sábado, 7 de maio de 2016

Site diz que vida do ex-piloto Michael Schumacher está por um fio

Em coma há mais de dois anos, heptacampeão de F-1 estaria perdendo a batalha pela vida





A vida do heptacampeão de Fórmula 1 Michael Schumacher está por um fio. Pelo menos é isso informou nesta sexta-feira (6) o site Newseveryday.com. Segundo a publicação, o estado de saúde do alemão piorou de forma drástica e apenas um milagre o manterá vivo. Em fevereiro deste ano, Sabine Kehm, porta-voz de Schumacher, afirmou que não há nada que possa ser feito a não ser esperar.

A mulher de Schumacher, Corrina, e os dois filhos do casal, Mick e Gina, tentam levar uma vida normal apesar da tragédia. Recentemente, apareceram em público na inauguração de uma exposição dedicada ao heptacampeão de Fórmula 1, em Marburg, na Alemanha.

A amostra, que terá duração de dois anos, tem como tema os momentos de Schumacher na principal categoria do automobilismo, na qual ganhou nada menos que sete títulos mundiais.

O evento é organizado por um dos antigos patrocinadores do alemão e conta com carros usados por Schumi e objetos pessoais que nunca haviam sido mostrados ao público.

Enquanto está em coma, Schumacher não ficou mais pobre mesmo com os custos altíssimos do tratamento. Depois do acidente, o alemão e a família ainda mantêm a fortuna de 700 milhões de euros (cerca de R$ 3 bilhões) que tinham em 2013, segundo a revista suíça Bilanz, e estão na segunda posição entre os mais ricos da F-1, atrás apenas de Bernie Ecclestone (R$ 12,32 bilhões).

O número impressiona já que a família do piloto vem gastando uma verdadeira fortuna desde o acidente. A recuperação de Schumacher continua sendo bastante custosa para os parentes do heptacampeão mundial de Fórmula 1. De acordo com o jornal britânico Mirror, os gastos com Schumi atingiram 10 milhões de libras (quase R$ 60 milhões) no fim do ano passado.

Em dezembro de 2015, completou-se dois anos do trágico acidente de esqui que mudou a vida de Schumacher.

Atualmente, o heptacampeão recupera-se na própria casa, na Suíça, da queda sofrida na estação de Méribel, na França.

No último dia 8 de outubro, completou-se 15 anos da conquista do terceiro título mundial de Schumi na Fórmula 1, o primeiro com a escuderia Ferrari.

Atualmente, no entanto, a alegria mostrada no rosto do piloto não existe mais.

   

O campeão, na foto acima carregado por Jean Todt, à época chefão da Ferrari, após vencer o GP de Suzuka e garantir o caneco, vive um verdadeiro drama na luta contra a morte depois de se acidentar em uma pista de esqui em 2013. Relembre a seguir a batalha do alemão.

De acordo com informações publicadas pelo jornal britânico Daily Express, Schumacher ainda estaria sem falar e se locomover e pesando menos de 45 quilos.

A publicação inglesa entrevistou uma fonte próxima à família do alemão, que revelou que "não se vê milagres no horizonte" porque o ídolo do automobilismo "continua incapaz de falar ou andar e tem uma consciência muito limitada sobre o ambiente que o envolve". As informações publicadas no jornal, no entanto, não foram confirmadas oficialmente.

Por causa do grave acidente sofrido em 2013, o alemão perdeu cerca de R$ 16 milhões em receitas anuais. Alguns médicos de Michael Schumacher chegaram até a jogar a toalha em relação à sua recuperação. Dois patrocinadores desistiram de investir na imagem do alemão...

Jornais ingleses afirmam que as empresas de moda Navyboot e Jet Set cortaram as relações comerciais com Schumacher. Ele teve graves ferimentos na cabeça após sofrer um acidente enquanto esquiava com a a família nos Alpes franceses, em dezembro de 2013.

A Mercedes e a empresa de gestão de riqueza DVAG garantem que continuarão com os contratos com o piloto que, após meses no Hospital de Vaud, em Lausanne, foi transferido, em setembro, para sua casa em Gland, Suíça, para seguir com o tratamento..

Mas, para a família do piloto, a esperança é a última que morre. Os parentes do maior campeão de F-1 de todos os tempos, com sete títulos mundiais, já investiram mais de R$ 60 milhões para manter o alemão vivo e em casa.

Schumacher deixou o hospital em setembro de 2014, quando recebeu alta e pôde continuar o tratamento ao lado da família. Só para a mudança, a família desembolsou cerca de R$ 40 milhões para transformar a mansão dele em uma verdadeira UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Passados os gastos com a reforma, os familiares, agora, desembolsam R$ 1,5 milhão por mês para manter tudo funcionando. Os gastos incluem as massagens que Schumi recebe todos os dias para movimentar os músculos, enfermeiras, neurologistas, nutricionistas e outros médicos. No total, a equipe tem 15 pessoas, que passam 24 horas por dia ao lado do ex-atleta.

A esposa Corinna, sempre ao lado de Schumi, luta contra o pessimismo demonstrado por alguns médicos em relação à recuperação do ex-piloto.

Schumi e Cori construíram a mansão em 2008 e ela já passou por várias reformas. Tem 2,2 mil m² só de área construída e mais de 40 quartos. Agora há aparelhos de fisioterapia, enfermaria, e específicos para outros tratamentos.

Também equipes médicas, em que se incluem neurologistas, fisioterapeutas e profissionais de outras especialidades, monitoram Schumi o tempo inteiro, muitas vezes até se hospedando na casa, já que há um lugar reservado para eles.

Schumi é heptacampeão mundial de F1 e, em número de títulos, é o maior piloto da categoria. Ele é o segundo maior vencedor no GP do Brasil, chegando em primeiro em quatro ocasiões. Alain Prost venceu seis corridas no país.

Na garagem do palácio, há vagas para os 30 carros que compõem a coleção do alemão, em que se incluem modernos modelos de Ferrari, Mercedes e outras marcas.

A casa fica à beira do Lago Léman e a tranquilidade do local também pode ajudar na recuperação de Schumi.

Dinheiro é o menor empecilho para a família do piloto. Durante a carreira ele acumulou uma fortuna de R$ 2 bilhões.

Cavalos galopam nos jardins do local. A equoterapia, tratamento feito com estes animais, é tida como muito proveitosa para a recuperação e o equilíbrio de pacientes, inclusive na parte motora. Não se sabe, porém, se isto está sendo aplicado no ex-piloto.

Depois de ficar cerca de 9 meses no hospital, Schumacher foi transferido para sua casa, já que a família considerava que o calor do lar iria ajudar a se recuperar.

O Daily Mail, da Inglaterra, e o As, da Espanha publicaram artigos em que estranham a falta de notícias sobre o maior vencedor da mais importante categoria do automobilismo (com sete títulos na F-1), após ele ter sido transferido para sua casa, em Gland, Suíça.

Apesar do cenário ruim, a família do piloto mostrou confiança ao reativar o site dele com uma frase nostálgica: "O dia em que a Alemanha acordou campeã". Logo abaixo, o texto segue agradecendo o apoio dos fãs, mesmo que o momento seja de tristeza, já que os médicos do alemão jogaram a toalha na última semana.

Até mesmo uma foto dele, em frente à mansão, foi divulgada pela revista alemã Die Aktuelle como sendo atual, em que Schumi estaria tomando banho de sol.

Mas o site britânico Express.co tratou como uma decepção a capa da revista, que informou em sua reportagem a "melhora" de Schumacher e o suposto banho de sol em sua casa.

O site garante que a foto foi tirada no dia 26 de janeiro de 2013, em St. Moritz, na Suíça.

Nos meses em que ficou no hospital, o alemão perdeu 25% do seu peso e chegou a pesar 55 quilos..

Desde que Schumacher retornou à sua casa, há um reforço policial para evitar a invasão de jornalistas, fãs e também para dar segurança à família.

O porta-voz da polícia local, Pierre-Olivier Gaudard, explicou, na ocasião, ao jornal "Bild":
— Não queremos que as pessoas perturbem a calma, em redor da casa.

A mansão também possui sauna, piscina, sala de cinema, sala de jogos, boate e um campo de minigolfe, um esporte que Schumi adorava praticar. Também há um heliporto e uma 'sala do pânico' - local com todas as provisões, em caso de emergência.

Em meados de novembro, o ex-piloto francês Philippe Streiff deu declarações à rádio Europe 1 sobre o estado de saúde do alemão, que se acidentou no dia 29 de dezembro de 2013.

Schumacher está melhor, mas isso é relativo. Ele não fala, está paralisado e em uma cadeira de rodas. Ele tem problemas de memória e de fala.

Outro grande ídolo da F1, Ayrton Senna, morou em Portugal, nos seus últimos anos de vida. A mansão que pertenceu a Senna fica no condomínio Quinta do Lago e vale R$ 24 milhões.

Trata-se de um local de alto luxo, cujo terreno chega a 9 mil m², com palmeiras que foram plantadas a pedido do próprio piloto.

Além de instalações confortáveis, a mansão tem piscina de água salinizada e permanece com a mesma estrutura dos tempos em que o ídolo brasileiro morou lá.

Israel Stroh disputa torneios na Europa de olho nas Paralimpíadas do Rio

Mesatenista de Santos está com a seleção brasileira na disputa dos Abertos da Eslovênia e Eslováquia. Paratleta defenderá o Brasil nos Jogos Paralímpicos

Por Antonio Marcos Santos, SP

                             Israel Stroh (Foto: Antonio Marcos)
                   Israel Stroh disputa torneios na Europa visando as Paralimpíadas (Foto: Antonio Marcos)

Classificado para os Jogos Paralímpicos do Rio, o mesatenista Israel Stroh estreia nesta quarta-feira no Aberto da Eslovênia, etapa fator 40 (a mais alta do circuito mundial). Além dele, a seleção brasileira conta com outros 15 competidores no torneio, que termina no próximo sábado.

Em entrevista ao GloboEsporte.com, o paratleta de Santos comentou a mudança de categoria e a preparação para o maior evento esportivo do planeta, as Paralimpíadas.

Mudei da classe oito para a sete (grau de deficiência maior) no início do ano passado. A decisão foi tomada junto com os meus treinadores, porque entendemos que estávamos em desvantagem perante os adversários. A preparação para os Jogos Paralímpicos está ótima. A carga de treinos não mudou, mas a qualidade e os cuidados aumentaram. Todos os dias estão voltados para a competição – disse.


Israel está com a seleção brasileira na Europa desde a semana passada. Depois de competir na Eslovênia, o time nacional disputará o Aberto da Eslováquia, que será realizado entre os dias 10 e 15 deste mês. Para o mesatenista santista, os torneios são bons testes para os Jogos Paralímpicos do Rio.

Tive uma lesão no ano passado e me recuperei pressionado para conquistar a vaga olímpica. Agora, sem lesão, vou ter a oportunidade de enfrentar os melhores do planeta e saber como está o meu nível de competitividade para os Jogos – concluiu.

Fonte: globoesporte.globo.com

Brasil foge de favoritos nos grupos do vôlei sentado dos Jogos do Rio

Sorteio coloca Bósnia-Herzegovina e China, atuais campeãs paralímpicas e mundiais, em chaves diferentes dos times anfitriões das Paralimpíadas

Por GloboEsporte.com São Paulo

                         vôlei sentado Brasil x Colômbia Toronto (Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CPB)


As seleções brasileiras de vôlei sentado conheceram seus adversários na fase de grupos das Paralimpíadas do Rio de Janeiro. Em sorteio realizado nesta sexta-feira, o time masculino e o feminino do Brasil fugiram dos atuais campeões mundiais e paralímpicos, China e Bósnia-Herzegovina, principais rivais pelo topo do pódio do Rio, em setembro.

Atual vice-campeão mundial e campeão parapan-americano entre os homens, o Brasil encabeça o Grupo A, que conta com Egito (quarto no Mundial), Alemanha (bronze nas Paralimpíadas de Londres) e Estados Unidos (vice parapan-americano). Atual campeã paralímpica e mundial, a Bósnia-Herzegovina puxa o Grupo B, que ainda tem Irã (bronze no Mundial), Rússia (quarta nas Paralimpíadas de Londres) e China.

Vice-campeã parapan-americana, a equipe feminina do Brasil também é cabeça de chave do Grupo A e encara Ucrânia (bronze nas Paralimpíadas de Londres), Rússia (bronze no Mundial) e Canadá. Atual campeã mundial e paralímpica, a China já pega o rival Estados Unidos no Grupo B - as americanas são vice mundiais e paralímpicas, além de campeãs dos Jogos Parapan-Americanos. Completam a chave o Irã e Ruanda.

                            Vôlei sentado grupos olímpicos (Foto: Reprodução)

Fonte:  globoesporte.globo.com

Carlos Santos, o Jordan, planeja se despedir das Paralimpíadas no Rio

Aos 46 anos, tenista cadeirante se prepara para disputar pela quarta vez os Jogos Paralímpicos e acredita que a edição do Rio de Janeiro será a última da carreira

Por Danilo Sardinha São José dos Campos, SP

           Carlos Santos Jordan tênis cadeira de rodas (Foto: Danilo Sardinha/GloboEsporte.com)
Carlos Santos é uma referência do tênis em cadeiras de rodas no Brasil (Foto: Danilo Sardinha/GloboEsporte.com)

Carlos Santos, mais conhecido como Jordan, é uma referência do tênis brasileiro em cadeira de rodas. Atual número 25 do mundo, o tenista de 46 anos tem no currículo três Paralimpíadas (Atenas, Pequim e Londres) e se prepara para disputar a quarta na carreira. A edição do Rio de Janeiro, segundo ele, promete ser especial. Além de ser em casa, deverá marcar a despedida dele do evento.

O tenista diz que chegou a hora de passar mais tempo com a família. Por isso, vê as Paralimpíadas do Rio de Janeiro como a última da carreira. Mas apesar de já estar em clima de despedida, quer se despedir bem do evento.

Provavelmente, será minha quarta Paralimpíadas. São 16 anos dentro dessa correria que é o tênis. Você está viajando o tempo inteiro. Não tem tempo para ficar com a família. Você descansa uma, duas semanas e já tem que viajar, jogar. Confesso que já penso em jogar essa Paralimpíada no Rio como uma despedida da modalidade. Quero chegar bem lá. Estou trabalhando para chegar na minha melhor forma possível e representar o Brasil da melhor forma possível. Dentro do Brasil, vou ter a minha família por perto e a torcida brasileira. Vai ser algo bem bacana. Acho que talvez seja a melhor Paralimpíada que vou participar – afirmou o atleta, que esteve nesse última fim de semana em São José dos Campos para disputa de um torneio.


Medalha é difícil, mas dentro do Brasil nada é impossível. A gente não descarta de jeito nenhum. Seria algo fora da realidade ganhar uma medalha dentro do Brasil, em um torneio como esse, gigantesco. Seria algo inimaginável completou.

JORDAN DO TÊNIS
Carlos Santos perdeu parcialmente os movimentos das pernas aos dois anos quando teve poliomielite. A situação, porém, não o impediu de praticar esportes. Afirma que desde criança se mantém em atividade. E antes de chegar ao tênis em cadeira de rodas, praticou por 15 anos o basquete sobre rodas. Desses 15 anos, 13 foram servindo a seleção brasileira. Nessa época, aliás, que recebeu o apelido de Jordan.

Até hoje sou fã incondicional do Michael Jordan. E na época que eu treinava, antes de ir para o treino, eu assistia aos jogos dele para dar uma olhada e ver como ele fazia as posições de mão, de cabeça... Acabaram me apelidando de Jordan e ficou até hoje. No tênis, tem que ter o nome verdadeiro para entrar no ranking. Já tive três nomes. Carlos Jordan, Carlos Santos, Carlos Alberto. Mas hoje, no tênis, Carlos Santos – explicou.

Carlos Santos Jordan tênis cadeira de rodas (Foto: Danilo Sardinha/GloboEsporte.com)
Ex-jogador de basquete sobre rodas, Carlos Santos é fã de Michael Jordan (Foto: Danilo Sardinha/GloboEsporte.com)

Com a seleção brasileira de basquete sobre rodas, aliás, Carlos Santos quase foi para as Paralimpíadas de Atenas, em 2004. Diz que estava entre os 12 escolhidos que iriam disputar o evento na Grécia. Mas, ao mesmo tempo, já treinava tênis e também disputando vaga para as Paralimpíadas na modalidade.

Chegou um momento que tive que fazer a escolha. O técnico me deu um ultimato. Eu tinha que escolher, porque os atletas não estavam muito confortáveis com a situação. Ele me liberou para jogar, mas no mesmo dia me chamou para conversar, porque os caras estavam cobrando. Eles estavam treinando três períodos por dia e eu apenas dois. Daí eu precisava escolher. Escolhi o tênis. Sai de um time que iria para a Grécia para tentar algo incerto. Algo que eu não tinha a mínima certeza do que iria conseguir. Joguei o torneio de Niteroi. E depois de um torneio, consegui uma vaga – relembrou.

Caminhão com oficina vai atender pessoas com deficiência no interior

acessibidade

Está sendo entregue nesta sexta-feira (06) no Centro Integrado de Reabilitação um caminhão ortopédico que vai fazer o trabalho de oficina ortopédica de órtese e prótese no interior Piauí. O caminhão que está sendo disponibilizado é fruto de um convênio entre Ministério da Saúde e Governo do Piauí, tem capacidade de atender 100 pessoas por dia e vai contar com terapeuta ocupacional, dois sapateiros, um técnico de órtese e prótese.
Segundo o secretário de Estado para a inclusão das Pessoas com Deficiência, Mauro Eduardo e Silva, esse trabalho vai facilitar a vida e a mobilidade das pessoas com deficiência no inteior.“A pessoa não precisa mais sair de Floriano para Teresina para ter esse equipamento”.
O secretário de Saúde, Francisco Costa, afirmou que o caminhão vai fazer um atendimento mais rápido para a pessoa com deficiência. “A Associação Reabilitar, gestora do Ceir, vai gerir a parte operacional do caminhão”, esclareceu.
O nome do programa é Passo a Frente, oficinas de órteses e próteses itinerante, que é composto por um microônibus e um caminhão, onde o caminhão funciona como a oficina de órtese e prótese.
O governador Wellington Dias (PT) está na solenidade de entregando o caminhão e também a secretária de Educação, Rejane Dias (PT).
Wellington Dias afirmou que esso é mais um passo importante do Plano Viver Sem Limite, incluído no Plano Nacional de Direito da Pessoa com Deficiência, realizado com recursos do SUS via Ministério da Saúde com participação do governo do Estado.
Rejane Dias lembrou que tão importante quanto esse trabalho que vai levar atendimento à pessoas com deficiência do interior é que também agora o Ceir está atendendo e fazendo a reabilitação das crianças com microcefalia no Estado.
O secretário Nacional de Direitos das Pessoas com Deficiência, Antonio José, também está no evento.
Fontes: cidadeverde.com - pessoascomdeficiencia.com.br

Lei sancionada por Sartori prevê maior acessibilidade para pessoas com deficiência


O governador José Ivo Sartori sancionou, na tarde desta quinta-feira (5), o projeto de lei nº 56/2015 que altera a legislação estadual referente a pessoas com deficiência, para assegurar, em órgãos públicos estaduais, a disposição de banheiros adequados. Para Sartori, o projeto é uma conquista na busca pela afirmação dos direitos das pessoas com deficiência.
Aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa, o projeto de autoria do deputado Sérgio Peres altera a lei nº 13.320, de 21 de dezembro de 2009, prevendo a disposição de, no mínimo, um sanitário masculino e um feminino adaptados ou construídos com adequações para a acessibilidade e usabilidade, em edifícios públicos estaduais.
A adaptação dos banheiros deve seguir a Norma Brasileira (NBR) 9050/05, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Caso a adequação não seja possível, deverão ser apresentadas alternativas às normas de acessibilidade.
O diretor-presidente da Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para PcD e PcAH no RS (Faders), Roque Noli Bakof, alertou para a necessidade de, futuramente, pensar em projetos específicos para as pessoas com altas habilidades.
Direitos garantidos na legislação estadual
A consolidação da lei estadual garante os direitos constitucionais a pessoas com deficiência e promove a inclusão social no Rio Grande do Sul. Na lei nº 13.320/2009 está assegurado o atendimento preferencial, a criação e promoção de políticas sociais e programas de assistência e o direito à reinserção e integração pela na sociedade. A lei também prevê a regularidade de eventos como a Semana Estadual da Pessoa com Deficiência, o Dia Estadual do Surdo e o Dia da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
 Fontes: www.rs.gov.br - pessoascomdeficiencia.com.br

Garoto escreve poema sobre como é viver com Síndrome de Asperger

O norte-americano Benjamin Giroux, que tem Síndrome de Asperger, escreveu um poema que ajudou sua família a entender melhor o que passa em sua cabeça

Foto de Benjamin, garoto de 10 anos; ele usa camisa vinho com um suéter branco de lã

Um dos transtornos englobados pelo espectro do autismo, a Síndrome de Asperger é costuma apresentar comportamento repetitivo e interesses restritos, além de dificuldades de interação social e comunicação. Esses dois últimos pontos complicam a relação entre filhos e pais, que não conseguem saber o que as crianças estão sentindo.

Benjamin Giroux, um menino norte-americano de 10 anos com diagnóstico de Asperger, escreveu um poema que ajudou sua família a entender melhor o que passa em sua cabeça. A tarefa foi parte de uma lição escolar, em que as duas primeiras palavras de cada verso foram passadas pela professora.

O texto emocionou seus pais, que decidiram passar o poema adiante para que mais familiares que lidam com o transtorno pudessem lê-lo. A Associação Norte-Americana do Autismo compartilhou o conteúdo no Facebook, e mais de 35 mil pessoas curtiram.

Segundo Sonny, pai do garoto, ele e a esposa choraram ao ler o poema. “Ficamos ao mesmo tempo orgulhosos e tristes por saber que ele se sente desse jeito”. Leia o texto traduzido abaixo:

“Sou estranho, sou novo
Me pergunto se você também é.
Ouço vozes no ar
Percebo que você não, e isso não é justo.
Queria não me sentir triste.
Sou estranho, sou novo,
Finjo que você também é.
Me sinto como um garoto no espaço sideral
Toco as estrelas e me sinto fora do lugar.
Me preocupo com o que os outros podem pensar
Choro quando as pessoas riem, me faz encolher.
Sou estranho, sou novo
E agora entendo que você também é.
Digo que me sinto como um náufrago
Sonho com um dia em que isso seja OK.
Tento me encaixar
Espero que um dia consiga
Sou estranho, sou novo.”

Zero Project recebe indicações para prêmio em inclusão laboral de trabalhadores com deficiência

 email do zero project, em fundo branco, com letras verdes, uma arvorezinha crescendo entre as palavras zero e project.

O trabalho é essencial para a realização de outros direitos humanos e forma uma parte inseparável e inerente da dignidade humana.

Assim, o Project Zero 2017 está se concentrando em Trabalho, Emprego e Educação e Formação Profissional, e estamos aceitando indicações de políticas inovadoras na área!

Qualquer tipo de política pode ser nomeada, como:

- qualquer forma de trabalho (emprego formal, trabalho voluntário, estágio, trainee),
- qualquer agente do emprego (empregados, empregadores, trabalhadores por conta própria, membros de cooperativas de produtores, trabalhadores familiares e outros) e
- todas as fases de emprego (incluindo recrutamento, contratação e emprego, ascensão e condições de trabalho), incluindo as inovações que facilitam a transição de ambientes segregados a formas de emprego no mercado de trabalho aberto.

Serão consideradas, por exemplo, as políticas de:

- não-discriminação,
- transição da escola para o trabalho,
- orientação técnica e profissional,
- serviços de colocação e assistência na procura, obtenção, manutenção e regresso ao emprego,
- formação profissional e contínua, aprendizagem inclusivas,
- adaptações do local de trabalho, projeto de trabalho, ferramentas, máquinas e organização do trabalho,
- auto-emprego, empreendedorismo, cooperativas e estabelecimento de negócio próprio,
- incentivos e isenções fiscais financeira,
- condições justas e favoráveis ​​de trabalho,
- progressão na carreira,
- o emprego a tempo parcial e outras modalidades de emprego,
- emprego apoiado,
- coordenação com outros serviços (por exemplo, a incorporação de especialistas de emprego nas equipas de tratamento clínico),
- apoio dos pares,
- treinar o instrutor-programas,
- segurança social deficiência incluído ou
- certificação de empresas.

Você sabe sobre uma política excelente? Nomeie-a!

Fazer a indicação é fácil:

Leia as instruções em primeiro lugar, preencha o formulário de indicação (em inglês, espanhol, chinês, russo, árabe, alemão e italiano) e, em seguida, envie o formulário de indicação para: i.heindorf@zeroproject.org até 15 de Maio, 2016 (23:59 CET).

Se selecionada, a nomeação será incluída como uma “política inovadora 2017″ no Relatório de Project Zero e no nosso site. Organizações nomeadas, bem como suas nomeadores serão convidado a se tornar parte da rede de peritos Project Zero. Além disso, representantes das mais destacados políticas inovadoras serão convidados a apresentar na Conferência Zero Projeto em fevereiro 2017 em Viena (Áustria).

Estamos ansiosos para receber a sua nomeação!

http://zeroproject.org/downloads/#toggle-id-1

Fonte: www.inclusive.org.br

Transporte de alunos com deficiência é suspenso em Ponta Grossa por falta de dinheiro

Associação de Ponta Grossa diz que repasse do município não é suficiente. Município afirma que crianças voltarão a ser transportadas em breve.

Perua da APACD estacionada, sem uso.

Alunos da Associação Pontagrossense de Assistência à Criança Deficiente (APACD), de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, estão sem poder frequentar as aulas. A entidade suspendeu o transporte, que era oferecido de graça.

O transporte dos alunos da APACD foi suspenso há três semanas e a instituição avisou os pais sobre essa determinação um dia antes de o serviço parar. Célia Scherader, mãe de uma aluna, diz que não conseguiu se preparar para a mudança e, agora a filha só frequenta a associação quando o marido pode levar.

“Ela vem de manhã, e volta a tarde. Às 17h, deixaram ela em casa e falaram: ‘Ó mãe, é só amanhã e depois não tem mais transporte’. Fiquei sem ação, nervosa. Setenta por cento da vida da Isabela está aqui”, diz Célia. “Eu trabalho por escala e tenho dois dias de folga na semana. É nesses dias que estrou trazendo ela”, afirma Miguel Sherader.

Entre os pais, a indignação é geral. Sônia Antunes, por exemplo, está sem saber o que fazer. Como não pode deixar a filha sozinha, não está trabalhando para cuidar da menina. E o pior, não tem previsão de quando tudo vai voltar ao normal. “Eu trabalho com vendas. Mas, para vender eu preciso sair de casa. Desse jeito não tenho como vender”, lamenta.

O aviso da paralisação foi enviado, pela entidade, ao Ministério Público do Paraná (MP-PR). No documento, o presidente da APACD explica que a suspensão ocorreu porque os veículos estão velhos. Além disso, ele diz que o dinheiro repassado pela prefeitura não é suficiente e parte está atrasada.

Para levar 50 alunos até a APACD, a Associação de Mães emprestou R$ 1.000 para a compra de combustível, mas esse dinheiro só é suficiente para uma semana.

O gerente municipal de Proteção Social Especial, Tierri Angeluci, admitiu que houve atraso no repasse, mas explica que isso ocorreu porque a APACD deixou de mandar documentos necessários para liberação do dinheiro. No entanto, ele garantiu que a papelada já foi entregue e logo o dinheiro deve ser liberado.

Por telefone, o advogado da entidade, Lucio Mauro Teixeira Pinto, confirmou as informações que foram prestadas ao Ministério Público. Ele disse, ainda, que não tem previsão de retorno do transporte e que, mesmo se o serviço for retomado, não sabe se vai conseguir atender todos os alunos.

Fontes: G1 - vidamaislivre.com.br

Brasil tem dia fantástico com medalhas e recorde mundial no Campeonato Europeu de Natação, em Funchal (POR)

  Daniel Dias bateu seu próprio recorde mundial no quinto dia de disputas em Funchal
   Daniel Dias bateu seu próprio recorde mundial nos 50m costas S5

A quinta-feira, 5, foi um dia glorioso para a Seleção Brasileira de natação. Na disputa do Campeonato Europeu da modalidade, a equipe teve um desempenho elogiável, com representantes em quatro provas valendo medalha. E não deu outra, todos subiram ao pódio. Destaque para Daniel Dias que, além do ouro, ainda quebrou o recorde mundial nos 50m costas S5.
Daniel fez uma prova espetacular e bateu seu próprio recorde, com 34s95. A antiga marca era 34s99, feita por ele nos Jogos Paralímpicos de Londres-2012. “O resultado foi muito comemorado por toda a comissão técnica, por se tratar de uma fase de treinamento da Seleção”, comentou Leonardo Tomasello, técnico-chefe da equipe brasileira de natação.
O segundo lugar mais alto do pódio também teve presença brasileira neste quinto dia de disputas. Vanilton Nascimento levou a prata nos 100m livre S9 após marcar 57s92. O atleta vem nadando constantemente na casa dos 57s. Esta foi a terceira vez em 2016. Já Andre Brasil chegou a sua sexta medalha na competição, com o bronze nos 200m medley (2min16s01).
Fechando a etapa, o revezamento 4x50m livre misto 20pts marcou a segunda prata brasileira do dia. O quarteto formado por Clodoaldo Silva, Esthefany Rodrigues, Joana Neves e Daniel Dias concluiu a prova em 2min32s19.
Com os resultados, o Brasil continua a ocupar o sexto lugar no quadro geral de medalhas da competição, com 18 pódios – seis ouros, oito pratas e quatro bronzes.
Nesta sexta-feira, 6, seis brasileiros disputam provas:
– Daniel Dias e Clodoaldo Silva nos 100m livre S5;
– Joana Neves e Esthefany Rodrigues nos 100m livre S5;
– Italo Pereira nos 100m livre S7;
– Talisson Glock nos 400m livre S6.

Fonte: cpb.org.br

1º Congresso Nacional de Microcefalia

                            1º Congresso Nacional de Microcefalia - Ilustração representando uma criança entre mãos humanas e pessoas adultas

Na próxima segunda feira, dia 9 de maio, terá início o I Congresso Nacional de Microcefalia, maior evento mundial sobre o tema. A previsão de participantes é de aproximadamente 40 mil pessoas, de oito países (Brasil, Chile, Bolívia, México, Estados Unidos, Espanha e Geórgia), todos dedicados a trocar experiências e aprender muito sobre esse quadro neurológico que tem surpreendido o Brasil e o Mundo em decorrência da infecção pelo Zika Vírus.


Segundo o Coordenador Nacional de Saúde e Prevenção da Fenapaes, Dr. Rui Pilotto, “estamos todos em busca de maiores informações a respeito de como ajudar na promoção do desenvolvimento destas crianças”. Nos últimos meses, no Brasil, é possível perceber um aumento do número de bebês nascidos com a malformação.

O último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde confirma 1.198 casos de microcefalia, a maioria deles associado à infecção por zika vírus durante a gestação. Antes disso, a microcefalia sequer tinha notificação obrigatória no país e pouco se falava sobre a condição.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Alunos de creche aprendem libras junto com colega surdo

O pequeno Eduardo Niero, de três anos, nasceu surdo. Foi descobrindo aos poucos seu jeito de se comunicar com o mundo.



Ao iniciar a vida escolar em 2015, no Núcleo Municipal de Educação Infantil (NEI) Gentil Mathias da Silva, nos Ingleses, no norte da Ilha, Dudu, como é chamado pelos amiguinhos, começou uma nova etapa, repleta de desafios, mas que serão fundamentais tanto para o seu desenvolvimento quanto para o dos outros estudantes. 


Junto com Dudu, colegas, professores e funcionários da creche estão aprendendo a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Três vezes por semana eles recebem a visita da professora Cristine Hertz Dias, responsável pelo projeto. O aprendizado é feito de maneira totalmente lúdica para crianças desta idade. As pequenas mãozinhas vão aos poucos realizando os gestos do cotidiano, como comer, sentar, dormir, e fazer os símbolos que representam as letras, os animais e os demais objetos que integram a rotina. 

A professora da turma, Denise Medeiros, explica que os colegas interagem naturalmente com Dudu, e já sabem que quando querem chamá-lo precisam ir até ele e fazer os gestos:

Quando eu digo pra turma sentar, os colegas já fazem o sinal com as mãos para ele. É um aprendizado para todos nós. E nos dias em que a professora Cris não está aqui, eu também trabalho a Libras com a turma — conta. 

Especializada em educação especial, a professora Cristine explica que para a criança que nasce surda, a Língua Brasileira de Sinais é o primeiro jeito de se comunicar, de expressar suas vontades, sendo o envolvimento da família e da escola essenciais para o aprendizado.

É um processo que envolve toda a família. Uma vez por semana a mãe dele também vem aqui ter aulas comigo, pois já expliquei que quanto mais cedo ele aprender Libras, melhor vai ser para o desenvolvimento quando entrar para o Ensino Fundamental. Esta é a primeira língua dele, para depois aprender a ler e escrever em português — explica.

 Inclusão natural 

Numa sala de aula com crianças entre três e quatro anos, não existe preconceito. Todos interagem juntos de maneira natural, brincando e brigando com Dudu quando ele não se comporta bem:

A gente tem que falar com as mãos com o Dudu, porque ele não tem o ouvidinho igual o nosso. Mas eu brigo com ele quando ele me bate — conta Ana Clara, de quatro anos. 

Para o aprendizado de Libras se tornar mais eficiente, Cristine troca figurinhas com a professora Denise, e trabalha na linguagem dos sinais os mesmos conteúdos que as crianças estão tendo:

No último mês falamos bastante de água, natureza, então eles aprenderam os gestos relacionados. Com alunos maiores, posso ensinar de maneira mais prática, mas para crianças tudo é feito aos poucos — destaca Cristine.

Rede municipal da Capital tem 480 alunos com deficiência 

Há 20 anos, a rede municipal de Florianópolis começou a inserir alunos com deficiência na rede regular de ensino. Atualmente, são 480 estudantes matriculados. Somente na educação infantil, são 129 crianças. Para um atendimento mais eficaz, foram criadas salas multimeios em 22 polos, todos com professores especializados em educação especial. Os materiais também são adaptados previamente. No caso do ensino de Libras, assim que um aluno surdo é matriculado na rede, um profissional é deslocado para o atendimento na instituição, caso esta não tenha um profissional capacitado. 

Ainda existem casos como o da Escola Maria Tomázia Coelho, no Santinho, onde funciona o polo do norte da Ilha. Na escola, mesmo sem ter nenhum aluno surdo, os estudantes do 1º ao 5º ano têm aulas de Libras de 15 em 15 dias com a professora Cristine Hertz Alves, por entender que a Libras precisa ser difundida entre todos, de maneira ampla e não especificamente para as pessoas surdas.

Fontes: HORA DE STA CATARINA - nandoacesso.blogspot.com.br

É campeão! Brasil conquista ouro em evento-teste dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

                               É campeão! Brasil conquista ouro em evento-teste dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

Depois de um dia corrido e cansativo com outras duas partidas, o Brasil vence por 11 a 7 da Lituânia na grande final do evento-teste de Goalball, na Arena do Futuro no Parque Olímpico da Barra da Tijuca. Em terceiro lugar ficou a equipe da Finlândia.
 
A competição teve a participação das quatro principais seleções do ranking mundial, além de Brasil, Lituânia e Finlândia, os EUA também testaram as instalações da arena para os Jogos Paralímpicos Rio 2016.
 
A medalha de ouro conquistada a poucos meses das Paralimpíadas no mesmo local da competição é um aperitivo para o técnico da seleção brasileira Alessandro Tosim “Nós conseguimos readaptar as bolas da Lituânia rapidamente depois da derrota do primeiro jogo desta quarta. Foi muito interessante porque no último jogo conseguimos manter uma consistência na defesa” E complementa sobre a possibilidade de ter confrontos com outros países, “nós estávamos um pouco distantes deste cenário europeu, da batida de bola deles que é bastante diferente. No último jogo, fomos nos ajustando e fomos crescendo na competição.
 
E foi uma medalha suada. No primeiro jogo do torneio, ontem, o Brasil ganhou de 7 a 6 da Finlândia. Já nesta quinta, a equipe verde e amarela disputou mais três partidas. A primeira desta quinta não começou nada bem, sendo a única derrota do time brasileiro com um placar de 14 a 11 a favor da Lituânia. No período da tarde, a vitória de 10 a 4 em cima dos EUA carimbaram a vaga do Brasil na final.
 
Para o artilheiro da competição com 27 gols, o craque Leomon Moreno, o evento-teste foi o melhor possível, “só não é melhor do que estar aqui de novo em setembro no alto do pódio. O maior ganho da equipe nesta competição foi ter confrontado as melhores equipes do mundo, certamente se tivéssemos feito um evento-teste mais fraco com outras seleções não teria dado tão certo quanto deu este daqui. Temos que aproveitar o momento para conhecer o jogo deles e tirar tudo deles, colocar eles para usar todas as armas deles para que nós possamos avaliá-los”, afirma.
 
Rio Open de Goalball
 
A Arena do Futuro receberá mais uma competição da modalidade desde sábado, 07, à segunda, 09. O Open Rio de Goalball terá a participação de seis seleções, além das quatros que já estiveram no Aquece Rio, já chegaram ao país, Turquia e Suécia.
 
O torneio será aberto ao público e para assistir ao vivo os melhores do mundo basta chegar antes das partidas na entrada principais do Parque Olímpico, na Avenida Aberlado Bueno.
 
Clique aqui para fazer o seu credenciamento de imprensa para o Rio Open.
 
Confira a tabela completa da competição clicando aqui.

Fonte: cbdv.org.br

Tatuagem gera desclassificação no Europeu Paralímpico

O Campeonato Europeu de natação paralímpica começou quente ontem em Funhal, na Iha da Madeira em Portugal. Entre três recordes mundiais batidos, mais um punhado de recordes continentais, tivemos uma desclassificação um tanto controversa.



Josef Craig nadador da Grã-Bretanha classe S8 foi desclassificado na prova dos 100 metros nado livre ao não ter coberto a sua tatuagem com os aros olímpicos. O IPC, International Paralympic Committee, é bem rigoroso neste aspecto e os aros olímpicos são de propriedade exclusiva do COI, não sendo autorizada a sua utilização nas competições paralímpicas.

Serviu de alterta para alguns nadadores, inclusive brasileiros, que tem tatuagem dos aros e podem enfrentar problemas nos Jogos do Rio 2016.

Abaixo a prova em que Craig foi desclassificado.



O Brasil começou com duas medalhas no primeiro dia do Europeu. Ouro para Talisson Glock nos 100 costas classe S6 e bronze para André Brasil nos 400 livre classe S10.

A Verdade Sobre a Sexualidade dos Cadeirantes

POR: CAROL CONSTANTINO





Quando digo em minhas postagens que o sexo com cadeirantes é igual a sexo com o andante, quero dizer que o sexo ocorre da mesma forma: a química acontece do mesmo jeito, o prazer surge, as "manobras" preliminares também podem ser feitas da mesma maneira...
Mas, a sexualidade do cadeirante é muito mais do que isso e precisamos encarar esta realidade de frente.

Uma situação comum que acontece, é do parceiro(a) sentir "medo de machucar" o outro (cadeirante) no começo. Quem não é acostumado com um cadeirante pode levar algum tempo até se acostumar. Isso é natural, eles não sabem como nos "pegar", como devem auxiliar, como é a sensibilidade, etc.

É um mundo desconhecido para maioria, cada um tem seu tempo para se acostumar, familiarizar, pegar o jeito.

Não se aborressa se no começo ele(a) agir assim e fizer mil perguntas. Demonstre que você não se incomoda e que está disposto a explicar tudo que for preciso e fazer tudo valer a pena.

Pode até parecer coisa de "menininha" ao dizer isso, mas para o sexo ser prazeroso ele precisa acontecer com uma pessoa que entenda que temos algumas limitações e que existem outras maneiras de fazer - alguma posição, um carinho diferente, por exemplo - e ter prazer igual ou até mesmo maior.

Não adianta ter um parceiro(a) que insiste que você faça algo que não consegue e, com tanta insistência, acaba pondo tudo a perder.

Entenda que não é sua obrigação fazer coisas que você não consegue. Na verdade, é obrigação do parceiro(a) entender que você tem limitações que ele precisam ser respeitadas. Juntos, vocês precisam descobrir novas formas de prazer.

Talvez você seja um daqueles cadeirantes cujo o sexo acontece igual nos filmes: você conhece alguém na balada, vão pra cama na mesma noite e acontece um sexo incrível... Claro que pode acontecer! Todavia, se esse não for o seu caso, não se condene e nem "crie muralhas"!

Ser cauteloso na medida certa é ótimo. Precisamos sim ter um "cuidado" diferenciado, mas isso não pode ser usado como desculpa para que você não tenha relações sexuais e exclua, definitivamente, esse aspecto da sua vida.

Cada um de nós é de um jeito, mas quando duas pessoas realmente querem e estão dispostas a se conhecerem, a tentarem e se respeitarem, aí sim o sexo acontece!

Por isso, reconheça os seus limites e esteja com alguém que faça esse momento incrível valer a pena junto com você! 

Brasil enfrenta a Holanda pela semifinal do Torneio Pré-Paralímpico de Futebol de 7, em Salou, na Espanha

Wanderson Silva, camisa 10 do Brasil, parte pra cima do adversário irlandês

A Seleção Brasileira de futebol de 7 está nas semifinais do Torneio Pré-Paralímpico da modalidade, disputado na cidade de Salou, região da Catalunha, na Espanha. Para ir à decisão, a equipe verde e amarela medirá forças contra a Holanda, nesta quinta-feira, 4, às 11h (horário de Brasília).
A Seleção Canarinho terminou a primeira fase sem sofrer gols, vitórias sobre a Irlanda (3 a 0), Estados Unidos (3 a 0) e Grã-Bretanha (4 a 0). Passando pelos holandeses, o Brasil disputará o título contra o vencedor do embate entre Ucrânia e Grã-Bretanha.
As partidas podem ser acompanhadas ao vivo pelo link http://bit.ly/1W4khmF.
Convênio – Ministério do Esporte 
A participação da Seleção Brasileira de futebol de 7 no Torneio Pré-Paralímpico é custeada por um convênio entre o Ministério do Esporte e o Comitê Paralímpico Brasileiro.

Com informações da Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE).
Fonte:  cpb.org.br