sábado, 12 de novembro de 2016

Comissão prevê que preços de produtos sejam expostos também em braile

                            

A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou proposta que prevê que ofertas e informações sobre preços estejam disponíveis também em braile nos estabelecimentos comerciais. A medida está prevista no Projeto de Lei 1844/15, do deputado licenciado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB). Pela proposta, as informações em braile deverão ser claras e facilmente legíveis pelos deficientes visuais.

Segundo o autor da proposta, no Brasil, existem aproximadamente 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, que não têm seus direitos respeitados pelos estabelecimentos comerciais.

O projeto acrescenta artigo à Lei 10.962/04, que traz normas sobre a afixação de preços de produtos e serviços para o consumidor. A lei prevê, por exemplo, que os preços podem ser expostos por meio de etiquetas ou similares afixados diretamente nos bens expostos à venda, e, em vitrines, mediante divulgação do preço à vista em caracteres legíveis.

O parecer do relator, deputado Eros Biondini (Pros-MG), foi favorável à proposta. Ele destacou que Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15) já estabelece que o poder público assegure ao consumidor com deficiência a disponibilidade de informações corretas e claras sobre os diferentes produtos e serviços ofertados, com a especificação correta de quantidade, qualidade, características, composição e preço, bem como sobre os eventuais riscos à saúde e à segurança.

“No Estatuto, garante-se a acessibilidade e o direito à informação em caráter geral, sem especificar os meios ou instrumentos a serem utilizados”, salientou Biondini. “No entanto, por acreditar que a proteção às pessoas com deficiência visual são tema cuja defesa deve ser feita tanto em termos genéricos (a exemplo do Estatuto), quanto em termos específicos (a exemplo do projeto de lei), sou inteiramente favorável à aprovação”, disse.

Tramitação

De caráter conclusivo, a proposta será analisada agora pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fontes: Portal Inclusão - somarvida.com.br

Atletismo em São Caetano do Sul.

Atletismo para crianças e jovens em São Caetano do Sul, aqui a inclusão acontece









As Educadora Físicas Rosemeire Castilho e Tita

Fonte: edufisicadaptada.blogspot.com.br

Dois recordes brasileiros abrem terceira etapa nacional do Circuito Loterias Caixa, em São Paulo

Por CPB

Graziella Batista/CPB/MPIX
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A atleta comemorou muito a marca alcançada

A terceira etapa nacional do Circuito Loterias Caixa de atletismo, halterofilismo e natação distribuiu suas primeiras medalhas nesta sexta-feira, 11, em São Paulo. As premiações foram no halterofilismo, única das três modalidades que começou hoje, e dois recordes brasileiros foram batidos. As provas de atletismo e natação terão início neste sábado, às 8h. A competição está sendo realizada no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, localizado na capital paulista.

Nas provas de halterofilismo, dois recordes brasileiros foram quebrados - ambos no peso leve feminino. A campeã da divisão foi a jovem Mariana D'Andrea, de 18 anos, com 102kg na barra. Ela ainda estabeleceu novo recorde brasileiro entre atletas com até 61kg. A medalhista de prata foi Rene Belcassia, com 84kg, novo recorde da categoria até 55kg. O bronze ficou com Camila Pilares, que levantou 71kg.

"Me preparei muito bem. Acontecer o que aconteceu comigo no Rio 2016 [não ter nenhum movimento validado] só foi mais uma motivação para mim. A mesma marca que fiz hoje é a que costumo fazer nos treinos. Para o futuro, espero me preparar para estar muito bem no Parapan de Jovens, em março, e quero fazer o melhor, mas não pensei ainda em uma marca que possa alcançar até lá", resumiu Mariana D'Andrea.

Na divisão até 49kg masculino, o campeão foi Eduardo Soares, com 110kg, seguido por Ailton Clemente, com 108kg, e Helenilton dos Santos, com 105kg. As disputas na modalidade seguem na tarde desta sexta-feira.

Durante a tarde, três categorias masculinas foram disputadas: até 54kg, até 59kg e até 65kg. Na mais leve delas, o campeão foi Anderson Marcílio, com a carga de 106kg na barra, seguido por Rogerio Bena, com 100kg. Entre atletas com até 59kg, a medalha de ouro ficou com Bruno Carra, que levantou 160kg. Completaram o pódio João França, com 146kg, e Luciano Dantas, o Montanha, com 141kg. Ná divisão até 65kg, o título foi para Alexander Whitaker (134kg), que teve a companhia de José Mendes (133kg) e Otávio Augusto dos Santos (114kg) no pódio.

Medalhistas do Rio 2016 estreiam sábado
Neste sábado, o CT será palco da apresentação de muitos dos medalhistas brasileiros nos Jogos Paralímpicos rio 2016. Além do halterofilismo, que terá Evânio Rodrigues, prata nos Jogos, o atletismo terá disputas com Verônica Hipólito, Gustavo Araújo, Felipe Gomes, Shirlene Coelho e outros medalhistas. Na natação, a piscina do CT vai receber nomes como Andre Brasil, Ítalo Gomes, Joana Neves e outros que subiram ao pódio no Rio 2016.

O Circuito
O Circuito Loterias Caixa é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo e natação. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

Serviço
Circuito Loterias Caixa – 3ª etapa nacional - São Paulo (SP)
Data: 11, 12 e 13 de novembro
Local: Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro - Rodovia dos Imigrantes, Km 11,5, São Paulo (SP) - ao lado do São Paulo Expo
Horários
Sexta: 10h às 12h e 16h às 18h (Apenas halterofilismo)
Sábado: 8h às 12h e das 14h às 18h (Atletismo, Halterofilismo e Natação)
Domingo: 8h às 12h (Atletismo, Halterofilismo e Natação)

Patrocínios
A equipe brasileira de paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem.
As equipes de natação e halterofilismo têm patrocínio das Loterias Caixa.

Fonte: cpb.org.br

Mara Gabrilli participa de Maratona Aquática de 24 km

A atleta Mara Gabrilli, que é tetraplégica, vai participar da prova, em parceria com o triatleta e ultramaratonista Reinaldo Bassit, o “Tubarão”.

Foto: Rafael Furquim
No mar, Mara Gabrilli navega em embarcação adaptada à prática esportiva. Seu corpo está suspenso com auxílio de tiras de segurança atreladas à embarcação.

O litoral paulista se prepara para ser palco de mais uma prova com fortes emoções e muita superação. A partir das 8h deste sábado, 12/11, a tradicional Maratona Aquática 14 Bis, em sua 49ª edição, desafia seus competidores a concluir a travessia de 24 km através das águas marítimas do Canal de Bertioga, que separa a Ilha de Santo Amaro (Guarujá) do continente.

Essa edição, no entanto, promete uma dose a mais de superação. A atleta Mara Gabrilli, que é tetraplégica, vai participar da prova, em parceria com o triatleta e ultramaratonista Reinaldo Bassit, o “Tubarão”.

Será a primeira vez que um tetraplégico participa de uma prova tão longa. Inspirado por atletas que competem acompanhados por seus filhos com deficiência, Tubarão resolveu realizar provas de alta performance levando consigo uma pessoa com deficiência física.

A parceria com Mara Gabrilli começou em abril, quando juntos participaram da UB 515 Brasil Ultra Triathlon, completando os 10 km marítimos em menos de 5 horas. Para enfrentar este desafio inédito foi necessário desenvolver um equipamento moderno, que permitisse economia de energia, no qual Mara se apoia, e que é puxado por Tubarão. Na água, com menos atrito e gravidade, a resistência diminui e Mara consegue realizar movimentos que não pode fazer fora dela.

“Fico o tempo todo praticando uma respiração acelerada e tentando mexer as pernas, contrair os músculos. Com a ajuda da água, algumas vezes consegui movimentos que me fizeram bater a coxa na barriga”, afirma Mara Gabrilli.

Com duração máxima de 10 horas, o percurso de aproximadamente 24 km prevê a largada a partir do Forte São João, em Bertioga e chegada na rampa de acesso da Base Aérea de Santos – BAST.

Mara é fundadora do Instituto Mara Gabrilli, OSCIP que apoia atletas com deficiência e levou 5 atletas para disputar as Paralimpíadas do Rio de Janeiro. Em 1994 sofreu um acidente automobilístico que a deixou sem os movimentos do pescoço para baixo. Após 21 anos de uma rotina que inclui boa alimentação, fisioterapia e exercícios diários a base de eletroestimulação, recuperou movimentos parciais dos braços, que hoje a permitem pilotar uma cadeira de rodas motorizada.

Sobre a prova

A Maratona Aquática 14 Bis é a maior e mais tradicional prova de seu gênero no Brasil, tendo envolvido milhares de nadadores brasileiros e internacionais ao longo de seus mais de quarenta anos de história.

Conduzida nas (nem sempre) calmas águas do Canal de Bertioga – o canal que separa a Ilha de Santo Amaro (Guarujá) do continente – ela teve sua primeira edição no ano de 1970, numa aventura ousada para a época. Com cerca de 24 km de extensão, a prova demonstra ser um desafio para todos os estilos.

Quem faz uma Maratona Aquática 14 Bis não esquece da emoção de emergir no outro extremo da prova, exaurido pelos quilômetros de esforço, pelas correntezas, pelas mudanças da maré, pelos percalços ao longo da prova, pelas marolas, pelo vento contra e por tantas outras dificuldades que lhe são peculiares. E depois de tudo, ser recebido pelos militares e representantes de Bertioga e Guarujá com um sorriso no rosto, um forte aperto de mão e uma medalha no peito. Isso não tem preço!

Fonte: Assessoria de Comunicação Mara Gabrilli

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Designer com Síndrome de Down escreve ‘Guia de diagramação para um livro acessível’

Fernanda Schacker, que desenvolveu a pesquisa da qual resultou o livro, apresentou seu projeto na Feira do Livro de Porto Alegre

PUBLISHNEWS, REDAÇÃO

Designer Fernanda Schacker escreveu o ‘Guia de diagramação para um livro acessível’ e agora procura editora disposta a publicar o volume | Otávio Fortes / Divulgação
Designer Fernanda Schacker escreveu o ‘Guia de diagramação para um livro acessível’ e agora procura editora disposta a publicar o volume | Otávio Fortes / Divulgação

A designer gaúcha Fernanda Schacker foi um dos destaques do III Fórum Municipal de Acessibilidade e Inclusão Social, realizado pela Prefeitura de Porto Alegre e integrante da programação da 62ª Feira do Livro de Porto Alegre, que segue até o dia próximo dia 15.

Na tarde da última sexta-feira (5), dia 5, Fernanda apresentou a pesquisa desenvolvida para seu trabalho de conclusão de curso: o Guia de diagramação para um livro acessível, publicação que explica o passo-a-passo da produção editorial de livros que contemplam necessidades de leitores especiais.

“Desde criança, eu sempre tive muita imaginação e colocava muita criatividade na escrita. Sonhava em ser escritora e publicar um livro. Quando cheguei ao vestibular, escolhi design gráfico e aprendi todo o processo de produção de um livro. Como eu tenho Síndrome de Down e queria ajudar outras pessoas, criei o Guia”, explica a autora.

                             O grande destaque do projeto, entretanto, é a sobrecapa que, se aberta, permite que o livro fique apoiado sobre abas rígidas num ângulo de 20º | © Otávio Fortes / Divulgação
O grande destaque do projeto, entretanto, é a sobrecapa que, se aberta, permite que o livro fique apoiado sobre abas rígidas num ângulo de 20º | © Otávio Fortes / Divulgação

A publicação, ainda sem editora, explora uma série de recursos editoriais e gráficos que, se aplicados conforme a proposta da designer, permitem a leitura por pessoas com diferentes graus de deficiências diversas.

Por exemplo, a gramatura do papel é pensada para que a página não seja danificada no uso de recursos como virador de páginas com velcro, ou clipe de arame que mantém o livro aberto, usado por pessoas com capacidades reduzidas de manuseio. A aplicação do texto na página atende as necessidades de pessoas com dificuldades visuais, o que implica na escolha da fonte, além de regras sobre alinhamento e limites da caixa de texto.

O grande destaque do projeto, entretanto, é a sobrecapa que, se aberta, permite que o livro fique apoiado sobre abas rígidas num ângulo de 20º. Segundo a autora, a precisão foi alcançada depois de um estudo sobre a necessidade de pessoas impossibilitadas de segurar um livro, oferecendo autonomia para leitores com eventuais deficiências.

Cientistas desenvolvem novo tipo de teste de HIV em pendrive

Dispositivo usa uma gota de sangue para detectar o HIV.Pacientes podem monitorar regularmente seus níveis de vírus.

Da Reuters

                   Pendrive é capaz de detectar HIV (Foto: Imperial College London / DNA Electronics)
                 Pendrive é capaz de detectar HIV (Foto: Imperial College London / DNA Electronics)

Cientistas do Reino Unido desenvolveram um tipo de teste de HIV usando um pendrive que pode fazer uma leitura rápida e altamente precisa de quanto vírus se encontra no sangue do paciente.

O dispositivo, criado por cientistas do Imperial College de Londres e pela empresa privada norte-americana DNA Electronics, usa uma gota de sangue para detectar o HIV, e depois cria um sinal elétrico que pode ser lido por computadores, laptops e aparelhos portáteis.

Os pesquisadores dizem que a tecnologia, embora ainda em seu estágio inicial, poderia permitir que os pacientes monitorem regularmente seus níveis de vírus, mais ou menos como os portadores de diabete verificam os níveis de açúcar no sangue.

A tecnologia poderia ser particularmente útil para ajudar pacientes com HIV que vivem em locais remotos a administrar seu tratamento de maneira mais eficaz, já que os testes atuais de detecção dos níveis de vírus demoram ao menos três dias e exigem o envio de uma amostra de sangue a um laboratório.

"Monitorar a carga viral é crucial para o sucesso do tratamento de HIV. No momento, os exames muitas vezes exigem um equipamento caro e complexo que pode demorar alguns dias para produzir um resultado", disse Graham Cooke, que co-liderou a pesquisa do departamento de medicina do Imperial College.

"Pegamos o trabalho que é feito neste equipamento, que tem o tamanho de uma fotocopiadora grande, e o encolhemos até caber em um pendrive."

O exame, que usa um chip de celular, analisa uma gota de sangue colocada em um local do pendrive. Qualquer HIV presente na amostra desencadeia uma mudança de acidez, que o chip transforma em um sinal elétrico. Este é enviado ao pendrive, que mostra o resultado em um computador ou aparelho portátil.

Publicados no periódico científico "Scientific Reports", os resultados revelaram que o teste com o pendrive teve 95 por cento de eficiência com mais de 991 amostras de sangue, e que o tempo médio de leitura foi de 20,8 minutos.

Fonte: g1.globo.com

Última etapa nacional do Circuito Loterias Caixa começa nesta sexta-feira no CT Paralímpico

Por CPB

Leandro Martins/CPB/MPIX
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Alguns dos mais importantes atletas do Brasil estarão disputando medalhas

O Circuito Loterias Caixa de atletismo, halterofilismo e natação terá a partir desta sexta, 11, sua terceira e última etapa nacional de 2016. A competição ocorrerá no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, encerra a temporada dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 e abre a preparação para o próximo ano.

A programação começa nesta sexta-feira pela manhã com o halterofilismo. A modalidade deu ao Brasil um pódio no Rio 2016 - prata, com Evânio Rodrigues -, e tem nesta etapa a disputa mais importante do ano. Os atletas tiveram outros três eventos nesta temporada (Recife, Brasília e São Paulo) para se classificarem para o evento. No Centro Paralímpico, serão definidos os atletas campeões nacionais e os melhores clubes.

As provas de atletismo e natação começam no sábado pela manhã (confira a programaçao completa abaixo). As modalidades foram responsáveis por grande parte das medalhas do Brasil no Rio. Foram 33 pódios advindos do atletismo (8 ouros, 14 pratas e 11 bronzes) e outros 19 da natação (4 ouros, 7 de prata e 8 de bronzes).

As três modalidades do programa do Circuito Loterias Caixa têm Mundiais agendados para 2017. A Cidade do México, em outubro, receberá ao mesmo tempo as competições de natação e halterofilismo. Já Londres, na Grã-Bretanha, será o palco do maior evento do atletismo paralímpico dois meses antes, em julho.

A imprensa interessada na cobertura da terceira etapa nacional do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, Halterofilismo e Natação não precisará de credenciamento. Basta comparecer ao local das competições e buscar por um dos representantes da equipe de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro.

O Circuito
O Circuito Loterias Caixa é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo e natação. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

Serviço
Circuito Loterias Caixa – 3ª etapa nacional - São Paulo (SP)
Data: 11, 12 e 13 de novembro
Local: Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro - Rodovia dos Imigrantes, Km 11,5, São Paulo (SP) - ao lado do São Paulo Expo

Horários
Sexta: 10h às 12h e 16h às 18h (Apenas halterofilismo)
Sábado: 8h às 12h e das 14h às 18h (Atletismo, Halterofilismo e Natação)
Domingo: 8h às 12h (Atletismo, Halterofilismo e Natação)

Patrocínios
A equipe brasileira de paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem.
As equipes de natação e halterofilismo têm patrocínio das Loterias Caixa.

Fonte: cpb.org.br

Criança autista dá lição de vida em tarefa de Filosofia e surpreende ao revelar sonho

Samanta Vicentini

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A tarefa escolar de Eduarda, uma linda garotinha de sete anos vem comovendo os internautas por todo o Brasil. Tudo porque, durante a aula de Filosofia, a pequena deu seu ponto de vista contando seu maior sonho: comer dois potes de sorvete.

Kenya Santos, mãe da menina, compartilhou o registro da tarefa no Facebook e contou que Eduarda é autista. “De todas as qualidades que você possui, sua inocência, pureza e seu modo de viver e pensar me dá forças para seguir. Nestes momentos eu vejo que todo o esforço vale a pena. Seu sonho é comer dois potes de sorvete. Minha anja azul”, derrete-se a mãe, orgulhosa.

Para ela, não foi nada diferente, não me contou nada sobre a atividade, foi como se fosse normal. Quando eu vi, não sabia se ria ou chorava — conta Kenya, que mora com a filha na cidade de Colombo, no Paraná.

A mãe também abre uma reflexão sobre o que aprendeu com a atividade escolar da filha.

Nós adultos temos tantos sonhos, desejos e às vezes nem tudo é necessidade. Realmente parei para pensar: "O que é imporante hoje?". Chorei, chorei muito. São coisas pequenas que fazem a diferença, pequenos gestos — avalia a mãe.

Além de surpreender ao revelar seu sonho, a pequena, que completa oito anos no próximo dia 12, também avalia a diferença entre desejo e necessidade: “Necessidade é o que a gente precisa. Desejo é o que a gente não precisa”, conclui.

                          

Fonte: extra.globo.com

Projeto PÉS de teatro-dança para pessoas com deficiência completa 5 anos

similitudo-e-o-terceiro-espetaculo-do-projeto-pes-de-teatro-danca-para-pessoas-com-deficiencia-estreado-em-2015
Similitudo é o terceiro espetáculo do Projeto PÉS de Teatro-Dança para Pessoas com Deficiência, estreado em 2015

“É preciso asas para voar? É preciso pés para dançar?”, em tom descontraído, Rafael Tursi, idealizador e coordenador do Projeto PÉS, propõe a reflexão que ele fazia a si mesmo quando começou a estudar uma proposta de teatro-dança para pessoas com deficiência (PCD). O que inicialmente era destinado a um público específico, ganhou novas abordagens e hoje é aberto a qualquer interessado, somando, no momento, cerca de 24 integrantes, entre voluntários e alunos.

Entre as primeiras participantes do PÉS está Marina Anchises, 27 anos, uma entusiasta da dança. “Quando estou dançando, esqueço do mundo. É a melhor hora pra mim”. No palco, sua atuação favorita é a cena em que dança tango. Para ela, o grupo significa trabalho e diversão. “Um lugar onde faço muitos amigos e tenho uma boa convivência”.

Marina possui dificuldade na coordenação motora dos membros superiores, resultado de paralisia cerebral, que não a impediu de dançar, tampouco de desenvolver seu potencial intelectual. A estudante do quinto semestre de Museologia na Universidade afirma que “a UnB abriu um horizonte maior de conhecimento, de oportunidade e de saber”.

HISTÓRIA – A vontade de trabalhar com essa abordagem surgiu quando Tursi acompanhou a reabilitação da amiga Maiara Barreto – modelo e atleta que representa o Brasil nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 –, que ficou tetraplégica após um acidente de moto. Durante o tratamento, ele observou que o trabalho com os pacientes geralmente era feito no campo da Educação Física ou da Fisioterapia. Decidiu, então, pesquisar uma opção por meio da dança e do teatro, dedicando-se dois anos para estudar o assunto, período em que concluía o bacharelado e prosseguia para a dupla habilitação com a licenciatura em Artes Cênicas.

Em 2011, com o apoio da professora Fabiana Marroni, a pesquisa de Tursi deu origem a um projeto de extensão, semente do PÉS. “Quando iniciamos, tive meu primeiro choque: as pessoas com deficiência raramente chegam à Universidade”, conta Tursi. De acordo com ele, à época havia apenas um professor, um aluno e um funcionário com deficiências cadastrados no sistema da UnB. Assim, decidiram abrir o projeto para toda comunidade. Era o início das atividades do PÉS, com cinco participantes de diferentes localidades de Brasília.

A iniciativa obteve êxito, virou tema de projetos de graduação e de mestrado e repercutiu para além do ambiente acadêmico. Hoje, o PÉS soma mais de cem atividades realizadas, entre apresentações, debates em escolas e empresas do Distrito Federal, duas palestras em Portugal para executivos de uma organização global e outras duas para petrolíferas no Rio de Janeiro, além da participação em dezenas de mostras, congressos e encontros de Artes, Educação Física, inclusão social e Psicologia no país.

Com o desenvolvimento dos participantes durante as aulas, surgiu a necessidade de propor um novo desafio. Decidiram montar o primeiro espetáculo do grupo, o Klepsydra, estreado em novembro de 2011, no anfiteatro 9, da UnB. O nome da apresentação refere-se ao instrumento de origem egípcia, também conhecido como relógio de água, utilizado na antiguidade para medir o tempo.

“Quando as pessoas iam assistir aos nossos ensaios, às vezes queriam ver acrobacias mirabolantes, mas, quando chegavam lá, percebiam que usávamos uma aula inteira para ensinar um pequeno movimento. Então, fizemos a analogia com o termo, pois uma gotinha da Klepsydra é apenas uma gota d’água, mas de gota em gota tem-se um longo tempo decorrido. É assim na aula, de esforço em esforço temos um grande resultado”, explica Tursi.

Roges Moraes, 21 anos, é cadeirante e protagonista de uma das cenas que impressiona o público no espetáculo. Ao som da música The way you Make me Fell, de Michael Jackson, entre giros e movimentos, ele realiza algumas acrobacias. Chega a ‘plantar bananeira’, uma parada de mão sobre sua cadeira de rodas. O estudante explica que a atuação seria difícil para pessoas com ou sem deficiência e acredita que “aqueles que entram com algum preconceito, achando que somos incapazes de fazer algo, ficam maravilhados quando assistem à apresentação. O PÉS é uma forma de incentivo, de levantar a cabeça e mostrar que você realmente consegue fazer”.

Fontes: UNB Notícias - turismoadaptado.wordpress.com

Dispositivo faz macacos voltarem a andar dias após lesão na medula1

Do UOL, em São Paulo

Reprodução
Após uma semana, macaco recuperou movimento nas pernas sem fisioterapia
Após uma semana, macaco recuperou movimento nas pernas sem fisioterapia

Um estudo publicado nesta quarta-feira (9) na revista Nature pode revolucionar o tratamento de lesões na medula espinhal que causam paralisia. A pesquisa apresenta um dispositivo que retoma o movimento de pernas de macacos poucos dias após o acidente.

A melhor notícia é que o equipamento, que nada mais é do que uma interface sem fio que liga o cérebro à espinha, usa componentes que foram aprovados para pesquisa em humanos, segundo os cientistas. A viabilidade do estudo clínico em humanos com lesões na espinha já começou a ser avaliada no centro responsável pelo estudo.

"Consigo imaginar pela primeira vez um paciente completamente paralisado ser capaz de recuperar o movimento de suas pernas por meio desta interface"
neurocirurgiã Jocelyne Bloch, que participou do estudo

A pesquisa foi conduzida por Grégoire Courtine, do Instituto Federal de Tecnologia a Suíça, e colegas. Os cientistas desenvolveram uma interface que liga o cérebro à espinha e que decodifica sinais do córtex motor do cérebro que orquestra movimentos das pernas.

O dispositivo estimula eletrodos implantados em pontos específicos na medula espinhal inferior que modulam a flexão e extensão dos músculos na perna. Na prática, o equipamento funciona como uma "ponte" entre o cérebro e a espinha, passando por cima da lesão.

Alain Herzog / EPFL

Cientista Grégoire Courtine mostra uma versão de silicone do cérebro de macaco e o implante

A interfase foi testada em macacos que tiveram apenas uma perna paralisada por uma lesão parcial na medula espinhal. Um dos animais conseguiu, sem treinamento ou fisioterapia, retomar parte do movimento da perna na primeira semana após a lesão, tanto na esteira como no chão. Já o outro macaco testado levou duas semanas para alcançar o mesmo feito.

"Esta é a primeira vez que a neurotecnologia restaura a locomoção em primatas. Mas ainda há muitos desafios pela frente e pode levar vários anos antes que os componentes possam ser testados em humanos"
Grégoire Courtine, um dos autores da pesquisa

Os cientistas mostraram que a interface funciona instantaneamente para lesões parciais, como o que ocorreu com os macacos testados. O dispositivo também deve funcionar para lesões mais severas, provavelmente com o auxílio de agentes farmacológicos. É bom citar que, para lesões parciais, os primatas são capazes de recuperar toda a mobilidade depois de três meses.

Reprodução
Dispositivo decodifica sinal enviado pelo cérebro para a medula espinhal lesionada

Esta pesquisa não é o único avanço para pacientes com trauma na espinha. Em agosto, pacientes paraplégicos com antigas lesões na medula espinhal apresentaram melhoras na mobilidade e nas sensações com um treinamento de realidade virtual e o uso da robótica controlada pelo cérebro, em pesquisa conduzida por cientistas liderados pelo brasileiro Miguel Nicolelis.

Fonte: noticias.uol.com.br

No RJ, estabelecimentos devem oferecer cardápios acessíveis

Medida altera lei que estabelecia apenas o uso de linguagem em braile nos menus no Rio de Janeiro; os estabelecimentos também devem ferramenta sonoro e caracteres ampliados

Foto de uma jovem mão feminina tateia um cardápio com informações em braile

Matéria publicada pelo O Globo informa que, no de Janeiro, os restaurantes, lanchonetes e qualquer estabelecimento que ofereça alimentos deve ter cardápios acessíveis a pessoas com deficiência. É o que determina a Lei 7.486/16, de autoria da ex-deputada Tania Rodrigues, aprovada pelo governador Luiz Fernando Pezão e publicada no Diário Oficial do Executivo de quarta-feira. A medida altera a Lei 3.879/02 que estabelecia apenas o uso de linguagem em braile nos cardápios.

De acordo com o novo texto, nomes de pratos, bebidas, preços e outras informações que sejam necessárias, deverão ser descritas por ferramenta sonora, em braile ou caracteres ampliados. Os estabelecimentos que descumprirem a norma poderão sofrer as sanções previstas pelo Código de Defesa do Consumidor. Não serão afetados pela norma os microempreendedores individuais e as microempresas.

Tania Rodrigues comentou a importância da atualização da medida. “Essa foi uma solicitação de pessoas com deficiência visual, o cardápio em braile não é de fácil manuseio porque é pesado, e muitas vezes, a descrição não está de acordo com os ingredientes de determinado prato”, disse a ex-deputada.

No início de outubro, o governador em exercício, Francisco Dornelles, sancionou a Lei 7.443/16, que determina que lojas de vestuário, calçados e similares serão obrigadas a instalar ou adaptar seus provadores para torná-los mais acessíveis às pessoas com necessidades especiais e mobilidade reduzida. De acordo com a lei, de autoria do deputado Luiz Martins (PDT), os estabelecimentos terão um prazo de 120 dias para se adequar, a partir da entrada em vigor da norma. Já novas lojas devem respeitar a obrigação. O texto, aprovado pelo plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro na últma quarta-feira, deverá ser regulamentado através de decreto pelo Governo. A medida procura não só assegurar o direito dessa parcela da população fluminense como evitar acidentes nesses estabelecimentos.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Primeiro a completar Maratona de NY com perna mecânica corre aos 75 - Veja o vídeo.

Com 65 provas no currículo, Dick Traum vai fazer sua 25ª Maratona de Nova York ao lado de 250 pessoas de seu clube, que ajuda deficientes a praticar atividade física

Por SporTV.com Nova York, EUA

Resultado de imagem para Dick Traum completando a Maratona de Nova York pela primeira vez, em 1976
Dick Traum completando a Maratona de Nova York pela primeira vez, em 1976 (Foto: Reprodução/SporTV)

Um acidente que transformou a vida de muitas pessoas. Em 1965, em um posto de gasolina, Dick Traum foi atropelado e teve a perna direita amputada. Se isso poderia se tornar um grande problema para o jovem de 24 anos, praticante de luta livre, virou um estímulo, que o fez mudar a vida de milhares de pessoas.

O primeiro grande passo dado foi em 1976, 11 anos após o acidente, Dick se tornou o primeiro corredor com perna mecânica a completar a Maratona de Nova York. A partir daí, não parou mais.

Click AQUI para ver o vídeo.

Em 1983, Dick resolveu dar a outras pessoas, deficientes como ele, a terem a mesma oportunidade e então criou o Achilles Track Club (Clube de Atletismo Aquiles). Logo no primeiro ano, seis membros do clube completaram a prova.

O clube não parou de crescer e se expandiu por todo mundo. Hoje, há 65 núcleos pelo mundo. Dick não esconde a felicidade e a satisfação em poder ajudar as pessoas e vê-las melhorando de vida.

É mais difícil você ver pessoas que você ajudou iniciarem e terem sucesso no esporte do que você ter seu próprio sucesso.

Ver essas pessoas começando, basicamente com pouquíssima mobilidade e depois chegando a uma maratona. A beleza disso é que as pessoas com deficiência têm a chance de ficarem perto de outros deficientes e quando você conhece mais essas pessoas, você vê que as diferenças não são tão grandes - afirmou.

Mas não é só pela superação que Dick criou o projeto. Ele reforça os benefícios que a corrida traz para a vida das pessoas.

Se você corre, número 1: você melhor fisicamente, o que é óbvio; número 2: você melhora socialmente; número 3: você melhora cognitivamente. Eu me divirto muito. Estou mais em forma do que pareço estar. Fisicamente estou em boa forma. Tenho 75 anos. Provavelmente tenho a forma de pessoas que estão perto dos 55. Posso ir lá, ultrapassar outros atletas que você não imagina que eu poderia passar - disse.

                                         Dick correu 65 provas e vai para a sua 25ª Maratona de Nova York (Foto: Reprodução/SporTV)
      Dick correu 65 provas e vai para a sua 25ª Maratona de Nova York (Foto: Reprodução/SporTV)

E essa alegria que hoje estampa o rosto de Dick começou em 1976, no dia que ele mesmo considera o melhor de sua vida, quando completou a Maratona de Nova York pela primeira vez.

Provavelmente o melhor dia da minha vida. Porque eu estava fazendo algo impossível. É uma tremenda alegria que me faz seguir em frente. Isso mudou minha vida - concluiu o maratonista, que hoje compete com uma handcycle, uma bicicleta de mão.

Dick irá correr em 2016 a sua 25ª Maratona de Nova York. Ao todo, já são 65 provas, incluindo uma Ultra maratona de 100km. Duzentos e cinquenta pessoas do Achilles Track Club vão correr a edição deste ano, que será realizada neste domingo, 6 de novembro.

  Dick Traum hoje corre com a bicicleta de mão (Foto: Reprodução/SporTV)
  Dick Traum hoje corre com a bicicleta de mão (Foto: Reprodução/SporTV)

Fonte: sportv.globo.com

Gravidez ectópica: como acontece, quais os riscos e os tratamentos

Este tipo de gravidez acontece entre 1% e 2% das mulheres gestantes e é preciso atenção aos sinais para que o diagnóstico seja rápido

Foto: Reprodução


Causas
De acordo com o médico obstetra Luiz Fernando Leite, a gravidez ectópica é causada principalmente por uma inflamação nas tubas uterinas, também conhecidas como trompas - elas são o canal que conduzem os óvulos dos ovários para o útero. Além disso, pode ser causada por miomas, tumores benignos que se encontram no útero.

Sintomas
Normalmente, os sintomas começam a aparecer cerca de duas semanas depois do atraso da menstruação. Entre eles estão dores intensas, queda da pressão e sangramento vaginal. Como os sintomas são parecidos com os da menstruação, eles podem causar confusão e dificultar o diagnóstico.

Diagnóstico
Geralmente, as mulheres são diagnosticada entre a 5ª e a 10ª semana de gestação. "O diagnóstico é feito através de um teste de gravidez positivo associado ao ultrassom endovaginal", explica o obstetra. Diferente da gravidez comum, a imagem do óvulo fertilizado aparecerá do lado de fora do útero, na tuba.

Riscos
A gravidez ectópica apresenta grandes riscos à saúde da mulher, principalmente se for identificada tardiamente. O principal risco acontece caso a tuba se rompa antes do diagnóstico final. Se isso ocorrer, acontecerá hemorragia interna, expondo a mulher a um risco de morte muito grande, alerta Luiz Fernando.

Tratamento
Como é impossível levar essa gravidez adiante, é preciso tratá-la. Na maior parte dos casos, ele é feito imediatamente para evitar a ruptura de tecidos e possíveis hemorragias. Para isso, é possível fazer o uso de medicamentos ou passar por um processo cirúrgico.

Então, caso você identifique-se com os sintomas e suspeite de uma gravidez ectópica, é aconselhável ir o mais rápido possível ao médico para que o diagnóstico seja feito.


São Paulo ganha campanha para alertar sobre riscos da Síndrome Alcoólica Fetal

O prefeito Fernando Haddad sancionou nesta segunda-feira (7) uma lei para incentivar a conscientização em relação aos perigos do consumo de álcool na gravidez

Por Crescer

Siglas: uma dos muitos aprendizados que a gravidez proporciona (Foto: Thinkstock)
Qualquer quantidade de álcool, mesmo que seja "só uma taça ou copo", é considerada um risco para o feto (Foto: Thinkstock)

A cidade de São Paulo terá parte de sua verba destinada à conscientização da população em relação aos riscos da Síndrome Alcoólica Fetal (SAF). A decisão entrou em vigor nesta segunda-feira (7), depois que o prefeito Fernando Haddad sancionou a lei que cria a campanha permanente de esclarecimento sobre os perigos do consumo de álcool durante a gestação.

A campanha prevê cartazes e divulgação em meios de comunicação como emissoras de rádio e televisão, jornais e revistas. A lei foi proposta pelo vereador Gilberto Natalini (PV), que se inspirou  na ação da Sociedade de Pediatria de São Paulo, chamada de #gravidezsemalcool.

Não existe uma quantidade segura de ingestão de álcool para mulheres durante a gestação, qualquer dose pode causar danos graves ao bebê. De acordo com a instituição, a exposição pré-natal ao álcool pode afetar o desenvolvimento do feto e é a principal causa evitável de defeitos de nascimento.

A SAF pode ter como consequências malformações congênitas faciais, neurológicas, cardíacas e renais, baixo peso no nascimento e alterações comportamentais.

Gerson Brenner deixa UTI de hospital após duas semanas de internação

Ator apresentou quadro de pneumonia, mas passa bem

Aurora Aguiar, do R7

                                      
                            Gerson Brenner e a mulher, Marta Mendonça Reprodução/Facebook

Gerson Brenner, de 56 anos, precisou ser internado às pressas na UTI (Unidade de Tratamento Intensiva) do Hospital São Luiz, do Itaim, em São Paulo, para tratar de uma pneumonia após apresentar febre alta.

De acordo com a mulher do ator, a psicóloga Marta Mendonça, o marido recebeu uma série de medicações para tratar o problema e agora passa bem.

Foram 13, 14 dias de UTI. A UTI foi mesmo uma medida preventiva. Ele deu uma emagrecida pois teve que ficar no soro e na sonda para se alimentar. Gerson já recebeu alta hospitalar, mas estamos à espera da liberação do home care para levá-lo para casa.

Gerson ainda sofre com as sequelas de um assalto que por pouco não tirou sua vida. Em agosto de 1998, o ator viajava de São Paulo ao Rio de Janeiro para gravar o último capítulo da novela Corpo Dourado, da Globo. Às quatro da madrugada, a viagem foi interrompida. Na estrada, Brenner foi surpreendido por bandidos e levou um tiro na cabeça. o ator perdeu massa encefálica e, com isso, entrou em coma.

Gerson ainda luta para se movimentar, falar e superar momentos críticos, como a série de convulsões quase fatais que teve nove ano atrás.

Galeria apresenta exposição “Relevos Sensoriais” garantindo acessibilidade à cultura

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A instalação oferece uma experiência estética e fruição em arte por meio do estímulo de percepções sensoriais diversas

Até o dia 16 de dezembro, o Projetos Mãos à Obra estará com a exposição “Relevos Sensoriais”, dos artistas Mônica Farias, Paulo César e João Pimentel, das 9h às 17h, gratuitamente, na Galeria de Arte do Sesc. O projeto tem como objetivo de promover acessibilidade à cultura. As visitas mediadas podem ser agendadas previamente pelo telefone 3216-3830.

A instalação oferece uma experiência estética e fruição em arte por meio do estímulo de percepções sensoriais diversas, possibilitando ao apreciador uma exploração por meio dos sentidos. Com esse método, o espectador poderá construir os significados da obra sem necessitar de uma descrição explicativa.

A acessibilidade cultural é um dos objetivos do Sesc, e com o projeto Mãos a Obra firma esse compromisso promovendo momentos de diálogos e reflexões sobre a Arte na educação. As ações do projeto ainda incluem oficinas didáticas inclusivas abertas ao publico.

O projeto é uma ação do Programa de Arte Educação Inclusiva do Sesc realizada pela Galeria de Arte, que possibilita aos deficientes visuais contato com a arte, contribuindo para sua inclusão ao universo das obras artísticas

Apreciar a beleza da obra de arte não está relacionado apenas com o contato sensorial, mas também com o impacto estético que causa ao espectador no momento da percepção e contemplação.

Fontes: TV Guara - turismoadaptado.wordpress.com

Garotinha com Síndrome de Down mostra ao mundo que pode fazer qualquer coisa - Veja o vídeo.

Sofia Sanchez tem 7 anos. É atriz e modelo mirim. Posa em fotos para ensaios em seu site pessoal.

Por Lilian Silva

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Tem uma alegria de viver e uma certeza de que pode fazer o que quiser em sua vida.

Ah, e ela é portadora de Síndrome de Down.

Mas isso é só um detalhe, uma coisinha de nada diante da personalidade gigante dessa garota.

Sua mãe, Jennifer Sanchez, gravou um vídeo onde Sofia diz como é viver com Síndrome de Down.

“É assustador?” a mãe pergunta.

“De jeito nenhum!”, Sofia responde, com uma naturalidade e lucidez apaixonantes. “Ter Síndrome de Down é excitante!”.

Jennifer e Hector Sanchez adotaram Sofia, que nasceu na Ucrânia, quando ela tinha um ano e quatro meses. Eles têm outro filho, também adotado e que tem Síndrome de Down.

A atitude positiva da filha é algo que contagia a todos a seu redor.

Jennifer diz que, sem querer, Sofia acaba sendo uma porta-voz de pessoas com deficiência, contribuindo para que haja maior aceitação de pessoas com diferenças, com sua sinceridade, espontaneidade e uma felicidade de ser quem você é e se amar por isso.

E, nesse vídeo, ela não apenas dá uma lição de como ser feliz. Sofia brilha e faz a gente acreditar que algum dia, a diversidade será motivo de união, não de segregação.


O sonho de Sofia é continuar sendo atriz e modelo quando crescer. Se o mundo aprender a aceitar a todos, se tiver mais tolerância e amor, não temos a menor dúvida de que você irá conseguir, Sofia!

Idoso se cura da depressão com ajuda de garotinha de 4 anos


O poder da amizade é libertador e capaz de iniciar grandes transformações. Um grande exemplo disso é um relato feito por Tara Wood, que mora na Georgia, nos Estados Unidos. Ela foi ao supermercado na companhia de sua filha Norah, uma animada garotinha que estava completando 4 anos naquele dia.

Feliz, a menina resolveu contar que estava comemorando para os clientes da loja, incluindo um senhor de idade chamado Dan Peterson.

“Quando o Mr. Dan passou, ela sorriu e disse ‘olá, velhinho! É meu aniversário’ e ele parou, sorriu e respondeu ‘olá, mocinha! Quantos anos você faz hoje?’ eles conversaram por alguns minutos e depois seguiram seus caminhos”, explicou Tara. Antes disso, Norah pediu para tirar uma foto com Mr. Dan e, mais tarde, sua mãe a publicou no Facebook.


O post fez muito sucesso e acabou ganhando vida própria nas redes sociais. Tanto que chegou até uma amiga do senhor Dan que entrou em contato com a mãe de Norah e contou que sua esposa havia falecido há pouco tempo.

Desde então, os dois se falam pelo menos uma vez por semana e Norah participou do aniversário de 82 anos de Dan.

“[O senhor Dan] disse que não dormia bem há muitos meses. Tristeza e ansiedade o faziam ficar acordado durante a noite, mas desde que conheceu Norah, ele dorme tranquilamente todos os dias. Ele disse que minha filha o curou”, contou a orgulhosa mamãe em entrevista ao canal de televisão CBS.

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* Todas as imagens: Reprodução

Modelos Cadeirantes quebram os padrões tradicionais de beleza.

 

No século XXI ainda existem muitos preconceitos que em torno de pessoas com deficiência. Na indústria da moda, por exemplo, as pessoas com deficiência parecem ser considerado sem glamour e, de fato, há poucas marcas de moda projetados para pessoas com deficiência e as que existem não são particularmente atraente.

No entanto, eles começam a definir ações destinadas a fazer uma mudança neste sentido. Nos modelos New York Fashion Week 2015 desfilaram em cadeiras de rodas, de muletas, sem um braço ou uma perna. Desta forma, a empresa FASHION FTL em colaboração com a Fundação Vertical, uma organização italiana que trabalha para promover a investigação sobre a lesão medular, realizado no desfile do designer Antonio Urzi, conseguiu revolucionar a ponte mais famosa do mundo, quebrando padrões de beleza estabelecidos até agora e superar qualquer tipo de tendência transgressiva mostrado acima. O desfile visa incentivar e promover a investigação de lesões da medula espinhal.

Poucos dias assinatura Modelle & Rotelle, novamente em colaboração com a Fundação Vertical, organizada na Semana da Moda de Milão (Semana de Moda de Milão) faz um desfile que arrancou aplausos de todos sob a premissa de "A beleza é beleza, é apenas uma maneira de se organizar. " Eles desfilaram no modelos de passarela cadeira de rodas com modelos sem qualquer deficiência vestindo roupas semelhantes e mostrar que o mundo da moda é acessível a todos. Esta iniciativa ganhou e recebeu reconhecimento significativo por parte do governo italiano para o seu importante valor social.

Alguns exemplos...

     

No campo da animação, o artista italiano Alexsandro Palombo que usa sua arte como um instrumento social, daria visibilidade a este problema que afecta muitas pessoas e puxou uma cadeira de rodas Cinderela e outras princesas da Disney com diferentes deficiências físicas.

Na mesma linha, Pro Infirmis, uma ONG suíça trabalha com deficientes colocou a seguinte questão: por que todos os manequins nas vitrines são sempre perfeitos? Este problema levou um ano para criar a campanha de sensibilização "Para quem é perfeito?" reunindo um grupo de pessoas com diferentes deficiências físicas para torná-los uma réplica em uma fábrica e, assim, expor manequins nas vitrines das manequins Zurik imperfeitos ou apenas com uma beleza diferente.

Mobilidade no BATEC "têm sido sempre muito claro que os nossos modelos para sessões de fotos e vídeos tinham que ser em cadeira de rodas. Não faria sentido que as pessoas sem deficiência mostrassem ao mundo um produto como nossos handbikes, desenhados por e para pessoas que usam cadeiras de rodas."

  

Conheça outros catálogos em Batec Mobiliy.