sábado, 3 de março de 2018

Novo teste de sangue promete detectar espectro autista com 92% de precisão

Especialistas, contudo, observam a novidade com ressalvas

Por Crescer online

Tubos para exame de sangue (Foto: Thinkstock)
Tubos para exame de sangue (Foto: Thinkstock)

Pesquisadores da Universidade britânica de Warwick desenvolveram um novo teste de sangue que promete detectar espectro autista com um nível de precisão de 92%. Publicado recentemente na revista Molecular Autism, o teste é considerado pioneiro e os cientistas esperam que com o diagnóstico precoce, as crianças recebam atenção e cuidados adequados mais cedo.

“Nossa descoberta pode levar a um diagnóstico e intervenção mais precoces. Esperamos que os testes também apontem caminhos para novas causas”, disse ao Medical News Today uma das líderes do estudo, Naila Rabbani, da Universidade de Warwick.

Para o desenvolvimento do exame, os pesquisadores coletaram e analisaram amostras de sangue e urina de 38 crianças com idade entre 5 e 12 anos, que haviam sido diagnosticadas com o distúrbio, bem como de 31 crianças que não tinham o diagnóstico.

Os resultados mostraram que as crianças com espectro autista apresentaram níveis mais altos de uma substância chamada ditrosina de oxidação (DT) e de outra classe de compostos, modificados com açúcar, conhecidos como produtos finais de glicação avançada (AGEs).

A partir disso, os cientistas, então, usaram esta informação em um algoritmo de computador, resultando em um teste de diagnóstico com 92% de sensibilidade.

Espectro autista

espectro autista é um distúrbio com diferentes níveis de comprometimento, porém três são considerados mais comuns: alterações na fala, comunicação social e comportamentos restritos ou estereotipados.

Causado por fatores genéticos e ambientais, sendo este último predominante, o distúrbio possui diagnóstico difícil. Dessa forma, um exame que possibilite descoberta precoce é considerado um avanço, mas, para Alysson Muotri, do Departamento de Pediatria e Medicina Molecular, da Universidade da Califórnia em San Diego, deve ser visto com algumas ressalvas.

Saiba mais

O que é autismo?

“O diagnóstico é clínico e costuma demorar porque os sintomas podem ser mascarados por atrasos no desenvolvimento, desinformação, inexperiência clínica, resistência dos pais e pela variabilidade da intensidade dos sintomas (...). Apesar de interessante, o trabalho é apenas um primeiro passo na busca de um biomarcador”, explica Muotri. O especialista ainda adverte que o número de crianças no estudo é baixo e que muito possivelmente, em uma cobertura maior, o teste irá apresentar um percentual de falso-positivos muito grande. "Isso acontece por conta da heterogeneidade do transtorno. É difícil acreditar também que um único tipo de exame consiga detectar os diversos tipos de autismo que existem”, explica Muotri.

Outra crítica feita por diversos especialistas ao exame da Universidade de Warwick é que a análise foi derivada de crianças com idades entre 7 e 8 anos. Porém, a terapia precoce (nos primeiros dois anos) tem um efeito maior na qualidade de vida e independência do indivíduo. No que diz respeito a isso, contudo, os pesquisadores já sinalizaram que pretendem repetir o estudo com outros grupos de crianças para apurar a eficiência do teste.

'Campanha não pode bancar as despesas do casal', diz juiz sobre doações para tratar de bebê em SC

Juiz da Vara da Infância e da Juventude de Joinville estabeleceu critérios para uso do recurso obtido com a campanha AME Jonatas.

Por G1 SC

Família fez campanha para arrecadar recursos para pagar tratamento do bebê (Foto: reprodução TV Globo)
Família fez campanha para arrecadar recursos para pagar tratamento do bebê (Foto: reprodução TV Globo)

Após o fim sigilo do caso de casal que fez campanha para ajudar bebê em Joinville, o juiz Márcio Renê Rocha, da Vara da Infância e da Juventude, expediu um despacho que estabelece quais gastos podem ser custeados pelos recursos arrecadados com a campanha AME Jonatas. No parecer do magistrado desta quinta-feira (1°) consta que o dinheiro da campanha não pode ser utilizado para custear despesas dos pais, que são suspeitos de usar dinheiro doado para bancar luxos.


Objetos da família foram apreendidos em Joinville (Foto: reprodução NSC TV)
Objetos da família foram apreendidos em Joinville (Foto: reprodução NSC TV)

A criança sofre de Atrofia Muscular Espinhal, uma doença degenerativa. As doações foram pedidas para pagar a primeira parte do tratamento. Depois das suspeitas do uso indevido do dinheiro,  a Justiça bloqueou os recursos nas contas bancárias.


Juiz determinou que aluguel da família não devem ser pagos com recursos da campanha (Foto: reprodução TV Globo)
Juiz determinou que aluguel da família não devem ser pagos com recursos da campanha (Foto: reprodução TV Globo)

Decisão da Justiça
No despacho desta quinta-feira (1º), o juiz declarou que o aluguel da casa onde vive a família não deve ser pago com recursos de doações para o tratamento de Jonatas, “ainda que garanta a moradia do menor, entendo que tal despesa, em tese, deve ser suportada integralmente pelos pais”, afirmou.

Ainda de acordo com Rocha, os gastos com alimentação, internet, tv a cabo, telefone e gasolina da família devem ser pagos pelos pais da criança. “A campanha não pode 'bancar' as despesas do casal!”, declarou.

"Apenas as despesas de água e luz [R$ 1.600,00] podem ser custeadas pela campanha", considerou. A Justiça não esclareceu o porquê deste gasto elevado.

Juiz quer saber como foi pago o veículo adquirido durante a campanha (Foto: reprodução NSC TV)
Juiz quer saber como foi pago o veículo adquirido durante a campanha (Foto: reprodução NSC TV)

Compra do carro

O magistrado pediu também a investigação dos recursos usados na aquisição do veículo comprado durante a campanha. O juiz diz ainda não descartar uma futura "alienação antecipada" do veículo, para custear parte das despesas do tratamento, pois o carro estaria servindo apenas para o uso dos pais da criança.

O magistrado pede que seja apurado junto à concessionária onde foi feita a compra do carro, qual a forma de pagamento do veículo.

Quanto aos gastos com a saúde do bebê, de cerca de R$ 11, 5 mil, deve ser liberado 50% do valor. Já as despesas com médicos, especialistas e plano de saúde são fixadas e liberadas em R$ 12.199.

Para o juiz, deve ser esclarecido ainda, o alcance do plano de saúde, já que boa parte das despesas poderia ser coberta pela empresa que o administra.

O magistrado determinou também que as despesas devem ser comprovadas mensalmente mesmo os valores sendo liberados através de depósito na conta bancária de cada profissional. Ele exigiu também notas fiscais dos medicamentos que devem ser apresentadas em até cinco dias.

Leias mais sobre o assunto:

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/justica-decreta-fim-de-sigilo-do-processo-sobre-campanha-para-ajudar-bebe-de-sc.ghtml

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/policia-apreende-carro-e-bens-de-familia-que-arrecadou-dinheiro-com-campanha-para-ajudar-bebe-em-sc.ghtml

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/justica-mantem-bloqueio-de-dinheiro-arrecadado-em-campanha-para-ajudar-bebe-em-sc.ghtml

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/policia-comeca-investigar-campanha-de-ajuda-a-bebe-em-sc.ghtml

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/por-suspeita-de-desvio-justica-bloqueia-dinheiro-arrecadado-em-campanha-para-ajudar-bebe-em-sc.ghtml

Fonte: g1.globo.com

Bandidos levam idoso cadeirante durante roubo de carro em Campo Grande - Veja o vídeo.

Ele estava com a família quando três bandidos anunciaram assalto, no Jardim Tarumã.

Por G1 MS

Carro roubado de família foi encontrado em matagal (Foto: Reprodução/ TV Morena)
Carro roubado de família foi encontrado em matagal (Foto: Reprodução/ TV Morena)

Bandidos renderam uma família na noite de quinta-feira (1º), em Campo Grande, e levaram um idoso cadeirante e um carro. O veículo e o homem de 68 anos já foram encontrados, mas os suspeitos, não.

Click AQUI para ver o vídeo.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, uma criança, uma mulher de 42 anos e uma idosa de 61, saíam de um centro espírita no Jardim Tarumã quando foram abordados por três assaltantes com armas de fogo. A família já estava no carro no momento do assalto.

Os bandidos falaram em levar o veículo com todos dentro, mas, a mulher disse sobre a criança e então os suspeitos roubaram o carro e levaram somente o idoso junto.

Aproximadamente uma hora depois a família foi avisada de que o idoso havia sido encontrado em um campo atrás do posto de saúde do Jardim Tarumã e já estava bem.

No início da manhã desta sexta-feira (2), o carro foi encontrado abandonado no bairro Dom Antônio Barbosa, com a cadeira do idoso, objetos das vítimas e aparentemente sem danos. O caso foi registrado como roubo majorado pelo concurso de pessoas, restrição de liberdade da vítima e emprego de arma.

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Bandidos rendem família e roubam carro em Campo Grande

Fonte: g1.globo.com

Decreto regulamenta acessibilidade em hotéis e pousadas

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Brasília - Secretário Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério dos Direitos Humanos, Marco Pellegrini (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil

O governo federal regulamentou, por meio de decreto presidencial, o artigo da lei do Estatuto da Pessoa com Deficiência que estabelece que todas as dependências destinadas aos hóspedes de hotéis, pousadas e semelhantes estabelecimentos comerciais (pensões, hostels etc) devem garantir a acessibilidade a todas as pessoas.

Publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (2), o decreto presidencial estabelece que todas as áreas de livre acesso aos hóspedes, como garagens, estacionamentos, calçadas, recepção, escadas, rampas, elevadores, restaurantes e áreas de circulação devem respeitar as normas de acessibilidade em edificações de uso coletivo, discriminadas no Decreto nº 5.296, de 2004, e nas normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (Abnt).

A regra se aplica também às áreas de lazer, salas de ginástica, salas de convenções, spa, piscinas, saunas, salões de cabeleireiro, lojas e a qualquer espaço destinado à locação localizado no complexo hoteleiro. A medida visa a garantir que os estabelecimentos estejam aptos a hospedar o maior número de pessoas possível, garantindo que todas possam desfrutar das comodidades e serviços oferecidos, independentemente de suas condições física, sensorial, intelectual ou mental.

Os estabelecimentos construídos até 29 de junho de 2004 terão até quatro anos, contados a partir de hoje (2), para se adaptar às novas regras. Deverão disponibilizar, no mínimo, 10% de dormitórios acessíveis, sendo 5% deles adaptados conforme as características construtivas e os recursos estabelecidos no decreto. Outros 5% deverão contar com recursos mínimos de acessibilidade previstos na norma, como chuveiro com barra deslizante, vãos de passagem livres, barra de apoio no box do banheiro e outros itens. Nos outros 90% dos quartos, sempre que solicitado pelos hóspedes, os estabelecimentos deverão garantir a oferta de ajuda técnica ou dos recursos de acessibilidade previstos no decreto.

Os empreendimentos construídos, ampliados, reformados ou com projeto arquitetônico protocolado nos órgãos competentes entre 30 de junho de 2004 e 2 de janeiro de 2018, devem observar os mesmos percentuais e normas já a partir de hoje (2).

Já os novos estabelecimentos deverão oferecer, no mínimo, 5% dos dormitórios ou ao menos um deles com características construtivas de acessibilidade. E ajudas técnicas e equipamentos para 95% dos demais dormitórios. As dependências adaptadas não poderão estar isoladas das demais, devendo estar distribuídas por todos os níveis de serviços e localizados em rota acessível.

Em todos os casos, o hóspede que necessitar de ajuda ou recurso extra deverá solicitá-lo no momento da reserva. Os estabelecimentos terão um prazo de 24 horas para atender ao pedido. Caso a solicitação não seja feita durante a reserva, o prazo para o atendimento começará a valer a partir do momento da formalização do pedido no estabelecimento. Estão inclusos nos recursos de acessibilidade itens como cadeira de rodas, cadeiras adaptadas para o banho; materiais de higiene identificados em braile e com embalagens em formatos diferentes, cardápios em braile, relógios despertadores com alarme vibratório, entre outros itens.

Secretário

Segundo o secretário nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marco Pellegrini, a exigência do hóspede solicitar a ajuda ou recursos especiais com antecedência permitirá que os hotéis de uma determinada região possam compartilhar dos recursos. “Não necessariamente o estabelecimento tem que ter todos estes equipamentos exigidos”, disse Pellegrini, explicando que o Ministério dos Direitos Humanos estuda formas de garantir a divulgação dos direitos dos hóspedes.

Segundo o último censo populacional, em 2010 havia cerca de 45 milhões de brasileiros com alguma necessidade especial. Para o secretário, a adaptação pode beneficiar não apenas essas pessoas, mas os próprios estabelecimentos comercias.

“Os estabelecimentos já deveriam atender à legislação, mas, na prática, há aqueles que descumprem as normas, aqueles que fazem adaptações equivocadas e outros que perceberam que este pode ser um nicho de mercado e adaptaram todas suas dependências. Nesses, é até difícil conseguir reservas. Porque não estamos falando apenas da pessoa com deficiência, mas de idosos com algumas dificuldades; de pessoas obesas ou com restrições provisórias. Essas adaptações facilitam a vida de todo o mundo, ampliando a utilização do hotel”, disse Pellegrini.

Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hoteis (ABIH), Manoel Cardoso Linhares, embora regulamente o que o Estatuto da Pessoa com Deficiência já prescreve, o decreto presidencial não prescinde dos poderes regulatórios dos estados e municípios. “Na prática, são eles que têm o poder regulatório e muitos têm regras específicas de acessibilidade. Partindo daí, temos condições de aperfeiçoar a questão da adaptabilidade, já que a média mundial é de 2% de quartos adaptados totalmente”, disse Linhares.

Porto Alegre recebe na próxima semana regional Rio-Sul do Circuito Loterias Caixa

Daniel Zappe/MPIX/CPB
Imagem

Por CPB

Nos dias 10 e 11 de março, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e o Grêmio Náutico União, ambos em Porto Alegre, receberão as competições de atletismo e natação, respectivamente, da fase regional Rio-Sul do Circuito Loterias Caixa. Ao todo 388 atletas estão inscritos: 262 na pista e campo, 126 na piscina. Além do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Espírito Santo terão representantes. Entre eles, atletas que subiram ao pódio na última edição dos Jogos Paralímpicos do Rio 2016.

A capital gaúcha será a segunda parada do Circuito Loterias Caixa. Ainda no mês de março, será realizada a fase regional Norte-Nordeste, do dia 22 a 25, em Aracajú (SE). Goiânia (GO) receberá o último estágio, Centro-Leste, de 12 a 15 de abril. Os atletas que alcançarem os índices estabelecidos pelo departamento técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) garantirão participação nas etapas nacionais do Circuito Loterias Caixa, em junho e agosto. A terceira fase nacional receberá a denominação de Campeonato Brasileiro, em outubro, reunindo os melhores do ano. As três competições serão realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Fábio Bordignon será um dos principais destaques da competição. Prata nos 100m e 200m da classe T35 (paralisados cerebrais) nos Jogos do Rio 2016, ele disputará estas mesmas provas de atletismo no Rio Grande do Sul. Outra medalhista paralímpica no páreo será Susana Schnarndorf, medalhista de prata no revezamento 4x50m livre misto 20 pontos no Estádio Aquático Olímpico. Camille Rodrigues, medalhista de ouro nos 100m livre, 400m livre e 100m costas no Parapan-Americano de Toronto 2015, também estará em ação.

Vale ressaltar que atletas que já possuem vaga garantida nas fases nacionais do Circuito Loterias Caixa – os 50 melhores de cada modalidade – poderão competir nas etapas regionais, diferentemente dos anos anteriores. É o caso de Fábio Bordignon e Camille Rodrigues. Esses esportistas não ganharão medalhas tampouco pontuarão para o clube, mas poderão participar.

O Circuito Loterias Caixa também contempla as disputas do halterofilismo, que nesta temporada, terá três de suas quatro etapas realizadas no mesmo fim de semana da esgrima em cadeira de rodas. O calendário reserva para a segunda quinzena de março, em Aracaju, Sergipe, a abertura do ano no halterofilismo. Já a esgrima, em abril, em Goiânia, terá a sua I Copa Brasil. A mudança no formato do Circuito Loterias Caixa 2018 foi realizada para que atletas das três modalidades possam se hospedar no residencial do Centro de Treinamento Paralímpico durante o período de competição, promovendo uma economia nos custos das equipes.

Imprensa

Os profissionais de imprensa interessados em cobrir a etapa regional Rio-Sul do Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigir-se à sala de imprensa da arena para identificação.

O Circuito

O Circuito Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e duas nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país. Em 2018, as disputas das fases nacionais serão separadas por modalidade - haverá ainda um Campeonato Brasileiro de cada esporte.

Patrocínios

O paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem.
A natação tem patrocínio das Loterias Caixa.

Data: 10 e 11 de março
Cidade: Porto Alegre (RS)
Atletismo: ESEFID – UFRGS. Rua Felizardo, 750 - Jardim Botânico Porto Alegre -RS
Natação: Grêmio Náutico União - Sede Moinhos de Vento. Rua Quintino Bocaiúva, 500 - Moinhos de Vento Porto Alegre - RS

Programação*
Circuito Loterias Caixa de Natação e Atletismo - Etapa Regional Rio-Sul
Sábado (10/3) - 8h às 12h e 14h às 18h
Domingo (11/3) - 8h às 12h
*Sujeita a alterações

Fonte:cpb.org.br

O que as novas tecnologias podem fazer pela educação inclusiva

A inclusão escolar de alunos com deficiência no ensino regular tem crescido no país, mas ainda é preciso evoluir nas metodologias

Inclusive - Acessibilidade e tecnologia - um teclado cinza com a tecla "Enter" substituida pela tecla "Access", em azul

Por Rafael Parente* do Porvir

A última edição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) provocou uma reflexão sobre a importância de discutir a educação inclusiva, ao definir como tema de redação: “desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Apesar de um recorte específico para os estudantes com deficiência auditiva, o tema estimulou o debate acerca das metodologias que andam sendo utilizadas em salas de aulas regulares para promover a inclusão dos alunos com necessidades diversas.

A inclusão escolar de alunos deficientes no ensino regular tem crescido no país. O Censo Escolar do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), realizado em 2015, constata que o número de alunos deficientes no ensino regular aumentou 6,5 vezes em 10 anos: de 114.834, em 2005, para 750.983 em 2015.

O que dizem os dados:

No entanto, precisamos evoluir nas metodologias que estão sendo adotadas para, de fato, proporcionar uma aprendizagem efetiva dessas crianças e desses adolescentes. E não poderia existir melhor momento para isso. Temos uma geração de estudantes que já nasceu digital, e o uso correto das novas tecnologias acaba sendo um grande aliado nessa inclusão. Além disso, escolas e professores reclamam da falta de infraestrutura e de formação adequada para que a inclusão acontece da melhor forma.

Elas estão sendo aplicadas em sala de aula para proporcionar uma experiência diferente de aprendizado a uma geração que já nasce digital. Quando o aluno possui algum tipo de deficiência, o professor pode utilizar essas ferramentas como aliadas para atrair a atenção do aluno, promover o aprendizado coletivo e adequar o conteúdo às necessidades dele.

Vejamos esse caso em Macaé, município do estado do Rio de Janeiro. A aluna do 1º ano do ensino fundamental, Luna Oliveira, está em investigação sobre a possibilidade de TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade) e apresenta dificuldades para concluir suas atividades no mesmo ritmo dos outros colegas. Com a adoção da metodologia Conecturma, que utiliza uma plataforma adaptativa e gamificada para ensino de português, matemática e competências socioemocionais, Luna já consegue acompanhar o grupo e se manter concentrada por mais tempo, além de estar mais estimulada a aprender por meio do apoio dos jogos.

Por que isso acontece?

As crianças adoram as novas tecnologias e têm afinidade com essas ferramentas. Usá-las em sala de aula torna os alunos mais receptivos ao aprendizado. Um aluno com deficiência tende a ficar mais concentrado durante a aula quando são utilizados recursos que estimulem vários de seus sentidos de forma adequada, e a tecnologia possibilita a construção de múltiplos estímulos.

Técnicas narrativas, plataforma de jogos e músicas, fantoches e outras atividades lúdicas que envolvam elementos da cultura brasileira podem ser utilizados como aliados no aprendizado de crianças com deficiência, como acontece na metodologia Conecturma.

Tudo o que foge ao convencional modelo “livro didático e quadro negro” já pode conquistar a atenção dos alunos. Em crianças com déficit de atenção, por exemplo, a utilização dessas ferramentas pode trazer resultados concretos, como foi o caso da estudante Luna.

Esses recursos podem ser utilizados em atividades individuais ou coletivas. Com o uso da metodologia correta, eles desenvolvem as habilidades socioemocionais dos alunos, como respeito à diversidade, resolução de conflitos, análise de problemas e tomadas de decisões, vivência cultural, estímulo ao autoconhecimento, entre outros. Em um sistema regular de ensino com alunos deficientes, não apenas o aprendizado deve ser adequado e atrativo para estas crianças, como a metodologia de ensino precisa estimular que elas sejam respeitadas e se sintam parte da comunidade escolar da mesma forma que os outros alunos.

Para crianças com deficiência, que até pouco tempo não tinham muitos meios para aprender em sala de aula, essa diversidade proporcionada pelas novas tecnologias facilita o seu acesso ao conteúdo educativo.

Os alunos estão acostumados a estudar sempre com o livro, mas quando um professor começa a utilizar a tecnologia a seu favor, os alunos começam a perceber que existem outras formas de adquirir informação. Artigos na internet, filmes, aplicativos, tudo isso pode trazer informação e deixar a aula mais interessante.

Entender e incluir as diferenças no dia a dia da sala de aula é um desafio para professores, gestores e pais. Há algumas décadas, era impensável juntar crianças deficientes e alunos regulares em um sistema comum de ensino. Hoje, com metodologias inovadoras, isso não só é possível como necessário para garantir que essas crianças se tornem jovens e adultos autônomos.

Não devemos esquecer que a educação inclusiva é um direito garantido e foi criada para dar oportunidades para que todas as crianças e adolescentes façam parte do sistema regular de ensino, convivendo com a diferença e respeitando a diversidade.

*Rafael Parente é PhD em educação (NYU), CEO da Aondê / Conecturma (empresa de educação e tecnologia), cofundador do Movimento Agora!, criador e apresentador do Canal Educação na Veia, membro do conselho do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (FGV/EBAPE Rio) e sócio-efetivo do Movimento Todos pela Educação.

Mais de 170 atletas de 30 países disputam Mundial de Paraciclismo

Marcio Rodrigues/MPIX/CPB
Imagem

Por CPB

Pela primeira vez na história, o Brasil receberá o Mundial de Paraciclismo de Pista, a competição mais importante do calendário internacional da modalidade. Os melhores paracilcistas do mundo estarão no Rio de Janeiro de 22 a 25 de março. Mais de 170 atletas de 30 países disputarão provas de velocidade e resistência no Velódromo do Rio, uma das obras mais impressionantes do Parque Olímpico da Barra. O Mundial do Rio ganha ainda mais importância por ser a primeira grande competição a contar pontos para o ranking que selecionará os participantes dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, em 2020. O Paraciclismo é o terceiro colocado na lista de esportes que mais dão medalhas em Jogos Paralímpicos, atrás apenas do Atletismo e da Natação.

“É uma grande honra realizar um evento desse porte no Rio de Janeiro. O público terá a oportunidade de acompanhar os melhores atletas do planeta em provas muito emocionantes. A possibilidade de usar uma arena dos Jogos do Rio 2016, com entrada gratuita, torna o Mundial de Paraciclismo ainda mais especial”, disse o organizador do evento Edilson Alves da Rocha.

O Mundial é composto por três provas em cada umas das categorias – Tandem (para cegos), C1, C2, C3, C4 e C5 (para pessoas com deficiências físico-motoras e amputados) tanto no masculino quanto no feminino. Além disso, há uma prova de Sprint com equipes mistas. Os destaques na modalidade, Austrália, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Espanha, Rússia e Bélgica estão confirmados na competição.

Administrado pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês) até 2007, o Paraciclismo é hoje conduzido pela União Ciclística Internacional (UCI), organismo que comanda o ciclismo ao redor do planeta. O primeiro Mundial de Pista aconteceu ainda em 2007, em Bordeaux, na França. Em 2017, a competição anual foi disputada em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Paraciclismo no Brasil

No Brasil, quem está à frente do Paraciclismo, desde 2008, é a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC). Após Treinamento Avaliativo, aberto para todos os atletas federados, realizado entre os dias 5 e 8 de fevereiro, em Indaiatuba (SP), a comissão técnica da Seleção Brasileira de paraciclismo de pista definiu a equipe que irá representar o Brasil durante o Campeonato Mundial Rio 2018. Os maiores nomes da modalidade no país, Soelito Gohr e Lauro Chaman, que já foram ao pódio em Jogos Paralímpicos, Parapan-Americanos, Campeonatos Mundiais e etapas da Copa do Mundo, estão garantidos.

Ao todo, serão 11 atletas: Marcelo Lemos Andrade (Tandem) e Marcos Novello (Piloto), Carlos Alberto Soares (Classe C1), Victor Louise Herling (Classe C2), Fábio Sciarra Lucato (Classe C3), Johnatan Mineiro Santos (Classe C5), Lauro Cesar Chaman (Classe C5), Soelito Gohr (Classe C5), Marcia Fanhani (Classe B - Tandem) e Taise Benato (Piloto), e Telma Aparecida Bueno (Classe C5). O coordenador técnico é o italiano Romolo Lazzaretti e os técnicos são Claudio Civatti, Armando Camargo e Claudio Diegues.

O Mundial de Paraciclismo de Pista é uma realização da CBC, com suporte da Agência de Legado Olímpico (AGLO), do Ministério do Esporte e do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Credenciamento

O credenciamento para o Mundial de Paraciclismo de Pista Rio 2018 já está aberto e pode ser feito através do site http://www.2018uciparatrack.com/pt/index.php/imprensa. A data limite é dia 14 de março.

Na sexta-feira, 17 de março, após a análise dos pedidos, enviaremos e-mail com status do credenciamento e informações para a retirada.

*Lembramos que disponibilizaremos fotos e vídeos, em alta qualidade. Será permitido a captação de imagens por emissoras de TV para uso jornalístico.

Mais informações:

Site: www.2018uciparatrack.com/pt/

Com informações da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC)

Fonte: cpb.org.br

Lançado o livro “O direito à educação inclusiva para crianças com espectro autista”

Foto: ascom
Capa do livro "O direito à educação inclusiva para crianças com o espectro autista"


Equipe Inclusive

Foi lançado na terça-feira (20/02), às 19h, no Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, o “O direito à educação inclusiva para crianças com espectro autista”, de Renata Teixeira Villarim Mendoza. A obra originou-se da dissertação de mestrado da autora e saiu pela Editora Prismas.

No prefácio, o doutor e mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), Glauber Salomão Leite, destaca que um trabalho como o de Renata é essencial, na medida em que é premente a necessidade de aprofundar o debate sobre a educação inclusiva em nosso país, mas a partir de estudos científicos e bem fundamentados, sem os quais será bastante difícil superar a cultura do improviso e a precarização nessa seara.

“Considerando a carência de estudos jurídicos e o número cada vez maior e precoce de diagnósticos de crianças com Transtorno do Espectro Autista em nosso país, um estudo como este é um alento e vem suprir uma lacuna na literatura jurídica pátria”, ressaltou.

Conforme informou Renata, para aqueles que se interessam pela Educação Inclusiva, seja da área do Direito ou da Educação, o livro se debruça sobre diversos documentos e conceitos, levando a uma reflexão acerca de temas recorrentes.

“Conceituamos, por exemplo, quem é a pessoa com deficiência, na perspectiva dos modelos médico, reabilitador e social. Também buscamos demonstrar a trajetória dela na busca do reconhecimento dos seus direitos, enfocando a proteção prevista em leis e tratados, nacionais e internacionais, incluindo a Constituição Federal de 1988”, relatou.

A publicação também faz uma apurada contextualização histórica, onde a autora enfatiza que a deficiência, seja ela física, mental ou sensorial, por suas diversas origens sempre fez parte da humanidade.

“A diferença, ao longo da história, está na forma como a deficiência era entendida e nas formas de tratamento social que essas pessoas receberam, influenciado diretamente para a aceitação e a participação delas na sociedade. Era vista ora como um castigo divino, ora apresentando origens científicas. Atrelado a isso, havia um leque de práticas como a eliminação, por meio da eugenia, e a marginalização e exclusão social”, explicou.

Na Antiguidade Clássica, por conta de fatores estéticos e políticos, a deficiência física frequentemente determinava a “exposição” e o abandono da criança “defeituosa”, de acordo com Renata.

“Na Idade Média, período que se estende da queda do Império Romano até a tomada de Constantinopla pelos Turcos, em 1453, as deficiências congênitas eram compreendidas, a partir do ponto de vista religioso, como frutos da influência de Satanás ou resultado de pecados cometidos pelos pais.

Nesta época era possível à sociedade, balizada pelo modelo da “prescindência”, prescindir de tais pessoas, isolando-as, excluindo-as, ou simplesmente delas se livrando, através, por exemplo, do infanticídio. As precárias condições de vida e as concepções sobre a existência dentro de uma perspectiva médico-religiosa determinavam a suposição da deficiência como um “castigo de Deus””, acrescentou.

No que se refere ao Transtorno do Espectro Autista, a autora pontuou que a garantia do direito à educação especializada ultrapassa o ambiente escolar, abrangendo vários aspectos. “Não é apenas uma questão de incluir em uma escola, mas de abarcar as condições para que tal se dê. A inclusão escolar é essencial para o desenvolvimento com dignidade da pessoa com transtorno do espectro autista.

Não apenas se relaciona a assegurar o direito fundamental à educação, corresponde à garantia de um mínimo existencial, de uma melhor qualidade de vida a essas pessoas. A proteção específica ao transtorno do espectro autista no Brasil é extremamente recente e a desinformação sobre as suas peculiaridades e suas necessidades especiais educacionais constituem óbice a uma plena inclusão destes ao ensino regular”, disse.

Mais sobre a autora

Renata Teixeira Villarim Mendoza possui graduação em Direito pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), além de graduação em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). É mestre em Direito e Desenvolvimento Sociopolítico Sustentável pelo Centro Universitário de João Pessoa (Unipê).

Tem especialização em Processo Civil pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (Facisa) e Escola de Magistratura da Paraíba (Esma). É professora da disciplina “Direito da Criança e do Adolescente” da Faculdade Reinaldo Ramos (CESREI), desde 2009, além de professora visitante da Esma, assessora jurídica do Gabinete do Prefeito de Campina Grande e advogada militante pelas crianças com deficiência, em face de planos de saúde.

Seleção Brasileira lidera ranking mundial do futebol de 5

Renan Cacioli / CBDV
Imagem

Por CPB

A Seleção Brasileira lidera o ranking mundial do futebol de 5 da Federação Internacional de Esportes para Cegos (Ibsa, na sigla em inglês). A lista, liberada pela entidade reguladora da modalidade nesta sexta-feira, 2, apresenta as mesmas nações de 2017 no top quatro: Brasil, Argentina, China e Espanha.

Quarenta e nove países fazem parte da relação deste ano, um aumento de 16% comparado à anterior, quando contava com 42 times. Os novos integrantes são: Cabo Verde (26º), Irlanda (40º), Costa Rica (42º), Guatemala (43º), Honduras (44º), El Salvador (46º) e Nicarágua (48º).

O ranking leva em conta os resultados de todas as grandes competições no ano, incluindo os campeonatos regionais e sub-regionais da África, América, Ásia, América Central e o sudeste da Ásia

Completam o top dez da tabela: Irã, Turquia, Marrocos, México, Japão e Coreia do Sul

*Com informações da IBSA

Fonte: cpb.org.br

Educação inclusiva demanda formação profissional e investimentos

 Jean-Robert Poulin

Por Ana Rute Ramires em O Povo

Apesar de ser instituída como uma política nacional, a educação inclusiva precisa de incentivos financeiros, metodológicos e curriculares para ser inserida de forma efetiva nas escolas do Brasil. De acordo com os especialistas da área, é preciso uma maior valorização da diferença como elemento central e deixar de lado a compartimentação dos conhecimentos pedagógicos para que os avanços sejam conquistados. A ausência de incentivos financeiros também se apresenta como um entrave para a instituição de uma educação efetivamente inclusiva.

O assunto foi tema do Colóquio Internacional Sesc-UFC sobre Inclusão Social e Diversidade na Educação, realizado ontem e hoje na Colônia Ecológica Sesc Iparana, em Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza). O encontro é promovido pelo Serviço Social do Comércio (Sesc-CE) em parceria com o Observatório de Políticas Públicas (OPP) da Universidade Federal do Ceará e Universidade Paris Descartes –Sorbonne, e reúne os principais pesquisadores da temática na área da educação de diversos países.

Segundo Jean-Robert Poulin, pesquisador de deficiência intelectual e inclusão escolar da Universidade de Montreal (Canadá), é preciso parar de categorizar os alunos. “Deixar de fazer uma formação de professores que se apoie sobre a dimensão normativa, na qual na sala de aula há o aluno ruim, o bom, o gentil, o não gentil. Trabalhamos categorias que são fonte de exclusão social”, explica. Ele ressalta ainda a importância do trabalho cooperativo entre os professores e de estágios na área.

Fernando Pires, professor de economia da UFC e coordenador do OPP, aborda a questão econômica. E defende investimentos relevantes na formação dos educadores.

“Os grandes especialistas da área da educação mostram que a formação do professor é fundamental. E isso passa também por dar condições de trabalho a esse professor, qualidade de vida. Outros países dão muita importância a isso. O apoio em termos logísticos e de estrutura. A escola integral é algo muito interessante nesse sentido”, afirma.

“A questão econômica é norteadora. A inclusão começa pela condição financeira”, acrescenta, criticando o congelamento de gastos para a educação do Governo Federal.


sexta-feira, 2 de março de 2018

Arlindo Cruz é transferido de hospital no Rio para novo tratamento

Boletim médico informa que nesta etapa o foco será a reabilitação motora. Cantor e compositor estava internado na Casa de Saúde São José desde o dia 17 de março do ano passado.

Por G1 Rio

O sambista Arlindo Cruz (Foto: Divulgação)
O sambista Arlindo Cruz (Foto: Divulgação)

A Casa de Saúde São José informou que o cantor Arlindo Cruz foi transferido, na tarde desta quinta-feira (1°), para o Hospital Placi, em Botafogo, Rio de Janeiro.

O boletim médico informa que nesta etapa o foco será a reabilitação motora, representando uma fase de transição entre o tratamento médico e o retorno para domicílio.

Ao G1, Arlindinho, filho do cantor, disse que vai se reunir com os médicos nesta sexta-feira (2) para saber mais detalhes do tratamento. "O que já sei é que nesse novo hospital vão focar mais na recuperação dos movimentos dele".

O cantor e compositor Arlindo Cruz estava internado na Casa de Saúde São José desde o dia 17 de março do ano passado, após sofrer um AVC hemorrágico. Ele passou mal em casa, e foi encontrado inconsciente pela mulher.

Fonte: g1.globo.com

Justiça bloqueia R$ 2 mi em doações para a campanha Ame Jonatas - veja o vídeo.

Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (1) em Joinville, em Santa Catarina, na casa dos pais da criança

Reprodução
Pais falam sobre supostos desvios da campanha
Pais falam sobre supostos desvios da campanha

CIDADES Plínio Aguiar, do R7

A Justiça aceitou o pedido do Ministério Público e bloqueou R$ 2,2 milhões arrecadados da campanha “Ame Jonatas”, um menino com doença degenerativa. Os pais são suspeitos de estelionato e apropriação indevida de dinheiro.

Nesta quinta-feira (1), a Polícia Civil apreendeu um carro, uma motocicleta e diversos itens pessoais dos pais do menino, em Joinville (SC).

De acordo com informações da RICTV, afiliada da Record TV em Santa Catarina, o mandado de busca e apreensão foi expedido na quarta-feira (28) e cumprido na manhã de hoje pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso, responsável pelo caso.

Sete agentes da Polícia Civil, dois delegados e uma psicóloga policial chegaram na residência por volta de 6h30. Ficaram no local cerca de uma hora e meia, aproximadamente. Os pais e outros familiares estavam no local no momento, além do menino Jonatas. A criança não precisou receber atendimento.

A ação faz parte do inquérito que investiga o uso do dinheiro arrecadado pela campanha. Há a suspeita de que os pais do menino viajaram para o arquipélago de Fernando de Noronha, no Pernambuco, com o dinheiro da campanha. Ainda segundo a RICTV, os pais vão ter que provar na Justiça que um amigo do casal que pagou a viagem.

Ame Jonatas

O menino Jonatas, de um ano e meio, tem um doença degenerativa que afeta o sistem nervoso central, a AME (Atrofia Muscular Espinhal). O nome originou a campanha "AME Jonatas" com intuito de arrecadar recursos finaceiros para o tratamento integral da criança. Diversas celebridades apoiaram a campanha e cerca de R$ 4 milhões foram levantados.
































Fonte: noticias.r7.com

Fiscalização multa mais de 1.300 motoristas em SP por uso de vagas reservadas.

Desde o dia 1º de setembro, quando entrou em vigor a fiscalização de vagas especiais em estabelecimentos privados, 1.319 motoristas foram multados em São Paulo por estacionar em local sinalizado para idosos ou deficientes.

Imagem Internet/Ilustrativa
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Renata Okumura São Paulo

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), 1.192 foram punidos por desrespeito às vagas de idosos e 127 por falta de respeito às vagas de pessoas com deficiência. A ação vem acontecendo em shoppings e supermercados que já se adequaram à sinalização correta para estas vagas especiais, cumprindo as regras do Manual de Sinalização da CET.

O empresário Edson dos Santos, de 72 anos, avalia que a penalidade deveria ser ainda maior. "Muitos jovens param em vagas reservadas. É um absurdo. Embora eu tenha direito, costumo parar em vagas comuns, porque tenho boa mobilidade e acho que a vaga deve ser reservada para quem realmente precisa", ressaltou.

De acordo com as resoluções 303/08 e 304/08 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), os estabelecimentos particulares devem destinar 5% das vagas existentes para os idosos e 2% para as pessoas com deficiência. A regularização das vagas deve ser realizada conforme o Manual de Sinalização da CET.

Para utilizar as vagas especiais, os idosos e deficientes devem possuir um cartão de estacionamento nominal específico. Quem estiver sem esse documento, poderá ser autuado. O desrespeito à lei resulta em multa de R$ 293,47 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Para denunciar o uso irregular da vaga, o cidadão ou a administração do estabelecimento poderá acionar a CET pelo telefone 1188.

Cartão

Idosos que têm direito ao benefício relatam dificuldade para conseguir o cartão. "Solicito auxílio porque solicitei o cartão para estacionamento em vaga para Idoso, mas até agora ele não chegou pelo correio. O pedido foi feito no ano passado. Enviei a documentação exigida e o pedido foi aprovado", destacou Angelina Basile.

Fonte - Imagem Internet/Ilustrativa

CPB cria Centro de Formação para jovens com deficiência experimentarem esportes

Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX
CPB cria Centro de Formação para jovens com deficiência experimentarem esportes
Legenda: Seleção brasileira de futebol de 5 começou este ano treinamentos da seleção sub-15

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) iniciará, em abril, o Centro de Formação Esportiva - Esportes Paraolímpicos que será realizado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. O projeto promoverá a iniciação de até 350 jovens - das cidades do entorno do CT - com deficiência nas modalidades atletismo, bocha, futebol de 5, goalball, judô, natação, tênis de mesa e voleibol sentado.

Poderão participar do projeto jovens de 10 a 17 anos com deficiência visual, intelectual ou física - dentro da classificação funcional reconhecida no esporte paralímpico. Como muitos destes alunos nunca competiram e, conseguintemente, não possuem este tipo de classificação, ocorrerão festivais mensais que serão uma oportunidade para realizá-la.

O projeto tem como objetivo a experimentação, de forma que cada jovem aprenderá as modalidades elegíveis para sua deficiência. Por exemplo, um atleta deficiente visual poderá ter atendimento de atletismo, futebol de 5, goalball, judô paralímpico e natação, passando no máximo três meses em cada uma delas. O Centro de Formação Esportiva disponibilizará, além do atendimento esportivo, transporte, lanche, uniforme e material, gratuitamente.

Cada modalidade terá um professor especialista para ensinar aos alunos os fundamentos. O futebol de 5 ficará sob responsabilidade de Ricardo Robertes, campeão paralímpico, em 2012, como auxiliar técnico; seu xará, Ricardo Aparecido, ex-auxiliar técnico da seleção feminina, ficará incumbido de passar os conhecimentos do goalball; e o sensei Joannis Georgiou será o encarregado pelo judô paralímpico.

Inicialmente, os atendimentos acontecerão de segunda a quinta-feira, em dois horários, das 14h às 15h30 e das 16h às 17h30. Os alunos terão as aulas duas vezes por semana, em um dos horários, podendo ser às segundas e quartas ou às terças e quintas-feiras.

Pessoas dentro desta faixa etária podem ser inscritas por meio do endereço formacaoesportivaparalimpica@cpb.org.br. Dúvidas e mais informações também podem ser sanadas por meio deste correio eletrônico.

Fonte: cbdv.org.br

Antônio Tenório dá as boas-vindas a Minotauro, novo Embaixador Paralímpico

Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX
Antônio Tenório dá as boas-vindas a Minotauro, novo Embaixador Paralímpico
Legenda: Tenório e Minotauro fazem a tradicional encarada em momento de descontração

O primeiro dia do mês de março foi de novidades para o esporte paralímpico brasileiro. Em evento realizado nesta quinta-feira, 1º, no Centro de Treinamento, em São Paulo, o CPB fez o lançamento da segunda fase da campanha institucional Mude o Impossível (clique para saber mais). A outra surpresa ficou por conta do anúncio de Rodrigo Minotauro como o novo embaixador paralímpico.

Link para o vídeo da nova campanha: https://vimeo.com/258102408

O ex-lutador de MMA é a 14ª personalidade a fazer parte do grupo do Projeto Embaixador Paralímpico. O ex-campeão de artes marciais mistas recebeu um troféu de boas-vindas de Antônio Tenório, outro ídolo do esporte brasileiro e maior nome do judô paralímpico mundial.

“Gostaria de dar as boas-vindas. E que o Rodrigo Minotauro possa trazer grandes benefícios ao esporte paralímpico deste dia em diante”, desejou o tetracampeão paralímpico.

Em sua primeira manifestação como Embaixador Paralímpico, Rodrigo Minotauro destacou a motivação que tem através das conquistas dos atletas paralímpicos. O ex-lutador prometeu que vai estar em Tóquio, “presente, motivando o time” e agradeceu a oportunidade de fazer parte deste time.

"Vocês, atletas, são ídolos nossos que nos fazem acreditar que com força de vontade, treinamento, planejamento, disciplina, ação - muita ação -, todos os nossos sonhos podem ser realizados. Vocês nos fazem acreditar que nós somos capazes. Fui apresentado ao Movimento Paralímpico em um programa do (Embaixador Paralímpico) Flávio Canto. Quero e vou estar lá em Tóquio com vocês, presente, motivando o time e com certeza vocês estarão incentivando a minha vida como Embaixador Paralímpico. Muito obrigado pelo carinho de todos vocês do Comitê Paralímpico e, com muito orgulho, aceito o convite de ser embaixador", disse.

Minotauro se juntará a um time campeão de Embaixadores Paralímpicos, ao lado do ex-peso pesado, o programa conta com os apresentadores Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima, os pilotos Ayrton Senna (in memorian) e Emerson Fittipaldi, os atores Cléo Pires e Paulo Vilhena, os atletas Flávio Canto, Gustavo Kuerten e Ronaldinho Gaúcho, o senador da República e ex-jogador Romário e os empresários Luis Severiano Ribeiro, Nizan Guanaes e José Victor Oliva.

Fonte: cbdv.org.br