sobre o funcionário que precisaria ser contratado. 

Ela lembra que, sob a orientação de terapeutas, fisioterapeutas e fonoaudiólogo, decidiu matriculá-lo em uma escola para que ele aprenda, em contato com outras crianças, “a marcha, que é o andar, a comer sozinho, o que toda criança nessa faixa-etária já faz um pouco”. 

Segundo Mônica, a funcionária da escola que a atendeu informou que o acompanhamento de um profissional era norma da casa, independentemente da deficiência apresentada pela criança. E que ele daria suporte à professora para as atividades do dia a dia. A funcionária disse ainda que outros casos de inclusão na escola foram realizados da mesma maneira.

— Acho um desrespeito o que a escola fez, uma falta de consideração. E se a diretora tem um filho com síndrome de down, como ela vai encarar o mercado? [...] Foi um dia muito triste para mim. Não pensei que fosse me deparar com esse preconceito da sociedade tão rápido.

Os valores da mensalidade mais o adicional referente à contratação de um profissional foram enviados a Mônica por e-mail pela escola. De acordo com o e-mail enviado, caso a mãe optasse por matricular o filho em meio período, os custos seriam R$ 630 da mensalidade mais R$ 300 relativos ao auxiliar; se decidisse pelo período integral, os valores seriam R$ 970 mais R$ 500.

Há cerca de duas semanas, Mônica matriculou o filho em uma outra escola particular da região. Segundo a mãe de Gabriel, não houve cobrança pelo pagamento de um profissional que auxiliasse no atendimento ao filho. 

— Hoje ele está em uma classe com inclusão, sem cobrar nada. Estou super feliz.

Ilegal

Segundo informações da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, a cobrança da taxa é ilegal. O órgão informa que, se a escola entender que precisará de um profissional para auxiliar o professor no atendimento a uma criança com algum tipo de necessidade especial, o custo deste profissional é de responsabilidade da escola. E que o fato de ser uma instituição privada não dá a qualquer escola o direito de se negar a matricular um aluno por algum tipo de deficiência. A secretaria informou também que a diretoria regional da educação sob a qual a escola está submetida já informou à instituição que a prática é ilegal.

Em nota, a Ampid (Associação Nacional dos Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos dos Idosos e Pessoas com Deficiência) destaca que o artigo 209 da Constituição Federal de 1988 esclarece que o ensino é livre à iniciativa privada, desde que sejam cumpridas pela instituição as normas gerais da educação nacional, previstas na LDB. Atualmente, o artigo 58 define que “entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação”. A Meta 4 do PNE (Plano Nacional de Educação), que aguarda votação no Senado, pede, entre outras coisas, a retirada da expressão "preferencialmente" e propõe a universalização do atendimento a portadores de deficiência em instituições do ensino regular. 

Aline Maria Fernandes Morais, coordenadora do núcleo especializado nos direitos do idoso e da pessoa com deficiência da Defensoria Pública de São Paulo, destaca que a cobrança é discriminatória, uma vez que a lei pretende incluir a criança com deficiência no ensino regular. 

— A partir do momento que você cobra desse pai um custo por conta de um atendimento especializado, você está discriminando e dificultando essa inclusão.

Outro lado
A diretora da escola Infantus, Marisy Dellarett Aguiar Sousa, disse ao R7 que não tinha informações sobre a ilegalidade do adicional sugerido à mãe de Gabriel. Segundo ela, tratou-se de sugestão feita de modo a oferecer bem estar ao menino, e nega que a atitude tenha sido tomada com base no preconceito ou com objetivo de explorar a condição da criança.

Marisy avisa que a escola, que tem menos de 100 alunos, tem um casal de gêmeos com suspeita de autismo e uma outra criança com síndrome de Sturge Weber, rara, que afeta o sistema vascular cefálico. E que nenhuma das famílias dessas crianças paga adicionais na mensalidade para o atendimento dos filhos.

— De forma alguma foi questão de preconceito, pelo contrário. Sempre estamos disponíveis para ajudar no que for possível, pois muitas escolas, neste caso, alegariam não ter vaga sabendo da situação, e nós nos colocamos à disposição para ajudar, receber a criança, apenas com essa observação dessa pessoa a mais, mas pensando no bem estar do aluno.

A diretora informou também que a escola, que funciona há 17 anos, conta com o trabalho parceiro de psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas para orientar os funcionários da escola no atendimento aos alunos com deficiência. E que estaria disposta a rever o valor adicional passado caso Mônica tivesse retornado à escola para discordar da adição à mensalidade.

Fonte:http://noticias.r7.com/ - “Matéria postada em caráter informativo”

Relato – Acessibilidade em Paris e Berlim

Por José Petrola

Imagem Internet/Ilustrativa
Estive de férias em Paris e Berlim e tive a oportunidade de ver que, em termos de acessibilidade, as duas cidades estão bem à frente da maioria das capitais brasileiras. Em Berlim é fácil encontrar calçadas rebaixadas para cadeirantes e semáforos sonoros para pessoas com deficiência visual. O fato de ser uma cidade bastante plana e pensada para quem anda sem carro também ajuda.
Em Paris também se percebe um esforço pela acessibilidade, por exemplo, em algumas estações de metrô, que tem o piso tátil para cegos. Alguns pontos turísticos são adaptados para cadeirantes, como o Museu de Orsay.
Além de adaptações nas ruas e nos prédios recentes, Paris e Berlim acolhem bem as pessoas com deficiência graças às atitudes de seus moradores. Pequenos gestos, como respeitar as leis de trânsito, dar preferência aos pedestres que estão atravessando uma rua, deixar a esquerda livre em escadas rolantes e calçadas, entre outros, fazem muita diferença.

Museus acessíveis para surdos na Europa

Um exemplo é o “hearing loop” (em inglês) ou “boucle magnétique” (em francês), uma tecnologia quase onipresente nos museus franceses e alemães e é de extrema importância para os surdos oralizados. Trata-se de um sistema que transmite o som para aparelhos auditivos ou implantes cocleares através de indução magnética, funcionando na prática como um fone de ouvido sem fio.
Em cinemas e teatros com “hearing loop”, basta que o surdo coloque seu aparelho auditivo na posição T para ouvir a transmissão. Os museus oferecem audioguias com um “hearing loop” portátil, um colar que, quando colocado no pescoço, transmite o som ao aparelho auditivo. A grande vantagem é que se trata de uma tecnologia relativamente barata e dá mais independência para os surdos.

No Brasil, infelizmente, ainda se investe em tecnologias que usam transmissão FM, que acarretam um custo financeiro alto e, em algumas situações, constrangimento para o usuário.
Aqui, os aparelhos auditivos não costumam ser programados para aceitar o hearing loop, uma vez que essa tecnologia é quase desconhecida por aqui. Portanto, quem é surdo e pretende viajar à Europa deve insistir com seu fonoaudiólogo para programar seu aparelho e poder usufruir do “hearing loop” durante a viagem.
Testei o “hearing loop” no Museu Pergamon, na Ilha dos Museus, em Berlim, e no Centro Georges Pompidou, em Paris, mas não consegui usá-lo porque não tinha programado o aparelho antes de viajar. Recomendo muito para surdos em viagem à Europa, uma vez que este recurso existe na maioria dos museus de Paris e Berlim.

Fonte: http://www.guiainclusivo.com.br/ - Imagem Internet/Ilustrativa

                                      “Matéria postada em caráter informativo”

Estudo com células-tronco pode curar hidrocefalia em fetos Leia mais em: http://zip.net/bykR5h

Eloy Vera Na Espanha

Imagem Internet/Ilustrativa
Cientistas europeus e americanos podem ter encontrado uma cura para a hidrocefalia, transtorno que atinge cerca de três milhões de crianças por ano, ao substituir as células danificadas da crosta cerebral por células-tronco em cirurgia no período fetal.
A notícia foi dada à Agência Efe pelo pesquisador argentino Esteban Rodríguez, do Instituto de Anatomia, Histologia e Patologia da Universidade Austral do Chile, que participa na ilha espanhola de Fuerteventura (nas Canárias) do 26º Congresso da Sociedade Anatômica Espanhola.

A hidrocefalia é um acúmulo de líquido cefalorraquidiano dentro do cérebro e, segundo Rodríguez, "não é só um transtorno líquido, mas de todo o cérebro, pois produz um dano cerebral que, inclusive, é anterior à hidrocefalia".

O pesquisador explicou como acontece um caso de hidrocefalia congênita fetal: "Em condições normais o líquido cefalorraquidiano está em permanente circulação, a partir dos ventrículos laterais, onde é produzido, até onde se absorve. Quando há dificuldade de circulação ou produção do líquido, ele se acumula nas cavidades ventriculares, o que causa o crescimento da cabeça".
A doença neurológica afeta quase dois em cada mil recém- nascidos. Até hoje não havia sido encontrada cura para ela, que mata metade das vítimas em aproximadamente 15 anos. A medicina até agora só consegue fazer tratamentos que diminuam o dano cerebral cirurgicamente.

Já Rodríguez, que estuda a patologia há 15 anos, acredita ter descoberto o mecanismo de desenvolvimento da doença e atribui às células-tronco a possível via para a cura.

A pesquisa de sua equipe está centrada em mostrar que fetos hidrocefálicos, tanto humanos como animais, têm uma doença das células- tronco que desencadeia duas patologias: a hidrocefalia e o transtorno neuronal.

E a alternativa que buscam é "substituir essas células-tronco por células-tronco normais para que sigam criando neurônios que formam a crosta cerebral sem causar dano neurológico". As células-tronco para fazer neurônios poderiam ser extraídas de tecidos tanto do feto como da própria mãe e seriam transplantados em cirurgia.

A equipe é composta por sete centros de investigação de vários países e trabalha há dois anos com a possibilidade dos transplantes. A pesquisa ainda está em nível experimental, mas o cientista argentino acredita que se seguirem nesta linha com sucesso os primeiros resultados podem ser alcançados em um ano e meio.

"Se as células transplantadas vão para o lugar danificado e se diferenciam em neurônios, poderíamos realizar as primeiros tentativas em humanos", acredita.
Rodríguez alertou que, além da hidrocefalia congênita, existe a adquirida, que pode acometer qualquer pessoa em qualquer etapa da vida devido, por exemplo, à aparição de um tumor, e a normotensão registrada em idosos sem que eles tenham tido tumores prévios.

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/ - Imagem Internet/Ilustrativa

                                “Matéria postada em caráter informativo”

Vacina anticâncer de pele começa a ser testada em humanos

O câncer pode ser prevenido. VERDADE: é possível evitar diversos fatores associados à doença. Os causados pelo tabagismo e uso de bebidas alcoólicas podem ser prevenidos em sua totalidade. Evidências científicas sugerem que aproximadamente um terço das mortes por câncer estão relacionadas a neoplasias malignas causadas por fatores dietéticos. Além disso, muitos cânceres de pele podem ser prevenidos pela proteção contra os raios solares


Em Washington

         Getty Imagem

Cientistas afirmaram nesta sexta-feira (6) que já começaram os testes preliminares da vacina experimental para tratar o câncer de pele em humanos. A iniciativa parte de um esforço crescente para "treinar" o sistema imunológico a combater os tumores.
A abordagem, que demonstrou eficácia em ratos de laboratório em 2009, consiste em inserir um implante esponjoso do tamanho de uma unha sob a pele, onde ele reprograma as células imunológicas do paciente para encontrar células cancerosas de melanoma e matá-las.
"É raro conseguir testar uma nova tecnologia em laboratório e levá-la para testes clínicos em humanos tão rapidamente", disse Glenn Dranoff, professor de Medicina da Escola Médica de Harvard e integrante da equipe de pesquisas do Instituto Wyss de Engenharia Biológica.
O teste de fase 1 visa testar a segurança do implante em um número pequeno de pacientes humanos. Depois disso, o dispositivo pode seguir para testes de fase 2 para verificar sua eficácia e testes de fase 3 mais amplos antes de chegar ao mercado.
Os implantes são feitos de um polímero de material biodegradável, altamente permeáveis e que contêm antígenos específicos ao tipo de tumor que é tratado.
O dispositivo libera uma proteína que atrai as células imunológicas e as envia preparadas para detectar e matar as células tumorais.
Os cientistas dizem que ele funciona diferente das vacinas convencionais anticâncer, que consistem em remover as células imunológicas do paciente, reprogramá-las para atrair a malignidade e reinjetá-las porque elas funcionam dentro do corpo.
Um medicamento já comercializado usando o sistema imunológico contra o melanoma, denominado Yervoy, fabricado pelo laboratório Bristol Myers Squibb foi aprovado por reguladores americanos em 2011.
Os gigantes farmacêuticos Merck e Roche também têm medicamentos que usam o sistema imunológico para combater o câncer em testes clínicos.
A farmacêutica britânica GlaxoSmithKline sofreu um golpe esta semana, quando seu teste de fase 3 de um candidato a vacina MAGE-A3 não estendeu a sobrevida de pacientes com melanoma que receberam a vacina depois que seus tumores foram removidos cirurgicamente.

Fonte:http://noticias.bol.uol.com.br/ - “Matéria postada em caráter informativo”

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Sobrevivente de atentado terrorista busca vaga paraolímpica em Londres

   Martine Wright perdeu as duas pernas no atentado terrorista de 2005, no metrô de Londres Foto: AP

   Martine Wright perdeu as duas pernas no atentado terrorista de 2005, no metrô de Londres Foto: AP

Martine Wright estava atrasada para o trabalho. Ter ficado acordada até tarde para celebrar a escolha de Londres como sede da Olimpíada de 2012 tinha feito perder o horário. No metrô, ela não entrou em seu vagão específico, que a deixaria mais próxima à saída. Em vez disso, pulou para o que estava mais perto pouco antes de a porta se fechar. Momentos depois, caos.
Uma luz branca brilhou e ela se sentiu sendo atirada longe. Uma policial à paisana encontrou Wright nos escombros e segurou sua mão. Wright olhou para cima e viu um tênis. Ele havia sido arrancado de seu pé e espetado em um pedaço de metal. A gerente de marketing perdeu as duas pernas na manhã de 7 de julho de 2005, no atentado terrorista no metrô que matou 52 pessoas e quatro suicidas.
Martine Wright permaneceu em coma por 10 dias e seu corpo ficou inchado para duas vezes o tamanho normal. Quando seu irmão e irmã a viram no hospital, disseram à polícia que não era ela. Sete anos depois, Martine Wright é uma atleta em tempo integral. Seu objetivo é conseguir vaga para disputar os Jogos Paraolímpicos de Londres, entre 29 de agosto e 9 de setembro.
Martine, 39 anos, se lembra de sua mãe segurando seu rosto, dizendo que poderia ter morrido ou ficado com sequelas cerebrais, mas isso não aconteceu. Ela aprendeu a andar novamente com a ajuda de próteses, e também aprendeu a voar: pulou de paraquedas em um evento de caridade. Também se casou com seu namorado de longa data, Nick Wiltshire, e teve um filho.
Mas de alguma maneira, seguir em frente requeria algo a mais. Ela precisava de um objetivo. Sempre atlética - ela havia jogado hockey na universidade - se voltou para os esportes. "Eu queria sentir aquela competitividade que tinha no trabalho, aquela fome de sucesso", disse Martine. Tentou o tênis em cadeira de rodas, mas se interessou pelo vôlei sentado porque não precisava do apetrecho para praticar.
No vôlei sentado, amputados jogam em uma quadra de tamanho reduzido com rede baixa. Wright costuma brincar dizendo que a quadra fica brilhando depois das partidas. Foi em um ginásio na Universidade Roehampton, na zona oeste de Londres, que Wright encontrou o companheirismo no esporte.
Teste para o vôlei sentado
A organização dos Jogos de Londres tem um objetivo ao dar atenção aos Jogos Paraolímpicos: a Rainha Elizabeth II vai abrir o evento, assim como a Olimpíada, reflexo do interesse da nação em oferecer tratamento igualitário à causa paraolímpica. Como país-sede, o Reino Unido tem direito de contar com um representante. No entanto, o Comitê Paraolímpico Britânico mostrou preocupação com a equipe de vôlei sentado.
Por conta da pouca experiência, o órgão determinou que a equipe teria de subir o padrão de disputa para poder competir com potências da modalidade como a China e se segurar. O Comitê deu um ultimato à equipe recentemente: eles teriam de melhorar o desempenho ou não poderia participar da Paraolimpíada.
Penny Briscoe, diretora de performance do Comitê Paraolímpico Britânico, afirmou que o órgão esperava demonstração de que a equipe estava pronta, focada e unida. Independentemente da situação de país-sede, a equipe teria de ser boa o suficiente para competir com os melhores. "Queremos servir de inspiração para potenciais atletas que querem competir", disse Briscoe.
Outra questão, segundo ela, é competir "com integridade". "Não há uniformes de graça para atletas paraolímpicos britânicos", ressaltou. Na última semana, o objetivo foi alcançado e a participação da seleção de vôlei sentado foi confirmada. O mesmo, no entanto, ainda vale para Wright, que terá de competir pela vaga na equipe, apesar de ser sobrevivente do atentado terrorista e ter se transformado em embaixadora do esporte.
"Se você me dissesse há sete anos 'olhe Martine, você vai participar de um dos maiores eventos do mundo' - a Olimpíada de Londres - eu pensaria: 'você está absolutamente louco'. Mas estou pegando essa onda. Quem sabe o que o futuro reserva? O que preciso fazer agora é seguir treinando e fazer com que seja convocada", apontou. Se for escolhida, vai competir com o número 7, a data da tragédia londrina no metrô.
Londres 2012 no Terra
Terra, maior empresa de internet da América Latina, transmitirá ao vivo e em alta definição (HD) todas as modalidades dos Jogos Olímpicos de Londres, que serão realizados entre os dias 27 de julho e 12 de agosto de 2012. Com reportagens especiais e acompanhamento do dia a dia dos atletas, a cobertura contará com textos, vídeos, fotos, debates, participação do internauta e repercussão nas redes sociais.






























Fonte:  http://esportes.terra.com.br/ - “Matéria postada em caráter informativo”