sábado, 2 de março de 2019

Pai escreve 10 lições que aprendeu com a morte do filho de 3 anos

Infelizmente, muitos pais enfrentam grandes batalhas todos os dias por seus filhos. Doenças e condições de saúde separam muitas famílias e fazem com que os pais procurem um novo sentido para as próprias vidas.

Imagem facebook Richard Pringle
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Um desses pais é Richard Pringle, que perdeu o filho Hughie, de três anos, em decorrência de hemorragia cerebral ocasionada por uma condição com a qual o menino nasceu.

Richard perdeu Hughie em 2016, e um ano depois compartilhou em seu Facebook uma lista com as 10 coisas mais importantes que ele aprendeu desde que perdeu seu filho.

O post de Richard viralizou na época e sempre é relembrado por internautas. Além disso, o papai usa seu Facebook para compartilhar lindas mensagens sobre a família e o filho que perdeu.

Imagem facebook Richard Pringle
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Imagem facebook Richard Pringle
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Confira abaixo a lista de Richard Pringle:

1 . Todo o amor e beijos em seu filho nunca serão “demais”.

2. Você sempre tem tempo. Pare o que está fazendo, nem que seja por um minuto. Nada é tão importante, que não possa esperar.

3. Tire o máximo de fotos e os filmes que conseguir, porque um dia isso pode ser tudo o que você terá.

4. Não gaste dinheiro, gaste tempo. Você acha que importa com o que você gasta? Não importa! O que importa é o que você faz. Pule em pula-pula, caminhe, nade no mar, construa um acampamento, divirta-se. Isso é tudo o que eles querem. Eu não lembro de nada que comprei para o meu filho, só do que fiz.

5. Cantem juntos. Minhas memórias mais felizes com meu filho são dele nos meus ombros ou no carro, e nós cantando nossas músicas favoritas. Memórias são criadas com música.

6. Aprecie as pequenas coisas. Ficar junto à noite, colocar para dormir, ler histórias, jantares juntos, preguiça de domingo. Aprecie os momentos pequenos. Eles são o que mais me dão saudade. Não os deixem passar despercebidos.

7. Sempre dê um beijo de despedida nas pessoas que você ama. E se você esquecer, volte e as beije novamente. Você nunca sabe quando será a última vez que você terá essa chance.

8. Faça as coisas chatas ficarem divertidas. Seja bobo, conte piadas, ria, sorria e divirtam-se juntos. Elas serão tarefas chatas, apenas se você as fizer assim. A vida é muito curta para não se divertir.

9. Mantenha um diário. Anote tudo o que seu pequeno fizer. As coisas engraçadas que eles falam, as coisas fofas que eles fazem. Nós só fizemos essas coisas depois que Hughie se foi. A gente queria se lembrar de tudo. Agora nós fazemos isso por Hettie, e vamos ter tudo escrito para quando formos mais velhos.

10. Se você tem seu filho com você, dê-lhe um beijo de boa noite. Tome café da manhã com ele, leve-o à escola, à faculdade, assista a eles se casando. Você é abençoado! Nunca se esqueça disso!

Atualmente, Richard tem três filhos, duas meninas e um bebê recém-nascido. O papai sempre compartilha momentos em família em seu Facebook e nunca deixa de citar Hughie.

Fonte: br.jetss.com

Sessenta cadeirantes voam de parapente através de projeto social - Vejam o vídeo

Voos aconteceram na Praia do Sol, no Litoral Sul de João Pessoa. Foram selecionados cadeirantes do PE, RN e da PB

Por: Redação OP9

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Sessenta cadeirantes tiveram a oportunidade de voar gratuitamente de parapente na Praia do Sol, em João Pessoa, através do Projeto Não consigo andar, mas posso voar. Cláudio Cloudd, instrutor e piloto há mais de 18 anos, explicou que a ideia surgiu após um cadeirante falar que o sonho dele era voar. No mesmo momento, Cláudio o equipou e proporcionou o voo. Foram selecionados 30 cadeirantes de Pernambuco, 20 da Paraíba e 10 do Rio Grande do Norte.



Funcionando há dois anos, o projeto tem o apoio de uma faculdade particular e o auxílio de mais 18 instrutores. Carolina Vieira, uma das selecionadas, perdeu o movimento das pernas após um acidente de moto. Já envolvida com o outros esportes e atividades antes do acidente, ela afirmou que foi a primeira vez que teve uma oportunidade como essa. “Antes do acidente, eu era professora de dança e fazia o curso de educação física, então já tinha essa coisa do esporte. Mas essa trip radical é a primeira vez, estou maravilhada com a sensação”, destacou.

São voos que variam de 10 a 15 minutos. Além de proporcionar a sensação de liberdade, os voos realizados nos dias 19 e 20 de janeiro entraram no livro dos recordes por colocar 60 cadeirantes para voar. “Estamos desenvolvendo um projeto belíssimo que tem tirado as pessoas com deficiência de dentro de casa e feito com quem elas possam voar. No céu não existem muros, obstáculos e barreiras”, destacou Sérgio Murilo, coordenador do projeto.

Jovem de 24 anos fica tetraplégica ao 'pegar jacaré' no mar em SP

Família tem buscado ajuda na redes sociais para arcar com os custos do tratamento da estudante.

Por Andressa Barboza, G1 Santos

                Karina Neustadter Castellanos sofreu acidente em Ilhabela (SP) — Foto: Arquivo Pessoal
Karina Neustadter Castellanos sofreu acidente em Ilhabela (SP) — Foto: Arquivo Pessoal

Após bater a nuca e ficar tetraplégica ao pegar um 'Jacarezinho' em uma praia no litoral de São Paulo, uma jovem de 24 anos luta para voltar a andar. Karina Neustadter Castellanos estava curtindo dias de folga com o namorado quando o acidente aconteceu.

Karina é de Santos, no litoral, cursava administração e trabalhava em uma empresa na capital. No fim de janeiro, a jovem conseguiu alguns dias de folga e viajou com o namorado para uma praia em Ilhabela, no litoral norte do Estado.

No dia 28, ao pegar um 'Jacarezinho', prática de pegar onda sem uso de pranchas, também conhecida como surf de peito, a jovem, que estava em uma parte rasa do mar, sofreu um tombo brusco. "Ela nos contou que já estava saindo do mar e pegou o Jacarezinho para sair mais rápido. Ela também disse que sentiu a onda jogar ela pra baixo", explica o tio da jovem, Guilherme Monteiro.

Karina Neustadter Castellanos ficou tetraplégica após pegar 'jacarézinho' em onda no litoral de SP — Foto: Arquivo Pessoal
Karina Neustadter Castellanos ficou tetraplégica após pegar 'Jacarezinho' em onda no litoral de SP — Foto: Arquivo Pessoal

Karina perdeu os sentidos e foi socorrida para um hospital em Ilhabela e, em seguida, transferida para uma unidade de saúde referência em São José dos Campos (SP). Segundo a família, a jovem foi diagnosticada com uma fratura na vértebra C6, na região do pescoço, o que a deixou tetraplégica.

"Ela ficou vários dias internadas na UTI do hospital, chegou a ficar entre a vida e a morte, e no dia 2 de fevereiro, fez uma cirurgia onde colocou uma placa de titânio. O pulmão e o diafragma dela também foram lesionados, por isso ela está com dificuldade para falar também", conta o tio.

Um mês após o acidente, Karina se recupera na casa dos avós, em Santos. A mãe da menina, que trabalhava como esteticista em um salão de beleza em São Paulo, deixou o emprego para se dedicar à filha.

"Morávamos em São Paulo por causa da faculdade dela, mas na casa da avó em Santos tem mais recursos de mobilidade e fica mais fácil para a locomovermos. Eu pedi demissão e, agora, vivemos em função da Karina", explica a mãe, Tereza Castellanos.

                                     Karina Neustadter Castellanos já começou tratamento para recuperar os movimentos — Foto: Arquivo Pessoal
Karina Neustadter Castellanos já começou tratamento para recuperar os movimentos — Foto: Arquivo Pessoal

Lesão

Segundo levantamento do Centro de Reabilitação Lucy Montoro Santos, em 2018, 50% dos pacientes vítimas de acidentes causados por quedas em piscina, cachoeira e água rasa sofreram lesão medular com o comprometimento do movimento de todos os membros.

O médico Celso Vilella, diretor da Centro de Reabilitação Lucy Montoro de Santos, explica que lesões como a da Karina podem ser completas ou incompletas, e isso vai definir a possível recuperação dos movimentos.

"Qualquer traumatismo na coluna tem o risco de lesionar a medula. Se completa, quando secciona toda a medula, a pessoa perde totalmente os movimentos da lesão para baixo. Provavelmente, o caso da Karina foi uma lesão incompleta e algumas pessoas conseguem recuperar os movimentos sim, mas depende do nível de lesão", diz o médico.

Vilella conta que é necessário o rápido início na reabilitação e muita força de vontade por parte da jovem. "Muitos pacientes, em casos como esse, entram em depressão. É preciso que ela se esforce, faça os exercícios e siga firme."

Segundo o médico, os banhistas devem tomar cuidado ao mergulhar em águas desconhecidas e, no caso de cachoeiras, não mergulhar em águas com menos que o dobro da altura.

Recuperação

Karina já começou a fazer sessões de fisioterapia e, de acordo com o tio, há alguns sinais de melhora. "Ela consegue mexer um pouco os braços, a mão, mas não tem força. Vemos melhora. Nas pernas ela tem espasmos, já teve câimbra, mas nada de movimento", diz o tio.

Os custos com o tratamento e reabilitação de Karina são muitos altos e, por isso, a família criou uma 'vaquinha' virtual para arrecadar recursos. "Qualquer doação no sentido de contribuir com a melhora da Karina é recebida com muito amor e gratidão. Esperamos que a melhora dela seja motivo de orgulho para todos aqueles que nessa onda de amor se encontram", finalizam os familiares na publicação.

Fonte: g1.globo.com


Atriz diagnosticada do esclerose múltipla pretende lançar grife para pessoas com deficiências

Hoje aos 46 anos, Selma Blair fez sua primeira aparição após tornar o dianóstico público durante uma festa em seguida ao Oscar 2019

               A atriz Selma Blair (Foto: Instagram)
            A atriz Selma Blair (Foto: Instagram)

A atriz Selma Blair tem planos de lançar uma grife destinada a produzir peças elaboradas para pessoas com deficiência. A celebridade de 46 anos diagnosticada com esclerose múltipla revelou a ideia na qual vem trabalhando em entrevista à mais recente edição da revista norte-americana Vanity Fair. “Eu gostaria de fazer uma parceria com estilistas para criar uma linha para todas as pessoas - não apenas para aqueles que precisam de roupas adaptadas, mas para quem busca conforto também”, disse a estrela de produções como os dois filmes da franquia ‘Hellboy’ e do drama ‘Segundas Intenções’ (1999).

“Penso em peças que ainda poderiam ser chiques, não é preciso sacrificar o estilo”, explicou em relação aos seus planos. “Eu realmente sinto que pessoas com deficiências são invisíveis para muita gente. Porque elas se sentem desconfortáveis ou porque elas não têm a energia suficiente para querer se vestidas ou para se expor”, disse Blair. A celebridade não deu mais detalhes, mas disse que pretende começar a colocar seu plano em prática em um futuro próximo.

                         A atriz Selma Blair na festa pós-Oscar da revista americana Vanity Fair, em sua primeira aparição pública após revelar ter sido diagnosticada com esclerose múltipla (Foto: Getty Images)
A atriz Selma Blair na festa pós-Oscar da revista americana Vanity Fair, em sua primeira aparição pública após revelar ter sido diagnosticada com esclerose múltipla (Foto: Getty Images)

Blair revelou ter sido diagnosticada com esclerose múltipla em outubro do ano passado, por meio das contas delas nas redes sociais. Ela fez a primeira aparição pública dela em seguida à revelação na festa pós-Oscar realizada pela revista Vanity Fair na noite do último domingo, com um vestido de luxo e uma bengala customizada para auxiliar em sua locomoção. Segundo o site da revista People, durante sua chegada ao evento a atriz posou para os fotógrafos presentes no local e chorou, emocionada com a atenção dada a ela.

A foto compartilhada pela atriz Selma Blair no Instagram, feita na festa pós-Oscar da revista americana Vanity Fair, na primeira aparição pública da celebridade após revelar ter sido diagnosticada com esclerose múltipla (Foto: Instagram)
A foto compartilhada pela atriz Selma Blair no Instagram, feita na festa pós-Oscar da revista americana Vanity Fair, na primeira aparição pública da celebridade após revelar ter sido diagnosticada com esclerose múltipla (Foto: Instagram)

Posteriormente, pelo Instagram, Blair compartilhou uma foto divulgada pelos organizadores da festa na qual aparece com seu vestido de gala com uma capa esvoaçante, com ela ainda apoiada em sua bengala. “Quando a minha vida for passar pelos meus olhos, quero que essa foto esteja no centro em destaque”, escreveu a artista na legenda da imagem.

A atriz Selma Blair (Foto: Instagram)
A atriz Selma Blair (Foto: Instagram)

A revelar seu diagnóstico no ano passado, em um post no Instagram, a atriz escreveu: “Eu tenho esclerose múltipla. Pela graça do senhor, e a compreensão dos meus chefes e produtores, eu tenho um emprego. Um ótimo emprego. Eu estou deficiente. Eu caio de vez em quando. Eu deixo coisas caírem. A minha memória está fraca e os meu lado esquerdo está pedindo orientações de um GPS quebrado. Mas estamos conseguindo. E eu estou sorrindo e não sei direito o que fazer, mas farei o meu melhor”, afirmou.

O post no qual a atriz Selma Blair revelar ter esclorese múltipla (Foto: Instagram)
O post no qual a atriz Selma Blair revelar ter esclorese múltipla (Foto: Instagram)

A atriz Selma Blair brincando com o filho (Foto: Instagram)
A atriz Selma Blair brincando com o filho (Foto: Instagram)

Universidades incluem Libras nos cursos para profissionais de saúde

Em Alagoas, futuros médicos e enfermeiros ficarão mais preparados para acolher a comunidade surda

Por: Mariane Rodrigues

Foto: Joilson Saraiva/Divulgação
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Enquanto os hospitais públicos ainda não têm a Língua Brasileira de Sinais institucionalizada, as universidades têm oferecido a disciplina de Libras na grade de ensino em diversos cursos. Algumas delas dão especificamente para estudantes dos cursos da área da saúde, como medicina e enfermagem. São novos profissionais que entrarão no mercado de trabalho aptos para acolher um público que convive com o drama de não ser atendido adequadamente ou porque não entende os profissionais da saúde ou porque não é compreendido por eles.

O Centro Universitário Cesmac, por exemplo, tem um projeto denominado de “Librolândia”, desenvolvido pelo enfermeiro, docente e ouvinte Joilson Saraiva, que ministra aulas de Libras para alunos de medicina e, na faculdade Seune, para estudantes de enfermagem.

“Toda a minha abordagem de ensino é voltada para a saúde. Ele [aluno] vai entender como irá atuar diante do surdo quando for um profissional médico. A gente desperta no aluno o interesse pela comunidade surda, para que ele veja um surdo não como um coitadinho ou alguém que está à margem da sociedade, mas sim que perceba que a gente precisa trazer a inclusão para dentro da nossa realidade”, explica Joilson Saraiva.

Em sua metodologia de ensino, ele explica, primeiramente, o que é a Libras, expõe relatos de comunicação e discorre sobre os processos históricos, desde a era pré-socrática e toda a história de exclusão, segregação e a conquista pela inclusão. “A gente relata muito que o surdo teve 502 anos de exclusão e apenas 17 anos de inclusão, quando teve seus direitos garantidos por lei”, afirma o professor. Ressalta-se que foi apenas em 2002 que a Língua Brasileira de Sinais foi reconhecida oficialmente no Brasil pela Lei nº 10.436, sancionada em 24 de abril daquele ano.

              Foto: Joilson Saraiva/Divulgação
                Foto: Foto: Joilson Saraiva/Divulgação

Sinais que são mais utilizados em consultas

As etapas da metodologia de ensino são finalizadas quando são ensinados os sinais que serão utilizados no momento da consulta. Muitos deles específicos, empregados apenas no contexto médico, tais como sinais para solicitar exame físico, exame de urina, de sangue e até tomografia. Ao final do semestre, os estudantes apresentam os sinais em banners no pátio da universidade. A partir de 2019, o professor de Libras garante que já tem turma de profissionais médicos que atuam no curso de medicina inscritos para aprender a língua de sinais.

O Centro Universitário Cesmac possui dois tipos de cursos de Libras. Um deles é o Ensino a Distância para alunos de todos os cursos da área da saúde. De forma presencial, até 2018, só estava disponível para os cursos de medicina e enfermagem. De acordo com Joilson Saraiva, a partir de 2019 o curso de Libras a distância se tornará presencial e obrigatório para todos os alunos dos cursos da saúde.

O projeto tem dado certo e Joilson tem contado essa experiência com os alunos em um blog criado por ele. Relatos de estudantes mostram a importância de aprender a língua para a aplicação do tratamento diferenciado à comunidade surda. “A experiência na matéria de Libras foi muito diferente de tudo que tínhamos vivido. Foi uma tentativa de nos mostrar, na prática, um pouco das diferenças que nós, futuros médicos, iremos encontrar. Precisamos aprender uma nova língua como forma de inclusão social e melhor qualidade no atendimento”, diz uma aluna de medicina em depoimento ao blog.

Outras universidades que oferecem o curso de Libras é a Seune, obrigatório há três anos para estudantes de enfermagem; Uncisal, voltado para alunos de medicina e é ministrado por uma professora surda; Uninassau, voltado para alunos dos cursos de enfermagem, nutrição, fisioterapia, biomedicina, farmácia, odontologia e radiologia, entretanto os cursos são ofertados de maneira optativa e, segundo a instituição, nunca nenhum aluno se matriculou; Universidade Federal de Alagoas, disponível para todos os cursos como disciplina eletiva e são ministradas tanto por surdos como por ouvintes.

Meningite pode deixar sequelas e é letal em 20% dos casos

                            Imagem: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
                                Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Estadão Conteúdo - Paula Felix

A notícia do falecimento nesta sexta-feira, 1, do neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Arthur Araújo Lula da Silva, de sete anos, voltou a atenção para uma doença silenciosa e agressiva, que pode ser evitada através da vacinação.

Causada por vírus, bactérias ou outros agentes infecciosos, a meningite é uma doença grave que pode deixar sequelas, como danos neurológicos, e até levar à morte. A forma bacteriana é a que costuma resultar em mais complicações para os pacientes. No Brasil, o tipo mais comum é o C, cuja vacina é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

"Entre as bactérias, o meningococo é a causa número um de meningite bacteriana no País. É a que tem com maior frequência. A letalidade da doença é de 20% e ela é muito agressiva. Em poucas horas, a pessoa vai do estado normal para a morte. É uma doença imprevisível", explica Marco Aurélio Sáfadi, professor de infectologia da faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

A doença é transmitida pelo ar e causa inflamação nas meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Entre os sintomas, estão febre, mal-estar, dor de cabeça e rigidez no pescoço.

Segundo Sáfadi, que também é presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, no caso de meningite bacteriana, o tratamento é feito com antibióticos e pacientes que sobrevivem podem ter sequelas.

"Normalmente, eles têm sequelas neurológicas, cegueira, surdez e perda de membros por necrose. As complicações atingem de 10% a 20% dos pacientes que sobrevivem."

Os pacientes também podem ter um quadro de meningococemia, quando há uma infecção na corrente sanguínea, como aconteceu com o neto do ex-presidente. "Ocorre uma proliferação da bactéria, que chega no sangue e promove uma resposta inflamatória muito forte. A resposta é tão intensa que pode promover um choque com queda significativa da pressão. O paciente acaba sucumbindo", explica Jean Gorinchteyn, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

A vacina é a forma mais eficaz de evitar a doença, segundo os especialistas. O imunizante contra o tipo C, que é o mais frequente no Brasil, está disponível na rede pública gratuitamente. Na rede privada, existe a vacina contra os tipos A, B, C, W e Y.

"As crianças imunizadas com esses perfis vacinais estão protegidas, porque a eficácia da vacina é superior a 90%. Mesmo os que não tiveram produção alta de anticorpos vão ter uma forma mais branda da doença", diz Gorinchteyn.

CBBC aposta em campeões brasileiros para impulsionar Seleção de basquete em CR

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Por CPB

As equipes brasileiras de basquete em cadeira de rodas estarão até domingo, 3, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, onde serão realizadas as primeiras fases de treinamento da temporada. Os times fazem trabalho intensivo, com vistas à classificação aos Jogos de Tóquio 2020, e apostam na base dos times campeões nacionais para alcançar os objetivos do ano.

Oito dos 16 jogadores do elenco masculino são da ADD Magic Hands, equipe que sagrou-se campeã brasileira em janeiro deste ano. A estratégia repetiu-se com o time feminino, em que oito jogadoras vêm do All Star Rodas Pará, que venceu o Nacional do gênero em novembro passado.

"O fato de os atletas já atuarem juntos em seus clubes é uma facilitação, pois este entrosamento é muito importante no basquete em cadeira de rodas. É um fator que agrega à Seleção, sem dúvidas. As pontuações dos atletas da ADD são as justamente necessárias para a Seleção", disse Sileno Santos, técnico do time masculino.

Ao todo, serão cinco encontros das equipes nesta temporada até os Jogos Parapan-Americanos de Lima, no Peru, em agosto. O torneio classificará os três melhores times masculinos e os dois melhores femininos aos Jogos Paralímpicos de Tóquio. A equipe masculina ainda tem a previsão de disputar um torneio na Bélgica, em abril, para ambientar-se às grandes equipes do cenário internacional.

Além do trabalho em quadra, os times foram submetidos a testes pelo departamento de Ciência do Esporte do Comitê Paralímpico Brasileiro. A intenção é realizar os ajustes necessários para ter os jogadores nas melhores condições possíveis. "A confederação e o CPB têm feito um trabalho muito bom, com todo o suporte que necessitamos", completou Sileno.


Nove Seleções treinarão no CT Paralímpico durante a semana do Carnaval

Daniel Zappe / MPIX / CPB
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Por CPB

Enquanto mais de 160 blocos desfilam na semana de Carnaval na cidade de São Paulo, a preparação dos atletas paralímpicos se intensifica para a temporada. Ao todo, nove seleções se encontram no CT Paralímpico: natação, atletismo, tênis de mesa, triatlo, bocha, rugby em cadeira de rodas, judô, goalball e futebol de 5.

“Esta é uma temporada muito importante. No atletismo, teremos os Jogos Parapan-Americanos de Lima e o Mundial em Dubai, no fim do ano. Muitas modalidades estão com esta programação de duas grandes competições no ano. A maioria dos atletas ainda precisam garantir marcas validadas internacionalmente. Então, todo dia conta muito.”, explica Jonas Freire, coordenador-técnico do atletismo.

O Centro só ficará sem programação na terça-feira, 5, mas isso não significa descanso para todos, pelo menos na natação. Os nadadores treinarão no Sports Club Corinthians Paulista e folgam apenas no domingo, como acontece em semanas sem feriado.

“A preparação é intensa e, mesmo de folga, eles são orientados a continuar na dieta e usar as horas para descanso. É para ser um dia regenerativo e a gente fica atento com relação à isso", disse Leonardo Tomasello, coordenador-técnico da natação.

Na quinta-feira, 7, mais três times nacionais desembarcam no Centro de treinamento: judô, futebol de 5 e goalball.

“ Os atletas são bem conscientes, sabem o que pode e o que não pode. E o treinamento é pensado para que eles não se machuquem, consigam fazer todos os dias. Levaremos 9 jogadores que farão rodízio. É diferente treinar no clube e na Seleção.”, comenta Alessandro Tosim, técnico da Seleção masculina de Goalball.

No dia 8, sexta-feira, a Seleção de rugby em cadeira de rodas entra em quadra para a primeira de seis semanas de treinamentos previstas até dezembro de 2019. No sábado, 9, a Seleção de bocha inicia a segunda fase de treinamento. Ao todo serão sete etapas, todas no CT.

As nove modalidades têm desafios específicos no calendário (Mundiais de atletismo e natação, Bisfed de bocha, Copas do Mundo de rugby em cadeira de rodas) e os Jogos Parapan-Americanos de Lima, no Peru.


Curso sobre Movimento Paralímpico tem 5 mil adesões; Inscrições seguem abertas

Imagem

Por CPB

O curso de ensino à distância "Movimento Paralímpico: Fundamentos Básicos do Esporte" atingiu em sua primeira semana de lançamento 5.069 inscritos. Os dados são desta sexta-feira, 1. A iniciativa é promovida pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com o Impulsiona, programa de educação do Instituto Península, e faz parte do Planejamento Estratégico da entidade que busca capacitar 100 mil profissionais de Educação Física até 2025.

As inscrições estão abertas e os interessados podem registrar-se nesta página: https://impulsiona.org.br/esporte-paralimpico/.

"A primeira semana de inscrições foi um sucesso absoluto. Isso nos enche de satisfação e nos mostra que estamos no caminho correto para capacitar o número total que desejamos. São 5 mil pessoas que estão interessadas. E este é apenas o primeiro passo para capacitá-los da maneira que desejamos", disse Alberto Martins da Costa, diretor-técnico do CPB.

Estão disponíveis quatro módulos: o primeiro trata da história do esporte paralímpico e sua estrutura, o segundo aborda as deficiências elegíveis, enquanto o terceiro fala sobre aspectos gerais da classificação esportiva. Por fim, o último módulo demonstra como o esporte paralímpico pode ser introduzido na escola. O curso totaliza 40h de conteúdo na AVA MEC, sistema do Ministério da Educação. Não há limite de vagas.

Os profissionais que cumprirem todas as etapas em até 60 dias ganham um certificado assinado pelo CPB, Impulsiona e o MEC. O projeto é coordenado pela área de Educação Paralímpica, que formulou o conteúdo e o adaptou para ser repassado à distância. O conteúdo foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia, e o ambiente estará acessível aos professores inscritos por computadores, celulares ou tablets, desde que haja acesso à internet.

Perguntas & Respostas

Quem pode participar?
O curso se destina a profissionais de Educação Física.

Quanto custa?
O curso é totalmente gratuito.

Onde posso me inscrever?
O curso já está disponível no site  https://impulsiona.org.br/esporte-paralimpico/.

Qual a duração do curso?
São quatro módulos, com duas aulas cada, que totalizam 40h.

Quantas vagas?
O número de vagas do curso é ilimitado.

Quem o desenvolveu?
O conteúdo do curso foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e é oferecido em parceria com o Impulsiona.

Qual o prazo para conclusão do curso?
60 dias.

Terá certificado?
As pessoas que concluírem o curso receberão um certificado assinado pelo CPB, Impulsiona e o MEC.

Qual o objetivo do curso?
Capacitar professores de Educação Física do Brasil a incorporarem o conteúdo do curso ao planejamento de suas aulas.

PEC propõe tempo de contribuição igual para homens e mulheres com deficiência

Proposta acaba com a possibilidade aposentadoria por idade para esses trabalhadores

Imagem Internet/Ilustrativa
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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência estabelece o mesmo tempo de contribuição para homens e mulheres com deficiência. O texto propõe 20 anos de recolhimento à Previdência Social para pessoas com deficiência grave, 25 caso seja moderada e 35 anos de contribuição para deficiência considerada leve. Além disso, a proposta acaba com a possibilidade de aposentadoria por idade para esses trabalhadores.

Atualmente, pessoas com deficiência podem optar pela aposentadoria por idade aos 60 anos (homem) ou 55 anos (mulher), desde que tenha pelo menos 15 anos de recolhimento.

A segunda opção é a aposentadoria por tempo de contribuição, que também varia conforme o grau de deficiência. Se for grave, são 25 anos para o homem e 20 para a mulher. Se for considerada moderada, o homem deve recolher por 29 anos e, a mulher, por 24 anos. No caso de deficiência leve, o tempo é de 33 anos (homem) ou 28 anos (mulher).

As novas regras, de 20, 25 e 35 anos, para pessoas com deficiência grave, moderada e leve, respectivamente, geram, portanto, uma redução no tempo de contribuição para os homens, nos dois primeiros casos (grave e moderada), já que eles passarão a contribuir menos. A mulher passará a contribuir mais nos casos leve e moderada.

De acordo com a Secretaria de Previdência, as novas regras também valem para os servidores com deficiência, que deverão ter também 20 anos de efetivo exercício no serviço público e 5 anos no cargo efetivo em que se der entrada na aposentadoria.

“Atualmente, esse tipo de aposentadoria não está regulamentado para o serviço público”, destacou a pasta.

BPC pode ser reduzido

A pessoa com deficiência que não tiver condições de trabalhar tem direito ao benefício assistencial (BPC/Loas), que hoje é concedido a partir dos 65 anos, no valor de um salário mínimo (R$ 998).

A proposta do governo é que esse benefício seja reduzido para R$ 400, e concedido a partir dos 60 anos. Quando a pessoa completar 70 anos de idade, o valor do pagamento subiria para um salário mínimo.

Fontes: O Globo - vidamaislivre.com.br - Imagem Internet/Ilustrativa

sexta-feira, 1 de março de 2019

Saúde diz que vai compartilhar com laboratórios riscos de medicamentos para doenças raras - Vejam o vídeo.

Todo o tratamento vai ser documentado e acompanhado, e os resultados serão levados para o Ministério da Saúde. Estimativa é que 13 milhões de pessoas sejam portadoras de doenças raras no Brasil

Por Jornal Nacional

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Governo lança programa piloto para Doenças Raras

O Ministério da Saúde anunciou que vai compartilhar com os laboratórios os riscos da compra de medicamentos para pacientes com doenças raras.

Clique AQUI para ver o vídeo.

O diagnóstico veio quando Jordana completou um ano: atrofia muscular espinhal, conhecida como AME, uma doença rara degenerativa. Ela precisa tomar o medicamento para evitar que a doença avance. “A gente tem uma medicação pelo plano de saúde. E espera-se que, para que as outras crianças, todo mundo tenha esse acesso. Ou então o Estado tem que se responsabilizar pelas crianças, porque o Spinraza é a única medicação que tem hoje para o tratamento da amiotrofia muscular espinhal”, afirmou Sara Muhammad Abdallah Awawdeh, mãe de Jordana.

O Spinraza usado no tratamento da AME será o primeiro do projeto piloto do governo e vai funcionar assim: o paciente precisa procurar um centro de referência que faz o controle de doenças raras. Os especialistas desses centros vão prescrever o medicamento. O paciente retira o remédio em uma unidade do SUS, que em muitos estados é a própria farmácia de alto custo. Todo o tratamento vai ser documentado e acompanhado, e os resultados serão levados para o Ministério da Saúde.

Com base nesse acompanhamento, o governo vai compartilhar com os laboratórios a eficácia do tratamento. Nos casos em que o remédio não estiver tendo benefício clínico, será oferecido um outro tratamento ao paciente e o governo deixa de pagar ao laboratório por esse remédio específico.

O ministro da Saúde disse que as primeiras compras na nova modalidade começam em março. Por ano, o custo do tratamento da atrofia muscular espinhal passa de R$ 1 milhão.

“Algumas promessas ou intenções dos medicamentos não se concretizavam frente ao custo. Então, na Itália, iniciou o processo de compartilhamento de risco. Você usa, incorpora o medicamento, faz a seleção de quais são os pacientes objeto daquele medicamento e compartilha-se o risco. Se funcionar, continua o programa. De tempos em tempos, tem que ser reavaliado. Se não funcionar, o laboratório em questão devolve o dinheiro”, explicou Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde.

A estimativa é que 13 milhões de pessoas sejam portadoras de doenças raras no Brasil. A Associação dos Portadores de Doenças Raras aprova o projeto, mas alerta que é preciso transparência.

“O importante nisso é que o governo faça o controle da evolução do paciente. Eu acho que vai ser eficiente para o paciente se é feito de maneira correta, ou seja, a supervisão médica e a supervisão laboratorial e clínica do paciente têm que ser feita com muito critério”, observou Pedro Carlos Stelian, presidente da Associação Nacional dos Portadores de Doenças Raras.

Fonte: g1.globo.com


Cadeirantes fazem protesto no Benedito Bentes, em Maceió - Vejam o vídeo

Eles protestam contra o número máximo de vagas para cadeirantes que os motoristas impõem nos ônibus.

Por Michelle Farias, G1 AL

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Cadeirantes protestam no Benedito Bentes

Pessoas com deficiência física que utilizam cadeira de rodas fizeram uma manifestação na manhã desta quinta-feira (28) no terminal de ônibus do Benedito Bentes, em Maceió. Eles protestam contra o número máximo de vagas para cadeirantes que alguns motoristas impõem nos ônibus.

Clique AQUI para ver o vídeo.

O protesto teve início por volta de 9h e durou pouco mais de uma hora. De acordo com o presidente da Associação de Cadeirantes, Thiago dos Santos, os motoristas dos ônibus não cumprem nem a capacidade dos ônibus, que é de duas vagas.

"Temos que enfrentar tantos problemas e ainda tem esse limite de vagas. Às vezes eles não querem levar nem os dois, porque falam que estão cheios. Mas o gerente da Real Alagoas esteve aqui e disse que a orientação é cumprir as normas, se tiver mais cadeirantes e eles quiserem ultrapassar o número máximo, não tem problema. Desde que seja um acordo entre eles", reforça.

Em nota, o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros de Maceió (Sinturb) disse que desde 2015 há uma determinação para que todos os carros novos possuam duas vagas para cadeirantes. Na medida do possível, as empresas vão se adequando para aumentar o número de vagas nos ônibus.

Confira a nota na íntegra:

Todos os veículos possuem acessibilidade e vaga disponível para os cadeirantes. Em 2015 as empresas de ônibus assinaram uma ata junto à Associação dos Cadeirantes e Ministério Público Estadual, de comprometimento com as empresas que a partir de 2015, todos os carros da nova frota passassem a ser com duas vagas. E desde então, todos os veículos adquiridos possuem 2 vagas exclusivas. As empresas estão ampliando de acordo com a renovação de suas frotas. As empresas possuem uma parceria com Sest Senat, todo mês os rodoviários fazem treinamento e reciclagem para atendimento do público e também deficientes. Aqui em Maceió não possui legislação parecida, mas cumprimos a lei federal, deixando o espaço exclusivo para cadeirantes e assentos preferenciais.

Cadeirantes fazem protesto no Benedito Bentes — Foto: Thaigo dos Santos/Arquivo Pessoal
Cadeirantes fazem protesto no Benedito Bentes — Foto: Thaigo dos Santos/Arquivo Pessoal

Fonte: g1.globo.com

Parceria oferece dança de salão para cadeirantes em Araraquara

Aulas gratuitas serão realizadas às segundas-feiras, das 19h às 21h.

Por G1 São Carlos e Araraquara

Parceria oferece 30 vagas em aulas de dança para cadeirantes — Foto: Prefeitura de Araraquara/Divulgação
Parceria oferece 30 vagas em aulas de dança para cadeirantes — Foto: Prefeitura de Araraquara/Divulgação

Uma parceria em Araraquara (SP) oferece aulas gratuitas de dança de salão para cadeirantes. São 30 vagas.

As aulas serão realizadas às segundas-feiras, das 19h às 21h, na Casa Grandes Eventos (Rua Carmino Brambila, 500, Cidade Jardim).

Para se inscrever, basta apresentar um documento de identidade (RG ou CPF), mais comprovante de endereço.

As inscrições podem ser feitas na Assessoria de Política para Pessoas com Deficiência, no andar térreo do Paço Municipal, de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 16h30.

O Fundo Social de Solidariedade também recebe inscrições de segunda a sexta-feira, das 7h às 15h, na Rua Imaculada Conceição, 3885, na Vila Yamada.

Fonte: g1.globo.com