sábado, 30 de junho de 2018

Curso gratuito ensina a produzir perucas para pacientes com câncer em SP; - Veja o vídeo

Escola de Beleza também recebe doações de mechas de cabelos. Paciente aprova o resultado: 'Estou me sentindo poderosa'.

Por Paula Paiva Paulo, G1 SP

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Curso gratuito ensina a produzir perucas que são doadas a pacientes com câncer

No começo da manhã de uma quinta-feira, a professora Valéria Brito de Oliveira, de 53 anos, colocou uma roupa bonita e fez maquiagem profissional. Estava ansiosa. O compromisso estava marcado para às 9h30. O encontro nesta manhã era com sua prótese capilar, uma peruca feita especialmente para ela, do jeito que pediu: loira, lisa, e de cabelos curtos.

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A peruca feita para Valéria – e para outras mulheres que perderam o cabelo no tratamento contra o câncer – foi confeccionada no Solidariedade em Fios, curso profissionalizante em Prótese Capilar. Gratuito, o curso tem parceria com o Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp).

No primeiro dia de aula, as pacientes conhecem as alunas do curso. Neste dia, já passam as referências de como irão querer as próteses. “Já que é para brincar, vou fazer totalmente diferente”, disse a secretária Jorgiléia Brito Nolasco, de 40 anos, que tinha o cabelo liso e castanho e pediu uma peruca de cabelos cacheados e cor púrpura. Mas tem também quem prefira exatamente como era o cabelo antes de cair, como Valéria.

Sobre os critérios de quais pacientes são escolhidas para receber as perucas, a gerente de humanização do Icesp, Maria Helena Sponton, disse que a prioridade são as que estão começando a quimioterapia. “É a primeira vez que perdem o cabelo e isso é um trauma terrível pra mulher”, disse Maria Helena.

Valéria Brito, de 53 anos, não se acostuma com a falta de cabelo e diz que não consegue tirar o turbante nem para dormir (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Valéria Brito, de 53 anos, não se acostuma com a falta de cabelo e diz que não consegue tirar o turbante nem para dormir (Foto: Marcelo Brandt/G1)

A professora Valéria Brito disse que não tira o turbante nem para dormir, porque não se acostuma com a falta do cabelo. “Queria quebrar todos os espelhos da casa”. A busca pela recuperação da autoestima é um dos objetivos das doações das próteses. “Isso faz toda diferença no tratamento e faz toda diferença delas lutarem pela vida”, disse a gerente do Instituto do Câncer.

Para a aluna Regina Costa, de 62 anos, o curso é mais uma oportunidade de se profissionalizar na área. Ela começou a trabalhar em salões de beleza no setor da limpeza, mas gostou do que viu e passou a fazer cursos. Além disso, o lado solidário das aulas a fez incentivar as amigas a doar o cabelo na hora do corte. “Eu falo para elas [as amigas], deixa crescer, é tão lindo você dar um pedaço de você”.

O curso tem duração de três semanas, e, no último dia de aula, as pacientes voltam para receber as próteses. Mais ansioso que Valéria só mesmo o seu pai, que preferiu até esperar do lado de fora da sala até que a filha colocasse a prótese capilar.

Uma vez ajustada a peruca, seu Evaristo e dona Santa eram só sorrisos e fotos com a filha. “Ficou bom não ficou?”, disse Valéria enquanto se olhava no espelho. Ela agora pretende aposentar os lenços. Jorgiléia também aprovou o resultado. “ Estou me sentindo poderosa”.

Léia aprovou o resultado de sua prótese capilar. "Estou me sentindo poderosa" (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Léia aprovou o resultado de sua prótese capilar. "Estou me sentindo poderosa" (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Curso e requisitos
O Solidariedade em Fios faz parte da Escola de Beleza do Fundo Social, do Governo do Estado de São Paulo. Para participar, segundo a coordenadora Flávia Crema, é preciso ser assistente de cabeleireiro ou cabeleireiro, e ter conhecimento de máquina de costura. As aulas duram três semanas, de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h.

Doações de cabelo
A Escola de Beleza recebe doações de mechas de cabelo acima de 12 cm, de qualquer tipo e coloração. As doações podem ser encaminhadas pelo correio, ao Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, para o seguinte endereço: Avenida Morumbi, 4500, 2º andar, sala 232, São Paulo, SP, Cep.: 05650-905.

E também podem ser entregues diretamente na Escola de Beleza, localizada no Parque da Água Branca, na Rua Ministro Godói, 180, Perdizes.

Valéria Brito pediu uma peruca como era o seu cabelo, loiro e curto (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Valéria Brito pediu uma peruca como era o seu cabelo, loiro e curto (Foto: Marcelo Brandt/G1)

SERVIÇO
  • Escola de Beleza - Parque da Água Branca,
  • Rua Ministro Godói, 180, Perdizes, São Paulo.
  • Telefone: (11) 2588-5783 ou 2765-4957.


Fonte: g1.globo.com

No Dia Internacional da Síndrome de Down, mãe luta pelo ensino da filha de 17 anos: ‘Escolas não estão preparadas’

Desde que entrou na escola, jovem é aprovada nas séries sem o acompanhamento necessário. Escola de Juruaia (MG) não consegue professor de apoio na Superintendência de Ensino.

Por Fernanda Rodrigues e Régis Melo

Mãe de jovem de 17 anos luta há nove anos por professor de apoio em escola de Juruaia (MG) (Foto: Arquivo Pessoal)
Mãe de jovem de 17 anos luta há nove anos por professor de apoio em escola de Juruaia (MG) (Foto: Arquivo Pessoal)

“Tenho uma filha, hoje com 17 anos, estudante do 9º ano do ensino fundamental, que mal sabe ler e escrever”. Esta é apenas uma parte do relato de uma mãe que há anos luta pela alfabetização completa da filha com síndrome de Down na rede pública de ensino de Minas Gerais. Sem a ajuda de um professor de apoio, a jovem avançou pelas séries e chegou ao ano da formatura escrevendo apenas o primeiro nome. "As escolas não estão preparadas".

Esta quarta-feira (21) é o Dia Internacional da Síndrome de Down. Para lembrar a data, o G1 conta a história da dona de casa Neiva Lopes da Silva com a filha Suelen, de 17 anos. A jovem com síndrome de Down é estudante do 9º ano de uma escola da rede estadual de Juruaia (MG).


Suelen está em um grupo de milhares de alunos que buscam a inclusão na rede pública de ensino, mas esbarram na burocracia e têm os direitos negados.

Neiva luta pela alfabetização da filha aos 17 anos em escola de Juruaia (MG) (Foto: Arquivo Pessoal)
Neiva luta pela alfabetização da filha aos 17 anos em escola de Juruaia (MG) (Foto: Arquivo Pessoal)

Desde 2009, há quase 10 anos, Neiva trava uma luta na Justiça pela inclusão completa da filha no ensino regular, com a autorização para um professor de apoio dentro da sala de aula. Os pedidos incluem inúmeras solicitações à Superintendência Regional de Ensino.

“Desde então, sofro indignada vendo uma filha que amo tanto sofrendo por ter que ficar na sala de aula sem um professor de apoio”.

A mãe coleciona laudos médicos sobre a situação da filha. Além da síndrome de Down, a jovem foi vítima de meningite e, segundo um neurologista em avaliação feita em 2016, apresenta “retardo neurospsicomotor” e “desafagem pedagógica significativa”. O resultado dos laudos é o mesmo – Suelen não acompanha o restante da classe e, portanto, precisa de acompanhamento de um professor de apoio.

A rotina na escola
Na sala de aula, enquanto a turma faz os exercícios comuns do 9º ano, Suelen faz atividades diferentes. “Sofro ao ver minha filha ir à escola, muitas vezes, à força, às vezes chorando. Quando pergunto o que ela fez na aula, ela diz que fez alguns desenhos que ela sabe fazer, e por conta dela mesma”.

“Minha filha tem ido às aulas somente para cumprir o horário”.

Nos cadernos da jovem, há apenas exercícios simples, geralmente aplicados às turmas dos primeiros anos da escola, desenhos e poucas palavras. “Ela reclama por não fazer nada. Quando o professor pode dedicar a ela, dá visto em alguma coisa que ela fez, ela fica muito contente, por coisas simples”.

Segundo a mãe, além do próprio nome, ela consegue escrever apenas algumas palavras simples. Não consegue formar frases e nem o sobrenome.

“Eles [os profissionais da superintendência de ensino] falaram que ela não precisa de professor de apoio porque ela é super inteligente. Eu sei que ela é. Mas com mais de 40 alunos dentro da sala, você acha que o professor dá conta de se dedicar a ela?”.

Os professores e o diretor da escola são considerados grandes parceiros por Neiva. “Não é culpa dos professores. Falta treinamento, falta tempo... muitos não sabem lidar. Eles são maravilhosos e sei que se dependesse só deles, minha filha já estaria alfabetizada. Ela é adorada pelos funcionários da escola e todos reconhecem a necessidade de um professor de apoio para ela”.

Cadernos de Suelen, de 17 anos, têm apenas atividades simples sem o professor de apoio. (Foto: Arquivo Pessoal)
Cadernos de Suelen, de 17 anos, têm apenas atividades simples sem o professor de apoio. (Foto: Arquivo Pessoal)

A luta de Neiva para manter a filha na escola, vai além da inclusão pedagógica. A mãe quer mostrar à filha o mundo das jovens do qual ela faz parte e deve participar. “Eu mando ela pra sala de aula é pra ela ver o comportamento das meninas, como se vestem, como conversam... é parte da adolescência e da inclusão na vida dela. Por isso não tiro ela da escola. Ela precisa dessa convivência”.

No último ano do ensino fundamental, a jovem caminha para celebrar uma formatura sem nenhuma formação da educação básica. Neiva não vê motivos para comemorar anos de aprovação sem desenvolvimento.

“Querem que eu pague boleto pra festa, que eu faça formatura pra uma criança que não sabe nem escrever seu nome completo?”

O que diz a lei
A queixa de Neiva quanto à dificuldade de conseguir a aprovação de um professor de apoio para a filha tem embasamentos na constituição. A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, de 2015, traz pontos voltados à educação, além de moradia, acessibilidade e trabalho.

Sobre a educação, a lei estabelece a inclusão do aluno em todos os níveis e modalidades e a oferta de profissionais de apoio. Este profissional deve ficar em sala de aula para garantir o acesso do aluno ao conteúdo, com adequações necessárias.

Para Neiva, mesmo com o direito garantido por lei, as escolas ficam reféns de processos burocráticos e pouco eficientes. “É mais do que claro que falta estruturação da rede pública de ensino para crianças especiais. Escolas públicas não estão preparadas para inclusão de crianças especiais e, geralmente, divulgam o contrário. Essa não é a realidade”.

A vida com Down
“Eu quero que as pessoas vejam a minha filha, ela precisa ser vista. A criança com síndrome de Down não consegue enxergar pra frente porque ela é barrada. Sinto, às vezes, que a inclusão não existe. Existe muito mais preconceito do que inclusão”.

Neiva e Suelen lutam pela educação inclusiva em Juruaia (MG) (Foto: Arquivo Pessoal)
Neiva e Suelen lutam pela educação inclusiva em Juruaia (MG) (Foto: Arquivo Pessoal)

O relato é da mãe que encontra portas fechadas na educação e na vida da filha. O desafio, para Neiva, é mais difícil na sociedade do que dentro de casa. “Eu fiquei sabendo depois que ela nasceu que ela tinha a síndrome. Então na hora, assim, pra mim estava tudo certo. Era só eu dar carinho, atenção, respeito, amor, tudo pra ela. Então era fácil. Era só eu aceitar. Só que na verdade não é bem assim. As pessoas e o meio não aceitam. Eu acho que a luta é maior que o limite da gente. Porque as dificuldades na escola e nas ruas são todos os dias”, explica.

“E eles são felizes, pra eles tudo está bom. É uma felicidade ser mãe de uma criança com síndrome de Down. Hoje, não consigo imaginá-la diferente do que é”.

O sonho da inclusão
Mesmo com a espera de quase 10 anos por uma decisão da Superintendência Regional de Ensino que libere um professor de apoio à Suelen, Neiva mantém a esperança.

"A gente quer que a história dela toque as pessoas e principalmente a superintendência. Que eles possam perceber o quanto estão sendo injustos com ela. O que eu espero é que ela aprenda a ler, entre nas redes sociais, como tanto sonha. Ela merece ter uma vida de uma menina de 17 anos".

"A minha luta é para que algum juiz, alguém autorize essa professora de apoio. Que a minha filha possa vir a ler e a escrever. Eu acredito que a hora que uma audiência, alguma decisão acontecer, a coisa pra ela vai mudar muito. Ela vai conseguir essa professora de apoio".

O que diz a Secretaria de Estado de Educação
Procurada pelo G1, a diretoria da Escola Estadual Eduardo Senedese disse que não poderia comentar o caso, já que a decisão sobre a disponibilização de um professor de apoio cabe à Superintendência Regional de Ensino de São Sebastião do Paraíso e precisa ser liberada posteriormente pela Secretaria Estadual de Educação.

Em nota, a secretaria diz que a Superintendência Regional de Ensino de São Sebastião do Paraíso, responsável pela coordenação da escola, acompanha o caso com a direção e equipe pedagógica da escola.

Ainda conforme a secretaria, "de acordo com a avaliação da equipe, a aluna apresenta boa interação com os professores e colegas durante as aulas, desempenho satisfatório nas atividades e desenvolvimento da autonomia, aspectos fundamentais no processo de inclusão" e, por isso, foi designado o Atendimento Educacional Especializado (AEE) em vez de um professor de apoio.

Por fim, a nota diz que "é importante esclarecer que o Professor de Apoio à Comunicação, Linguagem e Tecnologias Assistivas é indicado para alunos com necessidades de suportes na comunicação alternativa com o uso de recursos de tecnologia assistiva e na ambientação escolar de alunos com quadros psiquiátricos que apresentam alto nível de auto e heteroagressividade", o que não seria o caso da aluna.

Fonte: g1.globo.com

Atraso de salários prejudica tratamento de pessoas com deficiência em Santa Cruz - Veja o vídeo

Funcionários de centro de referência estão sem receber salários e falta material básico. Prefeitura suspendeu repasses a ONG responsável pela gestão por demora na prestação de contas, mas instituição nega irregularidades.

Por Bom Dia Rio

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Centros de tratamento de pessoas com deficiência tem atendimento reduzido

Funcionários do Centro Municipal de Referência para Pessoas com Deficiência de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, estão sem receber salários. Como mostrou o Bom Dia Rio desta sexta-feira (29), devido ao atraso, o atendimento no local está reduzido e pacientes estão sendo prejudicados.

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Atualmente, o centro atende cerca de 400 crianças, adultos e idosos. A unidade também oferece terapias, aulas de arte, esportes e reabilitação. Familiares dos pacientes atendidos na unidade de saúde estão desesperados.

"Meu filho é portador de microcefalia. Eu já estou aqui há um ano. Os funcionários estão sem pagamento, estão vindo mesmo por amor ao paciente e por solidariedade, porque eles tiram dinheiro do bolso deles. Eles não recebem passagem, alimentação e muito menos o salário", reclamou a dona de casa Simone Rodrigues Lima.

Outra mãe, Patrícia Pereira da Silva, lamenta que o atendimento esteja sendo reduzido.

"A situação está muito complicada. Perdemos já fonoaudiólogo, perdemos musicoterapeuta. Enfim, muito complicado", lamentou.

Em mais um exemplo de como o serviço no centro está reduzido, Alexandra Freire, mãe de uma criança com Síndrome de Down , contou que, antes, o atendimento à filha durava 50 minutos. Com as mudanças, o tempo reduziu à metade.

"Está uma precariedade isso aqui. Os funcionários não estão recebendo. Tem vidro quebrado lá. Então, está uma precariedade. São só 25 minutos e às vezes nem tem atendimento", disse Alexandra.

Como o atendimento no centro é filantrópico, muitos pais que recorrem ao centro não têm condições de arcar com tratamentos particulares. Foi o que contou a mãe de Caíque, a doméstica Sônia Isabel Raimundo. Já que não pode pagar fisioterapia para o filho, a unidade de saúde acaba sendo fundamental para o desenvolvimento do adolescente.

Faltam materiais
Funcionários do centro contaram que vários materiais básicos estão em falta, como papel higiênico, por exemplo. Também não há mais o lanche que costumava ser servido aos pacientes.

Além disso, os funcionários disseram que estão há dois meses sem receber salário e estão cumprindo aviso prévio - que termina na próxima semana. Pais de pacientes contaram que o Centro de Referência de Irajá, na Zona Norte, está na mesma situação.

A Subsecretaria Municipal da Pessoa com Deficiência comunicou que não há previsão de interrupção dos atendimentos das unidades de Santa Cruz e Irajá. E explicou que o município suspendeu o repasse de verbas porque houve demora na prestação de contas por parte do Cebrac, a ONG responsável pela administração dos dois centros.

A subsecretaria disse, ainda, que o contrato atual, que vence em julho, já está em processo de renovação.

O Cebrac argumenta que desde o início do convênio os repasses da prefeitura são irregulares e, no momento, quatro parcelas estão atrasadas.

A ONG diz que suas prestações de conta estão em dia e negou que a prefeitura tenha dado sinal de renovação do acordo até agora.

Fonte: g1.globo.com

CT Paralímpico recebe Sul-Sudeste de futebol de 5 a partir de terça, 3

Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX
CT Paralímpico recebe Sul-Sudeste de futebol de 5 a partir de terça, 3
Nonato e Luan são dois dos pentacampeões mundiais presentes na competição

O Centro de Treinamento Paralímpico vai receber entre os dias 3 e 8 de julho, em São Paulo, 13 equipes para a disputa do Regional Sul-Sudeste de futebol de 5, com a presença de alguns dos craques pentacampeões mundiais da modalidade.

A competição contará com a participação de praticamente todos os estados das duas regiões – apenas sem representante de Santa Catarina –, entre eles, campeões e medalhistas nos principais campeonatos nacionais nos últimos anos.

A atual campeã brasileira, AGAFUC-RS, chega para mais uma competição com sua constelação de jogadores da Seleção, que estiveram em Madri na conquista do Mundial. São quatro atletas confirmados: o goleiro Luan Lacerda, os alas Tiago Silva e Maurício Dumbo e o pivô Nonato.

Equipe da casa, a APADV-SP tem em seu elenco o ala Gledson Barros, peça importante do Brasil no título conquistado na Espanha, com boas apresentações em todos os jogos. O time de São Bernardo do Campo tem ainda a segurança no gol com Vinícius Holzsauer, campeão paralímpico e mundial.

Da cidade sede dos últimos Jogos Paralímpicos, duas equipes que estiveram na briga pelos principais troféus nos últimos anos: URECE-RJ e CEIBC-RJ. Os Tigres de Bengala ficaram em quarto no último brasileiro e o time da Zona Sul do Rio faturou o bronze em 2016.

Outra equipe que também vem como destaque é a ACERGS-RS. Os gaúchos subiram para a Série A no ano passado e contam com o faro de gols de Leonardo Oliveira. A competição terá ainda a participação da ADVC-RJ, ADEVIBEL-MG, CESEC-SP, INV-SP, Maestro de Fut 5-PR, CADEVI-SP, ASDEFIPEL-RS e UNICEP-ES.

Regulamento

As equipes foram divididas em três grupos, com quatro nas chaves A e B e cinco na C (oito serão sorteadas em Congresso Técnico no dia 2/7). Todas se enfrentam em seus respectivos grupos e os oito melhores da primeira fase (baseado na média de pontos/jogos) avançam para as quartas de finais. Os vencedores fazem as semifinais e em seguida a final da competição com as duas que vencerem na última fase eliminatória.

Vagas na Série B

De todas as participantes do Regional Sul-Sudeste, oito equipes vão lutar por quatro vagas na Copa Loterias Caixa de Futebol de 5 – Série B. Ou seja, os quatro melhores colocados entre aqueles que não estão na Série A, garantem o direito de participar da divisão de acesso.

Confira a tabela completa: https://bit.ly/2yVXyp5

Serviço
Regional Sul-Sudeste de Futebol de 5
Data: 3 a 8 de julho de 2018
Horário: 8h às 18h30 (3 e 4/7), 8h às 15h30 (5/7), 9h às 15h30 (6/7), 9h às 10h30 (7/7) e 8h às 9h30 (8/7)
Local: Centro de Treinamento Paralímpico
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km11,5 – Vila Guarani/SP

Fonte: cbdv.org.br

Atletas brasileiros disputam Grand Prix de atletismo em Berlim, neste final de semana

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Por CPB

Entre os dias 30 de junho e 1 de julho, a Seleção Brasileira de atletismo enfrenta um outro desafio em terras europeias. Os 40 atletas brasileiros participam do Grand Prix de Berlim, parte do circuito internacional promovido pelo IPC (Comitê Paralímpico Internacional, na sigla em inglês).

A equipe nacional chega com retrospecto positivo, alcançado na etapa de Paris do Grand Prix do IPC. No início de junho, o Brasil conquistou 18 medalhas: 14 ouros, três pratas e um bronze. O GP de Berlim tem uma importância tão grande, em razão do nível técnico, que antes de embarcar para Berlim, os 20 atletas que já estavam na Europa participaram de uma fase de treinamento em Leipzig, também na Alemanha.

“Colocamos o GP de Berlim como a principal competição desta sequência na Europa, por isso optamos por levar um maior número de atletas. Paris foi o início da preparação aqui para os primeiros atletas que chegaram. E muitos já fizeram marcas excelentes na capital francesa”, afirmou Ricardo Melo, coordenador da modalidade no Comitê Paralímpico Brasileiro.

Dois recordes mundiais já foram batidos durante esta temporada do Brasil na Europa. Em Paris, o paraibano Petrúcio Ferreira (da classe T47, para amputados de braço), nos 100m, registrou o tempo de 10s50, superando o recorde que já era seu (10s53). A paulista Elizabeth Gomes (F52) também bateu a marca do lançamento de disco com a marca de 16,82m - quase 40cm a mais do que os 16,44m que ela própria havia conseguido na primeira etapa nacional do Circuito Loterias Caixa, em São Paulo, em junho.

“A expectativa é que os atletas melhorem suas marcas, sejam elas da temporada ou pessoais. Mas o objetivo agora não é bater mais recordes mundiais, mas melhorar e manter as marcas já atingidas”, completou Ricardo.

Os principais nomes nas provas de 100m e 200m são Yohansson Nascimento (T46), que não estava antes em Paris, Petrucio Ferreira e Mateus Evangelista (T37, para paralisados cerebrais), que foi ouro nas duas provas na outra etapa. No feminino, os destaques são Silvania Costa (T11, para cegos), que disputa as duas provas em que conquistou ouro em Paris, de 100m e salto em distância, e Elisabeth Gomes, no lançamento de disco e arremesso de peso.

“Eu estou muito feliz de estar aqui em Berlim, nesta que é a competição mais importante no ano. Eu também fiquei muito feliz de já ter conseguido bater o recorde mundial na prova de 100m, em Paris e a expectativa para Berlim é dar o meu melhor, representar o meu país e subir no ponto mais alto do pódio novamente”, disse Petrúcio Ferreira.

O Grand Prix é o evento de maior importância para a modalidade na temporada 2018. O próximo Campeonato Mundial de Atletismo está marcado para 7 a 15 de novembro de 2019 e terá Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, como sede. Além de ser a principal competição do próximo ano para a modalidade, o Mundial funcionará como a última oportunidade para os atletas do esporte garantirem vagas nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

Fonte: cpb.org.br

Cursos gratuitos sobre Direitos Humanos online da ENAP abertos a todos!

Imagem do curso: Direitos Humanos: Uma Declaração Universal

A escola Nacional de Administração Pública (ENAP), esta disponibilizando para o servidor ou cidadão uma série de cursos online totalmente gratuitos e com certificado dentro do projeto Portal Único de Escolas de Governo.

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Estes são os cursos oferecidos em Direitos Humanos:

EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O que são Direitos Humanos

Princípios e História dos Direitos Humanos
• O Direito à Educação e a Educação em Direitos Humanos
• Educação para Direitos Humanos no Brasil
• Educação em Direitos Humanos
• Os Aspectos Históricos da Educação em Direitos Humanos

Documentos de Referência
• Tratados Internacionais
• Promoção dos Direitos Humanos no Brasil
• O Programa Nacional de Direitos Humanos
• Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos
• A Educação em Direitos Humanos nos Dias de Hoje

Quem Faz e Onde Acontece?
• Abrangência da Educação em Direitos Humanos
• Educação em Direitos Humanos na Diversidade

PROMOÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS DA POPULAÇÃO LGBT
Curso totalmente online, gratuito e com certificado.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Identidade de Gênero
• Gênero: uma construção social
• Gênero: origem e conceito
• Gênero e Educação
• Cisgênero e Transgênero

Orientação Sexual e Afetiva
• A Sexualidade
• Orientação Sexual
• Heteronormatividade
• Do Homossexualismo à Homossexualidade
• Bissexualidade e Binarismo

Cultura e Políticas Públicas para LGBT: Avanços e Desafios
• Panorama Brasileiro
• Reconhecimento das famílias homoafetivas
• Reconhecimento civil da identidade de gênero

Direito ao Corpo e à Saúde
• Saúde Integral de Pessoas LGBT
• Processo de Transição
• Visibilidade e Respeito a Mulheres Lésbicas
• HIV/AIDS
• Violência contra LGBT

Direito à Educação
• LGBT na Escola
• Educação: Direitos de todas, todos e todes
• Transfobia e Homofobia na Escola
• Promoção à Igualdade e Respeito a Diversidade
• Pode falar sobre gênero e sexualidade na escola?

Direito a Trabalho e Renda
• Pessoas LGBT no Mercado de Trabalho
• Homofobia no trabalho
• Transfobia e Exclusão

UM POR TODOS E TODOS POR UM – PELA ÉTICA E CIDADANIA


CONTROLE SOCIAL


INTRODUÇÃO À LIBRAS


EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS


OUTROS CURSOS


Descrição da imagem: ilustração com duas mãos segurando um globo terrestre, em primeiro plano, em tamanhos menores documento, símbolo da ONU, balança representando igualdade entre homem e mulher, mãos para cima representando participação, globo com coração ao lado.

CT Paralímpico recebe eventos de parataekwondo neste fim de semana

Imagem

Por CPB

Neste fim de semana, 30 de junho e 1º de julho, o Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, recebe duas competições de parataekwondo: o Campeonato Brasileiro e o Festival Brasileiro de Parataekwondo. Simultaneamente, acontecerá o curso de classificadores, de 28 de junho a 1º de julho.

Esta é a primeira edição do Campeonato Brasileiro e estão inscritos 20 atletas, entre eles Nathan Torquato, da classe K44 até 61kg, e Débora Menezes, K44 acima de 58kg, que integram a Seleção Brasileira da modalidade. O objetivo da Confederação Brasileira de taekwondo (CBTKD) é iniciar um calendário nacional de competições na modalidade para que novos atletas sejam detectados e futuramente convocados para a Seleção.

“Este campeonato é uma forma de difundir e fomentar mais a modalidade, Ver pessoas de vários lugares do Brasil em busca de seus sonhos e tendo a oportunidade de vivenciar a competição vai ser incrível”, comentou Débora Menezes que representa Campina Grande, Paraíba.

O Festival Brasileiro de Parataekwondo atenderá atletas com deficiência que não se enquadram na classificação funcional internacional da modalidade e conta com 30 inscritos.

Já o curso de classificadores tem como objetivo formar profissionais, da área da saúde, para atuarem nas competições nacionais de parataekwondo como classificadores funcionais.

O parataekwondo fará sua estreia no programa dos Jogos Paralímpicos em Tóquio 2020. A próxima competição da temporada 2018 será o Campeonato Parapan-Americano em Spokane, Estados Unidos, no dia 13 de julho. Neste ano, o calendário internacional da modalidade também reserva o IWAS Womens’ World Games, na Inglaterra, entre os dias 26 de agosto e 3 de setembro.

Fonte: cpb.org.br

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Maioria dos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes ocorre em casa; notificações aumentaram 83%

Dados do Ministério da Saúde entre 2011 e 2017 revelaram perfil das vítimas e dos agressores. Casos continuam subnotificados.

Vítimas do sexo feminino são a maioria entre as vítimas de violência sexual entre crianças e adolescentes (Foto: Roos Koole/ANP/Arquivo)
Vítimas do sexo feminino são a maioria entre as vítimas de violência sexual entre crianças e adolescentes (Foto: Roos Koole/ANP/Arquivo)

Por Tatiana Regadas, G1

ntre 2011 e 2017, o Brasil teve um aumento de 83% nas notificações gerais de violências sexuais contra crianças e adolescentes, segundo boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde na segunda-feira (25). No período foram notificados 184.524 casos de violência sexual, sendo 58.037 (31,5%) contra crianças e 83.068 (45,0%) contra adolescentes.

A maioria das ocorrências, tanto com crianças quanto com adolescentes, ocorreu dentro de casa e os agressores são pessoas do convívio das vítimas, geralmente familiares. O estudo também mostra que a maioria das violências é praticada mais de uma vez.

Para Itamar Gonçalves da ONG Childhood Brasil, que trabalha para promover o empenho de governos e sociedade civil em combater a violência sexual contra crianças e adolescentes, faltam no Brasil ações de prevenção que trabalhem com temas como o conhecimento do corpo, questões culturais de gênero e em especial as que dizem respeito aos padrões adotados de feminilidade e masculinidade.

"Para mudar este cenário é importante criar ambientes que sejam acolhedores e inclusivos nos espaços frequentados pelas crianças e adolescentes, nas famílias, escola, igrejas... Um trabalho de prevenção se faz com informação, especialmente sobre o funcionamento do corpo, a construção da sexualidade, visando empoderar nossas crianças".


                                               Raio-X da violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil (Foto: Claudia Peixoto/Arte G1)
Raio-X da violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil (Foto: Claudia Peixoto/Arte G1)

Estupro
O Ministério da Saúde considera violência sexual os casos de assédio, estupro, pornografia infantil e exploração sexual. Dentre as violências sofridas por crianças e adolescentes, o tipo mais notificado foi o estupro (62,0% em crianças e 70,4% em adolescentes).

Pela lei brasileira o estupro é classificado como o ato de “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”. Segundo o boletim do Ministério da Saúde, a ocorrência do estupro provoca diversas repercussões na saúde física, mental e sexual de crianças e adolescentes, além de aumentar a vulnerabilidade às violências na vida adulta.

Os mais vulneráveis
Dentre os números, chama atenção a vulnerabilidade dos mais jovens. Entre as crianças, o maior número de casos de violência sexual acontece com crianças entre 1 e 5 anos (51,2%). Já entre os adolescentes, com os jovens entre 10 e 14 anos (67,8%).

Negros e mulheres são maioria entre as vítimas. Tanto entre adolescentes quanto crianças, as vítimas negras tiveram a maior parte das notificações (55,5% e 45,5%, respectivamente). Segundo o Ministério, o resultado pode apontar para vulnerabilidades destes grupos.

Crianças e adolescentes do sexo feminino também são maioria entre as vítimas de violência sexual. Representam 74,2% dentre as crianças e um número ainda maior dentre as adolescentes: 92,4%.

Apesar disso, os meninos também sofrem com a violência sexual. Entre as crianças, são eles quem mais sofrem abusos na escola (7,1%). Já entre os adolescentes, os meninos são mais explorados sexualmente e são a maioria das vítimas de pornografia infantil.

O agressor
O estudo mostra que os homens são os principais autores de violência sexual tanto contra crianças quanto com adolescentes. Nos casos envolvendo adolescentes, em 92,4% das notificações o agressor era do sexo masculino. Nos casos envolvendo crianças, em 81,6%.

Segundo o boletim do Ministério da Saúde, é necessário problematizar a situação, já que a violência pode ser reflexo de uma cultura do machismo.

"Considerando que esse maior envolvimento como perpetradores das violências sexuais contra estes grupos pode ser reflexo da afirmação de uma identidade masculina hegemônica, marcada pelo uso da força, provas de virilidade e exercício de poder sobre outros corpos. Dessa forma, é relevante a promoção de novas formas de masculinidades que superem esse padrão e permitam a manifestação de diversas identidades possíveis", diz a análise.

Gonçalves também lembra que no Brasil o padrão de socialização dos meninos ainda se dá pela violência, onde é reforçado o uso da força.

"Eles são culturalmente estimulados a dominar as meninas e mais tarde suas mulheres. Lembram da frases: 'Homem não chora', 'Predam suas cabras, meu cabrito está solto'... O papel do cuidado, da afetividade fica para as meninas", diz.

Subnotificações
Apesar do aumento de 83% das notificações de casos entre 2011 e 2017, o Ministério da Saúde ainda acredita que muitos casos não são notificados.

Isso acontece porque o Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (Viva), desenvolvido pelo próprio ministério, ainda não foi implementado em todo o país. Desde 2011, a notificação de violências passou a ser compulsória para todos os serviços de saúde públicos e privados.

Em 2014, os casos de violência sexual passaram a ter que ser imediatamente notificados, devendo ser comunicados à Secretaria Municipal de Saúde em até 24 horas após o atendimento da vítima.

Outra ação obrigatória é a comunicação de qualquer tipo de violência contra crianças e adolescentes ao Conselho Tutelar, conforme preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

As regiões do Brasil que registraram o maior volume de notificações no período foram as regiões Sudeste (40,4%) e Sul (21,7%), para as crianças, e Sudeste (32,1%) e Norte (21,9%) para os adolescentes.

Meninos também sofrem com abusos sexuais. Eles são a maioria das vítimas que foram violentadas em escolas. (Foto: Garo/Phanie/AFP/Arquivo)
Meninos também sofrem com abusos sexuais. Eles são a maioria das vítimas que foram violentadas em escolas. (Foto: Garo/Phanie/AFP/Arquivo)

Como prevenir
Mudar este cenário exige esforço de governos e sociedade civil. Gonçalves lembra ainda do papel da educação sexual nas escolas, que poderiam ensinar a diferença de toques, que os corpos das criança e adolescentes pertencem a eles e ninguém tem o direito de tocar sua partes privadas e explicar o que é abuso sexual.

"O importante é desmitificar a ideia que falar de sexualidade é ensinar as crianças a ter relação sexual", explica ele.

Pais também podem ficar atentos a alguns sinais, já que crianças e adolescentes avisam de diversas maneiras e, segundo Gonçalves, na maioria das vezes não falam das situações de violência sexual que vem passando.

"Em geral, o abusador convence a criança de que ela será desacreditada se revelar algo; que ela gosta daquilo e quer que aconteça; ou que é igualmente responsável pelo abuso e será punida por isso."

Como identificar uma vítima
Childhood Brasil listou 10 sinais que ajudam a identificar possíveis casos de abuso sexual infanto-juvenil.

  • Mudanças de comportamento: O primeiro sinal é uma possível mudança no padrão de comportamento da criança. Essa alteração costuma ocorrer de maneira imediata e inesperada. Em algumas situações a mudança de comportamento é em relação a uma pessoa ou a uma atividade em específico.
  • Proximidades excessivas: A violência costuma ser praticada por pessoas da família ou próximas da família na maioria dos casos. O abusador muitas vezes manipula emocionalmente a criança, que não percebe estar sendo vítima e, com isso, costuma ganhar a confiança fazendo com que ela se cale.
  • Comportamentos infantis repentinos: Se o jovem voltar a ter comportamentos infantis, os quais já abandonou anteriormente, é um indicativo de que algo esteja errado.
  • Silêncio predominante: Para manter a vítima em silêncio, o abusador costuma fazer ameaças de violência física e mental, além de chantagens. É normal também que usem presentes, dinheiro ou outro tipo de material para construir uma boa relação com a vítima. É essencial explicar à criança que nenhum adulto ou criança mais velha deve manter segredos com ela que não possam ser compartilhados com pessoas de confiança, como o pai e a mãe, por exemplo.
  • Mudanças de hábito súbitas: Uma criança vítima de violência, abuso ou exploração também apresenta alterações de hábito repentinas. O sono, falta de concentração, aparência descuidada, entre outros, são indicativos de que algo está errado.
  • Comportamentos sexuais: Crianças que apresentam um interesse por questões sexuais ou que façam brincadeiras de cunho sexual e usam palavras ou desenhos que se referem às partes íntimas podem estar indicando uma situação de abuso.
  • Traumatismos físicos: Os vestígios mais óbvios de violência sexual em menores de idade são questões físicas como marcas de agressão, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. Essas são as principais manifestações que podem ser usadas como provas à Justiça.
  • Enfermidades psicossomáticas: São problemas de saúde, sem aparente causa clínica, como dor de cabeça, erupções na pele, vômitos e dificuldades digestivas, que na realidade têm fundo psicológico e emocional.
  • Negligência: Muitas vezes, o abuso sexual vem acompanhado de outros tipos de maus tratos que a vítima sofre em casa, como a negligência. Uma criança que passa horas sem supervisão ou que não tem o apoio emocional da família estará em situação de maior vulnerabilidade.
  • Frequência escolar: Observar queda injustificada na frequência escolar ou baixo rendimento causado por dificuldade de concentração e aprendizagem. Outro ponto a estar atento é a pouca participação em atividades escolares e a tendência de isolamento social.


Fonte: g1.globo.com

Interferência de poste em calçada atrapalha acessibilidade para deficientes visuais em Gurupi

O caso dos postes nas calçadas nas áreas das faixas guias de acessibilidade gerou em Gurupi confusão entre as responsabilidades do proprietário do imóvel, Prefeitura e a Energisa, empresa responsável distribuição de energia na cidade.


por Wesley Silas

Não são apenas cadeirantes, idosos ou pessoas que limitações físicas que enfrentam dificuldades de se locomoverem em, praticamente todas as ruas e avenidas de Gurupi, assim como os deficientes visuais que sofrem com a falta de acessibilidade e, boa parte deles, acabam sendo obrigados a ficarem confinados dentro de suas residências.

Depois de muitos embates e protestos, a justiça acatou uma Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pelo Ministério Público Estadual (MPE), determinando que a prefeitura de Gurupi realizasse, a partir de dezembro de 2017, o rebaixamento de todas as calçadas existentes na Cidade, com rampa acessível ou elevação da via para travessia de pedestres em nível, garantindo acessibilidade às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida no município

Deste então iniciou um jogo de empurra-empurra e para atender a determinação da Justiça, a Prefeitura obrigou os responsáveis pelos lotes a fazer o que a justiça determinou, gerando várias polêmicas e a última aconteceu nesta quinta-feira, 05, numa calçada no Centro da cidade depois da publicação de fotos nas redes sócias de uma faixa guia para deficientes visuais se deparar em frente a um poste de energia e, em seguida para uma lixeira.


Em meio as culpas, a Prefeitura afirmou que não foi ela que fez o serviço irregular na respetiva calçada.

“A informação veiculada não é verdadeira e foi feita sem o princípio básico da apuração. O serviço foi feito pelo proprietário do terreno. Ele foi notificado pelo Departamento de Postura do município, para que ajustasse a calçada de acordo com a lei da acessibilidade, assim como determina a justiça. Também foi enviado à Energisa um oficio para que relocasse o poste, obedecendo as normas. O oficio foi feito no dia 22 de março, porém o serviço não foi feito e o município não obteve resposta. Agora os fiscais vão acompanhar o caso e deverá fazer um desvio se o poste não for retirado”, disse em nota a Prefeitura de Gurupi.

No entanto, a Energisa disse que depois das reclamações dos moradores entrou em contato com a Prefeitura de Gurupi aguarda o protocolo da solicitação para seguir com as tratativas para a remoção dos postes.

“Após o recebimento do pedido, a concessionária irá elaborar o orçamento e enviar para a aprovação da prefeitura. Por fim, após a aprovação do orçamento, a obra é executada no menor tempo possível”, informou a Energisa.

Independentemente de quem esteja certo ou errado, acabar com as obstruções nas calçadas das Ruas e Avenidas de Gurupi no sentido de tornar uma cidade mais acessível é um desafio que promete levar anos para acontecer, principalmente na parte mais antiga da cidade, devido sua arquitetura e da falta de consciência de todos quanto trata os direitos do livre acesso das calçadas públicas no direito a utilização dos espaços públicos.

Cadeirante fica ferido após ser atropelado em Uberaba; motorista fugiu

Fato aconteceu no Bairro de Lourdes, na madrugada desta quinta (28).

Imagem internet/Ilustrativa
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Por G1 Triângulo Mineiro

Um cadeirante ficou ferido depois de ser atropelado por um veículo no Bairro de Lourdes, em Uberaba, na madrugada desta quinta-feira (28). O motorista fugiu e ainda não foi encontrado.

Segundo a Polícia Militar (PM), uma jovem de 27 anos contou que estava dirigindo pela Avenida Padre Eddie Bernardes e que teve que desviar do cadeirante, que estava no meio da via. Porém, o motorista de outro veículo, que ainda não foi identificado, não conseguiu frear a tempo e acabou atingindo o cadeirante.

O homem, que teve vários ferimentos no corpo, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM).

O G1 não teve como conseguir o estado de saúde do cadeirante, pois no momento do registro da ocorrência, nem a PM, nem o Corpo de Bombeiros encontrou documentos de identificação da vítima.

Fonte: g1.globo.com - Imagem internet/Ilustrativa

AutoBan abre vagas de emprego para áreas de tráfego e pedágio na região de Campinas, há chances para pessoas com deficiência.

Há chances para pessoas com deficiência. Interessados podem cadastrar o currículo no site da empresa ou encaminhá-lo por e-mail.

Por G1 Campinas e Região

Funcionários da concessionária AutoBan, que administra o sistema Anhanguera-Bandeirantes. (Foto: Clóvis Ferreira/CCR AutoBan/Divulgação)
Funcionários da concessionária AutoBan, que administra o sistema Anhanguera-Bandeirantes. (Foto: Clóvis Ferreira/CCR AutoBan/Divulgação)

A AutoBan, concessionária que administra o sistema Anhanguera-Bandeirantes, oferece 20 vagas de emprego com abrangência para a região de Campinas (SP). Dessas, quatro são para a área de tráfego e 16 são para arrecadação nos pedágios, que também estão abertas para pessoas com deficiência (PCD).

Na área de tráfego, as oportunidades dão prioridade para moradores da região. As vagas são para agente de monitoramento, com atuação na operação de guincho leve e caminhão-pipa.

O candidato deve ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias D ou E, além de experiência na condução de veículos pesados e disponibilidade de horário para trabalhar em turnos. No cargo, o profissional atuará no atendimento aos usuários, monitoramento da rodovia e no combate à princípios de incêndio.

Já as oportunidades na área de arrecadação são para agentes de atendimento. Os candidatos serão alocados para as praças de acordo com a região onde moram. Essas vagas são para pessoas que residem em Louveira (SP), Limeira (SP), Nova Odessa (SP), Sumaré (SP), Valinhos (SP), Campo Limpo Paulista (SP), Jundiaí (SP), Várzea Paulista (SP), Cajamar (SP) e Caieiras (SP).

Seleção
Para participar do processo seletivo, o candidato   deve cadastrar o currículo no site da empresa ou enviar um e-mail para recrutamento.autoban@grupoccr.com.br. No caso das vagas para PCD, o contato é pelo email inclusao.autoban@grupoccr.com.br.

Entre os benefícios oferecidos, estão vale-alimentação, seguro de vida, previdência privada e assistência médica e odontológica.

Fonte: g1.globo.com