sábado, 4 de julho de 2015

Adolescente sofre parada cardíaca e morre após oito semanas com prisão de ventre.

A britânica Emily Titterington, de 16 anos, tinha fobia de usar o vaso sanitário, o que levou a complicações em seu corpo.



Rio - Uma adolescente que ficou oito semanas com prisão de ventre teve um ataque cardíaco e morreu, segundo um inquérito em Cornwall, no Reino Unido. A britânica Emily Titterington, de 16 anos, tinha fobia de usar a privada e, por conta disso, desenvolveu o hábito desaconselhável por médicos de reter suas fezes por semanas.
 
Essa condição, mais observada em crianças se adaptando ao desfralde, provou-se devastadora em Emily. Eventualmente, seu intestino grosso cresceu tanto que comprimiu a cavidade do peito, deslocando outros órgãos de seu corpo. O inquérito apurou que sua vida poderia ter sido salva com tratamento apropriado, mas a menina recusou ser examinada por um médico.
 
A autopsia no corpo assustou a equipe médica. "Nunca tinha visto algo assim antes, estava dramático", disse um médico, segundo o site da emissora BBC.

De acordo com o inquérito, a adolescente, que tinha um grau leve de distúrbio do espectro autista, sofreu de problemas no intestino por muito tempo em sua vida, mas os médicos jamais conseguiram explicar as causas disso. Recentemente, a família vinha insistindo para ela se submeter a um exame, mas Emily se recusava.
 
Na noite de 8 de fevereiro, paramédicos foram chamados à casa dela pela família. A equipe tentou levá-la ao hospital após perceber seu rosto pálido, mas ela não quis. Horas depois, Emily teve uma parada cardíaca. Os paramédicos voltaram, tentaram reanimá-la, mas foi em vão.
 

CURA DO LÚPUS CHEGOU? – UNIVERSIDADE DA FLÓRIDA DESCOBRE CURA PARA O LÚPUS.

  Cura do Lúpus

A cura do lúpus chegou com força total nas redes sociais do Brasil, gerando uma série de questionamentos, por isso, fui ler a pesquisa na íntegra e consultar um médico reumatologista, para saber, se a cura chegou, aliás, quem é que não quer a cura né?
O estudo existe, é de verdade e está rolando, no entanto, não é a cura é a estabilização do processo inflamatório das células T CD4+!
Estudo foi publicado na revista Science Translational Medicine, e se chama “Normalization of CD4+ T cell metabolism reverses lupus” (não fala em cura), por pesquisadores da Universidade da Flórida, Gainesville, revelou a descoberta do controle inflamatório do lúpus em camudongos (ratinhos), através da combinação de dois medicamentos já existentes. Eles descobriram que inibindo determinadas vias metabólicas em células do sistema imunológico é possível combater o lúpus nesses ratinhos.
Um dos biomarcadores do Lúpus é a células T CD4+ auxíliares, na pessoa com lúpuso metabolismo das células T CD4+ é hiper-ativadoisso aumenta o poder inflamatório da doençaas duas drogas combinadas neste estudo, conseguiram equilibrar a hiperatividade dessas células T, nos ratinhos lúpicos. No entanto, este estudo, não foi realizado em seres humanos.
Para o reumatologistaDr. Thiago Bitar, a pesquisa é um grande avanço da medicina, no entanto, não deve gerar ansiedade nos pacientes, “uma coisa é trabalhar com pesquisa em ratos, outra coisa é gente, ainda vão anos de pesquisa até saberem se o medicamento vai servir para seres humanos ou não”. Bitar enfatiza que o estudo não relata ser a cura do lúpus, mas pode vir a ser uma nova e inovadora, opção para normalização da atividade inflamatória do lúpus, controlando diretamente as células T CD4+, isso não quer dizer que o paciente não terá que fazer acompanhamento médico e tratamento medicamentoso, após receber este medicamento, caso ele seja aprovado quando testado em humanos, ou seja, se aprovado após os estudos em humanos, o paciente que usar este provável medicamento deverá continuar o acompanhamento médico para monitoramento da doença.
A pesquisa está em fase inicial, longe de ser uma realidade aplicável em pessoas, logo, as pessoas que convivem com lúpus, não devem esperar que este medicamento chegará amanhã, pois certamente, levará pelo menos uns bons anos, até que seja ou não, um medicamento aprovado para uso em seres humanos. Por isso, pensamento positivos, fé em Deus e que os pesquisadores sejam abençoados em suas pesquisas e nós pacientes, vamos parar de compartilhar aquelas publicações sem responsabilidade com a expectativa de quem está sofrendo, a cura é nosso sonho, não devemos brincar com este título nunca!
lupus-curaEssa matéria foi amplamente divulgada por um blog espanhol com o título ” Universidade da Flórida descobre cura para o Lúpus”, fomos buscar informações e abaixo estão as publicações de referência incluindo a fonte com a publicação oficial do estudo.
Eu reconheço que os blogs tem um poder imenso, mas a cura minha gente, chegará primeiro nos congressos médicos, não pelas redes sociais, fiquem atentos!

Bióloga descobre genes que causam deficiência em filhos de primos.

Pesquisa foi feita com duas famílias consanguíneas no Sertão paraibano. Agora, há a possibilidade de prevenção e tratamento para a doença.

DO G1 PB




Uma pesquisadora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) descobriu dois novos genes que causam a deficiência intelectual autossômica recessiva, ou seja, a deficiência intelectual em filhos de primos. O trabalho é resultado da tese de doutorado em Biotecnologia de Thalita Figueiredo, de 28 anos, que vai ser apresentada na segunda-feira (6) no Hotel Village, em Campina Grande, em apresentação aberta ao público. A orientadora da pesquisa foi a professora Silvana Santos, do Departamento de Biologia da UEPB.

A pesquisa foi feita com duas grandes famílias consanguíneas em dois municípios diferentes do Sertão paraibano. Em cada família, um novo gene que causa a deficiência intelectual foi identificado. Um deles é o MED25 e o outro não pode ser divulgado porque o artigo científico que faz a apresentação dele ainda não foi publicado.


Até o momento, só haviam sido descritos 26 genes que causam deficiência intelectual com padrão de herança recessiva. Com essa nova descoberta, segundo a pesquisadora, há a possibilidade de prevenção e tratamento para a doença. No caso de uma das famílias estudadas, há a perspectiva de tratamento a partir da suplementação oral de uma substância de baixo custo e de ampla disponibilidade que não é produzida no corpo de quem tem a deficiência.

“Antes, eles recebiam um diagnóstico errado. O governo recusava o auxílio ao qual eles têm direito, achando que poderia ser algo comportamental, mas está no DNA deles, não tem que fazer. As chances do bebê desenvolver a deficiência é de 25% quando são heterozigotos”, comentou a pesquisadora.

O conhecimento produzido a partir deste trabalho pode ser usado para orientar políticas públicas e para definir a necessidade de oferta de serviços especializados na área de Genética Médica na região Nordeste, tendo em vista que esses serviços estão concentrados nos estados do Sudeste brasileiro.

“Eles continuam casando entre eles. A taxa de consanguinidade naquela área é altíssima. Com essa descoberta, pode ser feito um pré-natal, antes da mulher ter um filho, para saber se ela é portadora dessa mutação. A população de risco tem que saber que tem esse risco. E até quem já nasceu com a doença pode passar por um tratamento”, explicou.

O trabalho de Thalita Figueiredo já lhe rendeu o primeiro lugar no Prêmio Jovem Geneticista, concurso realizado durante o 20º Encontro de Genética do Nordeste, realizado em novembro do ano passado. A pesquisa foi desenvolvida com ajuda de neurologistas, alunos de iniciação científica e outros colaboradores do Núcleo de Estudos em Genética e Educação da UEPB, bem como do Centro de Estudos do Genoma Humano da Universidade de São Paulo (USP).

Deficiência intelectual autossômica recessiva
A deficiência intelectual resulta de alterações no desenvolvimento ou funcionamento cerebral e pode ser causada tanto por fatores genéticos quanto fatores ambientais, como distúrbios na gestação, problemas no parto ou na vida após o nascimento. Estima-se que haja mais de mil genes associados à deficiência intelectual autossômica recessiva. Um dos maiores desafios da ciência atual é identificar e decifrar a função desses genes, que são como se fossem “receitas” para a produção de proteínas do nosso corpo.

Vagas reservadas de estacionamento que não atendem a quem precisa.

por: Frederico Rios - Fotos: Maria Alice Furrer

A luta pela conscientização sobre o uso correto das vagas reservadas já é mundialmente conhecida, sendo assunto de campanhas e até  pegadinhas. Muito se fala em deixar essas vagas de estacionamento disponíveis para quem realmente necessita delas (cadeirantes, idosos, usuários de muletas e outros), porém, poucas pessoas se atentam que essas vagas precisam ter uma estrutura adequada para atender seus usuários.

Para ilustrar melhor o assunto, colhemos em Campo Grande (MS) alguns exemplos de vagas reservadas de estacionamento que não facilitam tanto assim a vida de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.


Esta vaga fica na Farmácia Pague Menos, localizada na Avenida Eduardo Elias Zahran 1613. Trata-se de uma vaga em 90º (perpendicular ao sentido da via), com acesso direto pela rua.

Além de não haver sinalização vertical (placa), a sinalização horizontal (pintura no chão) está praticamente apagada. Porém, o que mais prejudica sua utilização é o espaço adicional de circulação (faixa amarela à direita) muito estreito, o qual deveria possuir no mínimo 1,20 m de largura e serve para facilitar o embarque e desembarque. Entretanto, há uma área ao lado do espaço adicional de circulação que pode "complementar" sua largura, mas se trata de um estacionamento para motos e geralmente está ocupado, principalmente em horários de pico.


 
2015-06-27 15.41.40 HDREsta vaga em 45º fica na Rua da Paz, em frente à Escola Lúcia Martins Coelho. De acordo com a sinalização exigida pela norma técnica, a placa está parcialmente correta e a pintura do Símbolo Internacional de Acesso no chão está totalmente errada. A ausência do espaço adicional de circulação torna essa vaga inutilizável por pessoas com dificuldade de locomoção.

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Esta outra vaga é semelhante à anterior e fica na mesma quadra, um pouco adiante, na frente do Fórum de Campo Grande. Sua sinalização está melhor que a da vaga anterior, mas o Símbolo Internacional de Acesso pintado no chão está invertido (voltado para a esquerda) e com a pintura desgastada. O problema dessa vaga também é a ausência do espaço adicional de circulação, porém a vaga fica ao lado de uma faixa de travessia de pedestres que leva a um rebaixamento de guia, ou seja, a faixa "quebra o galho" na hora de subir ou descer do veículo.

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Esta vaga paralela à calçada também fica na frente do Fórum de Campo Grande, porém na Rua Barão do Rio Branco.

Analisando a vaga, podemos dizer que ela atende aos quesitos da norma técnica, pois está na frente da entrada do estabelecimento, próxima a um rebaixamento de guia e bem sinalizada. No entanto, o que pouca gente sabe é que são previstas na norma técnica as chamadas "providências adicionais", as quais não são obrigatórias, mas tornam esse tipo de vaga muito mais acessível. São elas: a baia avançada no passeio
  e o rebaixamento total do passeio jumto á vaga. Basicamente, essas estruturas tornam "possíveis" o embarque e desembarque de cadeirantes, por exemplo, com muito mais segurança e 
autonomia, pois colocam a área lateral da vaga no mesmo nível do veículo. Neste caso, como a vaga está do lado esquerdo da via, os maiores beneficiados seriam os motoristas com dificuldade de locomoção. No caso de passageiros com mobilidade reduzida, estes têm apenas a opção de embarcar ou desembarcar na faixa de circulação dos carros, o que é perigoso e causa transtornos ao trânsito.

Mais adiante na foto, podemos notar a presença de uma vaga reservada para idosos, à qual também pode se aplicar os comentários acima.


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Duas vagas reservadas, uma para pessoas com deficiência e outra para idosos, localizadas na Rua Dom Aquino 2350, na frente da Defensoria Pública da União. Essas vagas também são paralelas à calçada e a elas se aplicam todos os comentários da foto anterior.


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Essas duas vagas reservadas – uma para idosos e outra para pessoas com deficiência, respectivamente – estão localizadas na Rua 13 de Maio, entre as Ruas Marechal Rondon e Dom Aquino. A diferença para as vagas das duas fotos anteriores é que estas ficam do lado direito da via. Assim, os maiores beneficiados com uma baia avançada no passeio ou um rebaixamento total do passeio junto à vaga seriam os passageiros com dificuldade de locomoção.

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Esta é a vaga reservada para idosos do estacionamento do Walmart, localizado na Avenida Mato Grosso 1959.

Quando falamos em vagas reservadas, a própria legislação faz "distinção" de vagas para idosos e vagas para pessoas com deficiência, e é por isso que vemos esses dois tipos de vagas pela cidade.

O art. 41 do Estatuto do Idoso assegura a reserva de vagas de estacionamento para esse público, mas não determina como deve ser as dimensões dessas vagas. Assim, uma vaga comum pode facilmente ser transformada em uma vaga para idosos, contanto que seja em local apropriado e corretamente sinalizada.

Por outro lado, a norma técnica de acessibilidade (NBR 9050/2004), a qual tem efeito de lei federal, especifica critérios para edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos destinados ao uso de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, e os idosos se enquadram na "categoria" de pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, o Símbolo Internacional de Acesso (o da "cadeirinha") engloba todo esse público.

Portanto, na minha opinião, além de não haver necessidade de diferenciação entre vagas acessíveis de estacionamento, é importante que as vagas para idosos tenham as mesmas dimensões das vagas para pessoas com deficiência, principalmente devido ao espaço adicional de circulação.


Leia também: Uma vaga reservada quase ideal

Atletas paralímpicos participam do lançamento da Tocha Olímpica Rio-2016, em Brasília.



Os atletas paralímpicos Iranildo Espíndola, Bruno Braga e Joyce de Oliveira, do tênis de mesa, Natalya Mayara Azevedo, do tênis em cadeira de rodas, e Antônio Delfino, Herói Paralímpico do atletismo, acompanharam ao vivo, como convidados, o lançamento da Tocha Olímpica Rio-2016, realizado em Brasília, nesta sexta-feira, 3.
O evento contou a presença da presidenta Dilma Rousseff e de outras autoridades do governo e do Comitê Organizador Rio-2016. O presidente do CPB, Andrew Parsons, também estava presente como convidado. Vale ressaltar que a Tocha Paralímpica terá seu próprio revezamento e ainda será lançada.
“É sempre emocinante participar de eventos relacionados aos Jogos. Este é um momento histórico para o país. Ao ver a Tocha, me veio a cabeça muitas lembranças. Dá saudades de competir”, comentou Delfino, medalhista paralímpico nos Jogos Paralímpicos de Sydney-2000 e de Atenas-2004.
A Tocha Olímpica apresentada nesta sexta-feira busca refletir o encontro da tradicional chama Olímpica com o calor humano do povo brasileiro nos primeiros Jogos Olímpicos e Paralímpios da América do Sul.
A cerimônia reiterou o compromisso de envolver a população com os Jogos e levar o espírito Olímpico a todo o país. Também foi confirmado que a jornada da chama Olímpica no Brasil começará pela capital Brasília, onde chegará em data ainda a ser decidida, entre abril e maio de 2016. Ao todo, o Revezamento da Tocha Olímpica percorrerá cerca de 300 cidades de todos os estados do Brasil.
O desenho foi o resultado de um processo de seleção nacional com 76 inscritos que culminou na reunião de uma Comissão Julgadora multidisciplinar, formada por 11 membros reconhecidos por sua experiência na criação de produtos ou por seu destaque no Movimento Olímpico.
A comissão elegeu por unanimidade a agência de design Chelles & Hayashi, de São Paulo, fundado há 21 anos por Gustavo Chelles e Romy Hayashi. Depois de selecionado, o projeto vencedor foi refinado em parceria com o Comitê Organizador Rio 2016.
O revezamento
Serão cerca de 12.000 condutores da tocha, que carregarão a chama Olímpica por cerca de 300 cidades dos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal, entre 90 e 100 dias. O encerramento será em 5 de agosto de 2016, quando o último condutor acenderá a Pira Olímpica durante a cerimônia de abertura dos Jogos, no Estádio do Maracanã.

Cada Tocha – produzida com alumínio reciclado e resina, e acabamento acetinado – pesa entre 1kg e 1,5kg, medindo 63,5cm quando fechada e 69cm de altura quando aberta. Materiais mais leves e um desenho que induz a pega mais próxima ao centro de gravidade do modelo foram adotados para tornar a experiência de cada um dos 12,000 condutores a melhor possível.
Ao longo dos próximos dois meses, o Comitê Organizador dos Jogos e os Patrocinadores Oficiais do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 – Coca-Cola, Nissan e Bradesco – anunciarão suas campanhas públicas para selecionar os privilegiados condutores da Tocha Olímpica.
O comboio do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 deverá visitar 500 cidades (cerca de 300 receberão o Revezamento da Tocha Olímpica e outras 200 saudarão a passagem do comboio com a chama exposta).
Com a soma da população desses municípios, o encontro da tradicional Chama Olímpica com o calor humano do povo brasileiro vai alcançar em torno de 90% da população do país nos 26 estados do Brasil, além do Distrito Federal.

Primeira etapa nacional do Circuito Caixa Loterias de atletismo e natação começa neste sábado, em São Paulo.

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A velocista Terezinha Guilhermina é uma das atrações do Circuito Caixa Loterias.

Começa neste sábado, 4, em São Paulo, a primeira etapa nacional do Circuito Caixa Loterias de Atletismo e Natação. Ao todo, serão 518 atletas disputando as provas das duas modalidades, sendo 332 no atletismo e 186 na natação. As competições de atletismo e natação serão no Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, o Ibirapuera.
No atletismo, a primeira etapa nacional abre um semestre recheado de competições. Além das três fases do Circuito Caixa Loterias, ainda haverá os Jogos Parapan-Americanos de Toronto, em agosto, e o Mundial da modalidade, em Doha, em outubro. E com cinco competições entre julho e novembro – data da última etapa nacional -, o preparo físico e treinamento dos competidores será posto à prova.
“Já sabíamos que seria um ano bem agitado, então fizemos a base visando essa sequência de desafios. Para nós atletas, quanto mais competições, maior a chance de melhorar. As mais importantes para mim serão o Mundial e o Parapan, e competir bem nas nacionais faz parte do nosso planejamento. Será uma experiência para o treinamento que fiz”, explicou a campeã mundial e paralímpica de atletismo Terezinha Guilhermina, que não pensa em aliviar em nenhuma prova. “Sou velocista e não consigo correr mais solta. Sempre coloco toda minha velocidade em jogo”, completou.
A natação sofrerá o desfalque dos principais nadadores do país nesta primeira nacional. A caminho de Glasgow, na Escócia, para o Mundial da modalidade, de 13 a 19 de julho, os 23 atletas da Seleção Brasileira embarcarão no sábado, 4, e, por isso, não participarão da primeira etapa nacional do Circuito.
O Circuito
O Circuito Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pela Caixa Loterias. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo e natação. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

As fases regionais foram todas disputadas no primeiro semestre do ano. A primeira etapa foi a Norte/Nordeste, em Recife, no mês de março. A segunda, a Rio/Sul, aconteceu em Curitiba, de 27 a 29 de março. A terceira, de São Paulo, foi realizada na capital paulista nos dias 16 e 17 de maio. A última classificatória para as fases nacionais, a Centro/Leste, ocorreu em Uberlândia (MG), de 29 a 31 de maio.
Esta é a primeira de três das etapas nacionais. Todas serão realizadas em São Paulo. Além desta etapa, ainda haverá a segunda, de 10 a 13 de setembro, e a terceira, de 5 a 8 de novembro.
Serviço
Circuito Caixa Loterias – 1ª etapa nacional
Cidade: São Paulo (SP)
Data: 4 a 5 de julho
Locais de prova: Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães – Rua Manoel da Nóbrega, nº 1361 – Entrada pela Av. Marechal Estenio Albuquerque de Lima
Horário: Sábado, das 8h às 18h; domingo, das 8h às 12h

Velhinha surda testa aparelho auditivo, e ajuda a salvar vidas de marinheiros que gritavam por socorro.

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Christine Bowden, uma senhora de 77 anos, passou grande parte da sua vida com problemas auditivos, já fazia muito anos que ela não conseguia ouvir praticamente nada. Mas, felizmente, para sorte de dois marinheiros em perigo, ela havia comprado um aparelho auditivo e estava testando quando conseguiu ouvir gritos desesperados de socorro.
Ela estava sentada em seu jardim, aproximadamente 500 metros de distância da praia, quando ouviu um homem gritando por ajuda.
Christine, que é uma secretária aposentada, tinha retirado seu novo aparelho auditivo há menos de 24 horas, antes disso ela vivia praticamente no silêncio.
Ela disse: “Eles tiveram muita sorte, eu tinha acabado de colocar meu aparelho para experimentar e consegui ouvi-los”.
A senhora fala como foi um milagre, porque se isso tivesse acontecido um dia antes, ninguém sabe o que teria sido desses homens.
A casa dela fica numa colina e no momento ela estava olhando para baixo vendo a praia, quando conseguiu ouvir uma voz de homem em desespero.
Ela e seu marido, Marcus, têm um binóculo e usaram para tentar ver de onde vinha aquele grito, mas conseguiram ver apenas um barco virado de cabeça pra baixo.
Eles disseram que não conseguiram ver o corpo de ninguém, mas a voz pedindo ajuda está muito clara.
Então, eles resolveram ligar para a guarda costeira que acabou enviando salva-vidas para averiguar a situação.
Seu marido, Marcus, 68 anos, é um engenheiro naval aposentado, disse que sempre insistiu para que Christine Bowden comprasse logo seu aparelho auditivo.
Felizmente ela deu atenção para ele e, não fosse isso, os homens teriam morrido afogados.
Os dois marinheiros estava de férias em Looe, Cornwall. Um deles foi encontrado em estado de exaustão e hipotermia, ele estava sem colete salva-vidas agarrado ao casco do barco virado.
O outro homem foi resgatado um pouco mais distante, pois tentou nadar até a praia, mas felizmente estava com colete. Ele entrou em colapso quando chegou em terra firme, mas foi atendido em seguida pelos paramédicos.
Dave Haines, gerente de operações de botes salva-vidas de Looe, disse: “Isso foi praticamente um milagre, uma vida foi salva, porque o homem que estava sem o colete, provavelmente não conseguiria sobreviver por muito tempo”.

Estudantes criam protótipo de cadeira de rodas capaz de subir escadas.

Alunos do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique buscam incentivos para aprimorar protótipo.

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Escadas são verdadeiros obstáculos para pessoas com deficiência que usam cadeira de rodas. Mas uma iniciativa de alunos Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, pode começara a mudar essa realidade. Eles criaram uma cadeira de rodas chamada Scalevo, equipada com um dispositivo hidráulico e uma espécie de esteira capaz de subir degraus.

A cadeira de rodas ainda não está disponível ao público, mas a equipe de oito estudantes de engenharia e dois designers por trás da invenção planeja lançar uma campanha colaborativa para aprimorar a criação. Por ora, o equipamento só funciona em escadas com inclinação entre 17 e 34 graus.
Como o projeto ainda está em fase de desenvolvimento, a equipe espera aumentar ainda mais sua eficiência, incrementando a capacidade de mobilidade e facilidade de utilização.

Fontes: opovo.com.br - pessoascomdeficiencia.com.br

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Exposição mostra corpo humano em detalhes e com acessibilidade em Vitória, ES.

Órgãos, ossos, células, animais estão a mostra no projeto.
Projeto traz peças para deficientes visuais tocarem e conhecerem.

   Professor Athelson é o idealizador do projeto Corpo Humano com acessibilidade.

Você conhece tudo o que existe dentro do corpo humano? Se a resposta é não, a exposição “Corpo Humano: da célula ao homem” promete te mostrar. Idealizada pelo professor de anatomia e neuroanatomia Athelson Bitencourt, a mostra entra em cartaz a partir de terça-feira (30), no Palácio Anchieta, em Vitória. A entrada é gratuita e a exposição fica até agosto no local.

A visita é um convite para ver cerca de 280 peças, entre exemplares de ossos, espécimes naturais mumificadas, plastinadas ou fixadas em formol, réplicas realísticas de fósseis de hominídeos e animais pré-históricos, e modelos anatômicos didáticos de órgãos e sistemas.

Ela reflete o trabalho de oito anos do professor Bitencourt, que atua na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) coordenando o laboratório Museu de Ciências da Vida (MCV). Apaixonado pelo estudo do corpo e da evolução, ele acredita que a exposição permitirá com que outras pessoas conheçam mais sobre si mesmo e sobre outros animais.

“Nós queremos levar o visitante a uma viagem que vai do DNA até o corpo na sua complexidade total. Temos um grande acervo, inclusive com peças que são réplicas perfeitas sobre o processo de evolução, importadas do Estados Unidos. Esse conjunto é inédito no Brasil, acredito que ninguém tenha uma coleção tão completa quanto a nossa”, contou Bitencourt.

Outro ponto inédito dessa exposição é um dos processos utilizados para a conservação das peças: a plastinação. Ela consiste na retirada água do corpo e substituição por um resina, isso faz com o material nunca mais se decomponha.

O professor aprendeu a técnica no Estados Unidos e a desenvolve no laboratório da universidade. Uma das vantagens desse processo é que ela permite que pessoas com algum tipo de deficiência visual também possam enxergar à própria maneira cada parte do corpo humano.

“A plastinação não deixa componentes químicos, então ela permite que um deficiente visual por exemplo, toque em uma peça real, como um cérebro. Ele não pode vê-lo, mas irá sentí-lo. Na nossa exposição nós temos várias assim, mas as que não são, ou seja, que são conservadas em outros processos, também possuem uma réplica feita em outro material para que todos possam ter essa experiência”, completou Bitencourt.

Uma das peças mais interessantes da exposição é o corpo humano dissecado, vertical, fixado em formol. Ele é resultado de um trabalho feito em 2000 horas pelo professor. Com ele, é possível conhecer todos os músculos superficiais do corpo humano. Além dele, o sistema nervoso central do ser humano também terá destaque, resultado trabalho realizado em 1500 horas.

De acordo com o professor, nos oito anos de projeto, foram investidos R$1,7 milhão. “É um projeto vindo do dinheiro público, é especialmente para o público. Estou muito feliz por ele ter chegado nesse nível de exposição. E daqui para frente, o obejtivo é só evoluir, o projeto é uma unidade viva que encanta desde crianças de três anos de idade a adultos”, contou.

A mostra também vai oferecer oficinas aos visitantes, dentre elas, a montagem de um corpo, montagem de esqueleto humano e a montagem de um quebra-cabeça com radiografias reais de um esqueleto humano adulto.

Inclusão

Para garantir uma locomoção segura e o mais independente possível, o espaço expositivo terá sinalização podotátil, orientando o deficiente visual no trajeto lógico e adequado dentro da exposição.

Cada peça ou experimento que permitir a interatividade tátil e audível será sinalizada em Braille. Estas adequações garantirão ao deficiente visual o acesso a uma área do conhecimento que para maioria deles era inacessível até então.

Serviço

Exposição científica “Corpo Humano: da célula ao homem”
Data: 30 de junho a 30 de agosto
(A abertura da exposição acontece no dia 30 de junho às 19h, com noite aberta ao público.)
Local: Espaço Cultural Palácio Anchieta
Horário: Terça a sexta – 9h às 18h.
Sábado – 9h às 17h
Domingo – 9h às 16h



Pai deficiente físico gasta dinheiro que não tem para salvar vida de filho com câncer.

Com esclerose múltipla, pai batalha para conseguir acompanhar tratamento do filho com leucemia.

Do R7

Foto: Reprodução/DailyMail



Calvin Laidlaw, de 49 anos, luta para pagar cerca de R$ 17.000 em hotéis para buscar tratamentos para o filho Kai, de dois anos de idade, que corre risco de vida por causa da leucemia. Além de o menino ter que lutar pela vida e o pai ter que se esforçar para acompanhar o filho ao redor da Inglaterra buscando tratamento, Calvin ainda sofre com esclerose múltipla, já não consegue mais se locomover sem a cadeira de rodas, nem se alimenta sozinho.

O pequeno Kai está sendo preparado para um transplante de medula que, segundo os médicos, é a última chance de salvar a vida do garoto.

Na última semana, em uma das viagens, Calvin teve de se hospedar no hotel Hilton, o único local que tinha quartos disponíveis para pessoas em cadeiras de rodas. O problema é que ele acabou gastando mais de R$ 11.000.

Calvin e a esposa, Pamela, vêm procurando um apartamento para alugar, mas o fato dele estar na cadeira de rodas está complicando a situação.

Depois que nasceu, o menino ficou seis meses no hospital por causa da doença, e foi diagnosticado oficialmente aos oito meses de idade.

A mãe conta que a doença ficou muito mais forte logo após o diagnóstico, e os médicos deram o caso como muito raro, que somente um transplante de medula poderia ajudar.

 
 
Os médicos acreditaram que nós não conseguiríamos. Mas agora Kai está sendo preparado para o transplante, e esperamos que ele consiga se recuperar.


Pamela conta que o problema em encontrar um lugar para alugar está no espaço que os aparelhos de Calvin ocupam, principalmente no banheiro, para quando ele vai tomar banho.  

Os aparelhos são grandes, e apartamentos normais não estão preparados para isso. No hotel, acaba ficando mais caro porque pagamos pela estadia da pessoa que está cuidando dele.


A mãe já entrou em contato com diversas instituições de caridade para encontrar um lugar para ficar, mas até agora não teve resposta.
  
Eu fico no quarto do hospital com Kai, mas não é permitido mais do que um acompanhante.



De acordo com a mãe, o dinheiro para pagar os hotéis é muito alto, mas vale o esforço.   Precisamos dar o nosso máximo para tentar salvar a vida do pequeno Kai. Não podemos desistir por causa de dinheiro.


Fontes: DailyMail - noticias.r7.com