sábado, 12 de julho de 2014

A turca Rumeysa é a adolescente viva mais alta do mundo

Divulgação/Guinness World of Records


A turca Rumeysa Gelgi, de 17 anos, é a adolescente viva mais alta do mundo, segundo o Guinness World Records. Com 2,13 metros de altura, a jovem também tem mãos e pés em tamanho excepcional: 24,5 centímetros e 30,5 centímetros, respectivamente.

Segundo os médicos, Rumeysa sofre de uma síndrome chamada Weaver, uma doença genética rara que acelera o crescimento. Por conta disso, ela enfrenta problemas para caminhar e precisa do auxílio de um andador. "É interessante e me faz sentir especial.

Olhar as pessoas de cima não é uma coisa ruim", afirma a jovem sobre sua condição.

Fonte:momentopb.com.br

Nicole Kelly, 23, que nasceu sem o antebraço esquerdo e ganhou o título de Miss Iowa 2014.

Reprodução/Daily Mail

"Quero que as crianças celebrem suas diferenças como eu faço", diz Nicole Kelly, 23, que nasceu sem o antebraço esquerdo e ganhou o título de Miss Iowa 2014, nos Estados unidos. No ano passado, a jovem trabalhou em uma peça da Broadway e acredita que a experiência a ajudou a ganhar confiança para disputar o concurso de beleza com centenas de rivais.



"Eu encontrei minha paixão dentro de um mundo em que eu estava dando às pessoas permissão para olhar: o palco", contou Nicole ao Daily Mail. Ela relatou que ao longo da vida precisou aprender a lidar com os olhares lançados em sua direção.

Tenista Venus Williams posa sexy e fala sobre doença rara

Ela revelou que tem consciência de que nunca será considerada a melhor atleta do mundo da modalidade.


Agência Brasil - 94fmdourados@94fmdourados.com.br

 Reprodução
Tenista Venus Williams posa sexy e fala sobre doença rara
A tenista Venus Williams, 34 anos, posou nua para a edição deste ano da revista "ESPN Body Issue".

A norte-americana, que já foi cinco vezes campeã em Wimbledon, contou sobre sua batalha com a síndrome de Sjogren, uma doença auto-imune que aumenta os seus níveis de cansaço. Por não ter cura, ela revelou que tem consciência de que nunca será considerada a melhor atleta do mundo da modalidade.
"Às vezes, quando eu acordo, não consigo levantar da cama para fazer coisas simples como ir ao banheiro. No entanto, tento levar as coisas com humor e rir da situação", afirmou ela, que mesmo apesar das dificuldades segue na carreira e mantém um corpo invejável.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Somos Todos Iguais

Somos Todos Iguais

 Não ha diferença ,não ha motivo para nos deixar viver na igualdade

 Nossos idosos também precisam ser respeitados

 Porque não podemos ser amados
O que tem uma cadeira de rodas com nosso coraçao

 Qual a diferença entre uma muleta e um coração que pede para ser igual

 Quem ama não vê diferença

 Somos dignos de respeito sim

 Não somos diferentes uns dos outros,somos todos iguais

Se todas as escolas fizessem isso


nossa seria tanta felicidade

Fonte:blogdalucileneulbano.blogspot.com.br

Bullying está associado a doenças físicas e mentais


Os cientistas acompanharam 1.420 participantes de 9 a 21 anos, de ambos os sexos, e entrevistaram molestadores, vítimas e os pais dos jovens. Eles avaliaram os níveis de PCR com exames de sangue periódicos.


Após controlar os níveis iniciais de PCR e diversos fatores que influenciam nos níveis dessa proteína – como sexo, idade, raça e vários problemas de saúde e socioeconômicos – os pesquisadores descobriram que seu aumento era diretamente proporcional à quantidade de bullying sofrido.

Por sua vez, o aumento dos níveis de PCR dos molestadores foi baixo e até inferior ao das vítimas. As descobertas sugerem uma possível vantagem biológica gerada pela elevação do status do molestador, afirmaram os cientistas. O estudo foi publicado recentemente no periódico “Proceedings of the National Academy of Sciences”.

“Esse tipo de efeito de longo prazo é verificado apenas em outros dois problemas sociais: maus-tratos e abandono infantil”, afirmou William E. Copeland, principal autor do estudo e professor adjunto de psiquiatria da Universidade Duke.

“O bullying não é analisado da mesma forma, mas estou começando a mudar de opinião e achar que deveríamos analisá-lo. Esse tipo de problema social é mais forte e duradouro do que pensávamos”, destacou.

Fontes: jornal O Tempo e Blog Sempre Incluídos - fernandazago.com.br

Fã do UFC, paraplégico quer chance para estrear no MMA

Aos 26 anos, o paulista Yves Carbinatti treina na academia do Corinthians – e é dos pupilos de Ramon Lemos, que treina Anderson Silva e Júnior Cigano.

       
      Aos 26 anos, Yves Carbinatti treina no Corinthians com o mestre Ramon Lemos. Foto: Ivan Pacheco

Assim como vários outros fãs de MMA que acompanham ídolos como Anderson Silva, Jon Jones e José Aldo, o paulista Yves Carbinatti também sonha em ser um lutador de sucesso. Aos 26 anos, ele treina jiu-jitsu e boxe desde os 13 e já venceu campeonatos estaduais e brasileiros. Os oponentes que encara em suas lutas, porém, não são a maior adversidade que o atleta nascido em Rio Claro enfrenta em sua carreira esportiva. Quando tinha 21 anos e estava na metade do curso de Engenharia, Carbinatti se envolveu em um acidente de carro enquanto dormia no banco traseiro. O automóvel capotou quase dez vezes. Ele ficou paraplégico. Depois de algumas cirurgias e muitas palavras de incentivo, Carbinatti decidiu escutar o mestre Ramon Lemos, responsável por treinar o jiu-jitsu de Anderson Silva e Júnior Cigano, e voltou para a academia, tentando não só retomar a prática esportiva como ajudar a aperfeiçoar o treinamento para os atletas que não têm os movimentos das pernas. “Eu só voltei a treinar por insistência do Ramon Lemos”, lembra. “Ele já tinha pensado como seriam os treinos adaptados para o meu corpo. O Ramon amarrava as pernas dos outros lutadores, que sentiam a mesma dificuldade que eu tenho.” No fim, todos saíram ganhando. Yves voltou a sonhar em ser lutador profissional – e seus sparrings também acabaram evoluindo, ganhando mais agilidade nos membros superiores.

Apesar da boa vontade e da ajuda dos amigos, encontrar adversários ainda é uma missão complicada para Yves Carbinatti. Após muita procura, surgiu o interesse do organizador de um evento inglês que reúne apenas lutadores com algum tipo de deficiência física. O confronto estava agendado para este mês, na Inglaterra, mas a equipe de Carbinatti tentava trazer a luta para o Brasil. Alguns dias antes da data combinada, quando o brasileiro já estava na reta final de treinamento, a luta foi cancelada. Mesmo assim, ele continua sua rotina de preparação, com treinos de boxe e jiu-jitsu quase todos os dias da semana. “Ainda não existe uma modalidade específica de luta para cadeirante. Muita gente procura, mas o esporte é pouco divulgado”, lamenta o atleta, que está quase todos os dias na academia de MMA do Corinthians, no Parque São Jorge. Sentado em um dos cantos do tatame, Yves Carbinatti treina com atletas sem limitações físicas enquanto os amigos passam as instruções sobre as estratégias de luta. O acidente fez com ele perdesse totalmente os movimentos das pernas e parcialmente das mãos. Carbinatti mostra excelente técnica quando encosta a cabeça no peito do adversário, para não sofrer nenhum estrangulamento no pescoço, mas encontra um pouco de dificuldade para fechar com força as chaves de mãos. Para evitar o desgaste do corpo, os rounds dos seus treinos duram cerca de 3 minutos.

Após terminar a faculdade de Engenharia e voltar aos treinos, Yves Carbinatti decidiu no começo de 2013 que deixaria o trabalho para se dedicar ao MMA profissional. Ainda pouco divulgado no Brasil, o esporte para cadeirantes pode parecer estranho e até um pouco agoniante para quem assiste de longe. As regras ainda não estão totalmente estabelecidas e devem variar de acordo com os campeonatos. O atleta explica, porém, que algumas normas básicas não podem ser deixadas de lado. Os dois lutadores começam sentados em suas cadeiras, podendo trocar golpes de boxe da linha de cintura para cima – nada de acertar os membros inferiores. A luta vai para o chão quando alguém consegue derrubar o adversário pelo corpo ou puxando a cadeira. Se um atleta cair no tatame, o árbitro para o combate e o atleta que derrubou o oponente também vai para a luta de chão. O combate continua fora das cadeiras até o fim do round, que deve durar cinco minutos. No intervalo, os lutadores voltam para a posição de início. “Todos os nossos movimentos são feitos com os braços, como mover a cadeira de rodas e golpear o adversário”, diz Carbinatti, ressaltando que o esporte exige muito dos membros superiores.

Com as regras pré-definidas, o passo seguinte foi pensar como seria a cadeira de rodas especial para os lutadores. E nesse ponto Yves Carbinatti levou vantagem, pois os cinco anos da faculdade de Engenharia o ajudaram bastante. “Encarei isso como um desafio pessoal, precisava fazer uma coisa muito bem feita”, afirma. Para explicar, ele pede a um amigo que pegue a cadeira específica de treino que estava em seu carro e começa a adaptação. As rodas são as mesmas de uma cadeira normal, mas a estrutura completa é totalmente diferente. Um dos principais detalhes é a proteção para os pés, que ficam protegidos por uma presilha com velcro, e da cintura. “Isso é fundamental para evitar contato e lesões nos membros inferiores”. A cadeira tem uma angulação especial para ter mais estabilidade. Para evitar que os lutadores caiam para trás em um possível nocaute, existe uma rodinha extra, que impossibilita o acidente. “Foram dois meses pensando como seria a cadeira de rodas perfeita para a luta”, diz Carbinatti, que se diz orgulhoso de ser um lutador profissional. “É muito boa a sensação de mostrar aos outros que até mesmo os cadeirantes podem praticar esportes.”




Fontes: Davi Correia, Veja - fernandazago.com.br

Casal cria um Blog para compartilhar o dia a dia do filho com OI.

"Olá! Bem-vindo ao nosso cantinho da internet! Meu nome é Vicky. Meu marido, Dave, e eu comecei este blog para compartilhar as últimas notícias sobre o nosso filho, Isaías David, e sua condição. Ele nasceu em 11 de Agosto de 2013, ele tem Osteogenesis Imperfecta, que é comumente conhecida como doença dos ossos frágeis. Isso significa que ele tem ossos muito frágeis. Ele tem o tipo III, que é a forma mais grave que você pode viver com. Não só estamos escrevendo para compartilhar a nossa história, mas também estamos esperando para espalhar a consciência sobre a doença com risco de vida."

Essa é a descrição do Blog " Acredite em Isaías". (Believe in Isaiash)

 

Sobre Isaías

Isaías é o nosso milagre. Poucos dias depois do meu aniversário de 30 anos, descobrimos que estávamos esperando. Isaías é o nosso primeiro filho e estamos ansiosos para ser pais por algum tempo. Na véspera do Natal de 2012, temos o nosso primeiro vislumbre dele e ouvi seu coração batendo.

Em 2 de abril de 2013 fomos para nossa varredura anatomia 20 semanas. Descobrimos que Isaías é um menino (!) E que ele possivelmente tem nanismo. Descobrimos seus braços e pernas estavam curvados e curvas. Ele estava no percentil 5 para o crescimento. Descobrimos que ele parecia ter Osteogenesis Imperfecta. E assim começou a nossa montanha-russa emocional. Passamos de um escritório local MFM para o Hospital Infantil da Filadélfia a Dupont em Wilmington, DE.

 Enquanto nós vimos imagens do nosso filho chupando o polegar, soluçando, e bocejando, os médicos viram um bebê cuja condição pode impedi-lo de respirar sempre a sua primeira respiração; eles viram braços quebrados, pernas e costelas. Alguns médicos acreditavam nosso filho tinha o tipo, muitas vezes letal de Osteogenesis Imperfecta, conhecida como tipo II e outros médicos acreditavam que ele tinha tipo III (que é grave, mas de sobrevivência). Nós pesquisamos. Encontramos e se juntou a um grupo de apoio maravilhoso no Facebook. Nós compartilhou a notícia com os nossos amigos e familiares.

O grupo de apoio nos apontou na direção de um geneticista maravilhoso no Hospital de Crianças AI DuPont em Wilmington, DE. Fizemos um plano para entregar nosso filho por c-seção em um dos hospitais parceiros da DuPont, Thomas Jefferson Hospital, e depois ter Isaías transportado para Dupont, uma vez que eu estava curado.

Fomos informados de que Isaías teria nascido em 12 de agosto de 2013 ... mas Isaías tinha outros planos. Ele decidiu vir um dia mais cedo.Cinco dias depois que ele nasceu, ele foi transportado para AI DuPont. Aos 8 dias de idade, ele recebeu seu primeiro tratamento chamado pamidronato. Eles fizeram isso para ver se ele teria alguma reação adversa.

Isaías recebe PAM através de um IV e do couro cabeludo é o lugar mais fácil e segura para colocá-lo ... mas com certeza não parece muito.

O tratamento foi ótimo! Assim como deve!

Após seu tratamento, passamos mais algumas semanas na UTI para se certificar de Isaías estava ok.

Nós tivemos que aprender como inserir um tubo de alimentação e cuidar das necessidades de Isaías na maneira de oxigênio. Nem Dave nem eu estamos no campo da medicina por isso foi bastante a experiência de aprendizagem. Uma vez que foram bem versados, temos que tomar Isaías casa!



Estávamos em casa para um total de 10 dias, e, em seguida, foi a vez de Isaías para obter PAM novamente. Os médicos pensaram que seria inteligente para ele ser paciente internado novamente, e UTIN concordou em levá-lo de volta.


O que não sabia era que Isaías não estava expulsando sua CO2 corretamente enquanto estávamos em casa e seu nível de CO2 estava em alta velocidade. Quando o tratamento PAM foi adicionado, o corpo de Isaías foi até um pouco de um modo desligado. Ele inchou e seus pulmões ainda preenchido com fluido.



Em um ponto, os médicos estavam falando ventilador. Felizmente, depois de outras máquinas não conseguiram fazer o trabalho, eles tentaram um C-PAP. Parecia horrível.


Mas ele ajudou a nível de CO2 de Isaías voltar para uma zona segura! Isaías rapidamente voltou ao seu corajosa auto.


Felizmente, Isaías foi capaz de ir para casa no C-PAP, mas ao invés de máscara que Hannibal Lector, Isaías teve uma cânula nasal.

  
Depois de mais 21 dias na UTI, fomos para casa ... desta vez com a assistência de enfermagem noturno.


Voltamos para a UTIN algumas semanas mais tarde para o próximo tratamento PAM de Isaías. O pessoal aprendeu tudo o que podia sobre Isaías, especialmente o seu nível de CO2 (que era bonito) e seu estado de pulmão (o raio-x mostrou pulmões claros cheios de ar!)Preparamo-nos para outra estadia três semanas na UTI ...


Mas tudo foi ótimo! Isaías estava dentro e fora em 3 dias. surpreendente. Agora, Isaías só voltando a DuPont como ambulatorial até que chegou a hora de suas cirurgias rodding. (As cirurgias rodding venha a dar-lhe a capacidade de andar algum dia!)


Ele fez um grande progresso, também. Após 4 meses de comer através do ng-tubo, ele aprendeu a comer de uma garrafa. Aos 5 meses de idade, fomos capazes de puxar o ng-tubo para fora do nariz por um tempo final.

Aos 7 meses de idade, começamos a ween Isaías fora do seu c-pap. Ele estava fora dele por um mês, teve um estudo do sono, e descobriu-se que ele tem apnéia obstrutiva do sono. Ele agora está continuando no c-pap em única noite e até agora tem permanecido livre de fita!

Isaías tem muito a ensinar ao mundo. Ele já mostrou o quão forte ele é. Ele tem uma vontade de viver que é inspiradora ... e ele vai continuar a inspirar enquanto cresce.

(Desculpe a tradução imperfeita.)

Fontes:OI Believe in Isaiash
http://oibelieveinisaiah.blogspot.com.br/ - filhosdecristal.blogspot.com.br

Garoto remove "casco de tartaruga" das costas com cirurgia

Cirurgião diz que marca de nascença gigante é o pior caso que ele já viu.

Do R7
                                                                                                                                                                                           Reprodução/Mirror
   turtle1
  Didier sofria muito com o enorme nevo melanocítico congênito nas costas


Didier Montalvo, um garoto de seis anos da Colômbia, recebeu o apelido de “menino tartaruga” por causa da uma marca de nascença gigante que cobriu suas costas.
Conhecida como nevo melanocítico congênito, a “marca de nascença” afeta um em 20 mil recém-nascidos.
Este problema, além de causar dor na pele, também afetou bastante a confiança de Didier.
A família, por ser pobre, não tinha condições de pagar uma cirurgia. Mas, como sua história chegou ao jornal local, o menino recebeu várias doações.
A cirurgia foi realizada pelo doutor Neil Bulstrode, do hospital Great Ormond Street, em Londres. O cirurgião disse ao tabloide britânico Mirror que essa marca é a pior que ele já viu.
— O caso de Didier é o pior que eu já vi, devido ao tamanho e o volume da lesão. Quando eu vi fotos dele, um dos meus primeiros sentimentos foi que se pudéssemos removê-la, íamos melhorar sua qualidade de vida.
Toda a história de Didier foi documentada e, pela imagem do garoto, dá para ver que a cirurgia foi um sucesso. Ela vai ao ar na Inglaterra, no Channel 4.
turtle2

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Para ajudar amigo, canadense junta R$ 119 mil com ‘venda de limonadas’

Quinn, de 7 anos, vendeu limonada caseira para financiar cirurgia complexa. Pais criaram site para doações; arrecadação ultrapassou total necessário.

Imagem: Daily Mail
Imagem: Daily Mail

Um menino de sete anos conseguiu arrecadar cerca de R$ 119 mil com a venda de limonada caseira e doações via internet para ajudar seu amigo com paralisia cerebral a realizar uma cirurgia complexa.
Quinn Callander quis montar sua própria barraca de limonada em Maple Ridge, na Colúmbia Britânica, no Canadá, ao ficar sabendo que seu amigo, Beaver Scout Brayden Grozdanich, também de 7 anos, precisaria de uma operação para ajudar na recuperação de movimentos.
O braço e a perna do lado direito de Brayden foram afetados pela paralisia cerebral e, por isso, o menino precisa de fisioterapia. A cirurgia a qual ele necessita está disponível no Canadá, mas é um processo considerado invasivo. Outro tipo de procedimento é realizado nos Estados Unidos e, se bem sucedido, Brayden pode andar normalmente. No entanto, o custo é de aproximadamente US$ 20 mil (R$ 44,2 mil).
Barraca de limonada
Ao ficar sabendo disso, Quinn pediu à mãe que o ajudasse a montar um banca para venda de limonadas e, com isso, arrecadar dinheiro para ajudar o amigo.
Uma campanha também foi aberta na internet por meio de crowdfunding, um modelo que busca a colaboração financeira coletiva de pessoas que nunca se viram, mas que gostam de uma mesma ideia e querem que ela se torne realidade.
Na página, há um texto explicativo contando que Quinn e Brayden vão à escola juntos, mas que a paralisia cerebral de Brayden “torna difícil o seu andar” e que a fisioterapia diária para mantê-lo andando “é dolorosa”. “Quando eu estava com o seu fisioterapeuta, eu tentei mantê-lo calmo quando ele estava com dor”, explica o informe.
Em apenas 25 dias, foram arrecadados mais de US$ 53 mil (US$ 33 mil a mais que o valor necessário para a cirurgia). No último domingo (6), Quinn montou sua banca de limonadas na cidade para ajudar o sonho do amigo a se tornar realidade. De acordo com o site “CBC”, a cirurgia de Brayden está marcada para agosto.
Fontes: G1 (Bem Estar) - deficienteciente.com.br

Tecnologia auxilia aprendizagem



Desde abril, alunos do Centro de Educação e Reabilitação para Deficientes Visuais Lar das Moças Cegas (LMC), de Santos (SP), têm tido a oportunidade de aprender com a Mesa Educacional Alfabeto, da Positivo Informática, que apoia a alfabetização e o letramento das crianças, utilizando animações, vídeos, recursos sonoros, regulagem de altura, navegação via teclado, lupa e materiais em braile para tornar o aprendizado mais natural e divertido.

“Quando falamos em educação especial, garantir o acesso a recursos tecnológicos é fundamental e, no caso das Mesas Educacionais, além de socialização e criatividade, a tecnologia ajuda a desenvolver o potencial cognitivo dos alunos”, explica Regina Silva, diretora da Divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática.

Além de auxiliar no convívio e na alfabetização, a Mesa Alfabeto abre novas possibilidades no ensino, estimulando a criatividade e a imaginação. “As crianças estão adorando, porque aprendem brincando”, afirma Marta Valdívia, diretora pedagógica do LMC, que acredita que os alunos estão ainda mais interessados.

Segundo a diretora, a novidade foi muito bem recebida por alunos e professores, que contam já ter percebido melhora no relacionamento interpessoal em sala de aula. “A socialização melhorou muito, tanto entre eles, quanto para com os professores”, diz a diretora pedagógica do Lar das Moças Cegas. Isso porque, cada mesa possibilita que até seis alunos participem juntos das atividades propostas, em um ambiente colaborativo, envolvendo a manipulação de elementos físicos e do software educacional.



Moradores recebem cadeiras de rodas - Angola


Pessoas com deficiência física de Angola, foram contempladas com cadeiras de rodas e triciclos, pelo vice-governador de Huambo, Guilherme Tuluca. O objetivo do governo é minimizar as dificuldades que as pessoas com deficiência enfrentam em sua rotina.


Os beneficiados moram entre os bairros Casseque e Chivela, onde foram entregues 20 cadeiras de rodas. O governante pretende estender essa ação para os outros bairros de Huambo.

Segundo a Federação Angolana das Associações das Pessoas com Deficiência(FAPED), o programa já possui mais de 20 projetos para orientar e ajudar as pessoas com deficiência e seus familiares. Também oferece acompanhamento médico e projetos sociais de inclusão.

Fez saber que, para o alcance do desiderato, a instituição vai continuar a desenvolver os projectos de entrega de meios de compensação, auto-emprego, sexta básica alimentar,  internamentos necessários, entre outras ações.

Email para contato: fapedangola@fapedangola.org

Aplicação WhatsCine oferece acessibilidade no cinema para surdos e cegos

Do Diário Digital

Tela de celular no interior de sala de cinema
Disponível para as plataformas Android e iOS, a aplicação WhatsCine oferece acessibilidade no cinema para surdos e cegos. O programa – compatível com apenas alguns filmes em cartaz – coloca no ecrã de tablets e smartphones um intérprete de libras (língua brasileira de sinais) e legendas, além de emitir áudio-descrição via auriculares.


Por enquanto, o recurso só está disponível nas salas de cinema em São Paulo: desde Abril, foram mais de 150 sessões das quais participaram cerca de 100 espectadores com deficiência auditiva ou visual.

«Estamos a trabalhar para levar o WhatsCine para mais salas em São Paulo e também para o Rio de Janeiro, onde dez complexos de cinema oferecerão a tecnologia ainda este ano», afirmou Pedro Berti, gerente do app no Brasil.
Desenvolvido na Universidade Carlos III de Madrid, em Espanha, a aplicação tem no Brasil parceria com a associação Mais Diferenças. Para que funcione, os representantes do WhatsCine associam-se a produtoras, distribuidoras e também a salas de cinema.

As produtoras precisam de autorizar a adaptação do conteúdo, para então serem criadas as legendas, a interpretação em libras e a áudio-descrição do filme. Já as salas de cinema têm de oferecer uma rede Wi-Fi específica, que fornece acesso ao conteúdo de acessibilidade – os recursos não funcionam via rede de dados móveis.

Na rede do WhatsCine, só trafegam dados fornecidos pela aplicação (os frequentadores da sala não poderão usá-la para navegar na Internet, por exemplo).

Para minimizar na sala de cinema o impacto das telas ligadas, o WhatsCine usa alguns recursos. Entre eles, reduzir automaticamente o brilho do telemóvel assim que o utilizador opta pela exibição de legendas. As letras brancas aparecem sobre fundo preto, também utilizado atrás do intérprete de libras (que veste sempre uma camisa preta).

O WhatsCine não revela o custo de implementação da tecnologia, mas afirma tratar-se de uma solução de baixo custo. «A sua adopção não exige nenhuma adaptação da sala de cinema, requerendo apenas a instalação de um computador e um modem», diz o site do app.

Informação sobre deficiência em boletim de ocorrência poderá ser obrigatória

A polícia poderá ser obrigada a incluir nos boletins de ocorrência de violência doméstica ou familiar a informação sobre a vítima ser ou não pessoa com deficiência.

Foto de um boletim de ocorrência
Em tramitação na Câmara dos DeputadosSite externo., o Projeto de Lei 7048/14 obriga a polícia a incluir nos boletins de ocorrência de violência doméstica ou familiar a informação sobre a vítima ser ou não pessoa com deficiência. O boletim deve informar ainda se a agressão provocou alguma deficiência ou agravou essa condição pré-existente.


De acordo com a autora da proposta, deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), o projeto irá ajudar a elucidar casos em que a violência foi tão grave que causou danos permanentes à vítima e a colocou na condição de pessoa com deficiência.
Ela argumenta ser necessário também observar que o “fato de ser pessoa com deficiência é condição que agrava sua vulnerabilidade e potencializa o risco de vir a sofrer abuso ou violência doméstica”.
Rosinha da Adefal ressalta que o País carece de estatísticas e levantamentos sobre esse tipo de violência. “Essa providência nos ajudará a levantarmos os locais onde ocorrem, as populações mais sujeitas aos abusos e quantos passam à situação de pessoa com deficiência em função da violência familiar ou doméstica”, acrescenta.
Tramitação
A proposta foi encaminhada para análise conclusiva nas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; Seguridade Social e Família; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Pilotos paraplégicos formam esquadrilha de acrobacias aéreas na Itália

Instrutor e dois pilotos paralíticos foram o "WeFly Team". Ambos pilotos aprenderam a pilotar após perderem movimento nas pernas
Instrutor e dois pilotos paralíticos foram o “WeFly Team”. Ambos pilotos aprenderam a pilotar após perderem movimentos nas pernas
Três italianos formam uma “esquadrilha da fumaça” diferente: dois dos três pilotos especializados em acrobacia são paraplégicos e não podem mover as pernas. Agora, a flâmula do grupo será levada ao espaço por uma astronauta italiana.
A equipe de acrobatas que ganhou o nome de “WeFly Team” é especial: formada por um instrutor e dois pilotos paralíticos, ela se apresenta em shows não só na Itália, mas por toda a Europa.
Alessandro Paleri, de 42 anos, e Marco Cherubini, 41, se conheceram em uma reunião na Federação Italiana de Pilotos Deficientes (FIPD) e tiveram a ideia de fundar uma esquadrilha. Eles foram instruídos pelo veterano piloto italiano Erich Kustatscher e aprenderam a fazer voos de acrobacia.
Paleri sofreu uma fratura na vértebra cervical ao pular em uma piscina rasa em 1987, e Cherubini ficou tetraplégico depois de um acidente de carro em 1995. Os dois aprenderam a pilotar depois de perderem os movimentos das pernas.
A esquadrilha voa com aviões monomotores Texan Top Class produzidos na Itália e que foram adaptados para o uso por deficientes físicos.

Eles são dotados de equipamento para deixar rastros de vapor branco ou colorido nos céus.
“Nós queremos mostrar que, mesmo presos à uma cadeira de rodas, os paralíticos podem voar, fazer acrobacias e se igualar aos melhores pilotos do mundo”, dizem Paleri e Cherubini.

Apesar das dificuldades, pilotos deficientes podem fazer tudo o que é necessário para voar, incluindo o abastecimento e a manutenção diária do avião, contam os dois pilotos, que também dão palestras para jovens falando sobre sua experiência.
Astronauta italiana levará a flâmula da equipe ao espaço sideral
Astronauta italiana levará a flâmula da equipe ao espaço sideral
Flâmula no espaço
A esquadrilha baseada no norte da Itália ficou bastante conhecida no país e agora vai receber uma honra especial: Samantha Cristoforetti, primeira astronauta italiana da Agência Espacial Europeia (ESA), levará a flâmula da equipe ao espaço sideral.
Samantha parte em novembro deste ano para a Estação Espacial International (ISS, em inglês) para uma longa missão de seis meses. Ela apoia os pilotos paraplégicos e levará consigo o símbolo da esquadrilha.
“Se eu cheguei aonde estou e posso realizar meu sonho de ir ao espaço, é porque muitas pessoas me inspiraram – inclusive os amigos da esquadrilha WeFly Team”, declarou a astronauta. Com o gesto, ela quer mandar uma “mensagem de esperança a todos os deficientes físicos do mundo”.

Fontes: BBC - deficienteciente.com.br

Deputada propõe identificação única à deficientes

 Projeto de Telma de Souza vai facilitar acesso ao transporte público gratuito em todo o Estado.

Da Reportagem

          Deficientes de todo o Estado não precisarão ter várias carteiras  (Foto: Matheus Tagé/DL)
              Deficientes de todo o Estado não precisarão ter várias carteiras (Foto: Matheus Tagé/DL)

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou por unanimidade o projeto de lei nº 874/2013, de autoria da deputada Telma de Souza (PT), que desburocratiza o acesso das pessoas com deficiência ao transporte público gratuito. Agora, será criada uma inscrição única, no próprio RG dos usuários, indicando a condição de deficiente, facilitando a vida, sobretudo nas regiões metropolitanas. A partir da regulamentação, a nova lei passa a vigorar em 60 dias.

As pessoas com deficiência são beneficiadas pela lei nº 666/1991, que as isenta do pagamento de tarifa no transporte coletivo. Entretanto, atualmente, cada município paulista regula e expede documentos próprios atestando a condição dos deficientes. Isso significa que os usuários precisam realizar diferentes cadastros e portar diversas carteiras de identificação para utilizar transporte público em mais de uma cidade.

Com a nova lei proposta por Telma (que já foi encaminhada para sanção e regulamentação do governador), os deficientes poderão requerer a inscrição “pessoa com deficiência” em seus documentos de Identidade (RG). A inscrição discriminará o tipo de deficiência do usuário, que poderá ser classificada como física, auditiva, visual ou intelectual.

O projeto veda a exigência de qualquer outro tipo de documento para a comprovação da condição de deficiente em todo o Estado de São Paulo. “O acesso gratuito aos serviços de transporte é garantido às pessoas com deficiência em todos os municípios de São Paulo, porém, cada cidade tem seu próprio cadastro de identificação. Agora, essa relação será desburocratizada, com a criação de uma inscrição única, no próprio RG, que valerá em todo o Estado de São Paulo”, ratificou a parlamentar.