sábado, 27 de outubro de 2018

Intérpretes de Libras da rede pública do RJ estão sem salários há pelo menos 3 meses - Veja o vídeo

Pais de alunos surdos cobram a presença do profissional em sala de aula diante do prejuízo na compreensão das aulas. Secretaria de Educação disse que vai pagar os salários em 1º de novembro.

Por Priscila Chagas, Bom Dia Rio

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Atraso do salário de intérprete de libras prejudica alunos com deficiência auditiva

Intérpretes de Libras, a língua brasileira de sinais, estão sem receber há pelo menos três meses na rede estadual do Rio de Janeiro. Eles não têm nem dinheiro para ir trabalhar. O resultado disso é que alunos com deficiência auditiva estão com o ensino prejudicado na sala de aula.

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“Meu filho é surdo e necessita de intérprete em sala de aula. Ele já está no terceiro ano, quase se formando, e a falta de intérprete vai prejudicar ainda mais”, disse a mãe de um aluno.

“Minha filha, e todos os demais alunos surdos, dependem do profissional de Libras para que possa aprender. E é injusto que eles sejam privados de um direito que foi garantido a eles através da nossa constituição”, reclamou outra mãe.

Os intérpretes disseram que desde que os atrasos começaram, em alguns casos desde junho, eles já entraram em contato com a Secretaria de Educação várias vezes, mas não recebem sequer um prazo previsto para normalização dos pagamentos.

“Nós não temos estrutura financeira, psicológica, estrutura física. Porque a gente está cansado de lutar por uma coisa que a gente já está assim desanimado. Então, eu peço socorro”, disse um intérprete de Libras que não quis se identificar.

Procurada pela reportagem, a Secretaria de Educação disse que os salários serão pagos no dia 1º de novembro.

Fonte: g1.globo.com

Conheça a história de superação do carateca Cláudio Henrique, que nasceu com paralisia cerebral - Veja o vídeo

Claudinho, como é conhecido pelos amigos em Montes Claros, precisa da cadeira de rodas para se locomover e tem limitações, mas é um dos alunos mais aplicados nas aulas

Por GloboEsporte.com

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Não restam dúvidas do poder de transformação do esporte na vida das pessoas. Em todos os cantos, estamos sempre rodeados de bons exemplos que fazem a gente levantar da cama, ganhar aquele ânimo extra, espantar a preguiça e escolher uma prática esportiva que mais adeque com o que buscamos para o nosso dia a dia. Mas se você ainda tem dúvidas do poder do esporte, apresentamos a história de superação do Cláudio Henrique, de 27 anos.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Claudinho, como é conhecido pelos amigos, nasceu com paralisia cerebral, por isso precisa da cadeira de rodas para se locomover e tem limitações na fala e nos movimentos dos membros superiores. Porém, quem vê o Claudinho no dia a dia sabe que a deficiência não impediu sua dedicação aos esportes; ele é carateca há dois anos.

O Claudinho é um atleta, sempre praticou vários esportes. Ele já fazia jiu-jítsu quando conheceu o caratê. Para ele, que tem sua limitação física, o caratê é um desafio e ele trata como algo de superação. A limitação física não impede que ele pratique os movimentos do caratê, que são aeróbicos. Então, a gente faz a adaptação com a cadeira; as rodas se tornaram as pernas. Todos os movimentos de ir e voltar, ele faz naturalmente, a cognição dele é totalmente normal -, explica o professor do Claudinho, o sensei Marco Aurélio.

Marco Aurélio ministra aulas para turma de projeto social — Foto: Ricardo Guimarães/GE
Marco Aurélio ministra aulas para turma de projeto social — Foto: Ricardo Guimarães/GE

Assim como os demais alunos, Claudinho segue à risca toda a disciplina do esporte e, de ouvidos atentos, busca manter o ritmo de movimentos instruídos durante as aulas; ele pratica a modalidade kata, um conjunto de movimentos de ataque e defesa. Após dois anos no esporte, ele não se vê fazendo outra coisa.

O caratê para mim foi superação de vida. Era meu sonho. Meu pai era carateca e eu o via treinando, e queria fazer. Mas dentro de mim tinha medo de machucar. Comecei a fazer e tive de superar meu medo. Estou ai, lutando, batalhando, de pouquinho a pouquinho.

Inclusão e exemplo

A rotina de treinos do Cláudio Henrique inclui aulas durante a semana no dojô coordenado por Marco Aurélio e ainda, aos sábados, em um projeto social, o Doadoria, que busca ajudar pessoas carentes da cidade através de diversas ações, incluindo o esporte. Independente do local das aulas, Claudinho é referência de aluno, como explica Marco Aurélio.

O exemplo que ele passa, ele mesmo fala: “sensei, eu quero participar do projeto, para mostrar para eles que eu posso fazer isso”. Ele passa muita disciplina, dedicação, não reclama dos treinamentos. Isso para eles [os demais alunos], serve como exemplo.

Toda a dedicação do aluno despertou a vontade dos professores em iniciarem uma segunda etapa de treinos, onde Claudinho passa a ganhar ainda mais condições de iniciar sua vida como paratleta.

Estamos trabalhando com ele para que no próximo ano possa competir como paratleta. O trabalho é diferenciado, já que ele tem que fazer os movimentos que a gente faz normalmente adaptado na cadeira de rodas -, diz Marco Aurélio.

Durante as aulas, concentração do Cláudio chama atenção e serve de exemplo — Foto: Ricardo Guimarães/GE
Durante as aulas, concentração do Cláudio chama atenção e serve de exemplo — Foto: Ricardo Guimarães/GE

Benefícios


Com movimentos alongados e concentração redobrada, o caratê tem ajudado o Claudinho é ganhar ainda mais autonomia e confiança.

Cada dia que ele supera o treino é uma vitória para ele. O caratê é muita concentração e o nosso corpo é comandado pelo cérebro. Quando você começa a fazer os movimentos complexos do caratê, isso vai estimulando a musculatura, que melhora a amplitude do movimento, deixa a percepção mais aguçada e oferece grande benefício para a parte física.

Tem pessoas que tem a mesma deficiência e está parado em uma cama, em uma cadeira. Eu gosto de tudo no caratê. Sinto-me ótimo fisicamente. Antes eu não conseguia passar da cadeira para o tatame e hoje consigo sozinho. Estou mais forte e confiante. Antigamente não fazia coisas que hoje faço -, afirma Claudinho.

E o recado final, para quem ainda está com dúvidas sobre o esporte:

É bom. Vai e começa, porque vai mudar a sua vida. O caratê é uma mudança de vida.

Movimentos complexos do caratê ajudam na maior autonomia e ganho de força — Foto: Ricardo Guimarães/GE
Movimentos complexos do caratê ajudam na maior autonomia e ganho de força — Foto: Ricardo Guimarães/GE


Sábado tem feira orgânica e 'gastronomia afetiva' no Mercadinho do Brasília

Música ao vivo e massagens com equipe do Instituto de Promoção das Pessoas Com Deficiência Visual fazem parte da programação; confira.

Telmo Ximenes/Divulgação
Sábado tem feira orgânica e 'gastronomia afetiva' no Mercadinho do Brasília

Por G1 DF

Neste sábado (27), o Mercadinho do Brasília comemora a 68ª edição. Das 9h às 16h, as bancas com hortifrutis recém colhidos e orgânicos, temperos e comida afetiva – como definem os chefes de cozinha – estarão abertas ao público na área externa do shopping, no começo da Asa Norte.

Como é característica do evento, tudo que é comercializado é prodizido no Distrito Federal. Às 11h, a chef Thaíza Pacheco vai ensinar a fazer uma fritatta de cogumelos, com açafrão e batatas que é servida com salada de brotos e baby leafs. A oficina de culinária é gratuita.

Taíza, que trabalhou em restaurantes badalados da capital até abrir o próprio negócio, é uma das adeptas da chamada culinária afetiva. “Gastronomia e viagens são duas paixões que me guiam. Talvez por isso, a minha culinária seja cheia de referências brasileiras e de outras partes do mundo”, observa a chef que garante colocar muito afeto no cardápio.

Alimentos produzidos no Distrito Federal são vendidos no Mercadinho — Foto: Telmo Ximenes/Divulgação
Alimentos produzidos no Distrito Federal são vendidos no Mercadinho — Foto: Telmo Ximenes/Divulgação

Música e massagem

Quem anima o Mercadinho neste sábado, a partir do meio-dia, é o Duo Continuum, formado pelo piano de Iara Gomes e o baixo elétrico de Lucas Fernandes. No repertório, composições de músicos como Toninho Horta, Johnny Alf, Dori Caymmi e Arismar do Espírito Santo.

A dupla também promete standards do jazz e composições autorais, que transitam entre o jazz e a música brasileira.

Para quem gosta de massagem, os massoterapeutas do grupo Sem Estresse estarão no local das 9h às 16h. A equipe é vinculada ao Instituto de Promoção das Pessoas Com Deficiência Visual (IPPCDV). A sessão de massagem, que dura entre 15 a 20 minutos, custa R$ 16.

Programe-se:

Sábado, 27 de outubro, dsa 9h às 16h

  • Feirinha orgânica/vegana/natural
  • Massagens com massoterapeutas do grupo Sem Estresse
  • 11h: Oficina Gastronômica com chef Thaíza Pacheco - Fritatta de Cogumelos, Açafrão e Batatas com Salada de Brotos e Baby Leafs
  • 12h: Show com Duo Continuum
  • Local: Área externa do Brasília Shopping – em frente à entrada principal (W3 Norte)
  • Entrada livre e gratuita
  • Informações: 2109-2122 ou pelo site


Fonte: g1.globo.com

Neymar participa de campanha de acesso à escola para pessoas com deficiência - Veja o vídeo

Em vídeo promocional, craque do PSG e da seleção brasileira aprende a fazer origami, passos de dança, linguagem de sinais e técnicas de relaxamento

Por GloboEsporte.com — Rio de Janeiro

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NEYMAR participa de campanha de acesso à escola para crianças com deficiência

O atacante Neymar lançou nesta sexta-feira uma campanha de conscientização sobre o acesso à escola para crianças com deficiência. O jogador tornou-se embaixador mundial da Teacher Kids, primeira escola virtual onde os professores são pessoas com deficiência.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Como embaixador da ONG HI, Neymar queria apoiar a causa tornando-se seu primeiro aluno. O jogador de futebol, que tem 103 milhões de seguidores no Instagram, aprendeu com as crianças as seguintes habilidades: origami, linguagem de sinais, passos de dança e técnicas de relaxamento para crianças com Síndrome de Down. Tudo pode ser visto no vídeo acima.

Na peça promocional, o jogador vai aprendendo com as crianças e encerra o vídeo afirmando:

Se eles podem ensinar, eles podem aprender - diz o atacante no comercial.

A ONG HI é uma organização internacional de ajuda independente, que tem trabalhado em situações de probeza e exclusão, conflinto e desastre. Fundada em 1982, o HI presta assistência a pessoas com deficiência e outros grupos vulneráveis.

Convocado nesta sexta-feira pelo técnico Tite para os dois últimos amistosos da seleção brasileira em 2018, Neymar voltará a campo neste domingo para o duelo entre o Paris Saint-Germain e o Olympique de Marselha, pelo Campeonato Francês. Atualmente, o PSG lidera a competição, com 30 pontos, oito a mais do que o vice-líder Nice.

Teleton 2018



Brasil

Meus Amigos, por mais um ano, pedirei a ajuda de vocês. Nos dia 9 e 10 de novembro (sexta e sábado), teremos mais o Teleton, maratona televisiva do SBT para ajudar a AACD. A Associação de Assistência à Criança com Deficiência é a maior instituição que mantém tratamentos para pessoas com deficiência no Brasil e foi aonde eu descobri a minha paralisia cerebral.

São 10 unidades no Brasil todo e que precisam ser mantidas com doações. É por isso que peço a ajuda de vocês.

Doações:

Por telefone fixos ou pós-pagos
0500 12345 05 para doar R$ 5
0500 12345 20 para doar R$ 20
0500 12345 40 para doar R$ 40

R$ 0,39 por minuto, chamadas terminais fixos + impostos
R$ 0,71 por minuto, chamadas terminais móveis + impostos

Por telefone fixo e pré-pago

0800 770 1231 para doar qualquer valor

Por SMS: Envie uma mensagem de texto para 28127 com a letra T
Por Whatsapp: É só salvar o número (11) 99539-8118 nos contatos do telefone, enviar uma mensagem com a letra “T” e seguir as instruções.

Pelo site e Mobile: www.teleton.org.br
Para ganhar os mascotes do Teleton:
Tonzinho ou Nina – R$100,00
Tonzinho + Nina – R$170,00
As doações já podem ser feitas e são aceitos qualquer valor. Elas também podem ser feitas do exterior. Agradeço, em nome de todos os pacientes da AACD, a colaboração de vocês.


English:

My friends, for another year, I will ask for your help. On November 9 and 10 (Friday and Saturday), we will have more Teleton, SBT television marathon to help AACD. The Association for Assistance to Children with Disabilities is the largest institution that maintains treatments for people with disabilities in Brazil and it is where I discovered my cerebral palsy.

There are 10 units in Brazil all that need to be kept with donations. That's why I ask for your help.

Donations:
By landline or post-paid

0500 12345 05 to donate R $ 5
0500 12345 20 to donate R $ 20
0500 12345 40 to donate R $ 40

R $ 0.39 per minute, called fixed terminals + taxes

R $ 0.71 per minute, called mobile terminals + taxes

By landline and prepaid phone

0800 770 1231 to donate any amount
By SMS: Send a text message to 28127 with the letter T

By Whatsapp: Just save the number (11) 99539-8118 in your phone contacts, send a message with the letter "T" and follow the instructions.

By site and Mobile: www.teleton.org.br

To win the Teleton mascots:

Tonzinho or Nina - R $ 100,00

Tonzinho + Nina - R $ 170,00

Donations can already be made and any value is accepted. They can also be made from the outside. Thank you, on behalf of all AACD patients, for your cooperation.


German:

Meine Freunde, für ein weiteres Jahr werde ich um Ihre Hilfe bitten. Am 9. und 10. November (Freitag und Samstag) werden wir mehr Teleton, SBT Fernsehmarathon haben, um AACD zu helfen. Die Vereinigung für die Unterstützung von Kindern mit Behinderungen ist die größte Einrichtung, die Behandlungen für Menschen mit Behinderungen in Brasilien unterhält, und dort entdeckte ich meine Zerebralparese.

Es gibt 10 Einheiten in Brasilien, die alle mit Spenden aufbewahrt werden müssen. Deshalb bitte ich um Ihre Hilfe.

Spenden:
Per Festnetz oder Post-Paid

0500 12345 05 zu spenden R $ 5
0500 12345 20 spenden R $ 20
0500 12345 40 zu spenden R $ 40

R $ 0,39 pro Minute, genannt Festnetzanschlüsse + Steuern

R $ 0,71 pro Minute, genannt mobile Endgeräte + Steuern

Über Festnetz und Prepaid-Telefon

0800 770 1231 zu spenden
Per SMS: Senden Sie eine SMS mit dem Buchstaben T an 28127

WhatsApp: Speichern Sie einfach die Nummer (11) 99539-8118 in Ihren Telefonkontakten, senden Sie eine Nachricht mit dem Buchstaben "T" und folgen Sie den Anweisungen.

Nach Standort und Mobil: www.teleton.org.br

Um die Teleton-Maskottchen zu gewinnen:

Tonzinho oder Nina - R $ 100,00

Tonzinho + Nina - R $ 170,00


Spenden können bereits getätigt werden und jeder Wert wird akzeptiert. Sie können auch von außen hergestellt werden. Vielen Dank im Namen aller AACD-Patienten für Ihre Mitarbeit.

Russian:

Мои друзья, еще год, я попрошу о вашей помощи. 9 и 10 ноября (пятница и суббота) у нас будет больше телетона, телевизионного марафона SBT, чтобы помочь AACD. Ассоциация по оказанию помощи детям-инвалидам является крупнейшим учреждением, которое ведет лечение людей с ограниченными возможностями в Бразилии, и именно там я обнаружил свой церебральный паралич.

В Бразилии всего 10 единиц, которые нужно хранить с пожертвованиями. Вот почему я прошу вас о помощи.

Пожертвования:
По стационарной или постоплатной

0500 12345 05, чтобы пожертвовать R $ 5
0500 12345 20 пожертвовать R $ 20
0500 12345 40, чтобы пожертвовать R $ 40

R $ 0,39 в минуту, называемые фиксированными терминалами + налоги

R $ 0,71 в минуту, называемые мобильными терминалами + налоги

По стационарным и предоплаченным телефонам

0800 770 1231, чтобы пожертвовать любую сумму
По SMS: Отправьте текстовое сообщение на номер 28127 с буквой T

By Whatsapp: просто сохраните номер (11) 99539-8118 в своих телефонных контактах, отправьте сообщение с буквой «T» и следуйте инструкциям.

По сайту и мобильному: www.teleton.org.br

Чтобы выиграть талисманы Teleton:

Тонзиньо или Нина - R $ 100,00

Tonzinho + Nina - R $ 170,00

Пожертвования уже могут быть сделаны, и любая ценность будет принята. Они также могут быть сделаны извне. Благодарю вас, от имени всех пациентов AACD, за ваше сотрудничество.

Spanish:

Mis amigos, por un año más, le pediré la ayuda de ustedes. En los días 9 y 10 de noviembre (viernes y sábado), tendremos más el Teleton, maratón televisivo del SBT para ayudar a la AACD. La Asociación de Asistencia al Niño con discapacidad es la mayor institución que mantiene tratamientos para personas con discapacidad en Brasil y fue donde descubrí mi parálisis cerebral.

Son 10 unidades en Brasil todo y que necesitan ser mantenidas con donaciones. Es por eso que pido la ayuda de ustedes.

donaciones:
Por teléfono fijo o post-pago

0500 12345 05 para donar R $ 5
0500 12345 20 para donar R $ 20
0500 12345 40 para donar R $ 40

R $ 0,39 por minuto, llamadas terminales fijos + impuestos

R $ 0,71 por minuto, llamadas terminales móviles + impuestos

Por teléfono fijo y prepago

0800 770 1231 para donar cualquier valor
Por SMS: Envíe un mensaje de texto a 28127 con la letra T

Por Whatsapp: Sólo guardar el número (11) 99539-8118 en los contactos del teléfono, enviar un mensaje con la letra "T" y seguir las instrucciones.

Por el sitio y Mobile: www.teleton.org.br

Para ganar las mascotas del Teleton:

VENDO MUEBLES DE MADERA

VENDO MUEBLES DE MADERA

Las donaciones ya se pueden hacer y se aceptan cualquier valor. También se pueden hacer desde el exterior. Agradezco, en nombre de todos los pacientes de la AACD, la colaboración de ustedes.

French:

Mes amis, pour une autre année, je demanderai votre aide. Les 9 et 10 novembre (vendredi et samedi), nous aurons plus de marathon télévisé SBT de Teleton pour aider AACD. L’Association pour l’aide aux enfants handicapés est la plus grande institution qui dispense des traitements aux personnes handicapées au Brésil et c’est là que j’ai découvert ma paralysie cérébrale.

Il y a 10 unités au Brésil tout ce qui doit être gardé avec des dons. C'est pourquoi je demande votre aide.

Dons:
Par ligne fixe ou post-payé

0500 12345 05 pour faire un don de 5 R $
0500 12345 20 pour donner 20 R $
0500 12345 40 pour donner 40 R $

0,39 R $ par minute, appelés terminaux fixes + taxes

0,71 R $ par minute, appelés terminaux mobiles + taxes

Par téléphone fixe et téléphone prépayé

0800 770 1231 pour donner n'importe quel montant
Par SMS: envoyez un message texte au 28127 avec la lettre T

Par Whatsapp: Enregistrez simplement le numéro (11) 99539-8118 dans vos contacts téléphoniques, envoyez un message avec la lettre "T" et suivez les instructions.

Par site et mobile: www.teleton.org.br

Pour gagner les mascottes Teleton:

Tonzinho ou Nina - 100,00 R $

Tonzinho + Nina - R $ 170,00

Des dons peuvent déjà être faits et toute valeur est acceptée. Ils peuvent également être fabriqués de l'extérieur. Merci, au nom de tous les patients AACD, pour votre coopération.


Chinese:

我的朋友,再过一年,我会请求你的帮助。 11月9日和10日(周五和周六),我们将有更多的Teleton,SBT电视马拉松来帮助AACD。援助残疾儿童协会是巴西最大的残疾人治疗机构,也是我发现脑瘫的地方。

巴西有10个单位需要捐赠。这就是我请求你帮助的原因。

捐款:
通过固定电话或后付款

0500 12345 05捐赠R $ 5
0500 12345 20捐20雷亚尔
0500 12345 40捐赠R $ 40

每分钟R $ 0.39,称固定终端+税

每分钟R $ 0.71,称为移动终端+税

通过固定电话和预付费电话

0800 770 1231捐赠任何金额
通过短信:用字母T发送短信到28127

通过Whatsapp:只需在手机通讯录中保存号码(11)99539-8118,发送带有字母“T”的信息并按照说明操作。

通过网站和手机:www.teleton.org.br

赢得Teleton吉祥物:

Tonzinho或Nina - R $ 100,00

Tonzinho + Nina - R $ 170,00

捐款已经可以进行,任何价值都可以接受。它们也可以从外面制作。感谢您代表所有AACD患者的合作。

Piloto canadense que sofreu grave acidente na Fórmula Indy confirma paraplegia

Através das redes sociais, Robert Wickens mostra recuperação do acidente sofrido em Pocono no mês agosto. Ele está sem os movimentos nas duas pernas

Reprodução/Instagram
Piloto canadense que sofreu grave acidente na Fórmula Indy confirma paraplegia

Por GloboEsporte.com

O piloto canadense Robert Wickens confirmou nesta sexta-feira, através de suas redes sociais, que está paraplégico. Ele sofreu um grave acidente no GP de Pocono da Fórmula Indy em agosto, quando se chocou com o carro de Ryan Hunter-Reay, atingindo a cerca de proteção do circuito. O estado do piloto ainda era uma incógnita, apesar dos médicos terem confirmado que ele sofreu uma lesão na medula espinhal, além de diversas fraturas.

Clique AQUI para ver o vídeo


Fiz meu primeiro exercício como um paraplégico hoje. A parte superior do meu corpo está ficando mais forte a cada dia e espero que eu possa fazer isso sem ajuda em breve. Até agora, estou somente postando vídeos de pequenos movimentos nas minhas pernas, mas, na realidade, estou longe de conseguir andar por conta própria. Algumas pessoas ficaram um pouco confusas quanto à gravidade da minha lesão, então queria fazer com que vocês soubessem da realidade. Nunca trabalhei mais duro que isso por nada na vida. Há mais por vir, e estou dando tudo o que tenho para acender estes nervos na minha perna.

Como foi o acidente?

Em uma disputa com o norte-americano Ryan Hunter-Heay, o canadense Robert Wickens perdeu o controle e voou sobre o alambrado. Vários carros que vinham atrás, entre eles o do brasileiro Pietro Fittipaldi, também acabaram atingidos por destroços, e a direção de prova foi obrigada a acionar a bandeira vermelha na oitava volta.

Após a batida, o autódromo foi tomado pela tensão quando Wickens não respondeu à equipe pelo rádio. O piloto foi resgatado do cockpit já com o colar cervical. Removido para o centro médico, o competidor foi posteriormente levado de helicóptero para um hospital. Além de Wickens, que faz sua primeira temporada na categoria, outros quatro pilotos foram atendidos no centro médico. Um deles foi Pietro Fittipaldi, também estreante, que sofreu uma pancada no tornozelo direito.

Acidente de Robert Wickens paralisou prova em Pocono — Foto: Reprodução/IndyCar
Acidente de Robert Wickens paralisou prova em Pocono — Foto: Reprodução/IndyCar

Se todos olhassem para os pacientes de Artrite Reumatoide com mais carinho e atenção e não com preconceito, nossas vidas seriam um pouco melhor


por Priscila Torres*

Em junho de 2012 depois de andar meses por vários médicos e parar diversas vezes no pronto socorro com dores insuportáveis, pés e mãos super inchados. Fui encaminhada a um reumatologista, que depois de solicitar alguns exames me deu os diagnósticos de Artrite Reumatoide, desde então venho fazendo tratamento com vários remédios tem 27 anos e há 3 anos tenho AR.

No início foi bem difícil pra mim, pois as dores eram tão forte que tinha dias que eu nem andava, e como estava no último período da faculdade, tive muita dificuldade pra concluir, tive depressão, porque tudo era algo sem sentido pra mim que sempre tive uma vida normal e tinhas muitos sonhos, e com a AR ficava muito limitada. Mas com muita fé em Deus venho buscando forças para não desistir e deixar a AR me vencer.

Quais eram os seus sinais e sintomas? o que você sentia?

Dores insuportáveis nas mãos, pés, ombros e joelhos. E quase sempre inchados e roxos.

Você sofreu algum tipo de preconceito?

Sim, muitas vezes, por parentes, no trabalho e colegas de faculdades. Todos acham que pelo fato de eu ser tão nova, e aparentemente não ter nada, não poderia sentir as dores que sentia todos os dias, como quase todos falam…”Você é tão nova pra ter uma doença de velho.”

Dos primeiros sintomas até chegar o diagnóstico, quanto tempo demorou?

Uns 5 meses

Qual foi a especialidade do primeiro médico que você passou? e do médico que fechou o seu diagnostico?

Depois de passar por um especialista de mão, ele me encaminhou a um reumatologista, que depois de alguns exames me diagnosticou com AR.

Quais foram os exames que ajudaram a fechar o seu diagnóstico?

Vários exames de sangue, que não sei especificar agora, e exames nos meus pés, mãos e áreas com inchaços.

Qual foi o seu primeiro tratamento medicamentoso?

As medicações usadas no começo da AR foram: Omeprazol, Prednizona ,Metotrexato, Reuquinol, Naproxeno, Ácido fólico.

Como é o seu tratamento hoje?

Hoje faço uso de Omeprazol, Prednizona, Metotrexato, Reuquinol, Naproxeno, Ácido fólico, Humira, Cálcio.

Você sofreu o sofre com efeitos colaterais dos medicamentos? como convive com isso? Alguma dica? Como é seu dia a dia com os remédios?

Sim, muitas… Queda de cabelos, unhas fechadas, pele ressecadas, as vezes vômitos e tonturas, dores forte no estômago, imunidade baixa, perda de apetite.

O que passou pela sua cabeça, quando o médico falou “você tem a doença”?

Que com o tempo eu iria ficar dependente e limitada a muitas coisas.

A doença de alguma forma mudou a sua vida? se mudou, conte­-nos, o que mudou e Como mudou?

Sim mudou, hoje já não tenho ânimo pra festas, lugares que envolva qualquer tipo de agitação. Troco tudo por calmaria e descanso.

O que você fazia antes da doença e hoje não faz mais?

Trabalhar, atividades domésticas, esportes. Principalmente brincar com meus cachorros.

Você tem alguma dica de como ter mais qualidade de vida para compartilhar com outros pacientes? Qual é?

Caminhadas e comidas saudáveis.

Se você pudesse melhorar alguma coisa no tratamento da sua doença no Brasil, o que mudaria?

Que todos os remédios do tratamento fosse distribuídos pelo SUS pois tem uns bem caros, poderia ter mais atividades de graças para paciente de AR.

Quer falar mais alguma coisa?

Se todos olhassem para os pacientes de Artrite Reumatoide com mais carinho e atenção e não com preconceito, nossas vidas seriam um pouco melhor.

Deixe uma frase de incentivo, apoio:

Deus não nos dar mais do que podemos suportar, mas sei bem os dias de crises, entao não podemos desistir.

Sou a Meyre Martins, tenho 27 anos e há 3, convivo com Artrite Reumatoide, sou Industriária afastada do trabalho e moro em Manaús/Amazonas.

Priscila Torres*
Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

Em Portugal; Nem escola, nem centro ocupacional: pessoas com deficiência num beco sem saída


Pedro Teixeira tem 95% de incapacidade atribuída por uma junta médica. A sua idade mental ronda os três anos, mas fez os 18 em janeiro. Por isso, este ano letivo não pode voltar à escola. Também ainda não tem lugar num Centro de Atividades Ocupacionais (CAO). Está em casa.

É um mundo adaptado. Há rampas, elevadores, computadores, uma piscina com esponjas, uma sala para trabalhos manuais, um ginásio, um dormitório, uma sala repleta de texturas, luzes, sons e água para terapia sensorial. "É como um filme de ficção científica." Inês Rebelo, irmã do Pedro, recorda o dia 10 de maio, quando acompanhou a mãe na ida à CERCI dos Olivais para conhecerem a instituição em que o irmão estava inscrito.

Eram nove pessoas. Quatro famílias. Começaram na sala de convívio e foram conduzidos pelo edifício enquanto lhes era explicado o funcionamento da instituição e o processo de entrada. Os pais faziam muitas perguntas. A maioridade ainda não tinha chegado para todos os candidatos, mas o prazo estava a expirar.

Durante a visita foram informados de que a lista de espera era longa e que podia passar muito tempo até conseguirem que os filhos pudessem ter um lugar ali. "É como mostrarem-te um chocolate com muito bom aspeto e depois tirarem-to", explica a mãe de Pedro, Paula Rebelo.

Pedro Teixeira fez 18 anos a 27 janeiro. Já não pode frequentar mais a turma de multideficiência da escola básica Fernando Pessoa, nos Olivais, em Lisboa, onde esteve nos últimos cinco anos. Também não pode seguir formação profissional porque o síndrome de Prader-Willi e a translocação entre dois cromossomas desconhecida no mundo inteiro fazem dele um rapaz de três anos preso num corpo de um adolescente.

Está no limbo. Aguarda um lugar numa das sete instituições em que está inscrito. Ele acredita que vai para uma escola nova. No supermercado, pede lápis de cor, canetas e cadernos. A família explica-lhe que não vai poder voltar para a escola. Ele insiste. Eles insistem.

A lei existe, mas não assegura o futuro

No ano letivo 2016/2017 havia 87.039 alunos com necessidades especiais inscritos nas escolas portuguesas, mais 7% do que no ano anterior, segundo os dados da Direção Geral de Estatística da Educação e da Ciência. Destes, 2.156 frequentaram unidades de apoio especializado para alunos com multideficiência, tal como Pedro.

"Cada ano [letivo] que passa é pior, porque há cada vez mais gente com 18 anos que sai do sistema educativo sem uma resposta", conta Rogério Cação, vice-presidente da FENACERCI, Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social e ex-professor de educação especial.

"Enquanto o sistema não for alterado, nós não temos resposta. E qualquer vaga que se crie por desistência ou falecimento é imediatamente preenchida", continua.

Pedro Teixeira cumpre todos os requisitos para integrar um Centro de Atividades Ocupacionais (CAO). "As atividades ocupacionais destinam-se a pessoas com deficiência grave, com idade igual ou superior a 16 anos, cujas capacidades não permitam, temporária ou permanentemente, o exercício de uma atividade produtiva", pode ler-se no artigo 4.º do decreto de lei n.º 18/89.

E há pelo menos três anos que a família "manifesta o desejo de que o seu educando faça a integração num Centro de Atividades Ocupacionais perto da sua área de residência." O desejo está expresso no Plano Individual de Transição (PIT) de Pedro - um contrato entre a escola, a família e instituições onde está registado o percurso escolar do aluno e que pretende delinear uma estratégia para o futuro do mesmo.

O futuro foi planeado. Paula conta que na escola sempre a descansaram dizendo que haveria uma vaga para o filho Pedro. Mas as inscrições nas instituições tardaram. Só em fevereiro deste ano receberam em casa uma carta a dizer que Pedro estava pré-escrito em sete instituições. A mãe pediu uma reunião à educadora social que estava a tomar conta do caso, que até à data não conhecia. No encontro, disseram-lhe que o processo estava a seguir o seu caminho.

Dois meses depois foi convidada a visitar a CERCI. Desde então não foi contactada por mais nenhuma das instituições. Na escola, não chegou a conhecer a psicóloga que assina o PIT de Pedro, nunca lhe marcaram uma reunião para a atualizar o processo - Paula é que foi pedindo para se reunir - e desde julho que deixou de poder contar com a ajuda das pessoas que estavam a acompanhar o caso, porque o filho cumpriu a escolaridade obrigatória, apenas à face da lei.

"A escola inclusiva é uma conquista inatacável, mas obviamente a escola não tem condições para trabalhar o pormenor que é preciso para promover as respostas para as situações sociais ou para as vivências familiares e comunitárias", aponta o professor Rogério Cação.

O DN tentou, sem sucesso, falar com o departamento de educação especial da escola Fernando Pessoa, que Pedro frequentava, para tentar perceber o que é que falhou na concretização do PIT do aluno.

A importância da escola

Na escola, Pedro tinha aulas de desenho, de dança, de música, de educação física adaptada e ia para a papelaria ajudar no atendimento ou para a biblioteca arrumar livros. Passou de ano sempre com boas notas, "porque conseguiu sempre fazer o que esperavam dele e às vezes melhor", conta a mãe.

Estava numa turma com 14 alunos apoiados por duas professoras. Tinha uma boa relação com os colegas, com os funcionários e com as docentes. De segunda a sexta-feira acordava antes do despertador tocar com o entusiasmo de ir para a escola.

As férias, e até os fins de semana, foram sempre tempos mais complicados para a família. Em casa, Pedro não gasta a mesma energia, fica muito irrequieto porque não consegue concentrar-se tão bem como na escola e tem tendência para comer demasiado. Uma das manifestações da sua doença é precisamente nunca se sentir saciado, o que o faz ter excesso de peso. Embora a comida esteja protegida por trancas, Pedro já aprendeu como chegar aos alimentos. Desde que terminaram as aulas já aumentou quatro quilos, o que é um risco grave para a sua saúde.

"Aumenta muito a tensão em casa, porque ele precisa de 100% de supervisão. A minha mãe não pode trabalhar e temos de pagar a uma pessoa para ajudar com ele. Mas o que me custa mais é vê-lo deixar de ter acesso às poucas coisas de que gosta e que pode fazer", lamenta a irmã.

Rogério Cação consegue perceber o problema. "Se o jovem não tem um enquadramento, sobra para a família. E muitas vezes a família acaba por se autodestruir."

"Pais que estão a envelhecer, ou estão envelhecidos precocemente por causa dos problemas, muitas vezes já não têm sequer força para fazer uma mobilização do jovem na cama. Veem-se aflitos, porque não conseguem sair com eles [filhos]. É importante terem alguém ou uma instituição que lhes dê algum conforto no presente e no futuro", acrescenta.

Paula está a lutar contra uma depressão há três anos. Não saber o que vai acontecer ao filho não lhe dá descanso. Tem 57 anos, está separada do pai do Pedro, e pensa muito na vida do filho quando ela já não tiver capacidade para lhe dar a assistência de que precisa.

Repensar o sistema

"A solução está na mudança; criar vagas é um paliativo. Essa mudança tem de ser feita com muita velocidade, mas como as mudanças políticas levam normalmente muito tempo a maturar, têm de ser tomadas medidas transitórias mais imediatas", diz Rogério Cação.

Em 2014, a FENACERCI avançou com uma proposta de alteração da lei para criar um nível intermédio entre a saída da escola e a entrada no CAO. Neste compasso ganhava-se tempo para adotar uma medida permanente, que poderia passar pela integração de um CAO ou de uma profissão acompanhada para os mais autónomos.

Segundo esta ideia, depois dos 18 anos, os jovens integrariam, durante dois anos, uma unidade de "capacitação para a inclusão", onde se pretendia que reforçassem competências sociais, com a colaboração das estruturas que desenvolvem o apoio ocupacional.

"Aquilo que nós propomos é que o apoio ocupacional possa ser entendido em vários níveis, porque hoje é onde vai parar toda a gente. E muitos dos jovens nem sequer têm perfil para apoio ocupacional, mas não há outra resposta", defendeu o vice-diretor da FENACERCI.

O DN começou a entrar em contacto com o Ministério do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social há 13 dias e com o Ministério da Educação há 5 dias para obter dados relativos a estas situações e tentar saber quais são as medidas que são tomadas para as resolver, mas não obteve resposta até à data de publicação deste artigo.

VI Congresso Paradesportivo acontecerá pela primeira vez no CT Paralímpico

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Por CPB

O VI Congresso Paradesportivo Internacional chega a sua sexta edição e será realizado pela primeira vez no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, entre os dias 1º e 4 de novembro de 2018. O evento registra mais de 1.100 inscritos, de oito países: Brasil, Botsuana, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos e Paraguai.

Com o objetivo de trocar experiências e conhecimentos em prol do desporto paralímpico, pesquisadores, doutores, mestres e estudantes de Educação Física terão a oportunidade de participar das mais de 29 atrações durante seus quatro dias de realização. As atividades estão divididas entre minicursos, mesas redondas e conferências, além de 258 trabalhos inscritos por participantes - 107 projetos a mais que a última edição, realizada em Belo Horizonte, em 2016.

Considerado um dos maiores eventos mundiais do paradesporto, referência de atualização e inovações científicas e tecnológicas no esporte paralímpico, o Congresso Paradesportivo Internacional acontece a cada dois anos e é organizado pela Academia Paralímpica Brasileira (APB), braço educativo do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), desde 2010.

“A valorização de todas as profissões se faz pelo fortalecimento e pela troca permanente de experiências. A realização do VI Congresso Paradesportivo Internacional proporcionará o encontro de uma gama de profissionais renomados de diversas áreas do conhecimento para discutir e compartilhar suas experiências científicas sobre o esporte paralímpico”, disse Ivaldo Brandão, segundo vice-presidente do CPB e responsável pela Academia Paralímpica Brasileira.

Para conferir a programação completa, acesse o site oficial do Congresso: http://www.cpb.org.br/congressoparadesportivo/

Fonte: cpb.org.br