sábado, 27 de julho de 2019

Jorge, do Santos, ganha amigo torcedor após jogo em Salvador, se emociona e recebe visita no CT

Lateral-esquerdo usa história do menino Guilherme, que tem Síndrome de Down, como motivação; garoto entrará em campo com ele no jogo contra o Avaí.

Por GloboEsporte.com — Santos, SP

Foto: Ivan Storti/Santos FC
Jorge, do Santos, ganha amigo torcedor após jogo em Salvador, se emociona e recebe visita no CT

Titular do Santos na sequência do Campeonato Brasileiro, o lateral-esquerdo Jorge recebeu uma visita especial no CT Rei Pelé, nesta sexta-feira: trata-se de Guilherme, um torcedor que já pode se considerar amigo do jogador.

Guilherme tem Síndrome de Down e entrou em campo com Jorge na partida do Santos contra o Bahia, em Salvador, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. A identificação foi tanta que, depois da vitória santista por 1 a 0, Jorge ligou para seu pai, contou a experiência e disse que foi um momento especial e importante em sua carreira.

Jorge apresenta o CT Rei Pelé ao menino Guilherme — Foto: Ivan Storti/Santos FC
Jorge apresenta o CT Rei Pelé ao menino Guilherme — Foto: Ivan Storti/Santos FC

Depois do jogo, o lateral-esquerdo entrou em contato com a família de Guilherme e começou a armar o reencontro, que se concretizou nesta sexta.

No CT, Guilherme não desgrudou do amigo Jorge, os dois brincaram muito, e o Santos registrou tudo em imagens nas suas redes sociais.
A emoção tomou conta do jogador, que mais uma vez precisou ligar para o seu pai e contar tudo o que rolou nesta sexta de muito amor. A criança, no caso, até parecia ser o Jorge, tamanha a alegria que demonstrava.

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Aproveitando a viagem, Guilherme entrará em campo com Jorge mais uma vez, neste domingo, contra o Avaí, na Vila Belmiro.

Marcos Mion posta foto com Romeo e dá lição e conselhos sobre autismo: "Não tenha vergonha"

"Não tenha vergonha de se expor, de se jogar, dançar, rastejar, pular, correr, agachar, cantar ao lado do seu filho autista!"

REDAÇÃO VOGUE

Marcos Mion e Romeo (Foto: reprodução/Instagram)
Marcos Mion e Romeo (Foto: reprodução/Instagram)

Pai de Romeo, de 14 anos, Marcos Mion convive diariamente com o autismo e usa sua voz sempre que possível para falar sobre e desmistificar o assunto. E ele faz do Instagram, onde acumula 11,2 milhões de seguidores, uma plataforma aliada nessa missão. A noite desta sexta-feira (26.07) foi um desses momentos.

O apresentador compartilhou uma foto onde aparece abraçado ao filho e usou a legenda para compartilhar um textão informativo e com dicas para quem convive com pessoas com transtornos do espectro autista.

O autismo, por definição, é um transtorno neurológico que afeta o desenvolvimento, a comunicação e o relacionamento social.

Relacionamento social...é sobre isso que quero falar com os pais, mães, profissionais e cuidadores de autistas.
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Achei essa foto que tiraram de uma festa lá em casa onde eu, nitidamente, estava sendo a voz e o gesto do Romeo, meu filho autista, para ele participar da brincadeira.
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Pais, não ache que seu filho autista não quer brincar só porque não consegue se jogar na brincadeira como uma criança neurotípica.
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Crianças são crianças! Diversão é diversão. Em todo lugar do mundo independente de condições neurais!
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Eles querem brincar! Eles querem uma vida comum, mas precisam de um porto seguro para lidarem com emoções que não controlam. Esse Porto Seguro são vocês! .

Não tenha vergonha de entrar na brincadeira pelo seu filho! Não tenha vergonha de se expor, de se jogar, dançar, rastejar, pular, correr, agachar, cantar ao lado do seu filho autista! Você, pai e mãe, são a confiança dele, o que permite que ele não se sinta sozinho, excluído e motivado a entrar na brincadeira. Vcs são o caminho para eles serem felizes e superarem a barreira da interação social. .

Não esqueçam: PAI E MÃE É O QUE FAZ A DIFERENÇA NA VIDA DE UM AUTISTA. Terapias, centros, todo o resto ajuda, mas o amor, carinho, admiração e paciência dos pais é o que faz a evolução vir a todo vapor!
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Lembra do filme Avatar? É como se seus filhos usassem vcs como Avatar pra conseguir interagir socialmente até desenvolverem suas próprias habilidade sociais. Nossa missão é adaptar da melhor forma possível a pureza deles à essa selva que são os relacionamentos neurotipicos.
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Sua alegria não tem mais nenhum valor comparada à do seu filho. Faça tudo que vc pode para fazer a vida dele menos difícil. #Autismo"



Autistas têm carteira de identificação em Santos

Decreto estende o direito a todas as pessoas com deficiência, garantindo o atendimento prioritário em comércios, bancos e hospitais, além de facilitar a identificação.

Por Câmara Municipal de Santos

Foto: Divulgação CMS
Autistas têm carteira de identificação em Santos

A Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência e Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi instituída em Santos por meio do Decreto nº 8415/19, assinado na Prefeitura. O documento, que é gratuito, garante o exercício de direitos em todo o município visando o reconhecimento oficial.

A criação teve como ponto de partida uma conversa entre o vereador Bruno Orlandi e o Grupo Acolhe Autismo, um coletivo formado por mães e familiares de pacientes diagnosticados com TEA.

As reuniões resultaram na Indicação nº 2884 apresentada pelo parlamentar, na Câmara Municipal, em junho de 2018.

“Nem todas as deficiências são facilmente identificáveis, por isso a necessidade da carteirinha para comprovar essa condição e evitar olhares de reprovação”, afirma o vereador Bruno Orlandi, interlocutor do pedido junto à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

“A carteira de identificação é como um marco, pois agora posso estar com minha filha em uma fila de prioridade no mercado e, em caso de dúvidas ou de olhares reprovadores, apresentarei a carteira para esclarecer e, assim, tentar conscientizar que nem toda deficiência é visível”, comemora Karina de Oliveira Lopes, mãe da Isabela, de 5 anos, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista.

“Não há nada visual que os identifique, então apresentando a carteirinha, ficará tudo mais tranquilo”, acredita Jane Faerman de Oliveira, avó da Beatriz, também diagnosticada com autismo.

Os interessados devem se dirigir ao Poupatempo Santos (Rua João Pessoa, nº 246 - Centro) e ir ao guichê da Prefeitura Municipal de Santos, de segunda à sexta, das 8h às 17h ou sábado, das 8h às 13h, portando os seguintes documentos:

I – cópia da Certidão de Nascimento ou Casamento e dos documentos de identificação (RG e CPF) do interessado;

II – cópia dos documentos de identificação (RG e CPF) do representante legal do interessado, se for o caso;

III – comprovante do endereço atualizado;

Fonte: g1.globo.com

Jovem amputado salta em caixa após várias tentativas e ensina a todos sobre não desistir - Veja o vídeo.

Fotos: Reprodução/Instagram
Em vídeo, jovem amputado salta em caixa após várias tentativas

Por Redação RPA

Um vídeo viral nas redes sociais têm inspirado internautas do mundo todo a terem perseverança, mesmo em meio às adversidades. Um jovem amputado chamado Tim consegue saltar em uma caixa após várias tentativas frustradas.

Ao finalmente conseguir alcançar seu objetivo, o jovem cai em lágrimas. A publicação original foi feita por um dos instrutores do rapaz no Acampamento NubAbility – que treina crianças, jovens e adultos amputados congênitos e com traumas severos.

No post, o acampamento declarou: “Este é o nosso amigo Tim, superando seus medos e inseguranças e chegando a um salto de 20 polegadas, cerca de meio metro. Se você ainda não ouviu falar da Nubability Athletics e seu fundador, Sam Kuhnert, dê uma olhada neles. Eles estão fazendo a diferença na vida de inúmeras famílias. Eu sou grato por fazer parte da família Nubability! ”


Os participantes são incentivados como atletas a competir em esportes tradicionais. “O jovem Tim pode ser visto lutando com sua tarefa, falhando várias vezes, até que finalmente pra surpresa e alegria, Tim faz tudo certo!”

“As lágrimas de alegria de Tim vêm de perder a auto-dúvida e dar lugar à fé e aceitação. Não foi apenas Tim quem ganhou aqui, todos nós ganhamos”, concluiu.

Segurança de metrô tranquiliza garoto autista e o acompanha até a porta de casa

Foto: Reprodução/Inspire More
Funcionário de metrô tranquiliza garoto autista após ele sofrer colapso em trem

Por Redação RPA

Taylor Pomilla costuma dizer que seu filho, Andrew, “têm dias bons e ruins, como qualquer criança”, mas que ela precisa “estar muito bem preparada para os dias ruins”. Andrew é autista, e por vezes, pode experimentar colapsos, uma perda de controle causada por alguma situação externa de estresse intenso.

Os colapsos ocorrem quando há informação sensorial ou emocional em excesso para a criança, que é demais para ela lidar. Como eles já aconteceram diversas vezes em público, Taylor está acostumada com os olhares das pessoas quando o filho se estressa.

No entanto, recentemente um colapso de Andrew, mais intenso do que o comum, acabou deixando sua mãe sem saber o que fazer, mas graças à gentileza de um segurança do metrô de Washington (EUA), tudo acabou bem ao final.
                
           Foto: Reprodução/Inspire More
             Funcionário de metrô tranquiliza garoto autista após ele sofrer colapso em trem

A mãe solo, agradecida pela proatividade do rapaz, compartilhou seu relato nas redes sociais. Ela conta que havia acabado de pegar Andrew na escola e que os dois estavam indo para casa de metrô. Foi nesse momento que o garoto começou a ficar estressado.

Ele se recusava a sentar no banco e, apesar dos esforços de Taylor para acalmá-lo, Andrew teve um colapso – talvez por causa do barulho dos trilhos. Em questão de minutos, o pequeno estava no chão, rolando e gritando.

“Então ele começou a me chutar e a puxar meu cabelo, enquanto todos olhavam, a maioria provavelmente pensando que ele era uma criança ruim, mimada, que jamais fora educada corretamente, o que não é verdade”, escreveu Taylor. “As coisas ficaram tão ruins que, eventualmente, eu tive que sair do metrô na estação errada, a trinta minutos do nosso destino. Não queria mais pegá-lo de novo, e enquanto isso, todo mundo nos olhava.”

Neste momento de puro estresse e frustração, Taylor só conseguia pensar em como todos estavam julgando o filho sem conhecê-lo, sem saber seus problemas e dificuldades. “Só queria chorar.”

Mas então o comportamento de Andrew mudou completamente quando ele viu um oficial do metrô andando em sua direção. O homem, chamado Case, perguntou se eles precisavam de ajuda. Quando Taylor explicou a situação, o rapaz se ofereceu para pegar o trem com eles até sua parada.


                  Foto: Reprodução/Inspire More

                   Funcionário de metrô tranquiliza garoto autista após ele sofrer colapso em trem

“Ele começou a conversar com Andrew e o acalmou. Mostrou a ele seus gadgets de trabalho, seu distintivo do metrô. Brincou com ele. Perguntou se Andrew gostaria de se tornar um policial quando crescesse, ao que ele disse que ‘sim'”, conta.

Para a surpresa de Taylor, o oficial acompanhou Andrew até a porta de casa, mantendo-o entretido o tempo todo.

Foto: Reprodução/Inspire More
Funcionário de metrô tranquiliza garoto autista após ele sofrer colapso em trem

O gesto de altruísmo do oficial fez o dia de Taylor, e claro, de seu filho. Embora a viagem de metrô tenha começado mal, acabou se transformando em uma das melhores experiências de vida para ambos. “Serei eternamente grata. Esse rapaz, honestamente, restaurou minha fé na humanidade, de que há boas pessoas no mundo. Case merece ser reconhecido por seu incrível gesto de gentileza. Muito obrigada”, concluiu.

Perto de se formar, estudante fica tetraplégica e agora conta com vaquinha para concluir o curso - Veja o vídeo

foto: Ingred Bida Lopes/Arquivo pessoal
estudante tetraplégica vaquinha concluir faculdade


Por Jéssica Souza

Faltando apenas um ano para se formar em odontologia, a estudante Ingred Bida Lopes, 25 anos, de Altos (PI), sofreu um acidente doméstico que a deixou tetraplégica. Após três anos do acidente, ela sonha em voltar para a universidade. Mas, para isso acontecer, Ingred precisa de um carro, que ela espera conseguir através de uma vaquinha no VOAA, clique aqui e contribua.

O sonho que ela acreditou que tinha morrido, voltou com tudo! Ela se encontrou na odontologia e quer concluir o curso para seguir com a profissão. Porém, a Universidade Federal do Piauí, onde fazia o curso antes do acidente, fica na capital Teresina, a 43 km de onde ela mora.

“Sempre que precisei ir para consulta e fisioterapia, são meus tios que se disponibilizam para me levar. E como na universidade será todos os dias, fica muito complicado eles me ajudarem. E minha cidade não possui um transporte acessível”, disse.

Ela explicou também que fizeram orçamentos e concluíram que não compensaria alugar um veículo.

“Sobre o carro, ainda não pensamos exatamente num modelo porque estamos dependendo do valor da arrecadação total, só sabemos que precisa ter um bagageiro espaçoso por conta da cadeira de rodas”, informou.

foto: Ingred Bida Lopes/Arquivo pessoal
estudante tetraplégica vaquinha concluir faculdade
Amigos e familiares foram essenciais para apoiar a Ingred

foto: Ingred Bida Lopes/Arquivo pessoal
estudante tetraplégica vaquinha concluir faculdade
Amigos da odontologia sempre estiveram presente na vida dela

estudante tetraplégica vaquinha concluir faculdade

estudante tetraplégica vaquinha concluir faculdade


O acidente

Em março de 2016, Ingred estava de férias da universidade e estava almoçando na casa da sua vó, que fica em frente da sua. “Não me senti bem e fui para casa, no último degrau da escada, passei mal e desmaiei. Cai de 3 metros de altura, quebrei o pescoço, vértebras cervicais c4-c5 e lesionei a medula, perdi todos os movimentos do corpo”, disse.

Com as sessões de fisioterapia, ela conseguiu recuperar uma parte do movimento dos ombros e dos braços, exceto das mãos. “Mas com a terapia ocupacional aprendi a utilizar o celular e o notebook sem o movimento dos dedos”.

foto: Ingred Bida Lopes/Arquivo pessoal
estudante tetraplégica vaquinha concluir faculdade
O acidente aconteceu na escada da casa da Ingred

Para custear todo tratamento, desde o início ele contou com ajuda dos familiares, colegas da faculdade e com os professores. “Depois de três anos de muita luta, eu já tinha perdido todas as esperanças, não vou mentir, não pensava mais em voltar para a odontologia, que foi onde eu me encontrei, mas, recentemente, em conversa com os amigos mais próximos, despertei novamente todo esse sonho e desde então estou lutando com todas as forças para que ele se torne realidade.”

Ingred se informou na universidade sobre o seu retorno e ela tem chances de voltar para o curso e concluí-lo. “Mas para que isso acontecer tem custos. O principal deles é o transporte, que infelizmente, eu não tenho. Hoje eu entendo que obstáculos aparecem em nossas vidas para serem vencidos. E que se você tiver fé em Deus tudo irá se resolver”, contou.

No vídeo abaixo, ela também conta a sua história:


Vamos ajudá-la a voltar para a universidade? Contribua com a vaquinha clicando aqui.

Modelo amputada visita jovem que perdeu a perna por "linha chilena"

Gabriel Lucas, de 15 anos, foi atingido pela linha cortante, em Betim, na Grande BH; Paola Antonini conseguiu doador de prótese para o adolescente

                              Reprodução / Instagram
                                   Paola conseguiu doação de prótese para Gabriel Lucas
                              Paola conseguiu doação de prótese para Gabriel Lucas

Clara Mariz, do R7*, com Pedro Spinelli, da Record TV Minas* *Estagiários sob supervisão de Pablo Nascimento

A modelo Paola Antonini visitou, nesta sexta-feira (26), o adolescente de 15 anos que perdeu a perna após ser atingido por uma linha cortante de empinar pipas, conhecida como "linha chilena", em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Paola também teve a  perna amputada em 2014, depois de ser atropelada na porta de casa, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, por uma motorista com sinais de embriaguez.

A modelo ficou comovida com a história de Gabriel Lucas Alves do Nascimento e resolveu convidar seus seguidores para fazer uma campanha para comprar uma prótese para o jovem, que sonha em ser jogador de futebol profissional.

— Recebi tanta mensagem me contando a história dele e foi muito lindo ver todo carinho e comoção das pessoas.

O fisioterapeuta e protesista Fabricio Daniel viu a publicação da modelo e resolveu a doar uma prótese para o garoto. O especialista conta que o aparelho vai permitir que o adolescente ande normalmente e volte a jogar futebol.

Gabriel Lucas está internado no Hospital Regional de Betim desde o último sábado (20).

Linha chilena

Gabriel Lucas não foi a única vítima da linha cortante em Minas Gerais. Uma criança de sete anos foi igualmente atingida pelo cordão e também teve sua perna amputada. Ele estava em uma praça, em Visconde do Rio Branco, a 265 km de Belo Horizonte, quando sofreu o acidente.

O Código Penal qualifica o uso de linhas cortantes como crime passível de prisão. Em Minas Gerais, uma Lei de 2002, prevê multa de até R$ 1 mil para quem for pego usando o material.

CT Paralímpico recebe posto de atendimento do TRE para ação do Voto Acessível

Foto: Alê Cabral / CPB
Foto: Alê Cabral / CPB

Na manhã desta sexta-feira, 26, o Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, recebeu a visita do Presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo. Durante as Paralimpíadas Universitárias, realizadas de 24 a 26, o TRE instalou um posto de atendimento no CT Paralímpico como parte do programa Voto Acessível. Nos dois primeiros dias, realizaram mais de 100 atendimentos.

“A eleição é a maneira pela qual a sociedade pode se manifestar com relação ao Governo. Nós entendemos que é de fundamenta importância que os nossos atletas e as pessoas ligadas ao Comitê tenham ao seu alcance, de maneira acessível, a esse poderoso instrumento, por meio do qual vão exercer a sua cidadania”, afirmou Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, após cadastrar a sua biometria.

“É extremamente importante a presença do TRE aqui no Centro Paralímpico porque uma das nossas funções é administrar o acesso à democracia, justamente, promover a diversidade e a integração apesar das adversidades e o Voto Acessível é uma ação para inclusão, possibilitar a participação de todos os brasileiros independe da sua condição, para que ele possa se manifestar”, Desembargador Carlos Padin, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo.

A ação foi realizada no prédio de entrada do Centro de Treinamento Paralímpico e também estiveram presente os vices-presidentes do CPB, Naíse Pedrosa e Ivaldo Brandão, o superintendente do CPB, Nelson Harvey.

O TRE escolheu as Paralimpíadas Universitárias para atender um maior número de pessoas com deficiência. Participam da competição 382 atletas de 20 estados mais o Distrito Federal com disputas em oito modalidades: atletismo, basquete 3x3, bocha, judô, natação, parabadminton, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas.

Delegação brasileira embarca neste sábado, 27, para o Mundial de Jovens de Atletismo, na Suíça

Thomaz Ruan de Moraes recebendo a prata no Mundial de Jovens 2017 de Atletismo
Thomaz Ruan de Moraes recebendo a prata no Mundial de Jovens 2017 de Atletismo

Doze atletas brasileiros embarcarão, neste sábado, 27, para o Mundial de Jovens 2019 de Atletismo. É a segunda edição do evento organizada pelo Comitê Paralímpico Internacional (sigla IPC, em inglês) e contará com 313 participantes, entre 14 e 19 anos, de 40 países. A competição acontece entre 1º e 4 de agosto, na pista do Sport Arena em Nottwil, na Suíça.

Os atletas serão divididos em duas categorias: de 14 a 17 anos e de 18 a 19 anos. Os critérios de convocação estão disponíveis AQUI.

Dois dos doze convocados para o Mundial estarão também nos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019, que começam dia 23 de agosto. São Maria Clara Augusto da Silva (classe T47) e Thomaz Ruan de Moraes (classe T47).

"Eu venho me preparando para o Mundial desde o começo do ano e essa preparação vem sendo bem forte e intensa. A minha expectativa para a competição é grande, estou indo com a ambição de ganhar a medalha de ouro. Vai servir também de treino para o Parapan, que é uma competição mais pesada, então preciso de um período maior de preparação", afirma Thomaz, que vai competir nas provas de 100m, 400m e salto em distância. Na primeira edição, em 2017, o atleta que nasceu com má-formação no braço direito levou duas pratas para casa: no salto em distância e nos 400m.

Para Jonas Freire, diretor técnico adjunto da modalidade, o Mundial de Jovens de atletismo é um evento muito importante para o Brasil: "De eventos com essa característica saíram grandes campeões paralímpicos. Para nossos atletas será um experiência única e que servirá como preparatória para um grande trajetória internacional que se inicia. Tenho certeza que esses 12 talentosos jovens convocados irão representar muito bem o Brasil nessa competição".

Na edição de 2017, o Brasil levou dez atletas e arrecadou 15 medalhas no total: seis de ouro, seis de prata e três de bronze. O resultado colocou o país em 7º lugar no quadro geral.

Instituição de São Paulo é a campeã das Paralimpíadas Universitárias 2019


Encerraram-se nesta sexta-feira, 26, as Paralimpíadas Universitárias 2019. Esta foi a quarta edição do evento, realizada no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, e teve a Universidade Paulista (Unip-SP) como campeã geral da competição. O segundo lugar ficou com a Unicesumar-PR e a Universo de São Gonçalo-RJ, em terceiro. Ao todo, 382 atletas de 21 estados e do Distrito Federal estavam inscritos.

A Unip fez 80 pontos, venceu o basquete 3x3 e a bocha, que renderam 30 pontos cada à instituição. A diferença para a segunda colocada, Unicesumar-PR, foi de 20 pontos, já que os paranaenses triunfaram no atletismo e a natação. A Universo de São Gonçalo-RJ ficou em terceiro com 50 pontos, ao sagrar-se no tênis em cadeira de rodas e ficar em segundo no atletismo.

O cálculo usado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) para definir a instituição vencedora foi: 30 pontos para o vencedor da modalidade, 20 para o vice e 10 para terceiro colocado. As Universitárias são uma continuidade das Paralimpíadas Escolares, das quais podem participar atletas de 12 a 17 anos. No entanto, no evento universitário a disputa é por instituição de ensino e não por estado, como ocorre nas Escolares. A 13ª edição da competição escolar acontecerá de 18 a 23 de novembro, também no CT Paralímpico.

Entre os participantes, 14 foram convocados para integrar a delegação brasileira nos Jogos Parapan-Americanos de Lima, em agosto. A vice-campeã foi representada por três atletas convocados: as gêmeas da natação Beatriz e Débora Carneiro, ambas da classe S14 (deficiência intelectual), e Edevaldo Pereira (F44) do atletismo.

As Paralimpíadas Universitárias são organizadas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), com apoio da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), Secretaria de Esporte, Lazer e Inclusão Social do Governo Federal, Governo do Estado de São Paulo, Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) e da Prefeitura Municipal de São Paulo.

O evento tem como objetivo estimular a participação dos estudantes universitários com deficiência física, visual ou intelectual em atividades esportivas de todas as Instituições de Ensino Superior (IES) do território nacional, para promover a ampla mobilização em torno do esporte.

Na competição, foram disputadas oito modalidades: atletismo, bocha, basquete 3x3, judô, natação, parabadminton, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas.

Confira os seis primeiros colocados:

Unip (São Paulo) – 80 pontos – 1º lugar
Unicesumar (Paraná) – 60 pontos – 2º lugar
Universo São Gonçalo (Rio de Janeiro) – 50 pontos – 3º lugar
Universidade Federal de Uberlândia (Minas Gerais) – 44 pontos – 4º lugar
Universidade Federal do Acre – 40 pontos – 5º lugar
Uniceub (Distrito Federal) – 34 pontos – 6º lugar

Jogos Parapan-Americanos 2019 em Lima, terá a maior delegação da história Veja o vídeo.

Jogos Parapan-Americanos 2019 em Lima, terá a maior delegação da história

por Ricardo Shimosakai

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) anunciou na terça-feira, 16, uma delegação recorde que representará o país nos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019, a partir de 23 de agosto. Serão 512 integrantes na missão brasileira, sendo 337 atletas, entre os quais atletas-guias, calheiros, goleiros e pilotos, que não possuem deficiência, de 23 estados e do Distrito Federal em 17 modalidades. Este número representa um acréscimo de 24% em relação ao time que ostentou o pavilhão nacional na última edição do Parapan, na cidade canadense de Toronto, em 2015.
O Brasil busca repetir o feito das três últimas edições dos Jogos continentais. Desde 2007, quando a competição passou a ser realizada na mesma sede dos Jogos Pan-Americanos (tal qual ocorre nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos), os atletas brasileiros não conhecem outro resultado que não seja o primeiro lugar no quadro geral de medalhas. Foi assim no Rio 2007, em Guadalajara 2011 e Toronto 2015. Neste último, conquistamos 257 medalhas, das quais, 109 de ouro, 74 de prata e 74 de bronze
“Temos uma grande responsabilidade, que é manter a hegemonia no continente, por isso vamos com nosso melhor time para Lima. Trata-se da primeira edição de Parapan em que pudemos oferecer a estrutura do Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, aos atletas brasileiros. A preparação dos nossos atletas e a qualidade dos profissionais envolvidos nesta missão nos dão a certeza de que fizemos tudo certo. Estamos prontos para encher o Brasil de orgulho neste Parapan”, comentou Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, bicampeão paralímpico de futebol de cinco (para cegos) em Atenas 2004 e Pequim 2008.


Os Jogos Parapan-Americanos são o maior evento do continente. Lima 2019 promete organizar a mais grandiosa edição de todos os tempos, com a participação de aproximadamente 1.890 atletas, de 33 países, em 17 modalidades: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, ciclismo, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, judô, natação, rúgbi em cadeira de rodas, parabadminton, parataekwondo, tênis em cadeira de rodas, tênis de mesa, tiro esportivo e voleibol sentado.

Grandes nomes do paradesporto brasileiro estão garantidos e muito empolgados nas disputas. “Lima 2019 será a minha quarta participação em Parapan. É uma competição muito especial para mim, porque colecionei muitas medalhas e todas elas de ouro. A competição também contribuiu para a conquista do Troféu Laureus, o Oscar do esporte mundial, em 2016, que considerou os feitos do Parapan em Toronto e também do Mundial de Glasgow. Estou ansioso desde já”, comentou o nadador multimedalhista paralímpico Daniel Dias, que faturou oito medalhas de ouro no Parapan de Toronto 2015.

Dentre os atletas que irão a Lima, 77% da delegação que representará o Brasil tem alguma deficiência física. A segunda deficiência predominante é a visual, com 22%, seguida da intelectual (1%). A equipe também é composta por 22 atletas que não possuem deficiência: atletas-guia (atletismo), calheiros (bocha), pilotos (ciclismo) e goleiros (futebol de 5). A delegação ainda conta com 197 pessoas da comissão técnica, equipe médica e demais integrantes estafe.

O campeão mundial e paralímpico e recordista mundial nos 400m do atletismo da classe T20 (deficiência intelectual), o mariliense Daniel Tavares Martins se diz pronto para acrescentar mais esta medalha à imensa galeria pessoal. “Minhas expectativas são as melhores possíveis. Será meu primeiro Parapan e estou ansioso. Espero fazer meu melhor lá e, se Deus quiser, voltar para casa com uma medalha no peito.”


O time feminino configura 38% da delegação, e representa a totalidade de vagas disponíveis por Lima 2019 para as mulheres. E o Brasil vai com atletas já consagradas como Alana Maldonado, campeã mundial de judô; Débora Menezes, campeã mundial no parataekwondo; Cátia Oliveira, vice-campeã mundial de tênis de mesa, entre tantas outras.

“Fico muito feliz por fazer parte desses 38% de mulheres que representarão o Brasil nos Jogos Parapan-Americanos de Lima. Espero que essa porcentagem cresça a cada edição dos Jogos, que possamos mostrar a nossa força e conquistar um bom número de medalhas para o nosso país”, disse Alana Maldonado, medalhista de prata no Parapan de Toronto 2015.

Em Lima 2019, 21% da equipe será composta por jovens com até 23 anos, marca que já superou o planejamento para os Jogos de Tóquio 2020, de 15%. Ao todo, 25% dos atletas com deficiência física são de classes baixas, aquelas em que estão compreendidos os desportistas com maior grau de comprometimento físico-motor. Com esta marca, o CPB supera o objetivo de 12% estabelecida para os Jogos Parapan-Americanos de 2023, em Santiago, Chile.

O CPB, portanto, supera as metas estabelecidas no planejamento estratégico 2017/2024. Nele foram traçadas diretrizes de participação de mulheres, atletas de classes baixas (com deficiências severas) e jovens.


“O norte do nosso trabalho no CPB é o Planejamento Estratégico 2017-2024 e a convocação para esta missão em Lima está alinhada a ele. Atingimos indicadores importantes com atletas jovens, mulheres e estamos confiantes que manteremos o primeiro lugar no quadro geral de medalhas das Américas”, disse Alberto Martins da Costa, diretor-técnico do CPB.

São Paulo é a unidade da federação com o maior número de representantes, 101 atletas. Seguido do Rio de Janeiro com 35, Paraná com 28 esportistas e Minas Gerais com 26.

“Foram muitas fases de treinamento com a Seleção além dos treinos pessoais, este será meu primeiro Parapan, estou ansiosa, mas me preparei bastante. Quando foram divulgadas as medalhas de Lima, eu imprimi fotos e coloquei também de plano de fundo do meu celular, para trabalhar o objetivo”, disse a paulista Evelyn Oliveira, da bocha, campeã paralímpica em pares da classe BC3 nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Esta edição do Parapan marca a inclusão de três novas modalidades: parabadminton, parataekwondo e tiro esportivo. Lima dará vaga direta para os Jogos Paralímpicos de Tóquio em quatro modalidades: basquete em cadeira de rodas (os três primeiros colocados no masculino e campeão e vice no feminino), rúgbi em cadeira de rodas (campeão), tênis em cadeira de rodas (uma vaga no feminino e uma no masculino) e vôlei sentado (os quatro primeiros do feminino e do masculino).



Pessoas com deficiência optam pelo empreendedorismo como forma de inserção no mercado de trabalho - \veja p vídeo

Trabalho remoto e novas ferramentas de comunicação oferecem a pessoas com deficiência mais oportunidades para empreender.

por Dino

Foto: The Snow Foundation / DINO

Superação é uma das principais palavras no dicionário de um empreendedor de sucesso, ainda mais quando essa pessoa sofre de algum tipo de deficiência ou doença crônica. Conforme pesquisa realizada pelo Sebrae-SP, o Estado conta com cerca de 27% de empreendedores com alguma deficiência e, desse grupo, 94% realizam suas atividades por conta própria e sem sócios.

A pesquisa também observou que cerca de 6% oferece emprego e quase metade realiza seu trabalho em casa.

Com o avanço do trabalho remoto e novas ferramentas de comunicação, pessoas com deficiência encontram mais oportunidades para montar o próprio negócio e ter independência financeira. Segundo Fernando Dolabela e Cid Torquato, autores do livro Empreendedorismo sem Fronteiras (Alta Books), empreender é um excelente caminho para inclusão social e qualidade de vida para deficientes. A vantagem está na possibilidade de definir com autonomia o próprio ambiente de trabalho, incluindo rotina e tarefas, o que nem sempre é possível em um emprego formal. "O empreendedor não é alguém especial e sim alguém que desenvolveu esse potencial, tal qual outros potenciais como falar, calcular, imaginar e correr. Empreendedor é aquele que transforma inovando e gerando valor positivo para o coletivo, não somente para si", defendem os autores.

A brasileira Rafaela Ungaretti, de 21 anos, ainda não tinha ingressado no mercado de trabalho quando foi diagnosticada, aos 13 anos, como portadora da síndrome de Wolfram, uma doença autoimune degenerativa e rara que ao longo dos anos já afetou 80% da sua visão e grande parte da audição. Baseada na Califórnia desde 2017, onde encontrou os melhores recursos para o tratamento da doença, há três anos Rafaela criou o canal de YouTube Wolfram Inside, onde compartilha informações sobre a síndrome e o seu tratamento. No ano passado, ela fundou também a Associação Brasileira da Síndrome de Wolfram (ABSW), que tem como objetivo arrecadar fundos para oferecer melhores condições de vida para portadores da doença no Brasil. "Empreender foi a forma que encontrei para me sentir útil, ativa e integrada", diz a jovem, que hoje é convidada para palestrar em conferências internacionais como as promovidas pela The Snow Foundation, maior fundação voltada para o estudo da síndrome nos Estados Unidos.

Rafaela atribui a aplicativos gratuitos como o Accessibility da Apple a possibilidade de trabalhar com autonomia em seus projetos. "Sem essa tecnologia, eu não conseguiria me corresponder por e-mail ou acessar materiais de pesquisa", diz a brasileira que acaba de ser aprovada no programa americano Technology Access, que oferece computador, tablet e telefone equipados com softwares especiais para pessoas com deficiências visual e auditiva.

Portador de espondilite anquilosante, uma inflamação autoimune que atinge especialmente a coluna, o empreendedor americano Bill Balderaz não permitiu que a condição crônica o impedisse de abrir a própria empresa de análise de dados, a Futurety. "Há muitas analogias entre o tratamento de doenças crônicas e o empreendedorismo. Ambos têm dias de glória e outros muito ruins, requerem determinação, paciência e tomada de decisão sob pressão", diz. As diversas cirurgias e a perda temporária da visão criaram obstáculos na gestão do negócio fundado em 2006, mas Balderaz não desistiu. "Só porque algo é extremamente desafiador, não significa que você não deva tentar".

O Brasil possui cerca de 45 milhões de portadores de necessidade especiais, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2010. O número corresponde a 23% da população do país. Já dados do Ministério do Trabalho mostram que apenas 357 mil pessoas com deficiência estão formalmente empregadas.

"É muito importante criar oportunidades para que essas pessoas vivam com dignidade, gerando riqueza e fazendo a diferença no mundo", diz a americana Hilary Jastram, autora do livro Sick Success, um manual de empreendedorismo para pessoas que enfrentam problemas de saúde, sem tradução no Brasil. "Empreendedores com deficiência trabalham de maneira mais inteligente, não mais difícil, e sabem identificar soluções alternativas que os permitem prosperar", diz Hilary que em 2017 abriu a Sick Biz, organização que oferece suporte para empreendedores com deficiência ou alguma doença crônica.


sexta-feira, 26 de julho de 2019

Cadeirante morre carbonizado após incêndio em residência em SP

Chamas consumiram residência na Vila Santa Rosa, em Guarujá, no litoral paulista. Polícia Civil investiga o caso.

Por G1 Santos

Caso é investigado na Delegacia Sede de Guarujá, SP — Foto: Guilherme Lúcio / G1
Caso é investigado na Delegacia Sede de Guarujá, SP — Foto: Guilherme Lúcio / G1

A Polícia Civil em Guarujá, no litoral de São Paulo, investiga as causas do incêndio que matou carbonizado um homem, de 58 anos, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Ele era deficiente físico e não foi socorrido a tempo antes das chamas consumirem todo o imóvel.

As informações foram confirmadas ao G1 nesta sexta-feira (26). O incêndio aconteceu em uma casa na Rua Maurício Lourenço, na Vila Santa Rosa. Vizinhos se assustaram com as chamas que consumiam o imóvel e rapidamente acionaram o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar.

Chegando ao local, os militares já encontraram o fogo extinto. Durante buscas, os policiais encontraram um corpo carbonizado que, segundo vizinhos, era do homem. Uma cadeira de rodas estava na casa, reforçando a informação das testemunhas de que ele era cadeirante.

Equipes da perícia também foram acionadas a casa, que precisou ser isolada. O corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML) para realização de exames que possam constatar a causa da morte. O caso é investigado como morte suspeita pela Delegacia Sede de Guarujá.

Fonte: g1.globo.com