sábado, 21 de dezembro de 2019

Dono da Havan chama acessibilidade de "Burocracia que para nada serve"

Justiça Federal autoriza mulher a cultivar maconha em casa para tratar crises convulsivas da filha autista

Segundo Defensoria Pública da União (DPU), decisão da 4ª Vara Federal em Pernambuco tem caráter liminar e contempla a mulher, que pode plantar erva sem correr o risco de prisão.

Por G1 PE

Maconha é usada para fins medicinais — Foto: G1 Rio
Maconha é usada para fins medicinais — Foto: G1 Rio

A Justiça Federal em Pernambuco autorizou uma mulher a cultivar maconha em casa, sem correr o risco de ser presa, para facilitar o tratamento da filha, que tem autismo. Segundo a Defensoria Pública da União (DPU), a 4ª Vara Federal concedeu uma liminar em um pedido de habeas corpus, beneficiando essa mãe, que produz óleo medicinal à base de cannabis sativa, para ajudar em casos de crises convulsivas da criança, de 4 anos.


As informações estão em um texto publicado no site da Defensoria Pública da União nesta sexta-feira (20). Ainda de acordo com o a DPU, no pedido de habeas corpus preventivo, os defensores públicos federais Tarcila Maia Lopes e André Carneiro Leão fizeram um relato sobre a melhora das condições de saúde da menina, a partir do uso da cannabis sativa.

A defensoria informa que o laudo médico atestou que a criança “sofria de retardo mental de grau moderado, hiperatividade e humor instável”. Por isso, informa a da DPU, passou a tomar medicamentos para controlar os sintomas, mas não obteve resultados. Além disso, as drogas causavam efeitos colaterais.

No texto, a Defensoria destacou que a família optou pelo tratamento com maconha medicinal, “que já vinha sendo utilizado por outras crianças com sucesso”.

Os defensores apontaram que, diante dos altos custos para importação (U$ 20 mil anuais), a mãe passou a cultivar a erva em casa.

No texto, a DPU ressaltou que houve melhora no tratamento. “As crises convulsivas, que costumavam acontecer de cinco a oito vezes por semana, reduziram-se a duas, ao longo de dois anos, após o uso do canabidiol, o que levou os médicos a suspenderem outras medicações mais agressivas”, informou.

No habeas corpus, os defensores apontam os motivos pelos quais decidiram solicitar a permissão para o plantio da cannabis sativa na casa da mulher.

“Diante da impossibilidade de promover a importação do extrato sem tornar impossível o sustento da família, por ser um produto de elevado valor econômico, a única saída para a manutenção da vida digna dessa criança foi cultivar a planta. (...) Porém, por ser o cultivo de erva proibido no país, a mãe encontra-se sujeita a atuação policial de apreensão da plantação que mantém em casa, bem como das flores colhidas e do óleo existente”, afirmou.

A DPU informou que solicitou à Justiça que fosse concedida ordem de salvo-conduto em favor da mãe “para assegurar que os agentes policiais de Pernambuco se abstenham de atentar contra sua liberdade de locomoção, bem como fiquem impedidos de apreenderem as sementes eventualmente importadas e mudas das plantas utilizadas nos respectivos tratamentos terapêuticos, até decisão definitiva de mérito”.

A DPU pediu, ainda, que “ao final, no mérito, seja confirmada a concessão da ordem de salvo-conduto. Além disso, os defensores solicitaram que “conste, no salvo-conduto, autorização para porte, transporte/remessa de plantas e flores para teste de quantificação e análise de canabinóides através de guia de remessa lacrada confeccionada pelo próprio paciente, aos órgãos entidades de pesquisa, ainda que em outra unidade da federação, para que seja possível a feitura da parametrização laboratorial e a o exercício e fruição plena de seus direitos constitucionais”.

Ainda de acordo com a DPU, a 4ª Vara Federal determinou, ainda, que os restos de todo o processo de produção do óleo devem ser utilizados apenas como adubo, e não descartados com o lixo comum.

A DPU informou também que a mãe da menina com autismo deverá elaborar relatórios prestando informações sobre quantidade de sementes ou mudas, espécie, extrações e remessas para avaliação, bem como apresentar atestado médico de acompanhamento da criança, trimestralmente, até o trânsito em julgado do mérito do habeas corpus.

A defensoria informou que a mulher foi informada pela Justiça que a autorização concedida é pessoal e intransferível, “de modo que não poderá, sob nenhuma hipótese, doar ou transferir, a qualquer título, a matéria prima (ou parte dela) adquirida a terceiros, e para qualquer outra finalidade não prevista nesta decisão, sob pena de incorrer nas sanções penais previstas pela Lei nº 11.343/2006”.

Fonte: g1.globo.com

EUA aprovam a primeira vacina contra o vírus do ebola no país - Vejam os vídeos

Apesar da doença ser rara nos Estados Unidos, a agência norte-americana de vigilância sanitária liberou a primeira vacina contra o vírus no país; República Democrática do Congo vive surto atual da doença.

Por G1


Vacina contra o Ebola usada para conter epidemia na República do Democrática do Congo — Foto:  REUTERS/Kenny Katombe/File Photo
Vacina contra o Ebola usada para conter epidemia na República do Democrática do Congo — Foto: REUTERS/Kenny Katombe/File Photo

A agência norte-americana de vigilância sanitária (FDA) aprovou nesta quinta-feira (19) a primeira vacina contra o vírus do ebola que pode ser comercializada nos Estados Unidos. Casos de infecção da doença são raros no país, mas a entidade alertou que viajantes e trabalhadores da saúde devem se proteger antes de visitar áreas de surto.

Clique AQUI para ver os vídeos

“A doença provocada pelo vírus do ebola é rara por aqui, porém grave, muitas vezes mortal e que não conhece fronteiras", disse em nota Peter Marks, diretor de pesquisa da FDA "A vacinação é essencial para ajudar a prevenir surtos e impedir que o vírus Ebola se espalhe.”

A imunização é indicada para maiores de 18 anos e a vacina é a mesma usada em países africanos para controle da epidemia.

O ebola é transmitido pelo contato direto com fluidos corpóreos: sangue, saliva e vômito podem transportar o vírus mortal. Parentes dos pacientes e os profissionais de saúde que os tratam são os indivíduos em maior situação de risco.

Surto em país africano

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou em julho deste ano que o surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC) se tornou uma emergência internacional de saúde pública.

A FDA disse estar comprometida a combater futuros surtos de ebola no mundo e apoiar por meio de acordos internacionais o atual surto na RDC. Em agosto o Bom Dia Brasil mostrou como o país lidava com a epidemia da doença.


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República do Congo sofre com epidemia de Ebola

Segundo o diretor de pesquisa da agência, a aprovação da vacina é um avanço para ajudar a proteger contra a dispersão do vírus e ele considerou pioneira a abordagem que a agência respondeu a esta emergência em saúde pública.

"A abordagem de pesquisa usada para estudar a eficácia e a segurança desta vacina pode ajudar a criar um modelo para estudos futuros em circunstâncias semelhantes”, disse Marks.

Recomendações da OMS

A OMS mantém uma lista de recomendações para todos os países em relação ao combate da disseminação do ebola (veja a seguir)

Para os países afetados:
  • Fortalecer e conscientizar a população
  • Verificação de viajantes em fronteiras e rodovias
  • Reduzir as ameaças e mitigar riscos de segurança no controle da doença
  • Reduzir o tempo entre o diagnóstico e o isolamento
  • Vacinação para aumentar o impacto e conter o surto
  • Aumentar o monitoramento e supervisão de infecções hospitalares
  • Para os países vizinhos aos afetados:
Se preparar para a detecção e gerenciamento de casos "importados"
  • Mapear e prever riscos de disseminação
  • Aumentar ações de engajamento, especialmente nas fronteiras
  • Priorizar pesquisas de vacinas e tratamentos
Para todos os países:
  • Não fechar as fronteiras mas observar o movimento informal e não monitorado de pessoas e produtos
  • Autoridades nacionais devem trabalhar com as companhias aéreas e outros meios de transporte e turismo
  • Não é necessário implantar medidas de verificação em aeroportos e outros portos de entrada nos países que estão fora da região
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Prevenção e informação são fundamentais no combate à epidemia do ebola

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Especialistas tiram dúvidas sobre a epidemia do ebola

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Entenda o período de incubação do ebola

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Profissão Repórter - Ebola - 28/08/2019

Fonte: g1.globo.com

MP do Maranhão propõe ação contra 21 agências bancárias por falta de acessibilidade

O Ministério Público do Maranhão propôs 21 ações civis públicas contra agências bancárias em Imperatriz por falta de acessibilidade.


Luis Cardoso

Elaborado pelo titular da 4ª Promotoria de Justiça Especializada em Defesa do Idoso e da Pessoa com Deficiência de Imperatriz, Joaquim Ribeiro de Souza Júnior, os documentos ministeriais foram protocolados nos dias 16, 17 e 18 de dezembro.

Os processos foram abertos no Judiciário Estadual contra três agências do Banco do Brasil, sete do Bradesco, uma do Banco do Nordeste, duas do Itaú, uma do Banco Amazônia, Sicoob, Santander e Sicredi. A Caixa Econômica Federal foi acionada perante a Justiça Federal por irregularidades em quatro agências bancárias.

A propositura da ação se deu por conta de uma investigação da Promotoria de Justiça do Idoso e da Deficiência de Imperatriz para verificar a ausência de acessibilidade às pessoas com deficiência nas agências bancárias de Imperatriz e termos judiciários.

Dentre as irregularidades, a equipe do Núcleo de Assessoria Técnica Regionalizada do Ministério Público identificou que os bancos não fizeram adaptações para atender minimamente às normas de acessibilidade exigidas pela legislação. Na investigação, foram analisados quesitos como calçada, local de atendimento, banheiros e parte superior das agências.

Em um dos estabelecimentos do Banco do Brasil, por exemplo, a rampa de acesso à edificação possui inclinação de 10%; superior ao máximo permitido em norma, que seria 8,33%. Também foi constatado que, em algumas agências, não há demarcação de vagas para pessoas com deficiência ou idosos nem mapa tátil com sinalização em braile.

Os balcões de atendimento possuem altura e largura com dimensões inferiores às determinadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

“A presente ação tem o objetivo de compelir judicialmente os bancos a cumprirem adequadamente os deveres constitucionais e legais que lhes são impostos, promovendo a essencial estruturação, com vistas a garantir continuidade e qualidade à prestação do serviço a todos”, ressaltou o promotor de justiça Joaquim Ribeiro.

PEDIDOS

Dentre os pedidos das ações, o MPMA requer que a Justiça condene, em caráter liminar, que os réus providenciem, no prazo máximo de 60 dias, as medidas necessárias para se adequarem às normas da ABNT, sob pena de multa de R$20 mil por dia de atraso.

Da lista de normas a serem atendidas, os bancos devem disponibilizar rampas de acesso à edificação com inclinação estabelecida em lei; guia rebaixada na faixa de pedestre dos dois lados; drenagem adequada na rampa de subida para a calçada; vaga de estacionamento com área lateral de no mínimo 1,20m para pessoas com deficiência e sinalização adequada das vagas.

Também estão entre os pedidos piso tátil com contraste visual com o piso da calçada, balcões de atendimento de acordo com a norma, piso tátil direcional com acesso ao atendimento inicial e retirada de senhas; mapa tátil com sinalização em braile, adaptação dos banheiros, sinalização nos degraus da escada e rampa ou equipamento eletromecânico de transporte vertical para o acesso do cadeirante ao pavimento superior.

McDonald’s abre 3 mil vagas de emprego, sendo 200 para pessoas com deficiência

Rede de fast food tem mais de três mil vagas abertas em todo o país
Rede de fast food tem mais de três mil vagas abertas em todo o país Foto: Gustavo Azeredo

EXTRA

O McDonald’s está com mais de três mil vagas abertas neste fim de ano, em todo o país, sendo cerca de 200 a serem preenchidas por pessoas com deficiência. Para saber mais informações sobre as oportunidades, o interessado deve acessar o site http://www.mcdonalds.com.br/trabalhe-conosco.

Pessoas que desejam ser contratadas como atendente ou jovem aprendiz podem cadastrar o currículo aqui. Para se candidatar a vagas na área corporativa, é necessário enviar um e-mail para trabalheconosco@br.mcd.com. Pessoas com algum tipo de deficiência também podem participar, fazendo o registro neste link.


Para fazer parte do time de funcionários da rede, não é necessário ter experiência anterior. Basta estar cursando ou já ter concluído o ensino médio. Atualmente, o McDonald’s conta com 50 mil colaboradores, e as vagas abertas vão ao encontro da expectativa de gerar 18 mil postos de trabalho em 2019.

Por que você deve continuar acreditando em 2020 - Veja o vídeo

Acreditar é o que nos move e quando nos movemos juntos, acreditamos mais ainda!

Por Daniel Froes

Por que você deve continuar acreditando em 2020 1

O ano está terminando e a gente sempre tenta fazer um balanço do que aconteceu de bom e o que não foi tão bom assim. É normal lamentar pelo que deixamos de fazer ou o que fizemos de errado.

E tudo bem o ano não terminar 100% do jeito que você planejou, sério mesmo! O importante é acreditar que em 2020 as coisas poderão dar mais certo. E sabe por quê? Acreditar é o que nos move!

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E, embora nem sempre a gente alcance todas as metas traçadas, pelo menos tentamos. Ruim mesmo é lamentar lá na frente por não ter tentado, sabe?

A força que isso tem é contagiante! Você acreditando, transmite esperança e positividade para que outras pessoas possam acreditar mais nelas.

No fundo, não é apenas sobre você, é também sobre alguém que precisa do exemplo de quem um dia levantou da cama e mentalizou um “bora lá!” e fez a coisa acontecer: acreditou e realizou!

Seja também a motivação que a pessoa que está trilhando o caminho da vida contigo precisa. Chame para uma conversa, pergunte sobre os seus planos para o ano novo e o que pode fazer por ela. Temos 365 dias para fazer isso, mas já podemos começar agora!

Vamos combinar que celebrar uma conquista pessoal é bom, agora, celebrar a conquista da pessoa que você vai chamar para trocar aquela ideia, anota aí, é melhor ainda!

Você sente que é uma peça importante da conquista dela, entende? Vamos acreditar e realizar juntos?!


sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

No AC, grupo de cadeirantes enfrentam desafios, mas usam esporte como superação - Veja o vídeo.

Sob cadeiras de rodas, atletas contam como conheceram basquete e as dificuldades enfrentadas por eles no cenário acreano. Time se prepara para Copa Norte Nordeste em 2020

Por Globoesporte.com* — Rio Branco, AC

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No AC, grupo de cadeirantes enfrentam desafios, mas usam esporte como superação

O bonito de se ver é a igualdade e o resgate à vida que o esporte proporciona. O estudante Fábio Mendes viu à vida mudar em questão de segundos. No dia 21 de março de 2012, ele caiu de uma altura de 18 metros, de um prédio aqui em Rio Branco (AC). No acidente, quebrou a coluna torácica , teve um trauma, o que resultou no rompimento da medula.

Clique AQUI para ver o vídeo.

- Eu conheci o esporte eu já tinha quatro anos de lesão. A vida para quem é cadeirante não é fácil, a gente tem que tá fazendo fisioterapia, correndo atrás de muitas coisas. A partir do esporte a minha vida melhorou. Hoje eu tenho uma condição de vida melhor da que eu tinha antes - disse Fábio.

Fábio Mendes sofreu um acidente em 2012 — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre
Fábio Mendes sofreu um acidente em 2012 — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Os atletas tem algum tipo de deficiência, todos tiveram que reaprender a viver. E se fora das quadras ainda existem preconceitos, dentro a realidade é outra. Dentro das quatro linhas todos são tratados igualmente. O autônomo Luan Pereira é outro que teve sua vida transformado pelo esporte.

- Tá com dois anos que eu sou cadeirante, eu ficava muito em casa, ficava muito parado, era muito sedentário. Eu entrei no basquete, me chamaram, comecei a brincar com eles, e hoje estou aqui, graças a Deus. Isso aqui não é apenas um esporte, mas também é uma fisioterapia - afirma.

Luan é cadeirante há dois anos — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre
Luan é cadeirante há dois anos — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Apesar de várias histórias bacanas, nem tudo são flores. O time foi formado em 2006, são 13 anos de história, com capítulos felizes e outros nem tanto. O motivo? a falta de incentivo.

- Logo quando a gente conseguiu montar o time, quando conseguimos as cadeiras novas, conseguimos até participar de campeonatos lá fora (do estado), mas depois deu uma parada, a gente passa muita dificuldade de locomoção, muitos não tem sua locomoção própria - disse o analista de suporte, Emerson Souza.

Mesmo assim, essa parte triste não ofuscou a beleza do espetáculo do esporte, que escolhe os campeões, entre todos esses vencedores. Gente que se aceitou, e por não conhecer e nem temer limites, vive sempre se superando, prova disso é a força de vontade.

Time de basquete se prepara para Copa Norte Nordeste em 2020 — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre
Time de basquete se prepara para Copa Norte Nordeste em 2020 — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Desde agosto, o time se prepara para a Copa Norte Nordeste, que acontecerá em 2020. A competição ainda não tem data definida, mas irá reunir cerca de 15 equipes de vários estados.

- Com certeza com o treino que a gente tá fazendo aqui todos os sábado, das 8h até as 11h, a gente vai conseguir trazer um bom resultado - ressalta Frank Brito, funcionário público.

Depois daquele dia. A ex-ginasta Lais Souza fala da sensação de voltar a ficar de pé

A ex-ginasta Lais Souza fala da sensação de voltar a ficar de pé, do prazer de sentir cócegas, das pequenas conquistas e da falta que sente de dar um abraço


POR RODRIGO GRILO

Faz cinco anos que a paulista Lais Souza não compete. Ex-integrante da seleção brasileira de ginástica artística e com participação nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e Pequim (2008), ela viu sua vida mudar em um salto. Em 2014, acabou lesionando a terceira vértebra (C3) da coluna cervical ao colidir em uma árvore, em Salt Lake City, nos Estados Unidos, quando treinava para estrear na modalidade esqui aéreo nos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, na Rússia. Incapacitada de movimentar os membros superiores e inferiores, Lais mantém, no entanto, uma condição própria a atletas de alta performance: a rotina exaustiva de dedicação a exercícios físicos.

Foi graças às sessões quase diárias de fisioterapia e, principalmente, eletroestimulação, que fortalece o tônus muscular e melhora a pressão arterial, que Lais conseguiu levantar as pernas recentemente. “Sinto cócegas nos pés e debaixo dos braços também”, diz ela, sobre o retorno da sensibilidade. Muito além de importantes conquistas físicas – há pouco tempo, com o auxílio de um estabilizador, voltou a experimentar, de pé, a sensação de ter uma conversa olho no olho –, são as afetivas que mexem com o emocional da ex-atleta nascida em Ribeirão Preto.

Crédito: Arquivo pessoal

Em 25 de janeiro, Lais, 30 anos, e a noiva, a advogada Paula Alencar, de 27, irão se casar. Conheceram-se pelo Instagram há pouco mais de dois anos e vivem juntas em um apartamento alugado em Vila Velha, Espírito Santo, cidade natal da companheira. “Sempre sonhei em casar na praia e assim será”, diz ela, sem querer detalhar a vida com a parceira, com quem já planeja ter um filho. Passa a maior parte do tempo em casa, na companhia dos profissionais de fisioterapia e dos bichos de estimação: o cachorro Skank e o gato Baguera. O celular também é um parceiro constante. Por meio dele, com o auxílio de uma caneta manuseada com a boca, responde a mensagens, e-mails e atende ligações quando não está envolvida com as aulas à distância do curso de história na Estácio de Sá.

Matriculada na faculdade desde o início do ano, a ex-atleta, que recebe uma pensão vitalícia do Governo Federal próxima dos R$ 6 mil, reforça a renda como palestrante e com ajuda financeira que recebe do cavaleiro Doda Miranda e de Neymar. A seguir, Lais fala sobre a sua rotina na condição de tetraplégica, de saudade, sonhos e da vontade de ser mãe.

Tpm. Como você leva a vida em Vila Velha?

Lais Souza. Adoro ir ao teatro, assistir a musicais, palestras e documentários. Ir ao cinema é outro programa, mas perdi o tesão porque tenho muito frio e o ar condicionado da sala me congela. Amo levar a minha esposa a restaurantes – e sou exigente com a comida. Com a Paula, vou à praia e a parques. E curto muito fazenda, a natureza como um todo. Ter uma casa de campo é meu próximo objetivo, para poder respirar melhor e tomar sol.

Crédito: Arquivo pessoal

Sente saudade de fazer coreografias de ginástica? 

Demais. Sinto falta de tudo: de escovar os dentes, tomar banho sozinha, sair correndo e ir à praia. A aceitação [da minha condição] ainda é muito crua. É um processo demorado e, na real, não sei se vai ter um fim. Algumas pessoas dizem que não.

Você sonha que está competindo, dando saltos mortais? 

Sonho. Mais do que dar um mortal para frente ou para trás, o que mais queria voltar a fazer é pular em uma cama elástica e sentir aquela sensação de liberdade. Nos meus sonhos, ainda realizo coreografias. Nunca sonhei que eu não andava mais.

Você assiste a campeonatos de ginástica? Não mais. Parei de ver para não me frustrar e não alimentar tanta coisa dentro de mim. A questão tem dois lados: eu amo relembrar, mas, ao mesmo tempo dá uma raiva, porque nunca mais vou praticar ginástica novamente. Não tenho mais contato com o pessoal da Confederação nem com os treinadores. Soube que a seleção brasileira feminina não se classificou para os Jogos de Tóquio, no ano que vem. Mas sei que as meninas treinam demais e as exigências são cada vez maiores. E elas estão de parabéns por nos representar seja onde for.

O que a emociona mais, atualmente? 

Família. Eu sou chorona. Quando estou de TPM, também me emociono facilmente.

Crédito: Arquivo pessoal

Sente que é hora de construir uma família? 

A maternidade exige uma dedicação tremenda. Eu e a Paula já encaramos muitas dificuldades no dia a dia. Temos muito o que maturar ainda para, em algum momento, estarmos com o nosso bebê no colo. Mas ser mãe é o meu sonho de vida; não gostaria que demorasse. Podemos adotar ou optar por uma inseminação. Seremos muito felizes com o que Deus preparar para nós.

Fale um pouco mais da sua atual autonomia física. Eu não tenho movimento algum do peito para baixo. Mexo bem pouco os ombros. O pescoço está normal; consigo virá-lo sem ajuda. E a minha deglutição, que já foi bem debilitada, está bem melhor. Não mexo nenhuma outra parte do corpo. Tenho uma cadeira simples, que não é motorizada. Mas a intenção é ter outra com a qual consiga me movimentar sozinha. Nos Estados Unidos, há uma cadeira parecida às motorizadas usadas por seguranças em shopping, com apenas duas rodas. Mas custa US$ 18 mil e eu precisaria ir para lá testá-la. Mas não consigo voar de classe econômica, porque tenho dores fortes no bumbum quando fico muitas horas sentada. Teria que viajar deitada e com acompanhante. E mais: arcar com os custos todos por lá, como transporte. Então, preciso trabalhar muito ainda. Ou talvez encontrar um patrocinador que queira cooperar.

Você foi a primeira tetraplégica com lesão alta, sem movimento algum, a receber células-tronco. Qual a sensação de ser cobaia de protocolos médicos?

 Tive medo. Ao mesmo tempo, estando debilitada e sem saída, transformei isso em motivação, para ir à luta. Foram três aplicações durante oito meses, nos Estados Unidos. Aos poucos, fui sentindo a sensibilidade voltar. Para resumir, ter recorrido à aplicação de células-tronco deixou evidente o que realmente sobrou no meu corpo depois do acidente. Já consigo sentir a minha bexiga cheia e sei quando tenho de fazer xixi, por exemplo.

Mas a sensibilidade voltou primeiramente em qual parte do corpo? 

Nos pés. Sabe dálmata? Hoje, é como se eu tivesse algumas bolinhas pretas espalhadas em algumas partes do corpo que representam os pontos mais sensíveis, como a barriga e as costas. Na minha perna, por exemplo, não há tanta sensibilidade. Também não transpiro como uma pessoa normal. Meu suor é como um efeito colateral. Por outro lado, sinto cócegas na sola dos pés e debaixo do braço. Mas eu demoro para perceber que alguém está fazendo cócegas, caso eu não esteja olhando para o ato, sabe?

Quando voltou ao Brasil, foi um choque perceber a dificuldade que o cadeirante enfrenta em um país que não está adaptado a essa condição? 

Vou dizer que dá medo de sair de casa. É um esforço enorme, ninguém imagina, para ficar pronta para sair e fazer algo. E é muito frustrante quando não dá certo. Já teve taxista que recusou corrida por eu ser cadeirante, ônibus que dizia ser adaptado, mas não era, estabelecimento no qual não pude entrar porque não havia vaga para carro de cadeirante e por aí vai. Sinto falta de boa vontade e de terem um olhar mais carinhoso em relação a nós.

Você postou, não faz muito tempo, uma foto em que aparece em pé com o auxílio de um aparelho. Quão importante foi aquele momento? 

A sensação de estar em pé é maravilhosa. Além disso, acabo trabalhando a pressão arterial. Como meus músculos não bombeiam sangue com força, a pressão desce para os pés quando fico ereta no Ortowalk. Ele é um estabilizador, uma espécie de robô, que tem as minhas medidas. Eu sou encaixada nele pelos pés e pela cintura. O aparelho me trava pelo quadril e, uma vez em pé, coloco o peso sobre uma perna enquanto a outra vai pra frente. É possível, então, andar devagarzinho, acompanhada de alguém segurando nas alças que ficam na minha cintura. Enfim, utilizo o estabilizador de acordo com a minha rotina e saúde. Quando acordo com a pressão muito baixa ou indisposta, não o uso.

Estar em pé novamente é ver a vida em outra perspectiva? 

É gostoso estar nessa posição. Tenho vontade de dar um abraço, por exemplo. Também é uma delícia o olho no olho com outra pessoa e poder relembrar a minha altura. São pequenas sensações que só eu mesma sinto. Hoje, valorizo muito poder ficar em pé. Com a eletroestimulação, faço alguns exercícios e realmente percebo o meu músculo funcionando sozinho. Quem se mexe, corre, anda, cuida do filho, tem de dar muito valor a essas coisas, porque em um segundo tudo pode mudar. Eu estava treinando, competindo e, de repente, já não estava mais respirando, me mexendo. O momento de fazer tudo o que tem vontade, de amar, é agora.

Fonte: revistatrip.uol.com.br

São Paulo, proprietário de academia é responsabilizado por acidente em piscina

Foto recolhida da NET e meramente ilustrativa

Odele Souza

" A 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve condenação de proprietário de academia por lesões corporais gravíssimas causadas a uma criança. Ele foi condenado à prestação de serviços à comunidade e prestação pecuniária de R$ 200 mil, em favor da vítima.

Consta dos autos que a criança frequentava aulas de natação na academia do réu quando teve sua mão presa num ralo no fundo da piscina, onde ficou submerso até que um professor conseguiu resgatá-lo.

Em razão do tempo que permaneceu sem respirar, o menino sofreu parada respiratória que lhe causou perda parcial das funções motoras dos membros superiores e inferiores, além de não realizar nem obedecer a comandos verbais. Laudo pericial realizado no local constatou a ausência da tampa de proteção na área próxima ao dreno.

Para o relator do recurso, desembargador Euvaldo Chaib, o proprietário da academia era responsável pela manutenção da piscina e, de acordo com as provas colhidas nos autos, tinha plena ciência de que a grade de proteção do dreno estava danificada, o que poderia gerar graves danos às crianças, como de fato, causou à vítima. “As provas são mais que suficientes para demonstrar que o réu agiu com dolo eventual.

Com a sua ação dolosa assumiu o risco de lesar ou até ceifar a vida de alunos, que facilmente poderiam ser sugados pelos equipamentos da piscina”, afirmou o magistrado. “O seu estabelecimento não estava de conformidade com as normas legais, que exigem no mínimo outro ralo e proteção externa, para evitar acidentes como o que ocorreu”, relatou.

“Como receber alunos regulares de uma escola para ministrar-lhes aulas sem condições para tanto? Não bastasse, retirou o que restava da tampa de proteção do ralo da piscina, para adquirir uma nova, e não interrompeu as aulas. Ainda, para arrematar, deixou os equipamentos ligados e não avisou qualquer funcionário sobre os riscos que corriam”, finalizou o desembargador.

Participaram do julgamento os desembargadores Camilo Léllis e Edison Brandão. A decisão foi unânime.


Governo de SP inaugura Polo de Empregabilidade Inclusiva

Iniciativa do programa Meu Emprego - Trabalho Inclusivo busca a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e oferece cursos de qualificação profissional

Crédito: Secretaria de Desenvolvimento Econômico SP
Governo de SP inaugura Polo de Empregabilidade Inclusiva na região central da Capital
Governo de SP inaugura Polo de Empregabilidade Inclusiva na região central da Capital

Nesta quarta-feira (18), a Secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado, Patricia Ellen, e a Secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão, inauguraram o primeiro Polo de Empregabilidade Inclusiva (PEI) da região central da Capital, na Rua Boa Vista. O primeiro local fica dentro do Centro de Tecnologia e Inovação – CTI, situado na rodovia dos Imigrantes, km 11,5.

“Com o trabalho mais integrado entre as secretarias, estamos criando uma forma efetiva para incluir as pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O nosso objetivo é que todos os paulistas tenham oportunidades de emprego e qualificação, através deste programa que é a maior iniciativa de inclusão no Estado de São Paulo”, disse a secretária Patricia Ellen.

O PEI integra o programa Meu Emprego – Trabalho Inclusivo, lançado em setembro deste ano, que tem como objetivo promover o desenvolvimento profissional, a inclusão e a permanência de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, e oferecer cursos de qualificação técnica e empreendedora. Além disso, o PEI ainda dá suporte às equipes de Recursos Humanos das empresas para a inserção destes profissionais no ambiente corporativo.

"A marca deste governo é pensar em São Paulo e nas pessoas com deficiência. Este programa é um presente para nós. Vamos seguir incluindo todos e, o mais importante, realizando ações concretas no Estado", afirmou a secretária Célia Leão.

As informações sobre o programa podem ser consultadas por meio do site www.trabalhoinclusivo.sp.gov.br. O Trabalho Inclusivo faz parte do programa Meu Emprego, lançado em junho deste ano, que integra todos os cursos gratuitos de qualificação profissional oferecidos pelo Governo de São Paulo.

Ações

O programa Meu Emprego – Trabalho Inclusivo está ancorado em 6 ações:
  • – Qualificação profissional e empreendedora: O Centro Paula Souza e o Sebrae oferecem cursos de qualificação profissional e empreendedora compatíveis com cada tipo de deficiência, com dois módulos: técnico e empreendedor.

  • – Intermediação de mão de obra: Os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PAT) e os Polos de Empregabilidade Inclusiva (PEI) recebem as vagas de emprego das empresas e disponibilizam as oportunidades aos candidatos. Ainda realizam emissão de carteira de trabalho e habilitação do seguro-desemprego.

  • – Busca ativa: Com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social e de Justiça, o governo estadual realiza uma busca ativa na captação de candidatos. Ainda em 2019, o objetivo é aumentar a taxa de ocupação das vagas cadastradas (estimativa de 5 mil colocados no mercado de trabalho).

  • – Habilidade profissional: Realização de avaliações médicas e de funcionalidades para análise específica das habilidades do candidato, recomendando as melhores funções e trabalhos de acordo com suas aptidões. Neste ano, o objetivo é realizar um piloto para avaliações de pessoas com deficiência no IMESC e HC-SP.

  • – Emprego apoiado: Apoia e acompanha a inclusão do candidato para aumentar a taxa de permanência e desenvolvimento profissional da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. O Emprego Apoiado também oferece suporte às equipes de Recursos Humanos das empresas. É realizado nos Polos de Empregabilidade Inclusiva (PEI), desenvolvido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. No momento, o serviço está disponível na Capital e Região Metropolitana de São Paulo.        
  • – Entrevista profissional: A Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, através dos Polos de Empregabilidade Inclusiva, orienta os candidatos ao mercado de trabalho e faz entrevistas individuais para o mapeamento das habilidades e perfis profissionais. No momento, o serviço é realizado na Capital e Região Metropolitana de São Paulo.

Parceria

A iniciativa do Meu Emprego – Trabalho Inclusivo é realizada em parceria com seis secretarias: Desenvolvimento Econômico, Direitos da Pessoa com Deficiência, Desenvolvimento Social, Saúde, Educação e Justiça. Além disso, o programa tem a participação do CPS, Sebrae, Hospital das Clínicas e Instituto de Medicina Social e de Criminologia de São Paulo (Imesc).

SERVIÇO

Polo de Empregabilidade Inclusiva – Boa Vista

Horário de atendimento: Segunda a sexta, das 09h às 17h

Endereço: Rua Boa Vista, 170 – Mezanino, Centro – São Paulo/SP

Mais informações: www.trabalhoinclusivo.com.br

Ministério lança lista de serviços das unidades primárias de saúde

Carteira inclui serviços para gestante, idoso, criança e adolescente

Imagem Internet/Ilustrativa
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Por Jonas Valente - Edição: Maria Claudia

O Ministério da Saúde lançou hoje (18) uma lista de serviços oferecidos por equipes e unidades de atenção primária.

O objetivo é informar a população sobre os procedimentos e cuidados que podem ser solicitados e orientar profissionais e gestores da área sobre o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS).

A Carteira de Serviços da Atenção à Saúde traz um conjunto de ações divididas por tipo de procedimento e público-alvo, que inclui idosos, gestantes e crianças e adolescentes. Veja a íntegra aqui.

A atenção primária é a porta de entrada do SUS. O trabalho começa com a formação das equipes de saúde da família (ESF) que fazem o acompanhamento das famílias e orientam sobre cuidado básicos que devem ser tomados em cada caso.

Se o problema não for resolvido, o cidadão pode recorrer às unidades básicas de atenção primária, que são os postos de saúde. Para acessar, é preciso fazer um cadastro.

Entre os serviços voltados para adultos e idosos, estão incluídos, por exemplo, assistência a mulheres grávidas, na menopausa, com problemas ginecológicos ou em situação de violência. Também é oferecido atendimento domiciliar a pessoas acamadas, busca de diagnóstico e tratamento para pessoas com hanseníase, tuberculose, sífilis, hepatites virais.

Para crianças e adolescentes, os serviços são teste do pezinho, vacinação, prevenção e aconselhamento sobre tabagismo, uso abusivo de drogas, saúde sexual e violência. Também são atendidos jovens com dificuldade de aprendizado, deficiências físicas e mentais e outras patologias como diabetes, tuberculose e doenças crônicas.

Na lista de procedimentos constam ações como verificação de pressão arterial, aplicação de injeção ou de medicamentos, biópsia, exames como os de urina e sangue, imobilização provisória, drenagens de hematomas e abcesso, remoção de cistos e testes diversos, como para gravidez, hepatites, sífilis e HIV, entre outros.Nas ações da atenção primária, também figuram cuidados relacionados à saúde bucal, como aplicação de flúor gel, verificação de placa bacteriana, atendimento e orientação sobre higiene oral e de próteses dentárias.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br - Imagem Internet/Ilustrativa