sábado, 13 de agosto de 2016

'Vitorioso', diz brasileiro com down medalhista em mundial de taekwondo - veja o vídeo.

Atleta de Caxias do Sul conquistou medalhas de prata e de bronze. Matheus Rocha também estará no Pan-Americano de 2016 no Uruguai.

Do G1 RS

  

Dez anos de prática nos tatames de Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul, garantiram a segurança que o atleta Matheus Rocha precisava para ir além das quatro paredes do centro de treinamento. Após vencer o Campeonato Nacional de Taekwondo, em 2015, o jovem tornou-se o primeiro brasileiro com Síndrome de Down a competir no Mundial.

Click AQUI para ver o vídeo.

Voltou dos Estados Unidos com três medalhas na mala – duas de prata e outra de bronze – e com a vontade de se tornar um competidor ainda melhor. "Era meu sonho. Agora estou muito feliz, muito vitorioso", vibra Matheus.

                              Atleta gaúcho de taekwondo se prepara para disputar Panamericano 2016 no Uruguai (Foto: Reprodução/RBS TV)
Atleta gaúcho de taekwondo se prepara para o Panamericano 2016 (Foto: Reprodução/RBS TV)

As conquistas do gaúcho também são comemoradas pela família, que sempre o incentivou a praticar o esporte pelos inúmeros benefícios que oferece.

"Como ele quer ser respeitado, e o respeito é uma das coisas trabalhadas pelo taekwondo, ele consegue hoje também entender que, para ser respeitado, ele também tem que respeitar", observa a mãe Tânia Rocha.

A percepção de Tânia é a mesma do professor de Matheus, que notou as mudanças no comportamento do aluno com o passar do tempo. "No início, ele se frustrava muito com as coisas que ele não conseguia aprender e hoje eu consigo perceber que ele consegue ter uma concentração maior para continuar treinando e aprender", analisa Tadeu Drago.

Desafio pela frente
O atleta comemora a vitória e já mira o próximo desafio. No mês de setembro, Matheus vai estar no Pan-Americano 2016, que ocorre no Uruguai e vale vaga para o próximo mundial. "Eu prefiro continuar treinando e competindo para ficar ainda melhor", almeja.

Para isso, ele está passando por uma preparação física direcionada à competição e contando com a torcida da família. "O que nós sempre falamos para o Matheus é que ele vai para fazer o melhor que ele pode fazer. Se as medalhas vierem, ótimo. Se as medalhas não vierem, ele foi e fez o melhor que ele poderia fazer e para nós isso é o bastante", finaliza a mãe, com orgulho.

Fonte: g1.globo.com

CPB anuncia nova ciclista convocada para os Jogos Paralímpicos Rio 2016


  13/08/2015 - Canadá, Toronto - Ciclismo, Contrarrelógio - Marcia Fanhani e sua piloto Mariane Ferreira. ©Daniel Zappe/MPIX/CPB
 Daniel Zappe/MPIX/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro, por meio do seu Departamento Técnico, anunciou nesta sexta-feira, 12, que a ciclista Márcia Ribeiro Gonçalves, da classe Tandem, e sua pilota Mariana Ferreira farão parte da Delegação Brasileira nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, que serão disputados de 7 a 18 de setembro.

Os convocados haviam sido anunciados em 19 de julho, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo. Porém, encerrado o período de qualificação e redistribuição de vagas pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC), o Brasil herdou um lugar no ciclismo, que era da Ucrânia. Agora, Márcia e Mariana se juntam aos ciclistas Lauro Chaman, Jady Malavazzi e Soelito Gohr.

Com a nova inclusão, o país chegará ao Rio com 279 atletas (181 homens e 98 mulheres), 23 acompanhantes (atletas-guia, calheiros e goleiros), e 195 profissionais técnicos, administrativos e de saúde. Esta é a maior delegação da história do Brasil em Jogos Paralímpicos. A meta é terminar a competição em 5º no quadro geral de medalhas.

Para acessar toda a lista de convocados, clique aqui.

Fonte: cpb.org.br

‘Deficiente Residente’: Museu do Futebol inclui a acessibilidade na equipe de funcionários - Veja o vídeo.

A convivência diária dos educadores com os residentes revelou-se essencial para aceitação e valorização da diversidade
A convivência diária dos educadores com os residentes revelou-se essencial para aceitação e valorização da diversidade

Inaugurado em 2008, o Museu do Futebol, sediado em São Paulo, foi planejado para ser totalmente acessível.


Mas o que significa ser acessível?

O que é praticar a inclusão do deficiente em locais em que eles não são socialmente aceitos?

Qual a melhor forma de entender o mundo e as dificuldades das pessoas que possuem condições diferentes senão ouvi-las?

Pensando nessas questões, em 2010, o museu desenvolveu o projeto Deficiente Residente, para que o estabelecimento pudesse ser aproveitado e experienciado pelo maior número de pessoas.

Entre 2010 e 2015, pessoas com diversos tipos de deficiência foram integradas à equipe de atendimento do museu, em uma “residência que durava seus meses.

A iniciativa transformou o atendimento do museu, que viveu a sociabilização e a quebra de barreiras na prática.

Cada ano foi dedicado a um tipo de deficiência: Em 2010, o museu abriu vagas para deficientes visuais; deficientes intelectuais, em 2011; deficientes auditivos, em 2012; deficientes físicos, em 2013; pessoas com transtorno mentais, em 2014; e, em 2015, foram retomados todos os temas trabalhados nos anos anteriores.

Durante três meses, os residentes se encontravam semanalmente com a equipe de educadores para participarem de trocas e atividades. A ideia era descobrir e valorizar os pontos em comuns entre os presentes, entender suas diferenças e compartilhar informações para que a experiência dos visitantes nos espaços expositivos fosse melhorada.

O impacto da ação foi tão positivo que virou referência para outros Museus e na última quarta-feira (22) foi lançado um documentário sobre o projeto.

O vídeo, de 30 minutos, traz depoimentos dos participantes e informações que permitem que a experiência possa ser replicada em outras instituições.

“É uma inclusão efetiva. Não é uma inclusão ‘normal’. Eles foram atrás para fazer uma inclusão verdadeira no Museu.”, disse Fernanda Bucci, que possui paralisia cerebral. Ela foi residente da quarta edição.

Para além dos resultados, o projeto Deficiente Residente propõe uma ideia um tanto simples, mas que é esquecida muitas vezes quando se trata de ações para pessoas em situações diferentes das nossas: pensar com elas e não apenas para elas.

Com empatia e colaboração, ações como essa nos ensinam que encontrar soluções se tornam mais fáceis!



Fontes: Huffpost Brasil -  turismoadaptado.wordpress.com - 

Menina de seis anos com paralisia infantil vence chances de recuperação

Com o apoio de sua família, a pequena Abbie, que tem paralisia cerebral, já consegue se locomover com a ajuda de um andador

Por Crescer

Abbie Pinder com os pais Graeme e Zoe,
e com a irmã gêmea Ellie
(Reprodução / The Northen Echo)

Menina de seis anos com paralisia cerebral (Foto: Reprodução/The Nothern Echo)
Em uma história de persistência, a pequena Abbie Pinder, 6 anos, da cidade de Seaham no noroeste da Inglaterra, alcançou uma vitória no tratamento de crianças com deficiência.


Diagnosticada com paralisia cerebral antes do seu primeiro ano de vida, os médicos disseram aos pais da menina que ela passaria o resto de sua vida em uma cadeira de rodas. 
Abbie, que passa por sessões semanais de terapia e fisioterapia na única clínica de caridade que cuida de pessoas com paralisia cerebral e outras deficiências da região, passou de se locomover apenas com os joelhos a andar sozinha com seu andador no período de um ano.
A vitória foi comemorada em seu primeiro dia de aula, em que Abbie entrou andando em sua escola. “As pessoas estavam assistindo com admiração. Toda a equipe e os professores começaram a aplaudi-la”, disse Graeme Pinder, pai de Abbie, ao jornal britânico The Nothern Echo.

Mulher recebe indenização milionária de hospital que não seguiu plano de parto

Valor da reparação foi equivalente a mais de R$ 50 milhões

Por Crescer online

    (Foto: Thinkstock)
    Parto (Foto: Thinkstock)

A norte-americana Caroline Malatesta queria ter um parto humanizado no nascimento de seu quarto filho. Por isso, escolheu o hospital Brookwood Medical Center, no estado do Alabama, nos Estados Unidos, onde ela vive com a família. A instituição prometeu autonomia e instalações diferenciadas para um parto natural, além de ter se comprometido a seguir um plano de parto em que a gestante informava os procedimentos pelos quais aceitaria passar durante a chegada do bebê.

No entanto, o que aconteceu foi bem diferente do que havia sido acordado anteriormente. Ela foi contida à força pelas enfermeiras. As profissionais determinaram os procedimentos realizados durante o parto e não deram opções a Caroline, que ficou imobilizada. “Eu fui deixada em uma condição debilitada, minha vida sexual se foi. Eu me consulto com um terapeuta e tomo remédios para a dor e para ataques de pânico”, contou ela ao Yahoo. Caroline resolveu processar a instituição.
Agora, um ano depois do nascimento do bebê, a sentença saiu: a justiça determinou que o hospital terá de pagar uma indenização no valor de US$ 16 milhões, o equivalente a cerca de R$ 50,6 milhões, à mulher. A maior parte do valor, cerca de R$ 31,6 milhões, se relaciona às lesões que lhe causaram dores pélvicas por meses e exigiram tratamento médico. Caroline ficou de cama e precisava passar horas por dia dentro de uma banheira para aliviar o desconforto. O restante da indenização é para o ressarcimento de prejuízos financeiros do casal, além de uma multa por propaganda enganosa.




Gêmeas raras com Síndrome de Down encantam a internet

Bebês são um caso raro de gêmeas idênticas com a síndrome genética

Por Crescer online

   Gêmeas com Síndrome de Down (Foto: Laura Duggleby Photography)

Nicole, uma norte-americana que vive no Kansas, já era mãe de duas crianças quando engravidou novamente. Ainda durante a gestação, ela descobriu que teria gêmeas idênticas e que as meninas tinham síndrome de Down, uma combinação rara, que acontece em aproximadamente um ou dois, em um milhão de nascimentos. Para celebrar a chegada de Blakely e Brynlee, ela pediu à fotógrada Laura Duggleby que fizesse um ensaio fotográfico e o resultado são essas imagens fofíssimas das irmãs. Depois do nascimento, os médicos também descobriram que a pequena Brynlee tem um problema no coração e vai precisar passar por uma cirurgia quando ganhar um pouco mais de peso.

Gêmeas com Síndrome de Down (Foto: Laura Duggleby Photography)  Gêmeas com Síndrome de Down (Foto: Laura Duggleby Photography)

Bebês gêmeas com Síndrome de Down (Foto: Laura Duggleby Photography)  Gêmeas com Síndrome de Down (Foto: Laura Duggleby Photography)

Fonte: revistacrescer.globo.com


Residência inclusiva gratuita para deficientes desamparados

Residência Inclusiva
Deficientes físicos e/ou mentais adultos em situação de dependência, sem condições de se sustentarem sozinhos ou que não possuam suporte familiar, podem optar por morar gratuitamente nas residências inclusivas.
São moradias comunitárias adaptadas, com estrutura física acessível, dispondo de equipe multidisciplinar especializada e metodologia adequada para prestar atendimento personalizado e qualificado ao deficiente físico e/ou mental.
Cada unidade é organizada em pequenos grupos, de até 10 portadores de deficiência por residência inclusiva, e fica localizada em área residencial, e não em local isolado da comunidade.
É um serviço público de acolhimento gratuito do governo federal, fazendo parte da Proteção Social Especial de Alta Complexidade do SUAS (Sistema Único de Assistência Social).
Não sei quantas cidades pelo Brasil possuem essas casas de amparo, mas na capital de São Paulo já existem residências inclusivas gratuitas nas subprefeituras Aricanduva, Mooca, Santo Amaro, São Mateus, Sé e Vila Prudente.
Maiores informações pelo email protecaosocialespecial@mds.gov.br ou telefone (61) 2030-3175.

Projeto de pesquisador da Ufes ganha prêmio internacional - Veja o vídeo.

Ideia visa deficientes físicos e permite comunicação pelos olhos. Prêmio é incentivo financeiro para estudante e seu orientador.

Do G1 ES

 

O projeto de um estudante de doutorado em Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Alexandre Luís Cardoso Bissoli, que visa facilitar o dia a dia de pessoas com deficiência física, foi um dos 24 vencedores do Google Research Awards for Latin America. O prêmio dá incentivo financeiro estudantes e seus orientadores.

Os projetos premiados foram anunciados no dia 3 de agosto pelo Centro de Engenharia do Google na América Latina. O trabalho de Bissoli é resultado de sua pesquisa de mestrado, que tem orientação do professor Teodiano Freire Bastos Filho.

Click AQUI para ver o vídeo.

O projeto tem como objetivo desenvolver um novo sistema de assistência para ser utilizado por pessoas com deficiência motora severa. Com ele, a pessoa com deficiência poderá controlar os diversos dispositivos eletroeletrônicos de sua residência, tais como lâmpada, ventilador e rádio, além de poder se comunicar por meio de sinais biológicos capturados pelos músculos ou olhos.

“Funciona através de um rastreador do olhar, que capta o movimento dos olhos. Desenvolvi um software que deve ser instalado no computador pessoal da pessoa. Nesse software vai haver vários ícones, como lâmpada, ventilador, ligação. Com os olhos, a pessoa move o cursor do mouse até o ícone e seleciona a ação”, explicou.

Já foram realizados testes em 17 pessoas. Agora, segundo o pesquisador, os próximos passos são investir em testes prolongados para avaliar a inserção dessa tecnologia no mercado.

Prêmio
O prêmio consiste em incentivo financeiro para os estudantes e seus orientadores, totalizando US$ 600 mil para os 24 projetos. A edição deste ano do Google Research Awards for Latin America recebeu 473 inscrições de projetos originários de 13 países.

Vencedores
Dos 24 projetos vencedores do Google Research Awards for Latin America, o Brasil ficou com 17, México e Chile com dois cada um, e Argentina, Colômbia e Peru com os demais.

Fonte: g1.globo.com

Secretaria abre inscrições para o III Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência

  
 Na primeira edição, o governador Geraldo Alckmin participa da cerimônia de premiação

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo anuncia a abertura de inscrições para o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência, que chega a sua terceira edição respaldado pelos resultados positivos apresentados nas edições anteriores e repleto de novidades. A principal delas é a ampliação da abrangência das empresas que mantém política interna inclusiva para inserção profissional de pessoas com deficiência. A partir desta edição podem concorrer ao Prêmio as pequenas, médias e grandes empresas, além dos empreendedores com deficiência. O período de inscrições é de 15 de agosto a 30 de setembro. A premiação será em dezembro de 2016, em São Paulo.


O objetivo principal do Prêmio é se tornar um instrumento adicional de apoio à inclusão profissional de trabalhadores com deficiência, com foco na qualidade deste processo, por meio da identificação, reconhecimento e premiação das boas práticas inclusivas utilizadas pelas empresas.

Para além dessa visibilidade, o Prêmio também pretende incentivar constantes melhorias nas iniciativas de empresas de todo o estado de São Paulo, com vistas a ampliação das oportunidades de trabalho formal para as pessoas com deficiência.

Alinhados a estes objetivos estamos lançando nesta terceira edição duas novas categorias de premiação e um evento internacional para reconhecer as empresas vencedoras e permitir uma troca de experiências com empresas de outros países que possuem boas práticas de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. 
 
CATEGORIAS
O III Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência apresenta as seguintes categorias:
- Grandes Empresas, com 100 ou mais funcionários
- Micro, Pequenas e Médias Empresas, com até 99 funcionários
- Empreendedores com Deficiência
 
A ampliação da abrangência do Prêmio, nesta edição, está embasada em pesquisa realizada pelo Sebrae que identificou que quatro, em cada dez adultos, no Brasil são empreendedores, já possuem um negócio ou estão envolvidos na criação de uma empresa.

Segundo a pesquisa, em 2015, a taxa de empreendedorismo no Brasil foi de 39,3%, o maior índice dos últimos 14 anos e quase o dobro do registrado em 2002, quando era de 20,9%. A premiação, em 2016, visa identificar e reconhecer os empreendedores com deficiência.
 
PRÉ-REQUISITOS 
- Ser empresa pública ou privada de micro, pequeno, médio ou grande portes, que pertença à pessoa com deficiência ou que conte com colaboradores com deficiência em seu quadro de funcionários.
- Ter o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) no Estado de São Paulo.
- O questionário deverá ser respondido por um profissional autorizado pela empresa a representá-la ou pelo próprio empreendedor com deficiência.
 
As etapas do prêmio, metodologia de avaliação e informações sobre as inscrições devem ser conferidas no site http://pmetcd.sedpcd.sp.gov.br
 
 

SERVIÇO
III Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência
Inscrições: 15 de agosto a 30 de setembro de 2016

Aparelho auditivo mais potente é sempre mais caro?

    Por: Mirella Horiuti 

                                         dinheiro2


Hoje, navegando por aí li que sim.
Minha resposta: NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO  !!!!
Socorro… fuja do profissional que disse isso para vc.
Entendo da seguinte forma:
Primeiro, vamos definir o que entendo por potente. São aparelhos auditivos com ganho em acoplador de 2cc ( isso é uma referência para podermos comparar coisas iguais, medidas da mesma forma, ou seja, banana com banana) entre 65 e 84 dB.
Segundo, precisamos definir o que é potente para cada caso.  Cada paciente precisa de um ganho diferente dependendo do seu grau de perda auditiva. O que o paciente precisa de ganho para escutar e entender as palavras e o quanto de ganho seu aparelho auditivo deve ter de reserva (para a eventualidade da perda auditiva piorar), é escolha e responsabilidade do fonoaudiólogo durante a seleção do melhor aparelho auditivo para cada caso.
Para ficar mais fácil, dividi em modelos:
  • PARA CUSTOMIZADOS ( aparelhos que ficam dentro da orelha) – algumas marcas tem aparelhos potentes (ganho de 70 dB ou mais) mas apenas nas linhas mais avançadas e que possuem outros recursos para melhorar o entendimento de fala. Logo, o preço é devido à estes outros recursos e não à potência. Mas há marcas com produtos um pouco menos potentes na linha básica ( ganho em torno de 60-65 dB).
  • PARA RETROS ( aparelhos que ficam atrás da orelha) – geralmente esses modelos mais potentes, com siglas  P, HP, SP ou UP nos nomes dos aparelhos (dependendo da marca) estão disponíveis em todos os níveis de tecnologia, inclusive os mais básicos e econômicos. Aí a faixa de ganho disponível é bem grande: entre 65 e 84 dB. O que provavelmente mudará entre os aparelhos é o tamanho da pilha. Em geral os mais potentes usam bateria maior (675).

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Cadeirante reclama da falta de ônibus adaptados entre cidades do RS - Veja o vídeo.

De Canoas a Porto Alegre, ela vai de trem por falta de ônibus intermunicipal. Empresas Sogal e Vicasa disseram que coletivos estavam em manutenção.

Do G1 RS

Fernanda relata falta de ônibus e calçadas adaptadas (Foto: Reprodução/RBS TV)
Fernanda relata falta de ônibus e calçadas adaptadas (Foto: Reprodução/RBS TV)

Uma audiência pública vai discutir nesta sexta-feira (12) na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, a situação de cadeirantes que usam transporte coletivo. Eles reclamam de empresas que não cumprem os horários de tabela e da falta de ônibus intermunicipais com elevador. A situação é vivenciada pela assistente social e cadeirante Fernanda Vicare, como mostra o RBS Noticías .

Click AQUI para ver o vídeo.

Ela mora em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, e trabalha na capital gaúcha. Entretanto, como não encontra ônibus intermunicipais adaptados, ela precisa pegar um ônibus municipal e o Trensurb. Para chegar até a estação, precisa consultar as linnhas disponíveis na internet.
                                          
Da casa onde até o ponto de ônibus, o percurso é feito pelo meio da rua. "É um perigo e um risco constante porque andar na calçada é impossível, inviável." Ao chegar à parada, ela precisa aguardar. "Você vê a parada esvaziando, as pessoas indo. E você é a única que fica aqui", diz Fernanda.

Dois ônibus intermunicipais passaram. Mas nenhum tem elevador. Este outro, deveria ser adaptado, mas veio sem o equipamento necessário. Foram 50 minutos de espera. Em seguida, ela vai novamente pelo meio da rua para chegar até o terminal do trem.

Na estação, a cadeirante Candida de Campos vive o mesmo drama, da falta de ônibus intermunicipal adaptado. "Sabe essa tal de igualdade? Isso não existe." Com uma hora de atraso, Fernanda chega à capital.

"Respeito acima de tudo, que é o que não acontece conosco o tempo todo. É uma luta, batalha diária desde o momento em que você sai de casa, porque você não está pedindo nada, está simplesmente querendo que valha seu direito. Você só quer trabalhar, eu quero sair, eu quero ir a qualquer lugar."

Empresas alegam manutenção
A empresa Vicasa informou, em nota, que todos os ônibus foram adaptados com características de acessibilidade conforme determinado na portaria do Inmetro de 2007 e que eventualmente os veículos são retirados de linha para manutenção.

Sobre a falta de ônibus sem plataforma na linha AJ Renner, no horário do meio-dia, a empresa Sogal esclarece que os veículos frequentemente são encaminhados para manutenções ou vistorias. E que parte da frota reserva, que é utilizada para substituição, não possui plataforma elevatória, por ter sido fabricada antes de 2008.

Fonte: g1.globo.com

Cuidadores falam da “solidão” na desafiadora tarefa de cuidar

por  Vera Brandão (*)

 

Cuidadores formados pelo Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento em rodas de conversa falaram sobre uma espécie de ‘solidão’ frente às questões que se apresentam na desafiadora tarefa de cuidar, especialmente de idosos mais fragilizados, com falta de interlocução entre a família, médicos e outros cuidadores. Esta realidade nos instiga a refletir sobre a falta de apoio e troca entre os profissionais e seu entorno, ligada, em parte, com à falta de legislação que promoveria sua organização e interlocução.
O tempo passou. O trabalho de cuidador de idoso é ainda considerado uma ocupação, regulamentada pelo Ministério do Trabalho (1), mas que ainda tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei (4702/12), já aprovado pelo Senado, que busca regulamentar a profissão. 
Aliado a esta indefinição, o horizonte do mercado de trabalho mostra-se desfavorável, de modo geral, afetando significativamente as famílias que têm idosos a seus cuidados, o que gera dispensa ou a não contratação destes profissionais. 
O Programa de Formação de Cuidadores de Idosos Cuidar é Viver, do Observatório da Longevidade Humana e Envelhecimento (Olhe), realizado desde 2011 em parceria com a Danone NutritionCare capacitou, até o momento, 700 cuidadores, sendo 55% mulheres e 45% homens.
Qual seria a realidade deste grupo que se capacita para o cuidado diferenciado aos idosos, no panorama do crescente envelhecimento, como proposta na formação do Programa Cuidar é Viver? 
Buscando mapear este universo convidamos os cuidadores formados, por meio de contato telefônico, para um dos três encontros realizados no mês de agosto com objetivo de verificar o grau de empregabilidade, a faixa salarial, os desafios cotidianos da prática, abrindo também espaço para dúvidas e sugestões de temas para cursos de atualização. 
Os encontros seguiram o formato de Rodas de Conversa, atividade que permite a livre expressão dos participantes, troca de experiências e levantamento de pontos relevantes e desejáveis ao aprimoramento profissional. 
Importante salientar que do universo de ex-alunos um número significativo não foi encontrado, pois grande parte não tinha e-mail de contato e os números de telefones, celulares na maioria, não eram mais os mesmos. No entanto, muitos dos contatados não participaram por estarem trabalhando no horário do encontro e não conseguiram folga.
Como o objetivo era levantar uma amostra deste universo, foram realizadas as rodas de conversa que, mesmo com pequeno número de participantes relativo ao número total de alunos, trouxe dados importantes para a reflexão dos gestores do OLHE.
Os objetivos elencados foram: promover o encontro para partilha e troca de experiências e fortalecimento da identidade grupal do profissional cuidador; levantar as experiências positivas e exitosas, e as dificuldades enfrentadas no exercício cotidiano do cuidar; avaliar o conteúdo do curso de Cuidadores de Idosos; verificar de que modo atendem as necessidades do exercício profissional; levantar temas de interesse para cursos temáticos breves; atualizar banco de dados.
Como resultados constatamos que poder falar livremente e trocar experiências sobre as diferentes questões que fazem parte do cotidiano do cuidador, foi o ponto mais relevante do encontro. Notamos uma espécie de ‘solidão’ frente às questões que se apresentam na desafiadora tarefa de cuidar, especialmente de idosos mais fragilizados, com falta de interlocução entre a família, médicos e outros cuidadores. Esta realidade nos instiga a refletir sobre a falta de apoio e troca entre os profissionais e seu entorno, ligada, em parte, com a falta de legislação que promoveria sua organização e interlocução.
Todos avaliaram o curso de formação de forma positiva e demonstraram interesse em continuar na área de atuação, sendo que os atualmente desempregados indicaram a falta de oportunidades devida ao atual momento econômico. A questão salarial foi destacada como ponto de dúvidas e dificuldades, já que sem regulamentação não existe uma faixa salarial determinada para esse trabalho, sendo que, salvo exceções, a remuneração se aproxima da oferecida para as empregadas domésticas e a maior parte não tinha um contrato formal de trabalho. 
Em relação às outras dificuldades foram indicadas: a convivência com a família; descaso/abandono do idoso pela família; relacionamento com a outra(s) cuidadora(s) sobre o trabalho, com interferências, problemas nas equipes e a competição; a técnica do cuidador versus orientação da família; como lidar com as queixas do idoso e a sexualidade; e problemas relativos ao diagnóstico e cuidado dos pacientes com Alzheimer, que têm manifestações muito diversas. 
Como indicações de temas para atualização destacam-se, em ordem de prevalência: Doença de Alzheimer; Dinâmica e convivência com familiares; Dilemas éticos/ últimos desejos; Como lidar com a morte do paciente? Violência contra o idoso; Quedas.
Este acervo de informações, que partilhamos para reflexão de profissionais e familiares, indica a complexidade desta área de atuação, a necessidade de formação continuada e apoio aos cuidadores, por profissionais experientes da área gerontológica, além da bem vinda regulamentação da profissão.
Nota
(1) Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) – código 5162-10.
(*)Vera Brandão - Pedagoga (USP); Mestre e Doutora em Ciências Sociais (PUCSP); Pos.Doc em Gerontologia pela PUC-SP. Responsável pela editoria da Revista Portal de Divulgação desde 2004. Associada fundadora do Olhe. Coordenadora da Coluna Memórias do Portal do Envelhecimento. Escreve sobre educação continuada; memória social; saúde e espiritualidade; intergeracionalidade. E-mail:veratordinobrandao@hotmail.com

Jogo dos 7 erros – rampa (III)

Por: Maria Alice Furrer - Acessibilidade na Prática


rampa

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1. Há corrimão bilateral em apenas uma pequena parte da rampa;

2. O piso da rampa é revestido de material emborrachado, comumente utilizado em locais de grande circulação por ser considerado antiderrapante. Entretanto, esse tipo de borracha é pouco aderente, principalmente quando em contato com a água;

3. A inclinação da rampa é excessiva;

4. No topo da rampa, na parte onde existe corrimãos, há carrinhos de compra impedindo a passagem de uma cadeira de rodas, por exemplo;

5. Não há sinalização tátil no início e final da rampa;

6. Os corrimãos não possuem acabamento recurvado paralelo ao piso no seu início e final;

7.
Ausência de sinalização tátil nos corrimãos;

8. Não há de guia de balizamento na rampa.

Conseguiu encontrar mais algum erro pela imagem? Se sim, escreva nos comentários!


Paralimpíadas inspira novo guia de passageiros da Abear

Guia do Passageiro Voar Melhor 2016, da Abear
Guia do Passageiro Voar Melhor 2016, da Abear

A Abear ( Associação Brasileira das Empresas Aéreas) lançou a segunda edição do Guia Voar Melhor, voltado para passageiros de primeira viagem. Neste ano, o foco do material é a acessibilidade de pessoas com deficiência, para aproveitar a proximidade das Paralimpíadas.

Como explicou Eduardo Sanovicz, presidente da Associação, este é um tema que precisa ser discutido e do qual se sabia pouco. “Precisamos admitir que falta informação para tratar a acessibilidade. Começamos a percorrer esse caminho promovendo um debate com especialistas, passageiros com deficiência e companhias aéreas. Este Guia atualizado é um dos resultados que já alcançamos”, disse.

O Voar Melhor 2016 está disponível no site da Abear e conta com sete capítulos divididos entre compra de passagens; preparativos para viajar; aeroporto; avião; desembarque; acessibilidade, e links e telefones úteis. Turistas mais experientes também podem recorrer ao material para aproveitar algumas dicas.

A necessidade de criar uma ferramenta deste tipo surgiu com a democratização das viagens aéreas no Brasil e o aumento de passageiros novos. “Após a liberação tarifária, o setor experimentou um aumento significativo no número de passageiros transportados. Pulamos de 30 para 100 milhões em quase dez anos”, afirmou Sanovicz. A primeira edição foi lançada durante a Copa do Mundo de 2014. Outro objetivo da associação é tornar a aviação um meio de transporte ainda mais popular, com mais opções de destinos.

O evento de lançamento ocorreu nesta terça-feira (26/07), em São Paulo. Além da equipe da Abear, o encontro contou com três convidados. O fundador do blog Viajenaviagem.com, Ricardo Freire, falou sobre o perfil do turista. As sócias Paula Ferrari e Selma Rodeguero, da Thea Eventos, empresa que capacita pessoas com deficiência para o mercado, falaram sobre acessibilidade. Já a psicóloga Rosana Bohrer debateu o medo de voar.

Fontes: Mercado & Eventos - turismoadaptado.wordpress.com

IR OU NÃO? – Momentos & Pensamentos - Veja o vídeo.

                        Resultado de imagem para IR OU NÃO? – Momentos & Pensamentos-17
Já deixei de conhecer muitas pessoas, infelizmente! Sei que sair de casa em uma cadeira de rodas não fácil, mas o medo de não encontrar um lugar acessível, não pode controlar as nossas vontades e sonhos.

Claro que para algumas pessoas esse obstaculo é menor, devido a uma condição financeira mais “libertadora” ou até mesmo uma limitação física menor. Só que não adianta esperar por: uma condição física melhor, ter mais dinheiro, ter companhia, um lugar mais acessível… NÃO ADIANTA ESPERAR!
Garanto que a espera só vai fazer você ter depressão e a cada dia de espera, sua vida vai chegando ao fim. O pior de tudo é que esse fim não teve uma trilha percorrida com vivacidade no olhar!
CURTA A VIDA E VIVA NO MOMENTO PRESENTE!