sábado, 27 de agosto de 2016

Quadra de tênis da Rio 2016 vira campo de futebol para Paralimpíada - Veja o vídeo.

Parque Olímpico, que foi sede principal da Olimpíada, começa a ganhar a identidade visual dos Jogos Paralímpicos e algumas arenas já sofrem transformações

Por SporTV.com Rio de Janeiro

Quadra de futebol da paralimpíada (Foto: Reprodução/SporTV)
Quadra 1 de tênis virou um campo de futebol da Paralimpíada (Foto: Reprodução/SporTV)

Após o fim da Olimpíada, chegou a hora das arenas começarem suas transformações para receberem os Jogos Paralímpicos, que começam no dia 7 de setembro e vão até o dia 18 do mesmo mês. Uma das grandes mudanças aconteceram no Centro Olímpico de Tênis. A quadra 1 já está praticamente pronta, mas ao invés do piso emborrachado, recebeu grama sintética para receber o futebol de 5.

Click AQUI para ver o vídeo.

Gustavo Nascimento, diretor de gestão das instalações, em entrevista ao "SporTV", deu mais detalhes sobre essas mudanças, que ainda não estão todas concretizadas. Segundo ele, a ideia é que no dia 31 de agosto, tudo já esteja pronto para que os paratletas já comecem a treinar.

A prioridade principal é a área de competição, em fazer as mudanças necessárias para as modalidades e a mudança visual também. Tirar os aros olímpicos e começar os agitos paralímpicos, que é a identidade visual dos Jogos e fazer que o ambiente seja paralímpico, com o mesmo charme e sucesso da Olimpíada - afirmou.

Para esta Paralimpíada, 10 das 23 modalidades dos Jogos serão no Parque Olímpico, que foi sede da Olimpíada. No dia 7 de setembro acontece a cerimônia de abertura, no Maracanã e já no dia 8 começam as competições, com atletismo, judô, futebol de 7 e natação.


Nova exposição no Museu do Amanhã mostra paratletas brasileiros superando desafios com a tecnologia

Acervo de fotos traz à tona a capacidade do cérebro de incorporar artefatos ao corpo humano, estimulando a inclusão de pessoas com deficiência no esporte
Acervo de fotos traz à tona a capacidade do cérebro de incorporar artefatos ao corpo humano, estimulando a inclusão de pessoas com deficiência no esporte

Como o cérebro humano é capaz de sentir um braço, mesmo se este tiver sido retirado? Os neurônios podem incorporar uma cadeira de rodas como se fosse parte do corpo? A um mês do início dos Jogos Paralímpicos, o Museu do Amanhã apresenta a nova exposição “Esporte e Cérebro – A Expansão do Corpo pela Tecnologia”, que tem como objetivos refletir sobre a capacidade do cérebro em incorporar tecnologia ao corpo humano e ampliar o debate sobre inclusão no Brasil, que possui 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, segundo o Censo 2010.

O público poderá conferir diversas fotografias de paratletas brasileiros superando desafios com a tecnologia em competições de diferentes modalidades, como rúgbi, basquete em cadeira de rodas, atletismo e bocha adaptada. “Queremos mostrar que, mesmo pessoas com algum tipo de deficiência aos olhos da sociedade, do ponto de vista cerebral, são completamente iguais ou até melhores a nós. Elas incorporam tecnologias que expandem a capacidade delas de locomoção, reconhecimento do espaço e aprendizado”, afirma Leonardo Menezes, gerente de Exposições e Observatório do Amanhã, time responsável pela criação da mostra.

A exposição “Esporte e Cérebro – A Expansão do Corpo pela Tecnologia” tem o apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro e da agência MPIX. O conteúdo científico teve a consultoria da neurocientista Cláudia Domingues Vargas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A mostra estará disponível aos visitantes do Museu do Amanhã, na Galeria do Tempo, até o dia 02 de outubro. Os interessados devem comprar o ingresso via internet.

Serviço:

Exposição de fotos “Esporte e Cérebro – A Expansão do Corpo pela Tecnologia”
Local: Galeria do Tempo | Museu do Amanhã
Data: 02 de agosto a 02 de outubro
Horário: 10h às 18h
Valor: ingresso do Museu do Amanhã

Fontes: Sopa Cultural - turismoadaptado.wordpress.com

Lesionado, Bill dá lugar a Marquinhos no Futebol de 5 para os Jogos Rio 2016

                            Lesionado, Bill dá lugar a Marquinhos no Futebol de 5 para os Jogos Rio 2016
Foto: Marquinhos durante jogo contra Argentina no Desafio Internacional deste ano (Bruno Miani/CBDV/Inovafoto)

A Seleção Brasileira de Futebol de 5 teve uma notícia nada agradável nesta sexta-feira (26). O ala Severino Gabriel, o Bill, precisou ser cortado do grupo que irá disputar os Jogos Paralímpicos Rio 2016. Após uma dividida durante o treino realizado na última quinta, o jogador teve 40% do músculo da coxa direita rompido. Para o seu lugar foi convocado o também paraibano Marquinhos.

Jogador mais vitorioso com a amarelinha, Marquinhos irá disputar a sua quarta Paralimpíada aos 34 anos. Na conquista do segundo ouro do Brasil, o ala foi o herói ao marcar o gol da vitória brasileira na final contra China (2 a 1) quando restavam apenas 35 segundos para o fim do jogo.

O atleta é aguardado no Centro de Treinamento Paraolímpico de São Paulo nesta sexta para se juntar aos companheiros, que estão desde o último domingo (21) em período de aclimatação. No dia 04 de setembro a Seleção Brasileira chega ao Rio de Janeiro quando seguirá para a Vila Paralímpica.

Fonte: cbdv.org.br

Seis atletas são acrescentados à delegação brasileira dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

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O Comitê Paralímpico Brasileiro, por meio de seu Departamento Técnico, comunica a inclusão de seis atletas na delegação que representará o país nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Os nomes foram convocados em decorrência da realocação de vagas promovida pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês) após a suspensão da Comitê Paralímpico da Rússia e uma desistência ocorrida na modalidade tiro com arco.

Mariana D’Andrea (halterofilismo), Ronystony Cordeiro, Adriano de Lima, Alan Augusto Santos (natação), Vanderson Chaves (esgrima) e Patrícia Layolle (tiro com arco) são os novos integrantes. Desta maneira, a delegação brasileira agora será composta por 285 atletas (185 homens e 100 mulheres) – recorde absoluto nas participações do Brasil em Jogos Paralímpicos.

Com os 23 acompanhantes e 195 oficiais, a equipe verde e amarela será composta por 504 pessoas.

Nos Jogos Rio 2016, o Brasil tem como objetivo chegar ao quinto lugar no quadro geral de medalhas. A melhor participação até o momento ocorreu em Londres 2012, quando a delegação brasileira conquistou o sétimo lugar – foram 21 medalhas de ouro, 14 de prata e oito de bronze.

Os Jogos Paralímpicos têm sua Cerimônia de Abertura marcada para o dia 7 de setembro e irá até o dia 18. São esperados cerca de 4.350 atletas de 160 países na competição. Estarão em disputa 528 medalhas.

Fonte: cpb.org.br

Em Cerimônia em Brasília, Tocha Paralímpica é acesa com participação do atleta Yohansson Nascimento

Momento em que Yohansson acende a chama da Tocha Paralímpica. Foto: Tomás Faquini/CPB/MPIX
Momento em que Yohansson acende a chama da Tocha Paralímpica. Foto: Tomás Faquini/CPB/MPIX

A tarde desta quinta-feira, 25, foi especial para o esporte paralímpico. Faltando apenas 13 dias para o início dos Jogos Rio 2016, a Tocha Paralímpica foi acesa no Palácio do Planalto pelo presidente em exercício, Michel Temer, com a participação do campeão paralímpico e mundial Yohansson Nascimento.

Em nome dos 285 atletas (185 homens e 100 mulheres) da delegação brasileira nas Paralimpíadas, um dos principais nomes do atletismo mundial mostrou bastante confiança ao discursar sobre a preparação e o empenho dos atletas para os Jogos do Rio.

“Eu garanto para vocês que todos os atletas estão treinando com afinco. Nós temos uma meta muito ambiciosa, que é o quinto lugar no Rio, e eu quero estar voltando de lá com medalhas no peito”, disse Yohansson.

Aproveitando o momento, Andrew Parsons lembrou o investimento do Governo Federal nos Jogos Paralímpicos e a importância do esporte para as pessoas com deficiência.

“Acho inconcebível que não se veja isso como investimento. Num país de 45 milhões de pessoas com deficiência é fundamental o governo apoiar decisivamente um evento que é um catalisador de mudança, que muda a percepção da sociedade. A gente tem que respeitar a diferença, valorizar a diferença. São as diferenças que tornam o mundo mais interessante, que tornam a nossa sociedade e o Brasil um país miscigenado”, afirmou o presidente do CPB.

Também participaram do evento no Palácio do Planalto o presidente do Comitê Organizador Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o ministro do Esporte, Leonardo Picciani.

O revezamento da Tocha Paralímpica durará sete dias em setembro, envolvendo cerca de 500 carregadores em cinco cidades brasileiras, mais o Rio de Janeiro. O revezamento terá início em Brasília, no dia 1 de setembro, com a mesma chama acesa nesta quinta-feira.

Uma sexta chama se acenderá na cidade britânica de Stoke Mandeville, berço do movimento paralímpico. As seis chamas se juntarão no Rio de Janeiro para formar a Chama Paralímpica, que percorrerá a cidade por dois dias seguidos, culminando na cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, marcada para 7 de setembro, no Estádio do Maracanã.

Fonte:  cpb.org.br

Documentário aborda como pessoas com deficiência lidam com a moda -Veja o vídeo.



De pouco em pouco, a moda caminha para a inclusão. Surgem marcas que oferecem collants e binders de vários tons de cor da pele, linhas de roupas que são desenvolvidas com o público LGBT e coleções feitas apenas em tamanhos grandes. Entre as minorias, estão também as pessoas com deficiência, que constantemente não são lembradas como consumidoras na moda.

“Nós somos corpos invisíveis para a moda”, afirma Michele Simões, estilista e autora do blog Guia do Viajante Cadeirante e do evento Fashion Day Inclusivo. Ela se tornou cadeirante após sofrer um acidente em 2006 - foi partir daí que se originou o projeto # MEU CORPO É REAL. Através de um minidocumentário, a estilista deu voz a pessoas com diferentes tipos de deficiência para falar justamente sobre como a moda não enxerga esse público como consumidores - e fazer essa indústria perceber isso. “A moda tem um padrão hegemônico. Será que é só esse corpo que existe? Então nosso corpo não existe", diz Michele.

A partir dos bastidores de um ensaio fotográfico, o vídeo mostra os problemas e desejos que pessoas com deficiência enfrentam ao lidar com moda. "Todas as roupas eu tenho que ajustar. Se tenho que ajustar, é porque a indústria não está preparada para me atender", aponta uma das entrevistadas. Outra, por sua vez, lembra a importância da representatividade: "eu gostaria de abrir uma revista e ver uma cadeirante, ver uma pessoa amputada".

No entanto, vale observar que o # MEU CORPO É REAL busca ir ainda além: a ideia é falar sobre corpos reais como um todo. No Instagram, por exemplo, o projeto compartilha fotos de outras minorias falando sobre a relação de seus corpos com a moda. E no fim, sempre há uma reflexão em comum: afinal, para quais corpos a moda trabalha?

Assista ao minidocumentário do projeto:



Pais criam cadeira de rodas caseira para filhinha de 2 anos (e ela amou!) Veja os vídeos.

Essa é uma daquelas histórias em que usamos sabiamente a máxima: “Se a vida lhe der limões, faça uma bela limonada”.


Evelyn Moore foi diagnosticada com um tumor na espinha aos 4 meses de idade. O tumor estava esmagando uma de suas vértebras e é como se ela fosse portadora de espinha bífida. Após 8 rodadas de quimioterapia, o tumor entrou em remissão. Porém, Evelyn ficou paralisada da cintura para baixo.

“Você vai para casa e chora. No outro dia, acorda e são a mãe e o pai mais fortes do mundo, porque você simplesmente não tem outra opção”, confessa a mãe da bebê, Kim.

A GRANDE IDEIA QUE TROUXE LIBERDADE A EVELYN


Kim contou à ABC News que estava navegando pelo Pinterest quando achou uma cadeira de rodas super bacana.

Ela, então, perguntou ao marido se ele conseguia construir algo parecido e, depois de uma volta pelos estabelecimentos da cidade a procura de peças, um assento e os menores pneus possíveis, a cadeirinha de rodas de Evelyn estava pronta.

“Primeiro, ela aprendeu a ir para trás e depois para frente. Em pouco tempo descobriu como virar e, agora, temos uma lombada no meio da nossa sala, porque ela virou uma ‘ligeirinha’”

, contou Kim.

EVELYN É TRATADA COMO QUALQUER OUTRA CRIANÇA DE 1 ANO

De acordo com a mãe da garota, as pessoas ficam felizes por notarem que ela trata a filha como qualquer outra criança de 1 ano de idade.

“Algumas crianças já andam nessa idade e outras não. Evelyn vem rodando atrás de mim pelo mercado”, informou.

Kim disse que tudo que elas precisam fazer juntas leva, no mínimo, 2 horas e meia para ser feito, porque todo esforço está concentrado nos bracinhos da filha.


A NOVA CADEIRA

Evelyn agora está sendo treinada para utilizar uma versão industrializada da sua cadeira, chamada de ZipZac.

A nova cadeira permite que a garota consiga ficar em outras posições e que fique sentada mais adequadamente. Porém, ela tem maior dificuldade para girar as rodas.

“Ela tem que fazer mais força e, por isso, treinamos todos os dias”, contou Kim.

Veja no vídeo abaixo como Evelyn se movimenta com agilidade com a sua pequena cadeira de rodas e a felicidade inocente de criança estampada em seu rostinho…

                


Breaking Bad | "Ainda há muito para se fazer pelos deficientes", diz ator de Walter Jr.

RJ Mitte afirma que Hollywood não trata pessoas com deficiências de forma justa

Arthur Eloi 


Em entrevista com o Irisih Examiner, o ator RJ Mitte, que viveu Walter Jr. em Breaking Bad, afirmou que Hollywood não dá oportunidades justas para deficientes.

"Há muito progresso sendo feito mas ainda há muito para se fazer pelos deficientes, tanto na frente das câmeras quanto nos bastidores. Durante as paralimpíadas haverá mais deficientes na TV do que nunca mas isso não deve ser algo que apenas acontece de quatro em quatro anos."

Portador de paralisia cerebral, Mitte conquistou um papel de peso como filho de Walter White (Bryan Cranston) em Breaking Bad, onde seu personagem também sofria com o mesmo problema: "Eu não estaria onde estou agora se não fosse por minha deficiência. Eu utilizei tudo que sei sobre viver com paralisia cerebral no meu papel em Breaking Bad."

"Eu adoraria ligar minha TV e ver um deficiente falando sobre algo que são genuinamente interessados ou interpretando um personagem que não seja focado em torno de um problema", finalizou Mitte.

Originalmente exibida entre 2008 e 2013, Breaking Bad conta com 62 episódios e uma série derivada chamada Better Call Saul, que tem duas temporadas e é exibida no Brasil pela Netflix.

Campanha da Vogue sobre Paralimpíadas ganha Prêmio Sem Noção da Gadim Brasil

Há menos de 1% de personagens com deficiência na mídia. Só 5% deles são representados por atores com deficiência.

#PremioSemNocao

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Atriz morena com macaquinho preto com braço amputado, ator moreno, de barba, com bermuda preta e protese na perna.

A Gadim Brasil acaba de ser lançada para orientar profissionais de mídia sobre como falar sobre deficiência de maneira construtiva e baseada nos direitos humanos.
Já sabíamos que teríamos trabalho nesses tempos de Paralimpíadas, mas não que trombaríamos com um case tão gritante logo de entrada: a já icônica campanha da Vogue, produzida pela Agência África, #SomosTodosParalimpicos , com fotos manipuladas por Photoshop dos atores globais Cleo Pires e Paulo Vilhena, mostrando membros amputados.
Em homenagem à campanha, decidimos lançar o Prêmio Sem Noção – Gadim Brasil, que repassamos à equipe envolvida.
Mas quais são os problemas da campanha?
1 – Ela rouba o protagonismo dos atletas com deficiência usando atores sem deficiência rpara representar pessoas com deficiência. A isso damos o nome de capacitismo – considerar pessoas com deficiência inferiores a pessoas sem deficiência. Será que os artistas e idealizadores da campanha desconhecem o movimento de ativistas para que pessoas com deficiência sejam representadas por atores com deficiência? Sabem que o lema do movimento é justamente “Nada sobre nós, sem nós?” Quem se dispõe a ser Embaixador das Paralimpíadas deveria ter se informado melhor.

Qual é a diferença disso para o Black Face – atores brancos com o rosto pintado de preto para representar negros? A isso damos o nome de racismo.
Ou atores homens vestidos de mulher representando personagens femininas. A isso damos o nome de machismo.

2 – Ela parte do princípio que vale tudo pela visibilidade. Basta colocar celebridades ao lado de uma hashtag SomosTodos para promover qualquer coisa.
3 – Ela usa a palavra paratletas, no lugar de atletas paralímpicos. Os atletas paralímpicos são atletas. Ponto. E não paratletas, semiatletas
4 – O diretor de arte Clayton Carneiro, da revista Vogue declarou: “”Participar da campanha foi uma honra para mim. O clima no estúdio era de total felicidade e orgulho. Paulinho Vilhena e Cleo Pires fizeram um lindo discurso antes de começarmos a fotografar que emocionou a todos os envolvidos. E para quem não sabe, a ideia toda da campanha foi da embaixadora das Paralimpiadas, Cleo Pires. A gente sabia que seria um soco no estômago, mas estavamos lá por uma boa causa, afinal, quase ninguém comprou ingressos para ver os jogos paralímpicos””,
Vejamos: – o clima no estúdio era de total felicidade e orgulho (que outro clima poderia se esperar? Infelicidade por se tratar de pessoas com deficiência? Orgulho por estar participando de uma iniciativa tão “meritória” pra esses pobrezinhos?)

– Paulinho Vilhena e Cleo Pires fizeram um lindo discurso que emocionou a todos (tadinhos dos deficientes, eles precisam da nossa ajuda, e nós somos tão legais de estarmos aqui nos doando para essa causa).
– Quase ninguém comprou ingressos para ver os jogos (e sem dúvida, ver dois atores amputados digitalmente vai fazer o público sentir o ímpeto de correr para as bilheterias!)

5 – Já ouviram falar em pornografia inspiracional? Então aprendam com a ativista Stella Young:
               
A atriz Cleo Pires resolveu fazer um vídeo para explicar a campanha para quem não entendeu:
https://www.facebook.com/profile.php?id=1762437205&fref=ts

Desculpe, mas não tem explicação, Cleo. Visibilidade é muito bem-vinda para promover a acessibilidade, inclusão e reduzir o preconceito, mas não a qualquer custo. “Boas intenções” podem prejudicar mais do que ajudar.
Esperamos, sinceramente, que a campanha seja suspensa e que uma retratação seja feita por respeito às pessoas com deficiência.
Não deixem de ler nosso Manual para a Mídia com dicas para falar sobre deficiência e, da próxima vez, podem consultar a GADIM que teremos prazer em ajudar.
Menos de 1% de personagens com deficiência na mídia

Além das questões de representatividade e capacitismo apontadas acima, a campanha da agência África com Cleo Pires e Paulo Vilhena, que causou rejeição por mostrar os atores com membros amputados por photoshop, remete a um problema ainda maior – a invisibilidade das pessoas com deficiência na mídia.

O segmento das pessoas com deficiência é a maior das minorias, cerca de um bilhão de pessoas no mundo, aproximadamente 11% da população, de acordo com a OMS.
A exclusão começa nas estatísticas. No mundo todo há pouquíssimos estudos quantitativos e qualitativos que meçam a presença de pessoas com deficiência na mídia. No Brasil não conheço nenhum (por favor, se conhecerem avisem).
Nos Estados Unidos a Glaad, que trabalha promovendo a imagem da população LGBT junto à mídia há mais de 30 anos, publica anualmente um relatório chamado – Aonde estamos na TV, em que é feito um levantamento dos personagens representantes de grupos minoritários em programas transmitidos nos Estados Unidos. No relatório de 2015, houve menos de 1% de personagens com deficiência na telinha.
Outra organização americana, a Ruderman Foundation, fez um levantamento em 2015 sobre os personagens com deficiência representados por atores com deficiência. Pois dentre o 1% achado pela Glaad, apenas 5% eram atores com deficiência. Ou seja, 95% dos personagens com deficiência eram representados por atores sem deficiência.
Ou seja, campanhas como a estrelada por Cleo Pires e Paulo Vilhena não são privilégio do Brasil.
Mas frente a esses números, nossa voz tem que se alçar ainda mais alto! Ao invés de usurpação de representatividade, são necessárias ações afirmativas para inserir as pessoas com deficiência na mídia, de modo a acelerar o processo de inclusão.
Não consigo imaginar melhor cenário do que as Paralimpíadas para que isso ocorra. Portanto, não vamos desperdiçar essa chance para combater a exclusão, que se reflete na vida real, e de quebra ainda promover o acesso ao mercado de trabalho,.
Somos Todos Paralímpicos: a campanha com Cleo Pires e Paulinho Vilhena
http://vogue.globo.com/moda/moda-news/noticia/2016/08/somos-todos-paralimpicos-campanha-com-cleo-pires-e-paulinho-vilhena.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post

Abaixo, a rápida resposta do Sensacionalista.
Após Paulinho Vilhena e Cleo Pires como deficientes, Vogue terá editorial sobre cultura africana com modelos escandinavos

http://www.sensacionalista.com.br/2016/08/24/apos-paulinho-vilhena-e-cleo-pires-como-deficientes-vogue-tera-editorial-sobre-cultura-africana-com-modelos-escandinavos/

Dados citados: http://www.gadim.org/#!what-we-do/t5jzr
Por Patricia Almeida, jornalista, mestranda em Estudos da Deficiência e criadora da Gadim.
 Fonte: inclusive.org.br

Por Jogos Unificados Inclusivos

Por Patricia Almeidasob fundo branco, letras vermelhas em caixa alta - UNIFICA JOGOS, JÁ! E UNIFY GAMES, NOW! abaixo das imagens os aneis olimpicos coloridos.
Dois movimentos surgiram no Brasil propondo a unificação dos Jogos Paralímpicos com os Jogos Olímpicos. A ideia não é nova. Há anos ativistas do movimento das pessoas com deficiência questionam a separação dos dois eventos. A segregação existe, inclusive, nos Jogos Paralímpicos, onde atletas com deficiência intelectual, por exemplo, não têm oportunidade de competir, ficando limitados ao Special Olympics.

Unifica Jogos, Já!

O Unifica Jogos, Já/Unify Games, Now!, criado por Flavio Scavasin, mas levado a cabo de forma colaborativa, tem uma página no Facebook convocando ativistas para que levem cartazes para os Jogos Paralímpicos no Rio defendendo a união dos dois eventos.

“Pedimos o apoio de todos aqueles que participarão das Paralimpíadas, com início no próximo dia 7!

Estamos (movimentos de pessoas com deficiência) em articulação pelo fim da segregação dos atletas com deficiência nesse grande evento esportivo.

Para isso, solicitamos que escrevam cartazes com as frases “UNIFICA JOGOS JÁ!” e “UNIFY GAMES NOW!” e divulguem sua torcida com esses dizeres através das hashtags  #unificajogosja e #unifygamesnow.

Por que separados os dois jogos? Por que não fazer uma abertura única, com todos os atletas e paratletas e igualmente o fechamento?

Por que fazer que a Paralimpíada seja vista como “resto” da Olimpíada, se dá para fazer tudo junto, apenas aumentando os dias da competição, fazendo com que sejam disputadas todas as categorias. Afinal, já não é assim de certa forma? Ou um boxeador peso pena luta com um peso pesado?

Lembramos que um atleta não fica na Vila Olímpica por todo o período. Há os que chegam no início e se vão, para dar lugar a outros.

O mesmo deve ocorrer com atletas e paratletas, como prevêem todas as convenções internacionais, em especial, a Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Organização das Nações Unidas.”



Integração entre Jogos Olímpicos e Paralímpicos

                             Ilustracao de medalha dourada rachada no meio. do lado esquerdo um bonequinho sem deficiencia leva a tocha, com o simbolo dos jogos olimpicos em baixo. Do lado direito um bonequinho cadeirante leva a tocha, com o simbolo dos jogos paralimpicos em baixo.

Já Consuelo Machado lançou o seguinte abaixo-assinado online no Change.org, em português, inglês e espanhol:

“A Rio2016 acabou – a chama olímpica foi apagou, foi extinta na cerimônia de encerramento!

A chama olímpica que veio de Olympia, Grécia, viajou pelo mundo cruzando terra e mar, atravessou países inspirando as pessoas com o espírito olímpico apagou antes do início dos Jogos Paraolímpicos! E a cada 4 anos isso acontece, insultando o espírito humanístico das Olimpíadas!

Como podemos dizer que vivemos em um mundo inclusivo quando todos os 207 países que participaram da Rio2016 aceitam este apartheid: 2 eventos, 2 chamas, 2 cerimônias de abertura e duas cerimônias de encerramento – tudo atrelado a uma grande diferença de tratamento (patrocínio, preços, Cobertura na TV e até nos preços dos ingressos) demonstrando que existem 2 classes de eventos: Os Jogos Olímpicos, um evento classe A, e os Jogos Paraolímpicos, um evento que fica com as sobras!

A separação enter jogos Olímpicos e Jogos Paraolímpicos é a prova real de que todas essas nações, não só o Brasil, não estão livres do preconceito e não são inclusivas como deveriam, apesar da maioria ter assinado a Convenção Internacional das Pessoas com Deficiência das Nações Unidas – esta segregação é um verdadeiro apartheid!

Aonde estão todos os jornalistas, os correspondentes internacionais, a multidão de torcida? Todos já deixaram o Brasil e os Jogos Paraolímpicos ainda nem começaram! Todo o brilho das histórias de superação, ultrapassar os limites e o espírito Olímpico não são verdadeiras se o próprio evento traz em si sua própria segregação e sua própria história de preconceito.

Os Jogos Olímpicos devem ser únicos e inclusivos, para todos. Provavelmente seria necessário uma ou duas semanas a mais, alternando dias e datas para as competições e alongando o evento, mas a intenção é de integrar os dois eventos, com competições de atletas com diferentes habilidades começando e terminando no mesmo dia, enquanto a única chama olímpica está acesa. Essa é a coisa certa a fazer! O espírito olímpico é sobre unir TODAS as pessoas para celebrar esporte e cultura.”


O Business Insider publicou artigo recentemente com o título “Por que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos ainda são eventos separados?“, em que ouviu o Comitê Paralímpico Internacional, que explicou que os dois Comitês – Olímpico e Paralímpico – são organizações diferentes, mas que têm um acordo de cooperação para que os jogos ocorram em dois momentos diferentes, sendo promovidos de forma colaborativa até 2032.

A união pode não ser para agora, mas discussão sobre inclusão é sempre necessária e bem-vinda.

Fonte: Inclusive

Comissão aprova saque do FGTS para compra de veículo por pessoa com mobilidade reduzida

Da Redação

Edilson Rodrigues/Agência Senado


O saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) poderá ser autorizado em benefício de trabalhador com mobilidade reduzida que necessitar adquirir veículo automotor próprio. É que estabelece texto substitutivo ao projeto (PLS 625/2015) aprovado nesta quarta-feira (24) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
O autor do substitutivo é o senador Eduardo Amorim (PSC-SE), também relator da matéria. Ele optou pela previsão de saque em favor do trabalhador com “mobilidade reduzida”, em função da “promoção de acessibilidade e de inclusão social”. No texto original do projeto, de iniciativa do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), o saque seria possível para qualquer trabalhador com deficiência.
“O uso de veículo faz-se especialmente importante às pessoas com deficiência que, no Brasil, têm de confrontar-se com cidades cruéis. O veículo, portanto, é uma forma de proporcionar autonomia”, argumenta Raupp na justificação.
Para o relator, contudo, há equívoco na ideia de se tratar toda pessoa com deficiência como alguém que padece de dificuldades de locomoção, esse o grupo que, na sua compreensão, precisa contar de fato com o uso de veículo automotor. Cita, como exemplo, pessoa com deficiência física que atinja os membros inferiores ou com condição que afete a autonomia e a independência de se locomover sozinho.
Na legislação que dispõe sobre o FGTS (Lei nº 8.036, de 1990), já são quase 20 as hipóteses que habilitam o saque do FGTS. Uma delas, aprovada em 2015, autoriza o saque pelo trabalhador com deficiência que necessite adquirir órtese ou prótese.
A proposta seguirá agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), que examinará a matéria em decisão terminativa.
Cotas no ensino
Outra proposta em favor de pessoas com deficiência foi também aprovada nesta quarta-feira pela CDH, dessa vez tratando de benefício no campo educacional. O projeto (PLS 704/2015) estabelece que, das vagas reservadas nas instituições federais de ensino técnico e superior aos oriundos da educação pública, 10% deverão ser destinadas aos estudantes com deficiência e, metade destas, a estudantes de famílias com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário-mínimo e meio.
O autor, senador Romário (PSB-RJ), argumenta que 63% das pessoas com deficiência são analfabetas ou não concluíram o ensino básico e, portanto, qualquer iniciativa seria valiosa nesse campo. Para o senador, o Brasil ainda tem uma “dívida moral” com pessoas desse grupo, devendo ajudá-las a recuperar e a promover sua dignidade.
Por meio de emenda, o relator, senador Paulo Paim (PT-RS), em texto favorável, ajustou a redação do projeto para substituir a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, já extinta, pelo Ministério da Justiça e da Cidadania. Esse é o órgão encarregado de acompanhar a execução do benefício, caso venha a ser criado.
Concluída a análise na CDH, o PLS 704/2015 seguirá para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em caráter terminativo.
Enfermeiros
A Comissão de Direitos Humanos também aprovou sugestão (SUG 8/2016) encaminhada ao Senado pela Federação Nacional dos Enfermeiros, de projeto de lei prevendo a concessão de aposentadoria especial para os enfermeiros aos 25 anos de serviço. Agora, a proposta será registrada na base de projetos, para distribuição e análise nas comissões técnicas da Casa.
O relatório, favorável ao projeto, foi também elaborado por Paim. Segundo o texto, para fins de comprovação da atividade desenvolvida pelo enfermeiro, será apresentada, no ato de requerimento do benefício previdenciário, cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), bem como outros documentos que comprovem o exercício profissional de Enfermeiro.

Propaganda eleitoral deve respeitar Lei Brasileira de Inclusão, diz procuradoria

Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil - Edição: Kleber Sampaio

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A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) no Rio de Janeiro advertiu aos partidos políticos que a propaganda eleitoral gratuita, que começa amanhã (26) no rádio e televisão, deve respeitar a Lei Brasileira de Inclusão. Assim, os programas partidários deverão ter recursos de acessibilidade para que todas as pessoas, com e sem deficiência, compreendam os conteúdos.

A recomendação - expedida aos 35 diretórios partidários do Estado do Rio - visa garantir o cumprimento de textos legais, como a Lei Brasileira de Inclusão, que entrou em vigor em janeiro, e assegura à pessoa com deficiência o direito à participação na vida pública e política, por exemplo.

Os partidos foram advertidos de que o direito das pessoas com deficiência à informação e comunicação consta da Constituição desde que ela incorporou a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Uma resolução recente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê o uso de recursos de acessibilidade. Para cumprir a lei, deverão ser usados meios e formatos acessíveis de comunicação, como legendas, janela com intérprete de Libras e audiodescrição. Cada partido que descumprir a lei se sujeitará a medidas judiciais e extrajudiciais. A Procuradoria Regional Eleitoral orientou os 249 promotores eleitorais, que fiscalizam as eleições no estado, quanto a eventuais medidas judiciais e extrajudiciais a serem adotadas em caso de descumprimento.

O procurador regional eleitoral do Rio de Janeiro, Sidney Madruga, disse hoje (25) que há que se compreender que a acessibilidade é um direito de todos os cidadãos, com ou sem deficiência. “Cabe aos partidos políticos e emissoras de rádio e TV cumprirem a lei e, desta forma, garantir o direito à informação a toda a sociedade. Eventual descumprimento não será tolerado”, advertiu.

Recursos de acessibilidade nas inserções

Em outra iniciativa pela inclusão de pessoas com deficiência no processo eleitoral, a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) expediu - para emissoras de rádio e televisão no estado - uma recomendação análoga à destinada aos partidos.

Com os fundamentos legais semelhantes ao outro documento, a PRE recomenda que as emissoras observem a obrigatoriedade legal do uso de recursos de acessibilidade nas inserções de 30 e 60 segundos referentes ao pleito deste ano. Nesse caso, também ficam sujeitas a medidas judiciais e extrajudiciais se descumprirem a legislação.

A presidência, a corregedoria e a coordenação de fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral foram avisadas das recomendações. O Ministério Público do Rio de Janeiro e os promotores também tomaram ciência da iniciativa.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br - Imagem Internet/Iluistrativa

Nadadora paralímpica é destaque na Playboy Brasil de setembro

por Redação

reprodução/Facebook
Créditos: reprodução/Facebook - Camille Rodrigues será destaque na próxima edição da Playboy Brasil

A edição de setembro da Playboy Brasil, que chega às bancas na semana que vem, vai ter como um de seus destaques a nadadora olímpica Camille Rodrigues.

Em um perfil traçado pela publicação, a carioca de 24 anos comenta o susto que levou ao receber a ligação com o convite para a reportagem:" Quando vocês me ligaram para marcar, achei que era um convite para fazer o ensaio de capa e pensei: ‘Uau, uma deficiente na capa! Vou arrasar!'", brinca Camille, em entrevista ao EXTRA.

No Instagram, rede social em que já conta com mais de 40 mil seguidores, ela também é muito famosa por seus passos de dança:

Click AQUI para ver o vídeo.

Quinta feira é dia de vídeo de dança !! É hoje foi com a música Tenebrosa do @mc_livinho com a Coreo do @fitdanceportal !! ( Partir dessa quinta só volto a postar vídeo de dança no meio de setembro por causa das preparações dos jogos apesar de ter gravado esse vídeo semana passada 🙈🙈, agora é descanso total para as Paralimpíadas)

Click AQUI para ver o vídeo.

E hoje é dia de vídeo de dança com Roça Roça 2 com @mcbrinquedooficiial coreografia do @fitdanceportal !! Espero que gostem , e que a dança tornem a vida de vocês mais alegre .

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Tribunal suspende liminar, e Paes poderá doar verbas para Paralimpíada - Veja o vídeo.

Com decisão do TRE, prefeitura do Rio de Janeiro vai repassar a quantia de R$ 150 milhões para a realização dos Jogos, que começa no dia 7 de setembro

Por SporTV.com Rio de Janeiro


Rio 2016 Parque Olímpico vista aérea (Foto: Gabriel Heusi/Brasil2016.gov.br)
Parque Olímpico que será sede dos Jogos (Foto: Gabriel Heusi/Brasil2016.gov.br)

Nesta quarta-feira, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro suspendeu a liminar que proibia o Prefeito Eduardo Paes de fazer doações ao Comitê Rio 2016 para a organização dos Jogos Paralímpicos. A decisão foi tomada pelo desembargador eleitoral Herbert de Souza Cohn após mandado de segurança impetrado pela prefeitura da cidade.

Click AQUI para ver o vídeo.

Em ano eleitoral, seria proibida qualquer repasse pela prefeitura, com base no parágrafo 10 do artigo 73 da Lei no 9.504/97, que veta a distribuição gratuita de dinheiro nesta ocasião. Em outubro deste ano, será realizada, por exemplo, a escolha do novo prefeito da cidade do Rio.

No fim da semana passada, às vésperas do encerramento dos Jogos Olímpicos, foi anunciada a liberação de R$ 250 milhões de dinheiro público para a realização dos Jogos da seguinte maneira: R$ 100 milhões do governo federal e R$ 150 milhões da prefeitura do Rio.

Os Jogos Paralímpicos serão realizados entre os dias 7 e 18 de setembro.