sábado, 12 de janeiro de 2019

Proposta padroniza nomenclatura de pessoas com deficiência na Constituição

Imagem: amages.org.br
Imagem relacionada

por Câmara dos Deputados

Reportagem – Lara Haje - Edição – Pierre Triboli

A Câmara dos Deputados analisa proposta que altera a Constituição para padronizar a denominação de pessoas com deficiência. Diversos dispositivos constitucionais as tratam como “pessoas portadoras de deficiência”, enquanto a nomenclatura adequada atualmente é “pessoas com deficiência”.

A medida consta na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 427/18, apresentada pela deputada Rejane Dias (PT-PI). “A alteração constitucional, embora aparentemente simples e de cunho apenas estético, traz consigo uma verdadeira mudança de paradigmas e de valorização desse importante segmento social”, diz a deputada.

A parlamentar destaca que a nomenclatura foi adotada na Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, assinada em Nova York em 30 de março de 2007 e promulgada no Brasil pelo Decreto Presidencial 6.949/09.

“Em que pese o referido tratado internacional possuir status de emenda à Constituição Federal, em diversos artigos na Carta Magna de 1988 ainda permanece a nomenclatura ‘pessoas portadoras de deficiência’, em vez ‘pessoas com deficiência’”, completou Rejane.

Tramitação
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) quanto à admissibilidade. Se aprovada, será examinada por uma comissão especial criada especialmente para essa finalidade. Em seguida, será votada em dois turnos pelo Plenário.

Saiba mais sobre a tramitação de PECs

Íntegra da proposta:

PEC-427/2018

Estado atrasa repasse de remédio para tratar menino com doença rara em São José do Rio Pardo -- Veja o vídeo

João Pedro, de 7 anos, precisa de doses que custam R$ 50 mil por mês. Advogado da família executou multa de R$ 500 por dia para que fornecimento seja regularizado pelo governo.

Por EPTV2

Resultado de imagem para Tratamento de menino com doença é interrompido por falta de remédio em Rio Pardo
Tratamento de menino com doença é interrompido por falta de remédio em Rio Pardo

Com uma doença rara, um menino de 7 anos de São José do Rio Pardo (SP) espera há mais de dois meses por um medicamento fornecido pelo governo do estado por determinação da Justiça. Cada dose custa cerca de R$ 12 mil e a criança precisa de quatro por mês.

Clique AQUI para ver o vídeo

Segundo a Coordenadoria Estadual de Assistência Farmacêutica, o remédio já foi comprado e aguarda a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O órgão, no entanto, diz que para saber se o remédio foi realmente comprado e onde ele estaria retido, é preciso que o estado forneça os dados da compra, o que ainda não foi feito.

João Pedro convive com a doença rara há dois anos em São José do Rio Pardo — Foto: Ely Venâncio/EPTV
João Pedro convive com a doença rara há dois anos em São José do Rio Pardo — Foto: Ely Venâncio/EPTV

Shua e medicamento

O pequeno João Pedro convive com a Síndrome Hemolítica Urêmica Atipica (Shua) há dois anos. Ele teve uma anemia muito forte com urina escure com sangue.

A doença arrasa a camada interna dos vasos sanguíneos e acaba afetando vários órgãos, principalmente os rins.

Também podem ocorrer complicações neurológicas, gastrointestinais e cardíacas. A maioria dos pacientes chega ao hospital com anemia grave e insuficiência renal. Ele chegou a ficar internado dois meses, fez hemodiálise e ficou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Cada dose do Eculizumab custa R$ 12 mil e menino usa 4 por mês em São José do Rio Pardo — Foto: Ely Venâncio/EPTV
Cada dose do Eculizumab custa R$ 12 mil e menino usa 4 por mês em São José do Rio Pardo — Foto: Ely Venâncio/EPTV

Nos primeiros relatos sobre a doença, a taxa de mortalidade era de 100%, mas isso mudou graças ao remédio Eculizumab, de um laboratório americano.

A maioria dos pacientes melhora muito, tanto da anemia como dos rins e, com o tratamento em dia, a vida é normal.

“A vida do João voltou a ser normal. Escola, os rins voltaram a funcionar em 80%, antes ele fazia diálise e teve todo o sofrimento”, disse a dona de casa Carla Iotti Pestana da Silva, mãe de João.

Como o remédio é muito caro, a família conseguiu de graça na Justiça após uma decisão de agosto de 2017.

“São R$ 50 mil por mês e no ano dá bastante. A gente recorreu à Justiça e a causa foi ganha em dois dias para ele ter o medicamento gratuitamente”, afirmou Carla.

Carla Iotti Pestana da Silva, mãe de João, fala sobre a importância do medicamento — Foto: Ely Venâncio/EPTV
Carla Iotti Pestana da Silva, mãe de João, fala sobre a importância do medicamento — Foto: Ely Venâncio/EPTV

Depois do dia 31 de outubro do ano passado, o governo do estado parou de mandar o remédio.

O tratamento só continuou graças à solidariedade de outras famílias que enfrentam o mesmo drama e doaram algumas doses, mas as duas últimas duas acabam já neste sábado (12).

“A Shua é uma doença muito rara e ela é devastadora ficando sem o medicamento. E se ela volta o risco de levar a óbito é muito grande”, explicou a mãe.

Estado descumpre ordem judicial

O advogado da família, Marcelo Rodrigues, explica que o Eculizumab não está na lista de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), mas está registrado na Anvisa.

“Obtivemos uma sentença favorável na qual o estado foi condenado a fornecer esse medicamento até quando ele precisar. Infelizmente o estado não tem cumprido com a ordem judicial”, disse o advogado.

Para obrigar o governo a fornecer o remédio, o advogado executou a multa diária de R$ 500. Enquanto o medicamento não chegar, o estado tem que pagar todos os dias um valor como forma de punição.

Essa não é a primeira vez que o menino sofre pra receber o remédio. Há dois anos, o EPTV2 mostrou o problema com a entrega das primeiras doses.

“O que a gente pode fazer é feito. A gente corre atrás de tudo, sempre fazendo exames, sempre mantendo ele na linha. Sempre cuidando. Isso que me dói, não é mais pelos meus cuidados, a vida dele está na mãos dos outros", disse a mãe.

Fonte: g1.globo.com

Perda auditiva não tratada pode levar a doenças graves

Pacientes costumam demorar para tratar a perda auditiva, o que pode levar a doenças mais graves Foto: GRACIA LAM / NYT
Pacientes costumam demorar para tratar a perda auditiva, o que pode levar a doenças mais graves Foto: GRACIA LAM / NYT

Não vai demorar a chegar o dia em que as desconcertantes sirenes das grandes cidades vão obrigar aqueles que constantemente são submetidos ao seu barulho a ter de recorrer a aparelhos auditivos. Apenas espero que isso não aconteça antes de 2021, mais ou menos, quando eles serão muito mais fáceis de encontrar, menos caros e talvez mais eficientes do que são agora.

Um grupo cada vez maior de pesquisas está relacionando o não tratamento da perda auditiva a uma diversidade de doenças onerosas, e é chegado o momento de levar verdadeiramente a sério tanto a proteção contra o problema quanto seu tratamento. Além de incomodar e ser inconveniente para milhões de pessoas, especialmente idosos, a escuta deficiente representa um claro risco à saúde, ameaçando o estado mental, a vida e a integridade física, o que pode custar aos serviços de saúde pública muito mais do que fornecer aparelhos e serviços para cada pessoa com perda auditiva.

Os problemas de audição são cada vez mais comum e graves com o avançar da idade. Dois novos e abrangentes estudos demonstram uma clara relação entre a perda auditiva não tratada e um maior risco de demência, depressão, quedas e até mesmo doenças cardiovasculares. As pesquisas ainda indicam que, em um número significativo de pessoas, a perda auditiva não tratada corretamente pode ser a causa do problema de saúde associado.

Em um desses estudos, que pesquisou 154.414 adultos acima de 50 anos, os pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, descobriram que o não tratamento da perda de audição elevou em 50 por cento o risco do desenvolvimento de demência e em 40 por cento o de depressão em apenas cinco anos, em comparação com aqueles que têm audição normal. Uma análise dos dados oferecidos pelos pesquisadores estabeleceu uma relação entre o não tratamento da perda auditiva, hospitalizações mais frequentes e mais longas, internações reincidentes e mais idas à emergência do hospital.

LEIA MAISEm dez anos, os casos não tratados de perda auditiva foram responsáveis por 3,2 por cento de todos os casos de demência, 3,57 por cento das pessoas que se machucaram gravemente em uma queda e por 6,88 por cento de pacientes em tratamento da depressão. Os números podem parecer baixos, mas, considerando a regularidade dessas condições, elas afetam um grande número de pessoas, levando a grandes danos pessoais, financeiros e sociais.

Os pesquisadores afirmam que aproximadamente 85 por cento das pessoas com problema auditivo não são tratadas. Segundo eles, o não tratamento dos problemas auditivos elevou os gastos com saúde em 46 por cento em um período de dez anos, em comparação aos custos provenientes daqueles com audição saudável. Uma das autoras do estudo, Jennifer A. Deal, epidemiologista e geriatra da Universidade Johns Hopkins, diz que, apesar de “a perda auditiva não ser cara em si, a consequência em todo o resto é”.

Infelizmente, as pessoas tendem a esperar tempo demais para fazer os exames e receber o tratamento necessário, e, quanto mais esperam, mais difícil fica tratar a perda auditiva, explica o Dr. Frank Lin, da mesma universidade. Segundo ele, a perda auditiva relacionada à idade se desenvolve lentamente, fazendo com que as pessoas demorem a levá-la a sério. Frank dá duas excelentes dicas de quando é a hora de testar a audição: se familiares ou amigos próximos disserem que você deve, ou se você perceber que com frequência entende errado ou não compreende o que os outros estão dizendo.

Mas, mesmo após as pessoas realizarem exames e comprarem os aparelhos auditivos necessários, estes, normalmente, não saem da gaveta. Há quem reclame que a qualidade do som é ruim, com muita estática, ou simplesmente irritante, e que os aparelhos aumentam todos os sons, tornando ainda mais difícil a audição em um ambiente barulhento. Acontece que os aparelhos não são produzidos da mesma forma e mesmo os mais caros e apropriados podem demandar múltiplos ajustes. Algumas pessoas desistem rápido demais, antes de conseguirem atingir os melhores resultados.

– Expectativas irreais são grande parte desse problema. Não é a mesma coisa que colocar óculos e imediatamente enxergar de forma clara. A perda auditiva não é determinada tão facilmente quanto os distúrbios da visão. O cérebro precisa de tempo, pelo menos um ou dois meses, para se adaptar aos aparelhos auditivos, e, quanto mais cedo a condição for tratada, mais facilmente o cérebro vai se adaptar a eles – explica Frank Lin.

Os novos estudos dão razão suficiente para que a perda auditiva seja levada a sério. Vamos considerar, por exemplo, sua ligação com a demência. Pessoas com dificuldade de escutar normalmente tornam-se socialmente isoladas e privadas dos estímulos que mantêm a função cognitiva do cérebro atuante. À medida que os incentivos diminuem, cai também a função cerebral.

O cérebro também é sobrecarregado quando é forçado a usar muito da sua capacidade para processar o som, pois ele não foi planejado para múltiplas tarefas:

– A perda auditiva não é uma questão de volume, mas sim de qualidade do som. Algumas partes das palavras desaparecem e a fala fica como um balbucio, uma mensagem confusa que o cérebro recebe e precisa trabalhar muito mais para decodificar – esclarece a Dra. Jennifer Deal.

Além disso, quando a informação não é compreendida corretamente, a memória fica limitada:

– Um sinal auditivo bom e claro é mais fácil de ser lembrado. O segredo da memória está em prestar atenção, e o cérebro não consegue focar se precisa trabalhar além da conta para decodificar o sinal – explica Jennifer.

Em relação às quedas, ela diz que os problemas auditivos normalmente andam lado a lado com as questões de equilíbrio:

– Mesmo quando não percebemos, usamos nossos ouvidos para nos posicionarmos espacialmente – conta.

Ademais, quando as pessoas não conseguem escutar bem, ficam menos atentas aos sons ao redor, podendo cair se forem surpreendidas por alguém ou alguma coisa que parece chegar silenciosamente, sem que percebam.

Jennifer esclarece que ela e os outros autores do estudo ficaram surpresos ao descobrir uma conexão entre audição ruim e doenças cardiovasculares:

– A doença vascular poderia ser comum aos dois grupos, mas isso enfatiza que o isolamento social e o estresse resultantes da perda auditiva muito provavelmente contribuem para o quadro.

* do New York Times

Leia a notícia completa em O Globo Perda auditiva não tratada pode levar a doenças graves

Comparativo entre sedans de entrada para PCD - Veja o vídeo

O comparativo agora é com os sedans de entrada, que custam até 50 mil com as isenções

Nos últimos anos, com a preferência crescente dos brasileiros pelo câmbio automático, as montadoras passaram a equipar seus modelos de entrada com este tipo de transmissão. Coincidentemente, o segmento de pessoas com deficiência tem ficado cada vez mais dependentes dos modelos de entrada, já que o limite para aquisição de veículos com isenção está congelado há dez anos. Portanto, é uma categoria muito importante para quem tem deficiência e precisa de câmbio automático. E os sedans, que tradicionalmente são carros familiares, indicados para casais que resolvem aumentar a família e consequentemente a bagagem, são mais importantes ainda para quem usa aparelhos de auxílio à locomoção, como cadeiras de rodas, muletas e andadores.

Porta malas grandes é uma das características marcantes dos sedans.

E o destaque principal deles é o tamanho do porta malas, que é sempre maior do que dos hatches, e até mesmo do que muitos SUVs compactos. A desvantagem é que não cabe uma cadeira de rodas praticamente montada como nos modelos deste último segmento, por isso seria, na minha opinião a segunda melhor opção para PCDs. Infelizmente não temos mais sedans médios com câmbio automático abaixo do valor limite para solicitar as duas isenções, então temos que nos contentar com os compactos mesmo.


Dando continuidade aos comparativos entre veículos para pessoas com deficiência, elaborei uma planilha com os sedans disponíveis no mercado abaixo de 70 mil reais. Para facilitar, dividi a planilha em duas faixas de preço, de 45 a 50 mil reais, e de 50 a 55 mil reais. Procurei não incluir dois modelos da mesma montadora, já que acabam sendo muito semelhantes, e também versões muito próximas do mesmo modelos, como Prima Advantage e LT, nestes casos priorizei a versão mais vantajosa. Desta vez, além de montar a planilha relacionando as principais características de cada modelo, elaborei também um ranking pessoal com as minhas escolhas, e com os principais pontos fortes e fracos de cada um. Claro que cada um tem uma opinião e uma preferência, portanto meu ranking servirá apenas para compartilhar o que acho de cada carro. E ajudar a tomar a melhor decisão. No link abaixo, está a planilha que tenho usado para comparar os itens de cada segmento. Nela está a aba dos SUVs, dos Sedans de entrada (Sedans1) e o ranking.

Este foi o ranking elaborado por http://www.blogdocadeirante.com.br Espero que ajude a balizar a decisão

Atletismo, natação e tênis de mesa retornam aos treinos no CT Paralímpico

Imagem

Por CPB

Já na segunda semana de 2019, os atletas que treinam no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, reiniciaram suas atividades. Para superarem seus resultados e manterem o ritmo, os atletas da natação, atletismo e tênis de mesa iniciaram a temporada pré-Jogos Paralímpicos. Neste ano ocorrerá a segunda maior competição do ciclo paralímpico, os Jogos Parapan-Americanos, que serão sediados em Lima, no Peru.

“Nós iniciamos a temporada 2019. Os técnicos e atletas voltaram para um ano carregado, que terá Mundiais, Jogos Parapan-Americanos. Grand Prix de atletismo e World Series de natação. Será um ano de preparação intensa para Tóquio 2020. Esperamos que os treinamentos sejam mais fortes e proveitosos que em 2018”, pontuou Alberto Martins, diretor técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Além dos Jogos Parapan-Americanos de Lima, que acontecerão de 23 de agosto a 1º de setembro, a natação e o atletismo também terão seus Mundiais como importantes competições internacionais. O Mundial de Atletismo de 2019 está marcado para 7 a 15 de novembro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos (EUA). Já o Mundial de Natação antecederá o Parapan, ocorrendo entre os dias 29 de julho e 4 de agosto, na cidade de Kuching, na Malásia.

“O CT já está movimento. Os atletas voltaram muito bem do fim de ano. Nós temos uma programação extensa no atletismo, focada em Tóquio 2020, pois este ano é de preparação final para os atletas e treinadores possam dar seu melhor lá no Japão”, projetou Jonas Freire, diretor técnico adjunto e coordenador-técnico de atletismo.


Fonte:cpb.org.br

ADD Magic Hands fatura o quinto título nacional de basquete em cadeira de rodas

Imagem

Por CPB

A ADD Magic Hands conquistou nesta sexta-feira, 11, seu quinto título brasileiro masculino de basquete em cadeira de rodas. A equipe paulistana contou com a força de sua torcida no CT Paralímpico, em São Paulo, e vingou-se do CAD Rio Preto, por quem havia sido derrotada na final da última edição do Nacional da modalidade. O duelo, transmitido pelo SporTV 2, terminou com o placar de 69 a 52.

A equipe do Magic Hands repete assim o feito que já havia alcançado em 2010, 2011, 2014 e 2016, quando também chegou ao lugar mais alto do pódio no Brasileiro de Basquete em Cadeira de Rodas. Em 2017, no entanto, a equipe da Zona Sul de São Paulo tinha sido superada por 58 a 56 pelo próprio CAD Rio Preto.

O jogo começou com uma maior imposição do CAD, que deu a impressão de que conquistaria o bicampeonato. A equipe do interior paulista liderou o primeiro quarto por 12 a 9, mas não suportou o maior volume de jogo do Magic Hands, que tomou a dianteira antes do fim do segundo quarto (26 a 20). Por todo o segundo tempo o CAD tentou aproximar-se no placar, mas em vão.

Na disputa do terceiro lugar, melhor para a Gadecamp. A equipe do interior de São Paulo superou a Andef, do Rio de Janeiro, por 71 a 66.

Este Campeonato Brasileiro de Basquete é referente à temporada de 2018 e estava programada para ocorrer no início de dezembro, mas foi reagendada pois coincidiu com a data do Campeonato Sul-Americano da modalidade, que foi realizado na cidade de Lima, no Peru. A Seleção Brasileira foi a vice-campeã da competição regional.

Vale ressaltar que esta foi uma transmissão fruto do Selo Brasil Paralímpico - parceria institucional do Comitê Paralímpico e o Grupo Globo. Em 2018, foram transmitidas pelo SporTV as finais da Copa Caixa de Rugby, da Copa Loterias Caixa de Futebol de 5, o Campeonato Brasileiro e o Desafio Internacional de Vôlei Sentado, o Circuito Loterias Caixa de Atletismo, além da cerimônia do Prêmio Paralímpicos.

Fonte:cpb.org.br

6 super aulas da legislação sobre acessibilidade e pessoas com deficiência - Vejam os vídeos

6 super aulas da legislação sobre acessibilidade e pessoas com deficiência

por Ricardo Shimosakai

Especialistas dizem que a legislação brasileira em relação à acessibilidade e pessoas com deficiência é uma das mais completas do mundo. Mas então porque vemos tantas barreiras e desrespeito? É que falta fiscalização, uma punição mais severa e também a prática da denúncia.

Certa vez conversando com uma amiga que mora em Nova York, há muito tempo atrás, comentei que nos Estados Unidos as pessoas respeitavam mais as vagas de estacionamento reservadas para pessoas com deficiência.

Ela comentou que atualmente essa obrigação já havia entrado nas cabeças dos habitantes, mas que só funcionou porque há fiscalização dos guardas, que aplicam multas severas, algo como três meses do seu salário, já imaginou? Fora isso, se algum usuário encontrasse alguma irregularidade, chamava a polícia e ela vinha rapidinho.

Em muitos casos, a acessibilidade não é uma escolha, e sim uma obrigação. Um arquiteto que projeta um prédio sem acessibilidade pode ser processado e multado. Isso também serve para serviços, onde se procurar uma agência de viagens, ela é obrigada a te atender. Ou seja, a falta de acessibilidade é problema de quem oferece um produto ou serviço, e não das pessoas com deficiência.

Aqui estamos falando de leis e obrigações, mas é comprovado na prática, que quem aplica a acessibilidade e inclusão em seu negócio, tem um retorno muito maior do que a maioria. É claro que isso é preciso ser feito através de profissionais experientes, pois tentar aplicar isso com simples pesquisas na internet, ou chamar um “profissional” que promete conhecer do assunto, geralmente é uma cilada.

Agora para quem está procurando maior conhecimento para questões de provas de vestibular e concursos, esta temática tem sido muito utilizada. Já foi até tema de redação do ENEM. Se você reparar, a acessibilidade e pessoas com deficiência estão muito em evidência na mídia. Várias novelas, seriados ou filmes tem um personagem com deficiência. Não há um só dia em que você não encontre alguma matéria publicada sobre esse assunto. Então, se prepare, fique por dentro e boa sorte!



Casal mostra rotina na web para quebrar tabu de namoro com pessoas com deficiência

Hannah e Shane criaram um canal no YouTube
Hannah e Shane criaram um canal no YouTube Foto: Instagram/Reprodução

Extra

O dia a dia de um casal americano, mostrado em um canal no YouTube, vem conquistando internautas. Com o objetivo de quebrar o estigma de se relacionar com uma pessoa com deficiência, Shane Burcaw, de 26 anos, que nasceu com atrofia muscular espinhal (AME), e Hannah Aylward, de 25 anos, gravam vídeos conversando sobre assuntos rotineiros, como tarefas domésticas. Em publicações em que também aparecem se divertindo juntos, eles angariaram a marca de 137 mil inscritos no canal "Squirmy and Grubs", criado há seis meses.

"Nosso objetivo é normalizar a deficiência e os relacionamentos como o nosso. Quando Hannah e eu saímos juntas em público, estranhos assumem rotineiramente que somos irmãos, ou que ela é minha cuidadora, ou pior ainda, minha mãe", disse Shane ao "Daily Mail".


Em um dos posts, Hannah ressalta que ela nunca se sente como se estivesse "presa" como uma cuidadora de Shane. A doença neuromuscular com a qual ele nasceu faz com que precise usar uma cadeira de rodas desde seus 2 anos de idade. Ela conta ter se apaixonado após assistir a um documentário sobre a vida do jovem há três anos, quando entrou em contato pela internet.

Depois de um período se comunicando virtualmente, Hannah, que estuda no estado de Minnesota, conheceu Shane pessoalmente onde ele vive, na Pensilvânia. Quatro dias juntos bastaram para que assumissem um relacionamento sério à distância.

O namoro caminhou bem e, no ano passado, o casal decidiu morar junto na cidade onde Hannah estuda. Eles já pensam inclusive num possível próximo passo da relação: filhos.

"Há uma variedade de estigmas prejudiciais em torno da deficiência, mas uma das ideias mais difundidas é que as pessoas com deficiências são incapazes ou indignas de relacionamentos românticos", afirmou o jovem.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

PMs se sensibilizam e doam ar-condicionado a pai de menino com paralisia cerebral

Sargento França Junior e Cabo W. Coutinho, do 7ºBPM (São Gonçalo) presentearam Marcos Viana, que tem um filho especial, com um ar-condicionado; agora o menino pode dormir com conforto
Sargento França Junior e Cabo W. Coutinho, do 7ºBPM (São Gonçalo) presentearam Marcos Viana, que tem um filho especial, com um ar-condicionado; agora o menino pode dormir com conforto Foto: Arquivo pessoal

Arthur Leal

Uma história que inspira esperança. É algo que o morador do Rio de Janeiro carece quando abre o noticiário policial da cidade. Mas, na segunda semana do ano, um ato de generosidade e compaixão de dois policiais militares ajudará um menino com paralisia cerebral a ter um pouco mais de conforto neste verão, que tem ultrapassado os 40 graus nos termômetros.

O caso aconteceu no calçadão de Alcântara, em São Gonçalo, na Região Metropolitana da cidade, no início desta semana. Sob um calor quase insuportável, o Sargento França Junior, de 47 anos, fazia um patrulhamento de rotina, quando decidiu entrar na loja de bijuterias onde Marcos Viana trabalha, para perguntar se as coisas haviam melhorado com o novo esquema de policiamento de proximidade implementado pelo 7ºBPM (São Gonçalo).

- Ele me disse que não sabia como nós, policiais, estávamos aguentando todo aquele calor debaixo da nossa farda. Ele me disse que, para ele, esta é a pior estação do ano. A loja estava fresquinha, então eu sorri e questionei o motivo. Foi então que ele me contou que tinha um filho especial e que, nesta época do ano, ele não consegue dormir e fica se debatendo por conta da alta temperatura que faz, mesmo de noite - conta o Sargento.

Ele diz que, na hora, ele não teve dúvidas de que deveria dar um ar-condicionado ao rapaz. Mas o aumento considerável na conta de luz que um aparelho destes causa foi algo que o fez repensar a ideia.

- Sei que uma pessoa que ganha pouco não tem condições para pagar o valor que vem a (conta de) luz quando se usa este aparelho. Mas fui para casa com isso na cabeça aquele dia. Depois, conversei com meu parceiro de guarnição, o Cabo W. Coutinho, e ele topou dividirmos um ar para o rapaz. Mas antes, deveríamos perguntar se ele conseguiria manter o presente.

                     Marcos Viana e o pequeno Carlos André agora podem dormir tranquilos durante o verão carioca
Marcos Viana e o pequeno Carlos André agora podem dormir tranquilos durante o verão carioca Foto: Arquivo pessoal

No dia seguinte, na quarta-feira, França e Coutinho foram à loja. Emocionado, Marcos comemorou e disse que, por ter conseguido uma casa própria através da mãe, e ter se livrado do valor de um aluguel, ele conseguiria reverter parte deste gasto para manter o filho, Carlos André, de apenas 12 anos, confortável com o novo presente.

- Ficamos muito felizes e, na hora, fomos comprar o ar-condicionado para ele! Ele nos contou que o menino, quando soube, abriu um sorrisão! A mãe e a avó do menino choraram e queriam nos conhecer - disse o policial - Só de saber que iremos amenizar o problema de um garoto com paralisia, que nem sequer sabe falar... A gente se esforça para isto. Eu conversei antes com a minha esposa. Nós temos nossos problemas, nossas dificuldades do dia-a-dia, mas, na hora de ajudar, não pensamos duas vezes.

- Para mim foi uma surpresa muito grande! Estávamos sem condições de comprar um aparelho e o nosso filho não conseguia dormir, nossa casa é de telha, então fica muito quente! Eu fiquei muito emocionada. Foi um gesto muito bonito! - diz a mãe do menino, e esposa de Marcos, Aline Vieira, de 35 anos.

- Hoje em dia é muito difícil alguém chegar e fazer uma doação como essa. Quando eles chegaram, eu estava comentando que não estava aguentando de calor. Fiquei sem acreditar. Já instalamos o ar-condicionado e, agora, o meu filho consegue dormir tranquilamente! Sou muito grata a estes policiais.

Com 22 anos de corporação, o Sargento França diz que fica triste com a expectativa negativa que as pessoas tem em relação à PM. Ele mostra que a atitude não foi um fato isolado, e revela que, sempre que pode, se esforça para ajudar quem precisa.

- Nós ficamos muito gratificados, porque, por incrível que pareça, isto está repercutindo positivamente. O que a pessoa espera do policial? Só notícia ruim. Então, quando aparece este tipo de coisa positiva, as pessoas reagem desta forma. Eu sempre gosto de ajudar. Para mim é algo muito especial. Sou doador de vários bancos de sangue pelo Rio, participo de um projeto de futebol para crianças no batalhão, dou conselho a estes garotos para que eles não se percam no caminho. No fim do ano, também fazemos uma festa de Natal para as crianças do meu bairro, com bolo e presentes - conclui.

Fonte:

Loja de vestido de noiva coloca manequim cadeirante em vitrine

Ação fez sucesso nas redes sociais e viralizou na web

Vestido de noiva (Foto: Reprodução Instagram)
Vestido de noiva (Foto: Reprodução Instagram)

A loja de vestido de noiva The White Collect, localizada na Inglaterra, mostrou que a inclusão da moda pode começar apenas com uma vitrine.

"A nova loja de noivas da cidade tem uma manequim usando cadeira de rosa e isso não deveria ser animador, mas é a primeira vez que vejo deficiência física retratada em uma vitrine", escreveu Beth, uma moradora local.

Deficiente físico fica gravemente ferido após ser atropelado no Jardim Vale do Sol, em Presidente Prudente

Vítima foi atravessar uma rua para embarcar em ônibus e acabou atingida por um carro. Populares viram o acidente e acionaram socorro.



Por G1 Presidente Prudente

Um deficiente físico, de 29 anos, sofreu ferimentos de natureza grave após ser atropelado por um carro nesta quarta-feira (9), no Jardim Vale do Sol, em Presidente Prudente. Conforme a Polícia Militar, a vítima foi atravessar a rua para embarcar em um ônibus e acabou atingida pelo veículo.

De acordo com a PM, o rapaz estava sentado na calçada oposta a do ponto de ônibus, na sombra, na Rua José Palácio.

Quando viu o coletivo, que trafegava pela via no sentido Centro–bairro, a vítima atravessou a rua olhando para o ônibus e não viu que um GM Celta seguia no sentido contrário, momento em que foi atingida.

A mulher, de 50 anos, que conduzia o veículo, tentou desviar da vítima, mas não houve tempo hábil. À polícia, ela declarou que o pedestre saiu repentinamente da calçada e, como havia um carro estacionado, não o viu.

Populares que estavam no local viram o acidente e acionaram o socorro. O rapaz foi levado ao Hospital Regional (HR) de Presidente Prudente pelo Corpo de Bombeiros.

Por meio de nota, o HR informou que o paciente em questão deu entrada na unidade na tarde desta quarta-feira (9), recebendo os cuidados da equipe médica e multiprofissional. "Neste momento, seu estado de saúde é considerado estável", declarou.

Fonte: g1.globo.com

Homem com síndrome de Down se aposenta após 32 anos trabalhando no McDonald’s


por Nathalia Henderson

Pessoas com deficiência geralmente têm dificuldades de arranjar emprego, principalmente por falta de acessibilidade e até por preconceito dos donos de empresas. Apesar disso, muitos daqueles que conseguem uma oportunidade provam que podem sim ser excelentes funcionários e fazer a diferença. Um exemplo disso é Russell O’Grady, um funcionário do McDonald’s de Northmead, na Austrália.

Russell, que hoje tem 50 anos, está se aposentando depois de passar 32 anos trabalhando no McDonald’s e dando o exemplo para todos que trabalharam com ele.

                   

Russell tem síndrome de Down. Em 1984, quando tinha apenas 18 anos, o Jobs, que é um programa australiano que ajuda pessoas com deficiências intelectuais a encontrar emprego remunerado, ajudou-o a encontrar um emprego no McDonald’s de Northmead, Austrália.

    

Apesar de não ter nenhuma experiência de trabalho, Russell impressionou a todos com sua ética e profissionalismo e tornou-se muito querido entre seus gerentes, colegas e clientes. Ao longo dos anos, ele se tornou uma celebridade local, com muitas pessoas indo visitá-lo no trabalho e cumprimentá-lo na rua.

                 

Kate O’Grady, gerente de apoio ao emprego, disse em uma entrevista ao Daily Mail: “Ele é uma pessoa incrivelmente sociável e mal consegue andar na rua sem que as pessoas parem para conversar com ele”. O supervisor de Russell também afirmou que a equipe sentirá falta dele.


Petrópolis ganha a primeira academia adaptada para pessoas com deficiência

A solenidade de inauguração contará com a participação de profissionais de educação física, Djs e dançarinos, além da degustação de suplementos e nutrientes esportivos


Reduto de pessoas com corpos perfeitos e muita disposição, as academias muitas vezes são um ambiente hostil para quem tem algum tipo de deficiência física. Fazer exercícios, entretanto, é fundamental para a reabilitação física e psicológica de quem tem limitações de movimento. Pensando nisso, a academia Korper inaugura nesta segunda-feira (17/12), às 19h, a primeira academia totalmente acessível de Petrópolis. A nova unidade da rede, localizada em Itaipava, foi estruturada com equipamentos especiais, corredores amplos, elevadores, estacionamento e banheiro para portadores de necessidades especiais. A solenidade de inauguração contará com a participação de profissionais de educação física, Djs e dançarinos, além da degustação de suplementos e nutrientes esportivos.

De acordo com os proprietários, a iniciativa de criar uma academia acessível surgiu com o intuito de melhorar a qualidade de vida e, por conseqüência, a saúde do deficiente físico “As pessoas com deficiência, principalmente os cadeirantes, sentem dificuldades em utilizar os aparelhos das academias convencionais. Esta academia, com uma estação voltada para acessibilidade, vai auxiliar na inclusão, além de estimular a prática esportiva e hábitos saudáveis”, destaca os empresários Anderson Bento, Michel Carneiro e Vinicius Carvalho.

Além da acessibilidade, a nova Korper foi estruturada para receber todos os tipos de público, desde os mais jovens até os mais velhos. Com mais de 600 metros quadrados, a unidade conta com diversos aparelhos de musculação, salas de bike indoor, dança, ginástica, avaliação física e vestiário. A academia terá ainda uma extensa grade de aulas coletivas, que incluem Spinning, Jump, Zumba, Ritmos, Fit Dance, Abdominal, Aero Box, Funcional, Muay-Thai, Jiu-Jitsu e Boxe.

A Korper Itaipava vai funcionar de segunda a sexta-feira, de 06h às 22h30, com horários alternados aos sábados, domingos e feriados, no estacionamento (G2) do supermercado Bramil, situado na Estrada União e Indústria, n° 11.881, Itaipava.

Na programação de inauguração, um cardápio variado de suplementos e nutrientes esportivos estará à disposição do público para degustação. O evento, aberto ao público em geral, contará ainda com um grande aulão de ritmos, que será conduzido pelas professoras Juliana Dine, Nathy Merkalldo e Quênia de Brito, com o apoio do Dançarino Diamante do Passinho e da instrutora de Fit Dance Agda de Oliveira.

Serviço
Solenidade de Inauguração da Primeira Academia Acessível de Petrópolis
Data: 17 de dezembro de 2018
Horário: 19h
Local: Estrada União e Indústria, n° 11.881, Itaipava

Com doença terminal, pai da noiva emociona em dança com filha no casamento - Veja o vídeo.

Imagem: Reprodução/Facebook
Reprodução/Facebook

Da Universa

Mary Bourne Roberts teve o casamento dos seus sonhos e grande parte dele se deve a presença do seu pai, Jim, entre os convidados.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Em um vídeo compartilhado nas redes sociais, a noiva e o pai aparecem dançando na festa ao som da música "I Hope You Dance", de Leen Ann Womack, que marcou a relação entre eles durante a infância de Mary.

Como é possível ver no vídeo, Jim aparece na cadeira de rodas, consequência do diagnóstico de glioblastoma há cerca de um ano. A doença é um tipo de câncer no cérebro que evolui rapidamente ao longo do tempo.

Antes da festa, o pai acompanhou a filha até o altar para dizer o "sim" para o seu então marido, James Butts. Depois disso ele foi para o hotel onde estava hospedado para descansar e posteriormente foi para a festa acompanhá-la na dança.

"Ele teria chorado a noite toda mesmo se estivesse de pé. A dança é um testemunho do seu amor por ela. Foi um grande, lindo e perfeito dia para todos nós", afirmou Tracy Roberts, mãe da noiva, ao "AL.com".

A publicação viralizou no Facebook e emocionou não só os convidados presentes na cerimônia como os internautas.

Documentário mostra desafios de uma triatleta e ensina lições para a vida - Veja o vídeo

Dirigir o curta-metragem Anything is Possible, sobre a triatleta Fernanda Hayde, me ensinou o quão fortes podemos ser. Consigo compartilhar em vídeos ou textos toda esta descoberta, fruto da conexão com as pessoas, ah, que felicidade!


por Priscila Torres*

Sou privilegiada em poder trabalhar com o que amo e 2018 me trouxe um sentimento forte de gratidão por isso. Ouvir as histórias das pessoas me permite compreender melhor o mundo, respeitar as diferenças, exercitar a empatia… O quão inspiradores são aqueles que compartilham suas experiências com brilho nos olhos!


E quantas lições há junto aqueles que, na simplicidade de suas dúvidas, permanecem inconscientes do quanto ensinam! Quando consigo compartilhar em vídeos ou textos toda esta descoberta, fruto da conexão com as pessoas, ah, que felicidade!

E o trabalho mais marcante de 2018 teve tudo que dá sentido à vida: paixão, dedicação, parceria, colaboração, troca, entrega, confiança, sorriso, suor, lágrima. O documentário Anything is Possible contou a história da triatleta Fernanda Hayde e me ensinou demais!

A Fê é daquelas pessoas com uma força absurda. Ela é portadora de espondilite anquilosante, uma doença autoimune que inflama e enrijece as articulações. Poderia ser a sentença para a aposentadoria aos 38 anos, mas virou motivação para ela completar um IronMan e confirmar que diagnóstico não é destino.



Lições da triatleta

Com a história da Fê, mais do que falar sobre triathlon, a gente mostra o quanto são importantes a resiliência, a determinação, a fé, a serenidade. A família e os amigos são a fonte de força desta triatleta. Se concluir um IronMan já parece impossível, imagina com as crises agudas de dor que ela sente! Mas jamais se ouvirá a Fê lamuriar ou se fazer de vítima. Ela toma as rédeas da vida dela, entende que tudo acontece para nos fazer evoluir. E o documentário deixa claro: ela não se conforma com os limites que a doença impõe.

                                   

As maiores lições que aprendi convivendo com a Fê? Somos muito mais fortes do que imaginamos e não há desculpa plausível para adiar o que me faz feliz.

E você, o que trouxe de lição para o 2019 que recém começou?

Priscila Torres*
Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

CBBC cria Seleção sub-25 feminina de basquete para desenvolver talentos

Imagem

Por CPB

Simultaneamente ao Campeonato Brasileiro de Basquete em Cadeira de Rodas masculino, pela primeira vez, um grupo de jovens meninas está em treinamento para formar a Seleção Brasileira feminina sub-25 da modalidade. As 15 garotas, com idade entre 15 e 20 anos, estão no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, desde o início da semana e retornarão para suas casas neste sábado, 12.

“Este camping sub-25 foi criado para incentivar as meninas que estão chegando no basquete e já treinam no alto rendimento, porque elas nunca tiveram essa oportunidade. À princípio, nós abrimos inscrições no site da Confederação de Basquete e selecionamos as participantes. Aqui elas têm não só aulas práticas, mas também teóricas sobre comportamento e postura de atleta para terem uma boa base. Assim, já as preparamos para integrar a Seleção principal um dia”, explicou a técnica Cristiane Antonelli.

A paulistana Gabriela Oliveira, 17 anos, nasceu com má formação congênita nos membros inferiores. Por orientação médica, começou a praticar esporte logo no início da infância. Então, a jovem não se recorda da sua vida sem o basquete. Em 2017, ela ingressou no alto rendimento e foi uma das escolhidas para participar deste camping com técnicos da Seleção principal.

“Esta oportunidade é maravilhosa! Algo que eu queria, mas não imaginava que fosse acontecer tão cedo. Estou realizando um sonho aqui e vou me esforçar para ser selecionada para a nova Seleção”, comentou Gabriela, que pretende cursar psicologia.

As participantes da primeira fase de treinamento de basquete em cadeira de rodas feminino sub 25 representam as cinco regiões do Brasil, com atletas das seguintes unidades da federação: Ceara, Distrito Federal, Espirito Santo, São Paulo, Pará, Paraná e Pernambuco

Fonte: cpb.org.br

CPB divulga critérios de convocação da natação ao Parapan de Lima e ao Mundial

Imagem

Por CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro, por meio do seu Departamento Técnico, divulga nesta quinta-feira, 10, os critérios de convocação para a equipe de natação que representará o país nos Jogos Parapan-Americanos de Lima, entre os dias 23 de agosto 1º de setembro, e no Mundial de Natação Paralímpica, em Kuching, na Malásia, de 29 de julho a 4 de agosto. Seguem abaixo as normas qualificatórias de cada equipe.





O CPB divulga, também, a lista de atletas com direito ao licenciamento junto à Federação Internacional de Natação Paralímpica (World Para Swimming, em inglês) e as instruções para envio dos documentos necessários. O licenciamento é importante para que as marcas alcançadas pelos atletas em competições sejam validadas para formação de rankings mundiais.








Fonte: cpb.org.br