sábado, 8 de março de 2014

Ucrânia leva apenas porta-bandeira à abertura das Paraolimpíadas de Sochi

Da EFE Em Sochi (Rússia)
                                                                                                                                                                            EFE/Sergei Chirikov
Mykhaylo Tkachenko é o único atleta da Ucrânia na cerimônia de abertura das Paraolimpíadas de Inverno
Mykhaylo Tkachenko é o único atleta da Ucrânia na cerimônia de abertura das Paraolimpíadas de Inverno

A delegação ucraniana que vai participar dos Jogos Paraolímpicos de Inverno de Sochi, na Rússia, só contou com a presença de seu porta-bandeira na cerimônia de abertura realizada nesta sexta-feira no estádio olímpico de Fisht.

O esquiador Mykhaylo Tkachenko foi o único dos 23 atletas ucranianos que formam a delegação do país que apareceu no estádio e foi ovacionado nas arquibancadas quando o sistema de som anunciou o nome da Ucrânia, pouco antes de ele entrar no campo.

Há alguns dias vinha sendo especulada a possibilidade de que a Ucrânia boicotasse os Jogos devido ao conflito com a Rússia pela província da Crimeia. Por fim, a Ucrânia anunciou em entrevista coletiva que participaria das competições em Sochi.


Imprensa britânica diz que "só um milagre" salvaria Michael Schumacher

Do UOL, em São Paulo


REUTERS/Ricardo Moraes
A família do ex-piloto Michael Schumacher recebeu uma notícia não muito animadora em relação ao futuro do alemão, de acordo com os jornais britânicos The Telegraph e Daily Mail. Segundo as publicações, os médicos que cuidam do heptacampeão falaram que "só um milagre" poderá salvar o ex-atleta.

De acordo com os jornais, fontes próximas a Corinna, mulher do ex-piloto, e Ralf Schumacher, seu irmão, disseram que ambos consultaram neurologistas em toda a Europa e receberam dos especialistas a informação de que as chances de recuperação são mínimas.

Schumacher sofre grave acidente de esqui na França Click AQUI para ver os vídeos.
O texto do hospital ainda informa que qualquer publicação que não for confirmada pela equipe médica pode ser considerada como não válida.
Schumacher se envolveu em um acidente de esqui no final de 2013, na estação de Méribel, na França. Ele está há 69 dias em coma artificial.

Fonte:esporte.uol.com.br

Rondonópolis é referência em avaliação para alunos com deficiência

Prefeitura de Rondonópolis (MT)
As escolas têm o grande desafio de tratar crianças deficientes como as demais praticando a política de inclusão. Muitas crianças frequentam as salas de aula regulares e salas recursos no contra turno durante todo o ano, mas via de regra não são avaliadas como as demais, são tratadas como diferentes numa proposta nacional de educação para todos. Embora entrem no censo escolar, não constam nos índices oficiais de educação dos municípios, estados e União.

A Secretaria Municipal de Educação de Rondonópolis (Semed) tem adotado ações que vão além das comuns na maioria dos municípios, implantou o sistema de avaliação adaptada para os alunos deficientes e chegou a meta de 100% dos alunos das fases finais dos Ciclos participando do processo de avaliação aplicado no município, o SAEM (Sistema de Avaliação do Ensino Municipal).

A proposta de que todos os alunos nas fases finais sejam avaliados obedece à política adotada pela atual gestora da Pasta, secretária Ana Carla Muniz, que entende que diante dos números apresentados podem ser formuladas intervenções para a melhoria da educação no município. Os dados de todos os alunos são compilados juntamente com as habilidades sondadas para que os professores saibam exatamente o que deve ser reforçado nas próximas atividades e se detenham para analisar, estudar e apresentar ações para superação dos problemas. Os dados sobre os alunos deficientes seguem a mesma sistemática, embora não sejam ainda levados em consideração na média da nota geral. Para se chegar a esta proposta o trabalho foi árduo e necessitou de equipe especializada.

A avaliação feita para alunos deficientes é a mesma aplicada nas demais crianças, mas adaptada à deficiência do aluno que muitas vezes precisa de uma ajudante, um mediador, para resolvê-la. Em 2013, 31 alunos com deficiência participaram da avaliação, 13 conseguiram resolver a prova sozinhos e 19 necessitaram de um mediador. O sistema de avaliação já é referência no Estado e será apresentado em reunião ampliada na Capital para tratar de políticas públicas de inclusão e posteriormente será enviado para o Ministério da Educação (MEC).

O processo para inclusão dos alunos com deficiência no SAEM de Rondonópolis (MT) demanda trabalho, custo e uma equipe especializada para adaptar a prova de forma que possa ser resolvida por alunos surdos, com baixa visão, com deficiência física, e Transtorno de Epectro Autista. Enquanto a avaliação normal possui 13 páginas e é impressa em preto e branco, a adaptada possui 31 páginas, sendo que cada página contém apenas uma questão, escrita em caixa alta (todas as letras maiúsculas), com entrelinha maior e ilustrada com imagens coloridas.

O recurso da ilustração é essencial para que o aluno com deficiência entenda melhor a questão. Este é o aspecto mais difícil na adaptação da avaliação, assegura a fonoaudióloga Ana Néri Garcia Fanaia Rodrigues. “É necessário que a ilustração seja compatível com o texto, seja simples, limpa, para melhorar a compreensão da questão e não poluir visualmente a página, que tem que propiciar uma leitura global e objetiva para o aluno”.

Ana Néri é uma das integrantes da equipe de adaptação composta também pela pedagoga com habilitação em Deficiência Intelectual Ariane Lima Martin e o psicólogo Bruno Gonçalves. A equipe fica responsável por toda adaptação da prova que requer um olhar diferenciado com a proposta de tornar fácil a resolução da mesma.

A proposta é que a criança tenha facilidade na hora de resolver as questões. E a maioria das crianças consegue fazê-la, sendo necessária a presença de um mediador somente para alunos que possuam deficiência intelectual ou que não consigam escrever. Nestes casos, o professor mediador é capacitado e preferencialmente acompanha um aluno que não seja seu.

A gerente da Divisão de Avaliação e Monitoramento de Indicadores, Vilma Ineis Fernandes Silva, destaca que as avaliações são extremamente importantes no processo educacional, porque geram indicadores que analisados mostram quais as áreas e conteúdos que merecem atenção especial da equipe e dos educadores, para que sejam feitas intervenções pedagógicas que melhorem a aprendizagem dos alunos. Como exemplo cita a avaliação da 3ª fase do 1º Ciclo em que são avaliadas oito habilidades de Matemática, nove de Língua Portuguesa e cinco de Ciências. Diferente do que acontece em nível nacional as questões de Ciências no município não foram aplicadas por amostragem, mas para todos os alunos.

Após a aplicação da avaliação, há a correção, tabulação de dados, aferição dos índices. Depois de pronto o processo, os dados são enviados para as escolas para serem analisados e para que cada equipe pedagógica formule o planejamento para a superação das habilidades pouco desenvolvidas. No final do processo a escola tem em mãos uma espécie de mapa para organizar as melhores propostas para a melhoria do ensino por turmas ou individual.

O processo é o mesmo para os alunos com deficiência, eles contam com professores capacitados para o atendimento e acompanhamento diário. Mesmo sem fazerem parte dos dados oficiais, o sistema os integra na avaliação e na compilação de dados de forma que as habilidades deles tenham a mesma atenção que dos demais alunos, sempre com o objetivo de garantir avanços no processo ensino-aprendizagem. 

Fontes: Mídia News -  sempreincluidosoficial

Cadeirantes fazem manobras radicais na Megarrampa e pulam de bungee jump

Paulo Anshowinhas Do UOL, em São Paulo

   


"Você só vive uma vez, por isso seja o melhor no que fizer". Com essa frase de efeito, o norte-americano Aaron Fotheringham, de 23 anos, conhecido como "Wheelz", respirou fundo e se atirou com uma cadeira de rodas de cerca de 20 metros de altura da Megarrampa, de Bob Burnquist, na Califórnia.
Cadeirante desde os três anos de idade devido uma doença congênita na coluna chamada espinha bífida, Aaron sempre se aventurou em atividades extremas e se considera um cadeirante motocross, como se autodefine.
Wheelz (rodas, em inglês), como é conhecido, anda com um cadeira especial, mais leve e com amortecedores nas quatro rodas, utilizada por ele para andar em pistas de skate e até em saltos inacreditáveis do alto de rampas como a do festival Nitro Circus e a imensa Megarrampa.
Click AQUI para ver os vídeos.
Utilizar equipamentos básicos de proteção, como capacetes, luvas e cotoveleiras, parecem não ser o suficiente para o destemido Wheelz. Na primeira descida da rampa de Bob, o tombo foi feio. E mesmo assim ele não desistiu, mesmo perdendo um dente frontal em uma das quedas.
Carismático, sua paixão pelos esportes com excesso de adrenalina chegam a transformar seu treinamento em obsessão, e voltar inteiro de manobras como backflips e frontflips (cambalhotas de frente e de costas) fazem de Wheelz uma das principais atrações dos eventos que participa.
Ao contrário de Aaron, o canadense Riley Martin, de 21 anos, começou a usar uma cadeira de rodas a pouco mais de quatro anos, depois que um acidente de moto o deixou paraplégico. Ao assistir um vídeo de Rick Hansen, um outro canadense paraplégico que rodou por mais de 34 países na década de 80 para levantar fundos para pessoas com dificuldades de locomoção se atirando de bungee jump, Rick também se aventurou na ideia.
"Ao ver o vídeo parecia fácil, mas quando chegou minha vez eu fiquei realmente preocupado", afirmou Rick ao programa Good Morning America, do canal americano CBS, no final do ano passado. "Tenho de admitir que eu fechei meus olhos naquele instante", confessa Rick após o salto de cerca de 60 metros de altura em Whistler, no Canadá.
O mar não é o limite para quem anda de cadeira de rodas
Pranchas de waveski (um formato semelhante a um caiaque no qual o praticante fica sentado amarrado por uma cinta na parte externa do equipamento) já são usadas por surfistas com dificuldades motoras a muito tempo. O norte-americano Charles Webb sabe disso e costuma participar de diversas competições nos Estados Unidos, onde já ficou conhecido por sua performance.
Recentemente foi cumprimentado pelo maior surfista de ondas grandes do planeta, o americano Laird Hamilton, depois de sair da água com uma nova invenção que promete ajudar ainda mais os cadeirantes radicais.
Uma prancha de stand up paddle adaptada para cadeira de rodas. A invenção criada pelo californiano Kawika Watt, dona da empresa Onit Ability Boards, além de mais pesada e resistente, possui uma cadeira de rodas adaptada para todo terreno que é fixada na prancha.
Fonte: esporte.uol.com.br                Fotos:Hagen Hopkins/Getty Images 



Praia Grande recebe exposição com painel tátil para deficientes visuais

        

A Galeria de Artes Nilton Zanotti, em Praia Grande, receberá de 11 de março a 27 de abril a exposição “Vi(ver) - Diálogo Gráfico”, que reúne cerca de 50 produções paulistas contemporâneas feitas com diversas técnicas artísticas como desenho e gravura. A mostra contará também com um painel tátil manipulável, destinado a deficientes visuais e apreciadores em geral. A galeria faz parte do Complexo Cultural Palácio das Artes, localizado na Avenida Presidente Costa e Silva, 1600, Bairro Boqueirão, e a visitação gratuita poderá ser realizada de terça-feira a sábado, sempre das 14 às 18 horas.

Na exposição, o visitante terá contato com as mais diferentes técnicas de gravura em metal, em relevo, monotipia e desenho, além de trabalhos gráficos realizados a partir de modernas ferramentas digitais.

De acordo com um dos curadores da mostra, Hélio Schonmann, o visitante poderá conferir também um painel de matrizes de gravura (como o de xilogravura e stencil) e de estampas, que serão manipulados com auxílio de monitores. “É uma proposta que visa estimular novas formas de leitura da obra gráfica através da fruição gráfica. Além disso, queremos com isso promover a inclusão de pessoas com deficiência visual no riquíssimo universo das linguagens gráficas”.

A partir das sensações originadas pela fruição tátil, os monitores apresentarão aos visitantes noções sobre os diversos processos de gravação e diferentes abordagens gráficas presentes nos trabalhos expostos.

A exposição faz parte do ciclo Vi(ver), que percorre ao longo de 2014 sete municípios paulistas. O evento é uma realização da Casa de Gravura de São Paulo e conta com o apoio da Prefeitura de Praia Grande e da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo através do Programa de Ação Cultural.

Visitas monitoradas podem ser agendadas através do telefone 3496-5707. E outras informações sobre a mostra podem ser conferidas no site www.viverolocal.blogspot.com.br.

Encontro com artistas
No dia 21 de março, às 19 horas, artistas com obras expostas na exposição realizarão uma roda de conversas com o público em geral para discutir a temática e tirar dúvidas dos presentes. O evento será gratuito e acontecerá na Galeria Nilton Zanotti. 

Fontes: Diário do Litoral - sempreincluidosoficial

sexta-feira, 7 de março de 2014

Acessibilidade em áreas de lazer de Piracicaba é parcial, diz especialista

      
    Acessibilidade em áreas de lazer de Piracicaba é parcial, diz especialista

Seis áreas de lazer de Piracicaba (SP) atendem apenas parcialmente as necessidades de pessoas com deficiências, segundo o professor de educação física e especialista em atividade motora adaptada Eduardo de Paula Azzini, de 33 anos. O profissional analisou três parques da área central e três da periferia. Segundo a pesquisa, nenhum dos espaços está 100% adaptado ao público específico.

“Fiz esta análise para defender minha tese de mestrado. O objetivo era comparar áreas de lazer do Centro com as da periferia, mas com o estudo pude verificar que nenhum lugar está 100% adaptado, independente da região”, relatou Azzini.

As áreas consideradas centrais foram as da Rua do Porto, da Estação da Paulista e do Piracicamirim. Os espaços periféricos ficam nos bairros Vila Rezende, Cecap e Santa Terezinha. O local onde foram encontradas menos adaptações foi na área de lazer do Turcão, na Vila Rezende.

“O lugar não tem estacionamento específico para deficientes. A área possui somente uma rampa de acesso para cadeirantes, e não há equipamentos de ginástica adaptados. Os aparelhos ficam em um gramado, o que dificulta o acesso de deficientes visuais.”

Mas não é somente no Turcão que há problemas, na área de lazer da Rua do Porto também não há estacionamento exclusivo para deficientes, os equipamentos de ginástica adaptados não possuem placas em braile para orientar deficientes visuais e o balcão de informação não segue a regra da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que exige que a estrutura tenha 90 centímetros de altura por 70 centímetros de profundidade.

Na Estação da Paulista, os banheiros e a área de ginástica não são adaptados. Existe uma vaga para carros exclusiva para deficientes e idosos, porém ela está fora da norma de espaço entre outros veículos. A vaga fica encostada em um muro. O mesmo ocorre na área de lazer de Santa Terezinha.
Com exceção da área de lazer da Rua do Porto, nas demais não há equipamentos de ginástica adaptados ou piso tátil que dá acesso ao local de exercícios.

“Todas as áreas de lazer possuem a pista de caminhada correta, de acordo com a ABNT, com piso antiderrapante, tamanho adequado e orientação para deficientes visuais. No entanto, não existe o acesso aos equipamentos de ginástica com piso tátil. Todos os aparelhos ficam nos gramados, o que dificulta a locomoção, exceto na Rua do Porto”, afirmou o especialista. Azzini relata que existe uma tentativa positiva de adaptar os locais para os deficientes, mas que os padrões ainda não são 100% seguidos.

Resposta da Prefeitura

A Prefeitura de Piracicaba, por meio da assessoria de imprensa, informou que diversos parques da cidade passam por reformas e reformulações que contemplam acessibilidade para pessoas com deficiências.

Com relação ao Parque da Rua do Porto, o Executivo informou que as pistas foram reformadas recentemente e permitem o acesso total a cadeirantes. Sobre as vagas para deficientes, a Prefeitura afirmou ainda que existem locais destinados ao público específico no conjunto de estacionamentos de todo o parque, respeitando a proporção exigida por lei.

Sobre a Estação da Paulista, o Executivo informou que o local possui dois banheiros adaptados para cadeirantes (um masculino e um feminino). Com relação ao estacionamento, afirmou que existe uma vaga para deficientes e uma vaga para idosos, além das vagas em espaço anexo à estação.

Sobre as academias de ginástica ao ar livre, o Executivo afirmou que não são projetadas para pessoas com deficiência física e, por isso, não são acessíveis às cadeiras de rodas. "Somente os equipamentos da academia do Parque da Rua do Porto são projetados para as pessoas com deficiência", afirmou a Prefeitura.
O governo disse ainda que a Secretaria Municipal de Obras (Semob) trabalha na implantação de pisos táteis e guias rebaixadas em locais de grande fluxo.

Fonte: G1.com Piracicaba e Região

Cadeirantes protestam, e Inter admite erro no Beira-Rio


Segundo a edição desta quinta-feira (6) do jornal Zero Hora, a reforma do Estádio do Beira-Rio para a Copa do Mundo de 2014 apresentou uma falha que terá que ser corrigida às pressas: o setor dedicado a cadeirantes, utilizado também por torcedores obesos e com deficiência visual, não tem cobertura, deixando os frequentadores do espaço sujeitos a chuva ou sol forte.


O estádio de Porto Alegre para a Copa do Mundo conta com dois setores adaptados, ambos no primeiro nível e situados em um local descoberto. Entidades ligadas a cadeirantes do Rio Grande do Sul protestaram, afirmando sentirem-se discriminados das demais áreas das arquibancadas – a legislação nacional de acessibilidade diz que as pessoas com deficiência devem ser distribuídas em diversos locais dos recintos, e não concentrados em um ponto separado. Há 58 lugares nesta condição, que serão mantidos.
O Internacional admitiu o problema no projeto e deverá começar as obras para cobrir o setor ainda nesta quinta-feira. O vice-presidente de administração do clube, José Amarante, admitiu “vergonha (...) por esse erro no projeto”. A previsão é que, dentro de 20 dias, o anel superior do Estádio do Beira-Rio possa receber torcedores com deficiência – no total, 45 novos lugares, além de boxes adaptados nos banheiros do pavimento. 
Fontes: site Terra - sempreincluidos

Novo teste de câncer de próstata pode aposentar toque retal

Da Redação
                                                                                                                                                                                                   Devulgação
Teste vai detectar câncer de próstata em amostra simples de urina

Um teste barato, fácil e preciso para detectar o câncer de próstata pode estar disponível nos próximos meses. Estudos mostram que o novo teste, feito com a urina, pode ser duas vezes mais confiável que o exame de sangue existente para a detecção da doença.

O teste também informa aos médicos a gravidade do câncer. Além de salvar vidas, vai aposentar, segundo especialistas, o toque retal. É descrito como o maior avanço no diagnóstico do câncer de próstata em 25 anos.
Além de preciso, deve custar, quando chegar ao mercado, menos de R$40 por paciente, o que permitiria a realização de testes em todos os homens a partir dos 40 anos, como acontece com o câncer de mama.
O material foi desenvolvido por estudiosos da britânica Universidade de Surrey. Cientistas anunciaram ter chegado a um acordo com duas empresas, o que porá o teste em consultórios médicos ainda este ano.
O inventor do teste é o professor de oncologia médica Hardev Pandha, que acredita no potencial de poder detectar rapidamente a doença, salvando centenas de vidas a baixo custo.
Click AQUI veja vídeo promocional do novo teste (em inglês)

Acessibilidade pode ser nicho para pequenas empresas


Mais de 45,6 milhões de brasileiros (24% da população) declararam ter alguma deficiência, segundo o Censo de 2010 do IBGE. Mesmo assim, essa parcela da sociedade carece de serviços e produtos. “Foque seu negócio na acessibilidade. E, se tiver outro negócio, foque na acessibilidade também”, enfatizou o educador Nelson Junior, consultor em acessibilidade, Libras e Braille, durante palestra na Terceira Feira do Empreendedor do Sebrae, em São Paulo.


Há mais de 20 anos o Brasil dispõe de uma lei que obriga grandes empresas a contratarem deficientes – o que ajudou essas pessoas a terem renda. “Cego compra e compra bastante. Estamos ganhando dinheiro, pois entramos no mercado de trabalho”, comenta o locutor de rádio Celso Bianchi Colette.

A empresária Patricia Tamani, que trabalha com impressão em braile há 12 anos, diz que sua área de atuação está crescendo. Um restaurante que oferece versão em braile do cardápio, por exemplo, fidelizará um cliente – e trará novos, pela propaganda boca a boca.

O instrutor de Libras Ademir Toledo Piza dá outro exemplo. Na sua área, o mercado está tão aquecido que faltam profissionais. Segundo ele, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a segunda do país em número de usuários. “É uma questão de tempo. Vai ‘bombar’ daqui a três anos, o que é tempo suficiente para se especializar”, aposta Nelson Junior. “Professor de inglês não é mais luxo, mas de Libras, sim.”

“Muitos empreendedores pensam que investir em acessibilidade é gastar dinheiro e não vê como negócio”, analisa Nelson Junior. Um sinal disso era o próprio público do debate sobre acessibilidade na feira do Sebrae: o local tinha menos gente que outros ministrados no mesmo horário.

As áreas de atuação são muitas. Muitas empresas têm dificuldade de encontrar um profissional capacitado com deficiência, o que mostra que capacitação profissional para esse grupo é um nicho promissor. Estabelecimentos e instituições precisam ser adaptados, o que gera possibilidades para os setores de construção e de objetos relacionados à acessibilidade. Tradutores de libras e revisores de braile são profissionais requisitados, o que traz vantagens para quem estar no setor da Educação, por exemplo.

 “Além de você ter lucros, está colaborando com a acessibilidade”, diz Nelson Junior. 

Fontes: site Terra - sempreincluidosoficial

4º Simpósio Internacional da Síndrome de Down

 4º Simpósio Internacional da Síndrome de Down - Saúde e bem estar: acesso e igualdade para todos

Local: Sede da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo


Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 do Memorial da América Latina(antigo bloco Parlatino)

Barra Funda – São Paulo/SP– Brasil

INFORMAÇÕES 
Instituto Ibero Americano de Pesquisas e Diretrizes de Atenção à Síndrome de Down – IPDSD

Fone/Fax: (55) (11) 3721-9175 – CEPEC: 3721-6200


21/03 – Sexta

19h30 – Abertura Oficial

Profª Drª Linamara Rizzo Battistella

Prof. Dr. Zan Mustacchi

Tema: “Retrospectiva do Projeto Lucy Montoro: Conquistas

Drª Patrícia Tempski – Pediatra Coordenadora do Programa Lucy Montoro – SP

Premiação: “IV Prêmio de Ações Inclusivas 2013

Coquetel

22/03 – Sábado

7h30-8h30 – Credenciamento e entrega de material
8h30-10h – “As Vítimas Frequentemente Esquecidas da Eugenia: Pessoas com Deficiências Intelectuais

Palestrante: Prof. Dr. Edward Goldson – USA

Médico Pediatra, Professor Titular de Pediatria da Universidade do Colorado – EUA, experiência em Pediatria e Pediatria Comportamental.

10h-10h30 – Coffee Break

10h30-12h – “Neuronutriciência, Saúde e Bem Estar. O Estado da Arte na Síndrome de Down

Palestrante: Prof. Dr. Zan Mustacchi
Médico Geneticista e Pediatra; Doutor e Mestre pela USP; Resp. Amb. Genética do Hosp. Inf. Darcy Vargas (HIDV); Diretor Clín. do Centro de Est. Pesq. Clín. de S. Paulo (CEPEC-SP); Coord. Resp. Curso de Cap. em Síndrome de Down (SP); Membro Tit. do Conselho Nacional de Saúde (CNS); Pres. Inst. Ibero-Americano de Pesq. e Diretrizes de Atenção à Síndrome de Down (IPDSD).

12h-14h – INTERVALO PARA ALMOÇO (NÃO INCLUSO)

14h-14h40 – “Respirar Bem. Como? Conhecendo e Atuando

Palestrante: DraPatrícia Salmona

Médica Pediatra; Presidente do Departamento. Científico de Genética da Soc. de Pediatria de São Paulo (SPSP); Membro da Equipe do Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo (CEPEC-SP) e do Hospital Infantil Darcy Vargas (HIDV); Especialista em Síndrome de Down.

14h40-15h – Perguntas e Respostas

15h-16h – “Refluxo Gastroesofágico e Repercussões Respiratórias no Paciente com Síndrome de Down

Palestrante: Prof. Dr. Tadeu Fernando Fernandes

Médico pediatra, Presidente do Departamento de Pediatria Ambulatorial da Sociedade de Pediatria de São Paulo,

16h-16h30 – Coffee Break

16h30-18h
Novos Projetos de Pesquisa Translacional na Área de Síndrome de Down
Ensaios Clínicos

Fase II dos Efeitos Cognitivos da Droga Memantina em Adolescentes e Adultos Jovens Com Síndrome de Down

Palestrante: Prof. Dr. Alberto Costa – USA

Médico da Univ. do Est. do RJ, Doutorado em Biofísica, Inst. de Biofísica Carlos Chagas Filho, Univ. Federal do RJ, Pós-Doutorado no Depto. Farmacologia e Terapêutica Experimental da Fac. de Med. da Univ. de Maryland, Cientista Institucional / Professor Associado do Departamento de pediatria – Divisão de Neurologia Pediátrica – Case Western Reserve Schoolof Medicine, Rainbow Babies & Children’s Hospital, USA.

ORGANIZAÇÃO
IPDSD

INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA
            VAGAS LIMITADAS                    

COORDENAÇÃO
Prof. Dr. Zan Mustacchi
Fonte:inclusive

quinta-feira, 6 de março de 2014

Dr Hemerson Casado e a campanha "Doe um milhão para ELA"

 

Dr Hemerson Casado Gama
Médico e paciente de ELA
 
 
Esta semana eu lancei uma campanha na Internet com o intuito de levantar fundos, que serão doados primeiramente ao Centro de Terapia Celular da PUC, onde esta sendo organizado o estudo Brainstorm. O primeiro estudo com uso de célula-tronco autológa realizado no Brasil de forma organizada e legal. 

Este estudo demanda tempo para colocar as duas instituições, de Israel e Brasil juntas, assinatura de um contrato, tradução do protocolo, aprovação pelo conselho Estadual de Ética e pesquisa, priorização da liberação das verbas de emenda, recrutamento e inicio do estudo, que e uma terapia experimental e nesta fase II do estudo, terá numero limitado e seleção exigente, não sendo, portanto permitido que todos os pacientes sejam eleitos, mas a pesquisa criará um ambiente favorável ao avanço dos estudos e uma maior competitividade na comunidade cientifica.

Esta campanha também mostrará a capacidade de mobilização da comunidade brasileira e a força e união dos portadores da doença.

Eu coloquei a campanha na rua sozinho e usei uma conta poupança pessoal chamada campanha ELA. Sou totalmente responsável pelos meus atos e não solicitei nem autorização nem apoio das comunidades e associações da ELA. Esperava que este apoio fosse natural e ate acreditei nesta possibilidade, quando recebi o lindo filme editado pelo senhor Carlos Alberto Metz. DESILUSÃO. As entidades que atuam nesta área, possuem um comportamento que me remonta a situação do Brasil da época da ditadura militar:


1- Censura a liberdade de expressão 
2- Controle totalitário em suas ações.
3- Propaganda sectarista e anti- semita 
4- Perseguição e condenação sumária de seus opositores.
5- Espionagem
6- Patrocínio por parte do sistema, de sua propaganda.
7- Inoperância total em suas ações.

 

Vou contar agora quem eu sou:
Hemerson Casado Gama
Sexo masculino
46 anos
Alagoano de Maceio
Medico cirurgião Cardiovascula
UFAL turma novembro 1989
Cirurgião da Santa casa de Maceio e Hospital do Coração
Titulo de especialista em cirurgia cardiovaacular pela SBCCV

Pós graduação na Universidade de Glasgow- Escócia
Pós graduação em medicina endovascular pela UNIFESP
Pós graduação em medicina do sono pela UNIFESP
Pós graduação em medicina hiperbarica pela Marinha do Brasil e USP
Pós graduação em:
UTI cardiaca
Cirurgia cardiaca pediátrica
Estimulação cardiaca 


Entretanto hoje sou um paciente de ELA que já não anda sem auxilio nem movimenta os braços. Faço fisioterapia
Massoterapia
Acunpultura
Nutrição
Medicina ortomolecular
Repouso
Psicoterapia

Mesmo assim estudo muito a doença e tudo sobre a mesma. Visitei vários centros de pesquisa, varias Universidades, vários cientistas de renome e varias entidades ligada a ELA.

Com o incentivo do Movela e do Deputado Mauricio Quintela, virei um ativista e decidi usar tudo que estivesse ao meu favor para ajudar a quem pudesse. Procurei as instituições que se consideram defensoras da doença no Brasil e os pesquisadores e medicos. Com nobres exceções, descobrir um poço profundo de vaidades, de pequenez, de egoísmo, de falsa caridade e de aproveitamento da miséria alheia. Um cenário holiwoodiano para camuflar um resultado cientifico semelhante aos filmes de xanxada.

Eu vou seguir doente, mas tentando ao máximo morrer lutando de forma honesta e corajosa e tenho o apoio de uma legião de otimistas, entusiasmados, crentes em Deus que seguem o mesmo caminho. Talvez eu tenha que tomar decisões unilaterais, que pareçam egoístas mas na verdade elas sao fruto do fato de que me sinto livre pra viver a minha vida da forma que eu determinar o mesmo vale para a minha morte.

Fonte:falandosobreela.blogspot.com.br

Pacientes com lesões na espinal medula devem ser rastreados sobre apneia do sono

Um novo estudo sugere que pacientes com lesões na espinal medula poderiam beneficiar de uma avaliação cuidadosa sobre a apneia do sono, segundo um artigo publicado em janeiro no Journal of Clinical Sleep Medicine, da Academia Americana de Medicina do Sono.

Uma pesquisa liderada por Abdulghani Sankari da Faculdade de Medicina Wayne na Universidade Estadual de Detroit, nos Estados Unidos, avaliou 26 pacientes com lesão medular crônica, incluindo 15 com trauma cervical e 11 com trauma torácico. O estudo conclui que 77 por cento dos sobreviventes apresentavam distúrbios respiratórios do sono e 92 por cento relatam má qualidade do sono.

A pesquisa também descobriu que a natureza dos distúrbios respiratórios do sono em pacientes com lesão medular é complexa, com uma elevada ocorrência de dois eventos de apneia do sono obstrutiva e central. A apneia do sono central, que requer uma atenção especial no diagnóstico e tratamento, foi mais comum em pacientes com lesão cervical, em comparação com os que tinham uma lesão torácica.

Abdulghani Sankari sublinha que os resultados “ajudam a identificar o mecanismo de distúrbios respiratórios do sono na lesão da espinal medula e podem fornecer potenciais alvos para novos tratamentos”, pois os distúrbios respiratórios do sono podem contribuir para o aumento da mortalidade cardiovascular em pacientes que apresentem esta condição.

“Todos os pacientes com lesão medular devem ser submetidos a uma avaliação abrangente de sono completa, recorrendo a exames de polissonografia para o diagnóstico preciso da apneia do sono”, conclui o autor, que relembra que este é o primeiro estudo a avaliar alterações na respiração e ventilação durante o sono, comparando dois níveis distintos de lesão medular – cervical e torácica.

Fontes: Ser Lesado -  tetraplegicos.blogspot.com.br