sábado, 30 de março de 2019

3ª edição do evento 'Amor Down' é realizada em Caruaru

Ação é em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down.

Por G1 Caruaru

Evento é em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado no dia 21 de março.  — Foto: Assessoria de Comunicação/Divulgação
Evento é em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado no dia 21 de março. — Foto: Assessoria de Comunicação/Divulgação

No domingo (31) será realizada a 3ª edição do projeto “Amor Down” em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O evento é em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado no dia 21 de março.

A ação vai acontecer no Caruaru Shopping, e vai contar com várias atividades para crianças e pais que tenham filhos que possuam a síndrome.

Durante o evento serão oferecidas palestras, apresentações de dança, música e teatro. O espaço também vai contar com piscina de bolinha, pipoca e algodão doce. No dia 3 de abril também será realizada uma sessão de cinema no Centerplex.

Serviço
3º Edição do “Amor Down”
Data: 31 de março
Hora: a partir das 13h
Local: Caruaru Shopping.

'Dia Mundial do Autismo' no AP será celebrado com quatro dias de programação

Programação inicia nesta sexta-feira (29) e termina no dia 2 de abril. Objetivo é informar sobre o assunto e acabar com o preconceito.

Por Ugor Feio, G1 AP — Macapá

Piquenique Azul ocorrerá no domingo, 31, no Parque do Forte — Foto: AMA-AP/Divulgação
Piquenique Azul ocorrerá no domingo, 31, no Parque do Forte — Foto: AMA-AP/Divulgação

No Amapá, o Dia Mundial de Conscientização do Autismo será celebrado com quatro dias de atividades em Macapá. A programação tem início nesta sexta-feira (29) e segue até o dia 2 de abril, com palestras, emissão de credenciais para vagas especiais em estacionamentos e o tradicional piquenique na praça.

Organizada pela Associação de Pais e Amigos dos Autistas do Amapá (AMA), a programação é aberta ao público em geral. A primeira palestra inicia às 18h desta sexta-feira. Em seguida tem o acender das luzes na sede da entidade, que marca a abertura do evento. O prédio da associação fica na Avenida 16 de Julho, no bairro Laurindo Banha, Zona Sul da capital.

Cerca de 50 famílias são esperadas pelos organizadores no segundo dia de ações, na 6° edição do Piquenique Azul. O encontro está marcado para iniciar às 16h do domingo (31), no Parque do Forte, no Centro.

Além do encontro na praça, programação ainda conta com palestras, apresentações culturais e emissão de credenciais para vagas especiais — Foto: Divulgação/AMA
Além do encontro na praça, programação ainda conta com palestras, apresentações culturais e emissão de credenciais para vagas especiais — Foto: Divulgação/AMA

Na segunda-feira (1°), a Companhia de Trânsito e Transportes (CTMac) estará na sede da AMA, onde ofertará a emissão de credencial para vagas especiais em estacionamentos. O serviço é para pessoas autistas, mas também para portadores da síndrome de Down e pessoas com baixa visão, deficientes físicos e intelectuais. O atendimento será das 9h às 17h.

Na terça (2), Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a data será marcada por exposição de materiais para atendimento e circuito psicomotor, apresentações de banners e apresentações culturais de jovens autistas.

Entre as atrações,  haverá a performance de um adolescente de 17, que toca músicas clássicas e eruditas no teclado e apresentação de canto de uma criança autista de apenas 8 anos. Essa programação ocorre na quadra da Faculdade Estácio Macapá, das 9h às 11h45.

Para o encerramento, ainda no dia 2, está marcado o circuito de palestras que tratam da "Estimulação da fala, linguagem e comunicação da Criança com TEA" (Transtorno do Espectro Autista) e Nutrição e Autismo: Reflexões e intervenção Nutricional", que acontecem no Sesc Araxá, a partir das 18h30.

A coordenadora administrativa da AMA, Dayse Brito, frisa que o dia é voltado para o esclarecimento da sociedade, que precisa se informar mais sobre o autismo. Ela trabalha na associação há seis anos e diz que, diariamente, atende a novos casos de pessoas com o transtorno.

“O autismo precisa ser notado. A inclusão vem através dessa representatividade. Temos praticamente um caso novo por dia na associação e famílias sofrem sem saber o que fazer para melhorar a qualidade de vida de seus filhos. Por mais informação e menos preconceito, o desconhecido dá medo e as diferenças existem, precisamos aceitá-las”, frisou Dayse.

Fonte: g1.globo.com

Pelotão da Igualdade dá espaço à acessibilidade no 34º 10 KM Tribuna FM-Unilus

Grupo de voluntários colaboram com deficientes, seja na condução de triciclos próprios para corridas ou no apoio a pessoas deficientes que necessitam de guia

Por GloboEsporte.com — Santos, SP

Participantes correm juntos todo o percurso, sempre pela lateral das vias, como forma de segurança — Foto: Divulgação/FMA
Participantes correm juntos todo o percurso, sempre pela lateral das vias, como forma de segurança — Foto: Divulgação/FMA

Se cruzar a linha de chegada é sempre uma satisfação para qualquer corredor, o que dirá para alguém que comemora essa conquista, proporcionando uma experiência para uma pessoa com deficiência? O “Pelotão da Igualdade” garantirá novamente acessibilidade no 34º 10 KM Tribuna FM-Unilus. Na iniciativa, um grupo de voluntários colaboram com deficientes, seja na condução de triciclos próprios para corridas ou no apoio a pessoas deficientes que necessitam de guia.

A prova é a única do Brasil que conta essa ação, que é de caráter participativo e está inserida no regulamento, inclusive. A expectativa é que o Pelotão tenha cerca de 250 participantes entre pessoas conduzidas, corredores e os atletas que doam sua corrida pela causa, inclusive cercado o grupo, como forma de evitar qualquer incidente.

Além da emoção de completarem a prova em si, os integrantes do Pelotão da Igualdade prestarão uma homenagem a Davidson Iuspa, que foi diretor do evento por 12 anos e faleceu recentemente, vítima de câncer no pâncreas. “Foi uma grande perda. Foi ele quem criou o Pelotão, o cara que entendeu a necessidade de facilitar e dar destaque à causa. Vamos fazer essa homenagem a essa pessoa incrível que a gente conheceu”, destaca o responsável pelo grupo, Stefan Klaus, do Projeto Empresto Minhas Pernas.

Neste ano, a novidade é que a equipe estará na mesma largada dos deficientes físicos, visuais e cadeirantes. A mudança visa uma melhor mobilidade durante o percurso e mesmo na chegada. Os participantes correm juntos todo o percurso, sempre pela lateral das vias, como forma de segurança, tanto do grupo quanto dos corredores que participam em busca de marcas, garantindo uma grande festa pela igualdade das pessoas.

“Vamos largar atrás deficientes que vão competir, porque não podemos atrapalhar a prova deles e vamos incentivando para que consigam seu melhor resultado. Vai ser muito legal, porque o nosso trabalho é todo com pessoas com deficiência o ano inteiro e ver aqueles que têm talento para o esporte junto conosco é uma grande satisfação”, ressalta.

Para Stefan, o objetivo é fazer uma prova perfeita, que todos consigam curtir e sem atrapalhar o corredor que vai buscar resultados. “A interação tem de ser perfeita. No ano passado, tivemos um pedação de pista livre, que é incrível. Alguns momentos foram marcantes, quando estacionamos na Avenida Ana Costa e vimos a elite passar por nós. Os atletas viram a galera do Pelotão incentivando e também aplaudiram a iniciativa. Foi incrível”, conta.

Ele também lembra das paradas nos palcos musicais e de um personagem mais do que especial, o ídolo do Santos FC, Giovanni, correndo com seu filho Gennaro, que tem paralisia cerebral. “E teve a chegada. Muitos dos deficientes que têm pouca mobilidade saíram dos triciclos e chegaram andando. Foi muita emoção. O filho do Giovanni treinou o ano inteiro para chegar de pé e esse ano vai estar lá de novo”, fala.

Os deficientes e voluntários que querem participar do Pelotão da Igualdade devem se inscrever diretamente pelo instagram.com/emprestominhaspernas, facebook.com/emprestominhaspernas, pelo telefone de Stefan Klaus (13) 98181.7955 ou diretamente com a equipe nos treinos, aos sábados, das 9 às 12h, no Emissário Submarino, em Santos.

“Todo corredor que quer doar sua corrida para a causa tem de estar inscrito na prova. Não existe desconto especial”, avisa Stefan. “Teremos um limite de 200 voluntários e 20 triciclos”, avisa o responsável pelo grupo, informando que quem quiser ser voluntários para conduzir o triciclo, precisa passar por um teste de condução. “Primeiro, conhece qual a sensação, os riscos, o que precisa atenção, como faz a hidratação e aprende a condução”, conta.

Essa é a quarta vez que o grupo participa dos 10 KM Tribuna FM-Unilus. Em 2017, a largada foi depois dos amadores e no ano passado foi decidido a antecipação para depois da elite feminina. “A experiência foi incrível e sempre crescente. Teremos deficientes auditivos e visuais empurrando os triciclos, pessoas com síndrome de down, autistas, deficiências intelectuais, para que todos saiam do sedentarismo”, completa.

Inscrições

Para quem também vai correr ou caminhar no 34º 10 KM Tribuna FM-Unilus, as inscrições seguem  abertas exclusivamente pelo site e taxa é de R$ 105,00. Mais informações sobre a prova pelo telefone (13) 2102.7267/68, de segunda a sexta-feira, das 9 às 12h e das 14 às 18h, pelo e-mail trieventos@grupo-tribuna.com.


Após peregrinação em busca de escola com acessibilidade, aluno de Arujá volta a estudar - Vejam o vídeo.

O vendedor Isac da Costa Lima buscava unidade que atendesse cadeirantes para concluir o ensino médio no curso do supletivo.

Por Débora Carvalho, Diário TV 1ª Edição

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Cadeirante de Arujá volta às aulas e realiza o sonho de terminar os estudos

A partir de segunda-feira (1), Isac Costa Lima, de Arujá, vai voltar para a escola para o ensino supletivo. Ele conseguiu fazer a matrícula após ter problemas com a acessibilidade em outras unidades.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Logo na chegada, o vendedor já encontrou uma vaga exclusiva de estacionamento e calçada acessível. “Eu estou muito feliz e, de casa até aqui, são 15 minutos de carro. Vai ser rapidinho.”

A reclamação, depois das tentativas nas escolas, chegou ao Ministério Público. Agora, Isac será aluno da Escola Estadual Professora Edir Paulino Albuquerque.

A sala de aula também foi adaptada para receber o novo aluno com uma carteira nova. “Muito boa a carteira, o banheiro está perto também.”

O acesso também está garantido em outras áreas da escola também, como os banheiros. “Como nós não tínhamos aluno cadeirante, a sala estava destinada para outras coisas. Nós fizemos a retirada de alguns objetos, fizemos a limpeza e trouxemos a cadeira adaptada. Agora vamos transferir a turma dele para o andar térreo e, para essa turma também não ficar sozinha, vamos trazer outra turma. Serão duas turmas no noturno aqui agora”, explica a supervisora Sheila Zambelli.

Para a esposa do Isac, Ana Paula Soares, que uma companheira em todos os momentos, essa foi mais uma vitória em busca de um mundo com mais igualdade e acesso a todas as pessoas. “A gente se sente importante com isso, ao ver que eles estão dando uma atenção. Muitas vezes é um descaso com a vaga e a gente vê que aqui estão dando uma atenção.”

A novidade deixou o aluno feliz. “Agora é correr atrás para pegar o certificado do ensino médio e ir atrás dos meus objetivos”, finaliza Isac.

Biblioteca Braille abre cursos gratuitos de instrumentos musicais, em Manaus

Pela primeira vez, serão oferecidas aulas de cavaquinho para deficientes visuais.

Por G1 AM

Bilblioteca Braille — Foto: Divulgação
Bilblioteca Braille — Foto: Divulgação

A Biblioteca Braille do Amazonas está com inscrições abertas para os cursos de instrumentos musicais para deficientes visuais e pessoas com baixa visão. Estão disponíveis as tradicionais turmas de Teclado e Violão e, pela primeira vez, serão oferecidas aulas de Cavaquinho. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail braille@cultura.am.gov.br ou pelos telefones (92) 99111-8734/99969-6489.

As aulas acontecem na Biblioteca, localizada no Bloco C do Centro de Convenções (Sambódromo), na Avenida Pedro Teixeira, 2.565, Dom Pedro. Às terças e quintas-feiras, das 8h às 12h, será realizado o curso de Teclado, com o professor Guilherme Munhoz; Às quartas, das 8h às 12h, será a vez do curso de Violão; e às sextas, no mesmo horário, o de Cavaquinho - ambos ministrados pelo professor Carlos da Costa.

Cursos de música
O projeto dos cursos de instrumentos para deficientes é realizado desde 2006, em parceria com o Núcleo de Música Popular do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro, que disponibiliza os professores. O objetivo, segundo o gerente da Biblioteca, Gilson Mauro Pereira, é melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência visual e atrair novos usuários para a Biblioteca.

Implantada em 1999, a Biblioteca Braille do Amazonas conta com um acervo de 50.466 volumes, distribuídos em obras em braille, livros falados (em MP3), livros digitalizados e filmes com audiodescrição.

Família de menino com Síndrome do Down que morreu em corredor do Hospital Materno Infantil se revolta: ‘Quantas crianças vão ter de morrer?’ - Vejam o vídeo

Vídeo mostra o desespero da mãe ao saber da morte do filho, em Goiânia. Hospital e Conselho Tutelar investigam se houve negligência.

Por Fábio Castro e Paula Resende, G1 GO

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Hospital investiga morte de menino de 5 anos em Goiânia

A família de Diogo Soares Carlo Carmo, de 5 anos,  morreu após esperar por atendimento por mais de 15 horas, está revoltada. Ele faleceu no corredor do Hospital Materno Infantil, em Goiânia. Um vídeo mostra o desespero da mãe do menino após saber da morte do filho.

Clique AQUI para ver o vídeo.

“Quando [funcionários] chegaram correndo, correram com ele para dentro falando que iam reanimar o menino, mas já estava morto. Meu sobrinho morreu num corredor, meu sobrinho não volta mais, quantas crianças vão ter de morrer?”, desabafa a tia Divina Soares de Almeida.

Portador de Síndrome do Down, Diogo morreu na tarde de quinta-feira (28), onde deu entrada pela manhã. O corpo dele foi enterrado nesta tarde em um cemitério municipal de Goiânia.

Saga por atendimento

Diogo passou mal na segunda-feira (25), e os pais o levaram ao Centro de Atendimento Integral à Saúde (Cais) de Campinas. “Estava com suspeita de dengue, passaram medicação, retornou para casa”, disse Vinícius Alexandre, tio do garoto.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou, em nota, que o paciente foi atendido “com queixas de alergia e febre naquele dia. O exame de sangue estava normal. Ele recebeu atendimento e foi medicado de acordo com o quadro clínico que se apresentou no momento”.

Diogo Soares Carlo Carmo, de 5 anos, morre no Hospital Materno Infantil, em Goiânia — Foto: TV Anhanguera/ Reprodução
Diogo Soares Carlo Carmo, de 5 anos, morre no Hospital Materno Infantil, em Goiânia — Foto: TV Anhanguera/ Reprodução

Como o menino não melhorou, os pais o levaram na quinta-feira (28) ao HMI. A unidade está superlotada e interna pacientes em cadeiras da sala de espera e corredores. Em uma das cadeiras, estava Diogo.

O menino deu entrada no HMI com prioridade amarela. Isto significa que o paciente precisa de atendimento médico, mas sem risco imediato.

Por e-mail, a Secretaria de Estado da Saúde disse que "a criança foi atendida e permaneceu nas cadeiras com a mãe, recebendo o tratamento prescrito e aguardando vaga em leito".

"Porém, o quadro da criança evoluiu com muita gravidade não respondendo às manobras de ressuscitação na sala de reanimação, e às 13:55 foi constatado óbito", afirma.

O corpo de Diogo foi encaminhado para o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), para elucidação da causa da morte.

Investigação

Conselheiros tutelares visitaram o hospital na manhã desta sexta-feira e constataram que a unidade segue superlotada. "Estamos requisitando aqui do Cais de Campinas e do HMI o prontuário para saber o que aconteceu. Se houve negligência médica, vamos fazer representação junto ao Ministério Público e à Polícia Civil”, afirmou o conselheiro Diego Peres.

A direção do hospital disse que também vai apurar as circunstâncias da morte da criança. “Nós vamos investigar, vamos ver direitinho o que aconteceu, mas garanto que não houve problema de atendimento. Eu acho precoce ainda a gente afirmar uma coisa dessas, a gente tem crianças que evoluem muito rapidamente para o óbito independente da unidade em que está”, disse Rita de Cássia Leal.

Direção do Hospital Materno Infantil de Goiás informou que investiga o caso — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Direção do Hospital Materno Infantil de Goiás informou que investiga o caso — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Falta de leitos

A falta de leitos no HMI foi denunciada em outras situações por pais de pacientes que também estavam recebendo tratamento nos corredores da unidade. Mães relataram que estavam há dias com os filhos em cadeiras.

Na época, a administração do hospital informou que a superlotação ocorria por falta de especialistas na rede pública municipal. Outra razão apontada foi a política deles de não negar atendimento a quem os procura, mesmo que os casos sejam menos complexos do que os usualmente recebidos pelos médicos do local.

Também na época das denúncias, a a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) disse que planeja inaugurar uma maternidade ainda este ano para desafogar o atendimento pediátrico.

Desabafo de médica

Antes da morte de Diogo, no domingo (24), uma pediatra escreveu uma carta de desabafo sobre a situação do hospital. Na ocasião, havia dois médicos de plantão para consultas, partos, análise de pacientes e orientação de residentes: "Trabalhamos ininterruptamente o dia todo".

Mesmo depois de 12 horas de plantão, a pediatra disse que não teve coragem de ir embora e deixar os pacientes. Ela também cita a situação das enfermeiras: "Enfermagem reduzida trabalhando, incansavelmente, com inúmeros medicamentos para fazer e mães para atender".

"Tínhamos nas cadeiras pacientes de UTI, de enfermaria de alta complexidade, pós-operatório. E consultas que não paravam de chegar. Sensação de estar em um barco à deriva e sem esperanças de melhoras", relata.

Bebê internado em cadeira, de forma improvisada, no HMI, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Bebê internado em cadeira, de forma improvisada, no HMI, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Fonte: g1.globo.com

Brasileira luta contra doença rara que causa tumores gigantes

Karina Rodini nasceu com neurofibromatose e já passou por mais de 15 cirurgias — uma delas, inclusive, para a retirada de um cisto de 8kg

Isadora Tega, do R7

                            Reprodução/Instagram
                                 Karina tem neurofibromatose
                             Karina tem neurofibromatose

Uma brasileira natural de Curitiba, no Paraná, vem chamando a atenção do mundo pela luta contra uma doença rara. Karina Rodini, de 28 anos, nasceu com neurofibromatose tipo 1, uma condição genética que começa discreta, mas, com o tempo, causa tumores gigantes pelo corpo.

A paranaense, que foi notícia até em jornais britânicos, como Mirror e The Sun, conta ao R7 que os primeiros sintomas surgiram quando ela ainda era bebê. Os pais notaram no corpo dela pequenas manchas lisas, chamadas de "café com leite" por especialistas, e procuraram um médico. "Na primeira consulta, ele disse que não era nada, apenas manchas. Se ainda hoje a doença é desconhecida, imagine 28 anos atrás", diz.

O diagnóstico veio apenas quando Karina tinha oito anos, mas não chegou a comprometer a infância dela. "Eu era muito nova, não sabia o que era ter uma doença. Sempre levei uma vida normal, brinquei, estudei... rotina de criança, mesmo".

As complicações começaram a surgir em 2002, quando ela tinha 12 anos, e resultaram na primeira cirurgia: a retirada de um cisto de 8kg no útero. De lá para cá, foram mais de 15 intervenções para amenizar os efeitos da doença no corpo.

"A neurofibromatose traz varios problemas com ela, sinto fortes dores na coluna, tenho uma escoliose severa. Também perdi meu campo visual, não vejo quase nada do lado esquerdo. Nos últimos três anos, eu piorei muito, o tumor cresceu demais".

"Já sofri muito com xingamentos bem ofensivos. Hoje em dia, as pessoas olham muito, e na internet os ataques ficaram maiores depois que postei pela primeira vez".

Karina revela que as dificuldades causadas pela neurofibromatose vão além das questões físicas — ela tem de lidar, também, com o preconceito. "Já sofri muito na escola com xingamentos bem ofensivos. Hoje em dia, as pessoas olham muito, e na internet os ataques ficaram maiores depois que postei pela primeira vez sobre o meu problema".

Autoaceitação

Olhar para o próprio corpo e aceitá-lo foi uma tarefa difícil para a paranaense, que diz ter se escondido por muito tempo. "Eu não tirava fotos de corpo inteiro, tinha muita vergonha — e ainda tenho. Mas resolvi por um ponto final nisso e buscar meios que pudessem me ajudar. Também decidi divulgar, porque acredito que ainda há pessoas boas que querem o bem do outro".

O papel das redes sociais

Conversar sobre a doença também foi um processo, mas, agora, Karina garante que fala abertamente "para quem quiser saber". Ela, inclusive, fundou uma página nas redes sociais para conscientizar outras pessoas sobre a situação que enfrenta.


"Criei o Instagram para mostrar minha realidade e para ajudar outras pessoas que sofrem da mesma síndrome. Lá é o meu diário. É por meio dele e do Facebook que muitos portadores me procuraram para dizer que também sofrem com a doença. Temos até um grupo no WhatsApp só para portadores, que conta com mais de 250 pessoas de todo o Brasil".

'Vaquinha' online

Karina afirma que o tratamento exige muito dinheiro, já que são muitos exames, consultas, remédios e cirurgias. Para ajudar a arcar com as despesas, já que está sem auxílio-doença, ela criou uma 'vaquinha' online.  Se quiser contribuir, clique aqui.

O maior sonho

"Meu sonho é acordar e me ver 'limpa’, sem essa doença, e ter uma vida normal. Quero poder trabalhar, ter meu dinheiro, sair, viajar e ir à praia de biquíni. Desejo que, no futuro, descubram a cura e que ninguém mais sofra não só dessa doença, mas de todas. Ninguém merece viver com doenças, não sei porque elas existem", desabafa.

Sobre a neurofibromatose

A neurofibromatose é uma doença genética que, devido a uma alteração no cromossomo 17, provoca o crescimento de tumores benignos pelo corpo. Ainda não há cura, mas, quanto antes é diagnosticada, mais adequados são os tratamentos para a condição.

Doença de Still acomete crianças e pode destruir articulações

Diagnóstico é baseado em sintomas, exames físicos e por exclusão de outras doenças reumatológicas

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A doença de Still caracteriza-se por ser um tipo de artrite inflamatória, com manifestação de sintomas como dor e destruição das articulações, febre, erupção cutânea, dor muscular e perda de peso. Em casos mais graves, essa doença pode levar à destruição das articulações devido à inflamação, sendo mais comum nos joelhos e nos pulsos, inflamação do coração e aumento do fluido nos pulmões. Jornal da USP no Ar conversou sobre o assunto com a professora Rosa Maria Pereira, da disciplina de Reumatologia da Faculdade de Medicina (FM) da USP.

De acordo com a professora, é mais comum em crianças, mas pode acontecer em adultos e idosos também. A doença de Still é classificada como uma doença inflamatória autoimune, e suas causas ainda não estão bem estabelecidas. “Em alguns casos, existe uma origem genética, tendo associação com alguns genes, mas isto não é utilizado para fazer diagnóstico. O principal diagnóstico é baseado nos sintomas, exames físicos e por exclusão de outras doenças”, explica Rosa Maria.

Os sinais e sintomas que se manifestam em pessoas com a doença de Still são febre alta, erupção cutânea, dor muscular e das articulações, poliartrite, serosite, inchaço dos gânglios linfáticos, aumento do tamanho do fígado e do baço, diminuição do apetite e perda de peso.

Em crianças, a doença se caracteriza por dor nas juntas ou dor e inflamação nas juntas, mas o típico são picos febris. “A criança tem uma febre alta, entre 39 e 40 graus, junto com uma lesão de pele, uma vermelhidão bem rápida. Ela também pode ter dor de garganta, como se fosse um quadro viral, e perda de peso. Aumento do fígado, do baço e dos gânglios, como se tivesse infecção”, afirma a especialista. Mas o exame de sangue não apresenta uma marca específica como em outras doenças reumatológicas. “Outra característica é a inflamação, com um componente com muita artrite. Nas crianças, é chamada de artrite idiopática juvenil sistêmica.”

Geralmente, o tratamento consiste na administração de medicamentos como anti-inflamatórios não esteroides, prednisona e imunossupressores. “Em um terço dos casos, as crianças evoluem com uma artrite crônica. Em outros, há um surto único de atividade, o monociclo, e depois não existe mais a doença. No outro terço, quando a inflamação vem junto com muita artrite, o tratamento é feito como uma artrite reumatoide até que o paciente pare de tê-la, o que pode persistir por muito tempo.” Por se tratar de uma doença muito particular, o ideal é que a criança seja levada a um reumatologista pediátrico ou reumatologista comum, em vez de ter acompanhamento de pediatra geral.

Fonte: jornal.usp.br 

Super Copa de Futebol de 5 começa com AGAFUC-RS e ISMAC-MS na frente

Foto: Tadeu Casqueira/CBDV
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Legenda: Nonato comemora o gol da vitória sobre o CEDEMAC-MA.

Duas vitórias magras por 1 a 0. Assim começou a Super Copa do Brasil de Futebol de 5 na tarde desta sexta-feira, 29, no CT Paralímpico, em São Paulo. No jogo de abertura da competição a AGAFUC-RS venceu o CEDEMAC-MA com gol de Nonato, e no duelo seguinte o ISMAC-MS contou com Toninho para superar a APADV-SP.

Finalistas nas duas últimas edições da Copa Loterias Caixa - Série A, AGAFUC-RS e CEDEMAC-MA tiveram um novo encontro, dessa vez pela primeira rodada da Super Copa. De tanto se enfrentarem nos últimos anos, as equipes mostraram conhecimento umas das outras na partida. As chances claras de gols foram poucas e a oportunidade que pintasse poderia ser decisiva para o placar final. Não deu outra.

Algoz na decisão no ano passado ao marcar três vezes, Nonato mais uma vez deixou sua marca. O pernambucano aproveitou bem a jogada pelo meio e chutou de direita para abrir o placar. O gol garantiu a vitória dos gaúchos, que largaram bem na corrida pelo título.

"Encaramos esse jogo como uma final. Se a gente perdesse complicaria muito depois ter que depender de outros resultados. Queremos depender apenas das nossas forças. Foi muito importante conseguirmos essa vitória, mas ainda estamos um pouco longe, temos que amanhã tentar somar mais pontos para seguir em busca do título", comemorou Ricardinho.

Na partida seguinte, o atual campeão da Série B, ISMAC-MS, encarou parada dura contra a APADV-SP, do craque da seleção brasileira, Gledson. O jogo foi disputado do início ao fim e quando esperava-se que o placar não seria alterado, Toninho colocou os sul-matogrossenses na frente e deu números finais ao confronto.

Com os resultados do dia, AGAFUC-RS e ISMAC-MS dividem a liderança da competição com 3 pontos cada, enquanto APADV-SP e CEDEMAC-MA ficaram com zero. Neste sábado, 30, acontece a segunda rodada da competição com CEDEMAC-MA x APADV-SP, às 14h, na luta para decidir quem segue vivo na disputa pelo título, e, às 15h45, ISMAC-MS x AGAFUC-RS, na peleja que pode deixar uma delas próxima do troféu.


SESI-SP e Santos superam rivais no primeira dia da Super Copa de Goalball

Foto: Tadeu Casqueira/CBDV
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Legenda: Gleyse em ação durante jogo do SESI-SP

A Super Copa do Brasil de Goalball começou nesta sexta-feira, 29, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, com a participação de oito equipes. SESI-SP e Santos começaram bem e alternam a liderança nas duas categorias.

Dominada por paulistas, a competição começou com o duelo entre SESI-SP e APADV-SP no feminino. O time rubro-negro venceu por 6 a 5 na estreia e confirmou a liderança ao vencer a ADEVIBEL-MG por 10 a 0. O Santos também venceu duas, mas aparece em segundo com o saldo de gols inferior, pela diferença de quatro gols.

"Importante pra avançar para o nosso objetivo que é chegar na disputa do título no domingo. Nós estamos nos preparando, fazendo um rodízio entre as atletas, jogando um trio por tempo. E amanhã é continuar fechando a defesa, afinal vamos enfrentar as atuais campeãs brasileiras. Vamos buscar construir o nosso jogo e não podemos relaxar para continuarmos invíctas no campeonato", disse Gaby, pivô do SESI-SP.

Já no masculino os santistas largaram na frente com duas vitórias. A primeira sobre o SESI-SP por 9 a 7 e na partida que fechou o dia, bateu a UNIACE-DF pelo placar de 12 a 4. Na vice-liderança está o SESI-SP, que se recuperou da derrota na estreia e venceu a ACESA-SC por 12 a 2.

Confira os outros resultados:

ADEVIBEL-MG 2 x 7 SANTOS-SP (F)
ACESA-SC 2 x 12 UNIACE-DF (M)
APADV-SP 3 x 5 SANTOS-SP (F)

(M) masculino; (F) feminino

As semifinais acontecem neste sábado, 30, a partir das 14h30, mas antes, as equipes jogam pela última rodada no período da manhã para a definição dos confrontos da fase eliminatória. ACESA-SC x Santos abrem o segundo dia de competição, às 9h.

Fonte: cbdv.org.br

Jovens do Camping Escolar participam da regional Centro-Leste do Circuito

Imagem

Por CPB

A etapa regional Centro-Leste do Circuito Brasil Loterias Caixa de Atletismo e Natação será realizada neste sábado, 30, e domingo, 31, em Uberlândia, Minas Gerais. Ao todo, 408 atletas estão inscritos no terceiro estágio do Circuito 2019. As provas de atletismo serão realizadas no SESI Gravatás e têm 286 competidores. Já os 122 nadadores competirão na piscina do Praia Clube Uberlândia. Destes, destacam-se cinco jovens do Camping Escolar Paralímpico, projeto de base desenvolvido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

A fase Centro-Leste é a oportunidade que os atletas do Acre, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins têm para atingir os índices estabelecidos pelo Departamento Técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o que garante vaga nas etapas nacionais do Circuito Brasil Loterias Caixa.

Os cinco jovens competidores que participarão do evento na cidade mineira estiveram em janeiro no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, para o Camping Escolar Paralímpico. O projeto do CPB seleciona os destaques das Paralimpíadas Escolares e oferece a eles uma fase de treinamento intensivo com os profissionais do Comitê. Agora, será a vez de eles colocarem em prática o que lhes foi passado.

A sul-matogrossense Milaini Alviço, 14 anos, a mineira Isabel Maimone, 17 anos, e a brasiliense Giulia de Oliveira, 16 anos, participarão das provas da natação. Já no atletismo, a acreana Débora de Lima, 17 anos, e a brasiliense Suzany Cordeiro, 15 anos, representarão o Camping Escolar Paralímpico.

“O Camping foi importante para eu aperfeiçoar minha técnica em todos os estilos. Há uma semana, simulei os 50m borboleta no treino e fiz em 1min55s. Cinco segundos a menos que o índice, então minha expectativa para a regional Centro-Leste é muito boa. Estou nervosa, mas confiante, pois sei que posso melhorar ainda mais”, relatou Milainí, da classe S4, que nasceu com má formação nos quatro membros.

Medalhistas paralímpicos também participarão da regional Centro-Leste. É o caso de Izabela Campos, que faturou o bronze no lançamento de disco F11 no Rio 2016, e Ruan Souza, da classe S10, ganhador do bronze no revezamento 4x100m medley masculino 34 pontos, também nos Jogos realizados na capital fluminense. Mauro Evaristo de Sousa (F42) e Paulo Flaviano (T38) que integraram a equipe brasileira nos últimos Jogos também marcarão presença na competição.

Este será o terceiro estágio do Circuito 2019, cuja abertura aconteceu em São Paulo, nos dias 23 e 24 de fevereiro. A segunda fase ocorreu em João Pessoa, Paraíba, de 14 a 17 de março. Haverá ainda a fase regional Rio-Sul, em Curitiba (PR), de 12 a 14 de abril. Competidores de atletismo e natação que alcançarem os índices estabelecidos pelo departamento técnico do CPB garantem participação nas etapas nacionais, em São Paulo. A terceira fase nacional receberá a denominação de Campeonato Brasileiro, em setembro e outubro, e reúne os melhores do ano. As três competições serão realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico.

Resultados
Acompanhe os resultados do Circuito Brasil Loterias Caixa em tempo real, pelo aplicativo "Circuito Loterias Caixa Regional", disponível para dispositivos iOS e Android.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir a etapa regional Centro-Leste do Circuito Brasil Loterias Caixa de Atletismo e Natação não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigirem-se à sala de imprensa do evento.

O Circuito
O Circuito Brasil Loterias Caixa é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e duas nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país. Em 2019, as disputas das fases nacionais serão separadas por modalidade - haverá ainda um Campeonato Brasileiro de cada esporte.

Patrocínios
O paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem.
A natação tem patrocínio das Loterias Caixa.

Serviço
Data: 30 e 31 de março
Cidade: Uberlândia (MG)
Local: Atletismo: SESI Gravatás – Rua Nova Ponte, 500 – Jardim dos Gravatás, Uberlândia – MG
Natação: Praia Clube Uberlândia – Praça Primo Crosara, 505 – Copacabana, Uberlândia – MG

Programação*
Circuito Loterias Caixa de Atletismo e Natação – Etapa Regional Centro-Leste
Sábado (30/3) – 8h às 12h e 14h às 18h
Domingo (31/3) – 8h às 12h

Primeira Super Copa do Brasil de Goallbal começou nesta sexta no CT Paralímpico

Guilherme Taboada/CPB
Imagem

Por CPB

A Super Copa do Brasil de Goalball é a principal novidade no calendário deste ano. A competição credencia as equipes que se destacaram em 2018 na disputa de um quadrangular que vai garantir os primeiros campeões da temporada. A primeira edição acontece de 29 a 31 de março, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

O evento foi bem recebido pelos adeptos da modalidade, entre jogadores, técnicos e torcedores. Danilo Rong, treinador do Santos FC, destacou a importância da criação da competição e analisou como mais uma oportunidade para competir com equipes de ponta.

“Super importante termos mais um evento, ainda mais com um nível de semifinal de Brasileiro, envolvendo as equipes que alcançaram os melhores resultados no ano anterior. O nível que o esporte alcançou já não existe grandes surpresas de uma competição para outra, o que credencia este evento. Visto que tem se tornado cada vez mais sólido o que as equipes preparam para os anos seguintes”, destacou o comandante santista.

O Santos é o atual campeão brasileiro nas duas categorias. Além do time alvinegro, a competição terá a participação de APADV-SP (vice-campeão), ADEVIBEL-MG (campeão da Série B) e SESI-SP (equipe convidada) na categoria feminina. E SESI-SP (vice-campeã), UNIACE-DF (terceiro colocado) e ACESA-SC (campeão da Série B) na masculina.

“Nessa competição estarão as melhores equipes da Série A e a melhor equipe da Série B, das respectivas categorias, então será algo bem emocionante. Satisfatório poder estar vivendo esse momento com as minhas atletas, onde foi dado um pontapé favorável para a modalidade, nesse crescimento do goalball nos últimos anos”, vibrou Diego Valadares, técnico da ADEVIBEL-MG.

A competição que abre a temporada do goalball nacional começa na sexta-feira, 29, às 9h, com a primeira rodada categoria masculina, em confronto que será definido no Congresso Técnico, nesta quinta. As equipes vão se enfrentar entre si e as duas primeiras de suas respectivas categorias fazem a final no domingo.

Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV)

CPB faz parceria com a Prefeitura de Uberlândia para capacitar professores

Valter de Paula – Secom/PMU
Imagem

Por CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Prefeitura de Uberlândia, Minas Gerais, assinaram nesta sexta-feira, 29, um acordo de cooperação para a capacitação de profissionais de Educação Física. A qualificação dos professores da rede municipal de ensino ocorrerá na modalidade de ensino à distância (EaD), em projeto gratuito desenvolvido em conjunto com o Impulsiona, programa de educação do Instituto Península.

A solenidade aconteceu no Centro Administrativo Municipal. O objetivo da parceria é capacitar 270 servidores, sendo 217 professores da rede municipal e 53 da FUTEL, por meio do curso EaD "Movimento Paralímpico – Fundamentos Básicos do Esporte". As aulas totalizam 40 horas de conteúdo na AVA MEC, sistema do Ministério da Educação.

O evento contou com a presença do diretor-técnico do CPB, Alberto Martins, do prefeito de Uberlândia, Odelmo Leão, do presidente da Câmara Municipal, Hélio Ferraz, da Secretária Municipal de Educação, Tânia Toledo, e o diretor-geral da Fundação Uberlandense de Turismo, Esporte e Lazer (FUTEL), Edson Zanatta.

Uberlândia é o primeiro município brasileiro a se comprometer por meio de parceria institucional a capacitar todos os professores de Educação Física de sua rede de ensino. O CPB tem como meta capacitar até 100 mil profissionais em esportes adaptados até 2025, como definido em seu Planejamento Estratégico.

“O CPB tem o desafio de capacitar 100 mil educadores físicos em todo Brasil e é com grande satisfação que começamos por Uberlândia, cidade que tem fortes clubes no paradesporto e que, em 2018, foi tricampeã brasileira no halterofilismo (CDDU), campeã brasileira no atletismo (Minas Olímpica Uberlândia) e vice-campeã brasileira na natação (Praia Clube). Ou seja, Uberlândia esteve no pódio das três principais modalidades paralímpicas do país. Por isso, inclusive, trouxemos uma das etapas regionais do Circuito Loterias Caixa para a cidade", disse Alberto Martins.

“Ficamos felizes em mais uma vez abrir as portas para o Movimento Paralímpico. Sempre que precisarem de nós da Prefeitura e da Câmara Municipal de Uberlândia, estaremos à disposição”, disse o prefeito Odelmo Leão.

O curso EaD foi lançado no fim fevereiro. Quatro módulos estão disponíveis: o primeiro trata da história do esporte paralímpico e sua estrutura, o segundo aborda as deficiências elegíveis, enquanto o terceiro fala sobre aspectos gerais da classificação esportiva. Por fim, o último módulo demonstra como o esporte paralímpico pode ser introduzido na escola. As inscrições podem ser feitas aqui.

A cidade do Triângulo Mineiro receberá ainda neste fim de semana, 30 e 31 de março, a fase Regional Centro-Leste do Circuito Brasil Loterias Caixa de Atletismo e Natação. Clique aqui para mais informações.

Rampas malfeitas são obstáculos! - Vejam o vídeo

Resultado de imagem para Rampas malfeitas são obstáculos!

por Ricardo Shimosakai

Rampas malfeitas são obstáculos! Neste caso, pequenas rampas feitas para vencer um degrau na entrada de uma loja. Porém são muito curtas e inclinadas, o que acabou tirando o espaço de contato da roda traseira desta cadeira de rodas motorizada, que acabou ficando girando em falso. Isso acontece por causa do uso de um dispositivo anti-tombo instalado na parte traseira da cadeira motorizada. Mesmo para quem usa uma cadeira de rodas manual, é preciso habilidade e equilíbrio.

As configurações de uma cadeira motorizada é diferente de uma cadeira manual, seja por questões de peso, dimensões e até os próprios componentes utilizados. Mas a arquitetura e engenharia geralmente considera uma cadeira manual básica como um modelo para pensar em seus projetos de acessibilidade. Se fizéssemos uma comparação, seria como pegar como modelo uma mulher magra para fazer uma roupa para um homem gordo. Você até faria a roupa, mas provavelmente ela não iria servir.
Se prestarmos atenção na imagem, não exatamente foi pensado em fazer uma rampa, pois no local existia um degrau, como se fosse um pequeno murinho, e colocaram cimento dos dois lados para criar uma “rampa”. No Brazil isso é popularmente conhecido como “gambiarra”. Acessibilidade além de técnica, é também experiência. Sempre que for fazer alguma intervenção relacionado à acessibilidade, procure profissionais.

Unimed Campinas inaugura serviço especializado em Autismo e Paralisia Cerebral

Fachada do Centro de Promoção à Saúde
Fachada do Centro de Promoção à Saúde

Crédito: Divulgação

Núcleo Especializado de Reabilitação (NER) começa a funcionar na próxima terça-feira, 2 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Crianças de todas as idades e adolescentes com até 17 anos e 11 meses que possuem Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e Paralisia Cerebral (CP) são o público-alvo do Núcleo Especializado de Reabilitação (NER), que será aberto aos clientes da Unimed Campinas a partir de 2 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo.

Serviço próprio da Cooperativa que funcionará no piso térreo do Centro de Promoção à Saúde instalado em edifício anexo ao Instituto Penido Burnier, da Avenida Andrade Neves, 683, o Núcleo terá atuação multidisciplinar. Médicos especialistas em Neuropediatria e profissionais de Psicologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional compõem a equipe de atendimento. Em sua capacidade plena, o serviço será capaz de prestar atendimento a cerca de 100 pacientes.

A principal característica da nova unidade é a oferta de projeto terapêutico individual e exclusivo, estruturado nas mais recentes evidencias sobre o assunto. Cada programa de tratamento será criado em total conformidade com as necessidades individuais da criança/adolescente e de acordo com as limitações e a capacidade de desenvolvimento que o paciente possui.

Após encaminhamento ao NER por um médico especialista, os pacientes passarão por uma avaliação inicial da equipe, a qual definirá o projeto terapêutico sempre em conjunto, fará o acompanhamento das terapias propostas, bem como as reavaliações periódicas da evolução alcançada pela criança ou adolescente assistido.

“O modelo de atenção proposto pelo novo Núcleo integra o cuidado multidisciplinar a ações efetivas de habilitação e reabilitação para estes pacientes”, afirmou o diretor Médico-Social da Unimed Campinas, Dr. Antonio Claudio Guedes Chrispim, responsável pelo novo serviço.

Mais sobre o Autismo

Transtorno complexo que afeta o desenvolvimento social e cognitivo, o Autismo é composto basicamente por três manifestações principais: déficits qualitativos na interação social e na comunicação, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados e, também, por um repertório restrito de interesses e atividades.

Uma pessoa autista, em geral, tem uma vida limitada, cuja qualidade pode ser melhorada com o tratamento medicamentoso - que visa reduzir os sintomas mais intensos -, e o tratamento não medicamentoso, por meio de uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar feita médico, psicólogo, fonoaudiólogo, educador e terapeuta ocupacional. O prognóstico de autismo é variável e dependente da gravidade do quadro, ou seja, do grau de comprometimento cognitivo da criança, assim como da participação dos familiares e da precocidade do tratamento. Os programas de intervenção precoce podem fazer uma diferença importante e produzir ganhos significativos e duradouros.

Mais sobre a Paralisia Cerebral

A paralisia cerebral (PC) é uma condição não progressiva caracterizada por alterações neurológicas permanentes que comprometem o desenvolvimento motor e/ou cognitivo do paciente, causando limitações nas atividades cotidianas. Hoje, existem cerca de 17 milhões de pessoas com paralisia cerebral. Uma em cada quatro crianças com esse diagnóstico não fala; uma em cada três não anda; uma em cada duas tem deficiência intelectual e uma em cada quatro tem também epilepsia. As informações são do movimento internacional World Cerebral Palsy Day, ou Dia Mundial da Paralisia Cerebral, que é celebrado em 6 de outubro.

Uma das principais causas do problema é a hipóxia, situação em que, por algum motivo relacionado ao parto, tanto referentes à mãe quanto ao feto, há falta de oxigenação no cérebro, resultando em uma lesão cerebral.

Serviço:
Núcleo Especializado de Reabilitação (NER)
Endereço: Avenida Andrade Neves, 683, térreo, Campinas/SP
Abertura: 2 de abril de 2019
Profissionais envolvidos: Médicos Neuropediatras e profissionais de Psicologia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia e Fisioterapia.
Público-alvo: crianças e adolescentes clientes da Unimed Campinas e acometidos de TEA e PC.