sábado, 2 de dezembro de 2017

Brasil encara as semifinais do Campeonato das Américas de Goalball neste sábado, 2

Foto: Leandro MartinsCPB/MPIX
Brasil encara as semifinais do Campeonato das Américas de Goalball neste sábado, 2
Legenda: Brasil venceu todos os jogos da primeira fase na categoria masculina

O Brasil entrará em quadra neste sábado, 2, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, em busca da vaga na final do Campeonato das Américas de Goalball IBSA 2017 nas duas categorias. As meninas enfrentam os Estados Unidos, às 12h45, enquanto o time masculino pega o Canadá, às 14h. Os jogos terão transmissão ao vivo pelo canal da CBDV TV no Youtube (clique para acessar).

Na disputa da liderança da primeira fase da categoria feminina, o Brasil encarou o Canadá e, em jogo duro, perdeu por 4 a 3. Os gols das brasileiras foram marcados por Carol Duarte (2) e Alaine Marques. Com o resultado, as canadenses terminaram em primeiro e pegam o México, quarto lugar, nas semifinais. Já as brasileiras foram superadas pelas americanas no saldo de gols (28 a 24) e fecharam a fase inicial em terceiro.

“Nós vamos começar a pensa nos EUA agora. Sabemos que fizemos boas partidas contra elas e o Canadá. Mas cada jogo é um jogo, é decidido nos detalhes, elas erraram, nós também, faz parte do jogo. E contra os EUA se a gente conseguir repetir o desempenho temos grandes chances de vencer”, disse Carol Duarte, autora de dois gols.

Brasileiras e americanas voltam a se enfrentar neste sábado. No duelo pela fase inicial da competição, as equipe fizeram partida equilibrada e o Brasil vencia até o minuto final do jogo, quando Amanda Dennis deixou tudo igual:  2 a 2. Uma vitória garante a seleção canarinho no Campeonato Mundial de goalball no ano que vem em Malmo, Suécia.

Já a seleção medalhista de bronze nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 vão em busca da vaga na final contra o Canadá. A equipe venceu nesta sexta, 1, o Peru por 11 a 1, e com a liderança confirmada do Grupo A, avançou direto para as semifinais.

Em 2013, o Brasil participou do Campeonato das Américas em Colorado Springs, nos Estados Unidos, e conquistou duas medalhas: prata no feminino e bronze no masculino. As duas seleções buscam mais medalhas, dessa vez no início do ciclo rumo aos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

Fonte: cbdv.org.br

De volta à seleção de goalball, André Dantas sonha com os Jogos de Tóquio 2020

Foto: José Patrício/CPB/MPIX
De volta à seleção de goalball, André Dantas sonha com os Jogos de Tóquio 2020
Legenda: Segundo da esquerda pra direita, André aquece ao lado dos companheiros.

Quatro anos. Esse foi o período que André Dantas, 22, natural de Brasília, ficou longe da seleção. Um dos jovens de maiores destaques da geração que surgia em 2013, o candango esteve presente na equipe que conquistou a medalha de bronze do Mundial de Jovens da IBSA, em Colorado Springs, nos Estados Unidos, e do ouro no Parapan-Americano da categoria, em Buenos Aires, Argentina.

De volta à seleção, agora na principal, o atleta agradeceu a todos que o apoiaram e  espera contribuir para que o Brasil continue a alcançar os objetivos.

“Acho que o principal sentimento é gratidão. Gratidão por todos que me apoiaram nessa caminhada para retomar o goalball de alto nível. Minha família, meus mestres e amigos. E fico muito feliz por representar o nosso goalball brasileiro. Agora é trabalhar duro para manter o Brasil sempre no topo”, agradeceu André.

André Dantas já nasceu com baixa visão ocasionada por toxoplasmose congênita. Seu primeiro contato com o goalball foi aos 14 anos. Atleta da natação na ocasião, o candango  foi convidado por uma equipe de Brasília para completar o time que disputaria o campeonato escolar de 2009. Desde então, passou a gostar da modalidade e se dedicar a cada dia. Hoje, o ex-nadador tem motivações que o levaram a retornar à seleção.

“O que mais me motivou foi a vontade de ser um atleta melhor. Hoje eu vou treinar sempre com o desafio de aprender mais a cada treino. Meu principal objetivo é melhorar a cada dia, tanto profissional como pessoalmente. Acho que seguindo esse pensamento, posso alcançar qualquer meta que apareça”, disse André.

Desde 2011, os brasileiros conquistam um lugar no pódio em todas as competições. André considera que fazer parte de um grupo tão vitorioso é uma responsabilidade muito grande, mas não é algo que intimide o atleta, que sonha alto com os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, mas prefere dar um passo de cada vez.

“Acredito que fazer parte de uma seleção tão talentosa como o Brasil é uma grande missão e honra. Vejo Tóquio e o ouro paralímpico como o principal objetivo, mas até lá temos grandes desafios pela frente, um deles, agora, no Campeonato das Américas. Então, prefiro pensar em um dia de cada vez, uma missão por vez”, disse o novato.

André Dantas está com a seleção na disputa do Campeonato das Américas de Goalball IBSA 2017 em São Paulo. O Brasil está nas semifinais da competição e aguarda o vencedor de Canadá x Venezuela para buscar uma vaga na final competição. Na última edição, em 2013, a seleção canarinho ficou em terceiro.

Saiba mais sobre a competição: http://bit.ly/2A9RjuN

Confira o álbum de foto: http://bit.ly/2zO9vgt

Fonte: cbdv.org.br

Prêmio Paralímpicos 2017 homenageia 60 anos do Movimento Paralímpico no Brasil

Daniel Zappe /CPB / MPIX
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Por CPB

No dia 4 de dezembro, atletas e personalidades do Movimento Paralímpico serão premiados em 35 categorias, que incluem 22 modalidades do programa dos Jogos Paralímpicos de Verão, futebol de 7, vela, esportes de neve e dez prêmios especiais. Dentre as honrarias especiais, está o marco de 60 anos do Movimento Paralímpico no Brasil. Personalidades indicadas por um comitê interno serão homenageadas na categoria.
O aniversário é comemorado em razão da primeira exibição de basquete em cadeira de rodas no país, em 1957, que foi seguida pela criação do Clube do Otimismo, em 1958, pelo técnico Aldo Miccolis e Robson Sampaio de Almeida com o intuito de criar times da modalidade. Nesta época nasceu também o Clube dos Paraplégicos. Veja a linha do tempo 
Outras novidades da edição 2017 da festa são o Prêmio Clube Caixa, que premia um clube ou associação de destaque; e o Atleta da Galera escolhido através de votação popular – os três finalistas “da galera” são do atletismo: André Rocha, Brendow Christian e Verônica Hipólito. Eles poderão ser votados pelo público até o dia da festa, no site do Prêmio.
Como manda a tradição, também serão reconhecidos os melhores técnicos individuais e coletivos, o Atleta Revelação, Prêmio Aldo Miccolis, ofertado a aqueles que dedicaram a vida ao esporte paralímpico, e Prêmio Personalidade Paralímpica, oferecido para quem contribuiu para o Movimento Paralímpico na temporada.
O prêmio Paralímpicos 2017 ocorrerá na segunda-feira, 4, na sala São Paulo, em São Paulo, às 19h30, com transmissão ao vivo do Sportv
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O Prêmio Paralímpicos 2017 tem o patrocínio das Loterias Caixa

Fonte: cpb.org.br

Seleções Brasileiras vão às semifinais do Campeonato das Américas de Goalball

Leandro Martins/CPB/MPIX
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Por CPB

A primeira fase do Campeonato das Américas de Goalball IBSA 2017 chegou ao fim nesta sexta-feira, 1, no CT Paralímpico, em São Paulo. No último jogo brasileiro da fase de grupos da categoria masculina, o time anfitrião venceu por 11 a 1 a seleção peruana. Já as brasileiras enfrentaram as canadenses, mas perderam por 4 a 3. Esses resultados garantiram tanto aos homens quanto as mulheres vagas nas semifinais.

Como primeiro no grupo A, o Brasil enfrentaria a Costa Rica, quarta colocada do grupo B, na tarde desta sexta-feira, 1. No entanto, a Seleção Brasileira masculina venceu por WO e foi diretamente classificada para a seminal. A partida ocorre às 14h deste sábado, 2, contra o Canadá, uma das equipes mais fortes neste campeonato.

Apesar de não ter feito nenhum ponto com este último jogo, a Seleção Brasileira feminina fez uma ótima campanha na primeira fase da competição e disputará a seminal contra os Estados Unidos ás 12h45 também no sábado, 2.

As brasileiras empataram com as americanas em 2 a 2 na última quinta. “Como já jogamos contra os Estados Unidos, conhecemos a equipe e sabemos o tipo de arremesso melhor para utilizar. A estratégia mesmo será manter a defesa e fluir mais o ataque”, disse Jéssica Vitorino, 24, jogadora da Seleção desde 2014.

O Campeonato das Américas de Goalball IBSA 2017 chegará ao fim no próximo domingo, 3. Ás 10h30 será a final feminina e às 11h45 a final masculina, no CT Paralímpico em São Paulo.

Fonte: cpb.org.br

Mundial marca sucesso do trabalho da base do halterofilismo brasileiro

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Por CPB

O Mundial de Halterofilismo, que se inicia neste sábado, 2, na Cidade do México, é um marco importante no trabalho da base da modalidade que é realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro. Dos 17 atletas do país que desembarcaram nesta semana para disputar a competição, nada menos que oito são da categoria júnior.

O Mundial, que se estende até 8 de dezembro, reserva este sábado, 2, para a disputa do título entre os mais jovens (até 20 anos). O Brasil desponta com dois grandes talentos: a paulista Maraiana D’Andrea, 19, e Mateus Assis, 20. Eles chegaram à capital Azteca com a melhor marca do mundo em suas respectivas categorias entre os juniores.

Além da excelente performance, eles têm em comum o fato de terem sido revelados e lapidados em um dos Centros de Referência em Desenvolvimento do Halterofilismo, que o CPB mantém em oito cidades de seis Estados e do Distrito Federal, desde 2012.

“Os Centros de Referência são feitos a partir de parcerias do CPB com entidades sem fins lucrativos, que cedem o espaço para prática do halterofilsmo. O Comitê Paralímpico Brasileiro entra com os equipamentos, todos de alto nível, e o pagamento aos profissionais que vão orientar os atletas. Isso ajudou a aumentar e fortalecer a base de halterofilistas no país”, explicou Felipe Dias, coordenador da modalidade.

Mateus Assis, por exemplo, foi levado ao Centro de Referência de Uberlândia, Minas Gerais, há seis anos, pelo professor de educação física. Ele tem mielomeningocele, doença que compromete o desenvolvimento da espinha dorsal. “Quando comecei no esporte, demorei a tomar gosto, mas, depois que passei a competir fora do país, descobri que era o halterofilismo que eu queria fazer”, relatou Mateus, que disputará seu primeiro Mundial, na Cidade do México.

Os primeiros frutos desta política de investimento na base pôde ser visto no Mundial de Dubai 2014. O mineiro Rafael Vansolin, cria do Centro de Referência mineiro, sagrou-se campeão mundial entre os juniores, uma conquista inédita para o Brasil.

“O CPB está trabalhando a renovação no halterofilismo. O tempo de maturação de um atleta desta modalidade é muito maior, às vezes pode levar até 10 ou 15 anos para formar um halterofilismo de nível internacional, e nós já estamos trabalhando esta base para conseguir tornar perene a renovação para este ciclo e para os demais”, explicou Jonas Freire, diretor técnico adjunto do CPB.

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O halterofilismo tem patrocínio das Loterias Caixa.

Time São Paulo
A atleta Mariana D´Andrea é integrante do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo que beneficia 56 atletas e nove atletas-guia de 10 modalidades.

Fonte: cpb.org.br

Mundiais de Natação e Halterofilismo começam neste sábado, 2, no México

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Por CPB

Mateus de Assis, atleta de halterofilismo, e integrante da Seleção júnior e adulta no Mundial
Começam neste sábado, 2, os Campeonatos Mundiais Paralímpicos de Natação e Halterofilismo, na Cidade do México. Dois grupos de atletas brasileiros desembarcaram ao longo desta semana na capital Azteca, sendo 17 nadadores e 17 halterofilistas. Mais de 1.000 atletas de 89 países disputarão as duas competições.

A Piscina Olímpica Francisco Márquez, que foi palco dos Jogos Olímpicos da Cidade do México 1968, receberá os nadadores até 7 de dezembro. Já o Ginásio Olímpico Juan de La Barrera, ao lado da piscina, sediou as partidas de vôlei no México 68, e agora está totalmente estruturado para o halterofilismo.

As primeiras provas começam às 13h (de Brasília) em transmissão na página do CPB no Facebook (www.facebook.com/ComiteParalimpico), tanto da natação quanto do halterofilismo. O SporTV.com e o aplicativo SporTV Play exibirão as sessões da noite (no Brasil) da natação, a partir das 21h30 (de Brasília). As provas serão reprisadas às 8h da manhã nos canais a cabo do SporTV.

A Seleção brasileira de natação na Cidade do México conta com nove medalhistas em Jogos Paralímpicos, entre os quais Daniel Dias, que já pisou por 24 vezes em pódios paralímpicos, nove delas só no Rio 2016. Ele nadará sete provas no México, sendo quatro individuais e três revezamento.

Sua estreia será em 2 de dezembro, no sábado, em horário a confirmar, nos 100m livre. No dia seguinte, o domingo, será premiado por ter conquistado a primeira edição do World Series, a série mundial de natação, promovido pelo IPC (Comitê Paralímpico Internacional, na sigla em inglês), composto por cinco etapas no Brasil, Itália, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha.

“A equipe que está aqui na Cidade do México é muito boa, é a base do Rio 2016, com a exceção de três a quatro atletas que estiveram nos Jogos Paralímpicos. Os mais novos estão muito bem e os mais experimentados sabem que é importante manter o alto nível em um planejamento até Toquio 2020’, explicou Leonardo Tomasello, técnico-chefe da Seleção nacional de natação paralímpica.

As disputas do halterofilismo se iniciam às 14h (de Brasília), com transmissão pelo Facebook do CPB. Este sábado, 2, contemplará o Mundial de jovens, no qual o Brasil trouxe oito atletas. A paulista Mariana D’Andrea, 19, e o mineiro Mateus Assis, 20, chegam à Cidade do México ostentando a melhor marca do mundo em suas respectivas categorias entre os mais novos. “Sempre bate um nervosismo, mas sei que vou conseguir controlar e dar o meu melhor”, explicou Mateus.

No adulto, quem estreia neste sábado é a paranaense Márcia Menezes, na categoria até 86 quilos. Ela está na história do halterofilismo nacional desde que sagrou-se medalhista de bronze no Mundial de Dubai 2014, sendo assim a primeira atleta do país a subir a um pódio em Mundial. No México, agora, suas chances aumentaram desde que duas egípcias, tidas como favoritas ao ouro e à prata, não competirão. A prova de Márcia está prevista para se iniciar às 22h30 (de Brasília).

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A natação e o halterofilismo têm patrocínio das Loterias Caixa.

Time São Paulo
Os atletas Daniel Dias e Mariana D´Andrea são integrantes do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo que beneficia 56 atletas e nove atletas-guia de 10 modalidades.

Fonte: cpb.org.br

Em clássico truncado no futebol de 5, Brasil fica no 0 a 0 com a Argentina

Renan Cacioli / CBDV
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Por CPB

Santiago, Chile - O Brasil disputou nesta sexta-feira seu 46º clássico contra a Argentina no futebol de 5, desta vez, válido pela quarta rodada da Copa América IBSA 2017. Como na maioria das 45 vezes anteriores, foi uma partida de muito vigor físico, marcação dura e poucas chances de gol. O placar seguiu inalterado até o apito final no Estádio Municipal de Colina, no Chile, apesar de os brasileiros terem criado as melhores chances - o ala Bill perdeu um pênalti no segundo tempo.

Apesar de ter interrompido a sequência de três vitórias da equipe no torneio - Peru, México e Chile -, o resultado manteve uma invencibilidade de 56 partidas dos brasileiros na modalidade, além da liderança no torneio.

A equipe treinada por Fábio Vasconcelos foi a dez pontos em quatro jogos disputados. Os argentinos seguem em segundo, com oito, mas deverão ser ultrapassados pela Colômbia, que enfrenta mais tarde o Peru, no encerramento da rodada (os peruanos ainda não fizeram nenhum gol no campeonato e sofreram 20).

Neste sábado, o Brasil faz sua última apresentação na fase classificatória: encara os colombianos, às 13h30 (de Brasília). Será um confronto direto para definir um dos finalistas. A Argentina enfrenta os anfitriões, às 11h.

O campeão será conhecido no domingo. A competição concede três vagas para a Copa do Mundo de 2018, que será disputado em Madri. Por ser o atual campeão, o Brasil já tem passaporte carimbado, o que permitirá a classificação até do quarto colocado na competição chilena para o Mundial na Espanha.

O jogo

Última equipe capaz de bater os melhores do mundo, em maio de 2013, a Argentina adotou uma tática bastante defensiva. Abriu mão de seus goleadores na Copa América - Nicolás Véliz e Lucas Rodríguez - para fechar a parede com o grandalhão Coki Padilla, jogador da AGAFUC-RS, atual campeã da Série A da Copa Loterias Caixa, e Frederico Accardi. A dupla ficou responsável por anular as movimentações de Ricardinho.

O primeiro tempo foi tão truncado que teve apenas uma finalização mais perigosa, do camisa 10 brasileiro, em chute cruzado que passou perto da trave do goleiro Germán Mulek. Já na etapa final, foi justamente Mulek o personagem da partida. Além de defender ao menos duas finalizações perigosas de Ricardinho, ainda espalmou bola chutada no alto por Nonato - ela tocou o travessão antes de sair pela linha de fundo. Por fim, pegou o pênalti cobrado pelo ala Bill, já aos 17 minutos.

Fonte: cpb.org.br

Concurso Moda Inclusiva Internacional revela os vencedores de 2017 em Desfile de Moda Inclusiva

Desfile Moda Inclusiva em 2016. Cadeirante na passarela observada pela plateia.

Em 09 de dezembro, acontece na Unibes Cultural, na capital paulista, a 9ª edição do Concurso Moda Inclusiva Internacional, iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo.

Com o objetivo de incentivar a produção de looks para pessoas com deficiência, o concurso é uma oportunidade para estudantes e profissionais de diversas áreas discutirem tendências, debaterem novas ideias e trocarem experiências no âmbito da moda inclusiva e mercado têxtil.

Em sua nona edição, participaram estudantes de cursos técnicos, universitários e profissionais da área da moda e da saúde não só do Brasil. Na ocasião, desfilam os modelos finalistas de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará, Pará e Bahia. O concurso também recebeu inscrições dos estados Amazonas, Alagoas, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e da Itália, Nigéria, Singapura, Paraguai e Irã. Os três melhores serão premiados.

O Desfile do Concurso Moda Inclusiva acontecerá durante o “Mercado MoDe” no final de semana, que acontece no mesmo local, das 10h às 18h. O mercado consiste na exposição e na venda de mercadorias que tenham como foco a transformação da economia por meio da investigação de novos usos para antigos materiais, com uma visão de mundo que integre ser humano e natureza. A proposta é fomentar uma rede de novos designers, em um espaço para apresentar projetos e produtos pensados em novos modelos de negócios pautados na responsabilidade social e ambiental.

O Brasil tem hoje cerca de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Somente no Estado de São Paulo, esse contingente ultrapassa 9,3 milhões. Há um grande mercado de produtos e serviços para atender as demandas específicas desse segmento.
 
SERVIÇO
Desfile do 9º Concurso Moda Inclusiva
Data: 09 de dezembro de 2017
Horário: 17h
Local: Unibes Cultural
Endereço: Rua Oscar Freire, 2500 – bairro Sumaré – São Paulo/SP
Entrada gratuita

Inclusão de PCDs é tema de audiência da Comissão de Direitos Humanos

Encontro acontece na terça-feira, 5/12, a partir das 9h; senadores e convidados vão analisar as dificuldades enfrentadas por pessoas com mobilidade reduzida

Imagem Internet/Ilustrativa
Resultado de imagem para Inclusão de PCDs

A Inclusão social e a valorização de pessoas com deficiência estarão em debate na Comissão de Direitos Humanos nesta terça-feira (5/12). A partir das 9 horas, senadores e convidados de instituições públicas vão analisar as dificuldades enfrentadas por quem sofre com restrições de locomoção ou necessita de atenção ou serviço especial do poder público.

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) divulgados em 2015 pelo IBGE, 6,2% da população brasileira tem algum tipo de deficiência, seja auditiva, visual, física ou intelectual.

Foram convidados para a audiência servidores representantes de instituições públicas: a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka; a coordenadora da Comissão de Acessibilidade do Tribunal de Contas da União (TCU), Valéria Cristina Gomes Ribeiro; o secretário Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério dos Direitos Humanos, Marco Antônio Ferreira Pellegrini; o analista judiciário da Assessoria de Gestão Socioambiental do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Diogo do Ybit Silveira; a diretora da Coordenação de Acessibilidade da Câmara dos Deputados, Adriana Jannuzzi; o chefe de gabinete da Presidência da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Rodrigo Lima; e um representante do programa Sem Barreiras do Supremo Tribunal Federal (STF).

A audiência pública será interativa, com a possibilidade de participação popular. Quem tiver interesse em participar com comentários e perguntas pode fazer pelo portal e-Cidadania Site externo ou pelo Alô Senado (0800-612211)

Fontes: Senado Federal - vidamaislivre.com.br - Imagem Internet/Ilustrativa

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Crianças e cadeirantes apresentam espetáculo de balé em Cuiabá

Grupo conta com mais de 100 alunos, além de 12 alunos em cadeiras de roda. Apresentação será no Teatro Zulmira Canavarros, em Cuiabá.
Por G1 MT

Companhia Ballet Denise França se apresenta no final de semana em Cuiabá (Foto: Assessoria)
Companhia Ballet Denise França se apresenta no final de semana em Cuiabá (Foto: Assessoria)

Alunos da companhia Ballet Denise França se apresentam às 20h deste sábado (2) e domingo (3) no Teatro Zulmira Canavarros, em Cuiabá. Segundo a assessoria do grupo, serão retratadas as histórias do ‘O Mágico de Oz’, ‘A Balairina’ e ‘Moana’. Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). O espetáculo tem 1h45 de duração.

A companhia conta com mais de 100 alunos e comemora 20 anos de espetáculos. O grupo conta com 12 alunos em cadeiras de rodas, que também vão se apresentar no final de semana.

Ballet Denise França conta com mais de 100 alunos, além de 12 alunos em cadeiras de roda (Foto: Assessoria)
Ballet Denise França conta com mais de 100 alunos, além de 12 alunos em cadeiras de roda (Foto: Assessoria)

A direção-geral do espetáculo é da professora Denise França que, junto com a professora Maíra Favali assina a também direção artística. A dupla ainda conta com a professora Carina Savuri para reforçar o time.

De acordo com a diretora, a atração vai contar com balé clássico, dança contemporânea, dança moderna e teatro musical onde os alunos contam essas histórias. Um painel de LED, como cenário para ambientar cada coreografia, será usado para contar as histórias.

Segundo o grupo, os demais alunos aprendem valores ao compartilhar o palco e as aulas com os dançarinos com necessidades especiais (Foto: Assessoria)
Segundo o grupo, os demais alunos aprendem valores ao compartilhar o palco e as aulas com os dançarinos com necessidades especiais (Foto: Assessoria)

Em ‘Uma Noite de Aventuras’, dois alunos vão apresentar as habilidades nas cadeiras de rodas. Para Denise, o ballet significa um momento de transição, onde as crianças deixam a imagem ‘cadeirantes’.

Ainda conforme a companhia, os demais alunos aprendem valores ao compartilhar o palco e as aulas com os dançarinos com necessidades especiais.
Os ingressos estão à venda no Ballet Denise França e pela internet. O Teatro Zulmira Canavarros fica na Avenida André Maggi, no Centro Político Administrativo de Cuiabá.

Fonte: g1.globo.com

Parque Olímpico recebe evento de moda inclusiva para pessoas com deficiência - Veja o vídeo.

Desfile reunirá 50 participantes, incluindo cadeirantes, pessoas com problemas motores e deficientes visuais. Modelo e vereadora contam experiências e desafios.

Por Henrique Coelho, G1 Rio

Projeto Modelle Rottelle, pelo qual Natache desfilou em Milão em 2016 (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
Projeto Modelle Rottelle, pelo qual Natache desfilou em Milão em 2016 (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)


Se você, leitor, achava que pessoas com deficiência não podiam participar de um desfile de moda, ledo engano. Nesta sexta-feira (1), o Parque Olímpico vai receber, na 1ª Feira da Pessoa Com Deficiência realizada no Rio de Janeiro, um desfile com 50 participantes, com 45 representantes de diversos segmentos: cadeirantes, pessoas com problemas motores, deficientes visuais, entre outros.

Click AQUI para ver o vídeo.

Natache Yamaiá da Rocha Gomes, hoje com 35 anos começou a ter problemas de coordenação motora aos 14. Com vergonha, tentava esconder dos colegas, mas as dores aumentavam. Aos 18, depois de muitos exames inconclusivos, o exame genético revelou: Natache é portadora da Ataxia de Friedreich, uma doença degenerativa e hereditária que causa perda de controle dos músculos. Ainda não foi encontrada uma cura para a doença. Porém, com vontade de viver e "sem coitadismo", como ela mesmo define, será uma das principais modelos da coleção de moda inclusiva da estilista Silvana Louro.

"​Eu estou muito feliz em participar desse projeto. Eu acho que deve ser ampliado não só no Rio mas no Brasil todo. Tem que fazer porque a gente tem público participando, porque as pessoas se divertem em um evento desse porte, tem que pensar assim”, disse Natache.

Silvana, que assina uma linha de roupas da marca Equal (de igual, em inglês) Moda Inclusiva, diz que além das pessoas com deficiências, há pessoas também sem problemas do mesmo tipo. O objetivo, segundo ela, é gerar uma sensação de inclusão.

"Marcelo Salles me convidou para fazer um desfile de moda inclusiva: todas as deficiências estão contempladas: nanismo, Síndrome de Down, cadeirantes, pessoas com paralisia cerebral, deficientes visuais e auditivos. Cinco pessoas não têm deficiência, e acho importante gerar essa inclusão. É uma experiência totalmente sensorial, e é uma maneira de tirar a pessoa com deficiência da invisibilidade no mercado da moda", explicou Silvana.

Vivem 4 milhões de deficientes no Estado do Rio, de acordo com dados do Censo do IBGE de 2010. A Feira da Pessoa Com Deficiência, realizada no Parque Olímpico entre esta sexta-feira (1) e domingo (3) traz oportunidades e negócios criados por e para pessoas com deficiência, em diversos segmentos, inclusive na moda.

Silvana trabalha com o assunto desde 2009, quando foi fazer trabalho voluntário fora do Brasil depois de "se cansar" do mundo da moda tradicional. "Percebi dificuldade muito grande no vestir, nas necessidades básicas, e meu olhar fez com que eu pensasse em criar um uniforme para as Paralimpíadas Escolares, e aí comecei a pesquisar. Isso ressignificou toda a minha vida. O projeto acabou, mas o legado disso continua", afirmou ela, que trabalha para um projeto ambicioso: ter uniformes adaptados para toda a delegação paralímpica que vai a Tóquio em 2020.

'Eu só vivo'

Quando descobriu que tinha a doença, Natache diz ao G1 que ficou muito deprimida por muito tempo. "​Com o tempo, quando a gente começa a ler, entender a doença, eu falei: minha vida acabou. ​Eu realmente não sei de onde eu tirei forças. Eu vivia em depressão, e completamente enclausurada, não queria sair, queria ficar no meu quarto. Aí um dia eu falei: ‘ah, não quero mais isso não’, e foi assim. Aí eu voltei para academia, conheci meu namorado, fiz alguns eventos como modelo", relata ela, que no ano passado fez parte de um desfile internacional de pessoas com deficiência em Milão, na Itália, através do projeto Modelle Rotelle.

"​Eu achei desfilar incrível. É muito legal eu ter essa possibilidade, talvez se eu fosse uma modelo andante eu não conseguiria. Como cadeirante eu fui convidada a desfilar fora do país, num desfile super suntuoso, e foi muito importante para o Brasil porque eu era a primeira representante do Brasil em um desfile desse porte, e para mim porque eu provei que sou capaz de fazer coisas inimagináveis“ , relembra ela.

Natache é embaixadora de uma organização que busca conectar e buscar alternativas de tratamento para vítimas da Ataxia, a Friedreich's Athaxia Research Alliance (Aliança para pesquisa da Ataxia de Friedreich, em inglês). O preconceito, segundo ela, se materializa em problemas e situações constrangedoras em bancos e transportes.

"Eu já processei muitas empresas, e já passei por muitas situações em que me senti humilhada: com taxistas, na porta de banco. Vários taxistas já se recusaram a me levar", afirma.

Uma das faces mais silenciosas e dolorosas do preconceito, no entanto, é nas relações sociais, seja de amizade ou românticas. "​A gente percebe que aquelas pessoas que a gente acha que nunca vão se afastar da gente se afastam. No caso da Ataxia em si, no mundo todo, o que as pessoas mais reclamam é a dificuldade de encontrar um par", relata ela, que se considera privilegiada por ter um namorado há mais de um ano. Ele, que mora em outro estado, também possui a doença, porém de uma forma mais branda. Os dois, de acordo com ela, se relacionam como qualquer casal: saem, se divertem e procuram aproveitar o tempo quando estão juntos.

Natache e o namorado.
Natache e o namorado. "Maior dificuldade é encontrar um par. Ele é um presente" (Foto: Natache Yamaiá/Arquivo Pessoal)

“A mãe dele meio que foi nossa cupida. A mãe dele e meio que Madrinha dos Friedreich. Ela começou com essa procura, me conheceu e trouxe o filho. Ele veio aqui, a gente saiu, conversou, aí já surgiu um coraçãozinho. A gente começou a sair mais vezes e decidiu namorar", conta ela, com um sorriso no rosto.

Da vida privada para a pública

Vereadora Luciana Novaes é a primeira vereadora tetraplégica eleita no Rio de Janeiro (Foto: Henrique Coelho/G1)
Vereadora Luciana Novaes é a primeira vereadora tetraplégica eleita no Rio de Janeiro (Foto: Henrique Coelho/G1)

Duas datas são marcantes na vida de Luciana Novaes, hoje com 33 anos: o dia 5 de maio de 2003, quando foi atingida por um tiro disparado por traficantes do morro do Turano, no Centro, e ficou com os movimentos paralisados do pescoço para baixo; e o dia 1 de janeiro de 2017, quando assumiu a cadeira como a primeira vereadora tetraplégica do do Rio de Janeiro. O objetivo dessa missão, segundo ela, é tirar as pessoas com deficiência da invisibilidade.

" É um desafio muito grande para o deficiente viver no Rio de Janeiro porque não existe política pública para a pessoa com deficiência, e as que já existem não funcionam. Para mim, foi uma mudança, aqui dentro eu posso dar mais voz para a pessoa com deficiência. Só de eu estar aqui dentro, eu acho que já dá mais visibilidade. Infelizmente, ainda somos invisíveis para uma parte da sociedade"

Vereadora atuante em fiscalizações da infraestrutura de transportes da cidade, Luciana vai participar da abertura da Feira da Pessoa com Deficiência. " A gente quer ter acesso plenamente à cidade, ter direito a tudo: esporte, cultura, lazer, e essa feira vai trazer isso", ressalta. Segundo Luciana

" Nós temos leis, mas infelizmente elas não saem do papel. Os ônibus ainda têm uma grande dificuldade para lidar com pessoas com deficiência. Alguns motoristas, quando veem que somos cadeirantes, nem param. Mas a culpa não é de todos. A Supervia foi multada pelo Procon Estadual, mas para conseguirmos entrar na estação Riachuelo, os agentes tiveram que carregar os cadeirantes nos braços, e outros na própria cadeira, mas isso é um risco muito grande", lembra a vereadora, que não poupa nem a própria câmara municipal de críticas.

A casa legislativa fez uma rampa improvisada para que Luciana Novaes pudesse tomar posse no dia 1 de janeiro deste ano. O detalhe: em cima de um piso táctil, utilizado por deficientes visuais que utilizam bengalas para andar pela região da Cinelândia. O G1 contabilizou o tempo para que a vereadora chegasse ao local: 1minuto e 36 segundos.

A Câmara Municipal do Rio não respondeu ao G1 até o fechamento desta reportagem.

Pouca acessabilidade

Banheiros foram adaptados e uma plataforma elevatória foi construída no segundo semestre. Na Alerj, a acessibilidade dificulta até a movimentação do atual presidente da assembleia, o deputado Wagner Montes, como mostrou o G1 "Aqui é a casa do povo. Se é a casa do povo, todos teriam que ter acesso.

Estamos brigando para que a rampa que está na frente da casa seja uma rampa permanente, e pela porta da frente. E eu não estou brigando só por minha causa. A pessoa com deficiência tem que ter os seus espaços garantidos. "

Segundo o IBGE, os casos mais frequentes são de pessoas com deficiência visual, seguido de deficiência motora, auditiva e mental/intelectual. O subsecretário da Pessoa com Deficiência, Geraldo Nogueira, concorda com Luciana Novaes quando ela afirma que houve poucos avanços na questão de acessibilidade no Rio de Janeiro.

" Pouco se avançou, mesmo com grandes eventos. O que nós percebemos é que a acessibilidade só foi cuidada no entorno dos locais de jogos. A única coisa que tivemos um ganho foi no BRT e no VLT, que eu considero com acessibilidade boa e excelente", diz Nogueira.

Com a crise econômica, Nogueira afirma que não é possível fazer grandes gastos. "Criamos uma comissão permanente de acessibilidade, com 32 técnicos na área, com conhecimento de acessibilidade nas secretarias da prefeitura e membros da sociedade civil, como UFRJ, CREA.

Para 2018, a prefeitura tem dois projetos para a área de acessibilidade: o Rota Acessível, para ligar pontos de transporte público até locais de lazer, de cultura. Com a secretaria de urbanismo, está previsto o programa Conecta Rio, que visa fazer transformações em áreas urbanas degradadas para transformá-las em locais bons e acessíveis para todos os públicos, incluindo o de Pessoas com Deficiência. A área da Central do Brasil, por exemplo, seria totalmente transformada.

"Seria como a região do Boulevard Olímpico, acessível, que gerasse maior segurança. Seria uma área urbanizada e acessível", afirmou Geraldo, citando também ações com a OAB e a Riotur em locais como Bondinho do Pão de Açúcar, AquaRio e outros pontos turísticos. "Nossa missão não é apontar falta de acessibilidade, mas causar nesses pontos um compromisso com o turismo da pessoa com dificuldade de locomoção", explicou ele.

A prefeitura tem como ambição criar um aplicativo para dar informações sobre acessibilidade em diversos pontos da cidade. "Estamos procurando empresários para conseguir fazer isso. Seria possível com informações do usuário, do próprio ponto e da comissão permanente de acessibilidade", explica ele.

Obra de acessibilidade é inaugurada em calçadas do Centro do Rio em 2016; para subsecretário, maior parte de obras ficou em entorno de arenas (Foto: Janaína Carvalho / G1)
Obra de acessibilidade é inaugurada em calçadas do Centro do Rio em 2016; para subsecretário, maior parte de obras ficou em entorno de arenas (Foto: Janaína Carvalho / G1)

Supervia multada

Em nota a Supervia informou que foi multada pelo Procon estadual e apresentou recurso.

Sobre a modernização nas estações para melhor acessibilidade, a concessionária enviou a seguinte nota:

“O processo de modernização das estações dos trens do Rio faz parte do acordo firmado entre a concessionária e o Governo do Estado para melhorias em todo o sistema ferroviário. As obras das estações, que não recebiam investimentos há quatro décadas, foram iniciadas em 2012 e seguirão de acordo com as prioridades avaliadas pela concessionária.

No ano passado, seis estações receberam obras de revitalização para atender aos padrões internacionais de acessibilidade. As estações São Cristóvão, Olímpica de Engenho de Dentro e Deodoro passaram a contar com equipamentos de acessibilidade, como elevadores, escadas rolantes, rampas de acesso e piso tátil. A SuperVia também realizou obras de melhorias nas estações São Francisco Xavier, que recebeu plataformas elevatórias, e na estação Madureira, que passou a contar com elevadores, rampas e escadas rolantes. Além dessas, as estações Maracanã, Piedade, Cascadura e Quintino também são acessíveis. As estações Triagem, Santíssimo e Belford Roxo também receberam obras de melhorias, como rampas e piso tátil.

Vale ressaltar que, ciente de que o sistema ferroviário conta uma infraestrutura construída há mais de 150 anos, e em atenção aos passageiros que necessitam de apoio, a concessionária adota as regras de acessibilidade assistida com funcionários treinados e capacitados para prestar auxílio imediato em todas as estações.”

Fonte: g1.globo.com

Dia Mundial das pessoas com deficiência é comemorado com caminhada de conscientização no Litoral Paulista

A ação acontece em Praia Grande, Domingo (3)

Por OAB Praia Grande

Dia Mundial das pessoas com deficiência é comemorado com caminhada de conscientização no Litoral Paulista (Foto: Arquivo OAB Praia Grande)
Dia Mundial das pessoas com deficiência é comemorado com caminhada de conscientização no Litoral Paulista (Foto: Arquivo OAB Praia Grande)

A OAB Praia Grande convida a todos a participar da 2ª Edição da Caminhada de Conscientização do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, que será realizada no dia 3 de dezembro de 2017, às 09h00min.

A Concentração será no Espaço Conviver, situado na Av. Castelo Branco, altura do nº 1380, no Boqueirão, Praia Grande.

Haverá um aquecimento antes da Caminhada, que terá um trajeto aproximado de 1,5 KM até a Fortaleza de Itaipu.

Ao final da Caminhada haverá uma ação social onde a OAB Praia Grande prestará orientação jurídica, e ainda haverá cortes de cabelo feitos pelo Estúdio Evandro, Teste de Glicemia, Cálculo de IMC e Aferição de Pressão Arterial, realizados em parceria pela Rede Nova Farma e a Escola de Enfermagem El Shaday, além de diversas atividades elaboradas pela ONG Empresto Minhas Pernas, e ainda informações prestadas pela ABEA, AMA, ABRELA, APAE PRAIA GRANDE.

Haverá distribuição de material informativo.

Para participar basta se inscrever em um dos postos de troca:

OAB Praia Grande: Rua: José Borges Netto, nº 703, Vila Mirim, Praia Grande, SP
CEP: 11705-010 – Telefones: (13) 3592-3559, 3473-2435

NOVA FARMA: Av. São Paulo, 1079 - Boqueirão, Praia Grande - SP
Av. Pres. Kennedy, 5249 - Vila Tupi, Praia Grande - SP

Escola Alpha: Rua Marília, 179 - Boqueirão - Praia Grande - SP
Participe!

Fonte: g1.globo.com

Morre aos 46 homem que inspirou 'desafio do balde de gelo'

Anthony Senerchia lutava desde 2003 contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), doença que motivou a campanha.

Por G1

Anthony Senerchia, que inspirou o desafio do balde de gelo, com mulher e filha (Foto: ASJFoundation)
Anthony Senerchia, que inspirou o desafio do balde de gelo, com mulher e filha (Foto: ASJFoundation)

O norte-americano Anthony Senerchia, que inspirou o desafio do balde de gelo, morreu aos 46 anos em decorrência da ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), doença degenerativa que motivou a campanha. Em obituário divulgado no site do Centro Funerário de Pelham, cidade natal de Senerchia, no subúrbio de Nova York, a família informa que a morte ocorreu no sábado (25).

"A atitude positiva de Anthony e seu espírito lutador o ajudou a superar as expectativas e viver dez anos mais que seu prognóstico inicial", disse o obituário.

Anthony Senerchia criou a campanha por meio de sua fundação, a Anthony Senerchia Jr. ALS Charitable Foundation. A família informa que a fundação fez importantes doações a outros pacientes e ao Centro Médico de Pesquisa para a ELA, em Columbia (EUA).

Cerca de 200 filipinos participam de desafio do balde de gelo em 2014 (Foto: Erik De Castro/Reuters)
Cerca de 200 filipinos participam de desafio do balde de gelo em 2014 (Foto: Erik De Castro/Reuters)

Graças ao desafio do balde de gelo,  uma pesquisa conseguiu identificar um gene relacionado à doença, o Nek1. A descoberta foi publicada em 2016 no periódico "Nature Genetics".


Pela magnitude da campanha, que ficou conhecida no mundo inteiro e ganhou adesão de famosos e figuras importantes, o balde original utilizado pela esposa de Anthony foi introduzido na coleção do Museu Nacional de História Americana, em Washington.

"Anthony será lembrado como alguém que tentou de tudo na vida", disse a família. "Ele era um excelente marido, um pai orgulhoso, um filho amoroso e um grande irmão. Ele sentirá falta de todos que o conheceram."

                                                                   Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) - Infográfico (Foto: Infográfico G1)
                    Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) - Infográfico (Foto: Infográfico G1)

Fonte: g1.globo.com

No Brasil, a cada 38 minutos um homem morre vítima de câncer de próstata

Câncer prostata 3 300x200 No Brasil, a cada 38 minutos um homem morre vítima de câncer de próstata

Em 2016, cerca de 60 mil homens desenvolveram câncer de próstata no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer. A doença é a segunda mais recorrente entre os homens, e mesmo assim, os exames preventivos são tratados com preconceito em um universo cheio de machismo e ignorância. Cerca de 90% dos casos evolui a partir dos 55 anos, por isso, a necessidade de uma atenção maior a partir dessa idade.

De acordo com Instituto Nacional do Câncer, alguns tumores podem crescer de forma rápida e espalhando-se para outros órgãos. Porém, a grande maioria cresce de forma lenta e assintomática.

Na última segunda-feira (27), uma tímida campanha marcou o Dia Nacional de Combate ao Câncer. Em meio à mobilização, o Estado do Rio de Janeiro comemorou a inauguração de um centro de diagnóstico de câncer de próstata. O novo serviço do Instituto Nacional do Câncer deverá realizar 3,6 mil biópsias por ano. O centro será o primeiro da rede pública do Estado a realizar o procedimento de biópsia com sedação do paciente, como já ocorre na rede privada.

A cada 38 minutos, um homem morre vítima de câncer de próstata. A demora no diagnóstico é um dos principais problemas no combate ao câncer. Cerca de 30% dos casos já estão em fase de metástase quando são diagnosticados. Neste caso, o paciente tem maior risco de morte.

Os exames preventivos conta o câncer de próstata devem ser realizados anualmente: o de sangue (PSA) e o físico (retal). O exame de toque é realizado pelo médico e dura apenas dez segundos. Vale ressaltar que a detecção precoce do câncer de próstata pode aumentar em 90% as chances de cura.

Fique atento!

Procure adotar hábitos que podem ajudar a reduzir as chances do aparecimento do câncer. Seguem alguns fatores de risco que merecem atenção:

- Tabagismo;

- Consumo excessivo de álcool;

- Alimentação rica em carne vermelha, gorduras e embutidos;

- Obesidade e sedentarismo;

CALENDÁRIO DA SAÚDE PARA OS HOMENS:

A partir dos 15 anos:

- autoexame dos testículos: se perceber qualquer alteração deve-se procurar um médico (nódulo, por exemplo);

Periodicidade: mensal

A partir dos 30 anos:

- autoexame dos testículos: se perceber qualquer alteração deve-se procurar um médico (nódulo, por exemplo);

- sangue: avaliação dos níveis de glicose, colesterol e triglicerídeos, função renal e hormônios da tireóide;

Periodicidade: anual

A partir dos 40:

- autoexame dos testículos: se perceber qualquer alteração deve-se procurar um médico (nódulo, por exemplo);

- sangue: avaliação dos níveis de glicose, colesterol e triglicerídeos, função renal e hormônios da tireóide;

- próstata: exame de toque retal e sanguíneo PSA;

Periodicidade: anual

A partir dos 50:

- autoexame dos testículos: se perceber qualquer alteração deve-se procurar um médico (nódulo, por exemplo);

- sangue: avaliação dos níveis de glicose, colesterol e triglicerídeos, função renal e hormônios da tireóide;

- próstata: exame de toque retal e sanguíneo PSA;

- Colonoscopia (diagnóstico preventivo do câncer coloretal);

Periodicidade: anual