sábado, 30 de novembro de 2019

Com doença rara, nadadora dona de 8 medalhas em Parapans busca ajuda para fazer cirurgia

Aos 24 anos, Mariana Gesteira tem a síndrome de Arnold Chiari, que causa fraqueza intensa e desequilíbrio. Atleta precisa de dinheiro para procedimento de colocação de válvula no cérebro

Por Flávio Dilascio — Rio de Janeiro

Foto: Divulgação/CPB
Com doença rara, nadadora dona de 8 medalhas em Parapans busca ajuda para fazer cirurgia

As últimas semanas não têm sido fáceis para Mariana Gesteira. Dona de oito medalhas em Parapans e finalista na Paralimpíada do Rio, a nadadora de 24 anos teve de se afastar do esporte por conta da sua saúde. Competidora da classe S10, Mariana tem a síndrome de Arnold Chiari, que causa fraqueza intensa e desequilíbrio no corpo. Com o agravamento das suas condições, a nadadora corre atrás de ajuda financeira para fazer uma neurocirurgia onde o procedimento principal é a instalação de uma válvula no cérebro.

- Fui afastada dos treinos pelo Comitê Paralímpico Brasileiro há 15 dias. Só tenho feito academia bem leve para não ficar totalmente parada. Não posso me esforçar muito no momento, porque tenho sentido sintomas da pressão intracraniana como dor de cabeça, visão turva, sensação de desmaio e pernas travadas - disse Mariana, que é atleta do Vasco, mas treina em São Paulo.

Mariana Gesteira tem dificuldade para se equilibrar e caminhar sozinha — Foto: Alê Cabral/CPB
Mariana Gesteira tem dificuldade para se equilibrar e caminhar sozinha — Foto: Alê Cabral/CPB

Mariana descobriu a síndrome aos 14 anos. Na ocasião, ela teve de se submeter a uma cirurgia de emergência, tendo problemas no pós-operatório como meningite, rejeições e fístula, precisando passar por um outro procedimento para correção.

Em 2012 Mariana passou por uma terceira cirurgia para refazer todo o primeiro procedimento e colocar uma placa de titânio. Após a Rio 2016, porém, seus sintomas (fraqueza muscular e desequilíbrio) voltaram a se intensificar, chegando a um nível insuportável nas últimas semanas.

- Foi o departamento médico do Comitê que descobriu o que está acontecendo comigo. Sou muito grata a eles por isso. Me pediram uns exames e constataram que eu tenho uma fibrose no local das cirurgias anteriores. Essa fibrose impede a passagem do líquor, que faz aumentar a pressão intracraniana. Foi por isso que eu piorei - contou.

Preocupada com o futuro na carreira, a nadadora resolveu recorrer à internet para operar o quanto antes. Com um plano de saúde que cobre apenas procedimentos de alto risco e emergência, Mariana não sabe o quanto terá de despesas hospitalares no procedimento. Há a preocupação também com o valor da placa, anestesia, exames e demais itens necessários à instalação da válvula.

Atleta vinha tendo desmaios após os treinos — Foto: Alê Cabral/CPB
Atleta vinha tendo desmaios após os treinos — Foto: Alê Cabral/CPB

- Só a placa custa R$ 30 mil. Só vou saber os custos totais da minha cirurgia quando sair do hospital. Mesmo porque vou precisar fazer vários exames depois e há várias medicações caras que vou precisar tomar por um longo período - destacou.

A ideia de Mariana Gesteira é fazer a cirurgia ainda em dezembro. Visando uma vaga nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, ela pretende voltar a treinar em janeiro.

- Tenho que voltar o quanto antes, porque a seletiva paralímpica é em março ou abril. Por isso tenho urgência na cirurgia, que é um procedimento que ainda não foi usado em pessoas com Arnold Chiari. Outro motivo da minha vaquinha é o pós-operatório, porque vou ter um risco de infecção muito alto pelos próximos seis meses. Então é possível que eu volte a ter despesas com medicamentos ou internações a qualquer hora - finalizou a nadadora paralímpica.

Mais de 20% da população brasileira tem algum tipo de deficiência

Dados do IBGE apontam urgência de investimentos públicos e privados em acessibilidade; saiba como Engenharia pode ajudar

Por Jornalista Samara Rosenberger - Crea-PR

Foto: Divulgação Daiken
Mais de 20% da população brasileira tem algum tipo de deficiência

Pelo menos 45 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência. Isso representa quase 25% da população, segundo o último levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi pensando em construir uma sociedade mais acessível para todos que a Norma Brasileira Regulamentadora (NBR9050) foi criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A lei traz uma série de exigências para a construção de prédios urbanos e públicos. A primeira redação foi formulada em 2004 e última atualização é de 2015. Nela, é possível encontrar parâmetros técnicos com o objetivo de tornar espaços mais acessíveis para quem tem algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida.

A Engenharia Mecânica desempenha papel crucial no desenvolvimento de tecnologias para promover maior qualidade de vida a pessoas com deficiência. A Daiken Elevadores, empresa de Curitiba, está no ramo há pelo menos 15 anos. A necessidade de produtos e equipamentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida levou o Engenheiro Mecânico Osmar Yamawaki e o irmão dele ingressarem no setor.

“Começamos trabalhando com salas de autoatendimento para bancos. Na década de 2000, após o lançamento da Lei de Acessibilidade, fomos procurados pelas instituições financeiras. Com o tempo, criamos outras soluções para clientes finais e construtoras”, conta. Atualmente, os engenheiros trabalham exclusivamente com acessibilidade e elevadores.

Para Yamawaki, ainda falta conscientização da sociedade e aplicação da lei pelo poder público. “Mesmo em Curitiba, que é considerada uma das cidades referência em acessibilidade, há vários problemas. É um trabalho contínuo, que precisa ser reforçado dia a dia. Mesmo nos países de primeiro mundo a acessibilidade não é 100%”, diz o Engenheiro. Em Curitiba, os alvarás são emitidos apenas quando os prédios comerciais estão em conformidade com os requisitos de acessibilidade. Porém, na opinião do empresário, a estrutura urbana ainda deixa a desejar. “É só parar para perceber quantos cadeirantes nós vemos andando pelas ruas. A ausência dessas pessoas não significa que não existem, mas que há tantos obstáculos pelo caminho que elas preferem não se arriscar”, comenta.

Outro fator que dificulta a acessibilidade é o alto custo dos equipamentos. De acordo com o diretor da Daiken Elevadores, o equipamento de menor custo gira em torno de R$ 18 mil. “O investimento é alto porque os produtos não são fabricados em grande escala, o que torna difícil investir em mais produtividade. Isso acaba encarecendo o produto. Nossos lotes, por exemplo, são sob encomenda, ou seja, não temos estoque. Se a acessibilidade fosse aplicada em todas as cidades os custos com certeza seriam menores”, afirma.

 Indústria em Curitiba fabrica cadeiras elevatórias fixadas em escadas, plataformas elevatórias para cadeiras, elevadores adaptados e outros equipamentos que otimizam a qualidade de vida de quem tem deficiência física. — Foto: Divulgação Daiken
Indústria em Curitiba fabrica cadeiras elevatórias fixadas em escadas, plataformas elevatórias para cadeiras, elevadores adaptados e outros equipamentos que otimizam a qualidade de vida de quem tem deficiência física. — Foto: Divulgação Daiken

Cadeiras elevatórias fixadas em escadas, plataformas elevatórias para cadeiras e elevadores adaptados são alguns dos equipamentos que otimizam a qualidade de vida de quem tem deficiência física. “No Japão e na Europa, por exemplo, é muito comum a presença desses equipamentos, inclusive, com ajuda de custo do próprio governo. Sabemos que a maior causa de acidentes em idosos é a queda de nível. Por isso, é importante pensar também em quem tem mobilidade reduzida para tornar a vida dessas pessoas mais fácil e com menos riscos”, aponta. “A Engenharia Mecânica nasceu para facilitar a vida das pessoas e existe até hoje para isso, usando da tecnologia disponível para desenvolver equipamentos inovadores”, finaliza.

Crea fiscaliza cumprimento na NBR9050

Todo profissional de Engenharia precisa obedecer às normas prescritas na hora de executar uma obra. A ideia é proporcionar mais conforto, segurança e dignidade para as pessoas com deficiência, idosos, recém-operados, obesos ou qualquer pessoa que tenha mobilidade reduzida e precise de assistência física no dia a dia. As atualizações das normas visam buscar um padrão nacional para garantir o direito e a cidadania para todos os brasileiros. Fatores como sistemas e tecnologias nos transportes urbanos, calçadas, símbolos, sinalização sonora e rampas, por exemplo, constam na NBR9050.

O órgão responsável pela fiscalização da NBR9050 é o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de cada estado. No Paraná, os fiscais do Crea-PR realizam fiscalizações programadas para verificar se as normas estão sendo cumpridas. Na maioria dos casos, as demandas vêm por meio do Ministério Público Estadual (MPE) ou Federal (MPF).

“Nessas ações, os fiscais verificam se as instalações do prédio e do entorno atendem aos critérios e parâmetros técnicos estabelecidos pela NBR9050, checam as condições da calçada, existência de rampas, guias rebaixadas para cadeirantes e piso tátil, existência de vagas de estacionamento para pessoas com deficiência e assim por diante. Na área interna, averiguam se há banheiro adaptado, se o local de atendimento é adequado, bem como a largura das portas”, exemplifica o Engenheiro Civil e Facilitador de Fiscalização da regional Londrina do Crea-PR, Alexandre Barroso.

Durante a visita, os agentes também fazem o registro escrito e fotográfico do local, e ouvem as sugestões e apontametos de entidades que acompanham o trabalho do Crea-PR. É de praxe, em toda fiscalização, o convite a entidades representantivas das pessoas com deficiência. Após isso, os fiscais elaboram um relatório circunstanciado e fazem o encaminhamento à Comissão de Acessibilidade do Crea-PR. “Na Comissão, os conselheiros-membros fazem a análise e emitem um parecer a respeito. Em seguida, uma cópia desse documento é enviada para os responsáveis dos empreendimentos visitados, que geralmente têm 30 dias para se manifestar. Finalmente, outra cópia é encaminhada ao solicitante”, conclui Barroso.

Realizada desde 2007 pelo Crea-PR, a Fiscalização Integrada de Acessibilidade (FIA) tem o objetivo de conscientizar proprietários de imóveis, representantes do poder púbico e sociedade sobre a importância do atendimento às normas exigidas perante a lei, bem como a necessidade da contratação de profissionais das áreas de Engenharia para a realização de adequações eventualmente necessárias.

Sobre a Comissão de Acessibilidade

A Comissão de Acessibilidade do Crea-PR tem o objetivo de definir as políticas do Conselho no que diz respeito às questões de acessibilidade, além de analisar os relatórios oriundos das fiscalizações solicitadas pelos órgãos competentes. Trabalha, ainda, na divulgação da legislação para otimizar a qualidade de vida das pessoas com deficiência e idosos.

“A Comissão quer sensibilizar e orientar os profissionais com relação à acessibilidade. É obrigação que todo projeto de obra privada e pública, na área comercial ou com grande fluxo de pessoas, contemple as normas de acessibilidade conforme versa a NBR9050”, completa a Engenheira Civil e Coordenadora da Câmara Especializada de Engenharia Civil do Crea-PR, Celia Neto Pereira da Rosa.

Para que isso ocorra de forma efetiva, o Crea-PR realiza eventos direcionados e disponibiliza materiais gratuitos online. As publicações oferecem um olhar técnico e podem ser utilizadas como material de apoio a órgãos da administração pública. “Bianualmente, temos o Seminário Internacional de Acessibilidade e, no ano em que este evento não é realizado, fazemos seminários regionais voltados ao tema. Também foi lançado no 8º Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea, realizado em fevereiro deste ano, o Manual Prático de Acessibilidade, cujo objetivo é auxiliar os profissionais em seus projetos”, ressalta Célia.

O Manual pode ser baixado no site do Confea. A publicação tem por base estudos sobre acessibilidade gerados pelo Crea de Santa Catarina, Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM), Lei da Inclusão, nº 13.146/2015, NBR9050 e também por municípios. O manual foi elaborado no ano passado pela Comissão Temática de Acessibilidade e Equipamentos (Ctae), do Confea.

O Crea-PR também tem disponível em seu site o Guia Prático para Projeto de Adaptações e Novas Normas e o Caderno Técnico de Acessibilidade, fruto da Agenda Parlamentar do Crea-PR. Ambos podem ser acessados neste link ou neste link.

6º Seminário Internacional de Acessibilidade

O 6º Seminário Internacional de Acessibilidade promovido pelo Crea-PR já tem data marcada para 2020. Será nos dias 20 e 21 de maio. Mais informações sobre o evento serão divulgadas no site do Conselho.

Em 2018, o evento foi realizado nos dias 16 e 17 de maio em Curitiba, sob iniciativa da Comissão de Acessibilidade do Crea-PR. O evento nasceu com o objetivo de ampliar o debate sobre a acessibilidade e reforçar a importância de ações transformadoras em benefício da sociedade.

“Para que o Brasil seja acessível, basta atendermos todas as Leis Federais de Acessibilidade e Normas Técnicas existentes e já em vigor, mas isto somente acontecerá com maior qualificação profissional e melhores mecanismos de fiscalização. Já passamos da fase da conscientização, o momento é de partirmos para as ações concretas, pois sabemos o que e como precisa ser feito”, ressalta Ricardo Rocha, Presidente do Crea-PR.

Fonte: g1.globo.com

Crianças com deficiência visual participam de projeto de Natal dos Correios pela primeira vez

Crianças atendidas no Instituto dos Cegos escrevem cartinhas em Braille para o Papai Noel.

Por G1 PB

Crianças com cegas participarão da camapanha do Papai Noel pela primeira vez em 30 anos do projeto — Foto: Divulgação/ Instituto dos Cegos
Crianças com cegas participarão da camapanha do Papai Noel pela primeira vez em 30 anos do projeto — Foto: Divulgação/ Instituto dos Cegos

A campanha de Natal Papai Noel dos Correios tem uma novidade neste ano na Paraíba. Pela primeira vez em 30 anos, a campanha receberá cartinhas em Braille. Aproximadamente 10 crianças do Instituto dos cegos estão produzindo, até esta sexta-feira (29), cartinhas para o Papai Noel que serão transcritas para o código alfabético e disponibilizadas para adoção.
Após a produção, as cartinhas seguem até a sede dos Correios do bairro do Cristo para que sejam adotadas por alguma madrinha ou padrinho para realizar o desejo natalino da criança. A adesão das crianças com deficiência visual surgiu de uma articulação entre os Correios e o Instituto dos Cegos de João Pessoa. O recebimento oficial já foi encerrado, mas foi aberta uma exceção para as crianças do Instituto.

Além das cartinhas das crianças cegas, a campanha de natal do Papai Noel dos Correios já conta com cerca de 8.400 cartas de crianças para serem adotadas. No entanto, segundo informações dos Correios, mais da metade ainda está sem apadrinhamento. A adoção será até o dia 6 de dezembro.

Fonte: g1.globo.com

Jovem autista abre seu próprio café e quer empregar pessoas com deficiência

Michael Coyne decidiu empreender após ter dificuldades para conseguir um emprego. Agora, quer mostrar que pessoas como ele também são trabalhadoras

REDAÇÃO

Michael Coyne, fundador do Red, White
Michael Coyne, fundador do Red, White & Brew (Foto: Reprodução/Facebook)

Um café recém-inaugurado em North Smithfield, no estado americado de Rhode Island, vem chamando a atenção por sua história e proposta. Ele foi fundado por Michael Coyne, um jovem autista que decidiu empreender após sentir dificuldades para conseguir um emprego. Agora, quer dar oportunidades a outras pessoas com deficiência.

Batizado de Red, White & Brew, o espaço vende produtos como cafés, salgados e doces. O negócio é administrado pelo jovem em parceria com sua mãe, Sheila Coyne.

"Depois que fiz 21 anos, eu me candidatei a vagas em vários lugares. Nenhum deles me contratou", contou ele em entrevista ao portal Abc6.

Seguindo o conselho da mãe, Michal então buscou sua própria alternativa. Foi atrás de capacitação no Conselho de Deficiências do Desenvolvimento do estado e se preparou para abrir o seu negócio.

O Red, White
O Red, White & Brew serve produtos como cafés, salgados e doces (Foto: Reprodução/Facebook)

Poucas semanas após a inauguração, o Red, White & Brew já conquistou clientes e inspirou outras pessoas.

"Recebemos pais com lágrimas nos olhos na esperança de que seus filhos pequenos fossem eventualmente aceitos na comunidade", disse a mãe do jovem.

Agora, Michael tem planos de contratar outras pessoas com deficiência para trabalhar no local. O objetivo, segundo ele, é mostrar que elas também são trabalhadoras.

Virada Inclusiva para pessoas com deficiência acontece neste fim de semana em SP; veja o vídeo.

Evento organizado pelo Governo do Estado tem programação cultural até terça-feira (3), Dia Internacional Da Pessoa Com Deficiência.

Por SP2

Resultado de imagem para Evento oferece 300 atividades para pessoas com deficiência
Evento oferece 300 atividades para pessoas com deficiência

A 10ª Virada Inclusiva começou nesta sexta-feira (29) no estado de São Paulo para oferecer atividades para pessoas com deficiência. O evento acontece até terça-feira (3), Dia Internacional Da Pessoa Com Deficiência.

Clique AQUI para ver o vídeo.

A Virada Inclusiva é um evento idealizado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), que oferece gratuitamente atividades culturais, esportivas e de lazer, em ruas, praças, parques, museus, teatros e demais espaços públicos e privados de São Paulo.


Fonte: g1.globo.com

Cerca de 135 mil pessoas desconhecem que estão com HIV no país, diz Ministério da Saúde - Veja o vídeo.

Dia Mundial de Luta Contra a Aids é lembrado neste domingo (1º). Entre 1980 e junho de 2019, foram detectados 966.058 casos de Aids no país.

Por Brenda Ortiz, G1 DF

Teste rápido de sífilis, HIV e hepatites — Foto: Reprodução/Rede Amazônica
Teste rápido de sífilis, HIV e hepatites — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

O Ministério da Saúde estima que 135 mil pessoas vivem com HIV no Brasil e não sabem. Com base nessa estimativa, a campanha lançada em alusão ao  Dia Mundial de Luta Contra a Aids quer incentivar as pessoas que se colocaram em risco a procurar uma unidade de saúde para realizar o teste rápido. Considerando o período entre 1980 e junho de 2019 foram detectados 966.058 casos de Aids no país.

Clique AQUI para ver o vídeo

Segundo o diretor do departamento de doenças crônicas e infecções sexualmente transmissíveis, Gerson Pereira, o país adotou a recomendação do início do tratamento para todas as pessoas após o diagnóstico de HIV, independente da condição clínica do paciente.

“Os últimos dados mostram que a pessoa diagnosticada com HIV tem praticamente o mesmo tempo de vida que uma pessoa que não vive com o vírus", afirmou.

"Se essa pessoa mantiver o tratamento regular, pode ter uma vida normal, assim como quem tem diabetes ou hipertensão. Mas para isso, é importante ter o diagnóstico cedo, tratar imediatamente e se manter em tratamento", disse Gerson Pereira.

Por causa do tratamento mais acessível, o governo informou ainda que os casos de Aids reduziram em 13,6% entre 2014 e 2018. O índice equivale a 12,3 mil casos evitados da doença.

Já a mortalidade por Aids caiu em 22,8%, nesse mesmo período, evitando 2,5 mil óbitos. Segundo o Ministério da Saúde, quando um paciente infectado com o vírus HIV recebe o tratamento adequado, sua carga viral pode chegar a ser indectável. Quando isso acontece, considera-se que não existe uma quantidade suficiente do vírus para que ele seja transmissível.

Resultado de imagem para Saúde: saiba como ter acesso ao autoteste para detecção do vírus HIV
Saúde: saiba como ter acesso ao autoteste para detecção do vírus HIV

Campanha

Nesta sexta-feira (28), o Ministério da Saúde lançou uma campanha que celebra as conquistas dos 31 anos do Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Com o slogan “HIV/AIDS. Se a dúvida acaba, a vida continua”, a ação quer mudar, na população jovem brasileira, a atitude e a percepção da importância da prevenção, teste e tratamento contra o HIV.

A peça informa que, caso o teste de HIV dê positivo, com o tratamento adequado, o vírus pode ficar indetectável e a pessoa não desenvolve a doença. Todo o tratamento contra HIV e AIDS é oferecido pelo SUS, gratuitamente.

A campanha tem filme para TV, peças de mídia exterior como outdoor social, peças para internet e redes sociais, cartazes e spot para rádio.

Até dezembro de 2019, a previsão é distribuir 462 milhões de preservativos masculinos, e 7,3 milhões de unidades de preservativos femininos. Até o final de dezembro, está previsto a finalização da entrega de 12,1 milhões de testes rápidos de HIV, para diagnóstico de pessoas infectadas.

Segundo o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta, a campanha é para vencer desafios. “O maior desafio ainda é o medo”, afirma o ministro sobre o receio de muitos ao fazer o teste de HIV.

Mulher grávida gestante gestação gravidez — Foto: Pixabay
Mulher grávida gestante gestação gravidez — Foto: Pixabay

Transmissão vertical

No Brasil, entre os anos 2000 e 2019 foram notificadas 125.144 gestantes infectadas com HIV. A transmissão vertical do HIV ocorre quando a gestante que possui o vírus transmite o HIV para o bebê durante a gestação, o parto ou a amamentação.

Segundo o ministério, o maior número de mulheres grávidas que possuem o vírus está entre jovens de 20 a 24 anos (27,8%).

O Brasil é signatário do compromisso mundial de eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho. Três municípios brasileiros receberam o Certificado de Eliminação da Transmissão Vertical de HIV: no Paraná, Curitiba e Umuarama receberam a certificação em 2017 e 2019.

A previsão é que São Paulo receba o título na próxima terça-feira (3). A certificação possibilita a verificação da qualidade da assistência ao pré-natal, do parto, puerpério e acompanhamento da criança e do fortalecimento das intervenções preventivas.

Fonte: g1.globo.com

Prefeito que fizer plano diretor sem acessibilidade cometerá improbidade

Projeto de lei prevê penalidades ao gestor que não incluir programa de rotas acessíveis no Plano Diretor de seu município. Leia o artigo da senadora Mara Gabrilli, autora da proposta.

Foto da cintura para baixo de Mara na cadeira de rodas passando por uma calçada

O Brasil tem 5.570 municípios que abrigam perto de 46 milhões de pessoas com deficiência. Todas essas cidades têm incalculáveis calçadas por onde esse público e toda a população precisa circular quando vai ao trabalho, às compras, à escola, ao lazer, enfim, quando sai de casa. Esses espaços, que chamamos formalmente de passeio público, tem uma única função: possibilitar que os cidadãos possam ir e vir com liberdade e segurança.

Aliás, uma cidade que privilegie seus pedestres garante o direito de ir e vir de todo cidadão. Esse direito, que está previsto na Constituição Federal, hoje é reforçado e delineado pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), da qual fui relatora na Câmara dos Deputados e que contou com uma grande participação da sociedade civil.

A LBI alterou o Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001) para exigir da União, por iniciativa própria e em conjunto com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, a promoção da melhoria das condições das calçadas.

De acordo com essa mudança, todo Plano Diretor de cidades com mais de 20 mil habitantes deve conter um plano de rotas acessíveis “que disponha sobre os passeios públicos a serem implantados ou reformados pelo poder público, com vistas a garantir acessibilidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida a todas as rotas e vias existentes, inclusive as que concentrem os focos geradores de maior circulação de pedestres, como os órgãos públicos e os locais de prestação de serviços públicos e privados de saúde, educação, assistência social, esporte, cultura, correios e telégrafos, bancos, entre outros, sempre que possível de maneira integrada com os sistemas de transporte coletivo de passageiros.”

O Plano Diretor Estratégico orienta o desenvolvimento da cidade na direção do equilíbrio social, ambiental e econômico, aumentando a qualidade de vida da população. Esse Plano e/ou Código é elaborado pelo Executivo e aprovado pelo Legislativo, nas Câmaras Municipais.

Responsabilidade

Para reforçar a inclusão da acessibilidade nesse documento, protocolei recentemente no Senado o Projeto de Lei nº 5.554/2019, que estabelece uma penalidade ao gestor municipal que não incluir o plano de rotas acessíveis no Plano Diretor do município. Nesse caso, o prefeito incorrerá em improbidade administrativa.

A responsabilidade pelas calçadas deve seguir a mesma lógica da obrigação dos municípios quanto aos postes de iluminação: a “entrega” do serviço no domicílio não gera para o morador a responsabilidade pela sua conservação. Qualquer dano neste ou outro mobiliário urbano, bem como a pavimentação ou a calçada, é exclusivamente de responsabilidade da Prefeitura.

Ter o Poder Público à frente da construção e reforma de calçadas vai de acordo com diretrizes já adotadas há décadas por metrópoles como Londres e Tóquio, onde o passeio público é 100% acessível a todos os pedestres.

Já passou da hora de as prefeituras do Brasil assumirem o compromisso com a LBI e o direito de ir e vir de todos os cidadãos. Afinal, cabe à população zelar pela mobilidade e pelo mobiliário urbano, mas a competência e a obrigação de garantir o bom funcionamento e a manutenção devem ser dos gestores municipais, que a partir de agora não terão mais desculpas para não fazê-lo.

A calçada é uma política pública transversal. Ela passeia por várias outras áreas, como a saúde, o transporte, a segurança, o turismo.. . E o prefeito que gere pensando no bem estar da população precisa ter isso no radar. Espaços bem cuidados refletem diretamente na saúde da população, no orçamento público em geral e no cartão postal do nosso País.

Crianças cegas escrevem cartinhas em braile para o Papai Noel

Foto: Reprodução/Globo Play
Crianças cegas escrevem cartinhas em braile para o Papai Noel 1

Por Gabriel Pietro

Pela primeira vez, as crianças do Instituto dos Cegos de João Pessoa (PB) escreveram cartas para o Papai Noel pedindo presentes de Natal – e claro que esses meninos estão numa felicidade imensa!

É a primeira vez que Pedro, 10 anos, escreveu uma carta para o Bom Velhinho. “Papai Noel, eu fui um bom menino”.

A maioria dessas crianças já nasceu com a deficiência visual, e nunca tinha feito uma cartinha com pedidos de Natal.

Foto: Reprodução/Globo Play
crianças Instituto dos Cegos escrevem cartas braile Papai Noel

Papai Noel receberá cartas em braile

Pela primeira vez em 30 anos de campanha, Papai Noel vai receber cartas em dois códigos: português e braile. Os pedidos serão entregues nesta sexta-feira (29) na sede dos Correios.

As cartinhas do ICPB serão escritas em braile, um sistema de escrita e leitura baseado em 64 símbolos em relevo. Para eles, os olhos estão na ponta dos dedos.

Foto: Reprodução/Globo Play
crianças Instituto dos Cegos escrevem cartas braile Papai Noel


Foto: Reprodução/Globo Play
crianças Instituto dos Cegos escrevem cartas braile Papai Noel

A novidade deixou a turma super animada! Eles foram correndo colocar no papel o que querem ganhar de presente. “Eu quero ganhar um spinner”, diz Marcos Martins, 10 anos.

“O spinner ‘desconta’ muita raiva, viu? E tira um pouco do tédio”, emenda Pedro. Ele quer um mini-game de Natal.

Foto: Reprodução/Globo Play
crianças Instituto dos Cegos escrevem cartas braile Papai Noel

Já a Maria Heloíse até tentou fazer suspense, mas terminou contando o que pediu na cartinha. “Uma boneca Stefany. Aquela que parece uma princesa”.

Foto: Reprodução/Globo Play
crianças Instituto dos Cegos escrevem cartas braile Papai Noel

A professora que alfabetizou a turma em braile é mais uma incentivadora. “Isso é muito legal… Saber que eles gostaram muito, que foi proveitoso. Essa é uma oportunidade que chegou antes das provas e para as criança foi um incentivo muito grande, até para tirarem boas notas”, diz ela, toda orgulhosa.

Foto: Reprodução/Globo Play
crianças Instituto dos Cegos escrevem cartas braile Papai Noel

As cartas são transcritas antes de serem levadas para a sede dos Correios. Lá, estarão disponíveis para ‘adoção’ assim como as cartas de outras crianças.

“Você não imagina a alegria delas… A descontração, o envolvimento na magia do Natal. A gente sabe que esse é um momento muito especial para as crianças e a presença desse projeto aqui nos trouxe a oportunidade de elas viverem mais intensamente o que é a inclusão. Certamente isso é muito válido porque esta instituição busca integrá-los na sociedade“, diz Marco Lima, diretor da Escola do ICPB.

Foto: Reprodução/Globo Play
crianças Instituto dos Cegos escrevem cartas braile Papai Noel

Geraldo Rosenthal fatura primeiro ouro no Brasileiro Loterias Caixa de Tiro Esportivo

Foto: Miriam Jeske/CPB/Exemplus
Foto: Miriam Jeske/CPB/Exemplus

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Na manhã desta sexta-feira, 29, o gaúcho Geraldo Von Rosenthal conquistou seu primeiro ouro na pistola de ar 10m no Campeonato Brasileiro Loterias Caixa de Tiro Esportivo. Ao todo, 35 atiradores de seis estados participam da última competição da modalidade na temporada 2019. O evento é realizado no Centro Militar de Tiro Esportivo, em Deodoro, no Rio de Janeiro até este domingo, 1º.

A prova Pistola de Ar 10m (P1) é a mais concorrida do Brasileiro. Nas classificatórias, havia 11 atletas dos quais oito disputaram a final. Geraldo confirmou o favoritismo desde o início e aumentou a distância do segundo colocado tiro a tiro. O gaúcho levou o ouro com 225,4 pontos. O vice-campeão foi Ricardo Costa com 222,2 e o bronze foi para Joaquim Santos (196,5).

“Foi como eu esperava. Estou com dor devido a trombose e a artrose no quadril, mas fiz o que tinha me preparado e deu certo. O Brasileiro está começando. Tenho mais três provas e tiro a gente só sabe na hora do disparo. Espero levar mais umas medalhas para casa”, comentou Geraldo, que ainda competirá na Pistola Sport 25m (P3), Pistola Livre 50m (P4) e Pistola Standard (P5).

Em outubro o gaúcho foi o brasileiro com o melhor desempenho no Campeonato Mundial Paralímpico de Tiro Esportivo, em Sydney, na Austrália. Geraldo ficou em oitavo lugar na Pistola Standard (P5).

O Brasileiro de Tiro Esportivo encerra o calendário nacional da modalidade e é a competição com maior atribuição de pontos para o ranking brasileiro. O evento é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), e o ranking nacional serve como base para bolsas da próxima temporada.

No próximo ano, os atiradores terão a última oportunidade para carimbarem seus passaportes para o Japão na etapa de Lima da Copa do Mundo da modalidade, em maio. Nesta competição, será distribuída uma vaga por prova ao atleta melhor colocado que ainda não estiver classificado para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

Até o momento, o paulista Alexandre Galgani é o único representante nacional com vaga garantida pela modalidade na próxima edição dos Jogos Paralímpicos. Ele conquistou seu lugar na principal competição do ciclo na etapa de Al Ain da Copa Mundo de Tiro Esportivo, nos Emirados Árabes Unidos, em fevereiro.

Confira abaixo os resultados do primeiro dia do Brasileiro de Tiro Esportivo:

P1 - Pistola de Ar 10m masculino, classe SH1:
1º lugar - Geraldo Rosenthal
2º lugar - Ricardo Costa
3º lugar - Joaquim Santos

P2 - Pistola de Ar 10m feminino, classe SH1:
1º lugar - Heloisa Rodrigues
2º lugar - Beatriz Cunha
3º lugar - Andreia Lima

P5 - Pistola Standard mista, classe SH1:
1º lugar - Geraldo Rosenthal
2º lugar - Heloisa Rodrigues
3º lugar- Joaquim Santos

R7 - Carabina três posições 50m masculino, classe SH1:
1º lugar - Carlos Garletti
2º lugar - Luiz Azevedo
3º lugar - Sandro Sotorum

R9 - Carabina deitado 50m, classe SH2:
1º lugar - Alexandre Galgani

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir o Campeonato Brasileiro de Tiro Esportivo não precisam de credenciamento prévio. Bastará dirigirem-se à sala de imprensa para identificação.

Patrocínios
O Campeonato Brasileiro de Tiro Esportivo tem patrocínio das Loterias Caixa.

Serviço
Data: 29 de novembro a 1º de dezembro
Cidade: Rio de Janeiro (RJ)
Local: Centro Militar de Tiro Esportivo (CMTE). Av. Brasil, 26.196 - Gericinó - RJ

Programação
Sábado (30/11) - 9h às 12h / 14h às 17h
Domingo (1/12) – 9h às 12h30
*Programação sujeita a alterações

CT Paralímpico recebe Brasileiro de Basquete em CR a partir desta segunda, 2

Crédito: Washington Alves/EXEMPLUS/CPB
Crédito: Washington Alves/EXEMPLUS/CPB

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Na próxima segunda, 2, terá início a disputa do Campeonato Brasileiro Masculino de Basquete em Cadeira de Rodas, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A final da competição, na sexta-feira, 6, será transmitida pelo SporTV, às 17h.

A competição terá 34 partidas e dez times buscam o troféu: Magic Hands (SP), Gadecamp (SP), CAD-RP (SP), CAD SP (SP), ADF (PA), Candangos (DF), ADEFIMA (AL), ADEGO (GO), ANDEF (RJ), APP UNIPAM PATOS (MG) e ADAP (GO).

A ADD Magic Hands é a atual campeã brasileira. No último campeonato, o time paulista venceu a CAD Rio Preto com o placar de 69 a 52. A equipe já conquistou o título 5 vezes: 2010, 2011, 2014 e 2016 e 2018.

A cerimônia de encerramento do Campeonato será na sexta-feira, 6, às 18h30, após a disputa da final. Esta é a última competição do ano da modalidade.O Campeonato Brasileiro Feminino de Basquete em CR teve fim nesta sexta-feira, também no CT Paralímpico. O All Star Rodas Pará levou o troféu da competição.

Show acessível abre primeiro dia da Virada Inclusiva

Imagem: foto do Parque da Água Branca com grande gramado e ao fundo uma grande casa amarela

Começou ontem a 10° edição da Virada Inclusiva, evento realizado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência por meio do Memorial da Inclusão.

A programação começou a partir do 12hrs com a abertura oficial do evento no Parque da Água Branca na capital paulista, com a presença da Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão.

"Este evento cresce a cada ano e tem uma grande participação dos municípios paulistas, o que prova que cada vez mais pessoas estão aderindo a causa da inclusão da pessoa com deficiência como um movimento de ressignificação da sociedade e de mudança de paradigma", destacou a Secretária Célia Leão.

Um dos destaques do primeiro dia do evento na capital paulista será o show da cantora Luiza Caspary com seu novo álbum “Mergulho”, a partir das 18hrs. A apresentação será totalmente acessível, com direito a intérpretes de libras e estenotipia.

Além disso, inúmeras ações culturais inclusivas para pessoas com e sem deficiência chegam a parques, ruas, praças, museus, teatros, salas, centros culturais, bibliotecas e demais espaços coletivos, públicos ou privados, durante todo o fim de semana em mais de 50 cidades do interior.

Neste ano, com o tema #todosjuntos, o evento tem o objetivo de mobilizar a participação plena das pessoas com deficiência e promover o debate sobre os seus direitos culturais.

Programação dos principais destaques da “Virada”

29 de novembro, às 12h
Abertura com presença da Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão

29 de novembro, às 18h
Luiza Caspary com seu novo álbum “Mergulho”

Acesse toda a programação de atividades na Capital:

Secretaria lança plataforma de dados sobre pessoas com deficiência

   Imagem: logo da Base de Dados


Dia 03 de dezembro, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência lança a plataforma de dados “Base de Dados dos Direitos da Pessoa com Deficiência”. O evento, em comemoração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência celebrado anualmente nesta mesma data, acontece a partir das 9h na sede da Secretaria.

A ferramenta que será apresentada visa subsidiar a tomada de decisão dos gestores na definição das políticas públicas regionais ou municipais voltadas à inclusão plena das pessoas com deficiência.

A gestão da informação é um passo importante para a consolidação dos direitos da pessoa com deficiência, dessa forma, a Base de Dados visa dialogar com as demais Secretarias do Governo de São Paulo, reunindo dados e informações nas diversas áreas.

A plataforma reúne em um sistema de BI - Business Intelligence, além dos dados censitários, informações sobre as principais políticas nas áreas de: educação, saúde, emprego e renda, desenvolvimento social, entre outras.

Também é um dos objetivos da ferramenta ser fonte de estudos para os pesquisadores e profissionais interessados na causa, sendo um instrumento de monitoramento da garantia dos direitos da pessoa com deficiência.

A Base de Dados é uma estratégia que tem consonância com uma das recomendações do Relatório Mundial sobre a Deficiência, publicado pela Organização Mundial da Saúde – OMS, em 2011. O documento destacava a importância de uma consolidação de base de dados sobre o segmento das pessoas com deficiência aos Governos, como uma forma de enfrentamento às barreiras incapacitantes.

As inscrições para participar do evento e conhecer a plataforma devem ser feitas pelo link  https://forms.gle/VQvKtYRZA41Y6SzZ8

SERVIÇO
Data: 03 de dezembro de 2019
Horário: a partir das 9h
Local: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – São Paulo – SP
Informações: (11) 5212-3700

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

General Villas Boas cria instituto para ajudar portadores de ELA e outras doenças raras - Veja o vídeo.

Ex-comandante do Exército é portador de esclerose lateral amiotrófica. Instituto foi anunciado em rede social e deve ser inaugurado na próxima semana.

Por Mateus Rodrigues, TV Globo — Brasília

Presidente Bolsonaro e o ex-comandante do Exército general Villas Bôas — Foto: Isac Nóbrega/PR
Presidente Bolsonaro e o ex-comandante do Exército general Villas Bôas — Foto: Isac Nóbrega/PR

Comandante do Exército Brasileiro de 2015 a janeiro deste ano, o general Eduardo Villas Boas anunciou nesta quinta-feira (28), em rede social, a criação de um instituto para portadores de doenças raras. A instituição deve ser inaugurada na próxima semana.

Clique AQUI para ver o vídeo.

Villas Boas sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma doença neuromotora de caráter degenerativo. A entidade se chamará Instituto General Villas Boas, de acordo com a postagem.

"Tenho a honra de convidar a todos que desejarem se juntar às nossas causas para divulgar conhecimento que traga benefícios às pessoas que vivem em condições raras, assim como eu", diz o texto de Villas Boas.

"Ademais, humildemente, diante do gigantismo da tarefa, queremos nos juntar a aqueles que imaginam ser essencial reconstruirmos um projeto nacional, capaz de mobilizar nossas energias de forma a encurtarmos nosso tempo de consolidação dos nossos objetivos."

O diagnóstico do militar é conhecido desde 2017, quando ele ainda era comandante do Exército. Nomeado em 2015, pela então presidente Dilma Rousseff, Villas Boas ganhou notoriedade no debate sobre segurança pública após a intervenção federal no Rio de Janeiro, quando homens das Forças Armadas reforçaram o policiamento no estado.

Em outubro deste ano, o general chegou a passar por uma traqueostomia, no Hospital das Forças Armadas (HFA), após dificuldades respiratórias. Villas Boas passou 10 dias internado e chegou a ser transferido a uma UTI antes de receber alta, em 12 de outubro.

Resultado de imagem para Eduardo Villas Bôas explica como lida com doença neuromotora degenerativa
Eduardo Villas Bôas explica como lida com doença neuromotora degenerativa

Doenças raras

O termo "doença rara", segundo o Ministério da Saúde, é usado para enfermidades que afetam até 65 pessoas para cada 100 mil indivíduos. A maior parte tem origem genética mas, em muitos casos, a ciência ainda tenta descobrir quais são os fatores envolvidos.

O governo federal estima que, em todo o Brasil, 13 milhões de pessoas tenham algum tipo de doença rara. Em fevereiro, o ministério anunciou que passaria a compartilhar, com os laboratórios, os riscos da pesquisa e da compra de medicamentos para essas doenças.

Fonte: g1.globo.com

Fotógrafa reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney

O projeto foi criado pela fotógrafa britânica Nicole Louise 


<3 br="">
REDAÇÃO GLAMOUR

Fotógrafo reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney (Foto: Nicole Louise Photography)
Fotógrafo reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney (Foto: Nicole Louise Photography)

Estamos apaixonadas pelo trabalho inspirador da fotógrafa britânica Nicole Louise, que viralizou nas redes sociais: um ensaio, chamado "Down with Disney”, de crianças com síndrome de Down fantasiadas de personagens clássicos da Disney como "Toy Story" e "A Bela e Fera".

O objetivo de Louise, de apenas 22 anos, é aumentar a conscientização sobre a síndrome de Down. A campanha já rendeu mais de 11 mil reações no Facebook e milhares de compartilhamentos. "A reação das pessoas tem sido incrível, e foi muito divertido criar as imagens. Eu conheci famílias incríveis durante o processo, e estou tão grata de ver a alegria que as fotos das crianças trouxeram para tantas pessoas”, disse Nicole ao site Bored Panda. 

“A intenção era trazer muitas informações que iriam, com sorte, ajudar novos pais. Como meus seguidores nas redes sociais eram cada vez mais pais de crianças com síndrome de Down, eu quis fazer algo para eles novamente nesse ano. Foi daí que ‘Down With Disney’ surgiu. Eu amo muito a Disney e sei que não sou só eu, e pensei que seria uma campanha perfeita", finalizou Nicole. 

Fotógrafo reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney (Foto: Nicole Louise Photography)
Fotógrafo reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney (Foto: Nicole Louise Photography)

Fotógrafo reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney (Foto: Nicole Louise Photography)
Fotógrafo reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney (Foto: Nicole Louise Photography)

                       Fotógrafo reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney (Foto: Nicole Louise Photography)
Fotógrafo reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney (Foto: Nicole Louise Photography)

                  Fotógrafo reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney (Foto: Nicole Louise Photography)
Fotógrafo reúne bebês com síndrome de Down para ensaio com tema Disney (Foto: Nicole Louise Photography)