sábado, 3 de setembro de 2016

Copacabana ganha escultura com símbolo da Paralimpíada

Feitas de plástico reciclado, peças interativas têm textura e cheiro

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Tom, mascote da Paralimpíada, pula em frente à escultura Agitos, que representam os Jogos Paralímpicos Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
Tom, mascote da Paralimpíada, pula em frente à escultura Agitos, que representam os Jogos Paralímpicos - Márcia Foletto / Agência O Globo


RIO - Dezesseis jovens do Instituto Benjamin Constant, unidade de ensino voltada para deficientes visuais, participaram nesta sexta-feira da inauguração da escultura do símbolo dos Jogos Paralímpicos instalada em Copacabana. Feita de plástico reciclado, a obra, de quatro metros de altura por três de comprimento, tem diferentes texturas e cheiros, oferecendo uma experiência sensorial aos visitantes cegos, que se emocionaram ao tocá-la.

A escultura é feita de três elementos, chamados “agitos”, nas cores vermelha, verde e azul. Este último, por exemplo, tem uma tela por fora e, por dentro, garrafas de amaciantes recicladas. O vermelho tem aroma de guaraná e o verde, de menta.

— Que experiência maravilhosa sentir e cheirar a escultura — disse Sara Santos, de 17 anos, do grupo do Instituto Benjamin Constant.

Também fez sucesso entre os jovens o mascote paralímpico Tom.

— Nunca esquecerei este passeio, pois, além de participar de um evento dos Jogos Paralímpicos, é a primeira vez que venho à Praia de Copacabana — contou Davi Silas, de 20 anos.

Alunos do Instituto Benjamin Costant tocam e cheiram a escultura - Márcia Foletto / O Globo

A cerimônia de inauguração contou com a presença do presidente do Comitê Paralímpico Internacional (CPI), Philip Craven; do presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons; e do presidente da Empresa Olímpica Municipal, Joaquim Monteiro. Dois profissionais traduziram os discursos para a linguagem de sinais.

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— Assim que desembarquei no Rio, na quarta-feira à noite, percebi que a cidade já está com a energia da Paralimpíada. Prova disso são as vendas dos ingressos, que subiram rápido como um foguete após a Olimpíada — afirmou Craven.

OBRA DÁ IDEIA DE MOVIMENTO

A escultura está em frente ao hotel Copacabana Palace, onde ficaram os arcos dos Jogos Olímpicos. No local, também foi instalado um cubo com texto em braile e em vários outros idiomas, explicando o significado da obra.

Símpolo paralímpico na Praia de Copacabana - Márcia Foletto / Agência O Globo

— Os três elementos (“agitos”) significam “Eu me movo”. Ou seja, por mais severa que seja a deficiência, o espírito está em movimento. O fato de termos uma obra com texturas e odor é mais uma forma de inclusão dos Jogos Paralímpicos — disse Parsons.

A nova escultura promete ser mais um ponto de selfies de cariocas e turistas durante o evento esportivo. Logo após a inauguração do símbolo, muita gente que caminhava no calçadão parou para tirar fotos.

— Estou muito feliz pelo fato de a cidade ter de volta esta movimentação esportiva — disse a administradora Sônia Regina Brito.

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Até Craven fez a sua selfie:

— A escultura está na areia mais famosa do mundo. Não há como não registrar.

A obra foi feita pela artista plástica Elisa Brasil e pelo cenógrafo Tejota Bastos.


Cega monta empresa de massagem e emprega deficientes visuais em MT

Rosa perdeu a visão e movimentos das pernas devido esclerose múltipla.Empresa oferece massagem, ginástica laboral e alongamento terapêutico.

Do G1 MT

Rosa e o marido, que também trabalha na empresa (Foto: Reprodução/ TVCA)
Rosa e o marido, que também trabalha na empresa (Foto: Reprodução/ TVCA)

A deficiência visual deixou de ser há muito tempo um obstáculo para a empresária Rosa Maria Dias Gonçalves, de Cuiabá. Rosa tem uma empresa que oferece serviços de massagem, ginástica laboral e alongamento terapêutico. A empresa foi criada em 2012 com o objetivo de incluir colaboradores cegos.

Rosa ficou cega aos 25 anos, quando foi diagnosticada com esclerose múltipla, doença em que o próprio sistema imunológico ataca o sistema nervoso.

A empresária conta que, para driblar a depressão, começou a frequentar o Instituto dos Cegos, onde aprendeu a escrever em braile e a se locomover. Em seguida, ela fez direito e cursos de massoterapia e terapias corporais. Aos 35 anos, depois de formada, a doença fez com que Rosa também parasse de andar. Após outro período de depressão, ela teve a ideia de criar a empresa.

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“Em 2010, me formei em direito, tinha planos. Mas, depois de ficar sem andar, fiquei muito mal, tinha dores crônicas e voltei a ter depressão. Fiquei incomodada de ficar sem fazer nada. Eu tinha que encontrar alguma coisa que eu podia fazer na condição em que estou hoje”, lembra.

A proposta principal de Rosa é incluir outras pessoas que não enxergam no quadro de funcionários. Dos seis colaboradores da empresa, quatro têm alguma deficiência visual. Apenas o marido e o filho de Rosa enxergam. São eles que levam a equipe para atendimento nas empresas.

Proposta é incluir outras pessoas que não enxergam no quadro de funcionários (Foto: Reprodução/ TVCA)
Proposta é incluir outras pessoas que não enxergam no quadro de funcionários (Foto: Reprodução/ TVCA)

Uma das massoterapeutas da empresa, Ângela Emília de Souza, possui apenas 5% da visão devido uma tuberculose ocular. A colaboradora conta que existem dificuldades. “Mas a gente ergue a cabeça e segue sempre em frente. Fazendo com amor e se dedicando, isso é muito importante para a nossa vida”, diz.

Outra colaboradora diz que elas acabam sendo exemplo na vida das pessoas que atendem. “Tem gente que tem os olhos, os braços e reclama da vida”, explica Edenildes Evangelista da Cunha.

O marido de Rosa, Joel Pedroso de Barros, acompanha pessoalmente a prestação de serviços da equipe enquanto a esposa cuida da parte burocrática. Ele diz que não seria capaz de fazer o que a esposa faz. “Eu achei que era impossível, mas mesmo assim ela insistiu e persistiu”, revela.

A empresária diz que as prioridades mudaram depois de perder a visão e o movimento das pernas. “A gente sempre quer conquistar bens materiais. Devido à doença, eu vi outros valores que às vezes a gente até esquece. Hoje eu priorizo o hoje. Eu quero qualidade de vida, viver bem com a minha família e poder aproveitar o hoje”.

“Essa força, além da família, vem da gente querer viver, né? Quem não quer poder viver bem, viver mais um tempinho? Então, enquanto tiver esse tempo, vou aproveitando. Enquanto tenho os meus braços, ouvidos, audição e fala, eu vou aproveitando”, conta Rosa.

Fonte: g1.globo.com

Paralimpíadas - VOLEIBOL SENTADO - Veja o vídeo.

No vôlei sentado, podem competir homens e mulheres que possuam alguma deficiência física ou relacionada à locomoção. São 6 jogadores em cadatime, divididos por uma rede de altura diferente e em uma quadra menor do que na versão olímpica da modalidade. Os sets tem 25 pontos corridos e, o Tie-Break, 15. Ganha a partida a equipe que vencer três sets. A quadra mede 10m de comprimento por 6m de largura. A altura da rede é de 1,15m no masculino e 1,05m no feminino. É permitido bloqueio de saque, mas os jogadores devem manter o contato com o solo o tempo todo, exceto em deslocamentos. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes (CBVD).
A representação verde e amarela estreou na disputa dos Jogos em Pequim 2008, apenas com a seleção masculina, que terminou a competição em 6º lugar. Em Londres 2012, o Brasil teve representantes nos dois gêneros. Tanto no masculino quanto no feminino o país ficou em 5º lugar.

CLASSIFICAÇÃO


Os jogadores são divididos em dois grupos, de acordo com o grau de limitação ocasionado pela sua deficiência. Os com amputações e com problemas locomotores mais acentuados são classificados como D (do inglês, disabled). Já os que possuem deficiências quase imperceptíveis como problemas de articulações leves ou pequenas amputações nos membros são classificados como MD (do inglês, minimally disabled). 
Cada equipe só pode contar com dois jogadores da classe MD no time. E os dois não podem estar em quadra ao mesmo tempo.
Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - VELA - Veja o vídeo.

A vela é disputada em três categorias, todas sem divisão por gênero. Homens e mulheres velejam juntos na 2.4mr, na Sonar e na SKUD18. A 2.4mR é individual, enquanto a classe Sonar tem uma equipe de três atletas. A classe SKUD-18 é composta por duplas, sendo um integrante obrigatoriamente do sexo feminino e um dos tripulantes tetraplégico. A quantidade de provas da regata é determinada pelos juízes da competição.
A modalidade passou a ser um esporte competitivo na década de 1980 e exige domínio sobre as mudanças de vento, correntes aquáticas, além de habilidade e estratégia.
A primeira participação da vela nos Jogos Paralímpicos aconteceu como demonstração em Atlanta 1996, e na edição seguinte, em Sydney 2000, passou a integrar o programa da maior competição do planeta dentro do paradesporto. A estreia do Brasil aconteceu em Pequim 2008, com três velejadores na classe Sonar.
Em Londres 2012, o Brasil disputou a classe SKUD-18 com a dupla formada por Bruno Landgraf e Elaine Cunha, que conduziram a embarcação brasileira nas regatas e terminaram a competição em 11º lugar.

CLASSIFICAÇÃO


Na vela, os atletas são classificados de 1 a 7 pontos - quanto menor a pontuação, maior o grau de deficiência do velejador. O sistema de classificação é feito levando em consideração a estabilidade, a mobilidade, a visão e funções motoras do corpo.
Na SKUD-18, a tripulação deve ser obrigatoriamente mista. A soma dos tripulantes não pode ultrapassar 9 pontos e um dos atletas tem que ser tetraplégico (1 ou 2 pontos).
Fonte:  cpb.org.br

Paralimpíadas - TRIATLO

Novidade para os Jogos Paralímpicos Rio 2016, ao lado da canoagem, o triatlo vem crescendo desde 1989, ano da disputa do primeiro campeonato mundial da modalidade, realizado em Avignon, na França. A entidade responsável pelo esporte é a ITU (União Internacional de Triatlo, na sigla em inglês). No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Triatlo (CBTri).
Na modalidade, competem homens e mulheres. A prova engloba 750m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida, e pode ser praticada por pessoas com variados tipos de deficiência, como cadeirantes, amputados ou cegos.

CLASSIFICAÇÃO

Os atletas são divididos de acordo suas deficiências e habilidades. Nas classes PT1 a PT4, competem atletas decorrentes de deficiências como carência de força muscular, deficiência nos membros, hipertonia, ataxia e/ou atetose, entre outras. Já na classe PT5, os atletas podem ser: totalmente cegos, com nenhuma percepção de luz ou com percepção da luz, mas que são incapazes de reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância (B1); com deficiências visuais cuja acuidade visual seja menor que 6/60 de visão (B2); ou cujo campo visual seja inferior a 20 graus na condição de melhor visão corretiva (B3).

Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - TIRO ESPORTIVO - Veja o vídeo

O tiro esportivo é uma modalidade que exige concentração, técnica e prática. Carabinas e pistolas de ar são utilizadas nos eventos de 10 metros de distância. Já nos 25 metros, é uma pistola de perfuração (pólvora) que toma conta da disputa. Carabinas de perfuração e pistolas são as armas das provas de 50m.
A modalidade estreou nos Jogos Paralímpicos de 1976, em Toronto, apenas com homens nas disputas. Quatro anos depois, em Arnhem, na Holanda, as mulheres entraram na disputa, inclusive em provas mistas. Em 1984 (Stoke Mandeville e Nova York) e 1988 (Seoul), as provas mistas foram retiradas do programa, voltando apenas em 1992, em Barcelona, substituindo a prova feminina. Quatro anos depois, em Atlanta, os três tipos de disputas foram fixadas novamente nos Jogos.
A estreia brasileira ocorreu em 1976. A segunda aparição de brasileiros veio somente em Pequim 2008, após 32 anos fora do evento, com Carlos Garletti, que também disputou em Londres 2012.

CLASSIFICAÇÃO


A classificação dos atletas é feita de acordo com o equilíbrio, a mobilidade dos membros, a força muscular e o grau de funcionalidade do tronco. Atletas com diferentes tipos de deficiência podem competir juntos. Dependendo da classe, os atletas podem usar um suporte para a arma. Os atletas são divididos em duas classes: SH1 e SH2.
Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - TIRO COM ARCO - Veja o vídeo

O tiro com arco paralímpico pode ser disputado por pessoas com amputações, paraplégicos e tetraplégicos, paralisia cerebral, doenças disfuncionais e progressivas, como a atrofia muscular e escleroses, com disfunções nas articulações, problemas na coluna e múltiplas deficiências.
Além das provas individuais, a modalidade ainda conta com a disputa por equipes, com três arqueiros em cada time. As regras do tiro com arco paralímpico são as mesmas do esporte olímpico. Os participantes têm como objetivo acertar as flechas o mais perto possível do centro do alvo, que fica colocado a uma distância de 70m e tem 1,22m de diâmetro, formado por dez círculos concêntricos. O mais externo vale um ponto, e o central, dez. Quanto mais próxima do círculo central estiver a flecha, maior a pontuação obtida. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Tiro com Arco (CBTArco).

Classificação


No tiro com arco, os atletas são divididos em três classes, que se diferenciam pelas capacidades do atleta de ficar em pé e/ou de locomoção nos braços e tronco: Standing (ARST), ARW1 e ARW2.

Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - TÊNIS EM CADEIRA DE RODAS - Veja o vídeo

As semelhanças com o esporte convencional são muitas, mas existe a chamada regra dos dois quiques, que determina que o atleta cadeirante precisa mandar a bola para o outro lado antes que ela toque no chão pela terceira vez. As cadeiras utilizadas também são esportivas, com rodas adaptadas para um melhor equilíbrio e mobilidade. Não há diferença em relação às raquetes e às bolas. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Tênis (CBTênis).


CLASSIFICAÇÃO 


O único requisito para que uma pessoa possa competir em cadeira de rodas é ter sido medicamente diagnosticada com uma deficiência relacionada à locomoção, ou seja, deve ter total ou substancial perda funcional de uma ou mais partes extremas do corpo. Se como resultado dessa limitação funcional a pessoa for incapaz de participar de competições de tênis convencionais (para pessoas sem deficiência física), deslocando-se na quadra com velocidade adequada, estará credenciada para participar dos torneios de tênis para cadeirantes.

Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - TÊNIS DE MESA - Veja o vídeo

O tênis de mesa começou a ser praticado por pessoas em cadeira de rodas e entrou para o programa dos Jogos Paralímpicos de Roma 1960. A primeira participação de jogadores em pé aconteceu em Toronto 1976, junto com a estreia do Brasil na modalidade.
No tênis de mesa, participam atletas do sexo masculino e feminino com paralisia cerebral, amputados e cadeirantes. As competições são divididas entre mesatenistas andantes e cadeirantes, com jogos individuais, em duplas ou por equipes. As partidas consistem em uma melhor de cinco sets, sendo que cada um deles é disputado até que um dos jogadores atinja 11 pontos. Em caso de empate em 10 a 10, vence quem primeiro abrir dois pontos de vantagem. Em relação ao tênis de mesa convencional, existem apenas algumas diferenças nas regras, como na hora do saque para a categoria cadeirante. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM).
A única medalha conquistada pelo Brasil veio nos Jogos de Pequim 2008, com a prata da dupla Welder Knaf e Luiz Algacir.

CLASSIFICAÇÃO


Os atletas são divididos em onze classes distintas. Mais uma vez, segue a lógica de que quanto maior o número da classe, menor é o comprometimento físicomotor do atleta. A classificação é realizada a partir da mensuração do alcance de movimentos de cada atleta, sua força muscular, restrições locomotoras, equilíbrio na cadeira de rodas e a habilidade de segurar a raquete.
Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - RUGBY EM CADEIRA DE RODAS - Veja o vídeo

O rugby em cadeira de rodas nasceu na década de 1970, em Winnipeg, no Canadá, e foi desenvolvido por atletas tetraplégicos. No entanto, a modalidade só foi aparecer nos Jogos Paralímpicos em Atlanta 1996, como esporte de demonstração. A estreia oficial ocorreu quatro anos depois, em Sydney 2000, no qual os Estados Unidos conquistaram a medalha de ouro, deixando a Austrália com a prata e a Nova Zelândia com o bronze.
Competem no esporte tanto homens e quanto mulheres (não há divisão de gênero) com tetraplegia ou deficiências nas quais as sequelas sejam parecidas com a de um tetra. No Brasil, a modalidade é administrada pela Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas (ABRC).
Os jogos ocorrem em quadras de 15m de largura por 28m de comprimento e têm 4 períodos de 8 minutos. O objetivo é passar da linha do gol com as duas rodas da cadeira e a bola nas mãos. Assim como no rugby convencional, a modalidade para cadeirantes tem muito contato físico. São quatro atletas em cada equipe, que contam ainda com 8 reservas cada.

CLASSIFICAÇÃO


Os atletas são divididos em sete classes – 0.5, 1.0, 1.5, 2.0, 2,5, 3.0 e 3.5 -, de acordo com sua mobilidade e resquícios de movimentos. Quanto maior a motricidade, maior a nota. Os atletas com classificações mais baixas, jogam na defesa, e, os que possuem classificações mais altas, formam o ataque.
A somatória das classes em quadra não pode ultrapassar oito pontos. Para cada mulher em quadra, mais 0.5 pode ser acrescentado ao limite de pontos da equipe (Ex: uma equipe que entra em quadra com duas mulheres pode somar 9 pontos).
Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - REMO - Veja o vídeo

O remo está no programa paralímpico desde os Jogos de Pequim 2008. No Brasil, a modalidade teve início nos anos 1980, no Rio de Janeiro. A Superintendência de Desportos do Rio de Janeiro (SUDERJ) iniciou um programa de reabilitação para pessoas com deficiência física, mental e auditiva utilizando o remo como ferramenta. Porém, somente em 2005, depois dos dois mundiais, a Confederação Brasileira de Remo reativou o departamento de Remo Adaptável.
Nos Jogos Paralímpicos de Pequim 2008, o Brasil conquistou uma medalha de bronze no Double Skiff misto, classe TA, com Elton Santana e Josiane Lima.

CLASSIFICAÇÃO


Os atletas são divididos em classes conforme sua capacidade motora e cada classe compete utilizando um tipo de barco. Um remador pode competir em uma categoria superior, mas não inferior. Por exemplo, remadores AS e TA podem competir em eventos de LTA, mas um atleta LTA não pode competir em uma corrida TA.
- AS: Tripulação - masculina ou feminina
- TA: Tripulação - mista (um homem e um mulher)
- Barco: 4+ Tripulação: mista (dois homens, duas mulheres e um timoneiro)
Nesta classe, o barco pode ter, no máximo, 50% da guarnição com deficiência visual. Apenas a prova de Tripulação (4+) faz parte do programa paralímpico. Ainda há provas de Double Skiff em Copas do Mundo e Mundiais.
Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - NATAÇÃO - Veja o vídeo

As adaptações são feitas nas largadas, viradas e chegadas. Os nadadores cegos recebem um aviso do tapper, por meio de um bastão com ponta de espuma quando estão se aproximando das bordas. A largada também pode ser feita na água, no caso de atletas de classes mais baixas, que não conseguem sair do bloco. As baterias são separadas de acordo com o grau e o tipo de deficiência. No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

No total, o Brasil já conquistou 83 medalhas na natação em Jogos Paralímpicos, sendo 28 de ouro, 27 de prata e 28 de bronze. É a segunda modalidade que mais medalhas deu ao Brasil nas Paralimpíadas, atrás apenas do atletismo (109).

Destacam-se na modalidade três grandes atletas - Daniel Dias, Clodoaldo Silva e Andre Brasil. O primeiro é o maior medalhista paralímpico do país, com 15. Clodoaldo, com 13 pódios, e Andre, com 10, também fazem boa representação da bandeira verde e amarela.


CLASSIFICAÇÃO



As classes sempre começam com a letra S (swimming). O atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).


O atleta é submetido à equipe de classificação, que procederá a análise de resíduos musculares por meio de testes de força muscular; mobilidade articular e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que, quanto maior a deficiência, menor o número da classe.
Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - JUDO - Veja o vídeo

A modalidade é disputada por atletas com deficiência visual divididos em categorias de acordo com o peso corporal. Com até cinco minutos de duração, as lutas acontecem sob as mesmas regras utilizadas pela Federação Internacional de Judô, com pequenas modificações em relação ao judôconvencional. A principal delas é que o atleta inicia a luta já em contato com o quimono do oponente. Além disso, a luta é interrompida quando os lutadores perdem esse contato. Não há punições para quem sai da área de combate. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV).
O responsável pela primeira medalha de ouro verde e amarela foi o multicampeão Antônio Tenório, em Atlanta-1996. No total, o judô já rendeu ao Brasil 18 medalhas na história dos Jogos, sendo quatro ouros (todos conquistados por Tenório), cinco pratas e nove bronzes.

CLASSIFICAÇÃO


Além das categorias por peso, os judocas são divididos em três classes, de acordo com o grau da deficiência visual. Todas começam com a letra B (blind, cego em inglês): B1, B2 e B3. Nos Jogos Paralímpicos, atletas de diferentes classes podem competir juntos.
Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - HIPISMO - Veja o vídeo

Competem no hipismo homens e mulheres que tenham deficiência físicomotora ou visual. A estreia paralímpica da modalidade ocorreu nos Jogos de Nova Iorque (EUA), em 1984. Três anos depois, foi realizado o primeiro Mundial, na Suécia. A modalidade só voltaria ao programa oficial nos Jogos Paralímpicos de Sydney 2000. A única disciplina do hipismo no programa paralímpico é o Adestramento Paraequestre, com as seguintes provas: individual, estilo livre individual e por equipes.
Nos Jogos Paralímpicos, a melhor atuação brasileira aconteceu em Pequim 2008. Marcos Fernandes Alves, o Joca, foi o principal nome da equipe, responsável por faturar duas medalhas de bronze: uma no estilo livre e outra na prática individual. Em Londres 2012, novamente o país foi com a sua equipe completa, mas não obteve nenhum lugar no pódio.

CLASSIFICAÇÃO


Os cavaleiros são classificados de acordo com a sua deficiência e julgados pela sua capacidade ou habilidade equestre. O grau de deficiência varia de IA, mais severa, ao IV, menos severa.

Fonte: cpb.org.br

No segundo dia de revezamento, Tocha Paralímpica passa por Belém com experientes atletas como condutores

Danie Zappe/CPB/MPIX
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Débora da Costa passa a chama para Rildo Saldanha

A Tocha Paralímpica percorreu nesta sexta-feira, 2, as ruas de Belém (PA). A capital paraense foi a segunda cidade do revezamento, que começou ontem em Brasília e ainda passará por mais três cidades - Natal, São Paulo e Joinville - antes de chegar ao Rio de Janeiro, no dia 6, para o tour que terminará na abertura dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, no dia 7, no Maracanã.

O revezamento começou às 11h, na Praça Dorothy Stang, com o interativo protocolo de acendimento, que usa o "calor" das hashtags usadas nas redes sociais para que a chama se acenda. Responsável por ler a mensagem de início do passeio da chama pela capital paraense, a jovem atleta de bocha adaptada, Dayane Victória Espíndola, de 14 anos, gostou de fazer parte do revezamento. "Fiquei animada com a escolha. Estou bem ansiosa, mas estou feliz", resumiu.

Durante o percurso, a chama paralímpica passou por alguns locais de Belém que são referência na reabilitação e inclusão de pessoas com deficiência. A chama paralímpica ainda passou pelas mãos de importantes nomes do paradesporto, como João Batista Silva, bicampeão paralímpico de futebol de 5 - em 2004 e 2008.

"É muito legal poder carregar um símbolo dos Jogos. O fogo é algo que representa o sonho que é uma Paralimpíada, e carregá-lo significa manter o sonho aceso", analisou João.

O Pará já mandou muitas jogadoras para a seleção feminina de basquete em cadeira de rodas, e uma delas representou a modalidade no revezamento desta sexta-feira. Débora da Costa já participou duas vezes dos Jogos Paralímpicos, mas se mostrou ansiosa momentos antes de receber a chama paralímpica.

"Na primeira vez que fui, em Pequim 2008, eu era muito nova, estava na minha primeira convocação e era tudo muito novo para mim. Em Londres 2012, já cheguei mais relaxada. Mas hoje estou com aquela sensação de Pequim outra vez. É algo muito importante e fico honrada em poder fazer parte. Vou aproveitar bem o meu momento", disse Débora.

O revezamento teve seu fim no começo da noite, na cidade histórica, na Praça Frei Caetano Brandão. Neste sábado, a chama paralímpica estará em Natal (RN). Depois da capital potiguar, o comboio segue para São Paulo, Joinville e Rio de Janeiro.

Fonte: cpb.org.br

Revezamento da Tocha Paralímpica começou nesta quinta-feira, 1, em Brasília

Por Elder Barros

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Ao som da música "Eu sou do mundo, um vencedor", lançada recentemente pelo embaixador do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) Ronaldinho Gaúcho, em parceria com os cantores Jhama e Pablo Luiz, a Tocha Paralímpica foi acesa nesta quinta-feira, 1, em Brasília, dando inicio ao revezamento. A chama ainda passará por Belém, Natal, São Paulo, Joinville e, por fim, chegará ao Rio de Janeiro.
Com desenho e características próprias, a tocha será acesa em cinco cidades até chegar ao Rio de Janeiro no dia 6 - no dia seguinte, será a cerimônia de abertura da competição. Em cada lugar, o símbolo dos Jogos representará um valor paralímpico: Brasília – igualdade; Belém – determinação; Natal – inspiração; São Paulo – transformação; Joinville – coragem; e Rio de Janeiro – paixão.
Ao todo, 103 pessoas participaram do revezamento em Brasília. A tocha paralímpica passou por pontos importantes da cidade, como o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, Rede Sarah, Cetef e Parque das Garças.
O atleta de parabadminton Rômulo Soares, da categoria WH2, foi um dos condutores. Ele pratica a modalidade desde 2005. Atual campeão brasileiro e sexto no ranking mundial, o brasiliense ficou entusiasmado por ter carregado a tocha. "É um momento único e é uma forma de eu poder participar dos Jogos Paralímpicos. A minha modalidade não estará nesta edição, mas, estará na próxima. Não posso negar que já penso em Tóquio-2020", ressaltou.
Representando o goalball, Jéssica Vitorino também participou do revezamento. A brasiliense esteve nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015 e faturou o ouro com a Seleção Brasileira. Com apenas 23 anos, ela sabe que pode ter um futuro brilhante no esporte. "Estou sempre sendo convocada. Para os Jogos do Rio, foram apenas seis atletas. Mas estarei na arquibancada torcendo para as minhas colegas, que vão brigar pela medalha", concluiu.
Sobre o Revezamento da Tocha Paralímpica Rio 2016
Entre os dias 1 e 7 de setembro, o revezamento da tocha Paralímpica percorrerá todas as regiões do país, representadas por seis cidades brasileiras, para anunciar a chegada dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. A grande novidade da chama Paralímpica é o mecanismo de acendimento: calor humano. Numa campanha virtual lançada pelo Comitê Rio 2016, pessoas do mundo todo poderão enviar mensagens positivas nas redes sociais, por meio da hashtag #ChamaParalímpica, acumulando energia suficiente para acender as chamas.
Números
•    6 cidades brasileiras
•    250 quilômetros percorridos no revezamento
•    4650 milhas aéreas percorridas pelo avião do comboio
•    700 condutores
•    28 visitas especiais

Fonte: cpb.org.br

Atleta da Polônia resolve leiloar medalha que conquistou para ajudar criança com câncer

Vicente Carvalho 

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As Olimpíadas Rio 2016 estão acabando, mas não ainda há tempo de nos encantar com mais uma história digna de grande seres humanos.
O polonês Piotr Malachowski, que conquistou a medalha de prata no lançamento de disco nos Jogos, teve um gesto nobre e decidiu dar um destino diferente para a sua medalha.
O atleta irá leiloar a premiação para auxiliar no tratamento de uma criança com câncer. Para ele, ajudar o menino Olek será muito melhor do que conquistar um lugar no pódio.
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O menino sofre de retinoblastoma, um tipo de câncer na retina dos olhos que atinge, na maior parte, crianças com idade inferior a cinco anos.
“O destino me deu a chance de aumentar o valor da minha prata. A única chance de tratamento de Olek é em Nova Iorque. Eu decidi ajudar e leiloar a medalha que ganhei no Rio de Janeiro. O valor do maior lance será integralmente doado para o tratamento dele”, escreveu em seu perfil no Facebook.
“Eu peço para que as pessoas me ajudem a fazer acontecer esse leilão. Podem enviar mensagens ou qualquer outro tipo de ajuda. Vamos auxiliar os pais e a família”, acrescentou.
                 
É um gesto incrível e que merece todos nossos aplausos, para visitar o site de leilões clique aqui.
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Imagens: Reprodução Facebook / via Catraca Livre

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Paralimpíadas - HALTEROFILISMO - Veja o vídeo.

No halterofilismo, os atletas permanecem deitados em um banco e executamum movimento conhecido como supino. A prova começa no momento em que a barra de apoio é retirada – com ou sem a ajuda do auxiliar central – deixando os braços totalmente estendidos. O atleta flexiona os braços descendo a barra até a altura do peito. Em seguida, a elevam até a posição inicial para finalizar o movimento. Atualmente, competem atletas com deficiência física nos membros inferiores ou paralisia cerebral. As categorias são subdivididas pelo peso corporal de cada um. São dez categorias femininas e dez masculinas. O atleta pode realizar o movimento três vezes, e o maior peso é validado. Os árbitros ficam atentos à execução contínua do movimento e à parada nítida da barra no peito. No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.
Em Jogos Paralímpicos, ainda nenhum atleta brasileiro conquistou medalha até hoje.

CLASSIFICAÇÃO


É a única modalidade em que os atletas são categorizados por peso corporal, como no halterofilismo convencional. São elegíveis para competir atletas amputados, les autres com limitações mínimas, atletas das classes de paralisia cerebral e atletas das classes de lesões na medula espinhal. Os competidores precisam ter a habilidade de estender completamente os braços com não mais do que 20 graus de perda em ambos cotovelos para realizar um movimento válido, de acordo com as regras.

Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - GOALBALL - Veja o vídeo.

Ao contrário de outras modalidades paralímpicas, o goalball foi desenvolvido exclusivamente para pessoas com deficiência visual. A quadra tem as mesmas dimensões das de vôlei (9m de largura por 18m de comprimento). As partidas são realizadas em dois tempos de 12 minutos, com 3 minutos de intervalo. Cada equipe conta com três jogadores titulares e três reservas. De cada lado da quadra há um gol com 9m de largura e 1,30m de altura. Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores. O arremesso deve ser rasteiro ou tocar pelo menos uma vez nas áreas obrigatórias. O objetivo é balançar a rede adversária.
A bola tem um guizo em seu interior para que os jogadores saibam sua direção. O goalball é um esporte baseado nas percepções tátil e auditiva, por isso não pode haver barulho no ginásio durante a partida, exceto no momento entre o gol e o reinício do jogo e nas paradas oficiais. A bola tem 76 cm de diâmetro e pesa 1,25 kg. Atualmente, o goalball é praticado em 112 países. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Desporto de Deficientes Visuais (CBDV).
A Seleção Brasileira masculina é a atual campeã mundial e foi vice nos Jogos de Londres 2012. Já a Seleção feminina levou o ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015.

CLASSIFICAÇÃO


Nesta modalidade, os atletas deficientes visuais das classes B1, B2 e B3 competem juntos. Todas as classificações são realizadas por meio da mensuração do melhor olho e da possibilidade máxima de correção do problema. Todos os atletas, independente do nível de perda visual, utilizam uma venda durante as competições para que todos possam competir em condições de igualdade.

Fonte: cpb.org.br

Paralimpíadas - FUTEBOL DE 7 - Vejao vídeo.

O futebol de 7 é praticado por atletas com paralisia cerebral, decorrente de sequelas de traumatismo crânio-encefálico ou acidentes vasculares cerebrais. As regras são da FIFA, mas com algumas adaptações feitas pela Associação Internacional de Esporte e Recreação para Paralisados Cerebrais (CP-ISRA). O campo tem no máximo 75m x 55m, com balizas de 5m x 2m e a marca do pênalti fica a 9,20m do centro da linha de gol. Cada time tem sete jogadores (incluindo o goleiro) e cinco reservas. A partida dura 60 minutos, divididos em dois tempos de 30, com um intervalo de 10 minutos. Não existe regra para impedimento e a cobrança lateral pode ser feita com apenas uma das mãos, rolando a bola no chão. Os jogadores pertencem às classes menos afetadas pela paralisia cerebral e não usam cadeira de rodas. No Brasil, a modalidade é administrada pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE).

CLASSIFICAÇÃO


Durante a partida, o time deve ter em campo no máximo dois atletas da classe 8 (menos comprometidos) e, no mínimo, um da classe 5 ou 6 (mais comprometidos).

Fonte:  cpb.org.br

Paralimpíadas - FUTEBOL DE 5 - Veja o vídeo

O futebol de 5 é exclusivo para cegos ou deficientes visuais. As partidas normalmente são em uma quadra de futsal adaptada, mas desde os Jogos Paralímpicos de Atenas também têm sido praticadas em campos de grama sintética. O goleiro tem visão total e não pode ter participado de competições oficiais da Fifa nos últimos cinco anos. Junto às linhas laterais, são colocadas bandas que impedem que a bola saia do campo. Cada time é formado por cinco jogadores – um goleiro e quatro na linha. Diferentemente de um estádio convencional de futebol, as partidas de futebol de 5 são silenciosas, em locais sem eco.
A bola tem guizos internos para que os atletas consigam localizá-la. A torcida só pode se manifestar na hora do gol. Os jogadores usam uma venda nos olhos e, se tocá-la, cometerá uma falta. Com cinco infrações, o atleta é expulso de campo e pode ser substituído por outro jogador. Há ainda um guia, o chamador, que fica atrás do gol, para orientar os jogadores, e que diz onde devem se posicionar em campo e para onde devem chutar. O técnico e o goleiro também auxiliam os jogadores em quadra. O jogo tem dois tempos de 25 minutos e intervalo de 10 minutos. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV).
A participação do futebol de 5 nos Jogos Paralímpicos aconteceu, pela primeira vez, em Atenas 2004. Também, neste evento, o Brasil foi o campeão, ao superar, nos pênaltis, os argentinos por 3 a 2. A Seleção Canarinho possui mais dois títulos paralímpicos: em Pequim 2008, e o último, em Londres 2012, onde o Brasil sagrou-se tricampeão. Além dos títulos, a Seleção Brasileira foi a primeira equipe a marcar um gol em Jogos Paralímpicos. O autor do feito foi o atleta Nilson Silva, falecido em 2012.

CLASSIFICAÇÃO


Os atletas são divididos em três classes que começam sempre com a letra B (blind, cego em inglês). Nos Jogos Paralímpicos competem os atletas da classe B1, com excessão do goleiro.
Fonte: cpb.org.br