sábado, 22 de fevereiro de 2020

Planos de saúde podem cobrar taxas extras no oferecimento de serviços para pessoas com deficiência?

Diante da problemática, seguem alguns pontos que merecem destaque.


por Larissa Machado

1. O que diz a lei diante do oferecimento do plano de saúde.

O art.  do CDC protege os consumidores nas relações de consumo inclusive no âmbito da saúde, ademais o art. 20 do Estatuto da pessoa com Deficiência regulamenta a obrigatoriedade das operadoras de planos de saúde prestarem todos os serviços e produtos ofertados aos demais clientes, deixando claro a necessidade de se prestar serviços em pé de igualdade a todas as pessoas, independente das condições e limitações que se apresentem. 

 A lei 9.656 98 que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde, em seu art. 14 veda qualquer tipo de impedimento que se apresente como uma negativa ao oferecimento de serviços em razão da idade do consumidor, ou da condição de pessoa portadora de deficiência.

2. É possível a cobrança desses valores?

Essa prática é considerada ilegal e proibida pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), qualquer pessoa ou empresa que dificultar ou impedir uma pessoa com deficiência a ingressar em um plano de saúde particular será submetido a uma pena de detenção de dois a cinco anos, além de multa.

3. Direitos das pessoas com deficiência nos planos de saúde

Saiba que todas as pessoas independente de serem portadoras de necessidades especiais possuem direitos para com os planos de saúde, isso decorre da relação jurídica entre consumidor e fornecedor, a pessoa que contrata o plano tem direito ao oferecimento de todos os serviços contratados, que devem ser prestados com qualidade, nas melhores condições possíveis.

É importante deixar claro a necessidade de se verificar o que está estipulado em contrato para a efetividade dos direitos decorrentes dessa relação contratual.

Vale lembrar que ao contratar um plano de saúde é fundamental que a pessoa com deficiência preste todas as informações possíveis, sobre suas condições ou necessidades, isso porque ao prestar todas as informações evitará problemas futuros caso ocorra a negativa na prestação de algum serviço.

Fonte: larissama27.jusbrasil.com.br

Mãe compartilha vídeo comovente do filho de 9 anos para mostrar os resultados devastadores do bullying - Veja o vídeo

O pequeno Quade tem nanismo. Quando a mãe foi buscá-lo na escola, ele começou a chorar desesperadamente por conta do bullying que sofre todos os dias. O vídeo repercutiu nas redes sociais e chamou atenção de pessoas dispostas a ajudar o garoto

CRESCER ONLINE

                             Quaden, 9 anos, tem nanismo e sofre bullying dos colegas todos os dias (Foto: Reprodução/Facebook)
Quaden, 9 anos, tem nanismo e sofre bullying dos colegas todos os dias (Foto: Reprodução/Facebook)

Quaden Bayles, um garoto de 9 anos, comoveu a web em um vídeo em que aparece chorando e dizendo que quer morrer. As imagens foram compartilhadas nesta terça-feira (18), pela australiana Yarraka Bayles, mãe dele, em uma rede social. O menino chora desesperadamente e pergunta “qual é o motivo das agressões”, antes de dizer que gostaria de morrer.

A mãe, então, diz: "acabei de buscar meu filho na escola, testemunhei um episódio de bullying, liguei para o diretor e quero que as pessoas saibam - pais, educadores, professores - esses são os efeitos que o bullying causa. Por favor, eduquem seus filhos, famílias e amigos”.

Ela diz ainda que ela geralmente escolhe manter em sigilo a realidade, mas não pode mais fazer isso. Segundo ela, o bullying levou seu filho a tentativas de suicídio depois que as pessoas apontam suas diferenças em público onde quer que vão.

Quaden nasceu com acondroplasia, o tipo mais comum de nanismo, em que os braços e as pernas da criança são mais curtos em proporção ao comprimento do corpo. A cabeça é grande e, muitas vezes, o tronco é do tamanho normal.

O vídeo já foi compartilhado mais de 155 mil vezes e recebeu quase 90 mil comentários.

Assista ao vídeo:


Paciente cria boneca cadeirante para animar crianças com deficiência em festa de carnaval

Antônia Moura faz tratamento no Ceir há cerca de 6 anos e, durante as oficinas de arte, ela começou a aprender a confeccionar as bonecas.

Por Laura Moura, G1 PI

Antônia Moura com a boneca cadeirante produzida para o carnaval do Ceir — Foto: Ascom Ceir
Antônia Moura com a boneca cadeirante produzida para o carnaval do Ceir — Foto: Ascom Ceir

A arte contribui em diversos aspectos na vida de crianças em adultos. Foi a partir dela que Antônia Moura, moradora da cidade de Beneditinos, localizada no Norte do Piauí, desenvolveu um novo hobby e passou a alegrar meninos e meninas com a confecção de suas bonecas. Na manhã desta quinta-feira (20), a ‘Tiquinha’, a boneca cadeirante produzida por ela, foi recebida com muito amor e carinho pelos pacientes do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), durante o carnaval da instituição.

Antônia Moura possui polineuropatia, uma disfunção simultânea de vários nervos periféricos por todo o organismo. Ela faz tratamento há cerca de seis anos no Ceir. Durante oficinas de arte, Antônia aprendeu a confeccionar as bonecas.

“Um dia, eu encontrei uma boneca que minha mãe tinha me dado quando eu tinha sete anos de idade. Eu tive a ideia de confeccionar nove bonecas para doar e os profissionais do Ceir viram e se interessaram pelo meu trabalho. No natal de 2019, me perguntaram se eu faria um boneco do menino Jesus, eu topei, eles amaram e ainda pediram eu fazer mais seis. Aí agora, eles pediram para eu fazer uma boneca cadeirante para o carnaval”, explicou.


           Tiquinha, a boneca que animou os pacientes do Ceir na manhã desta quinta-feira — Foto: Ascom Ceir
Tiquinha, a boneca que animou os pacientes do Ceir na manhã desta quinta-feira — Foto: Ascom Ceir

A artista ainda descreveu ao G1 o material utilizado para a confecção das bonecas. “Eu uso a malha. Procuro uma malha que tenha a cor mais próxima da cor da pele. Aquela, especificamente, não foi feita com malha, mas sim de tecido mesmo. A malha dá um acabamento melhor. Em relação ao enchimento, eu uso o antialérgico por conta das crianças”, afirmou.

Bonecas auxiliam no tratamento de crianças

O Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), em 2018, começou a utilizar boneca Lili para auxiliar crianças durante as sessões de terapia psicopedagógica na instituição. Ela possui órteses nas pernas e nas mãos iguaizinhas às usadas pelas crianças com deficiências psicomotoras. A assessoria de comunicação do Ceir confirmou que, até hoje, a boneca ainda é usada pelos pacientes.

A boneca Lili. — Foto: Andrê Nascimento
A boneca Lili. — Foto: Andrê Nascimento

A boneca Lili chegou ao Ceir através da comerciante Shirley Oliveira, mãe do Lucas, de três anos. "Ela nasceu de uma dificuldade que todas nós, mães, enfrentamos: as crianças não aceitam as órteses, que tira completamente o conforto deles", relatou Shirley. A Lili foi um presente da pequena Clara, de sete anos, irmã do Lucas. "Ela já tem essa consciência, via a dificuldade do irmão em aceitar a órtese", conta a mãe.

A boneca Lili participa das sessões de terapia psicopedagógicas junto com crianças de 1 a 4 anos de idade que têm paralisia cerebral ou outras deficiências. A boneca realiza as mesmas atividades que os pequenos, e tem sido usada pelas psicólogas e pedagogas do centro como uma ferramenta para estimular as crianças no tratamento e ajudá-las a aceitarem melhor as órteses.

Fonte: g1.globo.com

Jovem com Síndrome de Down vence o preconceito e ganha destaque como modelo

Sofía Jirau é porto-riquenha e já desfilou para uma grife na New York Fashion Week

Sofía Jirau: "Eu quero, eu posso, eu sou capaz" (Foto: Reprodução/Instagram)
Sofía Jirau: "Eu quero, eu posso, eu sou capaz" (Foto: Reprodução/Instagram)

REDAÇÃO MARIE CLAIRE

Não é segredo para ninguém que o mundo da moda oprime as mulheres e a reduz a um padrão que é quase inexistente, mas um sopro de esperança ressurge em meio às passarelas: Sofía Jirau é uma garota de Porto Rico e tem feito sucesso em sua carreira como modelo com síndrome de Down.

A jovem de 22 anos está bombando no mundo da moda e, recentemente, estreou na New York Fashion Week no dia 10 de fevereiro como modelo de passarela. Em entrevista ao site Remezcla, a beldade latina disse que está viajando pelo mundo inteiro sem medo.

"Não há limites. Não tenho medo de nada, nem mesmo nas ruas", comentou.

Nas redes sociais ela mantém um perfil repleto de fotos espetaculares e leva consigo uma mensagem empoderadora: "Eu sou um modelo profissional pronto para inspirar o mundo. Por dentro e por fora, não há limites. Você pode realizar seus sonhos também", avisa.

Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)
Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)

Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)
Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)

                    Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)
                 Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)


                   Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)
                Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)


Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)
Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)

               Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)
             Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)


Sofía Jirau desfila na New York Fashion Week (Foto: Reprodução/Instagram)
Sofía Jirau desfila na New York Fashion Week (Foto: Reprodução/Instagram)


Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)
Sofía Jirau (Foto: Reprodução/Instagram)



Água de esgoto invade e alaga casa de mulher com paralisia cerebral

Como é alimentada por uma sonda, Maria, 33, necessita de um ambiente higienizado para não ter maiores danos à sua saúde

SÃO PAULO Guilherme Padin, do R7

Arquivo pessoal
Muro fez com que água de esgoto fosse às casas de moradores da viela
Muro fez com que água de esgoto fosse às casas de moradores da viela

Marlene Tenório dos Santos e Maria José dos Santos, sua filha, estão há quase dois anos enfrentando o maior de seus problemas. A construção do muro de um supermercado fez com que a água do esgoto na Vila Missionária, onde vivem no extremo sul de São Paulo, retornasse às casas dos moradores da viela na rua Dorival Ferraz da Silva. Se antes o problema o córrego não canalizado à beira da residência, desde março passado ele ganhou maiores proporções e está dentro dos lares de quem vive ali.

O drama se agrava para Maria, 33, que sofre com paralisia cerebral e, como é alimentada por uma sonda, necessita de um ambiente higienizado para não ter maiores danos à sua saúde.

                            Arquivo pessoal
                                Os medicamentos de Maria foram afetados
                            Os medicamentos de Maria foram afetados

Em meio ao desespero pela condição de sua filha, Dona Marlene, 54, precisa se manter firme a cada alagamento para limpar a casa na medida em que lhe é possível. “A cada chuva forte, fico muito preocupada porque sei o que vai acontecer”, contou ela à reportagem do R7.

Marlene conta que, desde março, junto de uma vizinha, tenta contato com o supermercado Pedreira, responsável pela obra. Chegou, inclusive, a trocar e-mails com um funcionário da empresa, o que não bastou para resolver o problema.

“Eles são os responsáveis pela propriedade. Vieram até fazer uma visita aqui... expliquei, mostrei vídeos, mas nenhuma providência foi tomada. Eu preciso de ajuda”, relata.

Arquivo pessoal
Marlene e Maria moram há 14 anos na Vila Missionária
Marlene e Maria moram há 14 anos na Vila Missionária

Marlene ficou ainda mais consternada após as chuvas de fevereiro, que chegaram a nível recorde na Grande São Paulo nas últimas três décadas. “Nessa última chuva, a água chegou até o meio da parede e perdi alguns armários... minha filhinha ficou assustada.”

Vizinha de Marlene, Leide Miranda, 43, também vive uma situação dramática. Mãe de Ana Clara, autista, já perdeu um celular e um guarda-roupa e outros pertences nas chuvas.
Ela conta que, na última vez que choveu forte, a filha de 12 anos chorou muito. “A água vinha no joelho. Nunca vi acontecer assim”, diz ela.

Outro lado

A reportagem procurou pelo superatacadista Public e pediu um posicionamento sobre a denúncia dos moradores da Vila Missionária. Até a publicação deste texto, não houve resposta.

Clínica promove bloquinho de rua para crianças especiais

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POR REDAÇÃO RPA

Os pequenos pacientes de terapia neuromotora do Centro Goiano de Reabilitação Neurofuncional (CGRN) pularam Carnaval!

Mesmo com as chuvas que caíram em Goiânia (GO), no momento do desfile as nuvens carregadas deram trégua e o percurso foi maior que o esperado. Agentes da Secretaria Municipal de Trânsito (SMT) deram apoio para o desfile das crianças, algumas em cadeiras de rodas, outras no colo e algumas caminhando.

“A festança já é tradicional, mas nesse ano decidimos fazer algo diferente e com o apoio da equipe de fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e musicoterapeuta decidimos criar para as nossas crianças uma experiência completa dos bloquinhos de carnaval de rua. Eles ficaram muito felizes e essa é a recompensa para nós”, afirma a fisioterapeuta e diretora da rede, Silvana Vasconcelos.


“Brincar é parte fundamental da terapia intensiva infantil”

“Criança é criança, e nós temos que incluir nas sessões de terapia o que elas mais gostam: brincar. Quando o ambiente é lúdico e prazeroso, acreditamos que as crianças se sentem mais motivadas a fazer o que precisamos que elas façam, e o melhor de tudo, brincando. Elas precisam querer estar conosco, precisam se sentir bem e alegres nos ambientes da clínica, o que irá implicar em maior interação e, como consequência, maior aprendizagem”, diz a fisioterapeuta.

Veja as fotos:




Jovem se forma em fisioterapia para cuidar de amigo tetraplégico no RN

Foto: Arquivo pessoal
Jovem forma fisioterapia para cuidar amigo tetraplégico

POR GABRIEL PIETRO

Há cinco anos, a paraibana Samara Elânia da Costa, até então estudante do curso de História da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), largou tudo para se graduar em Fisioterapia. O motivo? Atender e amenizar a dor de um amigo.

O jovem Deocléciano Ferreira é tetraplégico e atualmente se encontra acamado na ala de enfermagem do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

“Eu entendi naquele momento a importância da fisioterapia, para reduzir o sofrimento de quem está nestas condições, fazendo tratamento de saúde. A fisioterapia ameniza a dor, contribui com o fortalecimento dos músculos, mantém o corpo ativo”, explica Samara.

Pouco depois de ingressar na faculdade de História, a estudante trancou o curso e fez o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), onde conseguiu nota suficiente para garantir uma bolsa de 100% no curso matutino de Fisioterapia da UNP – Universidade Potiguar.

Foto: Arquivo pessoal
Jovem forma fisioterapia para cuidar amigo tetraplégico

Com a ajuda de caronas ao longo dos semestres, Samara conseguiu não só estudar pela manhã como também fez um curso de Técnico de Enfermagem à tarde, em paralelo, também na UNP.

“Foram muitos momentos difíceis, se fosse listar todos, não daria conta. Muitos não fazem ideia de tudo que você passou para chegar até aqui. Deus […] te deu a missão de ser a pessoa mais simples e divertida da turma. Como perceber tantos sacrifícios em meio a tantos sorrisos que você consegue arrancar?”, disse Sandra Costa, irmã de Samara, ao portal Mossoró Online.

“Sabe que sempre estive e estarei ao seu lado, pois enquanto vida eu tiver você nunca

estará sozinha. Enfim, me faltam palavras para descrever tudo que esse momento pede, só sei que é merecedora de cada conquista. O sonho é nosso e a vitória também”, complementou.

Após concluir o curso técnico de enfermagem, Samara fez concurso para a Secretaria
Estadual de Saúde (SESAP) e passou a trabalhar no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

“Sempre gostei muito de trabalhar na área de saúde, ajudando as pessoas”, revela. Apesar dos passos largos na enfermagem, o sonho mesmo era o diploma de Fisioterapia.

E ele veio no último sábado (15), em meio a uma linda festa de formatura no mesmo local onde Samara trabalhou por muitas noites como garçonete para ajudar nas despesas de casa.

Na sua hora de falar, não deixou de homenagear os garçons e agradecer a família e amigos pela conquista.

“Gostaria de chamar a atenção de todos que estão aqui nessa noite, em especial aos garçons, essa classe tão importante e que sem eles essa festa não seria possível. Pena que muitas vezes passa despercebida, a todos os garçons, o meu muito obrigada!”, disse.

“Há quase 5 anos eu também fazia parte dessa equipe. E a cada baile de
formatura era um turbilhão de sentimentos. Nesse momento eu fazia questão de ficar pertinho da escada, vibrando e me emocionando com cada descida. Sempre sonhei com o meu dia. Com esse dia! E hoje é a grande realização do meu sonho”, afirmou.

“Então é isso, se vocês têm um sonho não desista, lute e trabalhe por ele, pois Deus
cuida de cada detalhe. A vitória não é só minha, é nossa! O sonho continua”, complementou, emocionando os convidados.

Infelizmente, meses antes da conquista do diploma, Deoclésio Ferreira acabou falecendo em decorrência de uma infecção. Mas Samara não desistiu. Outras pessoas precisarão dela.

Bloco de carnaval de BH tem bateria formada por pessoas com deficiência - Veja o vídeo.

Resultado de imagem para Bloco de carnaval de BH tem bateria formada por pessoas com deficiência

POR RAFAEL MELO

Uma bateria bastante especial faz o maior sucesso no carnaval de Belo Horizonte (MG). A bateria inclusiva do bloco Chama o Síndico tem mais de 80 pessoas entre músicos e dançarinos que fazem a alegria dos foliões.

A bateria, chamada de Sindicato Inclusivo, numa alusão ao nome do bloco e à inclusão social, já existe há três anos. Pessoas com deficiência física e mental, além de autismo, cadeirantes e idosos comandam a batucada.

Eles fazem a abertura do bloco e depois se juntam aos demais foliões para brincar nas ruas e avenidas. “O nosso objetivo não é reservar apenas um espaço para eles, isso não seria inclusão, mas é de misturar mesmo e fazer todo mundo brincar junto”, explicou Renata Thalilst.

Foto: Reprodução/Chama o Síndico
Integrantes da bateria inclusiva do bloco de carnaval Chama o Síndico desfilando pela avenida

Os organizadores fizeram ainda a adaptação de alguns instrumentos para que pessoas sem os membros superiores possam tocá-los. O bloco Chama o Síndico já existe há oito anos e arrasta mais de 100 mil pessoas a cada ano.

Saca só um dos ensaios da bateria inclusiva:


“A Inclusão no Carnaval permite colocar em prática todo um discurso de respeito à diversidade, às diferenças e aos direitos destes cidadãos“, disse o musicoterapeuta e psicólogo Bruno Antônio, integrante do bloco.

Foto: Reprodução/Chama o Síndico
Integrante da bateria inclusiva do bloco de carnaval Chama o Síndico desfilando em cadeira de rodas pela avenida

Mas o bloco não faz bonito apenas no carnaval não. O projeto da bateria inclusiva é maior, funciona o ano inteiro oferecendo gratuitamente oficinas de percussão, dança e canto para as pessoas com deficiência e os seus familiares.

A bateria Sindicato Inclusivo fez lembrar da história do paulista Gui Caiaffa, que tem síndrome Apert, que promove a fusão dos dedos, e que toca bateria. Gui fez até um canal do Youtube para ensinar as pessoas com deficiência sobre música e instrumentos.

“O resultado desta experiencia até o momento, já nos causa muita alegria, pela adesão dos participantes, dos pais e o envolvimento de todos do Bloco Chama o Síndico e sua produção, que abraçaram o projeto”, disse Bruno. O bloco sai às ruas no próximo domingo, 23 de fevereiro.

Sesi é o time a ser batido na Supercopa do Brasil de Goalball

Representante brasileiro no Mundial de Clubes deste ano, clube se reforçou no masculino e manteve base no feminino

#Acessibilidade: times feminino e masculino do Sesi estão abraçados em um círculo, junto com a comissão técnica, escutando o discurso do treinador Diego Colletes, que está bem centralizado na imagem.

Por Comunicação CBDV - Renan Cacioli

O ano passado terminou com as cores vermelha e preta dominando o goalball brasileiro. Campeão da Copa Loterias Caixa Série A tanto no masculino quanto no feminino, o Sesi-SP parece determinado a manter essa soberania em 2020, quando representará o país no Mundial de Clubes, marcado para novembro, em Portugal. O primeiro desafio será a Supercopa do Brasil, a partir da próxima sexta-feira (28), no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo.

O conjunto masculino, campeão estadual, regional e nacional de 2019, buscará justamente o único título que faltou, o da Supercopa, que acabou nas mãos do Santos-SP. Além de manter o time-base, com Parazinho, Son e companhia, o clube ainda trouxe de volta o ala Alex Labrador, um dos destaques do arquirrival santista, que também perdeu o pivô Romário, transferido para os paraibanos da Apace.

"O Sesi está bem acima dos outros times. No papel, é quem tem o melhor elenco do Brasil e o time a ser batido", reconhece Leomon Moreno, melhor jogador do mundo e líder do clube da Baixada. "Nós, do Santos, também tivemos nossos reforços. O Pedrinho e o Paulinho voltando para a equipe, ela se fortalece normalmente. São grandes atletas que, se bem trabalhados, conseguirão suprir as faltas do Romário e do Labrador. Vamos trabalhar para fazer a melhor campanha possível em todos os campeonatos", completa.

Leomon, líder do Santos, considera que o rival Sesi está um degrau acima dos demais times de goalball do país

Mais comedido, o ala Parazinho prefere não assumir tal protagonismo antes da hora. "O Santos é uma grande equipe e continua muito forte. Tem o Leomon, que é o melhor do mundo, o Pedrinho, o Paulinho, o Moraes... Não acho que o Sesi seja o favorito. E não podemos nos esquecer do Athlon, uma equipe que vem crescendo muito, cheia de jovens que vêm treinando junto todo dia. Dentro de quadra é que vai se decidir o favorito da competição", diz, citando o clube de São José dos Campos, terceiro colocado no último nacional.

Além dos três times já mencionados, a Adevibel-MG, campeã da Série B, também integra a chave masculina do torneio.

Campeãs mantidas no elenco

Já no torneio feminino, o Sesi-SP vai defender o título da Supercopa contra a Apadv-SP (convidada para o lugar do Ierc-RN, que abriu mão da vaga), a AMC-MT e o Cetefe-DF. Todo o elenco foi mantido, o que significa ter Victoria Amorim, Moniza, Gleyse e Ana Gabrielly em quadra. As rivais que lutem.

"Sermos as favoritas da competição não me traz conforto ou confiança, mas uma grande responsabilidade de que precisamos continuar focadas e determinadas a darmos o nosso melhor", destaca Victoria Amorim. "Pelo que eu entendo do esporte, os favoritos sempre são os times a serem batidos, e não queremos isso. O que queremos mesmo é continuar trabalhando duro para que os resultados sejam tão positivos quanto os do ano passado", emenda.

A linha de raciocínio da atleta coincide bastante com a do treinador Diego Colletes, que conduz tanto o time feminino quanto o masculino do Sesi: "O favoritismo, a gente nunca enxerga como o fator principal. Vamos executar o nosso máximo, o melhor que desenvolvemos no dia a dia e, se tudo se encaixar ao longo da competição, a gente consegue ter a manutenção dos resultados. Mas cada torneio tem a sua história e cabe a nós, da melhor forma, darmos conta do recado na hora agá", analisa.

Meninas do Sesi foram campeãs de tudo em 2019: Regional Sudeste, Série A e Supercopa

Fonte: cbdv.org.br

CPB divulga o calendário de corridas de rua de 2020

Foto: Marcelo Regua/MPIX/CPB
Foto: Marcelo Regua/MPIX/CPB

A Coordenação Técnica do Atletismo do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) divulga o calendário 2020 das corridas de rua chanceladas pelo CPB. Na relação abaixo, estão as provas cujas marcas serão validadas para a formação do ranking nacional da modalidade.



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Crianças com síndrome de Down são coroadas rei e rainha em festa de carnaval em Teresina

As majestades João Francisco e Cristiane passaram por diversos tratamentos juntos, e atualmente são colegas nas oficinas de linguagem e musicoterapia.

Por Laura Moura, Andrê Nascimento, G1 PI

João Francisco, de 4 anos, foi coroado o Rei Mirim do Carnaval 2020, no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) em Teresina — Foto: Laura Moura/ G1 PI
João Francisco, de 4 anos, foi coroado o Rei Mirim do Carnaval 2020, no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) em Teresina — Foto: Laura Moura/ G1 PI

O Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) realizou na manhã desta quinta-feira (20) uma festa para as crianças que frequentam o centro, e apresentou o rei e a rainha mirim de 2020: João Francisco e Cristiane, ambos de 4 anos, vestiram suas faixas e coroas e curtiram a brincadeira.

As majestades João Francisco e Cristiane frequentam o Centro há três anos. Os dois já passaram por diversos tratamentos juntos e atualmente são colegas nas oficinas de linguagem e musicoterapia. De acordo com a coordenadora de voluntariado do Ceir, Nazaré Bezerra, eles foram selecionados por serem os mais animados do Centro.

“Por serem crianças, a gente não coloca aqui como uma competição. São os próprios terapeutas que fazem atendimento com eles que procuram saber com os pais quem é o mais desinibido, aquele que está mais disposto brincar, a dançar”, explicou Nazaré Bezerra.

As majestades mirins João Francisco e Cristiane posam com o Rei e a Rainha da Pessoa com Deficiência do Carnaval de Teresina 2020 — Foto: Divulgação/ Fundação Monsenhor Chaves
As majestades mirins João Francisco e Cristiane posam com o Rei e a Rainha da Pessoa com Deficiência do Carnaval de Teresina 2020 — Foto: Divulgação/ Fundação Monsenhor Chaves

A seleção também tem a participação dos pais, e os voluntários do Ceir confeccionam as coroas e as faixas de rei e rainha. Durante a tarde desta quinta, outros dois reis e rainhas serão coroados. Tudo feito para que as crianças também sintam a alegria do carnaval.

“Quando chega a gente coloca a faixa, faz aquela animação para deixar algo que fique marcado na memória deles”, disse Nazaré Bezerra.

As festas contam com a participação dos reis e rainhas do Carnaval de Teresina, eleitos durante o mês de janeiro pela Fundação Monsenhor Chaves, e da banda 16 de Agosto.

Fonte: g1.globo.com

O que pessoas cegas 'veem' em seus sonhos?

Deficientes visuais têm seus outros sentidos aguçados? A série de vídeos da BBC 'Pergunte-me o que quiser' faz algumas das perguntas mais pesquisadas na internet para pessoas capacitadas para respondê-las.

Por BBC

BBC responde perguntas importantes para entender a vida das pessoas cegas — Foto: iStock via BBC
BBC responde perguntas importantes para entender a vida das pessoas cegas — Foto: iStock via BBC

"As pessoas cegas têm seus outros sentidos aguçados? O que veem em seus sonhos? Pessoas cegas podem trabalhar?"

Essas são algumas das perguntas feitas na internet sobre a vida de pessoas com deficiências visuais. As questões foram compiladas pela série de vídeos do site da BBC Pergunte-me o que quiser, que leva algumas das perguntas mais pesquisadas online para as pessoas mais capacitadas para respondê-las.

A BBC entrevistou três pessoas com variados graus de problemas visuais: Lucy Edwards, que é totalmente cega, Simon Brown e Amir Patel, que têm "severa dificuldade de visão". Eles responderam as seguintes perguntas:

Pessoas cegas podem trabalhar?

Sim, claro.

Edwards tem seu próprio canal no YouTube, no qual conta sua rotina e ensina maquiagem.

Patel hoje se descreve como consultor em diversidade e acessibilidade, dá palestras, escreve livros e é ativista pelos direitos de pessoas com deficiência.

Brown trabalha em uma organização britânica que atende veteranos de guerra que também tenham sofrido perda de visão.

Cegos ligam para a aparência?

"Sim, sim, sim, sim, sim!", diz Edwards, que escreveu um guia de beleza, em inglês, para cegos. "Só porque não podemos nos ver no espelho não quer dizer que não queremos estar bonitos e nos sentirmos bem", diz ela. "Sou doida por maquiagem, isso faz parte de mim. Só porque fiquei cega não quer dizer que perdi contato com quem eu sou."

'Eu adoro fazer compras, então conto com os vendedores e as pessoas nas lojas para descreverem as roupas para mim', diz Amir Patel  — Foto: BBC
'Eu adoro fazer compras, então conto com os vendedores e as pessoas nas lojas para descreverem as roupas para mim', diz Amir Patel — Foto: BBC

Também é a opinião de Patel. "Sim, sem dúvida. Eu adoro fazer compras, então conto com os vendedores e as pessoas nas lojas para descreverem as roupas para mim", diz ele. "Eu tenho muito orgulho da minha aparência."

Você sempre foi cego?

Brown perdeu a visão em 2006, no Iraque, como combatente pelo Exército britânico. Brown foi baleado na cabeça por um franco-atirador, e a bala rompeu os nervos óticos do seu olho esquerdo. O olho direito também foi afetado.

Edwards perdeu a visão ainda na infância. Durante um check-up, quando tinha oito anos, o médico a encaminhou direto ao hospital, dizendo que "havia algo errado no fundo dos seus olhos". Aos 11, ela perdeu a visão do olho esquerdo e aos 17, a do direito. Hoje vê apenas um pouquinho de luz.

Para Patel, tudo mudou aos 33 anos, repentinamente, por conta de uma hemorragia nos vasos sanguíneos dos olhos. "Acordei com dor no olho e 36 horas depois, estava cego", ele contou em entrevistas prévias.

Lucy Edwards é cega desde a infância  — Foto: BBC
Lucy Edwards é cega desde a infância — Foto: BBC

As pessoas cegas têm seus outros sentidos aguçados?

"Entendo por que as pessoas acham que temos ouvidos supersônicos, mas não, quem me dera!", brinca Edwards.

"Nenhum sentido pode melhorar, você só aprende a ficar mais alerta aos outros que ainda tem", diz Brown.

"Aprendi a ficar mais atento à minha audição, presto mais atenção ao que preciso escutar. O mesmo vale para o toque", diz Patel.

O que as pessoas cegas 'veem' em seus sonhos?

"Eu, pessoalmente, não vejo nada, só tenho pensamentos quando sonho", diz Edwards.

Já Patel tem "sonhos muito vívidos". "Perdi a visão do nada, acordei sem ver. Jantei com a minha mulher, fui dormir e, quando acordei, estava cego. Então me apeguei a essa memória. Vejo minha mulher e eu jantando com frequência."

Simon Brown perdeu a vista ao levar um tiro de sniper na cabeça enquanto servia o Exército britânico no Iraque  — Foto: BBC
Simon Brown perdeu a vista ao levar um tiro de sniper na cabeça enquanto servia o Exército britânico no Iraque — Foto: BBC

Todas as pessoas cegas têm cães-guias? Como os cães sabem para onde ir?

Não todas, dizem eles.

"Se a minha cachorra não conhece um lugar, não vai saber chegar lá. Cães-guias aprendem a fazer caminhos específicos", diz Patel. "Eles são capazes de driblar obstáculos, como postes, lixeiras, pessoas nas ruas. E eles aguardam direções, como 'direita', 'esquerda' e 'atravesse a rua'", explica ele.

Se vir uma pessoa cega na rua, devo ajudá-la?

"Se vemos alguém na rua passando dificuldade, mesmo que não seja cega, acho que temos obrigação de ver se ela quer ajuda", diz Brown.

"Às vezes acontece de eu estar atravessando a rua e ser levada pelas pessoas", diz Edwards.

"Um bom jeito de chamar a atenção da pessoa cega é tocar a parte de cima do seu braço com a parte de cima da mão, assim você não é agressivo com ela. Se apresente e pergunte se precisa de ajuda. E é sempre bom lembrar: não se ofenda se a pessoa disser 'não'", diz Brown.

"Nunca se sabe, aqueles dois minutinhos da sua vida podem fazer uma diferença enorme para uma pessoa como eu", diz Patel.

Que pergunta você gostaria que as pessoas te fizessem?

Para Patel, é "como eu ajudo alguém que não vê?". "Essa é a pergunta que tornaria a minha vida muito mais fácil", diz ele.

"Não tenha vergonha de perguntar 'o que aconteceu?', 'como é ser cego?'. Tem tantas coisas que eu responderia tranquilamente se as pessoas perguntassem", diz Brown.

Para Lucy Edwards, seria legal se as pessoas falassem com ela, além de com seu cão-guia. "Se as pessoas dissessem 'olá, Lucy, tudo bem?' isso me deixaria feliz", diz ela.

Fonte: g1.globo.com

Brasileiro de Kickboxing no Rio de Janeiro vai promover inclusão de Pessoas com Deficiência (PCD)



Por: Combate Extra

Atração no Rio de Janeiro após 14 anos, o Campeonato Brasileiro de Kickboxing terá entre os dias 11 e 14 de junho, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico, atividades voltadas aos paratletas da modalidade. O PCD (Pessoas com Deficiência), sigla que é popularmente conhecida, abrange qualquer indivíduo que tenha deficiência visual, auditiva, física ou intelectual.

Após reunião com o presidente da FKBERJ Capitulino Gomes, William Correia, que é Coordenador de esporte da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Rio de Janeiro, contou que serão feitas ações e lutas de exibição para estimular a prática da modalidade e o rompimento do preconceito.

"Desde que assumimos, em janeiro do ano passado, a superintendência de inclusão na Secretaria de Esporte do Rio, do secretário Felipe Bornier, temos essa preocupação de levarmos o público PCD para todos os projetos que chegam. Seja para estar no evento ou então participar propriamente. Quando recebemos o presidente da FKBERJ, Capitulino Gomes, com a proposta de incentivarmos o Brasileiro de Kickboxing, que vai ser um marco para o estado, eu prontamente levei essa ideia de termos alguma parte de inclusão", disse o membro da secretaria do governo estadual.

Animado com a ideia, Capitulino, que também o vice-presidente da Confederação Brasileira de Kickboxing (CBKB), comentou sobre a proposta e afirmou que é preciso destacar mais os paratletas dentro do Kickboxing: "Eu recebi com muita positividade de fazer essa inclusão, porque eu acredito muito nisso. Nós precisamos dar uma ênfase melhor nesse tipo de trabalho, permitir que as pessoas vejam. Eu tenho certeza, que um trabalho com uma boa orientação, podemos avançar com todos", disse Capitulino.

Bloco ‘Sou Legal, Sou Especial’ sairá às ruas na sexta (21) em Petrolina

Bloco promove a inclusão de pessoas com deficiência no Carnaval de Petrolina.

Por G1 Petrolina

Bloco Sou Legal Sou Especial — Foto: Sérgio Sá/ Arquivo pessoal
Bloco Sou Legal Sou Especial — Foto: Sérgio Sá/ Arquivo pessoal

Para promover a inclusão de pessoas com deficiência, na sexta-feira (21), a partir das 17h, sairá às ruas de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, o bloco ‘Sou Legal, Sou Especial’. Esta é a 15ª edição da agremiação no Carnaval petrolinense. A participação é gratuita.

A animação do bloco ficará por conta da tradicional Frevuca. A concentração será na Praça Dom Malan com encerramento na Praça 21 de Setembro, no Centro.

Fonte: g1.globo.com

Médicos queriam internar jovem com síndrome de Down, hoje ela é (um) modelo

                    Imagem: Reprodução/Facebook
                       Reprodução/Facebook

De Universa, em São Paulo

Renee Garcia foi informada pelos médicos de que a filha, Kennedy, não teria qualidade alguma de vida e traria "complicações" quando adulta. A "única decisão" seria interná-la em uma clínica especializada em pessoas com síndrome de Down, ou coloca-la para adoção.

A mãe ignorou todas os conselhos, fossem médicos ou não, e resolveu não desistir da filha.

Quinze anos depois, Kennedy participou do baile de formatura com o namorado Matthew, competições de dança em todos os Estados e conquistou a carreira de modelo para grandes marcas nos Estados Unidos.

             

"A noite em que Kennedy nasceu, eu estava com muito medo em ter que aprender a lidar com ela, porque tudo que me diziam sobre a condição dela era negativo. Eu fui orientada por profissionais médicos que não faziam a menor ideia do que a minha criança poderia fazer", disse Renee ao jornal "Metro".

"Foi só na noite seguinte, quando uma parteira me disse o quanto Kennedy era bonita e se parecia com a sua filha, que também tinha síndrome de Down, que eu comecei a ver uma luz no fim do túnel", acrescentou.

A troca de experiências fez com que Renee enxergasse, de fato, como seria ter uma filha nessas condições. Como ela mesma conta, de forma surpresa, "não foi diferente de ter qualquer outra criança".

"Ela é como qualquer outra garota. Tem muitos amigos, adora dançar, cantar e brincar com o cabelo e maquiagens. Renee até mesmo quebra as regras às vezes", brincou.

A jovem passou por fortes experiências: a primeira delas foi enfrentar leucemia e, pouco tempo depois, fazer uma cirurgia para consertar uma ligação entre a espinha cervical e a base dos ossos - o que quase a deixou paraplégica.

Keneddy venceu todos esses obstáculos e hoje ajuda a mãe com palestras a fim de instruir outros pais e filhos que precisam vencer as mesmas guerras, sejam elas físicas ou psicológicas.

"Durante anos eu me levantei e conversei, mas agora é Kennedy quem conta sua história e fala sobre sua vida. Ela tem uma apresentação em power point que gosta de usar e sempre fala com tanta verdade, clareza e confiança", orgulha-se Renee.

Restaurante abre fora do horário por menina de 3 anos com leucemia

Com imunidade baixa, menina não podia ir a seu restaurante favorito. Ao saberem disso, donos organizaram atendimento em horário especial

por Hypeness

Hypeness
Adelaide, de 3 anos, pediu para ir a seu restaurante favorito
Adelaide, de 3 anos, pediu para ir a seu restaurante favorito

A luta contra o câncer é uma das mais difíceis que o corpo humano pode enfrentar. Quando se é uma criança, então, as dificuldades são ainda maiores. Mesmo assim, com o apoio de amigos e familiares, a difícil batalha pode acabar sendo um pouquinho menos dolorosa que o normal.

Um dos exemplos disso é a história de Adelaide Stanley. Diagnosticada com leucemia desde junho do ano passado, a menina de 3 anos teve a oportunidade de ir ao seu restaurante favorito fora do expediente. Por estar com a imunidade baixa, ele não pode ficar no meio do público, mas o estabelecimento abriu uma exceção para um caso tão especial.

A mãe de Adelaide contou ao programa "Good Morning America" como aconteceu a história. O restaurante J. Wilson, em Beaumont, Texas era o favorito da menina. “Ela disse ao meu marido: ‘Papai, podemos ir a esse restaurante?’ Ele começou a chorar e falou: ‘Quando você melhorar e não estiver mais doente, podemos ir'”, afirmou.

A mãe ficou comovida com o pedido e entrou em contato com uma amiga que conhecia os donos do restaurante, que rapidamente se prontificaram a disponibilizar tudo para a pequena Adelaide.

Em pouco tempo, tudo já havia sido acertado e o restaurante abriu uma hora antes do que o normal, mas somente para os familiares da cliente especial.

“Eles costumavam almoçar aqui o tempo todo antes de Adelaide ser diagnosticada com leucemia. A família está em confinamento praticamente desde julho. Ver o sorriso dela, apenas sabendo que poderíamos dar a ela um pouco do que é a vida normal, foi ótimo”, contou o dono do restaurante ao GMA.

Confira a postagem original da família no Facebook:
Fonte: lifestyle.r7.com