sábado, 11 de maio de 2019

Mulher que escolheu ficar cega para manter gravidez ganha foto em 3D para sentir imagem da filha - veja VÍDEO.

Carla Neves teve que interromper tratamento de diabetes para não afetar o feto. ONG e empresa de Piracicaba imprimiram fotografia em 3D para dar de presente de Dia das Mães.

Por Samantha Silva, G1 Piracicaba e Região

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Mulher de Piracicaba que optou por ficar cega para manter gravidez ganha foto em 3D

Na vida de Carla Andressa Framthi Neves, o ditado “o que os olhos não veem, o coração não sente” não faz jus à realidade. Ao ficar grávida durante o tratamento de diabetes, ela teve que escolher entre ter a filha e ficar cega, ou interromper a gravidez para continuar enxergando. Cinco anos depois, uma ONG de Piracicaba (SP) resolveu imprimir uma fotografia em 3D para que ela sentisse a imagem nas mãos e pudesse ter de presente do Dia das Mães uma foto com a filha que nunca viu.

Clique AQUI para ver o vídeo.

O vídeo mostra Carla recebendo a fotografia na sede da ONG. Ela havia acabado de chegar para ter um dia comum de aula e não tinha ideia do que aconteceria. Ao receber o presente, ela sente o relevo da fotografia e, neste momento, a professora explica que eles escolheram uma foto do Facebook de Carla e que era ela com a filha, Vitória.

Carla segurando a imagem no momento da entrega do presente em Piracicaba — Foto: Mateus de Souza Rocha/Arquivo pessoal
Carla segurando a imagem no momento da entrega do presente em Piracicaba — Foto: Mateus de Souza Rocha/Arquivo pessoal

Ao reconhecer os traços que sentia nos dedos, Carla não aguenta e começa a chorar.

“Quando eu passei a mão pra ‘ver’ a foto e eu senti o rostinho dela, eu me emocionei muito. Foi a primeira vez que eu passei a mão nela e também em mim, então eu fiquei muito emocionada”, conta.

Ela lembra que chegou para a aula de braile nesta quarta-feira (8) e foi comunicada que um casal queria falar com ela. Eles explicaram que trabalhavam com imagens em alto relevo e que tinham trazido um presente pra ela. Ao explicarem que era a fotografia, ela pôde imaginar cada detalhe com se tivesse “vendo” uma imagem que somente foi registrada pela memória das emoções.

“Foi muito bom”, conta. A filha única dela completa 5 anos no dia 23 de maio. Carla conta que, sem entender o choro da mãe, ela perguntou o que estava acontecendo.

Carla sentiu a foto dela com a filha em imagem 3D entregue em ONG de Piracicaba — Foto: Mateus de Souza Rocha/Arquivo pessoal
Carla sentiu a foto dela com a filha em imagem 3D entregue em ONG de Piracicaba — Foto: Mateus de Souza Rocha/Arquivo pessoal

“Eu falei: eu estou vendo você na foto. E ela falou: nossa mãe, que bonito né, que diferente, eu e você [risos]. Ela disse: nossa mãe, você está com a bengala na mão, olha que legal [risos]”, lembra Carla.

“Que presente do Dia das Mães! Foi muito bom pra mim, porque eu sou a única da ONG que perdeu a visão e não viu o filho”, explica.

A escolha mais importante

Atualmente com 30 anos, Carla ficou grávida aos 25 em meio a um tratamento de diabetes. Ela já dividia com o marido o sonho de serem pais, mas o médico tinha informado que ela não poderia engravidar naquele momento.

Carla conta que tem a doença desde os 6 anos de idade, mas nunca foi muito rigorosa no tratamento necessário para evitar problemas mais graves no futuro. “Só acontecendo é que a gente cai na real né”, comenta ao pensar nas consequências que acabou tendo que enfrentar.

Carla se emociona ao perceber que sentia fotografia com a filha, Piracicaba — Foto: Mateus de Souza Rocha/Arquivo pessoal
Carla se emociona ao perceber que sentia fotografia com a filha, Piracicaba — Foto: Mateus de Souza Rocha/Arquivo pessoal

A gravidez aconteceu no meio do tratamento para tentar impedir a cegueira que já começava a tomar os olhos dela. Foi assim que Carla ouviu do médico: “Você tem uma escolha a fazer: ou a gravidez ou a sua visão”. O tratamento a laser afetaria o feto e não poderia ser continuado.

“Pra mim foi muito difícil, a escolha que eu tive que fazer. Ia mudar tudo, a rotina... o recomeço é difícil – é começar tudo de novo, só que de outra forma. É tentar esquecer aquela Carla que enxergava e viver a Carla que não enxerga hoje”, conta.

Na época, ela trabalhava como técnica de enfermagem na Santa Casa da cidade. Do quinto para o sexto mês de gravidez, os olhos de Carla foram deixando rapidamente de ver o mundo e a vida mudou completamente.

Ao ter Vitória, ela chegou a fazer uma cirurgia nos olhos para corrigir o descolamento da retina na tentativa de impedir a perda permanente da visão. Ela teria dois anos para ver como seria a reação após o procedimento, mas não teve jeito e Carla não voltou a enxergar.

Carla ao lado da filha, Vitória, na foto usada como modelo em 3D, Piracicaba — Foto: Carla Neves/Arquivo pessoal
Carla ao lado da filha, Vitória, na foto usada como modelo em 3D, Piracicaba — Foto: Carla Neves/Arquivo pessoal

“Se você me perguntar, a cirurgia foi um sucesso, pelo pouco que eu enxergo [risos]”, conta Carla com bom humor ao explicar que hoje tem 5% de visão no olho direito, o que permite que, ao menos, ela veja “só luz” em um dos lados.

Mas após fazer esta escolha, ao sentir a filha nos braços e ouvi-la, Carla não tem nem palavras para explicar a sensação do que fez.

“Só eu mesma [pra saber]. É o toque né... eu acho que só o amor que eu dou pra ela vale mais do que ver.”

“Tem muita gente que fala que no meu lugar não teria coragem... Mas é por outra vida né, e uma que eu gerei. É um ato de amor.”

A nova etapa

Ela conta que só conseguiu aceitar a nova condição e procurar a ONG Avistar, em Piracicaba, três anos após perder a visão. Mariana Turrioni, que teve a ideia de dar a foto de presente, é professora de braile de Carla.

“A Carla sempre perguntou como a filha era, os olhos, se era puxado, tamanho do olho, o cabelo, o perfil da menina. Aí quando a empresa falou da impressora, na hora surgiu essa ideia, pra trabalhar essa noção de espaço, detalhes do rosto, até coordenação motora para identificação e reconhecimento da foto. Aí como ia ser o Dia das Mães, a gente pensou de fazer a surpresa”, conta.

Mariana então pediu autorização para a coordenadora da ONG e combinou com o Mateus de Souza Rocha, dono da empresa, de fazer o modelo. O contato vinha de antes, já que ele fazia doações para a ONG de material em 3D para alfabetização em braile.

Fotografia em 3D foi entregue de presente do Dia das Mães para Carla, que nunca enxergou a filha — Foto: Mateus de Souza Rocha/Arquivo pessoal
Fotografia em 3D foi entregue de presente do Dia das Mães para Carla, que nunca enxergou a filha — Foto: Mateus de Souza Rocha/Arquivo pessoal

“A Mariana me enviou uma foto que pegou no Facebook da Carla e, a partir da fotografia dela com a filha, fizemos a conversão para 3D e imprimimos o modelo. Foi o primeiro que fizemos para essa finalidade, por isso, não sabíamos se funcionaria”, conta Mateus.

Ele explica que o maior receio era de que ela não conseguisse identificar os traços da filha na foto, o que logo passou quando viram Carla tocando o rostinho da Vitória na imagem e começando a chorar de emoção.

“Foi muito gratificante perceber que, com tão pouco da nossa parte, podemos criar momentos mágicos. Levamos a nossa filha Lara para participar da entrega e ela ficou muito emocionada também.”

Ele e a mulher, Daiana Ladislau Coutinho, são parceiros na empresa e fizeram a entrega juntos da fotografia.

“Eu nunca tinha vivido um momento assim tão legal”, conta a professora Mariana. “De reconhecer e ver [ela vendo] a filha dessa forma.”

Fonte: g1.globo.com

Surto da síndrome da 'mão-pé-boca' muda rotina de creche no interior de SP - Veja o vídeo.

Com quase 20 casos, instituição de Ourinhos (SP) adotou uso intensivo álcool gel, instrução especial para as crianças na hora de lavar as mãos e distribuição de folhetos aos pais. Doença provocada por vírus é de fácil contágio.

Por G1 Bauru e Marília

Atividades corriqueiras como lavar as mãos ganharam atenção especial na creche de Ourinhos — Foto: TV TEM/Reprodução
Atividades corriqueiras como lavar as mãos ganharam atenção especial na creche de Ourinhos — Foto: TV TEM/Reprodução

Uma creche de Ourinhos (SP) precisou adotar uma série de medidas especiais depois que um surto de síndrome da “mão-pé-boca” atingiu a instituição e levou preocupação aos pais das crianças.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Desde que a primeira delas foi diagnosticada com a doença, o vírus só precisou de dez dias para atingir outras 19 crianças. Desde então, a rotina mudou e o álcool gel passou a ser um dos produtos mais utilizados no local.

As crianças já até se acostumaram com o uso do produto várias vezes ao dia para eliminar os riscos de contágio. Lavar as mãos também se tornou uma regra que está ainda mais rigorosa.

Além disso, para evitar um novo surto, a direção da creche distribuiu um folheto aos pais com as principais informações sobre a doença, como quais são os sintomas e qual o melhor tratamento.

Criança com a síndrome da ‘mão-pé-boca’ e sua principal característica, as manchas que ficam na pele — Foto: Arquivo pessoal
Criança com a síndrome da ‘mão-pé-boca’ e sua principal característica, as manchas que ficam na pele — Foto: Arquivo pessoal

A doença é uma infecção causada por um vírus que produz lesões como bolinhas de água com uma base vermelha nas mãos, nos pés e lesões esbranquiçadas dentro da boca – daí o nome dado à doença.


Outra preocupação dos pais é que a síndrome tem um diagnóstico difícil que, muitas vezes, se confunde com o de outros problemas de saúde como dengue, catapora ou um até um resfriado.

“No início, alguns sintomas são comuns a outras doenças, como febre, falta de apetite, mal-estar, e só depois aparecem as lesões que são características”, explica a pediatra Daniela Oliveira e Souza.

O vírus pode atingir pessoas de qualquer idade, mas é mais comum em crianças, abaixo de cinco anos, principalmente entre seis meses a três anos de idade. Quando uma criança é infectada, ela pode contagiar outras com muita facilidade.

Segundo a pediatra, o tratamento é mais de suporte, porque não há uma medicação específica. Por isso, a prescrição geralmente é de medicação para febre, para vômito ou diarreia. A síndrome tem caráter benigno na maioria das vezes e sara em até sete dias.

A pediatra Daniela Oliveira e Souza explica que não há medicamento específico para a síndrome: "Vamos tratar os sintomas" — Foto: TV TEM/Reprodução
A pediatra Daniela Oliveira e Souza explica que não há medicamento específico para a síndrome: "Vamos tratar os sintomas" — Foto: TV TEM/Reprodução

Fonte: g1.globo.com/

Motociclista estaciona para ajudar cadeirante em avenida movimentada de Limeira. Vejam os VÍDEOS

Vídeo flagrou o momento em que o homem auxilia o rapaz portador de deficiência a subir na calçada. Outro motociclista guardou a moto durante a ajuda.

Por G1 Piracicaba e Região

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Motociclista ajuda cadeirante em avenida movimentada de Limeira

Um motociclista de Limeira (SP) parou a moto para ajudar um homem portador de deficiência a subir na calçada da Avenida Comendador Agostinho Prada, uma das vias mais movimentadas da cidade do interior de São Paulo.

Clique AQUI para ver o vídeo.

O gesto ocorreu na tarde de quinta-feira (10) e um vídeo que flagrou o momento foi postado no Facebook pouco depois. Até o início da tarde desta sexta (10), o post já tinha 824 compartilhamentos e 27 mil visualizações.

Motociclista auxilia cadeirante em avenida movimentada de Limeira — Foto: Reprodução/Facebook
Motociclista auxilia cadeirante em avenida movimentada de Limeira — Foto: Reprodução/Facebook

O homem com capacete empurra a cadeira da rodas, que estava na pista, até a calçada. O cadeirante fica no ponto de ônibus e o rapaz que o ajudou retorna para o local onde parou a moto, que era guardada por outro motociclista.

Em seguida, o homem portador de deficiência embarca no ônibus e o motociclista segue o caminho no sentido contrário. A avenida fica na região central de Limeira.

Fonte: g1.globo.com

Grafiteiros usam arte para conscientizar sobre falta de acessibilidade - Veja o vídeo

Projeto da ONG Movimento SuperAção, o 'Sem Rampa, Calçada é Muro' leva obras de arte e protesto para calçadas sem rampas

Por: Débora Aleluia

Foto: Divulgação
Obra do grafiteiro Cajú pelo projeto Calçada é Muro em Campo Grande, Recife
Obra do grafiteiro Cajú pelo projeto Calçada é Muro em Campo Grande, Recife

Tudo começou com uma inquietação. Acostumados com o desenvolvimento de projetos sociais, a equipe da agência paulistana Z+ não poderia deixar de fazer algo a respeito da informação que obtiveram: em São Paulo, maior cidade do Brasil e área de atuação da Z+, apenas 9% das calçadas têm acessibilidade.

O inconformismo fez Alê Lage “Boca”, 44 anos, diretor de arte da agência, entrar em contato com Billy Saga, presidente da ONG Movimento SuperAção;juntos, perceberem que, para um cadeirante, toda calçada que se levanta é como se fosse um muro. E o que seria melhor do que o grafite para gritar as injustiças nos muros na cidade?

É nesse contexto que, há duas semanas, o projeto Sem Rampa, Calçada é Muro ganhou corpo em São Paulo. Para Billy Saga, a pretensão do projeto é chamar a atenção, de um jeito lúdico e artístico. “Estamos fomentando a inclusão de uma forma que só a arte é capaz. Precisamos acessar a emoção dos cidadãos, pois só a razão não tem sido suficiente", ressalta Billy.


Primeiro a fazer parte do projeto, Negrito, grafiteiro paulista, 43 anos, ressalta a importância da arte como meio para passar uma mensagem. Diante do desafio de grafitar em uma calçada, o artista também se deparou com as dificuldades da redução da mobilidade e, agora com uma nova percepção sobre a cidade, deseja que o projeto se estenda a outros lugares.

No Recife, o grafiteiro Cajú, 45 anos, tem feito a sua parte. Inserido na cultura hip hop, o grafiteiro identifica as causas sociais como um elemento do movimento, fazendo com que a linguagem do grafite seja ideal para o protesto. Foi por isso que, ao ver amigos paulistas divulgando o trabalho do Calçada é Muro no Instagram, Cajú resolveu saber mais sobre o projeto e foi convidado pela equipe para começar a ideia aqui no Recife, no último dia 4 deste mês, especificamente na Estrada de Belém, em Campo Grande, Zona Norte.

“Cada um fala com o que tem, eu falo com a tinta”, reflete Cajú, que denuncia as irregularidades que encontra nas calçadas da Região Metropolitana do Recife: “Às vezes até tem rampa, mas não tem manutenção, então a calçada é toda quebrada, tem mato, tem lama, isso tudo que impossibilita a galera de trafegar”.

Nesse sentido, para o artista, o projeto aguça a ideia de pensar no próximo e, assim como outros participantes, ele carrega a vontade de espalhar o Calçada é Muro para todo o Brasil.



Governadores vão ao STF para reclamar de gastos com fornecimento de medicamentos

Grupo de 11 governadores participou de audiência com presidente Dias Toffoli. Custo de judicialização da saúde bateu R$ 17 bilhões em 2018, segundo o grupo.

Por Luiz Felipe Barbiéri, G1 — Brasília

Imagem Internet/ilustrativa


Governadores de 11 estados reuniram-se nesta quinta-feira (9) com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, para discutir ações que tratam da responsabilidade dos entes federados em fornecer medicamentos a cidadãos.

Eles reclamaram, principalmente, do peso que o custeio dos remédios assume sobre seus Orçamentos, e cobraram solidariedade de União e municípios.

Tramitam na Corte três ações em que se discute o tema. Uma delas definirá se o Estado tem ou não a responsabilidade de fornecer medicamentos de alto custo fora da lista do Sistema Único de Saúde (SUS).

Outra discute se o Estado deve fornecer medicamentos não registrados na Anvisa. Uma terceira trata da responsabilidade solidária dos entes federados em fornecer tratamento médico adequado a quem necessita. As ações estão pautadas para o dia 22 de maio.

“Estamos atentos a isso. A ideia é darmos uma definição nesses três temas, e estabelecer parâmetros a respeito disso”, afirmou Toffoli. “Depois, conforme a decisão, nós fazermos as devidas orientações com eficácia para todo o poder judiciário brasileiro, todas as suas instâncias, estadual e federal”, ressaltou.

Para o presidente da Corte, essas decisões trarão mais segurança jurídica na administração do Orçamento da saúde.

Reclamações

Durante a audiência, os governadores foram uníssonos: o custeio do fornecimento de medicamentos obtidos por cidadãos através de decisões judiciais tem recaído apenas sobre os estados.

“As demandas estão caindo apenas sobre os estados. Os Estados estão arcando com os custos e está se tornando inviável”, destacou Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul.

Segundo Azambuja, presidente do Fórum de Governadores, “a judicialização da saúde no ano de 2018 chegou a 17 bilhões em todos os estados”.

“Dezessete bilhões que saem do sistema e foram atendidas questões pontuais. Mato Grosso do Sul teve 810 sentença. Foram 810 pessoas, que consumiram 64 milhões do orçamento, que poderia ser rateado entre todos”, declarou.

“Cai tudo sobre os estados. Estamos sofrendo. Passei quatro anos sofrendo com isso”, declarou Camilo Santana, governador do Ceará.

Para o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, as decisões que tratarem de medicamentos disponíveis nos Estados podem ser fornecidos, mas em casos de remédios de alto custo cabe ao Ministério da Saúde absorver a demanda.

“Agora, se for medicamentos de alto custo que não tem previsão orçamentaria para nós, essa matéria tem que ser absorvida pelo ministério da saúde. Não tem como ser jogado para o Estado”, afirmou.

“A preocupação é enorme. Em Goiás, no ano passado, foram 2.400 ações. Estou com 130 dias de governo é já são 950 ações. Até chegar ao final do ano vai extrapolar as 3 mil ações. No ano passado isso custou ao estado 32,7 milhões. A previsão nesse ano é de extrapolar os R$ 40 milhões”, disse Caiado.

“Estão saqueando o dinheiro público com quadrilha organizada da judicialização da saúde”, disse o governador de Roraima, Antonio Denarium.

Participaram da audiência os governadores do Maranhão, Flávio Dino, do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, do Amapá, Waldez Góes, do Ceará, Camilo Santana, de Goiás, Ronaldo Caiado, da Paraíba, João Azevedo, do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, de Rondônia, Marcos Rocha, de Roraima, Antonio Denarium, do Tocantins, Mauro Carlesse e o vice-governador da Bahia, João Leão, além de representantes do Piauí, Pará e Minas Gerais.

Fonte: g1.globo.comImagem Internet/ilustrativa

Homem morre em carro, filho com deficiência não consegue sair e também entra em óbito no MS

                Imagem: Reprodução/ câmera de segurança
                   Reprodução/ câmera de segurança
                Caminhonete em que pai e filho morreram em Campo Grande (MS)

Aliny Gama Colaboração para o UOL, em Maceió

Um homem de 63 anos morreu enquanto dirigia uma caminhonete, em Campo Grande (MS), na manhã de ontem, e o filho dele, de 17 anos, veio a óbito porque supostamente não conseguiu sair do veículo.

O caso está sendo investigado em sigilo pela Polícia Civil e, segundo a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e de Segurança Pública), é tratado como "morte a esclarecer." Os nomes de pai e filho não foram divulgados.

O carro ficou parado sob o sol forte e com os vidros fechados por cerca de 4h30, na rua Leônidas de Matos, no bairro Santo Antônio. O garoto tem deficiência mental e possivelmente não soube abrir a porta do veículo.

Moradores do local acharam estranho o tempo em que o carro ficou parado e, quando observaram que pai e filho estavam "desacordados", pediram socorro.

Um bombeiro que mora nas proximidades abriu o veículo, com ajuda de outro morador, e tentou reanimar o homem e o filho, enquanto ambulâncias do Corpo de Bombeiros e do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegavam para socorrê-los para o hospital.

O homem já estava em óbito e o adolescente, desmaiado. O garoto teria morrido antes de receber atendimento médico na Santa Casa da cidade. O adolescente estava com a carteira de identificação da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais).

A Sejusp informou que o carro foi periciado e os corpos submetidos a necropsia. Na carroceria do veículo foram encontrados sacos de lixo. O resultado das necropsias não foi divulgado.

UOL tentou contato com a Apae em Campo Grande, mas as ligações telefônicas não foram atendidas.


CDH estende isenção de IOF a compradores de carros com qualquer tipo de deficiência e autismo

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Pessoas com qualquer deficiência poderão conquistar o direito a isenção do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) na compra de veículos, assim como já existe isenção no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Esse foi o entendimento da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) na votação do substitutivo do senador Romário (Pode-RJ) ao PL 1.247/2019, da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP). Depois de passar pela CDH, a proposta terá votação final na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Se aprovada, seguirá para votação na Câmara.

Atualmente, o benefício só é concedido para pessoas com deficiência física, mas será possível ampliá-lo para as demais deficiências. “Uma vez que já há previsão de renúncia fiscal do IOF para a isenção de financiamentos de veículos para pessoas com deficiência física, trata-se de mera extensão aos demais, como medida de isonomia fiscal”, disse Mara quando apresentou o projeto no Senado.

A pretensão de Mara foi equiparar a legislação do IOF à do IPI (Lei 8.989, de 1995), cuja isenção, hoje, é garantida a pessoas com deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas para aquisição de veículos nacionais; com, no mínimo, quatro portas; movidos a álcool ou com motor flex de até duas mil cilindradas.

Romário concordou com a autora do  PL 1.247/2019 quanto à injustificada restrição presente na legislação do IOF (Lei 8.383, de 1991). Ele creditou o fato à mentalidade da época de sua aprovação, “quando ainda era um tanto imatura nossa compreensão sobre as pessoas com deficiência e a necessidade de se promover a sua inclusão”. E ressaltou que um avanço já foi observado com a edição da lei do IPI, que garantiu a isenção do tributo na compra do carro por outras pessoas com deficiência, diretamente, ou por seu representante legal.

Pessoas com qualquer deficiência poderão conquistar o direito a isenção do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) na compra de veículos, assim como já existe isenção no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Esse foi o entendimento da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) na votação do substitutivo do senador Romário (Pode-RJ) ao PL 1.247/2019, da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP). Depois de passar pela CDH, a proposta terá votação final na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Se aprovada, seguirá para votação na Câmara.

Atualmente, o benefício só é concedido para pessoas com deficiência física, mas será possível ampliá-lo para as demais deficiências. “Uma vez que já há previsão de renúncia fiscal do IOF para a isenção de financiamentos de veículos para pessoas com deficiência física, trata-se de mera extensão aos demais, como medida de isonomia fiscal”, disse Mara quando apresentou o projeto no Senado.

A pretensão de Mara foi equiparar a legislação do IOF à do IPI (Lei 8.989, de 1995), cuja isenção, hoje, é garantida a pessoas com deficiência física, visual, mental severa ou profunda, ou autistas para aquisição de veículos nacionais; com, no mínimo, quatro portas; movidos a álcool ou com motor flex de até duas mil cilindradas.

Romário concordou com a autora do PL 1.247/2019 quanto à injustificada restrição presente na legislação do IOF (Lei 8.383, de 1991). Ele creditou o fato à mentalidade da época de sua aprovação, “quando ainda era um tanto imatura nossa compreensão sobre as pessoas com deficiência e a necessidade de se promover a sua inclusão”. E ressaltou que um avanço já foi observado com a edição da lei do IPI, que garantiu a isenção do tributo na compra do carro por outras pessoas com deficiência, diretamente, ou por seu representante legal.

“Entendemos que, às vezes, menos pode ser mais, bastando falar em pessoas com deficiência, sem qualificar a peculiaridade da pessoa. A deficiência não é tanto da pessoa quanto da sociedade e, nesse sentido, não é propriamente visual, auditiva, física, mental ou comunicacional, mas sim de inclusão, de respeito ao pluralismo e à diversidade”, sustentou o relator no parecer.

Substitutivo

Originalmente, o PL 1.247/2019. cria uma regra autônoma para regular a isenção do IOF na aquisição de veículo por pessoa com qualquer deficiência. No entanto, Romário optou por fazer esse ajuste direto na Lei 8.383, de 1991, por meio de substitutivo. Assim, tanto a legislação do IOF quanto à do IPI foi modificada pelo texto alternativo para eliminar exigências e especificações para a concessão do benefício a pessoas com deficiência. O relator justificou esse movimento em prol da clareza e harmonia entre essas normas.

Exercícios físicos para pessoas com lesão medular- Veja o vídeo

Exercícios físicos para pessoas com lesão medular

Fonte:tetraplegicos.blogspot.com

Troféus do Regional Sul de Goalball serão decididos neste sábado, 11

Com representantes nas duas categorias, catarinenses enfrentam paranaenses na final masculina e gaúchos na feminina

Por Comunicação CBDV - Tadeu Casqueira


As finais do Regional Sul de Goalball acontecem neste sábado, 11, no Ginásio Costa Cavalcante, em Foz do Iguaçu, e os três estados participantes estão presentes nas duas decisões. Santa Catarina chega com dois representantes, com a ACESA-SC na disputa masculina contra o IRM-PR, do Paraná, e no feminino a ADEVLASC-SC pega a ACERGS-RS, do Rio Grande do Sul.

Na primeira fase da competição da categoria feminina, ACERGS-RS e ADEVLASC-SC fizeram campanha parecida – com ligeira vantagem das gaúchas no critério de desempate – e chegaram à decisão invictas. As duas equipes se enfrentaram na terceira rodada e empataram em 3 a 3. Dessa vez o confronto vale o troféu de campeã.

Na disputa masculina os times precisaram passar pelas semifinais para chegarem à final. O primeiro finalista foi o IRM-PR, que venceu duelo emocionante contra a AMACAP-PR por 7 a 6 no Golden Score. O jogo que vale a taça será contra a ACESA-SC, que passou pela ACERGS-RS por 14 a 6, depois um segundo tempo perfeito do time de Florianópolis.

O último dia do Regional Sul de Goalball terá três partidas, a partir das 8h, com a disputa do bronze da categoria masculina entre AMACAP-PR x ACERGS-RS. No feminino a terceira colocação ficou com a ADEVIFOZ-PR, que ficou na frente da ADEA-PR e da EEJAA-RS na disputa de pontos corridos da fase inicial da competição.

Em seguida acontece a final feminina entre ACERGS-RS x ADEVLASC-SC, às 8h50. O jogo que fecha a competição será entre IRM-PR x ACESA-SC na decisão masculina prevista para iniciar às 9h40.

Tabela completa clique aqui.

Fonte: cbdv.org.br

Ymanitu Silva garante vaga inédita para o Brasil no torneio de Roland Garros

Ale Cabral/CPB
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Por CPB

Foi confirmado nesta sexta-feira, 10, que o catarinense Ymanitu Silva será o primeiro brasileiro a disputar a chave de um torneio Grand Slam de tênis em cadeira de rodas. O atleta recebeu convite da organização de Roland Garros e estará na disputa entre os tenistas quad - que têm comprometimento em três ou mais extremidades do corpo.

A Confederação Brasileira de Tênis solicitou convite para a participação de Ymanitu em abril e recebeu nesta sexta a sinalização positiva. Atualmente, o atleta ocupa o oitavo lugar no ranking mundial de quads da Federação Internacional de Tênis (ITF, em inglês).

O torneio se incia no domingo, 26 de maio e terminará no dia 9 de junho.

"É com muita satisfação que recebemos a notícia da confirmação da participação do Ymanitu na chave de quads de Roland Garros, um dos torneios de tênis mais tradicionais do mundo. A presença de um brasileiro no evento reafirma o desenvolvimento da modalidade e valida o trabalho intenso que tem sido feito pela Confederação Brasileira de Tênis, em conjunto ao CPB, para o desenvolvimento da modalidade no país", disse Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Ymanitu sofreu um acidente de carro em 2007 e ficou tetraplégico. Durante a reabilitação, conheceu o tênis em cadeira de rodas e se encantou, passando a se dedicar profissionalmente ao esporte. Já em 2014 recebu sua primeira convocação para a seleção principal e participou dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Seu atual enfoque é uma vaga para os Jogos Parapan-Americanos de Lima em agosto e, futuramente, os Jogos Paralímpicos de Tóquio em 2020.

Participantes festejam crescimento na 2ª edição do Camping Militar Paralímpico

Ale Cabral/CPB
Imagem

Por CPB

Termina neste sábado, 11, a segunda edição do Camping Militar Paralímpico. A iniciativa começou no domingo, 5. Vinte e nove militares reformados estiveram no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, sendo apresentados a 11 modalidades paralímpicas: atletismo, canoagem, halterofilismo, natação, parabadminton, parataekwondo, remo, tênis em cadeira de rodas, tênis de mesa, tiro com arco e tiro esportivo. A maioria dos participantes passou a ter deficiência física por conta de acidentes em serviço.

Kathiane Dantas de Oliveira é 1º Tenente da Comissão de Desportes da Aeronáutica (CDA), professora de educação física e participa do Camping como treinadora auxiliar voluntária. Ela, que esteve na primeira edição, percebeu diferenças e melhorias neste segundo Camping.

"Temos algumas modalidades que foram incluídas que eu acho que agregaram ainda mais. Também tem uma diversidade maior de forças do que o primeiro. Acredito que isso ajuda a promover ainda mais o movimento paralímpico."

A tenente é também coordenadora do projeto João do Pulo, iniciativa do Ministério da Defesa em parceria com a Marinha; o Exército e a Aeronáutica, que tem o objetivo de democratizar a prática do esporte para ex-militares que se tornaram deficientes físicos.

Segundo a professora, a participação no Camping agregou muito conhecimento: "Tive contato com cada um dos militares e pude entender como eles se sentiam por não querer voltar para o quartel após se tornarem deficientes. Isso me ajudou a fazer esse resgate de vários outros militares que estavam lá que iriam treinar, mas tinham vergonha. Essa vivência com eles me auxiliou nisso e acaba ajudando indiretamente no esporte e na frequência do treinamento."

"Aqui a gente tem contato com especialistas e técnicos de alto gabarito. Então podemos aproveitar bastante. Tivemos várias palestras específicas para os voluntários que vieram, com relação à classificação funcional, à saúde do deficiente, o bolsa atleta, benefícios que eles podem conseguir. Foram várias palestras que contribuíram muito para esse conhecimento, e a bagagem que a gente levou para lá foi indescritível."

"Uma experiência ímpar"

O militar Hélvio Santos Pompílio, 1º sargento da Polícia Militar do Distrito Federal e participante do Camping, avalia sua experiência como "ímpar": "Ao chegar aqui a estrutura já impressiona. O cuidado e a responsabilidade de passar o conhecimento para a gente é de alto nível. E está sendo bacana e proveitoso porque estamos conhecendo pessoas com vários tipos de deficiência e de vários estados. Está agregando demais não somente na área esportiva, mas também na área social. Já fiz vários amigos."

Em 2012, ao entrar numa loja e se deparar com um assalto, o sargento interveio. Houve troca de tiros e um o atingiu nas costas, lesionando a medula. Desde então, Pompílio, como é conhecido entre os militares, é paraplégico. Para ele, o Camping abre um leque de possibilidades: "Uma pessoa que tem deficiência física e está numa cadeira de rodas, ou um amputado, pessoa com deficiência visual e até intelectual, tem um mundo um pouco restrito e fechado. Atividades como essa, abrem um leque e mostra a mim e a eles, que não há limites para nós."

Os participantes do Camping Militar Paralímpico foram indicados pelas forças das quais pertencem. Há 11 forças representadas: Marinha, Aeronáutica, Exército, Polícia Militar do Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo e Bombeiros do Rio de Janeiro e de Santa Catarina.

Discípulo de Daniel Dias é destaque no início da Nacional do Circuito Loterias Caixa

Alê Cabral / CPB
Imagem

Por CPB

Na manhã desta sexta-feira, 10, teve início a primeira fase Nacional do Circuito Brasil Loterias Caixa de Natação 2019. Ao todo, 236 atletas, de 14 Estados mais o Distrito Federal, passarão pela piscina do Centro de treinamento Paralímpico, em São Paulo, até este sábado, 11. Um deles é o paulista Andrey Garbe, 22 anos, que fará a sua estreia em Jogos Parapan-Americanos na edição de Lima 2019. Melhor ainda: ao lado de seu ídolo, o multimedalhista Daniel Dias.

A primeira Nacional do Circuito Loterias Caixa é a última oportunidade para os nadadores atingirem os índices classificatórios para os Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019 e o Mundial da modalidade, em Londres, que acontecerão no segundo semestre.

Andrey Garbe (IDD) nadou os 100m costas em 1min05s31, apenas três centésimos a mais que o índice classificatório, da classe S9, para o Mundial de Londres. Há duas semanas, no entanto, no Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo e Natação, ele atingiu o índice classificatório para o Parapan (1min07s10) ao completar os 100m costas em 1min05s49.

”Eu vim à Nacional tentar o índice para o Mundial, fiquei a três centésimos na minha principal prova. A ficha nem caiu ainda, mas agora vou focar em me preparar para o Parapan de Lima, que eu já garanti e será minha primeira vez na competição“, disse.

O nadador teve meningite seguida de trombose com um ano e amputou a perna direita. Ele iniciou no esporte por convite de um professor de educação física aos 9 anos. ”Conheci o Daniel Dias na mesma época e ele sempre foi minha inspiração, me deu muita força. A prótese que uso foi um presente dele.“

O paulista Daniel Dias é o atleta paralímpico com maior número de medalhas em Jogos Paralímpicos, sendo 14 ouros, sete pratas e três bronzes. O nadador da classe S5 atingiu os índices classificatórios para os Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019 e para o Mundial de Natação de Londres.

Nas disputas realizadas nesta sexta-feira,10, a gaúcha Susana Schnardorf (SM4) completou os 150m medley em 3min03s15 e conquistou sua vaga para a competição na capital britânica. Outras duas nadadoras também carimbaram o passaporte: a paulistana Esthefany Rodrigues (SM5) que fez os 200m medley em 3min54s88 e Laila Garcia (S6) nos 50m borboleta com a marca de 42s09.

As provas da primeira etapa Nacional do Circuito Brasil Loterias Caixa de Natação seguem no sábado, 11.

Resultados
Acompanhe os resultados do Circuito Brasil Loterias Caixa em tempo real, pelo aplicativo "Circuito Caixa Nacional", disponível para dispositivos iOS e Android.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir a primeira etapa Nacional do Circuito Brasil Loterias Caixa de Natação não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigirem-se à sala de imprensa do CT Paralímpico para identificação.

O Circuito
O Circuito Brasil Loterias Caixa é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e duas nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidade para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país. Em 2019, as disputas das fases nacionais serão separadas por uma modalidade em cada fim de semana - haverá ainda um Campeonato Brasileiro de cada esporte.

Patrocínios
A natação tem patrocínio das Loterias Caixa.

Serviço
Data: 10 e 11 de maio
Cidade: São Paulo (SP)
Local: Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo - Rodovia dos Imigrantes, km 11,5 (ao lado do São Paulo Expo).

Programação*
Circuito Brasil Loterias Caixa de Natação
Sexta (10/5) - 9h às 12h e 15h30 às 18h
Sábado (11/6) - 9h às 11h
*Programação sujeita a alterações

Projetos para pessoas com deficiência, gestantes e idosos estão na pauta da CDH

Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza reunião deliberativa com 21 itens. Na pauta, o PLC 96/2017, que torna obrigatória a informação sobre a condição de pessoa com deficiência da mulher vítima de agressão doméstica ou familiar.  À bancada, senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP).  Foto: Jane de Araújo/Agência Senado

Na pauta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) de terça-feira (7) está prevista a apreciação de quatro projetos voltados para pessoas com deficiência. Um deles, o PL 1.254/2019, da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), possibilita que as despesas com próteses, órteses e tecnologias assistivas sejam deduzidas da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).

Outro projeto da senadora estabelece a concessão de passe livre às pessoas com deficiência comprovadamente carentes no transporte de passageiros terrestre ou aéreo, sob responsabilidade direta ou indireta da União (PL 1.252/2019). Dessa forma, não mais poderá ser recusado o acesso da pessoa pobre com deficiência em ônibus leito ou semileito, por exemplo, nem será impedida de viajar em aeronave, quando tal viagem significar sua melhor ou única opção.

Também de Mara Gabrilli é o PL 1.236/2019 que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Decreto-Lei 5.452, de 1943, para garantir ao empregado que tenha filho com deficiência, o direito de fazer coincidir suas férias com as férias escolares.

Pode ser votado ainda o PLS 294/2016, que obriga as autoescolas a oferecerem carros adaptados para pessoas com deficiência. A proposição, do senador Romário (Pode-RJ), determina que os Centros de Formação de Condutores providenciem, para cada 20 veículos de sua frota, um modelo adaptado que tenha ao menos câmbio automático, direção hidráulica ou elétrica, vidros elétricos e comandos manuais de freio e de embreagem.

Gestantes

A pauta também inclui proposições que atendem às mulheres grávidas ou que estejam amamentando. É o caso do PLS 254/2017, do senador Paulo Paim (PT-RS), que revoga dispositivo da reforma trabalhista aprovada há um ano e meio para proibir o trabalho da gestante ou lactante em atividades, operações ou locais insalubres.
Já o PLS 429/2018, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), assegura às estudantes matriculadas em ensino superior o acompanhamento remoto das aulas a partir do oitavo mês de gestação.

Idosos

Projeto do senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) cria o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) e institui o Conselho Gestor do FNHIS, para tratar de habitação destinada a idosos.
PL 863/2019 reserva a idosos carentes 20% dos recursos do fundo para implementação de conjuntos habitacionais.

Outros itens

Entre os 30 itens da pauta ainda estão incluídas sugestões legislativas como a que determina a retificação de registro civil de transexuais (SUG 66/2017), além de dez requerimentos.
A reunião está marcada para as 9h, na sala 2 da Ala senador Nilo Coelho.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Senado: CAS avaliará política de reconhecimento das pessoas com deficiência

Comissão de Assuntos Sociais (CAS) realiza reunião deliberativa.1ª parte: definição de política pública a ser avaliada; 2ª parte: 13 itens, entre eles, o PLS 151/2017, que amplia a licença maternidade e permite o compartilhamento com o pai.  Foto: Jane de Araújo/Agência Senado

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) vai avaliar a política de reconhecimento das pessoas com deficiência no exercício de 2019. Requerimento neste sentido foi apresentado pela senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) e aprovado pelo colegiado nesta quarta-feira (17).

Soraya argumentou que o Poder Executivo deveria ter regulamentado a Lei Lei 13.146 de 2015, que estabeleceu o modelo de avaliação biopsicossocial da deficiência, mas não o fez. Por este motivo, segundo a parlamentar, a perícia oficial tem sido realizada num modelo “já ultrapassado”, prejudicando a efetividade das normas e causando incertezas sobre a identificação dessas pessoas.

Soraya Thronicke chamou atenção especialmente para o caso das pessoas com Transtorno do Espectro Autista, consideradas pessoas com deficiência para todos os fins legais, e que ainda precisam passar pelo modelo pericial antigo.

"A inclusão das pessoas com deficiência é requisito para criação de uma sociedade mais livre, justa e solidária, sem preconceitos e discriminação, com respeito ao pluralismo e à dignidade fundamental de todo ser humano. Nesse sentido, temos criado e aperfeiçoado normas que determinam a extinção progressiva de barreiras, vedam a discriminação e promovem a inclusão das pessoas com deficiência.", ressaltou a autora em seu requerimento.

Agora, a Consultoria Legislativa do Senado deve elaborar, a pedido da CAS, um plano de trabalho que pode envolver a realização de audiências públicas, diligências de campo e elaboração de pareceres, com apresentação dos resultados até o final deste ano.

Turismo Adaptado no ETHOS. Palestra de Ricardo Shimosakai.

Turismo Adaptado no ETHOS. Palestra de Ricardo Shimosakai.
ETHOS – Encontro de Turismo e Hospitalidade – é um evento acadêmico, instituído pela área de Hospitalidade do Centro Universitário das Américas – FAM. Ele é realizado desde 2016, por e para os alunos da área de Hospitalidade, que é composta pelos cursos de Tecnologia em Eventos, Tecnologia em Hotelaria, Tecnologia em Gestão Desportiva e Lazer, Tecnologia em Gestão do Turismo, Bacharelado em Turismo e Bacharelado em Gastronomia. O evento tem como objetivo disseminar informações relevantes sobre assuntos da atualidade, discutidos no meio acadêmico, político e social na área e de acordo com o mercado de trabalho e os conteúdos abordados em sala de aula.
A IV edição do ETHOS tem como tema Sustentabilidade,  Acessibilidade e Inclusão no Turismo e Hospitalidade, e visa inspirar os alunos da área, estimular o diálogo entre aqueles que desejam expandir seus conhecimentos nesse campo e inovar na forma de pensar e agir.
Ricardo Shimosakai, é diretor geral e consultor em acessibilidade e turismo, criador da Turismo Adaptado. Ele estará presente em nosso evento falando um pouco sobre o âmbito da Acessibilidade e inclusão no turismo no dia 21/05 as 19h40, no Auditório FAM, localizado na Rua Augusta, 973.
Ricardo trabalha para promover a acessibilidade e inclusão no lazer e turismo para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e necessidades específicas. Assim trabalhamos para que dentro da área que forma o lazer e turismo, sejam eliminadas barreiras arquitetônicas, comunicacionais, metodológicas, instrumentais (tecnologia assistiva), programáticas (normas ou regulamentos) e atitudinais.
O evento foi criado para os alunos da FAM, mas você que acompanha o trabalho da Turismo Adaptado também vai poder participar. Você deve informar seu nome completo, documento de identidade (RG), qual a atividade e data que pretende participar. Haverão palestras, vitrines e atividades práticas externas. As informações devem ser enviadas para o email credenciamento.ethos2019@gmail.com
Programação

Dia 20/05

Local: Auditório FAM | Unidade Augusta – Rua Augusta, 973

18h30 Credenciamento

19h15 Cerimônia de Abertura

19h30 Iniciativas e desafios no setor público para a promoção do turismo acessível, inclusivo e sustentável em São Paulo

Orlando Faria – Secretário Municipal de Turismo SP

20h30 Turismo e inclusão: Case Núcleo de Turismo Social do SESC SP

Flávia Roberta Cortez Lombardo Costa – Coordenadora do Turismo Social do Sesc SP

21h10 Gestão da sustentabilidade em eventos

Daniel Freitas Costa – Especialista em sustentabilidade e coordenador nacional da comissão de eventos ABNT NBR ISO 20121.

Dia 21/05

Local: Auditório FAM | Unidade Augusta – Rua Augusta, 973

18h30 Credenciamento


19h30 Acessibilidade e Inclusão no Lazer e no Turismo

Ricardo Shimosakai – Fundador e Diretor Geral da Turismo Adaptado e consultor em acessibilidade e turismo.

20h20 Captação de Eventos e seu impacto no destino

Amanda Papa – Coordenadora de Eventos Internacionais – São Paulo Convention&Visitors Bureau.

21h00 Sustentabilidade corporativa: O que fazer com o lixo dos eventos?

Leila Bueno – Sócia-diretora Comercial na empresa BUENO Arquitetura Cenográfica e Presidente da ABRAFEC – Associação Brasileira de Fornecedores de Cenografia.
Ricardo Bueno – Sócio-diretor de criação na empresa BUENO Arquitetura Cenográfica.

22/05

Local: Auditório FAM | Unidade Augusta – Rua Augusta, 973

18h30 Credenciamento

19h30 [Bate papo] Mulheres, alta gastronomia e sustentabilidade: a receita de sucesso.

Adriana Salay – Gerente de Comunicação do Grupo Mocotó;
Nina Bastos – Sócia-proprietária do Restaurante Jiquitaia;
Gláucia Ferrari – Diretora de RH e atendimento do Grupo Maní

20h40 Diversidade criativa – Estratégias sustentáveis de economia e desenvolvimento

Ronaldo Bias Ferreira Jr – Sócio-fundador da Um.a AG #diversidadecriativa e Conselheiro AMPRO – Associação Nacional da Agências de Live Marketing.

23/05

Local: Salas de aula do 9º andar | Unidade Bela Cintra – Rua Bela Cintra, 847

Vitrines Temáticas

OBS: Você deve escolher uma vitrine do 1° e uma do 2° horário. Não necessariamente sua escolha precise ser os dois horários do mesmo tema, podendo assim, variar seu aprendizado.

18h30 Credenciamento

Horários: 1- 19h30 às 20h20
2- 21h00 às 21h50

VITRINE EVENTOS

1: “Eventos acessíveis – uma vivência do TODO para TODOS!”
Luana Manini Genari De Souza Ramos – Advogada, Organizadora Administradora de Eventos, Tradutora e Interprete de Libras, Docente, Palestrante e Consultora em diferentes instituições educacionais.

2: ” Eventos Inclusivos – Recepcionistas cadeirantes, um trabalho inovador de inclusão social”
Juliana Costa – Proprietária da Agência Mania de Eventos.

VITRINE A&B

1: “Acessibilidade e Diversidade”
Fabiana Duarte – Psicóloga Clínica, Institucional e Pedagoga – Especialista em Educação Inclusiva, Idealizadora do Instituto Simbora Gente, Membro da Equipe do Laboratório do Estudo do Preconceito do Instituto de Psicologia da Usp, Palhaça na Empresa Soul Alegria e João Ramos – Gerente do Restaurante Let’s Poke

2: “Alimentação Sustentável” – O mundo é feito de conexões
Samuel Gonzalez – Personal Vegan Chef

VITRINE HOTELARIA

1: “Hostels: hospedagem para todos”
Marisa Sandes de Andrade – Consultora de qualidade de credenciamento de novos hostels na rede Hostelling International Brasil.

VITRINE TURISMO RECEPTIVO

1: “Olhar Inclusivo: Mulheres Viajantes”
Thais Carneiro – Historiadora e Blogueira de Viagens.

2: “Fizemos um Rolê: Democratizando o turismo”
Gabriela Almeida e César Antônio – Blogueiros no Fizemos um Rolê – Todo dia um rolê diferente pra você conhecer.

ATIVIDADES PRÁTICAS EXTERNAS

Dia 22/05

Visita Sensorial ao Museu de Arte Sacra de São Paulo
Local: Museu de Arte Sacra | Av. Tiradentes, 676 – Luz
Horário: 10h30 às 12h00
Investimento: R$ 5,50 o pagamento será realizado através desta plataforma
Obs: A equipe Ethos recomenda aos participantes que levem água, lanche e/ou dinheiro para os mesmos.

Dia 25/05

Caminhada Cultural: O centro pelo olhar das mulheres
São Paulo tem um mundo de possibilidades, cultural, cores e sabores a oferecer. Percorrer o centro de São Paulo, mergulhando no universo das mulheres do século 20.

O percurso é conduzido pela historiadora e blogueira de viagens Thaís Carneiro, que apresentará uma das Vitrines de Turismo, descrito na programação oficial do evento.

Local: O ponto de encontro será previamente informado via WhatsApp.
Horário: 10h00 às 11h30
Investimento: R$ 30,00 o pagamento será realizado através desta plataforma
Obs: A equipe Ethos recomenda aos participantes que levem água, lanche e/ou dinheiro para os mesmos, protetor solar e guarda-chuva.

Dia 01/06

Caminhada São Paulo Negra
São Paulo é a cidade com a maior população negra do Brasil e precisamos (re) contar nossa história! As histórias negras estão por toda a cidade, no centro e em todas as esquinas (inclusive na Ipiranga com São João, a mais famosa delas), apesar de muitas vezes não serem contadas.

Vamos conhecer lugares importantes da história dos negros na cidade, como é o caso da Igreja Nossa Senhora Rosário dos Pretos, a estátua da mãe preta, a Igreja Nossa Senhora dos Enforcados, do antigo Pelourinho e do antigo Morro da Forca, no bairro da Liberdade.

A caminhada começa no Bairro da Liberdade, um reduto negro nos séculos XVIII e XIX e termina no Largo do Arouche. Os personagens negros importantes da história — invisibilizados em vários espaços — são destacados, é o caso da escritora Carolina Maria de Jesus, do jornalista, advogado, poeta e patrono da abolição Luiz Gama e o arquiteto Joaquim Pinto de Oliveira, o Tebas. Também fazem parte das histórias a migração africana atual, a música e movimentos negros modernos.

O percurso é conduzido pelo jornalista Guilherme Soares Dias, que apresentará uma das Vitrines Turismo, descrita na programação oficial do evento.

Local: O ponto de encontro será previamente informado via WhatsApp.
Horário: 10h00 às 13h00
Investimento: R$ 30,00 o pagamento será realizado através desta plataforma
Obs: A equipe Ethos recomenda aos participantes que levem água, lanche e/ou dinheiro para os mesmos, protetor solar e guarda-chuva.