sábado, 17 de março de 2018

Ônibus com vagas para 4 cadeirantes atenderão Zona Sul a partir de sábado - Veja o vídeo

Deficientes físicos terão mais acessibilidade em linha que fará trajeto do Jabaquara ao Centro Paralímpico.

Por Bom Dia São Paulo, São Paulo

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Linha de SP recebe ônibus capaz de atender até 4 passageiros em cadeira de rodas

A partir deste sábado (17) um ônibus com vagas para até quatro cadeirantes fará a linha entre o Jabaquara e ao Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, na Rodovia dos Imigrantes, na Zona Sul de São Paulo.

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Atualmente, a maioria dos ônibus adaptados para cadeirantes possuem apenas uma vaga para pessoas que usam cadeira de rodas. Para acomodar mais cadeirantes, o novo ônibus não terá catraca.

A implantação será da SPTrans, órgão da Prefeitura responsável por administrar o transporte na cidade.

Ao todo serão três ônibus adaptados para quatro cadeirantes. Eles funcionarão das 5h30 às 22h30 em dias úteis. Os veículos visam auxiliar o transporte das pessoas com mobilidade reduzida. Por isso, comportarão mais 35 passageiros, sendo 17 sentados e 18 em pé.

Além do motorista, um outro funcionário vai operar o elevador com a rampa nos ônibus, auxiliando a entrada e saída dos cadeirantes.

Os veículos também terão lugar especial para deficiente visual e cão-guia.

Atualmente a capital tem uma frota de cerca de 14 mil veículos que atendem o transporte público. Pouco mais de 13 mil deles são acessíveis.

Fonte: g1.globo.com

Brasileiro encerra participação nos Jogos de Inverno com dois top 10

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Por CPB

Dois top 10. Este é o saldo do snowboarder paulista André Cintra nos Jogos Paralímpicos de Inverno de PyeonChang 2018. A competição só acaba no domingo, 18, mas o brasileiro já cumpriu todos os seus compromissos na Coreia do Sul. Na madrugada desta sexta, 16 (horário de Brasília), o atleta terminou na 10ª colocação na prova de banked slalom em sua classe LL1 (deficiência em membros inferiores ou amputações acima do joelho), mesma posição alcançada no snowboard cross, no último domingo, 11.

Esta é a segunda participação do Brasil em edições de Jogos de Inverno. Além de André, Aline Rocha e Cristian Ribeira, do esqui cross-country, integram o time em PyeongChang. A dupla já competiu nas provas de longa distância e de sprint. Neste sábado, 17, ainda disputa a média distância e o revezamento misto. A cerimônia de encerramento da competição está marcada para domingo, 18, a partir das 8h (horário de Brasília).

Mistura de snowboard cross com giant slalom, o banked slalom, novidade no programa dos Jogos Paralímpicos de Inverno, teve uma pista composta por 24 portas, 14 curvas e 707 metros de extensão em PyeongChang. Cada atleta pôde descer o percurso três vezes, com o melhor tempo valendo para a classificação final.

A temperatura negativa durante a prova, misturada à chuva do dia anterior, transformou o já desafiador percurso em um trajeto duro e escorregadio que levou muitos atletas ao chão. Em sua primeira tentativa, André acabou caindo em uma das últimas curvas. Para não ser desclassificado da bateria, esforçou-se para levantar e passar pela bandeira. O tempo foi o 12º (1min35s18), dentre 13 competidores.

Na segunda descida, o brasileiro avançou duas posições, pulando para 10ª, após completar o percurso sem complicações e baixar o tempo para 1min07s88 - 7ª melhor marca da bateria. Na derradeira e decisiva tentativa, o paulista, apesar de uma performance segura, não conseguiu superar sua melhor marca e fez 1min08s53. A boa corrida na segunda descida, no entanto, lhe garantiu um lugar entre os top 10 do mundo. O ouro e a prata ficaram com os norte-americanos Noah Elliott (51s90) e Mike Schultz (53s42) e, o bronze, com o croata Bruno Bosnjak (54s08).

"É hora de comemorar. Claro que gostaria de ter ido melhor, mas conseguimos dois top 10 aqui e isso é muito importante. Vale sempre ressaltar que o Brasil não tem neve e enfrentamos adversários que vivem nas montanhas, com a prancha no pé. É o começo de um trabalho para mim e para o país. Estamos aprendendo muita coisa ainda", avaliou Andre.

Técnico do brasileiro, o canandense Ryan Rausch está com André desde agosto do ano passado. Ex-atleta de snowboard e ex-integrante do time nacional do Canadá, o treinador foi só elogios ao pupilo após a participação nos Jogos de Inverno. "Estou com o André há alguns meses e o tanto que ele evoluiu é incrível, considerando que não passa o tempo todo na neve. Tivemos um feedback muito legal de outros técnicos e atletas daqui", afirmou. "O desempenho dele hoje, principalmente, foi muito bom devido às condições da neve. Era gelo por toda a parte. Isso já é difícil para quem tem as duas pernas, imagine pra quem usa uma prótese", ressaltou Ryan.

Aos 38 anos, André ocupou o posto de atleta mais experiente da equipe do Brasil na Coreia do Sul não apenas pela idade, já que Aline e Cristian tem apenas 27 e 15 anos, respectivamente, mas, sim, porque esta foi a sua segunda participação em Jogos. O atleta estreou na neve há quatro anos, em Sochi. Em solo russo, terminou a única prova que disputou, o snowboard cross, em 28º dentre 33 participantes – na época, não havia divisão das classes com amputações acima e abaixo do joelho como em PyeongChang.

O Brasil ainda compete neste sábado, 17, com a dupla do cross country Aline e Cristian. Eles disputam a prova de média distância (5km e 7.5km, respectivamente) na madrugada, a partir de 0h40, e o revezamento misto, a partir de 22h. Cristian é dono do melhor desempenho do país até agora em Jogos de Inverno Olímpicos e Paralímpicos. Em sua estreia na Coreia, na prova de 15km, alcançou um inédito e histórico sexto lugar.

Os Jogos de PyeongChang são o maior da história e reúnem 567 atletas de 48 países, mais os neutros. Além do esqui cross-country e do snowboard, estão no programa nesta edição o biatlo, o esqui alpino, o curling em cadeira de rodas e o hóquei e o snowboard. Todas as competições têm transmissão ao vivo no site (paralympic.org) e no YouTube (ParalympicSportTV) do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês).

André Cintra – São Paulo (SP)
Data de nascimento: 22/03/1979
Peso: 77kg
Altura: 1,80m
Classe: LL1 – lower limb impaired (deficiência nos membros inferiores)
Modalidade: Snowboard
História: Aos 17 anos, André sofreu um acidente de moto e teve que amputar a perna direita um pouco acima do joelho. Em 2010, se interessou pelo snowboard e resolveu se aventurar no esporte. Ele foi o primeiro atleta brasileiro a conseguir se classificar para os Jogos Paralímpicos de Sochi, em 2014, quando o Brasil fez sua estreia na competição de inverno.

Fonte: cpb.org.br


Troféu Thiago Pereira cria categoria paralímpica e realiza etapa no CT, em SP

Marcio Rodrigues/CPB/MPIX
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Por CPB

O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, recebe no domingo, 25 de março, a primeira etapa classificatória do Troféu Thiago Pereira – Circuito FAAP 2018. Pela primeira vez, o torneio terá uma categoria para nadadores paralímpicos e uma outra especifica para Síndrome de Down.

“É interessante por ser uma competição inclusiva, porque existem poucas com atletas convencionais e paralímpicos”, destacou Leonardo Tomasello, coordenador da natação no Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Podem participar, os nadadores paralímpicos das 14 classes funcionais, quantos os com Síndrome de Down, nascidos entre 2000 e 2003. “É mais uma oportunidade para os atletas paralímpicos mais jovens competirem até porque eles não têm idade para disputar o Circuito Loterias Caixa”, lembrou Leonardo Tomasello.

A competição é dividida em quatro etapas classificatórias mais a super final. Todas serão no Estado de São Paulo. A segunda classificação será no dia 12 de maio, em Americana, a terceira no dia 26 do mesmo mês, em Ribeirão Preto, e a última será no dia 11 de agosto, em São José dos Campos. A super final, por sua vez, em 29 de setembro, em São Paulo.

Esta será a terceira edição da competição que recebe o nome do nadador Thiago Pereira, maior medalhista em Pan-Americanos com 23 medalhas. O atleta também conquistou uma prata nos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Fonte: cpb.org.br

Etapa Norte-Nordeste abre temporada do halterofilismo no Circuito Loterias Caixa

Daniel Zappe / CPB / MPIX
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Por CPB

De 23 a 25 de março, o Circuito Loterias Caixa faz sua terceira parada, desta vez em Aracaju (SE), para a etapa regional Norte-Nordeste de Atletismo, Halterofilismo e Natação. As etapas São Paulo e Rio-Sul foram realizadas no final de fevereiro e início de março, respectivamente. Ao todo 414 atletas estão inscritos para a fase Norte-Nordeste: 218 no atletismo, 107 na natação e 89 no halterofilismo.

Dez estados do Norte e Nordeste enviarão representantes. Já para o halterofilismo, esta será a primeira dos quatro estágios do Circuito que receberão competições de halterofilismo - todas com caráter nacional. O palco para os principais levantadores de peso paralímpicos do país será a Universidade Tiradentes.

O halterofilismo conta com três etapas nacionais e o Campeonato Brasileiro, evento que reunirá os melhores do ano. A segunda fase nacional será realizada em abril, de 13 a 15, durante a fase regional Centro-Leste, em Goiânia (GO). A terceira etapa nacional e o Campeonato Brasileiro acontecerão no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, em junho e outubro, respectivamente.

Grandes nomes da modalidade estão presentes em Aracaju, como Márcia Menezes, medalhista de bronze no Mundial de Dubai 2014, Bruno Carra, prata no Parapan-Americano de Toronto 2015, e Evânio Rodrigues, prata nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 e bronze no Mundial do México 2017. Ao todo, 89 atletas estão inscritos para as disputas, sendo Sergipe o estado com o maior número de representantes, 21 halterofilistas.

Além das competições das três modalidades, a etapa Norte-Nordeste do Circuito Loterias Caixa contará com a experimentação de esgrima em cadeira de rodas. O atleta Jovane Guissone, campeão paralímpico em Londres 2012 na espada B (para atletas com menor mobilidade de tronco), e o técnico nacional da modalidade, Ivan Schwantes, estarão presentes. O objetivo é disseminar a esgrima pela região Nordeste, proporcionar aos competidores a vivência na esgrima e detectar novos talentos.

Nesta temporada, as competições de esgrima em cadeiras de rodas iniciam-se em abril, entre os dias, 13 e 15, em Goiânia, com a I Copa Brasil. Em junho, de 14 a 17, acontecerá a II Copa Brasil, no CT Paralímpico em São Paulo.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir a etapa regional Norte-Nordeste do Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigir-se à sala de imprensa da arena para identificação.

O Circuito
O Circuito Caixa Loterias é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e duas nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país. Em 2018, as disputas das fases nacionais serão separadas por modalidade - haverá ainda um Campeonato Brasileiro de cada esporte.

Patrocínios
O paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem.
A natação e halterofilismo tem patrocínio das Loterias Caixa.

Serviço
Data: 23, 24 e 25 de março
Cidade: Aracaju (SE)
Universidade Tiradentes (UNIT)
Endereço: Avenida Murilo Dantas, 300 – Farolândia – Aracaju (SE)

Programação*
Circuito Loterias Caixa de Atletismo, Halterofilismo e Natação - Etapa Regional Norte-Nordeste
Sexta-feira (23/3) – 9:30h às 12:30h e 15:30 às 19h
Sábado (24/3) - 8h às 12h e 14h às 18h
Domingo (25/3) - 8h às 12h
*Sujeita a alterações

Fonte: cpb.org.br

Estrela de documentário da ESPN dos EUA compete no GP de judô no CT Paralímpico

Comitê Paralímpico Internacional (IPC na sigla em inglês)
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Por CPB

Neste sábado, 17, será realizado o Grand Prix Internacional Infraero de Judô, no CT Paralímpico, em São Paulo. Entre os mais de 150 atletas presentes, está o americano Dartanyon Crockett, medalhista paralímpico em Londres 2012 e no Rio 2016, além de protagonista do documentário da ESPN “Carry on” (Continuar, na tradução livre).

Em sua 7ª edição, a competição reunirá, além do Brasil, outros seis países: Argentina, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, México e Porto Rico. Entre os participantes brasileiros, estão sete medalhistas paralímpicos: Karla Cardoso, Michele Ferreira, Lúcia Araújo, Alana Maldonado, Deanne Almeida, Antônio Tenório e Wilians Araújo.

O canal da CBDV (Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais) no YouTube fará a transmissão ao vivo do evento, que começa às 13h30. O link será aberto às 13h, no momento da cerimônia de abertura.

Crockett nasceu em Cleveland, Ohio, nos Estados Unidos, e começou a praticar esportes ainda quando estava no ensino médio. Mesmo com baixa visão, ocasionado pela doença de Leber, ele lutava wrestling (luta olímpica) no time da escola com atletas sem deficiência.

Junto com ele, seu amigo Leroy Sutton, amputado das duas pernas após um atropelamento de trem, também representava sua escola no wrestling. Na periferia de Cleveland, todos os dias, Crockett carregava Sutton nas costas até o treino, o que chamou a atenção de Lisa Fenn, produtora da ESPN americana na época, que decidiu contar a história dos dois em um documentário, em 2009.

Mas foi somente alguns anos depois, em 2011, que Crockett entrou para o esporte em que realmente seria reconhecido e também, medalhista paralímpico. Após assistirem ao documentário da ESPN, diretores da federação de judô dos Estados Unidos entraram em contato com o atleta e o convenceram a aderir este esporte.

As conquistas vieram logo em seguida. Já em 2012, o americano garantiu o bronze na categoria B3 (baixa visão), nos Jogos de Londres. Em 2016, no Rio, novamente Crockett ficou em terceiro lugar.

Um ano de conquistas em 2016, mas de muitos obstáculos em 2017. Logo em sua primeira competição internacional, o German Open, na Alemanha, Crockett rompeu os ligamentos do ombro e precisou passar por uma cirurgia. O restante do ano foi dedicado à recuperação. No começo de 2018, com a lesão superada, o judoca voltou para os tatames.

A expectativa deste ano, muito diferente do passado, é participar do maior número de competições que puder. Essa é uma forma de ganhar novamente ritmo, afinal, o objetivo principal é os Jogos de Tóquio 2020.

Esse foi o motivo trouxe o americano até São Paulo, para o GP Internacional de Judô 2018. Ele escolheu vir para cá como parte do seu ciclo até 2020. “Competir aqui em São Paulo para mim é muito importante, já que durante todo o ano passado estive parado, então vai ser bom para mim em termos de preparação”, conta Crockett.

Mesmo não habituado com o clima brasileiro, ele se diz feliz em estar aqui e de volta à ativa em sua segunda competição do ano. O CT Paralímpico, local onde acontecem as disputas no sábado, o impressiona. “Um lugar tão grande como este, onde todas as modalidades se encontram, é realmente muito bom”, comenta.

Fonte: cpb.org.br

Sexualidade e pessoa com deficiência

Uma cadeira de rodas estilizada e duas pessoas mais o título do evento

Se falar de sexo com abertura e naturalidade já é um tabu, levantar a sexualidade entre pessoas com deficiência acaba sendo ainda mais difícil. Fato é que o sexo faz parte de nossas vidas e precisamos erradicar preconceitos e quebrar estigmas.

Para tal, neste sábado (17), o produtor cultural Heitor Werneck realiza uma mesa redonda com diversos deficientes para que possam trocar experiências e relatos entre si, bem como exclarecer ao público questões que não são, infelizmente, rotineiramente abordadas.

Será uma excelente oportunidade para que os portadores de deficiência possam ter espaço de fala e se fazerem ouvir.

Na ocasião também será exibido o filme ‘O Corpo Que Fala’.

O encontro rola das 18h às 20h, no Museu da Diversidade Sexual (Estação República do Metro, R. do Arouche – República, São Paulo), com entrada franca.

Campo Limpo é palco de Feira de Emprego para Pessoas com Deficiência

3ª edição do ContrataSP, promovida pela Prefeitura de São Paulo, será focada em profissionais e estudantes com deficiência que residem na zona Sul da capital ou em regiões de fácil acesso

Imagem Internet/Ilustrativa
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A 3ª edição do “ContrataSP”, evento de fortalecimento das políticas de empregabilidade para pessoas com deficiência e reabilitados do INSS, será realizada no dia 23 de março.

A ação será realizada na sede da Prefeitura Regional do campo Limpo, e contará com mais de 70 empresas e serviços como emissão de carteira de trabalho e confecção de currículos, além de orientações sobre benefícios previdenciários.

O “ContrataSP” integra o Programa de Inclusão Econômica (PRIEC) para inserir públicos vulneráveis no mercado de trabalho ou no empreendedorismo. É uma parceria entre as secretarias municipais da Pessoa com Deficiência (SMPED) e de Trabalho e Empreendedorismo (SMTE) realizada para aproximar profissionais com deficiência ou reabilitados do INSS das oportunidades de emprego existentes na região onde eles moram. Assim, o deslocamento da residência até o local de trabalho se torna mais fácil e a qualidade de vida do trabalhador aumenta.

Para facilitar o cadastro dos participantes, está aberto o  formulário online para a inscrição prévia as vagas.

A novidade desta edição é que estudantes com deficiência que queiram estagiar na Prefeitura de São Paulo poderão cadastrar seus currículos. Basta comparecer com documentos pessoais. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) estará presente no evento, oferecendo orientações sobre cursos formalização e linhas de crédito para microempreendedor individual.

O secretário municipal da Pessoa com Deficiência ressalta a importância do trabalho para o segmento: “Conquistar um emprego é fundamental para que todos vivam dignamente e supram necessidades, independente se a pessoa tem ou não uma deficiência”, declara Cid Torquato.

De acordo com o IBGE-2010, na cidade de São Paulo há quase 2,8 milhões de pessoas com deficiência. Dentre elas, 500 mil fazem parte da População Economicamente Ativa e apenas 39 mil (8%) estão empregadas.

As empresas que possuem a partir de 100 funcionários devem reservar de 2% a 5% de seus postos de trabalho para as pessoas com deficiência, conforme determina a Lei de Cotas (8.213/91). Já o artigo 34 da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) assegura o direito ao trabalho às pessoas com deficiência, em ambiente acessível e inclusivo, com as mesmas oportunidades oferecidas aos demais trabalhadores.

O quê: 3ª Edição ContrataSP para Pessoas com Deficiência
Quando: 23/3, das 9h às 16h
Onde: Prefeitura Regional do Campo Limpo
Endereço: Rua Nossa Sra. do Bom Conselho, 65, Campo Limpo, São Paulo – SP
Informações: (11) 3397-1507

Fonte: vidamaislivre.com.br -  Imagem Internet/Ilustrativa

sexta-feira, 16 de março de 2018

Ação e torneio dão apoio a time de atletas com Síndrome de Down do Corinthians

JR/Corinthians está invicto há dez anos; disputa é neste sábado, no Parque São Jorge

Por GloboEsporte.com, São Paulo

Time de atletas com Síndrome de Down não perde há mais de dez anos (Foto: Divulgação)
Time de atletas com Síndrome de Down não perde há mais de dez anos (Foto: Divulgação)

Que o Corinthians é sete vezes campeão brasileiro todos já sabem. O que poucas pessoas sabem é que existe uma equipe do Corinthians que nunca perdeu um único jogo. É o time de futsal da JR/Corinthians, que reúne 23 jovens atletas com trissomia do cromossomo 21, mais conhecida como Síndrome de Down.

Com a intenção de comemorar essa invencibilidade e principalmente dar maior visibilidade aos atletas, o Corinthians convocou a torcida para prestigiar a equipe na Copa Down de Futsal. O torneio será disputado no próximo sábado, no ginásio do Parque São Jorge.

Seis times do estado de São Paulo participarão da competição, cada um com dez atletas: além do Corinthians, estão inscritos Aril Limeira, de Limeira; Egídio Pedreschi, de Ribeirão Preto; Projeto Up/Santos FC, de Santos; e Cantinho da Paz e Associação Paradesportiva JR, ambos da cidade de São Paulo.

São 11 anos de equipe, com 27 jogos disputados, além de alguns torneios no Brasil e no exterior, mantendo-se invicto. O time nasceu em 2007, com a parceria com a Associação Desportiva JRSP, que montou o elenco que se tornou base da seleção brasileira da categoria.

O torneio é uma das atrações da semana de ações em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down, em 21 de março. Para encerrar as comemorações, no dia 22, o time de futsal receberá outra homenagem durante o jogo Corinthians x Bragantino, pelas quartas de final do Campeonato Paulista, na Arena Corinthians.





Cadeirante reclama de ‘montanha de lixo’ em rua do bairro Cabreúva, em Rio Branco

No local, é possível encontrar entulho de todo tipo, pedaços eletrodomésticos, de galhos de árvores, móveis e até carrinho de bebê.

Por Iryá Rodrigues, G1 AC, Rio Branco

Cadeirante reclama de acúmulo de entulho em rua do bairro Cabreúva em Rio Branco (Foto: Arquivo pessoal)
Cadeirante reclama de acúmulo de entulho em rua do bairro Cabreúva em Rio Branco (Foto: Arquivo pessoal)

O lixo jogado pela população na calçada da Rua Samarino, no bairro Cabreúva, em Rio Branco, acaba sendo um transtorno para os outros vizinhos e principalmente para o aposentado Vanderlei de Matos da Silva, de 46 anos. Ele, que é cadeirante desde os três anos de idade, quando teve paralisia infantil, diz que está cada vez mais difícil transitar pelo local.

Ao G1, a prefeitura informou que Secretaria de Serviços Urbanos de Rio Branco (Semsur) deve ir até o local nos proximos dias para fazer a retirada do entulho da rua.

Nas imagens enviadas por Silva, é possível ver que na “montanha de lixo”, como ele chama, tem todo tipo de entulho, desde pedaços de eletrodomésticos, a galhos de árvores, móveis, restos de material de construção e até um carrinho de bebê.

Além do entulho, cadeirante diz que buracos em rua atrapalham trânsito na rua (Foto: Arquivo pessoal)
Além do entulho, cadeirante diz que buracos em rua atrapalham trânsito na rua (Foto: Arquivo pessoal)

Além do lixo, a rua está repleta de buracos, o que dificulta ainda mais o trânsito no local. O aposentado disse que a prefeitura já chegou a ir até o bairro, há poucos dias, mas fez a limpeza somente de uma praça.

“Vieram e limparam só a pracinha e não limparam a rua, que está fechando de tanto lixo. É uma montanha de lixo. A gente que é cadeirante fica muito ruim de andar nela. Esses entulhos são dos próprios moradores, já que a coleta que tem aqui é somente aquela do lixo do dia a dia. Esse lixo de quintal, eles vão jogando na beira da rua e fica nessa situação”, reclamou o morador.

Fonte: g1.globo.com

Projeto de leitura inclusiva da Fundação Dorina é reconhecido na Europa

'Coleção Regionais' é uma das iniciativas indicadas ao ABC International Excellence Award
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A Fundação Dorina é uma das instituições finalistas do ABC International Excellence Award, um prêmio suíço voltado a iniciativas que promovem a leitura inclusiva em todo mundo. Com o projeto “Coleção Regionais – a cultura brasileira acessível a todos”, a Fundação Dorina concorre com organizações da Índia, Reino Unido e Austrália. O nome dos vencedores será divulgado na feira literária The London Book Fair no dia 10 de abril.

Os projetos finalistas foram selecionados por um júri formado por editores e organizações da área de Acessibilidade e apoio a pessoas com deficiência visual.

No ano passado a Coleção Regionais distribuiu gratuitamente 63 mil livros acessíveis nos formatos braile, audiolivro, digital acessível e em fonte ampliada sobre a cultura brasileira, beneficiando mais de 3 mil escolas, bibliotecas e instituições que trabalham pela leitura inclusiva em todo o país.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem cerca de 253 milhões de pessoas com deficiência visual no mundo. Mais de 90% desse grupo vive em países em desenvolvimento, onde uma pessoa cega tem apenas uma em 10 chances de ir pra escola ou conseguir trabalho.

O prêmio

Baseado em Genebra, na Suíça, o  Accessible Books Consortium (ABC) é uma aliança internacional formada por organizações representantes de pessoas com deficiência, incluindo ONGs, editoras, bibliotecas, livrarias e outros. O grupo foi criado em 2014 para impulsionar o número de livros em formatos acessíveis em todo o mundo.

Gal Gadot é acusada de discriminar deficientes físicos em homenagem a Hawking

Atriz escreveu em seu Twitter que a morte livraria o cientista de suas restrições físicas

REDAÇÃO - O ESTADO DE S.PAULO

Gal Gadot não deixou de prestar homenagem a Stephen Hawking
Gal Gadot não deixou de prestar homenagem a Stephen Hawking Foto: Mario Anzuoni / Reuters

Dentre todas as homenagens prestadas ao físico Stephen Hawking, morto na madrugada da última quarta-feira, 14, uma se sobressaiu de forma negativa entre os internautas.

“Descanse em paz, doutor Hawking. Agora você está livre de quaisquer restrições físicas. Suas inteligência e sabedoria serão celebradas para sempre”, escreveu a atriz Gal Gadot, a Mulher Maravilha, em seu Twitter.

Muitos usuários da rede social disseram que suas palavras eram discriminatórias contra pessoas com deficiência. Alguns ressaltaram que deficiências não deveriam ser vistas como circunstâncias que inibem a pessoa de viver e das quais se livrarão ao morrer.

Aos 21 anos, em 1963, Hawking foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença neuromotora degenerativa que o levou a usar uma cadeira de rodas para se locomover e um sintetizador de voz para se comunicar.

Na época de seu diagnóstico, Stephen Hawking recebeu uma expectativa de vida de dois anos. A doença, no entanto, não o impediu de viver até os 76 anos e se tornar um dos cientistas mais conhecidos depois de Einstein.

Confira a homenagem de Gal Gadot e os reações dos seguidores:



Tradução: Descanse em paz, doutor Hawking. Agora você está livre de quaisquer restrições físicas. Suas inteligência e sabedoria serão celebradas para sempre
Tradução: Senhora Gadot, ele sempre será lembrado pela sua inteligência e senso de humor apesar de sua condição física. Eu preciso discordar que, no entanto, ele não tinha restrições físicas com uma mente como a dele. Ele fez viagens através do espaço, tempo e dimensões que nós não poderíamos nem imaginar. Que ele descanse em paz.
Tradução: Gal, eu tenho uma doença crônica. Eu não consigo tomar banho sozinha nem sair da cama. Já estou assim há 18 anos. Mas eu cuido de um fundo de caridade para patrocinar pesquisas sobre minha doença e luto por mudanças. Tudo isso da minha cama. Minha vida não é importante? Deficiência não é vergonha, intolerância sim.
Tradução: Pare de fazer a morte parecer como uma alternativa positiva a viver com deficiência. Sua atitude deixa a vida de pessoas com deficiência mais difícil do que qualquer outra coisa
Tradução: Eu te acho fantástica, Gal, mas seu tuíte não é muito honesto. As restrições físicas do Hawking não o impediram de mudar o mundo. Pessoas com deficiência não torcem para que a morte as livre de seus desafios. Nós queremos que as pessoas nos amem pelo que PODEMOS fazer, não que tenham pena de nós pelo que não podemos.