sábado, 9 de novembro de 2019

Conheça o Brasil - População Pessoas com Deficiências

Imagem Internet/Ilustrativa
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De acordo com o Censo 2010 quase 46 milhões de brasileiros, cerca de 24% da população, declarou ter algum grau de dificuldade em pelo menos uma das habilidades investigadas (enxergar, ouvir, caminhar ou subir degraus), ou possuir deficiência mental / intelectual.

Ao perguntar à população sobre essa questão, o IBGE procurou captar a percepção sobre a dificuldade em ouvir, enxergar e caminhar ou subir escadas, mesmo contando com facilitadores como aparelhos auditivos, lentes de contato e bengalas. Seguindo orientações internacionais, considera-se “pessoa com deficiência” os indivíduos que responderem ter pelo menos muita dificuldade em uma ou mais questões.

A pesquisa buscou também identificar deficiência intelectual e mental através da compreensão sobre a dificuldade em realizar atividades habituais. Não foram consideradas neste quesito as perturbações, doenças ou transtornos mentais como autismo, neurose, esquizofrenia e psicose.

Considerando somente os que possuem grande ou total dificuldade para enxergar, ouvir, caminhar ou subir degraus (ou seja, pessoas com deficiência nessas habilidades), além dos que declararam ter deficiência mental ou intelectual, temos mais de 12,5 milhões de brasileiros com deficiência, o que corresponde a 6,7% da população.

Porcentagem da população, por tipo e grau de dificulade e deficiência (Brasil - 2010) - Visual: 0,27% não consegue de modo algum, 3,18% tem grande dificuldade, 15,31% tem alguma dificuldade; Motora: 0,39% não consegue de modo algum, 1,94% tem grande dificuldade, 4,63% tem alguma dificuldade; Auditiva: 0,18% não consegue de modo algum, 0,94% tem grande dificuldade, 3,97% tem alguma dificuldade; Mental: 1,37% possui (Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010)

Como pode ser visto no gráfico acima, em 2010, a deficiência visual estava presente em 3,4% da população brasileira; a deficiência motora em 2,3%; deficiência auditiva em 1,1%; e a deficiência mental/intelectual em 1,4%.

Ao considerarmos também as pessoas com alguma dificuldade nas habilidades pesquisadas, vemos que 18,8% da população apresentou dificuldade para enxergar; 7,0% tinha dificuldade em se movimentar; e 5,1% possuía dificuldade para ouvir.

Além de investigar no Censo a população que possui deficiências, o IBGE pesquisa periodicamente os serviços municipais adaptados às pessoas com dificuldades de mobilidade, por meio da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic).

Segundo a Munic 2017, entre os 1.679 municípios que dispunham de serviço de transporte coletivo por ônibus intramunicipal, 11,7% estavam com a frota totalmente adaptada para a acessibilidade de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, enquanto 48,8% possuíam frota parcialmente adaptada.

É muito importante que o governo e a sociedade pensem em ações para incluir os brasileiros, independente de possuírem algum tipo de deficiência, em todos os lugares da sociedade para que tenham direito à Educação, ao emprego, à saúde e bem-estar.

Justiça autoriza mãe a cultivar maconha para tratar filha com epilepsia em Ubatuba

Sem condições de arcar custos do medicamento canabidiol, que chega a custar R$ 5 mil, família recorreu à Justiça para tentar a produção própria.

Por G1 Vale do Paraíba e Região

Canabidiol é uma substância presente na maconha e é liberado para uso em medicamentos — Foto: Marcelo Brandt/G1
Canabidiol é uma substância presente na maconha e é liberado para uso em medicamentos — Foto: Marcelo Brandt/G1

Uma moradora de Ubatuba (SP) conseguiu na Justiça o direito de cultivar maconha em casa para o tratamento da filha, que sofre de epilepsia grave.

A família recorreu à Justiça após os médicos receitarem o canabidiol - óleo extraído da erva - para o tratamento. O medicamento é importado e chega a custar R$ 5 mil, valor que a família não teria condições de arcar.

A ação foi movida pela Defensoria Pública de Taubaté, que buscou um salvo-conduto para que a família tivesse o direito de cultivo e produção do óleo sem a chance de prisão ou apreensão da polícia.

A defensoria afirmou que a menina sofre de deficiência intelectual, além de ter epilepsia grave, com mais de 20 convulsões ao dia.

Com o quadro grave da doença e indicação para o uso do canabidiol, a família recorreu à Justiça para tentar a produção própria. A família é humilde e não conseguiria arcar com os custos do medicamento.

O pedido foi atendido pela Justiça no último dia 25, quando o juiz Fabrício José Pinto Dias concedeu o documento que a família libera para a produção artesanal.

“O custo de mercado do remédio está muito além das condições financeiras da paciente, impossibilitando que ela tenha acesso ao medicamento. [...] A potencialidade profilática da substância é conhecida mundialmente e existem diversos relatos que seu uso devolveu qualidade de vida aos pacientes. Nessa irresistível vereda, o direito à saúde e à vida humana devem prevalecer, porque são valores soberanos e inegociáveis, dignos de uma sociedade que acima de tudo busca a humanidade como centro de todas as questões jurídicas e políticas”, argumentou o juiz em sua decisão.

Fonte: g1.globo.com

Documentário mostra dificuldades e superações vividas por albinos em Cuiabá - Veja o vídeo.

'Filhos da lua na terra do sol' deve ser exibido às 18h no Sesc Arsenal, em Cuiabá. Intenção da diretora é dar visibilidade a quem tem albinismo.

Por G1 MT

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Documentário retrata o cotidiano de pessoas albinas que vivem em Cuiabá

Um documentário previsto para ser exibido às 18h desta quarta-feira (12), no Sesc Arsenal, em Cuiabá, mostra as dificuldades e superações vividas por albinos na capital mato-grossense. A obra, 'Filhos da lua na terra do sol' tem duração de 20 minutos, foi produzida em 2016 e dirigida por Danielle Bertolini.

Clique AQUI para ver o vídeo

"Quis dar visibilidade à pessoa albina porque eles estão relegados na sociedade. Muitas pessoas não têm noção do que as pessoas albinas passam. Mas o mais importante é a superação, a força de vontade que eles têm, de a cada dia fazer algo que eles teoricamente não conseguem, como alguns tipos de trabalho. E, principalmente, ter uma alegria de viver nessa condição de ser albino, e gostar do que eles são", disse a diretora em entrevista à TV Centro América.

O albinismo é uma condição causada pela deficiência na produção de melanina devido a uma condição causada pela genética. A pele e os olhos não têm pigmentação, ou tem bem pouca. Além de dar o tom da pele, a melanina é uma produção natural contra a radiação solar. A visão dos albinos também é afetada.

Dois dos albinos mostrados no documentário são o agente de endemias Hélio de Almeida e a técnica judiciária Laudisseia Figueiredo. Ambos funcionários públicos, eles dizem que precisam usar protetor solar constantemente e procuram sombra para se proteger do sol, que agride a pele e os olhos delicados de quem tem albinismo.

“Procuro lugar com sombra para andar na rua, procuro usar uniforme com camiseta de manga comprida para sair”, disse Hélio. "Protetor solar para nós é como se fosse um remédio", disse Laudisseia.

Os familiares de agente de endemia e da técnica judiciária não tinham muito conhecimento sobre a doença. Hélio relembrou um episódio em que, na casa de parentes, passaram óleo de bronzear nele, com a intenção de mudar a cor da pele. "Passou 11h, meio dia quase e eu não aguentei de desespero. Graças a Deus não aconteceu nada de anormal, de insolação", contou.

“Falaram para a minha mãe que eu tenho albinismo e deficiência visual. Ela percebia que eu não enxergava direito, mas nós não tínhamos conhecimento do termo deficiência, das pessoas com deficiência", relembrou Laudisseia.

Por causa do albinismo, tanto Hélio como Laudisseia têm a visão limitada. Ainda assim, os dois conseguiram estudar e passar em concursos públicos. No caso da servidora, que trabalha no Tribunal Regional do Trabalho, foram feitas adaptações. A sala em que ela trabalha tem quatro lâmpadas, mas só duas ficam acesas. Ela também usa uma lupa com ampliação de 15%.

“A lupa permite eu fazer leitura de letras pequenas. Tenho também uma smart TV de 32 polegadas, meu teclado é especial e se eu preciso de ler alguma coisa, tenho suporte para colocar o livro. A impressora fica mais próxima de mim também”, disse Laudisseia.

No caso de Hélio, como ler por muito tempo é um desafio, a solução foi prestar mais atenção às aulas. "Eu ficava muito atento com a apresentação dos professores, com aquilo que eles iam passar. Lia alguns capítulos, mas o livro todo, não. Porque eu não consigo ler. Se eu leio duas ou três páginas, o olho já embaça”, explicou.

Os albinos tentam formar uma associação em Mato Grosso. Para a médica Otília Teófilo, que acompanha um grupo em Cuiabá, a organização vai ajudar na conquista de direitos. “Eles precisam de dar visibilidade para o albino e suas necessidades. Então, por exemplo, tem que ter facilidade para ser atendido pelo médico de vista, pelo médico de pele, com frequência, regularmente”, opinou.

Para quem tem albinismo, o pedido é para que a sociedade tenha mais conhecimento sobre eles. “O que eu penso é que para quem não conhece o albinismo, procure melhor conhecer, procure conhecer a baixa visão. Um pouquinho mais de respeito”, disse Hélio.

Fonte: g1.globo.com

85% das pessoas no espectro autista estão fora do mercado de trabalho

Está na hora de começar a pensar em formas de incluir esses profissionais na equipe da sua empresa


Desemprego no Brasil ; desempregado ; desempregados ; mercado de trabalho ; recessão ;  (Foto: Arquivo/Reuters)
PESSOAS NO ESPECTRO AUTISTA TÊM MAIS DIFICULDADES PARA ENCONTRAR EMPREGO (FOTO: ARQUIVO/REUTERS)

POR LILIANE ROCHA*

Na semana passada, dei uma palestra em um evento que reuniu um grupo de empresários para refletir sobre economia, negócios e temas socioambientais. Sempre que passo por essas importantes trocas de experiências, volto para casa pensando de que forma posso transferir o que vivi para o meu trabalho, que consiste em incentivar práticas mais inclusivas nas empresas.

Durante o evento, conheci o Marcelo Vitoriano, que me contou um pouco sobre o trabalho que realiza com autistas na Specialisterne. Quando ouvi pela primeira vez o nome da empresa, pensei se tratar de uma marca de joias ou algo assim. Tive uma grata surpresa quando descobri que é uma empresa social de origem dinamarquesa focada em incluir profissionais com TEA (Transtorno no Espectro Autista).

Após a minha palestra, Marcelo me convidou para falar para um grupo de jovens autistas da sua empresa. Em um mundo complexo, o leque da diversidade é tão amplo que é preciso estar em processos constantes de trocas e aprendizados. No dia a dia, devemos fazer o esforço de encaixar temas que consideramos relevantes dentro do nosso quebra-cabeça.

Por isso, escolhi este tema para a reflexão desta coluna. Vamos pensar no que vai acontecer daqui a 15 anos. Esse período pode parecer longe da nossa realidade, mas, se levarmos em conta como o relógio anda acelerado ultimamente, não está. Quantas crianças com autismo estão na sua vida e você talvez nem perceba? Já perguntou para um colega da sua empresa se ele tem um filho ou conhece alguma criança autista? Ou talvez tenha reparado naquela criança que, no “Dia da Família” – evento organizado por algumas empresas para que as crianças conheçam o ambiente de trabalho dos pais – se expressa de forma diferente da maioria, que é metódica ou inquieta, e que por isso não foi incluída nas atividades do dia.

Tenho mergulhado neste tema e aprendido muito com a Mari Gonzalez, líder de diversidade de uma empresa do setor de energia. A Mari é mãe da Laura, que tem autismo. Ao seu lado, tenho refletido sobre o potencial dos autistas, sua inteligência, sua introspecção, seu gosto por rotinas, sua sensibilidade perante os acontecimentos cotidianos etc.

Para começar, vou compartilhar números concretos dessa questão. Nos Estados Unidos, uma em cada 59 crianças nascidas é diagnosticada com autismo. Pode parecer pouco, mas não é, já que às vezes a pessoa chega à fase adulta sem ser diagnosticada da forma correta. O que nos leva a outra questão: a dificuldade de diagnóstico. Trata-se de um problema sério pois, quanto mais cedo o autismo é descoberto, maiores são as chances de o autista ter as mesmas condições de vida de uma pessoa fora do espectro.

Aqui no Brasil, estamos ainda engatinhando no que se refere a entender e lidar com pessoas com TEA. Somente neste ano foi sancionada a Lei 13.861/2019, que prevê a inclusão de perguntas sobre autismo no censo do IBGE.

A estimativa é de que existam 70 milhões de pessoas com autismo no mundo, sendo que 2 milhões delas estão no Brasil. 85% dos adultos com autismo estão desempregados; 70% dos autistas sofrem com depressão e ansiedade. E o índice de suicídio entre autistas é 10 vezes maior do que no restante da população.

Foi impactada por esses números que realizei minha palestra para os jovens autistas da Specialisterne. Decidi que procederia da mesma forma como costumo conduzir meus treinamentos com líderes empresariais, equipes das áreas de operações etc. Não haveria adaptações. As perguntas, as indagações e mesmo as brincadeiras seriam mantidas, com breves acréscimos para explicações antes ou depois das frases. Deu certo: o retorno, a troca e a participação de todos foram sensacionais.

Para mim, a única questão que me incomodava era pensar que aquelas pessoas cheias de potencial estavam desempregadas. Por que a maioria das pessoas no espectro do autismo estão fora do mercado de trabalho?

A única explicação é o fato de não se encaixarem em um padrão vigente e estereotipado de comportamento, o que faz com que, muitas vezes, sejam considerados “exóticos”. O fato de se relacionarem e interagirem de forma diferente, de terem outro entendimento sobre contato físico, ou de demandarem uma certa rotina não são razões válidas para explicar a razão por que são excluídas do mercado de trabalho.

Existe um motivo para a menção do quebra-cabeça, no início do texto. Trata-se do símbolo universal do autismo, capaz de simbolizar todas as suas complexidades e espectros. Então, que tal começar a pensar em formas de incluir essa população na sua vida cotidiana, e até na sua equipe? Permita-se conhecer um pouco mais sobre a realidade do autista. Você vai descobrir que ele tem muito a te ensinar, e que pode ser a peça que faltava no quebra-cabeça de sua empresa.

*Liliane Rocha CEO e Fundadora da Gestão Kairós, consultoria especializada em Sustentabilidade e Diversidade, autora do livro Como ser um líder Inclusivo, e premiada com o 101 Top Global Diversity and Inclusion Leaders.

Fórum em Uberlândia discute dificuldades das pessoas com surdocegueira - Veja o vídeo.

Primeira edição de 'Fórum Surdocegueira em Uberlândia' ocorre neste sábado com entrada gratuita. Saiba como se inscrever.

Por MG1 e G1 Triângulo e Alto Paranaíba

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Uberlândia conta com o 1º Fórum de Surdocegueira neste sábado

O Primeiro Fórum Surdocegueira em Uberlândia será realizado neste sábado (9). O evento visa abordar a temática e conscientizar sobre as dificuldades enfrentadas para que as pessoas com deficiência possam ser tratadas com igualdade.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Para participar, basta se inscrever por meio do formulário. O fórum é aberto ao público e será às 8h na Câmara Municipal de Uberlândia (veja programação abaixo).

Palestrantes

A surdocegueira é uma deficiência na qual as pessoas têm problemas para enxergar ou ouvir parcial ou totalmente. Mesmo com a dificuldade, o palestrante José Carlos de Oliveira tem doutorado e trabalha na Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

José Carlos de Oliveira, professor com Surdocegueira da Univerisade Federal de Uberlândia — Foto: Reprodução/ TV Integração
José Carlos de Oliveira, professor com Surdocegueira da Univerisade Federal de Uberlândia — Foto: Reprodução/ TV Integração

“Eu nasci ouvinte, mas conforme fui crescendo e com 13 anos percebi que estava ficando surdo. Com 17 anos eu percebi o problema da baixa visão. Na época não sabia o que tinha acontecido e tive dificuldades. Me sentia péssimo com isso”, relatou.

Foi nos estudos que ele descobriu como se reinventar e se tornar professor concursado da UFU. “Comecei a participar da comunidade surda. Assim, também consegui acesso à Universidade e evolui com isso, fazendo cursos e na luta para que minha família ajudasse, procurando médicos, psicólogos e contando com ajuda até de fonoaudiólogo”, completou.

Já a graduada em letras, a também palestrante Elizabeth de Castro Patrício Ribeiro percebeu desde cedo a deficiência auditiva. “Com as dificuldades de uma pessoa com deficiência auditiva, eu estudei, trabalhei, fiz faculdade. Nada me impediu de fazer essas coisas”, comentou.

Além da deficiência auditiva, Elizabeth também possui a síndrome de USHER, que tirou parte da visão dela. “É uma doença rara, hereditária e degenerativa. Além da deficiência auditiva, ela também tira a visão progressivamente”, completou.

Dados
Segundo o IBGE, no censo de 2010, em Uberlândia, 23 mil pessoas tem algum grau de dificuldade de audição e 84 mil pessoas possuem alguma dificuldade de visão. Ao todo, são 1.309 surdos e 2 mil cegos.


Palestras
TemaHorário
Surdocegueira: uma deficiência única9h30
Síndrome de USHER - retinose pigmentar e surdez10h
Esporte paraolímpico e tecnologias assistivas10h30
Relatos, experiências e perguntas11h
Apresentação de pôsteres13h30 às 14h
Muito além da interpretação: estratégias do guia-intérprete14h15
Surdocegueira: uma deficiência que não atrapalha a vida14h15

Fonte: g1.globo.com





Vila Belmiro recebe celebridades em evento beneficente pelo fim da paralisia infantil

Craques Contra a Pólio será realizado neste domingo

Por GloboEsporte.com

Vila Belmiro, estádio do Santos — Foto: Ricardo Moreira/BP Filmes
Vila Belmiro, estádio do Santos — Foto: Ricardo Moreira/BP Filmes

O evento beneficente “Craques Contra a Pólio” ocorre neste domingo, às 13h (de Brasília), na Vila Belmiro, em Santos, e irá reunir celebridades pelo fim da paralisia infantil.

Pelo segundo ano consecutivo, o evento contará com artistas, ídolos do futebol, influenciadores digitais, empresários, formadores de opinião e rotarianos de várias regiões.

Também estão previstas as participações da bateria de escola de samba Unidos dos Morros, das mascotes Baleinha e Baleião, e das animadoras de torcida do Santos, além da chegada do Papai Noel para animar as crianças no gramado.

Entre os cantores confirmados estão Fernando Negrão, Ederson Santos, Laurent Picasso, Ivany Coelho e Tony Gordon, vencedor do programa The Voice Brasil 2019, da Rede Globo.

Dentro de campo, a partida será entre os Amigos do Narciso e os Amigos do Giovanni, ídolos do Santos.

Outros ex-jogadores que também devem marcar presença são: Deivid, Capitão, Wendel, Madson, Pavão, Rodrigo Costa, Élder Granja, Rodrigão, Ricardinho, Flavio, Adiel, Jean, Eduardo Marques, Marcos Basílio, Gustavo Neri, entre outros.

Todos estarão sob o mote da frase “falta só isto para acabar com a pólio”, representada pela campanha End Polio Now, do Rotary International, pela erradicação da poliomielite do mundo.



Motorista cadeirante perde controle de carro, capota e cai dentro de córrego na Grande Fortaleza

Dentro do carro, estava também uma mulher. Ninguém ficou ferido.

Por G1 CE

Automóvel caiu dentro de um córrego às margens da rodovia CE-090, em Caucaia — Foto: Aline Oliveira/Sistema Verdes Mares
Automóvel caiu dentro de um córrego às margens da rodovia CE-090, em Caucaia — Foto: Aline Oliveira/Sistema Verdes Mares

Um motorista cadeirante perdeu o controle do carro que conduzia e capotou o veículo, que caiu dentro de um córrego, na manhã desta sexta-feira (8), na rodovia BR-222, no município de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza.

De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual do Ceará (PRE-CE), o condutor trafegava pela rodovia no sentido Fortaleza/Caucaia, próximo ao acesso para a CE-090 (que leva às praias do Icaraí e do Cumbuco) quando se acidentou. Dentro do carro, estava também uma mulher. Ninguém ficou ferido.

Ainda de acordo com a polícia, por causa da estiagem dos últimos meses, o córrego está com pouca água acumulada. Eles foram retirados do carro com ajuda de pessoas que passaram na hora pelo local.

'Corri para não ser atingido'

O operador de máquinas José Raimundo Contreira esperava um ônibus, às margens da CE-090, quando viu o carro vir na direção dele. “Não fui atingido porque corri. Foi por pouco”, disse. A Polícia Rodoviária Estadual esteve no local e chegou a isolar duas faixas da CE no trecho onde ocorreu o acidente, mas às 8h, o trânsito foi liberado.

Fonte: g1.globo.com

Com elevador de escola quebrado, aluna cadeirante é carregada por colegas para aula no 2º andar - Veja o vídeo.

Diretoria de ensino de São Carlos (SP) disse que equipamento será consertado nesta quinta e que a unidade escolar será orientada para evitar que a estudante tenha que acessar o piso superior.

Por EPTV1

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Escola de São Carlos está com elevador quebrado e alunos precisam ajudar colega cadeirante

Uma aluna cadeirante da Escola Estadual Marivaldo Carlos Degan, no bairro Cidade Aracy, em São Carlos (SP), tem que ser carregada pelos colegas para assistir aula no 2º andar, porque o elevador da unidade está quebrado.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Segundo os alunos, o equipamento está parado desde o início do ano e a menina não consegue chegar até a sala onde ocorrem as aulas de informática. Eles fizeram um vídeo mostrando a menina na cadeira sendo carregada pela escada.

A gravação surpreendeu a mãe da garota. “A escola sempre atendeu a minha filha muito bem. Como a escola não tem rampa, eles disseram que a sala dela ia ser no térreo então não me preocupei, mas ninguém me informou em relação à aula de informática. Eu entrei em choque, não soube o que fazer e ainda não falei com a escola”, afirmou.

Aluna cadeirante é carregada por colegas para assistir aula em segundo andar de escola de São Carlos  — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Aluna cadeirante é carregada por colegas para assistir aula em segundo andar de escola de São Carlos — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

A menina estuda na unidade há três anos e não quer mudar de escola, mas diz que tem medo de cair ou de machucar alguém quando é transportada pelos colegas.

“Queria que arrumassem o elevador para ninguém mais ficar com dor nas costas, só isso. Eu gosto bastante de lá, tenho bastante amizade, converso com todo mundo”, afirmou a garota.

Conserto

A dirigente regional de ensino, Débora Blanco, disse que o elevador passou por manutenção duas vezes neste ano para consertar a placa e somente em agosto, a escola comunicou que a manutenção não era suficiente e que a peça deveria ser trocada e, para isso foi preciso fazer uma licitação para a contratação do serviço.

Disse ainda que o elevador será consertado nesta quinta-feira (7) e que a escola será orientada para evitar que a estudante tenha que acessar o segundo andar.

"Isso não deve acontecer e a diretoria vai orientar a escola para que pense outra forma para a estudante não se privar da aula de informática", afirmou Débora.

Fonte: g1.globo.com



Restaurante barra entrada de família porque menino de 5 anos com autismo e leucemia é bagunceiro

"Preston é sensorial com os alimentos e brinca com eles, às vezes joga no chão. Ele não é capaz de se comunicar. Da última vez que fomos lá, eu me prontifiquei a limpar a sujeira", disse a mãe

CRESCER

Rhiannon Dunn, 26, e Preston. Ela disse que foi informada pela equipe do restaurante que não era bem-vinda, pois seu filho fez muita 'bagunça' (Foto: Divulgação Gloucestershire Live)
Rhiannon Dunn, 26, e Preston. Ela disse que foi informada pela equipe do restaurante que não era bem-vinda, pois seu filho fez muita 'bagunça' (Foto: Divulgação Gloucestershire Live)

A mãe de três filhos, Rhiannon Dunn, 26 anos, resolveu ir com duas amigas, também com filhos pequenos, a um restaurante que elas já haviam frequentado outras vezes. Porém, na porta do estabelecimento, Rhiannon foi abordada por um membro da equipe que disse que ela não era bem-vinda.

Ao perguntar o motivo, a garçonete do estabelecimento explicou que da última vez que eles foram lá, o filho dela tinha deixado o restaurante de "pernas para o ar". "Ela disse que meu filho faz muita bagunça com a comida e, por isso, eles não poderiam entrar no restaurante", disse Rhiannon ao jornal Daily Mail.

Detalhe, o filho dela dee 5 anos tem autismo e leucemia e ela gostava de levá-lo ao restaurante, principalmente na hora do almoço, para que ele pudesse sair um pouco de casa. Ela explicou que o filho era desajeitado com a comida devido as suas limitações. "Preston é sensorial com os alimentos e brinca com eles, às vezes joga no chão. Ele não é capaz de se comunicar. Da última vez que fez bagunça lá, eu me prontifiquei a limpar", disse.

Dunn estava visitando The Greatfield em Cheltenham, Gloucestershire, com dois amigos e seu filho Preston, que tem autismo e foi recentemente diagnosticado com leucemia (Foto: Gloucestershire Live)
Dunn estava visitando The Greatfield em Cheltenham, Gloucestershire, com dois amigos e seu filho Preston, que tem autismo e foi recentemente diagnosticado com leucemia (Foto: Gloucestershire Live)

Indignada com a atitude da garçonete, a mãe saiu do estabelecimento na hora por se sentir humilhada e constrangida. Ela também teve acesso as mensagens do grupo de WhatsApp dos funcionários do restaurante e ficou ainda mais horrorizada com as mensagens que eles trocaram e o que falavam de sua família.

Além de fotos da bagunça, tinham emojis com carinhas furiosas e muitas palavras ofensivas. Uma das funcionárias chegou a dizer no grupo que a mãe havia sido informada que se a criança fizesse bagunça mais uma vez, eles iriam proibir a entrada dela no estabelecimento.

Faz um ano que Preston foi diagnosticado com leucemia e está fazendo quimioterapia. "Ele é um gigante, gentil e um garoto adorável e que ama a Peppa Pig", disse a mãe que ainda informou que nenhuma criança deve ser tratada de maneira diferente. "As pessoas precisam ter mais empatia. O que aconteceu é um absurdo, eu ainda fico muito chateada só de lembrar da situação", disse.

Um porta-voz do restaurante disse que o assunto está sendo investigado e que conversaram com a mãe e pediram desculpas. "Não toleramos nenhum tipo de comportamento ofensivo. Estamos muitos decepcionados pelo ocorrido. Nosso restaurante é confortável e adaptado para receber as famílias", disseram.

Entrada do restaurante (Foto: Gloucestershire Live)
Entrada do restaurante (Foto: Gloucestershire Live)

Bazar vende produtos apreendidos pela Receita Federal neste fim de semana, em Foz do Iguaçu - Veja o vídeo.

Dinheiro será destinado para o Albergue Noturno. Evento será realizado na sede da Associação Cristã de Deficientes Físicos, neste sábado (9) e domingo (10), das 9h às 17h.

Por G1 PR e RPC Foz do Iguaçu

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Neste fim de semana tem bazar da ACDD em Foz do Iguaçu

O Albergue Noturno de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, realizará um bazar com produtos apreendidos pela Receita Federal, neste sábado (9) e domingo (10), das 9h às 17h, na Associação Cristã de Deficientes Físicos (ACDD).

Clique AQUI para ver o vídeo

Segundo a organização, serão vendidos perfumes, roupas, cosméticos, eletrônicos e brinquedos. São mais de 5 mil produtos, vendidos de R$ 1 a R$ 2 mil.

Cada comprador, segundo o albergue, pode levar R$ 700 em mercadorias. No caso de produtos mais caros que R$ 700, o cliente poderá levar apenas um item.

O pagamento pode ser feito em dinheiro ou com cartão de débito, conforme a organização.

Mais de 5 mil itens serão vendidos de R$ 1 a R$ 2 mil, em Foz do Iguaçu — Foto: Albergue Noturno/Divulgação

De acordo com a organização, o Albergue Noturno atende 40 moradores em situação de rua. O lugar oferece quatro refeições por dia e roupas aos abrigados.

Com o dinheiro arrecadado no bazar, a organização disse que espera reformar e colocar câmeras de monitoramento no albergue.

Os produtos não têm garantia, nem direito à troca, de acordo com os organizadores.

Serviço

Bazar do Albergue Noturno
  • Quando: 9 e 10 de novembro

  • Onde: Rua Mandaguari, 18, Jardim Santa Rosa (sede da ACDD)

  • Horário: das 9h às 17h

                  Perfumes e brinquedos também serão vendidos no bazar — Foto: Albergue Noturno/Divulgação
Perfumes e brinquedos também serão vendidos no bazar — Foto: Albergue Noturno/Divulgação

Pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão de débito — Foto: RPC Foz do Iguaçu/Reprodução
Pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão de débito — Foto: RPC Foz do Iguaçu/Reprodução

Fonte: g1.globo.com

Detran lança campanha inédita para deficientes visuais

                                Detran lança campanha inédita para deficientes visuais – Agência Brasília

AGÊNCIA BRASÍLIA

O Detran-DF lança, na manhã desta quarta-feira (6), uma campanha educativa de inclusão dos deficientes visuais na mobilidade urbana, com o primeiro folder de educação de trânsito impresso em braille.

Durante o lançamento, que acontecerá no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais, na 612 Sul, das 10h às 12h, cerca de 100 alunos participarão de uma palestra e receberão o material educativo em braille. À tarde, das 14h às 16h, a palestra contemplará outros 100 alunos.

Na quinta-feira (7), os alunos participarão de uma grande blitz educativa, nas proximidades do Centro de Ensino Especial, das 11h às 12h, abordando os condutores a fim de conscientizá-los sobre as dificuldades enfrentadas pelos deficientes visuais no seu trajeto diário.

Serviço:

Lançamento da Campanha Educativa de Inclusão dos Deficientes Visuais na Mobilidade Urbana

Quarta-feira (6), às 10h

Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (612 Sul)

Com informações do Detran-DF

Acordo retira suspensão do vestibular para o CFO da UEMA em 2020 - Veja o vídeo.

Suspensão aconteceu porque não garantia vagas para pessoas com deficiência. UEMA se comprometeu a fazer um edital ratificador prevendo a vagas.

Por G1 MA — São Luís


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Acordo garante a volta do vestibular do CFO da UEMA

Um acordo realizado nesta sexta-feira (8) retirou a suspensão do vestibular para o Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) em 2020. A Justiça ainda deve receber as alegações finais para sentenciar o processo em um prazo de 40 dias.

Clique AQUI para ver o vídeo.

A suspensão ocorreu após um  pedido do Ministério Público, que alegou a falta de vagas para pessoas com deficiência no edital do certame em cargos e empregos públicos, obrigação prevista na Constituição Federal.

Universidade Estadual do  Maranhão em São Luís — Foto: Divulgação/Governo do Maranhão
Universidade Estadual do Maranhão em São Luís — Foto: Divulgação/Governo do Maranhão

A suspensão ocorreu após um pedido do Ministério Público, que alegou a falta de vagas para pessoas com deficiência no edital do certame em cargos e empregos públicos, obrigação prevista na Constituição Federal.

A reunião do acordo na Vara de Interesses Difusos e Coletivos teve a presença de representantes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, UEMA e entidades de defesa das pessoas com deficiência. Ficou definida a suspensão dos recursos que tramitam no Tribunal de Justiça.

Durante a audiência, a UEMA garantiu a publicação de um edital ratificador que inclui a cota de pessoas com deficiência do processo seletivo.

As partes também se comprometeram a não apresentar mais nenhum recurso com pedido de liminar pra suspensão do concurso do CFO, que continua. Quem fez primeira etapa deve aguardar a convocação pra segunda.

Fonte: g1.globo.com

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Mãe pede ajuda para tratamento do filho de 17 anos que tem paralisia cerebral e pesa só 30 kg - Veja o vídeo.

Marcos Felipe Cruvinel usa uma sonda para se alimentar e precisa de vários itens, como fraldas e uma banheira especial. Sem condições financeiras, mãe diz que precisou reutilizar materiais descartáveis de uso hospitalar. Eles vivem em Senador Canedo.

Por Danielle Oliveira, G1 GO

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Mãe pede ajuda para tratamento do filho de 17 anos que tem paralisia cerebral e pesa 30 kg

A dona de casa Raquel Cardoso dos Santos cuida sozinha do filho de 17 anos que tem paralisia cerebral e pesa pouco mais de 30kg. Marcos Felipe Cruvinel fez uma cirurgia para colocar a sonda de alimentação em outubro. De lá para cá, ele usa diariamente itens como sondas para ingestão de alimentos, seringas e fraldas. Sem condições financeiras, a mãe pede ajuda e diz que chegou a reutilizar materiais descartáveis no tratamento. Os dois vivem em Senador Canedo, Região Metropolitana de Goiânia.

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“Eu estava fervendo e reutilizando, porque eu não tenho condições de comprar. Eu sei que é muito perigoso, porque ele pode pegar alguma bactéria, mas eu não tenho condição. Com a sonda, a previsão é que ele ganhe alguns quilos”, disse a mãe.

Raquel conta que Marcos Felipe sofreu três paradas cardíacas aos nove dias de vida e, por ficar algum tempo sem oxigênio, teve paralisia cerebral. Abandonada pelo pai do rapaz, a mãe afirma que sempre cuidou sozinha do filho. Os dois vivem com um salário mínimo do auxílio-doença.

Mãe cuida sozinha do filho de 17 anos que pesa 30 kg e tem paralisia cerebral — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal
Mãe cuida sozinha do filho de 17 anos que pesa 30 kg e tem paralisia cerebral — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

“Nós chegamos a ganhar algumas doações, mas usamos muitos materiais todos os dias. São seis equipos por dia, que são os frascos que levam o alimento até a sonda. Seis seringas. Uma média de cinco fraldas por dia. Preciso de luvas e equipamentos de higiene. Até lençol nós também precisamos, sabão para lavar roupas, porque tem dia que preciso trocar até três vezes de lençol”, disse a mãe.

Devido à paralisia, Marcos Felipe começou a ter dificuldades para se alimentar. Por isso, os médicos decidiram colocar a sonda alimentar, no mês passado. Segundo a mãe, a lata de leite para a sonda custa cerca de R$ 100. Ele precisa de 32 latas por mês. No entanto, Raquel afirma que a Prefeitura de Senador Canedo vai fornecer a alimentação.

Segundo a mãe, a paralisia cerebral gerou também uma curvatura na coluna do Marcos Felipe. Por isso, ele aguarda uma cirurgia, considerada eletiva, pela Secretaria de Saúde de Goiânia. “Ele precisa dessa cirurgia imediatamente. A coluna dele é ‘tortinha’ e ele isso também contribuiu para ele precisar da sonda, porque ele estava engasgando com o alimento, por causa do posicionamento dele”, disse.

Sobre a previsão para a cirurgia, a Secretaria de Saúde de Goiânia, responsável pelo Complexo Regulador, disse, em nota, que o procedimento foi avaliado e autorizado pela equipe médica e encaminhado para realização no Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer) em 12 de agosto. Disse ainda que "compete ao prestador entrar em contato com o paciente para agendamento do procedimento cirúrgico".

O G1 entrou em contato com o Crer para saber quando vai ocorrer o agendamento e aguarda retorno.

Segundo a mãe, a paralisia cerebral gerou também uma curvatura na coluna do Marcos Felipe — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal
Segundo a mãe, a paralisia cerebral gerou também uma curvatura na coluna do Marcos Felipe — Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

Dificuldade na hora do banho

Também por conta do problema na coluna, Raquel explica que tem dificuldades para dar banho no filho. Segundo ela, devido à curvatura cervical, ela não consegue prender ele na cadeira de rodas especial para banho. Com isso, ela diz que dá banhos dele sentado no colo dela, o que ela afirma ser difícil.

“Eu pego ele no meu colo e dou banho nele sentada no meu colo. Eu gostaria de uma banheira especial, que eu pudesse colocar ao lado da cama dele, para facilitar o banho, porque esse é a hora mais difícil dos cuidados que tenho com ele, mas, infelizmente, não temos dinheiro para comprar”, afirma a mãe.

Fonte: g1.globo.com

Triciclo adaptado inclui paralisados cerebrais no Mundial de Atletismo Paralímpico

Veículo inventado na Dinamarca ajuda na inclusão de pessoas com quadro severo de paralisia cerebral, Adriano de Souza será o único representante brasileiro na estreia da corrida de petra

            Foto: Alessandra Cabral
              Triciclo adaptado inclui paralisados cerebrais no Mundial de Atletismo Paralímpico

Um das novidades do Mundial de Atletismo paralímpico de Dubai, que acontece entre os dias 7 e 15 de novembro, é a inclusão das provas de petra ou racing running. O Brasil terá um representante na estreia da modalidade: Adriano de Souza.

Adriano descobriu a modalidade em 2015, após uma mudança drástica em sua vida. O paranaense foi diagnosticado com um tumor no cerebelo - parte do cérebro responsável pela coordenação muscular e pela manutenção do equilíbrio. A cirurgia delicada para retirada da massa tumoral deixou sequelas motoras no lado direito do corpo e na fala.

A petra foi criada na Dinamarca em 1989. Uma espécie de triciclo sem pedais, o veículo é uma opção para inclusão de atletas com um quadro de paralisia cerebral mais severo.

A chegada da modalidade ao Brasil foi em 2009. No ano passado, foi incluída no calendário dos Circuitos Nacionais pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

Assim como aconteceu com vários outros atletas paralímpicos, o esporte surgiu como uma forma de reabilitação, mas Adriano se apaixonou.

- A sensação é de liberdade e de autonomia enorme. Sinceramente, indico pra todo mundo - contou o estreante em mundiais.

O treinador Décio Calegari não poupa elogios ao pupilo que será o único brasileiro na disputa.

- Ele está com o terceiro melhor tempo do mundo. A nossa expectativa é que ele chegue em condições de disputar medalha - disse o treinador

                  Petra mascote das Paralimpíadas de Barcelona 1992 — Foto: Divulgação
               Petra mascote das Paralimpíadas de Barcelona 1992 — Foto: Divulgação

Nome de mascote

O nome "Petra" foi dado em homenagem à mascote dos Jogos Paralímpicos de Barcelona 1992. A boneca desenhada pelo espanhol Javier Mariscal não tinha braços, apenas pernas grandes e fortes. Quando foi criado na Dinamarca, o protótipo do triciclo sem pedais recebeu o nome de The Walking Machine (uma máquina de andar), mas não durou muito. Depois de uma exibição pública naquela edição dos jogos na capital catalã, o nome foi substituído.

O SporTV transmite todas as finais do Mundial de Atletismo Paralímpico ao vivo.