sábado, 26 de março de 2016

Regulagens na cadeira de rodas

Com um jogo de chaves Allen é possível regular grande parte das peças de uma cadeira de rodas.



Deixar a cadeira na medida certa e plenamente confortável é um desafio e pode levar anos. Um dos principais motivos é a dificuldade de encontrar profissionais que saibam fazer todas as regulagens necessárias. A alternativa que temos é aprender por conta própria a mexer e regular nossas cadeiras. Porém, muita gente tem dificuldade em segurar a cadeira e apertar determinados parafusos, se este for seu caso, será preciso a ajuda de alguém. Mas de qualquer forma, temos que aprender!

Antes de mostrar as possíveis regulagens, a dica que dou é regular a cadeira toda na hora da compra, junto ao vendedor. O problema é a dificuldade de encontrar lojas dedicadas a cadeiras de rodas, ainda mais que tenham profissionais capacitados para fazer as regulagens corretas. Minha sugestão é viajar até uma cidade que disponha disto, como São Paulo ou Rio, para fazer um test drive na cadeira que deseja adquirir e regular ela corretamente para maior conforto. A Reatech é uma boa oportunidade para fazer o test drive, só que já fiquei sabendo que este ano não terá!


Se não conseguir fazer nada disto, a sugestão é adquirir uma cadeira que tenha muitas opções de regulagens e levá-la a um fisioterapeuta que entenda de cadeiras de rodas ou ao Sarah, que na minha opinião é o melhor lugar para isto. O importante é deixar a cadeira bem ajustada para sua deficiência e tamanho. Uma cadeira mal ajustada pode trazer sérios problemas futuros – e a gente sabe que problemas nós cadeirantes já temos o suficiente.


Fiz três vídeos mostrando alguns ajustes que fui aprendendo a fazer ao longo tempo – frisando que só consigo fazer isto por ter quase dez anos de lesão e ter estudado bastante o funcionamento destas nossas parceiras!



Fonte: blogdocadeirante.com.br

Turismo acessível e social discute-se em Setembro na Horta

por: Ricardo Shimosakai

                    Cadeira de Praia disponível nas praias do Pópulo e Milícias em Açores, um arquipélago transcontinental e um território autónomo da República Portuguesa
Cadeira de Praia disponível nas praias do Pópulo e Milícias em Açores, um arquipélago transcontinental e um território autónomo da República Portuguesa
A cidade açoriana da Horta (Faial) acolhe nos dias 16 e 17 de Setembro o II Fórum Empreendedorismo em Turismo Acessível e Social. Esta iniciativa vem na sequência da decisão da OMT de dedicar o próximo Dia Mundial de Turismo ao tema “Turismo para todos – promover a acessibilidade universal”.

Este fórum pretende criar sinergias e dinâmicas entre diversas áreas e sectores relacionados com o Turismo Acessível e Social, através da apresentação de casos de sucesso, bem como pela problematização e contextualização do tema.

Por outro lado, visa proporcionar a reflexão, o diálogo e um debate de ideias inovador e criador de novas oportunidades. A acessibilidade, além de ser um direito consagrado pelas leis nacionais e internacionais, é uma importante afirmação de responsabilidade social e cívica perante aqueles que, de forma temporária ou permanente, necessitam de bens, produtos e serviços totalmente acessíveis e operacionais.

Os Açores, que são um destino turístico de excelência, comprovado pelos inúmeros prémios, galardões e recomendações das mais prestigiadas entidades e instituições ligadas ao sector turístico, querem também transformar-se num destino turístico acessível de excelência.

Fontes: Turisver - turismoadaptado.wordpress.com

O pai disse que estava com nojo de mim e me deixou", diz mãe de bebê com microcefalia

Júlia Dias Carneiro Enviada especial da BBC Brasil a Campina Grande, Paraíba

    
Mães de bebês com microcefalia sofrem com abandono de pais em Campina Grande

Ianka Mikaelle fez 18 anos dois dias depois que Sofia chegou ao mundo, no fim de janeiro. O diagnóstico de microcefalia veio aos sete meses de gravidez --e logo depois do primeiro golpe, Ianka recebeu o segundo. Seu namorado, pai de seu primeiro filho, a abandonou.
"Ele disse que estava com nojo de mim, que me desprezava. Aí me deixou", conta Ianka com Sofia no colo, embrulhada numa mantinha branca com a palavra "princesa" bordada em rosa.
Casos como o da jovem se somam no ambulatório especializado em microcefalia do Hospital Municipal Pedro I, em Campina Grande, na Paraíba.
A unidade, montada às pressas em novembro do ano passado para responder ao repentino aumento de casos de microcefalia no Nordeste, vem recebendo dezenas de bebês do interior do Estado para sessões de fisioterapia e acompanhamento médico, mas também para terapia individual ou em grupo para as mães.
Os dramas enfrentados pelas mulheres atendidas aqui se sobrepõem. Pobreza, gravidez precoce, abandono pelos parceiros –são problemas corriqueiros.
Jaqueline Loureiro, psicóloga da unidade, diz que todas as mulheres aqui têm padrões socioeconômicos baixos e muitas vivem apenas do Bolsa Família.
Diversas foram de fato abandonadas pelos parceiros, como Ianka; mas Jaqueline diz que há muitos outros casos de abandono velado. Os maridos ficam, mas não se fazem presentes.
la calcula que apenas 10% das mulheres atendidas pelo ambulatório de fato recebem o apoio necessário dos maridos.

'Não tem mais mulher nesta casa?'

"Muitas delas não recebem suporte nem financeiro, nem emocional (dos parceiros). Porém, não se veem como tendo sido deixadas por não ter sido um abandono oficializado", diz Jaqueline.
"As mulheres têm que tomar a frente de tudo sozinhas. E a gente sabe que essa história está apenas começando", aponta.
O Nordeste, afirma ela, é uma região "predominantemente machista", e isso se reflete nos relatos que as profissionais ouvem no ambulatório. A fisioterapeuta Jeime Leal diz que os maridos esperam que as mulheres continuem cuidando da casa.
"'Por que você não fez a janta? Não tem mais mulher nesta casa?' Elas têm que ouvir cobranças como essas, além de todo o cuidado que precisam ter com a criança. São crianças que choram muito e requerem muitos cuidados. Às vezes elas passam noites e noites sem dormir."

Sem chance de trabalhar

Ianka largou a escola aos 15 anos, quando engravidou do primeiro filho. Pensava em voltar a estudar e estava procurando emprego quando engravidou de Sofia. Ela mora com os pais em Campina Grande a não tem e menor perspectiva de sair de casa.
"Lá em casa são nove pessoas, contando meus dois filhos. Só meu pai trabalha, ele é pedreiro. É um pouco difícil por causa disso. Eu durmo na cama dos meus pais com meu filho, a Sofia no berço, e meu pai e minha mãe dormem no chão. Eles cederam a cama para a gente", diz sorrindo com um misto de vergonha e gratidão.
Na prática, muita da responsabilidade recai sobre a mãe de Ianka, Edivânia Barbosa de Lima, que a acompanha sempre ao hospital e é como se fosse uma mãe também para a neta.
"Ianka é muito dependente de mim. Como o rapaz não quis mais viver com ela, ela vive comigo e eu faço tudo por ela. Na hora de trocar o bebê, ela fala, ó, mãe, toma. Eu troco, com o maior amor. Não me queixo", conta.
A maternidade precoce está na família. Edivânia também engravidou pela primeira vez aos 15 anos, e hoje, aos 36 anos, tem cinco filhos e os dois netos.
"Quando a Sofia nasceu, eu levei um choque muito grande quando a vi. Mas agora todo mundo lá em casa é louco por ela", diz. "No começo eu sofri muito pela situação, pelo probleminha dela. Mas acho que Deus só dá para você o que você pode cuidar. Vou fazer tudo que puder pela minha neta."

Demora no salário-benefício

A sala de espera do ambulatório no Pedro I se assemelha a uma sessão de terapia coletiva. Na tarde de uma quinta-feira, as mães conversavam animadamente, falavam de seus bebês, de suas famílias, de suas experiências. Há pausas pensativas, mas também gargalhadas.
Essa rotina se repete duas vezes por semana e a essa altura as mães parecem velhas amigas. Muitas levam horas para chegar de cidades vizinhas, buscadas de madrugada pela condução que vem sendo oferecida pela prefeitura.
Francileide Ferreira vem de Galante, município a cerca de meia hora de Campina Grande. Ela tem 30 anos e Rafael, de três meses, é seu quinto filho.
Somado, o dinheiro que recebe do Bolsa Família –R$ 200 por mês– e dos bicos que o marido arranja não têm dado para comprar o leite em pó do Rafael, além de fraldas, pomadas. Ela tem pedido ajuda para as outras mães, as médicas e familiares.
"Dá vergonha, mas tem momento que a gente tem que se humilhar mesmo", diz com um sorriso sem graça.
Francileide deu entrada no início do ano no pedido para receber o Benefício de Proteção Continuada, programa do governo que paga um salário mínimo a famílias de pessoas com deficiência que tenham renda mensal de até R$ 220.
O benefício é operado pelo INSS, e o trâmite demanda uma perícia tanto para comprovar a deficiência no bebê quanto para aferir o baixo padrão de renda.
Francileide só conseguiu agendar a visita da perícia para março, e enquanto isso continua dependendo da caridade dos outros. A história se repete entre as outras mães no ambulatório –a demora para conseguir o benefício faz com que muitas ainda não tenham se animado a tentar, como é o caso de Ianka.

'Quando Deus dá, não tem problema não'

Francileide nos permite acompanhá-la até a sua casa, uma construção simples e inacabada numa rua de paralelepípedo em Galante, mas busca evitar a atenção dos vizinhos ao entrar em casa com uma equipe de reportagem.

"'Por que você não fez a janta? Não tem mais mulher nesta casa?' Elas têm que ouvir cobranças como essas", disse a fisioterapeuta Jeime Leal
A primeira coisa que faz é pedir para a filha mais velha, de 13 anos, preparar a mamadeira do Rafael –que parou de aceitar logo cedo o peito da mãe por dificuldade de sugar. Enquanto coloca o filho na banheira para tentar refrescar seu corpo franzino depois do trajeto quente na traseira de uma ambulância.
Ela veste o filho com um macaquinho branco com o desenho de um cachorro e uma meia esgarçada que fica caindo do seu pé –até que Francileide a prende com um elástico ao redor de seu tornozelo. A meia puída decerto passou por seus outros filhos; é estampada de micro-ônibus e caminhões, com a palavra "HERO" (herói) escrita em inglês.
O mosquiteiro sobre a cama de Francileide não foi suficiente para evitar as manchas vermelhas e dor nas juntas que apareceram no início da gravidez, com febre e dor de cabeça.
Meses depois, ela soube que o filho tinha microcefalia e estava com "líquido na cabeça."
"Achei estranho. Porque nunca tive filho assim, com problema. Aí o quinto ser assim. Nunca pensei em ter um filho assim", conta ninando o filho no colo, remédio certeiro contra o berreiro que acabara de abrir.
Francileide costumava trabalhar em lavouras na região. "Cultivava milho, feijão. Eu gostava. Mas agora não vou mais poder trabalhar", diz ela, resignada.
"É mais trabalhoso, criança com deficiência. Mas Deus quis assim, e quando Deus dá, não tem problema não. Vou cuidar dele como cuidei dos outros", diz ela, a Bíblia a seu lado no sofá.

Fase de negação

Mas a fé das mães e a confiança no futuro das crianças às vezes deixa as profissionais no Hospital Pedro I com o coração na mão.
"Muitas delas ainda estão em negação", afirma a psicóloga Jaqueline Loureiro. "Os bebês têm comportamento similar a qualquer outra criança nessa fase de desenvolvimento. As dificuldades que essas crianças vão ter ainda não estão tão perceptíveis."
"A maioria imagina que é só o tamanho da cabeça. Falam que quando o cabelo começar a crescer, vai cobrir a cabeça, e ninguém vai perceber", conta a fisioterapeuta Jeime Leal, acrescentando que muitas dizem não ver a hora de as crianças estarem correndo pelo corredor.
"Elas nem sempre têm noção de que esse tamanho vai fazer com que o cérebro não se desenvolva e a criança não alcance os objetivos que deveriam ser alcançados."
Não lhes cabe desconstruir essa esperança, afirmam elas –e sim procurar dar suporte para as mães ao longo de todas as fases do caminho.

Click AQUI para ver o vídeo:

Fonte: noticias.uol.com.br

sexta-feira, 25 de março de 2016

Castrar Pessoa com Deficiência????

Como tem gente que acha que só por que a pessoa tem uma deficiência, ela pode ser castrada da vida!!!! É, é como se essa pessoa não tivesse direitos, não fosse ser humano, somente porque tem uma deficiência.

Por Damião Marcos e Carolina Câmara do inclusaodiferente.netCastrar Pessoa com Deficiência????

Como assim, a deficiência rebaixa o sujeito??

E ai, a sociedade pode tratar a pessoa com deficiência, como se fosse um animal! É, porque costumamos castrar os bichos, sem se quer saber o que ele quer, fazemos isso, porque animal não tem condições de escolha. Por isso são animais irracional…

Agora, a pessoa com deficiência é um ser humano comum, racional, desculpa falar assim, mas eu quero que a sociedade entenda e respeite a pessoa com deficiência. Voltando para a castração, o sujeito com deficiência é capaz de fazer suas próprias escolhas, ele, eu, a gente, sabe o que melhor para gente. Ou não, podemos querer errar também, é bom tropeçar, faz parte da vida!!!

Então não venha querer, achar que tem a posse da pessoa com deficiência e que pode castrar, limitar, dizer ela pode ou não fazer. Não trate a pessoa com deficiência como se fosse um bicho, incapaz!!! Você, pais, irmãos, avôs, amigos, cuidadores, não estão fazendo o melhor para aquela pessoa, estão sim excluindo a do mundo, não enxergando o ser humano ali, que pode, deseja, claro, e tem, total, direito a dirigir a suaprópria vida, ser livre!!!!

A&E ANUNCIA A ESTREIA DA SÉRIE MINHA VIDA COM SÍNDROME DE DOWN

               

Em sua constante busca para apresentar perspectivas diferentes sobre a vida e seus desafios, o A&E avança mais uma vez com uma proposta original e inédita, desta vez focalizando os desafios que as pessoas com Síndrome de Down enfrentam na sociedade. A série Minha Vida com Síndrome de Down, que chega á tela do canal no dia 2 de maio, é uma emotiva produção original que expõe a história de um grupo de sete jovens adultos com da síndrome, que vivem junto de suas famílias e amigos no sul da Califórnia, EUA.

“É um enorme privilégio poder oferecer à audiência uma forma diferente de conscientizar a sociedade sobre a Síndrome de Down, por meio desta nova série tão inovadora e inspiradora. Sem dúvida, o A&E novamente explora diferentes formatos para mostrar a vida real de maneira audaciosa, quebrando paradigmas com outras perspectivas, como já o fizemos em outras oportunidades”, afirma Cesar Coletti, vice-presidente Sênior de Marketing para A+E Networks Latinoamérica.

Ao longo da nova série, os protagonistas mostrarão suas paixões e sonhos, explorando a amizade, as relações amorosas e a vida profissional, enquanto desafiam todas as expectativas da sociedade. Com vontade e coragem para compartilhar todas as experiências de vida, e através de uma lente que não é muito vista na televisão, o espectador percebe que eles têm grandes sonhos como qualquer outra pessoa. A série também compartilhará o ponto de vista dos pais. O que significa cada um de seus filhos em suas vidas, as alegrias que dão à família e tudo o que eles enfrentam para poder ajuda-los a ter uma vida o mais independente possível.

Minha Vida com Síndrome de Down exibirá as histórias de Rachel (32), uma jovem que trabalha em uma companhia de seguros e sonha em se casar; Sean (21), um excelente golfista e esportista, e um grande destruidor de corações; John (28), um apaixonado pela música e pelo rap, nascido para entreter; Steven (24), um aficionado pelo cinema, que trabalha lavando pratos em um estádio de basebol em Anaheim, CA, e que atende em um local de comidas; Cristina (25), uma doce e compassiva jovem que trabalha em uma escola secundária e ama seu noivo com quem mantém uma relação há mais de quatro anos; Megan (22), uma empreendedora de moda que criou uma marca de roupas e ainda quer concretizar seu sonho de ser produtora de cinema; e, por último, Elena (28), uma grande cozinheira que abraça a vida e gosta de dançar e escrever poesia.

Minha Vida com Síndrome de Down acompanhará a vida desses sete jovens adultos com Síndrome de Down, que também são amigos entre si. A produção mostrará quais são seus sonhos, medos, suas aspirações, grandes desafios, maiores virtudes, trabalhos, hobbies e, sobretudo, como levam adiante suas próprias vidas com a deficiência; além de mostrar que significado a Síndrome de Down tem para eles. Sete jovens com uma mesma deficiência, mas com grandes e diferentes capacidades pessoais.

A nova série é sobre honestidade, nobreza, humor e corações que aceitam e celebram a diversidade. O A&E se associou à importante organização Best Buddies Internacional – uma organização mundial sem fins lucrativos, dedicada a pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento – e se comprometeu a um espaço no programa para os integrantes e para Anthony K. Shriver, fundador e presidente da Beste Buddies International.

“Existe uma grande novidade e sinceridade na maneira como esses jovens adultos levam adiante suas vidas; algo que todos nós poderíamos aprender. Estamos muito agradecidos a eles e às famílias deles por esse projeto”, declarou Jonathan Murray, produtor executivo de Minha Vida com Síndrome de Down.

Anthony K. Shriver, da Beste Buddies, destacou: “Estou bastante orgulhoso de ver ‘Minha Vida com Síndrome de Down’ ressaltar as personalidades de destaque e as surpreendentes capacidades dos integrantes do Best Buddies, como Rachel Osterbarch e Sean Mcelwee. Minha grande esperança é que esta série possa mostrar à sociedade que as pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento são como todos nós, e têm de ser incluídas em nossas comunidades, nossos espaços de trabalho e em nossas vidas”.

No episódio de estreia, ‘Esta é a síndrome’, sete jovens adultos com síndrome de Down se encontram em um centro de recreação e se dão conta que têm mais em comum do que o esperado. As câmeras seguem esse dinâmico grupo de amigos à medida que perseguem suas paixões e sonhos de vida, exploram amizade, relações amorosas e trabalho, enquanto desafiam as expectativas da sociedade.

Além da série, o A&E está realizando uma série de iniciativas que incluem a emissão de uma luz na premiada campanha realizada por Saatchi and Saatchi que foi cedida ao canal para sua difusão na América Latina e Brasil, chamada “Querida futura mamãe”: a emissão de cápsulas na programação, em que diferentes jovens expressam o exato momento em que tomaram consciência de que possuem Síndrome de Down. A ação foi realizada em conjunto com a organização Downeate, da Argentina. O A&E também anuncia a criação de um mural comemorativo, que será instalado na Cidade do México, pelo artista JUAN MANUEL ROZAS, inspirado em pessoas com a Síndrome, suas alegrias e desafios. Todas as iniciativas buscam abrir um debate na sociedade para dar maior conhecimento sobre as pessoas que vivem com diferentes capacidades intelectuais e de desenvolvimento.

Ministério do Esporte resolve questões técnicas, e Bolsa Atleta abre inscrições

Programa de apoio aos atletas brasileiros levará em conta resultados esportivos de 2015 dentro do programa olímpico e paralímpico. Inscrições vão até 7 de abril

Por 

Imagem Internet/Ilustrativa


O Ministério do Esporte voltou atrás nesta quinta-feira e manteve o cronograma de inscrições para o programa Bolsa Atleta 2016. Na quarta-feira, por problemas técnicos, a pasta havia informado que os atletas não conseguiriam efetuar suas inscrições no dia 24. Os problemas, contudo, foram resolvidos, e os competidores já podem efetuar suas inscrições através do site do Ministério do Esporte.


O Bolsa Atleta 2016 leva em conta o desempenho esportivo em 2015 dentro das modalidades que compõem os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. O período de inscrição vai até o dia 7 de abril. Em 2005, o programa ajudou 17 mil atletas brasileiros, em investimento na casa de R$ 600 milhões.

Na semana passada, o Ministério do Esporte publicou alterações no programa de auxílio aos competidores brasileiros. A nova política foi publicada no Diário Oficial, através de portaria que muda os critérios para concessão do benefício. 
A principal mudança é que, a partir de agora, o atleta interessado a receber o auxílio na categoria Olímpica/Paralímpica terá que participar de competições integrantes do calendário oficial das federações internacionais da sua modalidade anualmente durante o ciclo olímpico.


Além disso, fica proibida a concessão do Bolsa Atleta a candidatos que ocupem cargos de dirigentes esportivos em entidades nacionais de administração do esporte. Outra mudança é que o ranking indicado pelas entidades de administração de cada modalidade deve ser composto por representantes de ao menos cinco estados diferentes. 

A exceção acontecerá com provas que compõem o Programa Olímpico e Paralímpico, desde que com justificativa das próprias entidades e aceitas pelo Ministério do Esporte.
Fonte:  globoesporte.globo.com  - Imagem Internet/Ilustrativa

Campanha #Guerreiros Paralímpicos

Campanha Guerreiros Paralímpicos




Fonte: www.cpb.org.br

Cultura acessível a pessoas com deficiência

Leis, ações e programas que garantem acessibilidade nos mais diversos equipamentos culturais

Por Camila Campanerut *

Jovem mulher de óculos escuros em frente à muro grafitado colorido
Segundo Patrícia Dorneles, a proposta do curso de acessibilidade cultural é sensibilizar para a implementação de uma cultura de projetos e políticas culturais incluindo as pessoas com deficiência (Foto: CIEMH2 Núcleo Cultural)

Quebrar barreiras físicas e de preconceitos e propiciar o usufruto do direito à cultura e a inclusão de pessoas com deficiência. Para a professora Renata Silencio, esse foi o legado que o curso de Especialização em Acessibilidade Cultural da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) deixou para ela e seus colegas de turma. 

Formada pela primeira turma do curso, realizado em 2013 em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), Renata – que é professora do Bacharelado em Produção Cultural do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) – conta que, assim como ela, outros colegas conseguiram aplicar o conhecimento adquirido no curso em seu trabalho na área cultural e disseminar o conceito de inclusão em diferentes locais. 

                          
Renata Silencio introduziu a disciplina optativa de acessibilidade cultural no curso de bacharelado em Produção Cultural da IFRJ (Foto: Arquivo pessoal)
"Eu sabia que tinha possibilidades para a acessibilidade na cultura, mas não sabia o tamanho disso. O curso me aproximou do tema e eu consegui introduzir no bacharelado (da IFRJ, onde trabalha) a disciplina optativa de acessibilidade cultural, no campus Nilópolis", conta Renata. "O levantamento que fiz com as duas turmas (de 2015) mostrou que eles começaram a enxergar com outros olhos as relações de autonomia, tanto para o consumidor quanto para o próprio artista, integrando-os de forma autônoma. Eles saíram mais questionadores em relação à estrutura da cidade, pois não temos uma arquitetura universal", completa. 

Na avaliação de Renata, a disciplina proporcionou novas formas de pensar projetos culturais inclusivos e de quebrar barreiras atitudinais. "Quebramos as barreiras que estão dentro do estranhamento, do não saber como lidar, do preconceito. Quando isso se quebra, é preciso apenas agir de uma determinada forma que, com adaptações, a pessoa consegue executar as tarefas, usufruir ou ter o máximo de aproximação com a obra de arte como uma pessoa que não tem deficiência. Assim, a gente consegue o mais importante: incluir", argumentou.  

A busca pela inclusão é luta de quase três décadas da bailarina Beth Caetano, que trabalha nesse mesmo período no Centro de Vida Independente (CVI) do Rio de Janeiro. Um acidente de carro em 1984 a levou a usar cadeira de rodas. 

Da mesma turma de Renata, Beth conta que seus colegas puderam aprender muito com a experiência dela por realmente precisar utilizar produtos e serviços adaptados. "Foi muito bacana poder trocar informações, ouvir as pessoas. A maioria gostou muito, ficou bem mexida, mobilizada e cada um em sua área começou a aplicar. A gente continua fazendo parte das redes. Tem um grupo de pessoas que se articulam para fazer encontros nacionais", conta.  

A bailarina destaca que, na prática, para quem usa cadeira de rodas, a questão da acessibilidade tem de ser pensada não apenas para cumprir normas, mas para permitir a liberdade. "Num equipamento cultural, a minha maior barreira arquitetônica é a mobilidade. Quem tem tetraplegia, como eu, a mobilidade é atingida. Você tem que entrar no edifício com rampa ou elevador, ter acesso a um banheiro acessível. Não adianta colocar espaço na frente do cinema, porque dói o pescoço de ficar na frente da tela ou em um lugar muito separado. Se você sai, você quer sociabilizar, ficar segregado numa área restrita onde não se está sociabilizando não é legal", afirma.

Beth conta, ainda, que o acesso aos camarins e aos palcos de teatro também são, em geral, complicados, porque não foram construídos com a ideia de receberam artistas cadeirantes. "Teatro, quando é de arena, com o palco no mesmo nível do chão, é ótimo, mas a maioria possui uma rampa muito íngreme, feita para transformar a escada. Para respeitar a regra, você não pode esquecer o bom senso". Hoje em dia, ela já pode dispor de táxi especial e transporte público (ainda que pouco) para atender pessoas com as mesmas necessidades dela. No entanto, a postura e a atitude ainda precisam ser mais bem trabalhadas. "Melhora se o público compreender que o sujeito é um artista, que ensaia e tem todo o trabalho, como qualquer outro, e tem a preocupação com a qualidade do que vai oferecer ao público. Não é (necessariamente) uma atitude associada à superação, à terapia", avalia.

Para quem tem deficiência auditiva ou visual, se faz necessário, nesses equipamentos culturais, guias em áudio, maquetes e objetos táteis que permitam que o visitante possa sentir o que está sendo apresentado, seja uma peça de teatro ou uma exposição de arte. Os museus, segundo Beth Caetano, já adotaram muitas dessas ações. 

                         
A busca pela inclusão é luta de quase três décadas da bailarina Beth Caetano (Foto: CIEMH2 Núcleo Cultural)

Financiado pelo MinC, o curso de Especialização em Acessibilidade Cultural teve duas edições: uma em 2013 e outra em 2015, ainda em fase de conclusão. O público-alvo eram gestores públicos, organizações da sociedade civil e professores. "A proposta era sensibilizar os alunos para a implementação de uma cultura de projetos e políticas culturais incluindo as pessoas com deficiência", resume coordenadora do curso, Patricia Dorneles. 

Acessibilidade em Pontos de Cultura

Patricia também está envolvida com outra iniciativa da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC) do MinC que tem como objetivo de mapear, por todo o País, a acessibilidade disponível nos Pontos de Cultura (entidades sem fins lucrativos, grupos ou coletivos que desenvolvam e articulem atividades culturais em suas comunidades).  

"A partir dessas informações, teremos um panorama do que é preciso fazer em termos de políticas públicas. Aqui em nossa instituição, temos rampa de acesso, banheiro adaptado, mas o que mais fortaleceu a questão da acessibilidade foi o trabalho de formação de educadores", afirma Dilma Negreiros, gestora do Ponto de Cultura CIEMH2, que também se formou na primeira turma do curso de acessibilidade e, atualmente, faz mestrado em uma universidade de Portugal sobre o tema. 

Políticas do MinC

A atenção à dimensão cidadã da cultura como direito básico é um dos eixos que norteiam a construção de políticas do MinC, além dos aspectos simbólico e econômico. A afirmação desses direitos na promoção da acessibilidade cultural vem conduzindo uma série de ações, planos e programas envolvendo os diferentes setores do Ministério, os quais permitiram mais acesso a acervos, exposições, livros, filmes e espetáculos, além de dar autonomia aos indivíduos em respeito à sua diversidade e complexidade. Conheça abaixo algumas delas: 

Nos últimos 10 anos, os projetos aprovados pelo MinC para captar recursos por meio da Lei Rouanet tiveram de cumprir com algum tipo de requisito que contemplasse a acessibilidade como a garantia de espaço reservado para pessoas com deficiência para assistirem a espetáculos e uso de Libras (Língua Brasileira de Sinais), por exemplo.  

No campo audiovisual, a Agência Nacional do Cinema (Ancine), entidade vinculada ao MinC, possui, desde dezembro de 2014, norma que estabelece que todos os projetos de produção audiovisual financiados com recursos públicos federais geridos pela agência deverão contemplar nos seus orçamentos serviços de legendagem descritiva, audiodescrição e Libras. Além disso, cada um deles deverá encaminhar uma cópia com formato acessível para a Cinemateca Brasileira, que vem paulatinamente aumentando seu acervo inclusivo. 

Da mesma forma, a Secretaria do Audiovisual (SAv) do MinC assumiu, desde o ano passado, o compromisso de inserir em seus editais a obrigatoriedade de inclusão de ferramentas de acessibilidade. Os atuais três editais em aberto da secretaria para produções de baixo orçamento incluem tais regras. 

Ainda no primeiro semestre deste ano, a SAv deverá lançar o Guia de Produção Audiovisual, documento que servirá de referência para realizadores do audiovisual no Brasil, ao abordar temas como o uso de audiodescrição, legenda para surdos e Libras.  

Mais livros e bibliotecas mais preparadas 

Em novembro do ano passado, depois de forte atuação da Diretoria de Direitos Intelectuais do MinC no Congresso Nacional, parlamentares aprovaram a adesão do Brasil ao Tratado de Marraqueche. As nações participantes se comprometem a criar dispositivos legais para que obras, tais como livros e outros materiais, possam ser reproduzidas e distribuídas em formatos acessíveis, como Braille, Daisy ou mesmo em audiolivro, sem a necessidade de autorização do titular de direitos autorais.

Promulgado pela presidenta Dilma Rousseff, que encaminhou a carta de ratificação à Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), o tratado visa facilitar o acesso de pessoas com deficiência visual a obras literárias. 

                             
Dilma Negreiros, gestora do Ponto de Cultura CIEMH2, também se formou na primeira turma do curso de acessibilidade cultural (Foto: CIEMH2 Núcleo Cultural)

No Brasil, com a entrada em vigor do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146, de 2015), já se prevê a reprodução de obras em formato acessível para pessoas com deficiência. A legislação também estipula que deverá ser garantido o acesso, em formato acessível, a bens culturais, programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas, monumentos e locais de importância cultural e espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.

Além disso, a lei fixa que "é vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual".

Ainda na área de livro e leitura, o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) da Diretoria de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB) do ministério atua para colocar em prática o conceito de "bibliotecas para todos": inclusiva para pessoas com deficiência física, intelectual e de todas as idades, por meio do projeto Acessibilidade em Bibliotecas Públicas. Em andamento há cerca de dois anos, o projeto pretende ampliar e qualificar a acessibilidade em 10 bibliotecas públicas nas cinco regiões brasileiras. A meta da diretoria é formar ao menos uma biblioteca-modelo em cada um dos 26 estados e no Distrito Federal. 

Outro exemplo de atuação na área ocorre na Fundação Biblioteca Nacional, entidade vinculada ao MinC. Desde 2008, eles contam com o projeto Biblioteca Acessível, que auxilia portadores de deficiência visual e idosos na realização de pesquisas nos acervos físico e digital da Biblioteca Nacional (BN), de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h. 

A BN formou seus técnicos para prestar o serviço de atendimento especializado e capacitação para auxílio aos usuários em equipamento como ampliadores de textos eletrônicos, leitores de livros autônomos, linhas Braille, folheadores automáticos de livros, teclados e mouses especiais, impressoras Braille e programas para leitura de textos com reconhecimento de voz. 

Patrimônio e museus 

Na área de patrimônio, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), entidade também vinculada ao MinC, disponibilizou em seu site para download gratuito o documento Mobilidade e Acessibilidade Urbana em Centros Históricos. O caderno técnico estabelece um conjunto de ações para áreas consagradas como patrimônio cultural organizarem seus espaços para possibilitar que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam fazer uso deles, sem a descaracterização desses locais que preservam a história e a arquitetura de determinada época. 

O Museu Histórico Nacional, administrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), entidade vinculada ao ministério, foi o primeiro do Brasil a oferecer guia multimídia com linguagem em Libras para deficientes auditivos.  Além de promoverem obras para permitir a locomoção e acesso para cadeirantes e idosos, eles realizam o programa Museu para Todos, que leva exposições itinerantes para um público que não pode vir ao museu, como presidiários.

Até 30 de outubro de 2016, o museu abriga a exposição Diálogo no Escuro, uma mostra multissensorial que desafia o público a conhecer o mundo sem enxergar.  Depois de passar por 39 países, a exposição chegou ao Rio de Janeiro propondo a experimentação de aromas, sons, ventos, temperaturas e texturas pensadas exclusivamente para que a cidade pudesse ser sentida de outra maneira.

Conceito 

Quando falamos em pessoas com algum tipo de deficiência, nos referimos a quase um quarto da população brasileira. Segundo o Censo Demográfico de 2010, são mais de 45 milhões de pessoas que possuem dificuldades em enxergar, ouvir, locomover-se ou que apresentem deficiência mental ou intelectual.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo convivem com alguma forma de deficiência, o que corresponde a cerca de 15% da população mundial, com base em estimativas de 2010. A perspectiva da organização é o aumento desse número, em especial com as dificuldades que podem advir do envelhecimento da população mundial.  

No entanto, o que é comum nas reivindicações das pessoas é que elas possam se sentir integradas à sociedade e possam ler livros, assistir a filmes e peças e conhecer equipamentos culturais com igualdade de oportunidades com quem não têm deficiências. 

"A pessoa não precisa se sentir destacada no grupo. Não é destacar. É somar. Unir. Trazer para perto. Nada melhor do que a pessoa com deficiência para poder argumentar. Leve uma pessoa cega, surda, pergunte se o que você fez está funcionando. Tem quem prefira audiodescrição, a peça tátil. Há essas particularidades. O importante é oferecer o máximo de técnicas possível para abranger mais gente da melhor maneira possível", defende Renata Silencio.

* Camila Campanerut
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

Fonte: /www.cultura.gov.br

Conselheiros do CEAPcD são empossados para Gestão 2016/2018

Na manhã de terça-feira, 22 de março, aconteceu na Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo a cerimônia de posse dos conselheiros do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência - CEAPcD, Gestão 2016/2018.


Doutora Linamara ao microfone fala para conselheiros sobre período de nova Gestão.



Estiveram presentes na cerimônia a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella; o Secretário Adjunto da Pasta, Cid Torquato; a presidente da Gestão anterior do CEAPcD, Maria Gorete Cortez de Assis; e a Conselheira na Gestão anterior, Yara Savine.

Durante o discurso de abertura a Secretária Dra. Linamara falou sobre a importância da atuação dos Conselheiros. “Os senhores são muito bem vindos, é desta união, é desta sinergia que temos que prosperar. Cada um de nós está aqui para ajudar, mas caberá aos senhores conselheiros conduzir”.


                       
Gorete, ex-presidente, fala ao microfone para conselheiros, da importância de parceria com poder público


Dra. Linamara ressaltou, ainda: “decidir, essa é a palavra chave, a decisão está com os Conselheiros. Vocês se reúnam, discutam suas divergências, mas tragam suas convergências e construam um conselho que o Brasil inteiro reconheça. Contem com meu apoio e colaboração, quero dar toda a estrutura para que vocês façam a melhor e mais profícua das gestões”. 

Maria Gorete falou sobre a importância da interlocução entre as pessoas com deficiência e o poder público. “Sociedade civil sempre deve andar com parceria com órgão público mantendo um equilíbrio, pois juntos podemos fazer a diferença”. Além disso, a ex-presidente discorreu sobre os pontos necessários para essa nova gestão. “Eu acolho cada novo conselheiro e conselheira dizendo a vocês que precisamos inovar, precisamos trabalhar juntos, nos unir, porque nós não podemos fragmentar uma política pública de pessoa com deficiência; nada sobre nós sem nós”.


                           
         Dra. Linamara assina documento de posse para Gestão 2016/2018, ao lado de Maria Gorete.

A mesa diretora do CEAPcD, Gestão 2016/2018 será votada no dia 14 de abril. Abaixo, a lista de Conselheiro empossados.
 
CONSELHEIROS ELEITOS

REPRESENTANTES DO SEGMENTO ‘DE’
 
TITULARES
Núcleo I – (Núcleo vago, ocupado por) Maria Alice Duarte Pereira – Conselho Municipal – Barretos.
Núcleo II – (Núcleo vago, ocupado por) Cilso Aparecido Costa Lima – Associação das Pessoas com Deficiência – ADG – Garça.
Núcleo III - Valdireny de Mira da Silva – ONG Essas Mulheres – Paulínia
Núcleo IV - (Núcleo vago, ocupado por) Camila Camargo Todam Marocolo – Conselho Municipal - Ourinhos.
Núcleo V - Nilson Garcez – ONG-MID Movimento de Informações sobre a Deficiência – São Carlos
Núcleo VI – (Núcleo vago, ocupado por) Márcia Pereira da Silva – União dos Deficientes Físicos de Araraquara – Araraquara
Núcleo VII - Maria Gorete Cortez de Assis – Conselho Municipal - São José dos Campos.
Núcleo VIII - Ariane Queiroz de Sá – Associação de Cadeirantes de Bauru e Região – Bauru
Núcleo IX - Mauro Antônio da Silva Filho – Conselho Municipal – Bebedouro.
Núcleo X - Vera Lucia Muller Bertoli – Associação das Pessoas com Deficiência Pariquera–Açu – ADEFIPA – Pariquera-Açu

SUPLENTES
1º - Adriana Guida Bittencourt – Conselho Municipal – Bertioga.
2º - Luiz Gustavo Merlo -  Conselho Municipal de Campinas – Campinas
3º - Juliana Oliva Souza – ONG Mais Forte que o Deficiente - Rio Claro
4º - Sandro Luiz Montanheiro Francischini – ADEVIRP - Associação dos Deficientes Visuais de Ribeirão Preto – Ribeirão Preto
 
REPRESENTANTES DO SEGMENTO ‘PARA’
Núcleo I – (Núcleo vago, ocupado por) Benedito Aparecido da Silva – Conselho Municipal – Caraguatatuba.
Núcleo II - Gabriela de Oliveira Xavier – Sociedade Bíblica do Brasil – Barueri
Núcleo III - Regina Célia Pereira – Conselho Municipal – Limeira
Núcleo IV - Antônio José Camargo Fortes (Gué) – Associação dos Deficientes Físicos – Botucatu
Núcleo V - Rosana Maria Alves Mangili – Centro Universitário Central Paulista – UNICEP – São Carlos.
Núcleo VI – (Núcleo vago, ocupado por) Washington de Paula Rodrigues – Conselho Municipal -  Bauru.
Núcleo VII - Willian Paulo da Silva – Conselho Municipal – Pindamonhangaba.
Núcleo VIII - Maria Helena Mozena – Conselho Municipal - Tupã
Núcleo IX - Rosangela Tavares Martins Gaudêncio – Movimento Superação - Bebedouro
Núcleo X - José Antônio Dalrio – Associação Cubatense para a Pessoa com Deficiência Física – Cubatão.
 
SUPLENTES
1º - Alcebíades Nascimento Silva (Júnior) – AMA – Associação dos Amigos do Autista - Jundiaí
2º - Francisco Nuncio Cerignoni (Chico Pirata) – Conselho Municipal - Piracicaba
3º - Marcia Aparecida Alves da Cunha Lima – Conselho Municipal de Jaguariúna.
 
CONSELHEIROS GOVERNAMENTAIS – TITULARES
André Rocha Kuramoto – Secretaria da Habitação
Cássio Rodrigo de Oliveira Silva – Secretaria da Cultura
Ana Lúcia Mônaco – Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia
Yara Savine – Secretaria de Desenvolvimento Social
Carolina Lourenço Reis Quedas – Secretaria de Educação
Lígia Maria Carvalho de Azevedo Soares – Secretaria de Saúde
Maíra Maciel Leite – Secretaria de Transportes Metropolitanos
Maria Helena Verga Boeri – Secretaria de Turismo
Cibele Fernandes Franco – Secretaria de Trabalho e Relações de Emprego
Adriana Luzia Pereira – Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania

CONSELHEIROS GOVERNAMENTAIS – SUPLENTES
Leonardo da Hora Carvalho - Secretaria da Habitação
Silvana Pereira Gimenes - Secretaria da Cultura
Deise de Abreu Rodrigues - Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia
Cristiane Lamin Souza Aguiar - Secretaria de Desenvolvimento Social
Tania Regina Martins Resende - Secretaria de Educação
Helena Caruso Torres - Secretaria de Saúde
Luciene Theodoro - Secretaria de Transportes Metropolitanos
Rosa Maria Martins Lancellotti - Secretaria de Turismo
Marinalva da Silva Cruz - Secretaria de Trabalho e Relações de Emprego
Tatiana Anechini Lara Leite - Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

Mariana Tonolli Chiavone Delchiaro
Renata Flores Tibyriça (suplente)

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Sandra Lucia Garcia Massud
Roberto de Campos Andrade


Fonte: www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br