sábado, 5 de novembro de 2016

Finalistas da Copa Loterias CAIXA de Futebol de 5 serão conhecidas neste sábado (5)

Finalistas da Copa Loterias CAIXA de Futebol de 5 serão conhecidas neste sábado (5)
Foto: Jogadores da CEIBC comemoram a classificação abraçados (Foto: Bruno Miani/CBDV/Inovafoto)

Seis jogos agitaram a Copa Loterias CAIXA de Futebol de 5 nesta sexta-feira (4), no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Pelas quartas de finais, ICB-BA, AMC-MT, CEIBC-RJ e URECE-RJ venceram seus confrontos e continuam sonhando com o título.

A partida que abriu as quartas de final foi um clássico nordestino. O ICB-BA enfrentou a ADVP-PE e venceu pelo placar apertado de 2 a 1. Os gols dos baianos foram marcados por Jefinho e Cássio, e Raimundo Nonato descontou para os pernambucanos. Na semifinal o desafio será contra a URECE-RJ.

A vitória dos cariocas sobre a APADV-SP foi pelo mesmo placar, e de maneira bem semelhantes. Villamayor e Tiago abriram 2 a 0, e Itamar diminuiu para os donos da casa, que buscaram o empate até o fim, mas pararam na excelente postura defensiva dos Tigres de Bengala.

O outro confronto das semifinais terá outro representante carioca. A CEIBC-RJ saiu perdendo para a APADEVI-PB, que marcou com Dudu. Mas na etapa final o colombiano Quintero e Juliano ditaram o ritmo da partida e o time da Caixa Escolar venceu pelo placar que mais se repetiu neste dia: 2 a 1.

O adversário da CEIBC-RJ na semi será a AMC-MT que desbancou a atual campeã AGAFUC-RS e do craque Ricardinho. Os matogrossenses conseguiram segurar o 0 a 0 no tempo normal, e nos pênaltis venceram por 2 a 1. O último gol da série foi marcado por Mauro.

Apenas dois sorriram

Nas partidas pela permanência na Série A, a APACE-PB contou com a bola parada para construir o resultado em cima do CETEFE-DF. Implacável, Bill converteu três tiros livre e os paraibanos venceram por 3 a 1. O argentino Iturria descontou para o time de Brasilia.

Na outra peleja a ASDEFIPEL-RS venceu partida tensa contra a ADVC-RJ. Num jogo bastante pegado e de muitas faltas, o time de Pelotas venceu por 1 a 0, gol do colombiano Juan Pablo Santacruz.

Neste sábado as semifinais a partir das 9h, com ICB-BA x URECE-RJ, e em seguida, às 10h30, AMC-MT x CEIBC-RJ. Assista as partidas ao vivo pelo canal CBDV TV (clique aqui) ou na página oficial da CBDV no facebook (clique aqui).



Serviço
Copa Loterias CAIXA de Futebol de 5 - Série A
Data: 01 a 06 de novembro de 2016
Horários: 08h30, 10h e 11h30 (01, 02, 03 e 04/11); 09h e 10h30 (05/11); e 08h30 e 10h (06/11). 
Local: Centro de Treinamento Paralímpico
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, km 11,5 – São Paulo/SP
Entrada franca

Fonte: cbdv.org.br

Nota do CPB sobre Jogos Paralímpicos Universitários

Por CPB

Divulgação
Imagem


O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) foi surpreendido pela nota da Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU) e a ameaça de punição a quem participar dos Jogos Paralímpicos Universitários, que acontecerão no mês de dezembro, em São Paulo.

Cabe esclarecer que no mês de setembro de 2015 o CPB foi demandado judicialmente pela CBDU a fazer repasses diretos de recursos da Lei Agnelo/Piva sem que fosse apresentado qualquer plano de trabalho de atividades do esporte paralímpico para atletas universitários.

A Justiça deu ganho de causa ao CPB, que então propôs à CBDU um trabalho alinhado. Após encontros na sede do Comitê, em Brasília, foram acertadas uma série de reuniões para dar prosseguimento a esses alinhamentos. A CBDU jamais enviou qualquer representante.

Desde então, o único contato que houve da parte da CBDU foi o pedido de classificadores funcionais do CPB para uma competição, o que foi prontamente atendido pelo Comitê. Ainda que a competição em questão não obedeça a nenhum critério de divisão de classes entre os atletas, princípio básico do esporte paralímpico.

Quando houve o anúncio dos Jogos Paralímpicos Universitários, o CPB esperava a mesma reciprocidade no apoio dado ao evento organizado pela CBDU. No passado, o CPB já havia realizado provas para atletas universitários com a presença de observadores da CBDU.

No momento em que o CPB inicia um novo projeto na área do esporte universitário, é lamentável que uma entidade que jamais organizou qualquer competição ou ação voltada para pessoas com deficiência ameace com punições quem queira participar do evento em vez de apoiar mais oportunidades para atletas universitários do esporte adaptado.

Fonte: cpb.org.br

Anticoncepcional injetável para homens é promissor, mas há riscos

Injeção de hormônios a cada 8 semanas foi eficaz como anticoncepcional. Estudo foi interrompido por causa de efeitos colaterais em participantes.

Da Reuters
Injeção de anticoncepcional para homens se mostrou promissora, mas estudo foi interrompido por causa de efeitos colaterais (Foto: CDC/ Debora Cartagena)
Injeção de anticoncepcional para homens se mostrou promissora, mas estudo foi interrompido por causa de efeitos colaterais (Foto: CDC/ Debora Cartagena)

Injetar dois homônios diferentes em homens a cada oito semanas suprimiu a produção de esperma de forma suficiente para o método ter efeito contraceptivo, de acordo com um estudo publicado na semana passada.

Porém a pesquisa teve de ser interropida devido a preocupação com a segurança dos participantes. Um comitê de segurança independente concluiu que efeitos colaterais, que incluíram depressão e outros distúrbios do humor, superaram os potenciais benefícios das injeções.

"Pesquisadores estão tentando identificar um contraceptivo hormonal masculino que seja efetivo, reversível, seguro, aceitável, de preço acessível e disponível", afirmou a equipe técnica do estudo em e-mail para a Reuters.

Os pesquisadores, liderados por Hermann Behre, da Universidade Martin Luther de Halle Wittenberg, na Alemanha, recrutou 320 homens saudáveis com idades entre 18 e 45 anos de vários países. Todos estavam em relacionamentos monogâmicos por ao menos um ano com mulheres com idade entre 18 e 38 anos. Os casais não queriam ter filhos nos dois anos seguintes.

A cada 8 semanas, os homens receberam injeções de testosterona e progestina. "Dar testosterona em doses altas suprime a produção de esperma no órgão reprodutor masculino por várias semanas", segundo os pesquisadores.

Acrescentar outro hormônio, "geralmente a progestina, ajuda a aumentar a supressão da produção de esperma a níveis mais baixos em um maior número de homens", ainda segundo os autores do estudo. "Isso também ajuda a sustentar essa supressão, para que as injeções possam ser dadas com frequência menor."

Em 274 homens, ou 86%, a contagem de esperma caiu para menos de 1 milhão por ml de sêmen depois de 24 semanas. A contagem normal de esperma varia entre 40 e 300 milhões por ml, de acordo com a Associação Nacional de Infertilidade dos EUA.

Quatro gestações ocorreram entre os 266 casais no período de 56 semanas do estudo, segundo relatam os pesquisadores em artigo publicado na revista especializada "Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism".

A taxa de falhas dessa forma de anticoncepcional foi de 7,5%. Segundo os Centros de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA (CDC), a taxa de falha de camisinhas masculinas é de 12%. Em mulheres, pílulas anticoncepcionais, adesivos e aneis vaginais têm uma taxa de falha de cerca de 9%. As taxas de falha entre implantes e dispositivos intrauterinos ficam abaixo de 1%.

Efeitos colaterais
Cerca de 1.500 eventos adversos foram reportados durante o estudo. Cerca de 39% não estavam relacionados às injeções.

Dos efeitos colaterais possivelmente relacionados às injeções, cerca de 46% dos homens reportaram acne, cerca de 23% reportaram dor no local da injeção, cerca de 38% reportaram um aumento na libido e muitos reportaram distúrbios de humor, incluindo problemas emocionais, hostilidade, depressão e agressão.

Além de preocupações sobre a segurança, especialistas que não participaram do estudo também levantam outra questão: não está claro se a estratégia pode afetar a fertilidade dos homens depois que eles pararem de tomar as injeções. 

Nos homens estudados, a contagem de espermas voltou ao normal, porém eles eram homens saudãveis. A dúvida é o que ocorreria com homens que já têm contagem baixa de esperma.

6 mitos sobre a contratação de pessoas com deficiência

Ainda que existam cotas e incentivos, esse é um dos públicos menos engajados nas companhias, segundo consultoria

Por Karin Salomão

Homem cego caminha na rua
Pesquisa: esse é um dos públicos menos engajados nas companhias, diz consultoria (Getty Images/)

São Paulo – As empresas têm grande dificuldade para contratar e integrar pessoas com deficiência em suas equipes. Com isso, acabam perdendo oportunidades de melhorar sua eficiência e receita.

Ainda que existam cotas que obriguem a contratação, esse é um dos públicos menos engajados nas companhias, segundo a consultoria Santo Caos.

“Se a empresa conseguir integrar essas pessoas, elas serão mais produtivas e pró-ativas, gerando lucro”, afirma Guilherme Françolin, sócio da consultoria.

Em uma pesquisa com 461 entrevistados e mais de 40 horas de filmagens, a consultoria conversou tanto com esse público quanto com gestores e pessoas de recursos humanos e levantou 6 mitos sobre a contratação de pessoas com deficiência.

1 – Falta gente

Empresas com mais de mil funcionários precisam ter 5% do quadro de funcionários preenchido com pessoas com deficiência. No entanto, apenas 8% das companhias brasileiras cumprem essa meta.

Em alguns casos, gestores imaginam que não há pessoas com deficiência o suficiente para cumprir as cotas previstas por lei.

No entanto, há 45 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, ou cerca de 23,9% da população total, segundo o IBGE. Desses, 66% são pessoas economicamente ativas e 21% têm ensino médio completo.

A cota abarcaria apenas 2% de todas as pessoas com deficiência no país. Mesmo assim, ela não é preenchida: apenas 1% de todo esse público é contratado pela cota.

2 – Qualificação

Em segundo lugar, há uma crença de que essas pessoas não seriam qualificadas o suficiente para preencher os requisitos.

No entanto, segundo a consultoria, uma em cada quatro pessoas têm ensino médio completo. 7% têm ainda superior completo – no resto da população, essa faixa é de 10%. Além disso, muitas pessoas adquirem deficiências no decorrer da vida, já formadas.

Por causa desse engano, “a pessoa com deficiência às vezes é contratada apenas para cumprir a cota”, diz Françolin.

Ele explica que muitas vezes essa pessoa não tem um cargo, funções ou tarefas definidas, ficando desmotivada. Dessa forma, ela acaba saindo da empresa – o turn over, troca de emprego em um ano, desse público é de 90%.

3 – Preferem os benefícios

Acredita-se, também, que há pessoas com deficiência que prefiram receber o benefício do governo a trabalhar, por isso seria difícil contratá-las. Contudo, apenas 3,2% recebe essa bolsa.

Além de enfrentar burocracia para garantir o benefício, o valor recebido é baixo e não paga todas as despesas.

4 – Custa caro

De acordo com a consultoria, muitos gestores deixam de contratar pessoas com esse perfil porque acreditam que os custos para tornar o ambiente acessível seriam muito altos. Essa preocupação acaba se tornando mais um obstáculo para a inclusão.

Porém, segundo o diretor, as equipes de recursos humanos deveriam dar mais foco a integração de pessoas com deficiência, para que elas se sintam parte da empresa.

“A maior dificuldade para essas pessoas é o preconceito, não a falta de acessibilidade. Elas já vivem todo dia em um mundo que não é acessível e conseguem se virar”, afirma Françolin.

5 – Não há vantagens

Algumas empresas percebem apenas os custos atrelados às contratações, sem enxergar as melhorias que a inclusão poderia trazer.

O primeiro benefício é bem perceptível no bolso. “A multa para o não cumprimento da cota é bastante alta. Porém, as empresas não são fiscalizadas porque essa política é recente. Elas só vão pensar nessa questão com mais afinco quando doer no bolso”, diz o diretor.

Há vantagens menos visíveis sobre a inclusão desse grupo.

“As pessoas com deficiência são um quarto da população. Se você as ignora na sua equipe, também vai ignorar um quarto dos seus clientes potenciais”, diz o diretor da consultoria.

Além disso, ao tornar o ambiente na empresa mais inclusivo, os funcionários passam a participar mais, sugerindo ideias inovadoras e mudando processos antigos, afirma a consultoria.

6 – Produtividade

Por fim, outro mito mencionado pelos entrevistados foi que essas pessoas teriam dificuldades de exercerem suas funções.

Segundo a pesquisa, a opinião dos gestores mudou depois de trabalhar com pessoas com deficiência. Eles acreditam que esse público produz até mais que uma pessoa sem esse tipo de obstáculo.

“Essas pessoas querem provar para si mesmas que elas conseguem dar conta das tarefas e vencer os desafios que lhe são impostos”, diz Françolin.

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Morre Alexandra Szafir, 50, símbolo da luta contra doença degenerativa

Irmã do ator Luciano Szafir lutava contra esclerose lateral amiotrófica.Enterro será na tarde desta sexta-feira, no Cemitério Israelita do Butantã.

Do G1 São Paulo

Alexandra Szafir (Foto: Daigo Oliva/G1)
Alexandra Szafir escreveu um livro com a ajuda de um software (Foto: Daigo Oliva/G1)

A advogada Alexandra Lebelson Szafir morreu na manhã desta sexta-feira (4), em São Paulo. Ela lutava contra a esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença genética degenerativa diagnosticada em 2005, segundo informações da OAB-SP. Ela tinha 50 anos e deixa dois filhos.

O ator Luciano Szafir, irmão de Alexandra, postou no Instagram a mensagem: "Minha irmã Alexandra, a maior guerreira que conheci perdeu a batalha para essa doença nojenta que é a esclerose lateral amiotrofica. Ale obrigado por tantos bons momentos na minha vida. Te amo pra sempre!!!!"

O enterro de Alexandra será na tarde desta sexta-feira (4) no Cemitério Israelita do Butantã.

Bacharel em direito pela USP, Alexandra era sócia do prestigiado escritório Toron, Torihara e Szafir Advogados e membro do IBCCRIM - Instituto Brasileiro de Ciências Criminais. Ela ganhou em 2006 o Prêmio Advocacia Solidária, oferecido pelo TJ/SP, IDDD e Instituto Pro Bono para homenagear advogados que trabalham gratuitamente em causas sociais.

Marcos da Costa, presidente da OAB-SP, manifestou seu pesar e lamenta a perda de “uma guerreira que superou suas dificuldades para realizar seu sonho de ser advogada e assim dar sua contribuição para um mundo mais justo”.

Livro


Em 2010, Alexandra Szafir publicou o livro “Descasos: uma advogada às voltas com o direito dos excluídos” (Editora Saraiva, 82 páginas), escrito com uma ajuda especial: um software que dava ao nariz de Alexandra a possibilidade de mover o mouse e teclar. No livro, ela narrava de forma simples e bem estruturada o descaso com que a Justiça pode tratar aqueles pelos quais deveria zelar.

Não diria que o Judiciário é desigual; as pessoas têm essa impressão porque geralmente só os casos de pessoas de classe social mais alta são noticiados pela imprensa”, afirmou, em entrevista por e-mail ao G1 em 2010.

“Mas quando esses casos são confrontados com o de uma pessoa pobre na mesma situação jurídica de um rico, os tribunais o tratarão da mesma forma. Basta lembrar que quando o Superior Tribunal Federal (STF) limitou o uso de algemas, em um caso em que se tratava de um humilde pedreiro”, afirmou.

A renda do livro de Alexandra foi revertida para a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (AbrELA).

O ator Luciano Szafir postou mensagem lamentando a morte da irmã (Foto: Reprodução/Instagram/Alexandra Szafir)
O ator Luciano Szafir postou mensagem lamentando a morte da irmã (Foto: Reprodução/Instagram/Alexandra Szafir)

A Esclerose Lateral Amiotrófica, é uma doença rara e com causa ainda não completamente conhecida. Afeta os neurônios motores da medula espinhal e é progressiva.

Na maioria dos casos, leva de seis meses a um ano entre os primeiros sintomas e a completa paralisia, explica Jorge El-Kadum, titular e vice-presidente da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) entre 2004 e 2008.

Fonte: g1.globo.com

Paralisia cerebral e uma vida toda pela frente - Veja o vídeo.

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Se seu filho sofreu uma lesão cerebral, saiba que esse não é o fim da linha. Entenda mais sobre a questão

“Quando uma criança é diagnosticada, o maior temor dos pais é: ‘Meu filho vai andar, vai falar, vai ler?’. Isso depende do grau da lesão cerebral e dos estímulos que ele vai receber no decorrer da vida. É difícil prever”, afirma Marcília Martyn, neurologista infantil da Universidade de São Paulo (USP).

Para começo de conversa, o nome paralisia cerebral dá uma impressão negativa sobre o assunto. “Tentou se cunhar o nome de Encefalopatia Crônica Não Progressiva. Apesar de grande e complicado, é autoexplicativo. O cérebro do paciente sofre uma lesão permanente, mas que não vai progredir”, explica a especialista.

Portanto, a criança não piora ao longo da vida. Os sintomas vão ficando mais evidentes conforme os anos passam. Entre outros exemplos, pais e médicos podem só perceber que a fala foi afetada quando chega a idade em que a criança iria começar a dizer as primeiras palavras e ela não consegue evoluir nesse aspecto.

Por que acontece?

As causas mais comuns são a prematuridade e complicações no parto que provocam anóxia, ou seja, pouca oxigenação no cérebro. No início da vida, é possível que aquela criança se comporte como um bebê normal. À medida que cresce, os sinais ficam mais evidentes, como a dificuldade para andar, por exemplo.

Além da anóxia, infecções congênitas – como a toxoplasmose e rubéola -, exposição ao álcool e drogas, icterícia (cor amarelada da pele, membranas mucosas ou olhos) grave e meningite podem aumentar as chances de PC. Pode acontecer também após um afogamento, já com a criança em idade mais avançada.

No momento do diagnóstico, a preocupação dos médicos é a de descartar qualquer doença ou síndrome degenerativa, ou seja, aquelas que evoluem ao longo dos anos. O parecer pode ser fechado somente com base no histórico do paciente, a anamnese e seus sintomas. Em alguns casos, exames de imagem, como a ressonância magnética, podem ajudar a definir o local e a extensão da lesão.

É possível prevenir?

Mais ou menos. Uma boa assistência ao recém-nascido na sala de parto diminui a possibilidade de lesão cerebral permanente, assim como a atenção aos níveis de bilirrubina, um pigmento biliar vermelho.

Porém, nada garante que um bebê prematuro, por exemplo, supere situações críticas inesperadas sem sequelas neurológicas.

Por outro lado, um acompanhamento pré-natal regular e alguns cuidados durante a gravidez podem ajudar. Isso significa não ingerir carnes mal cozidas, álcool, cigarro, drogas e medicações sem indicação médica.

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Clodoaldo Silva conheceu a natação como processo de reabilitação e se tornou um dos maiores medalhistas do Brasil em Paralimpíadas

Ainda como forma de evitar infecções congênitas, recomendam-se as vacinas adequadas ainda durante a gestação. Por isso, informe-se sobre a vacina anti-Rh+ para tomá-la, caso seja necessário.

Os tipos de paralisia cerebral

É possível dizer que todas as crianças com PC têm dificuldade para firmar o pescoço, para sugar e sorrir. Mas o tipo mais comum de paralisia cerebral é a espástica – quando a criança tem músculos rígidos e geralmente não consegue estender completamente as pernas, braços ou até as mãos.

Nessa categoria, há a paraespástica, em que dois membros foram afetados, e as tetraespásticas, com quatro membros comprometidos.

Há, também, os tipos: atáxicos (dificuldade de equilíbrio), os hipotônicos (crianças bem molinhas, que parecem bonecas de pano) e os distônicos (possuem movimentos involuntários constantes). Os três são menos comuns e precisam de uma investigação mais profunda para eliminar qualquer possibilidade de doenças degenerativas.

Como é feito o acompanhamento

Pensando na equipe médica, todas as crianças com PC precisam de um neurologista infantil e um fisioterapeuta para trabalhar a parte motora. É interessante tentar manter esses mesmos profissionais desde o início da vida do bebê para preservar o histórico e acompanhar a evolução da criança de perto.

Além disso, quando possível, é importante envolver um fonoaudiólogo para ajudar na mastigação e na linguagem; um terapeuta ocupacional para ensinar as tarefas do dia a dia; e – em um mundo ideal – terapias alternativas, como equoterapia (com cavalos) e musicoterapia.

Quando necessário, há a intervenção de ortopedistas para possíveis cirurgias e aplicações de botox, por exemplo, para a diminuição da rigidez dos músculos.

Fora os profissionais, as crianças com PC precisam de uma estrutura especial em casa, como cadeira de rodas, andador, cadeira para banho…

“Tivemos que mudar para um apartamento maior para acomodar a família. Além disso, reservamos espaços especiais para ele desenvolver suas atividades e alteramos toda a nossa rotina alimentar. Tudo é feito pensando nele”, conta Mari Hart, mãe de três, um deles o Leo, um garoto de 7 anos que tem paralisia cerebral.

É claro que tudo isso custa muito. “Se a sua a renda total familiar não passar de um salário mínimo, é possível conseguir um benefício de assistência social chamado LOAS. Dá para fazer acompanhamento em algumas instituições do governo, como a Rede Sarah. Caso contrário, sai tudo do nosso bolso. A deficiência, em si, não é e nunca será o maior dos problemas”, afirma Mari.

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Maysoon Zayid é atriz, comediante e advogada. Com bastante humor ela conta:  Eu tenho 99 problemas… A paralisia cerebral é só um deles

Leo nasceu em um parto gemelar prematuro de 33 semanas, teve hemorragia intracraniana, icterícia, infecção generalizada e insuficiência respiratória. Com 6 meses, a família recebeu o diagnóstico definitivo: paralisia cerebral do tipo tetraplegia espástica.

“Realmente é chocante! Parece que o cérebro está paralisado, mas não é bem assim. Há gênios por aí com PC porque a parte cognitiva nem sempre é afetada. A minha maior preocupação hoje com o Leo é fazê-lo entender que ele é parte do mundo em que vive. Sentar ou andar é só um detalhe”, comenta Mari.

Estimulando a independência do filho

Assim como diz Mari, o mais importante é estimular o seu filho a se integrar à rotina da família e do mundo. É preciso contar com profissionais especializados para ensinar a criança a desempenhar as atividades do dia a dia, como se alimentar, se vestir e tomar banho.

Dependendo do grau das limitações motoras, o uso de dispositivos especiais podem ajudar, como talheres com cabo engrossado, copos com canudos e pratos com ventosas. O objetivo é que cada criança trabalhe dentro do seu potencial.

“Eu costumo dizer às mães que cada coisa tem seu tempo. Não importa se o seu filho vai firmar o pescoço aos 2 ou aos 5 anos, o importante é não deixar de estimulá-lo”, comenta a neurologista Marcília.

Nem toda criança com paralisia cerebral consegue frequentar uma escola regular, principalmente se possui algum nível de retardo mental, condição que não é tão comum como se imagina.

Dependendo do potencial cognitivo, ou seja, da capacidade para aprender, a criança pode frequentar a escola regular em classe compatível com sua faixa etária, mas o cenário da inclusão nem sempre é positivo no Brasil.

Há ainda a opção de centros de educação especial e da educação em casa, como é o caso do Leo: “Tentei colocá-lo em várias escolas, mas não consegui. Então, há dois anos, fazemos ‘homeschooling’. Uma profissional vem em casa para fazer todas as atividades que ele faria em uma escola. Desde então, a sua evolução é surpreendente!”, conta Mari.

E o lado emocional da família?

“O que eu sempre digo para as mães é: chore muito, não engula o sofrimento e não se culpe, seja qual for a causa da paralisia. Questione-se, xingue, viva seu luto! Não sejamos hipócritas: ninguém no mundo sonha ou deseja ter um filho deficiente. ‘Enterrar’ o filho idealizado e aceitar a nova condição é essencial para seguir em frente de cabeça erguida e ir à luta em prol do bem dele. Não há limites para ser feliz”, defende a mãe de Leo.

Ela frisa que a deficiência não é decreto de amargura ou desamor. “Descobrimos novos caminhos e possibilidades. Procure uma rede de apoio de mães. Assim, descobrimos que não estamos sozinhas no mundo, embora a solidão esteja presente”, aconselha Mari, que mantém um grupo no Facebook com mais de 10 mil membros, o Paralisia Cerebral e Amigos.

Fontes: Disney Babble - turismoadaptado.wordpress.com


Mães de bebês com Down conseguem redução da jornada em 50%

sindrome-de-down
A juíza do Trabalho substituta Karina Mavromati de Barros e Azevedo, de Salvador/BA, julgou procedente a reclamação trabalhista de uma funcionária da Petrobras para reduzir sua carga horária em 50%. A mulher tem necessidade de acompanhar seu filho, de pouco mais de um ano, em tratamentos de natureza multidisciplinar destinados a pessoas com Síndrome de Down.
Direito da criança
Anteriormente, havia sido concedida à mãe liminar garantindo a redução da jornada sem diminuição do salário ou compensação.
Ao decidir o mérito da reclamação, a magistrada voltou a tecer considerações acerca do direito da criança com síndrome de Down à presença e acompanhamento ativo e constante dos seus pais aos tratamentos multidisciplinares destinados à redução da mortalidade precoce e ao desenvolvimento físico, sensorial e intelectual desse indivíduo.
“Impedir, negar, criar embaraços ou simplesmente impossibilitar o acesso da criança com Síndrome de Down à plenitude das possibilidades contempladas pelos tratamentos existentes para trissomia do cromossomo 21, principalmente no período compreendido entre o nascimento até os primeiros anos de vida, é fechar os olhos por completo para a citada norma constitucional e direitos que a mesma consagra, prejudicar a formação da criança como indivíduo, ou pelo menos a melhor formação possível, e contribuir para que mais uma vez direitos fundamentais fiquem em segundo plano de realização ou concretização fático-material.”
Fazendo referência à CF e ao ECA, bem como à Declaração Universal de Direitos Humanos e ao Pacto de San José, a juíza do Trabalho ressaltou que não é “mera faculdade do Poder Público garantir a proteção integral e efetiva à criança com síndrome de Down”, e sim um dever.
E consignou também que a existência de horário flexível não é “suficiente” para atender a necessidade de acompanhamento materno da criança.
Assim, manteve a decisão antecipatória de tutela, determinando que a situação de necessidade de acompanhamento deverá ser comprovada anualmente mediante relatório médico específico e fundamentado a ser fornecido pelos profissionais responsáveis pelo atendimento da criança.
O posicionamento da julgadora é no sentido de que a materialização dos direitos fundamentais necessitará, por vezes, “da intervenção do Judiciário no caso concreto”, “cuja conduta ativista e promocional pautar-se-á pela busca incessante do bem-estar da pessoa com deficiência”.
“Por mais elogiosa e responsável a conduta da empresa ora reclamada, uma das maiores do País, em relação à adoção de benefício de natureza assistencial a seus empregados, além de expressa previsão em acordo coletivo de trabalho de flexibilidade de horário de labor dos trabalhadores, verifica-se que tais medidas são inservíveis e ineficazes para solucionar o caso concreto, pois trata-se da necessidade de promover redução da jornada de trabalho a possibilitar efetivo e integral acompanhamento da mãe/empregada aos vários e diários tratamentos da criança com deficiência, devidamente comprovados nos autos, impossíveis de serem atendidas por trabalhadora com jornada de 8 horas de segunda à sexta-feira, ainda que flexíveis.”
Nessa toada, determinou a imediata redução da carga horária da reclamante em 50%, mantendo o patamar remuneratório da jornada de 40h semanais e sem necessidade de compensação, enquanto houver necessidade de acompanhamento do filho.
No mesmo sentido foi a decisão da juíza do Trabalho substituta Ana Fátima Passos Castelo Branco Teixeira, também de Salvador, que afirmou que a concessão da tutela encontra-se justificada tendo por objetivo “a real concretização dos direitos fundamentais, assim como os valores sociais do trabalho e a construção de uma sociedade justa e solidária, conforme orienta nosso texto constitucional.
Processos: 0000747-07.2016.5.05.0007 e 0000842-71.2016.5.05.0028
Fontes: Migalhas - pessoascomdeficiencia.com.br

Moda Inclusiva 2016!

                                        

A inclusão na sociedade de pessoas com deficiência não se resume a questões técnicas, como a instalação de rampas ou a reserva de vagas no mercado de trabalho. Exige um pensamento mais amplo e ações que possibilitem a essas pessoas fazer suas próprias escolhas e ter independência e autoestima.

É com esse objetivo que a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, de São Paulo, promove todos os anos o Concurso Moda Inclusiva. O projeto incentiva jovens estilistas a criarem soluções que facilitem o cotidiano da pessoa com deficiência ou necessidades especiais, dando a elas autonomia para se vestir, seguindo as tendências do momento.

                                                    

As roupas desenvolvidas contam com elementos como texturas e etiquetas em braile, que ajudam os deficientes visuais a identificarem as peças; frente e costas iguais, para ninguém se preocupar se está vestindo uma blusa do lado certo; fechos com botões magnéticos, mais práticos de manusear; zíperes nas pernas da calça ou nas laterais e mangas de um casaco, para facilitar o ato de colocar ou tirar a peça.

Segundo a idealizadora do concurso, a preocupação de desenvolver uma moda adaptada não é apenas uma questão de conforto e praticidade, mas de fazer com que as pessoas com deficiência se sintam bonitas. E ela faz questão de ressaltar que são roupas comuns, que chamam a atenção pelo design e beleza, e não por identificar a pessoa como portadora de algum tipo de necessidade. A última edição, realizada no dia 15 de outubro, teve até um macacão pet, para um simpático cão-guia! Confira AQUI como foi.



Bebês com microcefalia recebem óculos em fundação do Recife

Do UOL, em São Paulo

Marlon Costa/Futura Press/Estadão Conteúdo
3.nov,2016 - Bebês com microcefalia receberam óculos da Fundação Altino Ventura, no Recife
Bebês com microcefalia receberam óculos da Fundação Altino Ventura, no Recife

Bebês com microcefalia do Recife (PE) receberam nesta quinta-feira (3) óculos de um projeto de reabilitação visual para recém-nascidos com danos neurológicos. As crianças atendidas pela Fundação Altino Ventura apresentam miopia, estrabismo e hipermetropia relacionadas à contaminação da mãe pelo vírus da zika durante a gestação.

No total, foram 55 crianças atendidas na fundação durante a manhã. Todas elas receberam lentes e armações doadas por uma multinacional e uma ótica do Recife.

Marlon Costa/Futura Press/Estadão Conteúdo

Óculos permitem tratamento melhor a bebês com microcefalia

O projeto de reabilitação visual batizou esta quinta de "Dia D". Segundo a presidente da fundação, Liana Ventura, os óculos possibilitam muitos ganhos ao tratamento dos bebês.

"Não adianta só diagnosticar. Para o tratamento ter mais efetividade, as crianças precisam de um óculos para bebê, com armação flexível, com grau apropriado para a visão da criança para que ela possa responder melhor àquilo que ela for estimulada nas terapias", disse Ventura ao site NE10.

Marlon Costa/Futura Press/Estadão Conteúdo

Mães acompanham bebês com microcefalia que receberam novos óculos no Recife

Mães que já haviam recebido óculos em outras etapas do projeto relatam, também ao site, grande diferença na atitude dos bebês com o uso das armações.

As crianças, além da microcefalia, ainda têm problemas de visão, locomotores e outros.

Ministério Público exige inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

O Ministério Público do Trabalho realizou audiência pública em Sinop, município no Mato Grosso, para falar sobre o cumprimento da lei de cotas para pessoas com deficiência na região

Símbolos das deficiências intelectual, visual, física e auditiva, em fundo azul.

No Mato Grosse, o Ministério Público do Trabalho (MPT) se reuniu com representantes do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, da Associação dos Deficientes Físicos de Sinop (Adefis), da Associação dos Deficientes Visuais de Amigos (Adevas) e da Associação dos Pais e Amigos de Sinop (Apae) para tratar da colocação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho na cidade. O objetivo foi o de promover a inclusão social por meio da igualdade de oportunidades em cumprimento à cota prevista na Lei 8.213/91.

Pela lei, toda empresa que possuir 100 ou mais empregados é obrigada a preencher o quadro com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência, na seguinte proporção: até 200 empregados, 2%; de 201 a 500 empregados, 3%; de 501 a mil funcionários, 4%; de 1.001 em diante, 5%.

A procuradora do Trabalho, Thalma Rosa de Almeida Furlanetti, conta que o MPT articula a criação de um banco de dados contendo informações relativas às pessoas com deficiência que residem no município e estão interessadas e aptas a preencher as vagas disponibilizadas na região, já que muitos empregadores usam como justificativa para o desrespeito às cotas a ausência de demanda por parte desses trabalhadores.

A procuradora pontua que a atuação do MPT vai além da exigência de cumprimento da legislação. Também se busca chamar a atenção da sociedade para a falta de oportunidades e combater o preconceito. “É necessário expor à sociedade que muitas das deficiências desses trabalhadores no mercado de trabalho são resultado de barreiras a eles impostas, tais como o preconceito, a discriminação, a falta de acessibilidade física no ambiente de trabalho. Caso essas barreiras sejam retiradas, muitas pessoas tidas como deficientes poderão trabalhar em condições de igualdade com os demais trabalhadores, sendo esse o objetivo da lei: a busca pela isonomia”.

Na audiência também foram discutidos assuntos relacionados à qualificação profissional das PCDs e às dificuldades encontradas para utilização dos espaços públicos. Antônio Alves Pereira Grada, representante da Adefis, mencionou a falta de acessibilidade nos ônibus e pontos de ônibus na cidade. De acordo com Grada, 70% dos ônibus não possuem cobertura contra intempéries. “Há comunidades com PCDs que sequer têm transporte público, como na comunidade Adalgiza”.

A representante da Secretaria Municipal de Educação, Francielly Juliane Pereira Gomes, também questionou a falta de investimento em acessibilidade. Segundo Francielly, a previsão de recursos na LOA de 2017 para melhorias no Sistema de Transporte Urbano em Sinop para os PCDs será de apenas R$ 32,5 mil.

Os questionamentos relativos à acessibilidade urbana nos espaços públicos foram encaminhados ao Ministério Público Estadual, por não serem de competência do MPT e não estarem diretamente ligados ao mundo do trabalho.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Ceir passa a contar com mamógrafo adaptado para pessoas com deficiência

Os exames para o aparelho, que iniciam no dia 1° de novembro, de 11h às 17h, já podem ser marcados pelo SUS.

por Cláudia Alves com fotos Ascom Ceir.


Mamógrafo adaptado para pessoas com deficiência (Foto:Ascom Ceir)

Um mamógrafo adaptado para pessoas com deficiência instalado no Centro de Diagnóstico do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) marca o início da instituição na prevenção ao câncer de mama.

Nesta segunda-feira (24), foi realizada uma solenidade de inauguração do aparelho, com a presença da secretária de Estado da Educação, Rejane Dias. “O mamógrafo é fruto de uma emenda de quando eu ainda era deputada estadual, no valor de R$ 339.778, e, sem dúvidas, vai fortalecer a nossa rede de saúde voltada à mulher”, pontua Rejane.

O médico Benjamim Pessoa Vale, presidente voluntário da Associação Reabilitar, organização social sem fins lucrativos que administra o Ceir, destaca mais um passo da instituição. “Hoje, lançamos a sétima edição da Semana de Combate ao AVC no Piauí e, no mesmo dia, estamos inaugurando mais um serviço de prevenção, dessa vez ao câncer”.

O mamógrafo instalado no Ceir é um aparelho de alta resolução para exames de rotina, magnificações, marcações cirúrgicas e biópsias. Os exames para o aparelho, que iniciam no dia 1° de novembro, de 11h às 17h, já podem ser marcados pelo SUS, basta a pessoa se dirigir à Unidade de Saúde mais próxima da sua residência e realizar uma consulta com um médico do Programa de Saúde da Família ou credenciado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Também estiveram presentes à solenidade uma equipe de um instituto de Natal-RN, que está no Ceir realizando uma visita técnica para implantar um centro semelhante no Rio Grande do Norte, além de secretários e deputados estaduais; pacientes, familiares e colaboradores da instituição; entre outros.

                           
Solenidade de entrega de mamógrafo adaptado e outros equipamentos para o Ceir( Foto: Ascom Ceir)

                            
Solenidade de entrega de mamógrafo adaptado e outros equipamentos para o Ceir( Foto: Ascom Ceir)

                            
Mamógrafo adaptado para pessoas com deficiência( Foto: Ascom Ceir)

                       
    
Benjamim Pessoa Vale, presidente voluntário da Associação Reabilitar( Foto: Ascom Ceir)


Fontes: Governo do Estado do Piauí - fernandazago.com.br

Carateca com síndrome de Down vira símbolo da inclusão social nos Jerns - Veja o vídeo.

Gabriel Santiago realiza participação especial nos Jogos Escolares do Rio Grande do Norte e emociona público. FNK e Codesp abraçam causa após pedido de professor

Por GloboEsporte.com Natal

Jerns 2016 - Gabriel Santiago (Foto: Luiz Henrique/GloboEsporte.com)
Gabriel Santiago pratica karatê há quatro anos (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)

O carateca Gabriel Santiago emocionou o público presente ao ginásio do Complexo Educacional Henrique Castriciano, no último domingo, ao fazer uma apresentação especial nos Jogos Escolares do Rio Grande do Norte. Após realizar o kata (uma sequência de golpes demonstrada individualmente), ele fez um pequeno discurso para agradecendo a oportunidade de estar nos Jerns. O estudante tem síndrome de Down, treina karatê há quatro anos e foi convidado para participar pela primeira vez da competição para evidenciar a inclusão no esporte.

Click AQUI para ver o vídeo.

Sempre dedicado e concentrado nos treinos de karatê, o esforço do aluno do CEI Romualdo Galvão despertou no seu professor, Germano Pimentel, a ideia da apresentação. A proposta foi levada para a Federação Norte-rio-grandense de Karatê (FNK) e à Coordenadoria de Desportos da Secretaria de Educação do Estado (Codesp), organizadora dos Jerns, que aprovaram a iniciativa.

Ele sempre falava que queria participar dos Jerns. Então, acabei abraçando a causa e deu certo. O desempenho de Gabriel é fantástico. Ele é muito bem concentrado, interage bem com os colegas e ele está maravilhado com a oportunidade de participar dos Jerns - declarou Germano Pimentel.

Com 19 anos de idade, o karatê não é o primeiro esporte do estudante. A natação, a capoeira, o judô e o futebol também já tiveram passagens na sua vida - por este último, inclusive, é apaixonado. Segundo sua família, a vontade de sempre participar de competições rende, quase anualmente, um novo esporte na vida do rapaz. No entanto, no karatê já são quatro anos, e a inserção do esporte nos Jogos Olímpicos empolgaram mais ainda o carateca.

Eu fiquei muito feliz e um pouco nervoso. Mas eu estou muito feliz por ter participado dos Jerns e também por ter recebido a medalha de ouro - afirmou Gabriel Santiago.

Idosa cadeirante fica ferida ao tentar entrar em banco em Goiás, diz família - Veja o vídeo.

Aposentada caiu quando o marido pedia para abrir porta para cadeirantes.Ele afirma que nenhum funcionário da agência sabia onde estava a chave.

Do G1 GO

Aposentada teve corte na cabeça enquanto esperava para entrar em banco, em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Aposentada teve corte na cabeça enquanto esperava entrar em banco (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

A professora aposentada Maria Borges, de 68 anos, se machucou enquanto o marido tentava conseguir uma chave para abrir a porta para cadeirantes de um banco em Goiânia. A idosa, que tem Alzheimer em estágio avançado, caiu da cadeira de rodas no momento em que o companheiro, o cabeleireiro Dauri Bento, conversava com uma atendente que, segundo ele, não sabia onde estava a chave para ela entrar.

De acordo com ele, nenhum funcionário da agência sabia onde estava a chave para abrir a porta para pessoas com necessidades especiais. “Eu falei com o vigia para ele abrir a porta. Ele não tinha a chave e não podia sair para chamar alguém para vir abrir. Eu fui atrás da moça que abriu a primeira vez. Ela falou que não sabia da chave. No que eu voltei, ela tinha caído”, contou.

Click AQUI para ver o vídeo.

O caso aconteceu em uma agência do Bradesco que fica no Setor Campinas. Com a queda, a idosa teve um corte na cabeça e precisou dar oito pontos. Ela, que tem a mobilidade reduzida e já não conversa mais, acabou precisando de mais atenção.

A assessoria de imprensa do Bradesco informou à TV Anhanguera que não tinha informação deste ocorrido, mas que iria procurar saber o que aconteceu.

A filha do casal, Núbia Borges, disse que estava revoltada com o ocorrido. “O que aconteceu foi uma falta de respeito com o ser humano. A pessoa, como no caso dela, que está debilitada, está em uma cadeira de rodas, em qualquer lugar que você vá ela tem que ter uma atenção maior. Se nós, que somos parentes, tentamos fazer tudo para que não aconteça nada com aquela pessoa, as outras pessoas que estão em volta também tem que ver isso”, disse.

A família da idosa registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil, e a aposentada fez exame de corpo delito no Instituto Médico Legal de Goiânia. O marido da aposentada espera que o problema se resolva, para que outras pessoas não passem pela mesma situação que ele e a esposa.

“Eu acho que esta chave tinha que ficar perto ali. A gente tem que entrar, tem que sair. Eu não sei por que o vigia não pode ficar com a chave, eu não sei. Ele que tinha que ficar com a chave e já abrir”, desabafa.

Fonte: g1.globo.com

Afunilou! Oito times duelam pelas quartas de final da Copa Loterias CAIXA de Fut 5

Afunilou! Oito times duelam pelas quartas de final da Copa Loterias CAIXA de Fut 5
Foto: ICB-BA terminou a primeira fase com a melhor campanha (Foto: Wander Roberto/CBDV/Inovafoto)

Terminou nesta quinta-feira (3) a primeira fase da Copa Loterias CAIXA de Futebol de 5 - Série A 2016. Oito equipes continuam na disputa do título da competição e se enfrentam pelas quartas de final nesta sexta, a partir das 08h30, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Além das partidas que decidem as semifinalistas, dois jogos vão definir os times que perdem a vaga na primeira divisão do ano que vem.

Equipe com melhor campanha na fase de grupos, o ICB-BA venceu a URECE-RJ por 1 a 0, gol de Selmi, e vai enfrentar a ADVP-PE, que ficou no 0 a 0 com a AGAFUC-RS. O time que avançar encara o vencedor do duelo entre APADV-SP x URECE-RJ. Os paulistas venceram a APACE-PB pelo placar de 3 a 2 numa partida dramática.

Outro confronto das quartas será entre AGAFUC-RS x AMC-MT. Os gaúchos fizeram a segunda melhor campanha da primeira fase e encaram os matogrossenses donos da sétima. Quem vencer vai buscar uma vaga na decisão contra CEIBC-RJ ou APADEVI-PB, que também se enfrentam.

Luta pela permanência

Multicampeã, com diversos títulos nacionais e regionais, a APACE-PB vai lutar para não amargar um momento triste em sua história: perder a vaga na Série A nacional. Após a derrota para a APADV-SP, os paraibanos vão jogar contra o CETEFE-DF pela permanência na elite do Futebol de 5 brasileiro.

A partida promete ser tensa para os dois lados. Os brasilienses, mesmo com três resultados negativos, fizeram boas partidas e venderam caro suas derrotas. O jogo abre dia de competição nesta sexta-feira (4), às 08h30.

A segunda decisão contra o descenso será entre ADVC-RJ x ASDEFIPEL-RS. As duas equipes se enfrentaram nesta quinta e ficaram no empate em 1 a 1. O jogo dessa vez vale muito mais e definirá o destino das equipes para 2017.

Assista as partidas ao vivo pelo canal CBDV TV (clique aqui) ou na página oficial da CBDV no facebook (clique aqui).


Serviço
Copa Loterias CAIXA de Futebol de 5 - Série A
Data: 01 a 06 de novembro de 2016
Horários: 08h30, 10h e 11h30 (01, 02, 03 e 04/11); 09h e 10h30 (05/11); e 08h30 e 10h (06/11). 
Local: Centro de Treinamento Paralímpico
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, km 11,5 – São Paulo/SP
Entrada franca

Fonte: cbdv.org.br