sábado, 25 de junho de 2016

Veja dez das mais surpreendentes façanhas que um CADEIRANTE pode fazer- Veja o vídeo

Sabe aquela funcionalidade de SALVAR, no Facebook, que permite a gente guardar links, vídeos, páginas e muitas outras informações?

Pois é, talvez você seja igual eu. Fica salvando varias informações e nunca volta para acessar aquele link chamativo ou ver um vídeo que achou interessante. Antes de excluir essa minha lista de vídeos que me inspiraram ou roubaram a minha atenção em um determinado momento, resolvi compartilhar com você.

Então faça seu CAT, pegue um copo de chocolate quente e assista o vídeo até o fim!





Fonte: amigoscadeirantes.com

Hotéis de Manaus garantem acessibilidade para pessoas com deficiência

O hotel Go Inn é um dos exemplos da hotelaria amazonense quando o assunto é acessibilidade.

                O hotel Go Inn é um dos exemplos da hotelaria amazonense quando o assunto é acessibilidade

A acessibilidade e adaptação de hotéis é fundamental para que um número cada vez maior de pessoas com deficiência tenham autonomia nas viagens. Em Manaus, a pauta virou lei em abril e já encontra entre os adeptos as unidades da rede Atlantica Hotels – Go Inn, Sleep Inn, Comfort e Quality.

Localizados em diversas partes da capital amazonense, os hotéis da rede estão equipados com rampas de acesso, banheiros social e privativo adaptados, balcões rebaixados e piso tátil. Além disso, garantem quartos adaptados, mesas reservadas a PCD’s nos restaurantes e cardápios em braile.

As medidas vão além dos padrões estabelecidos pela lei nº 2.105/2016, de autoria do vereador Hiram Nicolau (PSD), que institui cota de dormitórios acessíveis às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, em hotéis, apart-hotéis e segmentos de hospedagem na cidade.

O hotel Go Inn é um dos exemplos da hotelaria amazonense quando o assunto é acessibilidade. Além de dispor de 20 quartos adaptados para pessoas com necessidades especiais (10% como determina a lei), a unidade desenvolveu outra iniciativa de inclusão: a caneta interativa Pentop.

O dispositivo é dedicado aos hóspedes com deficiência visual e permite associar textos ou imagens a um som. Dessa forma, simplifica diversas atividades como ouvir a leitura do cardápio, do diretório de serviços do hotel e até mesmo saber onde estão localizados os móveis e objetos do apartamento.

De acordo com o gerente-geral do Go Inn, Arilson Freitas, a ação está associada a outras políticas de acessibilidade e visa fomentar o turismo para pessoas com deficiência. “A ideia é facilitar o dia a dia no hotel e garantir independência para quem viaja sozinho. A deficiência não deve ser uma barreira para o turista”, concluiu.

Fontes: Amazonas Notícias - turismoadaptado.wordpress.com

Funcionária cega dribla deficiência e atende público no Poupatempo em SP

Órgão em S. José (SP) é único com funcionária deficiente visual no Estado. Gislaine Ferreira, de 32 anos, se orgulha da independência que conquistou.

Camilla Motta G1 Vale do Paraíba e região

    Servidora 'dribla' deficiência visual para atender público no Poupatempo (Foto: Camilla Motta/G1)       Servidora 'dribla' deficiência visual para atender público no Poupatempo (Foto: Camilla Motta/G1)

Nunca fui tratada diferente e isso era o que eu mais queria, ser tratada igual aos demais funcionários". A afirmação é da orientadora Gislaine Cristina Ferreira, de 32 anos, dos quais oito atuando na agência do Poupatempo em São José dos Campos (SP) - ela é a única funcionária com deficiência visual que atua no órgão no Estado de São Paulo.

Exemplo de superação, Gislaine, que nasceu cega por causa de toxoplasmose, atende e orienta o público que procura atendimento no posto. O local agrega vários serviços de utilidade pública em um mesmo espaço.

Assim como os outros funcionários, ela enviou currículo, passou por entrevista e fez 20 dias de treinamento. Neste período, parte do conteúdo que ela deveria aprender foi produzido em braile especialmente para ela. Para se familiarizar com todos os espaços do prédio onde trabalha, ela os percorreu várias vezes os ambientes.

Para Gislaine, lidar com o público tem sido uma experiência que mostra que é possível levar uma vida praticamente normal, mesmo diante dos obstáculos. "As pessoas dizem que nós temos que acreditar no nosso potencial, mas ainda é difícil para o deficiente ficar frente a frente com as pessoas e ser aceito", afirmou ao G1. Ela se orgulha da profissão e o público também demonstra estar satisfeito com o trabalho dela.

No balcão que ela fica, logo na entrada do prédio, o público pode pedir orientação sobre o atendimento. Os panfletos de orientações ficam no balcão, são cerca de 12 diferentes, agrupados por tema. Gislaine sabe onde fica cada um. 

"Ainda é dificíl para o deficiente ser aceito"

O Deusdedit José da Silva foi buscar atendimento no poupatempo na manhã desta quinta-feira (23). Ele precisava de informações para como dar entrada no seguro desemprego e foi atendido pela Gislaine, que indicou em qual setor ele deveria ir e ensinou o caminho.

                       Gislaine orienta público que precisa de atendimento no Poupatempo (Foto: Camilla Motta/G1)
Gislaine orienta público que precisa de atendimento no Poupatempo (Foto: Camilla Motta/G1)

"Ela explicou super bem. Tem gente que enrola e a gente tem que ficar indo para lá e para cá, mas ela é super rápida. Gostei do atendimento", contou.

A técnica de enfermagem também aprovou o trabalho da funcionária e ficou feliz em ver Gislaine no mercado de trabalho. "Notei a deficiência e achei muito legal ela ser independente. Quem dera todos tivessem essa oportunidade também. Ela conversou comigo, me explicou o que preciso. Foi ótima", afirmou
Apesar disso, ela disse que já ficou chateada quando está com outra atendente e diz que percebe que o público faz fila para ser atendido só pela outra. "Isso já aconteceu e me chateou porque ela ficava lá sem fazer nada e as pessoas esperando. Eu sou capaz, tudo está na minha cabeça, decorei tudo", disse.

Independência
A atendente mora em Jacareí, cidade vizinha de São José dos Campos. Para chegar ao trabalho, ela precisa pegar três ônibus e atravessar a passarela da Via Dutra, uma das rodovias mais movimentadas do país.

O trajeto tem duração de duas horas e ela percorre sozinha. "Já acostumei e para saber o local certo, o motorista me avisa ou pergunto para outros passageiros", contou Gislaine.

Ela contou também que no início da carreira a família ficou preocupada, mas que sempre a incentivou. "Um psicólogo perguntou para a minha mãe: se você não deixá-la viver a vida, o que será dela quando vocês partirem? Depois disso ela me deu mais liberdade. Faço tudo sozinha, só às vezes a gente sai para comprar algo e eu a chamo para ser 'meus olhos'", contou

Reconhecimento e sonhos
Com a independência conquistada, ela ainda tem o sonho de cursar a faculdade de administração e casar. "Quero formar uma família. Falar para os meus filhos que eu já passei por muita coisa, mas que é possível superar se você acreditar", afirmou.

Ela brinca que quando for casar, a madrinha será a coordenadora do Poupatempo da ciadde Claudia Sepinho. A coordenadora participou da seleção de contratação da Gislaine há oito anos.

"Ela chegou com a cabeça baixa, tímida, com pouca confiança. Ela foi erguendo, erguendo e floresceu. Hoje só anda com a cabeça erguida. Ela tem algumas limitações, mas muitos talentos", concluiu Claudia.

Fonte: g1.globo.com

Crianças com deficiência intelectual de Roseira recebem ajuda

Apae de Roseira recebeu mais de R$ 31 mil em doações.Instituição atende quase 50 alunos de todas as idade

     Crianças com deficiência intelectual ou múltiplas estudam na Apae de Roseira (Foto: Divulgação)
   Crianças com deficiência intelectual ou múltiplas estudam na Apae de Roseira (Foto: Divulgação)

A cidade de Roseira, no interior de São Paulo, de cerca de 10 mil habitantes, conta com um espaço especial para cuidar das pessoas com deficiência intelectual ou múltipla que é a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Este trabalho só é possível graças ao repasse mensal da Federação das Apaes (FEAPAES-SP). Nos últimos meses o valor supera os R$ 31 mil.

“O recurso é destinado ao pagamento de 21 funcionários de diversas áreas como administrativa e clínica, que possui psicóloga, terapeuta ocupacional e fisioterapeuta”, explica a presidente da Apae de Roseira, MarizaInep Ilíbio.

São 47 alunos atendidos de todas as idades. Eles recebem assistência na área da saúde, educação e social.

Com o repasse, a entidade também pode comprar material didático, com o objetivo de proporcionar a pessoa com deficiência, a formação necessária para o desenvolvimento de suas potencialidades.

“Esta doação veio nos ajudar muito. Com esse dinheiro pudemos montar a sala de arte e contratar uma nova monitora”, ressalta Mariza.

Ao todo no Vale do Paraíba são 14 Apaes ajudadas. Em oito meses foram mais de R$ 1,6 milhão investidos no bem-estar e desenvolvimento de pessoas com deficiência intelectual ou múltipla.

“O que é repassado para todos as Apaes do Vale do Paraíba faz a diferença. Cada Apae pode reverter o valor onde é mais necessário”, salienta a presidente da Apae de Roseira.


A Apae de Roseira fica na Avenida São Pedro, nº 100, no bairro Pedro Leme. O telefone de contato é o (12) 3646-1222 e o email é apaeroseira@itelefonica.com.br

    Crianças com deficiência intelectual ou múltiplas brincam e aprendem na Apae (Foto: Divulgação)
   Crianças com deficiência intelectual ou múltiplas brincam e aprendem na Apae (Foto: Divulgação)

Vale Cap
Adquirindo o certificado de contribuição Vale Cap, você contribui para a Federação das Apaes do Estado de São Paulo (Feapaes), ajudando a promover e articular ações em defesa dos direitos das pessoas com deficiência e, ainda, concorre a valiosos prêmios.

Os sorteios são feitos todos os domingos ao vivo pela televisão. Então, não perca tempo! O Vale Cap pode ser adquirido em qualquer ponto de venda cadastrado, em todas as cidades da região.

A venda é proibida para menores de 16 anos e todos os prêmios são líquidos de imposto de renda.

Serviço
Vale Cap e Região
Endereço: Av. Dr. Adhemar de Barros, 416, Jd. São Dimas - São José dos Campos

Telefone: (12) 3019-7570
contato@valecaperegiao.com.br

Fonte: g1.globo.com

Jacques Janine promove curso de automaquiagem para cegas

Em parceria com a Laramara, a rede de salões oferece aulas de automaquiagem com especialistas

Paleta de maquiagem com sombras de diversas cores

A incerteza de saber se a maquiagem está boa é uma dúvida que assola todas as mulheres que se produzem. Para as mulheres cegas, há todo um ritual: tocar o próprio rosto e sentir onde sobrancelha, lábios, olhos começam e terminam para passar sombra, blush e batom. Para promover a independência e beleza das mulheres com deficiência visual, os salões Jacques Janine e a Laramara (Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual) criaram um curso de automaquiagem ministrado por especialistas.

A primeira turma foi encerrada na quarta-feira, 15, e já existe uma fila de espera de 40 pessoas para a próxima, prevista para agosto. Em seis aulas teóricas e práticas, as alunas aprendem desde preparação da pele, passando pelas funções dos produtos, até truques de como delinear os olhos – um dos grandes desafios da maquiagem para qualquer um.

“Esse curso me fez pensar a maquiagem de uma maneira diferente. Faz você se sentir mais bonita independentemente de você estar se vendo ou não. Nós que estamos nos vendo sempre no espelho nunca pensamos nisso”, diz Chloé Gaya, maquiadora e consultora de imagem do Jacques Janine.

Geisa Souza Santos, 37 anos, ficou cega aos 26 em decorrência de um glaucoma, e afirma que o curso elevou sua autoestima. “Ganhei mais autonomia e independência. Fiquei dez anos sem tirar os óculos escuros, mas agora me encorajei”, conta. “Posso me maquiar e me sentir tão bonita quanto as outras mulheres.”

Para a massoterapeuta Débora Perossi, de 56 anos, a maquiagem ajuda também no âmbito profissional. “Estou me sentindo mais confiante com minha aparência para atender meus clientes”, afirma. A Laramara percebeu que as pessoas com deficiência visual atendidas pela associação tinham a necessidade de aprender mais sobre automaquiagem durante as atividades da vida cotidiana.

“Sabemos que não é só a maquiagem que vai definir a autoestima de uma pessoa, mas ela contribui muito para elas se sentirem mais felizes”, coordenadora do Programa do Jovem e do Adulto, Cecília Maria Oka. A instituição Laramara também ensina técnicas para que pessoas com deficiência lidem com situações do cotidiano, como limpar a casa, cozinhar, estudar e cuidar da própria higiene pessoal.

"Seus olhos nunca se desviaram dos meus, me olham com o mesmo brilho de antes!" (A História De Gabriela E Guilherme)



Meu nome é Gabriela, tenho 25 anos e conheço o Guilherme desde sempre. Ele é da idade do meu irmão (rsrsrs) e por isso vivia lá em casa brincando de vídeo-game. Nessa época eu tinha uns 10 anos e ele 9 anos e mesmo sendo muito novos, minha primeira lembrança dele foi quando cuidou de mim (me deixou jogar no lugar dele, já que o meu irmão nunca deixava - rsrs)

Passou algum tempo e perdemos contato, mesmo morando uma rua acima da minha. Voltei a vê-lo somente em 2007, quando, desde então, não nos desgrudamos mais.

Tivemos que enfrentar a minha família pra ficarmos juntos. Eu tinha 16 anos, estudava, trabalhava e ainda tinha que ajudar em casa. Ele tinha 15 anos, a aparência e mentalidade do meu irmãozinho e a muita responsabilidade (mais do que eu até); logo arranjou um emprego. Mas as coisas só pioravam...

Por causa dos meus problemas familiares, entrei em depressão, tive síndrome do pânico e quem cuidava de mim era ele, me levava nos médicos, me dava remédio... o tempo todo ali, perto de mim.

Quando fizemos 2 anos de namoro, por problemas pessoais tive que ir embora para Belém do Pará, e deixar tudo pra trás, inclusive o Guilherme. Fiquei lá por um ano, mudei minha vida, arranjei outro emprego, outra casa, outra vida e até outro amor... Mas nunca um outro melhor amigo, o que ele sempre foi pra mim. E mesmo com rumos diferentes e distantes mantínhamos contato através de cartas.

Passados 3 meses depois da última carta escrita, tive que voltar para Minas Gerais. Voltei com diagnóstico de anorexia (pesava 32 quilos) e com muito medo de amar de novo... Mesmo assim ele tava ali, me esperando, e foi a primeira pessoa quem abracei na rodoviária quando coloquei os pés no chão, depois de um ano (falo com ele que fui vencida pelo cansaço rsrsrs). Resolvemos a ficar noivos e logo depois descobri que estava esperando um filho dele ("o fruto da nossa árvore", como ele diz). Nos casamos em abril/2012.

                                          

Em junho/2012, da noite para o dia, perdi meus movimentos do pescoço pra baixo e fui diagnosticada com mielite transversa (uma especie de infecção na medula). Eu estava com 7 meses de gravidez e passei a precisar de cuidados constantes. No começo foi difícil e depois ficou pior, com o nascimento do meu filho - entrei em depressão (me sentia mal comigo mesma, inútil, não queria viver, mandava o Guilherme ir embora todas as noites, chorava, brigava e por fim dormia... quando acordava ele tava ali, do meu lado, me abraçando, confortando e dizendo o quanto eu era importante.

O tempo passou e minha família me ensinou a seguir em frente. Estudamos juntos de novo e o Guilherme nunca me deixou eu me sentir excluída.

                                           

Agradeço a Deus pela vida e tudo o que Ele me deu.
Agradeço ao Guilherme por tudo o que sou hoje. Achava que ele me fazia bem, mas nunca pensei que ele me salvaria de todas as formas que uma mulher precisa ser salva.

Guilherme, nosso casamento esta longe de ser perfeito, mas depois de tantas brigas e reconciliações, idas e vindas, tenho certeza que estar do seu lado, não foi destino e nem escolha, mas sim vontade de Deus.

Voce um dia me disse que algo o impedia de me deixar e não sei se ficaremos juntos pra sempre, mas ficarei sempre no seu lado enquanto existe "esse algo" entre nós dois, esse algo que tenho certeza que se chama AMOR.

                                 


Circuito Loterias Caixa começa neste sábado e será a penúltima chance para obtenção de índices para o Rio 2016

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Terá início neste sábado, 25, a primeira etapa nacional de 2016 do Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação. A competição contará com 602 atletas e irá até domingo, 26, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, na Zona Sul de São Paulo (SP). O evento representará para competidores das duas modalidades a penúltima chance de obtenção de marcas qualificatórias para os Jogos Paralímpicos Rio-2016, em setembro.

Tanto no atletismo quanto na natação, os atletas terão até 17 de julho para obterem tempos e marcas que os coloquem dentro do critério de classificação de cada modalidade. A data coincide com a segunda etapa nacional do Circuito Loterias Caixa, que também ocorrerá no CT Paralímpico, entre os dias 15 e 17 de julho. Vale ressaltar que a natação brasileira terá um número recorde de atletas no Rio 2016 (32). Ainda não houve a divulgação oficial do número de vagas que o Brasil terá no atletismo.

Para o coordenador-técnico do atletismo paralímpico, Ciro Winckler, a competição deste fim de semana deve contar com um nível semelhante ao Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo, em maio, no Rio de Janeiro. Na ocasião, os atletas brasileiros se destacaram e conseguiram marcas expressivas para o ranking mundial.

“Eu acredito até que alguns atletas devem melhorar em relação ao desempenho obtido no Open Internacional. Outro elemento motivador a eles, além da obtenção de marcas para os Jogos Paralímpicos, é o fato de estar competindo pela primeira vez no Centro de Treinamento. É uma pista nova e muitíssimo veloz. Certamente, esse é um fator que irá trazer resultados ainda melhores”, disse Ciro.

Esta primeira etapa nacional do Circuito Loterias Caixa terá a presença de nomes de peso dos dois esportes. Yohansson Nascimento, Petrúcio Ferreira, Alan Fonteles e Silvânia Costa estão entre os principais atletas na pista do CT. Na piscina, se destacam multimedalhistas paralímpicos, como Andre Brasil e Clodoaldo Silva.

A imprensa interessada na cobertura da primeira etapa nacional do Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação não precisará de credenciamento. Bastará comparecer ao local das competições e buscar por um dos representantes da equipe de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Serviço
Circuito Loterias Caixa – 1ª etapa nacional – São Paulo (SP)
Data: 25 a 26 de junho
Local: Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo (SP) – ao lado do São Paulo Expo
Horários: Sábado, das 8h às 12h e das 14h às 18h, e domingo, das 8h às 12h

O Circuito
O Circuito Loterias Caixa é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo e natação. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

Patrocínios
A equipe brasileira de paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem.

A equipe de natação tem patrocínio da Loterias Caixa.

Fonte: cpb.org.br

Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro recebe primeira competição e é ponto de coleta de agasalho

O Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro recebe sua primeira competição oficial nas modalidades atletismo e natação. O evento acontece em 25 e 26 de junho de 2016, onde mais de 600 atletas são esperados para a primeira etapa nacional do Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação.

    
    Malu Moletom: uma menininha com muitas camadas de roupas sobrepostas em seu corpo. 


As duas modalidades estão na reta final do período de obtenção de marcas classificatórias para os Jogos Paralímpicos Rio-2016. Os atletas têm até 17 de julho para conseguir resultados que os coloquem em posição de integrar as respectivas seleções.

As atividades no CTPB tiveram início no dia 23 de maio. O centro é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, o Ministério do Esporte e o Comitê Paralímpico Brasileiro – CPB. A instalação é o maior legado esportivo dos Jogos Rio-2016 para a infraestrutura dos esportes adaptados.

Faça parte da Campanha do Agasalho 2016
Durante as competições oficiais, você pode aquecer corações participando da Campanha do Agasalho 2016. Ação do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, a campanha deste ano tem como personagem principal Malu Moletom.



Horários dos Jogos no Centro de Treinamento: sábado, das 8h às 12h e das 14h às 18h, e domingo, das 8h às 12h. 
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, km 11,5, bairro Jabaquara

NÃO ESQUEÇA DE TRAZER UM AGASALHO PARA DOAÇÃO. ROUPA BOA, A GENTE DOA!

Mais informações sobre a campanha do agasalho 2016:

Pessoa com Deficiência não faz Sexo!!!

texto de Damião Marcos e Carolina Câmara.

Pessoa com Deficiência não faz Sexo!!!

Mais uma vez, vamos falar sobre sexo, prazer, desejo, sexualidade das pessoas com deficiência. Eu especifiquei da pessoa com deficiência, simplesmente porque o povo acredita piamente, que quem tem uma deficiência, não tem desejo, vontade, excitação, por que não? Uma coisa tão boa, prazerosa e até fácil de fazer, pensando no lado prático da coisa, às vezes, diversos casais tem que se adaptar criar formas ou nem tem, mas querem usar a fantasia!!!


                                          Deficiente é assexuado.

Sexo é arte, livre, cada um, cada casal, faz do seu jeito, usando a imaginação, a fantasia, o pincel são os corpos, que seguem a dança, o traçado próprio... No sexo não há certo ou errado, não tem obstáculos, barreiras e nem deficiência.

O que tem no sexo é vontade, prazer, descarga elétrica, união, atração e amor, em alguns casos.

Então, eu, sinceramente, não sei por que o pessoal acha que a pessoa com deficiência não pode fazer essa arte, fazer sexo... Pô, vamos pensar a pessoa com deficiência já não pode tanta coisa, ou pelas barreiras que a sociedade coloca, ou até mesmo pela própria deficiência, que realmente limita.

Como eu, a deficiência não permite que eu dirija, fato, não tem nada haver com inclusão, preconceito, sociedade. Já o sexo? Eu posso, você pode, mas a sociedade criou o tabu, a lenda, o dilema, o sei lá o que, que a pessoa com deficiência não pode, não pensa, não tem sexualidade.

                      Deficiente não tem sexualidade.

Que ignorância!!! Você que está lendo este post agora, que não tem "nenhuma deficiência", qual é a sua relação com o sexo??? Que lugar ele ocupa na sua vida????

Agora, tenta tirar o sexo da sua vida?? Conseguiu? Ficou sem fôlego!!! Ficou estranho????

É, essa arte é gostosa, faz diferença na nossa vida!! Claro que para uns mais que para outros, porém ele sempre tá presente, não é mesmo????
Por isso vamos pegar essa afirmação, que criaram só para atrapalhar, ainda mais, a vida da pessoa com deficiência, e fazer picadinho dela e mandar para o espaço!!!

Vamos mostrar que o sexo é uma arte, livre, abstrata, que faz parte da vida do ser humano, nela não há preconceito, exclusão. Cada um faz o desenho, a dança, a escultura que quiser!!! Reflita sobre isso e não reprima arte do outro, pelo contrário, ajude a explorar, mostre que ele também pode!!!

Agora se você tem alguma deficiência e estão te excluindo de ser um ser humano comum, explique, mostre, fale das suas necessidades, que não são muito diferentes da dele, que você também tem desejos, quer ter prazer, quer e pode vivenciar o sexo!!!!

P.S. Sexo é livre, mas tem que ser seguro!!! Use sempre camisinha.....

ANDE divulga convocação da Seleção Brasileira de futebol de 7 para fase de treinamento

   Treino da Seleção durante o Parapan de Toronto-2015. Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX
    Treino da Seleção durante o Parapan de Toronto-2015. Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX

A Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE) apresentou, nesta semana, a lista de atletas convocados para a sexta fase de treinamento da Seleção Brasileira de futebol de 7. O grupo iniciará as atividades na próxima terça-feira, 28, seguindo até 12 de julho, em Águas de Lindóia, São Paulo.
Confira os convocados e seus respectivos clubes.
Leandro Amaral – CAIRA
Moacir Fernando– CAIRA
Marcos Ferreira – CAIRA
Fabrizio Arlindo – CAIRA
Maycon Ferreira – CAIRA
Wesley Martins de Souza – CAIRA
Hudson Hyure – Vasco da Gama
Igor Romero – Vasco da Gama
Jonatas Santos – Vasco da Gama
Fernandes Celso Vieira – Vasco da Gama
Felipe Rafael Gomes – Vasco da Gama
Diego Delgado – Vasco da Gama
Gilvano da Costa Diniz – Vasco da Gama
Wanderson Oliveira – ANDEF
José Carlos Monteiro – ANDEF
Convênio – Ministério do Esporte 
Esta é a III Fase de Treinamento da Seleção Brasileira de futebol de 7 que é custeada por um convênio entre o Ministério do Esporte e o Comitê Paralímpico Brasileiro.
Fonte: cpb.org.br

Projeto de Marx assegura provadores adaptados para cadeirantes em lojas de roupa

Projeto de Marx assegura provadores adaptados para cadeirantes em lojas de roupa

por Ascom Marx Beltrão

                                     Foto: Agência Câmara
                            Projeto de Marx assegura provadores adaptados para cadeirantes em lojas de roupa

O deputado federal Marx Beltrão (PMDB-AL) apresentou um projeto de lei que amplia os meios de acessibilidade a pessoas com deficiência. O PL 5593/16 torna obrigatória a disponibilidade de provador adaptado a cadeirantes em lojas de roupa. O objetivo da medida é ampliar a inclusão social e também evitar constrangimentos a deficientes físicos na hora de experimentar as peças que pretendem adquirir.

O parlamentar alagoano explica que os provadores individuais não têm as condições necessárias para atender quem depende de uma cadeira de rodas para se locomover. “As dimensões são reduzidas mesmo para pessoas sem deficiência e, portanto, completamente inviáveis para as pessoas com deficiência”, argumenta.

Segundo a proposta, os provadores adaptados precisam seguir as normas previstas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Marx avalia como questão de “dignidade” a disponibilização dos espaços adaptados.

“É necessária inclusão das pessoas com deficiência em uma vida normal como a de qualquer cidadão. O projeto será um grande avanço no estabelecimento do direito de inclusão das pessoas com deficiência.


Fonte: aquiacontece.com.br

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A importância do esporte para pessoas com deficiência

O esporte contribui para a superação de desafios, estimula a concentração, o equilíbrio, a coordenação motora e a socialização.

Foto: DINO


O !link Censa Betim http://www.censabetim.com.br/, instituição que acolhe pessoas com deficiência intelectual, oferece diversas atividades esportivas aos seus alunos, como a bocha, a equoterapia, a natação e o atletismo.

Segundo a psicóloga e diretora do !link Censa Betim http://www.censabetim.com.br/, Natália Costa, são inúmeros os benefícios da prática esportiva para a pessoa com deficiência intelectual. "Podemos destacar o desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras e sensoriais, além da melhora do equilíbrio e da função cardiovascular. Em relação aos aspectos psicológicos, o esporte proporciona ao indivíduo a possibilidade de exercer o papel de atleta. Junto com isso vem a chance de participar de um grupo social diferenciado, onde há regras específicas que devem ser obedecidas, bem como um repertório de comportamentos que devem ser adquiridos, como por exemplo, no que se refere à alimentação, à disciplina para os treinos e o conhecimento e prática das regras do jogo", explica.

Para a diretora, o sentimento de pertencer a um grupo proporciona ao indivíduo experimentar a condição de ter um lugar no mundo. "Isso pode parecer simples, mas é extremamente relevante para quem sempre foi excluído de qualquer convívio e possibilidades sociais. A prática esportiva, dessa forma, favorece a elevação da autoestima, da autoeficácia, da independência e promove a inclusão social", ressalta.

O educador físico do !link Censa Betim http://www.censabetim.com.br/, Davi Gabriel, também incentiva o esporte como forma de contribuir com a evolução, a socialização e a autoestima do aluno. "É muito gratificante vê-los se esforçando na modalidade e evoluindo cada dia mais, provando para eles mesmos que são capazes. Participamos eventualmente de alguns eventos e competições, mas o grande objetivo é promover maior interação entre eles e novos momentos de descontração. Cada conquista, na parte física, emocional e social, mesmo que mínima, para nós é enorme", conta.

Atividades esportivas realizadas no !link Censa Betim http://www.censabetim.com.br/:

A bocha adaptada é uma atividade que tem crescido entre esse público. O esporte é uma modalidade paraolímpica e pode ser praticado por pessoas com graus avançados de deficiência. Ela consiste em arremessar bolas coloridas próximo à bola alvo (branca), chamada de bolim. O jogador, conforme descrevem as regras previstas pela Comissão Internacional de Bocha (IBC), é dividido por classes de acordo com o grau de comprometimento motor ou limitação, sendo que em cada divisão jogam praticantes de ambos os sexos. Atualmente, o Brasil é o 4° colocado no ranking de países com mais medalhas de ouro na bocha adaptada nas Paraolimpíadas.

Segundo Davi, a natação é uma atividade indicada para todos, inclusive alunos cadeirantes. "Alguns já entram na instituição com habilidades para a natação, mas outros precisam passar por um processo para que criem familiaridade com a água e então saberemos qual será o seu nível de aceitação. Para aqueles que já possuem certa aptidão, desenvolvemos alguns estilos de nado e aos que possuem dificuldade, mas gostam da água, aproveitamos ao máximo esse momento de lazer e criamos diferentes tipos de brincadeiras aquáticas. Costumamos fazer as brincadeiras de rodas e isso ajuda muitos aos alunos que ainda sentem algum tipo de medo", detalha.

"Em relação ao atletismo, muitos gostam da competição, sabem as regras, mas há também aqueles que copiam o que outros colegas fazem e praticam por diversão. Temos atividades de corrida, por exemplo, que podem variar de 25 a 1500 metros. Tem para todos", garante.

A equoterapia é indicada para pessoas com deficiência física, intelectual, transtorno do espectro autista, alterações comportamentais, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, síndromes diversas, déficit de atenção e dificuldades na aprendizagem. Antes de iniciar a atividade, é necessário passar por uma avaliação e autorização médica. "A montaria é feita com o acompanhamento individual de cada aluno, respeitando suas necessidades de apoio. Além da montaria, as atividades em solo permitem um contato mais direto com o animal, como alimentá-lo, escová-lo, dar banho e penteá-lo, trabalhando relações importantes como cuidar do outro e aspectos psicomotores", diz Natália.

Sobre o !link Censa Betim http://www.censabetim.com.br/:
Com mais de 50 anos de atuação, o Centro Especializado Nossa Senhora D'Assumpção (Censa Betim) acolhe pessoas com deficiência intelectual e famílias de diversas cidades do Brasil. Além do esporte, conta com uma equipe transdisciplinar, tem uma proposta diferenciada com atividades recreativas, escolaridade especial, jardinagem, oficinas de música, teatro e artesanato. A instituição possui um espaço de 22 mil metros quadrados totalmente integrado à natureza.



Menino com paralisia cerebral vence corrida na escola com apoio de amigos

Um vídeo que mostra um menino com paralisia cerebral vencendo uma corrida da escola com o apoio dos amigos viralizou na internet.

Da BBC


Daniel Boyers, de dez anos, disse a sua mãe que não queria participar da competição porque estava com medo de perder e de que as pessoas rissem dele.
No entanto, os amigos do menino decidiram reduzir o passo e deixá-lo vencer.
A mãe de Daniel, Wendy, postou o vídeo no Facebook e descreveu o episódio como "verdadeiramente mágico".
"Isso é o que chamo de inclusão, mas do tipo que não se ensina, vem do coração", afirmou ela.
"Queria apenas dizer a vocês que ele estava chorando quando cruzou a linha de chegada e correu em minha direção, mas era choro de felicidade, não de tristeza ou dor."

Cozinha acessível e adaptada para cadeirante - Veja o vídeo

Hoje vamos dá continuidade na serie "Minha casa adaptada". Se você é cadeirante, gosta de cozinhar e quer uma cozinha acessível e adaptada para sua necessidade, então encontrou o vídeo com as dicas certas! 





Fonte: amigoscadeirantes.com

Brasil fecha com vitória série de amistosos contra a Alemanha no basquete em cadeira de rodas

Equipe brasileira cumprimenta o público mirim ao final da partida

 

A Seleção Brasileira masculina de basquete em cadeira de rodas levou a melhor mais uma vez nesta quarta-feira, 22, em seu último embate da série de amistosos contra a Alemanha, iniciada no último sábado, em Niterói, no Rio de Janeiro. O Brasil venceu os alemães por 77 a 63. Assim, os brasileiros encerram a temporada de amistosos com saldo positivo, com três vitórias e apenas uma derrota para o forte time alemão, que foi medalha de bronze no Campeonato Europeu 2015.

Depois do revés na terça, no qual o Brasil foi superado por 69 a 59, a equipe verde e amarela ditou o ritmo da última partida contra os alemães, mantendo a dianteira no placar durante todo o jogo. No primeiro período, a Seleção cravou 26 pontos contra 14 do lado adversário. No segundo quarto, os brasileiros marcaram 20 pontos contra 15. Já no terceiro, a Alemanha pontuou mais (20-14), mas não sendo o suficiente para tirar a vitória da equipe brasileira, que foi mais consistente e fechou o último quarto em 17 a 14.

Para o técnico da Seleção Brasileira, Tiago Frank, o grupo demonstrou, neste último confronto, foco nos momentos difíceis do embate. “Nesta partida, os atletas mostraram uma atitude diferente, que se deve ao poder de reação do time, que soube aliar a tranquilidade com o espírito de equipe”, enalteceu Tiago.
Na quarta partida o Brasil repetiu em quadra a boa performance das duas primeiras partidas contra a Alemanha. No jogo de estreia da temporada de amistosos, a Seleção venceu os alemães por 12 pontos de vantagem (65 a 53). No segundo, a vantagem foi de 17 pontos (72 a 55). Cestinha nas três disputas anteriores, o atleta Marcos Sanches foi, mais uma vez, o maior pontuador da partida, com 25 pontos. Leandro de Miranda foi o segundo maior pontuador, com 21. Do lado da Alemanha, o cestinha foi Alexander Halouski, com 13.

A presidente da Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC), Naíse Pedrosa, fez um balanço positivo da etapa de treinamento. “É uma etapa que vai continuar no Sul-Americano, em Cáli, que vale uma vaga para a Copa América, portanto será uma disputa e ao mesmo tempo um treinamento de elite, neste momento pré-paralímpico. Nós temos uma equipe com capacidade de sair campeã de Cáli e de representar o Brasil em alto nível”, colocou Naíse.

No próximo domingo, 26, o Brasil embarca para Cáli, na Colômbia, onde participará do Campeonato Sul-Americano da modalidade, classificatório para a Copa América 2017.

Com informações da Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC).

Fonte: cpb.org.br

Menina com doença rara arrecada milhares de dólares com vídeos de dança

   


Uma menina de seis anos de idade tem feito sucesso na internet com vídeos nos quais aparece dançando os mais variados estilos de música. Mas a vida de Audrey Nethery não é fácil, e ela parece não se abater. A pequena tem anemia rara do tipo Diamante-Blackfan (DBA), doença que faz com que sua medula óssea não produza glóbulos vermelhos de forma suficiente. São os glóbulos que levam o oxigênio para todo o corpo, e ela pode morrer se não passar regularmente por transfusões de sangue.

Audrey tem conseguido milhares de dólares em doações para uma fundação DBA que pesquisa sobre a doença, nos Estados Unidos, com seus vídeos. Numa foto, divulgada pelos pais no fim do ano passado, ela aparece segurando um cheque de 10 mil dólares. Além de estilos como Zumba, a menina eclética dança músicas de Taylor Swift, Bruno Mars, Beatles e Iron Maiden. O vídeo dela dançando Zumba já tem mais de 7,5 milhões de visualizações. Ele foi publicado pelos pais dela na página do Facebook criada para divulgar o caso da menina.


         

      


Segundo reportagem do “Daily Mail”, Scott Nethery e Julie Haise tem aproveitado o talento e graciosidade da filha para chamar atenção para os riscos da doença e pedir doações de sangue e dinheiro para a fundação DBA. A menina já passou por cerca de 20 transfusões, e, normalmente, os portadores de DBA precisam de uma transfusão por mês.

O pai contou que ela é uma menina muito feliz, apesar de todas as dificuldades que enfrenta. “Audrey é um amor. Ela é inteligente e uma menina feliz que adora dançar, ouvir música, e brincar com bonecas e bichos de pelúcia. Ela é incrivelmente forte e deixa essa impressão em todos que a conhecem”, disse Scott Nethery ao “Daily Mail”.



Menina com deficiência visual frequenta escola após lei de inclusão

Apesar de já estar em vigor, lei não respeitada em todos os aspectos.Em Bauru, estrutura das ruas não respeita a acessibilidade.

Do G1 Bauru e Marília


Desde o primeiro dia de 2016 está em vigor a lei brasileira de acessibilidade, uma espécie de estatuto que muda completamente a forma da sociedade encarar as pessoas que possuem deficiência. Com a lei, as instituições de ensino não podem fechar as portas para essas pessoas.

                                                Mãe tinha dificuldades para matricular filha na escola (Foto: Reprodução / TV TEM)
                             Mãe tinha dificuldades para matricular filha na escola (Foto: Reprodução / TV TEM)

Nicoli Santos tem 7 anos e é deficiente visual. Ela perdeu 100% da visão aos 2 anos por causa de um câncer. A mãe dela Bianca Santos já fez uma correria para conseguir uma escola para ela. “Eles colocavam taxas adicionais, eu tinha que contratar um cuidador para ficar ao lado dela”, lembra.

Click AQUI para ver o vídeo.

Mas finalmente uma escola abriu as portas para Nicoli e hoje ela frequenta as aulas normalmente e aprende o mesmo conteúdo que as outras crianças da turma. A única diferença é que ela escreve e lê em braile. “Eu gosto de trazer brinquedo, de brincar aqui e gosto de vir para escola”, conta Nicoli.

Segundo o diretor da OAB de Bauru e membro da comissão de direitos da pessoa com deficiência, Eduardo Jannone da Silva, as escolas precisam aceitar todos os alunos. “Todas as escolas estão obrigadas a aparelhar a sua estrutura para que as pessoas com deficiência possam estudar nessas escolas públicas e privadas. Caso essas pessoas precisem de auxílio, seja material ou humano, por exemplo, o amigo qualificado ou o cuidador, a escola vai ter que providenciar esse suporte humano. O eventual custo com esse profissional precisa ser diluído entre todos os outros custos da escola”, explica.

Empresas
Além das escolas, as empresas com mais de 100 funcionários também devem contratar pessoas deficientes. Por causa de uma leve deficiência mental, o Gabriel Fernandes Nogueira teve a fala comprometida, mas isso nunca foi problema para ele. O jovem trabalha em uma empresa de recuperação de crédito há três anos e só está crescendo.

Gabriel começou trabalhando na empresa na portaria, ficou dois anos e hoje ele está no setor de Recursos Humanos. Ele é responsável pela triagem dos currículos. A oportunidade do primeiro emprego surgiu porque a empresa onde o Gabriel trabalha se preocupa com a lei de inclusão.

                              Gabriel trabalha em uma empresa que apoia inclusão (Foto: Reprodução / TV TEM)
                       Gabriel trabalha em uma empresa que apoia inclusão (Foto: Reprodução / TV TEM)

“Nós fizemos um processo, contatamos a família, entendemos também um pouco das potencialidades dele e o alocamos na área inicial. Ele é bastante produtivo, a gente percebe que desta forma ele consegue encontrar sentido na carreira, no trabalho, se sentir útil de fato e ele contribui bastante”, explica o coordenadora de RH Luiza Metzner.

Hoje as empresas com mais de 100 funcionários são obrigadas a abrir as portas aos deficientes. Uma emenda na lei poderia melhorar ainda mais a situação dessas pessoas que querem trabalhar, mas o projeto que previa a obrigatoriedade de empresas com menos de 100 funcionários contratarem pessoas com deficiência foi vetada.

Nas ruas
Mas apesar da lei, muito lugares ainda não oferecem acesso ao deficiente. Nas ruas de Bauru é fácil encontrar calçadas irregulares. A rampa de acesso, por exemplo, é de responsabilidade do proprietário do imóvel, mas nem todos os locais instalam.

Na avenida Duque de Caxias, postes foram encontrados no meio da rampa de acesso e outras calçadas sem a rampa. Segundo o presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Comude), Washington Rodrigues, qualquer cidadão pode fazer uma reclamação no Poupatempo sobre o lugar errado.

  Em avenida da cidade tem um poste no meio da rampa de acessibilidade  (Foto: Reprodução / TV TEM)
Em avenida da cidade tem um poste no meio da rampa de acessibilidade (Foto: Reprodução / TV TEM)

Fonte: g1.globo.com