sábado, 13 de abril de 2019

Homem é preso suspeito de agredir e manter em cárcere esposa com síndrome de down; vítima está grávida

Vizinhos denunciaram agressões e polícia conseguiu prender suspeito.

Por Patrick Marques, G1 AM - *Colaborou: Meike Farias, da Rede Amazônica

Caso aconteceu em uma casa na rua Araçaí, no bairro Gilberto Mestrinho. — Foto: Meike Farias/Rede Amazônica
Caso aconteceu em uma casa na rua Araçaí, no bairro Gilberto Mestrinho. — Foto: Meike Farias/Rede Amazônica

Um homem de 47 anos foi preso suspeito de agredir a companheira que tem síndrome de down e está grávida, na quinta-feira (11), no bairro Gilberto Mestrinho, Zona Leste de Manaus. O crime foi denunciado por vizinhos da vítima. Segundo a polícia, ela teria sofrido agressões pelo homem durante toda a noite anterior.

Policiais Militares da 4ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), chegaram até a casa, na rua Araçaí, por volta de 14h30. Eles foram recebidos pela vítima, que relatou ter sofrido as agressões.

A vítima tem síndrome de down, está grávida e ainda tem um filho de um ano de idade. Segundo vizinhos da mulher, ela já havia sido agredida antes e o suspeito gostava de manter a companheira trancada em casa.

Quando os policiais chegaram ao local, o homem não quis abrir a casa e a policia teve que arrombar a porta para prendê-lo.

O homem deve responder pelo crime de sequestro e cárcere privado, além de lesão corporal. Ele foi encaminhado para o 13º Distrito Integrado de Polícia e, em seguida, para a Delegacia da Mulher, para os procedimentos cabíveis.

Fonte: g1.globo.com

Terapia ocupacional é tema de palestra em simpósio sobre autismo em Natal

O 5º Simpósio Dialogando sobre Autismo, que teve início nesta sexta-feira (12) e segue este sábado (13).

Por G1 RN

Terapia ocupacional é tema de palestra em simpósio sobre autismo em Natal — Foto: Divulgação
Terapia ocupacional é tema de palestra em simpósio sobre autismo em Natal — Foto: Divulgação

A terapia ocupacional no contexto do tratamento de crianças, adolescentes e adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi abordada durante a programação do 5º Simpósio Dialogando sobre Autismo, que teve início nesta sexta-feira (12) e segue este sábado (13), no Holiday Inn da Avenida Salgado Filho, Zona Sul de Natal. A programação completa pode ser conferida no site.

A palestra foi ministrada pela terapeuta ocupacional Katiuscia Silva. Segundo ela, no tratamento de autistas, a terapia ocupacional buscará o desenvolvimento da autonomia do indivíduo afetado, visando a uma melhor qualidade de vida. “É importante que o terapeuta perceba os limites da pessoa com autismo e respeite formas diferentes de cada um fazer faz parte do tratamento” explica Katiuscia Silva.

A terapeuta ocupacional apontou que é importante que pais e professores valorizem os momentos de brincadeira, pois é quando a criança é estimulada a fazer escolhas e tomar atitudes. “Brincar é base importante para a experiência de engajamento social”, complementa.

Programação
A programação deste sábado (13) do evento terá a presença da promotora de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte Rebecca Nunes, para palestra sobre os direitos da pessoa com deficiência. Além disso, haverá palestras com pedagoga, fonoaudióloga e psicóloga sobre assuntos do universo do autismo.

Mini-curso
Com a proposta de oferecer uma formação extra específica, o Simpósio terá um mini-curso na noite desta sexta-feira (12) para os participantes que desejem aprofundar conhecimentos, abordando "Noções sobre o Plano de Desenvolvimento Individual Escolar".

O conteúdo será ministrado pela pedagoga Ana Cláudia Albuquerque, especialista em Educação Especial e Atendimento Educacional Especializado, professora do curso de Pedagogia da Uninassau, diretora pedagógica da Acreditar Educação Especializada e escritora do livro "Receitas de Brincadeiras: a arte de desenvolver vários tons de azul". O mini-curso tem vagas limitadas e a inscrição é exclusiva aos participantes do Simpósio.

Fonte: g1.globo.com

Davi Miguel desembarca no Brasil após 3 anos nos Estado Unidos e será tratado em hospital em SP - Veja o vídeo

Menino de Franca (SP), hoje com 5 anos, esperava por transplante para doença rara que impede absorção de alimentos, mas procedimento não pôde ser realizado.

Por G1 Ribeirão Preto e Franca

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Davi Miguel desembarca no Brasil após 3 anos nos EUA e será tratado em hospital em SP

O menino  Davi Miguel Gama voltou ao Brasil, mais de três anos depois de viajar com os pais para os Estados Unidos em busca de um transplante, que acabou não se concretizando, para solucionar uma doença rara no intestino que impede a absorção dos alimentos.

Davi Miguel, hoje com 5 anos, e os pais desembarcaram no início da manhã desta sexta-feira (12) no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP). De lá, o menino foi levado ao Hospital Municipal Menino Jesus – onde será acompanhado – para uma série de exames.

Clique AQUI para ver o vídeo.

“Ele dormiu a maior parte do voo. Ele veio tranquilo, a gente também ficou bastante tranquilo, a partir do momento em que ele estava bem. Chegou cantando, recebeu bem o pessoal da família que foi recebê-lo no aeroporto”, contou o pai, Jesimar Gama.

Davi Miguel Gama retornou ao Brasil após 3 anos nos Estados Unidos a espera de transplante — Foto: Jhonatan Vinicius/Arquivo Pessoal
Davi Miguel Gama retornou ao Brasil após 3 anos nos Estados Unidos a espera de transplante — Foto: Jhonatan Vinicius/Arquivo Pessoal

O garoto foi diagnosticado com uma doença rara logo nos primeiros dias de vida e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do Hospital Regional em Franca (SP). Depois, por decisão judicial,  ele foi transferido ao Hospital Samaritano, na capital paulista.

Sem condições de arcar com o tratamento oferecido no exterior, a família ingressou com uma ação na Justiça para que a União arcasse com o custeio da cirurgia. A disputa começou em agosto de 2014. Além disso, os pais também  promoveram campanhas para arrecadar doações.

A decisão que obrigou o governo a arcar com os custos do tratamento ocorreu quase um ano após o início do processo. A Justiça Federal também determinou que 70% do  R$ 1,5 milhão arrecadado pela família fossem revertidos para pagar as despesas da cirurgia em Miami.

Em 2015, Davi Miguel foi aceito pelo Jackson Memorial Hospital, nos Estados Unidos, único centro médico no mundo habilitado para o procedimento em crianças. Porém, uma avaliação dos especialistas em Miami apontou que o menino não estava apto ao transplante.

Os pais afirmam que Davi Miguel  foi retirado da lista dois meses após a chegada. No entanto, em novembro de 2018, o Jackson Memorial Hospital informou ao G1 que a criança  nunca integrou a lista nacional.

Davi Miguel Gama desembarcou com os pais no Aeroporto Internacional de Guarulhos — Foto: Jhonatan Vinicius/Arquivo Pessoal
Davi Miguel Gama desembarcou com os pais no Aeroporto Internacional de Guarulhos — Foto: Jhonatan Vinicius/Arquivo Pessoal

Antes disso, em fevereiro do mesmo ano, o Ministério da Saúde já havia encaminhado um e-mail à Justiça Federal informando que a equipe médica estava recomendando o retorno de Davi Miguel ao Brasil,  diante da inviabilidade do transplante.

Em razão da perda dos acessos venosos e da falta de perspectiva quanto à recuperação deles, a família e a União manifestaram interesse no retorno e ao prosseguimento do tratamento no Brasil, o que ficou acordado em dezembro de 2018.

Davi Miguel deve ficar internado no Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, administrado pelo Hospital Sírio Libanês. A equipe vai realizar a compatibilização do tratamento aos protocolos nacionais, além de treinar a família para cuidar dos cateteres usados na nutrição parenteral.

O serviço de home care será implementado em Franca, onde Davi Miguel vai voltar a morar com os pais. Ele passará por consultas periódicas em São Paulo e todos os recursos serão provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Nós temos que agradecer a vocês por todas as orações, por tudo o que têm feito por ele e por nós também. Agora, ele já foi para o hospital, já está sendo acompanhado. Vamos torcer para que dê tudo certo”, afirmou o pai.

Davi Miguel sendo transferido de Franca para o hospital em São Paulo — Foto: Márcio Meireles/EPTV/Arquivo
Davi Miguel sendo transferido de Franca para o hospital em São Paulo — Foto: Márcio Meireles/EPTV/Arquivo

Fonte: g1.globo.com

Entenda a doença rara de João Pedro, uma ‘criança-borboleta’ - Veja o vídeo.

Vídeo do menino de Bauru, Interior de São Paulo, comemorando vitória do Corinthians, viralizou na internet; ele tem epidermólise bolhosa distrófica

Deborah Giannini, do R7

Reprodução Facebook
João Pedro dos Santos, 14, é torcedor fanático do Corinthians
João Pedro dos Santos, 14, é torcedor fanático do Corinthians

Um vídeo em que João Pedro dos Santos se emociona com a vitória do Corinthians viralizou na internet, resultando em um convite do clube para ele assistir, na Arena Corinthians, à final do Campeonato Paulista. O evento será realizado no dia 21 e seu time do coração é finalista.

“Ele está muito empolgado, não consegue nem dormir com frio na barriga”, conta a mãe, a funcionária pública Marinês da Costa.

Natural de Bauru, interior de São Paulo, João Pedro foi diagnosticado, poucos dias após seu nascimento, com epidermólise bolhosa distrófica.

A dermatologista Silvia Zimbres, respondável pela (AAPEB/SP) Associação de Apoio aos Portadores de Epidermólise Bolhosa do Estado de São Paulo, explica que se trata de uma doença rara de pele, genética e hereditária, na qual o organismo não produz colágeno ou produz com deficiência, provocando fragilidade da pele e das mucosas, tecido que reveste os órgãos.

É como se a primeira e a segunda camadas da pele não tivessem aderência. Ao menor atrito, essa fragilidade leva ao descolamento da pele e a formação de bolhas. Por essa razão, os portadores da doença são chamados de “crianças-borboleta”.

Segundo ela, não existe cura para a doença e, portanto, os cuidados são paliativos. "Normalmente, as pessoas têm alterações nos dentes e bolhas na boca, então, se alimentam muito mal, têm muita dor ao comer. Tendem a comer comida pastosa ou líquida e, como têm sangramento nos órgãos internos, têm anemia, o que acaba dificultando a cicatrização", explica.

"Devido à anemia, precisam tomar suplementos nutricionais para melhorar a condição física, porque são crianças muito frágeis, pequeninhas e baixinhas", completa.

Atos simples provocam bolhas

Marinês relembra quando o filho foi diagnosticado com a doença. “No momento em que ele nasceu, faltava um pedaço de pele no pé dele. Falaram que não estava formado ainda. Mas, no dia seguinte, faltavam pele do rosto, da barriga. Onde ele encostava saía a pele”.

O atrito com o lençol é suficiente para causar as bolhas, de acordo com a dermatologista. "Provalemente do momento do parto ele já tinha bolhas. São realmente muito frágeis", diz.

A mãe afirma que, aos 15 dias de vida, o filho estava com o corpo todo em carne viva. “Ele ficou internado 45 dias. Falaram que ele tinha epidermólise bolhosa, que a doença não tinha cura e que ele não iria sobreviver”, diz.

“Catorze anos depois, ele está aí. Por causa da doença ele acabou perdendo os pés e as mãos, mas ele é muito feliz, tem muita vontade de viver, quer estar onde todo mundo está e é uma pessoa que tem muito a ensinar pra gente”, completa.

Silvia explica que devido às bolhas nas mãos e nos pés os dedos fundem, formando a chamada sindactilia. "O suporte de fisioterapia é recomendado, o que infelizmente a maioria as crianças acabam não tendo", diz.

Atos simples como comer, tomar banho, evacuar, brincar e dormir podem causar as bolhas. Crianças com epidermólise bolhosa também não podem tomar sol e frequentar ambientes quentes. A mãe de João Pedro explica que, assim como as bolhas, a dor é uma constante.

“As lesões nunca param. A maior dificuldade é tomar banho. Às vezes ele tem menos bolhas, às vezes mais, mas sempre as têm. Então, o banho para ele é o momento mais dolorido que existe. Além de ter de tirar todos os curativos e fazê-los de novo”, afirma.

“Ele já teve que tomar morfina para suportar a dor do banho. O médico orientou a dar antes do banho, mas vimos que não fazia efeito. Então, criamos um modo de dar banho”.

Devido às bolhas que se formam internamente, nas mucosa, João Pedro já teve que ser submetido a duas cirurgias de esôfago. "A alimentação dele é toda pastosa", explica.

Tratamento requer curativos especiais

Apesar das dificuldades, João Pedro tem uma rotina praticamente normal. Frequenta a escola e tem uma vida social ativa. Embora tenha 14 anos, pesa apenas 19 kg, aparentando 9 anos, segundo sua mãe. Para se locomover, conta com uma cadeira de rodas motorizada, que conseguiu há apenas três meses graças a uma campanha de arrecadação.

“A doença não obriga o SUS a fornecer uma cadeira motorizada”, diz Marinês. “Se o SUS oferecesse pelo menos os curativos apropriados já estaria bom. O curativo tem que ser especial, porque se colocar gaze com pomada, na hora que tirar, dói muito”, completa.

"Infelizmente os curativos não são fornecidos pelo SUS, então as pessoas vivem à base de doações e de processos judiciais", complementa a dermatologista.

Segundo ela, a doença é subnotificada no Brasil. "A luta é que o governo padronize os curativos para que todos os pacientes tenham acessso a esse tratamento para que os pacientes tenham qualidade de vida".

"É um tratamento caro. Cada placa de curativo custa em torno R$ 100. O paciente usa cerca de 20 placas em cada troca de curativos dia sim, dia não. A cada troca de curativo são R$ 2.000. Isso dá R$ 30 mil por mês. Quase a totalidade das famílias não têm como bancar esse tipo de coisa". conclui.

A expectativa de vida depende dos cuidados e da gravidade da doença. "Os que atingem a idade adulta acabam desenvolvendo câncer de pele em cima das feridas, porque são feridas crônicas. Outro risco é a infecção. Como é uma pele aberta, é muito frágil", explica. "O transplante de pele funciona apenas para as lesões externas', completa.

Neste domingo (14), haverá o 2º Encontro da Debra Brasil, em Embu das Artes, em São Paulo. O objetivo do evento é apresentar ao governo a padronização de curativos. As presenças do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e da primeira-dama, Michele Bolsonaro, são esperadas.

João Pedro se emociona com a vitória do Corinthians. Clique AQUI e Assista ao vídeo :

Medalhistas Parapan-Americanos competem na Regional Rio-Sul, em Curitiba

Daniel Zappe / MPIX / CPB
Imagem

Por CPB

Neste sábado, 13, tem início a etapa regional Rio-Sul do Circuito Brasil Loterias Caixa de Atletismo e Natação. A Universidade Positivo, em Curitiba, será o palco para 475 atletas das duas modalidades tentarem conquistar os índices estabelecidos pelo departamento técnico do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) para as fases nacionais que ocorrem a partir de maio, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. O saltador Flávio Reitz (classe T42) e a nadadora Mariana Gesteira (classe S10), medalhistas no Parapan-Americano de Toronto, em 2015, são alguns dos competidores.

A Regional Rio-Sul chega a Curitiba depois de outras três etapas: em São Paulo, no CT Paralímpico, em fevereiro, o estágio Norte-Nordeste, em João Pessoa (PB), em março, e a etapa Centro-Leste, em Uberlândia (MG), nos dias 30 e 31 de março.

O paranense Flávio Reitz disputará o salto em altura, prova que lhe rendeu a prata nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015. Ele usará o Circuito Brasil Loterias Caixa em Curitiba como preparação para o Open Internacional /Loterias Caixa, de 25 a 27 de abril, em São Paulo.

“É preciso fazer um bom trabalho aqui em Curitiba para nas nacionais ter a oportunidade de subir no ranking e brigar por vagas nos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019. Os critérios de entrada estão elevadíssimos. Primeiro preciso fazer parte da equipe e depois brigar pelo pódio em Lima”, disse o atleta que perdeu a perna esquerda, na altura do quadril, após um câncer no fêmur aos 15 anos.

Já a fluminense Mariana Gesteira, colocará à prova as recentes mudanças de locais de treinamento. No início desta temporada, ela se mudou para São Paulo e treina no CT Paralímpico. A medalhista de prata nos 100m costas em Toronto, também participará do Open em São Paulo para disputar uma vaga no Parapan de Lima 2019. Mariana nasceu com uma má formação no sistema nervoso que prejudica a coordenação motora.

Já o halterofilismo, que tem caráter nacional, começou nesta sexta, 12. A paraibana Maria Luzineide, da categoria até 50kg, repetiu a boa atuação realizada em João Pessoa e ficou com a primeira colocação após levantar 86kg. A jovem mineira Lara Aparecida, ouro na categoria júnior na Copa do Mundo de Dubai deste ano, venceu na categoria até 41 kg em Curitiba após levantar 80 kg.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir a fase Regional Rio-Sul do Circuito Brasil Loterias Caixa não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigirem-se à sala de imprensa da Universidade Positivo para identificação.

O Circuito
O Circuito Loterias Caixa é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e duas nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país. Em 2019, as disputas das fases nacionais serão separadas por modalidade - haverá ainda um Campeonato Brasileiro de cada esporte.

Patrocínios
O paratletismo tem patrocínio das Loterias Caixa e da Braskem.
A natação e o halterofilismo tem patrocínio das Loterias Caixa.

Serviço
Data: 12, 13 e 14 de abril
Cidade: Curitiba
Local: Universidade Positivo - R. Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Campo Comprido, Curitiba - PR

Programação*
Circuito Loterias Caixa de Atletismo, Natação e Halterofilismo - Regional Rio-Sul
Sexta (12/4) - 9h às 12h e 15h às 18h (apenas competições de halterofilismo)
Sábado (13/4) - 8h às 12h e 14h às 18h
Domingo (14/4) - 8h às 12h
*Sujeita a alterações

Seleção feminina de basquete em CR realiza amistosos no CT Paralímpico

Imagem

Por CPB

A Seleção Brasileira feminina de basquete em cadeira de rodas realizou na quarta-feira, 10, um jogo amistoso com a equipe paulista Magic Wheels no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, durante a II etapa de treinamento, que termina neste sábado, 13. Confira AQUI a convocação para esta fase de treinamento.

Durante esta fase, com a intenção de preparar melhor a equipe nacional para os Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019, no Peru, em agosto, o técnico Wilson Corrêa marcou dois jogos amistosos com o time, masculino, Magic Wheels, da Associação Desportiva para Deficientes (ADD). A equipe paulista venceu o primeiro jogo com o placar de 85x72. Neste sábado, 13, acontecerá a segunda partida, também no CT Paralímpico.

"Trazer a equipe do Magic Hands para jogar com elas foi de grande importância pois são jogadores altos, com técnicas apuradas e isso vai elevar o nível ofensivo e defensivo das meninas. O placar de 85 a 72 nos mostra que estamos no caminho certo, pois um time feminino marcar 72 pontos em cima de um masculino é bem expressivo. Sei o potencial das meninas, mas o resultado me surpreendeu. O time está bem unido, bem focado e isso rendeu um bom jogo e destaco três jogadoras: Vivi, Nete e Ana", disse Wilson.

A próxima etapa de treinamento será em junho, de 21 a 28, também no CT Paralímpico. No Parapan de Lima 2019, a Seleção Brasileira feminina de basquete em cadeira de rodas buscará a classificação para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

Países de língua portuguesa anunciam Casa da Lusofonia nos Jogos de Tóquio 2020

Divulgação / CPP
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Por CPB

Os países de língua portuguesa terão um espaço comum em Tóquio durante os Jogos Paralímpicos de 2020. Neste sábado, 13, foi anunciado projeto da Casa da Lusofonia, que estará aberta ao público durante o evento. A iniciativa, da qual o Comitê Paralímpico Brasileiro faz parte, foi revelada no dia que marca os 500 dias para a próxima edição paralímpica.

A intenção é ter um local de encontro e celebração da cultura lusófona, com programação diversificada e eventos ligados ao esporte, gastronomia, turismo, conferências, exposições permanentes, coletivas de imprensa e transmissão de provas ao vivo.

“A Casa da Lusofonia será um marco emblemático do espírito colaborativo que compartilhamos com os Comitês Paralímpicos Nacionais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Será um espaço interessante, com as mais diversas atividades para seus visitantes", disse Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

"A iniciativa mostra o espírito de unidade que há entre nossas nações, em especial quando se trata do esporte paralímpico. É uma oportunidade única de inspirar uma geração e difundir nossos valores na sede dos próximos Jogos", completou.

A Casa da Lusofonia será sediada na Shibaura House, um edifício de design arrojado e caracterizado pelas amplas paredes de vidro. O local estará disponível a parceiros institucionais, membros da mídia e o público em geral que tiver interesse na cultura lusófona.

Secretaria e Arquivo Público assinam Termo de Cooperação

Imagem: Coordenador do Arquivo Público do Estado de São Paulo, Fernando Padula, ao microfone em auditório

Na tarde desta quinta-feira, 11 de abril, aconteceu a assinatura do Termo de Cooperação entre a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, por meio do Memorial da Inclusão, com o Arquivo Público do Estado de São Paulo, para a ida do Acervo do Centro de Documentação Memorial da Inclusão (CEDOCMI).

A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão, a gestora do Memorial da Inclusão, Elza Ambrózio e o Coordenador do Arquivo Público do Estado de São Paulo, Fernando Padula, assinaram o Termo que levará documentos inéditos do Movimento Social das Pessoas com Deficiência no Brasil ao Arquivo Público.

Imagem: Secretária Célia Leão assina Termo de Cooperação, ao seu lado, Fernando Padula e Elza Ambrózio

A Secretária Célia Leão falou sobre a importância de ações conjuntas para inclusão das pessoas com deficiência, “a secretaria é nossa, se não estivermos unidos, quem perde é a nossa causa, são as pessoas com deficiência”.

Ela também ressaltou a importância da história e do acervo de memórias da luta do movimento das pessoas com deficiência. “Uma nação que não tem passado não tem como construir seu futuro, isso é uma verdade absoluta e o arquivo público guarda nossa história, rememora, para que nós que estamos aqui no presente façamos um Brasil melhor”, finalizou.

   Imagem: Secretária Célia Leão ao microfone

Padula enfatizou a importância da ação conjunta, “esse ato simboliza o desfecho de uma parceria e mostra a responsabilidade pública”.

O Memorial da Inclusão tem o propósito de reunir em um só espaço fotografias, documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores oportunidades às pessoas com deficiência.

   Imagem: foto de todos os presentes na solenidade de assinatura de Termo de Cooperação

Regulamentação da LBI garante acessibilidade para pessoas com deficiência em táxis e veículos alugados

   Imagem: foto de placa de táxi


Nesta quinta-feira, 11 de abril, foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, o Decreto nº 9.762/2019, que regulamenta os artigos 51 e 52 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI, que trata exclusivamente da acessibilidade em táxis e veículos alugados.

O documento dispõe sobre as diretrizes para a modificação de veículos que compõem frotas de táxis e de locadoras, visando à acessibilidade para pessoas com deficiência.

De acordo com a LBI, 10% da frota das empresas de táxi e 5% da frota das locadoras de veículos devem ser acessíveis às pessoas com deficiência. O decreto recém assinado cria regras para viabilizar essas medidas. O público beneficiado com a regulamentação dos artigos são principalmente pessoas que utilizam cadeira de rodas e precisam de táxis adaptados para se locomover com dignidade, segurança e autonomia.

Já sobre o caso de aluguel de veículo por pessoa com deficiência, deve haver a possibilidade de escolha por carros adaptados, tanto para ser dirigido pela própria pessoa quanto para transportá-la em sua cadeira de rodas. Segundo o documento, as locadoras deverão oferecer carros adaptados na proporção de um a cada vinte veículos da sua frota.

Acessibilidade com misturador automático. Tecnologia na cozinha - Veja o vídeo.

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por Ricardo Shimosakai

Acessibilidade com misturador automático. Este equipamento funciona à bateria, coloca-se dentro da panela e quando ligado, começa a girar misturando o alimento. É um recurso de acessibilidade para qualquer pessoa, independente de possuir deficiência ou não.

Ajuda na produtividade, pois a comida vai sendo misturada enquanto você pode fazer outra coisa. Só não consegue misturar alimentos muito densos. E ele não vai fazer o serviço sozinho, é preciso ficar de olho, para que nenhum acidente aconteça.
Mesmo sem ter sido idealizado para auxiliar pessoas com deficiência, suas funcionalidades acabam ajudando pessoas que tem dificuldades motoras e não conseguem fazer essa tarefa direito. Dependendo da panela que você coloca em fogões comuns, um cadeirante não consegue visualizar a comida dentro, e tem dificuldade para misturá-la.
Outras pessoas não tem força nos braços, ou também nas mãos e não conseguem segurar uma colher. Pessoas que tem braços amputados se viram muito bem, pegando a colher com a boca, mas mesmo assim esta seria uma opção mais confortável.
Atualmente existem muitos outros utensílios modernos, que facilitam a vida na cozinha, como saca-rolhas automático, multiprocessadores e até o revolucionário forno de microondas. Já existem até sistemas em que um cozinheiro prepara sua comida à distância, chagando ao máximo da tecnologia em que robôs chefs preparam sua comida de acordo com uma programação, ajudando até na escolha do prato, através de um vasto cardápio.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Bolsonaro extingue o Conselho dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Conade entrou no corte de conselhos sociais decretado pelo presidente nesta sexta-feira


ALEXANDRE PUTTI

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta sexta-feira 12 um decreto que coloca fim aos conselhos sociais que integravam a Política Nacional de Participação Social (PNPS). Uma das organizações afetadas é o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), uma das bandeiras da campanha de Bolsonaro. O governo extinguiu todos os conselhos criados por decretos ou portaria antes de 2014, que é o caso do Conade.

Em 2003 o Conade foi incluído no governo e começou a fazer parte da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, também extinta por Bolsonaro. Atualmente, o conselho estava acoplado ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Em janeiro, o Conade teve as atividades suspensas para reajuste, mas a ministra Damares Alves havia garantido que em abril ele voltaria a funcionar normalmente.

Segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil existem 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 23,92% da população brasileira. “O Conade foi criado para que essa população possa tomar parte do processo de definição, planejamento e avaliação das políticas destinadas à pessoa com deficiência, por meio da articulação e diálogo com as demais instâncias de controle social e os gestores da administração pública direta e indireta.” Procurada, a assessoria do Conade não se pronunciou.

Também estão entre os extintos os conselhos da Transparência Pública e Combate à Corrupção; de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT; de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos; Erradicação do Trabalho Escravo; de Políticas sobre Drogas; dos Direitos do Idoso; de Segurança Pública; de Erradicação do Trabalho Infantil e o Comitê Gestor da Internet no Brasil, entre outros.





Idoso com Síndrome de Down morre de fome por não receber comida em hospital - Veja o vídeo.

YouTube Michael Chang

por Henrique

Guiseppe “Joe” Ulleri era um senhor de 61 anos idade, com síndrome de Down. Ele vivia em um abrigo para pessoas com necessidades especiais e, após sofrer uma queda, teve que ser levado para um hospital em Manchester, na Inglaterra, Lá, ele acabou ficando 20 dias sem receber comida, fazendo com que ele morresse de fome.

Preliminarmente, os médicos acreditaram que o homem poderia retornar para casa após receber alta médica. Porém, exames mais precisos constataram a ocorrência de várias fraturas pelo corpo, fazendo com que ele precisasse ser internado.



Por ter quebrado alguns ossos do pescoço, Joe estava impossibilitado de ingerir alimentos sólidos. Por conta disso, as enfermeiras optaram por não administrar a ele nada por via oral.

Diante disso, uma grande confusão foi instaurada, pelo fato dos profissionais não lidarem adequadamente com a forma correta de alimentá-lo. Isso fez que com ele enfrentasse três dolorosas semanas sem ingerir nenhum tipo de comida.

Este hospital é um centro em excelência tecnológica, mas a forma com foi conduzida a situação de Guiseppe está sendo considerada como desumana e irresponsável.



Ele passou por alguns tratamentos para tentar conseguir engolir novamente e, algum tempo depois, teve um tubo gástrico inserido em seu corpo, na intenção de fornecer alimentos.

Porém, já era tarde demais, e o homem acabou vindo a óbito, pela falta de estoque de energia em seu corpo. A família agora ajuíza processos na intenção de cobrar legalmente do hospital os danos cometidos.

Centro Dia - Prefeitura de Sumaré inaugura dois novos espaços em parceria com a Associação Pestalozzi, para o atendimento humanizado a pessoas com deficiência.



Nesta quinta-feira, 11 de abril, a Prefeitura de Sumaré inaugura dois novos espaços em parceria com a Associação Pestalozzi, para o atendimento humanizado a pessoas com deficiência. Às 10h, será entregue o Centro Dia, localizado na Rua Francisco Manoel de Souza, nº 880, Chácaras Bela Vista. Às 11h, é a vez da entrega da Residência Inclusiva, que fica na Rua Joaquim José Teixeira Nogueira, nº150, no Jardim Bela Vista.

O Centro Dia é um Serviço de Proteção Social Especial para pessoas com deficiência e suas famílias, com atendimento especializado diário. O objetivo é promover a autonomia e a melhoria da qualidade de vida, prevenindo a segregação dos usuários do serviço e assegurando o direito à convivência familiar e comunitária. Os participantes devem ter de 18 a 59 anos. Em Sumaré, este atendimento dispõe de 90 vagas por meio da parceria com a Associação Pestalozzi e mais 60 vagas com a APAE.

Já a Residência Inclusiva é um Serviço de Proteção Especial de Média e Alta Complexidade e funciona em local semelhante a uma residência, também destinada a jovens e adultos de 18 a 59 anos com deficiência, que não dispõem de condições de autossustentabilidade. O espaço conta com estrutura física adequada para favorecer a construção progressiva da autonomia dos portadores de deficiência, promover a inclusão social e favorecer o desenvolvimento das capacidades adaptativas para a vida diária. Em Sumaré, serão 10 vagas oferecidas em parceria com a Associação Pestalozzi.

De acordo com o secretário de Inclusão, Edson Cosme, os espaços serão destinados aos atendimentos de pessoas com deficiência, moradores de Sumaré, encaminhadas pelo CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social). “Tanto o Centro Dia quanto a Residência Inclusiva representam um avanço social muito importante, pois se tratam de equipamentos que atendem de forma integral às pessoas com deficiências e possibilitam sua inclusão na sociedade, por meio do desenvolvimento e valorização de suas habilidades”, destacou.

“Nossa administração tem concentrado todos os esforços na prestação de serviços de excelência, tendo sempre como premissas básicas o cuidado, a atenção e a humanização no atendimento aos nossos moradores. Agradecemos à Pestalozzi por mais essa parceria, essencial para levarmos mais qualidade de vida aos portadores de deficiências e seus familiares”, ressaltou o prefeito Luiz Dalben.

Sobre a Pestalozzi

A Associação Pestalozzi de Sumaré é uma Entidade filantrópica sem fins lucrativos fundada em 24 de Setembro de 1987. Tem como missão contribuir para melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência, assegurando o seu acesso a projetos que propiciem o atendimento especializado em habilitação e reabilitação; estimular a participação e inclusão da pessoa com deficiência em conselhos, fóruns oportunizando o exercício da cidadania, bem como a luta em defesa de seus direitos; propiciar programas de acolhimento às famílias e geração de renda.

Família consegue autorização para importar medicamento à base de maconha para filho em MG - Veja o vídeo.

Permissão foi dada para que o filho possa combater as crises de convulsão causadas por doença rara.

Por EPTV 1 — Varginha, MG

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Família consegue autorização para importar medicamento à base de maconha para filho

Uma família de Varginha (MG) conseguiu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para importar medicamentos à base de canabidiol, substância encontrada na planta Canabis sativa, a maconha. A permissão foi dada para que o filho possa combater as crises causadas pela polimicrogenia.

A doença, considerada rara, afeta o sistema nervoso da criança e causa convulsões. O bebê chega a ter 15 crises por dia. Atualmente, a família gasta R$ 500 por mês com remédios, mas eles não são suficientes para amenizar o problema da criança.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Para tentar diminuir as crises, a família procurou um médico de Ribeirão Preto (SP), que, em janeiro deste ano, indicou o tratamento com canabidiol. Como o medicamento não é vendido no Brasil, a família foi atrás de autorização para importar o produto, mas encontrou resistência de uma promotora.

“Confesso que olhei e chorei, porque daqui, onde eu busco um recurso, eu não consegui, para onde eu vou? Para onde eu vou? Aí eu fui tentando, assim, falo que foi força mesmo, que Deus me orientou e eu fui buscar a Anvisa”, conta Élina Olímpia Monteiro, mãe da criança.

Família consegue autorização para importar medicamento à base de maconha para filho — Foto: Reprodução/EPTV
Família consegue autorização para importar medicamento à base de maconha para filho — Foto: Reprodução/EPTV

Liberação

Desde 2014, a Anvisa permite a importação do canabidiol. Para cada caso, no entanto, a liberação tem validade de um ano e somente para a quantidade prescrita pelo médico. Depois de muitos e-mail e documentos enviados, agora a agência liberou a importação do produto para o bebê, o primeiro caso de Varginha.

A família agora conta com a ajuda da prefeitura, já que cada frasco do remédio custa R$ 3 mil.

“A mãe trazendo essa autorização, juntamente com o receituário médico, a gente vai estar encaminhando para uma distribuidora, onde eles vão mandar a cotação dessa medicação, a gente vai encaminhar para o setor de compras, para realizar a compra dessa medição”, explica a secretária de Saúde de Varginha, Daniela Aparecida Abreu.

Permissão foi dada para que bebê possa combater as crises de convulsão causadas por doença rara — Foto: Reprodução/EPTV
Permissão foi dada para que bebê possa combater as crises de convulsão causadas por doença rara — Foto: Reprodução/EPTV

No caso do bebê, já existe na Secretaria de Saúde uma decisão da Justiça obrigando o fornecimento de alguns remédios e da alimentação específica. Para a família, o novo medicamento traz mudanças na rotina da criança e uma nova dose de esperança, de que o filho tenha mais qualidade de vida.

“A nossa intenção, com a medicação, e a intenção médica é reduzir o número de crises e dar para o Hugo uma condição de vida melhor”, afirma a mãe.

Bebê precisa de medicamentos para combater doença rara — Foto: Reprodução/EPTV
Bebê precisa de medicamentos para combater doença rara — Foto: Reprodução/EPTV

Importação

Desde 2015, 8.887 autorizações para importação de medicamentos à base de canabidiol foram solicitadas na Anvisa. Quase 6 mil pacientes foram cadastrados para a importação.

Fonte: g1.globo.com

Transplante fecal ameniza sintomas de crianças com autismo, aponta estudo

Método têm sido utilizado no combate de diversos sintomas e doenças

POR REDAÇÃO GALILEU

Cérebro (Foto: Pixabay/Geralt/Creative Commons)
CÉREBRO (FOTO: PIXABAY/GERALT/CREATIVE COMMONS)

Há dois anos, 18 crianças participaram de um estudo experimental no qual foram submetidas a um transplante fecal para aliviar os sintomas associados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Um estudo publicado na revista Nature mostrou resultados surpreendentes. Segundo os pesquisadores, a melhora das crianças sugere uma ligação entre microbioma intestinal e os sintomas de pessoas que vivem com autismo. Eles relataram uma redução de 58% nos sintomas gastrointestinais em comparação com o pré-tratamento.

"A maioria das melhorias nos sintomas gastrointestinais foram mantidas, e os sintomas relacionados ao autismo melhoraram ainda mais após o término do tratamento", escreveram no estudo.

"Estamos encontrando uma conexão muito forte entre os micróbios que vivem em nossos intestinos e sinais que viajam para o cérebro", disse Rosa Krajmalnik-Brown, professora do Instituto de Biodesign da Universidade Estadual do Arizona (ASU) e coautora do estudo, em comunicado.

Krajmalnik-Brown explica que muitas crianças com autismo têm problemas gastrointestinais. "Em alguns estudos, incluindo o nosso, descobriram que essas crianças também têm sintomas piores relacionados ao autismo", afirmou.

Por mais estranho que pareça, transplantes fecais tornaram um método muito utilizado para diversificar as bactérias presentes no intestino, combatendo diversos sintomas e doenças.

No estudo, os pesquisadores utilizaram um método que envolveu duas semanas de tratamento com antibiótico, limpeza intestinal e transplante fecal. "É muito incomum ver uma melhora gradual e estável após a conclusão de qualquer tratamento", explicou o coautor da pesquisa, James Adams.

Os pesquisadores querem realizar um estudo ainda maior. "Estamos empolgados com os resultados, mas queremos alertar o público de que precisamos de testes clínicos maiores para que isso se torne um tratamento aprovado pela FDA", alegou Adams.


Unimed Campinas inaugura serviço especializado em Autismo e Paralisia Cerebral

Núcleo Especializado de Reabilitação (NER) começou a funcionar em 2 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Por Unimed Campinas

 — Foto: Divulgação Unimed Campinas
Foto: Divulgação Unimed Campinas

Crianças de todas as idades e adolescentes com até 17 anos e 11 meses que possuem Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e Paralisia Cerebral (PC) são o público-alvo do Núcleo Especializado de Reabilitação, que foi aberto aos clientes da Unimed Campinas no dia 2 de abril.

Serviço próprio da Cooperativa que já está funcionando no Centro de Promoção à Saúde, o Núcleo terá atuação multidisciplinar e é composto por médicos especialistas em Neuropediatria e profissionais de Psicologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Em sua capacidade plena, o serviço será capaz de prestar atendimento a 100 pacientes.

Além da integração dos atendimentos em um único local, o que facilita e agiliza o tratamento, a principal característica é a oferta de um projeto terapêutico individual e exclusivo. Cada programa é criado em total conformidade com as necessidades da criança / adolescente e de acordo com as limitações e a capacidade de desenvolvimento que o paciente possui.


 — Foto: Divulgação Unimed Campinas
Foto: Divulgação Unimed Campinas


 — Foto: Divulgação Unimed Campinas
Foto: Divulgação Unimed Campinas

Após encaminhamento feito por um médico especialista, os pacientes passam por uma avaliação inicial da equipe, a qual define o plano de tratamento e faz o acompanhamento das terapias propostas e as reavaliações periódicas da evolução alcançada pelos assistidos.

“O modelo de atenção proposto pelo novo Núcleo integra o cuidado multidisciplinar a ações efetivas de habilitação e reabilitação para estes pacientes”, afirmou o diretor Médico-Social da Unimed Campinas, Dr. Antonio Claudio Guedes Chrispim, responsável pelo novo serviço.

 — Foto: Divulgação Unimed Campinas
Foto: Divulgação Unimed Campinas

Mais sobre o Autismo

Transtorno complexo que afeta o desenvolvimento social e cognitivo, o Autismo é composto basicamente por três manifestações principais: déficits qualitativos na interação social e na comunicação, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados e, também, por um repertório restrito de interesses e atividades.

Uma pessoa autista, em geral, tem uma vida limitada, cuja qualidade pode ser melhorada com o tratamento medicamentoso - que visa reduzir os sintomas mais intensos - e o tratamento não medicamentoso, por meio de uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar feita médico, psicólogo, fonoaudiólogo, educador e terapeuta ocupacional. O prognóstico de autismo é variável e dependente da gravidade do quadro, ou seja, do grau de comprometimento cognitivo da criança, assim como da participação dos familiares e da precocidade do tratamento. Os programas de intervenção precoce podem fazer uma diferença importante e produzir ganhos significativos e duradouros.

Mais sobre a Paralisia Cerebral

A paralisia cerebral (PC) é uma condição não progressiva caracterizada por alterações neurológicas permanentes que comprometem o desenvolvimento motor e/ou cognitivo do paciente, causando limitações nas atividades cotidianas. Hoje, existem cerca de 17 milhões de pessoas com paralisia cerebral. Uma em cada quatro crianças com esse diagnóstico não fala; uma em cada três não anda; uma em cada duas tem deficiência intelectual e uma em cada quatro tem também epilepsia. As informações são do movimento internacional World Cerebral Palsy Day, ou Dia Mundial da Paralisia Cerebral, que é celebrado em 6 de outubro.

Uma das principais causas do problema é a hipóxia, situação em que, por algum motivo relacionado ao parto, tanto referentes à mãe quanto ao feto, há falta de oxigenação no cérebro, resultando em uma lesão cerebral.

Serviço:
Núcleo Especializado de Reabilitação (NER)

Endereço: Centro de Promoção à Saúde -
Avenida Andrade Neves, 683, Campinas/SP

Horário de atendimento:
Segunda à sexta-feira das 07h00 às 13h00

Médica responsável:
Dra. Maria Isabel Caldeira Rodrigues Morais Jacini
CRM 87982

Fonte: g1.globo.com