sábado, 28 de dezembro de 2013

Deficiência mental - Brincar é coisa séria - Educação Especial

Veja o vídeo:


Fonte:http://educaofsicaadaptadaeeducaoespecial.blogspot.com.br/

Guarujá terá fundo municipal em prol dos direitos das pessoas com deficiência


A Câmara Municipal aprovou nesta terça-feira (10) o projeto de lei que cria o Fundo Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, instrumento com objetivo de fazer a captação de recursos e dar o suporte financeiro necessário às iniciativas e entidades que promovem os direitos do deficiente em nossa cidade.


Apresentado pelo vereador Gilberto Benzi, o projeto foi elaborado em parceria com a Secretaria de Ação Social de Guarujá, que junto ao Conselho Municipal de Direitos das Pessoas com Deficiência, ficará responsável por gerir e coordenar o fundo municipal.
 
“A fase de elaboração do projeto foi longa e contou com grande esforço da Secretaria de Ação Social, pois atrelamos em uma única proposta à reorganização do Conselho e a criação do Fundo Municipal, alinhando tudo isso as leis e políticas já regulamentadas em prol dos deficientes no país. Felizmente conseguimos aprová-lo ainda em 2013, inclusive numa data simbólica, no Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos”, disse Benzi.
 
O Fundo Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência poderá captar recursos através de doações, contribuições, parcerias com a iniciativa privada e pessoa física, convênios com entidades nacionais e internacionais, repasses dos governos Municipal, Estadual e Federal, e também por meio de ações solidárias promovidas pela municipalidade. Além disso, o Fundo terá uma conta corrente especial e todo valor arrecadado deverá ser publicado mensalmente no Diário Oficial.
 
“Com isso daremos mais autonomia e, principalmente, subsídios às entidades, ações e iniciativas em prol do deficiente em Guarujá. Para que projetos nas áreas de educação, saúde, cultura, esportes, lazer, transporte, mercado de trabalho e empreendedorismo, possam sair do papel e beneficiar diretamente essa parcela de cidadãos, que ainda lutam para terem todos os seus direitos reconhecidos na sociedade”, concluiu o vereador.
 
Fontes: Diário do Litoral - http://www.fernandazago.com.br/ 

A exclusão das pessoas com deficiência no Plano Nacional de Educação

Por Lucio Carvalho *

Exclusão - um círculo de prendedores de roupas iguais deixa de fora um diferente
Não foi neste ano que o Plano Nacional de Educação (PNE) decolou. Ficou para o próximo, o tumultuado ano da Copa do Mundo e das eleições majoritárias, quando deverá voltar à Câmara de Deputados para aprovação final.


Tampouco foi em 2013 que o debate em torno da oferta de educação especial destinada aos alunos com deficiência resolveu-se ou, pelo menos, deu amostras disso. Por outro lado, os debates em torno da meta 4 do PNE  parecem estar como que ancorados em algum momento do tempo histórico do país. Não necessariamente 2013.

Como o Brasil é país de intensas desigualdades sociais, é provável que coexistam pessoas com deficiência gozando de um atendimento escolar digno do séc. XIX enquanto há outros que, por felicidade, usufruem do que há de mais contemporâneo e atual em se tratando de educação inclusiva, conforme os princípios afixados no direito constitucional brasileiro através do Dec. 6.949, a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Um maniqueísmo simplista suporia de imediato que são obrigatoriamente os alunos da escola pública os condenados à educação nos moldes do séc. XIX e que os alunos da rede privada os que constituem uma elite entre as pessoas com deficiência. Suposição equivocada.

Em 2013, muitas famílias de classe média ou alta continuaram a bater com o nariz na porta de estabelecimentos de ensino que, a despeito da penalização prevista na Lei 7.853/89, negaram-se a matricular alunos com deficiência e a seguir a legislação vigente. No mesmo ano, o município de Florianópolis foi premiado pelo MEC na terceira edição do prêmio Experiências Educacionais Inclusivas: a Escola Aprendendo com as Diferenças. Como prêmio, a Secretaria de Educação do município indicará dois representantes para conhecer as experiências de educação inclusiva em solo espanhol.

Acontece que nem todos os municípios brasileiros empenharam-se com a mesma intensidade em modelos de educação inclusiva como o adotado em Florianópolis. Lá, a educação especial é oferecida de forma complementar. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) local não aceita receber crianças e adolescentes que não estejam frequentando a escola regular.

De acordo com o Censo Escolar 2012, cerca de 25% (199.656) de um total de 820.400 alunos estão matriculados em escolas especiais. Evidentemente, elas existem porque há pessoas interessadas em seus serviços e que acreditam que são, pelo menos aparentemente, estabelecimentos mais adequados e preparados para lidar com as situações mais complexas, principalmente aquelas envolvendo comprometimentos intelectuais acentuados ou múltiplas deficiências.

Um equívoco fundamental cultivado ao longo dos três anos de tramitação do PNE foi o de que a meta 4 poderia “fechar” sumariamente as escolas especiais. Um exame rápido na legislação constitucional e educacional esclarece que isso não apenas é impossível como inadequado para um plano de metas. O que a meta 4 original procurava assegurar é que os investimentos públicos visassem atender à própria política pública sustentada pelo governo federal, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva. Ou seja, os investimentos públicos deveriam incidir exclusivamente nas escolas públicas do ensino regular.

A questão parece paradoxal, mas é meramente lógica. Se os recursos não chegarem às escolas regulares e forem destinados a outras instituições, obviamente a preparação, reiterada como causa principal da exclusão, não será enfrentada jamais. Como se vê, é uma lógica de fácil compreensão.

Muitos outros tabus relacionados à educação inclusiva vem sendo sustentados como argumento contrário qualquer possibilidade de inclusão. Além da falta de preparo e capacitação, a idade mental (conceito neurologicamente questionável) do aluno, o bullying e as capacidades inerentes de desenvolvimento de cada pessoa seriam impeditivos instransponíveis. Na Folha de São Paulo, em artigo publicado no dia 17/12/2013, “A inclusão de pessoas com deficiência“, tais argumentos foram novamente evocados, quase como se fossem uma novidade.

A verdade é que não são. Já há muitos anos pessoas com deficiência, mesmo aquelas com diagnósticos severos, têm se desenvolvido social e culturalmente em ambientes favoráveis, isso a começar pelas próprias famílias que não deixaram demover-se por decreto de fracasso ou pela imposição da incompetência. Pelo contrário, sempre que a sociedade apoiar e dedicar-se a conviver solidariamente, mesmo os “mais graves casos” encontrarão oportunidade. No fundo, é o que todo mundo quer para si mesmo. Por que então um plano do porte do PNE poderia subtrair essa oportunidade justamente das pessoas que mais precisam dela?

* Coordenador-Geral da Inclusive – Inclusão e Cidadania.

Fonte: http://www.inclusive.org.br/ - "Matéria postada em caráter informativo"

Rede Lucy ganha robótica e ampliação no Centro Umarizal

                              


A unidade do Jardim Umarizal, em São Paulo, do Centro de Reabilitação Lucy Montoro ampliará sua capacidade de atendimento em 50% com as novas instalações inauguradas recentemente.

A unidade da Zona Sul da capital paulista foi criada pelo governo do Estado de São Paulo, em 2001. A Rede Lucy conta, hoje, com 14 unidades em funcionamento, sendo cinco na capital. Em breve, serão inauguradas mais cinco unidades, entre as quais nos municípios de Marília e Santos.

Com a ampliação do Centro Umarizal, passarão de 60 mil para 90 mil por ano os atendimentos de reabilitação a pessoas com deficiência física, como pacientes com sequela de acidente vascular encefálico, trauma cranioencefálico, doenças neurodegerenativas ou reumatológicas, lesões ortopédicas e crianças com atraso no desenvolvimento neuromotor, além de atendimentos a  pessoas que sofreram amputações e lesões medulares. 

A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella, destacou a importância da ampliação da unidade. “Nós aprendemos muito com esta unidade do Jardim Umarizal, pois foi a nossa primeira. Aprendemos que tínhamos de sair de dentro das quatro paredes e ir ao encontro dos pacientes. Desde 2000, o governo vem fazendo esse esforço de tratar essas pessoas de um modo especial. Esse esforço é permanente”, afirmou.

Segundo a Secretária, o Centro de reabilitação Umarizal foi totalmente reformulado e modernizado e está “100% acessível”, o que significa que atende à Lei da Acessibilidade (Leis 10.048 e 10.098, regulamentadas pelo Decreto 5296/04), que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou  mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação.

“Colocamos como 100% acessível para chamar a atenção mesmo, para despertar essa curiosidade. Tem a lei, mas não tem aplicação. E a questão da acessibilidade é não ter qualquer barreira arquitetônica ou ambiental. É uma lógica hoje. Em um centro de reabilitação, isso é imprescindível”, destacou a Secretária.

Com investimento de cerca de R$ 3,4 milhões, a unidade passará a contar também com um laboratório de robótica, no qual estarão disponíveis equipamentos de alta tecnologia, como dois InMotion, que estimulam a movimentação dos membros superiores, e a Ergys, uma bicicleta ergométrica associada a um estímulo elétrico funcional que auxilia o paciente com lesão medular a realizar exercícios ativos com a musculatura dos membros inferiores, contribuindo para maior qualidade nas funções orgânicas. 

“Nenhuma clínica particular de reabilitação dispõe desses equipamentos, pois são muito caros. A robótica traz uma oportunidade, pois integra valor à reabilitação de forma integrada, com exercícios, o trabalho motor e o estímulo cognitivo. O desafio proposto pela máquina estimula o paciente e os resultados aparecem mais rapidamente. A tecnologia veio agregar qualidade ao tratamento da reabilitação”, ressaltou a Dra. Linamara.

De acordo com a Secretária, o centro de reabilitação do Jardim Umarizal é referência em reabilitação para a Zona Sul da capital, com condições de atender 100% da demanda da região, recebendo também pacientes de municípios próximos, como Taboão da Serra e Embu das Artes, na Grande São Paulo. No centro, os pacientes são atendidos por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos fisiatras, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, assistentes sociais e outros profissionais especializados. Os pacientes ganham órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção. 

“É tudo customizado. São tiradas todas as medidas para a confecção das próteses, treinamento adequado para a utilização destas para que não sofram outras lesões, recebem os medicamentos que serão aplicados no tratamento. O objetivo é fazer com que a pessoa atendida volte à sociedade reabilitado”, finalizou a Dra. Linamara. 

Também participaram da cerimônia de inauguração o Secretário estadual da Saúde, Giovanni Guido Cerri, em seu último dia de gestão como secretário de Saúde, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin, o Secretário Adjunto da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marco Pellegrini, além do ex-Secretário de Saúde José Guedes.

"O prédio foi bem ampliado, modernizado e reformado. Ganhou novos equipamentos, inclusive de robótica, que são projetados pelo MIT [Massachusetts Institute of Technology], nos Estados Unidos. São os mais modernos aparelhos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida neste trabalho de reabilitação", ressaltou o governador Alckmin.

O investimento na ampliação das instalações fez Marco Pellegrini destacar que o segmento das pessoas com deficiência deixaram de ser "minoria" para ser tratado de forma igualitária, com respeito e consideração. Para destacar esse aspecto ele fez questão de tirar a gravata, com auxílio de seu assessor, já que ele é tetraplégico, para enfatizar que sua consideração de que não era mais minoria se dava como cidadão comum, usuário do serviço, e não como Secretário Adjunto.

Além da ampliação das salas de atendimento e da área administrativa, foram criados 10 novos espaços: dois consultórios para terapia individual, salas de atendimento em grupo, um ginásio terapêutico, posto de enfermagem, sala para avaliação isocinética, sala para atendimento exclusivo da Ouvidoria e mais salas para oficinas terapêuticas.
 
Rede Lucy Montoro
A Rede de Reabilitação Lucy Montoro foi criada pelo Decreto 52973/08, regulamentada pelo Decreto 33739/10 e alterada pelo Decreto 58050/12, pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio das Secretarias de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Saúde, em parceria com renomadas instituições de assistência, ensino e pesquisa.

O objetivo principal é propiciar melhoria na qualidade de vida, participação na sociedade e capacitar plenamente a pessoa com deficiência para o exercício de seus direitos.

Em uma primeira fase, a Rede de Reabilitação Lucy Montoro é composta por 18 unidades fixas e uma Unidade Móvel, construídas em regiões estratégicas do Estado de São Paulo. Essas unidades, quando totalmente implantadas, terão capacidade de aproximadamente 300 mil atendimentos por mês.

Para conhecer um pouco da Rede de Reabilitação Lucy Montoro acesse: http://www.redelucymontoro.org.br/

Fonte: http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/ "Matéria postada em caráter informativo"

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Postura incorreta podem agravar problemas na coluna.

Estudo realizado pela Rede de Reabilitação Lucy Montoro mostrou que o uso de telefones celulares, tablets e computadores portáteis podem agravar problemas na coluna. O principal dano causado pelo uso destes equipamentos está associado à má postura, em decorrência ao uso prolongado ou repetitivo que pode causar dores musculares, em especial na região do coluna e pescoço, além de prejudicar os polegares, punhos, antebraço, cotovelos e ombros.

A rede constatou que entre 2010 e 2011, atendeu mais de 2 mil pessoas com dores nas costas. Dentre elas, cerca de 1.100 apresentaram problemas na região lombar, quase 800 pacientes no tórax e mais de 200 no pescoço. A pesquisa também constatou que 15% dos pacientes usavam aparelhos móveis, como celulares e tablets. As ocorrências das dores associadas às novas tecnologias comprometem em geral adultos entre 25 e 40 anos, em especial os sedentários e pessoas em período de estresse.

De acordo com Daniel Rubio, diretor clínico da unidade Morumbi da Rede Lucy Montoro, quando se sustenta incorretamente estes aparelhos, a musculatura fica sobrecarregada. "Assumir posturas adequadas, com apoio nas costas, pés no solo, cotovelos sobre os apoios da cadeira e punhos em posição relaxada, principalmente após 45 minutos de uso, é o ideal". Rubio também ressalta que, caso seja necessário usar o tablet em trabalhos prolongados, é recomendável manuseá-lo através do "teclado acessório", e não o da própria tela. "Uma pausa de 5 a 10 minutos a cada 50 minutos é recomendável, assim como a realização de exercícios de alongamento da região cervical e membros superiores", conclui.

Fonte: http://sentidos.uol.com.br/ - "Matéria postada em caráter informativo!

Diabetes infantil

Prestar atenção aos sintomas e realizar exames periodicamente ajudam na prevenção e na detecção precoce da doença O Dia Mundial do Diabetes, dia 14 de novembro, teve o objetivo de conscientizar a população sobre a gravidade da doença, que compromete o pâncreas, não tem cura e tem apresentado aumento no número de casos entre crianças.

Segundo estudo da Federação Internacional de Diabetes, nos últimos anos houve um crescimento anual de 3% dos casos de diabetes tipo 1 no mundo, principalmente em menores de 14 anos. "Por ser uma doença cujas complicações podem levar à morte, o diagnóstico precoce por meio do exame de sangue (ponta de dedo) é fundamental. Os pais devem ficar atentos também aos sintomas mais comuns que podem ser reconhecidos no dia a dia da criança como, por exemplo, beber muita água, urinar com freqüência, aumento do apetite e perda de peso", explica Felipe Monti Lora, endocrinologista pediátrico do Hospital Infantil Sabará, na capital paulista. 

Existem vários tipos de diabetes, porém os mais conhecidos são o Tipo 1 e Tipo 2, sendo que os dois podem acometer tanto crianças quanto adultos. A doença do Tipo 1 ocorre quando há uma predisposição genética e o sistema imunológico do paciente destrói as células do pâncreas que produzem a insulina, hormônio responsável pelo controle do nível de açúcar no sangue.

A do Tipo 2 tem maior influência de fatores ambientais como obesidade e falta de exercícios físicos. "Diferente do que a maioria das pessoas pensa, tanto crianças quanto adultos podem adquirir ou desenvolver qualquer um dos dois tipos do diabetes, embora seja mais comum a do Tipo 1 ser adquirida por crianças. E o tratamento também é diferenciado.

Em razão da falta da produção da insulina no organismo para o paciente com diabetes Tipo 1, é necessário o uso constante da aplicação da insulina injetável. Já para quem tem o diabetes Tipo 2, dependendo do caso, o tratamento pode ser realizado com o uso de medicamentos orais para controlar a glicemia", alerta o endocrinologista.

Preocupação global
Relatório recente sobre a doença apresentado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça a preocupação com o diagnóstico precoce e controle do diabetes. O estudo aponta que 12 milhões de pessoas têm diabetes no Brasil. A doença eleva o risco de acidente vascular cerebral (AVC), complicações como a cegueira e é a principal causa de amputações de membros inferiores.

Assim como os adultos, as crianças devem ter hábitos alimentares saudáveis e atividades físicas frequentes. "É importante educar as crianças nesse sentido para que os valores permaneçam presentes durante toda a vida, pois os hábitos da infância são o reflexo da vida adulta", finaliza Felipe Monti Lora.

Fonte: http://sentidos.uol.com.br/ - "Matéria postada em caráter informativo"

Educação inclusiva


O Brasil ratificou a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência em 2006.De acordo com a diretora de políticas de educação especial do Ministério da Educação, Martinha Clarete Dutra dos Santos, os investimentos públicos com a finalidade de criar condições de igualdade de oportunidades entre as pessoas com e sem deficiência. Dados do Censo Escolar, coletados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) de 1998 e 2012, mostram a evolução do ingresso de estudantes com deficiência nas redes educacionais inclusivas. O Censo da Educação Básica de 1998 registrou 337,3 mil matrículas de estudantes com deficiência. Desses alunos, 13% estavam em classes comuns do ensino regular. 

Em 2012, o censo apontou 820,4 mil matrículas e constatou que 76% dos estudantes estavam em classes comuns do ensino regular, o que representa crescimento de 143%. Na educação superior, o censo mostra que as matrículas passaram de 5.078 em 2003 para 27.323 em 2012 - crescimento de 438%. Esses dados, segundo Martinha, demonstram importantes conquistas. Ao mesmo tempo, Ela admite a existência de grandes desafios na construção da qualidade da educação brasileira. Essa qualidade, observa Martinha, se efetiva na medida em que há o reconhecimento e a valorização da diferença humana como princípio no desenvolvimento inclusivo dos sistemas educacionais. Barreiras - Em 2013, o tema definido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para celebrar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência é Quebrar Barreiras, Abrir Portas - por uma Sociedade e Desenvolvimento Inclusivo para Todos. 

Na mensagem sobre o 3 de Dezembro, dirigida a governos, integrantes da entidade, empresas e sociedade civil, o secretário-geral, Ban Ki-moon diz que é necessário eliminar todas as barreiras que afetam a inclusão e a participação de pessoas com deficiência na sociedade, "incluindo mudanças de atitudes que incentivam o estigma e a institucionalização da discriminação".


Fonte: http://sentidos.uol.com.br/ - "Matéria postada em caráter informativo"

Menos burocracia - Pessoa idosa com mobilidade reduzida

Deputado destaca avanços de lei que diminui burocracia para idosos doentes.


Arquivo/ Alexandra Martins
Vitor Paulo
Vitor Paulo: hoje, muitos idosos perdem benefícios porque não têm quem os leve às repartições públicas.

Agora é lei (12.896/13): órgãos públicos estão proibidos de exigir o comparecimento de idosos doentes para procedimentos burocráticos, como recadastramentos, por exemplo. Conforme o texto sancionado ontem (18) pela presidente Dilma Rousseff, quando houver necessidade, o agente público deverá entrar em contato com o idoso enfermo na residência desse cidadão.
O coordenador da Frente Parlamentar em Apoio ao Idoso, deputado Vitor Paulo (PRB-RJ) comemorou o avanço. Ele ressaltou que, embora cada vez mais idosos mantenham uma rotina ativa, muitos ainda chegam a essa fase da vida com problemas de saúde. “Essas pessoas, muitas delas aposentadas, são convocadas por órgãos públicos para prestar esclarecimentos, levar documentos ou se recadastrar, mas acabam perdendo benefícios porque não têm quem as leve a essas repartições.”
O parlamentar acrescentou que, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), daqui a dez anos, haverá mais de um bilhão de cidadãos com mais de 60 anos em todo o mundo.
Perícia médica

A nova lei estabelece que, quando for de interesse do próprio idoso, ele se fará representar por procurador legalmente constituído. Também fica assegurado ao idoso doente o atendimento domiciliar pela perícia médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), pelo serviço público de saúde ou pelo serviço privado contratado ou conveniado que integre o Sistema Único de Saúde (SUS), para expedição do laudo necessário ao exercício de seus direitos sociais e de isenção tributária.
Reportagem – Marise Lugullo
Edição – Marcelo Oliveira







Fonte: 'Agência Câmara Notícias' -  "Matéria postada em caráter informativo"

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Governo lança campanha Turismo Acessível

por Mônica Bergamo

O Ministério do Turismo vai pressionar hotéis e atrativos turísticos a se tornarem acessíveis a pessoas com deficiência e dificuldade de locomoção. Uma campanha inclui a criação de aplicativo de celular em que usuários poderão avaliar a acessibilidade de 51 mil estabelecimentos. Os mais elogiados serão premiados –e os campeões de reclamação vão receber um alerta para se adaptar.

PODE ENTRAR 2
Com o lema "Um Brasil onde todos podem viajar", a campanha Turismo Acessível terá anúncios para sensibilizar empresários e administradores públicos. A iniciativa é parceria com a Secretaria de Direitos Humanos e o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência -que somam 45 milhões em todo o país.


PODE ENTRAR 3
"Estamos muito atrasados em relação à acessibilidade", diz o ministro do Turismo, Gastão Vieira. Ele cita como exemplo a Itália, que aumentou o número de visitantes , segundo ele, após melhorar as condições de circulação.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ - "Matéria postada em caráter informativo"

Classificação Funcional para pessoas com deficiência física

                                                                             Imagem internet
CPB
O primeiro tipo de classificação para pessoas com deficiência física foi desenvolvido ainda no início do esporte para deficientes, que ocorreu na Inglaterra, em 1944, por meio de médicos e especialistas da área de reabilitação.

Com o número crescente de atletas, a melhora considerável da performance e os avanços tecnológicos, muitas modificações têm sido feitas na tentativa de realinhar o esporte de alto rendimento para deficientes a uma classificação que acompanhe essa evolução.
Conceitualmente, a classificação utilizada hoje na prática do desporto adaptado constitui-se em um favor de nivelamento entre os aspectos da capacidade física e competitiva, colocando as deficiências semelhantes em um grupo determinado. Isso permite oportunizar a competição entre indivíduos com várias seqüelas de deficiência, pois o sistema de classificação eficiente é o pré-requisito para uma competição mais equiparada.
O Comitê Paralímpico Internacional reconhece cinco categorias de deficiência para a participação em competições do IPC: paralisados cerebrais, deficientes visuais, atletas em cadeira de rodas, amputados e les autres.

Aqui no País

No Brasil, o método foi usado pela primeira vez em 1984, no campeonato de Basquete de Rodas (ABRADECAR). Na década de 90, com a introdução da classificação funcional no basquete, também foram propostas mudanças no atletismo.

Como Funciona a Classificação

Cada esporte determina seu próprio sistema de classificação, baseado nas habilidades funcionais, identificando as áreas chaves que afetam o desempenho para a performance básica do esporte escolhido. A habilidade funcional necessária independe do nível de habilidade ou treinamento adquirido. Um atleta que compete em mais de um esporte recebe uma classificação diferenciada para cada modalidade.
A equipe de classificação pode ser composta por três profissionais da área de saúde: médico, fisioterapeuta e um professor de Educação Física. A classificação é realizada em três estágios: médico, funcional e técnico.

Avaliação Médica

Na parte médica é feito um exame físico para verificar exatamente a patologia do atleta bem como sua inabilidade que afeta a função muscular necessária para um determinado movimento. As informações são descritas em fichas apropriadas e arquivadas no banco de dados do CPB.

Avaliação Funcional

Na avaliação funcional são realizados testes de força muscular, amplitude de movimento articular, mensuração de membros, coordenação motora, evidenciando os resíduos musculares utilizados para a performance na prova.

Avaliação Técnica

Por último vem a avaliação técnica que consiste na demonstração da prova realizada utilizando as adaptações necessárias. São observados os grupos musculares na realização do movimento, técnica utilizada, prótese e ortese utilizada.
Durante a competição, os classificadores poderão continuar observando os atletas. O objetivo é analisar todos os aspectos possíveis. O classificador poderá monitorar uma classificação durante vários eventos.
Fonte: http://www.cpb.org.br/ - "Matéria postada em caráter informativo" Imagem internet

Desesperado, homem tenta cortar seio feminino que “brotou” em seu corpo

Vendedor sofreu de ginecomastia, que alarga o tecido mamário e pode ser tratado com remédios.
Do R7

Reprodução/DailyNews
Hashemzadeh sofreu com ginecomastia, o alargamento do tecido mamário em homens

O britiânico Farshad Hashemzadeh, 28 anos de idade, viveu anos de sufoco e vergonha após um seio de mulher “brotar” do lado direito de seu peito. As informações são do site Daily News.
De acordo com a publicação, seu peito começou a crescer aos 18 anos de idade.
— Não conseguia entender o que estava acontecendo comigo. Ele [o seio] só foi crescendo e crescendo, e eu me tornei muito retraído. Não queria que ninguém me visse. Foi literalmente como ter peitos de uma mulher.
Hashemzadeh sofreu com ginecomastia, o alargamento do tecido mamário em homens, muitas vezes resulta de um desequilíbrio de estrogênio e testosterona. Isso pode ocorrer em um ou ambos os lados.
— Nunca poderia tirar minha camiseta, não podia nadar. Não podia nem ir para a academia, e até mesmo em um clima muito quente, tinha que me enrolar em blusas para tentar escondê-lo.
Após muita angústia, o vendedor conta que não conseguiu fazer de forma gratuita a cirurgia.
— Fiquei muito frustrado. Eles removem tatuagens e realizam cirurgia para perda de peso, mas não queriam fazer a minha operação.
Segundo médico, metade da população sofre com ginecomastia
Reprodução/DailyNews
Por causa da mudança em seu corpo, ele conta que ficou tão severamente deprimido que tentou cortar seu próprio peito. Hashemzadeh foi encaminhado a um psiquiatra, mas mesmo assim não conseguiu que o governo pagasse a sua operação.


Sua família se reuniu e conseguiu o dinheiro para a operação, que foi realizada com sucesso e deixou apenas uma pequena cicatriz.
— Já não sinto a depressão profunda que eu tinha quando tentei cortar meu peito. Quando minha cicatriz sumir, vou me sentir um homem novo.
Segundo o cirurgião de Hashemzadeh, Azhar Aslam, cerca de metade da população masculina sobre com ginecomastia.
Fonte:http://noticias.r7.com/  - "Matéria postada em caráter informativo"








quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Confira alguns avanços da medicina em 2013


O ano foi marcado por pesquisas que, embora tenham sido feitas no laboratório ou em animais, fizeram os cientistas descobrirem mecanismos que podem levar, no futuro, ao controle de doenças como o alzheimer, ou à criação de um anticoncepcional para homens, por exemplo. Mas houve avanços mais próximos da nossa realidade, também, como o primeiro caso de cura "funcional" da Aids. Veja alguns estudos selecionados pelo UOL Saúde:


Câncer

O uso da imunoterapia contra o câncer foi escolhido como o maior avanço científico do ano pela revista "Science". A estratégia, que consiste em fazer com que o sistema imunológico dos pacientes reconheça e ataque células tumorais, deu provas concretas de que pode funcionar e tem potencial para revolucionar a oncologia. O tema é pesquisado desde a década de 1980, com altos e baixos - incluindo várias decepções. Em 2013, porém, resultados preliminares de um grande ensaio clínico, com mais de 1,8 mil pacientes com melanoma (câncer de pele), deram uma nova injeção de ânimo no campo


Aids

Uma equipe de virologistas dos EUA anunciou, em março, o primeiro caso de cura "funcional" da Aids, ou seja, a presença do vírus é tão débil que o organismo consegue controlá-lo sozinho. Trata-se de uma criança que nasceu com o HIV transmitido pela mãe e recebeu remédios menos de 30 horas após o parto. A única cura total da Aids oficialmente reconhecida ocorreu com o americano Timothy Brown, declarado livre do HIV após realizar um transplante de médula óssea de um doador que apresentava uma mutação genética rara que impede o vírus de penetrar na células. Duas outras tentativas parecidas anunciadas como bem-sucedidas este ano acabaram frustradas: traços do HIV foram detectados nos pacientes. Nestes casos, porém, as medulas não eram de indivíduos com resistência genética ao vírus.


Coração

Um coração artificial autônomo foi implantado em um paciente que sofria de insuficiência cardíaca terminal por uma equipe do hospital Georges Pompidou, em Paris, um feito inédito no mundo. A cirurgia abre novas perspectivas a pacientes condenados pela escassez de órgãos disponíveis para transplante. A prótese, feita por uma empresa francesa, imita totalmente um coração humano normal, com dois ventrículos que movimentam o sangue como faria o músculo cardíaco, com sensores que permitem acelerar e desacelerar o coração.


Transplante de face

Uma jovem chinesa de 17 anos recebeu um transplante completo de face, em outubro, depois que o novo rosto havia sido implantado em seu tórax durante alguns meses para que se desenvolvesse. A moça ficou gravemente desfigurada em um incêndio quando tinha cinco anos, no qual perdeu as pálpebras, o queixo e parte da orelha direita. O transplante ocorreu algum tempo após outro cidadão receber um nariz novo que cresceu durante meses em sua testa. Também este ano, em maio, um homem de 33 anos recebeu o primeiro transplante de rosto total da Polônia e um dos mais extensos realizados até agora em todo o mundo, já que incluiu a mandíbula e a parte inferior da bacia dos olhos. 


Síndrome de Down

A inserção de um gene pode calar a cópia extra do cromossomo 21 que causa a síndrome de Down, segundo um estudo publicado na revista "Nature" em julho. O método pode ajudar pesquisadores a identificar os caminhos celulares por trás dos sintomas como deficiência cognitiva e desenvolver tratamentos direcionados. A pesquisa foi feita com células-tronco em laboratório. A descoberta fornece a primeira evidência de que o defeito genético, um cromossomo 21 extra, além dos dois que todos nós carregamos, pode ser suprimido em células em cultura in vitro. Os humanos possuem 23 pares de cromossomos, sendo um deles o responsável pelo sexo. Apesar de receber com entusiasmo a notícia, os cientistas alertam que ainda não é possível saber se a técnica pode ser aplicada em humanos.


Alzheimer

Manchetes que anunciam o caminho para a cura do Alzheimer não são raras e, este ano, os resultados de uma pesquisa feita em camundongos fizeram diversos veículos publicarem algumas delas. Cientistas britânicos anunciaram, em outubro, a primeira substância química capaz de evitar a morte do tecido cerebral em uma doença que causa degeneração dos neurônios. Ainda é necessário maior investigação para desenvolver uma droga que possa ser usada por doentes. Mas os cientistas manifestaram bastante otimismo. Outras pesquisas anunciadas este ano trouxeram esperanças de que em breve será possível diagnosticar a doença de maneira mais simples, pela análise de células da retina ou de estruturas do sangue. 


Obesidade

Um estudo em curso na Grã-Bretanha está testando o uso de hormônios para combater a obesidade e substituir cirurgias de redução de estômago em pacientes obesos. Os hormônios são praticamente os mesmos liberados naturalmente pelo corpo após todas as refeições e que indicam ao corpo que a fome foi saciada. Os médicos perceberam que esses mesmos hormônios são liberados em grandes quantidades pelo corpo de pacientes que se submeteram à cirurgia bariátrica. Mas ainda serão necessários cerca de nove anos até que o medicamento hormonal esteja devidamente testado, aprovado e pronto para ser comercializado.


Contracepção

Um grupo de cientistas australianos desenvolveu uma pílula anticoncepcional para homens que bloqueia o transporte de espermatozoides, mas não afeta seu desenvolvimento. Durante os testes científicos, os ratos que receberam o produto tiveram relações sexuais mas não ejacularam esperma. O chefe da pesquisa afirmou que espera comercializar o anticoncepcional para homens nas farmácias em cerca de dez anos. Ele terá forma de pílula e provavelmente terá que ser ingerida diariamente. Se após algum tempo o homem quiser ter filhos, terá apenas que deixar de tomar a pílula. As tentativas anteriores de criar um anticoncepcional masculino estavam focadas em anular as funções do espermatozoide, o que gerou preocupações em relação a problemas de infertilidade.



Número de idosos que moram sozinhos triplica em 20 anos

CLÁUDIA COLLUCCI DE SÃO PAULO

Aos 89 anos, o militar aposentado Augusto Sonesso esbanja saúde. Vai ao clube diariamente, faz musculação, nada e joga bilhar com os amigos. Viúvo há três anos, tem filho, nora e netos, mas prefere morar sozinho.


Ele faz parte de um contingente que cresce no país: o de idosos vivendo sós.

Editoria de Arte/Folhapress
Entre 1992 e 2012, o número deles triplicou, passando de 1,1 milhão para 3,7 milhões –um aumento de 215%, segundo as PNADs (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), do IBGE.

No mesmo período, a população de idosos acima de 60 anos passou de 11,4 milhões para 24,8 milhões, um crescimento de 117%.


Há várias hipóteses para explicar a tendência, entre elas a feminização do envelhecimento. Entre os idosos hoje morando sozinhos, 65% são mulheres.

"Em geral, elas já criaram os filhos, estão viúvas ou separadas e querem manter autonomia", diz Alexandre Kalache, que já dirigiu o programa de envelhecimento da Organização Mundial da Saúde e preside o Centro Internacional de Longevidade.

Mas mesmo entre os homens, há sinais de uma maior independência. O percentual dos que vivem sozinhos passou de 31% para 35% nas últimas duas décadas.

Segundo Kalache, outra explicação é o fato de que hoje existe uma maior dispersão e fragmentação das famílias, com muitos filhos não morando na cidade dos pais.

Essas mudanças, associadas ao aumento da longevidade, têm levado as pessoas a ver com mais naturalidade a decisão de um idoso morar sozinho, de acordo com Marília Berzins, doutora em saúde pública pela USP e presidente do Observatório da Longevidade.

"O que antes era tido como sinal de abandono, agora é visto como autonomia."
Leonardo Soares/Folhapress
O aposentado Augusto Sonesso, 89, que vive só e utiliza serviços de uma teleassistência para idosos
O aposentado Augusto Sonesso, 89, que vive só e utiliza serviços de uma teleassistência para idosos
SUPORTE
De olho nesse filão, empresas estão investindo em produtos que dão suporte aos idosos que vivem sós.

É a chamada teleassistência, por meio da qual centrais que funcionam 24 horas monitoram o idoso dentro e fora de casa (veja texto ao lado).

Augusto Sonesso é um dos usuários dessas tecnologias. Tem uma pulseira com identificação e alarme e já precisou de ajuda duas vezes, quando sofreu queda de pressão e desmaiou. "Isso me deixa mais mais seguro de viver sozinho", diz ele.

O filho, Eduardo, e a nora, Maria Teresa, moram na Granja Viana, a 20 km do apartamento onde Sonesso vive, no Paraíso (zona sul).

"Em uma emergência, não dá tempo de chegar. Ficamos mais tranquilos sabendo que, se acontecer algo, a empresa nos avisa imediatamente e providencia socorro rápido", afirma Maria Teresa.

SERVIÇOS PÚBLICOS
Mas, segundo os especialistas, há muitos idosos vivendo sozinhos, sem amparo da família e sem condições de bancar assistência privada.

Alguns municípios começam a se organizar para oferecer serviços públicos de teleassistência. A cidade de Joinville (SC), por exemplo, já implantou um e Santos desenvolve um projeto piloto.

"Com o envelhecimento da população, esse tipo de assistência será fundamental. O poder público precisa se organizar para isso, como já fizeram países como Portugal e Inglaterra", diz Kalache.

Em São Paulo, há um projeto da prefeitura de oferecer teleassistência a 10 mil residências onde moraram idosos sozinhos ou que ficam muito tempo a sós porque os filhos trabalham fora.

A proposta, segundo Marília Berzins, autora do projeto, é priorizar idosos acima de 70 anos, com pelo menos três doenças crônicas, como diabetes e cardiopatias.


Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal da Saúde, há um processo de abertura de licitação em andamento para a contratação do serviço em 2014.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/ - "Matéria postada em caráter informativo"