sábado, 27 de maio de 2017

Enfermeira hospeda em sua casa paciente que precisava de abrigo - Veja o vídeo

Aline não mudou de ideia nem quando parou de receber o salário em dia. Bia mora em Petrópolis e ficar longe do hospital significava risco de vida.

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Rua calma, apartamento térreo, um lar aconchegante onde moram três irmãos: Arthur, Miguel e Duda.

Duda é a mais velha dos três. Tem um quarto só pra ela. Ou melhor, ela cedeu o quarto para Bia, que mexeu com a rotina da casa, depois de conquistar o coração da família toda.

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“Foi legal, porque a Bia é menina. Então eu tenho muito contato com ela. A gente conversa, a gente pinta, brinca”, diz Maria Eduarda Muniz, a Duda, de 8 anos.

Bia conheceu a mãe das crianças, a enfermeira Aline Muniz, pouco mais de um ano atrás. Exatamente no dia em que iniciou o tratamento contra leucemia num hospital público no Rio de Janeiro.

“É um momento muito difícil. A gente está lá para começar um tratamento muito pesado e a gente precisa de todo o apoio que a gente puder ter”, afirma a estudante Ana Beatriz Marques Maciel.

Perto de concluir a primeira fase da quimioterapia, Bia estava muito fraquinha. Morar em outra cidade (Petrópolis/RJ) e ficar longe do hospital significavam risco de vida. A tia, Fabiana, não encontrava um lugar para elas se hospedarem no Rio. Foi então que Aline fez um convite surpreendente.

“A gente não espera nem de um parente. E aí quando ela convidou eu e minha tia para passar esse tempo aqui pós-tratamento a gente nem acreditou”, conta Bia.

Aline não mudou de ideia nem quando o estado do Rio parou de pagar em dia os servidores.

“Eu fui muito ajudada na minha vida, sempre tive ajuda. Então quis retribuir sempre o que Deus me deu. E naquele momento ela precisava de um lugar para ficar. Eu tinha como acomodar ela e a gente a trouxe”, diz Aline.
A amizade das duas contagiou toda a família. E a vontade de ajudar também.

Fonte: g1.globo.com

Lei que obriga estações de metrô e trem a instalarem rampas para cadeirantes entra em vigor no Rio - Veja o vídeo.

Empresas vão ter seis meses para fazer as mudanças necessárias. Apenas 13,7% das plataformas são adaptadas.

Por Bom Dia Rio

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Lei que obriga estações de trem e metrô a terem rampas para cadeirantes começa a valer

Uma lei que obriga as estações de metrô do Rio a terem rampas acessíveis para cadeirantes no Rio começou a valer nesta sexta-feira (26). O projeto determina que rampas ou outras formas de acesso em metrô e trens facilitem a mobilidade dos cadeirantes nas estações e também nas plataformas.

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Segundo o Bom Dia Rio, as empresas vão ter 6 meses para fazer as mudanças necessárias. Apenas 13,7% das plataformas de embarque e desembarque são adaptadas no Rio, de acordo com as empresas.

O Bom Dia Rio mostrou o sofrimento de Kaiky, de 11 anos, que usa a estação Edson Passos e tem problemas para chegar à escola pela falta de acessibilidade. Agentes do metrô tem que levá-lo escada acima para que ele chegue até a plataforma.

Fonte: g1.globo.com

Brasil confirmou 246 casos de microcefalia e outras alterações ligadas à zika em 2017 - Veja o vídeo.

Primeiros meses de 2017 têm 86,4% menos casos de dengue, zika e chikungunya em comparação a 2016. De um mês para o outro, porém, chikungunya aumentou 88,2%.

Por G1

Diagnosticado com microcefalia, bebê Guilherme Soares Amorim, de 2 meses, tem a cabeça medida por sua mãe, Germana Soares, em sua casa em Ipojuca, em Pernambuco  (Foto: Reuters/Ueslei Marcelino)
Diagnosticado com microcefalia, bebê Guilherme Soares Amorim, de 2 meses, tem a cabeça medida por sua mãe, Germana Soares, em sua casa em Ipojuca, em Pernambuco (Foto: Reuters/Ueslei Marcelino)

Desde o início de 2017 até o dia 22 de abril, o Brasil teve a confirmação de 246 casos de microcefalia ou outras alterações de crescimento e desenvolvimento possivelmente relacionadas ao vírus da zika. Outros 936 casos notificados este ano continuam em investigação. As informações estão no boletim epidemiológico mais recente divulgado pelo Ministério da Saúde.

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No dia 11 de maio, o Ministério da Saúde anunciou o fim da emergência nacional em saúde pública por zika e microcefalia. O governo tinha declarado a situação de emergência em novembro de 2015, quando foi notado um aumento incomum dos casos de microcefalia no Nordeste. A malformação foi, posteriormente, relacionada à infecção pelo vírus da zika.

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Casos de chikungunya aumentam 80% no Ceará em um mês

Segundo o documento, houve 25 confirmações de mortes fetais e neonatais ligadas ao vírus e 33 confirmações de fetos com alterações no sistema nervoso central, abortos espontâneos e natimortos relacionados à infecção em 2017. Os dados do boletim incluem casos que ainda estavam em investigação na última semana de 2016 e podem ter sido confirmados no início de 2017.

Desde o início da emergência por microcefalia e zika, em novembro de 2015, o Brasil registrou, ao todo, 13.603 casos suspeitos de microcefalia e outras alterações ligadas ao zika, das quais 2.698 foram confirmadas.

Em um mês, chikungunya aumentou 88,2%

Em 2017, até o dia 13 de maio, o Brasil teve 9.351 notificações de casos suspeitos de zika, 144.326 de dengue e 80.949 de chikungunya, segundo outro boletim divulgado pelo Ministério da Saúde. Isso representa uma redução de 95,1% do número de casos suspeitos de zika, 89,3% dos de dengue e 54,7% dos de chikungunya em relação ao mesmo período do ano passado.

De um mês para o outro, porém, o número de casos suspeitos de chikungunya aumentou 88,2%. Do dia 15 de abril, data do último boletim, até o dia 13 e maio, os casos foram de 43.010 para 80.949.

Quando se leva em conta o número de casos confirmados de chikungunya, a comparação de 2017 com 2016 revela um aumento. Até o dia 21 de maio de 2016, havia 19.835 casos confirmados da doença no país. Este ano, até o dia 13 de maio, 28.225 casos foram confirmados.

Somadas as três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, houve uma redução de 86,4% de casos suspeitos em relação ao mesmo período de 2016: de 1.723.894 para 234.626.

É importante observar que o ano passado teve um número muito alto de casos de arboviroses (doenças transmitidas por mosquitos): foi o segundo ano com maior número de dengue desde o início dos registros, em 1990, perdendo só para 2015. Também foi recordista em zika e chikungunya, doenças que chegaram mais recentemente ao país e que, portanto, não têm muitos dados anteriores para comparação.

Fonte: g1.globo.com

Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH)

O transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) é um problema comum na população e se inicia na infância. Algumas crianças melhoram os sintomas ao longo de seu desenvolvimento e outras crianças podem continuar apresentando dificuldades na adolescência e até na idade adulta

por Júnea Chiari – Psiquiatra da OP


O principal problema do TDAH é a dificuldade em manter o foco nas atividades ou prestar atenção. Existe o tipo predominantemente Hiperativo e o tipo predominantemente Desatento. As crianças predominantemente hiperativas são muito agitadas e impulsivas, o que traz problemas nos relacionamentos e uma maior propensão a acidentes. Geralmente, com o passar da idade, a hiperatividade e impulsividade diminuem, enquanto os problemas de atenção tendem a durar até a idade adulta.

Os adultos com TDAH tendem a ter problemas de memória e concentração. Eles podem ser desorganizados e ter dificuldade em cumprir compromissos no trabalho ou em casa. Como consequência deste mau funcionamento podem manifestar problemas com ansiedade, baixa autoestima e depressão.

Embora nenhum tratamento único elimine completamente o TDAH, existem opções úteis nestes casos. O objetivo do tratamento é ajudar crianças e adultos a melhorar as relações sociais, a serem mais competentes em suas tarefas e minimizar os comportamentos prejudiciais. O tratamento baseado em medicação e psicoterapia geralmente produz os melhores resultados.

A psicoterapia visa modificar o comportamento e treinar habilidades sociais, sendo a TCC (terapia cognitivo comportamental) a abordagem mais estudada e utilizada. Medicamentos estimulantes têm sido utilizados há décadas e, apesar da controvérsia, são seguros e eficazes para a maioria das crianças e adultos para ajudá-los a concentrar seus pensamentos e controlar seu comportamento.

Veja mais artigos sobre o TDAH em nosso site oficial: www.oficinadepsicologia.com



Volvo aposta na igualdade de direitos e amplia inclusão - Veja o vídeo.

Montadora apresentou os primeiros resultados do programa 'Volvo For All', voltado a pessoas com deficiência, que prevê isenção de IPI para todos o modelos da marca. Ideia desenvolvida pelo diretor comercial amplia o direito do cidadão com deficiência ao dar acesso a produtos com alta tecnologia. Projeto já foi copiado por duas fabricantes.

Luiz Alexandre Souza Ventura

Programa tem isenção de IPI para todos os modelos da montadora vendidos no Brasil. Imagem: Reprodução
Programa tem isenção de IPI para todos os modelos da montadora vendidos no Brasil. Imagem: Reprodução

A igualdade de direitos não pode ser definida pelo valor de um produto ou serviço. Todo cidadão deve ter acesso a benefícios previstos em lei, independentemente do preço que a pessoa pode pagar ou do quanto está pronta para desembolsar. Isso não pode ser definido somente pelo poder financeiro.

Essa foi a premissa que o engenheiro mecânico João Oliveira, diretor comercial da Volvo Cars Brasil, apresentou à empresa no ano passado, quando percebeu que a isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros comprados por pessoas com deficiência – benefício previsto na Lei nº 8.989/1995 - , limitada a modelos que custam no máximo R$ 70 mil, poderia ser ampliada para carros mais caros.

“Não havia isonomia. E o tratamento igualitário tem de ser mantido. Se temos um produto que é referência mundial em ergonomia e segurança, ele precisa ser contemplado pela lei”, afirmou Oliveira durante a apresentação oficial do Volvo For All nesta sexta-feira, 26, no escritório da montadora em São Paulo.



Dessa forma, após a construção do programa dentro da empresa, apresentação e aprovação para autoridades brasileiras, inclusive a Receita Federal, desde 1º de novembro do ano passado, todos os modelos da Volvo vendidos no Brasil têm isenção de IPI para pessoas com deficiência.

De lá para cá, aproximadamente 50 modelos foram vendidos dentro do Volvo For All. O mais comprado por pessoas com deficiência, segundo a montadora, é o S60. A alíquota do IPI para modelos com motor a gasolina é de 13%. E para veículos a diesel chega a 25%

Clique na tabela para ampliar. Imagem: Divulgação

Clique na tabela para ampliar. Imagem: Divulgação

Como fazer – O trâmite para comprar o carro é o mesmo para qualquer outro veículo. O primeiro passo é obter a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) específica de pessoas com deficiência. Para isso, o motorista vai precisar pedir ao médico particular um laudo que ateste a deficiência, com apresentação do código CID (Classificação Internacional de Doenças). Atualmente, muitas características possibilitam a obtenção da carteira, mas também há situações em que o benefício não se aplica e somente com um documento assinado pelo médico será possível seguir em frente.

Com o laudo em mãos, o interessado precisa ir ao Departamento de Trânsito e solicitar uma avaliação com o médico credenciado. Esta etapa é obrigatória e fundamental. Nesta avaliação, será determinada a validade do documento (o padrão é de três anos) e a necessidade, ou não, de exames periódicos.

Na sequência, a pessoa deve fazer matrícula e uma auto escola. Mesmo que já tenha carteira e esteja acostumado a dirigir, o aluno que busca a CNH especial precisa fazer algumas aulas – pelo menos três – no carro adaptado ou na moto sem marcha, porque ele passará pelo exame de direção.

A isenção de IPI é solicitada à Receita Federal, diretamente ou por intermédio de representante legal. Uma opção inteligente é contratar um despachante para acompanhar o processo.

Veja a lista de documentos para solicitar isenção do IPI.

1 – Formulário de requerimento, conforme modelo constante do anexo I da IN RFB 1369/2013;

2 – Laudo de avaliação, na forma dos anexos IX, X ou XI da IN RFB 1369/2013, emitido por prestador de serviço público de saúde, por serviço privado de saúde, contratado ou conveniado, que integre o Sistema Único de Saúde (SUS), pelo Departamento de Trânsito (Detran) ou por suas clínicas credenciadas ou por serviço social autônomo, sem fins lucrativos, criado por lei.

3 – Declaração de disponibilidade financeira ou patrimonial da pessoa portadora de deficiência ou do autista, apresentada diretamente ou por intermédio de seu representante legal, na forma do anexo II da IN RFB 1369/2013, disponibilidade esta compatível com o valor do veículo a ser adquirido;

4 – Cópia da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do beneficiário da isenção, caso seja o condutor do veículo;

5 – Se obteve isenção de IPI anteriormente, cópia da nota fiscal relativa à última aquisição de veículo com isenção do IPI ou a via da autorização anteriormente concedida e não utilizada;

6 – Se for contribuinte individual, declaração de regularidade fiscal relativa às contribuições previdenciárias, na forma do anexo XII da IN RFB 1369/2013,

7 – Se for indicar condutores, formulário de indicação de condutores autorizados, na forma do anexo VIII da INRFB 1369/2013, acompanhado de cópia da CNH de todos os condutores autorizados;

8 – Se o laudo de avaliação for emitido por serviço privado de saúde ou por clínicas credenciadas ao Detran, declaração na forma dos anexos XII ou XIII da INRFB 1369/2013;

9 – Se for representado pelos pais, tutores ou curadores, cópia de documento que comprove a representação legal.

Miss Bumbum terá candidata com perna amputada: "Quero fazer história"

Gisele Alquas Do UOL, em São Paulo

                     Imagem: Divulgação
                           Divulgação
                      Rúbia Machado tem 29 anos e é candidata ao Miss Bumbum 2017

A estudante Rúbia Machado, de 29 anos, será a primeira portadora de deficiência física a participar do Miss Bumbum. A capixaba, que representará no concurso o estado de Tocantins, perdeu a perna esquerda ao ser atropelada pelo namorado, em 2008, mas superou o trauma e se dedica a uma rotina fitness.

Rúbia vê o concurso como uma oportunidade de ser famosa. Segundo ela, estampar capas de revistas e sites sempre foi um sonho. “Me indicaram para participar. O Cacau [Oliver, organizador] me ligou e falou sobre o concurso. Me interessei na hora. Para mim é um sonho, sempre quis isso para minha vida, ser modelo, ser famosa. Eu treino muito, vai ser ótima essa exposição, quero seguir como modelo fitness, quero fazer história”, empolga-se.

A candidata teve a perna amputada aos 19 anos, atropelada pelo então namorado. Segundo conta, sem querer entrar em detalhes, ela atravessava a rua quando o ex avançou com o carro em sua direção.“Arrancou minha perna na hora e ficou debaixo do carro. Éramos namorados e primos, não tínhamos terminado. Jamais esperava isso dele”, lembra.

Ela conta que nunca entrou em depressão e não precisou tomar medicamentos controlados. “Logo que fui para o hospital, pensei: ‘Agora, bola para frente. Se eu entrar em depressão, minha vida vai acabar’.Comecei a ir à academia, sair de casa. Contei com a força da minha família e sempre me aceitei, graças a Deus”, diz a estudante de cursinho pré-vestibular, que dispensou a prótese na perna. “Ela me machucava muito. Prefiro só as muletas.”.

                     Arquivo Pessoal
                          Arquivo Pessoal
                    Rúbia é do Espiríto Santo, mas vai representar o estado de Tocantis Imagem:

O ex-namorado, segundo ela, foi processado, mas ainda não foi julgado. “Ele ainda era menor de idade, tinha 17 anos. Não aconteceu nada com ele na época. Ainda está na mão do juiz.”.

Com planos de prestar Educação Física, treina mais de 3h por dia. Seu sonho é ser personal trainer e viajar o mundo como modelo fitness. Ela diz que sente o preconceito das pessoas, mas não se importa: “Sou o que sou e não me troco por ninguém”.

Como a maioria das candidata ao título, Rúbia está aberta a propostas para posar nua e participar de reality shows, seguindo o caminho traçado por Erika Canela, vencedora do Miss Bumbum 2016, e que esteve no programa "Love On Top,' em Portugal.

“Faria tudo pela fama, posar nua seria um sonho realizado”, afirma a loira, que ainda não conhece as rivais do concurso e traça suas estratégias para vencer a competição, que inclui muitas conselhos sobre superação de limites e amor próprio.

"Quero mostrar para as pessoas que mesmo com deficiência dá para ter autoestima elevada quando se tem determinação", diz.“Não se pode deixar abater. Tem que confiar e focar naquilo que deseja. Tem que se olhar no espelho, se achar perfeita e se amar. É isso que tenho feito desde que aconteceu o acidente.”

Novas regras e limites

O concurso, que já revelou nomes como Andressa Urack, Laura Keller e Dai Macedo e faz a alegria de tabloides mundo afora, chega este ano à sua sétima edição.Algumas regras mudaram. Se antes era permitido às candidatas ostentar qualquer medida, desta vez foi estabelecido um limite de até 107 centímetros de derrière para as concorrentes --o que provocou a provocou a exclusão da carioca Mariana Soares.

Os microbiquínis também ficarão de fora, e darão lugar a maiôs mais comportados. De olho na internacionalização, pela primeira vez,o título também será disputado por candidatas de fora do Brasil: uma americana e uma portuguesa já estão na competição.

A escolha das 15 finalistas começa no dia 7 de agosto e a final do Miss Bumbum acontece no dia 6 de novembro, em São Paulo.

CBDV participa de projeto para o desenvolvimento do goalball na América do Sul

                           CBDV participa de projeto para o desenvolvimento do goalball na América do Sul
                     Foto: Jonatas Castro fala com atletas e técnicos

O auxiliar técnico da seleção brasileira feminina de goalball, Jonatas Castro, e a coordenadora nacional de arbitragem, Carla da Mata, estiveram na cidade de Lima, no Peru, de 17 a 21 de maio, para ajudar no desenvolvimento da modalidade no país. A ação foi realizada através do Maximus Project II, da Fundação Arcángeles em parceria com a USAID e a CBDV, que indica profissionais para ministrar cursos de capacitação.

O projeto é da Fundação Arcángeles, da Colômbia, e da USAID, que visa investimentos financeiros em atividades de inclusão, e o esporte é um deles. Desde 2015 que existe essa parceria. O projeto dura dois anos, então se encerra no final deste ano. Ele tem como objetivo fomentar e desenvolver o goalball e o rúgbi em cadeira de rodas em países da América do Sul que são parceiros dessas instituições. Neste caso participaram Paraguai, Uruguai, Equador, Peru, Chile e Colômbia – explicou Jonatas Castro.

Esta foi a terceira vez que o auxiliar técnico da seleção foi convidado para participar. Nas outras oportunidades Jonatas esteve no Paraguai, em novembro do ano passado, e depois foi para o Equador, em dezembro. Além dele, o técnico da seleção masculina, Alessandro Tosim, também já deu sua contribuição para o desenvolvimento da modalidade no Chile.

Esse projeto visa desenvolver essas duas modalidades, e no goalball, a CBDV entrou como parceira no caso da indicação de profissionais. A instituição solicita algum profissional e a CBDV faz a indicação. A gente desenvolve a ação através dessa parceria, para contribuir com a formação profissional, formação de seleções e facilitar na formação de comitês paralímpicos aonde não existe – concluiu.

Cursos de formação de árbitros, a Carla da Mata está indo também, curso de formação para técnicos. Nesse caso específico, em Lima, vão ser técnicos locais formados e uma qualificação para os técnicos das seleções que participam deste projeto, com a presença do Peru, Equador e Colômbia. E em outro momento para as outras três seleções que fazem parte deste projeto.

Nos quatro dias de evento, foram realizados dois dias treinamentos técnicos e táticos dos países participantes: Colômbia, Equador e Peru, além de outras duas equipes peruanas locais. E fechou com dois dias de competição, onde os profissionais eram orientados com sugestões a partir do que foi ensinado nos treinamentos dos dias anteriores.

Fonte: cbdv.org.br

Mundiais esquentam disputas da primeira fase nacional do Circuito Loterias Caixa

Por CPB

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O Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, vai receber a partir da próxima sexta-feira, 2, a primeira fase nacional do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, Halterofilismo e Natação. A competição contará com os melhores atletas do país e terá um aditivo motivacional, que é a proximidade dos Mundiais das três modalidades, no segundo semestre. Ao todo, serão 654 atletas brigando por medalhas nas três disciplinas. As disputas se estendem até o domingo, 4.

Modalidade com maior número de inscritos (322), o atletismo tem nesta etapa nacional do Circuito a última oportunidade de garantir a vaga na delegação brasileira que participará do Mundial da modalidade, em Londres, de 14 a 23 de julho.

De abril para cá, quando os atletas começaram a lutar pelas vagas na equipe, 13 deles já conseguiram atingir o índice A e carimbaram o passaporte para o Mundial de Londres. Além destes, outros 10 fizeram o índice B e ficaram muito perto de integrar o time do Brasil. Nomes como Yohansson Nascimento, Alan Fonteles, Lorena Spoladore ainda não confirmaram a vaga e devem elevar o nível nesta etapa do Circuito Loterias Caixa para garantir lugar na Seleção em Londres. O CPB pretende levar 25 atletas e estabeleceu índices fortes, para que todos cheguem com chances de medalha.

Na natação, os competidores também estão atentos aos critérios estabelecidos pela comissão técnica. Os nadadores ainda terão outras chances para confirmar a vaga na Seleção, como etapas da World Series do Comitê Paralímpico Internacional, que já estão em curso, na Europa e Estados Unidos, e a segunda fase nacional do Circuito. O Mundial da modalidade começa no final de setembro, na Cidade do México, e, até o momento, 13 nadadores já se garantiram na mais importante competição do ano.

O halterofilismo também terá o Mundial disputado na Cidade do México, no final de setembro. Na modalidade, nove brasileiros já garantiram a vaga, dentro dos requisitos estipulados pela comissão técnica. Ainda há, contudo, chances de convocação, de acordo com critérios do CPB, que levam em consideração o potencial de evolução de cada competidor.

O Circuito
O Circuito Loterias Caixa é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pela Caixa Loterias. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo e natação. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

Patrocínios
A equipe brasileira de paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem.
As equipes de natação e halterofilismo têm patrocínio das Loterias Caixa.

Time São Paulo
Os atletas Yohansson do Nascimento e Lorena Spoladore são integrantes do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo que beneficia 56 atletas e nove atletas-guia de 10 modalidades.

Fonte: cpb.org.br

Atleta potiguar participa de intercâmbio de halterofilismo promovido pelo CPB em Natal

Por CPB

Fernando Maia/MPIX/CPB
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A segunda fase do Intercâmbio dos Centros de Referência e Desenvolvimento de Halterofilismo será neste sábado, 27, e domingo, 28, em Natal, Rio Grande do Norte. Com o objetivo de promover a modalidade entre atletas, treinadores e até aqueles que ainda não conhecem o esporte, o evento vai contar com a participação da halterofilista Terezinha dos Santos, do Rio Grande do Norte, que representou o Brasil nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Ela terá a importante missão de mostrar a visão de um competidor da modalidade.

A atleta participará da atividade voltada para o público externo. No sábado, uma ação será promovida pela equipe de técnicos na academia Ápice, na capital potiguar, que inclui uma demonstração prática da modalidade, além de uma breve aula aos interessados sobre como funciona o halterofilismo paralímpico.

Terezinha sofreu atrofia nas pernas causada por poliomielite e teve na natação o primeiro contato com o esporte. Conheceu o halterofilismo aos 25 anos, a convite de um treinador. E embora tenha começado a competir quase de imediato, assegura que a prática não é fácil e exige muito preparo do atleta para que não prejudique a própria saúde.

"Eu treinava duas modalidades [natação e halterofilismo], mas não sabia quase nada do halterofilismo, e por isso me machucava quase todos os dias. Era um desafio", relembra Terezinha. "Tem coisa que a gente só aprende com os técnicos, e é por causa dessas semanas de treinamento e dos treinadores terem estudado mais que o halterofilismo no Brasil é outra coisa hoje em dia", acrescenta.

As palavras de Terezinha são parte fundamental do Intercâmbio. Como o objetivo do evento é promover a modalidade, nivelar o conhecimento técnico entre os treinadores dos centros, além compartilhar novas técnicas e programas de treinamentos com os atletas locais, é importante que alguém com a experiência mostre uma visão interna do esporte, desde as dificuldades até as conquistas.

O coordenador da modalidade no Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Felipe Dias, espera que a experiência compartilhada ajude na expansão do halterofilismo dentro do país. “A perspectiva é atingir um nível de conhecimento teórico e prático acerca de todos os aspectos que envolvem a formação e o desenvolvimento de novos atletas, assim como de programas de treinamento que promovam o desenvolvimento de força de forma sustentável”, explica.

A atividade voltada para o público interno - técnicos e atletas - será no Centro de Referência de Natal, um dos oito existentes no Brasil. As atividades serão realizadas com os técnicos Carlos Williams e Valdecir Lopes, que conversarão com treinadores e atletas sobre métodos de treinos, técnica utilizada no banco de provas e até controle antidoping.

Para Carlos Williams, a difusão do esporte através desses encontros entre técnicos e atletas será fundamental para o crescimento da modalidade. "Os intercâmbios são essenciais, já que podemos apresentar o halterofilismo para um público que ainda não conhece o movimento paralímpico. A expectativa é de despertar maior interesse e aumentar nosso público no Nordeste", avaliou o treinador.

O técnico Valdecir Lopes corrobora com a opinião de Carlos Williams e explica como deve ser o plano de ação durante os intercâmbios. "Vamos falar sobre os planos e treinamentos para repetir o feito do Rio. Queremos encontrar e construir novos talentos já pensando nos Jogos de Tóquio 2020", afirmou.

SERVIÇO
II fase do Intercâmbio dos Centros de Referência e Desenvolvimento de Halterofilismo
Data: 26 a 28 de maio
Local: Centro de Referência de Natal (RN) - Departamento de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - DEF/UFRN. Sala de aula 2. Av. Senador Salgado Filho, 3000, Campus Universitário - Lagoa Nova.
Atividades externas: Dia 27, das 10 às 12h, na Academia Ápice - R. Aldo de Melo Freire, 1877 - Capim Macio.

Fonte: cpb.org.br

Acabem com o tormento das festas de dia das mães da escola

Aproveitem e cancelem a do dia dos pais também

POR RITA LISAUSKAS

foto: Pixabay

Eu sei que muitas mães gostam dessa festinha, porque se lembram das celebrações de dia das mães da própria infância. As crianças ensaiavam músicas e grandes apresentações e, nessas cerimônias, entregavam os presentes às mães, que iam sempre às lágrimas. A sua adorava a homenagem e você ficava super orgulhosa em “desfilar” com ela por aí.

Mas eu preciso te contar uma coisa: enquanto eu, você e nossas mães nos sentíamos radiantes durante essa comemoração, muitas outras crianças se sentiam miseráveis. Eu não me esqueço como uma amiguinha, a Daniela, ficava sempre tensa quando chegava esse dia. A mãe dela quase nunca conseguia comparecer a essas celebrações. Era “desquitada”, como se dizia naquela época, ex-marido não queria saber da família e, por isso, trabalhava dobrado para sustentar os filhos. No dia da tal festa, o chefe não queria nem saber de liberá-la por algumas horinhas. Lembro da gente pequena, flores na mão, esperando as mães entrarem na sala de aula para uma dessas festinhas. A Daniela dizia, baixinho “se ela não vier, eu não vou perdoar, se ela não vier, não vou perdoar”. A mãe só apareceu lá pelo meio da apresentação, muito atrasada e com cara de ‘desculpa, filha’. Minha amiga já estava magoadíssima, inchada depois de verter lágrimas silenciosas para não atrapalhar a música que os colegas, alheios ao seu sofrimento, cantavam a plenos pulmões. Havia uma menina órfã de pai na mesma sala. Os pais tinham mais dificuldade em aparecer nas tais festas, e isso era considerado, mas sempre que a data chegava ela sofria ao explicar para todo mundo que o pai tinha morrido quando ela ainda era um bebê e, por isso, aquele homem tão velhinho fazendo o papel de pai nas festas era, na verdade, o avô.

Confesso que quando meu filho entrou na escolinha estranhei que, com a chegada do mês de maio, não tivesse nenhuma convocação para a festinha do dia das mães. Na sexta-feira anterior à data até recebi um presentinho na mochila – acho que algum desenho de uma mão gorducha que se imprimiu à folha de sulfite depois de mergulhada na tinta, uma coisa muito fofa. Mas festa? Nenhuma. Perguntei a razão à professora e ela me lembrou o óbvio. Nem todos os alunos têm mães, nem todos os alunos têm pais, outros têm duas mães, nenhum pai, ou dois pais, nenhuma mãe. Lembrou-me que há crianças que são cuidadas pelos avós, pelos tios, pelos padrinhos. Eu olhava ao meu redor e via que todas as crianças da classe do meu filho tinham mães e pais, mas a vida não era assim, estávamos numa bolha que, a qualquer momento, podia estourar.

E estourou, claro, a bolha sempre estoura.

Anos depois, essa mesma professora querida do meu filho morreu em um acidente de carro. A filha dela sobreviveu. Estuda na escola onde a mãe lecionava (e onde meu filho ainda estuda), lida com as lembranças doloridas de quem só perdeu pai e mãe na infância sabe quais são mas, ainda bem, não tem que lidar com o tormento da festa do dia das mães. Um menino da mesma série do meu filho perdeu o pai para uma dessas doenças que aparecem sem pedir licença. Duro? Duríssimo! Ainda bem que essa criança não tem que lidar, também, com o tormento que poderia ser a tal festa do dia dos pais. Além das mães (e dos pais) que morreram, têm que os que sumiram, os que são negligentes, os violentos. Seria justo fazer uma criança passar semanas e mais semanas na expectativa de comemorar algo que, para ela, não merece ser comemorado só para que eu, mãe da “bolha” possa ter alguns minutos de felicidade? Não, né?

Por isso muitas escolas acabaram com as tais festas do dia das mães e dos pais e instituíram o dia da família, comemorado em uma data aleatória. Nessa festa, o foco é celebrar quem cuida, acolhe e educa essa criança: são avós, tios, padrinhos, uma mãe-solo, um pai-solo, dois pais, duas mães e até, olha só, um pai e uma mãe. Em tese, toda criança tem alguém, ou várias pessoas e elas merecem ser celebradas.

Se eu fico triste por não ter festinha de dia das mães na escola do meu filho? Ora, ora, eu já sou adulta, sei lidar com as minhas frustrações.

Trigêmeos adoráveis nascidos com a mesma raríssima condição fazem história na medicina


por Redação Hypeness

Quando decidiram por tentar engravidar, o casal americano Amy e Mike Howard não tinham noção de que a tentativa seria tão eficiente até descobrirem que não só estavam grávidos, mas que haviam realizado um feito raro: de forma natural, sem qualquer intervenção médica, Amy esperava por trigêmeos.

Em outubro passado, a vida do casal mudou de forma radical com a chegada de Hunter, Jackson e Kaden. Assim que nasceram, porém, os médicos reparam algo de não usual com o formato da cabeça dos bebês.

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Os bebês nasceram com uma forma muito rara de craniossinostose, que fez com que seus crânios não se desenvolvessem completamente, causando assim certas deformações em suas cabeças.

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Esse foi simplesmente o primeiro caso já registrado em que trigêmeos nascem todos com essa condição – as chances disso acontecer estatisticamente são de uma em 500 trilhões. Segundo consta, não se sabia sequer que tal caso era possível, e não há nenhuma menção em toda a literatura médica.

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Os três recém-nascidos com somente 9 semanas de vida entraram em cirurgia e, graças ao trabalho impecável dos médicos, dois dias depois estavam de volta em casa, vestindo capacetes de recuperação.

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O antes (“before”) e o depois (“after”) das cirurgias

Os bebês precisarão usar os capacetes 23 horas por dia pelos próximos seis meses, assim como realizar exames constantes até completarem 6 anos de vida, mas a expectativa é totalmente positiva e otimista – e pelos sorrisos no rosto das crianças, é assim que eles também se sentem.

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Fonte: hypeness.com.br - fotos: divulgação

O marido desligou os aparelhos que mantinham sua esposa viva e, de repente, ele ouviu: “Eu vou lutar…”

Foi um verdadeiro pesadelo para a família toda. Steven Swapp encontrou sua mãe, Lyndee, inconsciente. A mulher de 45 anos de idade ficou em coma por 12 dias. Por causa disso, os médicos recomendaram que os aparelhos que a mantinham viva fossem desligados.

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Era uma decisão muito difícil para a família. Mas, uma vez que Lyndee era doadora de órgãos, seu marido e seus dois filhos decidiram desligar os aparelhos.

Um a um, eles se aproximaram da mãe e sussurraram palavras de despedida. Lyndee consegue se lembrar de todas elas. Ela lembra, inclusive, do que os médicos haviam dito à sua família sobre o que aconteceria com ela depois.

E naquele momento, seu marido sussurrou em seus ouvidos: «Você tem que lutar», «Você tem que ser uma guerreira». Lyndee não conseguia falar, não conseguia nem dar nenhum sinal. Ela não conseguia se mexer. Mas, ela estava lutando.

Quando o marido se inclinou para beijá-la pela última vez, um milagre aconteceu. Lyndee sussurrou «Eu vou lutar», Todos ficaram atordoados. Eles já tinham dito adeus à sua mãe, mas quando eles desligaram os aparelhos, ela estava viva e consciente. Ela estava lutando.

A mulher se recuperou e agora ela conta pra todo mundo sobre como as palavras de seu marido a trouxeram de volta à vida.

«Só porque uma pessoa está inconsciente, isso não significa que ele ou ela não pode te ouvir, — diz a mulher. — Por isso, nessas situações, continue falando e interagindo com seu ente querido. Eles realmente conseguem te ouvir!»

Esta história mostra que nunca devemos desistir e perder as esperanças!

Cadeirante Fashion: Estilo vs Autoestima

por Daniella Cristina

         

Cadeirante e Moda ( Estilo x Autoestima )

Não é fácil ser cadeirante. Não mesmo. Mesmo eu, que me considero uma mulher cadeirante “bem resolvida” e cheia de autoestima, não posso negar o quanto às vezes é complicado lidar com nossas inseguranças . Porque, sem ‘coitadismo’ ou melodramas, muitas vezes me pego pensando sobre como de fato as pessoas enxergam uma mulher cadeirante , muitas coisas já mudaram e no geral temos ganho muito espaço em tudo , agora precisamos nos prepararmos e seguirmos em frente .

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O Que É Autoestima?

A autoestima é se autoapreciar, se autovalorizar. É quando a pessoa sente por si um sentimento bom, ela acredita que é boa, não somente no que faz da vida, mas é boa amiga, é bonita, é inteligente, é capaz de ter pensamentos bons por si. 

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Trabalhe sua autoestima :

Eu realmente considero que autoestima necessita de exercício e tempo, isso porque, devemos passar pela autoaceitação, algo muito conhecido por nós com algum tipo de deficiência .

A Autoestima precisa ser colocada em nosso calendário diário, como mulher posso dizer que , quando vamos nos vestir pensamos, será que alguém vai realmente me olhar ? Sou capaz de ser desejada por alguém? Bom, esta resposta eu não tenho, mas posso garantir que tudo parte do principio de como nos vemos e como nos mostramos para os outros .

Portanto, saiam de casa se gostando, se achando incrível como você é , conhecendo seus predicados como mulher , os homens consideram sensualidade como postura e atitude e não como” forma física “ , certamente esta sua energia contagiará as pessoas ao seu redor .

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Qual é o seu Estilo ?

Falar sobre moda sem falar sobre estilo , não funciona.

1- Se expresse com estilo : A maneira que você se veste é também uma forma de expressão social, o que queremos que as pessoas saibam sobre nós? Que somos vaidosas ou que não ligamos para nós mesmas? E como aquele “carinha” que você está de olho chegará em você se nem você se cuida com carinho ? Pensem nisso meninas ….

2- Descubra o seu estilo : Abaixo demonstrarei de forma simples, sem precisar de muita grana ou produção, 3 bases de estilos diferentes, claro, ainda temos muitas outras aos poucos vou falando mais para vocês .

Romântico : O estilo Romântico é ideal para todas as mulheres que gostam de se vestir bem, mostrar pouco e, acima de tudo, parecer femininas, doces e ingênuas, a tonalidade dos tecidos e estampas florais são peças chaves no look.

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Sensual : O estilo Sensual mostra segurança da sua própria imagem e glamour, para não vulgarizar a imagem , é importante equilibrar o quanto o corpo irá expor , decotes e fendas são peças chaves no look.

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Clássico: O estio clássico é um estilo mais conservador, mas não deixa de ser sensual e feminino, não utiliza muito decote e atributos físicos, Blazer é peça chave no look .


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Detalhes do novo tratamento que fez um paraplégico voltar a andar! - Veja o vídeo

Resultado de imagem para Detalhes do novo tratamento que fez um paraplégico voltar a andar!

por Paulo Oliveira

Creio que não fui o único cadeirante a ficar curioso com essa nova pesquisa, não é para menos, né?

Para saciar minha sede de conhecimento sobre esse possível milagre científico, fiz uma pesquisa em grandes portais científicos. sou muito ansioso, e não quis esperar para ver apenas o lado bonito da “cura” no fantástico.




Então as perguntas que fiz a mim mesmo vou deixa-las logo a baixo e já com as respostas encontradas.

01-ISSO É UM TRATAMENTO COM CÉLULAS-TRONCO?

Estas não são as mesmas células, como as células-tronco embrionárias humanas. Até hoje nenhum paraplégico voltou a andar de fato com apenas esse tratamento e nem mesmo com combinações de outras “técnicas”.

02-COMO É FEITA ESSA NOVA TÉCNICA?

São usadas as células olfativas ensheathing (OECs), são as células que regenera o sentido do olfato, quando as células nervosas do nariz estão danificadas. Essas células são injetadas acima e abaixo da lesão, estão utilizado tecido nervoso retirado do tornozelo para atuar como uma ponte entre os nervos.

03-QUAL O MOTIVO DA LESÃO DESTE PARAPLÉGICO?

NOME: Darek Fidyka
IDADE: 40 anos
MOTIVO DA LESÃO: Ataque com arma branca (faca)
TEMPO DE LESÃO: Quatro anos
GRAVIDADE DA LESÃO: Abertura de oito milímetros no canal da medula

04-QUAIS AS MELHORIAS QUE ELE TEVE?

Alem de conseguir andar com andador, com muletas o Darek Fidyka também recuperou a sensibilidade parcial das pernas, a sensação da bexiga, controle do intestino e o controle na função sexual.

05-QUANTO TEMPO DEMOROU PARA APARECER ESSAS MELHORIAS?

Darek Fidyka teve os primeiros sinais de recuperação depois de três meses do transplante, depois de dois anos com ajuda de terapeutas conseguiu os feitos citados acima.

06-ESSE É O TÃO ESPERADO E DESEJADO MILAGRE CIENTÍFICO?

Não. Esse foi apenas o primeiro teste realizado, não tem como afirmar e MUITO menos disponibilizar esse milagre para todos!

07-ESSE POSSÍVEL AVANÇO FOI RECONHECIDO NO MEIO CIENTÍFICO?

Em vários sites do meio cientifico que eu li matérias sobre esse assunto, tem críticas sobre essa abordagem: Feito mais importante que o primeiro passo do homem na lua.

A nossa recuperação não é menos importante, mas sim pela lesão parcial do Darek Fidyka. Ele não teve o rompimento total do canal da medula, o corte foi de oito milímetros e ficaram dois milímetros de tecido intacto.

Dr. Barth, Professor e Presidente da cirurgia neurológica na Universidade do Sistema de Saúde em Miami, ecoou esse sentimento: “Eles têm um paciente que fez e teve melhorias e isso é maravilhoso, mas se você não pode reproduzi-lo, não é real. Não estou convencido de que este é um grande avanço, definitivamente não é a resposta para todos ou mesmo a todos com a mesma lesão, até que tenhamos mais exemplos com mais de um paciente.” disse à CNN.

08-QUEM TEM MAIS BENEFÍCIOS COM TRATAMENTOS DE CÉLULAS-TRONCO OU TÉCNICAS SIMILARES?

Estudos de laboratório mostraram recuperação muito mais significativa em pacientes cuja medula espinhal foi apenas, parcialmente cortada.


É isso turma, consegui tirar minhas dúvidas e espero ter tirado as de vocês também!

Permitir acessibilidade real para todos

O ônibus deve ter espaço para uma cadeira de rodas e deve haver disposições de segurança adequadas, dependendo se a cadeira de rodas é levada para frente ou para trás.

Desde 1 de Janeiro de 2016, tem sido uma exigência que todos os ônibus de tamanho único de mais de 7,5 toneladas devem ser totalmente acessíveis; Todos os autocarros de dois andares a partir de 1 de Janeiro de 2017. Isto é para cumprir o PSVAR 2000 e significa que o ônibus deve ter espaço para uma cadeira de rodas e deve haver disposições de segurança adequadas dependendo se a cadeira de rodas é transportada Para frente ou para trás.

Para a maioria dos autocarros em toda a Europa, a disposição de segurança é geralmente um pólo anti-basculante para o utilizador de cadeira de rodas para segurar. Isto é obviamente apenas de uso se o passageiro de cadeira de rodas é capaz de utilizar seus braços e tem a força para se segurar, e sua cadeira. Cadeiras de rodas têm freios, mas estes não foram projetados para segurar a cadeira eo passageiro no lugar em um ônibus em movimento, portanto, movendo-se durante uma viagem é uma dor de cabeça constante para passageiros de cadeira de rodas.

Outra consideração para os passageiros de cadeira de rodas é o peso de sua cadeira e quão perigoso pode ser tanto para eles e outros passageiros, se não for adequadamente seguro enquanto o ônibus está se movendo. Com cadeiras elétricas pesando 200kgs ou mais, há uma massa muito substancial que poderia, potencialmente ferir outros passageiros durante uma viagem.

Apresentado na recente Expo em toda a Europa e em exposição na próxima UITP em Montreal, Q'Straint abordou este problema com o dispositivo Quantum; A primeira estação de segurança totalmente automática da cadeira de rodas da indústria de transportes. Projetado para fornecer acesso fácil para o usuário de cadeira de rodas, Quantum é operado pelo próprio passageiro, protegendo-os em posição com um sistema de braço oscilante automático por um único toque de um botão. Esta tecnologia revolucionária agarra a cadeira de rodas, protegendo contra quaisquer deslizamentos, pontas ou rolos, removendo os problemas de segurança acima mencionados.

Os usuários da Quantum também rapidamente identificaram um par de bônus adicionados. O primeiro dos quais é a remoção de doença de viagem. Embora o Quantum esteja instalado para dar uma jornada voltada para trás, o nível de aderência oferecido, significava que quaisquer sentimentos de doença de viagem foram evitados. O segundo bônus adicionado ônibus com Quantum beneficiam de é que marca assim claramente o espaço da cadeira de rodas para fora como para usuários do wheelchair que seria muito mais difícil para que os pais com pushchairs recusem mover-se. Isso ajudaria a projetar o conflito que pode ser um problema real para usuários de cadeiras de rodas.

Jim Franklin, Comitê de Ação do Advogado de Pessoas com Deficiência, tentou o sistema e cita Quantum como um habilitador chave, alegando: "As pessoas com deficiência apenas querem entrar no ônibus e ir, com Quantum que é possível".

Fontes: Eurotransport - turismoadaptado.wordpress.com