sábado, 5 de agosto de 2017

Bebê com Síndrome de Down largado em boate é entregue ao pai no RS - Veja o vídeo

Homem disse que registrou a filha e que mãe é dependente química.Mulher está foragida; polícia apura circunstâncias do abandono da menina.

Do G1 RS

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O bebê com Síndrome de Down abandonado no fim de semana em uma boate de Porto Alegre, vai ser entregue ao pai e à avó paterna nesta terça-feira (14). Os tios e o pai da menina de 11 meses afirmaram que não sabiam que ela havia sido abandonada.

Click AQUI para ver o vídeo.

O pai disse que registrou a filha e colaborava com o sustento da criança, mas não dava dinheiro porque a mãe é dependente química. “Ela estava cuidando bem dela. Mas dessa parte aí de estar em boate, eu não sabia. Fiquei pasmo”, disse o homem, que não foi identificado para preservar a criança. Quando foi encontrado, o bebê vestia caça azul, camiseta rosa e usava brincos dourados.

“A criança, como é de direito dela, vai pra família natural, biológica. Nós vamos fazer essa entrega para o pai e comunicar o fato para o Ministério Publico, para que seja feito todo o acompanhamento com a rede de proteção para criança e adolescente”, explicou o conselheiro tutelar Rodrigo Farias dos Reis.

A polícia agora precisa esclarecer em que circunstâncias a menina foi abandonada na casa noturna. Existe a suspeita de que houve a tentativa de venda da criança. Entretanto, a investigação depende da localização da mãe. No entanto, a mulher, que morava ao lado da boate, está foragida.

Fonte: g1.globo.com

Como é dirigir um carro adaptado para pessoas com deficiência

O acelerador e o freio são controlados por uma alavanca abaixo do volante

POR FABIO PERROTTA JR

Por fora, o Versa é idêntico ao modelo sem adaptação - Fabio Perrotta

A experiência me deixou tão tenso quanto na primeira vez em que assumi sozinho o volante. Teria que dirigir um prosaico Nissan Versa, versão topo de linha Unique, com motor 1.6, câmbio CVT e... adaptação especial para “PCD”, sigla de “pessoas com deficiência”.

Há inúmeros tipos de transformação. No caso do carro testado, todos os comandos estão ao alcance das mãos, para tornar possível a condução por alguém que não tenha ou não mova os membros inferiores. Afinal, segundo a lei, qualquer pessoa com no mínimo dois membros (sejam superiores ou inferiores) funcionais pode dirigir um veículo.

Bastante discreta, a adaptação quase passa despercebida - Fabio Perrotta

A adaptação em questão transforma totalmente a experiência de dirigir. Logo abaixo do volante, à esquerda, há um manete que exerce a dupla função de frear ou acelerar. Basta puxar para ganhar velocidade ou empurrar para diminuir.

O pomo no volante lembra bastante um bola de beisebol e ajuda a virar o volante - Fabio Perrotta

Na mão direita, um pomo parecido com uma bola de beisebol facilita a tarefa de girar o volante além dos 90 graus. É tudo bem intuitivo e simples, mas é preciso reeducar os reflexos.

Walter Sato é sócio da Cavenaghi, empresa responsável pela adaptação feita no carro. Ele diz que esse tipo de sistema é o mais procurado:

A alavanca do tipo puxa-empurra é a mais popular. Primeiro por seu funcionamento bastante intuitivo e também pelo preço mais em conta do que o de outras adaptações — explica.

Um motorista acostumado a acelerar e frear no pé, no entanto, estranha a diferença. E haja sensibilidade para domar esses comandos. A tal alavanca (que tem conexão direta com os dois pedais) pede suavidade no uso.

Treinar os reflexos

Marinheiro de primeira viagem, quase bati ao estacionar o carro na garagem de casa. Por algum deslize, meu cérebro “inverteu os comandos” e puxei o manete em vez de empurrá-lo. O resultado foi só um susto, mas poderia ter resultado em um amassado caso eu não tivesse utilizado o pé para parar. Obviamente, tudo é uma questão de tempo. No entanto, em dois dias de uso intenso, não tive plena confiança em meus movimentos manuais...

Sim, admito que usei o pé algumas vezes. Apesar da adaptação, o carro continua sendo funcional também para pessoas sem deficiência. Não há qualquer restrição aos pedais. O mecanismo de alavanca é bem compacto. Não fosse o pomo no volante, seria quase impossível perceber a diferença visualmente.

Apesar de o número de adaptações em carros 0km ter crescido nos últimos anos, pela maior facilidade de comprovação para obter isenções, ainda temos muitos clientes que trazem carros usados para receber algum comando. Fazemos uma média de 120 adaptações mensais em todo o país — diz Walter.

No trânsito comum e com o fluxo normal, o processo de acelerar e frear é bem tranquilo. A direção com assistência elétrica não passa por qualquer alteração e aumenta a rigidez conforme a velocidade. Em relação ao modelo normal, o Versa PCD perde somente o ajuste de altura do volante. Isso acontece por conta da estrutura da alavanca puxa-empurra, que fica acoplada à coluna de direção.

É em ação que as diferenças são percebidas. O simples ato de ligar a seta pode se tornar complicado para quem precisa frear com uma mão e fazer um movimento rápido de desvio com a outra. Achar a melhor posição no banco também requer novos parâmetros: o encosto deve ficar mais ereto para facilitar o manejo da alavanca sob o volante. A altura fixa da direção, aliás, exige que os mais baixinhos elevem o assento, um ajuste que vem de série no Versa.

Comandos normais no carro poderiam ser aprimorados: usar a haste que controla seta e farol, por exemplo, exige que o motorista tire momentaneamente a mão do acelerador/freio. Acionamento do vidro elétrico com função “um toque” e destravamento automatico das portas ao se pôr o câmbio em park são pequenos detalhes que poderiam equipar o Versa adaptado (e mesmo as versões comuns) sem onerar muito o preço final.

A traquitana é bem compacta e não atrapalha em nada o movimento do pedais - Fabio Perrotta

Como ponto a favor, o grande ângulo de abertura de portas facilita a entrada de alguém com mobilidade reduzida. E há o bom desempenho e o conforto do conjunto motor 1.6 e câmbio CVT.

Puxa-empurra

Clodoaldo Silva é ex-nadador paralímpico e dono de treze medalhas (seis delas de ouro) em paralimpíadas. O atleta sofreu uma paralisia cerebral por falta de oxigênio durante o parto, o que afetou a mobilidade de suas pernas. Ele, que já teve quatro carros desde que tirou carteira, conta que sempre utilizou a adaptação tipo puxa-empurra.


Clodoaldo já dirigiu do Rio a Natal em carros adaptados - Divulgação

Aprendi a dirigir com esse sistema e é com ele que eu me sinto seguro. Já experimentei carros com outras adaptações, mas não senti segurança em nenhuma outra. As pessoas com deficiência tendem a usar sempre o mesmo dispositivo por causa disso — afirma ele, que já dirigiu do Rio a Natal. — Meu primeiro carro era manual e eu pensava que iria me atrapalhar nas trocas de marcha, mas com pouco tempo eu já estava habituado. A embreagem era automática e eu só precisa me concentrar na alavanca de câmbio.

Como qualquer componente mecânico, a adaptação precisa de revisões periódicas para manter seu bom funcionamento. A garantia é de um ano e a primeira revisão deve ser feita com 5.000km. A partir disso, a cada 10.000km todo o sistema deve ser verificado e reapertado. E todos os equipamentos podem ser retirados na hora da venda do carro. A reutilização no próximo automóvel também é possível desde que se troquem algumas peças, cobradas à parte.

O mercado de carros para pessoas com deficiência (PCD) teve um crescimento impressionante. Enquanto o crescimento no segmento de carros novos é de aproximadamente 4% em comparação ao ano passado, os números relativos ao público PCD apontam um aumento nas vendas de cerca de 25%, segundo estimativa da Associação Brasileira de Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef).

Não há nenhum indicativo na carroceria que identifique a versão PCD - Fabio Perrotta 

A legislação brasileira determina que as pessoas com algum tipo de deficiência têm direito a comprar um automóvel novo a cada dois anos com isenções de impostos como IPI, IPVA, IOF e ICMS. Há limitações: o veículo deve ter motor de até 2,0 litros e o desconto do ICMS só é dado para modelos que custam até R$ 70 mil. Tanto que modelos como o Toyota Corolla e o Jeep Renegade ganharam versões de entrada com preços na medida para se enquadrarem no mercado de PCD: R$ 69.990.

Diferença de 25% no preço do carro

O Versa Unique 1.6 CVT custa, segundo a tabela da fábrica, R$ 68.840. Com as isenções de ICMS e IPI, seu preço cai para R$ 53.237. Daí é preciso acrescentar R$ 1.630 (do acelerador/freio manual) e R$ 470 (do pomo giratório forrado com couro), totalizando R$ 55.337. São R$ 13.500 reais de diferença (quase 25% do valor do veículo), sem contar com o desconto total do IPVA. Uma diferença que ajuda bastante caso o comprador tenha outros gastos gerados por sua deficiência.

A legislação também vale para passageiros (deficientes visuais ou um filho autista, por exemplo) e não só para quem vai dirigir. Nestes casos, contudo, só vale a isenção de IPI.










Garotinha vira 'super-mulher' em último dia de quimioterapia nos EUA

Pais e equipe médica vestiram a menina de apenas 1 ano com roupa de super-herói para comemorar fim do tratamento.

Por G1

Emilie Meza foi vestida de super-mulher após termianr quimioterapia (Foto: Reprodução/Facebook)
Emilie Meza foi vestida de super-mulher após termianr quimioterapia (Foto: Reprodução/Facebook)

Com apenas 1 ano, Emilie Meza já passou pela quimioterapia no Hospital Pediátrico John Hopkins em São Petersburgo, na Flórida. Ela foi diagnosticada com um tipo de câncer no sangue, chamado de leucemia mielogênica aguda, com apenas nove meses de vida. Nesta quarta-feira (2), foi fantasiada de 'super-mulher' após terminar a última etapa do tratamento.

Em sua página do Facebook, a família escreveu: "Hoje está sendo um dia tão especial, assustador, emocionante e cheio de alegria. Emilie recebeu alta do hospital, e estaremos perto da Casa Ronald McDonald a cerca de 5 minutos".

Durante a caminhada de Emilie vestida de "super-mulher", um sino comemorativo foi tocado para representar o fim da quimioterapia. "Ah, foi um sentimento incrível", dissa à emissora ABC News a mãe da menina, Roxana Meza. "Surgiram muitas lágrimas em meus olhos... lágrimas de alegria. Ela passou por muita coisa e não sabe o porquê, já que é tão pequena. Foi difícil em muitos momentos, mas sentir que a quimioterapia passou é incrível".

Emilie ao lado do pai, Eduardo, e seu doador de medula (Foto: Reprodução/Facebook)
Emilie ao lado do pai, Eduardo, e seu doador de medula (Foto: Reprodução/Facebook)

Quando descobriou o câncer, Emilie precisava de um transplante de medula óssea, mas não conseguiu nenhum doador compatível. Então, seu pai, Eduardo Meza, se tornou o doador.

"A primeira parte do processo de transplante ela já completou, limpando a medula óssea com altas doses de quimioterapia e substituindo pela do doador", disse o médico Benjamin Oshrine à ABC News. "Definitivamente, já foi uma viagem. Ainda há muito o que fazer".

Fonte: g1.globo.com

Garota morre depois de ser desafiada pelo primo a beber água fervendo

Autoridades investigam o caso após denúncias de abuso e negligência

SAÚDE Do R7

                                      Foto: Reprodução/ Daily Mail
                                            Ki'ari Pope, oito anos, de Boynton beach, na Flórida, morreu
seis meses depois de beber água fervendo, após ser desafiada pelo primo. A menina
queimou a boca e a garganta. As informações são do jornal britânico Daily Mail
Ki'ari Pope, oito anos, de Boynton beach, na Flórida, morreu seis meses depois de beber água fervendo, após ser desafiada pelo primo. A menina queimou a boca e a garganta. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

                                    Foto: Reprodução/ Daily Mail
                                         Era um sábado à noite quando a garota reclamou para o namorado da mãe
de que não conseguia respirar. E, minutos depois, já não respondia mais. Ki’ari foi
levada ao hospital às pressas, mas acabou morrendo
Era um sábado à noite quando a garota reclamou para o namorado da mãe de que não conseguia respirar. E, minutos depois, já não respondia mais. Ki’ari foi levada ao hospital às pressas, mas acabou morrendo.

                                    Foto: Reprodução/ Daily Mail
                                          De acordo com o Palm Beach Post, a menina passou por uma
traqueotomia que a deixou surda e com problemas respiratórios crônicos. Os
registros do Departamento de Filhos e Famílias da Flórida a chamaram de
'comprometida medicamente'
De acordo com o Palm Beach Post, a menina passou por uma traqueotomia que a deixou surda e com problemas respiratórios crônicos. Os registros do Departamento de Filhos e Famílias da Flórida a chamaram de "comprometida medicamente".

O secretário do Departamento Mike Carroll expressou os pêsames a família pela morte da menina.

            Foto: Reprodução Palm Beach Post Staff Writer
              O secretário do Departamento Mike Carroll expressou os pêsames a família pela morte da menina.— A perda dessa criança é devastadora, e nossas condolências vão para aqueles que a amam. Nós abrimos uma investigação de morte infantil para examinar as circunstâncias em torno do caso e implantaremos uma Equipe de Resposta Rápida de Incidente Crítico para analisar todas as interações que esta família teve com o sistema de bem-estar infantil da Flórida
A perda dessa criança é devastadora, e nossas condolências vão para aqueles que a amam. Nós abrimos uma investigação de morte infantil para examinar as circunstâncias em torno do caso e implantaremos uma Equipe de Resposta Rápida de Incidente Crítico para analisar todas as interações que esta família teve com o sistema de bem-estar infantil da Flórida

Mobilidade urbana é um dos maiores desafios da Prefeitura de São Paulo, afirma secretário Sérgio Avelleda

Imagem Internet/Ilustrativa
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Estão avançados os estudos do novo modelo de concessão de terminais de ônibus que será implantado na cidade de São Paulo. A informação foi dada pelo Secretário Municipal de Mobilidade e Transporte, Sérgio Avelleda, durante o Fórum "Viver até os 100 anos", realizado na última quinta-feira, 3 de agosto, pelo Grupo Vitacon e Hines.

Atualmente, existem 29 terminais de ônibus na cidade (Santo Amaro, Sacomã, São Mateus, Vila Prudente, entre outros) e a Prefeitura considera prioritária a viabilização desse projeto, que prevê a transferência para o setor privado da operação envolvendo o sistema de transporte bem como a exploração comercial dos espaços.

"O nosso desafio é criar condições para que o tempo gasto com transporte seja reduzido. Uma parcela importante da população gasta de 4 a 6 horas por dia para se locomover. É preciso mudar essa lógica. Temos de criar condições para que as pessoas não sejam obrigadas a utilizar transporte público - seja ônibus, metrô ou trem metropolitano - lotado para se deslocar de suas casas até o trabalho", afirma o secretário, que defende a melhoria da mobilidade urbana para que o sistema viário possa fluir melhor na cidade.

A licitação dos terminais será abrangente, pois, além de incluir a operação e manutenção dos ônibus, prevê a integração com outros modais e a implantação de outros serviços estimulando a criação de polos de geração de empregos nessas regiões, como shopping centers, creches, serviços, comércio, entre outros.

Participaram também do Fórum: o arquiteto alemão, Matthias Hollwich, autor do livro New Aging e de inúmeros projetos arquitetônicos revolucionários, a médica nutricionista Vânia Assaly, vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina do Bem-estar, e o presidente da Vitacon, Alexandre Frankel, para discutir o futuro da cidade pensando em um novo jeito de morar com qualidade e estilo de vida para chegar até os 100 anos.

Matthias Hollwich é a própria personificação do movimento, que compreende a discussão sobre a qualidade de vida, saúde e bem-estar das pessoas. Ele também é o consultor técnico do primeiro empreendimento da Vitacon, lançado sob essa plataforma, o VN Capote Valente. Hollwich defende que a geração millenium vive atualmente uma preocupação com a longevidade. Portanto, se manter saudável e ativo é uma questão de saúde. "Todos nós gostaríamos de amar onde vivemos. Os principais aspectos para manter uma alta qualidade de vida, mesmo quando envelhecemos, são conectividade social, atividade e saúde", afirma o arquiteto.

Já o CEO da Vitacon, Alexandre Frankel, afirmou que o sonho da companhia é reinventar a cidade de São Paulo. Ele conta que levava 4 horas para se deslocar pela cidade e decidiu abandonar o carro para viver melhor. "Foi então que descobri o quão melhor é você praticar exercício caminhando ou se deslocando de bike. Desde então, passei a ter mais tempo", comentou.

Para Frankel, o grande fator de mudança atualmente é o mercado imobiliário e a Vitacon trabalha com três grandes pilares: mobilidade, onde as pessoas possam morar perto da família, com transporte público; design, com construção de edifícios que não sejam apenas bonitos, mas funcionais, criando áreas comuns que permitam maior convivência entre as pessoas; e simplicidade, facilitando a vida das pessoas com serviços que suportem esse conceito, alinhado à economia compartilhada.

A médica Vânia Assaly acrescentou que, desde quando somos gerados começa o nosso processo de envelhecimento. Quando nos tornamos adultos, cada escolha pode aumentar ou diminuir a nossa vida. "Portanto, é fundamental cuidar do corpo com uma alimentação saudável, manter-se ativo, ter mobilidade e ser sociável, interagindo com diversos perfis e idades e o meio ambiente", concluiu Vânia.

Fonte: terra.com.br - Imagem Internet/Ilustrativa

Entidades sociais de Santo André protestam contra corte de verbas



Em meio ao risco de corte de subvenções, representantes de entidades filantrópicas encheram o auditório da Câmara dos Vereadores de Santo André nesta quinta-feira (03/08), em protesto contra o governo do prefeito Paulo Serra (PSDB). O maior alvo das críticas foi o secretário de Cidadania e Assistência Social, Marcelo Delsir, inclusive do parlamentar e vice-líder do Paço, Fábio Lopes (PPS), que exigiu mais uma vez o seu desligamento.

A colisão entre as entidades assistenciais e o governo vem desde o começo do ano, quando começou a ventilar o corte de 10% a 15% dos repasses públicos, sob alegação de redução de gastos por parte da Pasta de Cidadania e Assistência Social. A justificativa de representantes de associações e famílias beneficiadas pelos programas é que a diminuição ou até a interrupção das verbas praticamente inviabiliza os serviços filantrópicos.

Um dos casos mais graves é do Centro Social Heliodor Hesse, fundado em 1970, cuja missão é desenvolver serviços de assistência social e educacional, entre outros, com crianças e adultos. Segundo o presidente da entidade, Ed Carlos Amorim de Melo, a associação desempenha um trabalho importante para o atendimento psicológico de pessoas em situação de desestruturação familiar.

O Centro Social Heliodor Hesse tem vínculo com a Prefeitura de Santo André desde 2002 e recebia subvenções de R$ 50 mil por mês e atende a 153 famílias. No entanto, Melo afirmou que o governo comunicou à associação o rompimento do contrato a partir de setembro. “A gente percebe que ele (Delsir) dá preferência a entidades que são amigas dele, e tira de algumas para dar a outras”, disse.

Outra entidade em risco de ter suas atividades paralisadas é a Instituição Cidade dos Meninos “Maria Imaculada”, que atende cerca de 200 crianças de seis a 15 anos e desempenha atividades físicas, de conscientização cidadã e outras ações filantrópicas. “Se (o governo) cortar as verbas, muitos pais terão de sair de seus trabalhos, porque não terão com quem deixar as crianças”, afirmou Jucimara de Almeida Silva, mãe de dois filhos atendidos pela instituição.

Publicamente, a Feasa (Federação de Entidades Assistenciais de Santo André), que reúne 35 associações, evita tratar do assunto. No entanto, representantes das organizações acusam Delsir de gerir a Secretaria de Cidadania e Assistência Social de forma autoritária e com pouco diálogo.

Inflamados pelo auditório lotado e com cartazes contrários aos cortes de repasses da administração, os vereadores direcionaram suas atenções ao tema. A oposição não perdeu a oportunidade de criticar o governo no uso da tribuna. “Não se trata de cortar recursos. Se não tem dinheiro, que se corte em obras ou até publicidade, mas não para associações sociais”, discorreu a vereadora Bete Siraque (PT).

A exemplo da sessão anterior, Lopes mais uma vez atacou Delsir e o acusou de não ter “dignidade de deixar o cargo de secretário”. O parlamentar, porém, ponderou que Serra foi pego de surpresa ao tomar conhecimento do caso. “O prefeito vai acionar o departamento técnico para rever o processo. No meu ponto de vista, os cortes não seriam necessários se tivéssemos um secretário competente. Trabalho social não é despesa e sim investimento”, cravou.

Em nota, a Prefeitura de Santo André apenas informou que as reivindicações das associações passam por análises para que não haja prejuízo dos serviços de assistência no município. Por uma solução ao impasse, Serra se reunirá com representantes dessas entidades em seu gabinete às 14h desta sexta-feira (4).

Fonte: reporterdiario.com.br

Prefeitura de SP corta serviços de assistência social à população de rua

Mudanças foram publicadas no Diário Oficial nos dias 22 e 25 de julho. Prefeitura disse que serviço no período da manhã era 'menos eficiente'.

Por Lívia Machado e Paula Paiva Paulo, G1 SP, São Paulo

Grupo de pessoas protesta contra cortes na assistência social em frente à Prefeitura nesta sexta (28)  (Foto: Arquivo Pessoal)
Grupo de pessoas protesta contra cortes na assistência social em frente à Prefeitura nesta sexta (28) (Foto: Arquivo Pessoal)

A Prefeitura de São Paulo irá diminuir o atendimento de assistêncial social matutino à população em situação rua no Centro da cidade. Na última terça-feira (25), foi publicado um decreto no Diário Oficial determinando alterações no Serviço Especializado em Abordagem Social (SEAS), com mudanças no horário que eliminam o trabalho de acolhimento, encaminhamento para almoço, regularização de documentos e consultas médicas, realizado pelos assistentes no período da manhã. O serviço é atualmente feito das 8h às 22h.

De acordo com profissionais da área, o corte afeta as regiões da República, Sé, Bom Retiro e Santa Cecília e provocará a demissão de 400 funcionários de organizações que prestam tal serviço para a Prefeitura. A equipe do SEA de Santa Cecília, por exemplo, tem atualmente 30 funcionários. Com a reformulação, ficarão apenas dez. Os demais serão desligados.

Um grupo de pessoas protestou contra o "desmonte da assistência" em frente à Prefeitura nesta sexta-feira (28). Assistentes sociais também fizeram um ato em defesa dos trabalhadores e usuários do SUAS - Sistema Único de Assistência Social. Eles se reuniram no Metrô Tatuapé e foram até a sede do Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança ao Adolescente e à Família do Estado de São Paulo, na Zona Leste.

Há também uma petição pública virtual, organizada em nome do Serviços Socioassistenciais de Vila Prudente, recrutando assinaturas contra o fechamento de Serviços da Assistência Social em São Paulo.

Após a publicação desta reportagem, o secretário de Desenvolvimento e Assistência Social em exercício, José Castro, entrou em contato com o G1 e disse que o atendimento na parte da manhã não será cortado. "Haverá manutenção das equipes que atuam durante todo o dia", disse Castro.

O secretário também discorda do número anunciado pelos profissionais da área. "Não condizem com a realidade, estão equivocados". Entretanto, Castro não sabe afirmar quantas pessoas serão dispensadas. Ele alega que esse é um cálculo feito pelas organizações que gerem o trabalho, e não pela SMADS. As mudanças seriam a partir de 1º de agosto, mas o secretário informou que uma nova portaria foi publicada e a mudança foi adiada para 1º de setembro. "Porque estamos entendendo que é uma mudança que precisa ser feita com cuidado".

Petição pública contra cortes e mudanças no serviço de assistência social  (Foto: Reprodução)

Petição pública contra cortes e mudanças no serviço de assistência social (Foto: Reprodução)

Em nota, a Prefeitura afirma que, "por determinação do secretário [Felipe Sabará], a maior parte da equipe executava o serviço no período da manhã, o que se mostrava menos eficiente. Por isso, foi determinado que essas equipes sejam remanejadas aos poucos para o período noturno, onde se concentra o maior número de pessoas nessa situação, expostas ao frio."

A reportagem do G1 também apurou que outros serviços de assistência social devem ser fechados nas próximas semanas. É o caso do Núcleo de Apoio à Inclusão Social para Pessoas com Deficiência e os Centros para Crianças e Adolescentes (CCA).

A secretaria municipal de Assistência e Desenvolvimento Social foi questionada sobre tal informação, mas não respondeu à solicitação. Apenas informou que "diante da crise econômica que castiga o país, implicando na redução drástica da arrecadação de impostos, está procurando alternativas para equacionar o déficit orçamentário. Qualquer mudança que seja feita, no entanto, não afetará os serviços prestados à população."

Fonte: g1.globo.com

Circuito Loterias Caixa é última chance de nadadores classificarem-se ao Mundial do México

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Por CPB

O fim de semana será decisivo para os 217 atletas inscritos para a segunda etapa nacional do Circuito Loterias Caixa de Natação, que será disputada no CT Paralímpico Brasileiro, em São Paulo. Entre sábado e domingo, 5 e 6, os competidores terão a última chance de obter a classificação para o Mundial da modalidade, que acontecerá de 30 de setembro a 6 de outubro, na Cidade do México. O Circuito ainda será palco de provas de atletismo e halterofilismo.

Quinze nadadores atingiram até o momento as marcas classificatórias estabelecidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Os tempos são equivalentes à sexta melhor marca do mundo no ano passado. Apesar de os índices criados pelo CPB serem mais fortes do que os que são exigidos pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês), a expectativa é de que mais atletas os alcancem neste fim de semana.

"Certamente, a competição deste fim de semana deve ser a Nacional mais forte do ano, com os atletas melhorando as suas marcas e, alguns deles, atingindo os índices para o Mundial. Nós seguimos a tendência de estabelecer tempos classificatórios fortes para levar a melhor Seleção possível. Os atletas puderam competir em casa para obter a qualificação, e isso foi possível pela estrutura dos eventos que fizemos aqui no Brasil", ressaltou Leonardo Tomasello, técnico-chefe da natação pelo CPB.

Dono de nove medalhas nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, Daniel Dias já tem presença certa na Cidade do México. No último Mundial, disputado em 2015 em Glasgow (Escócia), o Brasil ficou com a quarta colocação no quadro geral de medalhas, com 23: foram 11 de ouro, oito de prata e quatro de bronze. A delegação contou, na ocasião, com 23 nadadores.

No halterofilismo, cinco categorias tiveram as primeiras disputas por medalha. Na divisão até 54kg masculina, o título ficou com Ailton da Silva (SADEF/RN), que conseguiu erguer 117kg em sua terceira tentativa. Eduardo Dantas (ADEFA/AM), por sua vez, faturou o ouro na categoria até 48kg, ao levantar 120kg também em sua última chance. Lucas Manoel Galvão (FEPAM/AM) foi campeão da divisão júnior até 49kg, com 90kg erguidos.

Entre as mulheres, Maria Luzineide (ASDEF/PB) venceu a disputa das categorias 41kg/45kg, com um levantamento de 80kg. Por fim, Helaine Cristina ficou com o ouro da divisão até 55kg, com 60kg. As disputas seguem na tarde desta sexta-feira, a partir das 15h30.

O Circuito
O Circuito Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

Patrocínios
A equipe brasileira de paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem.
As equipes de natação e halterofilismo têm patrocínio das Loterias Caixa.

Time São Paulo
O atleta Daniel Dias é integrante do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo que beneficia 56 atletas e nove atletas-guia de 10 modalidades.

Serviço
Data: 4 a 6 de agosto
Cidade: São Paulo (SP)
Local: Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro - Rodovia dos Imigrantes, Km 11,5 - ao lado do São Paulo Expo

Programação
II etapa nacional do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, Halterofilismo e Natação
Sexta (4/8) - 9h às 12h e 15h30 às 18h (dia apenas com halterofilismo)
Sábado (5/8) - 8h às 12h e 14h às 18h
Domingo (6/8) - 8h às 12h

I Copa Brasil de esgrima em cadeira de rodas
Sexta-feira (4/8) - 9h às 17h
Sábado (5/8) - 9 às 17h
Domingo (6/8) - 8h às 12h

Fonte: cpb.org.br

Arbitragem testa novidade no halterofilismo do Circuito Loterias Caixa

Imagem

Por CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro está testando uma nova medida no halterofilismo. Na segunda etapa nacional do Circuito Loterias Caixa foi alterada a maneira que os árbitros sinalizam se um movimento foi ou não validado. Tudo para facilitar a compreensão do público e trazer ainda mais clareza para os atletas e treinadores. O evento teve início nesta sexta-feira, 4, e seguirá até domingo, 6, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo.

Anteriormente, os árbitros apenas erguiam uma bandeira branca em caso de movimento validado, ou vermelha, se o levantamento fosse considerado irregular. Na competição deste fim de semana, manteve-se a flâmula branca para sinalizar positivamente, mas foram acrescentados três cartões de cores diferentes para distinguir as tentativas que não serão consideradas: vermelho (falha de execução - braço), verde (falha de peito) e azul (falhas de posição corporal, comandos e equipamentos).

"Esta é uma iniciativa que tivemos, a fim de dar um feedback para o público, técnicos e até os próprios atletas. A intenção é realmente facilitar a compreensão do esporte, ao mesmo tempo em que não mexemos na dinâmica da competição. Estamos fazendo esse teste e iremos enviar a sugestão em vídeo para o Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês)", disse Felipe Dias, coordenador-técnico da modalidade do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Os atletas também aprovaram a medida. Foi o caso de Bruno Carra (AESA/SP), que representou o Brasil nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016 e bateu o recorde brasileiro da categoria até 65kg, com a marca de 170kg. "Acho que é bastante válido, pois você passa uma credibilidade maior até para o próprio árbitro. Deixa de haver a chance de ter a interpretação de que é algo pessoal com o atleta, ja que ele vai justificar o que viu de errado no movimento. É muito válido", disse Bruno Carra, que representou o Brasil nos Jogos do Rio 2016.

Além de Bruno Carra, outros dois atletas foram campeões na tarde desta sexta-feira, 4. Mariana D'Andrea (AESA/SP) estabeleceu uma nova marca brasileira júnior da categoria até 61kg. Ela venceu a sua divisão com um levantamento de 110kg. Por fim, Alexandre Gouvea (ANDEF/RJ) foi o campeão da classe até 59kg, ao erguer 130kg.

Pela manhã, cinco categorias tiveram as primeiras disputas por medalha. Na divisão até 54kg masculina, o título ficou com Ailton da Silva (SADEF/RN), que conseguiu erguer 117kg em sua terceira tentativa. Eduardo Dantas (ADEFA/AM), por sua vez, faturou o ouro na categoria até 48kg, ao levantar 120kg também em sua última chance. Lucas Manoel Galvão (FEPAM/AM) foi campeão da divisão júnior até 49kg, com 90kg erguidos.

Entre as mulheres, Maria Luzineide (ASDEF/PB) venceu a disputa das categorias 41kg/45kg, com um levantamento de 80kg. Por fim, Helaine Cristina ficou com o ouro da divisão até 55kg, com 60kg.

O Circuito
O Circuito Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

Patrocínios
A equipe de halterofilismo têm patrocínio das Loterias Caixa.

Time São Paulo
Os atletas Bruno Carra e Mariana D'Andrea são integrantes do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo que beneficia 56 atletas e nove atletas-guia de 10 modalidades.

Fonte: cpb.org.br

Jovane Guissone é ouro no primeiro dia da II Copa Brasil de Esgrima

Imagem

Por CPB

Nesta sexta, 4, a abertura da II Copa Brasil de Esgrima em Cadeira de Rodas teve quatro provas e três atletas conquistaram medalhas de ouro. Alex de Souza conquistou dois ouros, um no sabre e outro no florete, ambos masculino categoria A; o campeão paralímpico Jovane Guissone levou o ouro na prova em que medalhou nos Jogos de Londres, espada categoria B; Carminha Oliveira subiu ao alto do pódio pela primeira vez, com a medalha dourada na espada categoria A.

"O esporte mudou a minha vida. Me apaixonei pela esgrima desde o primeiro dia em que conheci. Essa é minha terceira competição e conseguir esse ouro significa muito para mim. Neste sábado vou em busca de mais uma medalha", comenta Carminha Oliveira sobre a expectativa para a prova de florete neste sábado. As provas começam às 9h e seguem até as 17h neste sábado e, no domingo, serão apenas na parte da manhã.

O medalhista paralímpico Jovane Guissone - companheiro de clube da Carminha - acredita que a modalidade está cada vez mais concorrida. "Dá para perceber que os atletas estão mais fortes e os placares mais apertados. Isso é bom porque faz todo mundo treinar e se dedicar mais. Eu não tirei férias neste ano devido ao Mundial. Quero estar na minha melhor forma", conta Guissone.

Entre os paulistas, Alex de Souza ganhou as duas provas em que competiu e só deve voltar a competir no domingo, na disputa por equipes. E ele atribiu a melhora em seus rendimentos aos companheiros de treino. "Eles não têm deficiência, mas sentam na cadeira para me ajudar e fazem muita diferença. Eles têm entre dez e quinze anos na modalidade e essa experiência faz muito diferença. Já conquistamos dois ouros na I Copa e agora mais dois ouros nesta Copa. Vamos trabalhar duro para o Brasileiro", avalia Alex.

Durante os três dias de competição, a Copa Brasil de Esgrima em Cadeira de Rodas recebe 40 atletas de cinco estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e MInas Gerais). As disputas são na espada, florete e sabre. Este é o segundo dia de torneios nacionais da modalidade. O terceiro e último será o Campeonato Brasileiro, em novembro.

Confira os campeões de todas as disputas deste sábado da II Copa Brasil de Esgrima em Cadeira de Rodas 2017:

ESPADA
Masculino B
1º Jovane Guissone (ADFP/PR)
2º Maurício Stempniak (Asasepode/RS)
3º Rodrigo Massarutt (ADFP/PR)
3º Márcio Neves (ACE/MG)

Feminino A
1º Carminha Oliveira (ADFP/PR)
2º Fabiana Soares (SCM)
3º Karina Maia (ADFP/PR)
3º Rayssa Vera (Adeacamp/SP)

FLORETE
Masculino A
1º Alex Souza (ECP/SP)
2º Fábio Damasceno (Asasepode/RS)
3º Lenílson Oliveira (Adeacamp/SP)
3º Eduardo Oliveira (Adeacamp/SP)

SABRE
Masculino A
1º Alex Souza (ECP/SP)
2º Moacir Ribeiro (ADFP/PR)
3º Fabio Damasceno (ASASEPODE/RS)
3º Derik Burbella (ADFP/PR)

Fonte: cpb.org.br

Primeira aula do curso Ensino Médio Inclusivo acontece em São Paulo

                    
Sentados: Luiz Carlos Lopes, da Secretaria, e Rodrigo Mendes na Rede do Saber: aula inaugural

Na quarta-feira, 02 de agosto, aconteceu no estúdio da Rede do Saber, situado no prédio da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores – EFAP, a aula inaugural do curso “Ensino Médio Inclusivo: construindo uma escola para todos”. Trata-se de uma parceria entre as Secretarias de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Educação de São Paulo, o Instituto Unibanco, e o Instituto Rodrigo Mendes, que realiza a ação.

Representantes das instituições parceiras estiveram presentes para apresentar o curso e dar as boas-vindas aos cursistas. Luiz Carlos Lopes, Secretário Adjunto da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, acompanhado por Rodrigo Hübner Mendes, superintendente do Instituto Rodrigo Mendes; Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco; Luiz Henrique Conceição, coordenador de formação do Instituto Rodrigo Mendes; e Luiz Cândido Maria, coordenador da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores – EFAP, transmitiram aos cursistas informações acerca do curso e a expectativa para um ensino cada vez mais inclusivo.

O curso tem como objetivo desenvolver ação de formação continuada sobre educação inclusiva junto aos professores da Rede Estadual de Educação. Em formato semipresencial, a capacitação tem o objetivo de ampliar os conhecimentos teóricos e práticos de educadores que atuam no Ensino Médio Regular e Atendimento Educacional Especializado, propiciando melhor atendimento aos estudantes com deficiência.

Além disso, o curso tratará de reflexões sobre a cultura do pertencimento e o papel da escola na construção da cidadania. A expectativa é que esses profissionais desempenhem papel fundamental na interlocução entre as diretorias e escolas e multipliquem experiências produzidas em projetos locais.

Ricardo Henriques, Rodrigo Mendes e Luiz Henrique.

Na primeira fase, a parceria é aberta a profissionais das 13 Diretorias de Ensino da capital, incluindo professores da Sala de Recursos, professores da Educação Básica II (atua nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio), diretores, vice-diretores, supervisores, diretores de Núcleo Pedagógico e professor coordenador do Núcleo Pedagógico - PCNP (preferencialmente de Educação Especial).

Num total de 100 horas, divididas em 14 aulas por videoconferência, realizadas em ambiente já utilizado pelos professores da rede de ensino estadual – Rede do Saber - e em ambiente virtual do Instituto Rodrigo Mendes, os cursistas vão desenvolver um projeto local de intervenção nas escolas onde trabalham. Um ponto de destaque da primeira edição do curso é alcançar as famílias e alunos sem deficiência para ampliar a consciência sobre os direitos e os princípios legais e atitudinais da educação inclusiva.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

CET vai multar quem estacionar em vagas de idosos e deficientes em shoppings de SP

A fiscalização vai começar em 1º de setembro. Além dos motoristas, os estabelecimentos também vão ter que se adequar.

Por SP2

Resultado de imagem para CET vai multar quem estacionar em vagas de idosos e deficientes em shoppings de SP
CET vai multar motoristas que não respeitam vagas especiais em shoppings e supermercados

Agentes da CET vão multar dentro dos estacionamentos de shoppings e supermercados os motoristas que não respeitarem as vagas reservadas a idosos e deficientes. A fiscalização vai começar em 1º de setembro.

Click AQUI para ver o vídeo

Só entre janeiro e abril, foram aplicadas 3.410 multas por estacionamento irregular em vagas para idosos e 996 multas em vagas de deficientes nas ruas.

Mas agora as vagas em estacionamentos particulares também serão fiscalizadas. É o que determina a lei federal de inclusão, mas que será aplicada pela Prefeitura.

Além dos motoristas, os estabelecimentos também vão ter que se adequar.

Para a CET poder atuar, será necessária a chamada sinalização vertical. Os estabelecimentos que não se adequarem poderão sofrer punições.

“O estabelecimento vai receber fiscalização da prefeitura regional, pode ser autuado de várias formas para cumprir a sinalização, pode inclusive atingir seu alvará de funcionamento”, explica Edison Passafaro, supervisor do departamento de mobilidade da CET.

O motorista desrespeitar as vagas especiais estará sujeito a multa de R$ 293, sete pontos na carteira e guinchamento do veículo.

A partir de primeiro de setembro a CET vai receber denúncias pelo telefone 1188.

Para usar as vagas reservadas, tanto deficientes quanto os idosos tem que ter o cartão especial, que é emitido pelo DSV.

Fonte: g1.globo.com

Cadeirante morto em frente a casa noturna de Gravataí foi vítima de bala perdida, diz delegado

Polícia acredita que o alvo dos atiradores era um estudante de Engenharia Mecânica que também foi executado na madrugada de quarta-feira (2). Motivação seria passional, relacionada a uma mulher.

Por G1 RS
Local onde duas pessoas foram mortas na madrugada de quarta-feira (2), em Gravataí (Foto: Reprodução/RBS TV)
Local onde duas pessoas foram mortas na madrugada de quarta-feira (2), em Gravataí (Foto: Reprodução/RBS TV)

Dois homens foram mortos a tiros na madrugada de quarta-feira (2) em frente a uma casa noturna de Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo a polícia, o cadeirante Jorge Luis Rosa da Silva, de 25 anos, foi vítima de bala perdida.

"Pelas informações das testemunhas e pela análise do local, tudo indica que o cadeirante foi morto porque estava na linha de tiro. Os dois atiradores estavam com propósito de matar a outra vítima, tanto que efetuaram vários disparos e um deles atingiu a cabeça do cadeirante", relata o delegado Felipe Borba.

O alvo dos criminosos seria o estudante de Engenharia Mecânica Luis Gustavo da Silva, de 18 anos. Assim como o cadeirante, ele estava em uma festa na boate Stage, localizada na Avenida Dorival Candido Luz de Oliveira. Mas de acordo com a investigação, o adolescente teria se desentendido com outros homens dentro da casa noturna por causa de uma mulher.

"As testemunhas falaram que no interior da festa já teria ocorrido um tipo de atrito entre a vítima e outros sujeitos. Quando eles saíram, os atiradores teriam ido a algum lugar pegar as armas para executar o garoto", indica Borba.

O delegado conta que o estudante não tinha passagem pela polícia e chegou a tomar uma garrafada da cabeça já no lado de fora da boate. Quando tentou correr, foi atingido pelos disparos.

Além dele e do cadeirante, dois seguranças da festa também foram baleados, mas já receberam alta do Hospital Dom João Becker e não correm risco de vida.

Os atiradores ainda roubaram um Corsa e fugiram do local. Segundo a polícia, eles ainda não foram identificados.

Agora, o delegado analisa câmeras de segurança que possam identificar os suspeitos e tenta localizar a mulher que teria sido o motivo da briga para chegar até os possíveis atiradores.

A boate também se manifestou por meio das redes sociais e divulgou uma nota sobre o ocorrido. Confira o texto na íntegra:

"Infelizmente ficamos muito tristes com o ocorrido nessa madrugada de feriado em Gravataí, o que aconteceu foi algo trágico, nossos pêsames aos familiares.

Nós, da Stage Club viemos através deste texto esclarecer alguns fatos que estão sendo noticiados de forma equivocada pela mídia.

1. O encerramento do evento foi as 04h da manhã, o fato aconteceu perto das 05h, quando as atividades já haviam sido encerradas.

2. Não houve qualquer tipo de briga no decorrer do evento, muito menos tiros dentro da casa.

3. O ocorrido foi na avenida principal, em frente a outra loja (esquina com a Stage Club).

4. Todos os seguranças estão vivos, os mesmos permanecerem no local até a chegada da polícia.

5. Não sabemos a motivação do crime.

As autoridades já estão com as filmagens do local em que ocorreu o fato.
Qualquer dúvida, estamos à disposição para esclarecimentos."

Fonte: g1.globo.com