sábado, 24 de setembro de 2016

Apnen comemora nove anos de fundação



por Suellen de Freitas
A Associação dos Portadores de Necessidades Especiais de Nova Odessa (Apnen), entidade sem fins lucrativos, completou na última quarta-feira (21/09) nove anos de sua fundação. Engajada na luta dos direitos das pessoas com deficiência, a entidade reuniu familiares, amigos e voluntários no Salão de Festas da Igreja de Santo Amaro para comemorar mais um ano de trabalho.
Conheça a trajetória da entidade
Fundada em 21 de setembro de 2007, a Apnen vem realizando um trabalho voltado a atender às necessidades individuais das pessoas com deficiência em Nova Odessa, e também na defesa dos direitos adquiridos, melhor acessibilidade e na inclusão social, educacional, cultural e esportiva.
“Tudo começou em 1998 quando a minha esposa Sônia teve a ideia de fundar uma associação para dar suporte e atendimento às pessoas com deficiência devido aos problemas enfrentados pelo nosso filho que tem deficiência física. Na época não conseguimos atingir o objetivo, mas em 2007 reunimos um grupo de pessoas com intuito de fundar uma entidade que atendesse as necessidades individuais das pessoas com deficiência. Realizamos várias reuniões para escolha da primeira diretoria e elaboração do estatuto. Em 2008 foi reconhecida como entidade de utilidade pública por lei municipal”, explicou o presidente da Apnen, Carlos Alberto Raugust.
A Apnen realiza doações de cadeiras de rodas e banho, fraldas descartáveis, entre outros produtos e equipamentos que sejam necessários para melhorar o dia a dia das pessoas com deficiência.
As verbas são provenientes de eventos que a entidade promove ou é convidada a participar e a renda líquida arrecadada é revertida para manutenção dos seus projetos.
Buscando a inclusão social através do esporte, a Apnen mantém uma equipe de atletas paralímpicos, que representando a entidade, já conquistou importantes resultados em competições estaduais e nacionais, e quebra de recordes nacionais e sulamericano.
O presidente da Apnen, Carlos Alberto Raugust, relembra a trajetória de lutas e conquistas da entidade. “Ao longo de todos esses anos passamos por muitas dificuldades mas conseguimos superá-las e comemorar os nove anos de existência da Apnen é um momento muito gratificante. Agradeço o apoio da minha família, de todos os membros da diretoria atual e anteriores, voluntários, patrocinadores, amigos e administração municipal que nos ajudaram para que chegássemos até aqui”, completou.
Sede
Graças ao repasse de verba municipal através de Lei de Subvenção, desde 2015 a entidade tem um ponto de referência que é a sua sede, localizada na Avenida Ampélio Gazzeta, 2122 – Sala 3.
Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência
A data de fundação da entidade foi escolhida em referência ao Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência, celebrado na mesma data, 21 de setembro.
Patrocínio
A entidade busca patrocínio para o projeto no esporte para pessoas com deficiência. Recentemente um atleta representando a Apnen competiu nas Paralimpiadas Rio 2016 e conquistou o quinto lugar no lançamento de peso categoria F11.

Saiba mais


Quem tiver interesse em saber mais sobre a entidade, conhecer a sede, leis e direitos, pode entrar em contato através do e-mail: apnen.novaodessa@gmail.com ou pelo Facebook.com/apnen.novaodessa. 














Fonte: APNEN Nova Odessa.

Casal que comoveu os EUA com luta conjunta contra doença degenerativa morre com dias de diferença

Um jovem casal que viveu uma espécie de versão da vida real do livro - que virou filme - "A Culpa é das Estrelas" e comoveu os Estados Unidos morreu com poucos dias de diferença.

BBC Brasil

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Drama do casal comoveu americanos
Drama do casal comoveu americanos

Katie Prager, 26, morreu nesta quinta-feira (22) na cidade de Flemingsburg, no Estado do Kentucky, dias depois do marido, Dalton Prager, 25.

O casal sofria de fibrose cística, uma doença não contagiosa, mas terminal. Em A Culpa é das Estrelas, dois adolescentes com câncer vivem uma história de amor.

Segundo um comentário feito pela mãe de Katie no Facebook, a jovem morreu em casa, onde já estava em cuidados paliativos havia semanas.

Katie Prager, 26, morreu nesta quinta-feira (22) na cidade de Flemingsburg, no Estado do Kentucky, dias depois do marido, Dalton Prager, 25.
O casal sofria de fibrose cística, uma doença não contagiosa, mas terminal. Em A Culpa é das Estrelas, dois adolescentes com câncer vivem uma história de amor.
Segundo um comentário feito pela mãe de Katie no Facebook, a jovem morreu em casa, onde já estava em cuidados paliativos havia semanas.
"Sei que Dalton estava esperando por ela de braços abertos, além de suas duas avós e um bando de parentes e amigos que foram embora antes dela. Os próximos dias serão duros, mas eu terei conforto por saber que minha filha viveu a vida", escreveu a mãe.
Dalton morreu em um hospital da cidade de St. Louis, no Estado do Missouri, a mais de 600 km de Flemingburg.
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Jovens se casaram em 2011, dois anos depois de se conhecerem pelo Facebook
Os dois se casaram em 2011, após de apaixonarem via Facebook dois anos antes - Katie viu uma foto de Dalton no hospital e ofereceu um ombro amigo para conversar sobre a doença, que costuma matar os pacientes antes dos 40 anos.
Os médicos se opuseram ao romance desde o início, avisando que seria perigoso para os dois se encontrarem pessoalmente, já que Dalton era portador de uma bactéria oportunista, a Burkholderia cepacia, que complica ainda mais o estado de saúde de que tem fibrose cística.
Katie contraiu a infecção, mas o casal viveu uma vida relativamente saudável nos anos seguintes e até comprou uma casa em Flemingsburg. "A gente se divertiu. Foi algo como um conto de fadas", disse a jovem em uma entrevista à rede de TV CNN dias antes de morrer.
Em 2014, a doença comprometeu demais os pulmões do casal, e os dois se internaram em um hospital de Pittsburgh à espera de um transplante. Dalton conseguiu o seu em novembro daquele ano, mas Katie precisou travar uma longa batalha com planos de saúde até receber o seu, em julho do ano passado.
Os problemas, porém, continuaram: ele teve que lutar contra um câncer linfático e continuou sendo assolado pela fibrose. O transplante de Katie, por sua vez, nunca funcionou bem e ela passou por diversas internações até ser desenganada no início deste mês.
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O casal passou os últimos meses de vida separado por causa da doença
Por causa disso, os dois viveram separados seus últimos meses de vida e tinham se visto pela última vez em 16 de julho, quando celebraram o quinto aniversário de casamento.
Com uma séria infecção, Dalton não conseguiu visitar a esposa por uma última vez - sua morte foi acompanhada por Katie pela internet.
Ela disse à CNN não ter qualquer arrependimento.
"Dalton me deu alguns dos melhores anos da minha vida. Eu prefiro ter passado apenas cinco anos apaixonada e totalmente feliz do que sozinha durante 20 anos."
A fibrose cística entope os pulmões com muco, tornando difícil a respiração.
"Dalton tentou muitas vezes (visitar Katie). Infelizmente, seu corpo não concordou com o que ele queria fazer", disse a mãe do rapaz, Renee, a um jornal de St. Louis.
O casal arrecadou dinheiro para o tratamento por meio de doações e publicou um blog sobre suas experiências.

Lei de Acessibilidade é sancionada no Paço

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Uma lei que não seja letra morta. É o que membros do Movimento Livre Independente, composto por pessoas com deficiência, esperam da Lei Municipal de Acessibilidade, sancionada ontem pelo prefeito Antonio Carlos Pannunzio, como parte da programação especial pela passagem do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A lei 11.427 será a base para a política municipal de acessibilidade e mobilidade em Sorocaba. De acordo com dados do censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 126.898 sorocabanos têm algum tipo de deficiência, seja ela física, visual, auditiva ou intelectual.

Entre os desafios de Sorocaba para cumprir a lei estão a regularização das calçadas, em sua maioria esburacadas e com desníveis, e adaptação de prédios públicos e privados que prestam serviços à população. A própria Prefeitura, conforme reportagem publicada pelo jornal Cruzeiro do Sul no domingo, dia 18, tem de regularizar 62,9% dos próprios municipais, entre eles escolas, Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

A melhoria das condições de acessibilidade em Sorocaba deve acontecer de maneira gradual, conforme disse o prefeito, devido à necessidade de aporte financeiro. “Adaptar edificações antigas é mais complexo e caro”, disse. Pannunzio aproveitou para lembrar que Sorocaba completou no ano passado 100% de acessibilidade para cadeirantes nos veículos do transporte coletivo.

Não é acessível

Para Eduardo José Hoffart, 58 anos, membro do Movimento Livre Independente, não adianta ter a lei sem ações. “O prefeito falou sobre os ônibus, mas de que adianta termos transporte coletivo 100% adaptado se os pontos de ônibus não são acessíveis? Continuamos na mesma”, disse, sobre a dificuldade de chegar até um ponto, devido às calçadas.

Eduardo lembra que hoje os ônibus só podem conduzir um cadeirante. “Conheço um casal que um deles tem de ir na frente e o outro fica esperando o próximo coletivo. Tem casos que há mais cadeirantes no mesmo bairro e eles precisam decidir quem é que vai entrar no ônibus e quem terá de aguardar mais tempo na fila”, diz ele, sugerindo que os ônibus deveriam ter no mínimo dois lugares para cadeirantes. “Basta tirar um banco do ônibus, não é algo caro de fazer.”

Outra situação que ele reclama é da morosidade em adaptar os próprios municipais. Em dezembro de 2014, foi firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre o Ministério Público (MP) e a Prefeitura de Sorocaba, e estabelecido um prazo de sete anos para que todos os imóveis pertencentes ao município estejam acessíveis, com prioridade para aqueles destinados às pessoas com deficiência e idosos. “Deram esse prazo de sete anos, como se a gente tivesse mais sete anos para esperar”, lamenta.

Para a elaboração da lei, foram realizadas diversas discussões, com participação de todas as secretarias municipais e variados setores da sociedade, durante um ano. O Grupo de Trabalho de Acessibilidade, sob a coordenação da Coordenadoria da Pessoa com Deficiência, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), contou com participação de membros do Conselho Municipal do Idoso e da Associação de Amparo aos Cegos de Sorocaba, entre outros.

Fontes: www.jornalcruzeiro.com.br - pessoascomdeficiencia.com.br

Mutirão promove inclusão profissional de pessoas com deficiência - Veja o vídeo.

Objetivo é chamar atenção da sociedade para o problema da exclusão.Dezenas de pessoas participaram de triagem para futura contratação.

Do G1 TO, com infomações da TV Anhanguera

    Pessoas com deficiência participaram do encontro (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
    Pessoas com deficiência participaram do encontro (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Um mutirão para ajudar pessoas com deficiência a entrarem no mercado de trabalho foi realizado nesta sexta-feira (23), na sede do Sine, em Palmas. O evento chamou atenção da população para a importância da inclusão social.

O evento ocorreu no dia D da Inclusão Social e Profissional das Pessoas com Deficiência e dos Beneficiários Reabilitados do INSS. O objetivo da reunião é chamar atenção da sociedade para o problema da exclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Click AQUI para ver o vídeo.

Com café da manhã, dança e música clássica ao vivo, dezenas de pessoas com algum tipo de deficiência participaram do encontro. Na ocasião, uma triagem foi realizada com objetivo de saber em qual empresa o futuro funcionário melhor se encaixa.

A diretora interina do trabalho, Glaucia Branquina, falou da importância da pré-seleção e de entender a dificuldade de cada um. “Cada empresa tem sua peculiaridade, então vai ter uma pré-seleção. Depois é que ele é encaminhado para a empresa”, informou.

O diretor de Recursos Humanos de um supermercado da capital, Carlos Eduardo Campos destacou a importância do assunto. “Basta a gente dar oportunidade, acolher bem essas pessoas e mostrar que elas têm possibilidade de mostrar sua capacitação e habilidade, mesmo que tenha uma deficiência

Legislação
A Lei Federal 8.213, que passou a valer em 1991 afirma no Artigo 93 que “a empresa com 100 (cem) ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% (dois por cento) a 5% (cinco por cento) dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas”.

Fonte: g1.globo.com

SUS passa a oferecer medicamento em forma de adesivo para Alzheimer

Incorporação da rivastigmina adesivo transdérmico saiu no diário oficial.Adesivo dá menos efeitos colaterais do que cápsula ou solução oral.

Do G1, em São Paulo


Adesivo contra o Alzheimer (Foto: Shutterstock)

A partir de agora, pacientes poderão obter pelo SUS um medicamento contra Alzheimer em forma de adesivo para a pele. A incorporação da rivastigmina adesivo transdérmico ao SUS foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (22).

A rivastigmina já estava disponível no sistema público em cápsula e solução oral. Outros medicamentos oferecidos pelo SUS para tratamento de Alzheimer são a donepezila e a galantamina.

Lançado no Brasil em 2008, o adesivo de rivastigmina libera gradativamente o princípio ativo ao longo do dia. Por levar o medicamento direto à corrente sanguínea, sem passar pelo sistema digestivo, o adesivo diminui efeitos colaterais como náuseas, vômitos e perda de apetite. O adesivo deve ser aplicado sobre a pele uma vez ao dia.

O mal de Alzheimer, que atinge em média 7% dos idosos, pode causar perda de funções cognitivas. No entanto, se diagnosticada no início, é possível retardar seu avanço ou ainda controlar os sintomas, melhorando a qualidade de vida do paciente.

Fonte: g1.globo.com

Atletas da Seleção Brasileira de tênis em cadeira de rodas disputam a Semana Guga Kuerten

Por Flávia Alves

©Cleber Mendes/MPIX/CPB
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Natália Mayara em ação nos Jogos Paralímpicos Rio2016

De 6 a 9 de outubro, os atletas da Seleção Brasileira de tênis em cadeira de rodas, Natália Mayara e Ymanitu Silva, disputarão o Torneio Profissional da modalidade na Semana Guga Kuerten, em Florianópolis. O evento somará pontos para o ranking da Federação Internacional de Tênis (ITF, em inglês).

Pelo quarto ano, o Torneio Profissional de tênis em cadeira de rodas será disputado nas quadras de saibro do Jurerê Sports Center, até o dia 9 de outubro. Nesse ano, a competição conta com 84 inscritos, entre eles, nove atletas que disputaram os Jogos Paralímpicos Rio 2016. A competição conta com R$ 65 mil em premiação.

A pernambucana Natália Mayara e o catarinense Ymanitu Silva são os atuais campeões de simples nas chaves feminina e Quad, respectivamente. Os tenistas estarão presentes para tentar a defesa do título, após terem participado das Paralimpíadas do Rio.

Com informações da Confederação Brasileira de Tênis (CBTênis).

Fonte: cpb.org.br

Sabrina Petraglia fala de esforço para viver personagem com deficiência: “Joelho cansado”

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Sabrina Petraglia conta como foi a preparação para a personagem e diz que precisa fazer fisioterapia por conta de andar mancando

Foi aos 24 anos que Sabrina Petraglia decidiu largar o trabalho de jornalista para tentar a profissão de atriz. Ela trabalhava na rádio Eldorado apresentando um programa de cultura. “Ia virar uma crítica de teatro frustrada. Ia criar um câncer. Eu gostava, escrevia ok, não era a melhor, longe disso. Sempre fiz teatro e achava um hobby, não acreditava. Assistia peças e não subia no palco.”

Sabrina foi atrás do seu sonho e conquistou papéis nas novelas “Passione”, “Flor do Caribe” e “Alto Astral”. Atualmente, aos 33 anos, ela vive a Shirlei em “Haja Coração”, que tem uma luxação no quadril e anda mancando. A personagem já foi interpretada em “Torre de Babel”, pela Karina Barum. Agora, porém, ela aparece em um enredo diferente e, por isso, Sabrina buscou suas próprias referências. O papel de Aracy Balabanian na novela “Nino, O Italianinho” foi uma de suas inspirações.

Além disso, ela passou por um processo de observação. “Fui no Hospital das Clínicas, em São Paulo, na parte ortopédica e fiquei uma tarde sentada lá, observando as pessoas”, contou. “De repente, comecei a notar no dia a dia que várias pessoas mancavam, onde eu ia sempre via. Meu olhar começou a ficar bem apurado.”

Ele teve também uma preparação para aprender a mancar com uma professora de consciência corporal. “Levantamos juntas quatro tipos de mancos. Fui andando e testando em sala de ensaio.” Sabrina também comprou uma bota ortopédica e saiu andando pelas ruas de São Paulo. “Moro na região da Vila Romana, aí fui lá para a lapa de baixo. Depois fui para a Oscar Freire. Como tenho uma carreira muito forte no teatro e estou começando agora na televisão, não tive essa coisa de assédio.” Ela contou que sentiu na pele como é ser uma pessoa com deficiência. “Independente de classe social, educação, de ser criança ou adulto, a reação do ser humano é a mesma. As pessoas olham. É um fato!”, afirmou. “Não é um preconceito, mas senti que olhavam e pensavam: ‘olha, tão bonitinha, mas tem um probleminha’. E apontavam.’”

A princípio, ela disse que se sentiu incomodada e então começou a trabalhar a personagem por dentro. “Queria contar para elas que não era verdade, que eu não era daquela forma. Continuei andando, fiquei com vergonha e queria ficar invisível. Fiquei com raiva, orgulhosa e depois comecei a me aceitar naquela condição até não me incomodar mais. Via que as pessoas olhavam e até dava um sorrisinho.”

SACRIFÍCIO PELA ARTE
Por conta de ter que mancar para o papel, Sabrina contou que está fazendo sessões semanais de fisioterapia. “Teve um dia que gravei muito, fiz muitas cenas andando. Fizemos uma externa e tem uma cena na escada que ela sobe e desce 14 andares. Por conta disso meu joelho ficou cansado. Desalinho todo o meu eixo direito. Parece simples na TV, mas é um trabalhão”, contou.

“Mas alongo bastante e tenho uma fisioterapeuta maravilhosa que me acompanha. Faço yoga então fortaleço bastante os músculos para não ter problema. Também fiz muito aula de consciência corporal, tenho um cuidado.”

Esse foi o primeiro sacrifício pela arte que Sabrina teve que fazer. Ela garantiu que faria qualquer outro que não fosse irreversível. “Não afetando a saúde, tendo um cuidado, um respaldo, eu faria. Engordaria, emagreceria, cortaria o cabelo. Mas não tatuaria de verdade, por exemplo.”

APRENDIZADO
Sabrina contracena com Mariana Ximenes, a Tancinha, protagonista do enredo. Sobre trabalhar com a atriz, que tem uma carreira extensa na TV, ela disse que é uma experiência maravilhosa. “Teve um dia que a gente faz todas as cenas em estúdio juntas. No dia seguinte, eu estava destruída porque acho que não sei dosar minha energia. Aí acordo, chego no Projac e a Mariana está no programa da Fátima. E eu destruída, com vergonha. Falei: Mariana, ‘tenho vergonha de me sentir cansada perto de tudo o que você faz.’” Ela entende de televisão, conhece muito. Fico impressionada com a disposição e profissionalismo dela. Ela me ensina demais. Admiro muito!”

A atriz disse que pra ela fazer TV tem sido um desafio. “Pra mim que estou começando a fazer televisão, é muita coisa pra pensar. É o corpo que manca, é o texto que muda a todo momento – o que é diferente do teatro -, são várias câmeras. É um loucura. Achava que televisão fosse mais fácil. Está me surpreendendo, acho muito difícil!”

CONTO DE FADAS MODERNO
A personagem de Sabrina vive um conto de fadas moderno na novela. Ela se perde em vai em um temporal em São Paulo e sua bota ortopédica ficará presa em um paralelepípedo. Ela é obrigada da deixar o calçado, que é encontrado por Felipe, vivido por Marcos Pitombo. Sabrina acredita que histórias reais de conto de fadas como essa acontecem. “Quando a novela começou, falei com meninas com esse mesmo problema. Elas me escreveram tanto no Instagram quanto no Facebook me contando as histórias delas, histórias incríveis! Uma dentista me disse que sofreu pra caramba e de repente apareceu uma pessoa maravilhosa. Ela casou, tem uma filhinha de 6 anos e a pessoa apoiou ela fazer a cirurgia. A gente se fala direto. Isso existe, é real.”

NAMORO À DISTÂNCIA
Sabrina namora há quatro anos com um engenheiro e há dois anos e meio o relacionamento é em meio à ponte aérea, pois ele mora no Chile por conta do trabalho. “Ainda bem que a gente tem benefício de passagem e consegue quase todo final de semana se ver. Pelo menos de 15 em 15 dias a gente se encontra.”

A atriz disse que ele é supertranquilo em relação ao seu trabalho e a apoia. “Agora que ele me vê crescendo, ganhando de dinheiro… Eu consegui! É tão difícil viver de arte no Brasil. Ele tem orgulho, gosta, me apoia muito, não fica bravo e nem tem crise de ciúmes”, contou. “Ele é muito seguro e eu também não dou motivo. Quando a gente se vê, nem dá tempo de brigar. Eu sou esquentada, ele tranquilo. Quando eu vou, ele fala: ‘calma, a gente tem pouco tempo. Está tudo bem, a gente vai resolver.'”

Veja como Sabrina Petraglia interpreta a personagem Shirlei em Haja Coração, mancando quando caminha, clicando AQUI ou na foto abaixo.

                Veja como Sabrina Petraglia interpreta a personagem Shirlei em Haja Coração, mancando quando caminha, clicando aqui ou na foto abaixo

Fontes: marie claire - turismoadaptado.wordpress.com

VÍDEO MOSTRA O ENSAIO SENSUAL DE BRITÂNICA MEDALHA DE OURO NOS 400M T43-44

A velocista britânica Hannah Cockroft em ensaio sensual

A velocista britânica de cadeira de rodas Hannah Cockroft já mostrou nas pistas do Engenhão que é uma das mais velozes do mundo. Ela foi medalha de ouro nos 400 metros T43-44, nesta quarta-feira.

Mas, há um ano, ela mostrou que também talento como modelo. Um vídeo, divulgado pela marca Panache, mostra o ensaio sensual de Hannah. Confira acima.

"É hora de reconhecer as mulheres inspiradoras", diz o slogan da campanha.

- Estou muito realizada e feliz por fazer parte disso - disse Hannah na ocasião.




Prática de esporte adaptado tem garantias legais

Vivemos intensamente o espírito olímpico e paralímpico com os jogos que aconteceram no Rio de Janeiro. Uma grande oportunidade de conversarmos sobre o direito à prática de esporte da pessoa com deficiência.

Por Luis Kassab*

Imagem Internet/Ilustrativa
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Vivemos intensamente o espírito olímpico e paralímpico com os jogos que aconteceram no Rio de Janeiro. Uma grande oportunidade de conversarmos sobre o direito à prática de esporte da pessoa com deficiência.

Sim, a prática esportiva é um direito assegurado à todas as pessoas, com ou sem deficiência. Direito decorrente da Constituição Federal que designou um capítulo próprio para a garantia do direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer, sendo um dever do Estado fomentar práticas desportivas com a destinação de recursos econômico específicos.

Importante apresentar as diferentes formas de esporte citadas na Constituição Federal: o esporte educacional (participação esportiva nas escolas); o esporte como lazer (atividade física buscando o prazer, convívio social, bem-estar, qualidade de vida); e, por fim, o esporte de alto rendimento (finalidade de obtenção de resultados).

Quando distinguimos as espécies de esportes começamos a deparar com as dificuldades que a pessoa com deficiência enfrenta em cada uma dessas modalidades. No esporte educacional, encontramos professores despreparados para o atendimento da pessoa com deficiência, professores que são apenas preparados para escolher o aluno ideal em termos físicos e cognitivos gerando uma exclusão já na base da prática esportiva.

Assim, o esporte como lazer se torna a exceção para pessoas com deficiência que deixaram de ter contato na fase mais importante para o seu desenvolvimento, ou seja, a fase educacional. Encontramos academias sem acessibilidade, parques e locais esportivos com as mesmas dificuldades e também profissionais despreparados.

Chegamos ao esporte de rendimento. Importante mencionar que, a exclusão, por vezes ocasionada na fase educacional e na prática esportiva como lazer, torna-se um entrave para a busca de talentos esportivos que poderiam estar praticando de forma profissional e qualificada. Um problema ainda maior surge: a busca de patrocínios para a prática do esporte.

E como garantir que a participação da pessoa com deficiência seja garantida? Além da norma constitucional, que já assegura o direito ao desporto, temos normas específicas como a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência que assegura a igualdade de oportunidades para a prática de atividades esportivas, incentivando a provisão de instrução, treinamento e recursos adequados para este fim, assegurando também, o acesso aos espaços destinados à prática de esporte

A Lei Brasileira de Inclusão (Estatuto da Pessoa com Deficiência) vem para confirmar este direito, sendo dever do Estado, com prioridade, a efetivação do direito ao desporto, garantindo o bem-estar pessoal, social e econômico. Outro avanço importante da LBI foi a alteração da legislação específica para destinação de verba originária das loterias federais para o esporte, ocorrendo um aumento na porcentagem total de 2% para 2,7 %. Dessa parte a ser destinada ao esporte, a LBI prevê que 37,04% devem ser repassados ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e 62,96% ao Comitê Olímpico (COB). Anteriormente, o CPB ficava com a fatia de 15% e o COB, 85%.

Todos sabemos os benefícios que a prática do esporte traz, em especial à pessoa com deficiência, proporcionando além do bem-estar físico e psicológico por diversas vezes atuando como um forte elemento de inclusão. Fomentar o desporto adaptado é um dever da sociedade e dos governantes. A pessoa com deficiência deve conhecer e cobrar seus direitos e mostrar para todos que, respeitando suas diferenças, todos são iguais e merecem um tratamento justo.

Uma mudança de atitude por parte dos educadores físicos e o simples ato de conhecer a legislação existente e seu real cumprimento, servirá sim como uma alavanca e contribuirá para que a prática esportiva seja realmente para todos.

Importante finalizar lembrando que toda regra tem sua exceção. Já existem poucos, mas ótimos profissionais, em especial educadores físicos, com uma visão voltada para o esporte adaptado que realizam excelentes trabalhos de inclusão e participação, e são estes poucos guerreiros que contribuem para que talentos sejam descobertos e o Brasil mostre sua força nas Paralimpíadas 2016.

Luis Kassab*
Luis Kassab é advogado, especializado na área dos direitos difusos e coletivos de pessoas com deficiência. Possui uma deficiência física congênita e é cadeirante. Atualmente é membro dos Conselhos Municipais de Direitos da Pessoa com Deficiência e da Pessoa Idosa do Município de São Bernardo do Campo.

Fonte: vidamaislivre.com.br -  Imagem Internet/Ilustrativa

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Vídeo registra médica dando tapa em criança com Síndrome de Down - Veja o vídeo.

Mãe do menino contou que mulher disse que o garoto era 'débil mental'.Médica bate nas costas do menino de 6 anos após levar tapa no ombro.

Iryá Rodrigues Do G1 AC

Família de menino com síndrome de down diz que registrou agressão de médica na polícia  (Foto: Iryá Rodrigues/G1)
Família de menino com síndrome de down diz que registrou agressão de médica na polícia (Foto: Iryá Rodrigues/G1)

Um vídeo gravado por uma câmera de segurança registrou o momento em que a médica Sirlândia Brito agride um menino de 6 anos, que tem Síndrome de Down, em uma unidade de saúde de Rio Branco(AC). Em entrevista ao G1 nesta quarta-feira (21), a mãe da criança, a empresária Liliane Pereira, de 31 anos, contou que a família tem vivido dias de tristeza após o ocorrido.

Click AQUI para ver o vídeo.

A médica disse que não queria se pronunciar sobre o caso e se limitou a dizer que ele será resolvido. "Não quero falar nada. Isso aí a gente vai resolver de outras formas. Vai ser resolvido", disse Sirlândia.

O caso aconteceu há uma semana. Na gravação, a médica aparece sentada ao lado do marido. A criança surge e dá um tapa no ombro da mulher. Ela reage rapidamente com outro tapa, que atinge as costas do menino. A mulher ainda olha para a criança depois do tapa, vira o rosto e aponta para o ombro para indicar onde o garoto havia batido. Em seguida, age como se nada tivesse ocorrido.

Ainda muito abalada, a mãe do menino contou que estava com a criança na unidade para um atendimento na área administrativa e que a médica, que também aguardava por atendimento, estava sentada na fileira da frente. A criança teria dado um tapa nas costas do marido da mulher, que estava sentado ao lado dela, e depois voltado a dar um tapa nas costas da médica.

"Quando eu estava no atendimento, meu filho deu outro tapa nos ombros dela e foi quando ela deu um tapão nas costas dele. Como eu estava de costas, não vi. Só percebi que ela estava falando alguma coisa para o marido dela. Fui até ela e perguntei se estava incomodada com meu filho. Foi quando ela falou que ele era doido, que criança como ele tinha que andar amarrada e que não pode andar em sociedade, que era débil mental", contou a empresária.

Uma outra pessoa que estava no local foi quem teria contado para a mãe que a médica tinha dado um tapa na criança. "Errei por não ter chamado a polícia na hora. Fiquei chocada com aquilo tudo. Nunca imaginei que passaria por uma situação como aquela. Quando ele bate assim é para chamar atenção, só como uma forma de brincar mesmo, assim como qualquer criança", disse.

A mãe contou que o comportamento do menino mudou completamente após o ocorrido e que ele foi levado para a psicóloga. "Até hoje meu filho está muito nervoso com o que aconteceu. Está tendo pesadelos e tendo que dormir com a gente. Acorda gritando e fica batendo na gente enquanto dorme. A psicóloga disse que ele está com o comportamento agressivo. Para a gente já é difícil assimilar tudo isso, para ele é ainda pior", relatou.

O pai da criança, o também empresário Daniel Pereira, de 37 anos, afirmou que a família registrou um boletim de ocorrência contra a médica. "Esperamos que seja feita justiça. Estamos passando por uma semana de muitas turbulências em casa. Estamos sofrendo bastante. Esse caso mudou toda nossa rotina", concluiu.

Câmera flagrou momento em que médica dá tapa nas costas de menino com Síndrome de Down (Foto: Reprodução)
Câmera flagrou momento em que médica dá tapa nas costas de menino com Síndrome de Down (Foto: Reprodução)

Fonte: g1.globo.com

Falta de transporte especial prejudica rotina de cadeirantes em São Carlos - Veja o vídeo.

Familiares reclamam da situação desde que a Suzantur assumiu linhas.Empresa alega que Athenas Paulista não repassou cadastro de usuários.

Do G1 São Carlos e Araraquara

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Sem transporte, mãe diz que filho não vai à escola há pelo menos 4 dias (Foto: Paulo Chiari/ EPTV)

Familiares de cadeirantes de São Carlos (SP) que precisam de transporte especial reclamam da situação da falta de ônibus desde que a Suzantur assumiu integralmente as linhas no último fim de semana. A empresa alega que a Athenas Paulista, que fazia esse tipo de serviço, não repassou o cadastro de passageiros.

Click AQUI para ver o vídeo.

Antes da mudança de empresas, quatro micro-ônibus faziam o transporte porta a porta, além de uma van. Agora, de acordo com o edital emergencial, é apenas um. Desde terça-feira (20), um furgão também ajuda.

Pai diz que é preciso ter acompanhante para levar o filho à Apae (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
Pai diz que é preciso ter acompanhante para levar o filho à Apae (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

Rotina comprometida
Segundo a União dos Paratletas de São Carlos (Upasc), 117 cadeirantes que precisam todos os dias do transporte especial, seja para ir ao médico, à escola ou ao trabalho. Com a frota reduzida, a rotina de todos eles fica comprometida.

Prevendo o problema, os cadeirantes fizeram uma reunião com o Ministério Público e pediram ajuda para que o serviço não fosse prejudicado. A prefeitura informou que vai disponibilizar táxis para quem precisa.

Para João Bosco Alves, que precisa levar o filho para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), fica complicado para o taxista sozinho desempenhar a função. “Apesar de a cadeira estar fixa, precisa de uma pessoa acompanhando. Eu creio que não tem a possibilidade de o motorista estar prestando atenção no cadeirante e ao mesmo tempo dirigindo”, disse.

Sem ir à escola
Rosângela Silva passa pela mesma situação. O filho dela teve paralisia cerebral e com os movimentos comprometidos necessita do transporte especial para ir à Apae, mas esta semana não foi nenhum dia. “Ele fica muito agitado, chega a estressar porque ele tem a rotina dele, todo dia de manhã vai para a escola. Já faz quatro dias que ele não tem essa rotina, então ele sente muita falta”, disse.

No caso do filho de Rosângela é necessário ainda um monitor durante o trajeto. Na segunda-feira (19), ela ligou na Suzantur e ouviu que no dia seguinte tudo seria normalizado. Mas a situação não mudou nem na terça, nem na quarta-feira (21). Nesta quinta (22), ela tentou novamente e resposta não foi nada boa. “A Apae a gente ainda não está atendendo, tá. Eles vão começar atender acho que a partir da semana que vem. Por quê? Porque o micro-ônibus novo chega na segunda-feira (26)”, disse a atendente.

Falta de opção
O auxiliar de produção Adaelson Pereira Santos sofre as consequências da toxoplasmose. Na terça feira (20), acordou cedo para ir até a fisioterapia no campus da Universidade Federal de São Carlos (UFScar), mas o ônibus não passou. “Perdi a fisioterapia e fiquei sem opção. À noite, uma moça da Suzantur ligou aqui em casa falando que até terça-feira (27) vai estar normal. Vou aguardar. Ela disse que nem precisa mais ligar porque já está agendado o ônibus. Eu tenho esperança, vamos ver”, contou.

A Suzantur informou que, além dos dois veículos que já fazem o porta a porta, a partir desta sexta-feira (23) vai disponibilizar mais um micro-ônibus. Segundo a empresa, na quarta-feira foram realizados 22 atendimentos e outros 19 nesta quinta-feira. Quem precisar do transporte, deve agendar pelo telefone (16) 3373-7370.

Adaelson Pereira Santos disse que não pôde ir à fisioterapia porque ônibus não passou (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
Adaelson Pereira Santos disse que não foi à fisioterapia porque ônibus não passou (Foto: Paulo Chiari/EPTV)

Fonte: g1.globo.com

Autoescolas da região investem para atender alunos com deficiência física - Veja o vídeo.

Apenas 1% dos motoristas de São José possuem deficiência.Em Jacareí, empresa atendeu 20 pessoas no mês passado.

Do G1 do Vale do Paraíba e Regiao

Imagem Internet/ilustrativa
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Autoescolas da região estão investindo para conquistar clientes com deficiência. O problema é que em alguns casos o valor dos equipamentos é alto e nem todas as empresas estão preparadas.

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Em São José dos Campos, dos 375 mil motoristas habilitados, apenas 1% tem algum tipo de deficiência física, ou seja, a cada 100 pessoas, uma é deficiente. Cintililiam Barbosa teve como primeiro desafio encontrar uma autoescola em São José que tivesse um serviço adaptado para a sua deficiência e não foi fácil.

“Fui procurar uma empresa que jogou um balde frio nas minhas expectativas, disseram que eu teria que ter um carro próprio para darem aula, e que talvez o médico do Detran não aprovaria minha habilitação", disse a estudante.

De acordo com a legislação federal, para obter a carteira de motorista, pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida passam pelo mesmo processo que os candidatos sem deficiência, com exceção do exame médico. É o médico que avalia se o tipo de deficiência permite a condução de um veículo e em quais condições.

Além de São José dos Campos, uma autoescola de Jacareí que atua há 20 anos no mercado, começou a atender deficientes físicos no ano passado, e no último mês vinte pessoas com dificuldade de mobilidade começaram a fazer aulas no evento.

"Antes só tinha em São José e Pindamonhangaba. Como agora tem em Jacareí, o aluno pode fazer na sua própria cidade, o que fica muito mais fácil", disse Elcio Marcos Batista, proprietário da autoescola.

Fonte: g1.globo.com - Imagem Internet/ilustrativa

Convívio com deficientes intelectuais é desafio para pais e educadores - Veja o vídeos.

Dos 2,6 milhões brasileiros com deficiência intelectual, 49% são analfabetos. Oitenta e cinco por cento estão fora do mercado de trabalho.

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Eles querem trabalhar, gostam de estudar e de curtir a vida. Nesta terça-feira (3), o Profissão Repórter mostra histórias de quem tem ou convive com a deficiência intelectual. Quase metade (49%) são analfabetos e 85% estão fora do mercado de trabalho. São 2,6 milhões brasileiros com deficiência intelectual.

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“Me deixa constrangida, às vezes. Todo mundo fica olhando para a minha cara, as pessoas podem ficar pensando ‘que educação é esse que essa mãe dá para esse filho?’. Muita gente acha que eu estou agredindo”, declara Eliane Macedo da Silva, mãe de Venâncio.

A repórter Eliane Scardovelli foi uma dessas pessoas. Ela e o repórter cinematográfico Rafael Batista estavam fazendo outra reportagem quando conheceram Eliane. Eles acompanharam a luta dessa mãe que cuida sozinha do filho com a síndrome de Adams-Oliver.

A síndrome compromete o desenvolvimento intelectual e também causa má formação nos pés e nas mãos. Em 2008, mãe e filho foram para São Paulo buscar tratamento. O pai ficou na Bahia e a síndrome só foi diagnosticada no ano passado.

Hoje ela tenta uma vaga em uma escola regular. A inclusão escolar é um desafio para pais e professores. Conseguir uma vaga – o que é previsto por lei - é tão difícil quanto educar essas crianças.

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As repórteres Danielle França e Danielle Zampollo mostram o desafio dos professores para atender às necessidades do aprendizado dos alunos e também de crianças que requerem atenção especial. Entre elas, Pedro, que possui a síndrome de Silver-Russel - que além de prejudicar o crescimento, pode dificultar o aprendizado - e Milena, que tem síndrome de Down.

“Nosso papel é fazer com que ele participe desse mundo, que ele viva as mesmas coisas que as outras crianças da mesma faixa etária vivem. Quando eles ficam reclusos, eles não se põem na sociedade e vindo para escola eles vão ter essa convivência, vão crescer mais, vão ter um aprendizado melhor ”, explica Marlene Maciel, diretora de escola.

No Brasil, só 15% das pessoas com deficiência intelectual têm alguma ocupação profissional. A repórter Jackeline Salomão acompanhou o dia a dia de Amélia, uma jovem com síndrome de Opitz, que trabalha como auxiliar de farmácia. A síndrome atinge as estruturas do corpo e da fala, além de poder prejudicar também a capacidade intelectual.

Na APAE, jovens já empregados, passam por treinamentos. Erick é um deles. Um jovem que nasceu com a síndrome X Frágil e é atendente em uma lanchonete. A síndrome compromete o desenvolvimento intelectual. Apesar das limitações, o trabalho e a música o ajudam no convívio e em seu desenvolvimento.

Principais canoístas do Brasil competem em Curitiba neste fim de semana

Por CPB

Cezar Loureiro/CPB/MPIX
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Caio Ribeiro, bronze nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, estará na competição

A capital paranaense recebe, de 22 a 25 de setembro, o Campeonato Brasileiro de Canoagem Velocidade e Paracanoagem 2016. O evento acontece no Parque Iguaçu, em Curitiba (PR), e reunirá 357 atletas de 37 associações e clubes de todo o Brasil, entre eles os medalhistas olímpicos e paralímpicos Isaquias Queiroz, Erlon Souza e Caio Ribeiro.

O Campeonato Brasileiro é o principal evento do calendário nacional e classificado como Controle Nacional para competições internacionais e definição das Equipes Permanentes. A disputa terá as categorias Infantil, Menor, Cadete, Junior, Sênior, Master, Open e Paracanoagem.

De acordo com o Supervisor do Comitê de Paracanoagem da CBCa, Leonardo Maiola, o Campeonato Brasileiro inicia um novo ciclo no esporte. “É um importante momento para encontrarmos novos atletas, reforçarmos o crescimento da Paracanoagem e começarmos a trilhar o caminho neste novo ciclo olímpico” afirmou.

Crescimento e universalização

Após a histórica participação da Canoagem Brasileira nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, uma das principais metas da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) para os próximos ciclos é a universalização da prática do esporte em todo o território brasileiro.

Segundo o presidente da CBCa, João Tomasini Schwertner, o fortalecimento das entidades filiadas será fundamental para a revelação das próximas gerações de canoístas brasileiros. “Provamos no Rio 2016 que o Brasil é forte também na canoagem. Nossa meta até 2018 é oferecer o esporte em todas as 27 unidades da federação e dessa forma revelar atletas para os próximos ciclos olímpicos e paralímpicos. Iremos, em parceria com o Ministério do Esporte e nossos patrocinadores, atender milhares de crianças e adolescentes interessados no esporte em todas as regiões do Brasil”, revelou Tomasini.

Transmissão

No domingo, 25, os canais SPORTV da TV fechada (favor consultar o número dos canais com sua operadora) transmitirão as provas finais dos 200 metros das 12h às 12h55.

O Campeonato Brasileiro de Canoagem Velocidade e Paracanoagem 2016 tem organização da Academia Brasileira de Canoagem (ABraCan); supervisão da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa); patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Ministério do Esporte por meio da Lei de Incentivo ao Esporte e GE; e conta com apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (SMELJ) e Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA).

Programa Provisório

20 e 21 de setembro - Treinamentos
21 e 22 de setembro - Classificação funcional de Paracanoagem
21 de setembro - Reunião técnica
22 de setembro - Provas de 1000m
23 de setembro - Provas de 1000m e 500m
24 de setembro - Provas de 500m e 200m
25 de setembro - Provas de 200m

Programas de provas
http://www.canoagem.org.br/arquivos/ckfinder/files/Start%20listV3.pdf

Resultados Online
http://canoagembrasil.spotfokus.com

Mais informações
http://www.canoagem.org.br/evento/index/eventos_id/1072

Com informações da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa)

Fonte: cpb.org.br