sábado, 30 de janeiro de 2016

Estudante fratura coluna durante abdominal em academia em Rio Preto

Segundo B.O., jovem caiu de cabeça durante "abdominal invertido". Ela está internada na UTI do Hospital de Base, em São José do Rio Preto.

Renata Fernandes Do G1 Rio Preto e Araçatuba

    Foto: Reprodução/Facebook)
      Marcelle fraturou a coluna após acidente em academia (Foto: Reprodução/Facebook)
   Marcelle fraturou coluna após acidente em academia, em São José do Rio Preto  

Uma estudante de 21 anos fraturou a coluna depois de sofrer um acidente durante aula de abdominal em uma academia no bairro Redentora, em São José do Rio Preto (SP). Marcelle Mendes Mancuso foi hospitalizada e está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base da cidade.
O G1 entrou em contato com a academia que diz que está dando toda a assistência à vítima. De acordo com informações do boletim de ocorrência, o acidente foi durante a prática de um exercício chamado "abdominal invertido", em que o aluno fica pendurado pelos pés de cabeça para baixo. Durante o exercício, a cinta que estava amarrada nos pés da jovem estourou e ela caiu de cabeça no chão. O Serviço de Atendimento Movél de Urgência (Samu) foi acionado e levou a jovem ao hospital da Unimed, que a transferiu para o HB. Segundo o B.O., a estudante fraturou a quinta vértebra e teve uma lesão na medula. O acidente foi no sábado (9), por volta de 12h30, mas o pai da estudante só registrou o fato na segunda (11). 
Jovem que fraturou coluna em treino estava no 1º dia de aula, diz academia.

Estudante fraturou coluna em abdominal invertido, em São José do Rio Preto.
Ela foi transferida para o quarto e seu quadro de saúde é estável.

A estudante Marcelle Mendes Mancuso, de 21 anos, que fraturou a coluna depois de sofrer um acidente durante a prática de abdominal invertido, estava em seu primeiro dia na academia, em São José do Rio Preto (SP), segundo o advogado Eder Fasanelli, responsável pela Brasil Fitness - que também é filho do dono da academia.
“Era o primeiro dia de aula dela na nossa academia, mas ela já treinava em outro lugar. Tinha experiência e, por isso, nem pegou ficha com professor, foi fazer o treino que provavelmente já fazia antes. Esse exercício que ela estava fazendo, inclusive, nem é recomendado para iniciantes", diz.

O acidente foi no sábado (9), mas o pai da jovem registrou boletim de ocorrência na segunda-feira (11). De acordo com B.O., Marcelle estava fazendo abdominal invertido, em que o aluno fica pendurado pelos pés de cabeça para baixo, quando a cinta que a prendia estourou e ela caiu de cabeça no chão. A jovem foi hospitalizada e ficou internada na UTI do Hospital de Base, com fratura na quinta vértebra e lesão na medula. O G1 entrou em contato com a família da estudante, mas ninguém quis comentar sobre o caso.
A assessoria de imprensa do Hospital de Base, onde ela está internada, afirma que a família da jovem proibiu a divulgação de qualquer informação sobre o quadro clínico dela. O hospital informou apenas que ela foi transferida para o quarto e que o estado de saúde é estável. "Quando um professor viu Marcelle fazer o exercício sozinha ficou preocupado e foi até ela oferecer ajuda. Como era o primeiro dia dela e estava treinando sozinha, ele foi ajudar. Ela já estava terminando de fazer o exercício quando a fita que usava arrebentou e ela caiu”, afirma Fasanelli, em entrevista ao G1 nesta terça-feira (12).
                                      Jovem fratura coluna em academia de Rio Preto (Foto: Reprodução/Facebook)                             Segundo advogado, era o primeiro dia da jovem na academia De acordo com o advogado, a jovem usou um aparelho que não é recomendável para a prática do exercício. “Ela fazia o abdominal invertido em um aparelho que serve para fazer ‘rosca’ de braço. Nem tem cinta para prender os pés lá. Geralmente, quem faz esse abdominal faz com personal [trainer], porque fica de cabeça para baixo.” Segundo o advogado, existem mais de 50 tipos de abdominais e que a forma invertida nem é colocada nas fichas para treino. “Temos até máquinas próprias para fazer abdominal, mas essa forma invertida é um exercício alternativo que algumas mulheres costumam usar." O responsável nega que tenha havido falha no equipamento ou no procedimento adotado pela academia. "Ela chegou lá e foi fazer o exercício sozinha. Aquela cinta não é para aquilo, não foi um professor nosso que indicou aquela cinta para aquele aparelho. Não houve absolutamente nada de falha de serviço ou de execução de serviço. Foi um acidente e, graças a Deus, o professor estava por perto, havia médicos treinando e ela teve um atendimento rápido. Agora, estamos preocupados com o pronto restabelecimento dela.” O advogado diz que, por causa do acidente, cogita proibir este exercício na academia. “Já não é recomendado e, agora, realmente pensamos em tornar proibido, porque depois de 10 anos de funcionamento esta é primeira vez que ocorre algo deste tipo.”
Aparelho em que a jovem se acidentou na academia em Rio Preto  (Foto: Arquivo Pessoal)Aparelho em que a jovem se acidentou na academia em Rio PretoFonte: g1.globo.com

Projeto de lei prevê que atestado médico precise ter firma reconhecida

Por 

         

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que determina a exigência de reconhecimento de firma para que atestados e laudos médicos sejam validados. A ideia é combater as fraudes realizadas com o apoio de atestados médicos falsos.

O projeto de lei estabelece essa exigência para os atestados por doença acima de cinco dias, como repouso à gestante; acidente de trabalho; de aptidão física; sanidade física e mental; amamentação; interdição; e de internação hospitalar. Para isso, os hospitais e demais estabelecimentos de saúde deverão contar com um setor próprio para validar gratuitamente os atestados e laudos médicos fornecidos nas suas dependências.

O projeto — apresentado pelo relator, deputado Lucas Vergilio (SD-GO) ao projeto (PL) 3168/12, do deputado Carlos Manato (SD-ES) — seguirá para avaliação das comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fontes: Extra Globo - artritereumatoide.blog.br

Taxista chamado por aplicativo se nega a transportar cega com cão-guia

Em meio à disputa entre motoristas do Uber e taxistas pelo direito de prestar serviço de condução de passageiro, Daniela Kovács, 36, e seu cão-guia Basher, 8, foram impedidos de embarcar em um carro ligado ao aplicativo 99táxis na tarde chuvosa desta terça (27), em São Paulo.


 JAIRO MARQUES DE SÃO PAULO

 Daniela Kovács, funcionária do TRT, com o labrador Basher, seu cão-guia há sete anos. Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress
Com deficiência visual desde a infância, ela afirma já ter enfrentado o constrangimento de ter seu acesso negado em táxis "diversas vezes", mas que sua tolerância "chegou ao limite".


O condutor do veículo se recusou a levar o cachorro, cujo acesso a qualquer meio de locomoção público é garantido por lei, alegando que o animal "soltaria pelos" no estofamento.

"Expliquei a ele que o Basher é um cão de serviço, que recebe cuidados diários de limpeza e é treinado para se comportar, mas não adiantou", afirma Daniela, que é chefe do setor de acessibilidade do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.



Segundo Daniela, ela tomou o cuidado de selecionar no aplicativo um motorista que declarava "aceitar animais", embora isso não seja necessário em caso de transporte de cães-guias.

Esses animais são considerados instrumentos de acessibilidade, como uma cadeira de rodas, que devem ser transportados sem custo adicional e em qualquer veículo.

"Não podia garantir ao motorista que o Basher não soltaria pelos, afinal, ele é um cão. Taxistas parecem esquecer que prestam um serviço público, representam o Estado e precisam atender a todos de forma igual. Não levo um cachorro para cima e para baixo porque acho legal."

Basher, da raça labrador, nasceu e foi treinado nos EUA. Está com Daniela há sete anos. Ela conseguiu o animal por meio da ação do Instituto Íris, que, com apoio de parcerias com a iniciativa privada, fornece os cães trabalhadores gratuitamente.

Não há estatísticas oficiais sobre a quantidade de cães-guias no Brasil, mas as instituições especializadas estimam em menos de cem em todo o país, diante de uma população de 582 mil pessoas cegas, de acordo com o IBGE.

DISCRIMINAÇÃO

Para a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP), relatora da Lei Brasileira de Inclusão, que entrou em vigor neste mês, o caso de Daniela pode ser enquadrado como discriminação à pessoa com deficiência e deve ser denunciado aos órgãos de direito.

"Tudo sempre cai na falta de informação, na falta de treinamento, na falta de qualificação e na falta de bom senso. Mas negar acesso a um cão-guia, pela nova lei, configura-se discriminação, afinal o que muitos taxistas não querem é sujar o carro. Eles têm uma concessão pública, precisam andar de acordo com a legislação", diz.

Por temer ficar exposta a algum tipo de represália, Daniela pediu que o nome do profissional que negou a viagem não fosse divulgado.

"Uma situação dessas expõe demais uma pessoa cega. Tenho medo", afirma.

BLOQUEIO

Por meio de nota, a 99táxis afirmou que "não corrobora" nem "aceita" a atitude do motorista envolvido no caso.

A empresa informou que ele foi "bloqueado do aplicativo", o que o impedirá de atender pelo serviço.

Ainda segundo a 99táxis, há frequente comunicação com os seus taxistas, "com objetivo de manter um alto padrão de atendimento."

A empresa se comprometeu a promover uma campanha de conscientização "para reforçar que aceitar o cão-guia não é uma opção, mas, sim, um dever cívico garantido pela legislação".

O Sindicato dos Taxistas de São Paulo considerou o fato "lamentável", digno de "repúdio" e colocou-o como uma "exceção". O órgão afirmou também que faz e fará iniciativas de conscientização dos profissionais.

Ricardo Auriemma, presidente da Associação das Empresas de Táxi de de São Paulo, disse que os motoristas participam de cursos e são devidamente informados de que é permitido o transporte de deficientes visuais com seus cães-guia no veículo.

"É um caso pontual, e atitudes semelhantes devem ser combatidas. Fazemos notificações frequentes para que as associadas alertem os novos motoristas", afirma.



CADEIRANTE SE LEVANTA PARA APLAUDIR LANCE ESPETACULAR DE ROGER FEDERER

Cadeirante se levanta em ponto de Federer 

  (Foto: Reprodução)
   

Um ponto espetacular de Roger Federer na partida contra Novak Djokovic, na manhã desta quinta-feira pelo Aberto da Austrália, causou uma situação curiosa na torcida. Após a linda jogada do suíço, um rapaz foi flagrado pelas câmeras de TV se levantando da cadeira de rodas, no local reservado para deficientes físicos, para aplaudir o ex-número 1 do mundo. Apesar disso, é difícil afirmar se o torcedor estava apenas se fingindo de cadeirante ou se tinha mesmo uma deficiência, mas superou os próprios limites para ovacionar Federer.

Mesmo com o ponto espetacular, Federer acabou sendo derrotado por Djokovic na partida, válida pela semifinal do Aberto da Austrália, por 3 sets a 1 (6/1, 6/2, 3/6 e 6/3). De quebra, com o resultado, o sérvio assume a liderança no confronto direto contra Federer, agora são 23 vitórias contra 22 do rival.

A decisão do Aberto da Austrália acontece às 6h30 de domingo (horário de Brasília) e terá, além de Novak Djokovic, o vencedor do duelo entre Milos Raonic e Andy Murray.



DEFINAM-ME NORMALIDADE!

Aos meus olhos e de todos quantos se identificam com a sua história de vida, o Paulo é um perfeito anormal. Porque será sempre mais alto, largo e profundo na arte de viver a vida que lhe foi dada para viver.


por: Mafalda Ribeiro *

Foto: Pedro Jorge Melo



Com ele somo algumas aventuras desde o dia em que nos quisemos conhecer e o dia em que nos conhecemos de facto. Acrescentámos-lhe um rol de piadas, acerca daquilo que nos “falta” para sermos considerados pessoas normais, no meio de conversas sérias mas que nos saem naturalmente. Afinal, nós podemos… E apelidamo-nos desde sempre, e até publicamente, de “o meu Def favorito”!

O meu é o Paulo Azevedo - sim, aquele que os portugueses viram há poucas semanas no programa Alta Definição da SIC.

Temos histórias diferentes, mas, no fundo, sabemos que sempre vivemos a fazer equilibrismo em cima da mesma corda bamba da vida: a do Amor. Acredito que é também por isso que nos admiramos e ficamos genuinamente felizes com as conquistas de cada um. É que nós sabemos que remamos contra a maré da normalidade. Que esta forma de navegar pode ser um farol para muitos que ainda não perceberam que normalidade não é igual a perfeição. E que sempre que existe uma oportunidade de nos tornarmos eco do tal Amor que preencheu os nossos espaços em branco, então é porque as nossas vidas “anormais” têm valido a pena.

Mas este quase manifesto contra a normalidade (pelo menos, a que eu defino para mim) não é aqui uma coisa nossa. É dele, do Paulo, que vos quero falar. E mesmo que pensem que não precisam de legendas para as próximas linhas, vejam a entrevista do Daniel Oliveira - que provou não precisar de livro de estilo próprio para entrevistar pessoas portadoras de deficiência - e a seguir então continuem…

Click AQUI para ver o vídeo: 

Podem até nem ler isto até ao fim mas vejam a entrevista. Nas vossas famílias normais, com histórias normais e com crianças normais. Aliás, vejam-na com elas e deixem que as vossas crianças vos definam normalidade. Façam vocês mesmos de Daniel Oliveira e, no final, em vez da célebre “o que é que dizem os teus olhos?”, experimentem “o que é ser normal?”

Eu não quero que o Paulo Azevedo seja normal, mesmo que ele até considere ter uma vida normal com dias banais. Porque os normais não reagem como ele reagiu perante tudo aquilo que veio para ele. Nesse trapézio, só os excepcionais, os artistas, como ele é, se safam! É para “o meu Def favorito” que eu olho muitas vezes (nem ele imagina quantas!) quando a boca quase escorrega para a queixa normal e fácil aquando das minhas dores nas articulações dos membros. “Preferias não os ter, Mafalda? Tem mas é juízo!”, ele não me diz, mas eu digo-me como se fosse ele.

Depois, viria a mãe dele e diria: “Sem cabeça, era pior!” Não se choquem, que isto não é nenhuma anormalidade da língua portuguesa. É das mais bonitas afirmações de Amor que eu já ouvi. O Paulo sabe-o e honra-o. E eu tenho a certeza de que ele vai educar o seu filho assim: no mais perfeito e completo Amor. Foi assim que ele foi desejado, aceite e educado e é tudo isto que não faz dele apenas um ser humano normal e imperfeito. Aos meus olhos e de todos quantos se identificam com a sua história de vida, o Paulo é um perfeito anormal. Porque será sempre mais alto, largo e profundo na arte de viver a vida que lhe foi dada para viver.

O Paulo Azevedo é ainda um perfeito anormal porque escreve mais rápido do que eu num touch e isso vai fazer-me admirá-lo para sempre e querer chegar aos calcanhares dele… ups… ele não tem calcanhares!

Mafalda Ribeiro* Mafalda Ribeiro tem 32 anos de uma vida invulgar. Estudou jornalismo, mas foi técnica de comunicação numa empresa de ambiente. Não é jornalista na prática, mas é o gosto pelas letras que faz mover a sua cabeça, ainda que as pernas não lhe obedeçam. Convive com a doença rara congénita Osteogénese Imperfeita e desloca-se em cadeira de rodas desde sempre. Publicou em 2008 o seu primeiro livro “Mafaldisses – Crónicas sobre rodas” (4a edição). É autora, cronista e interventiva na área da exclusão social. Fez uma certificação em Coaching Internacional e é oradora motivacional. É convidada para falar em público acerca da sua visão otimista da vida em empresas, escolas, seminários e foi ainda oradora numa Ignite e dois TEDx. É voluntária em projectos de solidariedade social, tem um olhar humanista e aguçado do mundo e por isso dá a cara e a voz pela inclusão e pela igualdade de oportunidades, sempre que lhe dão tempo de antena. Mafalda Ribeiro não vê limites diante das suas limitações. É uma mulher de palmo e meio, informada, atenta aos pormenores e grata por poder continuar a usufruir da viagem da vida. Celebra-a continuamente com um sorriso... sobre rodas! Mais em sorrirsobrerodas.pt

Fonte: visao.sapo.pt

SOLDADOR INDONÉSIO TERIA CRIADO BRAÇO ROBÓTICO 'CONTROLADO PELA MENTE'

Um soldador indonésio chamado Wayan Sutawan tem chamado bastante atenção no seu país por ter, aparentemente, inventado um braço robótico que consegue ler suas ondas cerebrais. A partir disso, o equipamento movimenta o braço paralisado de Sutawan e o torna tão funcional quanto o outro, porém com menor capacidade de movimentação.

                                  

O soldador inventor começou a trabalhar em seu equipamento há cerca de seis meses, quando sofreu um derrame e teve o braço esquerdo paralisado. Note que existe uma faixa presa em sua cabeça que, supostamente, contém os circuitos e chips capazes de processar suas ondas cerebrais, interpretá-las e transformá-las em comandos mecânicos em pouquíssimo tempo.

Esse aparelho funcionaria tão bem que Sutawan conseguiu voltar a soldar quase como antigamente, podendo inclusive sustentar sua esposa e trêsfilhos. Contudo, como você já deve ter imaginado até aqui, pouca gente está acreditando nessa história.

É truque?

          

Apesar de Sutawan ter estudado um pouco de mecânica no ensino médio, é muito difícil imaginar que uma pessoa sem conhecimento técnico tenha conseguido desenvolver algo tão complexo como um hardware capaz de ler ondas cerebrais com tamanha precisão. Pesquisadores com suporte técnico têm trabalhado nisso há anos e, até agora nunca conseguiram algo tão funcional, apesar de terem tido avanços significativos.

Fora esse questionamento, o inventor disse ter construído todo o equipamento com peças sobressalentes que encontrou em sua garagem. Que tipo de garagem teria chips tão complexos sobrando como os que seriam necessários para algo assim? Essa pergunta tem sido feita por muita gente, e, até agora, não há uma resposta.

Algumas pessoas ainda notaram que, no vídeo da TV local em que ele aparece, é possível notar alguns pequenos movimentos do braço esquerdo de Sutawan ao vestir o seu braço mecânico. Isso poderia indicar que ele não tem o membro completamente paralisado, mas apenas enfraquecido. Nesse caso, a construção de um braço que somente potencialize seus movimentos é bem mais plausível.

De qualquer maneira, Sutawan tem sido chamado de “Tony Stark indonésio”. Resta saber se um dia ele também vai conseguir montar um reator Arc e sair voando por ai em um traje metálico.


Menino com síndrome de Down aprende as letras do alfabeto e faz sucesso na web

O pequeno John David Marin, de 2 anos, está fazendo muito sucesso na internet após sua avó filmá-lo dizendo as todas as letras do alfabeto e postar o vídeo em sua conta no Facebook.

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Nas imagens, Pam Gable Sapp aparece soletrando as letras para o neto, que repete cada uma delas em seguida. O carisma e a alegria do menino, que faz uma cara de surpresa antes de dizer o “W”, simplesmente conquistou os internautas. No “Z”, ele e a avó comemoram, felizes, o feito. Segundo a família, essa foi a primeira vez que ele conseguiu recitar todo o alfabeto.
Desde que foi publicada na rede social, no último domingo (24), a gravação teve mais de 14 milhões de visualizações, 49 mil curtidas, 13 mil compartilhamentos e mais de 3 mil comentários. Muitos internautas chamaram o garotinho de “fofo” e “anjo precioso”.
                                  sindrome-de-down
À ABC News, a mãe do menino, Hannah Marlin, de 23 anos, contou que ficou muito orgulhosa do menino, principalmente pelo fato de a gravação estar chamando atenção para as crianças com a síndrome de Down. “É definitivamente algo que pode trazer esperança. Aos pais [de crianças com a síndrome], apenas se mantenham perseverantes e não desistam. Eles irão atingir seus objetivos quando estiverem prontos”, diz ela. A família vive no Alabama (Estados Unidos).
Click AQUI para assistir o vídeo:
Fontes: m.redetv.uol.com.br - pessoascomdeficiencia.com.br

MPE constata precariedade em centro educacional para estudantes com deficiência

                        ceilia

Em visita ao Centro de Educação Especial de Alagoas Wandette Gomes de Castro, a 61ª Promotoria de Justiça da Capital (Fazenda Pública Estadual) encontrou, nesta quarta-feira (27), diversos problemas estruturais no prédio que atende 186 pessoas com deficiência física ou intelectual. Esta é a segunda inspeção do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) no local em quatro meses. Apesar de se comprometer a melhorar as condições de ensino dos alunos, a Secretaria de Estado de Educação (SEE) se absteve de realizar as mudanças solicitadas pelo órgão ministerial no primeiro momento.
O descaso com os estudantes e o erário estadual é tamanho que a promotora de Justiça Cecília Carnaúba realizou a inspeção do centro junto ao promotor de Justiça de Direitos Humanos, Flávio Gomes, e o procurador-geral do Ministério Público de Contas, Rafael Alcântara. “Do dia 22 de setembro para cá, não foi resolvido praticamente nada e o Centro continua sofrendo por causa da falta de compromisso do poder público. Os alunos, que já têm problemas devido a suas deficiências sofrem em dobro, diante do abandono no qual se encontra o prédio”, disse a promotora.
E não é para menos. Acompanhados pela direção do centro educacional, os três membros do Ministério Público constataram salas sem condições de uso. Elas estavam sem energia elétrica, com temperatura elevada, desprovidas de ventiladores e aparelhos de ar condicionado, sendo que, em algumas delas, sequer havia janelas, quiçá ventilação. Segundo os responsáveis pela gestão da unidade, a situação obriga a escola a reduzir a carga horária dos estudantes e liberá-los mais cedo, porque a falta de estrutura gera tensão tanto nos professores, quanto nos alunos, que já são especiais.
Também costuma faltar água no prédio desde 2013, o que impede os estudantes de tomarem banho e realizarem outras higienes pessoais. Mesmo com conhecimento da carência de recursos básicos para manutenção do centro, a Secretaria de Estado da Educação, até hoje, não resolveu as pendências. O que sobra no local é a infestação de caramujos e cupins devido à ausência da dedetização prometida pelo órgão estadual.
Diante da situação caótica que vive a unidade de ensino, a 61ª Promotoria de Justiça ajuizará em breve uma ação civil pública de obrigação de fazer para que o Poder Judiciário determine ao governo estadual a solução dos problemas encontrados. Atualmente, o centro educacional é o único do Estado com atuação na inclusão escolar e social de alunos com deficiência física e intelectual.
Foco de doenças
Os membros do Ministério Público também se depararam com uma piscina abandonada, sem acessibilidade, cheia de sujeira e com água parada, tornando-se assim um vetor de contaminação de doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti, a exemplo da dengue, zika e chicungunha. A situação já havia sido encontrada em setembro do ano passado, mas, novamente, a Secretaria se absteve de qualquer medida para resolver o problema.
Quanto à merenda, os promotores de Justiça e o procurador-geral do MP de Contas constataram que ela é suficiente para alimentar apenas 30 alunos, número bem distante dos 186 matriculados na escola. “Tal fato obriga que as mães dos atendidos tragam comida de casa, mas as que não contam com benefício de prestação de serviço continuada possuem dificuldade de trazer o alimento. Quem arca com as refeições dos mais desprivilegiados são os funcionários do Centro, que realizam cotas para ajudar os alunos”, destaca Cecília Carnaúba.
Há ainda problemas no forro do telhado, na acessibilidade das portas das salas de aulas e na manutenção dos bebedouros, estes sem limpeza há três anos, além de fogão e geladeira quebrados. Faltam materiais de expedientes e material de limpeza. De acordo com a direção da escola, é necessário recorrer à Secretaria de Estado de Educação até mesmo para copiar um documento, visto que a unidade de ensino carece de fotocopiadora e de resmas de papel. Até a presente data, a escola não recebeu o material pedagógico que foi solicitado no início de 2015 junto à Gerência de Educação Especial.
Falta pessoal
Segundos os membros do Ministério Público, o centro educacional também precisa de monitores que acompanhem o transporte de retorno dos estudantes nos turnos matutino e vespertino. Sem o acompanhamento, os alunos perdem o controle e promovem a autoagressão ou a violência entre eles mesmos. No quadro de pessoal, faltam ainda profissionais capacitados para lidar com os usuários especiais, psicólogos e assistentes sociais, além de professores, que são substituídos por monitores no ensino.
A direção do Centro de Educação Especial de Alagoas Wandette Gomes de Castro informou ao Ministério Público Estadual e ao Ministério Público de Contas que o dinheiro empenhado pelo governo estadual para a manutenção do prédio em 2015 foi de apenas R$ 15 mil, valor insuficiente para as necessidades e tamanho da unidade.

RJ: pais de deficientes lutam na Justiça por remédios de uso contínuo

Eles exigem fornecimento da prefeitura e do estado. Em alguns casos, remédios negados custam menos de R$10. Em 2015, o Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência prestou auxílio jurídico em mais de 500 ações

    pessoas-com-deficiencia-saude

A dona de casa Shayenne Carine tem seis filhos, entre eles Brenda, de 11 anos, que tem microcefalia. Mãe solteira, declaradamente em condição de carência, ela trabalha fazendo bicos e recebe recursos do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada para poder criar os filhos. Em tempos de crise e inflação em alta, Shayenne sabe o quanto pesa tirar dinheiro do bolso para comprar um remédio para a filha que deveria ser entregue gratuitamente. Mas todo mês ela tem feito isso, mesmo após uma ação judicial que moveu obrigando a prefeitura do Rio a fornecer o medicamento Neuleptil, cujo valor não passa dos R$ 8. A ação envolvendo Shayenne e Brenda é só uma das mais de 500 que tiveram auxílio jurídico do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o IBDD. Segundo o instituto, só no último mês, seis sentenças favoráveis à liberação de medicamentos não foram cumpridas. Enquanto isso, a falta do calmante, de uso diário, já causa efeitos na saúde de Brenda, como conta a mãe Shayenne.
‘Ela fica nervosa, inquieta, quebra tudo. Derruba tudo do fogão, ataca tudo, morde, bate, puxa cabelo, se morde… Ela pega os irmãos, que são menores e não entendem.’
O drama de Shayenne e Brenda não é isolado. Sônia Brito é mãe de Célio Francisco, que tem paralisia cerebral. Em setembro de 2014 ela entrou com uma ação pedindo às secretarias municipal e estadual de Saúde o fornecimento do Diazepan, um medicamento de uso controlado. Em dezembro de 2014 a Justiça deu ganho de causa para ela, mas até hoje Sônia não recebeu nenhuma caixa do remédio. Agora, foi pedido o bloqueio do dinheiro na conta da prefeitura para que a compra seja feita. Nas farmácias, a medicação tem custo médio de R$ 5. Sônia explica que já entregou laudos e orçamentos mais de uma vez para tentar garantir o fornecimento do produto.
‘O juiz pediu para a gente fazer orçamentos do medicamento. Fiz isso algumas vezes, umas três vezes. Mandei tudo certinho com laudos médicos, atestando que ele precisava usar medicamentos. Foi tudo super certinho. Do jeito que eles pediram, eu fiz.’
Na opinião da superintendente do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Teresa d’Amaral, os dois casos revelam negligência por parte do poder público no atendimento dado às pessoas com deficiência.
‘É de um descaso total com a questão da pessoa com deficiência. A gente vê, por exemplo, mediacmentos de uso continuado cardiológico, ou outros como o de HIV, todos esses continuam sendo fornecidos e são remédios caros. Não quero que tire, de jeito nenhum, mas estou dizendo que é falta de respeito. Uma questão tão simples.’
Em nota, a Secretaria municipal de Saúde disse que o processo de compra para o medicamento Neuleptil, de Brenda, foi concluído. Porém, o fornecedor não cumpriu o prazo de entrega. Ele foi advertido e, agora, a nova data está prevista para a próxima sexta-feira, dia 29. Já sobre o medicamento do paciente Celio Francisco, o Diazepan, a Secretaria informou que ele está disponível no momento e que não precisa de agendamento para a retirada. Ainda assim, para atender à determinação judicial, após o nosso contato, a Secretaria disse que vai procurar a mãe do paciente para dizer que o remédio está disponível. Sobre o caso de Francisco, a Secretaria estadual não se manifestou.
Mas a CBN questionou as duas secretarias quanto a outros medicamentos, destinados a mais quatro pacientes. A Secretaria do município disse que foi notificada da necessidade de comprar o medicamento Ursacol para um paciente durante o recesso de fim de ano. Na início do ano, o processo de compra foi aberto. A Secretaria de Estado, sobre o mesmo caso, disse que tem o remédio, bastando o comparecimento para fazer retirada do medicamento. Essa mesma pessoa precisa fazer uso do Mezacol, também disponível neste momento pelo estado.
Em outro caso, a Secretaria do município diz que iniciou a compra dos remédios Trileptal e Nistatina + Óxido de Zinco. Este último, no entanto, está disponível na farmácia do estado.
Por fim, sobre um último medicamento, o Dicloridrato de Sapropterina, a Secretaria de Estado diz que abriu licitação, mas não apareceram fornecedores interessados. A Secretaria disse que tomará as devidas providências para regularizar o estoque. Já o município diz que há seis meses fez a entrega deste remédio e que o paciente tem que entregar nova receita para que um novo processo de compra seja realizado.
Fontes: cbn.globoradio.globo.com - pessoascomdeficiencia.com.br

Carnaval 2016: folia acessível vai incluir pessoas com deficiência auditiva

Projeto inédito levará grupo com cerca de 30 pessoas para vivenciar a experiência dos desfiles no Sambódromo do Anhembi

   Ala das baianas vista de cima no sambódromo

Os desfiles das escolas de samba de São Paulo no Sambódromo do Anhembi terão este ano uma novidade: a ação do “Samba com as Mãos – Inclusão da Pessoa com Deficiência Auditiva”, iniciativa inédita da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) em parceria com a São Paulo Turismo (SPTuris, empresa municipal de turismo e eventos).

O projeto-piloto vai reunir um grupo com cerca de 30 pessoas – entre pessoas com deficiência auditiva, intérpretes da Língua Brasileira de Sinais - Libras e equipe de apoio – para prestigiar o Carnaval na passarela do samba paulistano. Eles serão divididos em quatro dias de desfile (5, 6, 7 e 12 de fevereiro) e terão disponível um espaço no Camarote Monumental, no setor B do Sambódromo.

Além disso, os 14 sambas-enredos das agremiações que pertencem ao Grupo Especial estão sendo traduzidos para língua de sinais pela equipe da Central de Interpretação de Libras da SMPED. Os vídeos serão divulgados nas redes sociais e TVs dos camarotes durante as apresentações de cada escola.

A secretária da pasta, Marianne Pinotti, destaca a importância dessa atividade inclusiva. “Se, em um primeiro momento, a acessibilidade arquitetônica da estrutura do Sambódromo do Anhembi já foi alcançada, agora a busca é por construirmos a consciência de que pessoas com deficiência auditiva também querem estar presentes nestes eventos significativos de São Paulo. E o Carnaval é uma das festas mais tradicionais da cidade, um universo totalmente novo para esse público”, disse.

A iniciativa também está sendo articulada com apoio da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo, para visitas do grupo às quadras de cada comunidade antes das apresentações oficiais.

Agenda
A programação dos desfiles no Sambódromo do Anhembi é a seguinte:

· 5 e 6 de fevereiro (sexta-feira e sábado): Grupo Especial
· 7 de fevereiro (domingo): Grupo de Acesso
· 12 de fevereiro (sexta-feira): Desfile das Campeãs

Mais informações sobre o Carnaval no site oficial: cidadedesaopaulo.com/carnaval

Fontes: Assessoria de Imprensa - www.vidamaislivre.com.br


CONCURSO DISTRIBUI EQUIPAMENTOS PARA TORNAR BIBLIOTECAS ACESSÍVEIS

Edital - Bibliotecas públicas municipais de São Paulo podem enviar projetos até o dia 10 de março. Usuários com deficiências visual e motora são os principais beneficiados

   


A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo promove concurso para selecionar projetos de bibliotecas públicas interessadas em receber equipamentos de tecnologia assistiva capazes de assegurar o acesso à leitura para pessoas com deficiência visual e motora.
 
Os interessados devem preencher os formulários presentes neste link e elaborar projeto destacando como pretendem ampliar a frequência de usuários com deficiência em sua unidade.
 
Os projetos serão selecionados por uma Comissão Julgadora e os vencedores receberão os equipamentos, além do treinamento necessário à sua utilização.
 
As bibliotecas podem candidatar-se a receber os dois tipos de kits de equipamentos distribuídos pela Secretaria: Kit Tipo 1 (computador, ampliador automático, scanner leitor de mesa, teclado ampliado, mouse estacionário, software de voz sintetizada para atuação com o software leitor de tela NVDA e computador); e Kit Tipo 2 (que inclui os itens do Kit Tipo 1 e acrescenta um display braile e impressora braile).
 
Todas as informações, propostas e os anexos podem ser acessados em http://bibliotecas.sedpcd.sp.gov.bre, após digitalizados e devidamente assinados, devem ser enviados para o e-mail biblioteca@sedpcd.sp.gov.br ou encaminhados via postal para o seguinte endereço:
 
Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
“Concurso Bibliotecas Acessíveis”  
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10
CEP 01156-001 – Barra Funda – São Paulo (SP)
 
Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 5212.3705 / 3755 / 3741.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Tenha medo de mim!!!!!!

Outro dia, estava conversando e a pessoa levantou a seguinte questão: As pessoas têm certo receio que a pessoa com deficiência, possa se sair melhor do que o outro que não tem deficiência?
Esse pensamento é devido ao fato de como a sociedade reage frente a uma pessoa com deficiência, tendo a certeza de que ela (ele) é inferior, incapaz, um coitado, digno só de pena!!!!!! Eu sou contra este pensamento de que alguém tem medo de que outro, apenas, porque tem uma deficiência, seja melhor.

Acredito e vejo que ainda nem chegamos nesse sentimento ainda, nessa questão, na verdade estamos muito longe disso, falta caminhar vários quilômetros ainda. Hoje, o raciocínio, ainda, é de que somos invadidos mesmo, incapazes, somos café com leite.

Receio, medo, de que??????? Ser melhor, impossível!!! Se eu não tenho ferramentas, para viver na mesma sociedade. Para ser melhor, antes é preciso muita coisa, como por exemplo, ser visto enxergado, viver na mesma sociedade, ser um sujeito, ter as mesmas oportunidades, claro que, com equidade, participar da sociedade.

E ai sim, a gente pode entrar na concorrência, que é normal no ser humano, de querer, sempre, ser o melhor e ai, lógico, o cara competitivo, vai ter esse tipo de pensamento, “eu tenho que ser melhor que ele, poxa ele tem uma deficiência”. Mas ai, beleza, normal, não tem jeito, vivemos no mundo competitivo, cheio de inveja, egoísmo e buscamos nas fraquezas do outro, a nossa força e até nossas conquistas.

Eu espero que a gente chegue nesse pensamento, vai ser sinal, que estamos em uma sociedade inclusiva de verdade e se ele tem medo mim, é porque me reconhece enquanto pessoa e sabe que sou capaz!!!!!!!!

Seu pensamento também é esse?

Sistema avalia estádios brasileiros em itens como segurança e acessibilidade

Fernanda Cruz – Repórter da Agência Brasil - Edição: Denise Griesinger

Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha (Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
O Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha foi um dos 13 que receberam a melhor avaliação de acordo com o novo sistema

A segurança dos 730 estádios brasileiros, assim como o conforto, a acessibilidade e a higiene serão avaliados por meio do Sistema Brasileiro de Classificação de Estádios (Sibrace), lançado hoje (28) pelo Ministério do Esporte. Em uma primeira fase, já foram verificadas 155 arenas esportivas. As demais serão avaliadas no futuro.

O ministro do Esporte, George Hilton, disse que o objetivo é oferecer ao público um sistema de referência que indique onde um evento pode ser visto com mais conforto e segurança. “As famílias poderão retornar aos estádios. Haverá uma sequência de ações que tendem a modernizar todos esses espaços, oferecendo conforto, segurança e um ambiente higiênico. Quem vai ao estádio quer ter certeza de que a sua família estará segura”, declarou.

Os estádios que passaram pela classificação receberam notas representadas por bolas: o índice varia de uma bola, indicando as piores condições, a cinco bolas, para as melhores condições. Segundo o ministro, essa classificação será revista periodicamente. O prazo máximo da validade da classificação é 36 meses.

Itens avaliados
No quesito segurança, foram verificados a atuação de cambistas e flanelinhas, a fluidez do público pelas roletas de acesso e a iluminação. No item conforto, verificou-se a temperatura, os aspectos acústico e visual para o público, além da disponibilidade de serviços e infraestrutura, como lanchonetes.

Quanto à acessibilidade, foram avaliadas a orientação espacial, a comunicação e o deslocamento do público com deficiência ou mobilidade reduzida, além de obesos e idosos. No quesito vigilância sanitária, foram observadas as condições de higiêne de alimentação, das instalações sanitárias e serviços de saúde.

Dos 155, treze estádios brasileiros foram contemplados com cinco bolas. São eles Allianz Parque (São Paulo-SP), Arena Corinthians (São Paulo-SP), Arena da Amazônia (Manaus-AM), Arena do Grêmio (Porto Alegre-RS), José Pinheiro Borda, o Beira Rio (Porto Alegre-RS), Arena Pernambuco (São Lourenço da Mata-PE), Governador Magalhães Pinto, o Mineirão (Belo Horizonte-MG), Governador Plácido Aderaldo Castelo, o Castelão (Fortaleza-CE), Joaquim Américo Guimarães, a Arena da Baixada (Curitiba-PR), Jornalista Mário Filho, o Maracanã (Rio de Janeiro-RJ), Arena das Dunas (Natal-RN), Nacional Mané Garrincha (Brasília-DF) e Octávio Mangabeira, a Arena Fonte Nova (Salvador-BA).

Confira a classificação dos demais estádios avaliados no Guia de Classificação dos Estádios.

Claudia Rodrigues faz quimioterapia e transplante de células-tronco para curar esclerose múltipla

                      Foto: Instagram
                      
                      Claudia aparece com a cabeça raspada após transplante 


Afastada há dois anos da TV para tratar da esclerose múltipla, a atriz Claudia Rodrigues, de 44 anos, foi submetida a um transplante de células-tronco. Antes da cirurgia, ela foi submetida a um rigoroso processo de preparação por quatro meses, que incluiu sessões de quimioterapia. Durante o tratamento, ela teve que raspar a cabeça. Segundo a assessoria de imprensa da artista, ela está em casa, no Rio de Janeiro, em repouso absoluto.

“Ela está bem, mas não pode sair ainda, porque vai ter que tomar todas as vacinas. Ainda não podemos dar mais detalhes ou entrevista”, limitou-se a dizer a representante de Claudia.

                   Claudia Rodrigues
                   Claudia Rodrigues Foto: Arquivo/Agência O Globo
O transplante de células-troncos foi indicado pelos médicos que cuidam de Claudia. Existem casos comprovados de cura total através desse tratamento.

O cabelo da artista começou a cair por conta das seis sessões de quimioterapia que ela foi submetida, uma para retirar as células e cinco para receber as receber células novas. Claudia, então, optou por raspar a cabeça por completo.
Ainda em recuperação, Claudia recebeu a visitas de amigos. Numa imagem postada no Instagram do apresentador Geraldo Luis, ela aparece com o novo visual após o tratamento.

A atriz descobriu a doença em 2000 e chegou a ficar internada em junho do ano passado num hospital em São Paulo, após sentir um mal-estar. Na ocasião, ela gravou um vídeo para informar que estava bem.

                           Foto: Reprodução
                        Claudia Rodrigues grava vídeo do hospital: 'Estou bem'
                           Claudia Rodrigues grava vídeo do hospital: 'Estou bem' 

Atriz aluga apartamento no Rio
Desempregada, Claudia está alugando um dos dois apartamentos que possui na Gávea, Zona Sul do Rio. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da artista.

Ela colocou o imóvel no site "Airbnb", que reúne anúncios do mundo inteiro e fez a propaganda no próprio perfil no Facebook. Mas quem aparece como locadora é sua empresária Adriane. O apartamento possui três quartos com vários beliches e pode abrigar até dez pessoas.

Claudia oferece aos hóspedes dez camas, tv a cabo, internet, ar condicionado e máquina de lavar e cobra R$ 2 mil a diária. Existe ainda uma taxa de limpeza de R$ 200. Ainda há vagas para as férias, carnaval e Olimpíadas.

                              Foto: divulgação / Agência O Globo
                           Claudia Rodrigues aluga apartamento por R$ 2 mil a diária
                              Claudia Rodrigues aluga apartamento por R$ 2 mil a diária