sábado, 18 de março de 2017

7 utensílios para pessoas com deficiência usarem na cozinha

                          Fotos: Divulgação
                          
                          Legenda: Utensílios acessíves e seguros

Por conta das dificuldades motoras, pessoas com deficiência ou com doenças degenerativas que tenham mobilidade reduzida já podem pensar em ter mais praticidade, segurança e independência na cozinha. Isso porque alguns produtos de utilidades domésticas com adaptações estão surgindo no mercado.

Mais que facilitar a abertura de potes ou simples ato de segurar uma escumadeira, tais produtos podem devolver para muitos o prazer de preparar seus próprios alimentos, e até mesmo para comer sozinho.

Fácil de abrir
Para quem tem dificuldades para utilizar as mãos, produtos com fácil abertura, como os recipientes da Canister podem ser abertos e fechados com um simples toque e são ideais para pessoas que não têm força para abrir ou fechar tampas de rosca, que exigem movimentos um pouco mais complexos como torcer ou girar, além de força física. Já para abrir os potes tradicionais, existe ainda um adaptador que facilita o movimento de abrir e fechar.

                A imagem está no formato retangular na vertical. Nela contém três potes transparentes, com tampa branca. Fim da descrição.
  Legenda: Os recipientes da Canister podem ser abertos e fechados com um simples toque

Preparando os alimentos

Utensílios adaptados facilitam a preparação da refeição, deixando esse momento mais seguro e prazeroso. Entre os itens, destacamos a tábua de cozinha com ventosas para garantir sua fixação na mesa e com faca anexada com uma dobradiça pivô que permite o corte através de um arco de 90 graus. O design especial aumenta a segurança ao cortar o alimento para aumentar a independência na cozinha para as pessoas com o uso de uma mão, indivíduos com motor fino ou tremores.

Outra opção é a faca com lâmina curvada que permite um movimento de balanço, tornando as carnes de corte e legumes muito mais fácil.

Suporte para panelas evitam que elas se movam no fogão durante o preparo dos alimentos.


                        A imagem está no formato retangular na vertical. Nela contém uma A faca com lâmina curvada e o cabo na cor preta. Fim da descrição.
Legenda: A faca com lâmina curvada permite um movimento de balanço facilita o corte de carnes e legumes



                           A imagem está no formato retangular na horizontal. Nela contém uma faca cortando uma tortinha que está sobre uma tábua branca. Fim da descrição.
Legenda: A tábua de cozinha com ventosas e faca anexada com dobradiça que permite o corte a 90 graus

Comer e beber com segurança

Projetados para auxiliar a destreza e aumentar a independência e a segurança durante as refeições, os produtos de mesa da Suitye Easyeat são coloridos, ergonômicos e práticos. O kit vem com talheres de plástico leve e resistente e com adaptações nos cabos, facilitando o manuseio, além de suporte de duas alças, suporte antiderrapante para copo e prato especial antiderrapante, com tampa e borda de segurança. Quem precisa apenas de uma borda de segurança, podecontar com protetores de acrílico ou de aço inoxidável, que evitam que os alimentos sejam empurrados para fora do prato.

Outro produto é o copo desenhado especialmente para pessoas com dificuldades para engolir, que permite aos usuários manter o queixo em uma posição mais baixa, enquanto levam o copo até a boca, facilitando os mecanismos de deglutição, além de direcionar o líquido para o centro da boca, evitando que ele escape pelas laterais.

Já para casos menos complexos existem ainda copos com tampa e abertura para canudos ou ainda suporte para copos e canecas, que dão a opção de uma alça adicional ao usuário.

Em talheres, também estão disponíveis produtos com cabos ergonômicos.

  A imagem está no formato retangular na horizontal. Nela contém uma salada dentro de um prato com protetores na borda. Fim da descrição.
Legenda: Protetores de borda evitam que os alimentos sejam empurrados para fora do prato

                A imagem está no formato retangular na horizontal. Nela contém um prato na cor transparente com um protetor de alumínio na borda. Fim da descrição.
Legenda: Legenda: Protetores de borda evitam que os alimentos sejam empurrados para fora do prato


            A imagem está no formato retangular na vertical. Nela contém uma caneca de plástico branca, com um líquido amarelo dentro. Fim da descrição.
Legenda: O copo ganhou design especial para facilitar os mecanismos de deglutição e evitar vazamentos


                             A imagem está no formato retangular na horizontal. Nela contém uma caneca preta e branco com duas alças, duas bolachas e uma colher ao lado. Fim da descrição.
             Legenda: Suportes para canecas dão a opção de uma alça adicional ao usuário


A imagem está no formato retangular na horizontal. Nela contém um kit O kit Suitye Easyeat com talheres, suportes antiderrapantes e prato com tampa e borda de segurança. Fim da descrição.
Legenda: O kit Suitye Easyeat com talheres, suportes antiderrapantes e prato com tampa e borda de segurança

Serviço: caregiverproducts.com/kitchen.html

Fonte: revistaincluir.com.br

Fundação Dorina Nowill abre vagas para curso de audiodescrição

Foto: Divulgação

A imagem está no formato retangular na horizontal. Nela contém um fundo preto e na parte central tem um logotipo com as inicias AD e abaixo está escrito Curso Audiodescrição. Fim da descrição.
Legenda: Fundação Dorina Nowill promove curso de audiodescrição

A Fundação Dorina Nowill para Cegos anuncia a primeira turma de 2017 do Curso de Audiodescrição. As inscrições estão abertas  e o curso tem como público-alvo assistentes e produtores editoriais, jornalistas, comunicadores, produtores culturais, autores, ilustradores, cineastas, produtores de audiovisual, editores de áudio e vídeo, roteiristas, bibliotecários e qualquer interessado em tornar seus produtos mais acessíveis às pessoas com deficiência visual.

O Curso de Audiodescrição acontece na Fundação Dorina, de 27/03 a 31/03 , com carga horária de 40 horas e oferece noções básicas do recurso que auxilia pessoas com deficiência visual a entenderem como está o ambiente; o que está acontecendo em filmes ou programas de televisão; como é a obra de arte no museu, entre outras informações visuais. Muito versátil e fácil de aplicar, a audiodescrição vem cada vez mais se difundindo nos produtos culturais brasileiros.

O valor do curso vai de R$621 a R$690. Para saber sobre a programção e se inscrever, acesse: http://migre.me/wfWHV.

Projeto promove inclusão de crianças e adolescentes com autismo

Iniciativa da Fundação Projeto Diferente atende 64 crianças de Fortaleza

A instituição promove apoio terapêutico e psicopedagógico à crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista (Foto: Divulgação)
A instituição promove apoio terapêutico e psicopedagógico à crianças e adolescentes com autismo (Foto: Divulgação)

Em 2015, a Fundação Projeto Diferente completa 25 anos de atendimento a pessoas com autismo e outros transtornos do desenvolvimento. A instituição promove apoio terapêutico e psicopedagógico às crianças e suas famílias. Este ano, mais uma vez, o projeto Ação e Movimento com Crianças e Adolescentes e Jovens com Transtorno do Espectro Autista é um dos apoiados pelo Criança Esperança.

A coordenadora do projeto, Alana Ribeiro, conta que o Ação e Movimento favorece principalmente a autonomia e interação social das crianças através das oficinas.

A Fundação auxilia crianças e adolescentes que sofrem de transtorno do espectro autista ou outras síndromes. Além do reforço escolar e das oficinas presenciais, nós também inserimos atividades que podem ser feitas em casa, como artes - aponta.

Alana diz ainda que com o apoio do Criança Esperança, a Fundação pretende comprar um veículo para fazer atendimentos terapêuticos em domicílio.

O maior problema é que nós não tínhamos como fazer nenhum atendimento fora daqui. Agora vamos poder comprar um veículo de passeio e também poderemos financiar despesas com pagamento de pessoal e comprar mais material pedagógico - conta.

Os benefícios do projeto, que atende atualmente 64 crianças e adolescentes, podem ser medidos pelos pais dos alunos, como Paula Andressa que é mãe de Ana Beatriz, de nove anos. Ela conta que antes de frequentar a Fundação, a filha tinha muitos problemas na escola.

O projeto transformou a nossa vida. Ela tinha muitas inquietações comportamentais e os professores não sabiam lidar com ela. Hoje em dia sair com a Ana Beatriz é outra coisa, a gente pode frequentar todos os lugares - ressalta.

Paula conta também que a Fundação oferece apoio aos familiares da criança com autismo.

Às vezes a mãe não sabe lidar com o filho que tem autismo e prende a criança dentro de casa. Aqui a gente aprende que não precisa ser assim. Eu fico muito feliz com a melhora da minha filha. Que mãe não ficaria? - comemora.

Sobre o Criança Esperança
Há 30 anos o Criança Esperança cria oportunidades de desenvolvimento para crianças, adolescentes e jovens. Este ano são apoiados 101 projetos em todas regiões do Brasil, além dos quatro Espaços Criança Esperança, localizados no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco – beneficiando, diretamente, cerca de 32 mil crianças.

É possível fazer doações durante o ano inteiro pelo site do Criança Esperança (www.criancaesperanca.com.br).

Os recursos arrecadados são depositados diretamente na conta da Unesco, que é responsável pela seleção de projetos, por meio de edital público, realizada anualmente. Após a seleção, a Unesco monitora e faz o acompanhamento técnico e financeiro dos projetos apoiados.

O Criança Esperança é uma campanha da Globo com a Unesco em parceria com milhões de brasileiros.

Paraná TV circula com cadeirante para mostrar acessibilidade em Foz do Iguaçu - Veja o vídeo.

                       Resultado de imagem para Paraná TV circula com cadeirante para mostrar acessibilidade em Foz do Iguaçu

Click AQUI para ver o vídeo.

Fonte: g1.globo.com

Pilar do Sul recebe exposição sobre história de pessoas com deficiência

Exposição itinerante mostra a luta de deficientes e conquistas. Documentos ficarão expostos até 27 de março; entrada é gratuita.

Foto: Reprodução
Descrição da imagem: Homem de perfil com cadeira de rodas observa o painel que trata do paradesporto, intitulado “Eliminar Estigmas, derrubar preconceitos e quebrar recordes”.

A exposição itinerante “Memorial da Inclusão: Os Caminhos da Pessoa com Deficiência” estará até o dia 27 de março na Secretaria Municipal de Educação de Pilar do Sul (SP), localizada na avenida Papa João XXIII, 1175, no bairro Campo Grande.

A exposição é composta por 12 painéis que são uma síntese da exposição permanente situada na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, localizada na Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564.

O espaço reúne aproximadamente 700 documentos sobre o movimento social das pessoas com deficiência, suas lutas e conquistas, aborda cada uma das quatro deficiências - auditiva, visual, intelectual e física – e conta com atrações como a Sala Preparatória dos Sentidos: um local escuro com painéis de texturas diversas, alteração de temperatura e sensores sonoros e olfativos.

Serviço
Exposição itinerante “Memorial da Inclusão: Os Caminhos da Pessoa com Deficiência”
Data: Até o dia 27 de março
Local: Secretaria Municipal de Educação de Pilar do Sul
Endereço: Av. Papa João XXIII, 1175

Fonte: g1.globo.com

Síndrome de Down: “Nossa filha tem uma deficiência, mas nós também temos as nossas. A diferença é que a dela tem comprovação médica - a nossa ainda não descobrimos”

Mariângela, 26 anos, é mãe de Maria Isabel, 1 e 9 meses. Ela descobriu a condição da filha após o nascimento e conta que, com ela, aprendeu a amar mais e melhor

Por Depoimento a Andrezza Duarte

Maria Isabel, 1 ano e 9 meses (Foto: Acervo pessoal)
Maria Isabel, 1 ano e 9 meses (Foto: Acervo pessoal)

“Descobrimos que nossa princesa tinha Síndrome de Down no dia seguinte ao seu nascimento. Maria nasceu em uma sexta-feira, dia 12/06 (Dia dos Namorados ❤). Foi um parto rápido e às pressas, pois com 36 semanas eu já não tinha mais líquido amniótico, portanto, adiantamos sua chegada.

Nasceu bem, chorou, abriu os olhinhos e até nos presenteou com o que parecia um sorriso. Esperávamos nossa bebê no quarto que dividíamos com outro casal, cujo bebê havia nascido junto com a Maria.

O bebê do casal logo chegou, mas nossa filha não. Preocupados, questionamos algumas enfermeiras, mas não tivemos notícia. Às 7h, a pediatra que acompanhou o parto entrou no quarto e disse: "Bom dia! A filha de vocês está ótima! Como ela é muito pequena, a deixamos em observação até fazer alguns exames. Ah, ela tem traços de alguma síndrome, tem um probleminha no coração e nós ainda não conseguimos resposta do exame do ouvidinho.

Mas ela está bem e daqui a algumas horas ela poderá vir ao quarto". E saiu. Eu e o meu marido ficamos sem entender nada - e apavorados. Assim que conseguimos quebrar o silêncio, falamos um ao outro: “Você entendeu? Tá tudo bem? Vamos fazer o possível para que tudo fique bem. Já amamos nossa pequena e nada vai mudar nosso amor.” Senti como se eu tivesse montado um grande quebra-cabeças durante toda a minha gestação e, quando fomos ao hospital para finalmente receber nossa filha nos braços, emoldurei esse quebra-cabeças. Mas ao receber a notícia, foi como se quebra-cabeças tinha quebrado nas minhas mãos. Afinal, foi um susto imenso, pois o pré-natal não acusou qualquer problema.

Não foi fácil: quando se engravida, não se gera apenas um bebê, se geram sonhos e desejos, cria-se expectativas. E quando alguma coisa foge do esperado, nos frustramos.

E foi o que aconteceu quando soubemos da condição de Maria Isabel: ficamos de luto por alguns dias. De luto por nossos sonhos e expectativas. E foi importante para chorar, sofrer, cair no chão, chorar horrores. Mas depois, a gente levantou o rosto e enxergou aquele ser magnífico e perfeito à sua maneira. E pudemos dizer, de coração, “Eu Te Amo”. E foi o “Eu Te Amo” mais sincero do mundo. E esse amor nos fez transformar uma notícia "ruim" em uma maravilhosa! Sim, ela tem uma deficiência, mas nós também temos as nossas. A diferença é que a dela tem comprovação médica - a nossa ainda não descobrimos.

Maria Isabel com o irmão, Pedro Miguel, de 5 (Foto: Acervo pessoal)
Maria Isabel com o irmão, Pedro Miguel, de 5 (Foto: Acervo pessoal)

Acredito que o maior desafio de ter um filho com Síndrome de Down é desconstruir o preconceito das pessoas. É fazê-las entender que, sim, é uma criação desgastante e corrida, com terapias e consultas médicas. Ao mesmo tempo, fazê-las entender que, apesar de tudo isso, somos felizes e mais completos. É comum ouvir os pais dizerem que queriam que o tempo passasse mais devagar, que desejaria que seu filho ainda fosse pequeno. Tenho esse privilégio, de ter uma filha pequena por mais tempo. O que não me impede de curtir cada conquista como se fosse uma medalha de ouro nas Olimpíadas.

Com Maria Isabel, eu aprendi a dar valor aos mínimos detalhes. Sou mais paciente, mais compreensiva, aproveito mais o tempo com meus filhos, sorrio mais, amo mais e amo melhor. Hoje vivo como jamais vivi. Vivo como todas as mães deveriam viver e experimento todos os sentimentos que uma mãe deveria sentir. Mas que só pude ter quando Maria Isabel chegou para mudar a nossa dinâmica. Quando nasce uma criança com Síndrome de Down, nasce também uma família. É como se tivéssemos o prazer de acolher um anjo em nossa casa. Um anjo que nos ensina a amar, a sorrir, a chorar, a compreender, a ter paciência, a acreditar, a perseverar... A viver!”

A família de Maria Isabel  (Foto: Acervo pessoal)
"Hoje vivo como jamais vivi. Vivo como todas as mães deveriam viver e experimento todos os sentimentos que uma mãe deveria sentir" (Foto: Acervo pessoal)

Mariângela dos Santos, 26 anos, esposa de Rodrigo, 33, mãe de Maria Isabel, 1 e 9 meses, e Pedro Miguel, 5

Fonte: revistacrescer.globo.com


São Paulo sedia Jogos Parapan-Americanos de Jovens no Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro

Na segunda-feira, 20 de março, às 18h, será realizada, no Centro de Convenções do Anhembi, a abertura dos Jogos Parapan-Americanos de Jovens 2017. Entre os participantes, a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella, entre outras autoridades.


Atletas de basquete em cadeira de rodas

Os jogos acontecerão de 20 a 25 de março no Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro, espaço da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, e reúne cerca de 800 atletas com idade entre 13 e 21 anos, de 20 países.

A delegação brasileira conta com 172 atletas divididos nas 12 modalidades disputadas: atletismo, bocha, futebol de 5, futebol de 7, goalball, judô, halterofilismo, vôlei sentado, natação, tênis de mesa, basquete em cadeira de rodas e tênis em cadeira de rodas. Desses 172 atletas que compõem a lista, 48 nasceram no estado de São Paulo. A delegação completa, incluindo acompanhantes, chega a 260 pessoas.

Das 12 modalidades apenas tênis em cadeira de rodas será disputado no Clube Esperia, As outras onze modalidades serão disputadas no CT Paraolímpico Brasileiro. A última competição ocorreu em Buenos Aires, há quatro anos e o Brasil liderou o quadro geral, com 209 medalhas, sendo 102 de ouro, 65 de prata e 42 de bronze.

O acesso às competições será gratuito.

SERVIÇO
Abertura Jogos Parapan-Americanos de Jovens 2017
Data: 20 de março
Horário: 18h
Local: Centro de Convenções Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209 - Parque Anhembi, São Paulo

Justiça realiza Encontro Estadual com Gestores Municipais sobre Direitos Humanos e Cidadania

Na manhã de sexta-feira, 17 de março, aconteceu na sede da Secretaria de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania o I Encontro Estadual com Gestores Municipais sobre Direitos Humanos e Cidadania. O encontro reuniu prefeitos, secretários e diretores municipais com atuação nas áreas de Direitos Humanos e Cidadania.

Secretária Dra. Linamara Rizzo Battistella e o Secretário Márcio Elias Rosa

A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella, participou da abertura, junto com o Secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania, Márcio Fernando Elias Rosa.

Segundo a Secretária, “não podemos pensar em direitos humanos, sem pensar em todos os humanos, pessoas com e sem deficiência e é nessa sinergia, nessa garantia de acesso aos direitos para todos, que vamos avançando no processo civilizatório”.

Ela agradeceu ao secretário Márcio Elias Rosa “por fazer este encontro, por trazer essa discussão e por permitir que nós possamos também apresentar as nossas ações e mostrar de que maneira o município e os gestores podem produzir ações nos municípios, que atinjam a todos, pessoas com ou sem deficiência”.

“Eu destaco o recorte da deficiência, porque ajuda a sociedade a ser sustentável, pois mostrando os direitos das pessoas com deficiência para abrir uma janela de oportunidades, nós estamos construindo acesso para todos. Este recorte das pessoas com deficiência, que é a maior minoria do planeta: um bilhão de pessoas com deficiência no planeta Terra e 45 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência, tem um grande significado para a sustentabilidade também dos direitos do idoso”, completou.

Na parte da tarde os gestores municipais receberam informações sobre as ações realizadas em conjunto entre as Secretarias da Justiça e dos Direitos da Pessoa com Deficiência e outras Secretarias. Foram apresentados o Programa Estadual de Prevenção e Combate à Violência contra as Pessoas com Deficiência e as ações, realizadas conjuntamente, com o FID (Fundo de Interesses Difusos), como o Projeto Bibliotecas Acessíveis, como exemplo. O obejtivo do intercâmbio de informação é identificar possibilidades de colaboração e futuras parcerias com os municípios.

O evento também contou com espaço destinado à apresentação dos serviços de entidades vinculadas e parceiras da Secretaria da Justiça, como a própria Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a Fundação Procon, Fundação Instituto de Terra do Estado de São Paulo (Itesp), o Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (IMESC) e o Instituto de Pesos e Medidas (IPEM).

Jackson Follmann vibra com os primeiros passos: 'Fiquei bobo, parecendo criança com brinquedo novo'

Nos bastidores do 'Altas Horas', ex-goleiro da Chapecoense recebe carinho da namorada e fala de encontro com Lais Souza. 'Ela mandou eu ter muita fé'

Por Aline Nunes (texto) e Carol Caminha

    (foto), Gshow, São Paulo

A entrevista nem havia começado, Jackson Follmann nem sabia como seria o bate-papo, mas se antecipou na distribuição de sorrisos quando escutou a palavra "entrevista". "Entra, guria! Senta onde for melhor! Você é gaúcha?." 

Com a cuia de chimarrão encostada no sofá e toda família acomodada em volta, o ex-goleiro da Chapecoense fez do camarim do Altas Horas a sua sala de estar. "Estou muito feliz de estar (aqui), muito mesmo."

    Follmann se diverte no programa de Serginho Groisman (Foto: Carol Caminha/Gshow)

Cada convite de entrevista, sessão de fisioterapia ou passo que o atleta dá, ele vibra. "Eu fiquei muito feliz de ter colocado a prótese, sabe? Era uma vontade muito grande que eu tinha, ficar de pé e caminhar novamente. E, graças a Deus, ele me deu essa oportunidade. Só tenho a agradecer", diz ele, com o típico sorriso no rosto, enquanto recebe massagem nos pés da noiva Andressa Perkovski, sua parceira há cinco anos.

Há um pouco mais de uma semana com a prótese, Jackson ainda lembra da sensação do primeiro momento em que ficou de pé de novo. "A sensação foi tão boa! Eu fiquei até bobo, parecia uma criança com algum brinquedo novo ou doce. Estava rindo à toa. E ver minha família rindo também me deixou muito contente."

   Lais Souza e Follmann almoçaram juntos com as respectivas famílias (Foto: Arquivo Pessoal )

Focado na recuperação, ele sabe que a trajetória será difícil, mas coloca a esperança em primeiro lugar. "A recuperação exige paciência, preciso respeitar meu corpo e fazer tudo o que os médicos estão me ensinando. Mas se fizer tudo isso, tenho certeza que logo, logo estou caminhando."

A ex-ginasta Lais Souza, que em 2014 sofreu um acidente de esqui e teve uma torção na coluna cervical, tem ajudado o atleta na recuperação. Por telefone e num encontro com os familiares dos dois, eles trocaram experiências e votos de otimismo. "A Laís é uma guerreira. Ela pegou meu contato com o preparador da Chapecoense e me procurou. Ela mandou eu ter fé e me desejou sorte."

    Follmann posa com a namorada no camarim do 'Altas Horas' (Foto: Carol Caminha/Gshow)

Follmann tem seguido os conselhos de Lais e dos médicos à risca, e explorado também seu lado curioso. "Vou estudar música, assim como vou estudar muitas coisas. É um momento que vou buscar muita coisa. Estou assim, bem curioso", conta o jovem de Alecrim (RS).

No esporte ou na música, Andressa acompanhará o parceiro. E ele só aumenta a listinha de planos. "No momento que caminhar sozinho, sem a ajuda de ninguém, vamos sentar e remarcar o casamento. Se Deus quiser, vai ser logo, logo." Tímida, a jovem só concorda com o noivo. "Vai sim."

Fonte: gshow.globo.com

Arlindo Cruz sofre AVC e aguarda transferência para hospital

As informações são do jornal Extra

Do R7


Arlindo Cruz Divulgação

Arlindo Cruz sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na tarde desta sexta-feira (17), em casa. As informações são do jornal Extra. De acordo com a publicação, o cantor foi levado para a UPA da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, a até a noite aguardava transferência para um hospital particular. Arlindinho Cruz, filho do sambista, contou que o estado do pai é estável.

Ele está respondendo, eu pergunto, ele responde. Só eu posso entrar onde ele está.

Ainda de acordo com o jornal, o filho do cantor estava nervoso, pois o plano de saúde do pai ainda não havia liberado o traslado.

A ambulância está demorando a vir. Mais tarde vamos enviar um comunicado sobre o que aconteceu.

O cantor teria sido encontrado pela mulher Babi, desacordado em casa. O sambista teria um show em São Paulo, nesta sexta-feira (17).

AVISO DE PAUTA: Coletiva de abertura do Parapan de Jovens com presidentes dos Comitês Paralímpicos Internacional, das Américas e Brasileiro

Por CPB

Divulgação CPB
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O presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), Sir Philip Craven, participará da coletiva de imprensa

O presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), Sir Philip Craven, o presidente do Comitê Paralímpico das Américas (APC), José Luis Campo, e o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e vice-presidente do IPC, Andrew Parsons, concederão entrevista coletiva nesta segunda-feira, 20, às 10h30, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, sobre a abertura dos Jogos Parapan-Americanos de Jovens São Paulo 2017.

Além dos executivos do IPC, APC e CPB, também participarão da conferência de imprensa a mesa-tenista brasileira Danielle Rauen, medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, e o nadador mexicano Raúl Gutiérrez Bermúdez, participante do projeto Road to São Paulo da Agitos Foundation, do IPC.

Danielle Rauen participa pela segunda vez de uma edição do Parapan de Jovens. Há quatro anos, a catarinense estreou em competições internacionais nos Jogos Parapan-Americanos de Jovens de Buenos Aires.

Os jornalistas interessados em acompanhar a coletiva devem estar credenciados para os Jogos Parapan-Americanos de Jovens São Paulo. Quem ainda não credenciou, basta entrar no link (https://db.ipc-services.org/accreditation/sao-paulo-2017/media), preencher o formulário e retirar a credencial no dia 20, a partir das 9h, no Centro de Imprensa do evento.

O Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro está localizado na Rodovia dos Imigrantes, Km 11,5 (ao lado do São Paulo Expo).

Ainda na manhã do dia 20, o Parapan de Jovens já tem as primeiras disputas no futebol de 7 (para atletas com paralisia cerebral). Às 9h30, a Argentina enfrenta a Venezuela. Às 11h45, o Brasil faz a estreia contra a Colômbia.

Cerca de 800 atletas, com idade entre 13 e 21 anos, de 20 países, participarão do Parapan de Jovens São Paulo 2017. O programa da competição contará com 12 modalidades: atletismo, bocha, futebol de 5, futebol de 7, goalball, judô, halterofilismo, vôlei sentado, natação, tênis de mesa, basquete em cadeira de rodas e tênis em cadeira de rodas.

Fonte: cpb.org.br

Promessas do Futebol de 5 querem fazer bonito no Parapan de Jovens

Por CPB

Alaor Filho
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Jovens do futebol de 5 em treinamento para os Jogos Parapan-Americanos de Jovens de São Paulo.

Os jovens do futebol de 5 brasileiro iniciam o novo ciclo paralímpico com os Jogos Parapan-Americanos de Jovens, que serão disputados de 20 a 25 de março, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo.

A competição é uma oportunidade para os meninos mostrarem seu potencial e, quem sabe, já começarem a disputar uma vaga na Seleção principal. A comissão técnica está atenta a todos os detalhes, e o maranhense Maxwell Valente espera fazer bonito e ajudar o Brasil a sair com o título.

“Minha expectativa é das melhores possíveis. Estou muito confiante, não só em mim, mas nos meus companheiros, no meu treinador, e todos aqueles da comissão técnica que estão fazendo esse belo trabalho com a gente na Seleção. Pretendo fazer um campeonato bom, eu e meus companheiros e toda a comissão trazermos esse título para o nosso país, que é muito importante”, disse o ala.

A disputa do título terá Argentina, Brasil, Colômbia e México. A estreia da Seleção canarinho será no dia 21, às 15h, contra os argentinos. No dia seguinte a Seleção joga pela segunda rodada contra os colombianos, no mesmo horário, e encerra a participação na primeira fase, no dia 23, contra o México, às 10h. Ao final de todas as partidas, os dois países melhores colocados jogam no dia 24, às 15h, pela disputa do título da competição.

Confira a tabela e a lista dos convocados.

Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV).

Fonte: cpb.org.br

A&E estreia a segunda temporada de Minha Vida com Síndrome de Down


O jogo do amor, episódio de estreia, mostra o dia do baile da Associação de Síndrome de Down.

Para celebrar o Dia Mundial da Síndrome de Down, em 21 de março, o A&E estreia a segunda temporada de Minha Vida com Síndrome de Down. Vencedora de um prêmio Emmy de Melhor Reality Estruturado e homenageada pela Television Academy Honors, a série que acompanha a vida de um grupo de jovens adultos com síndrome de Down retorna com novos episódios no dia 14 de março.

Produzida pela Bunim/Murray, a série relata as histórias de sete jovens do sul da Califórnia junto com seus familiares e amigos: Rachel (33), uma jovem que trabalha em uma companhia de seguros e que sonha em se casar; Sean (22), um excelente jogador de golf, esportista e destruidor de corações; John (29), apaixonado pela música e pelo rap, nascido para entreter; Steven (25), um aficionado por cinema que trabalha lavando pratos em um estádio de beisebol em Anaheim, Califórnia; Cristina (26), uma doce e compassiva jovem que trabalha em uma escola secundária e que adora o noivo com quem mantém um relacionamento há mais de quatro anos; Megan (23), uma empreendedora de moda que criou uma marca de roupas e que também quer concretizar o sonho de ser produtora de cinema; e Elena (29), uma grande cozinheira que abraça a vida, encantada por dançar e escrever poesia.

Em sua primeira temporada, Minha Vida com Síndrome de Down não apenas registrou recordes de audiência como foi reconhecida e premiada com um Emmy em sua última premiação e, além disso, foi uma das homenageadas durante a nona edição do Academy Television Honors, premio que celebra e reconhece a programação que cria consciência, educa e motiva seu público. Ainda, cabe destacar que em maio do ano passado, em homenagem à estreia da série, o artista argentino Juan Manuel Rozas pintou um belo mural na Cidade do México, com uma comovente imagem com o objetivo de conscientizar sobre a síndrome de Down.

Na segunda temporada de 10 episódios, os jovens e suas famílias continuam suas vidas com uma nova perspectiva e honesta, à medida que a série aborda sua independência pessoal e seus relacionamentos, incluindo novos amigos dentro da comunidade, que também aparecerão no programa. Minha Vida Com Síndrome de Down ainda dá voz aos pais, permitindo a eles falar sobre as alegrias que cada um de seus filhos proporcionam a suas famílias, e os desafios com que se deparam todos os dias para ajudá-los a viver de forma mais independente possível.

No final da temporada, o A&E apresentará um episódio extra, que será um especial de uma hora, com um comovente olhar por trás das cenas enquanto o elenco de Minha Vida com Síndrome de Down segue alcançando as estrelas.

Minha Vida com Síndrome de Down oferece um olhar íntimo a um diverso grupo de homens e mulheres, jovens adultos, com síndrome de Down que também são amigos entre si, e apresenta a história pessoal de cada um deles: quais seus sonhos, medos, aspirações, grandes desafios, maiores virtudes, trabalhos, hobbies e, sobretudo, como levam adiante suas vidas com sua incapacidade e o que significa para eles a síndrome de Down. Sete jovens com a mesma incapacidade, mas com grandes e diferentes habilidades individuais.

Minha Vida com Síndrome de Down é uma série com honestidade, nobreza, humor e coração, que aceita e celebra a diversidade. O A&E estreia a segunda temporada na data em que se celebra o Dia Mundial da Síndrome de Down, 21 de março – esse número faz referencia à alteração que provoca a síndrome de Down: a triplicação do vigésimo primeiro cromossomo (mês 3, dia 21). A ideia original foi proposta por Stylianos E. Antonarakis, médico geneticista da Suíça e adotada pelo seu grupo de pacientes, conhecido por ART21.

No episódio de estreia, O jogo do amor, chegou o dia do baile da Associação de Síndrome de Down: Steven não consegue um par, mas Elena parece estar interessada. O problema é que ela já havia prometido ir com John.

Sobre o elenco:

ELENA – “Eu tenho pedido muito perdão. É como meu slogan”

Elena é dinâmica, obstinada, um pouco imprevisível e sempre se pode contar com ela para levar energia ao grupo. De mãe japonesa, Hiromi, e pai australiano, Stephen, Elena nasceu no Japão e leva essa influencia multicultural ao longo de sua vida. Ela gosta de tocar Taiko, tradicionais tambores japoneses, e de cozinhar. Elena já teve muitos problemas para aceitar a si mesma e a sua deficiência. O simples ato de escutar as palavras “Síndrome de Down” evoca nela uma reação visceral. Seus conflitos pessoais inspiram o resto do grupo a examinar sua própria imagem e a ideia do que significa ser um adulto com a síndrome.

MEGAN – “Minha meta é inspirar as pessoas com meu trabalho”

Megan é uma mulher com uma missão. Impulsiva e ambiciosa, ela tem se impôs a missão de “salvar vidas”. Megan fez barulho e ganhou reconhecimento depois da criação de um vídeo intitulado “Não me Limite”, e agora discursa em eventos em todo o país, estendendo sua mensagem de inclusão e inspiração. Ela certamente não se limita, estuda na Universidade do Colorado e administra uma companhia de roupas que possui, a “Meology”. Sua mãe, Kris, é conhecida como sua “criadora de sonhos” e elas formam uma dupla inseparável. Atualmente ela alimenta o seu sonho de vida: viver em Hollywood.

STEVEN – “Sinto que sou como o Matt Damon do grupo”

Steven é perceptivo e perspicaz, muitas vezes a voz pensante do grupo, que é capaz de articular exatamente o que todos necessitam escutar. É um grande aficionado de filmes, com um conhecimento enciclopédico sobre os ganhadores das melhores produções. Único no grupo, Steven tem um particular tipo de Síndrome de Dow, conhecida como mosaico, o que significa que todas as células do seu corpo têm um cromossoma extra. Como tal, ele não possui as mesmas características de uma pessoa que tem a síndrome comum. À medida que cresceu, Steven muitas vezes se sentiu como se estivesse em algum lugar “no meio” e se esforça para se adequar.

SEAN – “Sou um grande homem das mulheres. Amo as mulheres”

Sean se autoproclama como o “homem das mulheres”. Mas embaixo desse singular enfoque sobre si mesmo, nasce um atleta muito talentoso e um excelente amigo. Sean é o foco de três livros escritos por sua mãe, Sandra, que detalham a viagem do filho através do sistema escolar e além. Junto com seu pai, Rick, eles se dedicam a ajudá-lo a alcançar suas metas. Com seus pais se mudando para um novo lugar, Sean se esforça para obter uma maior independência e poder viver algum dia por conta própria.

RACHEL – “Não tenham medo de mim, eu não mordo”

O sorriso de Rachel é contagioso. Uma grande amiga para todos do grupo, ela se sobressai em qualquer ambiente em que está, especialmente no escritório da companhia de seguros em que trabalha. Rachel será a Dama de Honra do seu irmão mais novo Jonathan, no casamento dele, mesmo manifestando um pouco de inveja, por ele se casar antes dela. Ela se considera uma das maiores fãs de Adam Lambert e está ansiosa para ter um romance e construir uma relação amorosa.

CRISTINA – “O que quero é comprar uma casa com meu noivo”

Cristina é uma romântica. Mantém um relacionamento de quase cinco anos com seu noivo, Angel. Sua família muito unida é oriunda da Espanha, e a Cristina se alegra em aprender o idioma e cozinhar pratos típicos espanhóis. Ela assume completamente o papel de irmã mais velha de seus irmãos menores, sempre os protegendo de namoros e trabalho. Cristina vive surpreendendo seus pais com sua maturidade e compaixão, é sempre a primeira a ajudar quando alguém necessita. Ela espera levar sua relação com Angel a outro nível e vive uma vida independente com ele.

JOHN – “Estou aqui. Estou vivo. Sou humano. Temos que permanecer juntos e cada um ser a pessoa que é, porque todos somos seres humanos”

John é um artista, dos pés à cabeça, sempre se expressando pela música, escrita e dança. Ele é um adepto particular do rap, que trabalha expedita e devotamente em seu disco de estreia “JT: The Project”. John é a voz da razão no grupo e sempre cria um clima de festa em qualquer situação. Incentivado pela sua mãe, Joyce, sua numerosa família o apoia em todos seus esforços criativos. John busca levar a música a outro patamar.

Fontes: Visto Livre - turismoadaptado.wordpress.com

sexta-feira, 17 de março de 2017

Mãe descobre autismo e relata o dia a dia do filho em blog

A jornalista Odara Gallo tinha dúvidas sobre o comportamento do filho quando descobriu o distúrbio no menino

por FELIPE CARVALHO

Odara Gallo e o filho, Franco (Foto: Arquivo pessoal)
Odara Gallo e o filho, Franco (Foto: Arquivo pessoal)

Quando existe aquela dúvida lá no fundo se o filho faz birra ou se sofre com algum problema, é hora de investigar a fundo o que acontece. Foi pensando assim que a jornalista Odara Gallo procurou ajuda para decifrar o mundo enigmático do filho, Franco, hoje com quatro anos, que foi diagnosticado com autismo.

"A sensação foi de alívio. Já estávamos há mais de um ano investigando os sinais que ele apresentava e esse período é o mais complicado. Muitas das características do autismo podem ser confundidas com birra ou malcriação, então gera essa dúvida todo o tempo: ele tem algum problema ou é mimado demais?", explica ela.

A ideia de criar o blog "Que Cê Qué?"  surgiu quando Odara relatou sua experiência em uma entrevista e, em meio a um turbilhão de descobertas, passava horas lendo e assistindo a palestras na internet sobre o assunto.

"Era um mundo novo, mas que eu já me sentia dentro dele por me identificar com tudo o que era dito. Pensei: 'Acho que tenho muita coisa pra falar sobre isso'. Escrevi dois textos e coloquei no blog. O retorno foi maravilhoso. Não apenas de amigos que não sabiam da condição do Franco, mas também de pessoas desconhecidas que começaram a se identificar e mandar mensagens lindas. Muitos pedem ajuda, trocam experiências e é sempre emocionante saber que eu consigo tocar as pessoas de alguma forma", relata.

Odara se recorda de momentos incríveis que já passou com o filho, como quando recebeu uma simples resposta "sim" para a pergunta "você me ama?" que foi um motivo de grande alegria para a mãe que via o garotinho sempre calado. "Só essa palavrinha já bastou". Ela também se lembra de momentos difíceis que enfrentou como as crises de Franco. "Ele queria fazer ou pegar algo e chorava desesperadamente. Dá pra ver que alguma coisa se desorganiza em sua cabecinha e ele não consegue se conter".

A jornalista acredita que ainda falta muita informação sobre o autismo. "Não adianta tentar fingir que não existe. Pais, professores, profissionais da área médica, todo mundo precisa saber tudo o que puder sobre o autismo. Muitos profissionais não conseguem fazer o diagnóstico e nem mesmo orientar a investigação sobre o caso precocemente, o que é uma perda irreparável para muitas famílias. Tivemos que insistir até encontrar uma profissional que identificasse os sinais e desse o diagnóstico. Então ainda faltam muitos avanços na área".

Para finalizar, Odara diz que seu blog -- que ganhou este nome por repetidas vezes perguntar o que o filho queria -- é para mostrar que as mães não são super-heroínas e que medo, angústia, raiva, alegria são sentimentos normais para quem está aprendendo sobre o autismo (e está tudo bem!).

"Você aprende com aquilo e se reorganiza. Isso só é possível quando o amor é o norte principal da relação, mas os textos também ajudaram muitas pessoas que estavam com dúvida sobre os sinais dados pelos filhos e que passaram por todo o processo que nós também passamos. Muitos mandam mensagens agradecendo ou mesmo para tirar dúvidas. Acho que colocar a coisa de uma forma humana e natural ajuda as pessoas a compreenderem e aceitarem melhor o que acontece com seus filhos", fala.

Odara Gallo e o filho, Franco (Foto: Arquivo pessoal)
Odara Gallo e o filho, Franco (Foto: Arquivo pessoal)

Odara Gallo e o filho, Franco (Foto: Arquivo pessoal)
Odara Gallo e o filho, Franco (Foto: Arquivo pessoal)

Odara Gallo e o filho, Franco, quando ainda não havia sido diagnosticado com autismo (Foto: Arquivo pessoal)
Odara Gallo e o filho, Franco, quando ainda não havia sido diagnosticado com autismo (Foto: Arquivo pessoal)

Odara Gallo e o filho, Franco (Foto: Arquivo pessoal)
Odara Gallo e o filho, Franco (Foto: Arquivo pessoal)

O menino Franco (Foto: Arquivo pessoal)
O menino Franco (Foto: Arquivo pessoal)

Fonte: revistaglamour.globo.com

Apae de Mogi passa a atender bebês com deficiência intelectual - Veja o vídeo

Projeto com 20 bebês desenvolve funções motoras básicas.É possível fazer doações para ajudar o projeto.

Do G1 Mogi das Cruzes e Suzano

Projeto atende bebês e crianças com menos de 3 anos na Apae de Mogi das Cruzes (Foto: Reprodução/TV Diário)
Projeto desenvolve funções psicomotoras de bebês com deficiência intelectual (Foto: Reprodução/TV Diário)

Mogi das Cruzes tem um projeto que já fez e ainda faz a diferença na vida de centenas de pessoas com algum tipo de deficiência: a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Na cidade, a instituição atende a cerca de 700 alunos com idade a partir dos 3 anos. E desde o começo do ano, esse número aumentou porque um novo grupo começou a frequentar a unidade. São os bebês e as crianças menores. Conseguir fazer tratamento desde o início da vida, pode ajudar a "dar um salto" na qualidade de vida de quem nasceu com deficiência intelectual múltipla.

Click AQUI para ver o vídeo.

Brian e Vitor têm hidrocefalia e começaram a frequentar a Apae de Mogi há dois meses. Coisas simples como um rolamento, que qualquer criança faz, para eles já é uma conquista. Com apenas 1 ano e 8 meses, Brian agora que está aprendendo a fazer isso. “Ele precisa de estímulo para o desenvolvimento. A primeira coisa que a criança faz é rolar. Quando ela não tem essa habilidade a gente proporciona isso dentro da fisioterapia. Avaliamos que estágio a criança está e começamos a controlar”, explicou a fisioterapeuta Aldri Lourenço Rodrigues.

Na unidade, fisioterapeuta, fonoaudióloga e terapeuta ocupacional se empenham para estimular os bebês. Por causa da deficiência, eles não conseguem ter uma vida normal e nem os pais. Muitos ainda não sabem lidar com isso. Até na hora de alimentar essas crianças, o jeitinho pode ser diferente. Por isso a importância em começar cedo o tratamento. “Fazemos uma série de estímulos na região facial, parte externa e interna da boca, para poder ajudar na deglutição. A gente espera que ele melhore em relação à mastigação”, disse a fonoaudióloga Patrícia Oliveira.

No projeto, os bebês recebem toda a ajuda possível para, quando completarem 3 anos, serem encaminhados para aulas regulares na Apae já prontos, espertos e muito mais desenvolvidos.

Luiz tem pouco mais de um ano e meio e está no grupo. Ele tem microcefalia. O maior desafio é estimular os movimentos. “Na terapia ocupacional a gente estimula a autonomia, a independência e principalmente a iniciativa, de brincar. A gente mostra como fazendo junto, para que eles tenham a mesma sensação”, explica a terapeuta ocupacional Ana Letícia Lopes Tomás.

Hoje 20 crianças são atendidas pelo projeto, que está no primeiro ano. É o que dá para atender, mas a lista de espera tem mais de 100 bebês. “Significa que há uma demanda reprimida. As crianças estão aí fora esperando atendimento, precisando de uma qualidade e que não tem nenhum lugar que possa recebê-las e fazer esse acompanhamento. Esse momento inicial do 0 aos 3 anos, ele é importante não só para o desenvolvimento neurológico da criança, como também o acolhimento da família”, diz a coordenadora de saúde Fernanda Campos.

Projeto atende bebês e crianças com menos de 3 anos na Apae de Mogi das Cruzes (Foto: Reprodução/TV Diário)
Projeto atende a bebês e crianças com menos de 3 anos na Apae de Mogi das Cruzes (Foto: Reprodução/TV Diário)

Marina hoje tem 5 anos. Ela é filha da Amanda, que levou a menina à Apae pela primeira vez quando ela tinha seis meses e o projeto ainda estava em fase de experimento. Diagnosticada com vários problemas, inclusive mental, os médicos disseram que ela passaria a maior parte do tempo em uma cama. Mas parece que alguém se enganou: a menina não para. Amanda disse que desde que ela começou a fazer o tratamento, melhorou muito. “Hoje a Marina é uma arteira. Faz tudo, não pára. Anda, fala algumas palavras, consegue se comunicar, bem melhor. Já quer ser independente. Eu me sinto a melhor mãe do mundo”, diz Amanda Pereira.

A mãe do Luiz, aquele com microcefalia, também já notou a diferença. “Dentro desses dois meses, já pude notar a esperteza dele, firmeza do tronco e do corpo. Está sendo muito bom esses dois meses aqui”, conta Talita Medeiros.

Hoje a verba para manter os atendimentos vem do governo do Estado, mas só dá para os 20 bebês em atendimento. No ano que vem, eles querem atender a lista de espera, mas precisam de ajuda. “Nós temos nosso setor que dá todas as informações de como ajudar a Apae, de que forma podem ser feitas as doações”, detalha o gestor de projetos Jorge Alberto Ferreira Santos.

Doações
O valor a pagar para o Imposto de Renda também pode ser revertido para a entidade. “Existe essa opção dentro do programa do governo, onde o contribuinte escolhe a instituição que ele quer beneficiar. A pessoa física pode doar até 6% do valor devido e a pessoa jurídica até 1%. Precisamos desses parceiros, porque o prazo do projeto é de 12 meses e queremos que ele continue no próximo ano. Quem doar agora por meio do IR, vai nos ajudar em 2018”, explica a coordenadora administrativa da Apae, Olímpia Marques.

Fonte: g1.globo.com

Projeto cria objetos para facilitar vida de pessoas com deficiência no RS - Veja o vídeo

Seis famílias de Santa Maria, no Centro do estado, participam de iniciativa.Equipamentos foram desenvolvidos sob medida e fornecidos gratuitamente.

Do G1 RS

Projeto cria objetos para facilitar vida de pessoas com deficiência em Santa Maria (Foto: Reprodução/RBS TV)
Gabriel recebeu uma cadeira especial para tomar banho (Foto: Reprodução/RBS TV)

Um projeto desenvolvido na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na Região Central do Rio Grande do Sul, desenvolveu equipamentos para facilitar a vida de pessoas com deficiência. Ao todo, seis famílias foram indicadas pela prefeitura para fazer parte da iniciativa.

Click AQUI para ver o vídeo.

A pensionista Romilda Machado recebeu assentos giratórios para alimentar os três filhos que têm uma síndrome degenerativa. "Antes, eu servia eles em uma bacia e dava [a refeição] de boca em boca, de pé."

A família de Gabriel dos Santos, que tem microcefalia e paralisia, recebeu uma cadeira especial para ele entrar no chuveiro. Antes, ele tomava banho em uma banheira infantil.

"Vai ajudar bastante! Melhor para ele também que fica todo dobradinho. A banheira é pequena para ele, vai ser melhor, todo adaptado, a gente fica feliz", observa a irmão de Gabriel, Juliane dos Santos.

Irene Rodrigues tem esclerose múltipla e, por isso, não consegue movimentar as mãos. Ela recebeu um suporte para servir chimarrão. Antes era o marido dela, Vilmar Rodrigues, que tinha que fazer isso.

"Agora fica bem melhor, até pra ela. Para ela, é muito difícil de tomar o chimarrão. Com isso aí, já é um avanço que ela vai ter, de não ter eu aqui servindo, dando a bomba, então para ela é muito bom, de sentir 'eu estou fazendo! eu estou tomando mate!'", comemora o marido.

Projeto recebeu verba federal

O projeto obteve R$ 50 mil do governo federal e as famílias receberam os produtos gratuitamente. Cada equipamento foi feito sob medida e personalizado a partir das necessidades de cada família.

"Nós, universitários da UFSM, temos a obrigação de levar o nosso conhecimento para a sociedade. Então, foi uma gratificação imensa", salienta o estudante de desenho industrial Maique dos Santos.

A terapeuta ocupacional Silvana Trojan explica que o trabalho foi feito por diferentes áreas. "A terapia ocupacional entrou com o cotidiano da pessoa com deficiência, já o desenho industrial trouxe o desenho, o projeto para a gente, para como a gente ia resolver as questões do dia a dia."

O professor de desenho industrial da UFSM, Sérgio Brondani, classificou o trabalho como "empoderamento da sociedade". "Então o que a gente quer despertar? Que eles enquanto comunidade, eles têm todas as condições no exercício da solução dos seus problemas."

Os objetos foram produzidos por trabalhadores da própria comunidade. O sócio-proprietário de uma serralheria, Anderson Saccol, observa que os produtos tem "baixíssimo custo". "Tem material de sobra e que tem uma importância muito grande na vida deles, um valor muito maior do que para nós."

Fonte: g1.globo.com