sábado, 28 de maio de 2016

Canal A&E traz reality show emocionante para a tevê brasileira

 A amizade de jovens entre 21 e 32 anos é o foco do reality show apresentado no A&E
 A amizade de jovens entre 21 e 32 anos é o foco do reality show apresentado no A&E

Como é viver com síndrome de Down? Essa é a grande pergunta que o novo reality show da A&E pretender trazer para o público. Minha vida com síndrome de Down, que estreou na última semana, mostra os desafios que as pessoas com a síndrome enfrentam na sociedade.

A produção acompanha a história de sete jovens amigos adultos, que têm síndrome de Down e moram com as famílias no sul da Califórnia. Ao longo da série, os protagonistas mostram paixões e sonhos, com foco na amizade, nas relações amorosas e na vida profissional, enquanto desafiam todas as expectativas da sociedade. O reality é dos mesmos produtores de Keeping up with the Kardashians e The real world.

A série promete encantar o público mostrando o dia a dia dos sete personagens principais. São eles Rachel, 32 anos, que trabalha em uma companhia de seguros e sonha em se casar; Sean, 21 anos, excelente jogador de golfe; John, 28 anos, apaixonado por rap; Steven, 24 anos, aficionado pelo cinema que trabalha lavando pratos em um estádio de beisebol; Cristina, 25 anos, doce e compassiva jovem que trabalha em uma escola secundária e ama o noivo com quem mantém uma relação há mais de quatro anos; Megan, 22 anos, empreendedora de moda que criou uma marca de roupas e ainda quer concretizar o sonho de ser produtora de cinema; e, por último, Elena, 28 anos, grande cozinheira que abraça a vida e gosta de dançar e escrever poesia.

O diferencial do programa é que, acompanhando a rotina dos personagens, pretende que o espectador perceba que eles têm grandes sonhos. Além disso, a produção também compartilha o ponto de vista dos pais, mostrando o significado de seus filhos em suas vidas, as alegrias que dão à família, e tudo o que eles enfrentam para poder ajudá-los a ter uma vida o mais independente possível.

Mariano Sanz, pai de Cristina, explica que o programa ajudou muito a filha e que tem muito a ensinar a todos. “A Cristina depois de participar do programa tem mais confiança nela mesma e a gente aprende muito com ela. Minha filha não atribui as dificuldades que ela passa à síndrome. Para ela é somente uma questão de aparência física — tudo que ela quer fazer ela faz, não tem nenhum medo”, conta ao Correio.

“É como embarcar em uma grande viagem, você pensa que um futuro muito triste te espera e olha só onde estamos, em um programa de tevê! É importante entender que, apesar das diferenças, eles levam vidas normais, com felicidades e tristezas”, conclui.

Serviço

Minha vida com síndrome de down
Canal A&E. Segunda-feira, às 21h35

Fontes: divirtasemais - turismoadaptado.wordpress.com


Semifinais do Regional Sudeste 2 de Goalball acontecem neste sábado (28), em Itu

Semifinais do Regional Sudeste 2 de Goalball acontecem neste sábado (28), em Itu
Foto: Competição reúne as principais de São Paulo, entre elas, o CESEC.

Itu/SP – Seis equipes deram um grande passo rumo ao título do Regional Sudeste 2 de Goalball. A competição disputada no ginásio do SESI,  em Itu, interior de São Paulo, teve ATHLON e APADV, na categoria masculina, e SESI-SP, CESEC, Santos e APADV, na feminina, garantidas nas semifinais do torneio. A definição das duas últimas classificadas acontece neste sábado (28), a partir das 08h. Os jogos que garantem vaga na final começam às 15h30.

Atual campeão regional, o time feminino do SESI-SP confirmou a primeira colocação do Grupo A. A equipe venceu os dois jogos da primeira fase, e vai em busca de mais um título. O CESEC superou o ATHLON e avança em segundo. Pelo Grupo B, Santos e APADV estão garantidos, no entanto, as equipes se enfrentam neste sábado para ver quem fica com a primeira colocação.

Pela categoria masculina, ATHLON e APADV garantiram vaga nas semifinais com uma rodada de antecedência. As duas equipes não podem mais ser alcançadas pelas rivais do Grupo B, e se enfrentam apenas para definir a liderança da chave.

O Grupo A masculino é o único ainda sem definição. Santos e SESI-SP estão com um pé nas semifinais. Ambas venceram os dois jogos que fizeram e precisam apenas de uma vitória em duas partidas para se garantirem na fase eliminatória. CEPREVI (com um jogo) e LMC (com dois) correm por fora e ainda sonham com a vaga.

O sábado (28) será de definições das classificadas para as semifinais, com os jogos a partir das 08h. E às 15h30, as semifinais das categorias masculina e feminina. As partidas terão transmissão em tempo real pelo Twitter @cbdvonline.

Confira os resultados e a tabela da competição clicando aqui.

Fonte: cbdv.org.br

Brasil domina provas e leva mais dois ouros no Regional das Américas de esgrima

  27/05/2016 - São Paulo, Brasil, Regional das Américas de Esgrima em Cadeira de Rodas - Novotel SP Center Norte - Floreste masculino A - Alex Souza x Fabio Damasceno ©Marcio Rodrigues/MPIX/CPB
  Damasceno, de costas, golpeia Alex souza na final. Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CPB

O Brasil fechou a sexta-feira no Regional das Américas de Esgrima em Cadeira de Rodas com mais duas medalhas de ouro, com Jovane Guissone, no florete categoria B, e Fabio Damasceno, no florete categoria A. Os dois já estavam classificados para os Jogos Paralímpicos na espada – cada um em sua categoria – e puderam comemorar a chance de disputa em mais de uma arma no maior evento paradesportivo do mundo.
“Fiquei feliz por ter conseguido esse título aqui. Florete não era minha arma preferida, mas valeu para garantir que estarei no Rio para essa disputa também. Como já estava garantido na espada, fiquei mais tranquilo e acredito que nos Jogos terei chance de estar entre os mais fortes no florete também”, disse Jovane.
O campeão do florete A masculino, Fábio Damasceno, não escondeu a euforia após a apertada vitória na final contra Alex Souza, por 15 a 14. “Esse final foi emocionante. Eu tinha certeza que o último golpe tinha entrado, mas esperei o árbitro confirmar no vídeo para comemorar. Fiquei muito feliz com mais essa conquista e concluo a preparação para esse ciclo da melhor forma possível”, declarou Damasceno.
A outra prova do dia, de espada A feminino, foi dominada pelos Estados Unidos. A final, disputada entre Vikki Espinosa e Lauryn DeLuca, terminou com a vitória da segunda, por 15 a 10. Nesta prova, a brasileira Mônica Santos ficou com a medalha de bronze.
Neste sábado, a competição se encerra com a disputa entre equipes. Pela manhã, a prova será de espada, à tarde, de florete. As duas provas são apenas no masculino.
Confira as medalhas desta sexta-feira:
Ouro
Jovane Guissone – florete B
Fábio Damasceno – florete A

Prata
Vanderson Chaves – florete B
Alex Souza – florete A

Bronze
Sandro Colaço – florete A
Mônica Santos – espada A
Lenilson Oliveira – florete A

Fonte: cpb.org.br

Casos de superação e histórias que emocionam; confira

Histórias de superação podem servir como incentivo para aqueles que vivem reclamando da vida. Conheça pessoas que, apesar das dificuldades, não abandonaram seus sonhos e conquistaram seus objetivos


Atual deputada federal pelo PSDB, Mara Gabrilli sofreu um acidente de carro há 17 anos que a deixou tetraplégica. Na ocasião, ela passou cinco meses internada e saiu do hospital impossibilitada de mexer seu corpo do pescoço para baixo. Apesar do baque inicial, Mara não se abateu e fundou uma ONG, em 1997, especializada em pesquisas para cura de paralisias. Em sua carreira política, desenvolveu projetos que facilitam o cotidiano de deficientes físicos, como o aumento do número de ônibus acessíveis, serviços especiais em bibliotecas e melhoras nas calçadas públicas

                                            

Michael Jerome Oher é um jogador profissional de futebol norte-americano que atua na linha ofensiva pelo Baltimore Ravens, time da principal liga do esporte nos Estados Unidos. Antes de alcançar o estrelato, sua vida foi marcada por dificuldades. Nascido em Memphis, ele é um dos 12 filhos de uma família envolvida com crimes e drogas. Michael chegou a morar na rua e em abrigos até ser adotado, em 2004, por um casal rico, que ofereceu estudos e uma vida melhor para o jovem. Suas novas notas escolares e seu porte físico chamaram atenção da Universidade do Mississipi, onde conseguiu uma bolsa de estudos e despontou como atleta. Sua vida inspirou o filme "Um Sonho Possível", estrelado por Sandra Bullock, em 2009

                                   

A jornalista Flávia Cintra nunca imaginou que iria passar por uma situação tão delicada em sua vida. Aos 18 anos, ela foi gravemente ferida por um acidente de carro, que a deixou sem os movimentos do pescoço para baixo. Com o sonho de ser mãe, ela teve de enfrentar preconceitos para realizar sua maternidade e chegou a afirmar que pessoas a olhavam com repúdio, como se fosse um crime uma tetraplégica ficar grávida. Atualmente, trabalha como repórter do "Fantástico", na rede Globo, e é mãe dos gêmeos, Mariana e Mateus

                                 

Após mais de 80 anos, Audrey Crabtree, de 99 anos, recebeu seu diploma honorário de conclusão do ensino médio. Ela teve de deixar a escola em 1932, pouco antes de terminar os estudos, por ter sofrido um acidente. Logo depois, o retorno aos estudos foi interrompido porque ela teve que cuidar da avó doente. Audrey se casou duas vezes, fundou uma empresa de flores, teve dois filhos, cinco netos e quatro bisnetos. Apesar disso, a família notou que ela permanecia insatisfeita por não ter um diploma. Eles então entraram em contato com a escola, que decidiu entregar o documento para a ex-aluna. Durante a cerimônia, ela recebeu uma cópia do seu último boletim e recordações de seu tempo na escola

                                        

A britânica Chloe Holmes tem 15 anos e um problema de gente grande. Após contrair uma infecção sanguínea causada por bactérias, ela perdeu todos os dedos da mão esquerda e alguns da mão direita. Com a ajuda da tecnologia, ela conseguiu um feito histórico e está participando da criação de uma prótese especial. Com o objeto, ela consegue por meio de impulsos elétricos comandar um braço mecânico

                                       


O australiano Nicholas Vujicic fez de sua deficiência um motivo de orgulho. Nascido sem braços e pernas, ele ficou famoso no mundo inteiro pelas inúmeras palestras motivacionais que comovem estudantes e pessoas. Depois de uma infância e juventude difícil e privada de muitas brincadeiras, ele fundou, aos 17 anos, a ONG "Vida Sem Membros", que ajuda pessoas com necessidades especiais. Em suas palestras, ele fala sobre deficiência, esperança, perseverança e o sentido da vida

                                      


A geógrafa Karolina Cordeiro conseguiu superar uma história de dificuldade junto com seu filho, Pedro, que nasceu com uma síndrome rara que afeta o sistema motor. A mãe decidiu parar de trabalhar para cuidar do filho, e foi além, colocou Pedro em um carrinho e passou a disputar corridas com ele. Em 2012, os dois realizara, pela primeira vez uma prova oficial de corrida, em Uberlândia (MG)

                                                   


Aos 15 anos, em 1997, o britânico Matthew Newburry sofreu um acidente de moto que amputou sua perna esquerda. Sem desistir de sua nova condição, Matthew adquiriu uma perna mecânica e, quinze anos depois, conseguiu novamente realizar coisas simples, como subir escadas, e, feitos mais complexos, como andar de bicicleta

                                 

O polêmico atleta sul-africano Oscar Pistorius nasceu com uma doença conhecida como hemimelia fibular, que causou a remoção de suas duas pernas, na região abaixo do joelho. O fato nunca impediu o atleta de realizar esportes e atividades físicas com regularidade. Ele se destacou no atletismo, ganhou diversas medalhas em paraolimpíadas e quebrou recordes paraolímpicos. Seu maior destaque foi nas Olimpíadas de Londres, em 2012, quando concorreu contra atletas sem necessidades especiais, fato inédito na história dos Jogos Olímpicos. Em 2013, ele também foi notícia, mas por um motivo menos nobre: ele se envolveu em um crime de assassinato contra sua ex-namorada

                                             

A bela modelo da foto acima é surda. Thaisy Payo ignorou sua deficiência e investiu em uma bem-sucedida carreira de modelo. Ela já foi eleita rainha de beleza de diversos concursos do interior brasileiro e se destacou com o título de Miss Surda Brasil 2013. Com o prêmio, ela vai disputar o título de Miss Mundo Surda na República Tcheca. Além de sua beleza, Thaisy é formada em Letras e Farmácia Generalista por universidades federais do Sul do país

                                         


Em 2002, o modelo Fernando Fernandes participou do "Big Brother Brasil", mas ficou sem o prêmio principal. A fama do reality o fez investir na carreira de ator, mas um acidente de carro, em 2009, o deixou paraplégico e pôs fim ao seu sonho. Fernando não se abateu e mudou de sonho: passou a treinar canoagem. Ele conquistando títulos de campeão mundial e bicampeão sul-americano do esporte

                                

O físico britânico Stephen Hawking é um dos mais prestigiados matemáticos do mundo apesar de sofrer com uma grave doença conhecida como esclerose amiotrófica, que causa a morte dos neurônios responsáveis pelas atividades motoras. Excelente palestrante, Hawking usa um sistema de tecnologia avançado para se comunicar e locomover

                          

Alcindo Carvalho sofreu um acidente de carro há sete anos, em São Paulo, e ficou tetraplégico. O trágico fato que mudou sua vida não foi capaz de abater sua vontade de viver, e Alcindo continuou fazendo tudo o que sempre gostou. Entre os desafios que enfrentou, ele aprendeu a cantar e tocar gaita, gravando um vídeo que serviu de inspiração para muitas pessoas na internet


                    

O iraquiano Emmanuel Kelly se apresentou no reality show musical "The X-Factor Austrália" e encantou a todos com sua voz. Ele comoveu o público ao revelar que não sabia sua idade por não possuir uma certidão de nascimento. Emannuel nasceu em uma zona de guerra, perdeu os dois braços e teve partes das duas pernas amputada; além disso, foi abandonado em um orfanato, onde foi adotado pela australiana Moira Kelly, que lhe deu uma nova condição de vida.

                             

Em abril de 2012, Eliana Zagui resolveu contar para o mundo sua comovente história de vida: ela foi diagnosticada com poliomielite aos dois anos de idade e, desde então, mora no Hospital das Clínicas, o maior hospital da América Latina, onde chegou há 37 anos. Para agravar ainda mais a situação, o vírus a deixou paralisada do pescoço para baixo. Apesar da doença, Eliana resolveu seguir em frente e nunca desistiu de viver: aprendeu a pintar, estudou outras línguas, realizou o sonho de conhecer a praia, estudou bastante e escreveu o livro "Pulmão de Aço", no qual narra as situações difíceis, a convivência com os médicos e a relação com Paulo, seu melhor amigo, que sofre da mesma doença e divide o quarto com ela no hospital

                              

Cláudio Vieira de Oliveira, 37, nasceu com um grave problema genético que o deixou com o pescoço envergado para trás. Apesar disso, ele, que enxerga as coisas normalmente, aprendeu a ler e a escrever usando lápis com a boca, formou-se em contabilidade e trabalha como diretor fiscal no Sindicato dos Contabilistas da Bahia, além de ministrar palestras motivacionais

                            

A manicure Ediana Aparecida dos Santos Legiere vive uma história de amor e superação com um ex-mendigo viciado em crack. Ela conheceu seu marido, o atendente de lanchonete Augusto Cesar Legiere em Jundiaí (60 km de São Paulo), em 2006, quando ele, morador de rua e viciado em crack, pedia comida na casa vizinha. Depois de enfrentarem a família, amigos e vizinhos de Ediana, o casal venceu o preconceito e o vício de Augusto. Hoje, eles têm um filho de quatro anos

                             

A japonesa Aya Kitou sofreu com uma doença generativa que a matou em 23 de maio de 1988. Antes de sua morte, ela foi capaz de servir de inspiração para milhões de pessoas no Japão e no mundo com as confissões escritas em seu diário, publicado com o título de "Um Litro de Lágrimas". Sua doença deteriorava seu cérebro sem afetar sua memória e mente, mas, aos poucos, ela ficou sem andar, falar, escrever e comer. Aya foi perdendo alguns de seus amigos e teve de encarar a vida de outra maneira. Apesar dos problemas, finalizou seu diários com a frase: "O fato de eu estar viva é uma coisa tão encantadora e maravilhosa que me faz querer viver mais e mais"

                            

Vítima de paralisia infantil e morando há mais de 40 anos em uma UTI do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Paulo Henrique Machado, 45, que entende de computação gráfica, decidiu transformar suas aventuras em uma animação 3D. Voltada para o público infantil, a série de desenhos "As Aventuras de Léca e Seus Amigos" mostra a infância de sete crianças com deficiência física. Léca, melhor amiga de Paulo, mora na cama ao lado e é autora do livro "Pulmão de Aço"

                           


Um americano diagnosticado com uma doença terminal levou a filha ao altar em uma maca de hospital. Os convidados presentes no casamento choraram e bateram palmas ao ver que Scott Nagy conseguiu participar do casamento da filha Sarah no sábado (12.out.2013) na Primeira Igreja Evangélica Luterana, em Ohio, nos Estados Unidos. "Fiz uma promessa em março que iria acompanhá-la até o altar", afirmou o homem de 56 anos diagnosticado no ano passado com câncer de uretra

                          

Aos 37 anos, Márcia Barros conseguiu engravidar de seu segundo filho, mas teve de dividir a alegria da maternidade com a triste notícia de um câncer de mama que atingiu seu seio direito. Na ocasião, ela teve que decidir entre fazer um aborto para combater a doença ou iniciar o tratamento durante sua gestação, mesmo sabendo que os hormônios necessários à gravidez poderiam agravar ainda mais o seu quadro. Ela seguiu em frente com a gravidez, enfrentou o problema, retirou o seio doente aos três meses de gestação e se submeteu a uma quimioterapia. Hoje em dia, não tem dúvidas de que escolher a maternidade foi a opção que a salvou

                              

O veterano de guerra Jerral Hancock, 27, perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido por uma explosão de bomba durante a guerra do Iraque. Na foto, destaque para a tatuagem em seu rosto, que significa "guerreiro" em chinês. Ao retornar para casa depois da guerra, Jerral Hancock, 27, foi considerado herói no deserto californiano de Mojave, nos Estados Unidos, onde morava. Ele perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido pela explosão de uma bomba. Poucos meses depois de ter voltado, no entanto, foi abandonado pela mulher e ficou com seus dois filhos, Julio, 6, e Anastacia, 9. Na foto, Hancock bebe refrigerante com a ajuda de seu padrasto, Dirrick Benjamin. Em sua cadeira de rodas elétrica, Jerral Hancock, 27, observa algumas fotos da época da guerra do Iraque, que ficam expostas na parede de sua casa móvel, pouco maior do que um trailer. Ele perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido por uma explosão de bomba durante a guerra do Iraque

                                   


Em 2010, uma jovem que tinha 16 anos na época levou seis tiros, quatro deles na cabeça, pelo ex-namorado (esq.) que não aceitava o fim do relacionamento. Ela foi levada para um matagal em Mairinque, na Grande São Paulo, e espancada após os tiros. Agora, em 2013, a vítima deu entrevista para o "Brasil Urgente" (Band) e segue normalmente com a vida. Confira vídeo com o depoimento

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