sábado, 7 de dezembro de 2013

CONTE A SUA HISTÓRIA!!!!

Você tem uma história, um acontecimento sobre 

Pessoas com Deficiência para contar envie para nos 

pelo e-mail: apnen.novaodessa@gmail.com, que 

publicaremos no nosso blog.

Abraço.

Carlos Raugust.

Profissionais de saúde debatem melhor atendimento a pessoas com deficiência

Da Agência Brasil, em Brasília

O 1° Congresso Internacional sobre Saúde da Pessoa com Deficiência e Grupos Especiais (Cispod), que começa nesta sexta-feira (6), na capital federal, debaterá uma série de medidas que poderão proporcionar a esses cidadãos um atendimento integral e de melhor qualidade. O evento reunirá profissionais de 11 áreas - medicina, odontologia, nutrição, farmácia, fisioterapia, terapia ocupacional, psicologia, educação física, enfermagem, ensino e pesquisa. Participam, também, entidades de assistência, pessoas com deficiência e parentes.

"O evento se propõe ao debate no sentido de melhorar o atendimento a esses pacientes, de forma multidisciplinar com todos os atores envolvidos, profissionais de saúde e família" explicou o coordenador executivo do evento, Marcílio Sales.

A iniciativa do congresso partiu de uma proposta de cirurgiões dentistas que perceberam que Brasília era carente no atendimento da saúde a essa parcela da população. A partir daí um grupo de odontólogos conversaram com outros profissionais de saúde para viabilizar o evento que permitirá, também, troca de informações para melhor lidar no atendimento das pessoas com deficiência.

Durante o congresso acontecerão palestras multidisciplinares, conferências e mesas redondas. Também há um espaço chamado de "sala da família" onde os parentes das pessoas com deficiência possam trocar experiências.

No congresso, as pessoas poderão, ainda, fazer cursos de capacitação, explicou a coordenadora de farmácia da universidade Unieuro, instituição parceira do evento."[Vamos] capacitar pessoas que tenham qualquer tipo de deficiência para o mercado de trabalho, na área de produção e venda de produtos de farmácia", disse.

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/ "Matéria postada em caráter informativo"

Mutirão em Brasília promove emprego para pessoas com deficiência

Edição: Davi Oliveira

Imagem Internet
A Coordenação de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Justiça (Corde-Sejus), em parceria com empresas do Distrito Federal, está promovendo hoje (6) um mutirão de emprego para pessoas com deficiência. Os candidatos participam de processo seletivo no local e se aprovados, podem sair contratados na hora.

O mutirão ocorre no Centro de Integração de Atendimento à Pessoa com Deficiência (Ciapede), na Estação 114 Sul do metrô, com atendimento a trabalhadores com diferentes graus e tipos de deficiências, como auditiva, visual e motora.

De acordo com César Pessoa de Melo, subsecretário de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, da Secretaria de Justiça, o objetivo do mutirão é trazer as empresas para participarem do primeiro contato com o público beneficiado, já que esse serviço de encaminhamento já é feito todos os dias pela Corde.

“O grande diferencial hoje é o número de empresa. No dia a dia, nosso dever já é o de garantir essa cidadania a pessoas com deficiência e dar o acesso ao emprego, diminuindo a barreira entre o contato da pessoa com deficiência e as empresas”, completou o subsecretário.

Seis empresas faziam atendimentos pela manhã: Caixa Econômica Federal; Casas Bahia; Oba Hortifruti; Hospital Santa Lúcia; Condor e Espro Brasília. As vagas oferecidas são para os mais variados cargos: auxiliar administrativo, atendente, menor aprendiz, recepcionista, estoquista, entre outros.

Diego Rangel Lima, com 28 anos, é deficiente auditivo e está desempregado. Ele foi ao mutirão em busca de trabalho, fez entrevista e segunda-feira passará por uma avaliação na empresa Oba Hortifruti. "O mutirão é muito importante, porque a pessoa com deficiência tem um apoio de trabalho, tem oportunidades. E também é mais fácil vir a um lugar só”, disse Diego.

O aposentado Olegário de Faria Belo tem 70 anos e é cadeirante. Ele procura um emprego para que possa ajudar nas despesas da moradia que divide com amigos também com deficiência. “É uma oportunidade de complementar um salário. Com o benefício que ganho, não está dando para pagar o aluguel. Além disso, a deficiência e a minha idade dificultam arrumar um emprego”, explicou.

Fonte:http://mancheteatual.com.br/ - "Matéria postada em caráter informativo" - Imagem Internet

Campanha visa conscientizar população sobre direito dos cadeirantes em estacionamentos

A mobilização “Esta vaga não é sua nem por um minuto” partiu de uma iniciativa da agência TheGetz e surgiu a partir de um incidente envolvendo a empresária Mirella Prosdócimo.

da Redação

Em novembro, cadeirantes resolveram fazer um protesto inusitado em Lisboa, Portugal. Eles deram um castigo as pessoas que usam, irregularmente, as vagas de estacionamento destinadas a deficientes físicos e colocaram cadeiras de rodas localizadas no centro de vagas para carros em uma rua portuguesa.

A campanha usa a mesma filosofia de outras que circulam pela internet e ironiza a famosa desculpa de quem estaciona em vagas reservadas: “Fomos ali e não demoramos nada”.

No Brasil, há uma campanha que tenta conscientizar sobre a importância do respeito com os deficientes físicos em estacionamentos de Curitiba desde 2011, que também utilizou a ideia das cadeiras de rodas em vagas de carros.

A mobilização “Esta vaga não é sua nem por um minuto” é uma iniciativa da agência TheGetz e surgiu a partir de um incidente envolvendo a empresária Mirella Prosdócimo e uma motorista por causa do uso indevido das vagas exclusivas e o desrespeito com os cadeirantes.

Mirella, que é tetraplégica, viu uma mulher sem problemas físicos parar o carro na vaga exclusiva para deficientes e sugeriu que procurasse outra. A empresária foi ignorada pela motorista e pela gerência do supermercado, que afirmou que o problema deveria ser fiscalizado pelo Detran e não por eles.

“Precisamos conscientizar as pessoas que vagas especiais são para pessoas com necessidades especiais. Ajude a educar a população repassando esta campanha e dando o bom exemplo nas ruas”, dizem os responsáveis pela iniciativa no perfil oficial da campanha no Facebook.

Para quem apoia o projeto e deseja denunciar quem viola vaga para deficientes em estacionamento, o aplicativo Parking Mobility está disponível gratuitamente na App Store e viabiliza a geração de um relatório que pode ser enviado diretamente as autoridades. Os usuários devem enviar três fotos: uma com a placa do carro, uma da janela da frente e uma da vaga de estacionamento.

Fontes:EcoD - http://saci.org.br/ "Matéria postada em caráter informativo"

Com sonho paraolímpico, atletas também querem cursar faculdade

Bruna Souza Cruz Do UOL, em São Paulo

Junior Lago/UOL
Entre os dias 26 e 29 de novembro, São Paulo recebeu as competições das Paraolimpíadas Escolares 2013. O evento reúne 1300 competidores de 26 estados e o Distrito Federal em 10 modalidades: tênis em cadeira de rodas (foto), voleibol sentado, atletismo, futebol de cinco para cegos, futebol de sete para paralisados cerebrais, judô, goalball, bocha, natação e tênis de mesa

Reunidos para disputar as Paraolimpíadas Escolares de 2013 em São Paulo, jovens atletas compartilham os sonhos de chegar à seleção brasileira e de fazer faculdade. Entre os alunos ouvidos pelo UOL, educação Física é o curso mais desejado.

Cursando a oitava série do ensino fundamental em Belém, Josemarcio da Silva Sousa, 18, já pensa em sua vida pré-vestibular.

"Sei que até lá vou ter que passar até de noitão estudando né, mas a gente consegue! Quero ser treinador de atletismo ou de goalball", afirmou o atleta que ganhou a medalha de ouro do atletismo neste ano.

O rapaz é um dos três irmãos, dentre dez, que nasceu com atrofia óptica. Frustrado com a baixa qualidade e acessibilidade do ensino em sua cidade natal, Santa Maria do Pará (PA), mudou-se para Belém há três anos em busca de melhores oportunidades de estudo.

"Saí com 14 anos da minha antiga escola. Lá não tinha condições, não dava para desenvolver os estudos, não era especializada. Então resolvi mudar e fui morar com a minha irmã que já estava lá".

Douglas Generoso da Silva, 16, também deseja cursar educação física. Competidor nas modalidades tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas, o jovem divide sua rotina entre os treinos e o 1º ano do ensino médio na Escola Estadual Francisco Cardoso Assumpção, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

"Pretendo fazer faculdade e virar treinador de tênis de quadra ou tênis de mesa. É o que eu gosto mais", destacou o jovem que treina há pouco mais de cinco meses.

Promessas paraolímpicas
Os jogos escolares são importantes para os jovens atletas que sonham em participar das seleções brasileiras serem descobertos.

É o caso de Josemarcio, que há seis meses recebeu o convite para participar da seleção brasileira de goalball. "Estou muito feliz. É o sonho de qualquer um aqui. Quero muito estar nas Paraolimpíadas [de 2016]. Vou fazer o que for preciso pra estar lá", contou animado.

Além da convocação, o rapaz recebeu um convite para jogar pelo time do Sesi (Serviço Social da Indústria), em São Paulo. Além de poder estudar na escola da instituição, ele receberá auxílio moradia e terá sua carteira assinada.

Outra promessa no esporte é o atual medalha de prata em futebol de cinco nos Jogos Parapan-Americanos de Jovens. Eduardo Junior de Oliveira, 18, é um dos artilheiros da competição escolar pelo Rio de Janeiro e já assinou contrato com a seleção brasileira de futebol de cinco, modalidade para deficientes visuais.

"Sempre gostei de acompanhar futebol. Em 2007 comecei a aprender, mas só em 2010 comecei mesmo a jogar. Fui treinando e há dois anos fui convocado para a seleção", explicou Dudu, como é conhecido. "Nem acreditei quando fui chamado, ainda mais porque meu técnico gostava de brincar. Achei que não era verdade."

Dudu, que possui glaucoma congênito, acrescenta que além de ser algo que gosta de praticar, o esporte também contribui com sua saúde física.

Em relação ao futuro, o atleta tem dois objetivos, participar das Paraolimpíadas de 2016 e se tornar professor de espanhol. "Se é pra jogar tem que jogar sério. Se for jogar de brincadeira, melhor ficar em casa", enfatizou. "Paralelo ao esporte quero muito fazer faculdade de letras e dar aulas também", acrescentou o rapaz.

Segundo a técnica do time de futebol de cinco do Rio de Janeiro, Rhaiane Leitão de Andrade, o atleta cresceu muito desde que começou a jogar pela seleção. "O Dudu agora é um homem. Ele se transformou. Amadureceu tanto no esporte, quanto na cabeça."

Jogos escolares
Entre 25 e 29 de novembro, estudantes de 26 Estados e do Distrito Federal disputam os Jogos Paraolímpicos Escolares em São Paulo, competição voltada para jovens de 12 a 20 anos que possuem deficiência física, visual ou intelectual.

A edição deste ano conta com cerca de 1.300 estudantes distribuídos em dez modalidades: atletismo, natação, futebol de cinco, futebol de sete, goalball, tênis de mesa, judô, tênis em cadeira de rodas e voleibol sentado.

Para participar, os atletas precisam estar devidamente matriculados e frequentando escolas do ensino fundamental, médio ou especial da rede pública ou particular.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/ - "Matéria postada em caráter informativo"

Paraplégico em 'Joia Rara', Leandro Lima comemora sucesso de personagem

Para viver o ex-pracinha da Segunda Guerra Mundial que se torna paraplégico após ser ferido em combate, Leandro procurou fazer uma preparação intensa, que envolveu filmes, livros, e até uma sessão do espetáculo "Noturno Cadeirante" – adaptação de "Noturno", de Oswaldo Montenegro, feita apenas com cadeirantes.

Após fazer participações em novelas como "Insensato Coração", "Passione" e "Caminho das Índias", o paraibano Leandro Lima vêm fazendo sucesso como o ex-soldado paraplégico Davi, de "Joia Rara". Par da exuberante vedete Aurora, interpretada por Mariana Ximenes, o ator de 31 anos tem comemorado o destaque no folhetim das seis. "Estou super feliz de fazer o Davi, está sendo muito intenso. Tem dia que entro às 9h e saio às 21h, mas saio feliz", disse em entrevista ao UOL.

Convidado para a trama enquanto morava em Nova York, Leandro viajou para o Brasil e fez um teste para o papel de Viktor, o irmão mais novo de Franz (Bruno Gagliasso). A diretora Amora Mautner e as autoras Thelma Guedes e Duca Rachid, porém, acharam que ele ficaria melhor no papel de Davi. A escalação agradou ao ator – que tem apreciado a parceria com Mariana. "A Mari é ótima, não podia ter uma parceira melhor", elogiou. "Ela está sempre preocupada com o trabalho, é muito comprometida. E é importante mostrar esse romance porque parece ser uma coisa improvável, mas não é. Tem vários casais com esse tipo de relação".

Para viver o ex-pracinha da Segunda Guerra Mundial que se torna paraplégico após ser ferido em combate, Leandro procurou fazer uma preparação intensa, que envolveu filmes, livros, e até uma sessão do espetáculo "Noturno Cadeirante" – adaptação de "Noturno", de Oswaldo Montenegro, feita apenas com cadeirantes. Mas o ator não parou por aí: Ele usou uma cadeira de rodas por um mês em sua casa e nas ruas de São Paulo para ver como era. "Passei um mês com ela e foi difícil, mesmo sendo uma cadeira moderna. Na da novela, que é de época, é ainda mais limitante. Mas em cena você acaba se acostumando a usar outros recursos, mesmo não tendo a mobilidade de outros artistas".

O contato com pessoas que sofrem da mesma condição também foi importante na construção de Davi. Leandro chegou a conversar com diversos cadeirantes, incluindo Marcelo Yuka, ex-músico do O Rappa que ficou paraplégico após ser baleado durante um assalto. "Ele foi fundamental. Contou tudo, teve uma sensibilidade muito grande. Contou detalhes que ninguém mais falou. Converso sempre com ele. Às vezes aparece alguma coisa de cena e acabo tirando algumas dúvidas."

O sucesso do personagem nas ruas e nas redes sociais surpreendeu o ator. "Eu morei muito tempo fora, não estava esperando essa repercussão toda. Meio que me assustei quando uma pessoa me reconheceu. Mas está sendo super legal. E na internet tem uma resposta ótima também, muita gente fazendo comentários positivos", contou. Ultimamente, a pergunta que Leandro mais escuta do público é se Davi voltará a andar – o que também é um mistério para ele: "Ele fará um tratamento e terá alguns progressos. Mas se ele vai andar mesmo, não sei. Já estou tão acostumado com ele na cadeira, não sei como seria".

Namorando a modelo Flávia Lucini, Leandro garantiu que ela não sente ciúme do assédio dos fãs. "Ela acha o máximo e curte junto. Ela também é assediada, mas de uma forma diferente", disse o ator, que conheceu a amada através de um amigo em comum, na Itália. Flávia mora em Paris, mas acompanha de perto a rotina do namorado. "Ela volta sempre para cá. Ela se dá bem com o pessoal do elenco e já veio aqui no Projac".

Modelo e cantor

Publicitário de formação, Leandro largou a profissão para ser modelo em 2006. Três anos depois, após protagonizar campanhas internacionais, desfilar para grifes como Armani e Valentino e conhecer o mundo, ele resolveu atender a um desejo antigo e investir na carreira de ator. Passou sete meses na Oficina de Atores da Globo e, a partir daí, passou a fazer participações em várias produções da emissora.

A essa altura da vida, Leandro já havia experimentado o sucesso, mas como cantor. Ainda adolescente, ele fez parte da banda de axé Ala Ursa, formada com mais sete amigos. "Começou como uma brincadeira e virou profissional porque teve uma resposta muito legal do público", lembra o ator, que passou oito anos como vocalista da banda e, na véspera deste ano novo, irá relembrar os bons tempos. "A gente pretende se reunir pra fazer um show neste Réveillon em João Pessoa. Seria uma coisa saudosista. Meus amigos estão até pensando em vir para o Rio ensaiar", contou aos risos.

O ator voltou a exercitar seus talentos musicais na temporada em que passou em Nova York, logo antes de ser escalado para "Joia Rara". "Fiz uma coisa mais autoral, de música brasileira com jazz. Dei uma canja com um amigo meu e, quando vi, a gente tinha montado um pocket show", contou, afirmando que adoraria juntar a música com a atuação. "Adoraria fazer um papel em que cantasse. Seria ótimo juntar os dois em um personagem. Vai que o Davi vira o cantor do cabaré [Pacheco Leão]", brincou.

Ainda sem planos concretos de voltar a Nova York, onde fazia um curso de atuação, Leandro pretende se concentrar nos próximos trabalhos. "Vou viver esse momento. Eu quero trabalhar mais e mais. A melhor cena vai ser sempre a próxima".

Fonte:http://vidamaislivre.com.br/  - "Matéria postada em caráter informativo"


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Atendente do Hospital de São Lourenço/MG supera deficiência visual e obtém aprovação no exame da OAB

Após muito empenho e dedicação aos estudos, o jovem Diego Martins Correa concretizou um grande sonho.

Diego Corrêa

Após muito empenho e dedicação aos estudos, o jovem Diego Martins Correa (23 anos), funcionário do setor de Comunicação/Ouvidoria do Hospital São Lourenço e que possui deficiência visual (integral), concretizou um grande sonho: ser aprovado no rigoroso exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), realizado em Varginha. A notícia foi confirmada no último dia 31 de outubro, quando foram divulgados os resultados da segunda e última fase do XI Exame de ordem ocorrida no dia 6 do mesmo mês).

Radiante de alegria, Diego (acadêmico do último período de Direito na Faculdade de São Lourenço) era só sorrisos quando chegou para trabalhar no Hospital. Muito comemorado pelos colegas que o encontravam, o atendente cumprimentava todos com a simpatia de sempre. “Ele estava ansioso para confirmar o resultado e só ficou tranquilo quando ouviu o nome na lista de aprovados”, conta a mãe de Diego, Eliane Martins Corrêa.

Sempre assíduo e pontual ao trabalho no Hospital, Diego realiza, por telefone, pesquisas de pós-atendimento com pacientes/acompanhantes. O funcionário sincroniza as ligações com um programa de voz, que “lê” as telas do computador e narra o conteúdo para ele, acessado por um fone de ouvido. “Poder colaborar para que uma instituição de saúde melhore seus serviços, a cada dia, não tem preço”, afirma. Para o coordenador de Comunicação/Ouvidoria, Marcos Querino, o operador de telemarketing atua de forma exemplar. “Ele tem muita competência e dedicação ao trabalho”, explica.

Apesar de ter perdido inteiramente a visão logo após o nascimento, Diego sempre contou com total apoio familiar e dos amigos, inclusive para a gravação das apostilas em áudio, quando estas não chegavam no formato braille a tempo. “As dificuldades foram muitas, mas graças a Deus superamos juntos. Quando ele era criança, alguém chegou ao cúmulo de me sugerir que ficássemos em casa, cedendo às limitações da deficiência. Mas nunca fraquejamos e, a cada dia, vejo o quanto vale a pena querer o melhor para meu filho”, exclama, orgulhosa, a mãe Eliane. Agora, Diego pensa em advogar e prestar concursos. “O importante é sempre estar em atividade e buscar meus objetivos, passo a passo”, conclui.

Fonte: http://saci.org.br/ -"Matéria postada em caráter informativo"

Convívio com deficientes intelectuais é desafio para pais e educadores

Dos 2,6 milhões brasileiros com deficiência intelectual, 49% são analfabeto.
Oitenta e cinco por cento estão fora do mercado de trabalho.

Eles querem trabalhar, gostam de estudar e de curtir a vida. Nesta terça-feira (3), o Profissão Repórter mostra histórias de quem tem ou convive com a deficiência intelectual. Quase metade (49%) são analfabetos e 85% estão fora do mercado de trabalho. São 2,6 milhões brasileiros com deficiência intelectual.

“Me deixa constrangida, às vezes. Todo mundo fica olhando para a minha cara, as pessoas podem ficar pensando ‘que educação é esse que essa mãe dá para esse filho?’. Muita gente acha que eu estou agredindo”, declara Eliane Macedo da Silva, mãe de Venâncio.


A repórter Eliane Scardovelli foi uma dessas pessoas. Ela e o repórter cinematográfico Rafael Batista estavam fazendo outra reportagem quando conheceram Eliane. Eles acompanharam a luta dessa mãe que cuida sozinha do filho com a síndrome de Adams-Oliver.

A síndrome compromete o desenvolvimento intelectual e também causa má formação nos pés e nas mãos. Em 2008, mãe e filho foram para São Paulo buscar tratamento. O pai ficou na Bahia e a síndrome só foi diagnosticada no ano passado.

Hoje ela tenta uma vaga em uma escola regular. A inclusão escolar é um desafio para pais e professores. Conseguir uma vaga – o que é previsto por lei - é tão difícil quanto educar essas crianças.

As repórteres Danielle França e Danielle Zampollo mostram o desafio dos professores para atender às necessidades do aprendizado dos alunos e também de crianças que requerem atenção especial. Entre elas, Pedro, que possui a síndrome de Silver-Russel - que além de prejudicar o crescimento, pode dificultar o aprendizado - e Milena, que tem síndrome de Down.

“Nosso papel é fazer com que ele participe desse mundo, que ele viva as mesmas coisas que as outras crianças da mesma faixa etária vivem. Quando eles ficam reclusos, eles não se põem na sociedade e vindo para escola eles vão ter essa convivência, vão crescer mais, vão ter um aprendizado melhor ”, explica Marlene Maciel, diretora de escola.

No Brasil, só 15% das pessoas com deficiência intelectual têm alguma ocupação profissional. A repórter Jackeline Salomão acompanhou o dia a dia de Amélia, uma jovem com síndrome de Opitz, que trabalha como auxiliar de farmácia. A síndrome atinge as estruturas do corpo e da fala, além de poder prejudicar também a capacidade intelectual.

Na APAE, jovens já empregados, passam por treinamentos. Erick é um deles. Um jovem que nasceu com a síndrome X Frágil e é atendente em uma lanchonete. A síndrome compromete o desenvolvimento intelectual. Apesar das limitações, o trabalho e a música o ajudam no convívio e em seu desenvolvimento.

Fonte: http://g1.globo.com/ - "Matéria postada em caráter informativo"

Plano de saúde é proibido de limitar tratamento a criança com paralisia

Segundo MPSC, plano limitava o número de sessões para o paciente.
Justiça diz que tratamento é imprescindível para melhora do garoto.

Do G1 SC

A Justiça proibiu um plano de saúde de limitar o número de sessões de fisioterapia e fonoaudiologia a um paciente com paralisia cerebral de Jaraguá do Sul, no Norte do estado. A sentença foi obtida pelo Ministério Público estadual (MPSC) e a Unimed Santa Catarina recorreu da decisão, mas teve o recurso negado.

O MPSC ajuizou ação civil pública para que a empresa autorize a realização dos procedimentos clínicos, conforme prescrição médica e sem limitação de número de sessões. De acordo com ação, o paciente não era atendido na integralidade de suas necessidades pelo plano de saúde.

Ainda segundo o MPSC, apesar das recomendações médicas para realizar tratamento com fonoaudiólogo e terapia ocupacional, fundamentais para diminuir os efeitos da doença, a Unimed limitava o número de sessões em seis anuais, considerado aquém do necessitado pela criança.

Já a Justiça afirma que o tratamento prescrito é imprescindível para a melhora do desenvolvimento do garoto para torná-lo apto ao convívio social. Conforme a ação, "em momento algum a empresa Ré logrou comprovar a desnecessidade do método terapêutico determinado pelo médico que assiste o enfermo". Cabe recurso da decisão.

O G1 entrou em contato com a Unimed, mas até as 19h desta terça (3) não obteve resposta sobre a decisão.

Fonte:  http://g1.globo.com/ - "Matéria postada em caráter informativo"

Protesto estaciona cadeiras de rodas em vagas para carros em Piracicaba

Mobilização teve objetivo de conscientizar população, segundo organização.
Nove pontos ficaram ocupados durante duas horas na Praça José Bonifácio.

Do G1 Piracicaba e Região

    Mobilização em Piracicaba teve cadeiras de rodas em vagas para carro (Foto: Fernanda Zanetti/G1)

Uma mobilização colocou cadeiras de rodas em vagas para carros na Praça José Bonifácio, no Centro de Piracicaba (SP), na manhã desta terça-feira (3), Dia Internacional da Pessoa Com Deficiência. A ação teve o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o uso indevido das vagas destinadas deficientes e idosos.

Quem passou pela Rua Boa Morte, em frente ao Poupatempo, se deparou com nove cadeiras de rodas ocupando vagas e forçando os motoristas a procurar outro local para estacionar. As cadeiras tinham frases como "É dois pulinhos", "É só um minutinho" e "Não vi que era uma vaga", que são, de acordo com os organizadores do protesto, as desculpas mais usadas pelas pessoas que estacionam em local indevido.

"O intuito da mobilização é conscientizar a população e não de conturbar o trânsito", afirmou André Bandeira, vereador cadeirante e idealizador da ação. Também por isso, o ato foi autorizado pela Secretaria Municipal de Transito e Transportes (Semuttran).

Segundo Bandeira, o centro da cidade tem 69 vagas para pessoas com deficiência e 130 para idosos, mas o número "não é suficiente para todos, ainda mais porque muitas pessoas não respeitam".

Para o autônomo João Roberto Barreto, que é deficiente físico, "a iniciativa é ótima porque há muito desrespeito". Ele afirmou ainda que, "se cada um parasse na sua vaga, nós não teríamos tantos problemas e dificuldades". A mobilização contou também com apoio do Centro de Reabilitação de Piracicaba e da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) da cidade.

   Cadeiras de rodas na Praça José Bonifácio, em Piracicaba (Foto: Fernanda Zanetti/G1)

Fonte: http://g1.globo.com/ - "Matéria postada em caráter informativo"

Relatora do Estatuto do Deficiente estende prazo para sociedade enviar sugestões

O texto deve ser votado no início do próximo ano. A deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) decidiu prorrogar até o fim de 2013 o prazo para que a sociedade possa enviar críticas e sugestões ao texto do estatuto por meio do portal e-Democracia.

Foto: Saulo Cruz
A relatora da proposta que cria o Estatuto da Pessoa com Deficiência (PL 7699/06), deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP)Site externo., decidiu prorrogar até o fim de 2013 o prazo para que a sociedade possa enviar críticas e sugestões ao texto do estatuto por meio do portal e-DemocraciaSite externo.. O prazo anterior foi encerrado em 25 de novembro. O anúncio foi feito na terça-feira (3) - Dia Internacional da Pessoa com Deficiência - durante comissão geral proposta pela deputada para debater o assunto.

Segundo Gabrilli, que é cadeirante, a demanda por mais tempo vem da própria sociedade. “As polêmicas são grandes, já estendemos o prazo duas vezes e vamos estender novamente”, disse a deputada. Gabrilli informou ainda que, apesar da prorrogação do prazo, já trabalha na conclusão do relatório final, a fim de manter o cronograma que prevê a votação do estatuto no início do próximo ano.

Benefícios
Entre outros dispositivos, o texto reúne leis e decretos que concedem benefícios às pessoas com deficiência, como prioridade na tramitação de processos judiciais, programas específicos de educação profissionalizante e tipificação de crimes contra pessoas com deficiência.

O estatuto passa, por exemplo, a considerar crime a divulgação, em qualquer meio de comunicação, de imagens que estimulem o preconceito e a violência ou ridicularizem o deficiente.

Definição
Pessoa com deficiência visual e assessor do Conselho de Deficientes de Niterói, Alessandro Câmara criticou a abrangência do texto, que, segundo ele, não é consensual entre as pessoas com deficiência. “Temos que tomar cuidado, para ele não virar instrumento de tutela”, disse. “A definição precisa ser mais fechada, para levar em conta que há pessoas que têm impedimentos de longo prazo e definitivos”, acrescentou.

Pelo projeto, deficiência é toda restrição física, intelectual ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita a capacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária e/ou atividades remuneradas, causada ou agravada pelo ambiente econômico e social, dificultando sua inclusão social.

O texto do estatuto, segundo a relatora, tem por base a ratificação pelo Brasil, em 2008, da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Segundo Gabrilli, a ideia é exatamente concretizar os compromissos que o Brasil assumiu ao ratificar a Convenção.

Fiscalização
Procurador do Tribunal de Contas da União (TCU), Sérgio Caribé, por sua vez, alertou para a necessidade de mecanismos que garantam a fiscalização e a efetiva implementação de todo o conteúdo previsto no estatuto. “Temo que o estatuto acabe por não pegar, assim como ocorre com outras leis que fixaram prazos e obrigações que até hoje não são cumpridas, nem mesmo pelo Poder Público”, disse.

Um novo decreto presidencial, assinado hoje, passou a regulamentar a aposentadoria especial para pessoas com deficiência. O texto reduz em até dez anos o tempo de contribuição para aposentadoria, dependendo da avaliação da deficiência.


Fonte:http://www2.camara.leg.br/ - "Matéria postada em caráter informativo"

Escolas descumprem inclusão de pessoas com deficiência

Falta de estrutura, equipamentos e professores qualificados são justificativa.
Em Minas, ensino público recebe mais de 20 mil crianças nesta condição.

Do G1 MG, com informações do MGTV 1ª Edição

Imagem Internet Ilustrativa
A lei da educação inclusiva prevê que toda escola deve receber crianças e adolescentes com deficiência. Para isso é preciso adaptar a estrutura física, os equipamentos e profissionais, para atendimento adequado a esses alunos. Mas algumas instituições de ensino descumprem as exigências. Ao se deparar com as dificuldades de ingresso nas instituições de ensino, muitos pais não sabem como agir e garantir o direito dos filhos de frequentar a escola.

Para a Ordem dos Advogados do Brasil da Subseção em Minas Gerais (OAB-MG), mesmo que a escola seja particular, a regra que prevalece é a da Política Nacional de Educação. A OAB acrescenta ainda que o serviço de apoio especializado é um direito e não pode gerar ônus para quem precisa dele. Além disso, as famílias que se sentirem prejudicadas devem apresentar denúncia ao Ministério Público. A recusa de matrícula de pessoas com deficiência pode gerar processo criminal.

Em Minas Gerais, a educação inclusiva na rede pública atende mais de 20 mil alunos. Em uma escola do bairro Santa Mônica, na Região de Venda Nova, professores especializados complementam a educação com jogos e brincadeiras. Conforme explica a psicopedagoga Edna Silva Maciel, no método de ensino diferenciado, uma das atividades é a brincadeira. “Acham que estão brincando e vão aprendendo", diz.

Para orientação sobre a inclusão de crianças com deficiência nas escolas, em Belo Horizonte, os interessados podem entrar em contato com o Ministério Público, na Avenida Álvares Cabral, 1.690, no bairro Lourdes ou por meio do telefone (31) 3330-8100. A Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais, com endereço na Rua Paracatu, 304, no Barro Preto, também auxilia sobre o tema. Neste caso, o telefone disponível é o (31) 3349-9400.


Fonte: http://g1.globo.com/ - "Matéria ´postada em caráter informativo"

Implante desenvolvido com apoio da FMRP tratará doenças que levam à cegueira

Tauana Boemer/Serviço de Comunicação Social da Prefeitura USP do Campus de Ribeirão Preto

Imagem Internet ilustrativa
Implante intraocular desenvolvido com o apoio da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP deve melhorar a visão de pacientes que apresentam edema de mácula, um inchaço na área central da retina decorrente de oclusão vascular.

O implante, resultado de dez anos de pesquisas, foi testado em dez pacientes que participaram de estudo clínico no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCFMRP). Os resultados mostraram que o medicamento age em doenças vasculares da retina que levam à redução da visão e, em casos mais avançados, à redução da cegueira. Agora, os pesquisadores seguem para a segunda parte da fase de estudos, cujo início está previsto para janeiro de 2014, quando poderão participar em torno de 50 pacientes.

A técnica foi desenvolvida pelo oftalmologista Rubens Siqueira, médico assistente do Serviço de Retina e Vítreo do HCFMRP, em parceria com os professores Rodrigo Jorge, do Setor de Oftalmologia FMRP, e Armando da Silva Cunha, da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Segundo Rodrigo Jorge, uma vez aprovado, o tratamento poderá beneficiar vários pacientes portadores de doenças da retina, como a retinopatia diabética, a uveíte (inflamação da úvea, formada pela íris, corpo ciliar e coroide), a degeneração macular e outras, as quais afetam principalmente a população mais idosa, entre 50 e 70 anos. Doenças que afetam cerca de 30 milhões de pessoas atualmente no Brasil.

O trabalho foi apresentado este ano durante Congresso Internacional da Sociedade Americana de Especialistas em Retina, em Toronto, no Canadá.

Sobre o implante
O implante tem aproximadamente o tamanho da ponta de um lápis e consiste na associação de um componente biodegradável (PLGA) associado a um medicamento, neste caso, a dexametasona. Este dispositivo, que é implantado dentro do olho, usa a tecnologia de liberação prolongada de medicamento, fazendo com que ele se dissolva dentro do olho por aproximadamente 6 meses, sem a necessidade de o paciente usar colírios ou medicamentos orais durante este período.

Além da uveíte e da retinopatia diabética, outras doenças podem ser tratadas por meio da utilização do implante: toxoplasmose ocular, degeneração macular relacionada à idade e retinite por citomegalovírus e endoftalmite.

Inicialmente destinado para o tratamento de doenças da retina, o implante poderá futuramente ser utilizado também no tratamento de doenças localizadas em outros órgãos e tecidos do corpo, podendo melhorar o tratamento e evitar efeitos adversos decorrentes da administração sistêmica de fármacos.

No Brasil, não há nada similar disponível no mercado. Nos Estados Unidos e Europa, um dispositivo semelhante, denominado OZURDEX, de alto valor financeiro, em torno de R$ 6.200,00, já é comercializado, mas a venda ainda não foi liberada no Brasil.

Apesar de ainda não haver previsão de custo do implante desenvolvido pela equipe brasileira, Rubens Siqueira acredita que a grande vantagem em relação ao importado será o custo mais baixo e a maior facilidade de implantação no olho, pois foi desenvolvido com um diâmetro menor que o produto importado.

Também não há ainda previsão para início da comercialização, mas os testes clínicos em pacientes estão em fase avançada, o que constitui um pré-requisito para sua liberação.

Uso do implante na veterinária
O implante é aguardado com grande expectativa na área de medicina veterinária, não só pelo tratamento oftalmológico em si, mas pelas possibilidades de tratar outras doenças, utilizando o mesmo sistema de liberação de fármacos. Isso pode significar menor gasto com importação de produtos e impostos, além de valorizar uma tecnologia nacional.

Uma das vantagens deste sistema é a facilidade de aplicação, o que favorece, por exemplo, donos de animais agressivos ou aqueles que têm pouco tempo para as constantes administrações de medicamentos requeridas para terapêutica oftalmológica tópica. Nos animais selvagens, criados em zoológicos ou criadouros conservacionistas, onde a contenção para tratamento pode apresentar risco de morte para algumas espécies, os sistemas de liberação de fármacos podem ser decisivos para manutenção da visão ou cura de doenças.

Outro benefício refere-se à possibilidade de liberar apenas uma quantidade controlada de medicamento por longos períodos (seis meses), permitindo maior eficiência no controle de doenças. Doenças oculares representam até 80% dos casos de oftalmopatias diagnosticados em caninos, felinos, equinos e bovinos.

Impactos na sociedade
Os casos de diabetes estão aumentando substancialmente. Esse cenário, segundo a OMS, coloca a doença, no Brasil e no mundo, em nível de epidemia e com tendência a se agravar. As complicações comprometem a produtividade e a qualidade de vida das pessoas, aumentando as taxas de hospitalização, gerando maior necessidade de cuidados médicos, maior incidência de doenças cardiovasculares e cerebrais, insuficiência renal, amputações não traumáticas de membros inferiores e cegueira por retinopatia diabética, com danos incalculáveis para o indivíduo e sociedade.

Segundo pesquisas, aproximadamente 40 mil pacientes com diabetes em todo mundo tornam-se cegos a cada ano em consequência da retinopatia diabética.

Assim, um tratamento pouco invasivo, como o implante em questão, se oferecido no futuro gratuitamente pelo sistema de saúde será de grande importância para a saúde dos pacientes, evitando tantas complicações e agravos à saúde.

Mais informações: (16) 3602-2523 ou (17) 3234-5858, email: rubenssiqueira@terra.com.br

Fonte: http://www5.usp.br/ - "Matéria postada em caráter informativo" - Imagem Internet ilustrativa

Campanha usa manequins feitos à imagem de pessoas com deficiência


A agência de publicidade alemã Jung Von Matt/Limmat, e as lojas WE Fashion, modissa, PKZ, Schild e Bernies em Zurich, na Suíça, lançaram uma campanha diferente para celebrar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

Um designer de manequins de moda criou modelos a partir dos corpos de 4 pessoas com deficiência física, dois homens e duas mulheres. Depois os manequins foram expostos nas vitrines de lojas, causando diferentes reações. A campanha se chama – Porque, quem é perfeito? Chegue mais perto.

O resultado pode ser visto neste vídeo:


Fonte: http://www.adrants.com/ - "Matéria postada em caráter informativo"

Locutor cego utiliza tempo livre para pesquisar datas e fatos históricos

Recorde nacional

Foto: André Luiz Padilha
Antônio Cézar Ribeiro entra para o RankBrasil em 2013 com a maior coletânea de datas comemorativas do país. O recordista de 48 anos possui um site para divulgar o acervo de 12.793 registros de dias especiais celebrados pelo mundo.

O Diasde.com conta ainda com 9.861 santos do dia, 5.729 comemorações de cidades, 10.645 fatos históricos, 5.356 mortes marcantes e 10.400 nascimentos importantes. No entanto, estes números referentes ao mês de novembro devem aumentar, já que o site é atualizado diariamente.

Em 2008, quando trabalhava com telemensagens, ele começou a procurar por datas para oferecer serviços aos clientes. No mesmo ano, decidiu montar o website.

Foi com alegria que Cézar recebeu o título do RankBrasil. "O recorde nacional é algo grandioso porque se trata de um trabalho que gosto e é muito importante pra mim. Se pudesse e tivesse condições trabalharia apenas com isso".

Deficiência e rotina
Cego desde que nasceu, trabalha como locutor autônomo e mora em Américo Brasiliense (SP). A pesquisa de datas é realizada durante as horas vagas e Cézar faz quase tudo sozinho por telefone ou internet. "Conto com a ajuda de alguns amigos. Recebo também ajuda de funcionários de Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores".

Mesmo sem visão, o site foi praticamente todo feito por ele. Ao todo, são 54.784 registros catalogados e publicados. Destes, cerca de 90% possuem explicação e citam as fontes consultadas para obter as informações sobre o dia. Assim, além da comemoração é possível saber o motivo da celebração, porque ela foi instituída e por quem.

De acordo com o recordista, o prazer está na pesquisa. "Isso que é o gostoso. Pesquisar e procurar saber o porquê e quem definiu a data. Algumas são tão difíceis de descobrir, que já levei até quinze dias procurando. Fico quebrando a cabeça".

Segundo ele, adicionar a justificativa é essencial e a falta das referências faz com que muitos erros sejam cometidos. Quando não encontra a explicação de determinado registro, Cézar adiciona como observação em sua página: 'não confirmado'.

Recordista anterior doa coleção para site
O acervo que já é grande deve ficar ainda maior. Isso porque Antônio Cézar recebeu uma doação do antigo recordista do RankBrasil, o empresário Franklin Lopes de Freitas, de Belo Horizonte (MG).

Em 2009, o mineiro conquistou o recorde por meio de uma agenda, com 3.999 datas comemorativas, 3.170 santos do dia, 1.483 datas festivas, 365 anjos protetores, 365 datas especiais para aniversário, 365 curiosidades e calendário de bodas. Agora, este material foi entregue a Cézar.

São aproximadamente 200 kg de papéis, entre recortes e anotações doados por Lopes. Pela falta de visão, Cézar precisará da ajuda de amigos para trabalhar com o material.

Curiosidades
Algumas datas comemorativas registradas no site são muito peculiares. O 'Dia de sair do armário', comemorado em 11 de outubro, por exemplo. Também o 'Dia da amante', em 22 de setembro ou até mesmo e porque não, o 'Dia de ter um dia ruim': 'Have a bad day day', comemorado pelos norte-americanos em 19 de novembro.

Datas engraçadas, irônicas e muitas outras sérias que relembram fatos e marcos históricos do país são encontradas na coletânea do recordista, nascido em Herval d´Oeste (SC).

Fontes: assessoria de imprensa  - http://sentidos.uol.com.br/ - "Matéria postada em caráter informativo"

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

IMPRESSÃO 3D TRANSFORMA VIDA DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA

A empresa Robohand faz próteses para crianças com deficiência utilizando uma impressora 3D.

A impressão 3D pode ser usada para uma ampla variedade de coisas, como imprimir miniaturas, comida e há até quem queira imprimir o ser humano. A empresa Robohand usa essa tecnologia para transformar crianças deficientes em "ciborgues", segundo o Kotaku.

Com impressoras 3D, a companhia cria peças necessárias para montar braços, mãos e dedos robóticos para pessoas com deficiência física.

Dessa forma, a Robohand informa que reduz o alto custo de próteses robóticas. Em vez de comprar componentes, muitos deles são fabricados com impressão 3D, tornando o processo "funcional, seguro e econômico".

Apesar da empresa também fabricar próteses para adultos, a maioria dos clientes são crianças, que agora têm mãos à la Homem de Ferro (ou Luke Skywalker).

A Robohand utiliza o material chamado Orthoplastic de um modelo feito especialmente para o usuário a limitar a possibilidade de lesões da pele e infecções. O Orthoplastic permite que a pele respire, é lavável e clinicamente aprovado para este tipo de utilização.

Também é usado aço inoxidável, para evitar ferrugem ou descolação, além de ser um material mais barato e indicado por médicos, segundo a companhia.

Fonte: Planeta Sustentável - "Matéria postada em caráter informativo"

Parceria busca linhagem segura de células-tronco para tratar lesão medular

Pesquisa que poderá auxiliar no tratamento de doenças genéticas como distrofia muscular reúne pesquisadores da USP e da North Carolina State University.
Por Karina Toledo

(imagem: C.E. Ambrósio)
Agência FAPESP – A obtenção de linhagens seguras de células-tronco pluripotentes para serem usadas, por exemplo, no tratamento de lesões medulares e doenças genéticas como distrofia muscular é o principal objetivo de um projeto que reúne pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da North Carolina State University, nos Estados Unidos.

Os primeiros resultados foram apresentados pelo professor Carlos Eduardo Ambrósio, da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga, durante a programação da FAPESP Week North Carolina, no dia 12 de novembro.

“Estamos trabalhando com linhagens de células animais adultas nas quais induzimos a pluripotência [capacidade equivalente à das células-tronco embrionárias de se diferenciar em qualquer tecido]. Nosso foco é obter uma linhagem segura, sem o potencial de formar tumores, para ser usada em testes pré-clínicos e clínicos”, contou Ambrósio.

O projeto – coordenado por Ambrósio e por Jorge Piedrahyta, da Faculdade de Medicina Veterinária da North Carolina State University – foi um dos aprovados na mais recente chamada de propostas lançada no âmbito da University Global Partnership Network (UGPN). O consórcio internacional formado pela USP, pela North Carolina State University e pela University of Surrey, no Reino Unido, tem o objetivo de fomentar a colaboração entre acadêmicos das três instituições.

O trabalho também está vinculado a um Auxílio à Pesquisa – Regular da FAPESP coordenado por Ambrósio no Brasil.

Para induzir a pluripotência em fibroblastos de cachorros, os pesquisadores usam a técnica premiada com o Nobel de Medicina em 2012 e descrita em 2006 por Shinya Yamanaka, da Universidade de Kyoto, no Japão. O método consiste em inserir na célula adulta da pele certas proteínas – conhecidas como fatores de transcrição – capazes de reprogramar o genoma celular.

Esses fatores de transcrição ativam genes relacionados ao estágio embrionário da célula e desligam outros genes que deveriam estar ativos após o amadurecimento celular.

O trabalho de adaptação da técnica para a obtenção de células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês) caninas foi descrito em artigo publicado na revista Reproduction in Domestic Animals. Rendeu ainda um artigo divulgado recentemente na revista Placenta.

“A técnica descrita por Yamanaka propõe o uso de quatro diferentes fatores de transcrição: OCT3/4, SOX2, KLF4 e C-MYC. Mas, ao mesmo tempo que isso induz a pluripotência na célula, também a torna altamente teratogênica [capaz de induzir a formação de tumores do tipo teratoma, composto de tecidos mistos]. O que estamos tentando fazer agora, por enquanto em experimentos in vitro, é obter uma IPS com um número reduzido de fatores de transcrição. Acreditamos que isso possa diminuir o potencial carcinogênico da célula. Também pretendemos gerar inúmeras linhagens brasileiras e americanas e realizar estudos da reação do cultivo celular com diferentes fatores de crescimento, bem como realizar a análise das sequências gênicas dessas células”, explicou Ambrósio.

Outra estratégia do grupo é modular o genoma celular por meio de ferramentas como a Talen (Transcription activator-like effector nucleases), grupo de enzimas que possibilita ativar ou desativar genes de interesse. Esse trabalho está sendo realizado na Carolina do Norte durante o doutorado de Natalia Juliana Nardelli Gonçalves, com Bolsa da FAPESP e orientação de Ambrósio. A primeira etapa foi realizada por Gonçalves durante estágio no exterior também com Bolsa da FAPESP.

Já durante o mestrado de Helena Debiazi Zomer, com Bolsa da FAPESP e orientação de Ambrósio, foram estudadas a obtenção de IPS de coelhos a partir de células-tronco do tecido adiposo.

Banco de células-tronco

Entre os anos de 2008 e 2011, por meio de um Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores, Ambrósio investigou diversas formas para obter células-tronco mesenquimais – capazes de se diferenciar em alguns tipos de tecido, como ossos, cartilagem e gordura – de diversos animais.

O trabalho resultou na criação de um banco que reúne mais de dez linhagens de células-tronco de cachorro, gato, ovelha e porco. Esse acervo hoje está ligado ao Laboratório de Morfofisiologia Molecular e do Desenvolvimento da FZEA, coordenado pelo professor Flávio Vieira Meirelles, e à nova Unidade Didática Clínico Hospitalar, concebida com a intenção de gerar inovações terapêuticas para fins veterinários.

“Além da terapia celular, também testamos a terapia gênica, usando ferramentas de edições de genes em culturas celulares de músculos de cães com distrofia muscular. Tentamos, in vitro, corrigir o gene defeituoso causador da doença”, explicou.

Na avaliação de Ambrósio, a geração de conhecimento sobre manipulação de células-tronco e edição de genes pode contribuir para o tratamento de doenças crônicas e genéticas em animais, com aplicações futuras para humanos.

Fonte:http://agencia.fapesp.br - "Matéria postada em caráter informativo"

São Paulo lança Plano Municipal de Ações Articuladas para as Pessoas com Deficiência

O Plano São Paulo Mais Inclusiva inclui 70 ações divididas em 5 eixos: Acessibilidade; Atenção à Saúde; Acesso à Educação, Cultura e Esporte; Trabalho; e Inclusão Social e Cidadania.

A Prefeitura de São PauloSite externo. lançou na terça-feira, 03 de dezembro de 2013, o Plano Municipal de Ações Articuladas para Pessoas com Deficiência – São Paulo Mais Inclusiva. O Plano envolve 20 secretarias, sob coordenação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Secretaria do Governo Municipal e Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão; e inclui 70 ações divididas em 5 eixos (Acessibilidade; Atenção à Saúde; Acesso à Educação, Cultura e Esporte; Trabalho; e Inclusão Social e Cidadania).

Dentre as diretrizes do Plano São Paulo Mais Inclusiva estão a garantia de um sistema educacional inclusivo, com equipamentos públicos de educação acessíveis para as pessoas com deficiência, inclusive por meio de transporte adequado; ampliação da participação das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, mediante sua capacitação e qualificação profissional; expansão do acesso das pessoas com deficiência às políticas de assistência social e de combate à extrema pobreza; prevenção das causas de deficiência; implementação e qualificação da rede de atenção à saúde da pessoa com deficiência, em especial os serviços de habilitação e reabilitação; promoção do acesso, desenvolvimento e inovação em tecnologia assistiva; etc.

Das 70 ações concretas a serem realizadas até o final de 2016, pelas secretarias e órgãos municipais, destacam-se a criação da Central de Interpretação de Libras e Guias Intérpretes, acessibilidade em 380 Unidades Básicas de Saúde, reforma de 850 mil m² de passeios públicos, instalação de 125 semáforos sonoros, ampliação do número de professores de acompanhamento e apoio à inclusão, implantação de 10 residências inclusivas, entrega de 2 mil moradias acessíveis para pessoas com deficiência, garantia de cinco mil vagas no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec, formação de 200 profissionais do esporte para o desenvolvimento de atividades físicas adaptadas e implantação de cinco Centros Especializados de Reabilitação para quatro modalidades de deficiência.

São Paulo possui 2,7 milhões de pessoas com deficiência, uma população maior que a de quase todas as cidades brasileiras; menor apenas que o número geral de habitantes da própria capital paulista, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília. Apesar disso, a maior cidade do Brasil ainda não possuía um plano municipal de ações articuladas voltadas a atender especificamente as necessidades desta população.

O primeiro passo para esta mudança de paradigma foi dado em abril deste ano, quando o prefeito Fernando Haddad assinou o termo de adesão da Prefeitura de São Paulo ao Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, lançado em 2011 pelo governo federal e que prevê investimentos de R$ 7,6 bilhões em todo o país até o final de 2014

A necessidade de trazer para o cotidiano das pessoas com deficiência a vivência concreta do acesso aos direitos, aos serviços e aos bens da nossa cidade é o fio condutor do Plano São Paulo Mais Inclusiva.

Sua estrutura reúne e potencializa as ações voltadas para as pessoas com deficiência em curso ou em planejamento no município de São Paulo a partir do diálogo sistemático e contínuo entre 20 Secretarias Municipais envolvidas.

As ações estão estabelecidas de maneira a contemplar as especificidades dos ciclos de vida e da singularidade do território em que habitam, correlacionando os serviços dispostos em cada uma das Subprefeituras da cidade e fomentando novos arranjos locais para que cada cidadão possa realizar projetos de vida protagonizados pelos seus desejos e escolhas.

Na ocasião, o Governo Federal entregou a unidade do Centro de Referência em Reabilitação – CER XXX e anunciará outros investimentos destinados a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência.

Fonte:http://vidamaislivre.com.br/ "Matéria postada em caráter informativo"

Atendimento a jovens com deficiência somará R$ 2,5 bi até o fim deste ano

Agência Brasil

A presidente Dilma Rousseff disse hoje (3), durante cerimônia de assinatura do decreto que regulamenta a aposentadoria especial para pessoas com deficiência, que até o final deste ano o governo federal terá repassado R$ 2,5 bilhões a instituições especializadas em atendimento educacional a crianças e jovens com deficiência, por meio do Fundo Nacional de Educação Básica (Fundeb) e do Programa Escola Acessível. Os recursos começaram a ser repassados com o lançamento do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite, em novembro de 2011.

Segundo Dilma, a inclusão escolar das pessoas com deficiência tem um papel fundamental no cumprimento das missão do Viver sem Limite, que tem como meta investir, até o fim do ano que vem, 2014, R$ 7,6 bilhões em ações para essas pessoas. O plano inclui a entrega de casas adaptáveis, construídas por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida.

“Já entregamos 1.256 ônibus escolares acessíveis para transportar as crianças para escolas em 954 municípios. Pouco mais de 13 mil escolas públicas receberam equipamentos para salas de recursos multifuncionais e quase 28 mil escolas receberam recursos para obras de acessibilidade”, disse a presidente, que escolheu o Dia Internacional de Luta das Pessoas com Deficiência para assinar o decreto.

Na área de saúde, o ministro Alexandre Padilha anunciou a inauguração de 74 centros especializados em Reabilitação (CER), com foco na periferia das grandes cidade e municípios com dificuldade de acesso. Também foram repassados recursos para construção de mais 88 centros e reforma e equipamento de mais de 60 unidades. Segundo o governo, já estão em funcionamento 102 centros e 21 oficinas ortopédicas, que prestam serviços de reabilitação oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com veículos adaptados.

Com a nova legislação, regulamentada pelo decreto assinado hoje, o tempo de contribuição para aposentadoria de pessoas com deficiência grave cairá de 35 anos, para homens, e 30 anos, para mulheres, para 25 e 20 anos, respectivamente. Em caso de deficiência moderada, o limite será 29 anos para homens e 24 anos, para mulheres. Se a deficiência for leve, o prazo passa para 33 e 28 anos, respectivamente.

Os homens poderão requerer aposentadoria por idade aos 60 anos e as mulheres, aos 55 anos – cinco anos a menos do que a idade mínima exigida para a concessão do benefício, desde que seja comprovada a contribuição por pelo menos 15 anos na condição de pessoa com deficiência.

O segurado que quiser requerer o benefício deve agendar seu atendimento pelo número 135, da Previdência Social, que funciona de segunda a sábado das 7h às 22h, no horário de Brasília, ou pelo site da Previdência, no link Agendamento de Atendimento. Segundo a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o direito do segurado, desde que preencha todos os requisitos, está garantido a partir do dia em que ele fizer o agendamento.

Fonte: http://www.jb.com.br/ - "Matéria postada em caráter informativo"