sábado, 2 de agosto de 2014

Congresso de Acessibilidade para pessoas com deficiência será online e gratuito

                                       Imagem Internet\Ilustrativa
                                

Entre os dias 21 e 27 de setembro de 2014, coincidindo com as atividades do Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, acontecerá o primeiro Congresso de Acessibilidade, de âmbito nacional e gratuito realizado totalmente pela internet. Idealizado pela consultora em acessibilidade e inclusão Dolores Affonso, o evento poderá ser assistido através de computadores, tablets e celulares.

O seminário contará com a participação de mais de 30 especialistas de diversas áreas: inclusão, diversidade, acessibilidade, saúde, relacionamento, carreira, empreendedorismo, direitos humanos, tecnologias de informação e comunicação, tecnologias assistivas e para reabilitação, entre outros. Trará também representantes de projetos e políticas públicas de inclusão e de entidades de atendimento e luta que falarão sobre seus projetos e programas direcionados para os direitos das pessoas com deficiência. As palestras serão veiculadas com legenda, audiodescrição e tradução em Libras para serem acessíveis a todos.

O site do congresso também é acessível, oferecendo opções de aumento de fonte e de tradução de todo o conteúdo em Libras, além de, é claro, poder ser acessado pelos leitores de telas.

O evento contará ainda com um espaço virtual para parceiros, com informações de sobre organizações de apoio à pessoa com deficiência, de recolocação, formação e capacitação profissional; empresas desenvolvedoras de tecnologias de informação e comunicação, assistivas e para reabilitação, sites de relacionamento, agências de turismo acessível, projetos de esporte adaptado, cultura, arquitetura dentre outros.

O Congresso foi pensado para atender as necessidades de todos: pessoas com e sem deficiência ou necessidades especiais, pais, amigos e demais interessados no tema; educadores, instituições de ensino e empresas que precisam se tornar acessíveis e inclusivas; organizações não governamentais, órgãos e entidades públicas de apoio, profissionais da saúde, arquitetos, web designers, cuidadores, enfermeiros, profissionais da área de cultura, esporte e todos que precisam conhecer as necessidades especiais, expectativas, capacidades e potencial das pessoas com deficiência e suas reais possibilidades de participação na sociedade, para realizarem melhor suas atividades pessoais e profissionais.

Inscrições e informações:

Matéria do blog:

Fonte:deficientesimincapaznunca.blogspot.com.br - Imagem Internet\Ilustrativa

CNH especial - Esse assunto vai longe!!!

Hoje trago para vocês um pouco da história de Claudia, nossa leitora, que está tirando sua CNH e passando por muitas dificuldades. Até quando vamos viver em uma sociedade que nos revoltam, e nos deixam indignadas com tanta falta de consciência e desigualdade? Esse fato ocorreu em RN, um total desrespeito com as pessoas que possuem necessidades especiais, segue o relato:

"Bem para início de conversa me chamo Cláudia, tenho 33 anos, moro em Caicó-RN, tenho deficiência física e no início desse ano fui ao DETRAN com a pretensão de obter minha Carteira Nacional de Habilitação e lá fui informada que eu teria que ir a Natal, para eu poder ser avaliada por uma junta médica especial que no meu caso, expediu um laudo que determinava que eu era obrigada a dirigir veículo com transmissão automática, direção hidráulica e com prolongadores dos pedais e elevação do assoalho e/ou almofadas fixas de compensação de altura e/ou profundidade, devido a minha deficiência física. Sai do DETRAN de Natal, super feliz com essa probabilidade, já sentindo aquela impressão de liberdade e ao mesmo tempo pensando que não ia mais furar os meus pés em espinhos ou cacos de vidro, nem atolar as muletas na lama quando chovia, nem muito menos me queimar debaixo do sol causticante do nosso Sertão seridoense durante as idas e vindas do trabalho. 

E foi com essa alegria que corri para fazer minha matrícula em uma auto escola de Caicó-RN e lá veio o primeiro balde de água fria, que fez com que meu contentamento logo desse lugar a uma baita dor de cabeça, pois para meu espanto fui avisada que eu não poderia fazer as aulas práticas em Caicó, a cidade não possuía nenhuma empresa de Formação de Condutores que dispusesse de veículo com transmissão automática e direção hidráulica atendendo assim as minhas necessidades. Mesmo assim decidir fazer as aulas teóricas em Caicó, e enquanto eu cursava as aulas pesquisava a existência de alguma auto escola no Estado que me atendesse. Descobrir a existência de uma em Parnamirim, entretanto eles logo me avisaram que apesar do veículo ser adaptado era uma adaptação manual, ou seja, com ela o motorista usa as mãos para frear e acelerar. Informei que no meu caso a adaptação era outra já que constava no laudo. Tentei ainda explicar que esse tipo de adaptação que existia no carro deles era voltada para atender pessoas paraplégicas, ou seja, que não possuem movimentos da cintura para baixo. Já a minha deficiência era diferente pois, tenho os movimentos das pernas entretanto, possuo baixa estatura. No entanto, foram taxativos ao afirmarem que a adaptação era a que eles possuíam.

Diante dessa situação continuei a busca por outra auto escola já que o veículo da empresa de Parnamirim não atendia as minhas necessidades, e fui informada da existência de uma na cidade de Mossoró depois de ter sido aprovada no curso teórico e com a proximidade das minhas férias do trabalho fui p a Mossoró. Lá eu fui bem recebida, vi o carro, conversei com o instrutor, com o proprietário da escola e ficaram acertadas as aulas para as minhas férias, pois o horário do meu trabalho não permitiria esse translado entre Caicó-Mossoró diariamente. Foi marcado o início das aulas para o dia 07/07/2014, todavia adoeci com uma conjuntivite e passei uma semana sem poder sair de casa fazendo o tratamento recomendado pelo médico. Remarcamos então para o dia 22/07/2014, entretanto a pessoa que faz as adaptações no único carro que podia me atender sofreu um acidente e está impossibilitado de fazer as adaptações e consequentemente eu fiquei sem as aulas e ainda não sei quando será possível fazê-las.

Como professora, fico ainda me perguntando quando uma criança com deficiência chega a uma escola seja ela pública ou privada, somos obrigados a recebê-la e darmos o mínimo de condições para que ela estude, sob pena de respondermos na justiça. Afinal de contas a educação é um direito de todos e para todos. Partindo desse mesmo principio de respeito aos direitos do cidadão me questiono até quando os direitos de igualdade, acessibilidade e dignidade das pessoas com deficiência serão desrespeitados pelas auto escolas do RN e especialmente de Caicó (Centro Regional da Região do Seridó)? Será que as pessoas sem deficiência no RN e especialmente no Seridó vão continuar participando de suas aulas e exames práticos, sem maiores problemas, pois existem veículos em número suficiente para atendê-los, enquanto isso, pessoas com deficiência como eu, tem que sair de sua cidade, se cansar com longas e onerosas viagens e ausentar-se do trabalho durante vários dias? E por fim, até quando o Detran que é o órgão que coordena o serviço das auto escolas, vai fazer vista grossa a essa realidade? 
Sinceramente termino aqui agradecendo a sua atenção e com a esperança de que alguma pessoa possa responder a todos esses questionamentos e quem sabe modificar essa humilhante situação.

(Cláudia Medeiros de Araújo, 01/08/2014)


Questão de cidadania

Texto de Luís Gonzaga Bertelli.

Luís Gonzaga Bertelli*

Imagem Internet \ ilustrativa

Quem não possui deficiência, não olha com a devida atenção as condições precárias das calçadas nas grandes cidades. Não repara na falta de acessibilidade no transporte público. Não percebe a ausência de material didático especializado nas escolas e bibliotecas. É verdade que, nos últimos anos, graças à mobilização de organizações sociais e da mídia, os deficientes ganharam mais atenção dos setores públicos. Nas campanhas eleitorais, o assunto já costuma ser tratado com certo destaque, o que gera também frutos positivos na aprovação de leis, como a que determina cotas para deficientes nas empresas (Lei 8.213/1991).


Apesar deste contexto positivo, ainda há muito por fazer. De acordo com dados do IBGE, no Censo de 2012, existem 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ­ – o que equivale a mais de 20% da população total. E 61% dessas pessoas, com mais de 15 anos, não tem instrução ou, apenas, o ensino fundamental incompleto.

Em 50 anos de atuação, o CIEE tem como uma de suas bandeiras a inclusão de deficientes no mercado de trabalho. Foi por essa razão que criou o Programa para Pessoas com Deficiência, cadastrando gratuitamente candidatos com esse perfil e sensibilizando as organizações que precisam preencher as cotas determinadas pela lei. O CIEE mantém atualmente 4,2 mil pessoas com deficiência em programas de estágio de 490 empresas parceiras, além de 337 aprendizes em 126 organizações.

Recentemente, a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) formou uma turma de 65 jovens com deficiência, participantes do programa Aprendiz Legal – parceria do CIEE com a Fundação Roberto Marinho. Eles ganharam certificados de aprendizagem em solenidade na Câmara Municipal de São José dos Campos. Durante dois anos, os aprendizes receberam treinamento com atividades práticas na Embraer e capacitação teórica ministrada pelo CIEE e Senai. 

Abrir oportunidades de capacitação e formação profissional para essas pessoas é dar-lhes a chance de conquistar a cidadania. Não é uma questão de caridade, mas sim de oportunidade.

*Luiz Gonzaga Bertelli é presidente Executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), da Academia Paulista de História (APH) e diretor da Fiesp.

Fonte:saci.org.br - Imagem Internet \ ilustrativa

PARTICIPE: Pesquisa Nacional de Inovação em Tecnologia Assistiva

Pesquisa visa mapear todos os projetos desenvolvidos na área

A fim de subsidiar a elaboração das políticas públicas no âmbito da Ciência, Tecnologia e Inovação para a inclusão social, a "Pesquisa Nacional de Inovação em Tecnologia Assistiva: Identificação e Caracterização das Instituições e dos Projetos (Pesquisa, Produto e Serviço) Inovadores no campo da Tecnologia Assistiva para Inclusão Social de Pessoas com Deficiência, Mobilidade Reduzida e Pessoas Idosas" foi criada para identificar os resultados e possíveis dificuldades no desenvolvimento de projetos de P,D&I na área de TA.

Estão convidadas a participar da pesquisa todas as Instituições (ensino técnico ou superior, empresas e entidades do Terceiro Setor) que desenvolveram projetos em TA nos anos de 2011 a 2013. A participação é muito importante para o mapeamento do cenário atual da Tecnologia Assistiva no Brasil, visando auxiliar o desenvolvimento da TA no país.

A colaboração é por meio do preenchimento de um formulário online pelo websitehttp://pesquisa.assistiva.org.br.

Esta pesquisa tem realização pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por intermédio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social (SECIS) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Instituto de Tecnologia Social (ITS Brasil) e com apoio do CNRTA.

Participem!
Fonte: cti.gov.br

Impressora 3D cria prótese 114 vezes mais barata para menino sem braço

por 

Impressora 3D é capaz de fabricar prótese de braço 99% mais barata do que "original" e ajuda menino deficiente, nos Estados Unidos. Alex Pring, de 6 anos, já nasceu sem o braço direito, e a prótese oferecida por seus médicos estava US$ 40 mil (R$ 89 mil em conversão direta). Com esse valor, seria possível comprar 114 próteses da versão de baixo custo, que saiu por US$ 350 (R$ 780). O modelo alternativo foi desenvolvido na Universidade da Califórnia, pelo doutorando Albert Manero, no curso de Engenharia Aeroespacial.
Impressora 3D faz prótese até 100 vezes mais barata (Foto: Divulgação/Universidade da Flórida Central)
Alex Pring e sua prótese de braço feita por impressora 3D (Foto: Divulgação/Universidade da Flórida Central)
Um dos sonhos de Alex era poder abraçar a mãe. Para o pesquisador, ver o rosto do garoto utilizando sua invenção foi algo "sem preço". Segundo Manero, sua mãe sempre disse que as pessoas deveriam mudar o mundo.
Alex Pring, agora com sua prótese, pode abraçar a mãe (Foto: Divulgação/E-nabling The Future)Alex Pring, agora com sua prótese, pode abraçar a mãe (Foto: Divulgação/E-nabling the Future)

Qual a utilidade de comprar uma impressora 3D? Opine no Fórum do TechTudo.
O braço mecânico produzido em impressão 3D também permite a reposição de peças que o compõem. A mão artificial custa US$ 20 (R$ 44), e o antebraço fica entre US$ 40 e US$ 50 (equivalente a R$ 89 e R$ 111). A prótese funciona com baterias. A marca Stratasys fez algumas doações para contribuir com o projeto de Manero.
A mãe do jovem, Alyson Pring, conheceu Albert Manero na rede E-nabling the Future. O site reúne entusiastas pela tecnologia 3D, sendo que uma das metas é ajudar crianças que não possuem mãos ou braços.
O caso de Alex Pring é mais uma prova de como a tecnologia de impressão 3D ainda pode revolucionar a vida das pessoas. Com um prótese criada por impressora 3D, Médicos no Reino Unido, por exemplo, já conseguiram reconstruir o rosto de um homem que caiu do quinto andar de um prédio. Além disso, graças também à tecnologia 3D, cirurgiões de Kentucky (EUA) diminuíram o número de incisões em uma cirurgia cardíaca realizada em um bebê de 14 meses.


Goalball como rotina

    

SÃO PAULO (SP)- Uma rotina regular de treinamento com ensinamentos técnicos e práticos e uma agenda repleta de competições faz parte da vida de 40 jovens com deficiência visual que participam do projeto Goalball do Centro de Emancipação Social Esportiva de Cegos (CESEC). A iniciativa, apoiada pela Eaton, contribui para a inclusão social dos participantes e mostra por meio do esporte que qualquer tipo de limitação pode ser superada. 

No primeiro semestre do ano, os atletas do projeto participaram de campeonatos relevantes como a II Etapa do Campeonato Paulista de GoalBall e o Regional Sudeste II e conseguiram resultados positivos. "Além de colaborar para a qualidade de vida, essa prática do goalball ensina valores como união, trabalho em equipe e superação de adversidades. O esporte mostra também que, mesmo sendo deficientes, eles podem ter uma vida praticamente normal e se sentirem de fato incluídos na sociedade", disse Irineu Itiro, presidente do CESEC. 

Diferente de outras modalidades paraolímpicas, o goalball foi desenvolvido unicamente para pessoas com deficiência - neste caso a visual. Ele é um esporte baseado nas percepções tátil e auditiva e o objetivo dos atletas é arremessar rasteiramente a bola para atingir a rede adversária. 

Apoiar projetos sociais que promovem a inclusão de pessoas com necessidades especiais na sociedade por meio de práticas esportivas e culturais faz parte da política de responsabilidade social da Eaton. A empresa também patrocina a equipe de judocas de alto rendimento CESEC e o projeto Karatê e Taekwondo para pessoas com síndrome de down ou deficiência intelectual do Instituto Olga Kos. 

Sobre a Eaton 

A Eaton é uma empresa global de gerenciamento de energia fornecedora de soluções de eficiência energética que ajudam seus clientes a gerenciar a energia elétrica, hidráulica e mecânica de forma eficaz, segura e sustentável. Com vendas de U$ 22 bilhões em 2013, a empresa conta com aproximadamente 103.000 funcionários e vende seus produtos para clientes em mais de 175 países.


Para mais informações, acesse www.eaton.com.br

Fonte:sentidos.uol.com.br

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Participe da Consulta Pública sobre violência contra a pessoa com deficiência

          

Diariamente, pessoas com deficiência sofrem com diversos tipos de violência podendo ser física, psicológica ou institucional. Você já sofreu ou presenciou algo do tipo?

 Participe da #ConsultaPública  da sobre violência contra a pessoa com deficiência: http://bit.ly/UNLpZJ


Classe T47 puxa a fila das grandes provas da 1ª etapa nacional do Circuito Caixa Loterias de Atletismo e Natação

   O alagoano Yohansson Nascimento participará de evento em Natal, no próximo dia 11

São Paulo receberá a partir deste sábado, 2 de agosto, a primeira etapa nacional do Circuito Caixa Loterias de Atletismo e Natação. Um grupo em especial chama a atenção entre os mais de 500 atletas inscritos para o evento, os quais representam 21 estados e o Distrito Federal: os corredores da classe T47 (amputação nos membros superiores abaixo dos cotovelos).
As disputas do atletismo ocorrerão no Centro Olímpico de Treinamento e Pequisa (COTP), na Zona Sul de São Paulo, enquanto os nadadores cairão na piscina do Sport Clube Corinthians Paulista, Zona Leste paulistana. Os atletas ganharam o direito de fazer parte das etapas nacionais do circuito durante os regionais ou eventos com chancela do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) na temporada de 2014. Aqueles que lideram os respectivos rankings de suas classes já tinham o lugar previamente ratificado.
É o caso, por exemplo, de Yohansson Nascimento. Principal corredor escalado para competir na classe T47, ele puxará a fila dos grandes nomes que são esperados nesta divisão. Dono de quatro medalhas em Jogos Paralímpicos e seis medalhas em Mundiais de Atletismo Paralímpico, ele competirá ao lado de atletas do calibre de Emicarlo Elias de Souza – cujo currículo conta com participações em dois Jogos Paralímpicos – e Petrucio Ferreira dos Santos, de 17 anos, que venceu os 200m da T47 no Open Brasil de Atletismo e Natação, em abril, também em São Paulo, e que é apontado como grande revelação das provas de velocidade do país.
“Brinco com meus amigos e sempre digo que esta etapa do Circuito pegará fogo. Muitas pessoas estão na expectativa de ver a prova da classe T47, e posso dizer que será uma disputa de nível mundial”, disse Yohansson, que já recuperou-se de um problema na cartilagem dos seus joelhos, o que lhe permitirá correr nos 100m, 200m e 400. “Quando comecei a fazer o meu treinamento específico deste ano, me lesionei. Por causa disso, ainda não consegui chegar ao meu melhor neste ano. Agora, que voltei totalmente aos treinos, quero conseguir a minha melhor performance nesta competição”, completou.
A ansiedade de Yohansson é compartilhada com o técnico-chefe do atletismo paralímpico, Ciro Winckler. Já de olho no Mundial de novembro do ano que vem, que ocorrerá em Doha, Qatar, ele projeta a evolução de Petrucio como a principal herança do evento.
“Nós esperamos uma disputa muito forte e bons resultados na classe T47. Temos um novo talento surgindo, que é o Petrucio, além do Yohansson e o Emicarlo, que já são atletas mais consagrados, com passagens por Jogos Paralímpicos. Com certeza, servirá para o Petrúcio ganhar experiência. Ele chegará ao Mundial preparado para enfrentar os grandes nomes do mundo”, analisou Ciro.
Esta é apenas a primeira entre três etapas nacionais do Circuito Caixa Loterias. A segunda fase será disputada de 12 a 14 de setembro, também em São Paulo. Em novembro, de 14 a 16, os atletas fecham a temporada na 3ª etapa, em Fortaleza (CE).
Time São Paulo
O atleta Yohansson Nascimento é integrante do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado do Direito das Pessoas com Deficiência de São Paulo, que beneficia 34 atletas e seis atletas-guia de nove modalidades.

Serviço
Circuito Caixa Loterias – 1ª etapa nacional
Data: 2 e 3 de agosto
Cidade: São Paulo (SP)
Local:
- Atletismo: Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP) – Avenida Ibirapuera 1315, Moema
- Natação: Sport Club Corinthians Paulista – Rua São Jorge, 777

Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro
Em Brasília
Daniel Brito (daniel.brito@cpb.org.br / 61 3031 3016 / 61 8188 0683)
Nádia Medeiros (nadia.medeiros@cpb.org.br / 61 3031 3067 / 61 9266 2499)
Thiago Rizerio (thiago.rizerio@cpb.org.br / 61 3031 3035 / 61 9267 2935)
No Rio
Diogo Mourão (diogo.mourao@mginpress.com.br / 21 98301 0149)
Fernanda Villas Bôas (fernanda.villas@mginpress.com.br / 21 3723 8135 / 98301 0152 / 55*24*44094)
Em São Paulo
Ivo Felipe (ivo.felipe@cpb.org.br)
Fonte:cpb.org.br

Equipe de jovens fatura 12 medalhas nos Jogos Desportivos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

 Delegação brasileira de atletismo no estádio da competição, em Luanda


 Delegação brasileira de atletismo no estádio da competição, em Luanda

A equipe brasileira paralímpica de atletismo brilhou na disputa da nona edição dos Jogos Desportivos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que estão sendo realizados em Luanda, Angola. Nos dois dias de competição, entre domingo e segunda, 27 e 28, respectivamente, a delegação verde e amarela subiu 12 vezes ao pódio – foram seis medalhas de ouro, uma de prata e cinco de bronze. Vale ressaltar que o evento contou apenas com atletas sub-17.
O principal destaque do time nacional foi Thalita Vitória Simplício, da classe T11 (cego total). Ao lado do guia Felipe Veloso, ela amealhou três medalhas de ouro: nos 100m, 200m e no salto em distância. Além de Thalita, outros três atletas do país também brilharam nas disputas, realizadas no Estádio Municipal dos Coqueiros.
Davi Wilker, da classe T13 (visão parcial), ficou com a medalha de ouro tanto nos 200m quanto nos 400m rasos. A trinca de medalhas dele foi completada com o segundo lugar obtido nos 100m. Na mesma classe, Leonardo Sabino também conquistou três pódios. Ele ficou com o título do salto em distância, além de ter conquistado o bronze nos 100m e 200m rasos. Ainda na classe T13, mas entre as mulheres, Bruna Aparecida de Oliveira ficou com o terceiro lugar em três provas distintas: 100m, 200m e 400m.
“Fomos com quatro atletas, todos jovens, abaixo de 16 anos, e que são atletas da Seleção de jovens ou dos programas escolares do CPB. Mandamos eles a fim de ganhar experiência. Foi uma competição muito interessante para nós, porque demos mais rodagem para atletas que podem ser peças-chave na Paralimpíada de 2020, em Tóquio”, afirmou Ciro Winckler, técnico da Seleção Brasileira de atletismo.
A delegação brasileira que viajou para competir em Angola é chefiada pelos técnicos Silvia Piantino e Cássio Damião.
Comunicação CPB – (imprensa@cpb.org.br)
Daniel Brito
Ezequiel Trancoso (estagiário)
Ivo Felipe
Nádia Medeiros
Rafael Moura
Thiago Rizerio
Fonte:cpb.org.br

Jovem de 15 anos cria aparelho que ajuda cegos a identificarem cores

Do UOL em São Paulo


Imagem internet
Matías Apablaza, 15, é um estudante do Instituto Tecnológico del Comahue, da cidade de Neuquén, na Patagônia. O adolescente, que é fã do inventor Nikola Tesla e dos físicos Albert Einstein, Isaac Newton e Max Planck, criou um equipamento que pode ajudar pessoas cegas a "enxergar" cores. 

Apablaza desenvolveu um dispositivo portátil e de baixo custo que converte a cor (um conceito abstrato) em sons associados. Cada cor seria representada por um som diferente.

O adolescente, que aprendeu a programar por conta própria vendo vídeos na internet desde os 9 anos de idade, buscou inspiração nos deficientes visuais de uma instituição que realiza trabalhos de macramé (técnica de tecer fios) e têm dificuldade para reconhecer as cores das linhas usadas. Os deficientes contaram a Matías Apablaza que os dispositivos existentes que distinguiam as cores eram muito caros e, portanto, inacessíveis para a instituição.

O jovem procurou então criar um equipamento pequeno, que coubesse no bolso da calça, e que fosse fácil de usar. Ele considerou ainda a possibilidade de alguns smartphones realizarem a conversão de cores para sons, tornando a máquina acessível a todos.

A invenção lhe valeu o primeiro lugar na primeira edição argentina do concurso da Feira de Ciência do Google. Com o prêmio no valor de US$ 1.000 (cerca de R$ 2.246), Matías Apablaza pretende aprimorar seu dispositivo.

No dia 22 de setembro, um vencedor global entre um grupo de 15 finalistas escolhidos, cujos nomes serão anunciados em agosto, será premiado com US$ 50.000, uma viagem para as Ilhas Galápagos e experiência no CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), no Google e no Grupo LEGO, além do livre acesso durante um ano aos arquivos digitais da "Scientific American" para a escola do vencedor.

Click AQUI aqui para ver o vídeo.


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Azul Linhas Aéreas deve indenizar deficiente visual por impedir embarque



A Azul Linhas Aéreas Brasileiras foi condenada a indenizar uma consumidora em R$ 12 mil por danos morais, pois impediu a passageira de embarcar em um voo devido à sua deficiência visual. A decisão é do juiz da 30ª Vara Cível de Belo Horizonte, Geraldo David Camargo.


A enxadrista afirmou que tentou embarcar em um voo partindo de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, onde participava da Taça Brasil de Xadrez, para Belo Horizonte, em maio de 2013. A passageira fez o check-in normalmente no guichê da empresa, no Aeroporto Dr. Leite Lopes.

Ela relatou que, quando ia embarcar, foi barrada pela empresa, que justificou a atitude dizendo que outros passageiros estavam na mesma situação. Segundo ela, o comandante afirmou que apenas um deficiente visual poderia embarcar naquele voo, e seria dada preferência a um outro passageiro, que faria voo com escala. O fato teve ampla repercussão, inclusive no Senado e na Secretaria de Direitos Humanos da República. Na ação, ela pediu reparação por dano moral.

Em sua defesa, amparada no artigo 2º da Norma Operacional da Aviação Civil (Noac), que regulamenta o acesso ao transporte aéreo de passageiros que necessitam de assistência especial, a companhia aérea afirmou que o impedimento ocorreu por questão de segurança. Tendo em vista a quantidade de tripulantes disponíveis na aeronave para aquele voo e havendo quatro passageiros na mesma condição da enxadrista, optou-se pelo embarque de apenas um passageiro deficiente visual. De acordo com a Azul, a conduta da empresa teve suporte legal e não houve excessos.

Para o juiz, com base na própria legislação mencionada na defesa, a alegação da companhia para justificar a recusa da passageira não é convincente. Conforme o artigo 49 da Resolução 9 da Noac, “as empresas aéreas ou operadoras de aeronaves não poderão limitar em suas aeronaves o número de passageiros portadores de deficiência que possam movimentar-se sem ajuda ou que estejam acompanhados”.

O magistrado argumentou que não havia motivo que justificasse o impedimento do embarque da enxadrista. “Não há mínimo indício de que a autora poderia comprometer a segurança do voo. Não tem ela deficiência motora, até porque a atividade que exerce ou modalidade esportiva que pratica anula qualquer insinuação neste sentido.”

O julgador acrescentou que a enxadrista estava no local sozinha e não precisava de ajuda nem pediu auxílio para realizar o embarque, portanto considerou que a medida tomada pela companhia, se não arbitrária ou discriminatória, foi no mínimo equivocada. Assim, decidiu pela condenação da ré. O juiz argumentou também que a Azul deveria demonstrar como o embarque da enxadrista criaria risco real de dano ao avião, comissários e demais passageiros ou à segurança do voo, o que não foi provado.

Ao determinar o valor da indenização, o magistrado levou em conta a necessidade de punir a empresa aérea, desestimulando-a de repetir a conduta, sem, no entanto, causar o enriquecimento indevido da passageira. Sobre o valor, devem incidir juros e correção monetária. A decisão foi publicada no DJe dessa segunda-feira. Por ser de primeira instância, é cabível recurso.

Fontes:  Estado de Minas  - nandoacesso.blogspot.com.br

Exigência incoerente

Por: Frederico Rios


Uma das coisas que me deixa feliz nessa “briga” pela acessibilidade é saber que “alguém” fiscalizou um estabelecimento comercial, mas geralmente me decepciono com os critérios utilizados pelos fiscais.

Há algumas semanas, estive visitando a lanchonete de uma amiga no Centro de Campo Grande (MS). Ela me contou que recebeu visitas de um fiscal da Prefeitura para verificar a acessibilidade do seu estabelecimento. Pelo seu relato, percebi que o fiscal não conhecia muito do assunto. A cada visita ele fazia uma nova exigência, aparentemente sem embasamento ou critério.

Uma das solicitações do fiscal foi que o estabelecimento providenciasse uma “mesa para cadeirantes”. Sem dúvida, é essencial (e obrigatório) que haja mesas acessíveis em lanchonetes, variando a quantidade de acordo com o tamanho do local. Porém, o que me chamou atenção nesse caso foram as dimensões exigidas para confeccionar o mobiliário.

mesa 1


A mesa possui área livre inferior e permite a aproximação frontal de um cadeirante. Experimentei a mesa e ela é realmente confortável, mas seu modelo e suas medidas são muito semelhantes às de uma escrivaninha, tornando-a totalmente “exclusiva”, pois impede a utilização por mais de uma pessoa simultaneamente. Dessa forma, um cadeirante terá obrigatoriamente de fazer sua refeição sozinho, não podendo ir à lanchonete com amigos, namorada, esposa ou até mesmo com um cuidador. Eu mesmo, que não tenho destreza nas mãos e necessito de ajuda para comer, ficaria desconfortável em frequentar a lanchonete.

mesa 2


Temos recebido muitos relatos de falhas elementares na fiscalização realizada pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, seja em relação a obras e estabelecimentos comerciais, à acessibilidade ou qualquer outra área. A morosidade na tramitação dos processos e a falta de conhecimento técnico das equipes que compõem as secretarias são graves, gerando revolta por parte dos contribuintes, os quais pagam caro para receber um serviço de péssima qualidade.

O caso ilustrado acima é apenas um exemplo do que acontece todos os dias na nossa cidade: fiscais mal orientados e sem nenhum preparo técnico para exercer sua função, induzindo os contribuintes a arcar com gastos desnecessários, pois são forçados a investir em estruturas que atendem à fiscalização mas não à real necessidade de quem as utiliza. Outro exemplo revoltante e bastante conhecido é o das calçadas da cidade.

Acredito que boa parte dos comerciantes tem vontade de se adequar à acessibilidade, mas não há planejamento nem boa vontade por parte do Poder Público para viabilizar esse processo. E faço questão de relembrar: quem fiscaliza tem o dever de orientar!

Instituição alerta para os perigos das doenças de visão em idosos no Brasil

Degeneração Macular Relacionada à Idade é principal causa de cegueira.
Site oferece teste para usuários realizarem exame online.


Do G1 Santos

Idosos devem ficar atentos aos problemas de visão
(Foto: Cássio Nigro/ TV TEM)
Idosos mostram que o amor não tem idade para ser vivido  (Foto: Cássio Nigro/ TV TEM)
A Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo faz um alerta na véspera do Dia dos Avós, comemorado neste sábado (26), para divulgar entre os idosos os perigos da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), considerada a principal causa de cegueira mundial em pessoas acima dos 60 anos.

No começo da doença a DMRI causa desconfortos que são por vezes confundidos com uma baixa de visão devido ao processo de envelhecimento do corpo humano. Alguns pacientes podem não notar os sinais da doença, uma vez que um olho acaba compensando naturalmente a deficiência do outro.
Para ser capaz de cuidar da doença, que pode ser curada, tendo o paciente a sua visão restaurada, é importante que o idoso chegue ao diagnóstico o mais rápido possível, já que o paciente pode ficar completamente cego, caso não receba o tratamento adequado.
Os interessados em realizar os testes gratuitos podem acessar o site ‘Doenças da Retina’, lançado pela farmacêutica suíça Novartis. No portal o usuário pode acessar informações sobre os sintomas de doenças que podem afetar a visão e realizar até mesmo um teste online, mas que mesmo assim não substitui uma consulta com um profissional da área.



Estudos sobre a Deficiência: Mesas Redondas - de 13 a 15 de Agosto.

ATENÇÃO – PROGRAME-SE, INSCREVA-SE!!

             


PROGRAMAÇÃO
Capitalismo, Sustentabilidade & Deficiência - Dia 13, das 14h às 16h
Wederson Rufino dos Santos (Anis / INSS)
Assistente Social graduado pela Universidade de Brasília (UnB) em 2007. Mestre em Política Social e doutorando em Sociologia também pela UnB. Finalista do Prêmio Destaque do Ano de Iniciação Científica de 2007, prêmio organizado pelo CNPq. Chefe da Divisão do Serviço Social do INSS. Pesquisador da Anis: Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero. Membro do Grupo de Pesquisas Feminismo, Direitos e Políticas, do Departamento de Serviço Social da UnB. Professor do curso de Serviço Social da Faculdade de Ciências da Saúde (FACISA) de Unaí-MG desde agosto de 2011.

Cláudia Werneck (Escola de Gente)
Idealizadora da Escola de Gente - Comunicação em Inclusão. Em nome desta ONG recebeu, em 2011, a mais alta condecoração oferecida pelo Estado brasileiro: “Prêmio Direitos Humanos” da Presidência da República. Escritora, pesquisadora, articulista, consultora, ativista e palestrante internacional. Tornou-se, no ano de 2000, a primeira escritora no Brasil a ter sua obra recomendada simultaneamente por UNESCO e UNICEF. Em 2014 a Fundação Essel reconheceu que a Escola de Gente é um dos “40 projetos mais inovadores do mundo” na área de inclusão. Claudia Werneck é formada pela UFRJ com especialização em Comunicação e Saúde pela FIOCRUZ. Publicou 14 livros sobre direitos humanos, diversidade e inclusão para crianças e adultos/as (WVA) em português, espanhol e inglês, com mais de 300 mil exemplares vendidos.

Educação & Deficiência - Dia 14, das 14h às 16h
Maria Teresa Mantoan (Unicamp)
Pedagoga mestre e doutora em Educação pela Faculdade de Educação da UNICAMP. Professora dos cursos de pós-graduação da Faculdade de Educação da UNICAMP. Coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença - LEPED/ UNICAMP. Cavaleira da Ordem Nacional do Mérito Educacional pelos relevantes serviços prestados à educação brasileira.

Adriano Nuemberg (UFSC)
Professor do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFSC. Psicólogo, Mestre em Psicologia e Doutor em Ciências Humanas. Coordena o Núcleo de Estudos sobre Deficiência da UFSC e tem publicado artigos e capítulos sobre essa temática.

Maria Cristina da Cunha Pereira (Derdic / PUC-SP)
É graduada em Letras (Português-Inglês) pela Universidade Mackenzie, tem mestrado em Linguística Aplicada ao Ensino de Línguas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e doutorado em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas. É professora titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e linguista da Divisão de Educação e Reabilitação dos Distúrbios da Comunicação, da PUCSP. É professora da parte teórica da disciplina de LIBRAS, da PUCSP, pesquisadora na área da surdez e tem publicações na área de aquisição da Libras e da Língua Portuguesa por crianças surdas.

Fábio Adiron (ESPM)
Pai de duas crianças (uma com Síndrome de Down), é consultor e professor de marketing. É membro da Comissão Executiva do Fórum Permanente de Educação Inclusiva. Moderador do grupos Síndrome de Down e colaborador de publicações ligadas à educação e inclusão (Rede Saci, Planeta Educação, Tópicos em Autismo e Inclusão).

Maturidade & Deficiência - Dia 14, das 16h:30 às 18h:30
Lia Crespo (Memorial da Inclusão / SEDPcD)
Graduação e mestrado em Jornalismo e doutorado em História Social, pela Universidade de São Paulo. Militante do movimento social das pessoas com deficiência desde 1980, cofundadora do Núcleo de Integração de Deficientes (NID) e do Centro de Vida Independente Araci Nallin. Autora do livro infantil Júlia e seus amigos (Nova Alexandria, 2005), que trata de deficiência, preconceito, educação inclusiva e a importância da amizade para a construção de uma sociedade para todos.

Izabel Maria Loureiro Maior (UFRJ)
Mestre em Fisiatria e docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Participou da criação e foi titular da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, de 2002 a 2010. Atuou diretamente da elaboração da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência na ONU e liderou o processo de sua ratificação. Coordenou a elaboração dos decretos da acessibilidade e do cão-guia entre outros. Está no movimento de luta desde 1977 e idealizou o projeto da História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil, lançado em 2010. Recebeu prêmio da Organização dos Estados Americanos – OEA, em “Reconhecimento por seu trabalho para um Continente Inclusivo”. Autora, conferencista, consultora e fonte de referência nos temas: pessoas com deficiência, políticas públicas, direitos humanos, acessibilidade e inclusão social.

Marta Fuentes Rojas (Unicamp)
Psicóloga, mestre em educação e doutora em Saúde Coletiva. Docente e pesquisadora da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas. Discute a questão do adulto na pessoa com deficiência intelectual. Trabalha com grupos em situação de risco e vulnerabilidade (adolescentes, pessoas com deficiência, comunidades). Educação em saúde. Coordenadora do Laboratório de Psicologia, Saúde e Comunidade. Ministra as disciplinas de Psicologia e Saúde coletiva nos cursos de Ciências do esporte e no curso de Nutrição
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Comunicação & Deficiência - Dia 15, das 14h às 16h
Jairo Marques (Folha de São Paulo)
Atuou como repórter da Agência Folha durante sete anos participando das mais diversas coberturas pelo país. Ingressou no jornal Folha de S.Paulo por meio do programa de treinamento da 27ª turma, em 1999, meses após se formar em jornalismo pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Tem pós-graduação em Jornalismo Social pela PUC-SP. Foi chefe de reportagem, coordenando a produção da equipe de correspondentes nacionais do jornal e mais um grupo de repórteres na sede, em São Paulo. Atualmente, é colunista do caderno “Cotidiano”, da Folha de SP. Escreve sobre cidadania, direitos humanos e aspectos da vida da pessoa com deficiência. Também mantém o blog "Assim como Você", na plataforma online do jornal, onde se dedica a debates sobre acessibilidade, inclusão e demais assuntos relacionados à deficiência física, sensorial e intelectual. É cadeirante desde a infância.

Lúcio Carvalho (Inclusive)
Coordenador-Geral da Inclusive - Inclusão e Cidadania: agência para promoção da inclusão (www.inclusive.org.br) e autor de Morphopolis (www.morphopolis.wordpress.com).

Lara Pozzobom (Lavoro Produções)
É diretora e curadora do Festival Assim Vivemos, Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência, que está em sua sexta edição e foi o responsável pela introdução da Audiodescrição em eventos culturais no Brasil. Produziu quatro premiados curtas-metragens de ficção e os longas-metragens Incuráveis, (2005) e Saias (2014), além de diversas mostras de cinema. Produziu também peças de teatro, entre elas o infantil Leonel Pé de Vento, com acessibilidade. Concebeu o Portal Acessível Blind Tube. Fez a curadoria e a produção executiva do Programa Assim Vivemos, da TV Brasil. Atualmente, dirige os projetos de Acessibilidade no Teatro no Oi Futuro e no Teatro Carlos Gomes. É mestre em Literatura Brasileira e doutora em Literatura Comparada (UERJ).

TODOS ESTÃO CONVIDADOS – LOCAL: CENTRO DE CONVENÇÕES ANHEMBI – SÃO PAULO/SP - DE 13 A 15 DE AGOSTO

Mais informações pelo e-mail: simpósio.deficiencia@sedpcd.sp.gov.br
Telefone: 11 5212-3764 (Márcio) 

Fonte:www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br recebido por e-mail...