sábado, 5 de julho de 2014

Em busca do quinto título mundial, Fernando Fernandes faz preparação intensiva na Áustria

                               Fernando Fernandes durante treinamento em Linz, na Áustria (Foto: Reprodução)
Fernando Fernandes durante um de seus treinamentos em Linz, na Áustria (Foto: Reprodução)
Dono de quatro títulos mundiais de paracanoagem na categoria K1 200m A, o brasileiro Fernando Fernandes tentará ampliar o seu domínio na principal competição da modalidade. Entre os dias 6 e 11 de agosto, em Moscou, Rússia, ele disputará o Mundial de Paracanoagem. E, com o apoio do Time São Paulo, já se prepara de olho no pentacampeonato.
Desde o dia 14 de junho, Fernando está em fase de treinamento intensivo em Linz, na Áustria, em viagem custeada pelo projeto, que consiste na parceria entre o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Secretaria de Direito das Pessoas com Deficiência do Estado de São Paulo. O paracanoísta, que ficou paraplégico após um acidente de carro, em 2009, ficará na cidade europeia até 1º de agosto, quando partirá rumo à capital russa para tentar amealhar a quinta conquista consecutiva. O “exílio” na Áustria, de acordo com o próprio, serve para voltar a sua atenção apenas para a preparação.
“Aqui, na Áustria, a minha rotina é totalmente voltada para os treinos. Na parte da manhã, faço treinamentos na água. Na parte da tarde, quatro vezes por semana, faço musculação. Aqui consigo estar totalmente focado no meu objetivo maior, que é o Mundial de Moscou”, disse Fernando Fernandes, que ressaltou ainda o pacato clima austríaco. “A cidade é pequena, então consigo descansar sempre entre um treino e outro. Como há outros campeões mundiais treinando aqui, a cobrança no dia a dia é maior, o que deixa os treinos ainda mais fortes”, completou.
A primeira conquista mundial dele ocorreu em 2010, em Poznán, na Polônia. No ano seguinte, venceu a disputa em Szeged, Hungria. Voltou a Poznán em 2012 para o tricampeonato e, por fim, sagrou-se tetracampeão mundial em Duisburg, Alemanha, na temporada passada. Mesmo com tamanho histórico, Fernando revela que esta é a primeira vez que ele pôde seguir à risca a estratégia traçada para o seu período pré-Mundial.
“Esta é o primeiro ano que consigo seguir o meu planejamento. Quando decidi com o meu treinador passar uma longa temporada aqui na Europa, antes do Mundial, foi também para não sentir tanto o impacto da viagem. Viagens longas para cadeirantes são sempre muito complicadas. O corpo demora a se adaptar. Também foi bom para se adaptar ao clima seco europeu e estar treinando com os atletas de altíssimo nível”, concluiu o paracanoísta.
Time São Paulo
O atleta Fernando Fernandes é integrante do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado do Direito das Pessoas com Deficiência de São Paulo que beneficia 34 atletas e seis atletas-guia de nove modalidades.

Assessoria de imprensa do CPB (imp@cpb.org.br)
Daniel Brito
Ivo Felipe
Nádia Medeiros
Thiago Rizerio
Rafael Moura
Ezequiel Trancoso (estagiário)

Fonte:cpb.org.br


Publicada a nova lista de contemplados pelo programa Bolsa-Atleta, do Ministério do Esporte

O maior programa de patrocínio individual do mundo chega a um novo recorde. Nesta quarta-feira, 2/7, foi publicada no Diário Oficial da União a nova lista dos contemplados pela Bolsa-Atleta, do Ministério do Esporte, para o exercício de 2014 das modalidades que integram os programas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Desta vez, são 6.667 atletas beneficiados ao todo, o maior número da história do programa.
bolsa
Desse total, a categoria com o maior número de contemplados é a Nacional, com 4.465 nomes. A seguir, são 1.351 na categoria Internacional, 313 na Estudantil, 290 na Base e 248 na Olímpica/Paralímpica. Os valores vão de R$ 370 a R$ 3.100 por mês, sendo que os selecionados receberão a bolsa pelo período equivalente a ano. Os atletas que tiveram o nome publicado no DOU deverão assinar o Termo de Adesão (disponível na área restrita do site www2.esporte.gov.br/snear/bolsaAtleta) e encaminhá-lo ao Ministério do Esporte por via postal.

O Bolsa-Atleta foi criado pela Lei nº 10.891, de 9 de julho de 2004, e regulamentado pelo Decreto nº 5.342, de 14 de janeiro de 2005, ano em que entrou em vigor. Desde então e até o ano passado, foram R$ 439,9 milhões investidos como forma de patrocínio aos esportistas brasileiros. Somente em 2013 foram aportados R$ 183 milhões pelo governo federal, de maneira a quitar a bolsa do ano e antecipar a que seria paga apenas em 2014. Assim, foi encurtado o espaço de tempo existente entre o resultado esportivo qualificatório e o efetivo recebimento dos recursos pelos bolsistas. Em 2014, o orçamento é de R$ 181 milhões.
Além das verbas, o número de contemplados também cresceu ao longo dos últimos anos: foram 924 em 2005, 6.557 em 2013 (somando modalidades olímpicas, paralímpicas e não-olímpicas) e, agora, o programa atinge a inédita marca de 6.667 bolsistas apenas dos esportes olímpicos e paralímpicos. Ainda neste semestre serão abertas as inscrições para bolsas de modalidades não-olímpicas.
Na listagem publicada nesta quarta-feira, são 5.281 atletas de modalidades olímpicas e 1.386 de paralímpicas. Entre os esportes com mais nomes estão, no programa dos Jogos Olímpicos, o atletismo (441), a canoagem (417) e o handebol (370). Já no programa paralímpico, destaque para o atletismo (422), a natação (217) e o tênis de mesa (130).
Confira a lista completa aqui
Com informações da equipe do Portal Brasil 2016 e da Ascom – Ministério do Esporte
Assessoria do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Daniel Brito 
Ivo Felipe
Nádia Medeiros
Thiago Rizerio 
Rafael Moura
Ezequiel Trancoso (estagiário)

Fonte:cpb.org.br

Histórias de Superação - Lucidez e acessibilidade

Dona Joselina Pereira,70 anos batalhou insistentemente para morar em sua casa. O que a impedia? A falta de acessibilidade em seu prédio.

Imagem do postQuem vê Joselina Pereira não acredita na persistência que a senhora de aparência serena tem. Aos 70 anos de idade, batalhou insistentemente para morar em sua casa. O que a impedia? A falta de acessibilidade em seu prédio, localizado em uma das avenidas mais movimentadas na cidade de São Paulo, a Nove de Julho.
Quando Joselina comprou o apartamento número três do condomínio Jardim Trianon, em meados de 1999, não imaginava que no futuro aqueles dois lances de escada que separam a rua de sua casa seriam um enorme problema. Em 2009, a vida surpreendeu Joselina quando um acidente vascular cerebral (AVC) deixou como sequela a perda dos movimentos das pernas e parcialmente do braço esquerdo.
Depois de sua recuperação, Dona Jo, como é conhecida no prédio, voltou para sua casa. Contente por sair do hospital, local que ficou por cerca de um mês, o que mais a alegrava era finalmente poder voltar para o lar; porém, ela não podia prever que aquela nova condição traria dificuldades. “Toda vez que precisava sair de casa necessitava de alguém para me carregar de um lado para outro. Imagina ter de descer dois lances de escada com cadeira de rodas, é impossível!”, disse Jo.
Essa dificuldade impediu que Joselina morasse em seu apartamento, tamanho trabalho que demandava para as pessoas que a ajudavam. Assim, decidiu morar junto com a irmã, que possuía uma casa em Suzano, município vizinho. 

Após três anos, Joselina decidiu tomar uma atitude e lutar para ter acessibilidade e seu direito de entrar e sair livremente do apartamento. Primeiramente, entrou em contato com a Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), órgão vinculado a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, e pediu orientações sobre quais procedimentos deveriam ser realizados.

Por se tratar de um condomínio particular, quem deve fazer as reformas são os moradores. E, assim, começou a longa batalha por uma rampa que facilitasse a locomoção de dona Jo ao próprio lar.

Foi marcada reunião com os moradores do condomínio Jardim Trianon e, para surpresa de Jô, a maioria de seus vizinhos não gostou da ideia da construção da rampa. “As pessoas não pensam que no futuro elas poderão precisar de acessibilidade, só pensam no custo", afirmou Jo indignada.

Se dona Joselina desistiu? Pelo contrário, ela foi ao juizado de pequenas causas e lutou para que seu condomínio, apesar de antigo, tivesse acessibilidade para ela e os demais moradores. "O pessoal do prédio achava que eu estava falando mentira, que eu me locomovia pelo prédio sem problemas, acredita? E outros vizinhos tinham medo de ficar mal falados por estarem me ajudando", contou Joselina.
Depois de muitos “nãos” da justiça e as batalhas envolvendo advogados, a rampa foi aprovada e construída. “A rampa deixou até mais bonita a entrada do prédio e o melhor, até as pessoas que não queriam hoje utilizam o acesso.”
Dona Joselina conseguiu a rampa na porta de sua casa, que era a prioridade; e agora outra, no salão de festas, está no orçamento do condomínio. Dona Joselina vende bijuterias, feitas por ela, e cosméticos para conseguir renda extra; já que esta aposentada desde 2004. "Não é porque tenho deficiência que tenho que restringir minha vida. Posso fazer tudo, com algumas limitações, mas luto como puder para conseguir meus direitos e viver da melhor maneira possível”, concluiu Joselina Pereira.

Estudantes propõe pessoas na rua a tentarem andar de cadeira de rodas

Por Vicente Carvalho 

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Um grande exercício diário que temos que procurar manter é o da empatia. Provavelmente essa forma de pensar (se colocando no lugar do outro) é a mais poderosa força de mudança e conscientização, e nada mais importante que começar ensinando esse valor aos jovens, que são nosso futuro.
A ação foi proposta pelos alunos da 7ª e 8ª do Colégio Farroupilha em Porto Alegre, que consistia conscientizar r a população sobre as dificuldades no dia a dia de um cadeirante chamando a atenção para a falta de rampas de acessibilidade e também para os desníveis que não contribuem para a locomoção de quem necessita. Veja como foi a experiência:
Click AQUI para ver o vídeo:
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Gêmeas siamesas namoram mesmo homem na Índia

Foto: Barcroft India/Daily Mail
Foto: Barcroft India/Daily Mail
Após toda uma vida solteiras, duas irmãs indianas finalmente encontraram a outra metade da laranja... Seria esta apenas mais uma história de amor não fossem elas gêmeas siamesas. Ainda bem que elas conseguiram escolher o mesmo homem para amar (e vice-versa), conta o tabloide britânico "Daily Mail".

Artistas de circo e conhecidas como as "irmãs aranha", Ganga e Jamuna Mondal, 45, contam que sempre foram rejeitadas pelos homens por causa de sua aparência. Até que conheceram o professor Jasimuddin Ahmad, 36.
"Foi amor à primeira vista", lembra Ganga. "Quando conhecemos Jasimuddin, nós duas sentimos que ele seria o homem que nos amaria de verdade. E ele realmente nos ama."
As gêmeas, que dividem o estômago, mas têm coração, rins e fígado separados, nasceram em uma família pobre, perto de Calcutá.
Na adolescência, elas foram abandonadas pelos pais, que tinham medo que as irmãs fossem "um castigo de Deus". As duas nunca frequentaram a escola e se justaram a um circo itinerante que percorre toda a Índia.
Elas ganham um salário relativamente bom para o país, de cerca de R$ 80 por noite, mas já estavam cansadas da rotina de anos na estrada. As irmãs conheceram Ahmad no circo, quando ele começou a trabalhar ali durante parte do dia como técnico de som.
"Desde que eu as conheci, sentia a dor delas como se fosse minha. Sempre fui assim; sempre trato os problemas dos outros como se fossem meus e tento fazer algo para melhorar", diz Ahmad.
"Todas as noites nós sentamos juntos no terraço para jantar e falar sobre nossas vidas e compartilhar nossas alegrias e tristezas", conta.
"O que mais gostamos nele é seu ótimo senso de humor. Além disso, ele é muito gentil. Nós o chamamos de Sr. Índia", afirma Ganga. O trio está junto há sete meses e mora em um vilarejo perto de Calcutá.
Apesar do amor que dizem sentir uns pelos outros, os três não têm planos de casar porque acreditam que a união não seria aceita pela comunidade.
"Nós estamos muito felizes desde que ele entrou nas nossas vidas. Nós sofremos no passado, mas não queremos sofrer mais. Realmente esperamos passar o resto das nossas vidas com ele", fala Jamuna.

Fontes: Uol - douradosnews.com.br

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Luva ensina Braille mesmo se você não prestar atenção

A tecnologia, que se baseia no conceito de "computador de vestir", emprega uma técnica de aprendizado passivo.

                                     [Imagem: Caitlyn Seim/Georgia Tech]
                            Luva ensina Braille mesmo se você não prestar atenção
Em 2012, uma equipe do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, apresentou uma luva robotizada que ensina a tocar piano, podendo ainda ser utilizada para fazer fisioterapia.
Agora, Caitlyn Seim reconfigurou o projeto e tornou a luva capaz de ensinar Braille.
A grande vantagem é que a pessoa que está usando a luva aprende sem ter que ficar prestando atenção - ela pode aprender Braille enquanto se dedica a outra atividade.
"O processo é baseado no 'aprendizado háptico passivo'. Nós descobrimos que as pessoas podem adquirir habilidades motoras por meio de vibrações sem dedicar atenção ativa às suas mãos," explica o professor Thad Starner, orientador do grupo.
Isso explica a facilidade com que um sistema que ensina música pode ser adaptado para ensinar Braille - ambos envolvem habilidades motoras.
Aprender Braille passivamente
As luvas possuem micromotores que vibram seletivamente em cada junta dos dedos. As vibrações foram programadas em sequências que correspondem aos padrões de uma frase predeterminada em Braille.
Na primeira aula, os voluntários que testaram a luva ouviam as letras correspondentes a cada sequência enquanto sentiam as vibrações. A seguir, precisam digitar a frase em um teclado, sem a audição, ou sem as vibrações.
Na segunda aula, tudo era repetido enquanto os voluntários precisavam fazer uma tarefa que os distraía - brincar em um jogo durante 30 minutos, com a instrução de esquecer a luva.
A luva funcionou para metade dos voluntários, que também podiam ouvir os sons correspondentes enquanto jogavam. A outra metade só ouvia os sons.
"As pessoas do grupo de controle tiveram na segunda tentativa o mesmo desempenho que haviam apresentado na primeira. Mas os participantes que sentiram as vibrações da luva durante o jogo foram um terço mais precisos. Alguns foram perfeitos," contou Starner.
Os pesquisadores esperavam ver uma grande discrepância entre os dois grupos com base nos resultados obtidos quando a luva foi usada para ensinar a tocar piano. Mas eles se disseram surpresos com a aquisição de uma habilidade motora de forma passiva.
Agora a equipe está montando um curso completo, que pretende ensinar Braille usando suas luvas vibrantes em quatro sessões de uma hora cada - sem que ninguém precise prestar atenção às aulas.
Redação do Site Inovação Tecnológica

Fonte:www.inovacaotecnologica.com.br

Menina de 4 anos com paralisia cerebral cumpre sonho de ser dama de honra graças à andador adaptado

Mostramos alguns meses atrás uma mãe que inventou um suporte especial para ajudar crianças com paralisia cerebral a andar (relembre aqui). Pois o equipamento mostrou-se essencial para que Isabella, de 4 anos, conseguisse ser a dama de honra no casamento de sua tia.

A cerimônia aconteceu na Igreja de São Nicolau em Wilden, Bedfordshire, e os noivos haviam convidado a pequena Isabella para ser dama de honra desde que ela tinha 2 anos, com esperança que, até à data do casamento, ela já pudesse andar sozinha, o que infelizmente não aconteceu.

Mas os pais da menina, Gary e Natalie Luckett, souberam do equipamento, que consiste numa espécie de cadeira que permite que a criança fique de pé, apoiada por um adulto, e conseguindo mesmo andar.

Com a ajuda do Upsee (e do pai!), Isabella surpreendeu tudo e todos durante a cerimônia, realizando um sonho seu e de seus familiares. Vale a pena conferir as fotos.

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Benefício de Prestação Continuada



Imagem Internet Ilustrativa

O Benefício de Prestação continuada da Assistência Social - BPC foi instituído pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, Lei nº 8.742, de 7/12/1993; pelas Leis nº 12.435, de 06/07/2011 e nº 12.470, de 31/08/2011, que alteram dispositivos da LOAS e pelos Decretos nº 6.214, de 26 de setembro de 2007 e nº 6.564, de 12 de setembro de 2008.   

O BPC é um benefício da Política de Assistência Social, que integra a Proteção Social Básica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social – SUAS e para acessá-lo não é necessário ter contribuído com a Previdência Social. É um benefício individual, não vitalício e intransferível, que assegura a transferência mensal de 1 (um) salário mínimo ao idoso, com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais, e à pessoa com deficiência, de qualquer idade, com impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Em ambos os casos, devem comprovar não possuir meios de garantir o próprio sustento, nem tê-lo provido por sua família. A renda mensal familiar per capita deve ser inferior a ¼ (um quarto) do salário mínimo vigente. 

A gestão do BPC é realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), por intermédio da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS), que é responsável pela implementação, coordenação, regulação, financiamento, monitoramento e avaliação do Benefício. A operacionalização é realizada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

Os recursos para o custeio do BPC provêm da Seguridade Social, sendo administrado pelo MDS e repassado ao INSS, por meio do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS)

Atualmente são 3,6 milhões (dados de março de 2012) beneficiários do BPC em todo o Brasil, sendo 1,9 milhões pessoas com deficiência e 1,7 idosos.

Fontes : http://www.mds.gov.br - josemariodantas.blogspot.com.br - Imagem Internet Ilustrativa

Câmera exclusiva: torcedor levanta de cadeira de rodas e invade gramado

Imagens do SporTV mostram momento em que italiano deixou o espaço reservado e invadiu estádio no jogo entre EUA e Bélgica, em Salvador
Uma invasão de campo já seria motivos para críticas, mas um torcedor italiano conseguiu chamar atenção não apenas por entrar em campo enquanto a bola rolava, durante a partida entre Bélgica e Estados Unidos, na última terça-feira, na Arena Fonte Nova, em Salvador. O invasor estava em uma cadeira de rodas, em espaço reservado a pessoas com necessidades especiais, quando levantou e pulou para dentro do campo, imagem flagrada pela câmera exclusiva do SporTV.
O autor da invasão foi o italiano Mario Ferri, de 27 anos, que é conhecido como Falco (Falcão) e já havia invadido o gramado de um estádio no Mundial de 2010, na África do Sul. O incidente aconteceu aos 16 minutos do primeiro tempo. Com o joelho direito enfaixado, o torcedor italiano estava sentado em uma cadeira de rodas, ao lado de outros cadeirantes, em área reservada na primeira fila, próximo ao campo. O repórter cinematográfico Miro Filho, do SporTV, registrou o momento em que o rapaz levantou, pulou uma cerca e entrou correndo no gramado. Durante toda a ação, ele não mostrou qualquer dificuldade em se locomover, e dentro do campo, correu bastante até ser retirado pelos stewards, responsáveis pela segurança nos estádios nos jogos da Copa do Mundo.
Torcedor estava em uma cadeira de rodas quando levantou e invadiu o gramado (Foto: Reprodução SporTV)
Torcedor estava em uma cadeira de rodas quando levantou e invadiu o gramado (Foto: Reprodução SporTV)
As imagens foram mostradas durante o" Seleção  SporTV” da última terça-feira, que contou com a presença do secretário-geral da Fifa Jérôme Valcke, que criticou a atitude do torcedor.
-  O que é triste é que temos trabalhado para ter certeza de que damos acesso ao estádio a pessoas com deficiência, necessidades especias e cadeirantes. Essa pessoa está agindo contra todos os cadeirantes. Ele deveria ser sancionado, pois é o pior exemplo. Está indo contra tudo aquilo que fazemos para reconhecer que quem queira ir à Copa do Mundo deva ter acesso. Ele é uma vergonha para todas as outras pessoas que estão sentadas ali na cadeira de rodas – considerou Valcke.
O apresentador Marcelo Barreto engrossou as críticas e reforçou a necessidade de punição ao torcedor.
- Esse ser humano está em uma das piores categorias possíveis entre os seres humanos. Uma pessoa que se disfarça de deficiente físico para fazer qualquer coisa já merece qualquer tipo de sanção, para invadir o campo então, pior ainda.
A Bélgica venceu a partida por 2 a 1 e avançou para as quartas de final. O próximo adversário é a Argentina, no próximo sábado, às 13h, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.
Fontes: SporTV - www.deficienteciente.com.br

Projeto de Equitação Adaptada é lançado em São Paulo


Nesta quinta-feira, 03 de julho, às 13h, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo lançou o Projeto de Equitação Adaptada, no Parque da Água Branca, na Barra Funda.


O objetivo do programa é proporcionar socialização, autoconfiança e prazer às pessoas com deficiência, ao promover estímulo sócio motor, por meio de terapia com cavalos em abordagem multidisciplinar.

A cerimônia acontece às 13h e conta com a participação da Secretária de Estado, Dra. Linamara Rizzo Battistella. Todos estão convidados.
 
SERVIÇO
Implantação do “Projeto de Equitação Adaptada”
Data: 03 de julho
Horário: 13h
Local: Parque da Água Branca
Endereço: Rua Ministro de Godói, 180 - Barra Funda – São Paulo/SP

PARTICIPE!!

Casal é detido nos EUA por manter filho autista em jaula para cães

Do UOL, em São Paulo

Kevin Warn/AP
Investigadores carregam jaula encontrada na residência do casal Loy Vu, 40, e Trang Le, 35
Investigadores carregam jaula encontrada na residência do casal Loy Vu, 40, e Trang Le, 35

Um casal foi detido em Anaheim, no Estado da Califórnia (EUA), na quarta-feira (2), acusado de manter o filho autista de 11 anos trancado em uma jaula para cães, informou a imprensa local.
Dentro da residência do casal Loy Vu, 40, e Trang Le, 35, de origem vietnamita, a polícia de Anaheim encontrou uma jaula para animais de grande porte com um colchão e lençóis para que o menor pudesse dormir.

Departamento de Polícia de Anaheim/Reuters
Trang Le (esq.), 35, e Loy Vu, 40, foram detidos pela polícia de Anaheim, na Califórnia
O tenente da polícia de Anaheim, Bob Dunn, declarou que os pais usavam a jaula, de 1,8 m de altura por 1,35 m de largura, "para controlar" o garoto, diante dos problemas de comunicação resultantes de sua doença.

"O tamanho era suficiente para ele ficar em pé lá, se o garoto estava, de fato, vivendo na gaiola", disse Dunn.

Dunn declarou que a polícia está investigando quanto tempo o menor foi mantido encarcerado – se por dias ou anos.

O menor, que aparenta bom estado de saúde, será submetido a uma avaliação médica e ficará sob a tutela do Serviço Social, assim como seus irmãos, de oito e dez anos.
Familiares do casal disseram à polícia que o garoto não consegue falar e, conforme está ficando mais velho, tem tido crises com ataques violentos difíceis de controlar.

Vizinhos ouvidos pela NBC News disseram nunca ter notado a situação. "Eu ouvia as crianças gritando, rindo e brincando fora da casa, achava que só estavam se divertindo", afirmou Kathy Johnson. "Eles eram felizes. Brincavam no jardim. Toda a família me parecia feliz", contou Bob Emerson.

O casal será indiciado por negligência e privação ilegal da liberdade. (Com AFP e NBC News)

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Todas as Urnas Eletrônicas terão Áudio para Deficientes Visuais em 2014


A Secretaria de Tecnologia de Informação do Tribunal Superior Eleitoral (STI-TSE) irá modificar o programa de votação das urnas eletrônicas, para que todas tenham áudio, possibilitando assim que eleitores deficientes visuais possam votar.


A urna com aúdio esta nas eleições desde 2010, porém eram em poucas quantidades. Desde 2010 para tornar a seção do eleitor deficiente visual acessível, era necessário que ele se cadastrasse junto à Justiça Eleitoral. Agora, todas as urnas acessíveis! A falta de acessibilidade estava fazendo com que muitos eleitores deixassem de votar.




Narrando com as mãos: surdos torcem pela Seleção com muito barulho e sinais

A família Gaspar, que tem mais de 20 surdos, mostra como é acompanhar uma partida de futebol mesmo sem ouvir o apito do juiz.

                          

O movimento no apartamento de Priscilla Gaspar era um entra e sai sem fim. Busca travessa, pega copos, traz salgadinhos, não se esquece também dos mousses na geladeira. Enquanto isso, Cezar de Oliveira, seu marido, ajustava um telão improvisado no salão de festas do condomínio. Durante o jogo entre Holanda e Chile, discutia com o cunhado sobre quem seria um melhor adversário nas oitavas.

A confusão era parecida com a de muitas outras famílias nesta segunda-feira (23), horas antes da partida do Brasil contra Camarões pela Copa do Mundo. A diferença era a provisória quietude: a comunicação era com a língua de sinais. Surdos, Priscilla e Cezar aproveitavam o aniversário de sua filha do meio para reunir familiares e amigos e assistir juntos ao jogo.

O silêncio logo acabaria. As crianças, empolgadas com buzinas e apitos, chegaram fazendo festa com os primos. Sem sofrer com os sons estridentes, brincavam de apitar na orelha alheia. “Na mamãe não! Que a mamãe escuta e machuca!”, gritou, entre sinais, Renata Gaspar, a cunhada-intérprete de Priscilla, ao ser vítima da peça do filho mais novo surdo profundo.

Com mais de 30 convidados, a festa talvez não ocorresse do mesmo modo alguns anos atrás. A mãe da anfitriã, Silvia Sabanovaite, lembra que quando era jovem havia mais preconceito e vergonha.

“No meu tempo era vergonhoso mostrar a deficiência. Eu via que muitos surdos se escondiam quando estavam conversando em Libras. Chegavam a parar de falar quando alguém se aproximava  e só voltavam a sinalizar quando estavam sozinhos novamente”, afirma.

Desde então, muita coisa mudou. “Hoje é mais fácil porque tem leis que favorecem os surdos. Na minha época era muito diferente, não tinha troca com ouvintes. Eu tive sorte de ser oralizada”, diz Silvia.

Em 1991, a Lei das Cotas reservou vagas de emprego para pessoas com deficiência. Em 2002, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) recebeu o status de “meio legal de comunicação” no país, possibilitando que três anos depois fosse criada a lei que garante o direito a intérprete em salas de aula e criação de escolas especiais bilíngues.

Vida diferente

A mudança de visão sobre a comunidade surda é percebida na vida de Priscilla. Seu pai foi aluno de escola que ensinava apenas Libras, já Silvia frequentou escolas regulares que visavam “oralizar” os deficientes, fazendo com que aprendessem a falar e a ler lábios.  Criada com grande influência da avó materna, Priscilla acabou sendo educada para a oralidade, mas aprendia sinais em casa.

“Eu fui matriculada em uma escola de ouvintes, mas cresci e comecei a aprender sinais, que meu pai me ensinava escondido. A fonoaudióloga me proibia de fazer sinais, mas como eu ia me comunicar com ele se não era oralizado? Quando ela entendeu, aceitou”, afirma.

Em seu último ano na faculdade de pedagogia, a lei que garante intérpretes em sala de aula entrou em vigor. Mesmo assim, ela optou pela educação especial para as três filhas. “A minha preocupação é que elas encontrem a identidade delas, se sintam felizes e tenham contato com a Libras”.

Natasha, que completou sete anos no dia da vitória do Brasil, já começa a se interessar em ir para a fono. “Eu não estou preocupada com a idade em que elas aprendam a falar, tem um tempo certo.”

Já Reynaldo Falchi, irmão de Renata, a cunhada-intérprete, se preocupa com a idade que a filha começará a falar. Filha de surdos, a pequena Laura nasceu ouvinte. Como as vozes dos dois são diferentes, ele teme que a criança não aprenda tão bem quanto outras crianças da mesma idade.

Por isso, durante a semana a menina de um ano vai à escola, onde tem contato com outros ouvintes e aos fins de semana, tem contato com os sinais. “Eu quero que ela seja bilinguista. Ela é pequena, mas já sabe alguns sinais de banho, para comer...”, diz o pai orgulhoso.

Torcida

“Vai! Vai! Vai! Vai!”, gritavam todos ao ver Neymar se aproximando da área e driblando o jogador camaronês. Quando ele marcou o segundo gol brasileiro, dando fim à angústia do empate, eram gritos e buzinas, dancinhas e abraços. No calor da comemoração, não era fácil dizer quem era ouvinte e quem não era.

Quem passasse pelo salão possivelmente nem pensaria como talvez há alguns anos esse encontro não acontecesse. Provavelmente nem imaginaria que se tratava de um grupo com mais de vinte surdos. Contrariando expectativas, a animação com o jogo não era silenciosa (como pode ser visto no vídeo). Não só pelas buzinas, mas os gritos exaltados durante todo o jogo. Os palavrões também existiam mas, por alguma razão, eles sim, eram silenciados para os não fluentes em língua de sinais.

Congresso discute como ampliar inclusão de criança com deficiência nas escolas

O Plano Nacional de Educação pretende aumentar o número de alunos com necessidades específicas matriculados nas escolas brasileiras.

Há dez anos, 28% das crianças com deficiência estavam matriculadas no ensino regular. Hoje, segundo o Ministério da Educação, 76% dessas crianças estão matriculadas. E esse número deve aumentar ainda mais.

Uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE - PL 8035/10) é universalizar, para crianças de 4 a 17 anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo.

A ideia é colocar à disposição dos alunos salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.

Com a nova lei, o número de alunos matriculados na educação especial deve passar de 843 mil para 2,2 milhões.

Cuidador

Para deixar o ambiente escolar mais preparado para receber esses alunos, está em análise no Congresso um projeto (PL 8014/10) que garante a presença de um cuidador na escola quando for considerada necessária.

O texto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e está em análise no Senado.

A professora Júlia Ribeiro, da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais em Educação (EAPE) da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, explica que, quanto mais segregados os alunos com necessidades especiais, menos eles respondem socialmente. “Eles têm condições de avançar, mas é preciso um suporte para a escola, um professor-cuidador, um professor-mediador, alguém que pudesse auxiliar no contexto coletivo.”

Júlia Ribeiro lembra que o cotidiano da sala de aula é difícil e muito diversificado, requer flexibilidade do professor e parcerias, como o cuidador.

Experiências

Filho de diplomata brasileira, Vito nasceu nos Estados Unidos. Ele tem síndrome de down e com dois anos passou a estudar em escola pública americana.

Há cerca de um ano a família se mudou para o Brasil. Sem a mesma estrutura, a mãe, Christiane Aquino, preferiu contratar uma pedagoga para ajudar Vito a se relacionar com os coleguinhas e professoras em uma escola particular em Brasília.

Quem vai arcar com os custos do cuidador na escola é outro tema polêmico. Para Cristiane Aquino, toda sociedade deve pagar a conta e assegurar a inclusão dos alunos com necessidades especiais. Mas a presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do DF, Fátima de Mello, discorda. Para Fátima, é injusto dividir essa despesa entre todos os alunos.

Seleção Brasileira de futebol de 5 busca o tetracampeonato mundial em novembro, no Japão

                                  jefinho

O Brasil, único tricampeão mundial no Futebol de 5,  buscará neste ano o tetracampeonato no Campeonato Mundial IBSA (International Blind Sports Federation) em Tóquio, em novembro. Além de tricampeão no Campeonato da IBSA, o Brasil é o único país a conquistar medalha de ouro em Jogos Paralímpicos (a modalidade passou a fazer parte da disputa nos Jogos de Atenas-2004). A Seleção Brasileira de Futebol de 5 ganhou todos os campeonatos oficiais que disputou desde 2007.
A preparação da Seleção Brasileira de Futebol de 5 para buscar o tetra este ano em Tóquio foi um dos destaques da entrevista coletiva do dia 1º de julho concedida por Jeferson da Conceição Gonçalves, conhecido como Jefinho, no Centro Aberto de Mídia João Saldanha, no Rio de Janeiro.
O jogador contou a sua história e fez uma demonstração da modalidade para interagir com os jornalistas. Jefinho disse que a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 está mostrando que o Brasil é realmente o país do futebol. “Todos jogam futebol, até mesmo as pessoas cegas”, afirmou o jogador. Ele acrescentou que espera que a Copa ajude também a difundir o Futebol de 5 e que traga novos torcedores para a modalidade. “Espero que um dos legados seja que as pessoas saibam da existência do Futebol de 5, e que possam acompanhar e torcer muito pela gente também,” disse.
A Seleção Brasileira de Futebol de 5 está prestes a iniciar a quinta fase de treinamento na busca do tetracampeonato. Durante uma semana por mês, a equipe fica concentrada na Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef), em Niterói, no Rio de Janeiro. A próxima concentração será de 15 a 22 de julho, como parte da preparação para a disputa do mundial.
Durante a entrevista, Jefinho destacou ainda o apoio e o incentivo aos atletas paralímpicos no país. Nos últimos anos, graças ao patrocínio da Caixa Econômica Federal (CEF), e ao apoio da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV) e do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), os atletas da Seleção Brasileira de Futebol de 5 puderam se dedicar integralmente ao esporte. “Hoje, a seleção de Futebol de 5 conta com mais apoio e mais estrutura, como fisioterapeutas, fisiologista e nutricionista,” afirmou o jogador.
Jefinho nasceu com glaucoma e ficou cego aos 7 anos. Aos 14, iniciou sua trajetória no futebol. Hoje, o melhor jogador de Futebol de 5 do mundo inspira outras crianças, muitas das quais passaram a jogar depois que ele chegou à Seleção. “Fico feliz de ser um exemplo para eles”, disse, acrescentando que visita crianças com deficiência visual e se comunica com os fãs pela internet. “Podemos usar as redes sociais como todo mundo”.
O Futebol de 5, como o próprio nome diz, é jogado por quatro jogadores na linha e um goleiro, o único a não ser deficiente visual do grupo. A bola tem guizos internos para facilitar as ações dos jogadores em quadra. Os atletas são orientados por um guia da comissão técnica, que passa o direcionamento para a movimentação durante o ataque, além do goleiro e o técnico em outros momentos do jogo. Diferentemente de um estádio convencional, as partidas de Futebol de 5 devem ser silenciosas e a torcida só pode se manifestar na hora do gol.
Ao todo, no Brasil, são registrados 1.620 atletas cegos na CBDV. Desses, 250 são inscritos na modalidade de Futebol de 5 e disputam os campeonatos nacionais (série A e série B) e quatro torneios regionais promovidos pela Confederação. A equipe brasileira prepara-se também para os Jogos Parapan-Americanos de 2015 em Toronto, no Canadá.
Desde que foi escolhido para sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, o Brasil vem investindo para se tornar uma potência paralímpica. O país tem os melhores atletas do mundo em diversas modalidades, incluindo no futebol de 5. No quadro geral de medalhas, a melhor participação foi em Londres-2012, quando a delegação brasileira terminou os Jogos em 7º lugar, com 43 medalhas, sendo 21 delas de ouro, 14 de prata e 8 de bronze.
A meta do CPB é alcançar o quinto lugar geral nos Jogos do Rio-2016, melhorando em duas posições a colocação obtida em Londres-2012. Em 2013, o Brasil ganhou medalhas em quatro mundiais: atletismo, natação, canoagem e remo. Conquistou 70 medalhas, sendo 29 de ouro, 19 de prata e 22 de bronze. Em 2014, o país já obteve medalhas no Mundial de Halterofilismo e no de vôlei sentado.
O esporte nacional conta com ações de incentivo como a Lei Agnelo/Piva, a Lei de Incentivo ao Esporte, o programa Bolsa-Atleta, diversos outros convênios firmados com confederações, clubes e outras entidades, patrocínios das estatais e, mais recentemente, o Plano Brasil Medalhas.
Com informações do Centro Aberto de Mídia – RJ | Copa do Mundo da FIFA 2014
Comunicação CPB – (imprensa@cpb.org.br)
Daniel Brito
Ezequiel Trancoso (estagiário)
Ivo Felipe
Nádia Medeiros
Rafael Moura
Thiago Rizerio

Fonte:cpb.org.br