sábado, 3 de dezembro de 2016

Jovem de Nova Odessa ( Deficiente Visual) representando a Seleção Paulista Escolar de goalball fica em 2º lugar na artilharia.

Jovem de Nova Odessa Danielle Vilas Longhini, (15 anos) representando a Seleção Paulista Escolar de goalball fica em 2º lugar na artilharia.

                                            Danielle Vilas Longhini

Seletivas.

Danielle, participou do Jeesp (JOGOS ESCOLARES DO ESTADO DE SÃO PAULO) que foi realizado dos dias 07 ao dia 10 do mês de novembro no novíssimo Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro na Rodovia dos Imigrantes, na capital paulista. Nesse evento e realizado uma seletiva onde são selecionados os jogadores com maior desempenho nas suas categorias. Dani foi novamente selecionada repetindo o resultado da seletiva de 2015 e mais uma vez foi selecionada e esta novamente representando a Seleção Paulista Escolar de goalball em 2017.

Paralímpiadas Escolares

A edição 2016 das Paralimpíadas Escolares foi realizada de 22 a 25 de novembro, em São Paulo no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro. Foram oito modalidades em disputa (atletismo, bocha, futebol de 7, goalball, judô, natação, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas). Mais de 700 atletas de 12 a 17 anos estavam inscritos para as Paralimpiadas Escolares deste ano. Eles representaram 24 estados e o Distrito Federal (apenas Roráima e Piauí não têm competidores para esta edição).

  
                 





                               

A Seleção Paulista Escolar de goalball ficou com o vice-campeonato, perdendo na final por 6X0 para a seleção do Rio Grande do Norte campeã no ano passado. Nessa paralímpiada o Estado de São Paulo sagrou-se tetra campeão devido a soma de todos os pontos referente a todas as modalidades esportivas. Danielle ficou em 2º Lugar na artilharia com 22 gols, sendo a atleta do RN ficando em 1° lugar na artilharia com 27 gols.

Próximas partidas.

Danielle estará representando a equipe do CEPREVI de Itapetininga time onde hoje atualmente na Copa São Paulo de goalball que será realizada dos dias 09 a 11 de dezembro na cidade de Taubaté, e também estará participando do Festival de Goalball, que será realizado no dia 17 de dezembro em Uberlândia MG.

Fonte: APNEN de Nova Odessa





Taxista cadeirante supera dificuldades e roda há cinco anos pelo Rio - Veja o vídeo

Secretaria Municipal de Transportes autorizou outros 2 deficientes a trabalharem na cidade. Cinquenta e sete táxis estão habilitados a receber passageiros cadeirantes.

Por Cristina Boeckel e Andressa Gonçalves*, G1 Rio - *colaborou Daniel Silveira

Márcio Santana é motorista de táxi há cinco anos (Foto: Cristina Boeckel/ G1)
Márcio Santana é motorista de táxi há cinco anos (Foto: Cristina Boeckel/ G1)

O taxista Márcio Santana chama a atenção dos passageiros mais atentos que entram em seu carro diariamente. Alguns se espantam, outros elogiam e ainda há os que confundam até com uma arma a adaptação que o permite trabalhar. Márcio é paraplégico há 28 anos e guia seu táxi pelas ruas do Rio há cinco, e se intitula como o único cadeirante taxista da cidade. Porém, em breve, ele deve encontrar outros colegas cadeirantes pelas ruas.

Em atendimento à Lei de Acessibilidade, a Secretaria Municipal de Transportes do Rio publicou, no Diário Oficial da última quarta-feira (23), que outros dois motoristas de táxi com deficiência possuem autorização para guiar. Por outro lado, 57 táxis possuem adaptação para receber cadeirantes como passageiros.

Para Márcio, a vida guiando o táxi é a realização de um sonho de independência. Ele sofreu o acidente que o deixou dependente da cadeira de rodas para se locomover em 1988.

Click AQUI para ver o vídeo.

“Eu vinha de moto, de Benfica para Bonsucesso, quando um caminhão atravessou na minha frente e, para não pegá-lo no meio, eu desviei. Foi embaixo da Linha Amarela. Fiquei 15 dias em coma. Depois fiquei internado um ano e meio”, explicou o taxista.

Após o acidente, ele teve que reaprender a fazer coisas que, para quem nunca sofreu um acidente de grandes proporções, são triviais. Márcio explica que o trabalho da Associação Brasileira Beneficiente de Reabilitação (ABBR), foi fundamental para que ele retomasse a própria vida. “Eu tive que me reeducar. Aprender a me calçar, aprender a me vestir”.

O motorista parou dois anos sem guiar. Mas depois disso, ele decidiu retomar as rédeas da própria história. “No início é muito difícil. Você sofre muito e a sua vida muda totalmente. Você pensa em várias coisas ruins. Mas eu tive uma coisa boa: uma hora eu disse chega. Já que Deus me deu essa oportunidade, eu vou viver”, contou Márcio.

A partir daí, Márcio fez de tudo um pouco. Mas tudo, nesse caso, sempre esteve relacionado à paixão pelo volante. Ele criou o próprio negócio e teve um bufê infantil, no qual transportava os brinquedos das festas para todos os lados em uma Kombi. Quando o bufê deixou de dar lucro, a Kombi passou a ser usada no transporte de passageiros, após ser legalizada para isso. Mas foi como motorista de táxi que ele afirma que se encontrou.

“Sou meu próprio patrão, trabalho a hora que quero. Eu tenho uma independência. É uma profissão muito legal. Você conhece pessoas maravilhosas. Trato sempre o passageiro com carinho”, explicou o taxista.

A maior dificuldade de Márcio é na hora de sair e voltar para o automóvel. Ele precisa da ajuda de alguém para retirar e guardar a cadeira de rodas que fica no porta-malas. Para driblar o problema, ele segue uma rotina. Vai sempre aos mesmos estabelecimentos, onde já o conhecem e o ajudam. Na garagem do prédio onde mora, ele tem uma vaga reservada e com uma cadeira de rodas ao lado.

Aos 52 anos, Márcio se considera feliz e acredita que agora só falta um grande amor. “Estamos aí! Qualquer dia aí, quem sabe, eu caso de novo”, explicou o motorista.

Na vida, ele acha que, parado, não dá para ficar. “Imagina eu fechado no quarto o tempo todo. Não tenho condição. Dá neura. Cada dia eu tento ser melhor do que fui ontem.”

SMTR autorizou outros dois deficientes a guiarem táxis na cidade (Foto: Cristina Boeckel/ G1)
SMTR autorizou outros dois deficientes a guiarem táxis na cidade (Foto: Cristina Boeckel/ G1)

Fonte: g1.globo.com

Sem braços e pernas, alemão trabalha e viaja pelo mundo: "Feliz por não usar sapatos"

Jornais Internacionais - Der Spiegel Heike Klovert e Maria Feck - Tradutor: George El Khouri Andolfato

Reprodução/Facebook


Janis McDavid, 25, nasceu sem braços e pernas. Mas mesmo assim cursa a universidade, dirige um carro e viaja pelo mundo. Hoje ele está dando início à sua carreira. Como ele faz isso?

Ele não gosta de receber seus convidados em pé. Ele nunca está mais alto que seus umbigos e essa não é uma sensação agradável.

Mas desta vez McDavid não teve escolha. Não há elevador no apartamento onde ele fica quando está em Berlim, e seus amigos não podem carregar sua cadeira de rodas elétrica de 120 kg pelas escadas. Assim, McDavid estava no velho piso rangente de madeira no corredor do apartamento. Ele olha para cima, estende o coto de seu braço direito em saudação e sorri: "Oi, sou Janis".

O jovem sabe que incomoda muitas pessoas quando o veem pela primeira vez. Afinal, ele não tem braços e nem pernas, de modo que muitas pessoas consideram isso desconcertante. "Tenho que ajudá-las a relaxar", ele diz. Em situações como essa, ele faz um esforço adicional para passar uma sensação de normalidade e autoconfiança.

Às vezes as pessoas até mesmo lhe perguntam se ele pode segurar seus casacos por um segundo. "Essa é a melhor coisa que pode acontecer comigo", diz McDavid, porque aí ele sabe que conseguiu de novo impedir que sua deficiência assuma o papel principal em sua vida.

McDavid se arrasta até a mesa de jantar, dobra seu torso sobre uma cadeira e sobe com um impulso. Agora ele finalmente está à altura dos olhos.

Reprodução/Facebook


"Quando era menino, sempre quis ser um policial de motocicleta", ele diz, mas então viu a si mesmo em um espelho de corpo inteiro certa manhã e seu sonho acabou. Um policial sem braços e pernas? McDavid tinha oito anos quando de repente entendeu sua deficiência. "Foi um choque", ele diz.

Na adolescência, ele tinha vergonha da forma como subia as escadas pulando e evitava sair em público sem uma cadeira de rodas. Mas então ele percebeu que seu embaraço era uma limitação adicional, assim como o mau humor. "Eu poderia me incomodar com muitas coisas", diz McDavid, "mas não me faria nenhum bem".

Ele geralmente consegue manter a calma quando, por exemplo, um grupo de pedestres passa correndo por ele para tomar o elevador na estação de trem, fazendo com que ele perca de novo sua conexão. Quando ele fica furioso, ele o faz em casa, onde ninguém pode vê-lo.

McDavid tem um apartamento adaptado para deficientes na cidade alemã de Bochum, no oeste. Em Berlim, onde ele gosta de passar grande parte de seu tempo, ele fica com amigos em um prédio de apartamentos de antes da guerra. Seus amigos sempre deixam as portas no apartamento ligeiramente entreabertas, porque McDavid tem dificuldade em alcançar a maçaneta.

Uma dúzia de pares de sapatos de amigos se encontram sobre a velha salamandra na sala de estar. "Fico feliz por não precisar de sapatos", diz McDavid rindo, "eu teria milhares de pares". O humor o ajuda a levar o dia. "Posso rir de mim mesmo", diz McDavid, "e essa é uma das minhas habilidades mais importantes". Mas mesmo assim a vida cotidiana permanece difícil.

                           Reprodução/Facebook
                            

McDavid não pode simplesmente sair para qualquer lugar. Se deseja cruzar Berlim de ônibus ou trem, ele primeiro seleciona várias rotas alternativas, para o caso de um elevador não estar funcionando em uma das estações onde precisa trocar de trem. Se deseja comer fora, ele telefona de antemão para saber se o restaurante não possui obstáculos.

"Às vezes gostaria que as coisas fossem mais simples", ele diz, que ele pudesse, por exemplo, embarcar facilmente em um bonde quando estivesse chovendo, sem que as rodas de sua cadeira escorregassem.

Algumas pessoas o encaram ou atravessam para o outro lado da rua quando o veem, mas ele aprendeu a não dar atenção a elas. "Se algo tem o potencial de prejudicar minha autoconfiança, apenas ignoro", ele diz.

É uma estratégia que ele teve que ensinar a si mesmo, assim como muitas outras: ele prende gentilmente a borda do copo de suco entre seus lábios, o ergue com a ajuda de seu braço direito curto e o equilibra ali enquanto bebe.

Ele come sem talheres, usando seus lábios. Ele escreve com sua boca, segurando a caneta entre seus molares, sempre no lado direito, porque não consegue escrever com seu lado esquerdo. Para vestir suas camisas, ele as levanta com uma vara, aproximadamente do mesmo comprimento que o braço que ele não tem. E então as desliza sobre sua cabeça.

Ele descobriu tudo isso por conta própria, já que não muito podia ser aprendido com outros. Nas festas de aniversário na infância, ele geralmente era tanto o herói com a cadeira de rodas bacana quanto o estranho que tinha que responder perguntas sobre seus membros ausentes.

McDavid tem quatro pais: dois em Hamburgo, que são seus pais biológicos, e dois em Bochum, onde ele cresceu. Talvez tenha sido a maior sorte de sua vida o fato de seus pais biológicos o terem colocado sob os cuidados de profissionais, porque não podiam se ver criando um filho sem braços e pernas. "Meus pais em Bochum me ajudaram enormemente ao não me ajudarem", diz McDavid. Não havia canudos em casa e, ao menos inicialmente, também não havia elevador.

Quando ele estava na quinta série e sua classe saiu para uma excursão para andar de trenó, é claro que McDavid foi junto. Ele foi preso a um trenó com um capacete na cabeça e um de seus colegas de classe conduziu o trenó. "Teria sido muito mais perigoso para mim ter ficado em casa", ele diz, porque teria sucumbido à solidão e preguiça, e não teria se tornado o combatente que é hoje.

McDavid pode dirigir usando uma van especialmente modificada, pode inspirar outros e é um ávido viajante. Ele já esteve no Brasil, Vietnã e Mianmar, e visitou Cuba com amigos em suas últimas férias. Ele está determinado a descobrir um novo país a cada ano. "Não me permito ficar parado", ele diz.

Reprodução/Facebook


Há, entretanto, coisas que ele simplesmente não pode fazer: abrir uma porta, por exemplo, ou pegar algo na prateleira do supermercado. Ele não pode tomar uma ducha sozinho. E não pode passar despercebido nas ruas.

Apesar de se recusar a ser fraco, ele com frequência precisa pedir ajuda, algo que às vezes o incomoda um bocado. Há dias em que McDavid não sai para fazer compras por não ter a energia para pedir com humor e confiança que a mulher no caixa pegue o dinheiro na carteira dele.

E há dias em que as pessoas o ajudam sem lhe perguntar se ele precisa ou deseja. Nos restaurantes, elas espetam a batata no garfo e tentam alimentá-lo. Isso o irrita ainda mais.

McDavid está estudando economia na Universidade Witten/Herdecke, na região do Ruhr, no oeste da Alemanha. Ele também faz palestras motivacionais por toda a Alemanha e está prestes a iniciar uma turnê promocional para seu novo livro. Ele gostaria de demonstrar que todos podem fazer algo de suas vidas, e que as pessoas com deficiências com frequência podem se superar se ninguém as atrapalhar.

"Sou muito afortunado porque gosto do que faço e porque posso fazer uma diferença", ele diz. Apesar do sucesso pessoal, isso não se traduz em sucesso financeiro. Apesar de McDavid trabalhar, ele precisa fazer sua contribuição mensal ao escritório de bem-estar social para compensar o Estado pela ajuda que recebe, além de arcar com parte dos custos por sua cadeira de rodas e carro especialmente modificado.

Mas o governo alemão está planejando introduzir uma nova lei que melhorará a situação para pessoas com deficiências e, a partir de 2017, permitirá a elas economizarem mais do que o teto atual de 2.600 euros (cerca de R$ 9.600) antes de precisarem contribuir. Todavia, se ainda precisarem de apoio, suas contas de poupança terão um teto de 27.600 euros, o que dificultaria a realização de sonhos maiores. Se uma pessoa inválida ou deficiente tem mais que isso em sua conta de poupança, o Estado não fornecerá assistência.

McDavid é gay, e caso decida algum dia viver com alguém, a renda e ativos de seu parceiro também seriam levados em consideração pelo Estado. A expectativa é de que isso não mudará antes do ano 2020, e mesmo lá, a mudança afetaria apenas um pequeno número de pessoas deficientes.

"Sou deliberadamente mantido pobre e solteiro", diz McDavid. Mas ele não soa amargo, pois isso não lhe ajudaria. Mas às vezes ele gostaria de poder bater com o punho na mesa.

Fonte: noticias.uol.com.br

Jovens atletas de Goalball e Judô participam das Paralimpíadas Escolares

  Jovens atletas de Goalball e Judô participam das Paralimpíadas Escolares
Foto: Meninas do Rio Grande do Norte foram campeãs na presença de crianças (Foto: Marcio Rodrigues/CPB/MPIX)

Na última sexta-feira (25), os jovens talentos do esporte paralímpico brasileiro encerraram a participação em mais uma edição das Paralimpíadas Escolares, em São Paulo. Entre as modalidades disputadas na competição, o Goalball e Judô foram representados por grandes promessas.

No Goalball, Emerson Silva e Geovana Moura foram os principais destaques. Artilheiros em suas respectivas categorias, ambos foram campeões. No masculino, a Paraíba ficou com o título, enquanto no feminino, a campeão foi a equipe do Rio Grande do Norte.

Da quadra para o tatame, o Judô Paralímpico teve o Rio de Janeiro como o campeão de medalhas. Ao todo os cariocas conquistaram oito medalhas, sendo quatro de ouro, duas de prata e duas de bronze. O Estado da Paraíba ficou com o vice-campeonato e São Paulo completou o pódio.

Ainda houve tempo de um momento mágico para muitos jovens atletas, que puderam participar de uma clínica com a duas vezes medalhista de prata em Jogos Paralímpicos, Lúcia Teixeira.

Confira todos os resultados aqui.



Fotos do evento.




Comunicação CBDV
Tadeu Casqueira - (21) 98127-0010 / (21) 98465-0765 - Whatsapp / (21) 2224-5775
tadeucasqueira@cbdv.org.br

Fonte: cbdv.org.br

Leomon comemora medalha nos Jogos Rio 2016 e acredita que goalball saiu fortalecido

Por CPB

Washington Alves/CPB/MPIX

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Leomon, na ponta direita, creditou o prêmio aos colegas de Seleção

Leomon Moreno é um dos principais nomes do goalball brasileiro e, neste ano, foi mais uma vez o destaque da modalidade. O atleta será um dos homenageados no Prêmio Paralímpicos 2016, no dia 7 de dezembro, no Rio de Janeiro. A honraria se justifica, principalmente, pela atuação do atleta na campanha que resultou na conquista da medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, em setembro.

Para o craque, a temporada não apenas o confirmou como destaque, mas também ajudou a fortalecer o goalball dentro do país. "O ano foi muito importante para a minha carreira. Levei minha segunda medalha em Jogos Paralímpicos e isso consolidou o nosso esporte também. Então foi importante para mim e para o goalball", analisou.

Leomon tem mostrado bom desempenho desde os Jogos de Londres 2012, quando fez parte da campanha prateada do Brasil. De lá para cá, o jogador ainda foi peça fundamental na conquista do Mundial de 2014, na Finlândia, quando também foi o artilheiro da competição. Contudo, Leomon sabe dividir as glórias com os companheiros de equipe.

"Faço um esporte coletivo e não dependeu só de mim alcançar os resultados. Eu tenho que estar bem em quadra, mas meu time todo precisa estar sintonizado, bem treinado. Então essas minhas conquistas de 2016 dependeram dos meus colegas de clube e de Seleção também", explicou.

Em 2016, a alegria de Leomon foi estar na Seleção durante os Jogos Rio 2016. Com toda a força que a torcida deu aos atletas brasileiros, ficar emocionado com o barulho dos torcedores não é difícil. Para o goleador, melhor do que ouvir os gritos de "Brasil! Brasil!" foi sentir que o apoio naquele momento era incondicional.

"O momento marcante foi ouvir o 'Eu acredito' das arquibancadas quando perdíamos a disputa pela medalha de bronze. Pode acreditar que essa força nos ajudou demais. Nunca vou apagar esse momento da minha memória", completou.

Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte: cpb.org.br

Paratletas são exemplo de que a vida não acaba apesar da tragédia

Alex Zanardi, Bruno Landgraf e outros superaram acidentes graves por meio do esporte

Do R7




O acidente com o avião da Chapecoense deixou 71 vítimas fatais, sendo 19 jogadores. Milagrosamente, seis pessoas sobreviveram, entre elas o zagueiro Neto, o goleiro Jackson Follmann e o lateral Alan Ruschel, que ficaram gravemente feridos e passarão por uma dura fase de recuperação, tanto física quanto psicológica. Entretanto, alguns atuais paratletas são exemplos de que, por mais difícil que seja, há como dar uma chance para a vida depois de grandes tragédias, já que a vida os deu mais uma chance. Veja a seguir

Alex Zanardi

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Zanardi, ex-piloto de Fórmula 1, viu sua vida mudar em um acidente pela categoria CART, em 2001. O italiano, então com 35 anos, brigava pela vitória no circuito EuroSpeedway Lausitz quando, depois de um pit stop, rodou na pista e foi atingido por outro carro. Zanardi teve as duas pernas amputadas acima do joelho.

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A adversidade, no entanto, não foi suficiente para que o italiano "jogasse a toalha". Em 2007, ele adotou o paraciclismo como seu novo esporte. Na modalidade, Zanardi se tornou o maior campeão paralímpico, somando quatro medalhas de ouro e duas de prata.

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Georgette Vidor

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Georgette foi outra vítima de acidentes. Em maio de 2007, a então técnica da ginástica do Flamengo viajava com a equipe para uma competição em Curitiba. Durante a madrugada, uma carreta desgovernada bateu no ônibus da delegação, deixando seis mortos e 14 feridos. Georgette sofreu uma lesão na medula e ficou paraplégica.

Georgette, no entanto, não abandonou o esporte que tanto ama. Atualmente, ela é coordenadora da seleção brasileira de ginástica.

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Brundo Landgraf

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Bruno foi revelado pelo São Paulo e foi convocado diversas vezes para defender as categorias de base da seleção brasileira. Se profissionalizou no clube paulista em 2005 e, apesar de ser o terceiro goleiro, era considerado por muitos o sucessor do ídolo Rogério Ceni. Em 2006, no entanto, Bruno sofreu um acidente de carro, que deixou dois mortos, e ficou tetraplégico. Ele ficou cerca de oito meses internado, três sem falar e outros três sem conseguir comer.

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Em 2009, o ex-goleiro passou a se dedicar à vela paralímpica. Ele já participou de duas edições de Paralimpíadas: Londres 2012 e Rio 2016.

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Fernando Fernandes

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Fernando não era atleta, mas ganhou fama ao participar do reality show Big Brother Brasil, da TV Globo, em 2002. A grande virada da vida do ex-modelo aconteceu em 2009, quando, também em um acidente de carro, ficou paraplégico. Fernando é mais um exemplo de superação por meio do esporte. Em uma cadeira de rodas, ele passou a se dedicar à canoagem paralímpica. Atualmente, ele é tetracampeão mundial na modalidade.

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Jackson Follmann, goleiro sobrevivente da Chapecoense, teve uma de suas pernas amputada abaixo do joelho. Para um jogador de futebol, viver sem seu instrumento de trabalho é uma situação triste. Os atletas citados anteriormente, no entanto, são exemplos de que o esporte é um grande aliado quando o assunto é superação.

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O zagueiro Neto vem apresentando melhoras significativas, tanto que médicos chegaram a cogitar que, futuramente, o jogador tenha condições de voltar ao futebol.

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Alan Ruschel também tem evoluído em sua recuperação. Segundo a irmã do lateral, ele, inclusive, conseguiu se comunicar com a família Saiba mais

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Leandrinho marcou três vezes e ajudou o Brasil a faturar o bronze no futebol de 7 nos Jogos Paralímpicos Rio 2016

Por CPB

Marcelo Regua/MPIX/CPB
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Leandrinho em ação na partida contra a Holanda durante os Jogos Paralímpicos Rio 2016

Autor dos três gols na vitória do Brasil contra a Holanda (3 a 1), em duelo válido pela disputa da medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, Leandro do Amaral, o Leandrinho, foi o destaque nacional do futebol de 7.

"Eu não esperava essa indicação de melhor atleta do ano na minha modalidade, mas sei que ela veio como fruto do trabalho. A gente vem se dedicando ao longo de 2016 inteiro, desde janeiro, e é muito bom ser reconhecido", afirmou o jogador.

Leandrinho tem paralisia cerebral que é decorrente de complicações no momento do parto. O jogador que nasceu em Nova Andradina (MS) chegou a tentar a carreira no futebol profissional, mas se firmou mesmo no futebol de 7 e foi peça fundamental para o Brasil na conquista do terceiro bronze na modalidade (Pequim-2008, Londres-2012 e Rio-2016).

"A experiência de jogar uma Paralimpíada foi fantástica. Infelizmente não veio a medalha de ouro, mas a de bronze veio para mostrar que empenho e dedicação não faltaram para o grupo", concluiu.

Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte: cpb.org.br

Definidas as semifinais do Campeonato Brasileiro de Basquete em Cadeira de Rodas

Por CPB

Ivo Felipe/CPB
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Um ritmo intenso marcou o segundo dia da rodada de jogos do Campeonato Brasileiro de Basquete em Cadeira de Rodas, que acontece no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo. As equipes paulistas do CAD SJRP, Gadecamp e Magic Hands lideram suas chaves na disputa pelo título nacional. As três equipes e o CAD Louveras disputam as semifinais, a partir desta sexta-feira, 2.

No primeiro jogo do dia, o Gadecamp, de Campinas, passou com tranquilidade pela Adfego, com placar de 102 a 43. À tarde, a equipe conquistou outra vitória tranquila. Dessa vez, sobre a ADFPA, por 83 a 27. Já o Magic Hands venceu o All Star Rodas Pará, por 85 a 38, e o CBPRN Tigres, por 90 a 41. O CAD SJRP também fechou o dia com duas vitórias: uma sobre o CAD Louveiras, por 72 a 62, e outra sobre a Afadefi, de Santa Catarina, por 96 a 50.

Nesta sexta, quatro partidas movimentam a competição. As semifinais acontecem a partir das 16h. O primeiro embate será entre Gadecamp e CAD Louveiras. Às 17h30, Magic Hands e CAD SJRP entram em quadra para disputar a vaga para a grande final, que ocorrerá no sábado. Pela manhã, ocorrem duas partidas que definirão as colocações do 5º ao 8º lugar.

Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte: cpb.org.br

Projeto Sons do Silêncio ensina surdos a tocar instrumentos musicais no Recife - Veja o vídeo.

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O músico e pedagogo Carlos Alberto desenvolveu um método especial para ensinar música a surdos, onde cada vibração é associada a uma nota musical

As buzinas e vozes do centro do Recife vão sumindo conforme os passos avançam na escada do velho Edíficio Almare, na Avenida Guararapes. No segundo andar, o barulho dá lugar à melodia de instrumentos musicais. A sala, quase no fim do corredor, tem grandes janelas de vidro e um quadro negro com partituras desenhadas a giz. Ajudada pela luz, as notas, desafinadas ou harmoniosas, transformam a aula de música em um ambiente tranquilizador. Mas ali, o professor e a repórter são praticamente os únicos que são embalados pela prática dos alunos. A maior parte dos estudantes nunca vai ouvir os acordes que praticam, porque eles são surdos.
No Instituto Inclusivo Sons do Silêncio, a música tem um significado diferente para a turma. Os alunos sentem na pele, no peito, assim como os ouvintes. Mas não no sentido figurado. Literalmente, por meio da vibração. Grave ou agudo, dó, ré, fá, sol, todas as notas e timbres vibram para eles e constroem a memória musical dos participantes do projeto, que teve início em julho de 2015.
Dayvinson Leandro, 29 anos, costumava “ver” desenhos, quando era criança, com a mão na televisão, para sentir a emoção do inatingível som. Até hoje ele usa o método. Edson Alves, 22, gosta de ficar próximo à caixa de som, na igreja onde o pai é pastor, para provar um pouco da empolgação dos fiéis, que batem palmas, se agitam e cantam juntos.
Foi essa capacidade de “sentir” o som que o radiologista Dean Shibata, da Universidade de Washington, descobriu ser diferente em pessoas com deficiência auditiva. O cientista revelou que a área do cérebro dos ouvintes que percebe a música é a mesma com que os surdos percebem a vibração. E foi essa pesquisa que levou o músico profissional e pedagogo Carlos Alberto Alves, o Carlinhos Lua, 47 anos, a tentar derrubar um tabu: o de que surdos conseguiriam apenas tocar instrumentos de percussão.
“Eu estava fazendo pesquisa no curso de pedagogia, e escutei um professor dizendo que o surdo não poderia tocar violino. Que saxofone era impossível. Que o instrumento natural do surdo é percussão. Como eu já fazia curso de libras, no aniversário do meu professor toquei saxofone e ele se emocionou. Perguntei se ele estava ouvindo e ele falou que não, mas que sentia a vibração”, recorda o idealizador do instituto.
Carlinhos Lua observou, então, que ele próprio conseguia sentir essa vibração, mas de dentro do instrumento. Uma peça chamada palheta provoca a sensação. Ele colocou na cabeça, então, que ensinaria surdos a tocar saxofone. Aprofundou as pesquisas e conheceu o método Tadoma, em que um surdo-cego coloca a mão no rosto e garganta da pessoa que fala de forma a sentir a vibração das cordas vocais.
A partir daí, desenvolveu um método próprio de ensino. Ao reproduzir uma nota, toca no ombro do aluno para que ele sinta a vibração. Indica a posição no instrumento e, uma vez que a pessoa tenha conseguido emitir o som corretamente, passa para o ensino da partitura.
Por causa dessas características, o aprendizado é mais lento que o dos ouvintes, mas surte efeito. José Hilton, 23 anos, conseguiu tocar um trecho de música depois de passar o fim de semana praticando em casa com o violão emprestado do projeto. Os gêmeos Anderson e Alexsson Lima, 22 anos, os primeiros alunos da turma, são os mais avançados e produzem as notas com afinação. “Sou humilde, mas a música me torna mais confiante, capaz”, conta Alexsson. Uma mudança que ele aguardou por dois anos em uma escola de música que frequentava antes do projeto, onde só deixavam que ele observasse ouvintes tocando, sem permitir que tocasse instrumentos.
Orquestra inclusiva
Para encontrar alunos dispostos a provar sua teoria, Carlinhos Lua percorreu escolas onde pessoas com deficiência auditiva estudavam. O primeiro a se interessar foi Anderson, que depois levou seu irmão gêmeo às aulas. Só que os dois não queriam tocar saxofone, e sim trompete de vara. “Passei o fim de semana estudando com o instrumento de um amigo e dei aula na segunda. Assim que começou”, lembra o saxofonista. Quanto mais pessoas buscavam a aula, mais se diversificava o interesse pelos instrumentos: violão, teclado, até tuba.
Foi assim que começou o sonho de Carlinhos, ainda nos passos iniciais, de criar o que ele acredita ser a primeira orquestra filarmônica inclusiva que tem o surdo em instrumentos variados, não só percussivos. Seus alunos vibram com a ideia. “Quero ser o primeiro tecladista surdo do mundo. O ouvinte vai ficar admirado, vou ficar famoso”, vislumbra Edson. “Vou viajar para São Paulo, para o exterior, tocando”, planeja Dayvinson, ambos se comunicando por libras e sendo traduzidos pelo professor.
A proposta é incorporar também pessoas com outras deficiências e músicos sem deficiência nenhuma. O professor quer evitar que o público veja a orquestra de uma forma estigmatizada. “A música não exclui ninguém, o que exclui são as pessoas. Se você tirar uma foto das pessoas com instrumentos na mão, não vai identificar a deficiência de ninguém. Vai ser um trombonista, um saxofonista. Não vai ser um surdo, cego. Não vai ser um deficiente, vai ser um músico.”
Falta de apoio
O Sons do Silêncio foi um dos selecionados para incubação no Porto Social, iniciativa que ajuda a formalizar e capacitar projetos sociais para que conquistem melhores resultados e apoio financeiro. O instituto agora tem estatuto e CNPJ, mas ainda não conseguiu financiadores para a orquestra.
O maior entrave é a falta de instrumentos. O saxofone é do próprio professor, eles trocam apenas a boquilha. O trombone é emprestado de um amigo; o violão é do filho dele. A única doação que recebeu foi a de um violino, entregue por uma jornalista. A turma já chegou a 20 alunos, mas hoje tem 12, por causa da evasão. “Um aluno surdo passou quase dois meses afastado porque não tinha violão. Surdo não tem paciência para ficar só na teoria, só lendo”, conta Carlinhos.
Afinadores eletrônicos também ajudariam, porque os surdos não conseguem afinar o próprio instrumento. Hoje, um tempo da aula é dedicado à afinação, feita somente pelo professor e por Wilson Teixeira, 25 anos, produtor de eventos e músico amador que tem deficiência visual e integra o grupo.
“Muitas vezes nós, as pessoas com deficiência, somos barrados. [O cidadão com deficiência] visual já é [barrado], quem dirá auditivo. Temos esse breque no Conservatório de Música justamente por isso. Encontrar o projeto, a calma que ele tem de ensinar, o método que ele desenvolveu diante de muito estudo, é uma coisa fantástica”, elogia Wilson, que destaca a proposta inclusiva do projeto. “A inclusão é isso, não é só reunir um grupo de pessoas com deficiência. É juntar todo mundo, quem tem e quem não tem deficiência. É por isso que lutamos”, completa.
Tecnologia pode ajudar
Carlinhos Lua sonha ainda mais alto que a orquestra. Um dos projetos dele é usar a tecnologia para sofisticar seu método de ensino. Criou, com um amigo, um aparelho para amplificar a vibração do instrumento. Nada complicado, e sim engenhoso: um microfone ligado por um cabo a uma caixinha de som adaptada para ficar confortável ao toque. A máquina é usada como uma pulseira, e a boca da caixinha fica colada à pele. Agora falta aprimorar a vibração do agudo, que ainda é muito fraca.
Cada vez mais inserido no mundo dos surdos, o professor passou também a identificar outras dificuldades, e pretende ampliar a atuação do instituto para ajudar a ultrapassar esses obstáculos. “O surdo entra na escola muito tarde, segundo li. A família esconde a pessoa dizendo que é amor, proteção, mas atrapalha a formação. Quando ele cresce, coloca o menino em uma escola pública. A professora não sabe nada da cultura do surdo, sem saber libras, que é a primeira língua dele. A gente também está preocupada com isso, e queremos criar um centro de formação para ensinar libras e fazer com que entrem na escola em idade correta”, ressalta Carlinhos Lua

CAPACITISMO NÃO DA!

Dia 03 é o Dia Internacional da Pessoa Com Deficiência, invés de comemorar eu quero te convidar para falar sobre uma assunto sério e que tem a ver com esse dia. Vamos falar de "CAPACITISMO"!


Assim como o "racismo" é constituído por todo tipo de preconceito associado às raças e etnias, o "Capacitismos" é constituído por todas as atitudes ou pensamentos que inferiorizam as pessoas com deficiência devido a sua condição física/intelectual!

Só quem tem alguma deficiência, ou convive com alguma pessoa com deficiência, sabe que esses tipos de preconceitos acontecem todos os dias. Basta sair de casa que já nos tornamos alvo do capacitismo.


O capacitismo ocorre quando:

  • Alguém dá esmola para um cadeirante, sem saber se ele realmente está pedindo ou precisando;
  • Alguém pega uma pessoa com deficiência visual no braço e o faz atravessar a rua, sem ao menos ele pedir;
  • Acham que a pessoa com deficiência é solteira, por não acreditar que ela é capaz de arrumar alguém;
  • Conversam com uma pessoa com deficiência como se tivesse conversando com uma criança;


Entre outras coisas...

Mas, muitas pessoas com deficiência também cometem estes erros com si próprio, como por exemplo:

  • Quando se fazem de coitados só por ter uma deficiência;
  • Quando utilizam a sua deficiência para ser um "exemplo de superação";
  • Quando aproveitam a sua deficiência para tirar vantagem de outros;

Estes são apenas alguns exemplos, mas o Capacitismo é muito mais do que isso.

Se você refletir bem, vai perceber que essas atitudes apenas fazem que a sociedade continuem nos vendo como diferentes, incapazes, coitados e menos do que uma pessoa SEM deficiência. 

É claro que a falta de transporte coletivo é muito ruim, a falta de acessibilidade nos locais públicos é horrível, mas o maior problema que enfrentamos hoje em dia são esses tipos de preconceitos que muitas vezes parecem não ser preconceitos, mas ferem profundamente o emocional e psicológico das Pessoas Com Deficiência.

Pensando justamente nisso, foi criado uma campanha onde todos podem participar e ajudar escrevendo frases em suas redes sociais (Facebook/ Twitter...) começando com a seguinte tag #ÉCapacitismoQuando ... e escrever a sua opinião sobre isso.

Você também pode alterar a imagem do seu perfil no Facebook e mostrar para todos que você é contra o Capacitismo e ao mesmo tempo vai fazer que as pessoas conheçam esse novo termo e comecem a refletir sobre isso.



Para alterar a sua foto do perfil e se juntar a nós, clique AQUI!


Chega de tratarem as Pessoas Com Deficiência de maneira diferente, diga não ao capacitismo!

Fonte: cantinhodoscadeirantes.com.br


                             



Prêmio Global reconhece, na ONU, as Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência

No dia 02 de Dezembro, a Organização das Nações Unidas, em Nova York, será cenário da entrega do Prêmio “Reconhecimento Global Boas Práticas para Trabalhadores com Deficiência”. Realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, visa dar reconhecimento público internacional às boas práticas das empresas na inclusão e inserção dos profissionais com deficiência no mercado de trabalho. Haverá transmissão ao vivo (live), a partir das 16h15 (horário do Brasil) pelo link: live: http://webtv.un.org/


Governador de  São Paulo Geraldo Alckmin, durante o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência, que deu origem ao prêmio internacional Reconhecimento Global Boas Práticas para Trabalhadores com Deficiência

A entrega do Prêmio será na ONU, em comemoração ao 10º aniversário da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, importante instrumento jurídico, com status, no Brasil, de emenda constitucional, que garante e amplia direitos ao segmento das pessoas com deficiência. Os finalistas receberão a premiação das mãos da Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella. 

O objetivo do reconhecimento público é estimular as empresas a aumentar, em seu quadro de profissionais, os trabalhadores com deficiência, por meio de estratégias de criação e manutenção participativa, produtiva e igualitária em seu ambiente de trabalho, com contribuições substantivas no contexto de uma economia forte e sustentável, pautada em valores humanos.

Participam da premiação as empresas selecionadas e inscritas no Prêmio “Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência”, iniciativa da Secretaria, realizado nos anos de 2014 e 2015. As vencedoras, finalistas e também as demais empresas que participaram da edição estadual foram convidadas a participar do “Reconhecimento Global Boas Práticas para Trabalhadores com Deficiência”.

O custo para participação da cerimônia de entrega do Prêmio, nos Estados Unidos, ficou a cargo das próprias empresas.  As finalistas receberão simbolicamente um troféu, o reconhecimento de suas estratégias de inclusão profissional e divulgação em publicações em inglês e espanhol, divulgadas pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo.

O Prêmio conta com a Assessoria Especial para Assuntos Internacionais do Governo do Estado de São Paulo, da consultoria i.Social e suporte do UN Global Compact, além de parcerias com agências internacionais como a FRAmericas, ICCC, IDA, RIADIS, PNUD e Rede Brasil do Pacto Global.

Também conta com o apoio de representações diplomáticas sediadas no Estado de São Paulo e de suas Câmaras de Comércio Exterior, especialmente dos países que tem legislação específica voltada à empregabilidade de pessoas com deficiência.

SERVIÇO
Prêmio Reconhecimento Global Boas Práticas para Trabalhadores com Deficiência
Data: 02 de dezembro de 2016, a partir das 16h
Local: Organização das Nações Unidas – ONU
Mais informações: http://pmeri.sedpcd.sp.gov.br/