sábado, 12 de maio de 2018

Mães de crianças com câncer do RJ contam como buscam força para manter os filhos firmes no tratamento - Veja o vídeo.

Mulheres de vários pontos do estado contam como dão apoio emocional aos filhos. Psicanalista ressalta que mães também precisam de espaço para expressar as próprias angústias.

Por Cristina Boeckel, G1 Rio

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Mães de crianças com câncer do RJ esbanjam força durante tratamento dos filhos

No dia 12 de julho do ano passado, a dona de casa Ariadna Costa, de 28 anos, levou o maior susto da vida: a filha caçula, Millena, de 6 anos, estava com leucemia. Para ela e outras mães, este domingo (13) é mais do que especial: é a data que lembra como é importante ser forte para ajudar os filhos a vencer um câncer.

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O G1 conversou com três mulheres que contaram sobre a importância do apoio para quem enfrenta uma doença grave já no começo da vida e mudaram completamente a rotina em busca da cura em outra cidade.

Moradora de Angra dos Reis, Ariadna foi obrigada a deixar as duas filhas mais velhas com parentes e veio para o Rio de Janeiro, para Millena ser tratada no Hospital do Fundão, na Ilha do Governador.

“Nós chegamos aqui no dia 11 de julho; no dia 12 eu tive o diagnóstico do que ela tinha, e no dia 13 ela começou a fazer a quimioterapia. Aí o médico falou para mim: ‘A sua filha está com leucemia e precisa fazer o tratamento’, e me explicou as coisas que ela ia ter que fazer. Porém no começo eu não entendi nada porque eu fiquei muito nervosa. Nunca imaginei que fosse um dia passar por isso, e estou aqui com ela”, contou.

Para Cristiane Ferreira, moradora de Queimados e mãe de Tamires, de 19 anos, já são 4 anos lutando contra um câncer no cérebro. O caminho do diagnóstico passou por diversas unidades de saúde até ter o tumor detectado por uma tomografia e uma ressonância. A adolescente passou por uma cirurgia no Instituto do Cérebro.

“Treze dias depois levei para tirar os pontos. O médico me chamou para conversar no dia seguinte. Voltei no outro dia e ele falou: ‘De hoje em diante vai se tratar no Inca’. Eu perguntei: ‘Por que no Inca?’ E ele falou porque ela tinha um câncer”, explicou Cristiane, emocionada.


Ariadna e Millena vieram de Angra dos Reis. A menina passa por tratamento de leucemia no Hospital do Fundão. (Foto: Cristina Boeckel/ G1)
Ariadna e Millena vieram de Angra dos Reis. A menina passa por tratamento de leucemia no Hospital do Fundão. (Foto: Cristina Boeckel/ G1)

Lucely Rodrigues deixou o trabalho em Campos dos Goytacazes, no norte do estado, para acompanhar o tratamento do filho, Pedrinho, de 4 anos. Ele trata uma leucemia no Instituto Nacional do Câncer. Para ela, o susto foi duplo: a filha mais velha, de 9 anos, já tinha sofrido com um câncer na perna dois anos antes.

“Foi muito difícil para mim porque a minha família tem vários casos assim. Inclusive em 2016 eu tive aqui com a minha filha, a dela foi um tumor na perna, e foi muito difícil. Eu perdi o meu pai, minha avó, a minha mãe com essa doença. Foi aquele choque”, ressaltou Lucely, destacando que mesmo com a intercorrência na família não esperava que o caçula ficasse doente.

Ariadna, Cristiane e Lucely vieram de outros municípios do Estado do Rio de Janeiro e estão abrigadas com os filhos durante o tratamento na Casa Ronald McDonald, na Tijuca, na Zona Norte, que recebe crianças com câncer que precisam de atendimento nas unidades de referência da capital.

Força para seguir

De acordo com Ana Sabrosa, diretora científica da Sociedade Brasileira de Psicanálise no Rio de Janeiro, as crianças veem no olhar não somente da mãe, mas também de todos os familiares, a possibilidade de recuperação. Apesar da ideia de que as mães devem ser fortes no sofrimento, elas devem ter espaço para expressar as suas angústias.

“A criança vê nos olhos da mãe espelhada uma ideia de esperança, da possibilidade de cura. O olhar dos familiares mostra a chance que ela vai ter de lutar, de brincar. Independentemente de um sofrimento, tem algo nesse vínculo que vai precisar ser regado com muita tranquilidade e com a busca até de um especialista se for preciso", explicou a psicanalista.

A religião tem papel fundamental na vida de Lucely para se manter firme. “Eu peço muito força a Deus. Eu sou uma pessoa evangélica e peço força porque só Ele para me ajudar. Família, eu quase não tenho”.

Mesmo com pouca idade, a filha de Ariadna é a responsável por ajudá-la a manter o ânimo: “Ela sempre me passou mais força do que eu para ela”.

Millena conta o que diz quando percebe a mãe esmorecer.

“Eu falo que o meu tratamento vai acabar, minha quimioterapia, meus exames e vou embora”, ressaltou Millena, que sente saudades da família que ficou em Angra dos Reis.

Com o lema “não tem tempo ruim”, ela cortou os cabelos para apoiar a filha.

“Eu sempre gostei de cabelo curto, mas agora, outra vez, eu estou passando força para a minha filha. O cabelinho dela caiu todo de novo, então é tudo de novo”, contou Cristiane, que não deixou a vaidade de lado e pintou os fios curtos de vermelho.

Fonte: g1.globo.com

Sem dados oficiais, Mato Grosso do Sul vai criar um cadastro estadual de pessoas com autismo

Não existem dados oficiais sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), apenas estimativas, no país e no mundo.

Por Anderson Viegas, G1 MS

Cadastro de pessoas com autismo será usando para fundamentar políticas públicas de apoio (Foto: Reprodução/TV Morena)
Cadastro de pessoas com autismo será usando para fundamentar políticas públicas de apoio (Foto: Reprodução/TV Morena)

Não existem dados oficiais sobre o autismo em Mato Grosso do Sul e no Brasil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) afete uma em cada 160 crianças no mundo, o que representa aproximadamente 70 milhões de pessoas no planeta e cerca de 2 milhões somente no território brasileiro.

Para se ter um diagnóstico preciso e o registro do número de pessoas que têm autismo em Mato Grosso do Sul, o governo do estado vai criar um cadastro estadual. O projeto que deu origem a lei que instituiu o levantamento foi apresentado pela deputada estadual Antonieta Amorim (MDB) e após ser aprovado na Assembleia Legislativa foi sancionado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), sendo publicado no Diário Oficial do estado nesta sexta-feira (11).

Conforme a lei, os dados são essenciais para a formulação a execução das políticas públicas destinadas ao desenvolvimento das pessoas com TEA, visando à melhoria do atendimento, especialmente nas áreas de educação e saúde.

O Cadastro Estadual da Pessoa com TEA será implantado e administrado pelo governo do estado, que poderá viabilizar a iniciativa por meio de parcerias com instituições do setor público e privado e também com os municípios.

A lei estipula que os critérios, procedimentos para identificação precoce das pessoas com TEA e sua inclusão no cadastro, assim como as entidades que serão responsáveis pelo cadastramento e os mecanismos de acesso aos dados serão definidos por regulamentação que será feita posteriormente.

Entretanto, antecipa que a pessoas cadastrada poderá receber, a pedido, uma carteira de identificação, para que possa usufruir dos direitos das pessoas com deficiência, conforme o previsto na Constituição e no Estatuto da Pessoa com Deficiência.

Autismo no Censo

Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei apresentado pela deputada federal Carmen Zanotto (PPS-SC), que torna obrigatória a coleta de dados e informações sobre autismo nos censos demográficos realizados a partir deste ano. A proposta já foi aprovada na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e foi encaminhada a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, onde o relator, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), emitiu no dia início deste mês um parecer pela sua aprovação, com um substitutivo.

Fonte: g1.globo.com

Exposição fotográfica apresenta obras em alto relevo para pessoas com deficiência visual, em Curitiba

'De Fotografia à Tactography' estreia nesta sexta-feira (16) e fica em cartaz até o dia 10 de junho no Museu da Fotografia da Cidade de Curitiba, a entrada é gratuita.

Por G1 PR, Curitiba

Exposição fotográfica apresenta obras em alto relevo para pessoas com deficiência visual, em Curitiba (Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba)
Exposição fotográfica apresenta obras em alto relevo para pessoas com deficiência visual, em Curitiba (Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba)

O Museu da Fotografia da Cidade de Curitiba recebe, desta sexta-feira (16) até o dia 10 de junho, uma exposição fotográfica com obras em alto relevo, para pessoas com deficiência visual.

A exposição "De Fotografia à Tactography", do artista brasileiro Gabriel Bonfim, tem entrada gratuita. As obras utilizam a tecnologia suíça de Tactography, que escaneia os personagens ou objetos presentes na fotografia, mapeia as proporções e recria as peças em relevo.

Segundo os organizadores da exposição, as pessoas com deficiência visual são conduzidas por guias instaladas no chão, para que possam tatear as obras da melhor forma. Já as pessoas que não têm deficiência visual, observam a uma distância maior, como peças brancas em relevo.

Confira, abaixo, os horários de visitação.

De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h;
Aos sábados e domingos, das 12h às 18h.
O Museu da Fotografia da Cidade de Curitiba fica na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, no Solar do Barão, Centro.


Exposição 'De Fotografia à Tactography', do artista brasileiro Gabriel Bonfim, tem entrada gratuita. (Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba)
Exposição 'De Fotografia à Tactography', do artista brasileiro Gabriel Bonfim, tem entrada gratuita. (Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba)

Obras utilizam a tecnologia suíça de Tactography, que escaneia os personagens ou objetos presentes na fotografia, mapeia as proporções e recria as peças em relevo (Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba)
Obras utilizam a tecnologia suíça de Tactography, que escaneia os personagens ou objetos presentes na fotografia, mapeia as proporções e recria as peças em relevo (Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba)

Fonte:

Unicode divulga emojis novos para 2019; conheça as figuras - Veja o vídeo

Próxima atualização poderá incluir figura de flamingo, preguiça e representações de pessoas com deficiência


Pessoa em cadeira de rodas mecanizada (Foto: Divulgação)
Pessoa em cadeira de rodas mecanizada (Foto: Divulgação)

Por Isabela Giantomaso, para o TechTudo

A Unicode anunciou os emojis selecionados para concorrer às vagas para o próximo pacote Emoji 12.0, previsto para 2019. Ao todo, são 104 figuras, sendo 60 formatos com variantes de cor de pele e gênero. A atualização também poderá trazer as opções propostas pela Apple para representar pessoas com deficiência, além de um ícone de preguiça, um flamingo, o tradicional mate — também conhecido como chimarrão ou tereré no Brasil — e uma pipa.

Click AQUI para ver o vídeo.

O anúncio não indica que todos os emojis serão incluídos no próximo pacote liberado para os usuários. Algumas figuras podem passar ainda por alterações ou serem removidas da atualização. O grupo selecionado conta com 15 símbolos de pessoas, roupas ou smiles, sete animais ou referências à natureza, oito comidas e bebidas, seis representações de transportes ou lugares, três atividades, nove objetos e doze símbolos. Conheça abaixo os detalhes de cada categoria.

Pacote Emoji 12.0 está previsto para 2019 e pode receber figuras pedidas pelos usuários (Foto: Ana Marques/TechTudo)
Pacote Emoji 12.0 está previsto para 2019 e pode receber figuras pedidas pelos usuários (Foto: Ana Marques/TechTudo)

Smile, pessoas e roupas

Com foco na representação de pessoas com deficiência, a categoria poderá receber alguns dos emojis sugeridos pela Apple, como um braço e uma perna mecânica e uma orelha com aparelho auditivo. Há ainda propostas selecionadas para um smile bocejando, uma pessoa em pé, ajoelhada e uma mão 'beliscando'.

A categoria pode contar também em 2019 com corações branco e marrom, uma sapatilha de balé, uma sari indiana, maiô, sunga e shorts de banho.

Proposta da Apple para emojis que representem pessoas com deficiência poderá ser aprovada (Foto: Divulgação/Unicode)
Proposta da Apple para emojis que representem pessoas com deficiência poderá ser aprovada (Foto: Divulgação/Unicode)

Animais


Alguns animais populares também estão entre as propostas, como o flamingo, a preguiça, a lontra, orangotango e gambá. Para representar os bichos marítimos, há um emoji de ostra. Além disso, um cão-guia, também sugerido pela fabricante do iPhone, poderá entrar na atualização.

Preguiça, flamingo e cão-guia estão entre possíveis animais para atualização (Foto: Divulgação/Unicode)
Preguiça, flamingo e cão-guia estão entre possíveis animais para atualização (Foto: Divulgação/Unicode)

Comidas e bebidas

Para quem gosta de enviar figuras do que está comendo ou bebendo, o Emoji 12.0 poderá contar com símbolos de alho, cebola, waffle, falafel, manteiga, cubo de gelo e caixa de suco. Um desenho de mate — ou chamado de chimarrão ou tereré — também tem chances de entrar no pacote.

Mate e suco de caixinha também foram enviados como propostas para Emoji 12.0 (Foto: Divulgação/Unicode)
Mate e suco de caixinha também foram enviados como propostas para Emoji 12.0 (Foto: Divulgação/Unicode)

Lugares e transportes


Ainda na sugestão da Apple, a categoria "Lugares e transportes" pode receber os emojis de cadeira de rodas manual e motorizada. O tópico também conta com propostas de um templo hindu, um Tuk Tuk, paraquedas e o planeta Saturno.

Cadeiras de rodas, templo hindu e Tuk Tuk podem entrar na categoria de transportes e lugares (Foto: Divulgação/Unicode)
Cadeiras de rodas, templo hindu e Tuk Tuk podem entrar na categoria de transportes e lugares (Foto: Divulgação/Unicode)

Atividades

Para matar a saudade das brincadeiras de infância, um iô-iô e uma pipa estão na lista de possibilidades para a atualização, ao lado de uma máscara de mergulho para amantes do esporte.

Emojis de atividades propõem representar esportes e brincadeiras (Foto: Divulgação/Unicode)
Emojis de atividades propõem representar esportes e brincadeiras (Foto: Divulgação/Unicode)

Objetos

Alguns objetos sugeridos para o Consórcio Unicode também foram selecionados para a próxima fase de escolhas. São eles: banjo, lâmpada diya, machado, bastão para deficientes visuais, gota de sangue, band-aid, estetoscópio, cadeira e navalha.

Estetoscópio, machado e banjo estão entre emojis sugeridos (Foto: Divulgação/Unicode)
Estetoscópio, machado e banjo estão entre emojis sugeridos (Foto: Divulgação/Unicode)

Símbolos

Para completar a lista de propostas de emojis para 2019, círculos e quadrados também foram inclusos para se acrescentar aos desenhos já oferecidos pelos pacotes de figuras. Os formatos podem receber as cores laranja, amarelo, verde, roxo, marrrom, vermelho e azul.

Via  Unicode

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Centro de tecnologia e inovação oferece cursos gratuitos para pessoas com deficiência

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por: Eduardo Toloto

Uma das maiores preocupações com relação a educação hoje, é a inclusão de todas as pessoas ao direito de ensino. Ou seja, cada vez mais, o governo oferece maneiras para que pessoas com deficiência, por exemplo, sejam alcançadas.

Esse é o intuito deste artigo, mostrar como novamente o governo do estado de São Paulo, lança uma iniciativa que traz benefícios a todos. Afinal, para que o país cresça de maneira adequada, a qualidade da educação deve ser a base disso.

Portanto, informamos que o Centro de Tecnologia e Inovação oferece cursos gratuitos para pessoas com deficiência. Se você lida diariamente com pessoas que possuem necessidades especiais, essa oportunidade pode ser positiva para você. Confira!

A necessidade da inclusão

Por meio de muitas iniciativas e oportunidades, a pessoa que apresenta algum tipo de deficiência, pode estar presente no cotidiano, contribuindo com seu esforço e trabalho. Além disso, ter a chance de se formar e estar apta ao mercado profissional.

Ao tornar isso uma realidade para essas pessoas, mostra como elas são capazes e eficientes, na verdade, o que faltava era uma oportunidade.

Os cursos oferecidos vão além disso, pois, preparam melhor os profissionais que lidam diretamente com essa área específica. Confira a seguir, qual o propósito real buscado pelo CTI.

Qual o propósito do CTI ao oferecer os cursos?

O Centro de Tecnologia e Inovação (CTI) é o primeiro centro tecnológico a oferecer esse tipo de oportunidade as pessoas com deficiência.

O CTI foi criado justamente pelo órgão que trata desses assuntos, que é a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo do Estado de São Paulo.

Seu principal objetivo é preparar as pessoas com algum tipo de deficiência, para seu ingresso no mercado de trabalho. A propósito, adequá-las é também desenvolver a forma como os profissionais já inseridos no mercado, lidam com elas.

Afinal, ambas as partes precisar se adequar para que haja um bom relacionamento e adaptação. Conheça quais os cursos oferecidos e o que cada um tem como objetivo específico.

Conheça os cursos gratuitos disponíveis pelo CTI

Vale ressaltar, que os cursos são inteiramente gratuitos e presenciais. Existe uma programação completa a disposição dos estudantes e profissionais com ou sem deficiência. Confira a grade completa do programa:

1 – Programa de Empoderamento das Pessoas com Deficiência
Curso preparação para o mundo do trabalho e como preparar-se para buscar trabalho;

  • Programa de orientação e aconselhamento profissional;
  • Laboratório de Imagem;
  • Programa de Desenvolvimento de Conhecimentos, Habilidades e Atitudes Cidadãs;
  • Curso: Técnicas de recepção e atendimento ao cliente;
  • Empreendedorismo;
  • Alfabetização Digital;
  • Redes Sociais;
  • Como iniciar seu próprio negócio;
  • Curso Básico de Técnicas de Vendas;
  • Curso de Empoderamento em Direitos e Deficiência;
  • Curso Digitalização;
  • Curso de Educação Econômica e Financeira.

2 – Capacitação de Profissionais

  • Curso de Libras;
  • Curso de Manutenção de Cadeira de Rodas;
  • Curso de Moda Inclusiva;
  • Curso de Moda Inclusiva com Ênfase em Varejo;
  • Curso de Moda Inclusiva com Ênfase na Indústria;
  • Curso de Cuidadores;
  • Curso “Noções Básicas do Braile”;
  • Curso para Formação de Profissionais de Orientação e Mobilidade para o Atendimento de Pessoas com Deficiência Visual.


3 – Programa de Promoção a Inclusão
Programa de Capacitação em Gestão nas Organizações Sociais

4 – Tecnologias para a Inclusão

Showroom

Um espaço é disponibilizado para visitação, tendo como objetivo, mostrar as novas funcionalidades das tecnologias assistidas, e como isso se aplica aos usuários, familiares, estudantes, professores da rede pública e comunidade como um todo.

Vale ressaltar que é necessário agendar uma visita!

Como se inscrever e assegurar uma vaga?

É importante informar que todos os cursos oferecidos pelo CTI, são presenciais. Portanto, os interessados devem se dirigir ao PEFI (Parque Estadual Fontes do Ipiranga), que fica na rodovia dos Imigrantes, no bairro Jabaquara em São Paulo.

Esse é o endereço onde todos os cursos acontecem, mas para garantir uma vaga e não ficar de fora dessa oportunidade, você pode entrar em contato para pelos telefones: (11) 5021 6773 ou (11) 5021 4420.

Por meio desse contato você consegue mais informações e se inscreve para os cursos citados acima. Se preferir, ainda pode contatar pelo e-mail: sau@ctipfi.spdm.org.br


Nas mãos do Senado, uma lei fundamental para as pessoas com deficiência

Há uma dicotomia pouco compreendidas sobre o tratamento às pessoas com deficiência.

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por Luis Nassif

Há deficiências que não impedem as pessoas de exercer a sua opinião, de manifestar a sua vontade, de serem capazes para a vida civil. Mesmo assim, elas não podem prescindir das diversas formas de apoio legal, conforme recomendações da própria Convenção da ONU.

O meu melhor amigo, o Vinícius, têm 19 anos, e síndrome de Down. É capaz de me passar lições esplêndidas sobre a vida e de recitar de cor o nome de todos os irmãos de Carmen Miranda. Mas têm problemas para atravessar a rua, dificuldades imensas com a matemática e para controlar seu próprio dinheiro.

A nova Lei Brasileira de Inclusão (LBI) reconheceu o direito de Vinicius – e de todas as pessoas com deficiências - de ter sua própria opinião. Dividiu as pessoas com deficiência entre as incapazes e aquelas “capazes para a vida civil”. E retirou do segundo grupo diversas formas de apoio legal.

Criou uma situação fundamentalmente injusta.

Agora, entrou na Pauta da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, desta quarta feira 09/05/2018, a votação do Projeto de Lei do Senado 757/2015, que altera o Código Civil e a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) das pessoas com deficiência.

A PLS 757 foi apresentada com um substitutivo relevante da senador Lídice da Mata, representando movimentos sociais e de pais e mestres de pessoas com deficiência. Assegura à pessoa o direito à capacidade, o respeito à sua vontade, mas mantém o apoio ao exercício dessa atividade. E estende às pessoas com deficiência mental ou intelectual, ou deficiência grave - eventualmente submetidas à tomada de decisão apoiada -, a mesma proteção legal prevista no ordenamento jurídico brasileiro às pessoas relativamente incapazes.

Para entender um pouco mais sobre o tema

Em termos jurídicos, conforme me explica a procuradora Eugênia Gonzaga, a capacidade pode ser de direito e de fato. A capacidade de direito é reconhecida a todo ser humano. Significa que qualquer pessoa é titular de direitos como a vida, a integridade física, a propriedade, a posse e outros. Mas nem todas as pessoas possuem direito à capacidade de fato. No campo jurídico, esta, por sua vez, significa a possibilidade de exercer pessoalmente atos da vida civil, tais como comprar, vender, assinar documentos, votar e ser votado.

Em regra, todo ser humano, ao atingir a maioridade, torna-se capaz civilmente, com exceção dos ainda chamados de “incapazes” por muitos juristas. A estes a lei nega a capacidade civil, mas, em compensação, lhes garante alguns apoios e medidas de proteção. As pessoas com deficiência intelectual sempre estiveram arroladas entre os “incapazes civilmente”.

Entretanto, em 2006, houve a aprovação da Convenção da ONU sobre os direitos de pessoas com deficiência e ela foi expressa, acolhendo uma luta de décadas, ao reconhecer o direito de todas as pessoas com deficiência, inclusive mental e intelectual, à capacidade civil.

Isto não significa que elas devam ser deixadas sozinhas no mundo, abandonadas por seus pais em nome de uma suposta dignidade-liberdade. Significa que lhes foi reconhecido o direito moral de terem suas escolhas e preferências consideradas, de poderem tomar decisões quanto à própria vida.

A LBI reconheceu que todas as pessoas com deficiência são “capazes para a vida civil”, mas não foi expressa ao dizer que mantém as diversas salvaguardas legais existentes (direito à pensão dos pais, por exemplo) para aqueles que precisarem de apoio para o exercício de sua capacidade. Afinal, capacidade civil e de trabalho nem sempre significa capacidade de sustento.

A votação foi na quarta, 09.05, daqui a pouco na CCJ do Senado. Solicita-se toda a ajuda possível para que incentivem a aprovação do PLS 757, MAS com a redação substitutiva proposta pela Senadora Lídice da Mata!

A redação original é inconstitucional e o substitutivo teve o apoio da diretoria jurídica da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down. A proposta corrige uma distorção de décadas.

Se a bandeira do Século XX foi a da educação inclusiva para as pessoas com deficiência intelectual, a bandeira do Século XXI é a do direito à capacidade civil sem perda de salvaguardas.

Esse projeto é essencial para isso. .

Em razão desse descompasso, surgiu o PLS 757, fazendo com a que redação da legislação regredisse ao estágio anterior, arrolando as pessoas com deficiência intelectuais entre os incapazes civilmente.

O projeto de substitutivo soluciona a questão ao manter o reconhecimento dessa população como sujeitos do direito à capacidade civil, alterando outros dispositivos da legislação que ainda estão incompatíveis com o novo paradigma.

Por exemplo, nos dispositivos onde se concede a pessoas “incapazes” o direito à pensão previdenciária, o termo foi substituído por “pessoas menores de idade, com deficiência mental, intelectual ou grave, sujeitas a curatela (isto é, a serem monitoradas por um curador) ou tomada de decisão apoiada.

Com isso, nenhum adulto teria que perder o direito humano ao reconhecimento da capacidade civil para obter o apoio de que efetivamente necessita. Afinal, a Convenção da ONU também determinou que nenhum de seus dispositivos poderia ser interpretado no sentido de se afastar direitos já garantidos historicamente a pessoas com deficiência.


Seleção Brasileira feminina de goalball é convocada para o Campeonato Mundial

Foto: Leandro Martins/CPB/MPIX
Seleção Brasileira feminina de goalball é convocada para o Campeonato Mundial
Legenda: Jéssica Vitorino vibra durante o Campeonato das Américas 2017.

A Seleção Brasileira feminina de goalball foi convocada nesta sexta-feira, 11, para o Campeonato Mundial da modalidade, de 3 a 8 de junho, em Malmö, na Suécia. No ranking que credencia os melhores países, divulgado na última terça, o Brasil aparece em terceiro lugar, e caso consiga ao menos o bronze na principal competição do ano, garante a vaga para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 de forma antecipada.

O título também está no radar da seleção. Há pouco mais de um mês as meninas do Brasil participaram do Malmö Intercup, na mesma cidade do Mundial, e ficaram em quarto lugar. O rendimento das atletas foi positivo na avaliação do técnico Dailton Nascimento, que garantiu que a equipe chega com a expectativa de buscar a medalha e a vaga para a próxima Paralimpíada.

“A preparação da Seleção Brasileira para esta competição está sendo muito boa. Já aconteceram quatro fases de treinamento e vamos para a quinta, uma etapa muito importante que antecede o Campeonato Mundial, o principal desafio da Seleção Brasileira em 2018. Nossas expectativas são as melhores, visto que fizemos agora na própria cidade sueca um torneio internacional, no qual estavam as melhores equipes do mundo, e fizemos grandes jogos. Isso nos deu uma motivação a mais e um sentimento de que podemos conquistar uma medalha no Mundial e a vaga para Tóquio”, avaliou o treinador brasileiro.

No Mundial de 2014, disputado na Finlândia, a Seleção ficou em quinto lugar, e para alcançar a inédita medalha e, consequentemente, o passaporte para os Jogos Paralímpicos de Tóquio, o Brasil vai encarar na primeira fase da competição a China, Estados Unidos, Argélia, Canadá e Grécia. A estreia será no dia 3 contra as chinesas, às 9h20, horário de Brasília (confira a tabela completa ).

A delegação brasileira embarca rumo ao país escandinavo no dia 29 de maio e a chegada ao Brasil está prevista para dia 9 de junho, ambos no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. A apresentação está marcada para o dia 23 de maio, no CT Paralímpico, onde será realizada a última fase de treinamento até o dia da viagem.

Confira a convocação para o Mundial.

Ala
Alaine Lilian da Silva Marques (IBC-RJ)
Ana Carolina Duarte Ruas Custódio (APADV-SP)
Gleyse Priscila Portiolli Henrique (SESI-SP)
Jéssica Gomes Vitorino (UNIACE-DF)

Pivô
Ana Gabriely Brito Assunção (SESI-SP)
Moniza Aparecida de Lima (ICB-BA)

Comissão Técnica
Dailton Freitas do Nascimento – Técnico
Jonatas da Silva Cunha Castro – Auxiliar Técnico
Daniel Brandão Martins – Fisioterapeuta
Thereza Christina Barcellos Xavier – Psicóloga
Roger Lima Scherer – Preparador Físico
Mirtes Stancanelli –Nutricionista
Lenita Machado Glass – Médica
Carla Patrícia da Mata – Subchefe de Delegação
Kelvin Guylo Bakos – Chefe de Delegação
Tadeu Casqueira – Comunicação CBDV

Para a V Fase de Treinamento a atleta Isis Paes da Cruz, da AMC-MT, também foi convocada, além da nutricionista Karina Garcia Póvoas, do apoio Robson Santos da Silva e do árbitro/apoio Antônio Carlos de Santana Junior, ao lado dos convocados para o Mundial, exceto, a nutricionista Mirtes Stancanelli e a subchefe de delegação Carla da Mata.

Confira o vídeo da convocação feita pelo técnico Dailton Nascimento: https://bit.ly/2Kee18M

Fonte: cbdv.org.br

Rodolpho Riskalla conquista duas vitórias no Torneio de Maio, na Alemanha

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Por CPB

O cavaleiro brasileiro Rodolpho Riskalla venceu nesta semana duas provas de adestramento individual grau IV. Ele foi o grande destaque no Concurso Internacional 3* de Adestramento Paraquestre - CPEDI3* no Torneio de Maio em Mannheim, na Alemanha, que encerrou-se na segunda-feira, 11. O cavaleiro paulista radicado na França, que representou o Brasil nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, superou medalhistas paralímpicos na competição.

A competição é de grande relevância e o coloca em boa posição para qualificar-se para os Jogos Equestres Mundiais, que acontecerão entre os dias 11 e 23 de setembro, na Carolina do Norte, Estados Unidos.

Rodolpho monta Don Henrico, cedido pela amazona olímpica alemã Ann Kathrin Linsenhoff, desde julho de 2017. Além de competir em provas de adestramento paraquestre, Rodolpho também está no processo seletivo da Confederação Brasileira de Hipismo para representar o Brasil no Campeonato Sul-Americano de Adestramento 2018, na Argentina, disputa válida como qualificativa do país para os Jogos Pan-Americanos 2019.

"Daqui a 10 dias vou competir no small tour do Concurso de Adestramento Internacional - CDI de Wiesbaden, na Alemanha. Depois o Don Henrico vai descansar. Talvez eu entre em alguma prova no fim de julho ou agosto. A nossa meta é chegar em forma nos Jogos Equestres Mundiais 2018 em setembro", revelou Rodolpho, 33.

Fonte: cpb.org.br

Fruto das Paralimpíadas Escolares é destaque nos Jogos Universitários

Imagem

Por CPB

As competições e projetos do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) acompanham o crescimentos de jovens atletas. Um exemplo é o nadador Tharcys Cussolin, 17, que participou das Paralimpíadas Escolares, do Camping Escolar Paralímpico e está no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, disputando os Jogos Paralímpicos Universitários, que terminam nesta sexta-feira, 11.

Na quinta-feira, 10, primeiro dia de provas dos Jogos Universitários, Tharcys Cussolin, da classe S10, ficou em segundo lugar nos 100m livre, com o tempo 1min04s19, e obteve a mesma colocação nos 100m borboleta com 1min14s81. Nesta sexta-feira, 11, o paranaense fará a prova dos 50m livre.

Tharcys Gustavo Cussolin está cursando o primeiro semestre de direito no Centro Universitário Integrado, em Campo Mourão, Paraná: "Está muito puxado treinar e estudar. Eu treino no período da manhã e no da tarde, ainda vou à academia e, à noite, vou à faculdade. Acho que ter o esporte e a educação é essencial, porque eu não sei o dia de amanhã." O nadador nasceu com má formação em uma das pernas e começou a utilizar prótese com um ano e dois meses de idade.

O paranaense participou das Paralimpíadas Escolares desde 2013, quando tinha 13 anos. "Está sendo uma experiência diferente, porque, até ano passado, eu participava das Escolares. Agora aqui nos Universitários é todo mundo mais velho e eu sou o menorzinho, mas estou gostando muito de competir com eles."

Ao se destacar na última edição das Paralimpíadas Escolares, em 2017, Tharcys foi convocado para a primeira edição do Camping Escolar Paralímpico, que ocorreu em janeiro deste ano. Este projeto do CPB proporciona a adolescentes de 13 a 18 anos, que disputaram as Escolares, a experiência de um treinamento de alta performance no CT Paralímpico. O jovem nadador acredita que essa oportunidade foi proveitosa para sua carreira.

"Depois que eu vim ao Camping passei a levar mais a sérios meus treinos. Eu nadei na etapa regional Rio-Sul do Circuito Loterias Caixa, em março deste ano, e não consegui o índice para disputar as nacionais. Com os meus resultados aqui nos Jogos Universitários, atingi esses índices. Isso mostra que meus esforços estão dando certo", comentou Tharcys.

Nos Jogos Paralímpicos Universitários, 290 estudantes de todo o país disputarão sete modalidades: atletismo, bocha, judô, natação, parabadminton, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas. A competição é organizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e o Ministério do Esporte, com apoio do Governo do Estado de São Paulo e do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF).

Fonte: cpb.org.br

Geraldo Rosenthal bate dois recordes das Américas no Mundial de Tiro Esportivo

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Por CPB

Geraldo Rosenthal (classe SH1) bateu dois recordes das Américas nas provas de pistola de ar (P1) e pistola standard (P5), no Campeonato Mundial de Tiro Esportivo, que aconteceu em Cheongiu, na Coreia do Sul. A competição chegou ao fim nesta sexta-feira, 11, contou com a presença de 223 atletas de 46 países, entre eles os brasileiros Alexandre Galgani (SH2), Bruno Stov (SH2), além de Geraldo.

Na P1, o atleta brasileiro fez 560 pontos e finalizou a prova em 14º lugar. O recorde anterior era do americano Marco De La Rosa, com 559 pontos. Já na P5, com 365 pontos e em quinto lugar, Geraldo superou sua própria marca, 351 pontos, que fez em 2017, na Croácia.

Na mesma competição, ele esteve ainda presente em outras duas provas. Na pistola livre (P4), ficou em 13º lugar, com 528 pontos, igualando sua própria marca que fez na Copa do Mundo em Al Ain, Emirados Árabes Unidos, no começo de 2018. Por fim, com 550 pontos, Geraldo ficou na 19º na pistola sport (P3).

Já Alexandre finalizou a prova de carabina de ar em pé (R4) em 34º lugar (619,1 pontos), a de carabina de ar deitado SH2 (R5) em 46º (622,8 pontos) e a de carabina .22 deitado (R9) em 18º lugar (610,1 pontos). Bruno, na R4, conquistou o 37º lugar (618 pontos) e na R5, o 50º posto (618,9 pontos).

Com esses resultados, os brasileiros ainda não conseguiram se classificar para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, no Japão. A próxima oportunidade será nos Jogos Parapan-Americanos de Lima, no Peru, em 2019, que também darão vagas a Tóquio.

Patrocínios
A equipe brasileira de tiro esportivo tem patrocínio das Loterias Caixa.

Time São Paulo
O atleta Alexandre Galgani é integrante do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo que beneficia 62 atletas e seis atletas-guia de dez modalidades.

Fonte: cpb.org.br

Instituição do Rio de Janeiro sagra-se campeã-geral dos Jogos Universitários 2018

Daniel Zappe/MPix/CPB
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Atletas disputam a prova dos 100m do atletismo no CT Paralímpico

Por CPB

Encerraram-se nesta sexta-feira, 11, os Jogos Paralímpicos Universitários 2018. Esta foi a terceira edição do evento, realizada no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo (SP), e teve o Centro Universitário Celso Lisboa como campeã-geral da competição. O segundo lugar ficou com UniSant’anna-SP e a Fundação de Ensino Superior Bragança Paulista-SP em terceiro. Nas disputas por gênero, a instituição de Bragança Paulista sagrou-se vencedora no ranking masculino, e a Universidade Federal de Santa Catarina, no feminino. Ao todo, 292 atletas de cerca de 200 instituições de ensino, de 24 Estados e do Distrito Federal, participaram.

Seis atletas representaram o Centro Universitário Celso Lisboa, sendo um do atletismo e cinco da natação. No atletismo, o atleta Pedro Paulo Neves, campeão Parapan-Americano de Toronto 2015 no salto em distância, faturou três medalhas nesta edição dos Jogos Universitários: prata no arremesso de peso, e ouro no lançamento de disco e no salto em distância. Integrantes da equipe de natação paralímpica do Vasco da Gama, que disputa regularmente o Circuito Loterias Caixa, e que estudam no Centro Universitário Celso Lisboa, contribuíram com 14 pódios para a instituição.

“Sabíamos que tínhamos atletas de qualidade, mas não esperávamos o título de campão-geral. Esperamos que o movimento paralímpico cresça e os nossos atletas brilhem cad vez mais. A parceria com o Vasco começou neste ano, como uma forma de darmos um norte para os atletas”, declarou Marcelo Crespo, coordenador de esportes do Centro Universitário Celso Lisboa.

A edição 2018 dos Jogos Paralímpicos Universitários registraram um crescimento de 35% no número de participantes neste ano, e consolidaram seu papel no desporto adaptado no país. "Os Jogos Universitários vieram para preencher uma lacuna que tínhamos no nosso programa. Fazemos muito bem as Paralimpíadas Escolares e as crianças que de lá saem iam diretamente para o alto rendimento ou paravam de estudar. Agora, com o aumento que tivemos, sabemos que os Jogos Universitários é uma realidade, já está consolidado no calendário do Comitê Paralímpico Brasileiro", disse Ivaldo Brandão, vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Os Jogos Paralímpicos Universitários 2018 ainda contaram com a presença de sete medalhistas paralímpicos. Nomes como Alessandro Silva e Ádria Santos, campeões paralímpicos do atletismo, destacaram-se em suas respectivas provas. Maior medalhista paralímpica feminina do Brasil, Ádria experimentou provas de campo e de meio-fundo, representando a Sociedade Educacional de Santa Catarina (Unisosiesc).

Na edição 2018 dos Jogos Paralímpicos Universitários, foram disputadas sete modalidades: atletismo, bocha, judô, natação, parabadminton, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas. A competição foi organizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e o Ministério do Esporte, com apoio do Governo do Estado de São Paulo e do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF).

O evento serviu ainda para os coordenadores das modalidades integrantes do programa de competição, que formarão a equipe brasileira dos Jogos Parapan-Americanos Universitários. O evento que acontecerá entre os dias 19 a 29 de julho, também no CT Paralímpico, na capital paulista, e as convocações serão anunciadas em breve.

Fonte: cpb.org.br