sábado, 28 de julho de 2018

Natal sedia Campeonato Regional Nordeste de Bocha Paralímpica

Competição é realizada no ginásio do Colégio Nossa Senhora das Neves, com a participação de atletas de Rio Grande do Norte, Bahia, Paraíba, Pernambuco e Ceará

Por GloboEsporte.com, Natal

Natal recebe Campeonato Regional de Bocha Paralímpica (Foto: Kelvin Oliveira/Ideia Comunicação)
Natal recebe Campeonato Regional de Bocha Paralímpica (Foto: Kelvin Oliveira/Ideia Comunicação)

Natal sedia até sábado o Campeonato Regional de Bocha Paralímpica. A competição teve início na manhã desta sexta-feira, no Colégio Nossa Senhora das Neves. No total, 73 atletas de clubes do Rio Grande do Norte, Bahia, Paraíba, Pernambuco e Ceará participam do evento promovido pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes (Ande). A Associação Paradesportiva do Rio Grande do Norte (Aparn) é representada por 11 competidores.

Haverá disputa nas classes BC 1 e BC 3, com auxílio de um ajudante, e BC 2 e BC 4, sem o auxílio de um ajudante. Os três melhores de cada categoria garantirão vagas no Campeonato Brasileiro de Pares e Equipes, previsto para setembro, no Recife, e no Campeonato Brasileiro Individual, agendado para dezembro, em São Paulo.

Aparn representa o Rio Grande do Norte no Regional de Bocha Paralímpica (Foto: Kelvin Oliveira/Ideia Comunicação)
Aparn representa o Rio Grande do Norte no Regional de Bocha Paralímpica (Foto: Kelvin Oliveira/Ideia Comunicação)

Na bocha, a disputa consiste em lançar as bolas coloridas o mais perto possível de uma branca (jack ou bolim). Os atletas ficam sentados em cadeiras de rodas e limitados a um espaço demarcado para fazer os arremessos. É permitido usar as mãos, os pés e instrumentos de auxílio, e contar com ajudantes (calheiros), no caso dos atletas com maior comprometimento dos membros. No Brasil, a modalidade é administrada pela Ande.

Atletas de vários estados disputam Regional de Bocha Paralímpica em Natal (Foto: Kelvin Oliveira/Ideia Comunicação)
Atletas de vários estados disputam Regional de Bocha Paralímpica em Natal (Foto: Kelvin Oliveira/Ideia Comunicação)

Regional de Bocha Paralímpica é disputado no Colégio Nossa Senhora das Neves (Foto: Kelvin Oliveira/Ideia Comunicação)
Regional de Bocha Paralímpica é disputado no Colégio Nossa Senhora das Neves (Foto: Kelvin Oliveira/Ideia Comunicação)



Neurocopa: atividades esportivas para pessoas com limitações funcionais serão realizadas nesta sexta

O evento terá diversas atividades esportivas adaptadas como: vôlei sentado, tênis de mesa, bocha, dama, xadrez, dominó, basquete, peteca, travinha e boliche

Por GloboEsporte.com Santarém, PA

Neurocopa será realizada nesta sexta (8) no Parque da cidade (Foto: Divulgação)
Neurocopa será realizada nesta sexta (8) no Parque da cidade (Foto: Divulgação)

Com o objetivo de realizar uma integração entre pessoas com limitações, a turma do 7º semestre do curso de Fisioterapia do Iespes realiza nesta sexta-feira (8) a Neurocopa, a partir das 8h30 no Parque da Cidade.

O evento terá diversas atividades esportivas adaptadas como: vôlei sentado, tênis de mesa, bocha, dama, xadrez, dominó, basquete, peteca, travinha e boliche.

Os atletas foram “revelados” durante as aulas práticas da disciplina Fisioterapia em Neurologia, ministrada pela professora Daniely Leal, onde os alunos atendem pacientes com necessidades especiais.

- Tínhamos o desejo de, no final do semestre, reunir os pacientes para realizar uma integração. Em paralelo a isso, está ocorrendo a copa do mundo e então surgiu a ideia de realizar atividades esportivas adaptadas – contou Daniely.

O evento é aberto ao público para prestigiar, os atletas melhores colocados nas modalidades esportivas disputadas receberão premiação, além de medalha de participação.

Santarém recebe 6º Workshop de atividade motora adaptada nesta quinta-feira

Evento contará com oficinas de Vôlei Sentado, Bocha adaptada e Jiu-Jitsu adaptado para deficientes visuais

Por Dominique Cavaleiro, GloboEsporte.com Santarém, PA

Inscritos vão ter a oportunidade de conhecer na prática atividades adaptadas, como o Volei Sentado (Foto: Alaor Filho/CPB/MPIX)
Inscritos vão ter a oportunidade de conhecer na prática atividades adaptadas, como o Volei Sentado (Foto: Alaor Filho/CPB/MPIX)

Com o tema “Para o esporte, diagnóstico não é destino”, alunos do curso de Educação Física do CEULS/ULBRA realizam 6º Workshop de atividade motora adaptada nesta quinta-feira (14) em Santarém, oeste do Pará.

O evento acontece na quadra da instituição a partir das 19h e os inscritos poderão participar de oficinas de Vôlei Sentado, Bocha adaptada e Jiu-Jitsu adaptado para deficientes visuais, além de receber certificado de 10h.

Os interessados em se inscrever para o evento de esporte adaptado podem adquirir mais informações através dos contatos (93) 99157-0909 e 99166-6278.

Suspeita de usar foto de bebê morto para pedir dinheiro na rua ameaça mãe da criança em áudio: ‘Problema é seu se você perdeu seu filho' - Veja o vídeo

Polícia Civil de Goiás diz que mulher também usa imagens de um outro menino, da Inglaterra, que também já morreu, para arrecadar recursos. Defesa dela diz que não vai se pronunciar sobre o caso.

Por Murillo Velasco, G1 GO

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Suspeita de usar foto de bebê morto para pedir dinheiro na rua ameaça mãe da criança

Um áudio de celular revela o momento em que Bruna de Fátima Brusda, suspeita de usar a foto de um bebê que já morreu, e com quem ela não tinha qualquer ligação, pedir dinheiro em semáforo ameaça a mãe verdadeira da criança, Jennifer Marques Freitas Goulart, em Goiânia. Na gravação, ela diz que vai denunciar Jennifer, que ela estava “revoltada” e que o problema era da mãe por ter perdido o filho.

Click AQUI para ver o vídeo.

“Você vai engolir tudo isso que você falou. Engolir, entendeu? Eu vou te processar de tudo quanto é forma. Vou abrir boletim de ocorrência contra você. Se você soubesse o quanto eu estou revoltada com você. Você está me entendendo? Problema é seu se você perdeu seu filho”, disse Bruna no áudio.

Bruna prestou depoimento nesta sexta-feira (27), no 16º Distrito Policial de Goiânia. De acordo com o delegado Jacó Machado das Chagas, ao se defender, Bruna apresentou cartazes querendo provar que pedia ajuda, na verdade, para outra criança. No entanto, investigador disse que bebê da foto apresentada pela suspeita é um menino que nasceu com uma doença rara na Inglaterra e também já morreu.

“Ela disse que estava fazendo campanha para uma criança americana, uma outra criança que ela disse que tinha o mesmo nome do filho da Jennifer. Quem se sentiu lesado deve se comparecer a delegacia para presta depoimento e nós vamos investigar. Inicialmente pensávamos que havia um comparsa. Mas a segunda pessoa é dona é um carro de som que estava apenas prestando um serviço para Bruna”, afirmou o investigador.

Bruna de Fátima Brusda é suspeita de aplicar golpes em Goiânia (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)
Bruna de Fátima Brusda é suspeita de aplicar golpes em Goiânia (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

A mulher deixou a delegacia por volta das 12h30, na saída, após ser questionada pelos jornalistas, ela preferiu permanecer em silêncio. O advogado dela, por sua vez, disse que não sabe o que ocorreu e que, por conta disto não iria se pronunciar.

“A investigação está no início ainda. Nem o delegado sabe o que aconteceu, muito menos eu. Eu não posso falar de um caso porque ele está no início. O que ela disse para mim está nos autos e eu não falo dos meus casos para a imprensa”, disse o advogado, que não se identificou.

Jhenifer afirmou, em entrevista à TV Anhanguera, que suspeita que a mulher, por meio das redes sociais, conseguiu o telefone ela e, a partir de então, começou a enviar os áudios em tom de ameaça, após receber as mensagens, ela voltou ao 16º DP para registar uma ocorrência por ameaça.

“Eu vim fazer uma ocorrência porque ela me ameaçava falando que eu estava fazendo coisa errada ia pagar por isso. Eu não a conheço e ela pegou, de má fé, fotos do meu filho da época em que fiz um pedido de ajuda para poder tentar salvar a vida dele”, contou.

Segundo o delegado, a mulher vai responder por estelionato e as pessoas que deram dinheiro para ela podem comparecer ao local para fazer denúncia. Em relação ao áudio com a ameaça, a corporação ainda vai apurar o caso.

Bryan Felipe nasceu com microfecalia e morreu em decorrência do problema (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Bryan Felipe nasceu com microfecalia e morreu em decorrência do problema (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Bryan e Alfie

O caso chegou à Polícia Civil depois que Jennifer procurou uma delegacia para denunciar que a foto do filho dela, Bryan Felipe, que nasceu com hidrocefalia e morreu em fevereiro,  estava sendo usada por um casal de desconhecidos para sensibilizar motoristas e pedir dinheiro nos semáforos de Goiânia.

Jennifer conta que o bebê foi o segundo filho que a mulher perdeu por problemas de saúde. Para tentar engravidar e evitar que o novo filho também tenha problemas, é necessário uma fertilização artificial e ela fez uma campanha na internet para arrecadar dinheiro. Jennifer acredita que foi por meio dessa campanha na internet que o casal conseguiu a foto de Bryan.

No sábado (21), o padrinho da criança estava passando pelo Jardim Nova Esperança de carro quando viu um casal com a foto da criança na mão e pedindo dinheiro. “Era um cartaz enorme pedindo ajuda como se ele estivesse vivo como se fosse parente. Falava que já tinham arrecadado uma quantia em dinheiro, só que ainda não era o suficiente”, disse.

Após tomar conhecimento, identificar e ouvir a suspeita, o delegado identificou outro delito: para se justificar, Bruna apresentou a foto de outro bebê, afirmando que ele também se chamava Bryan e era para ele que ela pedia ajuda.

No entanto, segundo o delegado, trata-se de Alfie Evans, um bebê que sofria de uma rara doença neurológica e morreu em abril deste ano, na Inglaterra. Depois de quase um ano e meio de tratamento, os médicos consideravam que não havia mais esperanças para a criança se recuperar. Com o aval da Justiça britânica, o Hospital Alder Hey, de Liverpool, desconectou o suporte vital do menino. O caso mobilizou até o papa Francisco.

Questionada sobre o fato de ter apresentado a foto de outra criança que já havia morrido, Bruna se defendeu.

“Mesmo se eu estivesse dando um golpe, não é o filho da menina. Eu trabalho de locução, eu ajudo várias crianças aqui em Goiânia, não é a primeira campanha que eu ajudo”, disse.

O bebê Alfie Evans em foto de 5 de abril de 2018 (Foto: Action4Alfie / AFP)
O bebê Alfie Evans em foto de 5 de abril de 2018 (Foto: Action4Alfie / AFP)

Fonte: g1.globo.com

Cantor é assaltado em 'saidinha bancária' e bandidos levam quase R$ 30 mil; quantia seria usada para tratamento de filho - veja o vídeo

Quantia era de pagamento de shows. Leal, da dupla de arrocha sertanejo Luiz e Leal, tem um filho com paralisia cerebral. Caso aconteceu no bairro da Barra, em Salvador.

Por TV Bahia

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Cantor é vítima de 'saidinha bancária' e quase R$30 mil levados por assaltante

O cantor Leal, da dupla de arrocha sertanejo Luiz e Leal, foi assaltado em uma saidinha bancária no bairro da Barra, em Salvador. Segundo a vítima, o assaltante levou R$ 29 mil. O caso aconteceu por volta das 15h da tarde de quinta-feira (26) e, até o final da manhã desta sexta (27), ninguém havia sido preso. 

Imagens mostram ação click AQUI e veja o vídeo 

Em entrevista à TV Bahia, Leal conta que o dinheiro seria usado para pagar o tratamento do filho de 14 anos, que tem paralisia cerebral. A quantia era fruto de pagamento de shows que o cantor fez durante as festas juninas.

O vocalista e o produtor da banda Chica Fé, Dinno e Ildásio Pereira, estavam com Leal quando ele foi abordado por um homem armado em um estacionamento a 50m de agência. De acordo com Leal, o homem estava em companhia de um comparsa, em uma moto.

Imagens de segurança do local mostram a ação. Os dois cantores e o produtor caminham no estacionamento e param para fazer o pagamento do serviço. Segundos depois, o assaltante para, mostra a arma, e pega o dinheiro.

"A todo momento eu achei que ele ia atirar. Achei que ele ia atirar pela maneira brusca que ele perguntou. Achei que ele ia disparar", lembra Leal.

O cantor disse ainda que o homem sabia que ele estava com o dinheiro escondido na roupa e o ameaçou. O caso foi registrado na 14ª Delegacia da Barra.

“O cidadão desceu com uma arma na mão. “Ele disse: ‘Se afasta vocês três’. Aí apontou para mim e disse: ‘você’. Eu perguntei o que era aí ele falou: ‘o dinheiro que está ai dentro da sua calça’. Eu disse que não tinha aí ele perguntou: ‘vai querer morrer?’. Aí eu vi que ele realmente sabia que eu estava com o dinheiro e não tinha o que negar", relata Leal.

O filho do cantor está no estado do Piauí e aguardava o pai chegar com a quantia, para fazer uma cirurgia em Salvador.

"Eu tenho uma criança esperando para ser transferida do Piauí para Salvador, numa situação muito delicada. É meu filho, ele é especial. Ele precisa de uma cirurgia muito delicada de abdômen. Ele passou 19 dias internado, teve alta e está me aguardando chegar para comprar as passagens para trazer ele para cá", detalha Leal.

Conforme Ildásio Pereira, o produtor da banda Chica Fé e responsável por fazer o pagamento a Leal, a polícia informou que os homens já foram identificados e que eles fazem parte de uma quadrilha.

"Não é que Deus não vai nos permitir ganhar outro [dinheiro], vai sim porque nós somos capazes. Mas esse momento é um momento muito delicado que estamos vivendo”, avaliou o cantor.

Fonte: g1.globo.com

Festival de Cinema de Gramado terá 12 filmes com recursos de acessibilidade

Segundo a organização do evento, a 46ª edição será a mais inclusiva do festival. Veja a programação das sessões audiodescrição ou legenda descritiva.

Por G1 RS

Nos últimos anos, os recursos de audiodescrição e legenda descritiva já estavam sendo utilizados no festival (Foto: Cleiton Thiele/Divulgação)
Nos últimos anos, os recursos de audiodescrição e legenda descritiva já estavam sendo utilizados no festival (Foto: Cleiton Thiele/Divulgação)

O Festival de Cinema de Gramado deste ano contará com pelo menos 12 filmes que terão recursos de acessibilidade. Segundo os organizadores, em 46 anos, esta será a edição mais inclusiva do evento, que será realizado de 17 e 25 de agosto na cidade da serra gaúcha.

Os filmes serão exibidos com audiodescrição ou legenda descritiva (closed caption), possibilitando que pessoas com deficiência consigam prestigiar as sessões. O festival também terá apresentação com libras na noite de abertura, na premiação da Mostra Gaúcha de Curtas e na cerimônia de encerramento.

Além das sessões com acessibilidade, no dia 18 de agosto ocorre o XIII Encontro Nacional da Legenda em Gramado, no Teatro da FAURGS, a partir das 10h.

Fora da competição, ainda acontece uma mostra especial com recursos de acessibilidade de dois longas-metragens a serem definidos, no Teatro Elisabeth Rosenfeld.

Acessibilidade no 46º Festival de Cinema de Gramado

Sessões para surdos com legenda descritiva (closed caption):

Sexta-Feira, 17 de agosto

Filme de abertura: “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues
Longa-metragem brasileiro: “A Voz do Silêncio” (SP), de André Ristum
Sábado, 18 de agosto

  • Curta-metragem brasileiro: “Um Filme de Baixo Orçamento” (SP), de Paulo Leierer
  • Longa-metragem estrangeiro: “Las Herederas” (Paraguai/Brasil/Uruguai/França/Alemanha), de Marcelo Martinessi
  • Curta-metragem brasileiro: “Guaxuma” (PE), de Nara Normande
  • Longa-metragem brasileiro: “Benzinho” (RJ), de Gustavo Pizzi
  • Sessões para cegos com audiodescrição ao vivo:


Terça-feira, 21 de agosto

  • Curta-metragem brasileiro: “Catadora de Gente” (RS), de Mirela Kruel
  • Longa-metragem estrangeiro: “Mi Mundial” (Uruguai/Argentina/Brasil), de Carlos Morelli
  • Curta-metragem brasileiro: “A Retirada Para Um Coração Bruto” (MG), de Marco Antonio Pereira
  • Longa-metragem brasileiro: “Ferrugem” (PR), de Aly Muritiba


Fonte: g1.globo.com

Proposta dispensa aposentado por invalidez e quem recebe BPC de exame de revisão

DEP RONEY NEMER
Nemer: "uma vez comprovada a irreversibilidade das condições que levaram à concessão do benefício, não há mais que se falar em revisão pericial"

Reportagem – Tiago Miranda - Edição – Alexandre Pôrto

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8949/17, do deputado Rôney Nemer (PP-DF), que dispensa o aposentado ou pensionista por invalidez e quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) de fazer os exames periódicos feitos por médico perito do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para comprovar a condição.

A proposta altera a Lei de Benefícios Previdenciários (8.213/91) para garantir a dispensa. Atualmente, o aposentado e o pensionista por invalidez estão dispensados do exame apenas após completarem 60 anos de idade ou 55 anos com, pelo menos, 15 anos recebendo o benefício (Lei 13457/17).
Para quem recebe o BPC por incapacidade permanente ou irrecuperável também não há, pelo projeto, mais necessidade de avaliação médico-pericial. A Lei 8.742/93, que trata da organização da assistência social, define a revisão a cada dois anos.
“Não há o menor sentido em submeter cidadãos com doenças limitantes a consultas frequentes, com o único objetivo de conseguir um laudo”, afirmou Nemer. Segundo ele, uma vez comprovada a irreversibilidade das condições que autorizaram a concessão do benefício, não há mais que se falar em revisão médico-pericial.
Há 45 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência segundo o censo de 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:


Banco do Brasil, complicando a vida do cadeirante


Tem elevador, mas tem que chamar alguém para liberar, isso quando funciona

Todo cadeirante brasileiro passa raiva com acessibilidade em algum momento da vida. Ou todo dia, se for muito ativo e sair de casa com frequência. Logo que criei o blog, aproveitei esta ferramenta para colocar a boca no trombone, toda vez que esbarrava com falta de acessibilidade eu tirava foto, fazia uma postagem no blog, enviava e-mail para os responsáveis, ou para o órgão competente quando era prédio público, e fazia de tudo para que mudassem a situação e garantissem a acessibilidade. Consegui muitas mudanças desta forma, de restaurantes a shoppings. Mas com o tempo me acomodei. Só que uma "empresa" em especial tem me feito passar raiva continuamente: o Banco do Brasil.

                          

Logo ele, que se define como o banco dos brasileiros, um órgão de economia mista com participação do governo em quase 70% de suas ações. Praticamente um órgão público. E tem pecado muito em acessibilidade. Em várias agências. A primeira vez que passei raiva com o Banco do Brasil publiquei aqui no blog, clique aqui para ver a postagem. Depois disso, ao ser admitido no BDMG, transferi minha agência para a da Rua da Bahia, 1479, e qual foi minha surpresa ao chegar na agência e descobrir que a mesma não tem acesso para cadeirantes. Para chegar aos caixas há uma grande escadaria, e até tem elevador, mas está quebrado há anos (da última vez que estive lá, ainda estava quebrado).

                 

Outra agência que sempre me dá problemas é a do meu bairro, na Av. Mario Werneck, 1893. Tem uma escadaria na porta e um elevador na lateral. No início, toda vez que eu precisava usar o elevador, era necessário chamar uma pessoa de dentro da agência para liberar ele. O argumento era que se ficasse destravado, pessoas iriam utilizar sem necessidade. Acontece que bem em frente ao elevador está a recepção de uma academia. Portanto, gente para ficar de olho o dia inteiro, tem. Depois de um tempo, ele passou a ficar destrancado. Só que, quando eu precisava utilizar, ele estava quebrado. Aconteceu de novo este mês. Precisei ir ao banco para habilitar o celular na máquina, formatei ele e quando isso acontece é preciso seguir alguns passos e ir a um caixa eletrônico liberar o aparelho. Cheguei à agência e o elevador não funcionou. Não sabia se estava bloqueado ou quebrado, pedi à minha ajudante para ir lá dentro chamar alguém. Aí já está errado, precisar de uma pessoa para ir chamar alguém. E se eu estivesse sozinho? Vieram duas pessoas, tentaram, tentaram e concluíram que o elevador estava quebrado. Como eu precisava ir lá dentro, perguntei por uma solução e se ofereceram para me levar escada acima, e como eu precisava muito ir ao banco para tirar dinheiro e habilitar meu celular, aceitei.

Não sabiam nem como lidar com a cadeira. Tive que explicar que era mais fácil subir de costas, uma pessoa levando atrás e a outra fazendo a segurança na frente. E assim foi feito, me levaram escada acima meio sem jeito, com insegurança, balançando muito, mas cheguei inteiro lá em cima. Fui resolver o que tinha para resolver, e na hora de ir embora, foi preciso chamar novamente a ajuda, que demorou uns dez minutos. Expliquei novamente como seria mais seguro para mim e com bastante medo fui levado escada abaixo.

Agência da Raja Gabaglia 1725, mais uma sem acessibilidade (foto do Google Maps, não tirei foto no dia)

Acha que acabou? Infelizmente não. Mais uma agência sem acessibilidade é a da Av. Raja Gabaglia, 1725. Precisei pagar um título com urgência, e precisava ser na boca do caixa. Como já estou cansado de passar raiva e correr risco na agência do bairro Buritis, achei que se rodasse um pouco de carro, apesar do transtorno de colocar e tirar a cadeira do carro, seria melhor atendido. Procurei outra agência próxima e me deparei com a agência citada. Fui até lá e o primeiro problema foi a vaga de deficiente que há em frente à agência, estava ocupada. Precisei deixar o carro na rua paralela, voltar rodando e enfim chegar ao destino. Chegando lá, com o que me deparo? Outra escada. E a impossibilidade de acessar os caixas. Conversei com um atendente, que chamou um funcionário, que explicou que não tinha como acessar o caixa, e ele chamou outra pessoa, que me deu a solução: escrever minha senha em um papel para que ela fosse ao caixa pagar o título que tinha em mãos. Apesar do risco da operação, precisava fazer o pagamento e estava cansado e com muita dor para sair procurando outra agência. Escrevi a senha, entreguei o boleto e o cartão, e fiquei esperando no andar de baixo. A pessoa foi, pagou e voltou. E eu voltei para casa.

Estou para escrever este post há uns quatro anos. Só que não gosto de ser o reclamão, que vive chorando nas redes sociais devido ao mundo cruel em que vive. Só que paciência tem limite. Cada vez que passava raiva, escrevia um pouco. E hoje resolvi publicar, não só para reclamar, mas para denunciar: que banco é esse que se diz "valioso para mim" e que não atende a todos com as necessidades de cada um?

Gigante de cristal - Veja o vídeo

Com 51 anos e 92 cm de altura, Glady Silva já teve mais de cem fraturas pelo corpo, superou limitações e quer lançar autobiografia


No dia 19 de agosto de 1966, médicos da maternidade Tsylla Balbino, na Baixa de Quintas, acreditavam estar realizando uma cesariana como outra qualquer. Estavam enganados.

- Será que a bebê está morta?

A mãe apenas pensou em fazer a pergunta. Intuiu algum problema. A equipe médica percebeu a ansiedade e tentou lhe acalmar:

- Calma! A bebê não está morta!

Mas, o que havia de errado? Porque não a deixavam ver sua filha? Depois de cinco noites no hospital, não se conteve. Na madrugada, invadiu o berçário e encontrou a menina. Deu um grito! Naquele berço de hospital, estava Glady Maria da Silva, hoje com 51 anos. Além de algumas más formações, tinha parte do corpo imobilizado. Bem na hora do nascimento, havia sofrido as duas primeiras fraturas entre as mais de uma centena que teria na vida.

Glady nasceu com Osteogênese imperfeita, popularmente conhecida por doença dos ossos de vidro. Sua principal característica é a fragilidade dos ossos, que se quebram com enorme facilidade. Os exames de ultrassom da época não apontavam qualquer imperfeição no feto. Até que, às 10h40 de uma quinta-feira, Glady veio ao mundo. Um susto para a equipe médica e para a família. O que seguiria dali para frente seria uma vida de limitações, desafios e dores, muitas dores.

Foto: Acervo Pessoal
Formatura foi momento mais emocionante da vida de Glady

Corta para a noite de 24 de janeiro de 2013. Carregada pelo irmão, Glady é convocada pela reitora da Faculdade Social da Bahia (FSBA). Naquele evento, receberia o diploma do curso de Psicologia. Como pode? A mulher que sequer conseguia se locomover, que tem escolioses graves, ossos curvados, deformidades na coluna cervical e na caixa torácica, estava habilitada a aconselhar os outros sobre seus problemas.

Glady é uma gigante de cristal. De cristal inquebrável, como em Unbreakable, filme estrelado por Bruce Willis e Samuel L. Jackson. Este último vive um personagem portador da mesma doença de Glady. Já Willis, é o seu oposto: com superpoderes, se tornou inquebrável ou, em inglês, unbreakable. Glady, pode-se dizer, é a mistura de ambos. Nasceu frágil, mas, dia a dia parece ter ganhado superpoderes. Tanto que, desde a formatura, sonhava em abrir o seu próprio consultório. Pós graduou-se na área cognitiva comportamental.

Desde janeiro deste ano, enquanto realiza a sua segunda pós (em teoria da Gestalt), tem uma sala de atendimento que, por enquanto, utiliza apenas no sábado. No momento, tem quatro pacientes fixos, além dos que visita em domicílio. “Já consigo pagar a sala e o Uber que me transporta todos os dias”, explica. “Só de chegar aqui e olhar para Glady minha depressão vai embora na hora. Ultimamente, vinha sentindo uma tristeza estranha. Com esse trabalho de Glady melhorei muito”, disse Maria de Lourdes Barbosa, 51 anos, uma das pacientes.

Ela fala não sobre si mesma e sua realidade, mas sobre as limitações dos seus pacientes. “Uma paciente minha está com um grau de depressão que não quer nem sair do quarto. Tem gente que não consegue segurar os problemas da vida”.

Livro

Difícil é a vida segurar Glady. Nossa pequena gigante não tem limites. Nos últimos anos, escreveu uma autobriografia. A história de sua vida, desde aquele nascimento dramático, está prontinha para ser publicada. Busca apoio de editoras e patrocínio para poder divulgar sua trajetória de superação. Um dos momentos mais emocionantes do livro, claro, é o dia de sua formatura.

Em 2007, sem que a família soubesse, Glady fez vestibular para Psicologia. “Eu disse a minha mãe que ia na casa de uma amiga e na verdade fui fazer a prova”, lembra. Belo dia, uma amiga que trabalhava na instituição de ensino ligou. A própria mãe de Glady atendeu. “Dona Maria, Glady passou no vestibular!”. “Que vestibular?”, respondeu, surpresa, Maria Anunciação da Silva, hoje com 81 anos.

Diferente do que algumas pessoas possam imaginar, Glady nunca teve posses. Moradora de Itacaranha, no Subúrbio Ferroviário, custeou as três primeiras parcelas da Faculdade sozinha e depois conseguiu bolsa total. Se virou para pagar as mensalidades dando banca de matemática, português, ciências e história. “Eu dava banca nos outros dois turnos”. Lutou para não perder aulas no período da faculdade, que fica longe, em Ondina. “Ia de ônibus. Na saída, quase 23h, pegava o último buzu”.


Infância

Desde que se entende por gente, Glady vê pessoas apontar o dedo para ela ou cochichar baixinho sobre sua condição. Sempre aconteceu e acontece até hoje. Muitas vezes, evitam o contato. “O povo parece que tá vendo algo de outro planeta. Dão risada, apontam”. Mas, isso também foi superado.

Antes, não se aceitava. Com uma mãe superprotetora, só foi sair de casa pela primeira vez sem a mãe com 12 anos. “Só saía com ela. Era de casa para a escola e da escola para casa”. Claro, sofreu bulling dos colegas. “Na hora da merenda pegavam meu lanche e saiam correndo. Mas, tinha aqueles que me ajudavam também”. Mas nada impediu que dali surgisse uma personalidade expansiva, vaiorosa, extrovertida e cheia de estima.

Tanto que veio a adolescência e, em vez de se retrair em seu mundo diminuto, Glady se soltou mais. No ensino médio, no Colégio Clériston Andrade, teve o seu primeiro paquera. “Ficamos juntos um ano e meio escondidos de minha mãe. Ela nunca aceitou e não aceita até hoje”, ri Glady. Depois da formatura, terminaram o relacionamento. O fato é que Glady nunca deixou de tentar viver uma vida normal. Até hoje, frequenta praias, festas e não perde um Carnaval. Sua maior luta sempre foi arrumar um emprego. A cada tentativa, se despedaçava por dentro.

“Uma vez enviei currículo para uma agência de emprego e fui selecionada. Fiz a entrevista e, no final das contas, o RH me dispensou sem muitas explicações. Saí arrasada. Voltei chorando dentro do taxi. Como exclui alguém assim?”. Hoje, Glady é pura alegria. “Hoje sou uma mulher que pago minhas contas, cuido da minha casa e lavo meus pratos”. Só perde o bom humor quando enfrenta as dificuldades das ruas. “Falta muita estrutura. Costumo dizer que deficiente é o mundo. Deficiente é quem exclui as pessoas”.


A doença

“A primeira coisa é suportar a dor”, afirma Glady, questionada sobre o que faz quando um dos seus ossos se quebra. “Dor de fratura só sabe quem sente. E você ainda fica dois ou três meses imobilizado”, explica Glady. Ela calcula já ter sofrido mais de cem fraturas pelo corpo, algumas delas involuntárias. Foram principalmente as fraturas que deixaram seus membros superiores e inferiores, além de tórax, com deformações.

“Quando um osso se quebra, por mais que ele seja colocado no lugar, nunca volta ao normal. Agora, imagine mais de cem fraturas, alguma delas no mesmo osso”. As fraturas ocorrem desde o nascimento. “Devo ter sentido muita dor quando bebê, mas não me lembro. Só tive noção disso quando fui amadurecendo”.

O caso de superação de Glady surpreendeu o ortopedista Marcos Lopes, da clínica Ortopet, especialista em colunas. “Fantástico! Uma heroína!”. A Osteogênese imperfeita ou doença dos ossos de vidro (ou ainda doença dos ossos de cristal) é causada por uma alteração genética hereditária que acomete as fibras do colágeno tipo 1, explica Marcos Lopes. “As fibras do colágeno são a proteína que sustenta os ossos. Os ossos nascem frágeis”, confirma o ortopedista.

A Osteogênese imperfeita atinge uma pessoa a cada 20 mil no mundo e tem diversos graus. A de Glady é grau 4, um dos mais graves. “Normalmente têm deformação óssea, problemas auditivos, baixa estatura, ossos frágeis e defeitos nos dentes”, lista o médico. A maior parte da população acometida pela doença tem grau 1, o mais brando. O grau mais complicado é o 2. Em alguns casos, o feto não resiste às fraturas e morre no útero. “Há fraturas de crânio e costelas”.
Hoje, existem tratamentos à base de vitamina D, cálcio e alendronato, que favorecem à reconstituição dos ossos. Mas ele deve ser ministrado quando o paciente ainda está em fase de crescimento. É antes da puberdade, inclusive, que ocorrem mais fraturas. “Quando chega a puberdade, melhora”, diz o médico. “Não tive acesso aos medicamentos que existem hoje para calcificação óssea. Comi muita casca de ovo triturada e muito leite Despois que os ossos se desenvolveram não adianta mais”, afirma Glady.

O diagnóstico da Osteogênese é basicamente feito por exame clínico. “Muitos colegas acham que a criança está sofrendo maus tratos e não chegam ao diagnóstico com rapidez”. Doença rara e hereditária, com gene dominante, uma pessoa saudável tem 50% de chances de ter um filho com a doença caso tenha herdeiros com uma pessoa acometida pela Osteogênese imperfeita.

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Com 101 anos, mãe cuida de filho de 63 anos que possui deficiência e mostra que idade é apenas um detalhe

Nenhuma das muitas e enormes dificuldades derrubou essa viúva, cujo filho não podia andar, falar nem se alimentar sozinho


Por Bem Mais Mulher

Quando Meliah Md Diadh faleceu, em sua localidade de Kampung Bukit Nambua, na Malásia, ela tinha 101 anos de idade e uma única preocupação: quem iria cuidar do seu filho caçula, Abdul, de 63 anos, completamente dependente dela devido a graves deficiências que, desde o nascimento, o impediam de caminhar, falar, alimentar-se e vestir-se sozinho?

“Nunca foi fácil“, desabafou ela, pouco tempo antes de falecer. “Ele é adulto, mas eu não me importo, eu sempre vou cuidar dele porque ele é a única pessoa que eu tenho no mundo e eu o amo acima de todas as coisas. E também quero que ele aproveite o tempo que falta“.

De fato, nunca foi fácil, mas ficou ainda mais difícil quando Meliah perdeu o marido. Foram mais de 20 anos de viuvez em meio a desafios econômicos e emocionais permanentes, agravados pela perda, também, dos filhos mais velhos, falecidos precocemente. Embora Meliah tenha recebido ajuda de amigos e parentes mais distantes, a mãe e o filho caçula contavam basicamente um com o outro.

Quando era questionada sobre o grau de sacrifício envolvido nos cuidados de um filho com limitações tão sérias, sendo ela própria centenária e tendo também ela grandes limitações, essa mãe extraordinária sempre foi categórica ao responder que NUNCA foi um incômodo nem jamais se arrependeu de ter dedicado a vida a cuidar do filho.


Mas a força dessa mulher não resistiu aos seus problemas respiratórios e ao peso natural do tempo: Meliah partiu aos 101 anos de idade. Os mesmos parentes que a ajudaram também acolheram Abdul, de quem continuam cuidando agora.



Seleção Brasileira de triatlo compete nesta sexta-feira, 27, no Canadá

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Por CPB

A Seleção Brasileira de triatlo disputa nesta sexta-feira, 27, a etapa de Edmonton, no Canadá, do World Series de Paratriatlo. A competição na distância Sprint (750m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida) contará com quatro atletas do Brasil, que competem às 16h45 (horário de Brasília).

A equipe formada por Carlos Vianna (PTS5), Marcelo Collet (PTS4), Jorge Fonseca (PTS4) e Fernando Aranha (PTWC) estava em Rio Maior, Portugal, desde o dia 23 de junho para uma fase de treinamento, que sucedeu a etapa de Isseo, na Itália.

Marcelo conquistou o melhor resultado do Brasil na fase anterior, quinto lugar com o tempo de 1h08min35, que teve ainda Jorge na sexta posição com 1h09min18. Carlos foi o brasileiro mais rápido a concluir o percurso em 1h04min03, mas ficou em sexto lugar. Já Fernando foi o sétimo colocado com 1h12min19.

Neste ano, acontece ainda World Grand Final de Paratriatlo, no dia 15 de setembro, em Gold Coast, na Austrália. Para garantir as vagas, os brasileiros precisam de bons resultados para estar entre os oito primeiros colocados no ranking mundial.

Fonte: cpb.org.br

Seleção de natação embarca neste sábado para disputa do Parapan-Pacífico

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Por CPB

A Seleção Brasileira de natação paralímpica viaja neste sábado, 28, para a Austrália. A equipe composta por 15 nadadores, sete dos quais medalhistas nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, participará do Parapan-Pacífico da modalidade, na cidade de Cairns, de 9 a 13 de agosto. De olho em uma adaptação mais eficiente ao fuso-horário australiano (são 13 horas de diferença), a equipe nacional terá uma programação diferenciada.

A começar pelo período de adaptação. Serão dez dias de treinamento na piscina Tobruk Memorial, a fim de minimizar os efeitos do longo voo até a Oceania e também de acostumar os atletas à diferença horária. Recomenda-se usualmente um dia de adaptação para cada hora de diferença de fuso.

"Será um período importante pela diferença do fuso-horário entre Brasil e Austrália. Faremos a aclimatação de modo que o corpo se acostume e também a gente fazer os últimos ajustes técnicos de treino antes da competição. A preparação do ano foi feita para o Parapan-Pacífico, então agora será importantíssimo acertar detalhes, ritmo, para os atletas terem um bom desempenho", disse Leonardo Tomasello, técnico-chefe da natação paralímpica brasileira.

Bicampeão da World Series do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês), o paulista Daniel Dias é o principal destaque da delegação nacional. O atleta da classe S5 está inscrito em sete provas: 50m,100m e 200m livres, 50m costas, 50m borboleta e dois revezamentos - 4x100m livre 34pontos e 4x50m livre 20pts.

O Parapan-Pacífico de natação acontece a cada quatro anos, a última edição foi em 2014 na Califórnia, nos EUA. Apenas Austrália, Japão, Canadá e Estados Unidos da Américas podem sediar a competição e a organização do evento fica a cargo de seus comitês paralímpicos nacionais (NPC's, sigla em inglês). Ao todo, 19 países participam do evento.

Confira AQUI a convocação da Seleção Brasileira que disputará o Parapan-Pacífico.

Time São Paulo

Os atletas Daniel Dias e Phelipe Rodrigues são integrantes do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo que beneficia 62 atletas e seis atletas-guia de dez modalidades.

Fonte: cpb.org.br

Nadadora chega ao fim do Parapan-Americano Universitário com 3 medalhas

Daniel Zappe/CPB/MPIX
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Por CPB

Esta sexta-feira, 27, foi o último dia de disputas do Parapan-Americano Universitário, que foi sediado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A competição contemplou três modalidades: atletismo, natação e tênis de mesa. A nadadora Maria Dayanne da Silva foi um dos destaques ao ganhar duas medalhas de ouro e uma de prata. Simultaneamente, acontece até este sábado, 22, o Pan Americano Universitário, também nas dependências do CT Paralímpico.

Maria Dayanne da Silva (S6) faturou o ouro nos 50m borboleta com o tempo de 43s55. A outra medalha dourada foi conquistada nos 100m costas, que nadou em 1min48s79. Já a prata ela ganhou nos 50m livre com a marca de 43s72. “Foi uma competição muito proveitosa. Achei legal intercalar provas olímpicas e paralímpicas, porque promove a interação dos atletas e mostra que o desporto universitário é para todos”, comentou.

A nadadora nasceu com má formação congênita dos membros superiores. Natural de Natal, no Rio Grande do Norte, Dayanne, 26, começou a nadar há 12 anos, por indicação de um amigo. Agora ela também está cursando segundo semestre de nutrição.

“A rotina de estudante e atleta é puxada, mas prazerosa. Eu consigo unir o que aprendo na faculdade com a prática esportiva, porque ambos tratam de qualidade de vida. Quero seguir minha profissão de nutricionista, mas sem deixar de nadar”, relatou Dayanne.

Esta foi a primeira edição do Parapan-Americano Universitário, no qual se inscreveram 109 atletas paralímpicos de quatro países: Brasil, Chile, Uruguai e Argentina.

Fonte: cpb.org.br

CT recebe na próxima semana a 2ª nacional do Circuito Loterias Caixa de Atletismo

Leandro Martins/CPB/MPIX
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Por CPB

Acontecerá na próxima semana, nos dias 4 e 5 de agosto, a segunda etapa nacional do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Ao todo, 296 atletas de 19 Estados e do Distrito Federal estão inscritos, sendo São Paulo a unidade da federação com o maior número de representantes: 125.

Esta será a última oportunidade para os atletas obterem vagas para o Campeonato Brasileiro da modalidade, que acontecerá no fim de setembro, também no CT Paralímpico. O Brasileiro reunirá os melhores atletas do ano por Índice Técnico Competitivo (ITC) e os melhores do ranking nacional.

A segunda nacional tem a presença confirmada dos atletas que participaram das etapas de Paris e Berlim do Grand Prix da modalidade – competição organizada pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês). O paraibano Petrucio Ferreira, da classe T47, recordista mundial dos 100m e 200m, e a santista Elizabeth Gomes (F52), que bateu os recordes mundiais das provas de arremesso de peso, lançamento de disco e dardo nas últimas competições.

"Os atletas que ainda não conquistaram as marcas para o Brasileiro virão com esse objetivo. Já a equipe que participou da etapa de Berlim do Grand Prix enfrentou fortes ventos lá e alguns por conta disso não alcançaram suas melhores marcas e podem batê-las aqui na segunda nacional", comentou Ricardo Melo, coordenador-técnico do atletismo.

O Circuito Loterias Caixa ainda contempla disputas de esgrima em cadeira de rodas, halterofilismo e natação. A segunda etapa nacional de natação acontecerá nos dias 18 e 19 de agosto. Em outubro, acontecerão os Campeonatos Brasileiros das três modalidades.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir a segunda etapa nacional do Circuito Loterias Caixa de atletismo não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigir-se à sala de imprensa da arena para identificação.

O Circuito
O Circuito Loterias Caixa é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação e esgrima em cadeira de rodas. Composto por quatro fases regionais e duas nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país. Em 2018, as disputas das fases nacionais serão separadas por modalidade - haverá ainda um Campeonato Brasileiro de cada esporte.

Patrocínios
O paratletismo tem patrocínio da Braskem.

Serviço
Data: 4 e 5 de agosto
Cidade: São Paulo (SP)
Local: CT Paralímpico Brasileiro, em São Paulo - Rodovia dos Imigrantes, km 11,5 (ao lado do São Paulo Expo)

Fonte: cpb.org.br

Semifinais do Regional Nordeste de futebol de 5 acontecem neste sábado, 28

Foto: Tadeu Casqueira/CBDV
Semifinais do Regional Nordeste de futebol de 5 acontecem neste sábado, 28
Legenda: Paulo comemora o gol que decretou a vitória da UBC-BA.

O Nordeste de futebol de 5 chega ao penúltimo dia com quatro equipes na disputa do título. Após as quartas de finais realizadas nesta sexta-feira, 27, no ginásio Osvaldo do Flamengo, em Petrolina/PE, ICB-BA, UBC-BA, CEDEMAC-MA e APADEVI-PB seguem sonhando com o título da maior etapa regional do país.

ICB-BA e ADESUL-CE voltaram a se enfrentar na competição. No primeiro duelo entre as equipes, vitória baiana por 5 a 0. Em novo encontro, o atual campeão não deu chances para os cearenses e aplicaram nova goleada, dessa vez por 4 a 0, gols de Jefinho (2) e Cássio (2).

O adversário dos baianos na semifinal será a APADEVI-PB. O time de Campina Grande venceu o clássico estadual contra a APACE-PB por 3 a 2, gols de Jonatan (2) e Quintero - Juan Oviedo fez os dois da equipe de João Pessoa -, e segue na briga pelo título regional.

A outra semifinal será entre UBC-BA x CEDEMAC-MA O time de Feira de Santana encarou a ESCEMA-MA na disputa da vaga e venceu por 3 a 0. Os gols da vitória foram marcados por Brayan Lopez, Juan Santacruz e Paulo. Já o CEDEMAC-MA jogou contra a ADVP-PE e venceu os donos da casa por 3 a 1. Jardiel (2) e Costela marcaram para o vice-campeão brasileiro, enquanto David Peralta descontou para os donos da casa.

As semifinais do Regional Nordeste de futebol de 5 acontecem neste sábado, 28, a partir das 14h, com o duelo entre ICB-BA x -PB. E às 15h30, UBC-BA x CEDEMAC-MA se enfrentam. Os jogos da competição são transmitidos ao vivo em nossas rádios parceiras. Confira:


Serviço
Regional Nordeste de Futebol de 5 2018
Data: 24 a 29 de julho de 2018
Horário: 14h às 15h30 (28/7) e 7h30h às 9h30 (29/7)
Local: Ginásio Osvaldo do Flamengo
Endereço: Rua Projetada, S/N, Centro - Petrolina/PE
(próximo à Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF)

Confira a tabela completa: https://bit.ly/2msEDJh

Fonte: cbdv.org.br