sábado, 23 de abril de 2016

Jovens com deficiência intelectual assumem “Compromisso” de servir bem no seu restaurante

por: Ricardo Shimosakai

Rúben Rocha a preparar folares
Rúben Rocha a preparar folares


Enquanto não abrem para mais uma jornada, o trabalho na cozinha não pára e, em breve, haverá um mercadinho onde os folares que estão a ser preparados vão ser vendidos. Rúben Rocha, de 18 anos, é um dos alunos do curso de cozinha e não faz por menos: «quero ser cozinheiro! O meu objetivo, desde criança, é o de ser o melhor cozinheiro mundo!».

Experiências como a que viveu na passada sexta-feira, em que cozinhou para a sala cheia, vão ajudá-lo a chegar a esse objetivo: «primeiro, começamos por baixo e vamos trabalhando para chegar até cima. Na sexta-feira, fizemos canapés de bacalhau e pimento, strogonoff de manga… tanta coisa que não me lembro de tudo de cor. Aqui estamos sempre a fazer qualquer coisa, nunca estamos parados», conta ao Sul Informação.

Rúben Rocha tem mais oito colegas que repartem com ele as tarefas na cozinha, enquanto Nuno Rosa é o formador desta equipa de futuros cozinheiros. «São um grupo de miúdos com muitas potencialidades, podem chegar onde quiserem, se tiverem vontade», garante.

«Aqui, eles aprendem como é trabalhar no mundo real, procuramos mostrar como é “lá fora”. Temos as nossas dificuldades, mas o objetivo é um serviço cinco estrelas. É um desafio aliciante e, ao olharmos para as pessoas, mesmo aquelas que não expressam satisfação com palavras, mostram sorrisos», acrescenta o formador.

Sobre a experiência de orientar a cozinha deste restaurante pedagógico no dia da inauguração, Nuno Rosa diz que «foi muito boa, porque fizemos um ótimo serviço. Nestes contextos, os formandos querem fazer sempre melhor, dão sempre tudo o que têm. Correu tudo muito bem, estiveram todos à altura».

Carlos Figueira, o presidente da AAPACDM, explica que a ideia de criar este restaurante pedagógico «surgiu numa perspetiva de incrementar o grau de empregabilidade destes jovens, colocando-os a treinar em contexto próximo do mercado, com uma vivência da vida real, sujeitos ao stress».

Além dos formandos de cozinha, os do curso de empregado de mesa são os outros trabalhadores do restaurante “O Compromisso”, o que perfaz uma equipa de cerca de 15 pessoas.

Segundo Carlos Figueira, outro dos objetivos deste projeto é «sensibilizar a sociedade civil para as capacidades destes jovens, que são muitas e reais».

É por isso que o restaurante “O Compromisso” quer receber qualquer pessoa que esteja interessada em experimentar uma refeição, que até pode ser preparada por um potencial “melhor cozinheiro do mundo”. «Nesta fase, qualquer pessoa pode fazer uma marcação, entrando em contacto connosco, e nós trataremos de organizar o espaço. Podem ligar-nos, dizem-nos o número de pessoas, e nós agendaremos o dia e a hora. Podem manifestar preferências e a refeição será preparada, também, de acordo com o preço acordado», explica Carlos Figueira.

Além disso, há o objetivo de dinamizar o espaço com refeições temáticas, dedicadas, por exemplo, à dieta mediterrânica e todos os meses haverá uma refeição solidária.

O dirigente da associação realça que estes são jovens que «já trabalharam em eventos de alguma magnitude. No ano passado, no aniversário da AAPACDM, serviram 120 refeições».

Se os formandos saírem bem preparados da AAPACDM, «é possível estreitar o hiato entre a realidade e o trabalho que fazem aqui. Nós temos parcerias com espaços como o Epic Sana, o Hilton ou a Escola de Hotelaria e Turismo. A ideia é que, depois de colocados, possam conservar o seu posto de trabalho», conclui Carlos Figueira.

«O Compromisso é o nosso lema», lê-se. Agora pode também ser o “seu” restaurante. Os contactos para marcações para o restaurante pedagógico da AAPACDM podem ser feitos através do telefone 289880700, ou dos e-mails ufp.aapacdm@sapo.pt ou aapacdm@mail.telepac.pt.

Fontes: sulinformação - turismoadaptado.wordpress.com

Serviços extras que Uber e empresas afins prestam pelo mundo

No Lyft, o Accessible Vehicle Dispatch tem carros equipados para transportar cadeiras de rodas e motoristas preparados

por: Ricardo Shimosakai

No Lyft, o Accessible Vehicle Dispatch tem carros equipados para transportar cadeiras de rodas e motoristas preparados

A briga entre taxistas e serviços de transporte compartilhado parece não ter fim: depois de mais de um ano (e muitos conflitos), a Justiça liberou o funcionamento do Uber em Madri, no último dia 30 de março. No Rio, no dia 1º, um protesto causou 128km de congestionamento. O mesmo ocorreu em Paris, na última segunda-feira (4), com taxistas protestando contra a mesma empresa no Aeroporto Charles de Gaulle.

Mesmo com tanta confusão, briga, esse tipo de serviço não para de crescer: só o Uber já está presente em 68 países, desde que foi criado em 2009, na Califórnia. A Lyft, nos EUA, a WillGo, no Brasil, e a Cabify, espanhola que atua na América Latina, são outras empresas no setor.

E, se a concorrência se expandiu, as empresas têm inovado para atender ao passageiro. Precisa de espaço para a prancha de surfe? De serviço específico para pessoas que precisam de assistência? Essas e outras opções estão disponíveis em diferentes cidades. A maioria sem custo adicional, ou seja, o preço é calculado segundo o trajeto e o veículo escolhido, sem o serviço extra.

Acessibilidade. Nos EUA, tanto o aplicativo Lyft quanto o Uber têm serviço de acessibilidade. Ao pedir o veículo, é preciso especificar o serviço. No Lyft, o Accessible Vehicle Dispatch tem carros equipados para transportar cadeiras de rodas e motoristas preparados. No caso do Uber, escolher entre UberAccess, para cadeiras de rodas, e o Uber Assist, que ajuda pessoas que precisam de assistência, como idosos.

Economia. Na Lyft Line e no UberPool dá para dividir a corrida com outras pessoas que estejam por perto e indo para o mesmo destino. Nesse tipo de “lotada” mais tecnológica, a economia chega a 60%. No Uber, o serviço funciona em cidades nos EUA e também em Toronto, Cidade do México, Pequim e Chengdu. A Lyft só funciona nos EUA.

Mundo animal. No Rio e em São Paulo, o serviço UberPet inclui cinto de segurança para cachorros e manta especial no banco. O transporte do bichinho só é feito com a presença do responsável.

Turismo. É possível solicitar um carro de €100 (para até cinco pessoas) e conhecer até cinco pontos turísticos de Roma, pelo UberTour. Em Santa Bárbara, Califórnia, o UberWine visita as vinícolas da região. As tarifas variam de acordo com o veículo e a distância percorrida.

Ecológico. Uma frota de carros elétricos, que circula em Portugal, em Lisboa e Porto, é oferecida pelo UberGreen. Os veículos têm o mesmo valor do UberX.

Mais espaço. Precisa acomodar muita bagagem ou a família toda em um só carro? A frota da UberSUV é composta por camionetes com espaço para seis pessoas. O mesmo serviço é oferecido na Lyft Plus. E há o UberBag, com bagageiros maiores. Esses serviços podem ser contratado nos EUA. No Brasil, só em São Paulo, há o UberBag.

Esportista. Férias na praia? O UberSurf oferece hack para prancha de surfe. Há opção para quem vai conhecer a capital paulista de bicicleta: o UberBike, que tem carros com suporte para carregar até duas magrelas. Nesse caso, o valor da corrida do UberX é acrescido de R$ 4.

Aéreo. O UberChopper tem passeio de helicóptero em datas específicas por Dubai, a U$ 600 por pessoa. O roteiro de uma hora passa por Dubai Marina, a parte antiga e o centro da cidade. Informações sobre as datas no site.

Médico americano compara o trabalho na Rede Sarah com o realizado nos EUA

Ele é taxativo: "É um modelo não apenas para o Brasil, mas também para nós". Amigo do fundador, Campos da Paz, ele se tornou consultor das unidades brasileiras



No primeiro relatório que fez sobre o funcionamento da Rede Sarah, o médico psiquiatra infantil Marc Forman, professor da Universidade de Tulane, nos EUA, recomendou que o hospital trouxesse a mãe e o pai do paciente para dentro da unidade de saúde. “Quando eles (familiares) vão embora, a criança fica chorando. Falei que o hospital precisava arrumar uma cadeira, uma cama para esse pai ou essa mãe e o dr. Campos disse ok.” A sugestão foi feita em 1983, quando Forman veio conhecer a rede a convite do fundador Aloysio Campos da Paz. Trinta e dois anos depois, o especialista virou consultor do hospital e hoje avalia com admiração o que se concretizou nas nove unidades. “Isso aqui é exemplo não apenas para o Brasil.”

Quais são as principais diferenças entre o atendimento oferecido pela Rede Sarah e o que o senhor encontra nos Estados Unidos?
A primeira diferença é que o Sarah tem a filosofia de trabalhar com o potencial e as forças do paciente. Com o que ele pode se tornar, em vez de apenas trabalhar com as deficiências. Há uma grande ênfase no desenvolvimento futuro, nas expectativas e na esperança. É pensar que cada pessoa com uma deficiência tem algo em si que pode ser desenvolvido. Outra diferença é que a maior parte do trabalho é feita em equipe. Você tem um time formado por fisioterapeuta, nutricionista, pediatra, psicólogo e professor — de quatro ou três pessoas trabalhando com um paciente —, o que permite a troca de aprendizado e experiência entre eles. Além disso, tem essa questão do professor. O Sarah tem um docente contratado que atua no hospital. Isso não acontece nos EUA. Também ao contrário de lá, aqui o tratamento é oferecido gratuitamente para diferentes pessoas: dos mais pobres aos mais ricos. Nos Estados Unidos, não temos essa mistura. Por fim, outra grande diferença é a arquitetura do hospital, que encoraja a mobilidade.

Os EUA avançam muito em tecnologia e novos tratamentos, o que o Sarah acrescentaria a essa realidade?
O Sarah faz, nos planos de tratamento, uma abordagem humanista combinada com tecnologias muito sofisticadas. Nós (norte-americanos) temos ótimas tecnologias, equipamentos técnicos e os últimos lançamentos. No Sarah, também, mas está combinado com um compromisso humanista. Quando há uma dúvida, a equipe faz visitas domiciliares para ver a vida daquele paciente como ela realmente é, porque no consultório você não tem essa imagem.

A quem ou a que o senhor atribui essas diferenças?
Ao fundador, o dr. Campos. Nas nossas palavras, ele é um “renaissance man”. Sabia sobre música, ciência, história, tinha um vasto conhecimento e era muito interessado nas pessoas, nas histórias de vida delas. O Sarah acompanha o paciente desde a infância até a fase adulta e analisa as mudanças que ele passa, e como o tratamento deve ser adaptado em cada caso. O Dr. Campos também era brilhante na forma como trabalhava a transição dos poderes governamentais. Ele colocou a filosofia da rede em ação. A dra. Lúcia Braga também tem essa filosofia. Cresceu aqui, é internacionalmente reconhecida e suas publicações e pesquisas combinam o efeito do trabalho com as famílias e a relação dessa função alterada no cérebro — outro exemplo da junção entre humanismo e tecnologia.


A construção da Rede Sarah foi um projeto ambicioso?
É um modelo não apenas para o Brasil, serve como exemplo para o país todo, mas também para nós. Trouxe uma outra professora nesta visita, ela está maravilhada e me perguntou: Por que a gente não está fazendo isso em nosso país? Essa é a nossa reação sempre. Para se ter uma ideia, o Sarah tem uma taxa de infecção na faixa dos 0,2 %, talvez 0,3%. O nosso hospital universitário, que é reconhecido nacionalmente, tem uma taxa de 5%.

Quais são os maiores desafios para a implementação desse modelo nos EUA?
Nos Estados Unidos, há uma tradição de trabalho individual, não em equipe. Outra barreira é que nós tendemos a focar na doença mais do que na pessoa. Isso porque focar no paciente toma tempo. Talvez, com o programa do presidente Barack Obama, a gente tenha algumas mudanças, como ajudar os médicos a trabalharem mais a prevenção, a gastar mais tempo com os pacientes e a desenvolver o que chamamos de cuidado integrado, multidisciplinar. Por fim, aqui a prioridade máxima é o comprometimento com o tratamento de pessoas com incapacidades. Lá, a gente dá essa atenção, mas não é a prioridade máxima. Lá, damos prioridade ao que é mais dramático, como uma emergência.

Como consultor da Rede Sarah, como o senhor acha que o trabalho pode ser melhorado?
Acredito que estejam atuando muito bem. O que precisa, se possível, é ter mais hospitais Sarah, principalmente nas cidades menores. Porque o problema aqui é o seguinte: a gente trata o paciente em Brasília, mas, quando ele volta para casa, em uma cidade no interior, por exemplo, será que terá o suporte e os recursos necessários? O ideal seria ter unidades Sarah espalhados pelo país para ajudar o trabalho no hospital principal.










Governo exige que menino de braços e pernas amputadas por meningite prove sua deficiência

Garoto teve uma complicação relacionada a um quadro de meningite quando tinha sete anos

Do R7

Foto: Reprodução/ The Mirror


Um adolescente que perdeu ambos os braços e pernas após sofrer de meningite, quando ainda era uma criança, foi intimado pelo governo britânico a "provar sua deficiência" para não perder um benefício de cerca de R$2.200 que recebe por mês.

Edward Bright, de 16 anos, teve que amputar os quatro membros depois de ter uma complicação relacionada a um quadro de meningite quando tinha sete anos.

O estudante, que utiliza uma cadeira de rodas para se locomover, depende do dinheiro que recebe mensalmente do governo britânico, como parte do programa DLA (Disability Living Allowance).

No entanto, após completar 16 anos, em janeiro deste ano, Bright recebeu uma carta chamando o adolescente para participar de uma avaliação de sua condição de saúde, com o objetivo de reivindicar um outro benefício que substitui o DLA.

Apesar de sua condição a ser conhecida da equipe médica, Bright — que tem um gêmeo idêntico — foi solicitado a comparecer ao centro do condado de Derbyshire para uma avaliação presencial. Caso contrário, ele poderia perder seus benefícios.

O pai do adolescente, Steve, criticou a equipe "insensível" que enviou a carta para seu filho, e disse estar "enojado" com a forma como o jovem está sendo tratado.

Não é preciso um médico especialista para perceber que ele não vai melhorar. Ele é um amputado e vai ser assim para o resto de sua vida. Não vão crescer novos braços e pernas de repente.

Depois de a família do garoto fazer uma reclamação, o governo afirmou que faria uma avaliação do adolescente em sua própria casa — mas os pais de Bright ainda consideram a decisão insatisfatória.

O pai de Bright diz entender o porquê de essas avaliações serem realizadas. No entanto, ele afirma que existem casos em que os benefícios deveriam ser automaticamente renovados.

Deveria haver um aviso na pasta do meu filho dizendo: "Ele é deficiente e sempre será. Não deve ser contatado para avaliação".

(Com informações do The Mirror)

Atletas brasileiros fecham primeiro dia de provas no Open Internacional de Natação com 30 medalhas

    Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CPB
    22/08/2016 - Brasil, Rio de Janeiro, Estádio Aquático Olímpico - Natação - Vanilton Filho. ©Marcio Rodrigues/MPIX/CPB

O Brasil teve grande desempenho no primeiro dia de provas do Open Internacional Caixa Loterias de Natação Paralímpica. No total, os atletas do país subiram 30 vezes ao pódio, sendo seis vezes no primeiro lugar, nove no segundo e 15 no terceiro. As disputas seguem neste sábado e domingo, no Estádio Aquático do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

A sessão noturna desta sexta-feira foi animadora para os brasileiros. O objetivo maior da maioria dos nadadores era buscar os índices necessários para conquistar a vaga nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, em setembro. E com essa missão em mente, alguns atletas chamaram a atenção durante as provas.

Na classe S9, Vanilton Nascimento teve destaque por ter batido o recorde das Américas dos 100m livre da classe duas vezes. Nas eliminatórias, durante a manhã, nadou a distância em 57s58 e estabeleceu a nova marca do continente. 

O recorde durou só até a final da disciplina, no começo da noite. Vanilton baixou em mais dois centésimos o tempo da manhã para ficar com a medalha de ouro.

“Nas eliminatórias fiquei bem feliz e agora achei melhor ainda. Baixei em dois centésimos e esse tempo já se aproxima do índice para os Jogos, o que me deixa um pouco mais tranquilo. A grande alegria foi poder nadar neste evento teste, ganhar essa medalha. Agora é aumentar bastante o treino e chegar em Portugal, no Europeu, e tentar buscar esse índice”, contou Vanilton Nascimento.

Outro que ganhou destaque nas provas noturnas foi Andre Brasil, que venceu as duas provas em que disputou: os 100m livre e 100m borboleta da classe S10. O multimedalhista já tem índice para os Jogos Paralímpicos, conquistado na prova dos 100m livre, e se mostrou bem à vontade com a competição.

“Sei que cometi muitos erros e acertos. Mas é um evento teste, assim como foi o Maria Lenk, e o resultado poderia ter sido um pouco melhor porque a gente sempre quer um pouco mais. Meu técnico vem conversando comigo muito sobre degraus. Desde que me machuquei, em 2014, venho nessa pegada de construir o resultado. Voltei a nadar muito bem no ano passado, fiz os melhores tempos no Mundial e no Parapan e hoje viemos para mais um degrau. Sei que não tenho mais 25 anos, então tenho que preservar muito meu descanso. Disse que vim aqui me divertir, mas vou continuar me empenhando sempre”, analisou Andre.

Outro multicampeão do país a cair na água foi Daniel Dias. O atleta da classe S5 levou um bronze nos 50m livre das classes S5 e S6. A prova era bastante esperada pela presença do americano Roy Perkins, o principal rival de Daniel nesta prova. Porém, por um problema de atraso para a câmara de chamada, Perkins não pôde competir na prova.

Confira as medalhas conquistadas pelo Brasil nesta sexta-feira:

Ouro
– Andre Meneghetti, nos 100m borboleta S11
– Thomaz Matera, nos 200m medley SM13
– Vanilton Nascimento, nos 100m livre S9
– Andre Brasil, nos 100m livre S10
– Andre Brasil, nos 100m borboleta S10
– Matheus Rheine, nos 100m livre S11

Prata
– Beatriz Carneiro, nos 200m medley SM14
– Alan Augusto Santos, nos 200m medley SM13
– Talisson Glock, nos 200m medley SM6
– Joana Neves, nos 100m livre S5
– Ítalo Gomes, nos 100m livre S7
– Letícia Freitas, nos 100m borboleta S13
– Phelipe Rodrigues, nos 100m livre S10
– Caio Amorim, nos 100m livre S8
– Felipe Caltran, nos 200m medley SM14

Bronze
– José Luiz Perdigão, nos 100m borboleta S11
– José Luiz Perdigão, nos 200m medley SM11
– Debora Carneiro, nos 200m medley SM14
– Roberto Alcalde, nos 200m medley SM6
– Susana Schnarndorf, nos 100m livre S5
– Lucas Simões, nos 100m livre S7
– Camille Rodrigues, nos 100m livre S9
– Ruiter Silva, nos 100m livre S9
– Mariana Gesteira, nos 100m livre S10
– Adriano Lima, nos 100m livre S6
– Ronaldo Bezerra, nos 100m livre S8
– Cecília Araújo, nos 100m livre S8
– Daniel Dias, nos 50m borboleta S5-S6
– Lucas Mozela, nos 200m medley SM9
– Gabriel Souza, nos 100m borboleta S8

Público
Serão distribuídos 600 ingressos por sessão na entrada principal do Parque Olímpico da Barra, na Avenida Abelardo Bueno. O quiosque para retirada abrirá uma hora antes de as provas começarem. Não haverá estacionamento no local e não será permitida a entrada de táxi ou outros veículos não credenciados no parque.

Programação da competição:

23/4- Sessão 1 – Das 9h30 às 14h40
Sessão 2 – Das 19h – 21h20
24/4 – Sessão 1 – Das 10h30 às 12h50

Siconv
A participação das Seleções Brasileiras de jovens e principal de paranatação no Open Internacional Caixa Loterias é custeada por um convênio entre o Ministério do Esporte e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Patrocínio
As equipes de natação têm patrocínio da Caixa Loterias.

Fonte: cpb.org.br

“Tenho más notícias: Estou Morta.“ A Carta de Despedida desta Mãe fez 100.000 Pessoas Chorarem e Rirem No Facebook.

A norte americana Heather McManamy era uma jovem mãe de apenas 36 anos quando recebeu um diagnóstico trágico: câncer de mama.



Em novembro de 2015, os médicos lhe disseram que já não havia nada mais a fazer e que Heather tinha apenas cerca de 6 semanas de vida.

Sem se deixar abalar, ela usa esse tempo para escrever um carta para a filha, Brianna. No texto, Heather 'bate um papo' com a menina sobre todas as fases importantes da sua vida, nas quais ela não estará presente: o primeiro dia na escola, o primeiro beijo, a carteira de motorista. Heather também escreve uma carta muito especial para seus amigos e familiares.

Há poucos meses atrás, quando ela faleceu, e conforme seu último desejo, seu marido Jeff McManamy postou no Facebook sua carta de despedida. As palavras de Heather captam perfeitamente a pessoa divertida e amorosa que ela era:

"Então... tenho boas e más notícias. A má notícia é que, aparentemente, estou morta. A boa é que, se você está lendo isso, você com certeza não está (a não ser que tenham wifi no além). Concordo, é uma droga. É uma droga sem tamanho, mas me sinto muito feliz por ter vivido uma vida tão repleta de amor, alegria e amigos incríveis. Tenho sorte em poder dizer, com toda sinceridade, que tenho zero arrependimentos e que gastei todas as minhas energias tentando viver a vida ao máximo. Eu amo todos vocês e agradeço a cada um por ter dividido comigo momentos maravilhosos.

Qualquer que seja a sua religião, eu fico feliz que ela te traga algum consolo. Mas peço que você respeite o fato de que nós não somos religiosos. Então, por favor, não diga a Brianna que estou no céu. Na cabeçinha dela, isso significa que eu escolhi estar em outro lugar, que eu a deixei. Na verdade, eu fiz tudo o que pude para ficar junto dela e não há nenhum, NENHUM outro lugar em que eu preferiria estar do que ao lado dela e de Jeff. Por favor, não a confundam, não a façam pensar, nem por um segundo, que isso talvez possa não ser verdade. Porque eu não estou no céu. Estou aqui. Só não estou nesta porcaria de corpo que se virou contra mim. Minha energia, meu amor, meu riso, e todas aquelas lembranças incríveis, está tudo aqui com vocês.

                             

Por favor, não se lembre de mim com pena ou com tristeza. Sorria, sabendo o tanto que nós nos divertimos juntos, sabendo que o tempo que passamos juntos foi maravilhoso. Eu detesto deixar as pessoas tristes. Mais do que qualquer coisa, eu adoro fazer as pessoas rirem. Então, por favor, ao invés de ficar remoendo a tragédia da minha morte, ria das lembranças que criamos juntos e do quanto a gente se divertiu.

                

Por favor, conte histórias para a Brianna, para que ela saiba o quanto eu a amo e como sempre vou me orgulhar dela (e me faça parecer muito, mas muito mais legal do que sou). Porque não há nada na vida que eu ame mais do que ser a mãe dela. Nada. Cada momento que eu passei com ela foi uma felicidade que eu não imaginava existir até que ela aterrissou na minha vida.

E não diga que eu perdi a batalha contra o câncer. Porque o câncer pode ter tirado tudo de mim, mas ele não tirou o meu amor, minha esperança ou a minha alegria. Não foi uma batalha, foi simplesmente a vida. Muitas vezes ela é brutal e injusta, e é assim que as coisas são. Eu não perdi, caramba. Eu considero a forma como vivi com câncer durante anos uma vitória enorme. Por favor, lembre-se disso.

E o mais importante, eu tive a sorte de passar mais de uma década com o amor da minha vida e com o meu melhor amigo, Jeff. Almas gêmeas existem. Cada dia com Jeff ao meu lado foi hilário e repleto de amor. Ele é, com certeza, o melhor marido do universo. Durante toda essa porcaria de câncer, ele nunca titubeou, mesmo naqueles momentos em que a maioria das pessoas iria querer fugir. Mesmo nos piores dias imagináveis, encontramos uma forma de rir juntos. Eu o amo mais do que a própria vida e acredito sinceramente que esse amor, de tão especial, só pode ser eterno.

O tempo é o que há de mais precioso neste mundo, e eu sou muito grata por ter compartilhado tantos anos da minha vida com Jeff. Eu te amo. E eu acredito que a nossa filha é uma encarnação desse amor. Só de pensar que vou ter que me despedir de vocês, isso parte o meu coração. E se a sua tristeza for a metade da minha, meu coração se parte de novo, porque a última coisa que eu quero nesta vida é fazer vocês sofrerem.

                              

u espero que, com o tempo, vocês possam pensar em mim com um sorriso porque, putz, tivemos uma vida incrível. Então pesquisem aí o "Physicist’s Eulogy" no Google e saibam que é um fato científico: eu sempre vou estar com vocês. Eu sei que, se vocês pararem e prestarem atenção, vou estar aí (da forma menos assustadora possível). Vocês são o meu mundo e não há palavras que descrevam o quanto eu amei cada instante que passamos juntos.

Amigos, eu amo todos vocês e agradeço a cada um por uma vida inacreditável. E obrigada a todos os médicos e enfermeiros maravilhosos que cuidaram tão bem de mim. Eu não duvido que a minha equipe médica fez tudo o que pôde. Do fundo do meu coração, eu desejo a todos vocês uma vida longa e saudável, e eu espero que vocês possam sentir a mesma gratidão que eu sinto por cada dia vivido. Se você for ao meu enterro, por favor assegure-se de que a conta do bar esteja à altura da ocasião. Liga o som, toca "Keg on My Coffin" (Barril de cerveja no meu caixão) e dance em cima da mesa (em algum momento é bom que haja alguém dançando).

Celebre a beleza da vida com uma festa de arromba porque é isso que eu gostaria. Eu acredito que, de alguma maneira, eu vou achar um jeito de estar lá também (você sabe que detesto perder uma boa festa). E como eu estou aguardando ansiosa a oportunidade de assombrar todos vocês, na verdade isso não é um adeus, e sim um até breve. Por favor, só faça uma coisa por mim: tire alguns minutos cada dia para celebrar essa aventura frágil e louca da vida. E nunca se esqueça: cada dia importa."

Esta carta já foi compartilhada mais de 26 mil vezes no Facebook e tem emocionado milhares de pessoas ao redor do mundo. "A saudade é enorme", diz o marido de Heather, Jeff. "Tenho certeza de que ela está por perto. Sinto a sua presença em cada instante de cada dia. Brianna, com certeza, herdou a sua força e a sua coragem. O espírito de Heather vive nos lindos olhos castanhos de nossa filha."

"Cada dia conta": esta é uma verdade que ninguém deveria jamais esquecer. Compartilhe estas palavras inspiradoras com todos os seus amigos.


Biblioteca Braile oferece possibilidades de inclusão social a cegos em Manaus

Acervo da Biblioteca conta com mais de mil livros em braile, 4.020 livros falados ou no formato audiolivros; cursos de braille e música são ministrados no local.

Foto: Isabelle Marques
Homem de meia idade está em frente a uma das estantes da blblioteca e toca a capa de um livro com as mãos.

Desde 2006, Nilo Lopes, de 47 anos, aprende a lidar com a deficiência visual. Porém, das terças às sextas-feiras dos últimos cinco anos, o ato de enxergar criou outro significado. “O olhar não faz falta nenhuma”. É assim que o técnico eletrônico industrial se sente na Biblioteca Braile do Amazonas, localizada no Bloco C do Sambódromo, no Dom Pedro, zona Centro-Oeste de Manaus.

O acervo da Biblioteca conta com mais de mil livros em braile, 4.020 livros falados ou no formato audiolivros, 102 filmes com audiodescrição e 25.000 livros digitalizados. Outra atração são as aulas de violão, às quartas e sextas, e de teclado, às terça e quinta. “Aqui, tocando música, a gente nem pensa na deficiência. A gente ouve o que tá vindo do coração e é uma satisfação”, conta Nilo que frequenta a Biblioteca Braile há cinco anos e sente como se fosse parte de sua casa.

O local possui 290 cadastros. “Além de frequentar o local, as pessoas podem emprestar os livros e combinar com a gente para o dia de entrega. Atendemos desde crianças, mas o nosso maior público é o infanto juvenil até idosos. As pessoas sentem a acessibilidade e, com isso, ficam mais confortáveis”, conta a assessora administrativa da Biblioteca, Karen Cordeiro.

Sobre os livros do local, a assessora destaca que estes são doados pela Fundação Dorina Nowill e também produzidos pela própria biblioteca. Obras de ficção contemporânea, literatura brasileira e técnicos se destacam no acervo. “Também fazemos a adaptação do livro de tinta para braile ou em formato de áudio que ficam no nosso acervo. Muitas pessoas utilizam esse recurso de tradução, pois os livros disponibilizados pelas faculdades ou cursos não são acessíveis. Gratuitamente realizamos essa conversão”, explica Cordeiro, acrescentando que o tempo de produção depende do formato entregue e do tamanho da obra.

Quem já teve auxílio das produções foi historiadora Renata Moraes, 32. Após frequentar o local há mais de dez anos e usufruir do acervo, ela começou a trabalhar na biblioteca. “Sou formada em História e tenho a vontade de ser professora de braile. Os livros me ajudaram quando estudei para concursos e também em estudos para a pós graduação. Aluguei livros sobre a Constituição Federal, Direito Legislativo e Informática”, conta.

A Biblioteca também oferece curso de braile gratuito no horário de funcionamento da biblioteca, de segunda a sexta de 8h às 17h. Os interessados podem realizar o agendamento através do contato 3622 0869.

Voluntários

O coordenador da Biblioteca Braile, Gilson Pereira, que também é deficiente visual, conta que o local busca voluntariados para agirem como ledores, aqueles que leem os livros para a gravação das obras do acervo. “O voluntário vem aqui, realiza um teste de leitura e pode gravar um livro que é demandado. Hoje, temos duas, para as outras obras são utilizados a voz sintetizada pelo computador, mas confesso que a humana é bem melhor, pois consegue ser mais fiel ao que está escrito”, explica.

Parcerias

Pereira destaca que voluntários já aturam em outras parcerias do local. Fundada em 1999, a Biblioteca era focada em criar e expandir o acervo. Já a partir de 2003, o foco da casa passou a dar apoio aos deficientes visuais para adentrar na Universidade Estadual do Amazonas “Nós tínhamos grupos de voluntários ledores de diversas matérias para o grupo de estudo para o vestibular. Em 2004, o primeiro adentrou. No total, naquele ano a UEA tinha 28 alunos cegos e de baixa visão”, contou.

“A partir de 2009, a tarefa era implantar nos espetáculos do Teatro Amazonas a auto descrição”, diz Gilson. “Vale destacar que aquele preconceito do cego como coitadinho já passou, hoje só não lê quem não quer”, completou Gilson.


Open Internacional de Natação Paralímpica tem abertura com dez medalhas para brasileiros

 Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX
  22/04/2016 - Rio de Janeiro, 2016 Caixa Loterias Swimming Open Championship -  Estádio Olímpico Rio 2016 - Susana Schnarndorf. ©Daniel Zappe/MPIX/CPB

O primeiro dia de provas do Open Internacional Caixa Loterias de Natação foi recheado de medalhas para os brasileiros. Ao todo foram dez medalhas para atletas do país, sendo duas de ouro, quatro de prata e quatro de bronze. A competição está sendo realizada no Estádio Aquático do Parque Olímpico do Rio de Janeiro, conta com 212 atletas de 19 países e serve como evento-teste para os Jogos Paralímpicos Rio-2016.

A abertura do Open também reservou boa notícia para a nadadora Susana Schnarndorf, da classe S5. Susana passou pela reclassificação funcional nesta quinta-feira, 21, depois de um longo tempo de espera. A nadadora foi campeã mundial em 2013, em Montreal, na classe S6, e, com o avanço de sua doença, a MSA (Atrofia Múltipla de Sistemas), o desempenho dela passou a ficar muito abaixo das atletas da classe.

Com a revisão da classificação, Susana conquistou nesta sexta a medalha de bronze nos 100m livre S5 e sentiu-se animada com as disputas na nova classe. 

“Estava esperando a reclassificação há dois anos e voltei a ser competitiva, e para mim é muito importante isso. Estava nadando com uma classe que não era a minha, e agora é só treinar forte para brigar pelos resultados”, disse.

O nadador de baixa visão Thomaz Matera, classe S12, foi outro que teve uma boa estreia no campeonato. O atleta retornou ao esporte recentemente depois de sete anos de ausência e durante a manhã ficou com o ouro nos 200m medley. “Não esperava esse ouro. A gente sabe que em uma competição internacional tem muita gente boa participando. Então fico muito feliz com esse resultado e espero continuar tendo essas surpresas. Voltei para o esporte nesse ano e quero muito representar a Seleção Brasileira e esse resultado é o que eu tenho que apresentar”, contou Thomaz.

Duas das principais estrelas brasileiras da natação paralímpica nadaram provas preliminares nesta primeira manhã de disputas. Com objetivos para o campeonato europeu, em maio, em Portugal, Daniel Dias e Andre Brasil fizeram provas mais leves.

O multicampeão da classe S5, Daniel, se classificou para a final dos 50m borboleta com o tempo de 37s39. Nesta prova, aliás, o brasileiro enfrentará seu principal rival na classe, o americano Roy Perkins. “Me senti bem nessa sessão da manhã, mas vou acertar alguns detalhes porque quero nadar melhor à noite. A piscina é rápida, então só eu mesmo que preciso me ajustar para fazer melhor na final. Espero nadar bem e a medalha será uma consequência do esforço”, analisou Daniel.

Para o multimedalhista Andre Brasil, as provas do Open começaram de acordo com o que esperava. O atleta está projetando conquistas futuras e se mostrou animado depois das eliminatórias dos 100m livre S10 e dos 100m borboleta S10. “Nadei o Maria Lenk nessa semana e ainda estou me preparando para um resultado maior mais para frente. Estamos trabalhando bastante e queremos ver o resultado que vai sair agora à noite”, observou Andre Brasil.

Resultados
Outros nomes importantes da modalidade passaram pela piscina do Estádio Aquático do Parque Olímpico. Confira outras medalhas conquistadas por brasileiros:

– Andre Luis Meneghetti foi ouro nos 100m borboleta S11
– Joana Neves levou a prata nos 100m livre S5
– Ítalo Gomes ficou com a prata nos 100m livre S7
– Talisson Glock foi prata nos 200m medley SM6
– Beatriz ficou com a prata nos 200m medley SM14
– Débora foi bronze 200m medley SM14
– Roberto Alcalde ficou com a prata nos 200m medley SM6
– Perdigão foi bronze nos 200m medley SM13

Público
Serão distribuídos 600 ingressos por sessão na entrada principal do Parque Olímpico da Barra, na Avenida Abelardo Bueno. O quiosque para retirada abrirá uma hora antes de as provas começarem. Não haverá estacionamento no local e não será permitida a entrada de táxi ou outros veículos não credenciados no parque.

Programação da competição:
22/4 – Sessão 2 – Das 18h30 às 21h30
23/4- Sessão 1 – Das 9h30 às 14h40
Sessão 2 – Das 19h – 21h20
24/4 – Sessão 1 – Das 10h30 às 12h50

Siconv
A participação das Seleções Brasileiras de jovens e principal de paranatação no Open Internacional Caixa Loterias é custeada por um convênio entre o Ministério do Esporte e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
Patrocínio

As equipes de natação têm patrocínio da Caixa Loterias.

Fonte: cpb.org.br

4ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência

Os desafios na implementação da política da pessoa com deficiência: a transversalidade como radicalidade dos direitos humanos

                             baner da Conferência, com letras azuis em fundo branco e detalhes em verde.

IV Conferência Nacional – Minuta Texto Base e Orientativo Baixar
IV Conferência Nacional – Minuta Texto Base e Orientativo Baixar

Programação da 4ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência Baixar 

Programação


Domingo, 24 de Abril de 2016
14h: Abertura do Credenciamento
17h: Solenidade conjunta de abertura das Conferências Nacionais (Pessoa com Deficiência,

Pessoa Idosa, LGBT e Criança e Adolescente)
19h: Jantar (CICB)


Segunda-feira, 25 de Abril de 2016

8h30: Palestra Magna – Palestrante: Paulo Vannuchi (Membro da Comissão Interamericana

de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos – OEA.
10h: Palestras dos Eixos Temáticos

Eixo I – Palestrante: Cláudia Grabois (Presidente da Comissão de Direitos das Pessoas

com Deficiência do Instituto Brasileiro de Direito de Família).
Debatedor: Jorge Amaro Borges (Mestre em Educação e Doutorando em Políticas Públicas)

Eixo II – Palestrante: Renato Simões (Assessor Especial para a Participação Social do Ministro-Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República)

Eixo III – Palestrante: Rejane Dias (Secretária de Educação e Cultura do Estado do Piauí)

12h: Almoço (CICB)

14h: Palestra “Arte, Cidadania e Espiritualidade”. Palestrante: Marcos Frota (Ator)

14h30: Aprovação do Regimento Interno da 4ª Conferência Nacional

16h30: Mesa-redonda sobre a Lei Brasileira de Inclusão (Estatuto da Pessoa com Deficiência)

18h: Encontro com Delegadas(os) da 12ª CNDH

19h: Jantar (CICB)


Terça-feira, 26 de Abril de 2016

8h30: Início dos trabalhos das miniplenárias (grupos de trabalho)

12h: Almoço (CICB)

14h: Continuação dos trabalhos das miniplenárias (grupos de trabalho)

19h: Jantar (CICB)


Quarta-feira, 27 de Abril de 2016

8h: Plenária Final

12h: Almoço (CICB)

17h: Abertura da 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos

19h: Jantar (CICB)


Quinta e sexta-feira , 28 e 29 de Abril

Programação da 12ª Conferência Nacional de Direitos Humanos

A inclusão de pessoas com deficiência no trabalho formal está ganhando força

A inclusão de pessoas com deficiência no trabalho formal está ganhando força onde mitos e preconceitos sobre a questão são esclarecidos e enfrentados.


                                deficiente


Um dos caminhos utilizados pelo Espaço da Cidadania e seus parceiros pela inclusão tem sido a informação e a convivência para entendimento dos vários pontos de vistas sobre a questão.

A TV Osasco produziu uma reportagem sobre o primeiro encontro do Programa Diálogos sobre a Empregabilidade da Pessoa com Deficiência.

Igualmente a esta atividade ocorrida em Osasco no final de março, o fato se repetiu em São Paulo e em Avaré neste mês.

Ainda há inscrições gratuitas abertas para os encontros de Praia Grande (27/04), Jundiaí (04/05), Salto (18/05) e Guarulhos (24/05).

Mais informações no e-mail ecidadania@ecidadania.org.br ou nos contatos dos nossos parceiros. A participação é gratuita.

Espaço da Cidadania faz nova impressão de cartilha

O Espaço da Cidadania convida seus parceiros para participarem da nova impressão da Cartilha “Conviva com a Diferença – Dicas para o relacionamento social com a pessoa com deficiência”.

Todos os parceiros poderão inserir suas logomarcas de forma compartilhada na última página, pagando o valor correspondente à quantidade encomendada, diretamente à gráfica, após o recebimento de sua encomenda.

Preço estimado:
• 200 exemplares = R$ 1,15 a unidade
• 500 exemplares = R$ 1,00 a unidade
• 1000 exemplares = R$ 0,89 a unidade
• Obs. O custo unitário diminui de acordo com o aumento da quantidade encomendada.

Para fazer a encomenda é necessário confirmar a participação e enviar a logomarca até 29 de abril de 2016.

• Previsão de entrega das cartilhas 12/05/2016
• Previsão de pagamento até 12/6/2016

Caso deseje mais informações estamos à disposição através do e-mail ecidadania@ecidadania.org.br ou telefone 11-3685-0915.