sábado, 6 de abril de 2019

Criar filhos com déficit de atenção custa 5 vezes mais aos pais nos EUA, diz estudo

Segundo o economista Timothy F. Page, da Universidade Internacional da Flórida, o custo médio da manutenção aumenta de US$ 2.848 para US$ 15.036 se a criança tiver déficit de atenção.

Por Agência EFE

Transtornos de aprendizagem: saiba mais sobre a dislexia e a discalculia — Foto: Pexels/Divulgação
Transtornos de aprendizagem: saiba mais sobre a dislexia e a discalculia — Foto: Pexels/Divulgação

Um estudo da Universidade Internacional da Flórida revelou que os gastos que os pais de crianças com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) têm são cinco vezes maiores do que que têm responsáveis de crianças sem essa doença e alcança anualmente nos Estados Unidos US$ 5,80 bilhões.

Psicólogo e diretor do Centro para Crianças e Famílias da instituição, William E. Pelham Jr. coordenou a pesquisa, divulgada nesta sexta-feira (5), e afirmou que esse é o problema "mais comum de saúde mental infantil". De acordo com ele, o não tratamento de crianças com TDAH leva ao surgimento de "adultos com problemas mais relevantes, complexos e difíceis que afetam toda a família".

Os menores apresentam um padrão "constante" de falta de atenção e hiperatividade impulsiva que interferem no desempenho e no desenvolvimento e frequentemente têm dificuldades acadêmicas e de comportamento em sala de aula que geram custos extras para as famílias, segundo o estudo. Aulas particulares ou nas férias, programas de computador e outros serviços de aprendizagem, além dos fornecidos pelo sistema educacional regular, são alguns dos exemplos.

Com frequência, eles perdem pertences e materiais escolares, desistem de atividades ou aulas extracurriculares depois de os pais já terem feito o pagamento do serviço ou comprado um equipamento. Segundo o economista Timothy F. Page, da Universidade Internacional da Flórida, o custo médio da manutenção aumenta de US$ 2.848 para US$ 15.036 se a criança sofrer TDAH, sem incluir o tratamento.

O estudo, publicado no "Journal of Abnormal Child Psychology", detalha que os adolescentes que foram diagnosticados com TDAH na infância têm mais chances de sofrer acidentes automobilísticos, o que provavelmente se traduz em despesas como o conserto do carro, multas e um aumento nos custos do seguro. Algumas famílias também podem experimentar uma alta carga econômica associada à criminalidade, incluindo os custos com a defesa.

Xin Zhao, principal autora do estudo, destacou que esta foi a primeira investigação sobre o aspecto econômico da doença, o que é "fundamental para defender, justificar e planejar intervenções" para as famílias das crianças. Entre os sintomas mais comuns estão a falta de atenção a detalhes, problemas de concentração nas tarefas ou nos jogos, dificuldade de organização e adiamento de atividades que requerem muito esforço mental por um longo período.

O estudo também descobriu que os pais reportaram perda de renda por conta de demissões e mudanças de responsabilidades no trabalho, como também despesas extras com o cuidado da criança e tratamentos da saúde mental dos próprios responsáveis.

"O mais importante que os pais de crianças com TDAH podem fazer é procurar ajuda o mais rápido possível para aprender estratégias de comportamento efetivo que ajudem a compensar alguns destes custos e prevenir problemas mais sérios na idade adulta", alertou Pelham Jr.

Seminário 'Precisamos falar sobre síndrome de Down' acontece na quinta-feira, 11, em Porto Velho

Evento acontece no TJ-RO a partir das 18h30. Inscrições gratuitas podem ser feitas até o dia 10 de abril.

Por G1 RO — Porto Velho

Seminário acontece na quinta-feira (11)  — Foto: Divulgação
Seminário acontece na quinta-feira (11) — Foto: Divulgação

No dia 11 de abril acontece em Porto Velho o seminário "Precisamos falar sobre síndrome de Down", no Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJ-RO).

Clique aqui para se inscrever gratuitamente.

O evento é organizado pela Defensoria Pública de Rondônia (DPE-RO) e visa mostrar à população seus direitos e incentivar a colaboração e inclusão de pessoas com síndrome de down.

"A deficiência é uma característica da sociedade, e não do indivíduo. É a sociedade que tem que se adequar para poder receber essas pessoas com as características e peculiaridades que elas têm", diz a Defensoria Pública de Rondônia.

As inscrições podem ser feitas no site do evento até a próxima quarta-feira (10). A entrada é gratuita mediante a doação de 1 kit de higiene pessoal no dia do evento. Os kits serão entregues à instituições de caridade.

Serviço

  • Seminário "Precisamos falar sobre síndrome de Down"
  • Horário: 18h30
  • Local: auditório do TJ-RO (José Camacho, 585, bairro Olaria)
  • Entrada: doação de 1 kit de higiene pessoal


Palestras

  • Síndrome de Down: uma reflexão para a inclusão escolar
  • Palestrante: Dra. Flávia Albaine Farias da Costa (defensora pública)
  • Casamento das pessoas com síndrome de down
  • Palestrante: Dra. Beatriz Capanema Young (advogada)
  • Inclusão no mercado de trabalho
  • Palestrante: Fernanda Honorato dos Santos (jornalista)


Fonte: g1.globo.com

A síndrome que causa fome insaciável

De cada 15 a 30 mil nascidos em qualquer lugar do mundo, estima-se que um seja portador da síndrome de Prader-Willi, pouco conhecida no Brasil


Horário de almoço ; alimentação ; comida ; intervalo do trabalho ;  (Foto: Shutterstock)
SEM A PERCEPÇÃO CEREBRAL DA SACIEDADE FÍSICA, AS PESSOAS AFETADAS PELA DOENÇA PODEM COMER O QUE APARECER PELA FRENTE, SEM FREIOS (FOTO: SHUTTERSTOCK)

Até o fim da vida, eles sentirão fome compulsiva e incontrolável a todo minuto. De cada 15 a 30 mil nascidos em qualquer lugar do mundo, estima-se que um seja portador da síndrome de Prader-Willi, pouco conhecida no Brasil. Sem a percepção cerebral da saciedade física, as pessoas afetadas pela doença podem comer o que aparecer pela frente, sem freios.

Há casos dramáticos de pais que trancam a geladeira, o armário e a porta da cozinha. E a reação impressiona: crianças quebram a porta do armário, roubam comida e podem até comer alimentos congelados ou descartados na lixeira.

Não há registro do número de pessoas com a síndrome no Brasil. Além disso, segundo especialistas, um dos problemas mais comuns é que muitas crianças têm a doença, mas os pais não sabem. É desconhecida até por profissionais da saúde, o que dificulta o diagnóstico precoce.

Para conscientizar as pessoas, a Associação Brasileira Síndrome de Prader-Willi realiza amanhã uma caminhada na Avenida Paulista, a partir das 9 horas, com encontro no Museu de Arte de São Paulo (Masp).

Há outros dois eventos marcados para este mês no Rio e em Brasília, onde serão entregues panfletos explicativos que detalham os sintomas, o tratamento e a rede de apoio de familiares de portadores da síndrome.

A Prader-Willi é causada por um erro genético que afeta o funcionamento do hipotálamo, área cerebral responsável pela regulação do apetite, entre outras funções. A doença leva à obesidade associada ao atraso no desenvolvimento cognitivo. "Quando o bebê nasce, o que chama mais atenção é a hipotonia, ou seja, a fraqueza muscular. São bebês que quase não se mexem. Falam pouco e têm dificuldade de mamar", diz a médica Ruth Franco, do Ambulatório de Prader-Willi do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Doze anos atrás, foi o que aconteceu com Larissa, filha da relações-públicas Patrícia Salvatori, de 46 anos. Na época, o exame genético para diagnosticar a síndrome teve de ser feito nos Estados Unidos e o resultado levou dois meses. "Praticamente não encontrava informações em português. Era desesperador", relata a mãe. "Pensava: Será que vai andar, falar, interagir? Ela foi andar com quase 4 anos, fazendo fisioterapia quatro ou cinco vezes por semana."

Para Patrícia, entre todas as dificuldades, a pior situação foi a inclusão escolar. "É difícil as escolas entenderem e aceitarem. Há desconhecimento, principalmente quando as crianças surtam de ansiedade e estresse por falta da comida. Quem está perto precisa de muita tranquilidade." Segundo ela, uma simples ida ao restaurante, ao supermercado ou a festas de aniversário pode estressar a criança, pela grande oferta de comida.

Natal e Páscoa tiveram de ser readaptados: em vez de ganhar chocolate, por exemplo, Larissa recebe dos parentes roupas e ursinhos. Diariamente, Patrícia procura alimentar a filha com mais saladas e legumes do que carboidratos, já que a síndrome retarda o metabolismo e dificulta a absorção dos alimentos.

Sem medicação ou cura. "Medicamentos usados para controlar compulsão alimentar não têm efeito nos portadores da Prader-Willi", explica a médica. Mesmo sem cura ou remédio eficaz, quatro pilares são seguidos no tratamento: dieta restrita (900 calorias/dia), hormônio de crescimento, atividade física e acompanhamento psicológico. Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, diz Ruth, maiores as chances de controle.

Síndrome mão-pé-boca suspende aulas de escola em Itapeva - Veja o vídeo.

De acordo com a Prefeitura de Itapeva, Emei Edna Muzel de Moura ficará fechada para higienização por 10 dias e vai retomar as aulas no dia 15 de abril.

Por G1 Itapetininga e Região

Emei Professora Edna Muzel de Moura vai ficar fechada até 15 de abril — Foto: Reprodução/TV TEM
Emei Professora Edna Muzel de Moura vai ficar fechada até 15 de abril — Foto: Reprodução/TV TEM

Uma escola de Itapeva (SP) vai ficar fechada por 10 dias para higienização após o registro da síndrome mão-pé-boca em alunos. De acordo com a prefeitura, do dia 24 de fevereiro até agora houve registros da doença em 14 unidades escolares.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Segundo Marialda de Oliveira Amaral, coordenadora da escola, os pais dos alunos foram informados sobre a síndrome. “Fizemos a higienização e desinfecção das salas dos ambientes e brinquedos, orientamos os funcionários também em relação à limpeza”, diz.

Segundo a prefeitura de Itapeva, estão sendo tomadas medidas necessárias em relação a esta situação.

“Dois casos para a vigilância é considerado surto pelo grau de transmissibilidade que tem. Então entramos com Vigilância Sanitária fazendo inspeção necessária, orientação de higienização, ventilação, cuidados na hora da fralda e a Vigilância Epidemiológica também faz o trabalho de orientação aos professores e diretores”, afirma Eliana Corrêa Prestes, chefe do setor de vigilância de Itapeva.

“Precisamos contar com a colaboração dos médicos fazendo o afastamento das crianças por pelo menos 10 dias. Neste período a transmissão é muito fácil e a criança não pode retornar ao ambiente coletivo. É preferível afastar poucas crianças do que fechar uma escola.”

Em nota, a prefeitura de Itapeva disse que nas 14 escolas foram registradas entre um e quatro casos da doença e afirmou que as crianças estão recebendo toda a assistência necessária.

Informou que houve uma reunião com pais e alunos da Emei Edna Muzel de Moura e foi decidido que a escola será reaberta no dia 15 de abril, mas as demais unidades de ensino funcionarão normalmente, já que todos os casos estão sendo monitorados.

Surto de mão-pé-boca foi registrado em Itapeva (SP) — Foto: Reprodução/TV TEM
Surto de mão-pé-boca foi registrado em Itapeva (SP) — Foto: Reprodução/TV TEM

Fonte: g1.globo.com

Justiça condena UFMA a oferecer condições de acessibilidade no Campus do Bacanga

MPF alegou que a universidade possui graves irregularidades que comprometem o acesso de alunos cadeirantes, com mobilidade reduzida, cegos, com baixa visão e surdos aos cursos de graduação.

Por G1 MA — São Luís

Campus do Bacanga da UFMA em São Luís — Foto: De Jesus/O Estado
Campus do Bacanga da UFMA em São Luís — Foto: De Jesus/O Estado

A Justiça Federal condenou a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) a adaptar o Campus do Bacanga, em São Luís, às condições de acessibilidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. A Justiça também determinou a adoção de providências para a implementação da acessibilidade pedagógica, de comunicação e informação.

A condenação atende a um pedido do Ministério Público Federal, que em 2015 promoveu ação civil pública contra a UFMA por irregularidades que comprometiam o acesso de alunos cadeirantes, com mobilidade reduzida, cegos, com baixa visão e surdos aos seus cursos de graduação.

Na sentença, o Juiz Federal José Carlos Madeira declarou que não basta a estruturação de ações afirmativas por parte da UFMA, como a adoção do sistema de cotas para acesso aos cursos de graduação, sendo necessário que a universidade assegure condições de acesso, permanência, participação e aprendizagem pela oferta de serviços e recursos de acessibilidade que eliminem as barreiras e promovam a inclusão plena.

A Justiça Federal fixou o prazo de 90 dias para o cumprimento da sentença pela UFMA, elevando o valor da multa de R$ 200 mil para R$ 400 mil por mês de descumprimento. O G1 entrou em contato, mas a UFMA não se posicionou sobre a decisão da Justiça Federal.

Pais alegam que faltam professores para crianças com deficiência em Divinópolis

Segundo as famílias, os estudantes estão sem apoio de professores pedagógicos nas salas de aula. Em nota, Prefeitura negou a situação.

Por MG2

Pais denunciam descumprimento de leis por parte da Secretaria de Educação em Divinópolis  — Foto: Prefeitura de Divinópolis/ Divulgação
Pais denunciam descumprimento de leis por parte da Secretaria de Educação em Divinópolis — Foto: Prefeitura de Divinópolis/ Divulgação

Alguns pais de estudantes da rede municipal de ensino em Divinópolis disseram ao MG2 que faltam professores de apoio pedagógico dentro das salas de aula.

A Lei 9.394/1996, que fala sobre as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, garante que crianças com algum tipo de deficiência física ou intelectual tenham o auxílio de um professor específico para o processo de alfabetização.

Entretanto, a repositora Viviane Mariano Conceição, afirmou que o filho Mateus, de seis anos, que tem diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) está sem o professor de apoio. Ela contou que já procurou a Secretaria Municipal de Educação (Semed), mas que não foi atendida.

“Esse ano o Mateus foi para o ensino regular, tenho o laudo médico dele, mas a Secretaria de Educação disse para mim e para a escola que não vai contratar assistência para ele. Disseram também que já contrataram estagiários e não têm condições para fazer novas contratações”, relatou Viviane.

Também nessa situação está a filha da diarista Ana Lúcia Silva. A menina de nove anos tem TDA e, segundo a mãe, não é acompanhada por um assistente pedagógico na sala de aula.

“Quando ela tinha o apoio estava aprendendo mais, agora sem o apoio está mais difícil. Sem esses profissionais o professor não dá conta de ensinar todos e dar atenção especifica para ela”, encerrou Ana Lúcia.
Prefeitura

Em nota, a Prefeitura de Divinópolis informou que nenhuma criança com necessidade de apoio em sala de aula está sendo desassistida. Ainda segundo o Município, para dúvidas os pais devem procurar ou ligar para a Semed.

Rainha do Café é eleita em Patrocínio durante concurso que destacou a inclusão social

Vencedora foi Amanda Martins, de 21 anos. Jovem com deficiência física também concorreu ao título e desfilou de cadeira de rodas.

Por Vanessa Pires, G1 Triângulo Mineiro

Amanda Martins é eleita a Rainha Nacional do Café de Patrocínio — Foto: Vanessa Pires/G1
Amanda Martins é eleita a Rainha Nacional do Café de Patrocínio — Foto: Vanessa Pires/G1

A Rainha Nacional do Café foi eleita em Patrocínio, no Alto Paranaíba, na noite de terça-feira (2). A estudante Amanda Martins, 21 anos, foi escolhida pelos jurados e levou o título.

“Levo o título não só como uma responsabilidade, mas também como aprendizado. Vencer o concurso é mais do que um desafio, pois é uma honra poder representar Patrocínio. Eu e as outras duas concorrentes nos tornamos amigas e aprendemos juntas. E ainda, as superações da Júnia me fizeram aprender muito”, disse.

Um diferencial na passarela durante o desfile foi a princesa Júnia Dornelas, que além de ser a candidata que mais arrecadou donativos para serem doados à instituições da cidade, desfilou em uma cadeira de rodas.

Segundo a secretária de Cultura, Eliane Nunes, o concurso é uma tradição na cidade, aconteceu há vários anos, foi interrompido e depois retomado há três anos. “Representa mais do que a beleza, mostra a importância da mulher em relação a nossa economia e também quanto às ações sociais, pois ela deverá promover nosso município”, disse.

Ela também destacou o diferencial do concurso, que foi a inclusão social.

“O evento mostrou que não existem barreiras para uma pessoa que quer seguir seus sonhos, como a Júnia que mesmo com as limitações se inscreveu. Isso demonstra para a gente a necessidade de ver o ser humano na sua essência e demostrar que nossa sociedade tem que se adaptar as nossas necessidades”, reforçou.

Finalistas do concurso Rainha Nacional do Café e a Princesa Nacional do Café recebem homenagens  — Foto: Vanessa Pires/G1
Finalistas do concurso Rainha Nacional do Café e a Princesa Nacional do Café recebem homenagens — Foto: Vanessa Pires/G1

Júnia Dornelas perdeu o movimento das pernas depois de um acidente de moto há quase cinco anos. A jovem contou que, apesar as limitações, o importante é conquistar os sonhos.

“É uma grande vitória ter participado para mostrar para pessoas que podemos fazer nossas vontades. Temos nossas limitações físicas, mas nossa alma não tem limitações, devemos dar a cara a tapa e mostrar para as pessoas que nós podemos”, falou Júnia.

A terceira participante que também ganhou o título de princesa é Mariane Bragança, de 18 anos.

Fonte: g1.globo.com

Empresa facilita inserção de Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho

Negócios de impacto social terão voz ativa no Festival Global de Inovação Social, que acontecerá no dia 14 de abril

Secretaria irá promover uma série de ações para estimular a contratação de PCDs para vagas de estágio. (Foto: Reprodução: Pixabay)

Por Agência Sebrae de Notícias

Empreender com um propósito é uma opção real para empresários que pretendem causar um resultado positivo em uma comunidade. O negócio de impacto social é uma oportunidade para buscar soluções relacionadas a questões sociais ou ambientais, considerando a viabilidade econômica com base em estratégias e modelos de negócios. De acordo com a pesquisa “Negócios de Impacto Social e Ambiental”, realizada pelo Sebrae em 2017, 28,4% dos empreendedores desse segmento possuem ensino superior completo.

Também segundo a pesquisa, 58% dos empresários possuem uma renda acima de quatro salários mínimos e atuam na área da educação (37,1%), seguido por treinamento – acesso a trabalho e renda (25,8%), cultura (22,6%) e economia criativa e artesanato (19,4%).

Esse é o caso da PcD em Foco. A empresa nasceu em 2016 com o objetivo de oferecer soluções de forma ágil e acessível conectando profissionais a empresas que acreditam na inclusão. “Sou da área de Recursos Humanos e percebi a dificuldade de contratar profissionais PcDs (pessoas com deficiência) e, por conhecer a realidade deles, tive a ideia de abrir a empresa”, conta Neandro Perini, sócio fundador. Em 2017, Alan Albiero, seu sócio atual, ingressou na empresa e juntos aprimoraram a tecnologia da plataforma.

Por meio dela, conecta-se o profissional com a empresa de forma digital, promovendo a agilidade na comunicação e facilitando o processo, além de fornecer dicas de mercado de trabalho para preparar o candidato. A empresa participará do Festival Global de Inovação Social, no dia 14 de abril, em Florianópolis.

O objetivo do evento é promover um momento de troca de experiência entre a comunidade global e a local do Impact Hub, com participantes de 60 países. Neandro ressalta a importância do evento para a formação de uma rede e fortalecer iniciativas relacionas a negócios de impacto social. “Quando começamos, as empresas achavam que nós éramos uma ONG.

Em Santa Catarina não existe uma cultura de investir em PcDs e foi bem desafiador”, relembra. Festival Global de Inovação Social A programação organizada pelo Impact Hub Floripa ocorre no Centro de Inovação ACATE Primavera.

Já estão confirmados para o evento a youtuber e escritora Julia Tolezano, do canal Jout Jout Prazer; Marina Silva, historiadora, professora, psicopedagoga, ambientalista e política brasileira; Aser Cortines, ex vice-presidente da Caixa, diretor e facilitador de programas da Amana-Key e UEXP; Téo Benjamin, criador da Bando e cocriador das maiores campanhas de crowdfunding do Brasil; Raull Santiago ativista social e midiativista no Coletivo Papo Reto – composto por jovens dos Complexos do Alemão e Penha; e Christel Scholten, que facilita processos de mudança sistêmica de larga escala com o compromisso da sustentabilidade.

Para participar os interessados devem se inscrever e fazer uma doação de qualquer valor em dinheiro a partir de R$ 1 — a organização recomenda a doação de R$ 185. Para se inscrever, acesse este link.

MPF recomenda adaptação do aeroporto de Tefé, no AM, para atender pessoas com deficiência

Prazo para a resolução do problema e execução total da aquisição e adaptação é de 8 meses

Imagem Internet/Ilustrativa
Resultado de imagem para O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas

Por G1 AM

O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas recomendou à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) a adoção de medidas para a total adaptação do aeroporto de Tefé, a 522 KM de Manaus, às normas de acessibilidade, possibilitando o acesso, sem qualquer restrição, a todas as pessoas com deficiência. A recomendação foi divulgada nesta sexta-feira (5) pelo MPF. O G1 aguarda posicionamento da Infraero.

O prazo previsto no documento para a solução do problema e execução total das medidas de adaptação é de oito meses.

A recomendação indica ainda a necessidade de aquisição de equipamentos necessários à subida e a descida de aeronaves para atendimento de passageiros que dependem de assistência do tipo STCR (passageiros transportados em maca), WCHS (cadeira de rodas para degraus) ou WCHC (cadeira de rodas para assento de cabine), bem como tudo o mais que for necessário para o atendimento das normas de acessibilidade vigentes.

Segundo o MPF, a Infraero informou, por meio de ofício, que o aeroporto de Tefé não possui nenhum equipamento de subida e descida para atendimento de passageiros que dependam das assistências especificadas, o que descumpre a legislação em vigor e viola o direito de acessibilidade das pessoas com deficiência. Para o órgão, ainda que não existam registros de solicitação de apoio para atendimento de pessoas com deficiência no aeroporto, a Infraero é obrigada a cumprir a dispor dos equipamentos e adaptações necessárias para cumprir a legislação que trata da acessibilidade.

As solicitações do MPF têm como base a Lei de Acessibilidade (Lei nº. 10.098/2000), que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, O Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), a Lei Federal nº 7.853/89, o Decreto Regulamentar nº 3.298/99 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pelo Decreto Legislativo nº 186/2008. Todos esses dispositivos legais visam proteger e incluir as pessoas com deficiência no convívio social e garantir o pleno exercício de seus direitos individuais e sociais.

O descumprimento da exigência de requisitos de acessibilidade pode configurar ato de improbidade administrativa, sujeitando o agente público responsável – neste caso, o superintendente da Infraero – à pena de demissão.

A Infraero deverá responder ao MPF sobre o acatamento da recomendação no prazo de dez dias. O documento pede ainda que, na resposta, a empresa pública indique as medidas a serem adotadas para o cumprimento das medidas recomendadas ou, em caso de recusa, os motivos pelos quais deixará de atender os pedidos da recomendação.

Fonte:g1.globo.com - Imagem Internet/Ilustrativa

Como solicitar isenção de IPI para deficiente por conta própria - Veja o vídeo

O processo é simples e online, e a resposta chega rápido!

Antigamente para solicitar a isenção de impostos era preciso juntar, xerocar e autenticar vários documentos, ir a uma unidade da Receita Federal, esperar na fila, entrar com o processo e aguardar vários dias, e então ligar para lá toda semana para saber se estava pronto, e assim que finalmente era deferido, tinha que voltar lá para buscar. Aí começava a mesma luta para conseguir a isenção de ICMS...

Mas felizmente as coisas mudaram, o tempo passou e a informatização chegou para agilizar e facilitar a vida de quem precisa solicitar isenção de impostos para garantir o direito de ir e vir em um veículo zero quilômetro! O processo de solicitação de IPI hoje é feito todo online e demora apenas três dias úteis para receber uma resposta! Viva a tecnologia!! O site da Receita Federal com orientações e laudos é este aqui:  http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/isencoes/isencao-ipi-iof-pessoas-fisicas

Porém, o processo ainda é um pouco burocrático. Para facilitar a vida de quem precisa pedir esta isenção, fiz um vídeo explicando passo a passo como solicitar a isenção por conta própria. E neste texto, explico com mais detalhes quais são estes passos.

Quem tem direito

A primeira dúvida que as pessoas tem é se tem direito à isenção. O ideal é consultar um médico especialista que tenha algum conhecimento sobre este tipo de isenção, como médicos que já estão acostumados a emitir o laudo. Para ajudar, veja neste link as patologias passíveis de obter isenção de impostos:

Laudo Médico

O primeiro passo, e o maior complicador da isenção de IPI é conseguir o laudo médico correto, que deve ser feito seguindo o modelo do Anexo V da Receita Federal. O melhor lugar para solicitar este laudo é no Hospital Sarah Kubitchek (www.sarah.br). Lá eles já estão acostumados a fazer test tipo de laudo e emitem utilizando o modelo do Anexo V, e já assinam e carimbam corretamente. É só logar no site, ir na "Área do Paciente", entrar no menu "Solicitação de Documentos", escolher na guia "Laudos e Relatórios Médicos", e clicar em "Solicitar". Na página que abre, vá até o campo Dados da Solicitação e na guia "Selecione a finalidade desejada" escolher "Outras Finalidades". No campo abaixo, "Descreva as informações..." basta digitar "Laudo Médico para solicitação de isenção de IPI". E então é só aguardar, demora de 15 a 60 dias, dependendo da unidade em que foi solicitado.
Para quem não tem acesso ao Hospital Sarah, é possível solicitar em um Posto de Saúde ou Clínica Médica que tenha médicos que sejam credenciados também no SUS. Para fazer isto basta imprimir o Anexo V, que está no link abaixo:

Levar a um posto de saúde ou clínica, e pedir que os médicos preencham, são dois que assinam mais o responsável pela unidade de saúde. O ideal é que pelo menos um dos médicos seja especializado na patologia em questão, se a deficiência for uma lesão medular, que seja um neurologista ou neurocirurgião, se for amputação, que seja um ortopedista.

CNH

Com o laudo médico em mãos, será necessário alterar ou tirar a CNH. Este passo poderá ser feito antes do anterior, mas com o laudo da Receita em mãos, facilita até para a perícia do Detran. Basta se dirigir ao Detran de sua cidade e fazer a solicitação de alteração ou exame para tirar a CNH. O Detran marca uma perícia médica - na qual sugiro levar o laudo anterior - e então serão marcados os exames para habilitação. Mesmo sendo alteração, é preciso fazer novamente o exame de rua. Será necessário frequentar auto escola com carro adaptado, fazer o exame escrito para quem está tirando a primeira habilitação, ou o exame de rua para alteração. Após aprovado, será emitida a CNH com as observações no verso que são letras que identificam que adaptações o veículo precisará ter.

SISEN

O passo seguinte é acessar o sistema da Receita Federal que concentra estas solicitações, o SISEN, neste link: https://www.sisen.receita.fazenda.gov.br Ao entrar no site, há no topo três opções, para inciar é preciso clicar na primeira, Requerimento. Você será direcionado para a tela de login, se não tiver cadastro, será preciso clicar em "Primeiro acesso?"

Após fazer o cadastro, receberá um código de acesso para entrar no sistema. Com ele em mãos, volte à página principal do SISEN e clique em Requerimento. Entre no sistema e abaixo da pergunta "Deseja fazer um novo Requerimento?" clique em "IPI". Se for deficiente não condutor, é necessário marcar a opção "Quero exercer o papel de representante legal...".

Em seguida, abra-se uma caixa de diálogo, e é só clicar em "Pessoa com deficiência" e aí inicia-se o processo. Aí é só seguir os passos do sistema, selecionando o tipo de deficiência, entra com os dados de endereço (basta digitar o CEP e ele busca o endereço) e contato e clica em "Próximo".

A tela seguinte é para preencher a lista de condutores autorizados, que só precisa preencher se o requerente for não condutor. Sendo condutor, deixe em branco. Depois, basta clicar nas opções de disponibilidade financeira e regularidade fiscal e clicar em "Próximo".

A tela seguinte contém os dados da deficiência, que estão relacionados no Laudo Médico do Anexo V. Basta ir clicando nas opções relacionadas às limitações da deficiência do requerente seguindo o que está no laudo. Importante aqui é entrar com os CIDs corretamente, basta digitar os números do CID sem ponto e clicar em "Incluir".

Logo abaixo, é necessário entrar com os CPFs dos médicos, e também com o CNPJ da unidade. É só digitar os números e dar "Enter" ou "Tab" no teclado que o sistema puxa os nomes. Depois tem que escolher qual o Tipo de Serviço Médico, ou seja da unidade de saúde na qual foi pego o laudo.

Para finalizar esta parte, entre com o CPF do responsável pela unidade de saúde e com a data em que o laudo foi emitido, e em seguida clique em "Próximo".

A tela seguinte é para anexar o Laudo Médico, emitido no padrão do Anexo V. O arquivo precisa ser no formato PDF e não pode ser maior do que 2 MB (megabites). Basta clicar em Selecionar Arquivo e escolher ele no seu computador. Assim que acabar de anexar, aparece o nome do arquivo em verde. Aí é só clicar em "Próximo".

A última tela é para conferir os dados que foram registrados no requerimento, basta verificar tudo se está correto, selecionar no texto "Declaro estar ciente..." e clicar em "Confirmar".

Pronto, a solicitação de isenção foi realizada com sucesso. Guarde o número do protocolo e então é só aguardar. O resultado sai em 72 horas úteis, ou seja, 3 dias úteis. Você recebe um email dizendo que a isenção de IPI foi deferida, aí você entra novamente no SISEN, identifica que foi deferida e clica em uma seta no canto para baixar o arquivo. Aí é só levar na concessionária junto com a isenção de ICMS e comprar seu carro com isenção.

Veja o vídeo abaixo, onde expliquei tudo isso, e se tiver alguma dúvida volte a este texto. E boa sorte!



Grupo no Facebook com mais orientações (Carros PCD Brasil): https://www.facebook.com/groups/20397..


Semifinais e brigas pelas últimas vagas agitam o Regional Sudeste 2 de Goalball

Foto: Tadeu Casqueira/CBDV
Semifinais e brigas pelas últimas vagas agitam o Regional Sudeste 2 de Goalball
Legenda: Gabriel Olavo foi importante na vitória do ATHLON sobre a APADV

Depois de 23 jogos disputados nesta sexta-feira, 5, o Regional Sudeste 2 de Goalball teve as quatro semifinalistas da categoria feminina definidas. Já no masculino SESI-SP e LMC garantiram a vaga com uma rodada de antecedência no Grupo B, enquanto no A a briga continua acirrada e será decidida na manhã deste sábado, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Líder do Grupo A e dono da melhor campanha da primeira fase, o Santos vai enfrentar o SESI-SP em uma das semifinais. Será o segundo encontro das equipes em uma partida decisiva com menos de uma semana. No último domingo, as equipes se enfrentaram na final da Super Copa e o time de Mogi das Cruzes ficou com o título. Dessa vez as santistas chegam com cem por cento de aproveitamento, enquanto o rubro-negro vem de uma derrota para a APADV.

A segunda vaga na final será entre APADV x LMC, primeira e segunda colocadas dos grupo B e A, respectivamente. O time de São Bernardo do Campo tem em Carol a esperança de gols para avançar. A camisa 3 é a vice-artilheira da competição com 12. Já o Lar das Moças Cegas chega para a partida decisiva com duas vitórias e uma derrota.

Definição da categoria masculina

Na disputa entre os homens, SESI-SP e LMC já estão garantidos e se enfrentam para ver quem fica com a primeira colocação da chave. No Grupo A a disputa está em aberto com três times ainda com chance. O Santos é o que tem melhor situação e pode até perder por seis gols que avança para a próxima fase.

Segundo colocado, o ATHLON vive situação confortável, mas inusitada. O time terminou o dia na vice-liderança por conta da vantagem no confronto direto sobre a APADV. No entanto, mesmo se o time de São José dos Campos chegar aos 9 pontos na última rodada, caso o terceiro colocado vença o Santos por sete gols ou mais de diferença, três equipes ficariam com a mesma pontuação. Com isso a primeiro critério de desempate neste caso é o saldo de gols, que após três jogos de cada equipe está: Santos com 30, ATHLON com 1 e APADV com 17.

Confira todos os resultados da competição: http://bit.ly/2FQUACy

Álbum de fotos:  http://bit.ly/2Usf0eo


Curitiba sediará a última parada regional do Circuito Brasil Loterias Caixa

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Por CPB

Curitiba receberá mais de 600 atletas de três modalidades na etapa Regional Rio-Sul do Circuito Brasil Loterias Caixa, na próxima semana, de 12 a 14 de abril. São 313 competidores do atletismo, 162 da natação e 137 do halterofilismo. Para velocistas e nadadores, a etapa, que contempla os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, é a última da fase regional. O halterofilismo tem caráter nacional e inicia sua segunda fase.

Todas as modalidades se encontrarão na Universidade Positivo. Na pista e na piscina, os atletas buscarão, pela última vez, alcançar os índices estabelecidos pelo Departamento Técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) para participarem das etapas nacionais, que terão início em maio, sempre no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

“As regionais são a porta de entrada para o esporte paralímpico. As primeiras etapas do ano foram um sucesso, não só em número de atletas participantes, mas com excelentes marcas atingidas. Isso mostra que nas nacionais teremos boas surpresas e que neste ano tão importante, com Parapan e Mundial, novos nomes podem representar o Brasil”, disse Jonas Freire, diretor-técnico adjunto do CPB.

Já os halterofilistas continuam o caminho iniciado em João Pessoa, Paraíba, em busca de marcas que os credenciarão ao Campeonato Brasileiro da modalidade, em novembro, também no CT Paralímpico. As disputas em Curitiba contarão com a presença do medalhista paralímpico, o baiano Evânio Rodrigues, prata nos Jogos do Rio 2016, a paranaense Márcia Menezes, medalhista mundial em Dubai 2014, e as jovens revelações: a mineira Lara Aparecida e a paulista Mariana D’Andrea.

Antes de a competição desembarcar na capital paranaense, foram realizadas outras três fases regionais: São Paulo, no CT Paralímpico, em fevereiro, Norte-Nordeste, em João Pessoa (PB), em março, e a etapa Centro-Leste, em Uberlândia (MG), nos dias 30 e 31 de março.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir a fase Regional Rio-Sul do Circuito Brasil Loterias Caixa não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigirem-se à sala de imprensa da Universidade Positivo para identificação.

O Circuito
O Circuito Loterias Caixa é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e duas nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país. Em 2019, as disputas das fases nacionais serão separadas por modalidade - haverá ainda um Campeonato Brasileiro de cada esporte.

Patrocínios
O paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem.
A natação e o halterofilismo tem patrocínio das Loterias Caixa.

Serviço
Data: 12, 13 e 14 de abril
Cidade: Curitiba
Local: Universidade Positivo - R. Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Campo Comprido, Curitiba - PR

Programação*
Circuito Loterias Caixa de Atletismo, Natação e Halterofilismo - Regional Rio-Sul
Sexta (12/4) - 9h às 12h e 15h às 18h (apenas competições de halterofilismo)
Sábado (13/4) - 8h às 12h e 14h às 18h
Domingo (14/4) - 8h às 12h

*Sujeita a alterações

Brasileiros do tiro esportivo embarcam para o Aberto Internacional, na Colômbia

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Por CPB

A delegação brasileira de tiro esportivo embarcou nesta quinta-feira, 4, para o Aberto Internacional de Cáli, na Colômbia. A competição representa a última oportunidade para a obtenção de vagas diretas para os Jogos Parapan-Americanos de Lima, que ocorrem em agosto.

Débora Campos e Bruno Stov disputarão as últimas duas vagas que o Brasil pretende conseguir para Lima. Seis vagas diretas já foram conquistadas por Marcelo Marton, Sérgio Vida, Ricardo Costa, Alexandre Galgani, Geraldo Rosenthal e Carlos Garletti.

Bruno Stov disputará uma vaga única nas provas R4 ou R5, Carabina de Ar 10m Sh2, de pé e deitado. Débora Campos vai disputar uma vaga única disponível na prova P2 – Pistola de Ar 10m Feminino.

A competição internacional marca o retorno da atleta à delegação brasileira após um período de quase dois anos. Débora retornou já sendo campeã brasileira e por isso conquistou a vaga para representar o Brasil em Cali.

“Depois da cirurgia, o pós-operatório foi bem difícil. Então está sendo um desafio legal. Não vou dizer que é fácil ficar dois anos fora de competições internacionais e voltar para a América do Sul, onde nunca fui, com atletas que não conheço. É uma experiência bem diferente e desafiadora, mas estou otimista. Estou preparada para ir bem", afirma a atleta.

Bruno Stov também comenta estar otimista: "Minhas expectativas são as melhores. Eu estou bem treinado, confiante, venho de bons resultados do ano passado, então é fazer o melhor e levar para casa o que tem que levar". O Aberto Internacional de Cáli ocorre entre os dias 4 e 11 de abril.

Atletas paralímpicos iniciam luta por índices neste sábado, 6, no 3º Desafio CPB/CBAt

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Por CPB

O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, sediará neste sábado, 6, o 3º Desafio CPB/CBAt de Atletismo. Esta será uma oportunidade para os participantes paralímpicos conseguirem índices para as principais competições do ano, assim como melhorares suas colocações nos rankings nacional e mundial. O evento ainda contará com a participação de atletas convencionais.

Cerca de 50 atletas paralímpicos estarão no evento, que é uma parceria entre o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). O objetivo do encontro é difundir e desenvolver a prática conjunta do atletismo e do paratletismo no país.

“Estou animada porque vai ser a minha volta de verdade as pistas depois da minha última lesão. Mas estou confiante. Meus treinos estão muito bons e não preciso fazer nada além do que já faço neles. Acho que vai ser legal, porque gosto do nível de competividade que teremos com os atletas olímpicos”, comentou Lorena Spoladore, medalhista de bronze no salto em distância, da classe T11 (para cegos), nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

O Desafio contará com a participação de mais 11 medalhistas paralímpicos, como os velocistas Alan Fonteles, Lucas Prado, Felipe Gomes e Fábio Bordignon. A campeã paralímpica no salto em distância Silvânia Costa também estará presente na disputa.

Estão previstas a disputa de 39 provas, sendo 19 no período da manhã, a partir das 8h30, e 20 à tarde, de 13h às 17h30.

Ainda neste ano, será realizado o 4º Desafio CPB/CBAt, no mês de junho, também no CT Paralímpico. As duas primeiras edições do evento foram realizadas em 2018.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir o 3º Desafio CPB/CBAt de Atletismo não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigirem-se à sala de imprensa do Centro de Treinamento Paralímpico para identificação.

Serviço
Data: 6 de abril
Cidade: São Paulo (SP)
Local: Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro - Rodovia dos Imigrantes, Km 11,5 - ao lado do São Paulo Expo

Programação*
6/4 (sábado) – 8h30 às 12h30 – 13h às 17h30
*Sujeita a alterações

Crossminton um esporte para todos, em qualquer lugar a qualquer hora - Veja os vídeos


por Ricardo Shimosakai

Crossminton é um jogo de raquete que é frequentemente associado com a marca Speedminton por causa de sua relação histórica. A partir de 1 de janeiro de 2016, o nome do esporte de raquete foi alterado de Speed Badminton para Crossminton. O esporte combina elementos de diferentes esportes como badminton, squash e tênis.


Ricardo Shimosakai é o primeiro cadeirante no mundo a praticar o esporte e Marcio Dellafina o primeiro anão. Ainda não existem regras específicas para adaptar o esporte à pessoas com deficiência. Mas o grupo Crossminton São Paulo tem pensado e feito testes para o jogo e com os equipamentos. Isso é necessário para que haja equilíbrio no jogo, colocando os jogadores com deficiência em igualdade de condições através da avaliação funcional, da mesma forma como é feito todos os esportes adaptados.

Hoje, o Crossminton é jogado em todo o mundo. Não há rede intermediária e nenhum playground prescrito, de modo que pode ser executado em quadras de tênis, ruas, praias, campos ou ginásios. A quadra consiste em dois quadrados de 5,50 m de comprimento. Eles são fixados em frente um do outro a uma distância de 12,8 m (42 pés).

Atualmente, existem torneios em todo o mundo que são organizados em um número crescente de clubes. Em 25 de agosto de 2011, a International Crossminton Organization (ICO) foi fundada sob o nome International Speed Badminton Organization (ISBO) em Berlim. Em 2018, a OIC já tem 26 membros – federações nacionais da Europa, América, Ásia e África.

História

A peteca especial e a idéia do jogo foram inventadas em 2001 em Berlim por Bill Brandes. O inventor primeiro nomeou seu novo esporte “shuttleball”, mas logo o jogo foi renomeado “speed badminton”. A partir de janeiro de 2016, o nome foi alterado novamente para crossminton.

Originalmente, a idéia do inventor era criar uma variante externa de badminton, então ele mudou a bola para ser menor e mais pesada (hoje chamado speeder). A analogia do badminton agora existe apenas de uma maneira técnica: não há rede e o andamento do jogo é mais rápido. Em 2003, já havia 6 mil jogadores ativos na Alemanha. O esporte está crescendo constantemente e há inúmeros torneios internacionais em toda a Europa.

Regras

Equipamento

O campo consiste em dois quadrados medindo 5,5 metros (18 pés) de cada lado. A distância entre os quadrados é de 12,8 metros (42 pés). Crossminton pode ser jogado na metade de uma quadra de tênis, que pode ser facilmente modificada com linhas elásticas. Speeders de partida são usados ​​para jogos normais. Crianças e adolescentes (U12) jogam com speeders divertidos em quadras menores (4x4 m) em uma distância menor (9 m).
O objetivo do jogo é alcançar o quadrado do jogador oposto com o speeder. Se o speeder ficar fora do quadrado oposto, o outro lado ganha um ponto. Ambos os jogadores podem sair, ou em qualquer lugar dentro do quadrado durante o jogo.

O jogo termina quando um jogador tem pelo menos 16 pontos e tem pelo menos 2 pontos de vantagem sobre o seu oponente. Toda vez que um set termina, os jogadores trocam de lado.

Serviço

O direito de sacar primeiro é sorteado jogando uma moeda ou um speeder. Cada jogador tem três saques. Cada disputa pontua. Com um placar de 15:15, o saque muda após cada ponto. O saque deve ser feito fora da zona designada, que fica a 3 m atrás da linha ofensiva da frente. Esta linha não deve ser cruzada e o saque é jogado de baixo para cima. O primeiro saque do próximo set é feito pelo perdedor do set anterior.

Pontos

Cada ponto disputado ganha se não houver necessidade de repeti-lo. Pontos podem ser ganhos se:

  • o saque não está correto
  • o speeder toca o assoalho ou o telhado da quadra
  • o speeder cai na quadra oposta e não pode ser devolvido
  • o speeder cai fora da quadra (as linhas contam como estando dentro da quadra)
  • o speeder é tocado duas vezes imediatamente após o outro
  • o speeder toca o corpo
  • se um jogador devolver um speeder de fora da quadra, é considerado que ainda está em jogo.


Mudança de extremidades

Após cada set, há uma troca de extremidades para garantir oportunidades iguais em condições de vento e iluminação. Se um quinto jogo (tiebreak) for necessário, os jogadores mudam de lado a cada 6 pontos.

Variantes

Pares: O jogo de duplas é jogado em uma única quadra. Na divisão dupla, ambos os jogadores estão no mesmo campo. A moeda ou speeder decide o lado que serve primeiro. O jogador em serviço está na linha de fundo e seu parceiro está na frente. Os saques rodam entre os quatro jogadores. O primeiro saque no set seguinte vai para o perdedor do anterior.

Iluminação preta: O Crossminton pode ser jogado à noite com equipamento fluorescente e luz negra. Crossminton pode ser jogado fora e dentro, o tribunal pode ser pintado ou indexado. Existe ainda a possibilidade de usar um tribunal portátil. Crossminton jogado no escuro é chamado de Blackminton. Com luzes pretas, tintas fluorescentes, raquetes e speeders especiais (speeders noturnos) com bastões luminosos (speedlights), é possível jogar mesmo à noite.

Veja a seguir um vídeo promocional da marca Speedminton que mostra de uma maneira divertida, mostrando jogos no terraço de prédios, dentro d uma piscina abandonada, neve, areia, campo e até à noite. Com essa idéia, o título do vídeo ficou “Qualquer lugar, qualquer hora”