sábado, 6 de fevereiro de 2016

KINOPLEX INAUGURA PROGRAMA DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO CINECARIOCA MEIER



A cidade do Rio de Janeiro acaba de ganhar um complexo de salas de cinema inteiramente acessível a pessoas com deficiência: o CineCarioca Meier. A partir de um acordo firmado entre o Kinoplex e o WhatsCine Brasil, o complexo foi todo equipado com tecnologia que permite transmitir recursos de acessibilidade a pessoas com deficiência por meio de smartphones e tablets. Na telona, o primeiro filme que será exibido com a novidade será Reza a Lenda, de Homero Olivetto, no dia 4 de fevereiro.

Durante as sessões, o público poderá selecionar as opções de acessibilidade por meio do aplicativo WhatsCine, disponível para iOS e Android. As pessoas com deficiência visual e cegas poderão ativar a audiodescrição, que permite com que ouçam a descrição das cenas em que não há diálogo por meio de fones de ouvido. Já as pessoas surdas ou com deficiência auditiva poderão ativar a legenda ou a tradução para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Neste último, a imagem de um intérprete surge nas telas dos equipamentos móveis.

“Estamos buscando, cada vez mais, fazer com que o cinema seja acessível a todos. Essa é uma das iniciativas e significa a inclusão de pessoas com deficiência auditiva, visual e, até mesmo, intelectual à linguagem cinematográfica. O CineCarioca, que já possui o que há de mais moderno em tecnologia de som e imagem, conta também com acessibilidade arquitetônica para cadeirantes”, diz Patricia Cotta, gerente de Marketing do Kinoplex.

O sistema WhatsCine conta também com outras funções, como de MultiIdioma, que permite transmitir versão dublada e legendada dos filmes, e de Interatividade dos usuários com a grande tela, que possibilita promover jogos, trailers interativos e novos formatos de publicidade, como enquetes e desafios, durante o momento de pré-show.

A iniciativa, pioneira como política pública no país, tem o apoio do programa Cinema Acessível RioFilme e foi idealizada com a ajuda da Biônica Filmes, Ouro21, BRDN Conteúdos Acessíveis, Mais Diferenças e Ktalise.

Saiba mais sobre o WhatsCine no site http://www.whatscine.com.br e na fanpage www.facebook.com/whatscinebr.

"ME EMPURRA QUE EU ANDO" TRAZ INCLUSÃO PARA O CARNAVAL

O Carnaval de Niterói começou no sábado, dia 30/01, para os integrantes do bloco “Me Empurra que Eu Ando”.

                             


Com mais de 100 componentes, somados aos integrantes da bateria da Viradouro, que promete agitar o carnaval com um banho de inclusão.

A concentração do bloco se reuniu, às 17h, em frente à Clinica Topfisio, na esquina das ruas Ministro Otavio Kelly com Cinco de Julho, em Icaraí, de onde saiu dando a volta no quarteirão, agregando cadeirantes, muletantes, andantes e simpatizantes.

Já é o oitavo ano consecutivo de desfile do grupo, que tem como madrinha e criadora, a cadeirante de 51 anos, Ana Lúcia de Souza Macedo, paciente da clínica Top Físio.

Fisioterapeutas, médicos e pacientes da clínica, movidos pelas limitações que algumas pessoas têm em participar do carnaval, deram continuidade à criação do bloco.

O fisioterapeuta da clínica Top Físio, Fernando Mello, de 45 anos se juntou à dona do estabelecimento Viviane, e à paciente paraplégica, Ana Lúcia, dando nome ao grupo de “Me empurra que eu ando”, devido à necessidade que alguns cadeirantes têm em serem empurrados para se locomover.

Vários sambas são compostos por outra paciente da clínica, que tem duas próteses, uma em cada joelho, dona Wanda.

No dia do desfile, o bloco reúne centenas de pessoas, incluindo deficientes de todos os tipos e simpatizantes.

A jornalista e coordenadora da Divisão de Acessibilidade e Inclusão-Sensibiliza UFF, Lucília Machado, já fez hidroginástica na clínica e vai participar novamente do bloco. “É uma coisa legal de se ver. As pessoas se misturam. Eles conseguem agregar pessoas da cidade, com ou sem deficiência. Já esta se tornando uma tradição em Niterói."

O pessoal da clínica é muito entrosado e participativo. É uma experiência muito válida, porque é uma forma de inclusão social”, contou Lucília.

Fonte: Diversidade na Rua www.fernandazago.com.br

ANDE divulga lista de convocados da Seleção Brasileira de bocha para a II Fase de Treinamento

                               José Carlos Oliveira, o "Zé", em ação no evento-teste da bocha para o Rio-2016
José Carlos Oliveira, o “Zé”, como é conhecido, durante o evento-teste da bocha para os Jogos Paralímpicos do Rio-2016

A Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE) divulgou nesta quinta-feira, 4, a convocação da Seleção Brasileira de bocha para a II Fase de Treinamento de 2016. As atividades serão divididas em dois grupos. No período de 15 a 21 de fevereiro, o Centro de Treinamento da Unimed receberá os atletas das classes BC1 e BC2. Na sequência, será a vez dos pares BC3 e BC4 utilizarem as instalações do CT.

O treinador Darlan Ciesielski frisou que separar a equipe para os treinamentos é importante para dar mais atenção aos atletas. “Nesta penúltima fase de treino, pré-campeonato mundial, iremos dividir o grupo com a finalidade de concentrar melhor as atenções em pontos específicos de cada atleta e, assim, aproveitar o tempo com maior eficiência”, explicou Darlan.

O ano será de torneios importantes para Seleção, com duas grandes competições. Em março, disputará em Pequim, na China, o Campeonato Mundial individual e, em setembro, o maior evento do paradesporto, os Jogos Paralímpicos do Rio-2016.

Confira a Delegação Brasileira.
Atletas
Luiz Humberto (BC1) – APARU
José Carlos Chagas (BC1) – ADEFU
Maciel Santos (BC2) – SMEL Mogi
Lucas Ferreira de Araújo (BC2) – ANDEF
Vanderleia Costa (BC2) – TRADEF
Antonio Leme (BC3) – APBS
Matheus Carvalho (BC3) – CDDU
Evani Soares (BC3) – APT
Dirceu Pinto (BC4) – TRADEF
Eliseu dos Santos (BC4) – TRADEF
Marcelo dos Santos (BC4) – ADFP

Técnicos
Glênio Fernandes
Darlan Ciesielski
Luiz Carlos
Janaína Pessato
Auxiliares técnicos
Vagner Lopes Lima
Ana Carolina Lemos Alves
Paulo Barbosa
Edinaldo Gomes

Calheiros
Oscar Carvalho
Fernando Leme
Renata Santos

Com informações da Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE).

Comitê Paralímpico Brasileiro abre inscrições para I Copa Brasil de Esgrima em Cadeira de Rodas

                                Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX
                                


O Comitê Paralímpico Brasileiro abriu nesta sexta-feira, 5, as inscrições para a I Copa Brasil de Esgrima em Cadeira de Rodas. O prazo para se inscrever vai até 17 de fevereiro e o atleta ou clube interessado deve realizar o processo pelo site http://cadastro.cpb.org.br/inscricao-web/.

A competição, que será disputada em Valinhos (SP), é uma das mais importantes do país na modalidade e vale pontos para a formação do ranking nacional. Durante o ano, ainda haverá a segunda edição da Copa, em maio, e o Campeonato Brasileiro, em novembro.

O regulamento da I Copa Brasil de Esgrima em Cadeira de Rodas está disponível para download (veja link abaixo).


ABRC anuncia os convocados da Seleção Brasileira de rugby para o evento-teste do Rio-2016

                           Alexandre Taniguchi é um dos presentes no evento-teste do Rio-2016 em fevereiro
           Alexandre Taniguchi é um dos convocados para o evento-teste da modalidade no fim do mês


A Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas (ABRC) anunciou a convocação dos atletas que integrarão a Seleção Brasileira no evento-teste da modalidade para os Jogos Paralímpicos do Rio-2016, de 26 a 28 de fevereiro, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro.

Antes disso, como forma de preparação para o evento, a comissão técnica e atletas se reúnem no período de 20 a 25 deste mês para a II Semana de Treinamento.

Além da equipe brasileira, o torneio contará com as equipes do Canadá, Grã-Bretanha e Austrália. O objetivo é avaliar as operações e instalações da Arena, palco das partidas de rugby em CR e de basquete em CR durante os Jogos Paralímpicos.

Confira os convocados.
Atletas
Alexandre Vitor Giuriato
Alexandre Keiji Taniguchi
Bruno Damaceno Ferreira
Davi Rodrigues Coimbra de Abreu
Gilson Dias Wirzma Junior
Guilherme Figueiredo Camargo
Hélder Ribeiro do Prado Jr
José Higino Oliveira Souza
Julio Cesar Braz
Lucas França Couto Junqueira
Luis Fernando Sper Cavalli
Rafael Hoffman

Com informações da Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas (ABRC).

Fundação Síndrome de Down qualifica para o mercado de trabalho

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A Fundação Síndrome de Down de Campinas (SP) está com inscrições abertas para o curso de iniciação ao trabalho, no qual pessoas com deficiência intelectual acima de 17 anos têm a chance de aprender, de forma teórica e prática, os primeiros passos para trabalhar em uma empresa e conquistar maior independência. Estão disponíveis oito vagas e as aulas têm início no dia 15 de fevereiro.
O curso de qualificação terá carga horário de 90 horas, com aulas nas segundas e quartas-feiras, das 13h às 16h, e um evento mensal, o ‘’Foco no Trabalho’’, que trará profissionais para discutir com os alunos assuntos sobre plano de carreira.
A atividade, que já empregou 100 usuários nos últimos 15 anos, foi reformulada para 2016 devido à crise e ao acirramento do mercado de trabalho. O objetivo é buscar uma preparação melhor para os alunos matriculados e ambientá-los para o cenário da economia atual.
A Fundação Síndrome de Down fica na Rua José Antônio Marinho, 430, no Jardim Santa Genebra, em Campinas. Para mais informações, ligue para (19) 3289-2818.
Serviço
Curso de Iniciação ao Trabalho (CIT)
Quando: Início das aulas dia 15 de fevereiro – de segundas e quartas-feiras, das 13h às 16h
Onde: Fundação Síndrome de Down – Rua José Antônio Marinho, 430, no Jardim Santa Genebra
Pré-requisito: ser maior de 17 anos
Mais informações: (19) 3289-2818

Fontes: g1.globo.com - pessoascomdeficiencia.com.br

Lei de SP obriga parques e áreas de lazer a ter brinquedos para deficientes

  brinquedos adaptados
  Priscila Kelly ao lado do marido e dos filhos Luana de 11 anos e Erick de 9 anos (Foto: Arquivo Pessoal)

As áreas de lazer e parques infantis, públicas e privadas, deverão a partir de agora instalar brinquedos adaptados para crianças com deficiência. O prefeito Fernando Haddad (PT) sancionou nesta quinta-feira (4) uma lei com a nova determinação.
De autoria do vereador David Soares (PSC), a lei também prevê a obrigatoriedade de brinquedos adaptados em clubes particulares e centros comerciais com área de lazer. O objetivo é proporcionar a integração das crianças deficientes com outras crianças.
“Cerca de 10% da população sofre de algum tipo de deficiência e observei que além dos parques públicos estarem em mau estado de conservação, não estão adaptados e acabando excluindo as crianças deficientes”, afirmou o vereador.
A norma exige que os brinquedos deverão estar de acordo com as normas de segurança do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) para facilitar o acesso dos deficientes físicos.
Nos locais com brinquedos adaptados deverão ser afixadas placas indicativas com a informação: “Entretenimento infantil adaptado para integração de crianças com e sem deficiência”.
‘Acessibilidade é zero’
A notícia alegrou a funcionária pública Kelly Priscila Cutis Gonçalves, mãe de Luana de 11 anos, que perdeu a mobilidade após um erro médico ter provocado distúrbios físicos e mentais quando era apenas uma bebê.
“A acessibilidade aos brinquedos é zero. Até mesmo as escolas com inclusão social não possuem brinquedos adaptados e na hora da recreação enquanto as crianças vão para o parquinho, minha filha fica dentro da sala de aula”, lamenta a mãe.
Com 10 meses, Luana já andava, mas teve uma virose e foi levada ao hospital. Ao ser medicada com soro para hidratação, recebeu uma dose cem vezes maior do que o recomendado. Ao invés de receber 0,05% de glicose, a criança acabou medicada com uma dose de 50% de glicose, o que provocou paralisia cerebral.
“Para eu poder brincar com ela, tenho que pegá-la no colo e sentar na balança, já que os brinquedos não tem segurança para segurar ou apoiar o corpo”, disse Priscila Kelly. A mesma dificuldade também é sentida nos parques infantis privados e áreas de lazer comerciais. “Nesses parques infantis, eu só posso levá-la nos brinquedos em que permitem adulto como acompanhante”, criticou.
A funcionária pública possui outro filho, de 9 anos, e sente ainda mais a diferença e falta de inclusão quando passeia com os dois. “A Luana está perdendo uma fase importante da vida apesar de não andar. Ela vê o irmão e os amiguinhos brincando e fica isolada. Ela acaba excluída da área de lazer”, afirmou.
O projeto de lei previa a suspensão do alvará de funcionamento dos estabelecimentos comerciais até sua adequação, mas o artigo foi vetado pelo Executivo municipal.
Como, inicialmente, a lei não prevê nenhum tipo de multa ou restrição aos que não cumprirem a determinação, a mãe espera que a nova legislação não caduque. “A gente espera que isso saia do papel e ocorra na prática”, disse Kelly.
Fontes: g1.globo.com - pessoascomdeficiencia.com.br

Veja conferência sobre inovações na educação inclusiva de 10 a 12/2

logo do Projeto zero, em fundo branco, com letras verdes e uma muda de planta - por um mundo sem barreiras.

O Projeto Zero se dedica à divulgação de inovação, investigação e melhoria contínua sustentável para a vida das pessoas com deficiência.
Durante os últimos cinco anos, o Projeto Zero tem crescido significativamente e vem acumulando mais dados e insights do que nunca para compartilhar. Por isso, decidiu lançar “Inovações do Project Zero” – um resumo periódico de sobre inovações.

Transmissão online ao vivo da Conferência Projeto Zero
A Conferência Project Zero acontecerá de 10 a 12 de Fevereiro, em Viena, e será dedicada ao tema “Educação Inclusiva e Tecnologias de Informação e Comunicação.” 500 dos principais especialistas com e sem deficiência irão participar, apresentar-se e discutir práticas e políticas inovadoras. Haverá transmissão ao vivo online acessível, em inglês, de cada sessão na sala plenária, com legendas em tempo real, disponível on-line a partir de 10 de fevereiro, 10:00h no Brasil. Participarão os Brasileiros Antônio José Ferreira, Secretário Nacional da Pessoa com Deficiência, Claudia Werneck, da Escola de Gente e Alberto Argueles, da WVA editora. 




Relatório Zero  2016 online
A nova edição do Relatório do Projeto Zero 2016 reuniu dados valiosos sobre a situação das pessoas com deficiência. Focando em 30 indicadores sociais, mostra uma imagem detalhada da implementação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD) em 129 países. Além disso, mais de 3.000 pessoas nominaram Práticas Inovadoras e Políticas. Cerca de 150 especialistas de rede global do Projeto Zero ajudaram a identificar os mais inovadores. Veja o relatório para download, em inglês em:  http://zeroproject.org/wp-content/uploads/2016/02/Zero-Project-Report-2016-final.pdf


86 Práticas Inovadoras estão online
Na Armênia, ainda há uma abordagem segregada à educação dos jovens com deficiência, como na maioria dos países do mundo, mas a “Ponte da Esperança” está prestes a mudar isso através do apoio a escolas regulares e formação dos seus professores em métodos de educação inclusiva. Hoje, 2.200 crianças com deficiência já são educadas em escolas inclusivas. Outra prática inovadora, das 86 selecionadas, é a Rede Access Text, que liga as universidades americanas a quase todas as editoras universitárias americanas. Isso permite que as editoras forneçam livros didáticos para alunos com deficiência em um formato acessível de modo rápido e reduzindo os custos. Veja todas as 86 Práticas Inovadoras, em inglês, em: http://zeroproject.org/practice-type/innovative-practices-2016-on-education-and-ict/ 

Aberta Consulta Pública da Proposta de Regimento da 4ª Conferência Nacional de Direitos da Pessoa com Deficiência

A proposta de Regimento da 4ª Conferência Nacional de Direitos da Pessoa com Deficiência está disponível para consulta pública até o dia 26 de fevereiro. As sugestões de alteração do documento, que define as regras de funcionamento e a organização do evento, devem ser enviadas para o e-mail:cndpd@sdh.gov.br. Após a consulta pública, o Regimento Interno será aprovado pelo Plenário do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), em sua 102ª Reunião Ordinária, nos dias 9, 10 e 11 de março de 2016.
Também está disponível o informe sobre Transversalidade e as normas de participação dos delegados e delegadas eleitos/as para representar a temática da pessoa com deficiência na 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos que acontece de 27 a 29 de abril.
A 4ª Conferência Nacional de Direitos da Pessoa com Deficiência será realizada de 25 a 27 de abril de 2016  no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), das 8h30 às 18h. Podem participar os/as delegados/as eleitos/as nas conferências estaduais, que estão em andamento em todo o país.
Assessoria de Comunicação Social
Fone: (61) 2027-3941

Drama de 'homem-árvore' mobiliza médicos na Ásia

Verrugas de doença rara faz mãos de jovem parecerem árvore

BBC Brasil
                                Foto: Munir Uz Zaman/AFP
                                

Um pai de família de 26 anos de Bangladesh, conhecido como "homem-árvore" pelas enormes verrugas em forma de casca que cobrem suas mãos e pés, finalmente deverá passar por cirurgia para remover as deformidades que começaram a aparecer há 10 anos.

Abul Bajandar, da região bengali de Khulna, está passando por testes e preparativos para retirar as deformidades que pesam ao menos 5 kg e inutilizaram suas mãos e pés.

As verrugas pareciam inofensivas no começo, mas cresceram a ponto de transformar suas extremidades em malformações que lembram os galhos de uma árvore.

Bajandar teve que abandonar o trabalho como motorista e hoje vive sob os cuidados da mãe e da mulher, que o ajudam a comer e tomar banho.

O homem disse ao jornal local The Daily Star que as verrugas começaram a aparecer quando ele tinha 15 anos, mas "cresceram muito rápido" nos últimos anos. Ele diz sentir dor intensa ao mover pés e mãos.

A família de Bajandar procurou diversas maneiras de resolver o problema, de homeopatia até viagens a Calcutá, na Índia, em busca de um diagnóstico.

Médicos não encontravam uma explicação, e Bajandar diz que remédios só pioravam a situação.

Foi apenas após a intervenção de um jornalista local, comovido pela situação do rapaz, que o caso passou a ter alguma chance de solução. O chefe de uma rede de TV local contatou amigos e médicos em Bangladesh e no exterior, e acabou chegando à unidade de queimados do Hospital Universitário de Dhaka, o maior hospital público do país.

"Talvez não consigamos oferecer uma cura absoluta, mas talvez possamos ao menos tentar deixar suas mãos funcionais", disse o médico Samanta Lal Sen ao jornal local The Daily Star. A equipe de Sen resolveu tratar o caso sem custo nenhum para Bajandar.

Doença rara
Existem apenas quatro pessoas no mundo identificadas com a doença de Abdul.

O nome técnico da enfermidade é epidermodisplasia verruciforme, mais conhecida como "doença do homem-árvore". É causada por uma falha do sistema imunológico que aumenta a vulnerabilidade ao papilomavírus humano (HPV).

É uma doença não contagiosa, relacionada com o câncer de pele e ainda pouco conhecida.

O médico Sen, que dirige a unidade de queimados e cirurgia plástica no Hospital Universitário de Dhaka, disse ser o primeiro caso em Bangladesh.

Até o momento, houve registro de outros três casos: na Romênia (em 2007) e dois na Indonésia (diagnosticados em 2007 e 2009).

Sem cura
"Nunca vi nada igual. A probabilidade de ter essa doença é de menos de um caso entre um milhão", afirmou Anthony Gaspari, da Universidade de Maryland (EUA), que tratou um dos afetados na Indonésia, Dedé Koswara.

Dedé, que tinha 35 anos quando detectaram a enfermidade, trabalhava em um circo, ganhando a vida e exibindo suas verrugas como "homem árvore".

Graças a um documentário do Discovery Channel, o caso de Dedé se tornou público, e em 2008 ele passou por uma série de cirurgias nos EUA, que o livraram de 2 kg de verrugas.

Pela primeira vez em décadas, Dedé, que tem dois filhos adolescentes, recuperou parte da mobilidade das extremidades.

Mas o tratamento não foi suficiente e ele teve que passar por novas cirurgias em 2011 - suas verrugas continuam a crescer ano a ano.

No caso de Adul, uma equipe de cinco cirurgiões, dermatologistas e outros especialistas analisarão o caso nas próximas semanas para definir a melhor maneira de eliminar as verrugas.

Adul tem uma filha de 3 anos, e até agora não há cura conhecida para sua enfermidade.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Vinicios, o skatista brasileiro deficiente que inspira Tony Hawk

Por 

Foto: Gabriel Quintão
Vinicios Sardi skate

Vinicios Sardi é brasileiro, deficiente e skatista. Ele nasceu sem as duas pernas, mas isso não o impediu de subir em cima de umskate e superar a barreira física. Com apenas 20 anos de idade e morador da cidade de São Paulo, ele começou a praticar o esporte com 16 anos e veio a participar de campeonatos, levando até o primeiro lugar. Mas, um acontecimento recente foi tão importante quanto qualquer troféu: sem imaginar, ele chamou a atenção do maior skatista de todos os tempos, a lenda Tony Hawk.

Click AQUI para ver o vídeo:
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Sem nunca ter tido nenhum contato com o skatista brasileiro, Hawk postou em seu Instagram um vídeo do Vinicios e escreveu: “Obrigado, @vsardiskate pela inspiração“. A postagem teve mais de 47 mil curtidas e quase dois mil comentários. Depois disso, o celular de Vinicios não parou de apitar e as pessoas o procuram cada vez mais. “Tony é o maior de todos. Nem acreditei quando ele me citou. Foi um sonho”, celebra o rapaz.
Claro que, Vinicios não poderia deixar de responder agradecendo ao mestre, e foi o que fez. Então veio a surpresa: Hawk respondeu dizendo que pretende andar de skate com ele um dia. Tem sonho melhor que esse?
O Virgula procurou o skatista paulistano para saber melhor sobre tudo isso que está rolando, e descobriu um exemplo de superação e injeção de vida. Agora entendemos porque Tony Hawk se sentiu inspirado. Vinicios não só anda, ele voa.

PARALISIA CEREBRAL - UM NOVO CONCEITO EM TRATAMENTO NEUROLÓGICO INFANTIL

Criado em 2006 por Leonardo Oliveira, para o tratamento de reabilitação de seu próprio filho (portador de hemiplegia), o Pedia Suit é o mais moderno macacão terapêutico ortopédico disponível no mundo para tratamento de desordens neurológicas, sensitivas e motoras.

Alini Brito

     
(Imagem - foto colorida da matéria, com uma criança, uma menina com paralisia cerebral, dentro de um espaço ligada aos 'cabos elásticos' azuis que prendem a sua ''roupa'' especial, um macacão terapêutico, desse tratamento fisioterápico e ortopédico, nas cores verde, preto e azul)

Com base no “Peguin Suit” - roupa desenvolvida pelos Russos para amenizar os efeitos colaterais das viagens ao espaço nos astronautas - Leonardo e um grupo de terapeutas adaptaram a vestimenta, tornando-a mais leve, transpirável e também de fácil aplicação e remoção, além de ser confortável. Essa confecção foi baseada no fato de que a ausência da força da gravidade apresentada pelos astronautas era semelhante aos problemas físicos apresentados pelos portadores de Paralisia Cerebral.

PROTOCOLO

O Pedia Suit é um protocolo de tratamento intensivo, com utilização do macacão, da spider (gaiola), elásticos e a monkey cage (exercícios de fortalecimento). Realizado durante um período de 01 mês, com aproximadamente 04 horas diárias, 05 dias por semana, levando em conta as condições de cada paciente. É aplicado por Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais, com uso do macacão e sistemas de elásticos para alinhar o corpo o mais próximo do normal.

INDICAÇÕES

O uso do macacão terapêutico ortopédico combinado com a terapia intensiva tem sido muito benéfico em crianças que apresentam paralisia cerebral; atraso no desenvolvimento motor; traumatismo crânio-encefálico; AVC; ataxia; atetose; deficiências neurológicas; deficiências ortopédicas; doenças degenerativas; desordens convulsivas; incapacidades pós-cirúrgicas; lesões de medula espinhal; transtornos vestibulares e síndrome de Down. O protocolo é aplicado em crianças acima dos 02 anos de idade ou com peso superior há 09 kilos. Para a faixa etária abaixo da citada, as atividades são adaptadas.

BENEFÍCIOS

Os benefícios terapêuticos proporcionados pelo protocolo são: melhora nas respostas sensoriais e motora; normalização de tônus muscular; melhorar o alinhamento e equilíbrio corporal; minimizar contraturas; aumento da densidade óssea; reforço muscular; estabilidade muscular; propriocepção; ajustar o padrão da marcha; melhorar consciência corporal com relação ao espaço; proporcionar melhor qualidade de vida, desenvolver atividades funcionais e aumentar variedade de movimentos voluntários, dentre outras.

CONTRA-INDICAÇÃO ABSOLUTAS

Sub-luxação ou luxação com indicação cirúrgica; escoliose com indicação cirúrgica; osteoporose; deformidades e contraturas ósseas sem capacidade de reversão; pressão arterial elevada; certas doenças cardíacas; alterações vasculares graves.
O macacão terapêutico Pedia Suit auxilia no reaprendizado do sistema nervoso central e possibilita que o paciente supere padrões de movimentos patológicos, executando e repetindo padrões de movimentos até então desconhecidos. Esses movimentos são facilitados pelos ajustes do macacão, adaptando-se às necessidades do paciente. Estímulos de equilíbrio, consciência corporal no espaço, dentre outros, são enviados ao centro motor cerebral com a finalidade de restabelecer as suas funções danificadas, facilitando a formação de novas sequências de movimentos e posicionamento corporal. Os estímulos intensivos e diferenciados, facilitam um novo aprendizado motor e consequentemente melhores evoluções do quadro apresentado pelo paciente.

Abortar não é discriminar deficientes", diz médico

  Autor: Karina Gomes - Edição: Rafael Plaisant

   

O aumento de casos de microcefalia no Brasil gera debate intenso sobre a descriminalização do aborto. O grupo que defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) a possibilidade de interrupção da gravidez em casos de anencefalia pretende entrar com uma ação para garantir o mesmo direito às mães de fetos diagnosticados com a síndrome.

Para quem se opõe à ideia, o aborto de bebês microcéfalos é uma forma de eugenia – o aprimoramento de "qualidades físicas e morais de gerações futuras" – termo científico criado em 1883, mas até hoje associado à política de seleção social da Alemanha nazista.

Rui Nunes,professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do porto, defende que a autonomia reprodutiva da mulher não está ligada ao eugenismo, mas ao direito de decidir sobre o futuro do feto com deficiência, com base na qualidade de vida que ele terá no futuro.

"Não tem que ver com nenhuma discriminação", argumenta o especialista em bioética. "Os países que permitem o aborto nesses casos são os que mais se preocupam com a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade."

Segundo Nunes, o autor do livro Questões éticas do diagnóstico pré-natal da doença genética, há dois patamares de decisão: um de natureza clínica e outro de natureza ética ligado aos valores que a mãe ou casal defendem. "Não é por gostarem mais ou menos dos seus filhos. É sobretudo por uma preocupação em relação ao futuro dessas crianças."

Deutsche Welle: O diagnóstico de microcefalia justifica um aborto?

Rui Nunes: Por um lado, a vida intrauterina merece respeito e não pode ser cerceada sem uma causa devidamente justificada. Mas há situações em que a autonomia reprodutiva da mulher justifica a interrupção voluntária da gravidez. Além de casos de estupro e quando há risco à saúde da mãe, ela também vale para quando a qualidade de vida previsível do feto é tão afetada que cabe à mãe ou ao casal decidir. Essa evolução se deu na maioria dos países ocidentais há muitos anos e, portanto, creio que uma sociedade civilizada deve ao menos discutir abertamente esse tema sem nenhum tipo de tabu nem de reserva intelectual.

Aplica-se o termo eugenia nesse caso?

O termo "eugenia" é determinado culturalmente. Tecnicamente, deve se reservar o termo para as situações em que há uma intenção de melhorar o capital humano através de todas as ferramentas biológicas e genéticas de que a ciência hoje dispõe. Por exemplo, foi aprovada [esta segunda-feira] no Reino Unido a manipulação genética do embrião para melhorar suas características, como inteligência e memória, ou para selecioná-las, como o sexo, a cor dos olhos ou da pele. Isso é eugenia. Nos dias de hoje, não é muito correto dizer que o aborto de fetos com deficiência é um ato eugênico quando o que se pretende é garantir que quem nasce numa sociedade muito competitiva e materialista tenha as melhores condições possíveis, independentemente do fato de todos terem o direito à vida. Evidentemente, não é isso que está em causa.

Há vários níveis de comprometimento, como cognitivo e motor, do bebê com microcefalia. Entrevistei uma jornalista de 25 anos que tem a síndrome, mas não chegou a ter danos cerebrais. Como fica essa linha tênue de decisão entre abortar ou não quando os pais recebem esse diagnóstico?

Em primeiro lugar deve haver um diagnóstico médico e clínico suficientemente preciso. Depois há uma decisão que não é clínica, mas tem a ver com valoração que a mulher e o casal fazem da existência de um feto com essas características biológicas, se isso justifica ou não interromper a gravidez. Na Europa, por exemplo, há esse campo de manobra para as mulheres, no sentido de poderem exercer sua autonomia reprodutiva. Há casos como da jornalista que não teve a qualidade de vida afetada, e há outros em que os pacientes tem problemas maiores.

A decisão de não ter um bebê com microcefalia pode se traduzir num preconceito contra pessoas com deficiência?

O debate nos países ocidentais não tem a ver com nenhuma discriminação. Porque se analisarmos, e esse argumento é fortíssimo, os países que regularizaram a interrupção da gravidez nos casos de fetos portadores de deficiência são também os que mais apostaram nas políticas de inclusão e igualdade de oportunidades para os deficientes. Despenalizar o aborto nessas circunstâncias extremas não significa discriminar os deficientes, porque os que acabam por nascer por escolha dos pais são muito protegidos nesses países.
Portugal é um deles.

Exatamente. Tem-se feito um esforço tremendo de inclusão das pessoas portadoras de deficiência na sociedade e com custos substanciais para os contribuintes. Não há nessa discussão nenhum sinal pejorativo ou negativo em relação aos deficientes. Há simplesmente a possibilidade de os casais escolherem. Ponto. Todos os países que figuram nas primeiras posições no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU, como os países escandinavos, a Austrália, a Nova Zelândia, o Canadá e os países europeus, analisam o problema da seguinte forma: por um lado, dar à mulher a possibilidade de fazer escolhas livres e informadas. Por outro, a partir do momento em que nasce alguém, portador ou não de deficiência, incluí-lo na sociedade.

Essa política mudou de forma significativa as estatísticas relacionadas ao aborto nesses países?

O número de casos de microcefalia em Portugal não é muito grande. Mas no caso da Trissomia 21 [Síndrome de Down], por exemplo, obviamente muitos casais optam por fazer isso, sobretudo por preocupação em relação ao futuro que uma criança ou um jovem com um problema desses vai ter amanhã numa sociedade tão competitiva como a nossa. São condicionantes que levam os pais a pensar. Temos tecnologia muito apurada nos nossos institutos de genética e me atrevo a dizer que, na maioria dos casos em que se faz o diagnóstico, os casais optam pelo aborto. E não é por gostarem mais ou menos dos seus filhos. É precisamente por acharem que com aquelas condições a possibilidade de terem uma qualidade de vida aceitável se reduz drasticamente.

Entidades que defendem a liberação do aborto em casos de microcefalia justificam a interrupção da gravidez, entre outros fatores, pelo fato de o governo brasileiro ter falhado no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite o vírus zika. É possível estabelecer essa relação?

A relação poderia existir, é um argumento de natureza política bastante forte, mas nos seus fundamentos éticos é mais fraca. Eu não sei até que ponto o Estado tem condições de impedir uma epidemia dessa natureza, mas, mesmo que tivesse, creio que faz muito mais sentido argumentar como uma questão de direitos fundamentais, de direito à escolha, de direito à liberdade de reprodução, e menos por esse nexo causal. Senão amanhã essa epidemia passa, e voltamos à estaca zero. Vale a pena alicerçar esse debate no fato de que trata-se de um direito, sobretudo das famílias com menos recursos e que não vão conseguir dar uma boa qualidade de vida a essas crianças.

Fonte: MSN

Notícias sobre Schumacher não são boas', diz ex-parceiro

Luca di Montezemolo, ex-presidente da Ferrari, falou sobre situação do piloto ao site Bild

'Notícias sobre Schumacher não são boas', diz ex-parceiro - Grosby Group

Luca di Montezemolo, ex-presidente da Ferrari, disse ao site Bild, estar pessimista com o estado de saúde de Michael Schumacher, que há dois anos se acidentou gravemente durante um acidente de esqui.
"Sobre Schumacher? Sigo me informando, mas as notícias que me chegam não são boas", disse.
O piloto se acidentou em 29 de dezembro de 2013, sofrendo um traumatismo craniano e, consequentemente, nove meses internado, sendo seis deles em coma. Já 2014, ele foi transferido para sua casa em Gland, na Suíça, onde continua o tratamento, no entanto, a família impediu que médicos e profissionais se comunicassem sobre o caso à imprensa.
"Corinna a mulher de Shumacher me impede de ter qualquer contato com Michael. Tentei várias vezes visitá-lo, sem sucesso. Eles sempre se recusam a me dar permissão para vê-lo. A situação é insustentável para mim e minha família sofre. Durante 25 anos, as nossas famílias estavam intimamente relacionadas e agora... ninguém pode entender", reclamou Luc, também impedido de qualquer tipo de contato.
Schumacher ja foi coroado como o piloto mais rico que já correu na F1, com uma fortuna de quase US$ 800 milhões. Mas suas despesas médicas estão acabando com o dinheiro da família, já que seu tratamento custa, pelo menos, US$ 150 mil (R$ 470 mil) por semana.

Prazo para inscrever trabalhos no ICSEMIS 2016 é prorrogado até 29 de fevereiro

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A organização da Convenção Internacional de Ciência, Educação e Medicina do Esporte (ICSEMIS, em inglês) prorrogou o prazo para envio de resumos até o dia 29 de fevereiro. Os trabalhos podem ser enviados no site da convenção: http://www.icsemis2016.org/.
O evento chancelado pelo Comitê Paralímpico Internacional ocorrerá em Santos (SP), de 31 de agosto a 4 de setembro, semana que antecede os Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, de 7 a 18 de setembro. A sede escolhida da convenção será a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Os principais assuntos serão a ciência do esporte, a pedagogia esportiva e a comunidade de medicina esportiva.
O ICSEMIS é uma conferência científica esportiva que atrai mais de 2 mil participantes e ocorre a cada quatro anos, sempre no país da respectiva edição dos Jogos Paralímpicos e Olímpicos.
A primeira edição do ICSEMIS ocorreu em Guangzhou, China, em 2008, antes dos Jogos de Pequim. O evento atraiu, naquela ocasião, 1.500 participantes de 40 países que discutiam a prática esportiva e os avanços da ciência. Quatro anos depois, foi a vez de Glasgow, Escócia, ser sede.
O Comitê Internacional de Coordenação do ICSEMIS é composto pelo Comitê Paralímpico Internacional, além da Federação Internacional de Medicina Esportiva (FIMS, em inglês) e o Conselho Internacional de Ciência Esportiva e Educação Física. Até 2012, o Comitê Olímpico Internacional também fazia parte do evento.