sábado, 5 de setembro de 2015

São Paulo recebe competições nacionais de quatro modalidades paralímpicas no próximo fim de semana

Capital paulista terá provas de atletismo, natação, halterofilismo e esgrima em cadeira de rodas

  

São Paulo recebe no próximo fim de semana competições nacionais de quatro modalidades paralímpicas. De 11 a 13 de setembro, a capital paulista será a sede do Circuito Caixa Loterias de atletismo, natação e halterofilismo e também do Campeonato Brasileiro de esgrima em cadeira de rodas. Ao todo, serão 639 atletas participando do Circuito e 42 esgrimistas disputando o mais importante título nacional da modalidade.

O Circuito Caixa Loterias chega à segunda etapa nacional de 2015. Nas provas de atletismo, natação e halterofilismo estarão presentes muitos dos atletas que brilharam nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto, em agosto, e ajudaram o Brasil a alcançar o primeiro lugar no quadro geral de medalhas, com 109 de ouro, 74 de prata e 74 de bronze, 257 no total.

No atletismo, aliás, as provas ainda terão um clima especial de preparação. Entre os inscritos estarão os corredores, saltadores, arremessadores e lançadores que representarão o Brasil no Mundial da modalidade, em outubro, em Doha, Catar.

A APNEN vai participar nessa competição com o Atleta Rafael Mateus da Silva

A mesma situação ocorrerá no Campeonato Brasileiro de esgrima em cadeira de rodas. A competição nacional terá a presença de atletas que representarão o Brasil no Mundial em Eger, na Hungria, ainda em setembro, evento que vale vaga direta para os campeões de cada categoria e arma nos Jogos Paralímpicos do Rio-2016.

As provas de atletismo, natação e halterofilismo serão todas disputadas no Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, o Ibirapuera. Para os esgrimistas, o palco da competição nacional será o Novotel Center Norte, na Vila Guilherme.

O Circuito

O Circuito Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pela Caixa Loterias. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, natação e halterofilismo. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.


As fases regionais foram todas disputadas no primeiro semestre do ano. A primeira etapa foi a Norte/Nordeste, em Recife, no mês de março. A segunda, a Rio/Sul, aconteceu em Curitiba, de 27 a 29 de março. A terceira, de São Paulo, foi realizada na capital paulista nos dias 16 e 17 de maio. A última classificatória para as fases nacionais, a Centro/Leste, ocorreu em Uberlândia (MG), de 29 a 31 de maio.

Esta é a segunda entre três etapas nacionais. Todas serão em São Paulo. A primeira foi realizada em julho, nos dias 4 e 5. A terceira será disputada de 5 a 8 de novembro.

Serviço

Circuito Caixa Loterias – 2ª etapa nacional
Data: 11 a 13 de setembro, em São Paulo
Local: Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães
Horário:
Halterofilismo
Sexta e sábado das 10h às 13h e das 16h às 19h; domingo das 10h às 13h

Atletismo e Natação

Sábado das 8h às 12h e das 14h às 18h; domingo das 8h às 12h


Campeonato Brasileiro de Esgrima em Cadeira de Rodas

Data: 11 a 13 de setembro, em São Paulo
Local: Novotel Center Norte, na Vila Guilherme
Horário: Sexta e sábado das 8h30 às 12h30 e das 14h às 19h; domingo das 8h30 às 12h30

Unilever pode pagar R$ 2 milhões por descumprir cota de PCDs

MPT em São Paulo


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A Unilever Brasil foi processada em R$ 2 milhões por descumprir a Lei de Cotas, que prevê percentual mínimo de empregados com deficiência ou beneficiários reabilitados da Previdência Social. A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho em São Paulo (MPT-SP) foi ajuizada após a empresa desrespeitar termo de ajuste de conduta (TAC) e se recusar a pagar multa pelas infrações.

Desde quando firmou o termo com o MPT, em 2002, a Unilever havia se comprometido a completar a cota legal. Contudo, mesmo após duas prorrogações de prazo para readequação, a empresa não conseguiu cumprir o disposto na lei. Como o TAC não estava surtindo o efeito necessário, o MPT propôs a assinatura de um novo acordo além do pagamento de multa administrativa. A Unilever não aceitou a proposta do MPT, razão pela qual foi ajuizada ação.
Em São Paulo, triplicou o número de denúncias por discriminação contra portadores de deficiência no mercado de trabalho entre 2011 e 2014. “As cotas permitem o acesso desse público aos postos de trabalho, que normalmente seriam negados em razão da deficiência”, disse a procuradora do Trabalho Valdirene Silva de Assis, autora da ação. Ela ressalta que existe desconhecimento e preconceito em relação à capacidade de trabalho das pessoas com deficiência, além das práticas discriminatórias que vêm sofrendo ao longo da história.
Legislação – Segundo a Lei 8.213, de 1991, que ficou conhecida como Lei de Cotas, empresas com mais de 100 empregados devem manter em seus quadros um percentual de pessoas com deficiência que varia entre 2% e 5%, de acordo com o porte da empresa.
Fontes: olhardireto.com.br - pessoascomdeficiencia.com.br

São José lança programa de esporte para pessoas com deficiência

O lançamento acontece neste final de semana e terá a participação especial do judoca e ator Breno Viola.

  Foto de um tenista em cadeira de rodas, com close na roda

A Prefeitura de São José dos Campos lança no próximo  sábado, dia 5, às 10h, o Programa Ação Paralímpica. O evento será no Centro Poliesportivo do Jardim Cerejeiras (Rua 23 de Dezembro, 400), no Jardim Cerejeiras. A atividade é gratuita, aberta ao público e sem limites de idade para participar. Não é necessário realizar inscrição.
O lançamento terá a participação especial do judoca e ator Breno Viola, destaque do filme “Colegas” (Gatacine). O técnico da Seleção Brasileira de Paratriathlon, Hilton Lopes, um dos nomes mais expressivos do paradesporto nacional, também marcará presença no evento.
No lançamento, Breno e Heitor falarão sobre suas experiências de vida com o esporte, superação e inclusão social, indo ao encontro do objetivo do programa, criado pela Prefeitura, que é oferecer iniciação ao esporte em modalidades paralímpicas para crianças com deficiência.
O evento terá ainda a participação de atletas e medalhistas paralímpicos de São José dos Campos e região que apresentarão à população, em um circuito de atividades, uma série de esportes paralímpicos praticados na cidade, como Judô, Bocha Adaptada, Atletismo, Basquete em Cadeira de Rodas, entre outras.
O programa vai envolver, em sua primeira fase de implantação, cerca de 30 crianças e adolescentes com deficiência, da região leste de São José dos Campos, especificamente das escolas Municipais Professor Antônio Palma Sobrinho, Professora Silvana Maria Ribeiro de Almeida e Professora Sônia Maria Pereira da Silva.
As atividades serão realizadas em horário contrário às aulas e ocorrerão no Poliesportivo do Jardim Cerejeiras, com acompanhamento técnico e de profissionais da Prefeitura de São José dos Campos.
Os profissionais da educação e do esporte das escolas envolvidas também vão ter a possibilidade de conhecer as modalidades paralímpicas e ampliar os trabalhos realizados com as pessoas com deficiência, nas escolas e no esporte comunitário.
O Programa Ação Paralímpica é uma iniciativa da Secretaria de Promoção da Cidadania – Departamento de Pessoa com Deficiência, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Secretaria de Esportes e Lazer.
O ator Breno Viola, de 33 anos, é carioca e foi o primeiro atleta com Síndrome de Down das Américas a conquistar a faixa preta no Judô (2002). Em 2013, foi um dos protagonistas do primeiro filme brasileiro estrelado por atores com Síndrome de Down. “Colegas” conta a história de três jovens que embarcam em uma viagem em busca de seus sonhos. Breno é atleta paralímpico, faz parte da equipe do Flamengo e protagonista da Série “Qual é a diferença?”, no Fantástico da Rede Globo de Televisão.
O técnico da Seleção Brasileira de Paratriathlon Hilton Lopes é formado em Educação Física, com especialização em natação, corrida, triathlon e treinamento desportivo. É membro da coordenação do Paratriathlon e técnico da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri). Acumula também a função de técnico de natação da Equipe da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD).
Fontes: Portal R3 - www.vidamaislivre.com.br

Aprovado projeto que inclui Libras na grade curricular das escolas municipais em Teresina

Capacitar os profissionais nas mais diversas áreas e estimular o aprendizado da Libras para as crianças nas escolas, proporcionará a quebra de barreiras para as pessoas com deficiência auditiva que precisam lidar diariamente com a desinformação, preconceito e com a falta de estrutura.

                                

A Língua Brasileira de Sinais, Libras agora vai fazer parte da grade curricular das escolas municipais. Foi aprovado, por unanimidade em sessão da Câmara Municipal de Teresina, o Projeto de Lei de autoria do vereador Ricardo Bandeira (PSDC), que trata da inserção da Língua nas escolas, bem como a capacitação de profissionais, nas repartições públicas municipais e nas agências bancárias, a fim de atender este segmento na sociedade. 
 
A Libras, assim como qualquer outra forma de linguagem é composta por fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. O que difere é sua modalidade de articulação, ou seja, para se comunicar, não basta apenas conhecer sinais, sua gramática precisa ser estudada para que seja estabelecida a comunicação. Por esse motivo e visando a inclusão social, se faz necessário a criação de uma Lei municipal que assegure esse direito e estimule o aprendizado nas escolas do município de Teresina.
 
Desde de 2002 há previsão em Lei Federal de n°10.436 que trata sobre a Linguagem de Sinais, "Art. 2° Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da língua brasileira de sinais como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil". Tendo em vista a importância do assunto, que tem por finalidade promover a inserção das pessoas com deficiência auditiva ou surdas nos segmentos que necessitem de maior cuidado no atendimento, para que tenha uma pessoa que entenda e resolva o problema, diminuindo as falhas no processo de comunicação, o que gera constrangimento e prejuízo ao deficiente auditivo.
 
O objetivo deste Projeto de Lei é assegurar a inclusão social. Capacitar os profissionais nas mais diversas áreas e estimular o aprendizado da Libras para as crianças nas escolas, proporcionará a quebra de barreiras para as pessoas com deficiência auditiva que precisam lidar diariamente com a desinformação, preconceito e com a falta de estrutura.
 
Fontes: Site Cidade Verde - www.vidamaislivre.com.br

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Deficientes físicos começam a fazer prova para tirar habilitação no ES

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Depois de mais de um ano de espera, as pessoas com deficiência física que aguardavam na fila para fazer a prova prática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) começaram a realizar o exame, no Espírito Santo. As provas foram liberadas após uma decisão judicial que autorizou a contratação de um médico sem a especialização em medicina do tráfego para garantir a emissão das CNH.
Com apoio das muletas, o cobrador Luiz Aguiar chegou para o teste. Ele esperava há mais de um ano a prova para tirar a carteira de habilitação. “Eu contava que em outubro do ano passado eu já estaria com minha permissão. Era meu presente de Natal e Ano Novo do ano passado. Estou ansioso, mas com fé em Deus tudo vai dar certo”, disse.
Atraso
O longo tempo de espera para tirar a carteira acontece porque as pessoas com deficiência, quando vão fazer a prova prática, precisam também ser avaliadas por um médico, que tem uma especialização em trânsito. Mas o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) tem dificuldade para contratar esse profissional.

No Espírito Santo, o Detran já lançou seis editais, mas desde 2013 não consegue contratar um médico que fique no emprego. O diretor do Detran entrou na justiça. Ele alega que o estado não tem curso de especialização em medicina do tráfego.
Por esse motivo, a Justiça concedeu uma liminar que autorizou contratar, por seis meses, qualquer médico, mesmo que não seja especializado. Um profissional já foi contratado, mas ainda faltam dois para completar o quadro.
Espera
De acordo com o Detran, desde que o médico foi contratado, mais de 50 pessoas fizeram a prova. Apesar disso, mais de 180 continuam na fila.

Muitos que estão na fila de espera são do interior do estado e precisam viajar horas até Vitória para realizar o exame. Jenadir estava acordado desde meia noite. “Ele está triste porque não passou na prova, é o cansaço é muito grande. Ele saiu de Mantena 1 hora da manhã, ele chega aqui e reprova. É um desgaste, a gente vê a tristeza dele”, afirmou o instrutor Werley Alves.
O Detran explicou que assim que a fila diminuir na Grande Vitória a equipe poderá viajar pelo interior para atender a outros municípios. “Assim que esse passivo for eliminado, esse tempo de espera, vamos poder provavelmente levar os profissionais até o local para poder dar uma comodidade à sociedade”, afirmou o diretor de habilitação e veículos do órgão, Carlos Gaudio.

Competição na Lagoa apontará os atletas mais rápidos do mundo Paralímpico

A Lagoa Rodrigo de Freitas receberá na próxima segunda o Festival Paralímpico Rio 2016 e uma das grandes atrações do evento será o Desafio Final de atletismo, que contará com atletas de diferentes classes. A competição, que faz parte da comemoração de um ano para os Jogos Paralímpicos na Cidade Maravilhosa, apontará quem é o atleta Paralímpico mais rápido do mundo entre os homens e entre as mulheres.

Foto: AFP
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Terezinha Guilhermina

Entre os principais nomes da disputa masculina está o do irlandês Jason Smyth, que irá enfrentar o australiano Evan O’Hanlon (cinco medalhas de ouro Paralímpicas na classe T38, para paralisados cerebrais), os norte-americanos Richard Browne (da T44, para amputados, que não perde uma prova desde julho de 2013) e David Brown (recordista mundial dos 100m da classe T11, para atletas com deficiência visual) e os brasileiros Petrucio Ferreira (recordista mundial dos 200m da T47) e Felipe Gomes (medalha de prata no Campeonato Mundial na T11).
Atleta com deficiência visual (tem quatro ouros Paralímpicos na classe T13, mas no ano passado passou para a T12) mais rápido do mundo, Smyth tem 10.22s como sua melhor marca em uma prova em que competiu contra atletas Olímpicos – o tempo que seria suficiente para levá-lo à semifinal Olímpica em Londres 2012. Em competições Paralímpicas, seu recorde é de 10.46s.
- Estou muito animado e me sinto privilegiado de estar no Rio para celebrar o esporte Paralímpico e fazer parte da contagem regressiva para esses Jogos, que serão incríveis. Será muito especial poder participar dessa corrida com os atletas mais rápidos do mundo, com diferentes tipos de deficiência, juntos em uma só disputa – afirmou Smyth.
Entre as mulheres, Terezinha Guilhermina (T11) representará o Brasil na disputa contra as cubanas Yunidis Castillo (T46, para amputados) e Omara Durand (T13), favorita ao título. Há menos de um mês, Durand quebrou o recorde mundial dos 100m nos Jogos Parapan-Americanos Toronto 2015, com 11.65s – a melhor marca já alcançada por uma atleta com deficiência.
Além de prestigiar alguns dos maiores atletas do mundo no Desafio Final, o público que comparecer à Lagoa no dia 7 de setembro terá à disposição experimentações de diversos esportes Paralímpicos, como o basquetebol em cadeira de rodas e o voleibol sentado. Uma exposição de fotos sobre o paradesporto também será uma das atrações do evento, assim como uma mostra sobre o avanço tecnológico que aumentou a qualidade de vida das pessoas com deficiência.
Fontes: esportes.terra.com.br - pessoascomdeficiencia.com.br

Em RR, conta de água em braille está disponível para deficientes visuais

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A Companhia de Águas e Esgotos de Roraima (Caer) deu um passo rumo a acessibilidade nesta quinta-feira (3). A empresa lançou a conta de água em braille para pessoas com deficiência visual. A medida, que é obrigatória de acordo com a Lei 886/2013, ainda não foi adotada pelas companhias de energia elétrica do estado, que também são obrigadas a cumprir a norma.
O presidente da Associação dos Deficientes Visuais do Estado de Roraima (Adivir), Valdecir Rodrigues de Andrade, afirmou que a ação é importante para dar independência aos mais de 18 mil deficientes visuais que residem em Roraima.
“Hoje nós temos muitos meios de independência com os computadores e smartphones, mas é muito triste você receber uma correspondência e ter que pedir para alguém abrir para você. A tecnologia é um grande aliado à pessoa com deficiência, mas o braille é necessário. Isso faz a gente se sentir melhor. Eu posso pegar a minha conta e ler”, declarou Andrade.
De acordo com o presidente da Caer, Danque Esbell, para receber a conta em braille em casa, o usuário deve fazer um cadastro na companhia. O consumidor não terá nenhum custo adicional pelo serviço.
Esbell afirmou ainda que a empresa teve que fazer alterações no sistema comercial, treinamento de pessoal e adquirir uma impressora para as novas contas. Segundo ele, cada impressora em braille chega a custar R$ 500 mil.
Companhias de energia também são obrigadas
Autor da Lei 886/2013 o deputado estadual Brito Bezerra (PP) afirmou que a norma também obriga as empresas de telefone e energia a fornecer as contas em braille. Segundo ele, o descumprimento da medida deveria gerar uma multa. Ainda de acordo com a norma, tal penalidade seria regulamentada pelo poder executivo.
O parlamentar informou que as companhias de telefone já atendem à norma, mas as empresas de energia não. “Quando eu fui procurado pela Adevir, os representantes falaram que, por vezes, as pessoas os enganam quando falam o valor da fatura e, tendo esse dado escrito em braille, os deficientes podem saber o valor real da conta”.
Por telefone, a assessoria de comunicação da Eletrobras informou que a empresa não adotou a medida, pois nunca um usuário solicitou a conta em braile, “então a demanda não existe”.
O G1 entrou em contato com o governo de Roraima para ouvir a posição da Companhia Energética de Roraima (Cerr) sobre o caso e aguarda retorno.

Projeto que mapear deficientes para garantir benefícios em Araraquara, SP

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Um projeto de Araraquara (SP) pretende fazer o mapeamento de pessoas com deficiência no município. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem cerca de 30 mil deficientes vivendo na cidade, mas nem todas recebem recursos. Com a medida, estima-se que mais moradores terão acesso aos benefícios garantidos por lei.
O cadastramento funciona desde abril de 2014, mas apenas duas mil pessoas estão cadastradas. Com a realização do mapeamento, os deficientes poderão informar os dados pessoais para a Prefeitura Municipal e conseguir os benefícios. “Inclusão escolar, transporte adaptado, isenção de IPI e IOF na compra de veículo zero e inclusão no mercado de trabalho, onde empresas acima de 100 funcionários são obrigadas a contratar pessoas com deficiência”, explicou Márcia Ferreira Lucas, assessora de políticas para pessoas com deficiência.
Carlos Henique Luchetti teve um câncer no cérebro e ficou com sequelas que afetaram a fala, além de ter uma válvula na cabeça para impedir que o tumor volte. Com a chance de estudar e trabalhar dada pelo projeto, ele se tornou repositor de mercadoria em um supermercado e faz curso de almoxarife no Senai. “A oportunidade que o curso pode me dar, até mesmo me tornar um encarregado e, através disso, comprar minha casa e meu carro”, comentou.
A dedicação e força de vontade de Luchetti surpreendem os clientes do lugar, que apoiam a oportunidade. “Eu acho muito importante, porque eles são muito mais educados pelo fato de já serem descriminados. Parece que eles se dedicam bem mais, dão muito mais atenção”, falou a dona de casa Tania Lamorea.
O objetivo do cadastro é de auxiliar ainda mais a vida dos portadores de necessidades especiais. “Queremos mapear todos, levantar todo tipo de deficiência e melhorar os projetos já existentes na cidade, além de desenvolver outros” disse Márcia.
Para se cadastrar, é preciso procurar a Assessoria Especial de Políticas Públicas na Prefeitura, um posto de saúde ou unidade de pronto atendimento contendo o laudo médico com a descrição de deficiência.

Lançado “Setembro Verde”: visibilidade às pessoas com deficiência




Na tarde desta quinta-feira, 03 de setembro, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e a Federação das APAES do Estado se São Paulo - FEAPAES-SP, em parceria com a APAE de Valinhos, lançaram a campanha “Setembro Verde”, para marcar o “Mês da Inclusão”, em que se comemora o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, em 21 de setembro.

O intuito da iniciativa é fazer com que o mês se torne referência e amplie a visibilidade das pessoas com deficiência. A exemplo do Outubro Rosa, que representa a prevenção ao Câncer de Mama, e o Novembro Azul, na prevenção de Câncer de Próstata, o Setembro Verde é voltado à inclusão social das pessoas com Deficiência, o Mês da Inclusão.

Estiveram presentes na abertura a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella; o Secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro; o Conselheiro da FEAPAES-SP, Marco Aurélio Ubiali; a presidente da FEAPAES-SP Cristiany de Castro; o prefeito de Valinhos, Clayton Machado, representantes e alunos das APAES de Valinhos, Franca e Nazaré Paulista, entre outras autoridades.
 
Dra. Linamara ressaltou a importância do evento e sua relação com a esperança. “É com grande alegria, e com grande esperança que este setembro verde é lançado hoje, e é um prazer enorme poder abrigá-los e enaltecer esta grande ousadia que significa traduzir a alegria da primavera, a força da transformação e a esperança que o verde nos traz nas palavras de cada uma das pessoas que lideram o movimento das pessoas com deficiência”.
 
A Secretária destacou, ainda, a importância da iniciativa. “O Setembro Verde é uma grande oportunidade de refletir sobre os ganhos, sobre as conquistas, e sobre o nosso papel enquanto agentes públicos, enquanto médicos, educadores e acima de tudo, enquanto cidadãos”.

O evento foi abrilhantado com apresentações do Hino Nacional, música e dança pelos alunos das APAES, emocionando a plateia. E, ainda, como parte do lançamento da campanha, foi anunciada a abertura da Consulta Pública do Programa Estadual de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual - São Paulo pela Igualdade de Direitos, para levantamento de depoimentos e dados, no período de 03 a 30 de setembro, junto aos profissionais, familiares e pessoas com deficiência, sobre o atual cenário, avanços, conquistas e dificuldades. O objetivo desta consulta é nortear futuras políticas públicas voltadas ao segmento.

 



Sobre a Consulta Pública, a Secretária destacou que “nós construímos junto com a FEAPAES o Plano Estadual de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual, que vai agora para a segunda Consulta Pública. Nada pode ser mais democrático que ouvir os principais interessados e fazemos isso com conhecimento da Federação das APAES”.
 
O resultado da Consulta será compilado e apresentado no I Balanço Geral do Programa Estadual de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual, que acontece em 06 de novembro, em São Paulo. “Nós precisamos ouvir vocês, precisamos ter a dimensão de que a participação de vocês nos traduza um documento realmente seguro”, finalizou Dra. Linamara.
 
O Secretário Floriano Pesaro destacou a importância da Assistência Social no desenvolvimento das pessoas com deficiência. “Ainda algumas famílias do Brasil escondem seus filhos com deficiência, e isso é algo que precisa ser trabalhado no Serviço Social, que tem condição de bater na casa de cada um e identificar demandas não atendidas, problemas apresentados pelos familiares e identificar pessoas com deficiência”.

Além de comemorar o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência, o mês de setembro também representa esperança e renascimento, marcado pelo início da Primavera. E com as cores da Primavera, a dupla de dançarinos da APAE de Valinhos encerrou com delicadeza e desenvoltura a abertura do SETEMBRO VERDE.


 

SERVIÇO
Consulta Pública do Programa Estadual de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual – SÃO PAULO PELA IGUALDADE DE DIREITOS
Período: 03 a 30 de setembro de 2015

Comissão aprova projeto que aproxima estudantes de textos de leis sociais e de proteção à dignidade

Pelo projeto, as escolas da rede pública devem disponibilizar pelo menos dois exemplares, em locais de fácil acesso e visibilidade, dos Estatutos da Criança e do Adolescente (Eca), da Juventude e da Igualdade Racial, o Estatuto do Idoso, o Estatuto da Pessoa com Deficiência e a Lei Maria da Penha, entre outros.

Edilson Rodrigues/Agência Senado

Leis das mais importantes entre as que dão suporte ao sistema de garantias sociais e de proteção à dignidade das pessoas devem ficar mais próximas da vida dos estudantes das redes de municipais, estaduais e federais de ensino. Nas escolas, em locais de fácil acesso e visibilidade, eles deverão contar com ao menos dois exemplares dos Estatutos da Criança e do Adolescente (Eca), da Juventude e da Igualdade Racial, entre outras normas.
É o que estabelece projeto de lei (PLS 325/2015), de autoria do senador Donizeti Nougueira (PT-TO), aprovado nesta terça-feira (1º) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). Agora, a proposta seguirá para análise na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), onde tramitará em decisão terminativa.
Para o autor, os estudantes necessitam se aproximar dos temas regulados por meio dessas leis desde muito cedo. Assim, avalia Donizeti, todos terão mais chances de se transformar em cidadãos conhecedores de seus direitos e deveres.
O projeto, na forma original, incluiu ainda o Estatuto do Idoso entre as leis que deve constar da lista disponibilizada aos estudantes. Na discussão, outras duas foram acrescidas: O Estatuto da Pessoa com Deficiência e a Lei Maria da Penha.
O relator, senador Antonio Carlos Valadadares (PSB-SE), apresentou emenda para formalizar a inclusão. No caso do Estatuto da Pessoa com deficiência, a sugestão foi do senador Paulo Paim (PT-RS), autor do texto recentemente sancionado.
A Lei Maria da Penha, que pune com mais rigor violência contra as mulheres, decorreu de sugestão do próprio Donizeti.

Por um mundo onde menos crianças morram na praia

Por Equipe Inclusive


 Imagem Internet/Ilustrativa
  

Uma das minhas amigas mais queridas tem uma filha adolescente asperger. Uma gracinha de menina. Há umas semanas, minha amiga me procurou, muito chateada. Havia recebido uma mensagem de um dos responsáveis pelo grupo de jovens que sua filha começara a frequentar. A mensagem narrava explosões e comportamentos inadequados da filha de minha amiga durante as reuniões. O organizador dizia lamentar, mas já afirmava parecer “irreversível” sua saída do grupo.

Mais uma vez, constatamos, entristecidas, a falta de preparo da sociedade para incluir. A despeito de haver aceitado a filha de minha amiga no grupo, a expectativa do organizador era de que ela simplesmente se acomodasse às atividades – sem apoios, sem recursos, sem adaptações. Não me espanta que o comportamento da filha de minha amiga tenha deixado a desejar; afinal, ela tem asperger e a atividade não foi desenhada para ela. Tampouco se buscou adaptar a atividade de forma a viabilizar a participação de quem é diferente. Incluir vai muito além de matricular, muito além de uma difusa boa vontade inicial.

Quiçá reproduzindo, inconscientemente, clichês que circulam pela mídia e pelas redes sociais, esperava-se da menina asperger superação, em vez de oferecer-lhe adaptações e apoios.

Tão triste quanto a filha da minha amiga, à primeira dificuldade, ter sido deixada para morrer na praia – afinal, que fazer por quem, na loteria da vida, nasceu com deficiência, ou no país errado? –  é a lição que foi ensinada aos outros adolescentes participantes do grupo. A lição transmitida a estes meninos é que devemos lamentar, mas infelizmente não nos resta outra alternativa senão excluir. Devemos chorar os meninos que morrem na praia – mas que fazer por eles? Os garotos do grupo aprenderam que a exclusão é, para citar o organizador, “irreversível” –  supostamente um fato da vida, da mesma forma que são apresentadas como “fatos da vida” as guerras, fomes e catástrofes que impelem migrações.

Teria sido possível ensinar exatamente o contrário. Ao aceitar a filha de minha amiga, os organizadores do grupo deveriam ter conversado com a família, com os profissionais de saúde que a acompanham, com a própria menina. Para entender seu quadro e desenvolver adaptações e estratégias. Deveriam, na sequência, ter reunido o grupinho de adolescentes. E conversado sobre autismo, sobre asperger, e sobre como cada uma daquelas crianças tinha a responsabilidade de fazer a sua parte para receber e incluir a filha da minha amiga, para ajudá-la com suas dificuldades. As atividades deveriam prever intervalos, necessários momentos de relaxamento, de redução das demandas e da sobrecarga. O grupinho perdeu uma excelente oportunidade de aprender a incluir, a aceitar o diferente – em vez de lamentar por cinco minutos e deixá-lo para morrer na praia.

Qualquer um de nós dirá que não quer viver em uma sociedade que exclui. Não queremos ver os diferentes confinados em guetos. Reconhecemos os direitos humanos de todos. Queremos que os mais vulneráveis sejam protegidos.  Mas não queremos fazer a nossa parte: queremos que alguém enfrente o trabalho de inclusão por nós. A lógica do grupo de jovens é a mesma lógica da associação de escolas particulares que impetrou acintosa ADIN, pedindo ao STF que lhe seja reconhecido o direito de não receber alunos com deficiência. Nenhum de nós quer viver em uma sociedade segregadora, mas queremos que outros incluam. Que outras escolas incluam, que outros grupos incluam. Que outros países acolham os migrantes destituídos. Mas é imperativo reconhecer que a responsabilidade de incluir é de cada um de nós, como cidadão e como ser humano. Como um elo da economia global. Negar esta responsabilidade é compactuar para que mais e mais crianças que nasceram no país “errado” ou com as capacidades “erradas” sejam deixadas para morrer na praia, sob nosso olhar atônito e inerte.

(Ana Nunes é mãe de autista e autora de “Cartas de Beirute – Reflexões de uma mãe e feminista sobre autismo, identidade e os desafios da inclusão”)

Fonte: www.inclusive.org.br - Imagem Internet

Governo de São Paulo lança Central de Libras: ação pioneira para inclusão de pessoas surdas

        


Nesta sexta-feira, 4 de setembro, às 11h, o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, lança o primeiro posto da Central de Libras, na sede do Ministério Público do Estado de São Paulo, no centro de São Paulo.
 
A ação é voltada à inclusão da pessoa com deficiência auditiva. Dez pontos de atendimento serão lançados durante o mês de setembro e complementados com outros 40, até o final deste ano, somando 50, em todo o Estado de São Paulo.
 
A Central de Libras consiste em uma tradução simultânea, por vídeo, para estabelecer uma comunicação entre a pessoa surda e a instituição que está prestando o atendimento, com a mediação remota de intérpretes fluentes em Língua Brasileira de Sinais.
 
Na prática funciona assim: o surdo entra no estabelecimento e procura o responsável pelo atendimento. Sabendo que se trata de um surdo, a pessoa é levada à Central de Libras que, por meio de um computador, apresenta sua questão/dúvida em Libras e o intérprete remoto traduz para o atendente. O Atendente responde em Português e o intérprete remoto transfere imediatamente a informação para o solicitante surdo, em tempo real.
 
O Estado de São Paulo conta com 1.893.359 surdos, segundo dados do Censo  IBGE/2010. 

SERVIÇO
Lançamento Central de Libras do Governo do Estado de São Paulo 
lançada pela Secretaria de Estado dos Direitos da pessoa com Deficiência
Data: 04 de setembro de 2015
Local: Edifício Sede do MP do Estado de São Paulo- Auditório Queiroz Filho –
Endereço: Rua Riachuelo 115 - Térreo (próximo do largo São Francisco)

TODOS ESTÃO CONVIDADOS!

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Menina Surpreendido Ao Receber Braço 3D-Impressas A Partir De Designer Que Também É Faltando Seu Braço Esquerdo

Quando Stephen Davies soube que havia uma menina que estava faltando um braço como ele, ele decidiu fazer algo sobre isso

por Dainius

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Stephen Davies, que está faltando um braço, recebeu uma prótese livre de equipa Unlimbited e-Nable, e logo se tornou um voluntário para a organização.Quando Davies soube que havia um 8-year-old-girl de Bristol que também precisava de braço protético, ele viu uma chance de pagar sua boa sorte para a frente: ele projetou um braço de Isabella, e então manada 200 milhas para entregar a ela em pessoa.
"O gadget é tão brilhante e ousada que ela insistiu em usá-lo para o supermercado local logo após ela conseguiu e orgulhosamente desfilaram ao redor do mundo que querem vê-lo," o pai de Isabella disse Baby Center. "Ela está se esforçado para apresentá-lo e explicar como ele funciona, desde que ela entendeu e para quase ninguém que vai ouvir."
"Este dia ficará comigo como um dos melhores dias de sempre", Davies escreveu em seu blog. E-Nable é uma rede global de voluntários que quer construir 1.000 mãos para crianças com deficiência.

Ele projetou um braço de Isabella e então manada 200 milhas para entregar a ela em pessoa

Davies é um voluntário para a equipe Unlimbited e-Nable

E-Nable é uma rede global de voluntários que quer construir 1.000 mãos para crianças com deficiência

"É incrível e eu adoro as cores! Vou usá-lo para tantas coisas quanto eu posso! ", Disse Isabella

"[T] seu dia permanecerá comigo como um dos melhores dias de sempre.Verdadeiramente o néctar para a alma ", escreveu Davies em seu blog

Disse o pai de Isabella, "Ela está se esforçado para apresentá-lo e explicar como ele funciona"


Filho Sem Braços Colher-Feeds Sua Mãe Paralisados, Usando Seus Dentes

Chen Xinyin perdeu o braço após um choque elétrico quando ele tinha 7

 por Dainius

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Chen Xinyin, 48 anos, teve uma vida dura. Ele perdeu os braços, depois de sofrer um choque elétrico com a idade de sete anos, mas ainda começou a trabalhar na fazenda da família. Na idade de 20, seu pai morreu, deixando apenas Chen e sua mãe doente para se defenderem sozinhos. Como sua mãe ficou doente ea vida ficou mais difícil, alguém sugeriu que Chen considerar implorando, mas com raiva respondeu: "Eu não tenho braços, mas tenho bons pés. Eu não posso ir fazer esse tipo de dinheiro. "
Desde que perdeu os braços, Chen aprendeu a cozinhar, fazenda, e tecem cestas. Em 2014, a Chongqing, no sudoeste da China, residente começou a cuidar de sua mãe de 91 anos de idade em tempo integral, mesmo alimentando-a com uma colher entre os dentes. Os invernos são difíceis para Chen Uma vez que ele tem dificuldade para colocar meias, e muitas vezes ele sofre de queimaduras.

Aos 14 anos começou a trabalhar na fazenda da família, e aos 20 anos, seu pai morreu

Créditos de imagem: Imaginechina

Chen foi forçado a aprender a fazer tudo com é pés, até mesmo cozinhar

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Ele tem uma cicatriz em seu pé a partir da primeira vez que ele tentou usar uma faca

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Chen utiliza o resto do seu corpo para compensar sua falta de braços

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Não há ninguém para ajudar com as tarefas domésticas desde que sua mãe ficou paralisada

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Assim fazendas Chen e cuida de sua casa

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Alguns dos trabalhos que ele faz são notáveis

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Uma vez, alguém sugeriu que Chen ir e implorar ao invés da agricultura

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"Eu não tenho braços, mas tenho bons pés. Eu não posso ir fazer esse tipo de dinheiro ", ele respondeu:


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