sábado, 8 de julho de 2017

Corrida do Fogo abre inscrições para categorias militares, civis e cadeirantes

Dividido em categorias, corrida geral, corrida militar, cadeirantes e caminhada, a XVII Corrida do Fogo está marcada para dia 22 de julho, sábado

Por Lívia Costa, Porto Velho

Corrida do Fogo, em RO, vai para 16ª edição (Foto: Daniele Lira)
Corrida do Fogo, em RO, vai para 16ª edição (Foto: Daniele Lira)

A XVII Corrida do Fogo do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia acontecerá no sábdo, 22, às 17h, com largada no Quartel do Comando Geral do Corpo de Bombeiros, no bairro Olaria. As inscrições estão abertas.

A competição consiste em uma corrida de rua e tem o percurso de 10 km para militares, público geral e cadeirantes e 5 km de caminhada sem caráter competitivo. O evento marca o Dia Nacional dos Bombeiros Militares.

As inscrições para participar da Corrida do Fogo vão do dia 12 a 14 de julho. As provas serão divididas nas categorias cadeirante, corrida e caminhada e a largada será na frente na avenida Campo Sales, número 3254, bairro Olaria.


As vagas para ganhar os kits da corrida são limitadas e serão divididas em 700 para o percurso de 10 km, que inclui atletas em geral, militares com calça e coturno e cadeirantes, e 250 atletas na caminhada de 5 km. Os participantes receberão o kit que será entregue no local das provas das 12h às 16h30.

A premiação será por classificação e o valor do prêmio varia de R$ 500 a R$ 100. Todos os participantes que concluírem a prova receberão medalhas de participação.

Cadeirante morre em hospital após ser atingido por tiros na Zona Centro-Oeste de Manaus

Irmão da vítima relatou à polícia que ele era envolvido com o tráfico de drogas.

Por G1 AM
Homem ainda foi encaminhado para o Hospital João Lúcio mas não resistiu aos ferimentos. (Foto: Ive Rylo/ G1 AM)
Homem ainda foi encaminhado para o Hospital João Lúcio mas não resistiu aos ferimentos. (Foto: Ive Rylo/ G1 AM)

Um cadeirante de 25 anos foi morto a tiros por dois homens em uma moto, na noite de quinta-feira (6), na rua Um, no bairro Alvorada 1, na Zona Centro-Oeste de Manaus. Segundo o relato do irmão da vítima à polícia, ele era envolvido com o tráfico de drogas na região.

De acordo com o Boletim de Ocorrência feito pelo irmão da vítima na Polícia Civil, o cadeirante estava na rua quando dois homens em uma moto pararam no local e atiraram contra ele. Os tiros o atingiram na cabeça e ombros.

Após ser atingido pelos tiros, o cadeirante foi encaminhado para o Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do bairro Alvorada e, em seguida, transferido para o Hospital e Pronto-Socorro Doutor João Lúcio Pereira Machado.

Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) e o crime deve ser investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Fonte: g1.globo.com

Andrew Parsons: "O esporte muda a percepção da sociedade em relação às pessoas com deficiência"

O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) fala sobre o trabalho que vem sendo feito com atletas paralímpicos e como isso fortalece o movimento por mais acessibilidade e menos preconceito

Estúdio Globo (Publieditoria)

Andrew Parsons: o gestor à frente do Movimento Paralímpico, que vem projetando o Brasil no mundo (Foto: Guto Gonçalves/Estúdio13)
Andrew Parsons: o gestor à frente do Movimento Paralímpico, que vem projetando o Brasil no mundo (Foto: Guto Gonçalves/Estúdio13)

O fluminense Andrew Parsons começou no Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em 1997, como estagiário de jornalismo. Entre 2001 e 2008, foi secretário-geral da entidade e, a partir de 2005, acumulou a presidência do Comitê Paralímpico das Américas. Em 2009, passou ao comando máximo do CPB e foi reeleito quatro anos depois, por aclamação. Sob sua gestão, o Brasil saltou do 9o lugar no quadro geral da Paralimpíada de Pequim (2008), com 16 medalhas de ouro, para o 7o nos Jogos de Londres (2012), com 21 ouros.

Seu trabalho é reconhecido como modelo de gestão esportiva. Junto com sua equipe, ele levou conhecimento técnico e encabeçou iniciativas que projetaram o esporte paralímpico brasileiro no mundo, conseguindo com isso também transformá-lo em eficaz ferramenta de inclusão e aceitação das pessoas com deficiência. A seguir, Parsons fala do funcionamento do CPB, do atual momento paralímpico, do legado dos Jogos no Rio de Janeiro e como tudo isso contribui para que a sociedade repense a relação com pessoas com deficiência.

Qual é o papel do Comitê Paralímpico Brasileiro?

O CPB é a entidade que rege o desporto paralímpico no Brasil, buscando a promoção e o desenvolvimento do esporte de alto rendimento para pessoas com deficiência. Como presidente, lidero a organização no sentido de preparar os atletas - cuidando desde a base, com a formação de novos talentos, até a etapa do alto rendimento - e promover o desenvolvimento das modalidades paralímpicas no Brasil em conjunto com as respectivas confederações. Organizamos a participação do país em disputas continentais, mundiais e jogos paralímpicos e ainda desempenhamos a função de confederação, gerenciando o calendário de competições de cinco modalidades - atletismo, natação, halterofilismo, esgrima em cadeira de rodas e tiro esportivo.

Alan Fonteles: atleta paralímpico descoberto na infância em um programa do CPB  (Foto: Alexandre Battibugli)
Alan Fonteles: atleta paralímpico descoberto na infância em um programa do CPB (Foto: Alexandre Battibugli)

Como se constrói um atleta paralímpico?

A partir do momento que a pessoa se acidenta e fica com uma deficiência ou nasce com uma deficiência e toma consciência dela - geralmente acontece quando a criança vai para a escola e vê que seus colegas não têm as mesmas características que ela -, o caminho é buscar um centro para habilitação ou reabilitação. Tudo começa nesses centros que, em parceria com clubes e associações de pessoas com deficiência, promovem o incentivo ao esporte. E o CPB tem sistemas que ajudam a identificar jovens talentos, como as Paralimpíadas Escolares, maior evento esportivo para atletas com deficiência em idade escolar (12 a 17 anos). Nossa primeira edição foi realizada em 2006 e revelou o velocista Alan Fonteles, do Pará, por exemplo. Procuramos trazer esses atletas para nossos programas, dando estrutura para que se desenvolvam e cheguem a uma delegação paralímpica.

É esse trabalho que vem garantindo bons resultados para o Brasil nos Jogos Paralímpicos?

Sim. Saímos da 37a colocação no ranking paralímpico em Atlanta (1996) para a 7a em Londres (2012). Ao longo desses 16 anos, buscamos novos talentos, conseguimos dar melhor estrutura aos atletas, desenvolvemos um modelo de trabalho em parceria com as confederações, construímos delegações mais fortes. O 7o lugar em Londres foi planejado lá atrás, em 2009. No Rio, nosso objetivo é a 5a colocação. É uma meta ambiciosa. Para atingi-la, teremos que ultrapassar Austrália e Estados Unidos, duas potências paralímpicas. Mas estou certo de que o Brasil entra na disputa em condições de enfrentar esses países.

Um dia o Brasil chega ao topo?

Vamos dar um passo de cada vez. O objetivo agora é o 5o lugar no Rio, o que será um resultado extraordinário se alcançado. O Brasil hoje é uma nação paralímpica, estamos entre as grandes. Mas considero que existem duas superpotências paralímpicas: China e Rússia. E serão necessárias algumas décadas para chegarmos ao patamar delas, pelo nível de investimento e estrutura que já possuem. Atingir o topo leva tempo, mas temos condições de chegar lá.

"Se você olhar para o que uma pessoa pode fazer em vez do que ela não consegue fazer, a perspectiva muda e perde-se a visão de coitadinho"
ANDREW PARSONS

Quais as modalidades com maiores chances de medalhas para o país?

O Brasil participará das 22 modalidades do programa paralímpico, até mesmo das novas - rúgbi em cadeira de rodas, triatlo e canoagem. Mas as que já temos tradição de conquistas em campeonatos mundiais são atletismo, natação, futebol de 5 (com atletas com deficiência visual), judô e bocha. É nessas que estamos confiantes para o maior número de medalhas de ouro, para assim chegarmos ao 5o lugar no ranking geral. Já há algum tempo o Brasil vem se destacando na natação e no atletismo, que são esportes em que qualquer país que tenha metas ambiciosas em relação à conquista de medalhas - como nós temos - tem que investir. E nós investimos. Além de atletas multimedalhistas, nosso conjunto nas duas modalidades tem muita força.

Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo: legado que contribui para o desenvolvimento de nossos atletas (Foto: Alexandre Schneider/GettyImages)
Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo: legado que contribui para o desenvolvimento de nossos atletas (Foto: Alexandre Schneider/GettyImages)

Que legados os Jogos Paralímpicos deixarão para o Brasil?

O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, é um deles. Principal centro de excelência do Brasil e da América Latina e um dos melhores do mundo para alto rendimento, ele conta com instalações esportivas que servem para treinamentos, competições e intercâmbio de atletas e seleções em 15 modalidades paralímpicas: atletismo, basquete, esgrima, rúgbi e tênis em cadeira de rodas, bocha, natação, futebol de 5 (para cegos), futebol de 7 (para paralisados cerebrais), goalball, halterofilismo, judô, tênis de mesa, triatlo e vôlei sentado. E um legado intangível, muito importante para nós, é a mudança de percepção da sociedade em relação às pessoas com deficiência. Quanto mais nossos atletas apresentam resultados expressivos, mais vamos sendo convencidos do potencial das pessoas com deficiência. Ninguém precisa enaltecer as habilidades do atleta paralímpico, é possível vivenciar isso por meio das competições. Isso ajuda a colocar em perspectiva que uma pessoa com deficiência pode ser um grande profissional da minha equipe, um grande colega de trabalho, um grande amigo, um chefe de família, alguém do meu convívio familiar e social.

Evento debate inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho em Cordeirópolis

Encontro acontece neste sábado (8) a partir das 14h e é aberto à população.

Por G1 Piracicaba e Região

Câmara de Cordeirópolis (Foto: Divulgação)
Câmara de Cordeirópolis (Foto: Divulgação)

A Prefeitura de Cordeirópolis (SP) promove uma roda de conversa neste sábado (8) na Câmara Municipal com o tema “Inserção no Mercado de Trabalho”. O encontro é aberto a toda população e tem o objetivo de discutir as políticas públicas e práticas de inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho e na sociedade.

O encontro vai debater a vida cotidiana e sensibilizar os cidadãos sobre a inclusão no mercado de trabalho e esclarecer a diferença de deficiência e doença. “Nos dias de hoje é muito difícil à pessoa com deficiência conseguir um emprego, pois muitas pessoas acham que deficiência é doença, mas não é”, explicou a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Milena de Fátima.

A roda de conversa é aberta ao público e acontece a partir das 14h.

Serviço
O quê: Roda de Conversa "Inserção no Mercado de Trabalho"
Quando: Sábado (8), às 14h
Onde: Câmara Municipal de Cordeirópolis (Rua Carlos Gomes, nº 999)

Fonte: g1.globo.com

Renan Filho veta projeto de lei que reduz carga horária de pessoas que cuidam de filhos com deficiência

Segundo o texto assinado pelo governador, o projeto foi vetado por ser considerado inconstitucional. Já há uma lei que garante a redução para mães.

Por G1 AL

Renan Filho é eleito governador de Alagoas no primeiro turno - Agência Senado
O governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB) vetou o projeto de lei de que reduz a carga horária de trabalho de pessoas que cuidam de filhos portadores de deficiência. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (7), no Diário Oficial do Estado (DOE).

Segundo o texto assinado pelo governador, o projeto foi vetado por ser considerado inconstitucional.

A publicação informa que a iniciativa de lei que dispõe sobre a organização administrativa, serviços públicos, pessoal da administração do Poder Executivo e regime jurídico de servidores públicos é de competência exclusiva do governador do Estado.

Também foi levado em conta a lei estadual de dezembro de 1984 que autoriza o afastamento de mães em casos excepcionais em tratamento que possam carga horária igual ou superior a 40h sem prejuízos na remuneração.

Fonte: g1.globo.com

Brasil disputa ouro e bronze no Mundial de Jovens de Goalball

Por CPB

Cleber Mendes/CPB/MPIX
Imagem

O Brasil deu mais um passo rumo ao título do Campeonato Mundial de Jovens de Goalball da IBSA, e avançou para a final na categoria masculina. Entre as mulheres, o time brasileiro acabou sendo derrotado pelas australianas, mas ainda disputam a medalha de bronze da competição.
As semifinais foram realizadas na manhã desta sexta-feira, 7, em Budaörs, na Hungria. A seleção masculina voltou a jogar bem e conquistou a vaga na decisão após vencer a Rússia por 8 a 5. Na disputa feminina, o Brasil enfrentou a Austrália, mas saiu derrotado pelo placar de 11 a 6.
A disputa pela medalha de ouro no torneio masculino será neste sábado, 8, a partir das 10h (horário de Brasília), e o Brasil enfrenta os Estados Unidos. Na madrugada, às 4h, o time feminino brasileiro enfrenta a Alemanha na luta pela medalha de bronze. As partidas estão sendo transmitidas ao vivo nos links www.goalballwch2017.com e www.csorgolabda2017.hu.
Confira a tabela completa da competição aqui.
Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV)

Fonte: cpb.org.br


Pesquisa da Fiocruz aponta risco de volta da febre amarela urbana

Estadão Conteúdo

Reprodução Internet

Doença silvestre desde a década de 1940, a febre amarela pode voltar a se tornar uma enfermidade de cidade. Pesquisa dos Institutos Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e Evandro Chagas, em parceria com o Instituto Pasteur, em Paris, mostrou que mosquitos urbanos, como Aedes aegypti e Aedes albopictus, têm elevada capacidade para a transmissão do vírus da febre amarela. A pesquisa foi publicada nesta sexta-feira, 7, na revista Scientific Reports.

Um dos autores do estudo, Ricardo Lourenço, chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do IOC, explicou que a intenção do trabalho era avaliar o risco de a febre amarela voltar a se tornar uma doença das cidades.

Neste ano, foram registrados 797 casos da doença no Brasil, com 275 mortes. Mas todas as pessoas foram picadas por mosquitos silvestres ao entrarem em áreas de matas.

Para avaliar o risco de reurbanização, foram testados mosquitos urbanos (Aedes aegypti e Aedes albopictus) do Rio de Janeiro, onde não havia registros da doença havia 70 anos, de Manaus e Goiânia. E diferentes linhagens do vírus - a que circulava anteriormente no Brasil, a que está circulando agora e a que foi isolada na África.

Isso porque a diversidade das populações de mosquitos e as transformações dos vírus, ao longo das décadas, poderiam ter afetado a capacidade de os insetos transmitirem a doença.

"O vírus vai evoluindo no tempo, produzindo mutações, criando adaptações. Por isso precisávamos fazer a comparação. E, de fato, a chance de transmissão dos vírus é muito grande pelos insetos do Rio de Janeiro e de Manaus. A transmissão ocorre nos mosquitos de Goiânia em menor grau", afirmou Lourenço.

Foram avaliados mosquitos silvestres das espécies Haemagogus leucocelaenus e Sabethes albiprivus. O trabalho analisou ainda insetos Aedes aegypti e Aedes albopictus coletados nas três capitais brasileiras e em Brazzaville, no Congo, onde a febre amarela silvestre é endêmica.

Os insetos foram divididos por gênero, e fêmeas foram alimentadas com amostras de sangue contendo vírus da febre amarela de diferentes linhagens. A presença de partículas de vírus na saliva dos insetos após 14 dias foi o indicador do potencial de transmissão da doença. Todos os mosquitos tinham capacidade de transmitir a febre amarela, com exceção do Aedes albopictus de Manaus, que não transmitiu o vírus africano.

"A capacidade de o Aedes aegypti do Rio de Janeiro transmitir a febre amarela chega a 60% com a linhagem que circula agora e a 40% com a linhagem do passado ou do oeste africano. É maior do que o mesmo mosquito de Goiânia, onde emergem casos de macacos infectados, e do que o de Manaus, que é área de febre amarela endêmica."

Para o pesquisador, diante da real possibilidade de reintrodução da febre amarela urbana, é preciso que as autoridades de saúde intensifiquem o combate ao mosquito e imunizem a população.

"A transmissão urbana já pode estar acontecendo, e a gente não sabe. Na década de 1930, descobriram que havia a febre amarela silvestre porque houve caso no Espírito Santo e não acharam nenhuma lava ou adulto de Aedes aegypti", explicou. "Agora, só vamos provar a febre amarela urbana se não houver macaco doente nem mosquito silvestre naquela região."


Leia mais:





JOEY FATONE, DO N'SYNC, FALA SOBRE FILHA AUTISTA

Ex-integrante de boyband dos anos 90, fala de dificuldade de criar a filha caçula

Joey Fatone e filha (Foto: Reprodução)
Joey Fatone e filha (Foto: Reprodução)

Joey Fatone, do N'Sync, contou com a companhia de sua filha Kloey, de 7 anos, no programa Big Star Little Star. A menina, dignosticada com autismo, roubou a cena no programa ao falar dos hábitos mais irritantes do pai e falar que ele parecia um gorila peludo.

O ex-integrante da boyband dos anos 90, falou sobre os desafios que ele e sua mulher enfrentaram quando souberam da doença da filha. "Foi um teste. Ela tem um espectro autista. Há tantos. Cada um lida com ela de forma diferente, mas nós lidamos com isso como a maioria dos pais", disse ele, que ainda é pai de Briahna, de 16 anos.

"As coisas que eram simples de explicar para a Briahna quando criança, eu tinha que abordar de um jeito diferente com a Kloey para que ela entendesse."

                       Joey Fatone e as filhas (Foto: Reprodução)
                    Joey Fatone e as filhas (Foto: Reprodução)

Brasil na disputa do ouro e bronze no Campeonato Mundial de Jovens de Goalball

Brasil na disputa do ouro e bronze no Campeonato Mundial de Jovens de Goalball
Foto: Brasil luta pela medalha de ouro inédita na competição (Crédito: Cleber Mendes/CPB/MPIX)

Brasil chega ao último dia do Campeonato Mundial de Jovens de Goalball na disputa pelo ouro, na categoria masculina, e bronze, na feminina. Nas semifinais realizadas nesta sexta-feira (7), em Budaors, Hungria, o time masculino venceu a Rússia por 8 a 5, mas as meninas perderam para a Austrália pelo placar de 11 a 6.

No jogo que vale o ouro para o Brasil, os meninos vão encarar os Estados Unidos, que venceram a Hungria também por 8 a 5. A partida será neste sábado (8), às 10h, horário de Brasília. O técnico Alessandro Tosim alertou para um jogador em especial dos americanos e pediu atenção da arbitragem.

- A nossa ação amanhã vai ser umas cruzadas em cima do pivô. Quando tem volume alto ele fica. E o problema é que os Estados Unidos tem um atleta que bate forte e comete high-ball toda hora, e a arbitragem não marca. Então, se for necessário vamos pra cima da arbitragem também – disse o técnico.

A derrota para a Austrália na semifinal da competição não tira o brilho das meninas do Brasil, que tiveram grandes exibições na Hungria. E para credenciar a boa campanha, a seleção feminina quer colocar a medalha de bronze na bagagem, para isso precisa vencer a Alemanha na disputa do terceiro lugar, às 04h da manhã, no jogo que abre o último dia do Mundial de Jovens de Goalball.
 


Fonte: cbdv.org.br

Com foco na Copa América, Seleção de futebol de 5 se reúne para nova fase de treinamento

Por CPB

Washington Alves/CPB/MPIX
Imagem

A Seleção Brasileira de Futebol de 5 (para cegos) dará início neste sábado, 8, à II Fase de Treinamento do ano. O objetivo é preparar a equipe para os desafios do ciclo Tóquio 2020. Os treinos se estendem até 16 de julho no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A lista é formada por 16 atletas, entre eles, campeões dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, no ano passado, e do Parapan-Americano de Jovens deste ano.

O principal campeonato que a Seleção irá participar este ano é a Copa América, no Chile, de 25 de novembro a 4 de dezembro. A convocação para esta etapa de treinamento conta com atletas jovens e experientes, e o técnico Fábio Vasconcelos quer aproveitar a mescla para dar mais rodagem aos novatos.

"A gente começa a fazer um trabalho de renovação colocando uma equipe bem mais jovem. Tem uma base de cinco jogadores vindo da equipe de jovens (campeã do Parapan). Toda competição que a Seleção Brasileira participa a gente tem sempre que pensar em ganhar. Então a gente dá uma mesclada para dar experiência aos meninos, no dia a dia, treinando. Um exemplo que temos é o Tiago Paraná, que hoje é uma realidade. Há quatro anos a gente vem trabalhando isso com ele, mas só podemos colocar esses meninos quando estiverem realmente preparados", projetou Fábio Vasconcelos.

Outro ponto que o técnico dará atenção é em relação ao novo tamanho da baliza que, com a mudança da regra, ficou maior (2,14m x 3,66m).

"Vai ser a primeira fase que a gente vai ter com a trave oficial. Importante para ter uma noção de como vai ser, se vai precisar mudar alguma coisa. Trabalhar chutes de média distância", sugeriu o treinador.

Lista de convocação

Goleiros
Luan de Lacerda Gonçalves (AGAFUC-RS)
Vinícius Tranchezzi Holzsauer (APADV-SP)
Wesley Cassiano Gangemi Leite (CESEC-SP)

Atletas de linha
Cássio Lopes dos Reis (ICB-BA)
Damião Robson de Souza Ramos (AGAFUC-RS)
Felipe Sabino (CEIBC-RJ)
Jardiel Vieira Soares (CEDEMAC-MA)
Jonatan Felipe Borges da Silva (AGAFUC-RS)
Marcos José Alves Felipe (APACE-PB)
Mauricio Tchopi Dumbo (AGAFUC-RS)
Maxwell Carvalho Valente (CEDEMAC-MA)
Raimundo Nonato Alves Mendes (AGAFUC-RS)
Ricardo Steinmetz Alves (AGAFUC-RS)
Thiago do Nascimento Moreira (CEIBC-RJ)
Tiago da Silva (URECE-RJ)
Tiago Santos Nascimento (ICB-BA)

Comissão técnica
Fábio Luiz Ribeiro de Vasconcelos – Técnico
Halekson Barbosa de Freitas – Fisioterapeuta
João Paulo Borin – Coordenador de Seleções
Josinaldo Costa Sousa – Auxiliar Técnico
Lucas Leite Ribeiro – Médico
Luis Felipe Castelli Correia de Campos – Preparador Físico
Silmaria Maia do Nascimento – Técnica da Base
Thaís Néri de Souza – Nutricionista

Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV)

Fonte: cpb.org.br

Andre Brasil leva medalha de bronze no Aberto de Berlim de Natação

Por CPB

Imagem

O nadador brasileiro Andre Brasil, classe S10, conquistou nesta sexta-feira, 7, a medalha de bronze nos 100m livre do Aberto Internacional de Berlim de natação paralímpica. O multimedalhista subiu ao pódio atrás do britânico Thomas Hamer, classe S14 (deficiência intelectual), com o ouro, e do bielorrusso Ihar Boki, classe S13 (baixa visão), com a prata.

Por ser uma prova multiclasse, o que define o vencedor é uma pontuação baseada no tempo do nadador em relação aos melhores tempos do mundo naquela classe. Andre completou os 100m em 52s48, o que rendeu a ele 900 pontos. O campeão, Hamer, completou o percurso em 53s61 (970 pontos), enquanto o medalhista de prata, Boki, fechou em 51s30 (937 pontos).

O brasileiro participa da competição em apenas três provas. Além dos 100m livre, ainda vai disputar os 50m livre e os 100m costas. Andre entrou na competição inscrito pelo clube em que nada, o Esporte Clube Pinheiros. Isto porque a comissão técnica do Brasil optou por levar a Seleção de Jovens para o Aberto, visando a preparação destes atletas mais jovens para o ciclo Tóquio 2020.

Os nadadores jovens, aliás, já mostraram a capacidade na quinta-feira, 7, primeiro dia de competições na capital alemã. Apesar de não terem subido ao pódio alguns dos 12 selecionados melhoraram muito a marca pessoal. O destaque maior ficou para Beatriz Carneiro, classe S14. A nadadora bateu o recorde das Américas nos 100m peito duas vezes - na eliminatória e na final - e ainda alcançou o índice para disputar o Campeonato Mundial da modalidade, em setembro, na Cidade do México.

Para chegar à final dos 100m peito, Beatriz completou a distância em 1min19s76, tempo que superou o recorde continental e já a garantiu no Mundial. Horas mais tarde, na decisão, a brasileira baixou a marca para 1min18s17.

Fonte: cpb.org.br

Sistema permite que deficientes visuais andem sem usar bengala

Segundo testes, a tecnologia reduz em até 86% o número de colisões com outras pessoas em um salão movimentado

Um acessório muito usado pelos deficientes visuais para se locomover é a bengala. Prática de carregar e leve, ela acusa a presença de obstáculos e evita, ao máximo, as colisões indesejadas. Não consegue, porém, identificar o que toca, uma mesa, uma cadeira ou outra pessoa, por exemplo.

Tentando resolver esse problema, pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, pela sigla em inglês) criaram um sistema de orientação que permite ao usuário andar em um ambiente interno sem usar a bengala. Pendurada no pescoço do deficiente visual, uma câmera 3D sonda a região à frente dele, identificando obstáculos e o quão distantes estão. O usuário é, então, orientado sobre qual direção deve se locomover por meio de vibrações emitidas por um cinto. No acessório, também fica presa uma tela em braile que ajuda no processo de locomoção.

Segundo testes, a tecnologia reduz em até 86% o número de colisões com outras pessoas em um salão movimentado, quando se compara deficientes visuais no mesmo ambiente usando a bengala para se locomover. Além disso, ao procurar uma cadeira, os voluntários entraram em contato com 80% menos objetos indesejados no percurso quando estavam com o novo dispositivo.

“Ter algo que não interferisse com os outros sentidos foi importante. Nós não queríamos usar áudio, não queríamos ter algo ao redor da cabeça ou vibrações no pescoço. Testamos esses métodos com deficientes visuais, mas nenhum foi aceito”, diz Robert Katzschmann, um dos principais autores do artigo, apresentado na Conferência Internacional de Robôs e Automação, em Cingapura, no início deste mês.

Algoritmo-chave

A câmera 3D é capaz de detectar profundidades, algo extremamente importante para a locomoção de um deficiente visual. A câmera fica na altura do peito do usuário, dentro de uma bolsa de couro, que também guarda um pequeno computador. As imagens são processadas por um algoritmo também criado pelos pesquisadores e considerado o elemento-chave do sistema. Ele organiza os pixels da filmagem em grupos de três. Se cinco grupos adjacentes estiverem em um ângulo menor que 10 graus entre eles, ou seja, se esses grupos estiverem aproximadamente no mesmo plano, o programa conclui que formam uma mesma superfície.

O algoritmo não precisa necessariamente identificar o objeto, mas avisar ao usuário se ele estiver muito próximo. A facilidade para a movimentação do deficiente visual vai além do caminhar. A solução avisa, por exemplo, a existência de uma cadeira vaga. Nesse caso, o algoritmo analisa uma determinada superfície três vezes. Se ela for paralela ao chão e estiver em uma altura compatível com o tipo de móvel, ele avisa que há uma cadeira desocupada. Caso haja alguém sentado, não identifica o objeto.

As informações são passadas para o usuário por dois aparelhos: um cinto com motores vibratórios e uma tela em braile. Quando o deficiente chega a menos de dois metros de um objeto, o cinto vibra, indicando qual direção tomar para se desviar. Quanto menor a distância, mais forte é a vibração. “Nós descobrimos que a área do corpo menos usada pelos outros sentidos fica ao redor do abdômen”, conta Robert. Já a tela em braile exibe símbolos, como a letra C para cadeiras, e indica a direção e a proximidade de um obstáculo.

Aprendizagem

“A grande dificuldade é que o usuário precisa aprender a usar o dispositivo”, avalia Emerson Fachin-Martins, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências e Tecnologias da Saúde da Universidade de Brasília (UnB). “Para usá-lo, a pessoa precisa saber braile. Não é todo cego que sabe braile. E precisa saber usar os dispositivos vibratórios.” Segundo o especialista, muitos deficientes visuais preferem a bengala porque ela é muito mais simples de aprender a usar do que os sistemas tecnológicos.

Por esse motivo, afirma Andréa Sonza, assessora de Ações Inclusivas do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), os futuros usuários devem sempre ser ouvidos nas pesquisas voltadas para a tecnologia assistiva. “Qualquer dispositivo feito em conjunto com as pessoas com deficiência é sempre importante. Se elas aprovam, a pesquisa é válida”, argumenta. Sonza chama a atenção ainda para a quantidade de pessoas que podem ser beneficiadas com projetos nessa linha: segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 3,6% dos brasileiros (cerca de 9,3 milhões) têm deficiência visual, sendo que o grau intenso ou muito intenso da limitação impossibilita 16% deles de realizarem atividades rotineiras, como ir ao trabalho e brincar.

Os pesquisadores do MIT realizaram diversos testes em que pessoas cegas percorreram labirintos e corredores e localizaram cadeiras vazias em uma sala usando a nova solução. As tarefas foram executadas sem o auxílio da bengala. Porém, quando as duas alternativas foram usadas juntas, a velocidade e a confiança dos deficientes foram bem maiores. “Parece ser algo viável”, avalia Andréa Sonza. “Quanto menor e mais fácil de carregar, melhor.”

Campos diversos

Criado em 1988, o termo tecnologia assistiva refere-se aos recursos e serviços que podem contribuir para proporcionar ou ampliar as habilidades de pessoas com deficiência. Os recursos são variados, incluindo soluções como softwares e hardwares voltados para a acessibilidade e equipamentos de comunicação e locomoção alternativa. Os serviços são geralmente multidisciplinares e envolvem áreas como medicina, psicologia, engenharia e computação.

Fontes: Correio Braziliense -  turismoadaptado.com.br

Feira gratuita de acessibilidade reúne veículos adaptados na Zona Sul do Rio - Veja o vídeo.

Mobility & Show Rio traz inclusão e acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida. RJ possui mais de 4 milhões de deficientes físicos.

Por Bruno Albernaz, G1 Rio

Resultado de imagem para Feira gratuita de acessibilidade reúne veículos adaptados na Zona Sul do Rio
Feira gratuita de acessibilidade reúne veículos adaptados na Zona Sul do Rio

O Rio de Janeiro recebe pela primeira vez na cidade a Mobility Show, evento gratuito que nasceu em São Paulo, em 2015, e que reúne empresas fornecedoras de produtos e serviços que viabilizam a mobilidade e a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência. A terceira edição da feira de acessibilidade começa nesta sexta-feira (7), na Marina da Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro e fica na cidade até domingo (9).

Click AQUI para ver o vídeo.

No evento, os visitantes terão a possibilidade de conhecer montadoras e adaptadoras de veículos, autoescolas, despachantes, clínicas médicas, modelos de cadeira de rodas e todo tipo de fabricantes de produtos e equipamentos. Um atendimento gratuito para tirar dúvidas sobre direitos, benefícios e isenções também estará disponível. Portadores de necessidades especiais têm direito de adquirir automóveis com isenção de impostos como IPI, ICMS e IOF, além de não precisarem pagar IPVA.

O diretor da Mobility Show, Rodrigo Rosso, explica que a vinda do evento para o Rio de Janeiro foi um interesse do público carioca. A expectativa de público para essa primeira edição na cidade é de 3 a 5 mil visitantes. Durante o evento, são esperados de 700 a 1.000 test-drives.

“Percebemos a grande necessidade e interesse do público carioca em receber um evento assim, que apresentasse produtos e serviços de Tecnologia Assistiva as Pessoas com Deficiência, com Mobilidade Reduzida e seus Familiares e que, também, pudesse informar toda a população dos seus direitos e isenções de impostos, por isso escolhemos o Rio de Janeiro para iniciar nosso projeto de uma versão itinerante do evento em 2017”, conta Rodrigo Rosso, diretor e promotor do evento.

Cadeira de rodas deixa o deficiente em pé novamente. (Foto: Miguel Folco / G1)
Cadeira de rodas deixa o deficiente em pé novamente. (Foto: Miguel Folco / G1)

O estudante Jonas Batista Fernandes Lins, de 36 anos, é cadeirante há pelo menos 3 anos. Um tiro disparado por um criminoso durante uma tentativa de assalto no Méier, na Zona Norte da cidade, atingiu parte da coluna e Jonas perdeu os movimentos das pernas. Após três anos, ele conta que a sensação de poder ficar em pé novamente é única.

“Sensação única de poder ficar em pé novamente, olhar no olho das pessoas, agora ninguém mais esconde controle remoto em casa porque dá para pegar, olhar em 180 graus novamente, é uma sensação que só quem ficou sentado durante muito tempo pode explicar”, conta Jonas.

Segundo o Censo de 2010, existem no Brasil mais de 46 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Segundo dados da ONU e da OMS, mais de 500 pessoas por dia nascem ou se tornam uma pessoa com deficiência, seja por acidentes de transito, violência urbana, acidentes de trabalho, práticas de esportes radicais e outros fatores. Só no estado do Rio de Janeiro, vivem 4 milhões de pessoas com deficiência.

Considerando também idosos e pessoas com mobilidade reduzida, estima-se que o número de pessoas envolvidas diretamente com a causa e que podem usufruir dos direitos existentes em nossa legislação para o segmento ultrapasse, também no estado do Rio, a casa de 10 milhões de pessoas e a maioria delas não tem conhecimento desses benefícios.

Carro 100% adaptado é uma das atrações da feira (Foto: Miguel Folco / G1)
Carro 100% adaptado é uma das atrações da feira (Foto: Miguel Folco / G1)

Serviço:
Mobility & Show RJ
Data: 07 a 09 de julho.
Horários: Sexta-feira das 12h às 18h e Sábado e Domingo das 10h às 18h.
Local: Marina da Glória – Rio de Janeiro.
Entrada Gratuita.
Credenciamento Antecipado: www.mobilityshow.com.br
(a partir de março)
Informações: 11 3873-1525 ou 0800 772 6612 (ligação gratuita).

Cadeira de rodas manual é transformada em motorizada com equipamento elétrico (Foto: Miguel Folco / G1)
Cadeira de rodas manual é transformada em motorizada com equipamento elétrico (Foto: Miguel Folco / G1)

Fonte: g1.globo.com

Professor apanha tanto de ex-aluno que “seus ossos ficam parecendo flocos de milho triturados”

por Rob Waugh - Noticias Internacional Yahoo Notícias

Lucas Mikoliunas na Hull Magistrates Court SWNS

Um professor foi agredido por um ex-aluno com tanta brutalidade que o cirurgião disse que os ossos faciais da vítima pareciam “sucrilhos triturados”.

Christian Dawson, de 40 anos, perdeu a visão durante 24 horas porque foi brutalmente atacado por Lucas Mikoliunas, de 1.83 de altura. O ataque aconteceu do lado de fora de um estabelecimento que vende refeições para viagem, em Hull, Inglaterra.

O Sr. Dawson reconheceu o adolescente, que o provocou.. Depois, ele o encontrou pelo Facebook e alertou a polícia.

O adolescente, de 18 anos, agrediu Christian enquanto ele seguia sozinho pelo centro da cidade de Hull. O jovem foi ouvido por um tribunal.

Os ossos da vítima pareciam “flocos de milho triturados” SWNS

O Sr. Dawson diz que o réu “desperdiçou” seus dias na escola. Ele teve o nariz esmagado e as maçãs do rosto quebradas. Sua mandíbula e órbitas oculares precisaram ser realinhadas.

Os cirurgiões o alertaram de que ele poderia ficar cego, pois precisava de uma cirurgia complexa para reparar suas órbitas.

O Sr. Dawson, de Hull, East Yorks, disse: “Minha mandíbula foi cortada. Ainda lembro das palavras exatas do meu cirurgião”.

Os ossos da vítima pareciam “flocos de milho triturados” SWNS

“Ele disse que meus ossos pareciam sucrilhos esmagados”.

O Sr. Dawson, que hoje ensina na Sirius Academy North, em Orchard Park, Hull, passou a noite do dia 17 de março desse ano com um pequeno grupo de amigos, bebendo.

Os caminhos do Sr. Dawson e Mikoliunas se cruzaram na Sirius Academy West onde o professor trabalhou por muitos anos até 2015, antes de ser transferido para sua escola atual.

Falando sobre o ataque, Dawson disse ao tribunal: “Eu olhei para ele e uma mão me acertou forte no rosto”.

“Foi como se alguém tivesse acertado um gongo. Depois, levei um segundo golpe na lateral do rosto”.

“Depois disso, não tenho muitas lembranças dos minutos seguintes”.

Mais tarde, o Sr. Dawson foi até a polícia de Clough Road para identificar Mikoliunas como seu agressor.

Mikoliunas, de Hull, negou qualquer contato físico com o Sr. Dawson.

Mikoliunas foi condenado por agressão com a intenção de causar lesões corporais graves, após um dia de julgamento.

Mikoliunas teve sua fiança concedida e foi informado que ainda pode ser condenado pelo Tribunal de Hull, mas comparecerá no Tribunal da Juventude da cidade, onde será ouvido novamente.

Após a audiência, o Sr. Dawson disse: “Esse é um jovem que tem feito péssimas escolhas”.

“Ele se declarou inocente, o que não lhe ajudou em nada, além de me arrastar para um longo processo judicial”.

“Ele provavelmente será preso, mas eu me sinto vazio por dentro”.

“Só quero voltar a trabalhar e seguir com a minha vida”.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Cadeirante se encontra no boxe e vira exemplo de superação para companheiros - Veja o vídeo

Marcley nasceu com uma má formação nos membros inferiores. Quando mais jovem praticou capoeira e jiu-jítsu. Paratleta foi inscrito em torneio em São Paulo e aguarda adversários

Por GloboEsporte.com, Manaus, AM - Com informações da Rede Amazônica

Resultado de imagem para Cadeirante se encontra no boxe e vira exemplo de superação para companheiros
Cadeirante se encontra no boxe e vira exemplo de superação

O projeto Ring Boxe é conhecido em Manaus por dar oportunidade no para jovens da Zona Leste de Manaus e na formação de promessas da modalidade. E a nova aposta da iniciativa comandada por Pedro Nunes está na formação de boxeadores paratletas. E o primeiro deles é Marcley Machado da Silva, de 21 anos, que virou exemplo de superação para os companheiros.

Click AQUI para ver o vídeo

O Novo discípulo de Pedro Nunes, que nasceu com uma má formação congênita dos membros inferiores, já teve contato com outros esportes. Quando mais jovem,chegou a praticar capoeira e jiu-jítsu, mas se encontrou no boxe. E para que ele pudesse treinar bem, o idealizador do projeto até comprou uma cadeira de rodas especial para o treinamento.

Eu achei brilhante o gesto dele. Isso até me emociona bastante – disse o jovem boxeador cadeirante.

Marcley (esquerda) durante um dos treinos no projeto Ring Boxe (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
Marcley (esquerda) durante um dos treinos no projeto Ring Boxe (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

Marcley já foi inscrito em um campeonato de boxe para cadeirantes, em São Paulo, mas ainda aguarda o adversário. Enquanto, isso, vira motivo de inspiração para o companheiro de treino, Zazir Birilo.

Depois que eu voltei, eu me senti motivado. Um cara com toda a dificuldade dele, ele veio. E eu com moto, condição financeira boa física e não vinha treinar. Aí eu passei a me dedicar mais – explicou Zazir, ao ressaltar que o companheiro não refresca.

Tem (mão pesada). Olha o bração do garoto aí. Pesa. Depois que ele solta o braço, aí o "bicho" aperta. Se o cara não fechar a guarda ele derruba – completou.

De acordo com o Pedro Nunes, a chance dada a Marcley faz parte da essência do projeto Ring Boxe. Apenas abriu mais um leque.

A gente em si dá a oportunidade. E é da oportunidade que a gente descobre o talento. Sem oportunidade ninguém é descoberto – disse Nunes.



Entenda como a mulher com artrite pode prevenir alguns tipos de câncer - Veja o vídeo.

Conversamos com a Doutora Michelle França para entender, os mecanismo de prevenção do câncer na mulher com artrite.

                               Resultado de imagem para Entenda como a mulher com artrite pode prevenir alguns tipos de câncer


Confira o vídeo abaixo.

Entrevista transmitida ao vivo durante o Roche Press Day 2017, um evento educativo que reuniu em Buenos Aires, 85 jornalistas da saúde de toda América Latina

Descoberta mutação genética que causa doença neurodegenerativa hereditária

Para comprovar a “toxicidade” do erro encontrado nesta palavra, os investigadores introduziram a sequência alterada num embrião do peixe-zebra (um modelo animal frequentemente usado em estudos genéticos). “O que vimos foi o aparecimento de malformações graves e uma baixa taxa de sobrevivência dos embriões, o que provou que a sequência era tóxica.”

Foto: Cérebro de um doente com ataxia hereditária SCA37. O cerebelo é a região mais comprometida nesta doença I3S

Uma equipa de investigadores portugueses do i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, no Porto) identificou a alteração genética que causa uma doença neurodegenerativa incurável que, para já, só foi diagnosticada em famílias portuguesas das regiões do Sul do país. Num artigo publicado esta quinta-feira na revista científica American Journal of Human Genetics, os cientistas explicam onde encontraram o “erro” que desencadeia a doença. Está no cromossoma 1, num gene chamado DAB1. Agora, “só” falta encontrar uma forma de o corrigir.

Os sintomas da doença aparecem já na idade adulta mas são fortemente incapacitantes, afetando o movimento e a coordenação e progressivamente dificultando a execução de simples tarefas como andar, falar, engolir ou escrever. É uma doença neurodegenerativa rara incurável que faz parte da família das ataxias espinocerebelares (SCA, do inglês spinocerebellar ataxia), com uma prevalência de quatro em cada 100 mil habitantes. Neste caso, trata-se da SCA37 que é clinicamente muito parecida com a doença Machado-Joseph, a ataxia hereditária mais comum em Portugal. No caso da Machado-Joseph, a mutação já está identificada e foi encontrada num outro gene e num outro cromossoma.

Agora, e passados dez anos de investigação, a equipa do i3S encontrou o “erro” que causa a SCA37. Para explicar a descoberta de uma forma simplista, olhe para o gene DAB1 (que, diga-se de passagem, é um dos maiores genes do genoma humano e é responsável pelo desenvolvimento neurológico durante a fase embrionária) como uma palavra com várias letras. Uma pessoa saudável tem neste gene algo como ATTT. O que os cientistas perceberam é que num doente com esta ataxia hereditária este gene tem não só uma repetição desta sequência várias vezes (ATTT) como também tem uma letra (um C, por exemplo) a mais. Este erro “é tóxico”, explica a coordenadora do estudo, Isabel Silveira, do Grupo de Genética da Disfunção Cognitiva do i3S.

Aliás, segundo concluíram, o “erro” pode até agravar-se em determinadas situações. Por exemplo, quando esta mutação é transmitida aos filhos (e há 50% de probabilidade de acontecer), o tamanho da sequência alterada aumenta, sobretudo se o portador da doença for o pai. E quando o “erro” é maior, os sintomas da doença são mais precoces e mais graves, concluíram ainda.

Os investigadores acompanharam três grandes famílias e três mais pequenas do Sul de Portugal, particularmente da região do Alentejo, onde foram identificados 41 doentes. “O acompanhamento destas famílias foi essencial para perceber os efeitos da doença de geração para geração”, refere (...) Isabel Silveira. A frequência desta doença rara é elevada no Sul do país mas a cientista acredita que “a causa genética agora descrita poderá estar também na origem da condição clínica de indivíduos de famílias de outras origens geográficas, nomeadamente algumas famílias espanholas que clinicamente estavam descritos como possuindo a SCA37, mas cuja causa genética ainda não é conhecida”.

O estudo, explica a cientista, permitiu o desenvolvimento de um novo teste genético que deverá “alargar as possibilidades de diagnóstico e aconselhamento genético a familiares mesmo antes dos sintomas da doença aparecerem”. Abre-se também a possibilidade de usar este conhecimento sobre a mutação para futuro diagnóstico genético pré-implantatório que poderia permitir escolher os embriões saudáveis e evitar o desenvolvimento da doença.

Mas, para já, o próximo passo é tentar reparar o erro em doentes, encontrando soluções que permitam (pelo menos) abrandar a progressão da doença. “Vamos tentar perceber de que forma esta alteração causa esta toxicidade, porque ainda desconhecemos o mecanismo, e vamos também tentar ver se encontramos alguma biomolécula capaz de bloquear este erro. Vamos primeiro fazer experiências com linhas celulares e peixes-zebra. Isso é fundamental para encontrar alvos para o tratamento.” Ou seja, é necessário perceber como é que este “erro” funciona, que mecanismos e efeitos são desencadeados e como isso acontece, para depois bloquear as letras que estão a mais neste gene e fazer com que o nosso organismo leia aqui (no gene DAB1) uma palavra bem escrita, sem elementos tóxicos.